Abbott do Brasil Divalcon

ER 500mg, caixa com 30 comprimidos revestidos de liberação prolongada

Princípio ativo
:
Divalproato De Sódio
Classe Terapêutica
:
Antiepilépticos
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
C1 Branca 2 vias (Venda Sob Prescrição Médica - Este medicamento pode causar Dependência Física ou Psíquica)
Categoria
:
Convulsão E Epilepsia
Especialidade
:
Psiquiatria

Bula do medicamento

Divalcon, para o que é indicado e para o que serve?

Mania

Divalcon é indicado para o tratamento de episódios agudos de mania ou mistos associados ao transtorno afetivo bipolar (TAB), com ou sem características psicóticas, em pacientes adultos.

Os sintomas típicos de um episódio de mania (período no qual o paciente pode apresentar humor anormalmente e persistentemente elevado, expansivo ou irritável) incluem: agitação, diminuição da necessidade de sono, pensamentos acelerados, aceleração do ritmo da fala, hiperatividade motora, fuga de ideias, grandiosidade, prejuízo da crítica, agressividade e possível hostilidade.

Epilepsia

Divalcon é indicado isoladamente ou em combinação a outros medicamentos, no tratamento de pacientes adultos e crianças acima de 10 anos com crises parciais complexas, que ocorrem tanto de forma isolada ou em associação com outros tipos de crises. Também é isoladamente ou em combinação a outros medicamentos no tratamento de quadros de ausência simples e complexa em pacientes adultos e crianças acima de 10 anos, e como terapia adjuvante em adultos e crianças acima de 10 anos com crises de múltiplos tipos, que inclui crises de ausência.

Prevenção da Enxaqueca

Divalcon é indicado à prevenção da enxaqueca em pacientes adultos. Não há evidências de que seja útil no tratamento agudo de enxaquecas.

Quais as contraindicações do Divalcon?

Divalcon é contraindicado para menores de 10 anos de idade.

Divalcon é contraindicado para uso por pacientes com:

  • <li>Conhecida hipersensibilidade ao <a href="https://consultaremedios.com.br/divalproato-de-sodio/bula" target="_blank">divalproato de s&#xF3;dio</a> ou demais componentes da f&#xF3;rmula;</li> <li>Doen&#xE7;a ou disfun&#xE7;&#xE3;o no <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c" target="_blank">f&#xED;gado</a> significativas;</li> <li>Conhecida S&#xED;ndrome de Alpers-Huttenlocher e crian&#xE7;as com menos de 2 anos com suspeita de possuir a S&#xED;ndrome;</li> <li>Dist&#xFA;rbio do ciclo da <a href="https://consultaremedios.com.br/ureia/bula" target="_blank">ureia</a> (DCU) &#x2013; desordem gen&#xE9;tica rara que pode resultar em ac&#xFA;mulo de am&#xF4;nia no sangue;</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/porfiria/" rel="noopener" target="_blank">Porfiria</a> &#x2013; dist&#xFA;rbio gen&#xE9;tico raro que afeta parte da hemoglobina do sangue.</li>

Divalcon é contraindicado na prevenção da enxaqueca em mulheres grávidas e mulheres em idade fértil que não utilizam métodos contraceptivos eficazes durante o tratamento. Quando este medicamento é utilizado para prevenção da enxaqueca o risco de utilização em mulheres grávidas supera claramente qualquer possível benefício da droga.

Categoria de risco: X. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.

A possibilidade de gravidez deve ser excluída antes de iniciar o tratamento com Divalcon.

Como usar o Divalcon?

Comprimido Revestido de Liberação Prolongada

Os comprimidos revestidos de Divalcon&nbsp;ER são de uso oral e devem ser ingeridos uma única vez ao dia. Os comprimidos devem ser ingeridos inteiros, sem serem partidos, nem triturados, nem mastigados.

Crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil

A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista. O tratamento com divalproato de sódio somente deve ser iniciado se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelas. O divalproato de sódio deve ser prescrito e dispensado em conformidade com as medidas de prevenção à gravidez, conforme descrito no item "Quais as contraindicações do Divalcon?" e "Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon?". A dose diária deve ser dividida em, pelo menos, 2 doses individuais.

Mania
Dose inicial recomendada
  • <li>25 mg/kg/dia administrados uma &#xFA;nica vez ao dia. A dose deve ser aumentada pelo m&#xE9;dico o mais r&#xE1;pido poss&#xED;vel para se atingir a dose terap&#xEA;utica mais baixa capaz de produzir o efeito cl&#xED;nico desejado.</li>
Dose máxima recomendada
  • <li>60 mg/kg/dia.</li>

Embora seja senso comum que o tratamento farmacológico após a resposta aguda em mania seja desejável, tanto para a manutenção da resposta inicial quanto para a prevenção de novos episódios maníacos, não há dados obtidos sistematicamente para dar suporte aos benefícios de Divalcon&nbsp;ER no tratamento prolongado (isto é, além de 3 meses).

Epilepsia
Dose inicial recomendada
  • <li>10-15 mg/kg/dia (&#xFA;nica exce&#xE7;&#xE3;o nas crises de aus&#xEA;ncia&#x2013; 15mg/kg/dia). A dose pode ser aumentada pelo m&#xE9;dico, de 5 a 10 mg/kg/semana at&#xE9; a obten&#xE7;&#xE3;o da resposta cl&#xED;nica desejada, administrados uma vez ao dia.</li>
Dose máxima recomendada
  • <li>60 mg/kg/dia.</li>

Em caso de uso em conjunto com outros medicamentos antiepilépticos, as dosagens desses podem ser reduzidas pelo médico em aproximadamente 25% a cada duas semanas. Esta redução pode ser iniciada no começo do tratamento com divalproato de sódio ou atrasada por uma a duas semanas em casos em que exista a preocupação de ocorrência de crises com a redução. A velocidade e duração desta redução do medicamento antiepiléptico concomitante pode ser muito variável e os pacientes devem ser monitorados rigorosamente durante este período com relação a aumento da frequência das convulsões. Seu médico dará a orientação necessária para o seu tratamento.

Interrupção do tratamento

Os anticonvulsivantes não devem ser descontinuados abruptamente nos pacientes para os quais estes fármacos são administrados para prevenir convulsões tipo grande mal, pois há grande possibilidade de precipitar um estado de mal epiléptico, com subsequente má oxigenação cerebral e risco de morte. A interrupção repentina do tratamento com este medicamento cessará o efeito terapêutico, o que poderá ser prejudicial ao paciente devido às características da doença para a qual este medicamento está indicado.

Prevenção da enxaqueca
Dose inicial recomendada
  • <li>500 mg uma vez ao dia (durante uma semana) sendo que alguns pacientes podem se beneficiar com doses de at&#xE9; 1000 mg uma vez ao dia (ap&#xF3;s a primeira semana). Embora doses de Divalcon&amp;nbsp;ER diferentes de 1000 mg uma vez ao dia n&#xE3;o tenham sido avaliadas em pacientes com enxaqueca, a faixa de dose eficaz de divalproato de s&#xF3;dio comprimidos de libera&#xE7;&#xE3;o ent&#xE9;rica varia de 500 a 1000 mg/dia nestes pacientes.</li>

A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista na prevenção da enxaqueca. O tratamento somente deve ser iniciado se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelos pacientes e o risco e o benefício devem ser cuidadosamente reconsiderados nas revisões do tratamento.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, nem aberto e nem mastigado.

Comprimido Revestido

Os comprimidos de Divalcon são para uso oral e devem ser ingeridos inteiros. Os comprimidos não devem ser mastigados nem triturados.

Crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil

A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista. O tratamento com divalproato de sódio somente deve ser iniciado em crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelas pacientes. O divalproato de sódio deve ser prescrito e dispensado em conformidade com as medidas de prevenção à gravidez, conforme descrito no item Quais as contraindicações do Divalcon?" e "Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon?. A dose diária deve ser dividida em, pelo menos, 2 doses individuais.

Mania
Dose inicial recomendada

750 mg/dia administrados em doses divididas. A dose deve ser aumentada pelo médico o mais rápido possível para se atingir a dose terapêutica desejada.

Dose máxima recomendada

60 mg/kg/dia.

Não há dados obtidos sistematicamente para dar suporte aos benefícios de Divalcon no tratamento prolongado (isto é, além de 3 meses).

Epilepsia
Dose inicial recomendada

10-15 mg/kg/dia (única exceção nas crises de ausência – 15mg/kg/dia). A dose pode ser aumentada pelo médico, de 5 a 10 mg/kg/semana até a obtenção da resposta clínica desejada, administrados em doses diárias divididas (2 a 3 vezes ao dia) para alguns pacientes.

Dose máxima recomendada

60 mg/kg/dia.

Em caso de uso em conjunto com outros medicamentos antiepilépticos, as dosagens desses podem ser reduzidas pelo médico em aproximadamente 25% a cada duas semanas. Esta redução pode ser iniciada no começo do tratamento com divalproato de sódio ou atrasada por uma a duas semanas em casos em que exista a preocupação de ocorrência de crises com a redução. A velocidade e duração desta redução do medicamento antiepiléptico concomitante pode ser muito variável e os pacientes devem ser&nbsp;monitorados rigorosamente durante este período com relação a aumento da frequência das convulsões. Seu médico dará a orientação necessária para o seu tratamento.

Interrupção do tratamento

Os anticonvulsivantes não devem ser descontinuados abruptamente nos pacientes para os quais estes fármacos são administrados para prevenir convulsões tipo grande mal, pois há grande possibilidade de precipitar um estado de mal epiléptico, com subsequente má oxigenação cerebral e risco de morte. A interrupção repentina do tratamento com este medicamento cessará o efeito terapêutico, o que poderá ser prejudicial ao paciente devido às características da doença para a qual este medicamento está indicado.

Prevenção da enxaqueca
Dose inicial recomendada:
  • <li>250 mg, duas vezes ao dia (durante uma semana) sendo que alguns pacientes podem se beneficiar com doses de at&#xE9; 1000 mg uma vez ao dia (ap&#xF3;s a primeira semana). A faixa de dose eficaz de Divalcon comprimidos de libera&#xE7;&#xE3;o ent&#xE9;rica varia de 500 a 1000 mg/dia nestes pacientes.</li>

A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista na prevenção da enxaqueca. O tratamento somente deve ser iniciado se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelos pacientes e o risco e o benefício devem ser cuidadosamente reconsiderados nas revisões do tratamento.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, nem aberto e nem mastigado.

Como o Divalcon funciona?

O divalproato de sódio é a substância ativa de Divalcon. O divalproato de sódio é dissociado em íon valproato no trato gastrointestinal.

O tratamento com Divalcon, em alguns casos, pode produzir sinais de melhora já nos primeiros dias de tratamento; em outros casos, é necessário um tempo maior para se alcançar os efeitos benéficos. Seu médico dará a orientação no seu caso.

Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon?

Gerais

Recomenda-se fazer contagem de plaquetas e realização de testes de coagulação antes de iniciar o tratamento e depois, periodicamente, pois pode haver alteração nas plaquetas e coagulação sanguínea. O aparecimento de hemorragia, manchas roxas ou desordem na capacidade natural de coagulação do paciente são indicativos para a redução da dose ou interrupção da terapia.

Divalcon&nbsp;ER pode interagir com medicamentos administrados concomitantemente.

Hepatotoxicidade (toxicidade no fígado) / Disfunção hepática

Houve casos fatais de insuficiência do fígado em pacientes recebendo ácido valproico, usualmente durante os primeiros seis meses de tratamento. Deve-se ter muito cuidado quando o medicamento for administrado em pacientes com história anterior de doença no fígado. Toxicidade no fígado grave ou fatal pode ser precedida por sintomas não específicos, como mal-estar, fraqueza, estado de apatia, inchaço facial, falta de apetite e vômito. Pacientes em uso de múltiplos anticonvulsivantes, crianças, pacientes com doenças metabólicas congênitas, com doença convulsiva grave associada a retardo mental e pacientes com doença cerebral orgânica podem ter um risco particular de desenvolver toxicidade no fígado. A experiência em epilepsia tem indicado que a incidência de hepatotoxicidade fatal diminui consideravelmente, de forma progressiva, em pacientes mais velhos. O medicamento deve ser descontinuado imediatamente na presença de disfunção do fígado significativa, suspeita ou aparente. Em alguns casos, a disfunção do fígado progrediu apesar da descontinuação do medicamento.

Na presença destes sintomas, o médico deve ser imediatamente procurado.

Pancreatite (inflamação no pâncreas)

Pacientes e responsáveis devem estar cientes que dor abdominal, enjoo, vômito e/ou falta de apetite, podem ser sintomas de pancreatite. Na presença destes sintomas, deve-se procurar o médico imediatamente, pois casos de pancreatite envolvendo risco à vida foram relatados tanto em crianças como em adultos que receberam divalproato de sódio. Alguns casos ocorreram logo após o início do uso, e outros após vários anos de uso. Houve casos nos quais a pancreatite recorreu após nova tentativa com divalproato de sódio.

Pacientes com suspeita ou conhecida doença mitocondrial

Insuficiência hepática aguda induzida por valproato e mortes relacionadas à doença hepática têm sido reportadas em pacientes com síndrome neurometabólica hereditária causada por mutação no gene da DNA polimerase γ (POLG, ou seja, Síndrome de Alpers-Huttenlocher) em uma taxa maior do que aqueles sem esta síndrome.

Deve-se suspeitar de desordens relacionadas à POLG em pacientes com histórico familiar ou sintomas sugestivos de uma desordem relacionada à POLG, incluindo, mas não limitado encefalopatia inexplicável, epilepsia refrataria (focal, mioclônica), estado de mal epilético na apresentação, atrasos no desenvolvimento, regressão psicomotora, neuropatia sensomotora axonal, miopatia, ataxia cerebelar, oftalmoplegia, ou migrânea complicada com aura occipital. O teste para mutação de POLG deve ser realizado de acordo com a prática clínica atual para avaliação diagnóstica dessa desordem.

Em pacientes maiores de 2 anos com suspeita clínica de desordem mitocondrial hereditária o divalproato de sódio deve ser usado apenas após tentativa e falha de outro anticonvulsivante. Este grupo mais velho de pacientes deve ser monitorado durante o tratamento com divalproato de sódio para desenvolvimento de lesão hepática aguda com avaliação clínica regular e monitoramento dos testes de função hepática.

Comportamento e ideação suicida

Pacientes tratados com divalproato de sódio devem ser monitorados para emergências ou piora da depressão, pensamentos sobre automutilação, comportamento ou pensamentos suicidas e/ou qualquer mudança incomum de humor ou comportamento. Ideação suicida pode ser uma manifestação de transtornos psiquiátricos preexistentes e pode persistir até que ocorra remissão significante dos sintomas. Existem relatos de aumento no risco de pensamentos e comportamentos suicidas nestes pacientes. Este risco foi observado logo uma semana após o início do tratamento medicamentoso com os antiepilépticos e persistiu durante todo o período em que o tratamento foi avaliado. A supervisão de pacientes de alto risco deve acontecer durante a terapia medicamentosa inicial. Comportamentos suspeitos devem ser informados imediatamente aos profissionais de saúde.

Trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas)

A trombocitopenia pode estar relacionada à dose. O benefício terapêutico que pode acompanhar as maiores doses deverá ser considerado pelo seu médico contra a possibilidade de maior incidência de eventos adversos.

Hiperamonemia (excesso de amônia no organismo)

Foi relatado o excesso de amônia em associação com a terapia com divalproato de sódio e pode estar presente mesmo com testes de função do fígado normais. Pacientes que desenvolverem sinais ou sintomas de alteração das funções do cérebro por aumento de amônia no sangue inexplicável, estado de apatia, vômito e mudanças no status mental durante o tratamento com Divalcon&nbsp;ER devem ser tratados imediatamente, e o nível de amônia deve ser mensurado. Hiperamonemia também deve ser considerada em pacientes que apresentam hipotermia (queda de temperatura do corpo abaixo do normal). Se a amônia estiver elevada, o tratamento deve ser descontinuado.

Elevações sem sintomas de amônia são mais comuns, e quando presentes, requerem monitoramento intensivo dos níveis de amônia no plasma pelo médico. Se a elevação persistir a descontinuação do tratamento deve ser considerada.

Distúrbios do ciclo da ureia (DCU)

Foi relatada encefalopatia hiperamonêmica (alteração das funções do cérebro por aumento de amônia no sangue), algumas vezes fatal, após o início do tratamento com divalproato de sódio em pacientes com distúrbios do ciclo da ureia.

Hipotermia (queda da temperatura central do corpo para menos de 35ºC)

Tem sido relatada associada à terapia com divalproato de sódio, em conjunto e na ausência de hiperamonemia. Esta reação adversa também pode ocorrer em pacientes utilizando topiramato e valproato em conjunto, após o início do tratamento com topiramato ou após o aumento da dose diária de topiramato. Deve ser considerada a interrupção do tratamento em pacientes que desenvolverem hipotermia, a qual pode se manifestar por uma variedade de anormalidades clínicas incluindo letargia (estado de apatia), confusão, coma e alterações significativas em outros sistemas importantes como o cardiovascular e o respiratório.

Atrofia Cerebral / Cerebelar

Houve relatos pós-comercialização, de atrofia (reversível e irreversível) do cérebro e do cerebelo, temporariamente associadas ao uso de produtos que se dissociam em íon valproato. Em alguns casos, a recuperação foi acompanhada por sequelas permanentes. Observou-se prejuízo psicomotor e atraso no desenvolvimento, entre outros problemas neurológicos, em crianças com atrofia cerebral decorrente da exposição ao valproato quando em ambiente intrauterino. As funções motoras e cognitivas dos pacientes devem ser monitoradas rotineiramente e o medicamento deve ser descontinuado nos casos de suspeita ou de aparecimento de sinais de atrofia cerebral.

Reação de hipersensibilidade em múltiplos órgãos

Foram raramente relatadas após o início da terapia com o valproato em adultos e crianças. Os pacientes tipicamente, mas não exclusivamente, apresentaram febre e reações de sensibilidade na pele, com envolvimento de outros órgãos. Outras manifestações associadas podem incluir aumento dos gânglios, inflamação no fígado (hepatite), anormalidade de testes de função do fígado, anormalidades hematológicas, coceira, inflamação dos tecidos do rim, volume menor de urina, síndrome hepatorrenal (envolvendo o fígado e os rins), dor nas articulações e fraqueza. Como o distúrbio é variável em sua expressão, sinais e sintomas de outros órgãos não relacionados aqui podem ocorrer. Se houver suspeita desta reação, o valproato deve ser interrompido e um tratamento alternativo ser iniciado pelo médico.

Agravamento das convulsões

Assim como outras drogas antiepilépticas, alguns pacientes ao invés de apresentar uma melhora no quadro convulsivo, podem apresentar uma piora reversível da frequência e severidade do quadro convulsivo (incluindo o estado epiléptico) ou também o aparecimento de novos tipos de convulsões com valproato.

Em caso de agravamento das convulsões, aconselha-se consultar o seu médico imediatamente.

Aumento do risco de câncer

Não é conhecido até o momento.

Aumento do risco de mutações

Houve algumas evidências de que a frequência de aberrações cromossômicas poderia estar associada com epilepsia.

Fertilidade

A administração de divalproato de sódio pode afetar a fertilidade em homens. Foram relatados casos que indicam que as disfunções relacionadas à fertilidade são reversíveis após a descontinuação do tratamento.

Amenorreia (ausência de menstruação), ovários policísticos e níveis de testosterona elevados foram relatados em mulheres.

Exclusivo Comprimidos Revestidos de Liberação Prolongada: Efeitos teratogênicos (malformações de múltiplos sistemas orgânicos) foram demonstrados em estudos experimenatis com camundongos, ratos e coelhos.

Resíduos de medicamento nas fezes

Foram raramente relatados. É recomendado que a concentração sanguínea de valproato seja checada em pacientes que apresentam resíduos do medicamento nas fezes.

Capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Uma vez que o divalproato de sódio pode produzir alterações do sistema nervoso central, especialmente quando combinado com outras substâncias com efeito semelhante, por exemplo: álcool, os pacientes não devem realizar tarefas de risco, como dirigir veículos ou operar máquinas perigosas, até que se tenha certeza de que não fiquem sonolentos com o uso deste medicamento.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Divalcon?

A classificação da frequência das reações adversas deve seguir os seguintes parâmetros:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\"><strong>Frequ&#xEA;ncia das Rea&#xE7;&#xF5;es Adversas</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:226px\"><strong>Par&#xE2;metros</strong></td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&#x2265; 1/10 (&#x2265; 10%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Muito comum</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&#x2265; 1/100 e &lt; 1/10 (&#x2265; 1% e &lt; 10%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Comum (frequente)</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&#x2265; 1/1.000 e &lt; 1/100 (&#x2265; 0,1% e &lt; 1%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Incomum (infrequente)</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&#x2265; 1/10.000 e &lt; 1/1.000 (&#x2265; 0,01% e &lt; 0,1%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Rara</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&lt; 1/10.000 (&lt; 0,01%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Muito rara</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">N&#xE3;o pode ser estimada</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\"> <p>Desconhecida</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Sistemas</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\"><strong>Frequ&#xEA;ncia</strong></td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Rea&#xE7;&#xE3;o adversa</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xF5;es cong&#xEA;nitas, heredit&#xE1;rias e gen&#xE9;ticas</p> </td> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"text-align:center; width:297px\">M&#xE1;s forma&#xE7;&#xF5;es cong&#xEA;nitas e dist&#xFA;rbios de desenvolvimento &#x2013; ver item &quot;<a href=\"https://consultaremedios.com.br/divalcon-er/p#precautions-collapse\" title=\"+Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon ER?\">Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon ER?</a>&quot;</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Porfiria aguda</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xF5;es do sistema sangu&#xED;neo e linf&#xE1;tico</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Trombocitopenia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c\" target=\"_blank\">Anemia</a>, anemia hipocr&#xF4;mica, leucopenia, trombocitopenia <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/purpura/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">p&#xFA;rpura</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Agranulocitose, defici&#xEA;ncia de anemia folato, anemia macroc&#xED;tica, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/anemia-aplastica\" target=\"_blank\">anemia apl&#xE1;stica</a>, fal&#xEA;ncia da medula &#xF3;ssea, eosinofilia, hipofibrinogenemia, linfocitose, macrocitose, pancitopenia, inibi&#xE7;&#xE3;o da agrega&#xE7;&#xE3;o plaquet&#xE1;ria</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Investiga&#xE7;&#xF5;es</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aumento de peso, perda de peso</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aumento da alanina aminotransferase<sup>1 </sup>, aumento do aspartato aminotransferase, aumento creatinina sangu&#xED;nea, diminui&#xE7;&#xE3;o de folato sangu&#xED;neo, aumento de lactato desidrogenase sangu&#xED;neo<sup>1 </sup>, aumento de ureia sangu&#xED;nea, aumento do n&#xED;vel de droga, anormalidade de testes de fun&#xE7;&#xE3;o do f&#xED;gado<sup>1 </sup>, aumento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/iodo\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/iodo/pa\" target=\"_blank\">iodo</a> ligado &#xE0; prote&#xED;na, diminui&#xE7;&#xE3;o da contagem de gl&#xF3;bulos brancos</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aumento de bilirrubina s&#xE9;rica<sup>1 </sup>, diminui&#xE7;&#xE3;o de carnitina, anormalidade do teste de fun&#xE7;&#xE3;o da <a href=\"https://consultaremedios.com.br/tireoide/c\" target=\"_blank\">tireoide</a></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"4\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o do sistema nervoso</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Muito comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Sonol&#xEA;ncia, tremor</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Amnesia, ataxia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/tontura-o-que-pode-ser/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">tontura</a>, disgeusia, cefaleia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/nistagmo/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">nistagmo</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/parestesia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">parestesia</a>, altera&#xE7;&#xE3;o da fala</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Afasia, incoordena&#xE7;&#xE3;o motora, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/disartria/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">disartria</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-distonia-sintomas-tratamento-tipos-diagnostico-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">distonia</a>, encefalopatia<sup>2 </sup>, hipercinesia, hiperreflexia, hipertonia, hipoestesia, hiporreflexia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-convulsao-o-que-fazer-causas-sintomas-pode-matar/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">convuls&#xE3;o</a><sup>3 </sup>, estupor, discinesia tardia, altera&#xE7;&#xE3;o na vis&#xE3;o</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aster&#xED;xis, atrofia cerebelar<sup>4 </sup>, atrofia cerebral<sup>4 </sup>, desordem cognitiva, coma, desordem extrapiramidal, dist&#xFA;rbio de aten&#xE7;&#xE3;o, defici&#xEA;ncia da mem&#xF3;ria, parkisonismo, hiperatividade psicomotora, habilidades psicomotoras prejudicadas, seda&#xE7;&#xE3;o<sup>5</sup></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o do labirinto e ouvido</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/zumbido-no-ouvido/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Zumbido no ouvido</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Surdez<sup>6 </sup>, dist&#xFA;rbio auditivo, hiperacusia, vertigem</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dor-de-ouvido/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Dor de ouvido</a></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o respirat&#xF3;ria, tor&#xE1;cica e mediastino</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/tosse/c\" target=\"_blank\">Tosse</a>, dispneia, disfonia, epistaxe</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecido</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Efus&#xE3;o pleural</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"4\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o gastrointestinal</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Muito comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">N&#xE1;usea<sup>7</sup></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Dor abdominal, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">constipa&#xE7;&#xE3;o</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c\" target=\"_blank\">diarreia</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dispepsia-indigestao-o-que-e-sintomas-remedios-e-tipos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">dispepsia</a><sup>7 </sup>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/gases/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">flatul&#xEA;ncia</a>, v&#xF4;mitos<sup>7</sup></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Incontin&#xEA;ncia anal, altera&#xE7;&#xE3;o anorretal, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-halitose-mau-halito-causas-tratamento-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">mau h&#xE1;lito</a>, boca seca, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-disfagia-causas-sintomas-tratamento-tem-cura/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">disfagia</a>, eructa&#xE7;&#xE3;o, sangramento gengival, glossite, hemat&#xEA;mese, melena, pancreatite<sup>8 </sup>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-tenesmo-sintomas-tratamento-causas-prevencao-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">tenesmo</a> retal, hipersecre&#xE7;&#xE3;o salivar</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios gengivais, hipertrofia gengivais, aumento da gl&#xE2;ndula par&#xF3;tida</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria e renal</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Hemat&#xFA;ria, urg&#xEA;ncia em urinar, poli&#xFA;ria, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/incontinencia-urinaria/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">incontin&#xEA;ncia urin&#xE1;ria</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/enurese/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Enurese</a>, s&#xED;ndrome Fanconi<sup>9 </sup>, fal&#xEA;ncia renal, nefrite do t&#xFA;bulo-intersticial</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o nos tecidos e pele</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/queda-de-cabelo-e-calvicie/c\" target=\"_blank\">Alopecia</a><sup>10</sup>, equimose, prurido,<em> rash</em> cut&#xE2;neo</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/acne/c\" target=\"_blank\">Acne</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/dermatites/c\" target=\"_blank\">dermatite</a> esfoliativa, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/pele-seca\" target=\"_blank\">pele seca</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/eczema/c\" target=\"_blank\">eczema</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/eritema-nodoso/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">eritema nodoso</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/hiperidrose/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hiperidrose</a>, altera&#xE7;&#xE3;o na unha, pet&#xE9;quias, seborreia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Vasculite cut&#xE2;nea, s&#xED;ndrome de hipersensibilidade sist&#xEA;mica a drogas (S&#xED;ndrome DRESS ou SHSD), eritema multiforme, altera&#xE7;&#xE3;o do cabelo, altera&#xE7;&#xE3;o do leito ungueal, rea&#xE7;&#xE3;o de fotossensibilidade, s&#xED;ndrome de Stevens-Johnson, necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o tecidos conectivos e muscular esquel&#xE9;tico</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/espasmo-muscular/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Espasmo muscular</a>, convuls&#xE3;o muscular, fraqueza muscular</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Diminui&#xE7;&#xE3;o da densidade &#xF3;ssea, dor &#xF3;ssea, osteopenia, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-dos-ossos/osteoporose/c\" target=\"_blank\">osteoporose</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/rabdomiolise/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">rabdomi&#xF3;lise</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o end&#xF3;crina</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Hiperandrogenismo<sup>11</sup>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/tireoide/hipotireoidismo/c\" target=\"_blank\">hipotireoidismo</a>, secre&#xE7;&#xE3;o inapropriada de horm&#xF4;nio antidiur&#xE9;tico</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo e nutri&#xE7;&#xE3;o</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite, Aumento do apetite</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/hipercalemia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Hipercalemia</a>, hipernatremia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/hipoglicemia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hipoglicemia</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/hiponatremia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hiponatremia</a>, hipoproteinemia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Defici&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/biotina\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/biotina/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">biotina</a>, dislipidemia, hiperamonemia, resist&#xEA;ncia &#xE0; insulina, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/obesidade/c\" target=\"_blank\">obesidade</a></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Neoplasias benignas, malignas e n&#xE3;o espec&#xED;ficas (incluem cistos e p&#xF3;lipos)</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hemangioma-no-figado-coluna-e-mais-tratamento-tem-cura/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Hemangioma</a> de pele</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecido</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">S&#xED;ndrome mielodispl&#xE1;stica</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Desordens vasculares</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomuns</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Hipotens&#xE3;o</a> ortost&#xE1;tica, Pallor, desordem vascular periferal, vasodilata&#xE7;&#xE3;o</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"4\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xF5;es gerais e condi&#xE7;&#xF5;es de administra&#xE7;&#xE3;o local</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Muito comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Astenia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o na marcha, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-tipos-cerebral-pulmonar-etc-e-tratamento/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">edema</a> perif&#xE9;rico</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dor-no-peito/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Dor no peito</a>, edema facial, pirexia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Hipotermia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o hepatobiliar</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Hepatotoxicidade</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o na mama e sistema reprodutivo</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Amenorreia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dismenorreia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">dismenorreia</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/disfuncao-eretil/c\" target=\"_blank\">disfun&#xE7;&#xE3;o er&#xE9;til</a>, menorragia, altera&#xE7;&#xE3;o menstrual, metrorragia, hemorragia vaginal</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aumento das mamas, galactorr&#xE9;ia, infertilidade masculina<sup>12 </sup>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/menstruacao-irregular/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">menstrua&#xE7;&#xE3;o irregular</a>, ov&#xE1;rio polic&#xED;stico</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o psiqui&#xE1;trica</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Sonhos anormais, labilidade emocional, estado de confus&#xE3;o, depress&#xE3;o, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/insonia/c\" target=\"_blank\">ins&#xF4;nia</a>, nervosismo, pensamento anormal</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Agita&#xE7;&#xE3;o, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/ansiedade/c\" target=\"_blank\">ansiedade</a>, apatia, catatonia, del&#xED;rio, humor euf&#xF3;rico, alucina&#xE7;&#xE3;o, hostilidade, transtorno de personalidade</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecido</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Comportamento anormal, agress&#xE3;o, ang&#xFA;stia emocional, transtorno de aprendizagem, transtorno psic&#xF3;tico</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o card&#xED;aca</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Bradicardia, parada card&#xED;aca, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> congestiva, taquicardia</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o nos olhos</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Ambliopia, diplopia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Cromatopsia, olho ressecado, dist&#xFA;rbio ocular, dor nos olhos, desordem da lacrimal, miose, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/fotofobia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">fotofobia</a>, defici&#xEA;ncia visual</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o do <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-imunologico/c\" target=\"_blank\">sistema imunol&#xF3;gico</a></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Rea&#xE7;&#xE3;o anafil&#xE1;tica, hipersensibilidade</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xE3;o e infesta&#xE7;&#xF5;es</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xE3;o</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/bronquite/c\" target=\"_blank\">Bronquite</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/furunculo/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">fur&#xFA;nculo</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/gastroenterite/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">gastroenterite</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/herpes/c\" target=\"_blank\">herpes</a> simples, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/c\" target=\"_blank\">gripe</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/rinite/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">rinite</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/sinusite/c\" target=\"_blank\">sinusite</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/doenca-nos-ouvidos/otite/c\" target=\"_blank\">Otite</a> m&#xE9;dia, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/pneumonia/c\" target=\"_blank\">pneumonia</a>, infec&#xE7;&#xE3;o do trato urin&#xE1;rio</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Les&#xE3;o, intoxica&#xE7;&#xE3;o e complica&#xE7;&#xF5;es processuais</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Les&#xE3;o</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

1 Pode refletir em uma potencial hepatotoxicidade séria.
2 Encefalopatia com ou sem febre foi identificada pouco tempo após a introdução de monoterapia com divalproato de sódio sem evidência de disfunção hepática ou altos níveis plasmáticos inapropriados de valproato. Apesar da recuperação ser efetiva com a descontinuação do medicamento, houve casos fatais em pacientes com encefalopatia hiperamônica, particularmente em pacientes com distúrbio do ciclo de ureia subjacente. Encefalopatia na ausência de níveis elevados de amônia também foi observada.
3 Considerar crises graves e verificar item "Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon ER?".
4 Reversíveis e irreversíveis. Atrofia cerebral também foi observada em crianças expostas ao divalproato de sódio em ambiente uterino que levou a diversas formas de eventos neurológicos, incluindo atrasos de desenvolvimento e prejuízo psicomotor.
5 Observado que pacientes recebendo somente divalproato de sódio mas ocorreu em sua maioria em pacientes recebendo terapia combinada. Sedação normalmente diminui após a redução de outros medicamentos antiepilépticos.
6 Reversíveis ou irreversíveis.
7 Esses efeitos são normalmente transitórios e raramente requerem descontinuação da terapia.
8 Inclui pancreatite aguda, incluindo fatalidades.
9 Observada primariamente em crianças.
10 Reversíveis.
11 Com eventos aumentados de hirsutismo, virilismo, acne, alopecia de padrão masculino, andrógeno.
12 Incluindo azoospermia, análise de sêmen anormal, diminuição da contagem de esperma, morfologia anormal dos espermatozoides, aspermia e diminuição da motilidade dos espermatozoides.










Informe ao seu médico, cirurgião dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Comprimido Revestido de Liberação Prolongada /&nbsp;Comprimido Revestido

Uso em idosos

Uma alta porcentagem de pacientes acima de 65 anos relatou ferimentos acidentais, infecção, dor, sonolência e tremor. Não está claro se esses eventos indicam riscos adicionais ou se resultam de doenças preexistentes e uso de medicamentos concomitantes por estes pacientes.

Em pacientes idosos, a dosagem deve ser aumentada mais lentamente, com monitorização regular do consumo de líquidos e alimentos, desidratação, sonolência e outros eventos adversos. Reduções de dose ou descontinuação do medicamento devem ser consideradas em pacientes com menor consumo de líquidos ou alimentos e em pacientes com sonolência excessiva.

Crianças e adolescentes do sexo feminino, mulheres em idade fértil e gestantes

O divalproato de sódio tem um alto potencial de induzir doenças congênitas e crianças expostas ao produto durante a gravidez têm um alto risco de malformações congênitas e distúrbios no desenvolvimento do sistema nervoso.

Verificou- se que o valproato atravessa a barreira placentária tanto em espécies animais como em humanos.

Seu médico deve assegurar que:
  • <li>Que as circunst&#xE2;ncias individuais de cada paciente sejam avaliadas em todos os casos, envolvendo a paciente na discuss&#xE3;o para garantir o seu engajamento, discutir as op&#xE7;&#xF5;es terap&#xEA;uticas e garantir que ela esteja ciente dos riscos e medidas necess&#xE1;rias para redu&#xE7;&#xE3;o dos riscos;</li> <li>O potencial de gravidez seja avaliado para todas as pacientes do sexo feminino;</li> <li>A paciente tenha entendido e reconhecido os riscos de doen&#xE7;as cong&#xEA;nitas e dist&#xFA;rbios no desenvolvimento do sistema nervoso em crian&#xE7;as expostas ao produto durante a gravidez;</li> <li>A paciente tenha entendido a necessidade de se submeter a um exame de gravidez antes do in&#xED;cio do tratamento e durante o tratamento, conforme necessidade;</li> <li>A paciente seja aconselhada em rela&#xE7;&#xE3;o a utiliza&#xE7;&#xE3;o de m&#xE9;todos contraceptivos e que a paciente seja capaz de manter a utiliza&#xE7;&#xE3;o de m&#xE9;todos contraceptivos efetivos sem interrup&#xE7;&#xE3;o durante todo o tratamento com divalproato de s&#xF3;dio;</li> <li>A paciente tenha entendido a necessidade de visitas regulares (pelo menos anualmente) do tratamento pelo m&#xE9;dico especialista em mania, epilepsia e/ou profilaxia da migr&#xE2;nea;</li> <li>A paciente esteja ciente de que deve consultar o m&#xE9;dico assim que tiver planos de engravidar para fazer a transi&#xE7;&#xE3;o do tratamento para uma alternativa apropriada antes da concep&#xE7;&#xE3;o e antes de interromper os m&#xE9;todos contraceptivos;</li> <li>A paciente tenha entendido os perigos e as precau&#xE7;&#xF5;es necess&#xE1;rias associadas ao uso de divalproato de s&#xF3;dio e a necessidade urgente de informar seu m&#xE9;dico caso exista possibilidade de estar gr&#xE1;vida;</li> <li>A paciente tenha recebido um guia do paciente.</li>

Essas condições também devem ser avaliadas para mulheres que não são sexualmente ativas a não ser que o médico considere que existem razões convincentes que indiquem que não existe risco de gravidez.

Crianças e adolescentes do sexo feminino
  • <li>O m&#xE9;dico respons&#xE1;vel deve assegurar que os pais/respons&#xE1;veis pela paciente compreendam a necessidade de informa-lo assim que a paciente utilizando divalproato de s&#xF3;dio fique menstruada pela primeira vez (menarca);</li> <li>O m&#xE9;dico respons&#xE1;vel deve assegurar que os pais/respons&#xE1;veis pela paciente que tenha menstruado pela primeira vez, tenham informa&#xE7;&#xF5;es necess&#xE1;rias sobre os riscos de doen&#xE7;as cong&#xEA;nitas e dist&#xFA;rbios no desenvolvimento do sistema nervoso, incluindo a magnitude desses riscos para crian&#xE7;as expostas ao divalproato de s&#xF3;dio durante a gravidez;</li> <li>ara essas pacientes, o m&#xE9;dico especialista deve reavaliar anualmente a necessidade da terapia com divalproato de s&#xF3;dio e considerar alternativas para o tratamento. Caso o divalproato de s&#xF3;dio seja o &#xFA;nico tratamento adequado, a necessidade de utiliza&#xE7;&#xE3;o de m&#xE9;todos contraceptivos eficazes e todas as outras medidas anteriormente descritas devem ser discutidas com a paciente e os pais/respons&#xE1;veis. O m&#xE9;dico deve realizar todo esfor&#xE7;o necess&#xE1;rio para fazer a transi&#xE7;&#xE3;o do tratamento para uma alternativa apropriada antes que a paciente esteja sexualmente ativa.</li>

A possibilidade de gravidez deve ser excluída antes de iniciar o tratamento com Divalcon.

Contracepção

Mulheres em idade fértil que estejam utilizando divalproato de sódio devem utilizar métodos contraceptivos efetivos sem interrupção durante todo o tratamento com o produto. Essas pacientes devem estar providas de informações completas quanto à prevenção a gravidez e devem ser orientadas quanto ao risco da não utilização de métodos contraceptivos efetivos. Pelo menos 1 método contraceptivo eficaz e único (como dispositivo ou implante intrauterino) ou 2 métodos complementares de contracepção, incluindo um método de barreira, deve ser utilizado. Circunstâncias individuais devem ser avaliadas em todos os casos, envolvendo a paciente na discussão quanto a escolhe do método contraceptivo para garantir o seu engajamento e aderência ao método escolhido. Mesmo que a paciente tenha amenorreia, ela deve seguir todos os conselhos sobre contracepção eficaz.

Revisão anual do tratamento

Deve ser realizada preferencialmente com um médico especialista. O médico deve revisar o tratamento pelo menos anualmente quando o divalproato de sódio foi a escolha mais adequada para a paciente. O médico deverá garantir que a paciente tenha entendido e reconhecido os riscos de malformações congênitas e distúrbios no desenvolvimento neurológico em crianças expostas ao produto em ambiente intrauterino.

Planejamento da gravidez
  • <li>Para a indica&#xE7;&#xE3;o de Epilepsia, caso a paciente estiver planejando engravidar ou engravide, o m&#xE9;dico especialista dever&#xE1; reavaliar o tratamento com divalproato de s&#xF3;dio e considerar alternativas terap&#xEA;uticas. O m&#xE9;dico deve realizar todo esfor&#xE7;o necess&#xE1;rio para fazer a transi&#xE7;&#xE3;o do tratamento para uma alternativa apropriada antes da concep&#xE7;&#xE3;o e antes de interromper os m&#xE9;todos contraceptivos. Se a transi&#xE7;&#xE3;o de tratamento n&#xE3;o for poss&#xED;vel, a paciente dever&#xE1; receber aconselhamento adicional quanto aos riscos do uso de divalproato para o beb&#xEA; para suportar a paciente quanto a decis&#xE3;o de fazer um planejamento familiar. Se, apesar dos riscos conhecidos de divalproato de s&#xF3;dio na gesta&#xE7;&#xE3;o e ap&#xF3;s uma avalia&#xE7;&#xE3;o cuidadosa levando em considera&#xE7;&#xE3;o tratamentos alternativos, em circunst&#xE2;ncias excepcionais a paciente gr&#xE1;vida poder&#xE1; receber divalproato de s&#xF3;dio para o tratamento de epilepsia. Nesse caso recomenda-se que seja prescrita a menor dose eficaz, dividida em diversas doses menores a serem administradas durante o dia. &#xC9; prefer&#xED;vel a escolha da formula&#xE7;&#xE3;o de libera&#xE7;&#xE3;o prolongada para se evitar altos picos de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica.</li> <li>Para as indica&#xE7;&#xF5;es de Mania e Profilaxia da migr&#xE2;nea, se a paciente estiver planejando engravidar, o m&#xE9;dico especialista dever&#xE1; ser consultado e o tratamento com divalproato de s&#xF3;dio dever&#xE1; ser descontinuado e, se necess&#xE1;rio, dever&#xE1; ser feita uma a transi&#xE7;&#xE3;o do tratamento para uma alternativa apropriada antes da concep&#xE7;&#xE3;o e antes de interromper os m&#xE9;todos contraceptivos.</li>

Caso a paciente engravide, ela deve informar ao seu médico imediatamente para que o tratamento seja reavaliado e outras opções sejam consideradas. Durante a gestação, crises tônico-clônicas maternais e estado epiléptico com hipóxia podem acarretar em risco de morte para a mãe e para o bebê.

Todas as pacientes expostas ao divalproato de sódio durante a gestação devem realizar um monitoramento pré-natal especializado para detectar possíveis ocorrências de defeitos no tubo neural ou outras malformações.

As evidências disponíveis não indicam que a suplementação com folato antes da gestação possa prevenir o risco de defeitos no tubo neural, que podem ocorrer em qualquer gestação.

O farmacêutico deve garantir que a paciente seja aconselhada a não descontinuar o tratamento com divalproato de sódio e consultar o médico imediatamente caso esteja planejando engravidar ou engravide.

Materiais educacionais

Como forma de esclarecer os profissionais de saúde e os pacientes quanto à exposição ao divalproato de sódio, a Abbott providenciará materiais educacionais como um Guia Médico para reforçar as precauções do uso do produto. Além disso, providenciará um Guia ao Paciente quanto ao uso em mulher em idade fértil e os detalhes sobre os programas de prevenção à gravidez. O Guia do Paciente deverá estar disponível para todas as pacientes em idade fértil utilizando divalproato de sódio.

Para tratamento de Mania e Epilepsia

Categoria de risco: D: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Más formações congênitas

Filhos de mulheres com epilepsia expostas a monoterapia com divalproato de sódio durante a gravidez apresentaram mais más formações congênitas. Esse risco é maior do que na população em geral (2-3%). Os tipos mais comuns de má formação incluem defeitos do tubo neural, dismorfismo facial, fissura de lábio e palato, crânio-ostenose, problemas cardíacos, defeitos dos rins, vias urinárias e genitálias, defeitos nos membros e múltiplas anomalias envolvendo vários sistemas do corpo.

A exposição no útero ao valproato também pode resultar em deficiência/perda auditiva devido a malformações da orelha e/ou nariz (efeito secundário) e/ou devido à toxicidade direta na função auditiva. Os casos descrevem surdez unilateral e bilateral ou deficiência auditiva. Monitoramento de sinais e sintomas de ototoxicidade é recomendado.

Transtornos de desenvolvimento

A exposição ao divalproato de sódio durante a gestação pode causar efeitos adversos no desenvolvimento mental e físico para a criança exposta. O exato período gestacional predisposto a esses riscos é incerto e a possibilidade do risco durante toda a gestação não pode ser excluída.

Existem dados limitados sobre uso prolongado. Os dados disponíveis sugerem que crianças expostas ao valproato durante a gestação apresentam risco aumentado de desenvolver transtornos de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) comparado com a população em geral.

Risco em neonatos

Casos de síndrome hemorrágica foram relatados muito raramente em recém-nascidos de mães que utilizaram divalproato de sódio durante a gravidez. Essa síndrome hemorrágica está relacionada com trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas do sangue), hipofibrinogenemia (diminuição do fibrinogênio do sangue) e/ou a diminuição de outros fatores de coagulação. A afibrinogenemia (caso em que o sangue não coagula normalmente) também foi relatada e pode ser fatal. A contagem plaquetária, testes e fatores de coagulação devem ser investigados em neonatos.

Casos de hipoglicemia foram relatados em recém-nascidos de mães que utilizaram divalproato de sódio durante o terceiro trimestre da gravidez.

Casos de hipotireoidismo foram relatados em recém-nascidos de mães que utilizaram divalproato de sódio durante a gravidez.

Síndrome de abstinência (por exemplo, irritabilidade, hiperexcitação, agitação, hipercinésia, transtornos de tonicidade, tremor, convulsões e transtornos alimentares) pode ocorrer em recém-nascidos de mães que utilizaram valproato no último trimestre da gravidez.

Lactação

O divalproato de sódio é excretado no leite humano com uma concentração que varia entre 1% a 10% dos níveis séricos maternos. Transtornos hematológicos foram notados em neonatos/crianças lactentes de mães tratadas com valproato. A decisão quanto a descontinuação da amamentação ou da terapia com o medicamento deve ser feita levando em consideração o benefício da amamentação para a criança e o benefício da terapia para a paciente.

Exclusivo Comprimido Revestido de Liberação Prolongada

Uso em crianças

A segurança e a eficácia do divalproato de sódio para a profilaxia da migrânea não foram estudadas em indivíduos abaixo de 18 anos. A segurança e a eficácia do divalproato de sódio para o tratamento de crises parciais complexas, crises de ausência simples e complexa e crises múltiplas, que inclui crise de ausência não foram estudadas em pacientes pediátricos abaixo de 10 anos. O uso de divalproato de sódio de liberação estendida não é recomendado para a prevenção de enxaqueca em crianças. Em pacientes com mais de dois anos de idade que são clinicamente suspeitos de terem uma doença mitocondrial hereditária, divalproato de sódio só deve ser usado após a falha de outros anticonvulsivantes. Crianças com idade inferior a dois anos têm um aumento de risco considerável de desenvolvimento de toxicidade no fígado fatal e esse risco diminui progressivamente em pacientes mais velhos.

Exclusivo Comprimido Revestido

Uso em crianças

A segurança e a eficácia do divalproato de sódio para o tratamento de mania aguda não foram estudadas em indivíduos abaixo de 18 anos, bem como também não foram avaliadas para a profilaxia da enxaqueca em indivíduos abaixo de 16 anos. Crianças com idade inferior a dois anos têm um aumento de risco considerável de desenvolvimento de toxicidade no fígado fatal e esse risco diminui progressivamente em pacientes mais velhos. Em pacientes com mais de dois anos de idade que são clinicamente suspeitos de terem uma doença mitocondrial hereditária, divalproato de sódio só deve ser usado após a falha de outros anticonvulsivantes.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Divalcon?

Se você esquecer de tomar uma dose, tome-a assim que se lembrar. Entretanto, se estiver próximo do horário de tomar a próxima dose do medicamento, pule a dose esquecida.

Não tome dois comprimidos de uma única vez para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Divalcon?

Comprimido Revestido de Liberação Prolongada

Cada comprimido revestido de Divalcon&nbsp;ER 250 mg contém:

Divalproato de sódio 269,10 mg (equivalente a 250 mg de ácido valproico).

Excipientes: hipromelose, celulose microcristalina, dióxido de silício, sorbato de potássio, cobertura Opadry e Opadry II.

Cada comprimido revestido de Divalcon&nbsp;ER 500 mg contém:

Divalproato de sódio 538,10 mg (equivalente a 500 mg de ácido valproico).

Excipientes: hipromelose, celulose microcristalina, lactose monoidratada, dióxido de silício, sorbato de potássio, cobertura Opadry e Opadry II.

Comprimido Revestido

Cada comprimido revestido de Divalcon 250 mg contém:

Divalproato de sódio 269,10 mg (equivalente a 250 mg de ácido valproico).

Excipientes: povidona, amilopectina pré-gelatinizada, sílica gel, talco, dióxido de titânio, ftalato de hidroxipropilmetilcelulose, monoglicerídeos diacetilados, corante amarelo laca FD&C Nº6 e vanilina.

Cada comprimido revestido de Divalcon 500 mg contém:

Divalproato de sódio 538,20 mg (equivalente a 500 mg de ácido valproico).

Excipientes: povidona, amilopectina pré-gelatinizada, sílica gel, talco, dióxido de titânio, ftalato de hidroxipropilmetilcelulose, monoglicerídeos diacetilados, corante vermelho 4R laca, corante azul FD&C nº 2 e vanilina.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Divalcon maior do que a recomendada?

Não tome doses superiores às recomendadas pelo médico.

Doses de Divalcon acima do recomendado podem resultar em sonolência, bloqueio do coração, pressão baixa e colapso/choque circulatório e coma profundo. Nesses casos, o paciente deverá ser encaminhado imediatamente para cuidados médicos.

A presença de teor de sódio na formulação de Divalcon pode resultar em excesso de sódio no sangue quando administrada em dose acima do recomendado.

Em situações de superdosagem, a hemodiálise ou hemodiálise mais hemoperfusão podem resultar em uma remoção significativa do medicamento. O benefício da lavagem gástrica ou vômito irá variar de acordo com o tempo de ingestão.

Medidas de suporte geral devem ser aplicadas, com particular atenção para a manutenção de fluxo urinário adequado.

O uso de naloxona pode ser útil para reverter os efeitos depressores de doses elevadas de valproato de sódio sobre o sistema nervoso central, entretanto, como a naloxona pode, teoricamente reverter os efeitos antiepilépticos do valproato de sódio, deve ser usada com precaução em pacientes epilépticos.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Divalcon com outros remédios?

Medicamentos que administrados junto ao valproato podem alterar sua depuração

  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/ritonavir/bula" target="_blank">Ritonavir</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/fenitoina/bula" target="_blank">fenito&#xED;na</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/carbamazepina/bula" target="_blank">carbamazepina</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/fenobarbital/bula" target="_blank">fenobarbital</a> (ou <a href="https://consultaremedios.com.br/primidona/bula" target="_blank">primidona</a>): aumentam a depura&#xE7;&#xE3;o do valproato.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/antidepressivos/c" target="_blank">Antidepressivos</a>: pouco efeito na depura&#xE7;&#xE3;o do valproato.</li>

Medicamentos com importante potencial de interação quando usados junto ao valproato, levando a alterações das concentrações do valproato no sangue:

  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/acido-acetilsalicilico/bula" target="_blank">&#xC1;cido acetilsalic&#xED;lico</a>: a concentra&#xE7;&#xE3;o de valproato no sangue pode aumentar.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/infeccoes/antibioticos/c" target="_blank">Antibi&#xF3;ticos</a> carbapen&#xEA;micos (ex: ertapenem, imipenem e meropenem): pode levar a redu&#xE7;&#xE3;o significante de valproato no sangue.</li> <li>Contraceptivos hormonais contendo estrog&#xEA;nio: pode haver diminui&#xE7;&#xE3;o de valproato no sangue e aumento das crises epil&#xE9;ticas.</li> <li>Felbamato: pode levar ao aumento de valproato no sangue.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/rifampicina/bula" target="_blank">Rifampicina</a>: pode levar ao aumento de valproato no sangue.</li> <li>Inibidores da protease (ex: lopinavir, ritonavir e outros): podem diminuir os n&#xED;veis de valproato no sangue.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/colestiramina/bula" target="_blank">Colestiramina</a>: pode levar a uma diminui&#xE7;&#xE3;o nos n&#xED;veis de valproato no sangue.</li> <li>Medicamentos para os quais n&#xE3;o foi detectada nenhuma intera&#xE7;&#xE3;o ou com intera&#xE7;&#xE3;o sem relev&#xE2;ncia: <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/antiacidos/c" target="_blank">anti&#xE1;cidos</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">cimetidina</a>, ranitidina, <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-clorpromazina/bula" target="_blank">clorpromazina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/haloperidol/bula" target="_blank">haloperidol</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/paracetamol/bula" target="_blank">paracetamol</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/clozapina/bula" target="_blank">clozapina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/carbonato-de-litio/bula" target="_blank">l&#xED;tio</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/lorazepam/bula" target="_blank">lorazepam</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/olanzapina/bula" target="_blank">olanzapina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/rufinamida/bula" target="_blank">rufinamida</a>.</li>

Medicamentos com outras interações

  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-amitriptilina/bula" target="_blank">Amitriptilina</a>/nortriptilina: o uso concomitante de divalproato de s&#xF3;dio e amitriptilina raramente foi associado com toxicidade. Considerar a diminui&#xE7;&#xE3;o da dose de amitriptilina/nortriptilina na presen&#xE7;a de valproato.</li> <li>Carbamazepina (CBZ)/carbamazepina-10,11-ep&#xF3;xido (CBZ-E): n&#xED;veis sangu&#xED;neos de CBZ diminu&#xED;ram 17% enquanto que os de CBZ-E aumentaram em torno de 45% na administra&#xE7;&#xE3;o em conjunto do divalproato de s&#xF3;dio e da CBZ em pacientes epil&#xE9;pticos.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/clonazepam/bula" target="_blank">Clonazepam</a>: o uso concomitante de divalproato de s&#xF3;dio e de clonazepam pode levar a estado de aus&#xEA;ncia em pacientes com hist&#xF3;ria desse tipo de crises convulsivas.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/diazepam/bula" target="_blank">Diazepam</a>: a administra&#xE7;&#xE3;o conjunta de divalproato de s&#xF3;dio aumentou a fra&#xE7;&#xE3;o livre de diazepam.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/etossuximida/bula" target="_blank">Etossuximida</a>: o divalproato de s&#xF3;dio inibe o metabolismo de etossuximida.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/lamotrigina/bula" target="_blank">Lamotrigina</a>: sua dose dever&#xE1; ser reduzida quando administrada em conjunto com divalproato de s&#xF3;dio.</li> <li>Fenobarbital: o divalproato de s&#xF3;dio inibe o metabolismo do fenobarbital. Todos os pacientes recebendo tratamento concomitante com barbiturato devem ser cuidadosamente monitorizados quanto &#xE0; toxicidade neurol&#xF3;gica.</li> <li>Fenito&#xED;na: H&#xE1; relatos de desencadeamento de crises com a combina&#xE7;&#xE3;o de divalproato de s&#xF3;dio e fenito&#xED;na em pacientes com epilepsia. Se necess&#xE1;rio, deve-se ajustar a dose de fenito&#xED;na de acordo com a situa&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica.</li> <li>Primidona: &#xE9; metabolizada em barbiturato e, portanto, pode tamb&#xE9;m estar envolvida em intera&#xE7;&#xE3;o semelhante &#xE0; do divalproato de s&#xF3;dio com fenobarbital.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/propofol/bula" target="_blank">Propofol</a>: pode ocorrer intera&#xE7;&#xE3;o significante entre divalproato de s&#xF3;dio e propofol, levando a aumento no n&#xED;vel sangu&#xED;neo de propofol. Portanto, quando administrado em conjunto com divalproato de s&#xF3;dio, a dose de propofol deve ser reduzida.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/nimodipino/bula" target="_blank">Nimodipino</a>: tratamento em conjunto com &#xE1;cido valproico pode aumentar a concentra&#xE7;&#xE3;o sangu&#xED;nea de nimodipino at&#xE9; 50%.</li> <li>Tolbutamida: aumento de tolbutamida em pacientes tratados com divalproato de s&#xF3;dio.</li> <li>Topiramato e/ou <a href="https://consultaremedios.com.br/acetazolamida/bula" target="_blank">acetazolamida</a>: administra&#xE7;&#xE3;o em conjunto com divalproato de s&#xF3;dio foi associada a hiperamonemia (excesso de am&#xF4;nia no organismo), e/ou encefalopatia (altera&#xE7;&#xF5;es das fun&#xE7;&#xF5;es do c&#xE9;rebro), al&#xE9;m de hipotermia (queda na temperatura do corpo abaixo do normal). Os sintomas de encefalopatia por hiperamonemia incluem frequentemente altera&#xE7;&#xF5;es agudas no n&#xED;vel de consci&#xEA;ncia e/ou na fun&#xE7;&#xE3;o cognitiva ou v&#xF4;mito. Pessoas com atividade mitocondrial alterada do f&#xED;gado podem requerer maior aten&#xE7;&#xE3;o.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/varfarina-sodica/bula" target="_blank">Varfarina</a>: o divalproato de s&#xF3;dio aumentou a fra&#xE7;&#xE3;o de varfarina no sangue.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/zidovudina/bula" target="_blank">Zidovudina</a>: em alguns pacientes soropositivos para <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/dsts/hiv-aids/c" target="_blank">HIV</a>, a depura&#xE7;&#xE3;o da zidovudina diminuiu ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de divalproato de s&#xF3;dio.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/hemifumarato-de-quetiapina/bula" target="_blank">Quetiapina</a>: a em conjunto com divalproato de s&#xF3;dio pode aumentar o risco de neutropenia (redu&#xE7;&#xE3;o no n&#xFA;mero de neutr&#xF3;filos no sangue) ou leucopenia (redu&#xE7;&#xE3;o no n&#xFA;mero de leuc&#xF3;citos no sangue).</li>

Exame laboratorial

O valproato é eliminado parcialmente pela urina, como metabólito cetônico, o que pode prejudicar a interpretação dos resultados do teste de corpos cetônicos na urina.

Irritação gastrointestinal

Administrar o medicamento juntamente com a alimentação, ou uma elevação gradual da dose a partir de um baixo nível de dose inicial pode evitar a irritação gastrointestinal.

Interação com antibióticos carbapenêmicos

O uso concomitante de INN com antibióticos carbapenêmicos não é recomendado.

Informe ao seu médico ou cirurgião dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Divalcon com alimentos?

Irritação gastrointestinal

Pacientes que apresentam irritação gastrointestinal podem ser beneficiados com a administração do medicamento juntamente com a alimentação, ou com uma elevação paulatina da dose a partir de um baixo nível de dose inicial.

Qual a ação da substância do Divalcon (Divalproato de Sódio)?

Resultados da eficácia

Transtorno Afetivo Bipolar

A eficácia de divalproato de sódio para o tratamento de mania aguda foi demonstrada em dois estudos placebo-controlados de 3 semanas.

Estudo 1:

O primeiro estudo incluiu pacientes adultos que preencheram os critérios do DSM-III-R para transtorno bipolar e que foram hospitalizados por mania aguda.

Além disso, os pacientes tinham histórico de não responder ou não tolerar o tratamento com carbonato de lítio. O divalproato de sódio foi iniciado com doses de 250 mg três vezes ao dia e ajustado para atingir concentrações séricas de valproato em um intervalo de 50 a 100 mcg/mL por 7 dias.

As doses médias de divalproato de sódio para os que completaram este estudo foram 1,118; 1,525 e 2,402 mg/kg/dia no 7o, 14o e 21o dias, respectivamente.

Os pacientes foram avaliados na Escala de Avaliação de Mania de Young (YMRS; pontuação varia de 0 a 60), Brief Psychiatric Rating Scale aumentada (BPRS-A), e a Escala de Avaliação Global (GAS).

A análise das pontuações basais e mudanças da linha de base na semana 3 (última observação/reporte) foram os seguintes:

O divalproato de sódio foi estatisticamente superior ao placebo nos três resultados.

Estudo 2:

O segundo estudo envolveu pacientes adultos que se encaixavam nos critérios estabelecidos (Research Diagnostic Criteria) para o transtorno maníaco e que foram hospitalizadas por mania aguda. Divalproato de sódio foi iniciada com uma dose de 250 mg três vezes ao dia e ajustado dentro de um intervalo de doses de 750 a 2500 mg/dia, ajustado para atingir concentrações séricas de valproato em um intervalo de 40 a 150 mcg/mL. As doses médias de divalproato de sódio para os que completaram este estudo foram 1,116, 1,683 e 2,006 mg/dia nos dias 7, 14 e 21, respectivamente.

O estudo 2 também incluiu um grupo tratado com lítio nos quais as doses de lítio para os que completaram este estudo foram 1,312, 1,869 e 1,984 mg/dia nos dias 7, 14 e 21, respectivamente.

Os pacientes foram avaliados na Escala de Avaliação de Mania (MRS; pontuação varia 11 a 63), e as medidas de resultados primários foram a pontuação total da MRS, e escores de duas subescalas da MRS, ou seja, a Escala de Síndrome de Mania (MSS) e a Escala de Comportamento e Ideação (BIS).

A análise das pontuações basais e mudanças da linha de base na semana 3 (última observação registrada - LOCF) foram os seguintes:

O divalproato de sódio foi estatisticamente superior ao placebo nos três resultados.

Uma análise exploratória para efeito da idade e sexo no resultado não sugerem qualquer resposta diferencial com base na idade ou sexo.

Uma comparação entre a percentagem de pacientes que apresentam redução de ≥ 30% na pontuação dos sintomas da linha de base em cada grupo de tratamento, separadas por estudo, é mostrado na Figura 1 abaixo:

Figura1: Percentagem de pacientes que apresentam redução de ≥ 30% na pontuação dos sintomas da linha de base

*p < 0,05
PBO = placebo
DVPX = divalproato de sódio

Epilepsia

Crises Parciais Complexas (CPC)

A eficácia do divalproato de sódio na redução da incidência de crises parciais complexas (CPC) que ocorrem de forma isolada ou em associação com outros tipos de crises foi estabelecida em dois ensaios controlados usando divalproato desódio comprimidos revestidos.

Em um estudo multiclínico, placebo-controlado, empregado como terapia adjuvante, 144 pacientes que apresentaram oito ou mais CPCs durante oito semanas, por um período de oito semanas de monoterapia com doses de fenitoína ou carbamazepina suficientes para assegurar as concentrações plasmáticas no "intervalo terapêutico", foram randomizados para receber, em adição às suas medicações antiepiléticas originais, divalproato de sódio ou placebo.

Pacientes foram randomizados para prosseguir os estudos para um total de 16 semanas. A Tabela 3 descreve os achados.

A Figura 2 apresenta a proporção de pacientes (eixo X) cuja porcentagem de redução das taxas de crises parciais complexas no início foi pelo menos tão elevada quanto a indicada no eixo Y no estudo de tratamento adjuvante. Uma redução percentual positiva indica uma melhora (ou seja, redução na frequência das crises), enquanto que uma redução percentual negativa indica uma piora. Deste modo, em uma exposição deste tipo, a curva que demonstra um tratamento efetivo é deslocada para a esquerda da curva do placebo. O resultado demonstrou que a proporção de pacientes que atingiram um determinado nível de melhoria com divalproato de sódio foi consistentemente maior do que os pacientes que usaram placebo. Por exemplo, 45% dos pacientes tratados com divalproato de sódio tiveram uma redução na taxa de CPCs maior ou igual a 50%, comparado a 23% de melhoria para os pacientes que usaramplacebo.

Figura 2

O segundo estudo avaliou a capacidade do divalproato de sódio em reduzir a incidência de CPCs como monoterapia antiepilética. O estudo comparou a incidência de CPCs entre os pacientes randomizados para receber altas ou baixas doses de tratamento. Os pacientes foram selecionados para participarem dos estudos somente se:

{"tag":"ol","value":" <li>Apresentassem duas ou mais CPCs por quarto semanas, durante um per&#xED;odo de oito a doze semanas de monoterapia com doses adequadas de antiepil&#xE9;ticos (fenito&#xED;na, carbamazepina, fenobarbital, primidona);&amp;nbsp;</li> <li>Pacientes quepassarampor uma transi&#xE7;&#xE3;o de duas semanas bem sucedida para divalproato de s&#xF3;dio.</li> "}

Os pacientes foram então submetidos à ingestão das doses determinadas, com diminuição gradual da medicação antiepilética concomitante, por um período de 22 semanas. Porém, menos de 50% dos pacientes finalizaram os estudos.

Nos pacientes convertidos à monoterapia com divalproato de sódio, a média total das concentrações de valproato durante a monoterapia foram&nbsp;de 71 e 123 mcg/mL para a dose baixa e dose alta, respectivamente. A Tabela 4 apresenta os achados para todos os pacientes randomizados que passaram por pelo menos uma avaliação pós-randomização.

A Figura 3 apresenta a proporção de pacientes (eixo X) cuja porcentagem de redução nas taxas de crises parciais complexas no início foi pelo menos tão elevada quanto a indicada no eixo Y do estudo monoterápico.

Uma redução percentual positiva indica uma melhora (ou seja, redução na frequência das crises), enquanto que uma redução percentual negativa indica uma piora.

Deste modo, em uma exposição deste tipo, a curva que demonstra um tratamento mais efetivo é deslocada para a esquerda da curva que demonstra um tratamento menos efetivo. Os resultados mostraram que a redução na incidência de CPCs foi significantemente maior quando administrada altas doses de divalproato de sódio. Por exemplo, quando da alteração da monoterapia de carbamazepina, fenitoína, fenobarbital ou primidona para administração de doses elevadas de divalproato de sódio como monoterapia, 63% dos pacientes sofreram nenhuma alteração ou uma redução de taxas de epilepsia parcial complexa, em comparação com 54% dos pacientes que receberam doses mais baixas de divalproato de sódio.

Migrânea

Os resultados de dois estudos clínicos multicêntricos, randomizados, duplo-cego e placebo-controlados, demonstraram a eficácia do divalproato de sódio comprimidos revestidos na profilaxia da enxaqueca. Ambos os estudos empregaram projetos idênticos essenciais e recrutaram pacientes com histórico de crises de enxaqueca, com ou sem aura (com pelo menos seis meses de duração) com pelo menos duas enxaquecas por mês durante os três meses anteriores à inscrição. Pacientes com cefaleia em crises foram excluídos dos estudos. Mulheres em idade fértil foram excluídas de um estudo, mas foram incluídas no outro estudo, desde que comprovassem o uso de um método contraceptivo. Em cada estudo após um período cego com placebo simples-cego de 4 semanas, os pacientes foram randomizados em condições duplo-cego, para divalproato de sódio ou placebo por 12 semanas de tratamento, composta de 4 semanas de titulação da dose seguido de 8 semanas de manutenção da dose. Os resultados do tratamento foram avaliados com base nas taxas de dor de cabeça das 4 semanas durante o tratamento. No primeiro estudo, um total de 107 pacientes (24H, 83M), com idades variando de 26 a 71 anos foram escolhidos ao acaso para a administração de divalproato de sódio ou de placebo, na proporção 2:1. Noventa pacientes completaram os período de manutenção de 8 semanas. A titulação da dose do medicamento, utilizando comprimidos de 250mg, foi individualizada a critério do investigador. Os ajustes foram guiados pelo total de valproato sanguíneo real/simulada a fim de manter o estudo cego. Em pacientes tratados com divalproato de sódio, as doses variaram de 500 a 2500 mg por dia. As doses superiores a 500 mg foram divididas para serem administradas três vezes ao dia. A dose média, durante a fase de tratamento foi de 1,087 mg/dia resultando em uma concentração de valproato total médio de 72,5 mcg/mL, com uma variação de 31-133 mcg/mL.

A taxa de enxaqueca média nas 4 semanas da fase de tratamento foi de 5,7 no grupo de placebo, em comparação com 3,5 no grupo de divalproato de sódio (ver Figura 4). Estas taxas foram significativamente diferentes.

No segundo estudo, um total de 176 pacientes (19 H e 157 M), com idades variando de 17 a 76 anos foram randomizados para um de três grupos de dose de divalproato de sódio (500, 1000, ou 1500 mg/dia) ou placebo.

Os tratamentos foram administrados em duas doses diárias. Cento e trinta e sete pacientes completaram o período de manutenção de 8 semanas. A eficácia foi determinada pela comparação entre a taxa de enxaqueca na 4-semana do grupo 1000/1500 mg/dia e grupo placebo.

A dose inicial foi de 250 mg por dia. O regime foi avançado por 250 mg a cada quatro dias (oito dias para 500 mg/dia), até que a dose aleatória foi alcançado. A dose média até a maior dose durante a fase de tratamento foram de 39,6, 62,5 e 72,5 mcg/ml nos grupos de divalproato de sódio 500, 1000 e 1500 mg/dia, respectivamente.

A taxa de enxaqueca média nas 4 semanas da fase de tratamento, ajustada pelas diferenças nas taxas de referência, foram de 4,5 no grupo placebo, em comparação com 3,3, 3,0 e 3,3 nos grupos de divalproato de sódio de 500, 1.000 e 1.500 mg/dia, respectivamente, com base na intenção de tratar resultados (ver Figura 4). Taxas de enxaqueca no grupo combinade divalproato de sódio 1000/1500 mg foram significativamente menores do que no grupo placebo.

Figura 4: Taxa de enxaqueca média nas 4 semanas

PBO = Placebo
DVPX = divalproato de sódio

Características Farmacológicas

O divalproato de sódio é uma coordenação estável de valproato de sódio e ácido valproico em uma relação molar de 1:1 e formado durante a neutralização parcial do ácido valproico com 0,5 equivalente de hidróxido de sódio.

Farmacodinâmica

O divalproato de sódio é dissociado em íon valproato no trato gastrointestinal.

O mecanismo pelo qual o valproato exerce seu efeito terapêutico não está bem estabelecido. Foi sugerido que sua atividade na epilepsia está relacionada ao aumento das concentrações cerebrais de ácido gama-aminobutírico (GABA).

Farmacocinética

Absorção e biodisponibilidade:

Embora a taxa de absorção do íon valproato possa variar de acordo com a formulação administrada, as condições de uso (jejum ou pós-prandial) e métodos de administração, estas diferenças poderão ter uma menor importância clínica sob as condições do estado de equilíbrio alcançado em uso crônico no tratamento da epilepsia. No entanto, é possível que as diferenças entre os vários produtos de valproato no Tmáx e Cmáx possam ser importantes no início do tratamento. Enquanto a taxa de absorção a partir do trato gastrointestinal e a flutuação das concentrações plasmáticas de valproato variam com o regime de dose e formulação, a eficácia do valproato como anticonvulsivante em uso crônico não é afetada.

Experiências empregando regimes de doses de uma a quatro vezes ao dia, assim como estudos em modelos de epilepsias em primatas envolvendo taxas constantes de infusão, indicam que a biodisponibilidade sistêmica diária total (extensão de absorção) é o principal determinante do controle da convulsão e que as diferenças nas taxas de pico-vale plasmático entre as formulações de valproato não tem consequências conhecidas do ponto de vista clínico. Não é conhecido se as taxas de absorção influenciam a eficácia do valproato no tratamento da mania ou no tratamento da enxaqueca. A coadministração de produtos contendo valproato com alimentos e a substituição entre as várias formas farmacêuticas de divalproato de sódio e ácido valproico provavelmente não causam problemas clínicos no manejo de pacientes com epilepsia. No entanto, algumas mudanças na administração de doses, na adição ou descontinuidade de medicamentos concomitantes, devem ser habitualmente acompanhadas de uma rigorosa monitorização do estado clínico e concentração plasmática do valproato.

Distribuição:

Ligação às proteínas:

A ligação do valproato a proteínas plasmáticas é dependente da concentração e a fração livre aumenta de aproximadamente 10% com concentração de 40 mcg/mL para 18,5% com concentração de 130 mcg/mL. A ligação protéica do valproato é reduzida em idosos, em pacientes com doenças hepáticas crônicas, em pacientes com insuficiência renal e na presença de outros medicamentos (por exemplo, ácido acetilsalicílico). Por outro lado, o valproato pode deslocar algumas drogas ligadas às proteínas (por exemplo: fenitoína, carbamazepina, varfarina e tolbutamida).

Distribuição no SNC:

As concentrações de valproato no fluido cerebroespinhal aproximam-se das concentrações de valproato não ligado às proteínas no plasma (aproximadamente 10% da concentração total).

Metabolismo:

Valproato é metabolizado quase totalmente pelo fígado. Em pacientes adultos sob o regime de monoterapia, 30-50% de uma dose administrada aparece na urina como conjugado glucoronídeo. Beta- oxidação mitocondrial é outra via metabólica importante, contribuindo tipicamente com mais de 40% da dose.

Usualmente, menos de 15 a 20% da dose é eliminada por outros mecanismos oxidativos. Menos de 3% de uma dose administrada é excretada de forma inalterada pela urina. A relação entre dose e concentração total de valproato não é linear, a concentração não aumenta proporcionalmente com a dose, mas aumenta numa extensão menor, devido às proteínas plasmáticas de ligação que se saturam. A cinética do medicamento não ligado é linear.

Eliminação:

A eliminação do divalproato de sódio e de seus metabólitos ocorre principalmente na urina, em uma menor quantidade nas fezes e no ar expirado. Uma pequena quantidade de medicamento não metabolizado é excretada na urina. A média da depuração plasmática e do volume de distribuição para o valproato total são de 0,56 L/h/1,73 m2 e 11 L/1,73 m2, respectivamente. As médias da depuração plasmática e do volume de distribuição para o valproato livre são de 4,6 L/h/1,73 m2 e 92 L/1,73 m2, respectivamente. A meia vida terminal média para a monoterapia com valproato, varia de 9 a 16 horas após a administração oral de 250 a 1000 mg. As estimativas citadas aplicam-se principalmente a pacientes que não estão recebendo medicamentos que afetam os sistemas de metabolização de enzimas hepáticas. Por exemplo, pacientes tomando medicamentos antiepilépticos indutores de enzimas (carbamazepina, fenitoína e fenobarbital) eliminarão o valproato mais rapidamente. Devido a essas alterações na depuração do valproato, a monitorização das concentrações dos antiepilépticos deverá ser mais rigorosa sempre que um outro antiepiléptico for introduzido ou retirado.

Populações especiais

Neonatos:

Crianças nos dois primeiros meses de vida tem uma marcada diminuição na capacidade de eliminação de valproato, quando comparadas com crianças mais velhas e adultos. Isto é um resultado da depuração reduzida (talvez devido ao desenvolvimento tardio de glucuronosiltransferase e outros sistemas de enzimas envolvendo a eliminação do valproato), assim como o volume aumentado de distribuição (em parte devido à diminuição das proteínas de ligação plasmáticas). Por exemplo, em um estudo, a meia-vida em crianças abaixo de dez dias variou de 10 a 67 horas em comparação com uma variação de 7 a 13 horas em crianças maiores que dois meses.

Crianças:

Pacientes pediátricos (entre 3 meses e 10 anos) tem depurações 50% mais altas em relação aos adultos, expressas em peso (isto é, mL/min/kg). Acima dos 10 anos de idade, as crianças tem parâmetros farmacocinéticos que se aproximam dos adultos.

Idosos:

Pacientes idosos (entre 68 e 89 anos) tem uma capacidade diminuída de eliminação de valproato quando comparada com adultos jovens (entre 22 a 26 anos). A depuração intrínseca é reduzida em 39%; a fração livre de valproato aumenta em 44%; portanto, a dosagem inicial deverá ser reduzida em idosos.

Gênero:

Não há diferenças no clearance da droga não ligada quando se ajusta a área de superfície corporal ente homens e mulheres (4,8 ± 0,17 e 4,7 ± 0,07 L/h/1,73m2, respectivamente).

Etnia:

Os efeitos da etnia sobre a cinética do valproato não foram estudados.

Doenças hepáticas:

Doenças hepáticas diminuem a capacidade de eliminação de valproato. Em um estudo, a depuração de valproato livre foi diminuída em 50% em sete pacientes com cirrose e em 16% em quatro pacientes com hepatite aguda, comparada com seis indivíduos saudáveis. Nesse estudo, a meia-vida de valproato foi aumentada de 12 para 18 horas. Doenças hepáticas estão também associadas com o decréscimo das concentrações de albumina e com grandes frações não-ligadas de valproato (aumento de 2 a 2,6 vezes). A monitorização das concentrações totais pode ser enganosa, uma vez que as concentrações livres podem estar substancialmente elevadas nos pacientes com doença hepática enquanto que as concentrações totais podem parecer normais.

Doenças renais:

Uma pequena redução (27%) na depuração de valproato não ligado foi relatada em pacientes com insuficiência renal (depuração de creatinina < 10 mL/minuto). No entanto, a hemodiálise tipicamente reduz as concentrações de valproato em torno de 20%. Portanto, ajustes de doses não são necessários em pacientes com insuficiência renal. A ligação proteica nestes pacientes está substancialmente reduzida; assim, a monitorização das concentrações totais pode ser enganosa.

Níveis plasmáticos e efeitos clínicos:

A relação entre concentração plasmática e resposta clínica não está totalmente esclarecida. Um fator contribuinte é a concentração não linear de valproato ligado à proteína, o qual afeta a depuração da substância. Então, a monitoração do valproato sérico total não pode estabelecer um índice confiável das espécies bioativas de valproato. Por exemplo, tendo em vista que a concentração de valproato é dependente das proteínas de ligação plasmáticas, a fração livre aumenta de aproximadamente 10% em 40 mcg/mL para 18,5% em 130 mcg/mL. Frações livres maiores do que o esperado podem ocorrer em idosos, pacientes hiperlipidêmicos e em pacientes com doenças hepáticas e renais.

Epilepsia:

O intervalo terapêutico na epilepsia é comumente considerado entre 50 e 100 mcg/mL de valproato total, embora alguns pacientes possam ser controlados com menores ou maiores concentrações plasmáticas.

Mania:

Em estudos controlados com placebo em mania aguda, pacientes receberam doses que resultaram em resposta clínica com concentrações plasmáticas entre 50 e 125 mcg/mL.

Como devo armazenar o Divalcon?

Este medicamento deve ser mantido em sua embalagem original. Conservar em temperatura ambiente (15-30ºC). Proteger da luz.

Se armazenado nas condições indicadas, o medicamento se manterá próprio para consumo pelo prazo de validade impresso na embalagem externa.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas

Comprimido Revestido de Liberação Prolongada
Divalcon&nbsp;ER 250 mg

Comprimidos ovaloides de coloração branco a quase branco.

Divalcon&nbsp;ER 500 mg

Comprimidos ovaloides de coloração cinza.

Comprimido Revestido
Divalcon 250 mg

Comprimidos da cor pêssego, ovaloides e odor característico.

Divalcon 500 mg

Comprimidos de coloração pink, ovaloides e com odor característico.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance de crianças.

Apresentações do Divalcon

Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

Comprimido Revestido de Liberação Prolongada

Divalcon&nbsp;ER (divalproato de sódio) comprimido revestido de liberação prolongada de 250 mg

Embalagem com 6, 30 e 60 comprimidos revestidos.

Divalcon&nbsp;ER (divalproato de sódio) comprimido revestido de liberação prolongada de 500 mg

Embalagem com 6, 30 e 60 comprimidos revestidos.

Via oral.

Uso adulto e pediátrico acima de 10 anos.

Comprimido Revestido

Divalcon (divalproato de sódio) comprimido revestido de 250 mg

Embalagem com 30 comprimidos revestidos.

Divalcon (divalproato de sódio) comprimido revestido de 500 mg

Embalagem com 30 comprimidos revestidos.

Via oral.

Uso adulto e pediátrico acima de 10 anos.

Dizeres Legais do Divalcon

Reg. MS: 1.0553.0373

Farm. Resp.:
Graziela Fiorini Soares
CRF-RJ nº 7475

Registrado por:
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rua Michigan, 735
São Paulo - SP
CNPJ 56.998.701/0001-16



Fabricado por:
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rio de Janeiro - RJ
Indústria Brasileira


Embalado por:
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rio de Janeiro – RJ
Indústria Brasileira


Ou

Abbott Laboratories Argentina S.A.
Buenos Aires - Argentina

Abbott Center - Central de Relacionamento com o Cliente
0800 703 1050

Venda sob prescrição médica.

Só pode ser vendido com retenção da receita.

ER 250mg, caixa com 30 comprimidos revestidos de liberação prolongada

Princípio ativo
:
Divalproato De Sódio
Classe Terapêutica
:
Antiepilépticos
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
C1 Branca 2 vias (Venda Sob Prescrição Médica - Este medicamento pode causar Dependência Física ou Psíquica)
Categoria
:
Convulsão E Epilepsia
Especialidade
:
Psiquiatria

Bula do medicamento

Divalcon, para o que é indicado e para o que serve?

Mania

Divalcon é indicado para o tratamento de episódios agudos de mania ou mistos associados ao transtorno afetivo bipolar (TAB), com ou sem características psicóticas, em pacientes adultos.

Os sintomas típicos de um episódio de mania (período no qual o paciente pode apresentar humor anormalmente e persistentemente elevado, expansivo ou irritável) incluem: agitação, diminuição da necessidade de sono, pensamentos acelerados, aceleração do ritmo da fala, hiperatividade motora, fuga de ideias, grandiosidade, prejuízo da crítica, agressividade e possível hostilidade.

Epilepsia

Divalcon é indicado isoladamente ou em combinação a outros medicamentos, no tratamento de pacientes adultos e crianças acima de 10 anos com crises parciais complexas, que ocorrem tanto de forma isolada ou em associação com outros tipos de crises. Também é isoladamente ou em combinação a outros medicamentos no tratamento de quadros de ausência simples e complexa em pacientes adultos e crianças acima de 10 anos, e como terapia adjuvante em adultos e crianças acima de 10 anos com crises de múltiplos tipos, que inclui crises de ausência.

Prevenção da Enxaqueca

Divalcon é indicado à prevenção da enxaqueca em pacientes adultos. Não há evidências de que seja útil no tratamento agudo de enxaquecas.

Quais as contraindicações do Divalcon?

Divalcon é contraindicado para menores de 10 anos de idade.

Divalcon é contraindicado para uso por pacientes com:

  • <li>Conhecida hipersensibilidade ao <a href="https://consultaremedios.com.br/divalproato-de-sodio/bula" target="_blank">divalproato de s&#xF3;dio</a> ou demais componentes da f&#xF3;rmula;</li> <li>Doen&#xE7;a ou disfun&#xE7;&#xE3;o no <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c" target="_blank">f&#xED;gado</a> significativas;</li> <li>Conhecida S&#xED;ndrome de Alpers-Huttenlocher e crian&#xE7;as com menos de 2 anos com suspeita de possuir a S&#xED;ndrome;</li> <li>Dist&#xFA;rbio do ciclo da <a href="https://consultaremedios.com.br/ureia/bula" target="_blank">ureia</a> (DCU) &#x2013; desordem gen&#xE9;tica rara que pode resultar em ac&#xFA;mulo de am&#xF4;nia no sangue;</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/porfiria/" rel="noopener" target="_blank">Porfiria</a> &#x2013; dist&#xFA;rbio gen&#xE9;tico raro que afeta parte da hemoglobina do sangue.</li>

Divalcon é contraindicado na prevenção da enxaqueca em mulheres grávidas e mulheres em idade fértil que não utilizam métodos contraceptivos eficazes durante o tratamento. Quando este medicamento é utilizado para prevenção da enxaqueca o risco de utilização em mulheres grávidas supera claramente qualquer possível benefício da droga.

Categoria de risco: X. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.

A possibilidade de gravidez deve ser excluída antes de iniciar o tratamento com Divalcon.

Como usar o Divalcon?

Comprimido Revestido de Liberação Prolongada

Os comprimidos revestidos de Divalcon&nbsp;ER são de uso oral e devem ser ingeridos uma única vez ao dia. Os comprimidos devem ser ingeridos inteiros, sem serem partidos, nem triturados, nem mastigados.

Crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil

A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista. O tratamento com divalproato de sódio somente deve ser iniciado se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelas. O divalproato de sódio deve ser prescrito e dispensado em conformidade com as medidas de prevenção à gravidez, conforme descrito no item "Quais as contraindicações do Divalcon?" e "Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon?". A dose diária deve ser dividida em, pelo menos, 2 doses individuais.

Mania
Dose inicial recomendada
  • <li>25 mg/kg/dia administrados uma &#xFA;nica vez ao dia. A dose deve ser aumentada pelo m&#xE9;dico o mais r&#xE1;pido poss&#xED;vel para se atingir a dose terap&#xEA;utica mais baixa capaz de produzir o efeito cl&#xED;nico desejado.</li>
Dose máxima recomendada
  • <li>60 mg/kg/dia.</li>

Embora seja senso comum que o tratamento farmacológico após a resposta aguda em mania seja desejável, tanto para a manutenção da resposta inicial quanto para a prevenção de novos episódios maníacos, não há dados obtidos sistematicamente para dar suporte aos benefícios de Divalcon&nbsp;ER no tratamento prolongado (isto é, além de 3 meses).

Epilepsia
Dose inicial recomendada
  • <li>10-15 mg/kg/dia (&#xFA;nica exce&#xE7;&#xE3;o nas crises de aus&#xEA;ncia&#x2013; 15mg/kg/dia). A dose pode ser aumentada pelo m&#xE9;dico, de 5 a 10 mg/kg/semana at&#xE9; a obten&#xE7;&#xE3;o da resposta cl&#xED;nica desejada, administrados uma vez ao dia.</li>
Dose máxima recomendada
  • <li>60 mg/kg/dia.</li>

Em caso de uso em conjunto com outros medicamentos antiepilépticos, as dosagens desses podem ser reduzidas pelo médico em aproximadamente 25% a cada duas semanas. Esta redução pode ser iniciada no começo do tratamento com divalproato de sódio ou atrasada por uma a duas semanas em casos em que exista a preocupação de ocorrência de crises com a redução. A velocidade e duração desta redução do medicamento antiepiléptico concomitante pode ser muito variável e os pacientes devem ser monitorados rigorosamente durante este período com relação a aumento da frequência das convulsões. Seu médico dará a orientação necessária para o seu tratamento.

Interrupção do tratamento

Os anticonvulsivantes não devem ser descontinuados abruptamente nos pacientes para os quais estes fármacos são administrados para prevenir convulsões tipo grande mal, pois há grande possibilidade de precipitar um estado de mal epiléptico, com subsequente má oxigenação cerebral e risco de morte. A interrupção repentina do tratamento com este medicamento cessará o efeito terapêutico, o que poderá ser prejudicial ao paciente devido às características da doença para a qual este medicamento está indicado.

Prevenção da enxaqueca
Dose inicial recomendada
  • <li>500 mg uma vez ao dia (durante uma semana) sendo que alguns pacientes podem se beneficiar com doses de at&#xE9; 1000 mg uma vez ao dia (ap&#xF3;s a primeira semana). Embora doses de Divalcon&amp;nbsp;ER diferentes de 1000 mg uma vez ao dia n&#xE3;o tenham sido avaliadas em pacientes com enxaqueca, a faixa de dose eficaz de divalproato de s&#xF3;dio comprimidos de libera&#xE7;&#xE3;o ent&#xE9;rica varia de 500 a 1000 mg/dia nestes pacientes.</li>

A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista na prevenção da enxaqueca. O tratamento somente deve ser iniciado se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelos pacientes e o risco e o benefício devem ser cuidadosamente reconsiderados nas revisões do tratamento.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, nem aberto e nem mastigado.

Comprimido Revestido

Os comprimidos de Divalcon são para uso oral e devem ser ingeridos inteiros. Os comprimidos não devem ser mastigados nem triturados.

Crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil

A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista. O tratamento com divalproato de sódio somente deve ser iniciado em crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelas pacientes. O divalproato de sódio deve ser prescrito e dispensado em conformidade com as medidas de prevenção à gravidez, conforme descrito no item Quais as contraindicações do Divalcon?" e "Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon?. A dose diária deve ser dividida em, pelo menos, 2 doses individuais.

Mania
Dose inicial recomendada

750 mg/dia administrados em doses divididas. A dose deve ser aumentada pelo médico o mais rápido possível para se atingir a dose terapêutica desejada.

Dose máxima recomendada

60 mg/kg/dia.

Não há dados obtidos sistematicamente para dar suporte aos benefícios de Divalcon no tratamento prolongado (isto é, além de 3 meses).

Epilepsia
Dose inicial recomendada

10-15 mg/kg/dia (única exceção nas crises de ausência – 15mg/kg/dia). A dose pode ser aumentada pelo médico, de 5 a 10 mg/kg/semana até a obtenção da resposta clínica desejada, administrados em doses diárias divididas (2 a 3 vezes ao dia) para alguns pacientes.

Dose máxima recomendada

60 mg/kg/dia.

Em caso de uso em conjunto com outros medicamentos antiepilépticos, as dosagens desses podem ser reduzidas pelo médico em aproximadamente 25% a cada duas semanas. Esta redução pode ser iniciada no começo do tratamento com divalproato de sódio ou atrasada por uma a duas semanas em casos em que exista a preocupação de ocorrência de crises com a redução. A velocidade e duração desta redução do medicamento antiepiléptico concomitante pode ser muito variável e os pacientes devem ser&nbsp;monitorados rigorosamente durante este período com relação a aumento da frequência das convulsões. Seu médico dará a orientação necessária para o seu tratamento.

Interrupção do tratamento

Os anticonvulsivantes não devem ser descontinuados abruptamente nos pacientes para os quais estes fármacos são administrados para prevenir convulsões tipo grande mal, pois há grande possibilidade de precipitar um estado de mal epiléptico, com subsequente má oxigenação cerebral e risco de morte. A interrupção repentina do tratamento com este medicamento cessará o efeito terapêutico, o que poderá ser prejudicial ao paciente devido às características da doença para a qual este medicamento está indicado.

Prevenção da enxaqueca
Dose inicial recomendada:
  • <li>250 mg, duas vezes ao dia (durante uma semana) sendo que alguns pacientes podem se beneficiar com doses de at&#xE9; 1000 mg uma vez ao dia (ap&#xF3;s a primeira semana). A faixa de dose eficaz de Divalcon comprimidos de libera&#xE7;&#xE3;o ent&#xE9;rica varia de 500 a 1000 mg/dia nestes pacientes.</li>

A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista na prevenção da enxaqueca. O tratamento somente deve ser iniciado se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelos pacientes e o risco e o benefício devem ser cuidadosamente reconsiderados nas revisões do tratamento.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, nem aberto e nem mastigado.

Como o Divalcon funciona?

O divalproato de sódio é a substância ativa de Divalcon. O divalproato de sódio é dissociado em íon valproato no trato gastrointestinal.

O tratamento com Divalcon, em alguns casos, pode produzir sinais de melhora já nos primeiros dias de tratamento; em outros casos, é necessário um tempo maior para se alcançar os efeitos benéficos. Seu médico dará a orientação no seu caso.

Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon?

Gerais

Recomenda-se fazer contagem de plaquetas e realização de testes de coagulação antes de iniciar o tratamento e depois, periodicamente, pois pode haver alteração nas plaquetas e coagulação sanguínea. O aparecimento de hemorragia, manchas roxas ou desordem na capacidade natural de coagulação do paciente são indicativos para a redução da dose ou interrupção da terapia.

Divalcon&nbsp;ER pode interagir com medicamentos administrados concomitantemente.

Hepatotoxicidade (toxicidade no fígado) / Disfunção hepática

Houve casos fatais de insuficiência do fígado em pacientes recebendo ácido valproico, usualmente durante os primeiros seis meses de tratamento. Deve-se ter muito cuidado quando o medicamento for administrado em pacientes com história anterior de doença no fígado. Toxicidade no fígado grave ou fatal pode ser precedida por sintomas não específicos, como mal-estar, fraqueza, estado de apatia, inchaço facial, falta de apetite e vômito. Pacientes em uso de múltiplos anticonvulsivantes, crianças, pacientes com doenças metabólicas congênitas, com doença convulsiva grave associada a retardo mental e pacientes com doença cerebral orgânica podem ter um risco particular de desenvolver toxicidade no fígado. A experiência em epilepsia tem indicado que a incidência de hepatotoxicidade fatal diminui consideravelmente, de forma progressiva, em pacientes mais velhos. O medicamento deve ser descontinuado imediatamente na presença de disfunção do fígado significativa, suspeita ou aparente. Em alguns casos, a disfunção do fígado progrediu apesar da descontinuação do medicamento.

Na presença destes sintomas, o médico deve ser imediatamente procurado.

Pancreatite (inflamação no pâncreas)

Pacientes e responsáveis devem estar cientes que dor abdominal, enjoo, vômito e/ou falta de apetite, podem ser sintomas de pancreatite. Na presença destes sintomas, deve-se procurar o médico imediatamente, pois casos de pancreatite envolvendo risco à vida foram relatados tanto em crianças como em adultos que receberam divalproato de sódio. Alguns casos ocorreram logo após o início do uso, e outros após vários anos de uso. Houve casos nos quais a pancreatite recorreu após nova tentativa com divalproato de sódio.

Pacientes com suspeita ou conhecida doença mitocondrial

Insuficiência hepática aguda induzida por valproato e mortes relacionadas à doença hepática têm sido reportadas em pacientes com síndrome neurometabólica hereditária causada por mutação no gene da DNA polimerase γ (POLG, ou seja, Síndrome de Alpers-Huttenlocher) em uma taxa maior do que aqueles sem esta síndrome.

Deve-se suspeitar de desordens relacionadas à POLG em pacientes com histórico familiar ou sintomas sugestivos de uma desordem relacionada à POLG, incluindo, mas não limitado encefalopatia inexplicável, epilepsia refrataria (focal, mioclônica), estado de mal epilético na apresentação, atrasos no desenvolvimento, regressão psicomotora, neuropatia sensomotora axonal, miopatia, ataxia cerebelar, oftalmoplegia, ou migrânea complicada com aura occipital. O teste para mutação de POLG deve ser realizado de acordo com a prática clínica atual para avaliação diagnóstica dessa desordem.

Em pacientes maiores de 2 anos com suspeita clínica de desordem mitocondrial hereditária o divalproato de sódio deve ser usado apenas após tentativa e falha de outro anticonvulsivante. Este grupo mais velho de pacientes deve ser monitorado durante o tratamento com divalproato de sódio para desenvolvimento de lesão hepática aguda com avaliação clínica regular e monitoramento dos testes de função hepática.

Comportamento e ideação suicida

Pacientes tratados com divalproato de sódio devem ser monitorados para emergências ou piora da depressão, pensamentos sobre automutilação, comportamento ou pensamentos suicidas e/ou qualquer mudança incomum de humor ou comportamento. Ideação suicida pode ser uma manifestação de transtornos psiquiátricos preexistentes e pode persistir até que ocorra remissão significante dos sintomas. Existem relatos de aumento no risco de pensamentos e comportamentos suicidas nestes pacientes. Este risco foi observado logo uma semana após o início do tratamento medicamentoso com os antiepilépticos e persistiu durante todo o período em que o tratamento foi avaliado. A supervisão de pacientes de alto risco deve acontecer durante a terapia medicamentosa inicial. Comportamentos suspeitos devem ser informados imediatamente aos profissionais de saúde.

Trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas)

A trombocitopenia pode estar relacionada à dose. O benefício terapêutico que pode acompanhar as maiores doses deverá ser considerado pelo seu médico contra a possibilidade de maior incidência de eventos adversos.

Hiperamonemia (excesso de amônia no organismo)

Foi relatado o excesso de amônia em associação com a terapia com divalproato de sódio e pode estar presente mesmo com testes de função do fígado normais. Pacientes que desenvolverem sinais ou sintomas de alteração das funções do cérebro por aumento de amônia no sangue inexplicável, estado de apatia, vômito e mudanças no status mental durante o tratamento com Divalcon&nbsp;ER devem ser tratados imediatamente, e o nível de amônia deve ser mensurado. Hiperamonemia também deve ser considerada em pacientes que apresentam hipotermia (queda de temperatura do corpo abaixo do normal). Se a amônia estiver elevada, o tratamento deve ser descontinuado.

Elevações sem sintomas de amônia são mais comuns, e quando presentes, requerem monitoramento intensivo dos níveis de amônia no plasma pelo médico. Se a elevação persistir a descontinuação do tratamento deve ser considerada.

Distúrbios do ciclo da ureia (DCU)

Foi relatada encefalopatia hiperamonêmica (alteração das funções do cérebro por aumento de amônia no sangue), algumas vezes fatal, após o início do tratamento com divalproato de sódio em pacientes com distúrbios do ciclo da ureia.

Hipotermia (queda da temperatura central do corpo para menos de 35ºC)

Tem sido relatada associada à terapia com divalproato de sódio, em conjunto e na ausência de hiperamonemia. Esta reação adversa também pode ocorrer em pacientes utilizando topiramato e valproato em conjunto, após o início do tratamento com topiramato ou após o aumento da dose diária de topiramato. Deve ser considerada a interrupção do tratamento em pacientes que desenvolverem hipotermia, a qual pode se manifestar por uma variedade de anormalidades clínicas incluindo letargia (estado de apatia), confusão, coma e alterações significativas em outros sistemas importantes como o cardiovascular e o respiratório.

Atrofia Cerebral / Cerebelar

Houve relatos pós-comercialização, de atrofia (reversível e irreversível) do cérebro e do cerebelo, temporariamente associadas ao uso de produtos que se dissociam em íon valproato. Em alguns casos, a recuperação foi acompanhada por sequelas permanentes. Observou-se prejuízo psicomotor e atraso no desenvolvimento, entre outros problemas neurológicos, em crianças com atrofia cerebral decorrente da exposição ao valproato quando em ambiente intrauterino. As funções motoras e cognitivas dos pacientes devem ser monitoradas rotineiramente e o medicamento deve ser descontinuado nos casos de suspeita ou de aparecimento de sinais de atrofia cerebral.

Reação de hipersensibilidade em múltiplos órgãos

Foram raramente relatadas após o início da terapia com o valproato em adultos e crianças. Os pacientes tipicamente, mas não exclusivamente, apresentaram febre e reações de sensibilidade na pele, com envolvimento de outros órgãos. Outras manifestações associadas podem incluir aumento dos gânglios, inflamação no fígado (hepatite), anormalidade de testes de função do fígado, anormalidades hematológicas, coceira, inflamação dos tecidos do rim, volume menor de urina, síndrome hepatorrenal (envolvendo o fígado e os rins), dor nas articulações e fraqueza. Como o distúrbio é variável em sua expressão, sinais e sintomas de outros órgãos não relacionados aqui podem ocorrer. Se houver suspeita desta reação, o valproato deve ser interrompido e um tratamento alternativo ser iniciado pelo médico.

Agravamento das convulsões

Assim como outras drogas antiepilépticas, alguns pacientes ao invés de apresentar uma melhora no quadro convulsivo, podem apresentar uma piora reversível da frequência e severidade do quadro convulsivo (incluindo o estado epiléptico) ou também o aparecimento de novos tipos de convulsões com valproato.

Em caso de agravamento das convulsões, aconselha-se consultar o seu médico imediatamente.

Aumento do risco de câncer

Não é conhecido até o momento.

Aumento do risco de mutações

Houve algumas evidências de que a frequência de aberrações cromossômicas poderia estar associada com epilepsia.

Fertilidade

A administração de divalproato de sódio pode afetar a fertilidade em homens. Foram relatados casos que indicam que as disfunções relacionadas à fertilidade são reversíveis após a descontinuação do tratamento.

Amenorreia (ausência de menstruação), ovários policísticos e níveis de testosterona elevados foram relatados em mulheres.

Exclusivo Comprimidos Revestidos de Liberação Prolongada: Efeitos teratogênicos (malformações de múltiplos sistemas orgânicos) foram demonstrados em estudos experimenatis com camundongos, ratos e coelhos.

Resíduos de medicamento nas fezes

Foram raramente relatados. É recomendado que a concentração sanguínea de valproato seja checada em pacientes que apresentam resíduos do medicamento nas fezes.

Capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Uma vez que o divalproato de sódio pode produzir alterações do sistema nervoso central, especialmente quando combinado com outras substâncias com efeito semelhante, por exemplo: álcool, os pacientes não devem realizar tarefas de risco, como dirigir veículos ou operar máquinas perigosas, até que se tenha certeza de que não fiquem sonolentos com o uso deste medicamento.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Divalcon?

A classificação da frequência das reações adversas deve seguir os seguintes parâmetros:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\"><strong>Frequ&#xEA;ncia das Rea&#xE7;&#xF5;es Adversas</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:226px\"><strong>Par&#xE2;metros</strong></td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&#x2265; 1/10 (&#x2265; 10%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Muito comum</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&#x2265; 1/100 e &lt; 1/10 (&#x2265; 1% e &lt; 10%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Comum (frequente)</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&#x2265; 1/1.000 e &lt; 1/100 (&#x2265; 0,1% e &lt; 1%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Incomum (infrequente)</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&#x2265; 1/10.000 e &lt; 1/1.000 (&#x2265; 0,01% e &lt; 0,1%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Rara</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&lt; 1/10.000 (&lt; 0,01%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Muito rara</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">N&#xE3;o pode ser estimada</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\"> <p>Desconhecida</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Sistemas</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\"><strong>Frequ&#xEA;ncia</strong></td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Rea&#xE7;&#xE3;o adversa</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xF5;es cong&#xEA;nitas, heredit&#xE1;rias e gen&#xE9;ticas</p> </td> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"text-align:center; width:297px\">M&#xE1;s forma&#xE7;&#xF5;es cong&#xEA;nitas e dist&#xFA;rbios de desenvolvimento &#x2013; ver item &quot;<a href=\"https://consultaremedios.com.br/divalcon-er/p#precautions-collapse\" title=\"+Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon ER?\">Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon ER?</a>&quot;</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Porfiria aguda</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xF5;es do sistema sangu&#xED;neo e linf&#xE1;tico</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Trombocitopenia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c\" target=\"_blank\">Anemia</a>, anemia hipocr&#xF4;mica, leucopenia, trombocitopenia <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/purpura/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">p&#xFA;rpura</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Agranulocitose, defici&#xEA;ncia de anemia folato, anemia macroc&#xED;tica, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/anemia-aplastica\" target=\"_blank\">anemia apl&#xE1;stica</a>, fal&#xEA;ncia da medula &#xF3;ssea, eosinofilia, hipofibrinogenemia, linfocitose, macrocitose, pancitopenia, inibi&#xE7;&#xE3;o da agrega&#xE7;&#xE3;o plaquet&#xE1;ria</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Investiga&#xE7;&#xF5;es</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aumento de peso, perda de peso</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aumento da alanina aminotransferase<sup>1 </sup>, aumento do aspartato aminotransferase, aumento creatinina sangu&#xED;nea, diminui&#xE7;&#xE3;o de folato sangu&#xED;neo, aumento de lactato desidrogenase sangu&#xED;neo<sup>1 </sup>, aumento de ureia sangu&#xED;nea, aumento do n&#xED;vel de droga, anormalidade de testes de fun&#xE7;&#xE3;o do f&#xED;gado<sup>1 </sup>, aumento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/iodo\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/iodo/pa\" target=\"_blank\">iodo</a> ligado &#xE0; prote&#xED;na, diminui&#xE7;&#xE3;o da contagem de gl&#xF3;bulos brancos</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aumento de bilirrubina s&#xE9;rica<sup>1 </sup>, diminui&#xE7;&#xE3;o de carnitina, anormalidade do teste de fun&#xE7;&#xE3;o da <a href=\"https://consultaremedios.com.br/tireoide/c\" target=\"_blank\">tireoide</a></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"4\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o do sistema nervoso</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Muito comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Sonol&#xEA;ncia, tremor</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Amnesia, ataxia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/tontura-o-que-pode-ser/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">tontura</a>, disgeusia, cefaleia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/nistagmo/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">nistagmo</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/parestesia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">parestesia</a>, altera&#xE7;&#xE3;o da fala</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Afasia, incoordena&#xE7;&#xE3;o motora, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/disartria/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">disartria</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-distonia-sintomas-tratamento-tipos-diagnostico-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">distonia</a>, encefalopatia<sup>2 </sup>, hipercinesia, hiperreflexia, hipertonia, hipoestesia, hiporreflexia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-convulsao-o-que-fazer-causas-sintomas-pode-matar/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">convuls&#xE3;o</a><sup>3 </sup>, estupor, discinesia tardia, altera&#xE7;&#xE3;o na vis&#xE3;o</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aster&#xED;xis, atrofia cerebelar<sup>4 </sup>, atrofia cerebral<sup>4 </sup>, desordem cognitiva, coma, desordem extrapiramidal, dist&#xFA;rbio de aten&#xE7;&#xE3;o, defici&#xEA;ncia da mem&#xF3;ria, parkisonismo, hiperatividade psicomotora, habilidades psicomotoras prejudicadas, seda&#xE7;&#xE3;o<sup>5</sup></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o do labirinto e ouvido</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/zumbido-no-ouvido/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Zumbido no ouvido</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Surdez<sup>6 </sup>, dist&#xFA;rbio auditivo, hiperacusia, vertigem</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dor-de-ouvido/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Dor de ouvido</a></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o respirat&#xF3;ria, tor&#xE1;cica e mediastino</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/tosse/c\" target=\"_blank\">Tosse</a>, dispneia, disfonia, epistaxe</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecido</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Efus&#xE3;o pleural</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"4\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o gastrointestinal</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Muito comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">N&#xE1;usea<sup>7</sup></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Dor abdominal, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">constipa&#xE7;&#xE3;o</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c\" target=\"_blank\">diarreia</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dispepsia-indigestao-o-que-e-sintomas-remedios-e-tipos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">dispepsia</a><sup>7 </sup>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/gases/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">flatul&#xEA;ncia</a>, v&#xF4;mitos<sup>7</sup></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Incontin&#xEA;ncia anal, altera&#xE7;&#xE3;o anorretal, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-halitose-mau-halito-causas-tratamento-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">mau h&#xE1;lito</a>, boca seca, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-disfagia-causas-sintomas-tratamento-tem-cura/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">disfagia</a>, eructa&#xE7;&#xE3;o, sangramento gengival, glossite, hemat&#xEA;mese, melena, pancreatite<sup>8 </sup>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-tenesmo-sintomas-tratamento-causas-prevencao-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">tenesmo</a> retal, hipersecre&#xE7;&#xE3;o salivar</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios gengivais, hipertrofia gengivais, aumento da gl&#xE2;ndula par&#xF3;tida</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria e renal</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Hemat&#xFA;ria, urg&#xEA;ncia em urinar, poli&#xFA;ria, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/incontinencia-urinaria/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\"/></p></td></tr></tbody></table>"],"rows":[]}}

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Divalcon?

Se você esquecer de tomar uma dose, tome-a assim que se lembrar. Entretanto, se estiver próximo do horário de tomar a próxima dose do medicamento, pule a dose esquecida.

Não tome dois comprimidos de uma única vez para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

ER 500mg, caixa com 30 comprimidos revestidos de liberação prolongada

Princípio ativo
:
Divalproato De Sódio
Classe Terapêutica
:
Antiepilépticos
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
C1 Branca 2 vias (Venda Sob Prescrição Médica - Este medicamento pode causar Dependência Física ou Psíquica)
Categoria
:
Convulsão E Epilepsia
Especialidade
:
Psiquiatria

Bula do medicamento

Divalcon, para o que é indicado e para o que serve?

Mania

Divalcon é indicado para o tratamento de episódios agudos de mania ou mistos associados ao transtorno afetivo bipolar (TAB), com ou sem características psicóticas, em pacientes adultos.

Os sintomas típicos de um episódio de mania (período no qual o paciente pode apresentar humor anormalmente e persistentemente elevado, expansivo ou irritável) incluem: agitação, diminuição da necessidade de sono, pensamentos acelerados, aceleração do ritmo da fala, hiperatividade motora, fuga de ideias, grandiosidade, prejuízo da crítica, agressividade e possível hostilidade.

Epilepsia

Divalcon é indicado isoladamente ou em combinação a outros medicamentos, no tratamento de pacientes adultos e crianças acima de 10 anos com crises parciais complexas, que ocorrem tanto de forma isolada ou em associação com outros tipos de crises. Também é isoladamente ou em combinação a outros medicamentos no tratamento de quadros de ausência simples e complexa em pacientes adultos e crianças acima de 10 anos, e como terapia adjuvante em adultos e crianças acima de 10 anos com crises de múltiplos tipos, que inclui crises de ausência.

Prevenção da Enxaqueca

Divalcon é indicado à prevenção da enxaqueca em pacientes adultos. Não há evidências de que seja útil no tratamento agudo de enxaquecas.

Quais as contraindicações do Divalcon?

Divalcon é contraindicado para menores de 10 anos de idade.

Divalcon é contraindicado para uso por pacientes com:

  • <li>Conhecida hipersensibilidade ao <a href="https://consultaremedios.com.br/divalproato-de-sodio/bula" target="_blank">divalproato de s&#xF3;dio</a> ou demais componentes da f&#xF3;rmula;</li> <li>Doen&#xE7;a ou disfun&#xE7;&#xE3;o no <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c" target="_blank">f&#xED;gado</a> significativas;</li> <li>Conhecida S&#xED;ndrome de Alpers-Huttenlocher e crian&#xE7;as com menos de 2 anos com suspeita de possuir a S&#xED;ndrome;</li> <li>Dist&#xFA;rbio do ciclo da <a href="https://consultaremedios.com.br/ureia/bula" target="_blank">ureia</a> (DCU) &#x2013; desordem gen&#xE9;tica rara que pode resultar em ac&#xFA;mulo de am&#xF4;nia no sangue;</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/porfiria/" rel="noopener" target="_blank">Porfiria</a> &#x2013; dist&#xFA;rbio gen&#xE9;tico raro que afeta parte da hemoglobina do sangue.</li>

Divalcon é contraindicado na prevenção da enxaqueca em mulheres grávidas e mulheres em idade fértil que não utilizam métodos contraceptivos eficazes durante o tratamento. Quando este medicamento é utilizado para prevenção da enxaqueca o risco de utilização em mulheres grávidas supera claramente qualquer possível benefício da droga.

Categoria de risco: X. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.

A possibilidade de gravidez deve ser excluída antes de iniciar o tratamento com Divalcon.

Como usar o Divalcon?

Comprimido Revestido de Liberação Prolongada

Os comprimidos revestidos de Divalcon&nbsp;ER são de uso oral e devem ser ingeridos uma única vez ao dia. Os comprimidos devem ser ingeridos inteiros, sem serem partidos, nem triturados, nem mastigados.

Crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil

A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista. O tratamento com divalproato de sódio somente deve ser iniciado se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelas. O divalproato de sódio deve ser prescrito e dispensado em conformidade com as medidas de prevenção à gravidez, conforme descrito no item "Quais as contraindicações do Divalcon?" e "Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon?". A dose diária deve ser dividida em, pelo menos, 2 doses individuais.

Mania
Dose inicial recomendada
  • <li>25 mg/kg/dia administrados uma &#xFA;nica vez ao dia. A dose deve ser aumentada pelo m&#xE9;dico o mais r&#xE1;pido poss&#xED;vel para se atingir a dose terap&#xEA;utica mais baixa capaz de produzir o efeito cl&#xED;nico desejado.</li>
Dose máxima recomendada
  • <li>60 mg/kg/dia.</li>

Embora seja senso comum que o tratamento farmacológico após a resposta aguda em mania seja desejável, tanto para a manutenção da resposta inicial quanto para a prevenção de novos episódios maníacos, não há dados obtidos sistematicamente para dar suporte aos benefícios de Divalcon&nbsp;ER no tratamento prolongado (isto é, além de 3 meses).

Epilepsia
Dose inicial recomendada
  • <li>10-15 mg/kg/dia (&#xFA;nica exce&#xE7;&#xE3;o nas crises de aus&#xEA;ncia&#x2013; 15mg/kg/dia). A dose pode ser aumentada pelo m&#xE9;dico, de 5 a 10 mg/kg/semana at&#xE9; a obten&#xE7;&#xE3;o da resposta cl&#xED;nica desejada, administrados uma vez ao dia.</li>
Dose máxima recomendada
  • <li>60 mg/kg/dia.</li>

Em caso de uso em conjunto com outros medicamentos antiepilépticos, as dosagens desses podem ser reduzidas pelo médico em aproximadamente 25% a cada duas semanas. Esta redução pode ser iniciada no começo do tratamento com divalproato de sódio ou atrasada por uma a duas semanas em casos em que exista a preocupação de ocorrência de crises com a redução. A velocidade e duração desta redução do medicamento antiepiléptico concomitante pode ser muito variável e os pacientes devem ser monitorados rigorosamente durante este período com relação a aumento da frequência das convulsões. Seu médico dará a orientação necessária para o seu tratamento.

Interrupção do tratamento

Os anticonvulsivantes não devem ser descontinuados abruptamente nos pacientes para os quais estes fármacos são administrados para prevenir convulsões tipo grande mal, pois há grande possibilidade de precipitar um estado de mal epiléptico, com subsequente má oxigenação cerebral e risco de morte. A interrupção repentina do tratamento com este medicamento cessará o efeito terapêutico, o que poderá ser prejudicial ao paciente devido às características da doença para a qual este medicamento está indicado.

Prevenção da enxaqueca
Dose inicial recomendada
  • <li>500 mg uma vez ao dia (durante uma semana) sendo que alguns pacientes podem se beneficiar com doses de at&#xE9; 1000 mg uma vez ao dia (ap&#xF3;s a primeira semana). Embora doses de Divalcon&amp;nbsp;ER diferentes de 1000 mg uma vez ao dia n&#xE3;o tenham sido avaliadas em pacientes com enxaqueca, a faixa de dose eficaz de divalproato de s&#xF3;dio comprimidos de libera&#xE7;&#xE3;o ent&#xE9;rica varia de 500 a 1000 mg/dia nestes pacientes.</li>

A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista na prevenção da enxaqueca. O tratamento somente deve ser iniciado se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelos pacientes e o risco e o benefício devem ser cuidadosamente reconsiderados nas revisões do tratamento.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, nem aberto e nem mastigado.

Comprimido Revestido

Os comprimidos de Divalcon são para uso oral e devem ser ingeridos inteiros. Os comprimidos não devem ser mastigados nem triturados.

Crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil

A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista. O tratamento com divalproato de sódio somente deve ser iniciado em crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelas pacientes. O divalproato de sódio deve ser prescrito e dispensado em conformidade com as medidas de prevenção à gravidez, conforme descrito no item Quais as contraindicações do Divalcon?" e "Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon?. A dose diária deve ser dividida em, pelo menos, 2 doses individuais.

Mania
Dose inicial recomendada

750 mg/dia administrados em doses divididas. A dose deve ser aumentada pelo médico o mais rápido possível para se atingir a dose terapêutica desejada.

Dose máxima recomendada

60 mg/kg/dia.

Não há dados obtidos sistematicamente para dar suporte aos benefícios de Divalcon no tratamento prolongado (isto é, além de 3 meses).

Epilepsia
Dose inicial recomendada

10-15 mg/kg/dia (única exceção nas crises de ausência – 15mg/kg/dia). A dose pode ser aumentada pelo médico, de 5 a 10 mg/kg/semana até a obtenção da resposta clínica desejada, administrados em doses diárias divididas (2 a 3 vezes ao dia) para alguns pacientes.

Dose máxima recomendada

60 mg/kg/dia.

Em caso de uso em conjunto com outros medicamentos antiepilépticos, as dosagens desses podem ser reduzidas pelo médico em aproximadamente 25% a cada duas semanas. Esta redução pode ser iniciada no começo do tratamento com divalproato de sódio ou atrasada por uma a duas semanas em casos em que exista a preocupação de ocorrência de crises com a redução. A velocidade e duração desta redução do medicamento antiepiléptico concomitante pode ser muito variável e os pacientes devem ser&nbsp;monitorados rigorosamente durante este período com relação a aumento da frequência das convulsões. Seu médico dará a orientação necessária para o seu tratamento.

Interrupção do tratamento

Os anticonvulsivantes não devem ser descontinuados abruptamente nos pacientes para os quais estes fármacos são administrados para prevenir convulsões tipo grande mal, pois há grande possibilidade de precipitar um estado de mal epiléptico, com subsequente má oxigenação cerebral e risco de morte. A interrupção repentina do tratamento com este medicamento cessará o efeito terapêutico, o que poderá ser prejudicial ao paciente devido às características da doença para a qual este medicamento está indicado.

Prevenção da enxaqueca
Dose inicial recomendada:
  • <li>250 mg, duas vezes ao dia (durante uma semana) sendo que alguns pacientes podem se beneficiar com doses de at&#xE9; 1000 mg uma vez ao dia (ap&#xF3;s a primeira semana). A faixa de dose eficaz de Divalcon comprimidos de libera&#xE7;&#xE3;o ent&#xE9;rica varia de 500 a 1000 mg/dia nestes pacientes.</li>

A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista na prevenção da enxaqueca. O tratamento somente deve ser iniciado se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelos pacientes e o risco e o benefício devem ser cuidadosamente reconsiderados nas revisões do tratamento.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, nem aberto e nem mastigado.

Como o Divalcon funciona?

O divalproato de sódio é a substância ativa de Divalcon. O divalproato de sódio é dissociado em íon valproato no trato gastrointestinal.

O tratamento com Divalcon, em alguns casos, pode produzir sinais de melhora já nos primeiros dias de tratamento; em outros casos, é necessário um tempo maior para se alcançar os efeitos benéficos. Seu médico dará a orientação no seu caso.

Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon?

Gerais

Recomenda-se fazer contagem de plaquetas e realização de testes de coagulação antes de iniciar o tratamento e depois, periodicamente, pois pode haver alteração nas plaquetas e coagulação sanguínea. O aparecimento de hemorragia, manchas roxas ou desordem na capacidade natural de coagulação do paciente são indicativos para a redução da dose ou interrupção da terapia.

Divalcon&nbsp;ER pode interagir com medicamentos administrados concomitantemente.

Hepatotoxicidade (toxicidade no fígado) / Disfunção hepática

Houve casos fatais de insuficiência do fígado em pacientes recebendo ácido valproico, usualmente durante os primeiros seis meses de tratamento. Deve-se ter muito cuidado quando o medicamento for administrado em pacientes com história anterior de doença no fígado. Toxicidade no fígado grave ou fatal pode ser precedida por sintomas não específicos, como mal-estar, fraqueza, estado de apatia, inchaço facial, falta de apetite e vômito. Pacientes em uso de múltiplos anticonvulsivantes, crianças, pacientes com doenças metabólicas congênitas, com doença convulsiva grave associada a retardo mental e pacientes com doença cerebral orgânica podem ter um risco particular de desenvolver toxicidade no fígado. A experiência em epilepsia tem indicado que a incidência de hepatotoxicidade fatal diminui consideravelmente, de forma progressiva, em pacientes mais velhos. O medicamento deve ser descontinuado imediatamente na presença de disfunção do fígado significativa, suspeita ou aparente. Em alguns casos, a disfunção do fígado progrediu apesar da descontinuação do medicamento.

Na presença destes sintomas, o médico deve ser imediatamente procurado.

Pancreatite (inflamação no pâncreas)

Pacientes e responsáveis devem estar cientes que dor abdominal, enjoo, vômito e/ou falta de apetite, podem ser sintomas de pancreatite. Na presença destes sintomas, deve-se procurar o médico imediatamente, pois casos de pancreatite envolvendo risco à vida foram relatados tanto em crianças como em adultos que receberam divalproato de sódio. Alguns casos ocorreram logo após o início do uso, e outros após vários anos de uso. Houve casos nos quais a pancreatite recorreu após nova tentativa com divalproato de sódio.

Pacientes com suspeita ou conhecida doença mitocondrial

Insuficiência hepática aguda induzida por valproato e mortes relacionadas à doença hepática têm sido reportadas em pacientes com síndrome neurometabólica hereditária causada por mutação no gene da DNA polimerase γ (POLG, ou seja, Síndrome de Alpers-Huttenlocher) em uma taxa maior do que aqueles sem esta síndrome.

Deve-se suspeitar de desordens relacionadas à POLG em pacientes com histórico familiar ou sintomas sugestivos de uma desordem relacionada à POLG, incluindo, mas não limitado encefalopatia inexplicável, epilepsia refrataria (focal, mioclônica), estado de mal epilético na apresentação, atrasos no desenvolvimento, regressão psicomotora, neuropatia sensomotora axonal, miopatia, ataxia cerebelar, oftalmoplegia, ou migrânea complicada com aura occipital. O teste para mutação de POLG deve ser realizado de acordo com a prática clínica atual para avaliação diagnóstica dessa desordem.

Em pacientes maiores de 2 anos com suspeita clínica de desordem mitocondrial hereditária o divalproato de sódio deve ser usado apenas após tentativa e falha de outro anticonvulsivante. Este grupo mais velho de pacientes deve ser monitorado durante o tratamento com divalproato de sódio para desenvolvimento de lesão hepática aguda com avaliação clínica regular e monitoramento dos testes de função hepática.

Comportamento e ideação suicida

Pacientes tratados com divalproato de sódio devem ser monitorados para emergências ou piora da depressão, pensamentos sobre automutilação, comportamento ou pensamentos suicidas e/ou qualquer mudança incomum de humor ou comportamento. Ideação suicida pode ser uma manifestação de transtornos psiquiátricos preexistentes e pode persistir até que ocorra remissão significante dos sintomas. Existem relatos de aumento no risco de pensamentos e comportamentos suicidas nestes pacientes. Este risco foi observado logo uma semana após o início do tratamento medicamentoso com os antiepilépticos e persistiu durante todo o período em que o tratamento foi avaliado. A supervisão de pacientes de alto risco deve acontecer durante a terapia medicamentosa inicial. Comportamentos suspeitos devem ser informados imediatamente aos profissionais de saúde.

Trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas)

A trombocitopenia pode estar relacionada à dose. O benefício terapêutico que pode acompanhar as maiores doses deverá ser considerado pelo seu médico contra a possibilidade de maior incidência de eventos adversos.

Hiperamonemia (excesso de amônia no organismo)

Foi relatado o excesso de amônia em associação com a terapia com divalproato de sódio e pode estar presente mesmo com testes de função do fígado normais. Pacientes que desenvolverem sinais ou sintomas de alteração das funções do cérebro por aumento de amônia no sangue inexplicável, estado de apatia, vômito e mudanças no status mental durante o tratamento com Divalcon&nbsp;ER devem ser tratados imediatamente, e o nível de amônia deve ser mensurado. Hiperamonemia também deve ser considerada em pacientes que apresentam hipotermia (queda de temperatura do corpo abaixo do normal). Se a amônia estiver elevada, o tratamento deve ser descontinuado.

Elevações sem sintomas de amônia são mais comuns, e quando presentes, requerem monitoramento intensivo dos níveis de amônia no plasma pelo médico. Se a elevação persistir a descontinuação do tratamento deve ser considerada.

Distúrbios do ciclo da ureia (DCU)

Foi relatada encefalopatia hiperamonêmica (alteração das funções do cérebro por aumento de amônia no sangue), algumas vezes fatal, após o início do tratamento com divalproato de sódio em pacientes com distúrbios do ciclo da ureia.

Hipotermia (queda da temperatura central do corpo para menos de 35ºC)

Tem sido relatada associada à terapia com divalproato de sódio, em conjunto e na ausência de hiperamonemia. Esta reação adversa também pode ocorrer em pacientes utilizando topiramato e valproato em conjunto, após o início do tratamento com topiramato ou após o aumento da dose diária de topiramato. Deve ser considerada a interrupção do tratamento em pacientes que desenvolverem hipotermia, a qual pode se manifestar por uma variedade de anormalidades clínicas incluindo letargia (estado de apatia), confusão, coma e alterações significativas em outros sistemas importantes como o cardiovascular e o respiratório.

Atrofia Cerebral / Cerebelar

Houve relatos pós-comercialização, de atrofia (reversível e irreversível) do cérebro e do cerebelo, temporariamente associadas ao uso de produtos que se dissociam em íon valproato. Em alguns casos, a recuperação foi acompanhada por sequelas permanentes. Observou-se prejuízo psicomotor e atraso no desenvolvimento, entre outros problemas neurológicos, em crianças com atrofia cerebral decorrente da exposição ao valproato quando em ambiente intrauterino. As funções motoras e cognitivas dos pacientes devem ser monitoradas rotineiramente e o medicamento deve ser descontinuado nos casos de suspeita ou de aparecimento de sinais de atrofia cerebral.

Reação de hipersensibilidade em múltiplos órgãos

Foram raramente relatadas após o início da terapia com o valproato em adultos e crianças. Os pacientes tipicamente, mas não exclusivamente, apresentaram febre e reações de sensibilidade na pele, com envolvimento de outros órgãos. Outras manifestações associadas podem incluir aumento dos gânglios, inflamação no fígado (hepatite), anormalidade de testes de função do fígado, anormalidades hematológicas, coceira, inflamação dos tecidos do rim, volume menor de urina, síndrome hepatorrenal (envolvendo o fígado e os rins), dor nas articulações e fraqueza. Como o distúrbio é variável em sua expressão, sinais e sintomas de outros órgãos não relacionados aqui podem ocorrer. Se houver suspeita desta reação, o valproato deve ser interrompido e um tratamento alternativo ser iniciado pelo médico.

Agravamento das convulsões

Assim como outras drogas antiepilépticas, alguns pacientes ao invés de apresentar uma melhora no quadro convulsivo, podem apresentar uma piora reversível da frequência e severidade do quadro convulsivo (incluindo o estado epiléptico) ou também o aparecimento de novos tipos de convulsões com valproato.

Em caso de agravamento das convulsões, aconselha-se consultar o seu médico imediatamente.

Aumento do risco de câncer

Não é conhecido até o momento.

Aumento do risco de mutações

Houve algumas evidências de que a frequência de aberrações cromossômicas poderia estar associada com epilepsia.

Fertilidade

A administração de divalproato de sódio pode afetar a fertilidade em homens. Foram relatados casos que indicam que as disfunções relacionadas à fertilidade são reversíveis após a descontinuação do tratamento.

Amenorreia (ausência de menstruação), ovários policísticos e níveis de testosterona elevados foram relatados em mulheres.

Exclusivo Comprimidos Revestidos de Liberação Prolongada: Efeitos teratogênicos (malformações de múltiplos sistemas orgânicos) foram demonstrados em estudos experimenatis com camundongos, ratos e coelhos.

Resíduos de medicamento nas fezes

Foram raramente relatados. É recomendado que a concentração sanguínea de valproato seja checada em pacientes que apresentam resíduos do medicamento nas fezes.

Capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Uma vez que o divalproato de sódio pode produzir alterações do sistema nervoso central, especialmente quando combinado com outras substâncias com efeito semelhante, por exemplo: álcool, os pacientes não devem realizar tarefas de risco, como dirigir veículos ou operar máquinas perigosas, até que se tenha certeza de que não fiquem sonolentos com o uso deste medicamento.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Divalcon?

A classificação da frequência das reações adversas deve seguir os seguintes parâmetros:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\"><strong>Frequ&#xEA;ncia das Rea&#xE7;&#xF5;es Adversas</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:226px\"><strong>Par&#xE2;metros</strong></td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&#x2265; 1/10 (&#x2265; 10%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Muito comum</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&#x2265; 1/100 e &lt; 1/10 (&#x2265; 1% e &lt; 10%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Comum (frequente)</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&#x2265; 1/1.000 e &lt; 1/100 (&#x2265; 0,1% e &lt; 1%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Incomum (infrequente)</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&#x2265; 1/10.000 e &lt; 1/1.000 (&#x2265; 0,01% e &lt; 0,1%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Rara</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&lt; 1/10.000 (&lt; 0,01%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Muito rara</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">N&#xE3;o pode ser estimada</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\"> <p>Desconhecida</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Sistemas</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\"><strong>Frequ&#xEA;ncia</strong></td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Rea&#xE7;&#xE3;o adversa</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xF5;es cong&#xEA;nitas, heredit&#xE1;rias e gen&#xE9;ticas</p> </td> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"text-align:center; width:297px\">M&#xE1;s forma&#xE7;&#xF5;es cong&#xEA;nitas e dist&#xFA;rbios de desenvolvimento &#x2013; ver item &quot;<a href=\"https://consultaremedios.com.br/divalcon-er/p#precautions-collapse\" title=\"+Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon ER?\">Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon ER?</a>&quot;</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Porfiria aguda</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xF5;es do sistema sangu&#xED;neo e linf&#xE1;tico</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Trombocitopenia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c\" target=\"_blank\">Anemia</a>, anemia hipocr&#xF4;mica, leucopenia, trombocitopenia <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/purpura/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">p&#xFA;rpura</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Agranulocitose, defici&#xEA;ncia de anemia folato, anemia macroc&#xED;tica, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/anemia-aplastica\" target=\"_blank\">anemia apl&#xE1;stica</a>, fal&#xEA;ncia da medula &#xF3;ssea, eosinofilia, hipofibrinogenemia, linfocitose, macrocitose, pancitopenia, inibi&#xE7;&#xE3;o da agrega&#xE7;&#xE3;o plaquet&#xE1;ria</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Investiga&#xE7;&#xF5;es</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aumento de peso, perda de peso</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aumento da alanina aminotransferase<sup>1 </sup>, aumento do aspartato aminotransferase, aumento creatinina sangu&#xED;nea, diminui&#xE7;&#xE3;o de folato sangu&#xED;neo, aumento de lactato desidrogenase sangu&#xED;neo<sup>1 </sup>, aumento de ureia sangu&#xED;nea, aumento do n&#xED;vel de droga, anormalidade de testes de fun&#xE7;&#xE3;o do f&#xED;gado<sup>1 </sup>, aumento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/iodo\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/iodo/pa\" target=\"_blank\">iodo</a> ligado &#xE0; prote&#xED;na, diminui&#xE7;&#xE3;o da contagem de gl&#xF3;bulos brancos</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aumento de bilirrubina s&#xE9;rica<sup>1 </sup>, diminui&#xE7;&#xE3;o de carnitina, anormalidade do teste de fun&#xE7;&#xE3;o da <a href=\"https://consultaremedios.com.br/tireoide/c\" target=\"_blank\">tireoide</a></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"4\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o do sistema nervoso</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Muito comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Sonol&#xEA;ncia, tremor</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Amnesia, ataxia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/tontura-o-que-pode-ser/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">tontura</a>, disgeusia, cefaleia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/nistagmo/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">nistagmo</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/parestesia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">parestesia</a>, altera&#xE7;&#xE3;o da fala</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Afasia, incoordena&#xE7;&#xE3;o motora, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/disartria/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">disartria</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-distonia-sintomas-tratamento-tipos-diagnostico-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">distonia</a>, encefalopatia<sup>2 </sup>, hipercinesia, hiperreflexia, hipertonia, hipoestesia, hiporreflexia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-convulsao-o-que-fazer-causas-sintomas-pode-matar/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">convuls&#xE3;o</a><sup>3 </sup>, estupor, discinesia tardia, altera&#xE7;&#xE3;o na vis&#xE3;o</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aster&#xED;xis, atrofia cerebelar<sup>4 </sup>, atrofia cerebral<sup>4 </sup>, desordem cognitiva, coma, desordem extrapiramidal, dist&#xFA;rbio de aten&#xE7;&#xE3;o, defici&#xEA;ncia da mem&#xF3;ria, parkisonismo, hiperatividade psicomotora, habilidades psicomotoras prejudicadas, seda&#xE7;&#xE3;o<sup>5</sup></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o do labirinto e ouvido</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/zumbido-no-ouvido/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Zumbido no ouvido</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Surdez<sup>6 </sup>, dist&#xFA;rbio auditivo, hiperacusia, vertigem</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dor-de-ouvido/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Dor de ouvido</a></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o respirat&#xF3;ria, tor&#xE1;cica e mediastino</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/tosse/c\" target=\"_blank\">Tosse</a>, dispneia, disfonia, epistaxe</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecido</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Efus&#xE3;o pleural</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"4\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o gastrointestinal</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Muito comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">N&#xE1;usea<sup>7</sup></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Dor abdominal, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">constipa&#xE7;&#xE3;o</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c\" target=\"_blank\">diarreia</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dispepsia-indigestao-o-que-e-sintomas-remedios-e-tipos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">dispepsia</a><sup>7 </sup>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/gases/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">flatul&#xEA;ncia</a>, v&#xF4;mitos<sup>7</sup></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Incontin&#xEA;ncia anal, altera&#xE7;&#xE3;o anorretal, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-halitose-mau-halito-causas-tratamento-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">mau h&#xE1;lito</a>, boca seca, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-disfagia-causas-sintomas-tratamento-tem-cura/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">disfagia</a>, eructa&#xE7;&#xE3;o, sangramento gengival, glossite, hemat&#xEA;mese, melena, pancreatite<sup>8 </sup>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-tenesmo-sintomas-tratamento-causas-prevencao-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">tenesmo</a> retal, hipersecre&#xE7;&#xE3;o salivar</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios gengivais, hipertrofia gengivais, aumento da gl&#xE2;ndula par&#xF3;tida</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria e renal</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Hemat&#xFA;ria, urg&#xEA;ncia em urinar, poli&#xFA;ria, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/incontinencia-urinaria/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">incontin&#xEA;ncia urin&#xE1;ria</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/enurese/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Enurese</a>, s&#xED;ndrome Fanconi<sup>9 </sup>, fal&#xEA;ncia renal, nefrite do t&#xFA;bulo-intersticial</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o nos tecidos e pele</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/queda-de-cabelo-e-calvicie/c\" target=\"_blank\">Alopecia</a><sup>10</sup>, equimose, prurido,<em> rash</em> cut&#xE2;neo</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/acne/c\" target=\"_blank\">Acne</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/dermatites/c\" target=\"_blank\">dermatite</a> esfoliativa, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/pele-seca\" target=\"_blank\">pele seca</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/eczema/c\" target=\"_blank\">eczema</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/eritema-nodoso/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">eritema nodoso</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/hiperidrose/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hiperidrose</a>, altera&#xE7;&#xE3;o na unha, pet&#xE9;quias, seborreia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Vasculite cut&#xE2;nea, s&#xED;ndrome de hipersensibilidade sist&#xEA;mica a drogas (S&#xED;ndrome DRESS ou SHSD), eritema multiforme, altera&#xE7;&#xE3;o do cabelo, altera&#xE7;&#xE3;o do leito ungueal, rea&#xE7;&#xE3;o de fotossensibilidade, s&#xED;ndrome de Stevens-Johnson, necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o tecidos conectivos e muscular esquel&#xE9;tico</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/espasmo-muscular/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Espasmo muscular</a>, convuls&#xE3;o muscular, fraqueza muscular</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Diminui&#xE7;&#xE3;o da densidade &#xF3;ssea, dor &#xF3;ssea, osteopenia, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-dos-ossos/osteoporose/c\" target=\"_blank\">osteoporose</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/rabdomiolise/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">rabdomi&#xF3;lise</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o end&#xF3;crina</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Hiperandrogenismo<sup>11</sup>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/tireoide/hipotireoidismo/c\" target=\"_blank\">hipotireoidismo</a>, secre&#xE7;&#xE3;o inapropriada de horm&#xF4;nio antidiur&#xE9;tico</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo e nutri&#xE7;&#xE3;o</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite, Aumento do apetite</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/hipercalemia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Hipercalemia</a>, hipernatremia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/hipoglicemia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hipoglicemia</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/hiponatremia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hiponatremia</a>, hipoproteinemia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Defici&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/biotina\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/biotina/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">biotina</a>, dislipidemia, hiperamonemia, resist&#xEA;ncia &#xE0; insulina, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/obesidade/c\" target=\"_blank\">obesidade</a></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Neoplasias benignas, malignas e n&#xE3;o espec&#xED;ficas (incluem cistos e p&#xF3;lipos)</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hemangioma-no-figado-coluna-e-mais-tratamento-tem-cura/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Hemangioma</a> de pele</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecido</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">S&#xED;ndrome mielodispl&#xE1;stica</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Desordens vasculares</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomuns</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Hipotens&#xE3;o</a> ortost&#xE1;tica, Pallor, desordem vascular periferal, vasodilata&#xE7;&#xE3;o</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"4\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xF5;es gerais e condi&#xE7;&#xF5;es de administra&#xE7;&#xE3;o local</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Muito comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Astenia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o na marcha, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-tipos-cerebral-pulmonar-etc-e-tratamento/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">edema</a> perif&#xE9;rico</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dor-no-peito/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Dor no peito</a>, edema facial, pirexia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Hipotermia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o hepatobiliar</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Hepatotoxicidade</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o na mama e sistema reprodutivo</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Amenorreia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dismenorreia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">dismenorreia</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/disfuncao-eretil/c\" target=\"_blank\">disfun&#xE7;&#xE3;o er&#xE9;til</a>, menorragia, altera&#xE7;&#xE3;o menstrual, metrorragia, hemorragia vaginal</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aumento das mamas, galactorr&#xE9;ia, infertilidade masculina<sup>12 </sup>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/menstruacao-irregular/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">menstrua&#xE7;&#xE3;o irregular</a>, ov&#xE1;rio polic&#xED;stico</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o psiqui&#xE1;trica</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Sonhos anormais, labilidade emocional, estado de confus&#xE3;o, depress&#xE3;o, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/insonia/c\" target=\"_blank\">ins&#xF4;nia</a>, nervosismo, pensamento anormal</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Agita&#xE7;&#xE3;o, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/ansiedade/c\" target=\"_blank\">ansiedade</a>, apatia, catatonia, del&#xED;rio, humor euf&#xF3;rico, alucina&#xE7;&#xE3;o, hostilidade, transtorno de personalidade</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecido</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Comportamento anormal, agress&#xE3;o, ang&#xFA;stia emocional, transtorno de aprendizagem, transtorno psic&#xF3;tico</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o card&#xED;aca</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Bradicardia, parada card&#xED;aca, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> congestiva, taquicardia</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o nos olhos</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Ambliopia, diplopia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Cromatopsia, olho ressecado, dist&#xFA;rbio ocular, dor nos olhos, desordem da lacrimal, miose, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/fotofobia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">fotofobia</a>, defici&#xEA;ncia visual</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o do <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-imunologico/c\" target=\"_blank\">sistema imunol&#xF3;gico</a></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Rea&#xE7;&#xE3;o anafil&#xE1;tica, hipersensibilidade</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xE3;o e infesta&#xE7;&#xF5;es</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xE3;o</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/bronquite/c\" target=\"_blank\">Bronquite</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/furunculo/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">fur&#xFA;nculo</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/gastroenterite/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">gastroenterite</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/herpes/c\" target=\"_blank\">herpes</a> simples, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/c\" target=\"_blank\">gripe</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/rinite/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">rinite</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/sinusite/c\" target=\"_blank\">sinusite</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/doenca-nos-ouvidos/otite/c\" target=\"_blank\">Otite</a> m&#xE9;dia, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/pneumonia/c\" target=\"_blank\">pneumonia</a>, infec&#xE7;&#xE3;o do trato urin&#xE1;rio</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Les&#xE3;o, intoxica&#xE7;&#xE3;o e complica&#xE7;&#xF5;es processuais</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Les&#xE3;o</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

1 Pode refletir em uma potencial hepatotoxicidade séria.
2 Encefalopatia com ou sem febre foi identificada pouco tempo após a introdução de monoterapia com divalproato de sódio sem evidência de disfunção hepática ou altos níveis plasmáticos inapropriados de valproato. Apesar da recuperação ser efetiva com a descontinuação do medicamento, houve casos fatais em pacientes com encefalopatia hiperamônica, particularmente em pacientes com distúrbio do ciclo de ureia subjacente. Encefalopatia na ausência de níveis elevados de amônia também foi observada.
3 Considerar crises graves e verificar item "Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon ER?".
4 Reversíveis e irreversíveis. Atrofia cerebral também foi observada em crianças expostas ao divalproato de sódio em ambiente uterino que levou a diversas formas de eventos neurológicos, incluindo atrasos de desenvolvimento e prejuízo psicomotor.
5 Observado que pacientes recebendo somente divalproato de sódio mas ocorreu em sua maioria em pacientes recebendo terapia combinada. Sedação normalmente diminui após a redução de outros medicamentos antiepilépticos.
6 Reversíveis ou irreversíveis.
7 Esses efeitos são normalmente transitórios e raramente requerem descontinuação da terapia.
8 Inclui pancreatite aguda, incluindo fatalidades.
9 Observada primariamente em crianças.
10 Reversíveis.
11 Com eventos aumentados de hirsutismo, virilismo, acne, alopecia de padrão masculino, andrógeno.
12 Incluindo azoospermia, análise de sêmen anormal, diminuição da contagem de esperma, morfologia anormal dos espermatozoides, aspermia e diminuição da motilidade dos espermatozoides.










Informe ao seu médico, cirurgião dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Comprimido Revestido de Liberação Prolongada /&nbsp;Comprimido Revestido

Uso em idosos

Uma alta porcentagem de pacientes acima de 65 anos relatou ferimentos acidentais, infecção, dor, sonolência e tremor. Não está claro se esses eventos indicam riscos adicionais ou se resultam de doenças preexistentes e uso de medicamentos concomitantes por estes pacientes.

Em pacientes idosos, a dosagem deve ser aumentada mais lentamente, com monitorização regular do consumo de líquidos e alimentos, desidratação, sonolência e outros eventos adversos. Reduções de dose ou descontinuação do medicamento devem ser consideradas em pacientes com menor consumo de líquidos ou alimentos e em pacientes com sonolência excessiva.

Crianças e adolescentes do sexo feminino, mulheres em idade fértil e gestantes

O divalproato de sódio tem um alto potencial de induzir doenças congênitas e crianças expostas ao produto durante a gravidez têm um alto risco de malformações congênitas e distúrbios no desenvolvimento do sistema nervoso.

Verificou- se que o valproato atravessa a barreira placentária tanto em espécies animais como em humanos.

Seu médico deve assegurar que:
  • <li>Que as circunst&#xE2;ncias individuais de cada paciente sejam avaliadas em todos os casos, envolvendo a paciente na discuss&#xE3;o para garantir o seu engajamento, discutir as op&#xE7;&#xF5;es terap&#xEA;uticas e garantir que ela esteja ciente dos riscos e medidas necess&#xE1;rias para redu&#xE7;&#xE3;o dos riscos;</li> <li>O potencial de gravidez seja avaliado para todas as pacientes do sexo feminino;</li> <li>A paciente tenha entendido e reconhecido os riscos de doen&#xE7;as cong&#xEA;nitas e dist&#xFA;rbios no desenvolvimento do sistema nervoso em crian&#xE7;as expostas ao produto durante a gravidez;</li> <li>A paciente tenha entendido a necessidade de se submeter a um exame de gravidez antes do in&#xED;cio do tratamento e durante o tratamento, conforme necessidade;</li> <li>A paciente seja aconselhada em rela&#xE7;&#xE3;o a utiliza&#xE7;&#xE3;o de m&#xE9;todos contraceptivos e que a paciente seja capaz de manter a utiliza&#xE7;&#xE3;o de m&#xE9;todos contraceptivos efetivos sem interrup&#xE7;&#xE3;o durante todo o tratamento com divalproato de s&#xF3;dio;</li> <li>A paciente tenha entendido a necessidade de visitas regulares (pelo menos anualmente) do tratamento pelo m&#xE9;dico especialista em mania, epilepsia e/ou profilaxia da migr&#xE2;nea;</li> <li>A paciente esteja ciente de que deve consultar o m&#xE9;dico assim que tiver planos de engravidar para fazer a transi&#xE7;&#xE3;o do tratamento para uma alternativa apropriada antes da concep&#xE7;&#xE3;o e antes de interromper os m&#xE9;todos contraceptivos;</li> <li>A paciente tenha entendido os perigos e as precau&#xE7;&#xF5;es necess&#xE1;rias associadas ao uso de divalproato de s&#xF3;dio e a necessidade urgente de informar seu m&#xE9;dico caso exista possibilidade de estar gr&#xE1;vida;</li> <li>A paciente tenha recebido um guia do paciente.</li>

Essas condições também devem ser avaliadas para mulheres que não são sexualmente ativas a não ser que o médico considere que existem razões convincentes que indiquem que não existe risco de gravidez.

Crianças e adolescentes do sexo feminino
  • <li>O m&#xE9;dico respons&#xE1;vel deve assegurar que os pais/respons&#xE1;veis pela paciente compreendam a necessidade de informa-lo assim que a paciente utilizando divalproato de s&#xF3;dio fique menstruada pela primeira vez (menarca);</li> <li>O m&#xE9;dico respons&#xE1;vel deve assegurar que os pais/respons&#xE1;veis pela paciente que tenha menstruado pela primeira vez, tenham informa&#xE7;&#xF5;es necess&#xE1;rias sobre os riscos de doen&#xE7;as cong&#xEA;nitas e dist&#xFA;rbios no desenvolvimento do sistema nervoso, incluindo a magnitude desses riscos para crian&#xE7;as expostas ao divalproato de s&#xF3;dio durante a gravidez;</li> <li>ara essas pacientes, o m&#xE9;dico especialista deve reavaliar anualmente a necessidade da terapia com divalproato de s&#xF3;dio e considerar alternativas para o tratamento. Caso o divalproato de s&#xF3;dio seja o &#xFA;nico tratamento adequado, a necessidade de utiliza&#xE7;&#xE3;o de m&#xE9;todos contraceptivos eficazes e todas as outras medidas anteriormente descritas devem ser discutidas com a paciente e os pais/respons&#xE1;veis. O m&#xE9;dico deve realizar todo esfor&#xE7;o necess&#xE1;rio para fazer a transi&#xE7;&#xE3;o do tratamento para uma alternativa apropriada antes que a paciente esteja sexualmente ativa.</li>

A possibilidade de gravidez deve ser excluída antes de iniciar o tratamento com Divalcon.

Contracepção

Mulheres em idade fértil que estejam utilizando divalproato de sódio devem utilizar métodos contraceptivos efetivos sem interrupção durante todo o tratamento com o produto. Essas pacientes devem estar providas de informações completas quanto à prevenção a gravidez e devem ser orientadas quanto ao risco da não utilização de métodos contraceptivos efetivos. Pelo menos 1 método contraceptivo eficaz e único (como dispositivo ou implante intrauterino) ou 2 métodos complementares de contracepção, incluindo um método de barreira, deve ser utilizado. Circunstâncias individuais devem ser avaliadas em todos os casos, envolvendo a paciente na discussão quanto a escolhe do método contraceptivo para garantir o seu engajamento e aderência ao método escolhido. Mesmo que a paciente tenha amenorreia, ela deve seguir todos os conselhos sobre contracepção eficaz.

Revisão anual do tratamento

Deve ser realizada preferencialmente com um médico especialista. O médico deve revisar o tratamento pelo menos anualmente quando o divalproato de sódio foi a escolha mais adequada para a paciente. O médico deverá garantir que a paciente tenha entendido e reconhecido os riscos de malformações congênitas e distúrbios no desenvolvimento neurológico em crianças expostas ao produto em ambiente intrauterino.

Planejamento da gravidez
  • <li>Para a indica&#xE7;&#xE3;o de Epilepsia, caso a paciente estiver planejando engravidar ou engravide, o m&#xE9;dico especialista dever&#xE1; reavaliar o tratamento com divalproato de s&#xF3;dio e considerar alternativas terap&#xEA;uticas. O m&#xE9;dico deve realizar todo esfor&#xE7;o necess&#xE1;rio para fazer a transi&#xE7;&#xE3;o do tratamento para uma alternativa apropriada antes da concep&#xE7;&#xE3;o e antes de interromper os m&#xE9;todos contraceptivos. Se a transi&#xE7;&#xE3;o de tratamento n&#xE3;o for poss&#xED;vel, a paciente dever&#xE1; receber aconselhamento adicional quanto aos riscos do uso de divalproato para o beb&#xEA; para suportar a paciente quanto a decis&#xE3;o de fazer um planejamento familiar. Se, apesar dos riscos conhecidos de divalproato de s&#xF3;dio na gesta&#xE7;&#xE3;o e ap&#xF3;s uma avalia&#xE7;&#xE3;o cuidadosa levando em considera&#xE7;&#xE3;o tratamentos alternativos, em circunst&#xE2;ncias excepcionais a paciente gr&#xE1;vida poder&#xE1; receber divalproato de s&#xF3;dio para o tratamento de epilepsia. Nesse caso recomenda-se que seja prescrita a menor dose eficaz, dividida em diversas doses menores a serem administradas durante o dia. &#xC9; prefer&#xED;vel a escolha da formula&#xE7;&#xE3;o de libera&#xE7;&#xE3;o prolongada para se evitar altos picos de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica.</li> <li>Para as indica&#xE7;&#xF5;es de Mania e Profilaxia da migr&#xE2;nea, se a paciente estiver planejando engravidar, o m&#xE9;dico especialista dever&#xE1; ser consultado e o tratamento com divalproato de s&#xF3;dio dever&#xE1; ser descontinuado e, se necess&#xE1;rio, dever&#xE1; ser feita uma a transi&#xE7;&#xE3;o do tratamento para uma alternativa apropriada antes da concep&#xE7;&#xE3;o e antes de interromper os m&#xE9;todos contraceptivos.</li>

Caso a paciente engravide, ela deve informar ao seu médico imediatamente para que o tratamento seja reavaliado e outras opções sejam consideradas. Durante a gestação, crises tônico-clônicas maternais e estado epiléptico com hipóxia podem acarretar em risco de morte para a mãe e para o bebê.

Todas as pacientes expostas ao divalproato de sódio durante a gestação devem realizar um monitoramento pré-natal especializado para detectar possíveis ocorrências de defeitos no tubo neural ou outras malformações.

As evidências disponíveis não indicam que a suplementação com folato antes da gestação possa prevenir o risco de defeitos no tubo neural, que podem ocorrer em qualquer gestação.

O farmacêutico deve garantir que a paciente seja aconselhada a não descontinuar o tratamento com divalproato de sódio e consultar o médico imediatamente caso esteja planejando engravidar ou engravide.

Materiais educacionais

Como forma de esclarecer os profissionais de saúde e os pacientes quanto à exposição ao divalproato de sódio, a Abbott providenciará materiais educacionais como um Guia Médico para reforçar as precauções do uso do produto. Além disso, providenciará um Guia ao Paciente quanto ao uso em mulher em idade fértil e os detalhes sobre os programas de prevenção à gravidez. O Guia do Paciente deverá estar disponível para todas as pacientes em idade fértil utilizando divalproato de sódio.

Para tratamento de Mania e Epilepsia

Categoria de risco: D: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Más formações congênitas

Filhos de mulheres com epilepsia expostas a monoterapia com divalproato de sódio durante a gravidez apresentaram mais más formações congênitas. Esse risco é maior do que na população em geral (2-3%). Os tipos mais comuns de má formação incluem defeitos do tubo neural, dismorfismo facial, fissura de lábio e palato, crânio-ostenose, problemas cardíacos, defeitos dos rins, vias urinárias e genitálias, defeitos nos membros e múltiplas anomalias envolvendo vários sistemas do corpo.

A exposição no útero ao valproato também pode resultar em deficiência/perda auditiva devido a malformações da orelha e/ou nariz (efeito secundário) e/ou devido à toxicidade direta na função auditiva. Os casos descrevem surdez unilateral e bilateral ou deficiência auditiva. Monitoramento de sinais e sintomas de ototoxicidade é recomendado.

Transtornos de desenvolvimento

A exposição ao divalproato de sódio durante a gestação pode causar efeitos adversos no desenvolvimento mental e físico para a criança exposta. O exato período gestacional predisposto a esses riscos é incerto e a possibilidade do risco durante toda a gestação não pode ser excluída.

Existem dados limitados sobre uso prolongado. Os dados disponíveis sugerem que crianças expostas ao valproato durante a gestação apresentam risco aumentado de desenvolver transtornos de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) comparado com a população em geral.

Risco em neonatos

Casos de síndrome hemorrágica foram relatados muito raramente em recém-nascidos de mães que utilizaram divalproato de sódio durante a gravidez. Essa síndrome hemorrágica está relacionada com trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas do sangue), hipofibrinogenemia (diminuição do fibrinogênio do sangue) e/ou a diminuição de outros fatores de coagulação. A afibrinogenemia (caso em que o sangue não coagula normalmente) também foi relatada e pode ser fatal. A contagem plaquetária, testes e fatores de coagulação devem ser investigados em neonatos.

Casos de hipoglicemia foram relatados em recém-nascidos de mães que utilizaram divalproato de sódio durante o terceiro trimestre da gravidez.

Casos de hipotireoidismo foram relatados em recém-nascidos de mães que utilizaram divalproato de sódio durante a gravidez.

Síndrome de abstinência (por exemplo, irritabilidade, hiperexcitação, agitação, hipercinésia, transtornos de tonicidade, tremor, convulsões e transtornos alimentares) pode ocorrer em recém-nascidos de mães que utilizaram valproato no último trimestre da gravidez.

Lactação

O divalproato de sódio é excretado no leite humano com uma concentração que varia entre 1% a 10% dos níveis séricos maternos. Transtornos hematológicos foram notados em neonatos/crianças lactentes de mães tratadas com valproato. A decisão quanto a descontinuação da amamentação ou da terapia com o medicamento deve ser feita levando em consideração o benefício da amamentação para a criança e o benefício da terapia para a paciente.

Exclusivo Comprimido Revestido de Liberação Prolongada

Uso em crianças

A segurança e a eficácia do divalproato de sódio para a profilaxia da migrânea não foram estudadas em indivíduos abaixo de 18 anos. A segurança e a eficácia do divalproato de sódio para o tratamento de crises parciais complexas, crises de ausência simples e complexa e crises múltiplas, que inclui crise de ausência não foram estudadas em pacientes pediátricos abaixo de 10 anos. O uso de divalproato de sódio de liberação estendida não é recomendado para a prevenção de enxaqueca em crianças. Em pacientes com mais de dois anos de idade que são clinicamente suspeitos de terem uma doença mitocondrial hereditária, divalproato de sódio só deve ser usado após a falha de outros anticonvulsivantes. Crianças com idade inferior a dois anos têm um aumento de risco considerável de desenvolvimento de toxicidade no fígado fatal e esse risco diminui progressivamente em pacientes mais velhos.

Exclusivo Comprimido Revestido

Uso em crianças

A segurança e a eficácia do divalproato de sódio para o tratamento de mania aguda não foram estudadas em indivíduos abaixo de 18 anos, bem como também não foram avaliadas para a profilaxia da enxaqueca em indivíduos abaixo de 16 anos. Crianças com idade inferior a dois anos têm um aumento de risco considerável de desenvolvimento de toxicidade no fígado fatal e esse risco diminui progressivamente em pacientes mais velhos. Em pacientes com mais de dois anos de idade que são clinicamente suspeitos de terem uma doença mitocondrial hereditária, divalproato de sódio só deve ser usado após a falha de outros anticonvulsivantes.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Divalcon?

Se você esquecer de tomar uma dose, tome-a assim que se lembrar. Entretanto, se estiver próximo do horário de tomar a próxima dose do medicamento, pule a dose esquecida.

Não tome dois comprimidos de uma única vez para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Divalcon?

Comprimido Revestido de Liberação Prolongada

Cada comprimido revestido de Divalcon&nbsp;ER 250 mg contém:

Divalproato de sódio 269,10 mg (equivalente a 250 mg de ácido valproico).

Excipientes: hipromelose, celulose microcristalina, dióxido de silício, sorbato de potássio, cobertura Opadry e Opadry II.

Cada comprimido revestido de Divalcon&nbsp;ER 500 mg contém:

Divalproato de sódio 538,10 mg (equivalente a 500 mg de ácido valproico).

Excipientes: hipromelose, celulose microcristalina, lactose monoidratada, dióxido de silício, sorbato de potássio, cobertura Opadry e Opadry II.

Comprimido Revestido

Cada comprimido revestido de Divalcon 250 mg contém:

Divalproato de sódio 269,10 mg (equivalente a 250 mg de ácido valproico).

Excipientes: povidona, amilopectina pré-gelatinizada, sílica gel, talco, dióxido de titânio, ftalato de hidroxipropilmetilcelulose, monoglicerídeos diacetilados, corante amarelo laca FD&C Nº6 e vanilina.

Cada comprimido revestido de Divalcon 500 mg contém:

Divalproato de sódio 538,20 mg (equivalente a 500 mg de ácido valproico).

Excipientes: povidona, amilopectina pré-gelatinizada, sílica gel, talco, dióxido de titânio, ftalato de hidroxipropilmetilcelulose, monoglicerídeos diacetilados, corante vermelho 4R laca, corante azul FD&C nº 2 e vanilina.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Divalcon maior do que a recomendada?

Não tome doses superiores às recomendadas pelo médico.

Doses de Divalcon acima do recomendado podem resultar em sonolência, bloqueio do coração, pressão baixa e colapso/choque circulatório e coma profundo. Nesses casos, o paciente deverá ser encaminhado imediatamente para cuidados médicos.

A presença de teor de sódio na formulação de Divalcon pode resultar em excesso de sódio no sangue quando administrada em dose acima do recomendado.

Em situações de superdosagem, a hemodiálise ou hemodiálise mais hemoperfusão podem resultar em uma remoção significativa do medicamento. O benefício da lavagem gástrica ou vômito irá variar de acordo com o tempo de ingestão.

Medidas de suporte geral devem ser aplicadas, com particular atenção para a manutenção de fluxo urinário adequado.

O uso de naloxona pode ser útil para reverter os efeitos depressores de doses elevadas de valproato de sódio sobre o sistema nervoso central, entretanto, como a naloxona pode, teoricamente reverter os efeitos antiepilépticos do valproato de sódio, deve ser usada com precaução em pacientes epilépticos.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Divalcon com outros remédios?

Medicamentos que administrados junto ao valproato podem alterar sua depuração

  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/ritonavir/bula" target="_blank">Ritonavir</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/fenitoina/bula" target="_blank">fenito&#xED;na</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/carbamazepina/bula" target="_blank">carbamazepina</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/fenobarbital/bula" target="_blank">fenobarbital</a> (ou <a href="https://consultaremedios.com.br/primidona/bula" target="_blank">primidona</a>): aumentam a depura&#xE7;&#xE3;o do valproato.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/antidepressivos/c" target="_blank">Antidepressivos</a>: pouco efeito na depura&#xE7;&#xE3;o do valproato.</li>

Medicamentos com importante potencial de interação quando usados junto ao valproato, levando a alterações das concentrações do valproato no sangue:

  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/acido-acetilsalicilico/bula" target="_blank">&#xC1;cido acetilsalic&#xED;lico</a>: a concentra&#xE7;&#xE3;o de valproato no sangue pode aumentar.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/infeccoes/antibioticos/c" target="_blank">Antibi&#xF3;ticos</a> carbapen&#xEA;micos (ex: ertapenem, imipenem e meropenem): pode levar a redu&#xE7;&#xE3;o significante de valproato no sangue.</li> <li>Contraceptivos hormonais contendo estrog&#xEA;nio: pode haver diminui&#xE7;&#xE3;o de valproato no sangue e aumento das crises epil&#xE9;ticas.</li> <li>Felbamato: pode levar ao aumento de valproato no sangue.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/rifampicina/bula" target="_blank">Rifampicina</a>: pode levar ao aumento de valproato no sangue.</li> <li>Inibidores da protease (ex: lopinavir, ritonavir e outros): podem diminuir os n&#xED;veis de valproato no sangue.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/colestiramina/bula" target="_blank">Colestiramina</a>: pode levar a uma diminui&#xE7;&#xE3;o nos n&#xED;veis de valproato no sangue.</li> <li>Medicamentos para os quais n&#xE3;o foi detectada nenhuma intera&#xE7;&#xE3;o ou com intera&#xE7;&#xE3;o sem relev&#xE2;ncia: <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/antiacidos/c" target="_blank">anti&#xE1;cidos</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">cimetidina</a>, ranitidina, <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-clorpromazina/bula" target="_blank">clorpromazina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/haloperidol/bula" target="_blank">haloperidol</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/paracetamol/bula" target="_blank">paracetamol</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/clozapina/bula" target="_blank">clozapina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/carbonato-de-litio/bula" target="_blank">l&#xED;tio</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/lorazepam/bula" target="_blank">lorazepam</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/olanzapina/bula" target="_blank">olanzapina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/rufinamida/bula" target="_blank">rufinamida</a>.</li>

Medicamentos com outras interações

  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-amitriptilina/bula" target="_blank">Amitriptilina</a>/nortriptilina: o uso concomitante de divalproato de s&#xF3;dio e amitriptilina raramente foi associado com toxicidade. Considerar a diminui&#xE7;&#xE3;o da dose de amitriptilina/nortriptilina na presen&#xE7;a de valproato.</li> <li>Carbamazepina (CBZ)/carbamazepina-10,11-ep&#xF3;xido (CBZ-E): n&#xED;veis sangu&#xED;neos de CBZ diminu&#xED;ram 17% enquanto que os de CBZ-E aumentaram em torno de 45% na administra&#xE7;&#xE3;o em conjunto do divalproato de s&#xF3;dio e da CBZ em pacientes epil&#xE9;pticos.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/clonazepam/bula" target="_blank">Clonazepam</a>: o uso concomitante de divalproato de s&#xF3;dio e de clonazepam pode levar a estado de aus&#xEA;ncia em pacientes com hist&#xF3;ria desse tipo de crises convulsivas.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/diazepam/bula" target="_blank">Diazepam</a>: a administra&#xE7;&#xE3;o conjunta de divalproato de s&#xF3;dio aumentou a fra&#xE7;&#xE3;o livre de diazepam.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/etossuximida/bula" target="_blank">Etossuximida</a>: o divalproato de s&#xF3;dio inibe o metabolismo de etossuximida.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/lamotrigina/bula" target="_blank">Lamotrigina</a>: sua dose dever&#xE1; ser reduzida quando administrada em conjunto com divalproato de s&#xF3;dio.</li> <li>Fenobarbital: o divalproato de s&#xF3;dio inibe o metabolismo do fenobarbital. Todos os pacientes recebendo tratamento concomitante com barbiturato devem ser cuidadosamente monitorizados quanto &#xE0; toxicidade neurol&#xF3;gica.</li> <li>Fenito&#xED;na: H&#xE1; relatos de desencadeamento de crises com a combina&#xE7;&#xE3;o de divalproato de s&#xF3;dio e fenito&#xED;na em pacientes com epilepsia. Se necess&#xE1;rio, deve-se ajustar a dose de fenito&#xED;na de acordo com a situa&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica.</li> <li>Primidona: &#xE9; metabolizada em barbiturato e, portanto, pode tamb&#xE9;m estar envolvida em intera&#xE7;&#xE3;o semelhante &#xE0; do divalproato de s&#xF3;dio com fenobarbital.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/propofol/bula" target="_blank">Propofol</a>: pode ocorrer intera&#xE7;&#xE3;o significante entre divalproato de s&#xF3;dio e propofol, levando a aumento no n&#xED;vel sangu&#xED;neo de propofol. Portanto, quando administrado em conjunto com divalproato de s&#xF3;dio, a dose de propofol deve ser reduzida.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/nimodipino/bula" target="_blank">Nimodipino</a>: tratamento em conjunto com &#xE1;cido valproico pode aumentar a concentra&#xE7;&#xE3;o sangu&#xED;nea de nimodipino at&#xE9; 50%.</li> <li>Tolbutamida: aumento de tolbutamida em pacientes tratados com divalproato de s&#xF3;dio.</li> <li>Topiramato e/ou <a href="https://consultaremedios.com.br/acetazolamida/bula" target="_blank">acetazolamida</a>: administra&#xE7;&#xE3;o em conjunto com divalproato de s&#xF3;dio foi associada a hiperamonemia (excesso de am&#xF4;nia no organismo), e/ou encefalopatia (altera&#xE7;&#xF5;es das fun&#xE7;&#xF5;es do c&#xE9;rebro), al&#xE9;m de hipotermia (queda na temperatura do corpo abaixo do normal). Os sintomas de encefalopatia por hiperamonemia incluem frequentemente altera&#xE7;&#xF5;es agudas no n&#xED;vel de consci&#xEA;ncia e/ou na fun&#xE7;&#xE3;o cognitiva ou v&#xF4;mito. Pessoas com atividade mitocondrial alterada do f&#xED;gado podem requerer maior aten&#xE7;&#xE3;o.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/varfarina-sodica/bula" target="_blank">Varfarina</a>: o divalproato de s&#xF3;dio aumentou a fra&#xE7;&#xE3;o de varfarina no sangue.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/zidovudina/bula" target="_blank">Zidovudina</a>: em alguns pacientes soropositivos para <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/dsts/hiv-aids/c" target="_blank">HIV</a>, a depura&#xE7;&#xE3;o da zidovudina diminuiu ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de divalproato de s&#xF3;dio.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/hemifumarato-de-quetiapina/bula" target="_blank">Quetiapina</a>: a em conjunto com divalproato de s&#xF3;dio pode aumentar o risco de neutropenia (redu&#xE7;&#xE3;o no n&#xFA;mero de neutr&#xF3;filos no sangue) ou leucopenia (redu&#xE7;&#xE3;o no n&#xFA;mero de leuc&#xF3;citos no sangue).</li>

Exame laboratorial

O valproato é eliminado parcialmente pela urina, como metabólito cetônico, o que pode prejudicar a interpretação dos resultados do teste de corpos cetônicos na urina.

Irritação gastrointestinal

Administrar o medicamento juntamente com a alimentação, ou uma elevação gradual da dose a partir de um baixo nível de dose inicial pode evitar a irritação gastrointestinal.

Interação com antibióticos carbapenêmicos

O uso concomitante de INN com antibióticos carbapenêmicos não é recomendado.

Informe ao seu médico ou cirurgião dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Divalcon com alimentos?

Irritação gastrointestinal

Pacientes que apresentam irritação gastrointestinal podem ser beneficiados com a administração do medicamento juntamente com a alimentação, ou com uma elevação paulatina da dose a partir de um baixo nível de dose inicial.

Qual a ação da substância do Divalcon (Divalproato de Sódio)?

Resultados da eficácia

Transtorno Afetivo Bipolar

A eficácia de divalproato de sódio para o tratamento de mania aguda foi demonstrada em dois estudos placebo-controlados de 3 semanas.

Estudo 1:

O primeiro estudo incluiu pacientes adultos que preencheram os critérios do DSM-III-R para transtorno bipolar e que foram hospitalizados por mania aguda.

Além disso, os pacientes tinham histórico de não responder ou não tolerar o tratamento com carbonato de lítio. O divalproato de sódio foi iniciado com doses de 250 mg três vezes ao dia e ajustado para atingir concentrações séricas de valproato em um intervalo de 50 a 100 mcg/mL por 7 dias.

As doses médias de divalproato de sódio para os que completaram este estudo foram 1,118; 1,525 e 2,402 mg/kg/dia no 7o, 14o e 21o dias, respectivamente.

Os pacientes foram avaliados na Escala de Avaliação de Mania de Young (YMRS; pontuação varia de 0 a 60), Brief Psychiatric Rating Scale aumentada (BPRS-A), e a Escala de Avaliação Global (GAS).

A análise das pontuações basais e mudanças da linha de base na semana 3 (última observação/reporte) foram os seguintes:

O divalproato de sódio foi estatisticamente superior ao placebo nos três resultados.

Estudo 2:

O segundo estudo envolveu pacientes adultos que se encaixavam nos critérios estabelecidos (Research Diagnostic Criteria) para o transtorno maníaco e que foram hospitalizadas por mania aguda. Divalproato de sódio foi iniciada com uma dose de 250 mg três vezes ao dia e ajustado dentro de um intervalo de doses de 750 a 2500 mg/dia, ajustado para atingir concentrações séricas de valproato em um intervalo de 40 a 150 mcg/mL. As doses médias de divalproato de sódio para os que completaram este estudo foram 1,116, 1,683 e 2,006 mg/dia nos dias 7, 14 e 21, respectivamente.

O estudo 2 também incluiu um grupo tratado com lítio nos quais as doses de lítio para os que completaram este estudo foram 1,312, 1,869 e 1,984 mg/dia nos dias 7, 14 e 21, respectivamente.

Os pacientes foram avaliados na Escala de Avaliação de Mania (MRS; pontuação varia 11 a 63), e as medidas de resultados primários foram a pontuação total da MRS, e escores de duas subescalas da MRS, ou seja, a Escala de Síndrome de Mania (MSS) e a Escala de Comportamento e Ideação (BIS).

A análise das pontuações basais e mudanças da linha de base na semana 3 (última observação registrada - LOCF) foram os seguintes:

O divalproato de sódio foi estatisticamente superior ao placebo nos três resultados.

Uma análise exploratória para efeito da idade e sexo no resultado não sugerem qualquer resposta diferencial com base na idade ou sexo.

Uma comparação entre a percentagem de pacientes que apresentam redução de ≥ 30% na pontuação dos sintomas da linha de base em cada grupo de tratamento, separadas por estudo, é mostrado na Figura 1 abaixo:

Figura1: Percentagem de pacientes que apresentam redução de ≥ 30% na pontuação dos sintomas da linha de base

*p < 0,05
PBO = placebo
DVPX = divalproato de sódio

Epilepsia

Crises Parciais Complexas (CPC)

A eficácia do divalproato de sódio na redução da incidência de crises parciais complexas (CPC) que ocorrem de forma isolada ou em associação com outros tipos de crises foi estabelecida em dois ensaios controlados usando divalproato desódio comprimidos revestidos.

Em um estudo multiclínico, placebo-controlado, empregado como terapia adjuvante, 144 pacientes que apresentaram oito ou mais CPCs durante oito semanas, por um período de oito semanas de monoterapia com doses de fenitoína ou carbamazepina suficientes para assegurar as concentrações plasmáticas no "intervalo terapêutico", foram randomizados para receber, em adição às suas medicações antiepiléticas originais, divalproato de sódio ou placebo.

Pacientes foram randomizados para prosseguir os estudos para um total de 16 semanas. A Tabela 3 descreve os achados.

A Figura 2 apresenta a proporção de pacientes (eixo X) cuja porcentagem de redução das taxas de crises parciais complexas no início foi pelo menos tão elevada quanto a indicada no eixo Y no estudo de tratamento adjuvante. Uma redução percentual positiva indica uma melhora (ou seja, redução na frequência das crises), enquanto que uma redução percentual negativa indica uma piora. Deste modo, em uma exposição deste tipo, a curva que demonstra um tratamento efetivo é deslocada para a esquerda da curva do placebo. O resultado demonstrou que a proporção de pacientes que atingiram um determinado nível de melhoria com divalproato de sódio foi consistentemente maior do que os pacientes que usaram placebo. Por exemplo, 45% dos pacientes tratados com divalproato de sódio tiveram uma redução na taxa de CPCs maior ou igual a 50%, comparado a 23% de melhoria para os pacientes que usaramplacebo.

Figura 2

O segundo estudo avaliou a capacidade do divalproato de sódio em reduzir a incidência de CPCs como monoterapia antiepilética. O estudo comparou a incidência de CPCs entre os pacientes randomizados para receber altas ou baixas doses de tratamento. Os pacientes foram selecionados para participarem dos estudos somente se:

{"tag":"ol","value":" <li>Apresentassem duas ou mais CPCs por quarto semanas, durante um per&#xED;odo de oito a doze semanas de monoterapia com doses adequadas de antiepil&#xE9;ticos (fenito&#xED;na, carbamazepina, fenobarbital, primidona);&amp;nbsp;</li> <li>Pacientes quepassarampor uma transi&#xE7;&#xE3;o de duas semanas bem sucedida para divalproato de s&#xF3;dio.</li> "}

Os pacientes foram então submetidos à ingestão das doses determinadas, com diminuição gradual da medicação antiepilética concomitante, por um período de 22 semanas. Porém, menos de 50% dos pacientes finalizaram os estudos.

Nos pacientes convertidos à monoterapia com divalproato de sódio, a média total das concentrações de valproato durante a monoterapia foram&nbsp;de 71 e 123 mcg/mL para a dose baixa e dose alta, respectivamente. A Tabela 4 apresenta os achados para todos os pacientes randomizados que passaram por pelo menos uma avaliação pós-randomização.

A Figura 3 apresenta a proporção de pacientes (eixo X) cuja porcentagem de redução nas taxas de crises parciais complexas no início foi pelo menos tão elevada quanto a indicada no eixo Y do estudo monoterápico.

Uma redução percentual positiva indica uma melhora (ou seja, redução na frequência das crises), enquanto que uma redução percentual negativa indica uma piora.

Deste modo, em uma exposição deste tipo, a curva que demonstra um tratamento mais efetivo é deslocada para a esquerda da curva que demonstra um tratamento menos efetivo. Os resultados mostraram que a redução na incidência de CPCs foi significantemente maior quando administrada altas doses de divalproato de sódio. Por exemplo, quando da alteração da monoterapia de carbamazepina, fenitoína, fenobarbital ou primidona para administração de doses elevadas de divalproato de sódio como monoterapia, 63% dos pacientes sofreram nenhuma alteração ou uma redução de taxas de epilepsia parcial complexa, em comparação com 54% dos pacientes que receberam doses mais baixas de divalproato de sódio.

Migrânea

Os resultados de dois estudos clínicos multicêntricos, randomizados, duplo-cego e placebo-controlados, demonstraram a eficácia do divalproato de sódio comprimidos revestidos na profilaxia da enxaqueca. Ambos os estudos empregaram projetos idênticos essenciais e recrutaram pacientes com histórico de crises de enxaqueca, com ou sem aura (com pelo menos seis meses de duração) com pelo menos duas enxaquecas por mês durante os três meses anteriores à inscrição. Pacientes com cefaleia em crises foram excluídos dos estudos. Mulheres em idade fértil foram excluídas de um estudo, mas foram incluídas no outro estudo, desde que comprovassem o uso de um método contraceptivo. Em cada estudo após um período cego com placebo simples-cego de 4 semanas, os pacientes foram randomizados em condições duplo-cego, para divalproato de sódio ou placebo por 12 semanas de tratamento, composta de 4 semanas de titulação da dose seguido de 8 semanas de manutenção da dose. Os resultados do tratamento foram avaliados com base nas taxas de dor de cabeça das 4 semanas durante o tratamento. No primeiro estudo, um total de 107 pacientes (24H, 83M), com idades variando de 26 a 71 anos foram escolhidos ao acaso para a administração de divalproato de sódio ou de placebo, na proporção 2:1. Noventa pacientes completaram os período de manutenção de 8 semanas. A titulação da dose do medicamento, utilizando comprimidos de 250mg, foi individualizada a critério do investigador. Os ajustes foram guiados pelo total de valproato sanguíneo real/simulada a fim de manter o estudo cego. Em pacientes tratados com divalproato de sódio, as doses variaram de 500 a 2500 mg por dia. As doses superiores a 500 mg foram divididas para serem administradas três vezes ao dia. A dose média, durante a fase de tratamento foi de 1,087 mg/dia resultando em uma concentração de valproato total médio de 72,5 mcg/mL, com uma variação de 31-133 mcg/mL.

A taxa de enxaqueca média nas 4 semanas da fase de tratamento foi de 5,7 no grupo de placebo, em comparação com 3,5 no grupo de divalproato de sódio (ver Figura 4). Estas taxas foram significativamente diferentes.

No segundo estudo, um total de 176 pacientes (19 H e 157 M), com idades variando de 17 a 76 anos foram randomizados para um de três grupos de dose de divalproato de sódio (500, 1000, ou 1500 mg/dia) ou placebo.

Os tratamentos foram administrados em duas doses diárias. Cento e trinta e sete pacientes completaram o período de manutenção de 8 semanas. A eficácia foi determinada pela comparação entre a taxa de enxaqueca na 4-semana do grupo 1000/1500 mg/dia e grupo placebo.

A dose inicial foi de 250 mg por dia. O regime foi avançado por 250 mg a cada quatro dias (oito dias para 500 mg/dia), até que a dose aleatória foi alcançado. A dose média até a maior dose durante a fase de tratamento foram de 39,6, 62,5 e 72,5 mcg/ml nos grupos de divalproato de sódio 500, 1000 e 1500 mg/dia, respectivamente.

A taxa de enxaqueca média nas 4 semanas da fase de tratamento, ajustada pelas diferenças nas taxas de referência, foram de 4,5 no grupo placebo, em comparação com 3,3, 3,0 e 3,3 nos grupos de divalproato de sódio de 500, 1.000 e 1.500 mg/dia, respectivamente, com base na intenção de tratar resultados (ver Figura 4). Taxas de enxaqueca no grupo combinade divalproato de sódio 1000/1500 mg foram significativamente menores do que no grupo placebo.

Figura 4: Taxa de enxaqueca média nas 4 semanas

PBO = Placebo
DVPX = divalproato de sódio

Características Farmacológicas

O divalproato de sódio é uma coordenação estável de valproato de sódio e ácido valproico em uma relação molar de 1:1 e formado durante a neutralização parcial do ácido valproico com 0,5 equivalente de hidróxido de sódio.

Farmacodinâmica

O divalproato de sódio é dissociado em íon valproato no trato gastrointestinal.

O mecanismo pelo qual o valproato exerce seu efeito terapêutico não está bem estabelecido. Foi sugerido que sua atividade na epilepsia está relacionada ao aumento das concentrações cerebrais de ácido gama-aminobutírico (GABA).

Farmacocinética

Absorção e biodisponibilidade:

Embora a taxa de absorção do íon valproato possa variar de acordo com a formulação administrada, as condições de uso (jejum ou pós-prandial) e métodos de administração, estas diferenças poderão ter uma menor importância clínica sob as condições do estado de equilíbrio alcançado em uso crônico no tratamento da epilepsia. No entanto, é possível que as diferenças entre os vários produtos de valproato no Tmáx e Cmáx possam ser importantes no início do tratamento. Enquanto a taxa de absorção a partir do trato gastrointestinal e a flutuação das concentrações plasmáticas de valproato variam com o regime de dose e formulação, a eficácia do valproato como anticonvulsivante em uso crônico não é afetada.

Experiências empregando regimes de doses de uma a quatro vezes ao dia, assim como estudos em modelos de epilepsias em primatas envolvendo taxas constantes de infusão, indicam que a biodisponibilidade sistêmica diária total (extensão de absorção) é o principal determinante do controle da convulsão e que as diferenças nas taxas de pico-vale plasmático entre as formulações de valproato não tem consequências conhecidas do ponto de vista clínico. Não é conhecido se as taxas de absorção influenciam a eficácia do valproato no tratamento da mania ou no tratamento da enxaqueca. A coadministração de produtos contendo valproato com alimentos e a substituição entre as várias formas farmacêuticas de divalproato de sódio e ácido valproico provavelmente não causam problemas clínicos no manejo de pacientes com epilepsia. No entanto, algumas mudanças na administração de doses, na adição ou descontinuidade de medicamentos concomitantes, devem ser habitualmente acompanhadas de uma rigorosa monitorização do estado clínico e concentração plasmática do valproato.

Distribuição:

Ligação às proteínas:

A ligação do valproato a proteínas plasmáticas é dependente da concentração e a fração livre aumenta de aproximadamente 10% com concentração de 40 mcg/mL para 18,5% com concentração de 130 mcg/mL. A ligação protéica do valproato é reduzida em idosos, em pacientes com doenças hepáticas crônicas, em pacientes com insuficiência renal e na presença de outros medicamentos (por exemplo, ácido acetilsalicílico). Por outro lado, o valproato pode deslocar algumas drogas ligadas às proteínas (por exemplo: fenitoína, carbamazepina, varfarina e tolbutamida).

Distribuição no SNC:

As concentrações de valproato no fluido cerebroespinhal aproximam-se das concentrações de valproato não ligado às proteínas no plasma (aproximadamente 10% da concentração total).

Metabolismo:

Valproato é metabolizado quase totalmente pelo fígado. Em pacientes adultos sob o regime de monoterapia, 30-50% de uma dose administrada aparece na urina como conjugado glucoronídeo. Beta- oxidação mitocondrial é outra via metabólica importante, contribuindo tipicamente com mais de 40% da dose.

Usualmente, menos de 15 a 20% da dose é eliminada por outros mecanismos oxidativos. Menos de 3% de uma dose administrada é excretada de forma inalterada pela urina. A relação entre dose e concentração total de valproato não é linear, a concentração não aumenta proporcionalmente com a dose, mas aumenta numa extensão menor, devido às proteínas plasmáticas de ligação que se saturam. A cinética do medicamento não ligado é linear.

Eliminação:

A eliminação do divalproato de sódio e de seus metabólitos ocorre principalmente na urina, em uma menor quantidade nas fezes e no ar expirado. Uma pequena quantidade de medicamento não metabolizado é excretada na urina. A média da depuração plasmática e do volume de distribuição para o valproato total são de 0,56 L/h/1,73 m2 e 11 L/1,73 m2, respectivamente. As médias da depuração plasmática e do volume de distribuição para o valproato livre são de 4,6 L/h/1,73 m2 e 92 L/1,73 m2, respectivamente. A meia vida terminal média para a monoterapia com valproato, varia de 9 a 16 horas após a administração oral de 250 a 1000 mg. As estimativas citadas aplicam-se principalmente a pacientes que não estão recebendo medicamentos que afetam os sistemas de metabolização de enzimas hepáticas. Por exemplo, pacientes tomando medicamentos antiepilépticos indutores de enzimas (carbamazepina, fenitoína e fenobarbital) eliminarão o valproato mais rapidamente. Devido a essas alterações na depuração do valproato, a monitorização das concentrações dos antiepilépticos deverá ser mais rigorosa sempre que um outro antiepiléptico for introduzido ou retirado.

Populações especiais

Neonatos:

Crianças nos dois primeiros meses de vida tem uma marcada diminuição na capacidade de eliminação de valproato, quando comparadas com crianças mais velhas e adultos. Isto é um resultado da depuração reduzida (talvez devido ao desenvolvimento tardio de glucuronosiltransferase e outros sistemas de enzimas envolvendo a eliminação do valproato), assim como o volume aumentado de distribuição (em parte devido à diminuição das proteínas de ligação plasmáticas). Por exemplo, em um estudo, a meia-vida em crianças abaixo de dez dias variou de 10 a 67 horas em comparação com uma variação de 7 a 13 horas em crianças maiores que dois meses.

Crianças:

Pacientes pediátricos (entre 3 meses e 10 anos) tem depurações 50% mais altas em relação aos adultos, expressas em peso (isto é, mL/min/kg). Acima dos 10 anos de idade, as crianças tem parâmetros farmacocinéticos que se aproximam dos adultos.

Idosos:

Pacientes idosos (entre 68 e 89 anos) tem uma capacidade diminuída de eliminação de valproato quando comparada com adultos jovens (entre 22 a 26 anos). A depuração intrínseca é reduzida em 39%; a fração livre de valproato aumenta em 44%; portanto, a dosagem inicial deverá ser reduzida em idosos.

Gênero:

Não há diferenças no clearance da droga não ligada quando se ajusta a área de superfície corporal ente homens e mulheres (4,8 ± 0,17 e 4,7 ± 0,07 L/h/1,73m2, respectivamente).

Etnia:

Os efeitos da etnia sobre a cinética do valproato não foram estudados.

Doenças hepáticas:

Doenças hepáticas diminuem a capacidade de eliminação de valproato. Em um estudo, a depuração de valproato livre foi diminuída em 50% em sete pacientes com cirrose e em 16% em quatro pacientes com hepatite aguda, comparada com seis indivíduos saudáveis. Nesse estudo, a meia-vida de valproato foi aumentada de 12 para 18 horas. Doenças hepáticas estão também associadas com o decréscimo das concentrações de albumina e com grandes frações não-ligadas de valproato (aumento de 2 a 2,6 vezes). A monitorização das concentrações totais pode ser enganosa, uma vez que as concentrações livres podem estar substancialmente elevadas nos pacientes com doença hepática enquanto que as concentrações totais podem parecer normais.

Doenças renais:

Uma pequena redução (27%) na depuração de valproato não ligado foi relatada em pacientes com insuficiência renal (depuração de creatinina < 10 mL/minuto). No entanto, a hemodiálise tipicamente reduz as concentrações de valproato em torno de 20%. Portanto, ajustes de doses não são necessários em pacientes com insuficiência renal. A ligação proteica nestes pacientes está substancialmente reduzida; assim, a monitorização das concentrações totais pode ser enganosa.

Níveis plasmáticos e efeitos clínicos:

A relação entre concentração plasmática e resposta clínica não está totalmente esclarecida. Um fator contribuinte é a concentração não linear de valproato ligado à proteína, o qual afeta a depuração da substância. Então, a monitoração do valproato sérico total não pode estabelecer um índice confiável das espécies bioativas de valproato. Por exemplo, tendo em vista que a concentração de valproato é dependente das proteínas de ligação plasmáticas, a fração livre aumenta de aproximadamente 10% em 40 mcg/mL para 18,5% em 130 mcg/mL. Frações livres maiores do que o esperado podem ocorrer em idosos, pacientes hiperlipidêmicos e em pacientes com doenças hepáticas e renais.

Epilepsia:

O intervalo terapêutico na epilepsia é comumente considerado entre 50 e 100 mcg/mL de valproato total, embora alguns pacientes possam ser controlados com menores ou maiores concentrações plasmáticas.

Mania:

Em estudos controlados com placebo em mania aguda, pacientes receberam doses que resultaram em resposta clínica com concentrações plasmáticas entre 50 e 125 mcg/mL.

Como devo armazenar o Divalcon?

Este medicamento deve ser mantido em sua embalagem original. Conservar em temperatura ambiente (15-30ºC). Proteger da luz.

Se armazenado nas condições indicadas, o medicamento se manterá próprio para consumo pelo prazo de validade impresso na embalagem externa.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas

Comprimido Revestido de Liberação Prolongada
Divalcon&nbsp;ER 250 mg

Comprimidos ovaloides de coloração branco a quase branco.

Divalcon&nbsp;ER 500 mg

Comprimidos ovaloides de coloração cinza.

Comprimido Revestido
Divalcon 250 mg

Comprimidos da cor pêssego, ovaloides e odor característico.

Divalcon 500 mg

Comprimidos de coloração pink, ovaloides e com odor característico.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance de crianças.

Apresentações do Divalcon

Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

Comprimido Revestido de Liberação Prolongada

Divalcon&nbsp;ER (divalproato de sódio) comprimido revestido de liberação prolongada de 250 mg

Embalagem com 6, 30 e 60 comprimidos revestidos.

Divalcon&nbsp;ER (divalproato de sódio) comprimido revestido de liberação prolongada de 500 mg

Embalagem com 6, 30 e 60 comprimidos revestidos.

Via oral.

Uso adulto e pediátrico acima de 10 anos.

Comprimido Revestido

Divalcon (divalproato de sódio) comprimido revestido de 250 mg

Embalagem com 30 comprimidos revestidos.

Divalcon (divalproato de sódio) comprimido revestido de 500 mg

Embalagem com 30 comprimidos revestidos.

Via oral.

Uso adulto e pediátrico acima de 10 anos.

Dizeres Legais do Divalcon

Reg. MS: 1.0553.0373

Farm. Resp.:
Graziela Fiorini Soares
CRF-RJ nº 7475

Registrado por:
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rua Michigan, 735
São Paulo - SP
CNPJ 56.998.701/0001-16



Fabricado por:
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rio de Janeiro - RJ
Indústria Brasileira


Embalado por:
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rio de Janeiro – RJ
Indústria Brasileira


Ou

Abbott Laboratories Argentina S.A.
Buenos Aires - Argentina

Abbott Center - Central de Relacionamento com o Cliente
0800 703 1050

Venda sob prescrição médica.

Só pode ser vendido com retenção da receita.

ER 250mg, caixa com 60 comprimidos revestidos de liberação prolongada

Princípio ativo
:
Divalproato De Sódio
Classe Terapêutica
:
Antiepilépticos
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
C1 Branca 2 vias (Venda Sob Prescrição Médica - Este medicamento pode causar Dependência Física ou Psíquica)
Categoria
:
Convulsão E Epilepsia
Especialidade
:
Psiquiatria

Bula do medicamento

Divalcon, para o que é indicado e para o que serve?

Mania

Divalcon é indicado para o tratamento de episódios agudos de mania ou mistos associados ao transtorno afetivo bipolar (TAB), com ou sem características psicóticas, em pacientes adultos.

Os sintomas típicos de um episódio de mania (período no qual o paciente pode apresentar humor anormalmente e persistentemente elevado, expansivo ou irritável) incluem: agitação, diminuição da necessidade de sono, pensamentos acelerados, aceleração do ritmo da fala, hiperatividade motora, fuga de ideias, grandiosidade, prejuízo da crítica, agressividade e possível hostilidade.

Epilepsia

Divalcon é indicado isoladamente ou em combinação a outros medicamentos, no tratamento de pacientes adultos e crianças acima de 10 anos com crises parciais complexas, que ocorrem tanto de forma isolada ou em associação com outros tipos de crises. Também é isoladamente ou em combinação a outros medicamentos no tratamento de quadros de ausência simples e complexa em pacientes adultos e crianças acima de 10 anos, e como terapia adjuvante em adultos e crianças acima de 10 anos com crises de múltiplos tipos, que inclui crises de ausência.

Prevenção da Enxaqueca

Divalcon é indicado à prevenção da enxaqueca em pacientes adultos. Não há evidências de que seja útil no tratamento agudo de enxaquecas.

Quais as contraindicações do Divalcon?

Divalcon é contraindicado para menores de 10 anos de idade.

Divalcon é contraindicado para uso por pacientes com:

  • <li>Conhecida hipersensibilidade ao <a href="https://consultaremedios.com.br/divalproato-de-sodio/bula" target="_blank">divalproato de s&#xF3;dio</a> ou demais componentes da f&#xF3;rmula;</li> <li>Doen&#xE7;a ou disfun&#xE7;&#xE3;o no <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c" target="_blank">f&#xED;gado</a> significativas;</li> <li>Conhecida S&#xED;ndrome de Alpers-Huttenlocher e crian&#xE7;as com menos de 2 anos com suspeita de possuir a S&#xED;ndrome;</li> <li>Dist&#xFA;rbio do ciclo da <a href="https://consultaremedios.com.br/ureia/bula" target="_blank">ureia</a> (DCU) &#x2013; desordem gen&#xE9;tica rara que pode resultar em ac&#xFA;mulo de am&#xF4;nia no sangue;</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/porfiria/" rel="noopener" target="_blank">Porfiria</a> &#x2013; dist&#xFA;rbio gen&#xE9;tico raro que afeta parte da hemoglobina do sangue.</li>

Divalcon é contraindicado na prevenção da enxaqueca em mulheres grávidas e mulheres em idade fértil que não utilizam métodos contraceptivos eficazes durante o tratamento. Quando este medicamento é utilizado para prevenção da enxaqueca o risco de utilização em mulheres grávidas supera claramente qualquer possível benefício da droga.

Categoria de risco: X. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.

A possibilidade de gravidez deve ser excluída antes de iniciar o tratamento com Divalcon.

Como usar o Divalcon?

Comprimido Revestido de Liberação Prolongada

Os comprimidos revestidos de Divalcon&nbsp;ER são de uso oral e devem ser ingeridos uma única vez ao dia. Os comprimidos devem ser ingeridos inteiros, sem serem partidos, nem triturados, nem mastigados.

Crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil

A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista. O tratamento com divalproato de sódio somente deve ser iniciado se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelas. O divalproato de sódio deve ser prescrito e dispensado em conformidade com as medidas de prevenção à gravidez, conforme descrito no item "Quais as contraindicações do Divalcon?" e "Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon?". A dose diária deve ser dividida em, pelo menos, 2 doses individuais.

Mania
Dose inicial recomendada
  • <li>25 mg/kg/dia administrados uma &#xFA;nica vez ao dia. A dose deve ser aumentada pelo m&#xE9;dico o mais r&#xE1;pido poss&#xED;vel para se atingir a dose terap&#xEA;utica mais baixa capaz de produzir o efeito cl&#xED;nico desejado.</li>
Dose máxima recomendada
  • <li>60 mg/kg/dia.</li>

Embora seja senso comum que o tratamento farmacológico após a resposta aguda em mania seja desejável, tanto para a manutenção da resposta inicial quanto para a prevenção de novos episódios maníacos, não há dados obtidos sistematicamente para dar suporte aos benefícios de Divalcon&nbsp;ER no tratamento prolongado (isto é, além de 3 meses).

Epilepsia
Dose inicial recomendada
  • <li>10-15 mg/kg/dia (&#xFA;nica exce&#xE7;&#xE3;o nas crises de aus&#xEA;ncia&#x2013; 15mg/kg/dia). A dose pode ser aumentada pelo m&#xE9;dico, de 5 a 10 mg/kg/semana at&#xE9; a obten&#xE7;&#xE3;o da resposta cl&#xED;nica desejada, administrados uma vez ao dia.</li>
Dose máxima recomendada
  • <li>60 mg/kg/dia.</li>

Em caso de uso em conjunto com outros medicamentos antiepilépticos, as dosagens desses podem ser reduzidas pelo médico em aproximadamente 25% a cada duas semanas. Esta redução pode ser iniciada no começo do tratamento com divalproato de sódio ou atrasada por uma a duas semanas em casos em que exista a preocupação de ocorrência de crises com a redução. A velocidade e duração desta redução do medicamento antiepiléptico concomitante pode ser muito variável e os pacientes devem ser monitorados rigorosamente durante este período com relação a aumento da frequência das convulsões. Seu médico dará a orientação necessária para o seu tratamento.

Interrupção do tratamento

Os anticonvulsivantes não devem ser descontinuados abruptamente nos pacientes para os quais estes fármacos são administrados para prevenir convulsões tipo grande mal, pois há grande possibilidade de precipitar um estado de mal epiléptico, com subsequente má oxigenação cerebral e risco de morte. A interrupção repentina do tratamento com este medicamento cessará o efeito terapêutico, o que poderá ser prejudicial ao paciente devido às características da doença para a qual este medicamento está indicado.

Prevenção da enxaqueca
Dose inicial recomendada
  • <li>500 mg uma vez ao dia (durante uma semana) sendo que alguns pacientes podem se beneficiar com doses de at&#xE9; 1000 mg uma vez ao dia (ap&#xF3;s a primeira semana). Embora doses de Divalcon&amp;nbsp;ER diferentes de 1000 mg uma vez ao dia n&#xE3;o tenham sido avaliadas em pacientes com enxaqueca, a faixa de dose eficaz de divalproato de s&#xF3;dio comprimidos de libera&#xE7;&#xE3;o ent&#xE9;rica varia de 500 a 1000 mg/dia nestes pacientes.</li>

A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista na prevenção da enxaqueca. O tratamento somente deve ser iniciado se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelos pacientes e o risco e o benefício devem ser cuidadosamente reconsiderados nas revisões do tratamento.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, nem aberto e nem mastigado.

Comprimido Revestido

Os comprimidos de Divalcon são para uso oral e devem ser ingeridos inteiros. Os comprimidos não devem ser mastigados nem triturados.

Crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil

A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista. O tratamento com divalproato de sódio somente deve ser iniciado em crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelas pacientes. O divalproato de sódio deve ser prescrito e dispensado em conformidade com as medidas de prevenção à gravidez, conforme descrito no item Quais as contraindicações do Divalcon?" e "Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon?. A dose diária deve ser dividida em, pelo menos, 2 doses individuais.

Mania
Dose inicial recomendada

750 mg/dia administrados em doses divididas. A dose deve ser aumentada pelo médico o mais rápido possível para se atingir a dose terapêutica desejada.

Dose máxima recomendada

60 mg/kg/dia.

Não há dados obtidos sistematicamente para dar suporte aos benefícios de Divalcon no tratamento prolongado (isto é, além de 3 meses).

Epilepsia
Dose inicial recomendada

10-15 mg/kg/dia (única exceção nas crises de ausência – 15mg/kg/dia). A dose pode ser aumentada pelo médico, de 5 a 10 mg/kg/semana até a obtenção da resposta clínica desejada, administrados em doses diárias divididas (2 a 3 vezes ao dia) para alguns pacientes.

Dose máxima recomendada

60 mg/kg/dia.

Em caso de uso em conjunto com outros medicamentos antiepilépticos, as dosagens desses podem ser reduzidas pelo médico em aproximadamente 25% a cada duas semanas. Esta redução pode ser iniciada no começo do tratamento com divalproato de sódio ou atrasada por uma a duas semanas em casos em que exista a preocupação de ocorrência de crises com a redução. A velocidade e duração desta redução do medicamento antiepiléptico concomitante pode ser muito variável e os pacientes devem ser&nbsp;monitorados rigorosamente durante este período com relação a aumento da frequência das convulsões. Seu médico dará a orientação necessária para o seu tratamento.

Interrupção do tratamento

Os anticonvulsivantes não devem ser descontinuados abruptamente nos pacientes para os quais estes fármacos são administrados para prevenir convulsões tipo grande mal, pois há grande possibilidade de precipitar um estado de mal epiléptico, com subsequente má oxigenação cerebral e risco de morte. A interrupção repentina do tratamento com este medicamento cessará o efeito terapêutico, o que poderá ser prejudicial ao paciente devido às características da doença para a qual este medicamento está indicado.

Prevenção da enxaqueca
Dose inicial recomendada:
  • <li>250 mg, duas vezes ao dia (durante uma semana) sendo que alguns pacientes podem se beneficiar com doses de at&#xE9; 1000 mg uma vez ao dia (ap&#xF3;s a primeira semana). A faixa de dose eficaz de Divalcon comprimidos de libera&#xE7;&#xE3;o ent&#xE9;rica varia de 500 a 1000 mg/dia nestes pacientes.</li>

A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista na prevenção da enxaqueca. O tratamento somente deve ser iniciado se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelos pacientes e o risco e o benefício devem ser cuidadosamente reconsiderados nas revisões do tratamento.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, nem aberto e nem mastigado.

Como o Divalcon funciona?

O divalproato de sódio é a substância ativa de Divalcon. O divalproato de sódio é dissociado em íon valproato no trato gastrointestinal.

O tratamento com Divalcon, em alguns casos, pode produzir sinais de melhora já nos primeiros dias de tratamento; em outros casos, é necessário um tempo maior para se alcançar os efeitos benéficos. Seu médico dará a orientação no seu caso.

Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon?

Gerais

Recomenda-se fazer contagem de plaquetas e realização de testes de coagulação antes de iniciar o tratamento e depois, periodicamente, pois pode haver alteração nas plaquetas e coagulação sanguínea. O aparecimento de hemorragia, manchas roxas ou desordem na capacidade natural de coagulação do paciente são indicativos para a redução da dose ou interrupção da terapia.

Divalcon&nbsp;ER pode interagir com medicamentos administrados concomitantemente.

Hepatotoxicidade (toxicidade no fígado) / Disfunção hepática

Houve casos fatais de insuficiência do fígado em pacientes recebendo ácido valproico, usualmente durante os primeiros seis meses de tratamento. Deve-se ter muito cuidado quando o medicamento for administrado em pacientes com história anterior de doença no fígado. Toxicidade no fígado grave ou fatal pode ser precedida por sintomas não específicos, como mal-estar, fraqueza, estado de apatia, inchaço facial, falta de apetite e vômito. Pacientes em uso de múltiplos anticonvulsivantes, crianças, pacientes com doenças metabólicas congênitas, com doença convulsiva grave associada a retardo mental e pacientes com doença cerebral orgânica podem ter um risco particular de desenvolver toxicidade no fígado. A experiência em epilepsia tem indicado que a incidência de hepatotoxicidade fatal diminui consideravelmente, de forma progressiva, em pacientes mais velhos. O medicamento deve ser descontinuado imediatamente na presença de disfunção do fígado significativa, suspeita ou aparente. Em alguns casos, a disfunção do fígado progrediu apesar da descontinuação do medicamento.

Na presença destes sintomas, o médico deve ser imediatamente procurado.

Pancreatite (inflamação no pâncreas)

Pacientes e responsáveis devem estar cientes que dor abdominal, enjoo, vômito e/ou falta de apetite, podem ser sintomas de pancreatite. Na presença destes sintomas, deve-se procurar o médico imediatamente, pois casos de pancreatite envolvendo risco à vida foram relatados tanto em crianças como em adultos que receberam divalproato de sódio. Alguns casos ocorreram logo após o início do uso, e outros após vários anos de uso. Houve casos nos quais a pancreatite recorreu após nova tentativa com divalproato de sódio.

Pacientes com suspeita ou conhecida doença mitocondrial

Insuficiência hepática aguda induzida por valproato e mortes relacionadas à doença hepática têm sido reportadas em pacientes com síndrome neurometabólica hereditária causada por mutação no gene da DNA polimerase γ (POLG, ou seja, Síndrome de Alpers-Huttenlocher) em uma taxa maior do que aqueles sem esta síndrome.

Deve-se suspeitar de desordens relacionadas à POLG em pacientes com histórico familiar ou sintomas sugestivos de uma desordem relacionada à POLG, incluindo, mas não limitado encefalopatia inexplicável, epilepsia refrataria (focal, mioclônica), estado de mal epilético na apresentação, atrasos no desenvolvimento, regressão psicomotora, neuropatia sensomotora axonal, miopatia, ataxia cerebelar, oftalmoplegia, ou migrânea complicada com aura occipital. O teste para mutação de POLG deve ser realizado de acordo com a prática clínica atual para avaliação diagnóstica dessa desordem.

Em pacientes maiores de 2 anos com suspeita clínica de desordem mitocondrial hereditária o divalproato de sódio deve ser usado apenas após tentativa e falha de outro anticonvulsivante. Este grupo mais velho de pacientes deve ser monitorado durante o tratamento com divalproato de sódio para desenvolvimento de lesão hepática aguda com avaliação clínica regular e monitoramento dos testes de função hepática.

Comportamento e ideação suicida

Pacientes tratados com divalproato de sódio devem ser monitorados para emergências ou piora da depressão, pensamentos sobre automutilação, comportamento ou pensamentos suicidas e/ou qualquer mudança incomum de humor ou comportamento. Ideação suicida pode ser uma manifestação de transtornos psiquiátricos preexistentes e pode persistir até que ocorra remissão significante dos sintomas. Existem relatos de aumento no risco de pensamentos e comportamentos suicidas nestes pacientes. Este risco foi observado logo uma semana após o início do tratamento medicamentoso com os antiepilépticos e persistiu durante todo o período em que o tratamento foi avaliado. A supervisão de pacientes de alto risco deve acontecer durante a terapia medicamentosa inicial. Comportamentos suspeitos devem ser informados imediatamente aos profissionais de saúde.

Trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas)

A trombocitopenia pode estar relacionada à dose. O benefício terapêutico que pode acompanhar as maiores doses deverá ser considerado pelo seu médico contra a possibilidade de maior incidência de eventos adversos.

Hiperamonemia (excesso de amônia no organismo)

Foi relatado o excesso de amônia em associação com a terapia com divalproato de sódio e pode estar presente mesmo com testes de função do fígado normais. Pacientes que desenvolverem sinais ou sintomas de alteração das funções do cérebro por aumento de amônia no sangue inexplicável, estado de apatia, vômito e mudanças no status mental durante o tratamento com Divalcon&nbsp;ER devem ser tratados imediatamente, e o nível de amônia deve ser mensurado. Hiperamonemia também deve ser considerada em pacientes que apresentam hipotermia (queda de temperatura do corpo abaixo do normal). Se a amônia estiver elevada, o tratamento deve ser descontinuado.

Elevações sem sintomas de amônia são mais comuns, e quando presentes, requerem monitoramento intensivo dos níveis de amônia no plasma pelo médico. Se a elevação persistir a descontinuação do tratamento deve ser considerada.

Distúrbios do ciclo da ureia (DCU)

Foi relatada encefalopatia hiperamonêmica (alteração das funções do cérebro por aumento de amônia no sangue), algumas vezes fatal, após o início do tratamento com divalproato de sódio em pacientes com distúrbios do ciclo da ureia.

Hipotermia (queda da temperatura central do corpo para menos de 35ºC)

Tem sido relatada associada à terapia com divalproato de sódio, em conjunto e na ausência de hiperamonemia. Esta reação adversa também pode ocorrer em pacientes utilizando topiramato e valproato em conjunto, após o início do tratamento com topiramato ou após o aumento da dose diária de topiramato. Deve ser considerada a interrupção do tratamento em pacientes que desenvolverem hipotermia, a qual pode se manifestar por uma variedade de anormalidades clínicas incluindo letargia (estado de apatia), confusão, coma e alterações significativas em outros sistemas importantes como o cardiovascular e o respiratório.

Atrofia Cerebral / Cerebelar

Houve relatos pós-comercialização, de atrofia (reversível e irreversível) do cérebro e do cerebelo, temporariamente associadas ao uso de produtos que se dissociam em íon valproato. Em alguns casos, a recuperação foi acompanhada por sequelas permanentes. Observou-se prejuízo psicomotor e atraso no desenvolvimento, entre outros problemas neurológicos, em crianças com atrofia cerebral decorrente da exposição ao valproato quando em ambiente intrauterino. As funções motoras e cognitivas dos pacientes devem ser monitoradas rotineiramente e o medicamento deve ser descontinuado nos casos de suspeita ou de aparecimento de sinais de atrofia cerebral.

Reação de hipersensibilidade em múltiplos órgãos

Foram raramente relatadas após o início da terapia com o valproato em adultos e crianças. Os pacientes tipicamente, mas não exclusivamente, apresentaram febre e reações de sensibilidade na pele, com envolvimento de outros órgãos. Outras manifestações associadas podem incluir aumento dos gânglios, inflamação no fígado (hepatite), anormalidade de testes de função do fígado, anormalidades hematológicas, coceira, inflamação dos tecidos do rim, volume menor de urina, síndrome hepatorrenal (envolvendo o fígado e os rins), dor nas articulações e fraqueza. Como o distúrbio é variável em sua expressão, sinais e sintomas de outros órgãos não relacionados aqui podem ocorrer. Se houver suspeita desta reação, o valproato deve ser interrompido e um tratamento alternativo ser iniciado pelo médico.

Agravamento das convulsões

Assim como outras drogas antiepilépticas, alguns pacientes ao invés de apresentar uma melhora no quadro convulsivo, podem apresentar uma piora reversível da frequência e severidade do quadro convulsivo (incluindo o estado epiléptico) ou também o aparecimento de novos tipos de convulsões com valproato.

Em caso de agravamento das convulsões, aconselha-se consultar o seu médico imediatamente.

Aumento do risco de câncer

Não é conhecido até o momento.

Aumento do risco de mutações

Houve algumas evidências de que a frequência de aberrações cromossômicas poderia estar associada com epilepsia.

Fertilidade

A administração de divalproato de sódio pode afetar a fertilidade em homens. Foram relatados casos que indicam que as disfunções relacionadas à fertilidade são reversíveis após a descontinuação do tratamento.

Amenorreia (ausência de menstruação), ovários policísticos e níveis de testosterona elevados foram relatados em mulheres.

Exclusivo Comprimidos Revestidos de Liberação Prolongada: Efeitos teratogênicos (malformações de múltiplos sistemas orgânicos) foram demonstrados em estudos experimenatis com camundongos, ratos e coelhos.

Resíduos de medicamento nas fezes

Foram raramente relatados. É recomendado que a concentração sanguínea de valproato seja checada em pacientes que apresentam resíduos do medicamento nas fezes.

Capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Uma vez que o divalproato de sódio pode produzir alterações do sistema nervoso central, especialmente quando combinado com outras substâncias com efeito semelhante, por exemplo: álcool, os pacientes não devem realizar tarefas de risco, como dirigir veículos ou operar máquinas perigosas, até que se tenha certeza de que não fiquem sonolentos com o uso deste medicamento.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Divalcon?

A classificação da frequência das reações adversas deve seguir os seguintes parâmetros:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\"><strong>Frequ&#xEA;ncia das Rea&#xE7;&#xF5;es Adversas</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:226px\"><strong>Par&#xE2;metros</strong></td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&#x2265; 1/10 (&#x2265; 10%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Muito comum</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&#x2265; 1/100 e &lt; 1/10 (&#x2265; 1% e &lt; 10%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Comum (frequente)</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&#x2265; 1/1.000 e &lt; 1/100 (&#x2265; 0,1% e &lt; 1%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Incomum (infrequente)</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&#x2265; 1/10.000 e &lt; 1/1.000 (&#x2265; 0,01% e &lt; 0,1%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Rara</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&lt; 1/10.000 (&lt; 0,01%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Muito rara</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">N&#xE3;o pode ser estimada</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\"> <p>Desconhecida</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Sistemas</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\"><strong>Frequ&#xEA;ncia</strong></td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Rea&#xE7;&#xE3;o adversa</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xF5;es cong&#xEA;nitas, heredit&#xE1;rias e gen&#xE9;ticas</p> </td> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"text-align:center; width:297px\">M&#xE1;s forma&#xE7;&#xF5;es cong&#xEA;nitas e dist&#xFA;rbios de desenvolvimento &#x2013; ver item &quot;<a href=\"https://consultaremedios.com.br/divalcon-er/p#precautions-collapse\" title=\"+Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon ER?\">Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon ER?</a>&quot;</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Porfiria aguda</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xF5;es do sistema sangu&#xED;neo e linf&#xE1;tico</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Trombocitopenia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c\" target=\"_blank\">Anemia</a>, anemia hipocr&#xF4;mica, leucopenia, trombocitopenia <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/purpura/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">p&#xFA;rpura</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Agranulocitose, defici&#xEA;ncia de anemia folato, anemia macroc&#xED;tica, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/anemia-aplastica\" target=\"_blank\">anemia apl&#xE1;stica</a>, fal&#xEA;ncia da medula &#xF3;ssea, eosinofilia, hipofibrinogenemia, linfocitose, macrocitose, pancitopenia, inibi&#xE7;&#xE3;o da agrega&#xE7;&#xE3;o plaquet&#xE1;ria</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Investiga&#xE7;&#xF5;es</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aumento de peso, perda de peso</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aumento da alanina aminotransferase<sup>1 </sup>, aumento do aspartato aminotransferase, aumento creatinina sangu&#xED;nea, diminui&#xE7;&#xE3;o de folato sangu&#xED;neo, aumento de lactato desidrogenase sangu&#xED;neo<sup>1 </sup>, aumento de ureia sangu&#xED;nea, aumento do n&#xED;vel de droga, anormalidade de testes de fun&#xE7;&#xE3;o do f&#xED;gado<sup>1 </sup>, aumento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/iodo\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/iodo/pa\" target=\"_blank\">iodo</a> ligado &#xE0; prote&#xED;na, diminui&#xE7;&#xE3;o da contagem de gl&#xF3;bulos brancos</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aumento de bilirrubina s&#xE9;rica<sup>1 </sup>, diminui&#xE7;&#xE3;o de carnitina, anormalidade do teste de fun&#xE7;&#xE3;o da <a href=\"https://consultaremedios.com.br/tireoide/c\" target=\"_blank\">tireoide</a></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"4\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o do sistema nervoso</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Muito comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Sonol&#xEA;ncia, tremor</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Amnesia, ataxia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/tontura-o-que-pode-ser/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">tontura</a>, disgeusia, cefaleia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/nistagmo/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">nistagmo</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/parestesia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">parestesia</a>, altera&#xE7;&#xE3;o da fala</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Afasia, incoordena&#xE7;&#xE3;o motora, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/disartria/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">disartria</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-distonia-sintomas-tratamento-tipos-diagnostico-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">distonia</a>, encefalopatia<sup>2 </sup>, hipercinesia, hiperreflexia, hipertonia, hipoestesia, hiporreflexia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-convulsao-o-que-fazer-causas-sintomas-pode-matar/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">convuls&#xE3;o</a><sup>3 </sup>, estupor, discinesia tardia, altera&#xE7;&#xE3;o na vis&#xE3;o</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aster&#xED;xis, atrofia cerebelar<sup>4 </sup>, atrofia cerebral<sup>4 </sup>, desordem cognitiva, coma, desordem extrapiramidal, dist&#xFA;rbio de aten&#xE7;&#xE3;o, defici&#xEA;ncia da mem&#xF3;ria, parkisonismo, hiperatividade psicomotora, habilidades psicomotoras prejudicadas, seda&#xE7;&#xE3;o<sup>5</sup></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o do labirinto e ouvido</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/zumbido-no-ouvido/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Zumbido no ouvido</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Surdez<sup>6 </sup>, dist&#xFA;rbio auditivo, hiperacusia, vertigem</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dor-de-ouvido/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Dor de ouvido</a></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o respirat&#xF3;ria, tor&#xE1;cica e mediastino</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/tosse/c\" target=\"_blank\">Tosse</a>, dispneia, disfonia, epistaxe</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecido</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Efus&#xE3;o pleural</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"4\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o gastrointestinal</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Muito comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">N&#xE1;usea<sup>7</sup></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Dor abdominal, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">constipa&#xE7;&#xE3;o</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c\" target=\"_blank\">diarreia</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dispepsia-indigestao-o-que-e-sintomas-remedios-e-tipos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">dispepsia</a><sup>7 </sup>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/gases/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">flatul&#xEA;ncia</a>, v&#xF4;mitos<sup>7</sup></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Incontin&#xEA;ncia anal, altera&#xE7;&#xE3;o anorretal, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-halitose-mau-halito-causas-tratamento-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">mau h&#xE1;lito</a>, boca seca, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-disfagia-causas-sintomas-tratamento-tem-cura/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">disfagia</a>, eructa&#xE7;&#xE3;o, sangramento gengival, glossite, hemat&#xEA;mese, melena, pancreatite<sup>8 </sup>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-tenesmo-sintomas-tratamento-causas-prevencao-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">tenesmo</a> retal, hipersecre&#xE7;&#xE3;o salivar</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios gengivais, hipertrofia gengivais, aumento da gl&#xE2;ndula par&#xF3;tida</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria e renal</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td></tr></tbody></table>"],"rows":[]}}

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Divalcon?

Se você esquecer de tomar uma dose, tome-a assim que se lembrar. Entretanto, se estiver próximo do horário de tomar a próxima dose do medicamento, pule a dose esquecida.

Não tome dois comprimidos de uma única vez para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

ER 250mg, caixa com 6 comprimidos revestidos de liberação prolongada

Princípio ativo
:
Divalproato De Sódio
Classe Terapêutica
:
Antiepilépticos
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
C1 Branca 2 vias (Venda Sob Prescrição Médica - Este medicamento pode causar Dependência Física ou Psíquica)
Categoria
:
Convulsão E Epilepsia
Especialidade
:
Psiquiatria

Bula do medicamento

Divalcon, para o que é indicado e para o que serve?

Mania

Divalcon é indicado para o tratamento de episódios agudos de mania ou mistos associados ao transtorno afetivo bipolar (TAB), com ou sem características psicóticas, em pacientes adultos.

Os sintomas típicos de um episódio de mania (período no qual o paciente pode apresentar humor anormalmente e persistentemente elevado, expansivo ou irritável) incluem: agitação, diminuição da necessidade de sono, pensamentos acelerados, aceleração do ritmo da fala, hiperatividade motora, fuga de ideias, grandiosidade, prejuízo da crítica, agressividade e possível hostilidade.

Epilepsia

Divalcon é indicado isoladamente ou em combinação a outros medicamentos, no tratamento de pacientes adultos e crianças acima de 10 anos com crises parciais complexas, que ocorrem tanto de forma isolada ou em associação com outros tipos de crises. Também é isoladamente ou em combinação a outros medicamentos no tratamento de quadros de ausência simples e complexa em pacientes adultos e crianças acima de 10 anos, e como terapia adjuvante em adultos e crianças acima de 10 anos com crises de múltiplos tipos, que inclui crises de ausência.

Prevenção da Enxaqueca

Divalcon é indicado à prevenção da enxaqueca em pacientes adultos. Não há evidências de que seja útil no tratamento agudo de enxaquecas.

Quais as contraindicações do Divalcon?

Divalcon é contraindicado para menores de 10 anos de idade.

Divalcon é contraindicado para uso por pacientes com:

  • <li>Conhecida hipersensibilidade ao <a href="https://consultaremedios.com.br/divalproato-de-sodio/bula" target="_blank">divalproato de s&#xF3;dio</a> ou demais componentes da f&#xF3;rmula;</li> <li>Doen&#xE7;a ou disfun&#xE7;&#xE3;o no <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c" target="_blank">f&#xED;gado</a> significativas;</li> <li>Conhecida S&#xED;ndrome de Alpers-Huttenlocher e crian&#xE7;as com menos de 2 anos com suspeita de possuir a S&#xED;ndrome;</li> <li>Dist&#xFA;rbio do ciclo da <a href="https://consultaremedios.com.br/ureia/bula" target="_blank">ureia</a> (DCU) &#x2013; desordem gen&#xE9;tica rara que pode resultar em ac&#xFA;mulo de am&#xF4;nia no sangue;</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/porfiria/" rel="noopener" target="_blank">Porfiria</a> &#x2013; dist&#xFA;rbio gen&#xE9;tico raro que afeta parte da hemoglobina do sangue.</li>

Divalcon é contraindicado na prevenção da enxaqueca em mulheres grávidas e mulheres em idade fértil que não utilizam métodos contraceptivos eficazes durante o tratamento. Quando este medicamento é utilizado para prevenção da enxaqueca o risco de utilização em mulheres grávidas supera claramente qualquer possível benefício da droga.

Categoria de risco: X. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.

A possibilidade de gravidez deve ser excluída antes de iniciar o tratamento com Divalcon.

Como usar o Divalcon?

Comprimido Revestido de Liberação Prolongada

Os comprimidos revestidos de Divalcon&nbsp;ER são de uso oral e devem ser ingeridos uma única vez ao dia. Os comprimidos devem ser ingeridos inteiros, sem serem partidos, nem triturados, nem mastigados.

Crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil

A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista. O tratamento com divalproato de sódio somente deve ser iniciado se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelas. O divalproato de sódio deve ser prescrito e dispensado em conformidade com as medidas de prevenção à gravidez, conforme descrito no item "Quais as contraindicações do Divalcon?" e "Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon?". A dose diária deve ser dividida em, pelo menos, 2 doses individuais.

Mania
Dose inicial recomendada
  • <li>25 mg/kg/dia administrados uma &#xFA;nica vez ao dia. A dose deve ser aumentada pelo m&#xE9;dico o mais r&#xE1;pido poss&#xED;vel para se atingir a dose terap&#xEA;utica mais baixa capaz de produzir o efeito cl&#xED;nico desejado.</li>
Dose máxima recomendada
  • <li>60 mg/kg/dia.</li>

Embora seja senso comum que o tratamento farmacológico após a resposta aguda em mania seja desejável, tanto para a manutenção da resposta inicial quanto para a prevenção de novos episódios maníacos, não há dados obtidos sistematicamente para dar suporte aos benefícios de Divalcon&nbsp;ER no tratamento prolongado (isto é, além de 3 meses).

Epilepsia
Dose inicial recomendada
  • <li>10-15 mg/kg/dia (&#xFA;nica exce&#xE7;&#xE3;o nas crises de aus&#xEA;ncia&#x2013; 15mg/kg/dia). A dose pode ser aumentada pelo m&#xE9;dico, de 5 a 10 mg/kg/semana at&#xE9; a obten&#xE7;&#xE3;o da resposta cl&#xED;nica desejada, administrados uma vez ao dia.</li>
Dose máxima recomendada
  • <li>60 mg/kg/dia.</li>

Em caso de uso em conjunto com outros medicamentos antiepilépticos, as dosagens desses podem ser reduzidas pelo médico em aproximadamente 25% a cada duas semanas. Esta redução pode ser iniciada no começo do tratamento com divalproato de sódio ou atrasada por uma a duas semanas em casos em que exista a preocupação de ocorrência de crises com a redução. A velocidade e duração desta redução do medicamento antiepiléptico concomitante pode ser muito variável e os pacientes devem ser monitorados rigorosamente durante este período com relação a aumento da frequência das convulsões. Seu médico dará a orientação necessária para o seu tratamento.

Interrupção do tratamento

Os anticonvulsivantes não devem ser descontinuados abruptamente nos pacientes para os quais estes fármacos são administrados para prevenir convulsões tipo grande mal, pois há grande possibilidade de precipitar um estado de mal epiléptico, com subsequente má oxigenação cerebral e risco de morte. A interrupção repentina do tratamento com este medicamento cessará o efeito terapêutico, o que poderá ser prejudicial ao paciente devido às características da doença para a qual este medicamento está indicado.

Prevenção da enxaqueca
Dose inicial recomendada
  • <li>500 mg uma vez ao dia (durante uma semana) sendo que alguns pacientes podem se beneficiar com doses de at&#xE9; 1000 mg uma vez ao dia (ap&#xF3;s a primeira semana). Embora doses de Divalcon&amp;nbsp;ER diferentes de 1000 mg uma vez ao dia n&#xE3;o tenham sido avaliadas em pacientes com enxaqueca, a faixa de dose eficaz de divalproato de s&#xF3;dio comprimidos de libera&#xE7;&#xE3;o ent&#xE9;rica varia de 500 a 1000 mg/dia nestes pacientes.</li>

A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista na prevenção da enxaqueca. O tratamento somente deve ser iniciado se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelos pacientes e o risco e o benefício devem ser cuidadosamente reconsiderados nas revisões do tratamento.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, nem aberto e nem mastigado.

Comprimido Revestido

Os comprimidos de Divalcon são para uso oral e devem ser ingeridos inteiros. Os comprimidos não devem ser mastigados nem triturados.

Crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil

A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista. O tratamento com divalproato de sódio somente deve ser iniciado em crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelas pacientes. O divalproato de sódio deve ser prescrito e dispensado em conformidade com as medidas de prevenção à gravidez, conforme descrito no item Quais as contraindicações do Divalcon?" e "Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon?. A dose diária deve ser dividida em, pelo menos, 2 doses individuais.

Mania
Dose inicial recomendada

750 mg/dia administrados em doses divididas. A dose deve ser aumentada pelo médico o mais rápido possível para se atingir a dose terapêutica desejada.

Dose máxima recomendada

60 mg/kg/dia.

Não há dados obtidos sistematicamente para dar suporte aos benefícios de Divalcon no tratamento prolongado (isto é, além de 3 meses).

Epilepsia
Dose inicial recomendada

10-15 mg/kg/dia (única exceção nas crises de ausência – 15mg/kg/dia). A dose pode ser aumentada pelo médico, de 5 a 10 mg/kg/semana até a obtenção da resposta clínica desejada, administrados em doses diárias divididas (2 a 3 vezes ao dia) para alguns pacientes.

Dose máxima recomendada

60 mg/kg/dia.

Em caso de uso em conjunto com outros medicamentos antiepilépticos, as dosagens desses podem ser reduzidas pelo médico em aproximadamente 25% a cada duas semanas. Esta redução pode ser iniciada no começo do tratamento com divalproato de sódio ou atrasada por uma a duas semanas em casos em que exista a preocupação de ocorrência de crises com a redução. A velocidade e duração desta redução do medicamento antiepiléptico concomitante pode ser muito variável e os pacientes devem ser&nbsp;monitorados rigorosamente durante este período com relação a aumento da frequência das convulsões. Seu médico dará a orientação necessária para o seu tratamento.

Interrupção do tratamento

Os anticonvulsivantes não devem ser descontinuados abruptamente nos pacientes para os quais estes fármacos são administrados para prevenir convulsões tipo grande mal, pois há grande possibilidade de precipitar um estado de mal epiléptico, com subsequente má oxigenação cerebral e risco de morte. A interrupção repentina do tratamento com este medicamento cessará o efeito terapêutico, o que poderá ser prejudicial ao paciente devido às características da doença para a qual este medicamento está indicado.

Prevenção da enxaqueca
Dose inicial recomendada:
  • <li>250 mg, duas vezes ao dia (durante uma semana) sendo que alguns pacientes podem se beneficiar com doses de at&#xE9; 1000 mg uma vez ao dia (ap&#xF3;s a primeira semana). A faixa de dose eficaz de Divalcon comprimidos de libera&#xE7;&#xE3;o ent&#xE9;rica varia de 500 a 1000 mg/dia nestes pacientes.</li>

A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista na prevenção da enxaqueca. O tratamento somente deve ser iniciado se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelos pacientes e o risco e o benefício devem ser cuidadosamente reconsiderados nas revisões do tratamento.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, nem aberto e nem mastigado.

Como o Divalcon funciona?

O divalproato de sódio é a substância ativa de Divalcon. O divalproato de sódio é dissociado em íon valproato no trato gastrointestinal.

O tratamento com Divalcon, em alguns casos, pode produzir sinais de melhora já nos primeiros dias de tratamento; em outros casos, é necessário um tempo maior para se alcançar os efeitos benéficos. Seu médico dará a orientação no seu caso.

Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon?

Gerais

Recomenda-se fazer contagem de plaquetas e realização de testes de coagulação antes de iniciar o tratamento e depois, periodicamente, pois pode haver alteração nas plaquetas e coagulação sanguínea. O aparecimento de hemorragia, manchas roxas ou desordem na capacidade natural de coagulação do paciente são indicativos para a redução da dose ou interrupção da terapia.

Divalcon&nbsp;ER pode interagir com medicamentos administrados concomitantemente.

Hepatotoxicidade (toxicidade no fígado) / Disfunção hepática

Houve casos fatais de insuficiência do fígado em pacientes recebendo ácido valproico, usualmente durante os primeiros seis meses de tratamento. Deve-se ter muito cuidado quando o medicamento for administrado em pacientes com história anterior de doença no fígado. Toxicidade no fígado grave ou fatal pode ser precedida por sintomas não específicos, como mal-estar, fraqueza, estado de apatia, inchaço facial, falta de apetite e vômito. Pacientes em uso de múltiplos anticonvulsivantes, crianças, pacientes com doenças metabólicas congênitas, com doença convulsiva grave associada a retardo mental e pacientes com doença cerebral orgânica podem ter um risco particular de desenvolver toxicidade no fígado. A experiência em epilepsia tem indicado que a incidência de hepatotoxicidade fatal diminui consideravelmente, de forma progressiva, em pacientes mais velhos. O medicamento deve ser descontinuado imediatamente na presença de disfunção do fígado significativa, suspeita ou aparente. Em alguns casos, a disfunção do fígado progrediu apesar da descontinuação do medicamento.

Na presença destes sintomas, o médico deve ser imediatamente procurado.

Pancreatite (inflamação no pâncreas)

Pacientes e responsáveis devem estar cientes que dor abdominal, enjoo, vômito e/ou falta de apetite, podem ser sintomas de pancreatite. Na presença destes sintomas, deve-se procurar o médico imediatamente, pois casos de pancreatite envolvendo risco à vida foram relatados tanto em crianças como em adultos que receberam divalproato de sódio. Alguns casos ocorreram logo após o início do uso, e outros após vários anos de uso. Houve casos nos quais a pancreatite recorreu após nova tentativa com divalproato de sódio.

Pacientes com suspeita ou conhecida doença mitocondrial

Insuficiência hepática aguda induzida por valproato e mortes relacionadas à doença hepática têm sido reportadas em pacientes com síndrome neurometabólica hereditária causada por mutação no gene da DNA polimerase γ (POLG, ou seja, Síndrome de Alpers-Huttenlocher) em uma taxa maior do que aqueles sem esta síndrome.

Deve-se suspeitar de desordens relacionadas à POLG em pacientes com histórico familiar ou sintomas sugestivos de uma desordem relacionada à POLG, incluindo, mas não limitado encefalopatia inexplicável, epilepsia refrataria (focal, mioclônica), estado de mal epilético na apresentação, atrasos no desenvolvimento, regressão psicomotora, neuropatia sensomotora axonal, miopatia, ataxia cerebelar, oftalmoplegia, ou migrânea complicada com aura occipital. O teste para mutação de POLG deve ser realizado de acordo com a prática clínica atual para avaliação diagnóstica dessa desordem.

Em pacientes maiores de 2 anos com suspeita clínica de desordem mitocondrial hereditária o divalproato de sódio deve ser usado apenas após tentativa e falha de outro anticonvulsivante. Este grupo mais velho de pacientes deve ser monitorado durante o tratamento com divalproato de sódio para desenvolvimento de lesão hepática aguda com avaliação clínica regular e monitoramento dos testes de função hepática.

Comportamento e ideação suicida

Pacientes tratados com divalproato de sódio devem ser monitorados para emergências ou piora da depressão, pensamentos sobre automutilação, comportamento ou pensamentos suicidas e/ou qualquer mudança incomum de humor ou comportamento. Ideação suicida pode ser uma manifestação de transtornos psiquiátricos preexistentes e pode persistir até que ocorra remissão significante dos sintomas. Existem relatos de aumento no risco de pensamentos e comportamentos suicidas nestes pacientes. Este risco foi observado logo uma semana após o início do tratamento medicamentoso com os antiepilépticos e persistiu durante todo o período em que o tratamento foi avaliado. A supervisão de pacientes de alto risco deve acontecer durante a terapia medicamentosa inicial. Comportamentos suspeitos devem ser informados imediatamente aos profissionais de saúde.

Trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas)

A trombocitopenia pode estar relacionada à dose. O benefício terapêutico que pode acompanhar as maiores doses deverá ser considerado pelo seu médico contra a possibilidade de maior incidência de eventos adversos.

Hiperamonemia (excesso de amônia no organismo)

Foi relatado o excesso de amônia em associação com a terapia com divalproato de sódio e pode estar presente mesmo com testes de função do fígado normais. Pacientes que desenvolverem sinais ou sintomas de alteração das funções do cérebro por aumento de amônia no sangue inexplicável, estado de apatia, vômito e mudanças no status mental durante o tratamento com Divalcon&nbsp;ER devem ser tratados imediatamente, e o nível de amônia deve ser mensurado. Hiperamonemia também deve ser considerada em pacientes que apresentam hipotermia (queda de temperatura do corpo abaixo do normal). Se a amônia estiver elevada, o tratamento deve ser descontinuado.

Elevações sem sintomas de amônia são mais comuns, e quando presentes, requerem monitoramento intensivo dos níveis de amônia no plasma pelo médico. Se a elevação persistir a descontinuação do tratamento deve ser considerada.

Distúrbios do ciclo da ureia (DCU)

Foi relatada encefalopatia hiperamonêmica (alteração das funções do cérebro por aumento de amônia no sangue), algumas vezes fatal, após o início do tratamento com divalproato de sódio em pacientes com distúrbios do ciclo da ureia.

Hipotermia (queda da temperatura central do corpo para menos de 35ºC)

Tem sido relatada associada à terapia com divalproato de sódio, em conjunto e na ausência de hiperamonemia. Esta reação adversa também pode ocorrer em pacientes utilizando topiramato e valproato em conjunto, após o início do tratamento com topiramato ou após o aumento da dose diária de topiramato. Deve ser considerada a interrupção do tratamento em pacientes que desenvolverem hipotermia, a qual pode se manifestar por uma variedade de anormalidades clínicas incluindo letargia (estado de apatia), confusão, coma e alterações significativas em outros sistemas importantes como o cardiovascular e o respiratório.

Atrofia Cerebral / Cerebelar

Houve relatos pós-comercialização, de atrofia (reversível e irreversível) do cérebro e do cerebelo, temporariamente associadas ao uso de produtos que se dissociam em íon valproato. Em alguns casos, a recuperação foi acompanhada por sequelas permanentes. Observou-se prejuízo psicomotor e atraso no desenvolvimento, entre outros problemas neurológicos, em crianças com atrofia cerebral decorrente da exposição ao valproato quando em ambiente intrauterino. As funções motoras e cognitivas dos pacientes devem ser monitoradas rotineiramente e o medicamento deve ser descontinuado nos casos de suspeita ou de aparecimento de sinais de atrofia cerebral.

Reação de hipersensibilidade em múltiplos órgãos

Foram raramente relatadas após o início da terapia com o valproato em adultos e crianças. Os pacientes tipicamente, mas não exclusivamente, apresentaram febre e reações de sensibilidade na pele, com envolvimento de outros órgãos. Outras manifestações associadas podem incluir aumento dos gânglios, inflamação no fígado (hepatite), anormalidade de testes de função do fígado, anormalidades hematológicas, coceira, inflamação dos tecidos do rim, volume menor de urina, síndrome hepatorrenal (envolvendo o fígado e os rins), dor nas articulações e fraqueza. Como o distúrbio é variável em sua expressão, sinais e sintomas de outros órgãos não relacionados aqui podem ocorrer. Se houver suspeita desta reação, o valproato deve ser interrompido e um tratamento alternativo ser iniciado pelo médico.

Agravamento das convulsões

Assim como outras drogas antiepilépticas, alguns pacientes ao invés de apresentar uma melhora no quadro convulsivo, podem apresentar uma piora reversível da frequência e severidade do quadro convulsivo (incluindo o estado epiléptico) ou também o aparecimento de novos tipos de convulsões com valproato.

Em caso de agravamento das convulsões, aconselha-se consultar o seu médico imediatamente.

Aumento do risco de câncer

Não é conhecido até o momento.

Aumento do risco de mutações

Houve algumas evidências de que a frequência de aberrações cromossômicas poderia estar associada com epilepsia.

Fertilidade

A administração de divalproato de sódio pode afetar a fertilidade em homens. Foram relatados casos que indicam que as disfunções relacionadas à fertilidade são reversíveis após a descontinuação do tratamento.

Amenorreia (ausência de menstruação), ovários policísticos e níveis de testosterona elevados foram relatados em mulheres.

Exclusivo Comprimidos Revestidos de Liberação Prolongada: Efeitos teratogênicos (malformações de múltiplos sistemas orgânicos) foram demonstrados em estudos experimenatis com camundongos, ratos e coelhos.

Resíduos de medicamento nas fezes

Foram raramente relatados. É recomendado que a concentração sanguínea de valproato seja checada em pacientes que apresentam resíduos do medicamento nas fezes.

Capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Uma vez que o divalproato de sódio pode produzir alterações do sistema nervoso central, especialmente quando combinado com outras substâncias com efeito semelhante, por exemplo: álcool, os pacientes não devem realizar tarefas de risco, como dirigir veículos ou operar máquinas perigosas, até que se tenha certeza de que não fiquem sonolentos com o uso deste medicamento.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Divalcon?

A classificação da frequência das reações adversas deve seguir os seguintes parâmetros:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\"><strong>Frequ&#xEA;ncia das Rea&#xE7;&#xF5;es Adversas</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:226px\"><strong>Par&#xE2;metros</strong></td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&#x2265; 1/10 (&#x2265; 10%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Muito comum</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&#x2265; 1/100 e &lt; 1/10 (&#x2265; 1% e &lt; 10%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Comum (frequente)</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&#x2265; 1/1.000 e &lt; 1/100 (&#x2265; 0,1% e &lt; 1%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Incomum (infrequente)</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&#x2265; 1/10.000 e &lt; 1/1.000 (&#x2265; 0,01% e &lt; 0,1%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Rara</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&lt; 1/10.000 (&lt; 0,01%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Muito rara</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">N&#xE3;o pode ser estimada</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\"> <p>Desconhecida</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Sistemas</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\"><strong>Frequ&#xEA;ncia</strong></td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Rea&#xE7;&#xE3;o adversa</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xF5;es cong&#xEA;nitas, heredit&#xE1;rias e gen&#xE9;ticas</p> </td> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"text-align:center; width:297px\">M&#xE1;s forma&#xE7;&#xF5;es cong&#xEA;nitas e dist&#xFA;rbios de desenvolvimento &#x2013; ver item &quot;<a href=\"https://consultaremedios.com.br/divalcon-er/p#precautions-collapse\" title=\"+Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon ER?\">Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon ER?</a>&quot;</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Porfiria aguda</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xF5;es do sistema sangu&#xED;neo e linf&#xE1;tico</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Trombocitopenia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c\" target=\"_blank\">Anemia</a>, anemia hipocr&#xF4;mica, leucopenia, trombocitopenia <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/purpura/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">p&#xFA;rpura</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Agranulocitose, defici&#xEA;ncia de anemia folato, anemia macroc&#xED;tica, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/anemia-aplastica\" target=\"_blank\">anemia apl&#xE1;stica</a>, fal&#xEA;ncia da medula &#xF3;ssea, eosinofilia, hipofibrinogenemia, linfocitose, macrocitose, pancitopenia, inibi&#xE7;&#xE3;o da agrega&#xE7;&#xE3;o plaquet&#xE1;ria</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Investiga&#xE7;&#xF5;es</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aumento de peso, perda de peso</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aumento da alanina aminotransferase<sup>1 </sup>, aumento do aspartato aminotransferase, aumento creatinina sangu&#xED;nea, diminui&#xE7;&#xE3;o de folato sangu&#xED;neo, aumento de lactato desidrogenase sangu&#xED;neo<sup>1 </sup>, aumento de ureia sangu&#xED;nea, aumento do n&#xED;vel de droga, anormalidade de testes de fun&#xE7;&#xE3;o do f&#xED;gado<sup>1 </sup>, aumento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/iodo\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/iodo/pa\" target=\"_blank\">iodo</a> ligado &#xE0; prote&#xED;na, diminui&#xE7;&#xE3;o da contagem de gl&#xF3;bulos brancos</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aumento de bilirrubina s&#xE9;rica<sup>1 </sup>, diminui&#xE7;&#xE3;o de carnitina, anormalidade do teste de fun&#xE7;&#xE3;o da <a href=\"https://consultaremedios.com.br/tireoide/c\" target=\"_blank\">tireoide</a></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"4\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o do sistema nervoso</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Muito comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Sonol&#xEA;ncia, tremor</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Amnesia, ataxia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/tontura-o-que-pode-ser/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">tontura</a>, disgeusia, cefaleia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/nistagmo/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">nistagmo</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/parestesia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">parestesia</a>, altera&#xE7;&#xE3;o da fala</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Afasia, incoordena&#xE7;&#xE3;o motora, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/disartria/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">disartria</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-distonia-sintomas-tratamento-tipos-diagnostico-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">distonia</a>, encefalopatia<sup>2 </sup>, hipercinesia, hiperreflexia, hipertonia, hipoestesia, hiporreflexia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-convulsao-o-que-fazer-causas-sintomas-pode-matar/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">convuls&#xE3;o</a><sup>3 </sup>, estupor, discinesia tardia, altera&#xE7;&#xE3;o na vis&#xE3;o</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aster&#xED;xis, atrofia cerebelar<sup>4 </sup>, atrofia cerebral<sup>4 </sup>, desordem cognitiva, coma, desordem extrapiramidal, dist&#xFA;rbio de aten&#xE7;&#xE3;o, defici&#xEA;ncia da mem&#xF3;ria, parkisonismo, hiperatividade psicomotora, habilidades psicomotoras prejudicadas, seda&#xE7;&#xE3;o<sup>5</sup></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o do labirinto e ouvido</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/zumbido-no-ouvido/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Zumbido no ouvido</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Surdez<sup>6 </sup>, dist&#xFA;rbio auditivo, hiperacusia, vertigem</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dor-de-ouvido/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Dor de ouvido</a></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o respirat&#xF3;ria, tor&#xE1;cica e mediastino</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/tosse/c\" target=\"_blank\">Tosse</a>, dispneia, disfonia, epistaxe</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecido</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Efus&#xE3;o pleural</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"4\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o gastrointestinal</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Muito comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">N&#xE1;usea<sup>7</sup></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Dor abdominal, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">constipa&#xE7;&#xE3;o</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c\" target=\"_blank\">diarreia</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dispepsia-indigestao-o-que-e-sintomas-remedios-e-tipos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">dispepsia</a><sup>7 </sup>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/gases/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">flatul&#xEA;ncia</a>, v&#xF4;mitos<sup>7</sup></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Incontin&#xEA;ncia anal, altera&#xE7;&#xE3;o anorretal, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-halitose-mau-halito-causas-tratamento-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">mau h&#xE1;lito</a>, boca seca, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-disfagia-causas-sintomas-tratamento-tem-cura/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">disfagia</a>, eructa&#xE7;&#xE3;o, sangramento gengival, glossite, hemat&#xEA;mese, melena, pancreatite<sup>8 </sup>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-tenesmo-sintomas-tratamento-causas-prevencao-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">tenesmo</a> retal, hipersecre&#xE7;&#xE3;o salivar</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios gengivais, hipertrofia gengivais, aumento da gl&#xE2;ndula par&#xF3;tida</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria e renal</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Hemat&#xFA;ria, urg&#xEA;ncia em urinar, poli&#xFA;ria, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/incontinencia-urinaria/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">incontin&#xEA;ncia urin&#xE1;ria</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/enurese/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Enurese</a>, s&#xED;ndrome Fanconi<sup>9 </sup>, fal&#xEA;ncia renal, nefrite do t&#xFA;bulo-intersticial</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o nos tecidos e pele</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/queda-de-cabelo-e-calvicie/c\" target=\"_blank\">Alopecia</a><sup>10</sup>, equimose, prurido,<em> rash</em> cut&#xE2;neo</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/acne/c\" target=\"_blank\">Acne</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/dermatites/c\" target=\"_blank\">dermatite</a> esfoliativa, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/pele-seca\" target=\"_blank\">pele seca</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/eczema/c\" target=\"_blank\">eczema</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/eritema-nodoso/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">eritema nodoso</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/hiperidrose/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hiperidrose</a>, altera&#xE7;&#xE3;o na unha, pet&#xE9;quias, seborreia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Vasculite cut&#xE2;nea, s&#xED;ndrome de hipersensibilidade sist&#xEA;mica a drogas (S&#xED;ndrome DRESS ou SHSD), eritema multiforme, altera&#xE7;&#xE3;o do cabelo, altera&#xE7;&#xE3;o do leito ungueal, rea&#xE7;&#xE3;o de fotossensibilidade, s&#xED;ndrome de Stevens-Johnson, necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o tecidos conectivos e muscular esquel&#xE9;tico</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/espasmo-muscular/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Espasmo muscular</a>, convuls&#xE3;o muscular, fraqueza muscular</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Diminui&#xE7;&#xE3;o da densidade &#xF3;ssea, dor &#xF3;ssea, osteopenia, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-dos-ossos/osteoporose/c\" target=\"_blank\">osteoporose</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/rabdomiolise/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">rabdomi&#xF3;lise</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o end&#xF3;crina</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Hiperandrogenismo<sup>11</sup>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/tireoide/hipotireoidismo/c\" target=\"_blank\">hipotireoidismo</a>, secre&#xE7;&#xE3;o inapropriada de horm&#xF4;nio antidiur&#xE9;tico</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo e nutri&#xE7;&#xE3;o</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite, Aumento do apetite</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/hipercalemia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Hipercalemia</a>, hipernatremia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/hipoglicemia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hipoglicemia</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/hiponatremia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hiponatremia</a>, hipoproteinemia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Defici&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/biotina\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/biotina/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">biotina</a>, dislipidemia, hiperamonemia, resist&#xEA;ncia &#xE0; insulina, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/obesidade/c\" target=\"_blank\">obesidade</a></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Neoplasias benignas, malignas e n&#xE3;o espec&#xED;ficas (incluem cistos e p&#xF3;lipos)</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hemangioma-no-figado-coluna-e-mais-tratamento-tem-cura/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Hemangioma</a> de pele</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecido</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">S&#xED;ndrome mielodispl&#xE1;stica</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Desordens vasculares</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomuns</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Hipotens&#xE3;o</a> ortost&#xE1;tica, Pallor, desordem vascular periferal, vasodilata&#xE7;&#xE3;o</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"4\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xF5;es gerais e condi&#xE7;&#xF5;es de administra&#xE7;&#xE3;o local</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Muito comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Astenia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o na marcha, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-tipos-cerebral-pulmonar-etc-e-tratamento/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">edema</a> perif&#xE9;rico</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dor-no-peito/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Dor no peito</a>, edema facial, pirexia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Hipotermia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o hepatobiliar</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Hepatotoxicidade</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o na mama e sistema reprodutivo</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Amenorreia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dismenorreia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">dismenorreia</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/disfuncao-eretil/c\" target=\"_blank\">disfun&#xE7;&#xE3;o er&#xE9;til</a>, menorragia, altera&#xE7;&#xE3;o menstrual, metrorragia, hemorragia vaginal</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aumento das mamas, galactorr&#xE9;ia, infertilidade masculina<sup>12 </sup>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/menstruacao-irregular/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">menstrua&#xE7;&#xE3;o irregular</a>, ov&#xE1;rio polic&#xED;stico</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o psiqui&#xE1;trica</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Sonhos anormais, labilidade emocional, estado de confus&#xE3;o, depress&#xE3;o, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/insonia/c\" target=\"_blank\">ins&#xF4;nia</a>, nervosismo, pensamento anormal</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Agita&#xE7;&#xE3;o, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/ansiedade/c\" target=\"_blank\">ansiedade</a>, apatia, catatonia, del&#xED;rio, humor euf&#xF3;rico, alucina&#xE7;&#xE3;o, hostilidade, transtorno de personalidade</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecido</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Comportamento anormal, agress&#xE3;o, ang&#xFA;stia emocional, transtorno de aprendizagem, transtorno psic&#xF3;tico</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o card&#xED;aca</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Bradicardia, parada card&#xED;aca, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> congestiva, taquicardia</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o nos olhos</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Ambliopia, diplopia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Cromatopsia, olho ressecado, dist&#xFA;rbio ocular, dor nos olhos, desordem da lacrimal, miose, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/fotofobia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">fotofobia</a>, defici&#xEA;ncia visual</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o do <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-imunologico/c\" target=\"_blank\">sistema imunol&#xF3;gico</a></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Rea&#xE7;&#xE3;o anafil&#xE1;tica, hipersensibilidade</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xE3;o e infesta&#xE7;&#xF5;es</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xE3;o</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/bronquite/c\" target=\"_blank\">Bronquite</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/furunculo/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">fur&#xFA;nculo</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/gastroenterite/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">gastroenterite</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/herpes/c\" target=\"_blank\">herpes</a> simples, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/c\" target=\"_blank\">gripe</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/rinite/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">rinite</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/sinusite/c\" target=\"_blank\">sinusite</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/doenca-nos-ouvidos/otite/c\" target=\"_blank\">Otite</a> m&#xE9;dia, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/pneumonia/c\" target=\"_blank\">pneumonia</a>, infec&#xE7;&#xE3;o do trato urin&#xE1;rio</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Les&#xE3;o, intoxica&#xE7;&#xE3;o e complica&#xE7;&#xF5;es processuais</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Les&#xE3;o</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

1 Pode refletir em uma potencial hepatotoxicidade séria.
2 Encefalopatia com ou sem febre foi identificada pouco tempo após a introdução de monoterapia com divalproato de sódio sem evidência de disfunção hepática ou altos níveis plasmáticos inapropriados de valproato. Apesar da recuperação ser efetiva com a descontinuação do medicamento, houve casos fatais em pacientes com encefalopatia hiperamônica, particularmente em pacientes com distúrbio do ciclo de ureia subjacente. Encefalopatia na ausência de níveis elevados de amônia também foi observada.
3 Considerar crises graves e verificar item "Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon ER?".
4 Reversíveis e irreversíveis. Atrofia cerebral também foi observada em crianças expostas ao divalproato de sódio em ambiente uterino que levou a diversas formas de eventos neurológicos, incluindo atrasos de desenvolvimento e prejuízo psicomotor.
5 Observado que pacientes recebendo somente divalproato de sódio mas ocorreu em sua maioria em pacientes recebendo terapia combinada. Sedação normalmente diminui após a redução de outros medicamentos antiepilépticos.
6 Reversíveis ou irreversíveis.
7 Esses efeitos são normalmente transitórios e raramente requerem descontinuação da terapia.
8 Inclui pancreatite aguda, incluindo fatalidades.
9 Observada primariamente em crianças.
10 Reversíveis.
11 Com eventos aumentados de hirsutismo, virilismo, acne, alopecia de padrão masculino, andrógeno.
12 Incluindo azoospermia, análise de sêmen anormal, diminuição da contagem de esperma, morfologia anormal dos espermatozoides, aspermia e diminuição da motilidade dos espermatozoides.










Informe ao seu médico, cirurgião dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Comprimido Revestido de Liberação Prolongada /&nbsp;Comprimido Revestido

Uso em idosos

Uma alta porcentagem de pacientes acima de 65 anos relatou ferimentos acidentais, infecção, dor, sonolência e tremor. Não está claro se esses eventos indicam riscos adicionais ou se resultam de doenças preexistentes e uso de medicamentos concomitantes por estes pacientes.

Em pacientes idosos, a dosagem deve ser aumentada mais lentamente, com monitorização regular do consumo de líquidos e alimentos, desidratação, sonolência e outros eventos adversos. Reduções de dose ou descontinuação do medicamento devem ser consideradas em pacientes com menor consumo de líquidos ou alimentos e em pacientes com sonolência excessiva.

Crianças e adolescentes do sexo feminino, mulheres em idade fértil e gestantes

O divalproato de sódio tem um alto potencial de induzir doenças congênitas e crianças expostas ao produto durante a gravidez têm um alto risco de malformações congênitas e distúrbios no desenvolvimento do sistema nervoso.

Verificou- se que o valproato atravessa a barreira placentária tanto em espécies animais como em humanos.

Seu médico deve assegurar que:
  • <li>Que as circunst&#xE2;ncias individuais de cada paciente sejam avaliadas em todos os casos, envolvendo a paciente na discuss&#xE3;o para garantir o seu engajamento, discutir as op&#xE7;&#xF5;es terap&#xEA;uticas e garantir que ela esteja ciente dos riscos e medidas necess&#xE1;rias para redu&#xE7;&#xE3;o dos riscos;</li> <li>O potencial de gravidez seja avaliado para todas as pacientes do sexo feminino;</li> <li>A paciente tenha entendido e reconhecido os riscos de doen&#xE7;as cong&#xEA;nitas e dist&#xFA;rbios no desenvolvimento do sistema nervoso em crian&#xE7;as expostas ao produto durante a gravidez;</li> <li>A paciente tenha entendido a necessidade de se submeter a um exame de gravidez antes do in&#xED;cio do tratamento e durante o tratamento, conforme necessidade;</li> <li>A paciente seja aconselhada em rela&#xE7;&#xE3;o a utiliza&#xE7;&#xE3;o de m&#xE9;todos contraceptivos e que a paciente seja capaz de manter a utiliza&#xE7;&#xE3;o de m&#xE9;todos contraceptivos efetivos sem interrup&#xE7;&#xE3;o durante todo o tratamento com divalproato de s&#xF3;dio;</li> <li>A paciente tenha entendido a necessidade de visitas regulares (pelo menos anualmente) do tratamento pelo m&#xE9;dico especialista em mania, epilepsia e/ou profilaxia da migr&#xE2;nea;</li> <li>A paciente esteja ciente de que deve consultar o m&#xE9;dico assim que tiver planos de engravidar para fazer a transi&#xE7;&#xE3;o do tratamento para uma alternativa apropriada antes da concep&#xE7;&#xE3;o e antes de interromper os m&#xE9;todos contraceptivos;</li> <li>A paciente tenha entendido os perigos e as precau&#xE7;&#xF5;es necess&#xE1;rias associadas ao uso de divalproato de s&#xF3;dio e a necessidade urgente de informar seu m&#xE9;dico caso exista possibilidade de estar gr&#xE1;vida;</li> <li>A paciente tenha recebido um guia do paciente.</li>

Essas condições também devem ser avaliadas para mulheres que não são sexualmente ativas a não ser que o médico considere que existem razões convincentes que indiquem que não existe risco de gravidez.

Crianças e adolescentes do sexo feminino
  • <li>O m&#xE9;dico respons&#xE1;vel deve assegurar que os pais/respons&#xE1;veis pela paciente compreendam a necessidade de informa-lo assim que a paciente utilizando divalproato de s&#xF3;dio fique menstruada pela primeira vez (menarca);</li> <li>O m&#xE9;dico respons&#xE1;vel deve assegurar que os pais/respons&#xE1;veis pela paciente que tenha menstruado pela primeira vez, tenham informa&#xE7;&#xF5;es necess&#xE1;rias sobre os riscos de doen&#xE7;as cong&#xEA;nitas e dist&#xFA;rbios no desenvolvimento do sistema nervoso, incluindo a magnitude desses riscos para crian&#xE7;as expostas ao divalproato de s&#xF3;dio durante a gravidez;</li> <li>ara essas pacientes, o m&#xE9;dico especialista deve reavaliar anualmente a necessidade da terapia com divalproato de s&#xF3;dio e considerar alternativas para o tratamento. Caso o divalproato de s&#xF3;dio seja o &#xFA;nico tratamento adequado, a necessidade de utiliza&#xE7;&#xE3;o de m&#xE9;todos contraceptivos eficazes e todas as outras medidas anteriormente descritas devem ser discutidas com a paciente e os pais/respons&#xE1;veis. O m&#xE9;dico deve realizar todo esfor&#xE7;o necess&#xE1;rio para fazer a transi&#xE7;&#xE3;o do tratamento para uma alternativa apropriada antes que a paciente esteja sexualmente ativa.</li>

A possibilidade de gravidez deve ser excluída antes de iniciar o tratamento com Divalcon.

Contracepção

Mulheres em idade fértil que estejam utilizando divalproato de sódio devem utilizar métodos contraceptivos efetivos sem interrupção durante todo o tratamento com o produto. Essas pacientes devem estar providas de informações completas quanto à prevenção a gravidez e devem ser orientadas quanto ao risco da não utilização de métodos contraceptivos efetivos. Pelo menos 1 método contraceptivo eficaz e único (como dispositivo ou implante intrauterino) ou 2 métodos complementares de contracepção, incluindo um método de barreira, deve ser utilizado. Circunstâncias individuais devem ser avaliadas em todos os casos, envolvendo a paciente na discussão quanto a escolhe do método contraceptivo para garantir o seu engajamento e aderência ao método escolhido. Mesmo que a paciente tenha amenorreia, ela deve seguir todos os conselhos sobre contracepção eficaz.

Revisão anual do tratamento

Deve ser realizada preferencialmente com um médico especialista. O médico deve revisar o tratamento pelo menos anualmente quando o divalproato de sódio foi a escolha mais adequada para a paciente. O médico deverá garantir que a paciente tenha entendido e reconhecido os riscos de malformações congênitas e distúrbios no desenvolvimento neurológico em crianças expostas ao produto em ambiente intrauterino.

Planejamento da gravidez
  • <li>Para a indica&#xE7;&#xE3;o de Epilepsia, caso a paciente estiver planejando engravidar ou engravide, o m&#xE9;dico especialista dever&#xE1; reavaliar o tratamento com divalproato de s&#xF3;dio e considerar alternativas terap&#xEA;uticas. O m&#xE9;dico deve realizar todo esfor&#xE7;o necess&#xE1;rio para fazer a transi&#xE7;&#xE3;o do tratamento para uma alternativa apropriada antes da concep&#xE7;&#xE3;o e antes de interromper os m&#xE9;todos contraceptivos. Se a transi&#xE7;&#xE3;o de tratamento n&#xE3;o for poss&#xED;vel, a paciente dever&#xE1; receber aconselhamento adicional quanto aos riscos do uso de divalproato para o beb&#xEA; para suportar a paciente quanto a decis&#xE3;o de fazer um planejamento familiar. Se, apesar dos riscos conhecidos de divalproato de s&#xF3;dio na gesta&#xE7;&#xE3;o e ap&#xF3;s uma avalia&#xE7;&#xE3;o cuidadosa levando em considera&#xE7;&#xE3;o tratamentos alternativos, em circunst&#xE2;ncias excepcionais a paciente gr&#xE1;vida poder&#xE1; receber divalproato de s&#xF3;dio para o tratamento de epilepsia. Nesse caso recomenda-se que seja prescrita a menor dose eficaz, dividida em diversas doses menores a serem administradas durante o dia. &#xC9; prefer&#xED;vel a escolha da formula&#xE7;&#xE3;o de libera&#xE7;&#xE3;o prolongada para se evitar altos picos de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica.</li> <li>Para as indica&#xE7;&#xF5;es de Mania e Profilaxia da migr&#xE2;nea, se a paciente estiver planejando engravidar, o m&#xE9;dico especialista dever&#xE1; ser consultado e o tratamento com divalproato de s&#xF3;dio dever&#xE1; ser descontinuado e, se necess&#xE1;rio, dever&#xE1; ser feita uma a transi&#xE7;&#xE3;o do tratamento para uma alternativa apropriada antes da concep&#xE7;&#xE3;o e antes de interromper os m&#xE9;todos contraceptivos.</li>

Caso a paciente engravide, ela deve informar ao seu médico imediatamente para que o tratamento seja reavaliado e outras opções sejam consideradas. Durante a gestação, crises tônico-clônicas maternais e estado epiléptico com hipóxia podem acarretar em risco de morte para a mãe e para o bebê.

Todas as pacientes expostas ao divalproato de sódio durante a gestação devem realizar um monitoramento pré-natal especializado para detectar possíveis ocorrências de defeitos no tubo neural ou outras malformações.

As evidências disponíveis não indicam que a suplementação com folato antes da gestação possa prevenir o risco de defeitos no tubo neural, que podem ocorrer em qualquer gestação.

O farmacêutico deve garantir que a paciente seja aconselhada a não descontinuar o tratamento com divalproato de sódio e consultar o médico imediatamente caso esteja planejando engravidar ou engravide.

Materiais educacionais

Como forma de esclarecer os profissionais de saúde e os pacientes quanto à exposição ao divalproato de sódio, a Abbott providenciará materiais educacionais como um Guia Médico para reforçar as precauções do uso do produto. Além disso, providenciará um Guia ao Paciente quanto ao uso em mulher em idade fértil e os detalhes sobre os programas de prevenção à gravidez. O Guia do Paciente deverá estar disponível para todas as pacientes em idade fértil utilizando divalproato de sódio.

Para tratamento de Mania e Epilepsia

Categoria de risco: D: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Más formações congênitas

Filhos de mulheres com epilepsia expostas a monoterapia com divalproato de sódio durante a gravidez apresentaram mais más formações congênitas. Esse risco é maior do que na população em geral (2-3%). Os tipos mais comuns de má formação incluem defeitos do tubo neural, dismorfismo facial, fissura de lábio e palato, crânio-ostenose, problemas cardíacos, defeitos dos rins, vias urinárias e genitálias, defeitos nos membros e múltiplas anomalias envolvendo vários sistemas do corpo.

A exposição no útero ao valproato também pode resultar em deficiência/perda auditiva devido a malformações da orelha e/ou nariz (efeito secundário) e/ou devido à toxicidade direta na função auditiva. Os casos descrevem surdez unilateral e bilateral ou deficiência auditiva. Monitoramento de sinais e sintomas de ototoxicidade é recomendado.

Transtornos de desenvolvimento

A exposição ao divalproato de sódio durante a gestação pode causar efeitos adversos no desenvolvimento mental e físico para a criança exposta. O exato período gestacional predisposto a esses riscos é incerto e a possibilidade do risco durante toda a gestação não pode ser excluída.

Existem dados limitados sobre uso prolongado. Os dados disponíveis sugerem que crianças expostas ao valproato durante a gestação apresentam risco aumentado de desenvolver transtornos de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) comparado com a população em geral.

Risco em neonatos

Casos de síndrome hemorrágica foram relatados muito raramente em recém-nascidos de mães que utilizaram divalproato de sódio durante a gravidez. Essa síndrome hemorrágica está relacionada com trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas do sangue), hipofibrinogenemia (diminuição do fibrinogênio do sangue) e/ou a diminuição de outros fatores de coagulação. A afibrinogenemia (caso em que o sangue não coagula normalmente) também foi relatada e pode ser fatal. A contagem plaquetária, testes e fatores de coagulação devem ser investigados em neonatos.

Casos de hipoglicemia foram relatados em recém-nascidos de mães que utilizaram divalproato de sódio durante o terceiro trimestre da gravidez.

Casos de hipotireoidismo foram relatados em recém-nascidos de mães que utilizaram divalproato de sódio durante a gravidez.

Síndrome de abstinência (por exemplo, irritabilidade, hiperexcitação, agitação, hipercinésia, transtornos de tonicidade, tremor, convulsões e transtornos alimentares) pode ocorrer em recém-nascidos de mães que utilizaram valproato no último trimestre da gravidez.

Lactação

O divalproato de sódio é excretado no leite humano com uma concentração que varia entre 1% a 10% dos níveis séricos maternos. Transtornos hematológicos foram notados em neonatos/crianças lactentes de mães tratadas com valproato. A decisão quanto a descontinuação da amamentação ou da terapia com o medicamento deve ser feita levando em consideração o benefício da amamentação para a criança e o benefício da terapia para a paciente.

Exclusivo Comprimido Revestido de Liberação Prolongada

Uso em crianças

A segurança e a eficácia do divalproato de sódio para a profilaxia da migrânea não foram estudadas em indivíduos abaixo de 18 anos. A segurança e a eficácia do divalproato de sódio para o tratamento de crises parciais complexas, crises de ausência simples e complexa e crises múltiplas, que inclui crise de ausência não foram estudadas em pacientes pediátricos abaixo de 10 anos. O uso de divalproato de sódio de liberação estendida não é recomendado para a prevenção de enxaqueca em crianças. Em pacientes com mais de dois anos de idade que são clinicamente suspeitos de terem uma doença mitocondrial hereditária, divalproato de sódio só deve ser usado após a falha de outros anticonvulsivantes. Crianças com idade inferior a dois anos têm um aumento de risco considerável de desenvolvimento de toxicidade no fígado fatal e esse risco diminui progressivamente em pacientes mais velhos.

Exclusivo Comprimido Revestido

Uso em crianças

A segurança e a eficácia do divalproato de sódio para o tratamento de mania aguda não foram estudadas em indivíduos abaixo de 18 anos, bem como também não foram avaliadas para a profilaxia da enxaqueca em indivíduos abaixo de 16 anos. Crianças com idade inferior a dois anos têm um aumento de risco considerável de desenvolvimento de toxicidade no fígado fatal e esse risco diminui progressivamente em pacientes mais velhos. Em pacientes com mais de dois anos de idade que são clinicamente suspeitos de terem uma doença mitocondrial hereditária, divalproato de sódio só deve ser usado após a falha de outros anticonvulsivantes.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Divalcon?

Se você esquecer de tomar uma dose, tome-a assim que se lembrar. Entretanto, se estiver próximo do horário de tomar a próxima dose do medicamento, pule a dose esquecida.

Não tome dois comprimidos de uma única vez para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Divalcon?

Comprimido Revestido de Liberação Prolongada

Cada comprimido revestido de Divalcon&nbsp;ER 250 mg contém:

Divalproato de sódio 269,10 mg (equivalente a 250 mg de ácido valproico).

Excipientes: hipromelose, celulose microcristalina, dióxido de silício, sorbato de potássio, cobertura Opadry e Opadry II.

Cada comprimido revestido de Divalcon&nbsp;ER 500 mg contém:

Divalproato de sódio 538,10 mg (equivalente a 500 mg de ácido valproico).

Excipientes: hipromelose, celulose microcristalina, lactose monoidratada, dióxido de silício, sorbato de potássio, cobertura Opadry e Opadry II.

Comprimido Revestido

Cada comprimido revestido de Divalcon 250 mg contém:

Divalproato de sódio 269,10 mg (equivalente a 250 mg de ácido valproico).

Excipientes: povidona, amilopectina pré-gelatinizada, sílica gel, talco, dióxido de titânio, ftalato de hidroxipropilmetilcelulose, monoglicerídeos diacetilados, corante amarelo laca FD&C Nº6 e vanilina.

Cada comprimido revestido de Divalcon 500 mg contém:

Divalproato de sódio 538,20 mg (equivalente a 500 mg de ácido valproico).

Excipientes: povidona, amilopectina pré-gelatinizada, sílica gel, talco, dióxido de titânio, ftalato de hidroxipropilmetilcelulose, monoglicerídeos diacetilados, corante vermelho 4R laca, corante azul FD&C nº 2 e vanilina.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Divalcon maior do que a recomendada?

Não tome doses superiores às recomendadas pelo médico.

Doses de Divalcon acima do recomendado podem resultar em sonolência, bloqueio do coração, pressão baixa e colapso/choque circulatório e coma profundo. Nesses casos, o paciente deverá ser encaminhado imediatamente para cuidados médicos.

A presença de teor de sódio na formulação de Divalcon pode resultar em excesso de sódio no sangue quando administrada em dose acima do recomendado.

Em situações de superdosagem, a hemodiálise ou hemodiálise mais hemoperfusão podem resultar em uma remoção significativa do medicamento. O benefício da lavagem gástrica ou vômito irá variar de acordo com o tempo de ingestão.

Medidas de suporte geral devem ser aplicadas, com particular atenção para a manutenção de fluxo urinário adequado.

O uso de naloxona pode ser útil para reverter os efeitos depressores de doses elevadas de valproato de sódio sobre o sistema nervoso central, entretanto, como a naloxona pode, teoricamente reverter os efeitos antiepilépticos do valproato de sódio, deve ser usada com precaução em pacientes epilépticos.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Divalcon com outros remédios?

Medicamentos que administrados junto ao valproato podem alterar sua depuração

  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/ritonavir/bula" target="_blank">Ritonavir</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/fenitoina/bula" target="_blank">fenito&#xED;na</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/carbamazepina/bula" target="_blank">carbamazepina</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/fenobarbital/bula" target="_blank">fenobarbital</a> (ou <a href="https://consultaremedios.com.br/primidona/bula" target="_blank">primidona</a>): aumentam a depura&#xE7;&#xE3;o do valproato.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/antidepressivos/c" target="_blank">Antidepressivos</a>: pouco efeito na depura&#xE7;&#xE3;o do valproato.</li>

Medicamentos com importante potencial de interação quando usados junto ao valproato, levando a alterações das concentrações do valproato no sangue:

  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/acido-acetilsalicilico/bula" target="_blank">&#xC1;cido acetilsalic&#xED;lico</a>: a concentra&#xE7;&#xE3;o de valproato no sangue pode aumentar.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/infeccoes/antibioticos/c" target="_blank">Antibi&#xF3;ticos</a> carbapen&#xEA;micos (ex: ertapenem, imipenem e meropenem): pode levar a redu&#xE7;&#xE3;o significante de valproato no sangue.</li> <li>Contraceptivos hormonais contendo estrog&#xEA;nio: pode haver diminui&#xE7;&#xE3;o de valproato no sangue e aumento das crises epil&#xE9;ticas.</li> <li>Felbamato: pode levar ao aumento de valproato no sangue.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/rifampicina/bula" target="_blank">Rifampicina</a>: pode levar ao aumento de valproato no sangue.</li> <li>Inibidores da protease (ex: lopinavir, ritonavir e outros): podem diminuir os n&#xED;veis de valproato no sangue.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/colestiramina/bula" target="_blank">Colestiramina</a>: pode levar a uma diminui&#xE7;&#xE3;o nos n&#xED;veis de valproato no sangue.</li> <li>Medicamentos para os quais n&#xE3;o foi detectada nenhuma intera&#xE7;&#xE3;o ou com intera&#xE7;&#xE3;o sem relev&#xE2;ncia: <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/antiacidos/c" target="_blank">anti&#xE1;cidos</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">cimetidina</a>, ranitidina, <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-clorpromazina/bula" target="_blank">clorpromazina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/haloperidol/bula" target="_blank">haloperidol</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/paracetamol/bula" target="_blank">paracetamol</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/clozapina/bula" target="_blank">clozapina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/carbonato-de-litio/bula" target="_blank">l&#xED;tio</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/lorazepam/bula" target="_blank">lorazepam</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/olanzapina/bula" target="_blank">olanzapina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/rufinamida/bula" target="_blank">rufinamida</a>.</li>

Medicamentos com outras interações

  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-amitriptilina/bula" target="_blank">Amitriptilina</a>/nortriptilina: o uso concomitante de divalproato de s&#xF3;dio e amitriptilina raramente foi associado com toxicidade. Considerar a diminui&#xE7;&#xE3;o da dose de amitriptilina/nortriptilina na presen&#xE7;a de valproato.</li> <li>Carbamazepina (CBZ)/carbamazepina-10,11-ep&#xF3;xido (CBZ-E): n&#xED;veis sangu&#xED;neos de CBZ diminu&#xED;ram 17% enquanto que os de CBZ-E aumentaram em torno de 45% na administra&#xE7;&#xE3;o em conjunto do divalproato de s&#xF3;dio e da CBZ em pacientes epil&#xE9;pticos.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/clonazepam/bula" target="_blank">Clonazepam</a>: o uso concomitante de divalproato de s&#xF3;dio e de clonazepam pode levar a estado de aus&#xEA;ncia em pacientes com hist&#xF3;ria desse tipo de crises convulsivas.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/diazepam/bula" target="_blank">Diazepam</a>: a administra&#xE7;&#xE3;o conjunta de divalproato de s&#xF3;dio aumentou a fra&#xE7;&#xE3;o livre de diazepam.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/etossuximida/bula" target="_blank">Etossuximida</a>: o divalproato de s&#xF3;dio inibe o metabolismo de etossuximida.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/lamotrigina/bula" target="_blank">Lamotrigina</a>: sua dose dever&#xE1; ser reduzida quando administrada em conjunto com divalproato de s&#xF3;dio.</li> <li>Fenobarbital: o divalproato de s&#xF3;dio inibe o metabolismo do fenobarbital. Todos os pacientes recebendo tratamento concomitante com barbiturato devem ser cuidadosamente monitorizados quanto &#xE0; toxicidade neurol&#xF3;gica.</li> <li>Fenito&#xED;na: H&#xE1; relatos de desencadeamento de crises com a combina&#xE7;&#xE3;o de divalproato de s&#xF3;dio e fenito&#xED;na em pacientes com epilepsia. Se necess&#xE1;rio, deve-se ajustar a dose de fenito&#xED;na de acordo com a situa&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica.</li> <li>Primidona: &#xE9; metabolizada em barbiturato e, portanto, pode tamb&#xE9;m estar envolvida em intera&#xE7;&#xE3;o semelhante &#xE0; do divalproato de s&#xF3;dio com fenobarbital.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/propofol/bula" target="_blank">Propofol</a>: pode ocorrer intera&#xE7;&#xE3;o significante entre divalproato de s&#xF3;dio e propofol, levando a aumento no n&#xED;vel sangu&#xED;neo de propofol. Portanto, quando administrado em conjunto com divalproato de s&#xF3;dio, a dose de propofol deve ser reduzida.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/nimodipino/bula" target="_blank">Nimodipino</a>: tratamento em conjunto com &#xE1;cido valproico pode aumentar a concentra&#xE7;&#xE3;o sangu&#xED;nea de nimodipino at&#xE9; 50%.</li> <li>Tolbutamida: aumento de tolbutamida em pacientes tratados com divalproato de s&#xF3;dio.</li> <li>Topiramato e/ou <a href="https://consultaremedios.com.br/acetazolamida/bula" target="_blank">acetazolamida</a>: administra&#xE7;&#xE3;o em conjunto com divalproato de s&#xF3;dio foi associada a hiperamonemia (excesso de am&#xF4;nia no organismo), e/ou encefalopatia (altera&#xE7;&#xF5;es das fun&#xE7;&#xF5;es do c&#xE9;rebro), al&#xE9;m de hipotermia (queda na temperatura do corpo abaixo do normal). Os sintomas de encefalopatia por hiperamonemia incluem frequentemente altera&#xE7;&#xF5;es agudas no n&#xED;vel de consci&#xEA;ncia e/ou na fun&#xE7;&#xE3;o cognitiva ou v&#xF4;mito. Pessoas com atividade mitocondrial alterada do f&#xED;gado podem requerer maior aten&#xE7;&#xE3;o.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/varfarina-sodica/bula" target="_blank">Varfarina</a>: o divalproato de s&#xF3;dio aumentou a fra&#xE7;&#xE3;o de varfarina no sangue.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/zidovudina/bula" target="_blank">Zidovudina</a>: em alguns pacientes soropositivos para <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/dsts/hiv-aids/c" target="_blank">HIV</a>, a depura&#xE7;&#xE3;o da zidovudina diminuiu ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de divalproato de s&#xF3;dio.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/hemifumarato-de-quetiapina/bula" target="_blank">Quetiapina</a>: a em conjunto com divalproato de s&#xF3;dio pode aumentar o risco de neutropenia (redu&#xE7;&#xE3;o no n&#xFA;mero de neutr&#xF3;filos no sangue) ou leucopenia (redu&#xE7;&#xE3;o no n&#xFA;mero de leuc&#xF3;citos no sangue).</li>

Exame laboratorial

O valproato é eliminado parcialmente pela urina, como metabólito cetônico, o que pode prejudicar a interpretação dos resultados do teste de corpos cetônicos na urina.

Irritação gastrointestinal

Administrar o medicamento juntamente com a alimentação, ou uma elevação gradual da dose a partir de um baixo nível de dose inicial pode evitar a irritação gastrointestinal.

Interação com antibióticos carbapenêmicos

O uso concomitante de INN com antibióticos carbapenêmicos não é recomendado.

Informe ao seu médico ou cirurgião dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Divalcon com alimentos?

Irritação gastrointestinal

Pacientes que apresentam irritação gastrointestinal podem ser beneficiados com a administração do medicamento juntamente com a alimentação, ou com uma elevação paulatina da dose a partir de um baixo nível de dose inicial.

Qual a ação da substância do Divalcon (Divalproato de Sódio)?

Resultados da eficácia

Transtorno Afetivo Bipolar

A eficácia de divalproato de sódio para o tratamento de mania aguda foi demonstrada em dois estudos placebo-controlados de 3 semanas.

Estudo 1:

O primeiro estudo incluiu pacientes adultos que preencheram os critérios do DSM-III-R para transtorno bipolar e que foram hospitalizados por mania aguda.

Além disso, os pacientes tinham histórico de não responder ou não tolerar o tratamento com carbonato de lítio. O divalproato de sódio foi iniciado com doses de 250 mg três vezes ao dia e ajustado para atingir concentrações séricas de valproato em um intervalo de 50 a 100 mcg/mL por 7 dias.

As doses médias de divalproato de sódio para os que completaram este estudo foram 1,118; 1,525 e 2,402 mg/kg/dia no 7o, 14o e 21o dias, respectivamente.

Os pacientes foram avaliados na Escala de Avaliação de Mania de Young (YMRS; pontuação varia de 0 a 60), Brief Psychiatric Rating Scale aumentada (BPRS-A), e a Escala de Avaliação Global (GAS).

A análise das pontuações basais e mudanças da linha de base na semana 3 (última observação/reporte) foram os seguintes:

O divalproato de sódio foi estatisticamente superior ao placebo nos três resultados.

Estudo 2:

O segundo estudo envolveu pacientes adultos que se encaixavam nos critérios estabelecidos (Research Diagnostic Criteria) para o transtorno maníaco e que foram hospitalizadas por mania aguda. Divalproato de sódio foi iniciada com uma dose de 250 mg três vezes ao dia e ajustado dentro de um intervalo de doses de 750 a 2500 mg/dia, ajustado para atingir concentrações séricas de valproato em um intervalo de 40 a 150 mcg/mL. As doses médias de divalproato de sódio para os que completaram este estudo foram 1,116, 1,683 e 2,006 mg/dia nos dias 7, 14 e 21, respectivamente.

O estudo 2 também incluiu um grupo tratado com lítio nos quais as doses de lítio para os que completaram este estudo foram 1,312, 1,869 e 1,984 mg/dia nos dias 7, 14 e 21, respectivamente.

Os pacientes foram avaliados na Escala de Avaliação de Mania (MRS; pontuação varia 11 a 63), e as medidas de resultados primários foram a pontuação total da MRS, e escores de duas subescalas da MRS, ou seja, a Escala de Síndrome de Mania (MSS) e a Escala de Comportamento e Ideação (BIS).

A análise das pontuações basais e mudanças da linha de base na semana 3 (última observação registrada - LOCF) foram os seguintes:

O divalproato de sódio foi estatisticamente superior ao placebo nos três resultados.

Uma análise exploratória para efeito da idade e sexo no resultado não sugerem qualquer resposta diferencial com base na idade ou sexo.

Uma comparação entre a percentagem de pacientes que apresentam redução de ≥ 30% na pontuação dos sintomas da linha de base em cada grupo de tratamento, separadas por estudo, é mostrado na Figura 1 abaixo:

Figura1: Percentagem de pacientes que apresentam redução de ≥ 30% na pontuação dos sintomas da linha de base

*p < 0,05
PBO = placebo
DVPX = divalproato de sódio

Epilepsia

Crises Parciais Complexas (CPC)

A eficácia do divalproato de sódio na redução da incidência de crises parciais complexas (CPC) que ocorrem de forma isolada ou em associação com outros tipos de crises foi estabelecida em dois ensaios controlados usando divalproato desódio comprimidos revestidos.

Em um estudo multiclínico, placebo-controlado, empregado como terapia adjuvante, 144 pacientes que apresentaram oito ou mais CPCs durante oito semanas, por um período de oito semanas de monoterapia com doses de fenitoína ou carbamazepina suficientes para assegurar as concentrações plasmáticas no "intervalo terapêutico", foram randomizados para receber, em adição às suas medicações antiepiléticas originais, divalproato de sódio ou placebo.

Pacientes foram randomizados para prosseguir os estudos para um total de 16 semanas. A Tabela 3 descreve os achados.

A Figura 2 apresenta a proporção de pacientes (eixo X) cuja porcentagem de redução das taxas de crises parciais complexas no início foi pelo menos tão elevada quanto a indicada no eixo Y no estudo de tratamento adjuvante. Uma redução percentual positiva indica uma melhora (ou seja, redução na frequência das crises), enquanto que uma redução percentual negativa indica uma piora. Deste modo, em uma exposição deste tipo, a curva que demonstra um tratamento efetivo é deslocada para a esquerda da curva do placebo. O resultado demonstrou que a proporção de pacientes que atingiram um determinado nível de melhoria com divalproato de sódio foi consistentemente maior do que os pacientes que usaram placebo. Por exemplo, 45% dos pacientes tratados com divalproato de sódio tiveram uma redução na taxa de CPCs maior ou igual a 50%, comparado a 23% de melhoria para os pacientes que usaramplacebo.

Figura 2

O segundo estudo avaliou a capacidade do divalproato de sódio em reduzir a incidência de CPCs como monoterapia antiepilética. O estudo comparou a incidência de CPCs entre os pacientes randomizados para receber altas ou baixas doses de tratamento. Os pacientes foram selecionados para participarem dos estudos somente se:

{"tag":"ol","value":" <li>Apresentassem duas ou mais CPCs por quarto semanas, durante um per&#xED;odo de oito a doze semanas de monoterapia com doses adequadas de antiepil&#xE9;ticos (fenito&#xED;na, carbamazepina, fenobarbital, primidona);&amp;nbsp;</li> <li>Pacientes quepassarampor uma transi&#xE7;&#xE3;o de duas semanas bem sucedida para divalproato de s&#xF3;dio.</li> "}

Os pacientes foram então submetidos à ingestão das doses determinadas, com diminuição gradual da medicação antiepilética concomitante, por um período de 22 semanas. Porém, menos de 50% dos pacientes finalizaram os estudos.

Nos pacientes convertidos à monoterapia com divalproato de sódio, a média total das concentrações de valproato durante a monoterapia foram&nbsp;de 71 e 123 mcg/mL para a dose baixa e dose alta, respectivamente. A Tabela 4 apresenta os achados para todos os pacientes randomizados que passaram por pelo menos uma avaliação pós-randomização.

A Figura 3 apresenta a proporção de pacientes (eixo X) cuja porcentagem de redução nas taxas de crises parciais complexas no início foi pelo menos tão elevada quanto a indicada no eixo Y do estudo monoterápico.

Uma redução percentual positiva indica uma melhora (ou seja, redução na frequência das crises), enquanto que uma redução percentual negativa indica uma piora.

Deste modo, em uma exposição deste tipo, a curva que demonstra um tratamento mais efetivo é deslocada para a esquerda da curva que demonstra um tratamento menos efetivo. Os resultados mostraram que a redução na incidência de CPCs foi significantemente maior quando administrada altas doses de divalproato de sódio. Por exemplo, quando da alteração da monoterapia de carbamazepina, fenitoína, fenobarbital ou primidona para administração de doses elevadas de divalproato de sódio como monoterapia, 63% dos pacientes sofreram nenhuma alteração ou uma redução de taxas de epilepsia parcial complexa, em comparação com 54% dos pacientes que receberam doses mais baixas de divalproato de sódio.

Migrânea

Os resultados de dois estudos clínicos multicêntricos, randomizados, duplo-cego e placebo-controlados, demonstraram a eficácia do divalproato de sódio comprimidos revestidos na profilaxia da enxaqueca. Ambos os estudos empregaram projetos idênticos essenciais e recrutaram pacientes com histórico de crises de enxaqueca, com ou sem aura (com pelo menos seis meses de duração) com pelo menos duas enxaquecas por mês durante os três meses anteriores à inscrição. Pacientes com cefaleia em crises foram excluídos dos estudos. Mulheres em idade fértil foram excluídas de um estudo, mas foram incluídas no outro estudo, desde que comprovassem o uso de um método contraceptivo. Em cada estudo após um período cego com placebo simples-cego de 4 semanas, os pacientes foram randomizados em condições duplo-cego, para divalproato de sódio ou placebo por 12 semanas de tratamento, composta de 4 semanas de titulação da dose seguido de 8 semanas de manutenção da dose. Os resultados do tratamento foram avaliados com base nas taxas de dor de cabeça das 4 semanas durante o tratamento. No primeiro estudo, um total de 107 pacientes (24H, 83M), com idades variando de 26 a 71 anos foram escolhidos ao acaso para a administração de divalproato de sódio ou de placebo, na proporção 2:1. Noventa pacientes completaram os período de manutenção de 8 semanas. A titulação da dose do medicamento, utilizando comprimidos de 250mg, foi individualizada a critério do investigador. Os ajustes foram guiados pelo total de valproato sanguíneo real/simulada a fim de manter o estudo cego. Em pacientes tratados com divalproato de sódio, as doses variaram de 500 a 2500 mg por dia. As doses superiores a 500 mg foram divididas para serem administradas três vezes ao dia. A dose média, durante a fase de tratamento foi de 1,087 mg/dia resultando em uma concentração de valproato total médio de 72,5 mcg/mL, com uma variação de 31-133 mcg/mL.

A taxa de enxaqueca média nas 4 semanas da fase de tratamento foi de 5,7 no grupo de placebo, em comparação com 3,5 no grupo de divalproato de sódio (ver Figura 4). Estas taxas foram significativamente diferentes.

No segundo estudo, um total de 176 pacientes (19 H e 157 M), com idades variando de 17 a 76 anos foram randomizados para um de três grupos de dose de divalproato de sódio (500, 1000, ou 1500 mg/dia) ou placebo.

Os tratamentos foram administrados em duas doses diárias. Cento e trinta e sete pacientes completaram o período de manutenção de 8 semanas. A eficácia foi determinada pela comparação entre a taxa de enxaqueca na 4-semana do grupo 1000/1500 mg/dia e grupo placebo.

A dose inicial foi de 250 mg por dia. O regime foi avançado por 250 mg a cada quatro dias (oito dias para 500 mg/dia), até que a dose aleatória foi alcançado. A dose média até a maior dose durante a fase de tratamento foram de 39,6, 62,5 e 72,5 mcg/ml nos grupos de divalproato de sódio 500, 1000 e 1500 mg/dia, respectivamente.

A taxa de enxaqueca média nas 4 semanas da fase de tratamento, ajustada pelas diferenças nas taxas de referência, foram de 4,5 no grupo placebo, em comparação com 3,3, 3,0 e 3,3 nos grupos de divalproato de sódio de 500, 1.000 e 1.500 mg/dia, respectivamente, com base na intenção de tratar resultados (ver Figura 4). Taxas de enxaqueca no grupo combinade divalproato de sódio 1000/1500 mg foram significativamente menores do que no grupo placebo.

Figura 4: Taxa de enxaqueca média nas 4 semanas

PBO = Placebo
DVPX = divalproato de sódio

Características Farmacológicas

O divalproato de sódio é uma coordenação estável de valproato de sódio e ácido valproico em uma relação molar de 1:1 e formado durante a neutralização parcial do ácido valproico com 0,5 equivalente de hidróxido de sódio.

Farmacodinâmica

O divalproato de sódio é dissociado em íon valproato no trato gastrointestinal.

O mecanismo pelo qual o valproato exerce seu efeito terapêutico não está bem estabelecido. Foi sugerido que sua atividade na epilepsia está relacionada ao aumento das concentrações cerebrais de ácido gama-aminobutírico (GABA).

Farmacocinética

Absorção e biodisponibilidade:

Embora a taxa de absorção do íon valproato possa variar de acordo com a formulação administrada, as condições de uso (jejum ou pós-prandial) e métodos de administração, estas diferenças poderão ter uma menor importância clínica sob as condições do estado de equilíbrio alcançado em uso crônico no tratamento da epilepsia. No entanto, é possível que as diferenças entre os vários produtos de valproato no Tmáx e Cmáx possam ser importantes no início do tratamento. Enquanto a taxa de absorção a partir do trato gastrointestinal e a flutuação das concentrações plasmáticas de valproato variam com o regime de dose e formulação, a eficácia do valproato como anticonvulsivante em uso crônico não é afetada.

Experiências empregando regimes de doses de uma a quatro vezes ao dia, assim como estudos em modelos de epilepsias em primatas envolvendo taxas constantes de infusão, indicam que a biodisponibilidade sistêmica diária total (extensão de absorção) é o principal determinante do controle da convulsão e que as diferenças nas taxas de pico-vale plasmático entre as formulações de valproato não tem consequências conhecidas do ponto de vista clínico. Não é conhecido se as taxas de absorção influenciam a eficácia do valproato no tratamento da mania ou no tratamento da enxaqueca. A coadministração de produtos contendo valproato com alimentos e a substituição entre as várias formas farmacêuticas de divalproato de sódio e ácido valproico provavelmente não causam problemas clínicos no manejo de pacientes com epilepsia. No entanto, algumas mudanças na administração de doses, na adição ou descontinuidade de medicamentos concomitantes, devem ser habitualmente acompanhadas de uma rigorosa monitorização do estado clínico e concentração plasmática do valproato.

Distribuição:

Ligação às proteínas:

A ligação do valproato a proteínas plasmáticas é dependente da concentração e a fração livre aumenta de aproximadamente 10% com concentração de 40 mcg/mL para 18,5% com concentração de 130 mcg/mL. A ligação protéica do valproato é reduzida em idosos, em pacientes com doenças hepáticas crônicas, em pacientes com insuficiência renal e na presença de outros medicamentos (por exemplo, ácido acetilsalicílico). Por outro lado, o valproato pode deslocar algumas drogas ligadas às proteínas (por exemplo: fenitoína, carbamazepina, varfarina e tolbutamida).

Distribuição no SNC:

As concentrações de valproato no fluido cerebroespinhal aproximam-se das concentrações de valproato não ligado às proteínas no plasma (aproximadamente 10% da concentração total).

Metabolismo:

Valproato é metabolizado quase totalmente pelo fígado. Em pacientes adultos sob o regime de monoterapia, 30-50% de uma dose administrada aparece na urina como conjugado glucoronídeo. Beta- oxidação mitocondrial é outra via metabólica importante, contribuindo tipicamente com mais de 40% da dose.

Usualmente, menos de 15 a 20% da dose é eliminada por outros mecanismos oxidativos. Menos de 3% de uma dose administrada é excretada de forma inalterada pela urina. A relação entre dose e concentração total de valproato não é linear, a concentração não aumenta proporcionalmente com a dose, mas aumenta numa extensão menor, devido às proteínas plasmáticas de ligação que se saturam. A cinética do medicamento não ligado é linear.

Eliminação:

A eliminação do divalproato de sódio e de seus metabólitos ocorre principalmente na urina, em uma menor quantidade nas fezes e no ar expirado. Uma pequena quantidade de medicamento não metabolizado é excretada na urina. A média da depuração plasmática e do volume de distribuição para o valproato total são de 0,56 L/h/1,73 m2 e 11 L/1,73 m2, respectivamente. As médias da depuração plasmática e do volume de distribuição para o valproato livre são de 4,6 L/h/1,73 m2 e 92 L/1,73 m2, respectivamente. A meia vida terminal média para a monoterapia com valproato, varia de 9 a 16 horas após a administração oral de 250 a 1000 mg. As estimativas citadas aplicam-se principalmente a pacientes que não estão recebendo medicamentos que afetam os sistemas de metabolização de enzimas hepáticas. Por exemplo, pacientes tomando medicamentos antiepilépticos indutores de enzimas (carbamazepina, fenitoína e fenobarbital) eliminarão o valproato mais rapidamente. Devido a essas alterações na depuração do valproato, a monitorização das concentrações dos antiepilépticos deverá ser mais rigorosa sempre que um outro antiepiléptico for introduzido ou retirado.

Populações especiais

Neonatos:

Crianças nos dois primeiros meses de vida tem uma marcada diminuição na capacidade de eliminação de valproato, quando comparadas com crianças mais velhas e adultos. Isto é um resultado da depuração reduzida (talvez devido ao desenvolvimento tardio de glucuronosiltransferase e outros sistemas de enzimas envolvendo a eliminação do valproato), assim como o volume aumentado de distribuição (em parte devido à diminuição das proteínas de ligação plasmáticas). Por exemplo, em um estudo, a meia-vida em crianças abaixo de dez dias variou de 10 a 67 horas em comparação com uma variação de 7 a 13 horas em crianças maiores que dois meses.

Crianças:

Pacientes pediátricos (entre 3 meses e 10 anos) tem depurações 50% mais altas em relação aos adultos, expressas em peso (isto é, mL/min/kg). Acima dos 10 anos de idade, as crianças tem parâmetros farmacocinéticos que se aproximam dos adultos.

Idosos:

Pacientes idosos (entre 68 e 89 anos) tem uma capacidade diminuída de eliminação de valproato quando comparada com adultos jovens (entre 22 a 26 anos). A depuração intrínseca é reduzida em 39%; a fração livre de valproato aumenta em 44%; portanto, a dosagem inicial deverá ser reduzida em idosos.

Gênero:

Não há diferenças no clearance da droga não ligada quando se ajusta a área de superfície corporal ente homens e mulheres (4,8 ± 0,17 e 4,7 ± 0,07 L/h/1,73m2, respectivamente).

Etnia:

Os efeitos da etnia sobre a cinética do valproato não foram estudados.

Doenças hepáticas:

Doenças hepáticas diminuem a capacidade de eliminação de valproato. Em um estudo, a depuração de valproato livre foi diminuída em 50% em sete pacientes com cirrose e em 16% em quatro pacientes com hepatite aguda, comparada com seis indivíduos saudáveis. Nesse estudo, a meia-vida de valproato foi aumentada de 12 para 18 horas. Doenças hepáticas estão também associadas com o decréscimo das concentrações de albumina e com grandes frações não-ligadas de valproato (aumento de 2 a 2,6 vezes). A monitorização das concentrações totais pode ser enganosa, uma vez que as concentrações livres podem estar substancialmente elevadas nos pacientes com doença hepática enquanto que as concentrações totais podem parecer normais.

Doenças renais:

Uma pequena redução (27%) na depuração de valproato não ligado foi relatada em pacientes com insuficiência renal (depuração de creatinina < 10 mL/minuto). No entanto, a hemodiálise tipicamente reduz as concentrações de valproato em torno de 20%. Portanto, ajustes de doses não são necessários em pacientes com insuficiência renal. A ligação proteica nestes pacientes está substancialmente reduzida; assim, a monitorização das concentrações totais pode ser enganosa.

Níveis plasmáticos e efeitos clínicos:

A relação entre concentração plasmática e resposta clínica não está totalmente esclarecida. Um fator contribuinte é a concentração não linear de valproato ligado à proteína, o qual afeta a depuração da substância. Então, a monitoração do valproato sérico total não pode estabelecer um índice confiável das espécies bioativas de valproato. Por exemplo, tendo em vista que a concentração de valproato é dependente das proteínas de ligação plasmáticas, a fração livre aumenta de aproximadamente 10% em 40 mcg/mL para 18,5% em 130 mcg/mL. Frações livres maiores do que o esperado podem ocorrer em idosos, pacientes hiperlipidêmicos e em pacientes com doenças hepáticas e renais.

Epilepsia:

O intervalo terapêutico na epilepsia é comumente considerado entre 50 e 100 mcg/mL de valproato total, embora alguns pacientes possam ser controlados com menores ou maiores concentrações plasmáticas.

Mania:

Em estudos controlados com placebo em mania aguda, pacientes receberam doses que resultaram em resposta clínica com concentrações plasmáticas entre 50 e 125 mcg/mL.

Como devo armazenar o Divalcon?

Este medicamento deve ser mantido em sua embalagem original. Conservar em temperatura ambiente (15-30ºC). Proteger da luz.

Se armazenado nas condições indicadas, o medicamento se manterá próprio para consumo pelo prazo de validade impresso na embalagem externa.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas

Comprimido Revestido de Liberação Prolongada
Divalcon&nbsp;ER 250 mg

Comprimidos ovaloides de coloração branco a quase branco.

Divalcon&nbsp;ER 500 mg

Comprimidos ovaloides de coloração cinza.

Comprimido Revestido
Divalcon 250 mg

Comprimidos da cor pêssego, ovaloides e odor característico.

Divalcon 500 mg

Comprimidos de coloração pink, ovaloides e com odor característico.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance de crianças.

Apresentações do Divalcon

Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

Comprimido Revestido de Liberação Prolongada

Divalcon&nbsp;ER (divalproato de sódio) comprimido revestido de liberação prolongada de 250 mg

Embalagem com 6, 30 e 60 comprimidos revestidos.

Divalcon&nbsp;ER (divalproato de sódio) comprimido revestido de liberação prolongada de 500 mg

Embalagem com 6, 30 e 60 comprimidos revestidos.

Via oral.

Uso adulto e pediátrico acima de 10 anos.

Comprimido Revestido

Divalcon (divalproato de sódio) comprimido revestido de 250 mg

Embalagem com 30 comprimidos revestidos.

Divalcon (divalproato de sódio) comprimido revestido de 500 mg

Embalagem com 30 comprimidos revestidos.

Via oral.

Uso adulto e pediátrico acima de 10 anos.

Dizeres Legais do Divalcon

Reg. MS: 1.0553.0373

Farm. Resp.:
Graziela Fiorini Soares
CRF-RJ nº 7475

Registrado por:
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rua Michigan, 735
São Paulo - SP
CNPJ 56.998.701/0001-16



Fabricado por:
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rio de Janeiro - RJ
Indústria Brasileira


Embalado por:
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rio de Janeiro – RJ
Indústria Brasileira


Ou

Abbott Laboratories Argentina S.A.
Buenos Aires - Argentina

Abbott Center - Central de Relacionamento com o Cliente
0800 703 1050

Venda sob prescrição médica.

Só pode ser vendido com retenção da receita.

ER 500mg, caixa com 6 comprimidos revestidos de liberação prolongada

Princípio ativo
:
Divalproato De Sódio
Classe Terapêutica
:
Antiepilépticos
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
C1 Branca 2 vias (Venda Sob Prescrição Médica - Este medicamento pode causar Dependência Física ou Psíquica)
Categoria
:
Convulsão E Epilepsia
Especialidade
:
Psiquiatria

Bula do medicamento

Divalcon, para o que é indicado e para o que serve?

Mania

Divalcon é indicado para o tratamento de episódios agudos de mania ou mistos associados ao transtorno afetivo bipolar (TAB), com ou sem características psicóticas, em pacientes adultos.

Os sintomas típicos de um episódio de mania (período no qual o paciente pode apresentar humor anormalmente e persistentemente elevado, expansivo ou irritável) incluem: agitação, diminuição da necessidade de sono, pensamentos acelerados, aceleração do ritmo da fala, hiperatividade motora, fuga de ideias, grandiosidade, prejuízo da crítica, agressividade e possível hostilidade.

Epilepsia

Divalcon é indicado isoladamente ou em combinação a outros medicamentos, no tratamento de pacientes adultos e crianças acima de 10 anos com crises parciais complexas, que ocorrem tanto de forma isolada ou em associação com outros tipos de crises. Também é isoladamente ou em combinação a outros medicamentos no tratamento de quadros de ausência simples e complexa em pacientes adultos e crianças acima de 10 anos, e como terapia adjuvante em adultos e crianças acima de 10 anos com crises de múltiplos tipos, que inclui crises de ausência.

Prevenção da Enxaqueca

Divalcon é indicado à prevenção da enxaqueca em pacientes adultos. Não há evidências de que seja útil no tratamento agudo de enxaquecas.

Quais as contraindicações do Divalcon?

Divalcon é contraindicado para menores de 10 anos de idade.

Divalcon é contraindicado para uso por pacientes com:

  • <li>Conhecida hipersensibilidade ao <a href="https://consultaremedios.com.br/divalproato-de-sodio/bula" target="_blank">divalproato de s&#xF3;dio</a> ou demais componentes da f&#xF3;rmula;</li> <li>Doen&#xE7;a ou disfun&#xE7;&#xE3;o no <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c" target="_blank">f&#xED;gado</a> significativas;</li> <li>Conhecida S&#xED;ndrome de Alpers-Huttenlocher e crian&#xE7;as com menos de 2 anos com suspeita de possuir a S&#xED;ndrome;</li> <li>Dist&#xFA;rbio do ciclo da <a href="https://consultaremedios.com.br/ureia/bula" target="_blank">ureia</a> (DCU) &#x2013; desordem gen&#xE9;tica rara que pode resultar em ac&#xFA;mulo de am&#xF4;nia no sangue;</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/porfiria/" rel="noopener" target="_blank">Porfiria</a> &#x2013; dist&#xFA;rbio gen&#xE9;tico raro que afeta parte da hemoglobina do sangue.</li>

Divalcon é contraindicado na prevenção da enxaqueca em mulheres grávidas e mulheres em idade fértil que não utilizam métodos contraceptivos eficazes durante o tratamento. Quando este medicamento é utilizado para prevenção da enxaqueca o risco de utilização em mulheres grávidas supera claramente qualquer possível benefício da droga.

Categoria de risco: X. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.

A possibilidade de gravidez deve ser excluída antes de iniciar o tratamento com Divalcon.

Como usar o Divalcon?

Comprimido Revestido de Liberação Prolongada

Os comprimidos revestidos de Divalcon&nbsp;ER são de uso oral e devem ser ingeridos uma única vez ao dia. Os comprimidos devem ser ingeridos inteiros, sem serem partidos, nem triturados, nem mastigados.

Crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil

A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista. O tratamento com divalproato de sódio somente deve ser iniciado se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelas. O divalproato de sódio deve ser prescrito e dispensado em conformidade com as medidas de prevenção à gravidez, conforme descrito no item "Quais as contraindicações do Divalcon?" e "Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon?". A dose diária deve ser dividida em, pelo menos, 2 doses individuais.

Mania
Dose inicial recomendada
  • <li>25 mg/kg/dia administrados uma &#xFA;nica vez ao dia. A dose deve ser aumentada pelo m&#xE9;dico o mais r&#xE1;pido poss&#xED;vel para se atingir a dose terap&#xEA;utica mais baixa capaz de produzir o efeito cl&#xED;nico desejado.</li>
Dose máxima recomendada
  • <li>60 mg/kg/dia.</li>

Embora seja senso comum que o tratamento farmacológico após a resposta aguda em mania seja desejável, tanto para a manutenção da resposta inicial quanto para a prevenção de novos episódios maníacos, não há dados obtidos sistematicamente para dar suporte aos benefícios de Divalcon&nbsp;ER no tratamento prolongado (isto é, além de 3 meses).

Epilepsia
Dose inicial recomendada
  • <li>10-15 mg/kg/dia (&#xFA;nica exce&#xE7;&#xE3;o nas crises de aus&#xEA;ncia&#x2013; 15mg/kg/dia). A dose pode ser aumentada pelo m&#xE9;dico, de 5 a 10 mg/kg/semana at&#xE9; a obten&#xE7;&#xE3;o da resposta cl&#xED;nica desejada, administrados uma vez ao dia.</li>
Dose máxima recomendada
  • <li>60 mg/kg/dia.</li>

Em caso de uso em conjunto com outros medicamentos antiepilépticos, as dosagens desses podem ser reduzidas pelo médico em aproximadamente 25% a cada duas semanas. Esta redução pode ser iniciada no começo do tratamento com divalproato de sódio ou atrasada por uma a duas semanas em casos em que exista a preocupação de ocorrência de crises com a redução. A velocidade e duração desta redução do medicamento antiepiléptico concomitante pode ser muito variável e os pacientes devem ser monitorados rigorosamente durante este período com relação a aumento da frequência das convulsões. Seu médico dará a orientação necessária para o seu tratamento.

Interrupção do tratamento

Os anticonvulsivantes não devem ser descontinuados abruptamente nos pacientes para os quais estes fármacos são administrados para prevenir convulsões tipo grande mal, pois há grande possibilidade de precipitar um estado de mal epiléptico, com subsequente má oxigenação cerebral e risco de morte. A interrupção repentina do tratamento com este medicamento cessará o efeito terapêutico, o que poderá ser prejudicial ao paciente devido às características da doença para a qual este medicamento está indicado.

Prevenção da enxaqueca
Dose inicial recomendada
  • <li>500 mg uma vez ao dia (durante uma semana) sendo que alguns pacientes podem se beneficiar com doses de at&#xE9; 1000 mg uma vez ao dia (ap&#xF3;s a primeira semana). Embora doses de Divalcon&amp;nbsp;ER diferentes de 1000 mg uma vez ao dia n&#xE3;o tenham sido avaliadas em pacientes com enxaqueca, a faixa de dose eficaz de divalproato de s&#xF3;dio comprimidos de libera&#xE7;&#xE3;o ent&#xE9;rica varia de 500 a 1000 mg/dia nestes pacientes.</li>

A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista na prevenção da enxaqueca. O tratamento somente deve ser iniciado se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelos pacientes e o risco e o benefício devem ser cuidadosamente reconsiderados nas revisões do tratamento.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, nem aberto e nem mastigado.

Comprimido Revestido

Os comprimidos de Divalcon são para uso oral e devem ser ingeridos inteiros. Os comprimidos não devem ser mastigados nem triturados.

Crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil

A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista. O tratamento com divalproato de sódio somente deve ser iniciado em crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelas pacientes. O divalproato de sódio deve ser prescrito e dispensado em conformidade com as medidas de prevenção à gravidez, conforme descrito no item Quais as contraindicações do Divalcon?" e "Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon?. A dose diária deve ser dividida em, pelo menos, 2 doses individuais.

Mania
Dose inicial recomendada

750 mg/dia administrados em doses divididas. A dose deve ser aumentada pelo médico o mais rápido possível para se atingir a dose terapêutica desejada.

Dose máxima recomendada

60 mg/kg/dia.

Não há dados obtidos sistematicamente para dar suporte aos benefícios de Divalcon no tratamento prolongado (isto é, além de 3 meses).

Epilepsia
Dose inicial recomendada

10-15 mg/kg/dia (única exceção nas crises de ausência – 15mg/kg/dia). A dose pode ser aumentada pelo médico, de 5 a 10 mg/kg/semana até a obtenção da resposta clínica desejada, administrados em doses diárias divididas (2 a 3 vezes ao dia) para alguns pacientes.

Dose máxima recomendada

60 mg/kg/dia.

Em caso de uso em conjunto com outros medicamentos antiepilépticos, as dosagens desses podem ser reduzidas pelo médico em aproximadamente 25% a cada duas semanas. Esta redução pode ser iniciada no começo do tratamento com divalproato de sódio ou atrasada por uma a duas semanas em casos em que exista a preocupação de ocorrência de crises com a redução. A velocidade e duração desta redução do medicamento antiepiléptico concomitante pode ser muito variável e os pacientes devem ser&nbsp;monitorados rigorosamente durante este período com relação a aumento da frequência das convulsões. Seu médico dará a orientação necessária para o seu tratamento.

Interrupção do tratamento

Os anticonvulsivantes não devem ser descontinuados abruptamente nos pacientes para os quais estes fármacos são administrados para prevenir convulsões tipo grande mal, pois há grande possibilidade de precipitar um estado de mal epiléptico, com subsequente má oxigenação cerebral e risco de morte. A interrupção repentina do tratamento com este medicamento cessará o efeito terapêutico, o que poderá ser prejudicial ao paciente devido às características da doença para a qual este medicamento está indicado.

Prevenção da enxaqueca
Dose inicial recomendada:
  • <li>250 mg, duas vezes ao dia (durante uma semana) sendo que alguns pacientes podem se beneficiar com doses de at&#xE9; 1000 mg uma vez ao dia (ap&#xF3;s a primeira semana). A faixa de dose eficaz de Divalcon comprimidos de libera&#xE7;&#xE3;o ent&#xE9;rica varia de 500 a 1000 mg/dia nestes pacientes.</li>

A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista na prevenção da enxaqueca. O tratamento somente deve ser iniciado se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelos pacientes e o risco e o benefício devem ser cuidadosamente reconsiderados nas revisões do tratamento.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, nem aberto e nem mastigado.

Como o Divalcon funciona?

O divalproato de sódio é a substância ativa de Divalcon. O divalproato de sódio é dissociado em íon valproato no trato gastrointestinal.

O tratamento com Divalcon, em alguns casos, pode produzir sinais de melhora já nos primeiros dias de tratamento; em outros casos, é necessário um tempo maior para se alcançar os efeitos benéficos. Seu médico dará a orientação no seu caso.

Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon?

Gerais

Recomenda-se fazer contagem de plaquetas e realização de testes de coagulação antes de iniciar o tratamento e depois, periodicamente, pois pode haver alteração nas plaquetas e coagulação sanguínea. O aparecimento de hemorragia, manchas roxas ou desordem na capacidade natural de coagulação do paciente são indicativos para a redução da dose ou interrupção da terapia.

Divalcon&nbsp;ER pode interagir com medicamentos administrados concomitantemente.

Hepatotoxicidade (toxicidade no fígado) / Disfunção hepática

Houve casos fatais de insuficiência do fígado em pacientes recebendo ácido valproico, usualmente durante os primeiros seis meses de tratamento. Deve-se ter muito cuidado quando o medicamento for administrado em pacientes com história anterior de doença no fígado. Toxicidade no fígado grave ou fatal pode ser precedida por sintomas não específicos, como mal-estar, fraqueza, estado de apatia, inchaço facial, falta de apetite e vômito. Pacientes em uso de múltiplos anticonvulsivantes, crianças, pacientes com doenças metabólicas congênitas, com doença convulsiva grave associada a retardo mental e pacientes com doença cerebral orgânica podem ter um risco particular de desenvolver toxicidade no fígado. A experiência em epilepsia tem indicado que a incidência de hepatotoxicidade fatal diminui consideravelmente, de forma progressiva, em pacientes mais velhos. O medicamento deve ser descontinuado imediatamente na presença de disfunção do fígado significativa, suspeita ou aparente. Em alguns casos, a disfunção do fígado progrediu apesar da descontinuação do medicamento.

Na presença destes sintomas, o médico deve ser imediatamente procurado.

Pancreatite (inflamação no pâncreas)

Pacientes e responsáveis devem estar cientes que dor abdominal, enjoo, vômito e/ou falta de apetite, podem ser sintomas de pancreatite. Na presença destes sintomas, deve-se procurar o médico imediatamente, pois casos de pancreatite envolvendo risco à vida foram relatados tanto em crianças como em adultos que receberam divalproato de sódio. Alguns casos ocorreram logo após o início do uso, e outros após vários anos de uso. Houve casos nos quais a pancreatite recorreu após nova tentativa com divalproato de sódio.

Pacientes com suspeita ou conhecida doença mitocondrial

Insuficiência hepática aguda induzida por valproato e mortes relacionadas à doença hepática têm sido reportadas em pacientes com síndrome neurometabólica hereditária causada por mutação no gene da DNA polimerase γ (POLG, ou seja, Síndrome de Alpers-Huttenlocher) em uma taxa maior do que aqueles sem esta síndrome.

Deve-se suspeitar de desordens relacionadas à POLG em pacientes com histórico familiar ou sintomas sugestivos de uma desordem relacionada à POLG, incluindo, mas não limitado encefalopatia inexplicável, epilepsia refrataria (focal, mioclônica), estado de mal epilético na apresentação, atrasos no desenvolvimento, regressão psicomotora, neuropatia sensomotora axonal, miopatia, ataxia cerebelar, oftalmoplegia, ou migrânea complicada com aura occipital. O teste para mutação de POLG deve ser realizado de acordo com a prática clínica atual para avaliação diagnóstica dessa desordem.

Em pacientes maiores de 2 anos com suspeita clínica de desordem mitocondrial hereditária o divalproato de sódio deve ser usado apenas após tentativa e falha de outro anticonvulsivante. Este grupo mais velho de pacientes deve ser monitorado durante o tratamento com divalproato de sódio para desenvolvimento de lesão hepática aguda com avaliação clínica regular e monitoramento dos testes de função hepática.

Comportamento e ideação suicida

Pacientes tratados com divalproato de sódio devem ser monitorados para emergências ou piora da depressão, pensamentos sobre automutilação, comportamento ou pensamentos suicidas e/ou qualquer mudança incomum de humor ou comportamento. Ideação suicida pode ser uma manifestação de transtornos psiquiátricos preexistentes e pode persistir até que ocorra remissão significante dos sintomas. Existem relatos de aumento no risco de pensamentos e comportamentos suicidas nestes pacientes. Este risco foi observado logo uma semana após o início do tratamento medicamentoso com os antiepilépticos e persistiu durante todo o período em que o tratamento foi avaliado. A supervisão de pacientes de alto risco deve acontecer durante a terapia medicamentosa inicial. Comportamentos suspeitos devem ser informados imediatamente aos profissionais de saúde.

Trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas)

A trombocitopenia pode estar relacionada à dose. O benefício terapêutico que pode acompanhar as maiores doses deverá ser considerado pelo seu médico contra a possibilidade de maior incidência de eventos adversos.

Hiperamonemia (excesso de amônia no organismo)

Foi relatado o excesso de amônia em associação com a terapia com divalproato de sódio e pode estar presente mesmo com testes de função do fígado normais. Pacientes que desenvolverem sinais ou sintomas de alteração das funções do cérebro por aumento de amônia no sangue inexplicável, estado de apatia, vômito e mudanças no status mental durante o tratamento com Divalcon&nbsp;ER devem ser tratados imediatamente, e o nível de amônia deve ser mensurado. Hiperamonemia também deve ser considerada em pacientes que apresentam hipotermia (queda de temperatura do corpo abaixo do normal). Se a amônia estiver elevada, o tratamento deve ser descontinuado.

Elevações sem sintomas de amônia são mais comuns, e quando presentes, requerem monitoramento intensivo dos níveis de amônia no plasma pelo médico. Se a elevação persistir a descontinuação do tratamento deve ser considerada.

Distúrbios do ciclo da ureia (DCU)

Foi relatada encefalopatia hiperamonêmica (alteração das funções do cérebro por aumento de amônia no sangue), algumas vezes fatal, após o início do tratamento com divalproato de sódio em pacientes com distúrbios do ciclo da ureia.

Hipotermia (queda da temperatura central do corpo para menos de 35ºC)

Tem sido relatada associada à terapia com divalproato de sódio, em conjunto e na ausência de hiperamonemia. Esta reação adversa também pode ocorrer em pacientes utilizando topiramato e valproato em conjunto, após o início do tratamento com topiramato ou após o aumento da dose diária de topiramato. Deve ser considerada a interrupção do tratamento em pacientes que desenvolverem hipotermia, a qual pode se manifestar por uma variedade de anormalidades clínicas incluindo letargia (estado de apatia), confusão, coma e alterações significativas em outros sistemas importantes como o cardiovascular e o respiratório.

Atrofia Cerebral / Cerebelar

Houve relatos pós-comercialização, de atrofia (reversível e irreversível) do cérebro e do cerebelo, temporariamente associadas ao uso de produtos que se dissociam em íon valproato. Em alguns casos, a recuperação foi acompanhada por sequelas permanentes. Observou-se prejuízo psicomotor e atraso no desenvolvimento, entre outros problemas neurológicos, em crianças com atrofia cerebral decorrente da exposição ao valproato quando em ambiente intrauterino. As funções motoras e cognitivas dos pacientes devem ser monitoradas rotineiramente e o medicamento deve ser descontinuado nos casos de suspeita ou de aparecimento de sinais de atrofia cerebral.

Reação de hipersensibilidade em múltiplos órgãos

Foram raramente relatadas após o início da terapia com o valproato em adultos e crianças. Os pacientes tipicamente, mas não exclusivamente, apresentaram febre e reações de sensibilidade na pele, com envolvimento de outros órgãos. Outras manifestações associadas podem incluir aumento dos gânglios, inflamação no fígado (hepatite), anormalidade de testes de função do fígado, anormalidades hematológicas, coceira, inflamação dos tecidos do rim, volume menor de urina, síndrome hepatorrenal (envolvendo o fígado e os rins), dor nas articulações e fraqueza. Como o distúrbio é variável em sua expressão, sinais e sintomas de outros órgãos não relacionados aqui podem ocorrer. Se houver suspeita desta reação, o valproato deve ser interrompido e um tratamento alternativo ser iniciado pelo médico.

Agravamento das convulsões

Assim como outras drogas antiepilépticas, alguns pacientes ao invés de apresentar uma melhora no quadro convulsivo, podem apresentar uma piora reversível da frequência e severidade do quadro convulsivo (incluindo o estado epiléptico) ou também o aparecimento de novos tipos de convulsões com valproato.

Em caso de agravamento das convulsões, aconselha-se consultar o seu médico imediatamente.

Aumento do risco de câncer

Não é conhecido até o momento.

Aumento do risco de mutações

Houve algumas evidências de que a frequência de aberrações cromossômicas poderia estar associada com epilepsia.

Fertilidade

A administração de divalproato de sódio pode afetar a fertilidade em homens. Foram relatados casos que indicam que as disfunções relacionadas à fertilidade são reversíveis após a descontinuação do tratamento.

Amenorreia (ausência de menstruação), ovários policísticos e níveis de testosterona elevados foram relatados em mulheres.

Exclusivo Comprimidos Revestidos de Liberação Prolongada: Efeitos teratogênicos (malformações de múltiplos sistemas orgânicos) foram demonstrados em estudos experimenatis com camundongos, ratos e coelhos.

Resíduos de medicamento nas fezes

Foram raramente relatados. É recomendado que a concentração sanguínea de valproato seja checada em pacientes que apresentam resíduos do medicamento nas fezes.

Capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Uma vez que o divalproato de sódio pode produzir alterações do sistema nervoso central, especialmente quando combinado com outras substâncias com efeito semelhante, por exemplo: álcool, os pacientes não devem realizar tarefas de risco, como dirigir veículos ou operar máquinas perigosas, até que se tenha certeza de que não fiquem sonolentos com o uso deste medicamento.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Divalcon?

A classificação da frequência das reações adversas deve seguir os seguintes parâmetros:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\"><strong>Frequ&#xEA;ncia das Rea&#xE7;&#xF5;es Adversas</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:226px\"><strong>Par&#xE2;metros</strong></td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&#x2265; 1/10 (&#x2265; 10%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Muito comum</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&#x2265; 1/100 e &lt; 1/10 (&#x2265; 1% e &lt; 10%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Comum (frequente)</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&#x2265; 1/1.000 e &lt; 1/100 (&#x2265; 0,1% e &lt; 1%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Incomum (infrequente)</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&#x2265; 1/10.000 e &lt; 1/1.000 (&#x2265; 0,01% e &lt; 0,1%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Rara</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&lt; 1/10.000 (&lt; 0,01%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Muito rara</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">N&#xE3;o pode ser estimada</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\"> <p>Desconhecida</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Sistemas</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\"><strong>Frequ&#xEA;ncia</strong></td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Rea&#xE7;&#xE3;o adversa</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xF5;es cong&#xEA;nitas, heredit&#xE1;rias e gen&#xE9;ticas</p> </td> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"text-align:center; width:297px\">M&#xE1;s forma&#xE7;&#xF5;es cong&#xEA;nitas e dist&#xFA;rbios de desenvolvimento &#x2013; ver item &quot;<a href=\"https://consultaremedios.com.br/divalcon-er/p#precautions-collapse\" title=\"+Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon ER?\">Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon ER?</a>&quot;</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Porfiria aguda</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xF5;es do sistema sangu&#xED;neo e linf&#xE1;tico</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Trombocitopenia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c\" target=\"_blank\">Anemia</a>, anemia hipocr&#xF4;mica, leucopenia, trombocitopenia <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/purpura/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">p&#xFA;rpura</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Agranulocitose, defici&#xEA;ncia de anemia folato, anemia macroc&#xED;tica, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/anemia-aplastica\" target=\"_blank\">anemia apl&#xE1;stica</a>, fal&#xEA;ncia da medula &#xF3;ssea, eosinofilia, hipofibrinogenemia, linfocitose, macrocitose, pancitopenia, inibi&#xE7;&#xE3;o da agrega&#xE7;&#xE3;o plaquet&#xE1;ria</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Investiga&#xE7;&#xF5;es</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aumento de peso, perda de peso</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aumento da alanina aminotransferase<sup>1 </sup>, aumento do aspartato aminotransferase, aumento creatinina sangu&#xED;nea, diminui&#xE7;&#xE3;o de folato sangu&#xED;neo, aumento de lactato desidrogenase sangu&#xED;neo<sup>1 </sup>, aumento de ureia sangu&#xED;nea, aumento do n&#xED;vel de droga, anormalidade de testes de fun&#xE7;&#xE3;o do f&#xED;gado<sup>1 </sup>, aumento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/iodo\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/iodo/pa\" target=\"_blank\">iodo</a> ligado &#xE0; prote&#xED;na, diminui&#xE7;&#xE3;o da contagem de gl&#xF3;bulos brancos</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aumento de bilirrubina s&#xE9;rica<sup>1 </sup>, diminui&#xE7;&#xE3;o de carnitina, anormalidade do teste de fun&#xE7;&#xE3;o da <a href=\"https://consultaremedios.com.br/tireoide/c\" target=\"_blank\">tireoide</a></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"4\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o do sistema nervoso</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Muito comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Sonol&#xEA;ncia, tremor</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Amnesia, ataxia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/tontura-o-que-pode-ser/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">tontura</a>, disgeusia, cefaleia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/nistagmo/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">nistagmo</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/parestesia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">parestesia</a>, altera&#xE7;&#xE3;o da fala</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Afasia, incoordena&#xE7;&#xE3;o motora, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/disartria/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">disartria</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-distonia-sintomas-tratamento-tipos-diagnostico-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">distonia</a>, encefalopatia<sup>2 </sup>, hipercinesia, hiperreflexia, hipertonia, hipoestesia, hiporreflexia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-convulsao-o-que-fazer-causas-sintomas-pode-matar/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">convuls&#xE3;o</a><sup>3 </sup>, estupor, discinesia tardia, altera&#xE7;&#xE3;o na vis&#xE3;o</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aster&#xED;xis, atrofia cerebelar<sup>4 </sup>, atrofia cerebral<sup>4 </sup>, desordem cognitiva, coma, desordem extrapiramidal, dist&#xFA;rbio de aten&#xE7;&#xE3;o, defici&#xEA;ncia da mem&#xF3;ria, parkisonismo, hiperatividade psicomotora, habilidades psicomotoras prejudicadas, seda&#xE7;&#xE3;o<sup>5</sup></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o do labirinto e ouvido</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/zumbido-no-ouvido/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Zumbido no ouvido</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Surdez<sup>6 </sup>, dist&#xFA;rbio auditivo, hiperacusia, vertigem</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dor-de-ouvido/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Dor de ouvido</a></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o respirat&#xF3;ria, tor&#xE1;cica e mediastino</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/tosse/c\" target=\"_blank\">Tosse</a>, dispneia, disfonia, epistaxe</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecido</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Efus&#xE3;o pleural</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"4\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o gastrointestinal</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Muito comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">N&#xE1;usea<sup>7</sup></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Dor abdominal, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">constipa&#xE7;&#xE3;o</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c\" target=\"_blank\">diarreia</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dispepsia-indigestao-o-que-e-sintomas-remedios-e-tipos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">dispepsia</a><sup>7 </sup>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/gases/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">flatul&#xEA;ncia</a>, v&#xF4;mitos<sup>7</sup></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Incontin&#xEA;ncia anal, altera&#xE7;&#xE3;o anorretal, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-halitose-mau-halito-causas-tratamento-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">mau h&#xE1;lito</a>, boca seca, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-disfagia-causas-sintomas-tratamento-tem-cura/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">disfagia</a>, eructa&#xE7;&#xE3;o, sangramento gengival, glossite, hemat&#xEA;mese, melena, pancreatite<sup>8 </sup>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-tenesmo-sintomas-tratamento-causas-prevencao-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">tenesmo</a> retal, hipersecre&#xE7;&#xE3;o salivar</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios gengivais, hipertrofia gengivais, aumento da gl&#xE2;ndula par&#xF3;tida</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria e renal</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Hemat&#xFA;ria, urg&#xEA;ncia em urinar, poli&#xFA;ria, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/incontinencia-urinaria/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">incontin&#xEA;ncia urin&#xE1;ria</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/enurese/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Enurese</a>, s&#xED;ndrome Fanconi<sup>9 </sup>, fal&#xEA;ncia renal, nefrite do t&#xFA;bulo-intersticial</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o nos tecidos e pele</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/queda-de-cabelo-e-calvicie/c\" target=\"_blank\">Alopecia</a><sup>10</sup>, equimose, prurido,<em> rash</em> cut&#xE2;neo</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/acne/c\" target=\"_blank\">Acne</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/dermatites/c\" target=\"_blank\">dermatite</a> esfoliativa, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/pele-seca\" target=\"_blank\">pele seca</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/eczema/c\" target=\"_blank\">eczema</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/eritema-nodoso/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">eritema nodoso</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/hiperidrose/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hiperidrose</a>, altera&#xE7;&#xE3;o na unha, pet&#xE9;quias, seborreia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Vasculite cut&#xE2;nea, s&#xED;ndrome de hipersensibilidade sist&#xEA;mica a drogas (S&#xED;ndrome DRESS ou SHSD), eritema multiforme, altera&#xE7;&#xE3;o do cabelo, altera&#xE7;&#xE3;o do leito ungueal, rea&#xE7;&#xE3;o de fotossensibilidade, s&#xED;ndrome de Stevens-Johnson, necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o tecidos conectivos e muscular esquel&#xE9;tico</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/espasmo-muscular/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Espasmo muscular</a>, convuls&#xE3;o muscular, fraqueza muscular</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Diminui&#xE7;&#xE3;o da densidade &#xF3;ssea, dor &#xF3;ssea, osteopenia, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-dos-ossos/osteoporose/c\" target=\"_blank\">osteoporose</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/rabdomiolise/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">rabdomi&#xF3;lise</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o end&#xF3;crina</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Hiperandrogenismo<sup>11</sup>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/tireoide/hipotireoidismo/c\" target=\"_blank\">hipotireoidismo</a>, secre&#xE7;&#xE3;o inapropriada de horm&#xF4;nio antidiur&#xE9;tico</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo e nutri&#xE7;&#xE3;o</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite, Aumento do apetite</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/hipercalemia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Hipercalemia</a>, hipernatremia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/hipoglicemia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hipoglicemia</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/hiponatremia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hiponatremia</a>, hipoproteinemia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Defici&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/biotina\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/biotina/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">biotina</a>, dislipidemia, hiperamonemia, resist&#xEA;ncia &#xE0; insulina, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/obesidade/c\" target=\"_blank\">obesidade</a></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Neoplasias benignas, malignas e n&#xE3;o espec&#xED;ficas (incluem cistos e p&#xF3;lipos)</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hemangioma-no-figado-coluna-e-mais-tratamento-tem-cura/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Hemangioma</a> de pele</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecido</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">S&#xED;ndrome mielodispl&#xE1;stica</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Desordens vasculares</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomuns</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Hipotens&#xE3;o</a> ortost&#xE1;tica, Pallor, desordem vascular periferal, vasodilata&#xE7;&#xE3;o</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"4\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xF5;es gerais e condi&#xE7;&#xF5;es de administra&#xE7;&#xE3;o local</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Muito comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Astenia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o na marcha, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-tipos-cerebral-pulmonar-etc-e-tratamento/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">edema</a> perif&#xE9;rico</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dor-no-peito/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Dor no peito</a>, edema facial, pirexia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Hipotermia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o hepatobiliar</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Hepatotoxicidade</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o na mama e sistema reprodutivo</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Amenorreia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dismenorreia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">dismenorreia</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/disfuncao-eretil/c\" target=\"_blank\">disfun&#xE7;&#xE3;o er&#xE9;til</a>, menorragia, altera&#xE7;&#xE3;o menstrual, metrorragia, hemorragia vaginal</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aumento das mamas, galactorr&#xE9;ia, infertilidade masculina<sup>12 </sup>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/menstruacao-irregular/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">menstrua&#xE7;&#xE3;o irregular</a>, ov&#xE1;rio polic&#xED;stico</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o psiqui&#xE1;trica</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Sonhos anormais, labilidade emocional, estado de confus&#xE3;o, depress&#xE3;o, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/insonia/c\" target=\"_blank\">ins&#xF4;nia</a>, nervosismo, pensamento anormal</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Agita&#xE7;&#xE3;o, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/ansiedade/c\" target=\"_blank\">ansiedade</a>, apatia, catatonia, del&#xED;rio, humor euf&#xF3;rico, alucina&#xE7;&#xE3;o, hostilidade, transtorno de personalidade</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecido</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Comportamento anormal, agress&#xE3;o, ang&#xFA;stia emocional, transtorno de aprendizagem, transtorno psic&#xF3;tico</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o card&#xED;aca</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Bradicardia, parada card&#xED;aca, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> congestiva, taquicardia</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o nos olhos</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Ambliopia, diplopia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Cromatopsia, olho ressecado, dist&#xFA;rbio ocular, dor nos olhos, desordem da lacrimal, miose, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/fotofobia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">fotofobia</a>, defici&#xEA;ncia visual</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o do <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-imunologico/c\" target=\"_blank\">sistema imunol&#xF3;gico</a></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Rea&#xE7;&#xE3;o anafil&#xE1;tica, hipersensibilidade</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xE3;o e infesta&#xE7;&#xF5;es</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xE3;o</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/bronquite/c\" target=\"_blank\">Bronquite</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/furunculo/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">fur&#xFA;nculo</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/gastroenterite/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">gastroenterite</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/herpes/c\" target=\"_blank\">herpes</a> simples, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/c\" target=\"_blank\">gripe</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/rinite/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">rinite</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/sinusite/c\" target=\"_blank\">sinusite</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/doenca-nos-ouvidos/otite/c\" target=\"_blank\">Otite</a> m&#xE9;dia, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/pneumonia/c\" target=\"_blank\">pneumonia</a>, infec&#xE7;&#xE3;o do trato urin&#xE1;rio</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Les&#xE3;o, intoxica&#xE7;&#xE3;o e complica&#xE7;&#xF5;es processuais</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Les&#xE3;o</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

1 Pode refletir em uma potencial hepatotoxicidade séria.
2 Encefalopatia com ou sem febre foi identificada pouco tempo após a introdução de monoterapia com divalproato de sódio sem evidência de disfunção hepática ou altos níveis plasmáticos inapropriados de valproato. Apesar da recuperação ser efetiva com a descontinuação do medicamento, houve casos fatais em pacientes com encefalopatia hiperamônica, particularmente em pacientes com distúrbio do ciclo de ureia subjacente. Encefalopatia na ausência de níveis elevados de amônia também foi observada.
3 Considerar crises graves e verificar item "Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon ER?".
4 Reversíveis e irreversíveis. Atrofia cerebral também foi observada em crianças expostas ao divalproato de sódio em ambiente uterino que levou a diversas formas de eventos neurológicos, incluindo atrasos de desenvolvimento e prejuízo psicomotor.
5 Observado que pacientes recebendo somente divalproato de sódio mas ocorreu em sua maioria em pacientes recebendo terapia combinada. Sedação normalmente diminui após a redução de outros medicamentos antiepilépticos.
6 Reversíveis ou irreversíveis.
7 Esses efeitos são normalmente transitórios e raramente requerem descontinuação da terapia.
8 Inclui pancreatite aguda, incluindo fatalidades.
9 Observada primariamente em crianças.
10 Reversíveis.
11 Com eventos aumentados de hirsutismo, virilismo, acne, alopecia de padrão masculino, andrógeno.
12 Incluindo azoospermia, análise de sêmen anormal, diminuição da contagem de esperma, morfologia anormal dos espermatozoides, aspermia e diminuição da motilidade dos espermatozoides.










Informe ao seu médico, cirurgião dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Comprimido Revestido de Liberação Prolongada /&nbsp;Comprimido Revestido

Uso em idosos

Uma alta porcentagem de pacientes acima de 65 anos relatou ferimentos acidentais, infecção, dor, sonolência e tremor. Não está claro se esses eventos indicam riscos adicionais ou se resultam de doenças preexistentes e uso de medicamentos concomitantes por estes pacientes.

Em pacientes idosos, a dosagem deve ser aumentada mais lentamente, com monitorização regular do consumo de líquidos e alimentos,

250mg, caixa com 30 comprimidos revestidos

Bula do medicamento

Divalcon, para o que é indicado e para o que serve?

Mania

Divalcon é indicado para o tratamento de episódios agudos de mania ou mistos associados ao transtorno afetivo bipolar (TAB), com ou sem características psicóticas, em pacientes adultos.

Os sintomas típicos de um episódio de mania (período no qual o paciente pode apresentar humor anormalmente e persistentemente elevado, expansivo ou irritável) incluem: agitação, diminuição da necessidade de sono, pensamentos acelerados, aceleração do ritmo da fala, hiperatividade motora, fuga de ideias, grandiosidade, prejuízo da crítica, agressividade e possível hostilidade.

Epilepsia

Divalcon é indicado isoladamente ou em combinação a outros medicamentos, no tratamento de pacientes adultos e crianças acima de 10 anos com crises parciais complexas, que ocorrem tanto de forma isolada ou em associação com outros tipos de crises. Também é isoladamente ou em combinação a outros medicamentos no tratamento de quadros de ausência simples e complexa em pacientes adultos e crianças acima de 10 anos, e como terapia adjuvante em adultos e crianças acima de 10 anos com crises de múltiplos tipos, que inclui crises de ausência.

Prevenção da Enxaqueca

Divalcon é indicado à prevenção da enxaqueca em pacientes adultos. Não há evidências de que seja útil no tratamento agudo de enxaquecas.

Quais as contraindicações do Divalcon?

Divalcon é contraindicado para menores de 10 anos de idade.

Divalcon é contraindicado para uso por pacientes com:

  • <li>Conhecida hipersensibilidade ao <a href="https://consultaremedios.com.br/divalproato-de-sodio/bula" target="_blank">divalproato de s&#xF3;dio</a> ou demais componentes da f&#xF3;rmula;</li> <li>Doen&#xE7;a ou disfun&#xE7;&#xE3;o no <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c" target="_blank">f&#xED;gado</a> significativas;</li> <li>Conhecida S&#xED;ndrome de Alpers-Huttenlocher e crian&#xE7;as com menos de 2 anos com suspeita de possuir a S&#xED;ndrome;</li> <li>Dist&#xFA;rbio do ciclo da <a href="https://consultaremedios.com.br/ureia/bula" target="_blank">ureia</a> (DCU) &#x2013; desordem gen&#xE9;tica rara que pode resultar em ac&#xFA;mulo de am&#xF4;nia no sangue;</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/porfiria/" rel="noopener" target="_blank">Porfiria</a> &#x2013; dist&#xFA;rbio gen&#xE9;tico raro que afeta parte da hemoglobina do sangue.</li>

Divalcon é contraindicado na prevenção da enxaqueca em mulheres grávidas e mulheres em idade fértil que não utilizam métodos contraceptivos eficazes durante o tratamento. Quando este medicamento é utilizado para prevenção da enxaqueca o risco de utilização em mulheres grávidas supera claramente qualquer possível benefício da droga.

Categoria de risco: X. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.

A possibilidade de gravidez deve ser excluída antes de iniciar o tratamento com Divalcon.

Como usar o Divalcon?

Comprimido Revestido de Liberação Prolongada

Os comprimidos revestidos de Divalcon&nbsp;ER são de uso oral e devem ser ingeridos uma única vez ao dia. Os comprimidos devem ser ingeridos inteiros, sem serem partidos, nem triturados, nem mastigados.

Crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil

A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista. O tratamento com divalproato de sódio somente deve ser iniciado se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelas. O divalproato de sódio deve ser prescrito e dispensado em conformidade com as medidas de prevenção à gravidez, conforme descrito no item "Quais as contraindicações do Divalcon?" e "Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon?". A dose diária deve ser dividida em, pelo menos, 2 doses individuais.

Mania
Dose inicial recomendada
  • <li>25 mg/kg/dia administrados uma &#xFA;nica vez ao dia. A dose deve ser aumentada pelo m&#xE9;dico o mais r&#xE1;pido poss&#xED;vel para se atingir a dose terap&#xEA;utica mais baixa capaz de produzir o efeito cl&#xED;nico desejado.</li>
Dose máxima recomendada
  • <li>60 mg/kg/dia.</li>

Embora seja senso comum que o tratamento farmacológico após a resposta aguda em mania seja desejável, tanto para a manutenção da resposta inicial quanto para a prevenção de novos episódios maníacos, não há dados obtidos sistematicamente para dar suporte aos benefícios de Divalcon&nbsp;ER no tratamento prolongado (isto é, além de 3 meses).

Epilepsia
Dose inicial recomendada
  • <li>10-15 mg/kg/dia (&#xFA;nica exce&#xE7;&#xE3;o nas crises de aus&#xEA;ncia&#x2013; 15mg/kg/dia). A dose pode ser aumentada pelo m&#xE9;dico, de 5 a 10 mg/kg/semana at&#xE9; a obten&#xE7;&#xE3;o da resposta cl&#xED;nica desejada, administrados uma vez ao dia.</li>
Dose máxima recomendada
  • <li>60 mg/kg/dia.</li>

Em caso de uso em conjunto com outros medicamentos antiepilépticos, as dosagens desses podem ser reduzidas pelo médico em aproximadamente 25% a cada duas semanas. Esta redução pode ser iniciada no começo do tratamento com divalproato de sódio ou atrasada por uma a duas semanas em casos em que exista a preocupação de ocorrência de crises com a redução. A velocidade e duração desta redução do medicamento antiepiléptico concomitante pode ser muito variável e os pacientes devem ser monitorados rigorosamente durante este período com relação a aumento da frequência das convulsões. Seu médico dará a orientação necessária para o seu tratamento.

Interrupção do tratamento

Os anticonvulsivantes não devem ser descontinuados abruptamente nos pacientes para os quais estes fármacos são administrados para prevenir convulsões tipo grande mal, pois há grande possibilidade de precipitar um estado de mal epiléptico, com subsequente má oxigenação cerebral e risco de morte. A interrupção repentina do tratamento com este medicamento cessará o efeito terapêutico, o que poderá ser prejudicial ao paciente devido às características da doença para a qual este medicamento está indicado.

Prevenção da enxaqueca
Dose inicial recomendada
  • <li>500 mg uma vez ao dia (durante uma semana) sendo que alguns pacientes podem se beneficiar com doses de at&#xE9; 1000 mg uma vez ao dia (ap&#xF3;s a primeira semana). Embora doses de Divalcon&amp;nbsp;ER diferentes de 1000 mg uma vez ao dia n&#xE3;o tenham sido avaliadas em pacientes com enxaqueca, a faixa de dose eficaz de divalproato de s&#xF3;dio comprimidos de libera&#xE7;&#xE3;o ent&#xE9;rica varia de 500 a 1000 mg/dia nestes pacientes.</li>

A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista na prevenção da enxaqueca. O tratamento somente deve ser iniciado se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelos pacientes e o risco e o benefício devem ser cuidadosamente reconsiderados nas revisões do tratamento.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, nem aberto e nem mastigado.

Comprimido Revestido

Os comprimidos de Divalcon são para uso oral e devem ser ingeridos inteiros. Os comprimidos não devem ser mastigados nem triturados.

Crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil

A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista. O tratamento com divalproato de sódio somente deve ser iniciado em crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelas pacientes. O divalproato de sódio deve ser prescrito e dispensado em conformidade com as medidas de prevenção à gravidez, conforme descrito no item Quais as contraindicações do Divalcon?" e "Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon?. A dose diária deve ser dividida em, pelo menos, 2 doses individuais.

Mania
Dose inicial recomendada

750 mg/dia administrados em doses divididas. A dose deve ser aumentada pelo médico o mais rápido possível para se atingir a dose terapêutica desejada.

Dose máxima recomendada

60 mg/kg/dia.

Não há dados obtidos sistematicamente para dar suporte aos benefícios de Divalcon no tratamento prolongado (isto é, além de 3 meses).

Epilepsia
Dose inicial recomendada

10-15 mg/kg/dia (única exceção nas crises de ausência – 15mg/kg/dia). A dose pode ser aumentada pelo médico, de 5 a 10 mg/kg/semana até a obtenção da resposta clínica desejada, administrados em doses diárias divididas (2 a 3 vezes ao dia) para alguns pacientes.

Dose máxima recomendada

60 mg/kg/dia.

Em caso de uso em conjunto com outros medicamentos antiepilépticos, as dosagens desses podem ser reduzidas pelo médico em aproximadamente 25% a cada duas semanas. Esta redução pode ser iniciada no começo do tratamento com divalproato de sódio ou atrasada por uma a duas semanas em casos em que exista a preocupação de ocorrência de crises com a redução. A velocidade e duração desta redução do medicamento antiepiléptico concomitante pode ser muito variável e os pacientes devem ser&nbsp;monitorados rigorosamente durante este período com relação a aumento da frequência das convulsões. Seu médico dará a orientação necessária para o seu tratamento.

Interrupção do tratamento

Os anticonvulsivantes não devem ser descontinuados abruptamente nos pacientes para os quais estes fármacos são administrados para prevenir convulsões tipo grande mal, pois há grande possibilidade de precipitar um estado de mal epiléptico, com subsequente má oxigenação cerebral e risco de morte. A interrupção repentina do tratamento com este medicamento cessará o efeito terapêutico, o que poderá ser prejudicial ao paciente devido às características da doença para a qual este medicamento está indicado.

Prevenção da enxaqueca
Dose inicial recomendada:
  • <li>250 mg, duas vezes ao dia (durante uma semana) sendo que alguns pacientes podem se beneficiar com doses de at&#xE9; 1000 mg uma vez ao dia (ap&#xF3;s a primeira semana). A faixa de dose eficaz de Divalcon comprimidos de libera&#xE7;&#xE3;o ent&#xE9;rica varia de 500 a 1000 mg/dia nestes pacientes.</li>

A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista na prevenção da enxaqueca. O tratamento somente deve ser iniciado se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelos pacientes e o risco e o benefício devem ser cuidadosamente reconsiderados nas revisões do tratamento.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, nem aberto e nem mastigado.

Como o Divalcon funciona?

O divalproato de sódio é a substância ativa de Divalcon. O divalproato de sódio é dissociado em íon valproato no trato gastrointestinal.

O tratamento com Divalcon, em alguns casos, pode produzir sinais de melhora já nos primeiros dias de tratamento; em outros casos, é necessário um tempo maior para se alcançar os efeitos benéficos. Seu médico dará a orientação no seu caso.

Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon?

Gerais

Recomenda-se fazer contagem de plaquetas e realização de testes de coagulação antes de iniciar o tratamento e depois, periodicamente, pois pode haver alteração nas plaquetas e coagulação sanguínea. O aparecimento de hemorragia, manchas roxas ou desordem na capacidade natural de coagulação do paciente são indicativos para a redução da dose ou interrupção da terapia.

Divalcon&nbsp;ER pode interagir com medicamentos administrados concomitantemente.

Hepatotoxicidade (toxicidade no fígado) / Disfunção hepática

Houve casos fatais de insuficiência do fígado em pacientes recebendo ácido valproico, usualmente durante os primeiros seis meses de tratamento. Deve-se ter muito cuidado quando o medicamento for administrado em pacientes com história anterior de doença no fígado. Toxicidade no fígado grave ou fatal pode ser precedida por sintomas não específicos, como mal-estar, fraqueza, estado de apatia, inchaço facial, falta de apetite e vômito. Pacientes em uso de múltiplos anticonvulsivantes, crianças, pacientes com doenças metabólicas congênitas, com doença convulsiva grave associada a retardo mental e pacientes com doença cerebral orgânica podem ter um risco particular de desenvolver toxicidade no fígado. A experiência em epilepsia tem indicado que a incidência de hepatotoxicidade fatal diminui consideravelmente, de forma progressiva, em pacientes mais velhos. O medicamento deve ser descontinuado imediatamente na presença de disfunção do fígado significativa, suspeita ou aparente. Em alguns casos, a disfunção do fígado progrediu apesar da descontinuação do medicamento.

Na presença destes sintomas, o médico deve ser imediatamente procurado.

Pancreatite (inflamação no pâncreas)

Pacientes e responsáveis devem estar cientes que dor abdominal, enjoo, vômito e/ou falta de apetite, podem ser sintomas de pancreatite. Na presença destes sintomas, deve-se procurar o médico imediatamente, pois casos de pancreatite envolvendo risco à vida foram relatados tanto em crianças como em adultos que receberam divalproato de sódio. Alguns casos ocorreram logo após o início do uso, e outros após vários anos de uso. Houve casos nos quais a pancreatite recorreu após nova tentativa com divalproato de sódio.

Pacientes com suspeita ou conhecida doença mitocondrial

Insuficiência hepática aguda induzida por valproato e mortes relacionadas à doença hepática têm sido reportadas em pacientes com síndrome neurometabólica hereditária causada por mutação no gene da DNA polimerase γ (POLG, ou seja, Síndrome de Alpers-Huttenlocher) em uma taxa maior do que aqueles sem esta síndrome.

Deve-se suspeitar de desordens relacionadas à POLG em pacientes com histórico familiar ou sintomas sugestivos de uma desordem relacionada à POLG, incluindo, mas não limitado encefalopatia inexplicável, epilepsia refrataria (focal, mioclônica), estado de mal epilético na apresentação, atrasos no desenvolvimento, regressão psicomotora, neuropatia sensomotora axonal, miopatia, ataxia cerebelar, oftalmoplegia, ou migrânea complicada com aura occipital. O teste para mutação de POLG deve ser realizado de acordo com a prática clínica atual para avaliação diagnóstica dessa desordem.

Em pacientes maiores de 2 anos com suspeita clínica de desordem mitocondrial hereditária o divalproato de sódio deve ser usado apenas após tentativa e falha de outro anticonvulsivante. Este grupo mais velho de pacientes deve ser monitorado durante o tratamento com divalproato de sódio para desenvolvimento de lesão hepática aguda com avaliação clínica regular e monitoramento dos testes de função hepática.

Comportamento e ideação suicida

Pacientes tratados com divalproato de sódio devem ser monitorados para emergências ou piora da depressão, pensamentos sobre automutilação, comportamento ou pensamentos suicidas e/ou qualquer mudança incomum de humor ou comportamento. Ideação suicida pode ser uma manifestação de transtornos psiquiátricos preexistentes e pode persistir até que ocorra remissão significante dos sintomas. Existem relatos de aumento no risco de pensamentos e comportamentos suicidas nestes pacientes. Este risco foi observado logo uma semana após o início do tratamento medicamentoso com os antiepilépticos e persistiu durante todo o período em que o tratamento foi avaliado. A supervisão de pacientes de alto risco deve acontecer durante a terapia medicamentosa inicial. Comportamentos suspeitos devem ser informados imediatamente aos profissionais de saúde.

Trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas)

A trombocitopenia pode estar relacionada à dose. O benefício terapêutico que pode acompanhar as maiores doses deverá ser considerado pelo seu médico contra a possibilidade de maior incidência de eventos adversos.

Hiperamonemia (excesso de amônia no organismo)

Foi relatado o excesso de amônia em associação com a terapia com divalproato de sódio e pode estar presente mesmo com testes de função do fígado normais. Pacientes que desenvolverem sinais ou sintomas de alteração das funções do cérebro por aumento de amônia no sangue inexplicável, estado de apatia, vômito e mudanças no status mental durante o tratamento com Divalcon&nbsp;ER devem ser tratados imediatamente, e o nível de amônia deve ser mensurado. Hiperamonemia também deve ser considerada em pacientes que apresentam hipotermia (queda de temperatura do corpo abaixo do normal). Se a amônia estiver elevada, o tratamento deve ser descontinuado.

Elevações sem sintomas de amônia são mais comuns, e quando presentes, requerem monitoramento intensivo dos níveis de amônia no plasma pelo médico. Se a elevação persistir a descontinuação do tratamento deve ser considerada.

Distúrbios do ciclo da ureia (DCU)

Foi relatada encefalopatia hiperamonêmica (alteração das funções do cérebro por aumento de amônia no sangue), algumas vezes fatal, após o início do tratamento com divalproato de sódio em pacientes com distúrbios do ciclo da ureia.

Hipotermia (queda da temperatura central do corpo para menos de 35ºC)

Tem sido relatada associada à terapia com divalproato de sódio, em conjunto e na ausência de hiperamonemia. Esta reação adversa também pode ocorrer em pacientes utilizando topiramato e valproato em conjunto, após o início do tratamento com topiramato ou após o aumento da dose diária de topiramato. Deve ser considerada a interrupção do tratamento em pacientes que desenvolverem hipotermia, a qual pode se manifestar por uma variedade de anormalidades clínicas incluindo letargia (estado de apatia), confusão, coma e alterações significativas em outros sistemas importantes como o cardiovascular e o respiratório.

Atrofia Cerebral / Cerebelar

Houve relatos pós-comercialização, de atrofia (reversível e irreversível) do cérebro e do cerebelo, temporariamente associadas ao uso de produtos que se dissociam em íon valproato. Em alguns casos, a recuperação foi acompanhada por sequelas permanentes. Observou-se prejuízo psicomotor e atraso no desenvolvimento, entre outros problemas neurológicos, em crianças com atrofia cerebral decorrente da exposição ao valproato quando em ambiente intrauterino. As funções motoras e cognitivas dos pacientes devem ser monitoradas rotineiramente e o medicamento deve ser descontinuado nos casos de suspeita ou de aparecimento de sinais de atrofia cerebral.

Reação de hipersensibilidade em múltiplos órgãos

Foram raramente relatadas após o início da terapia com o valproato em adultos e crianças. Os pacientes tipicamente, mas não exclusivamente, apresentaram febre e reações de sensibilidade na pele, com envolvimento de outros órgãos. Outras manifestações associadas podem incluir aumento dos gânglios, inflamação no fígado (hepatite), anormalidade de testes de função do fígado, anormalidades hematológicas, coceira, inflamação dos tecidos do rim, volume menor de urina, síndrome hepatorrenal (envolvendo o fígado e os rins), dor nas articulações e fraqueza. Como o distúrbio é variável em sua expressão, sinais e sintomas de outros órgãos não relacionados aqui podem ocorrer. Se houver suspeita desta reação, o valproato deve ser interrompido e um tratamento alternativo ser iniciado pelo médico.

Agravamento das convulsões

Assim como outras drogas antiepilépticas, alguns pacientes ao invés de apresentar uma melhora no quadro convulsivo, podem apresentar uma piora reversível da frequência e severidade do quadro convulsivo (incluindo o estado epiléptico) ou também o aparecimento de novos tipos de convulsões com valproato.

Em caso de agravamento das convulsões, aconselha-se consultar o seu médico imediatamente.

Aumento do risco de câncer

Não é conhecido até o momento.

Aumento do risco de mutações

Houve algumas evidências de que a frequência de aberrações cromossômicas poderia estar associada com epilepsia.

Fertilidade

A administração de divalproato de sódio pode afetar a fertilidade em homens. Foram relatados casos que indicam que as disfunções relacionadas à fertilidade são reversíveis após a descontinuação do tratamento.

Amenorreia (ausência de menstruação), ovários policísticos e níveis de testosterona elevados foram relatados em mulheres.

Exclusivo Comprimidos Revestidos de Liberação Prolongada: Efeitos teratogênicos (malformações de múltiplos sistemas orgânicos) foram demonstrados em estudos experimenatis com camundongos, ratos e coelhos.

Resíduos de medicamento nas fezes

Foram raramente relatados. É recomendado que a concentração sanguínea de valproato seja checada em pacientes que apresentam resíduos do medicamento nas fezes.

Capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Uma vez que o divalproato de sódio pode produzir alterações do sistema nervoso central, especialmente quando combinado com outras substâncias com efeito semelhante, por exemplo: álcool, os pacientes não devem realizar tarefas de risco, como dirigir veículos ou operar máquinas perigosas, até que se tenha certeza de que não fiquem sonolentos com o uso deste medicamento.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Divalcon?

A classificação da frequência das reações adversas deve seguir os seguintes parâmetros:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\"><strong>Frequ&#xEA;ncia das Rea&#xE7;&#xF5;es Adversas</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:226px\"><strong>Par&#xE2;metros</strong></td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&#x2265; 1/10 (&#x2265; 10%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Muito comum</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&#x2265; 1/100 e &lt; 1/10 (&#x2265; 1% e &lt; 10%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Comum (frequente)</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&#x2265; 1/1.000 e &lt; 1/100 (&#x2265; 0,1% e &lt; 1%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Incomum (infrequente)</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&#x2265; 1/10.000 e &lt; 1/1.000 (&#x2265; 0,01% e &lt; 0,1%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Rara</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&lt; 1/10.000 (&lt; 0,01%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Muito rara</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">N&#xE3;o pode ser estimada</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\"> <p>Desconhecida</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Sistemas</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\"><strong>Frequ&#xEA;ncia</strong></td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Rea&#xE7;&#xE3;o adversa</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xF5;es cong&#xEA;nitas, heredit&#xE1;rias e gen&#xE9;ticas</p> </td> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"text-align:center; width:297px\">M&#xE1;s forma&#xE7;&#xF5;es cong&#xEA;nitas e dist&#xFA;rbios de desenvolvimento &#x2013; ver item &quot;<a href=\"https://consultaremedios.com.br/divalcon-er/p#precautions-collapse\" title=\"+Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon ER?\">Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon ER?</a>&quot;</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Porfiria aguda</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xF5;es do sistema sangu&#xED;neo e linf&#xE1;tico</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Trombocitopenia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c\" target=\"_blank\">Anemia</a>, anemia hipocr&#xF4;mica, leucopenia, trombocitopenia <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/purpura/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">p&#xFA;rpura</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Agranulocitose, defici&#xEA;ncia de anemia folato, anemia macroc&#xED;tica, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/anemia-aplastica\" target=\"_blank\">anemia apl&#xE1;stica</a>, fal&#xEA;ncia da medula &#xF3;ssea, eosinofilia, hipofibrinogenemia, linfocitose, macrocitose, pancitopenia, inibi&#xE7;&#xE3;o da agrega&#xE7;&#xE3;o plaquet&#xE1;ria</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Investiga&#xE7;&#xF5;es</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aumento de peso, perda de peso</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aumento da alanina aminotransferase<sup>1 </sup>, aumento do aspartato aminotransferase, aumento creatinina sangu&#xED;nea, diminui&#xE7;&#xE3;o de folato sangu&#xED;neo, aumento de lactato desidrogenase sangu&#xED;neo<sup>1 </sup>, aumento de ureia sangu&#xED;nea, aumento do n&#xED;vel de droga, anormalidade de testes de fun&#xE7;&#xE3;o do f&#xED;gado<sup>1 </sup>, aumento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/iodo\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/iodo/pa\" target=\"_blank\">iodo</a> ligado &#xE0; prote&#xED;na, diminui&#xE7;&#xE3;o da contagem de gl&#xF3;bulos brancos</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aumento de bilirrubina s&#xE9;rica<sup>1 </sup>, diminui&#xE7;&#xE3;o de carnitina, anormalidade do teste de fun&#xE7;&#xE3;o da <a href=\"https://consultaremedios.com.br/tireoide/c\" target=\"_blank\">tireoide</a></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"4\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o do sistema nervoso</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Muito comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Sonol&#xEA;ncia, tremor</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Amnesia, ataxia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/tontura-o-que-pode-ser/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">tontura</a>, disgeusia, cefaleia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/nistagmo/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">nistagmo</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/parestesia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">parestesia</a>, altera&#xE7;&#xE3;o da fala</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Afasia, incoordena&#xE7;&#xE3;o motora, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/disartria/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">disartria</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-distonia-sintomas-tratamento-tipos-diagnostico-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">distonia</a>, encefalopatia<sup>2 </sup>, hipercinesia, hiperreflexia, hipertonia, hipoestesia, hiporreflexia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-convulsao-o-que-fazer-causas-sintomas-pode-matar/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">convuls&#xE3;o</a><sup>3 </sup>, estupor, discinesia tardia, altera&#xE7;&#xE3;o na vis&#xE3;o</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aster&#xED;xis, atrofia cerebelar<sup>4 </sup>, atrofia cerebral<sup>4 </sup>, desordem cognitiva, coma, desordem extrapiramidal, dist&#xFA;rbio de aten&#xE7;&#xE3;o, defici&#xEA;ncia da mem&#xF3;ria, parkisonismo, hiperatividade psicomotora, habilidades psicomotoras prejudicadas, seda&#xE7;&#xE3;o<sup>5</sup></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o do labirinto e ouvido</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/zumbido-no-ouvido/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Zumbido no ouvido</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Surdez<sup>6 </sup>, dist&#xFA;rbio auditivo, hiperacusia, vertigem</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dor-de-ouvido/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Dor de ouvido</a></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o respirat&#xF3;ria, tor&#xE1;cica e mediastino</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/tosse/c\" target=\"_blank\">Tosse</a>, dispneia, disfonia, epistaxe</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecido</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Efus&#xE3;o pleural</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"4\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o gastrointestinal</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Muito comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">N&#xE1;usea<sup>7</sup></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Dor abdominal, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">constipa&#xE7;&#xE3;o</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c\" target=\"_blank\">diarreia</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dispepsia-indigestao-o-que-e-sintomas-remedios-e-tipos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">dispepsia</a><sup>7 </sup>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/gases/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">flatul&#xEA;ncia</a>, v&#xF4;mitos<sup>7</sup></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Incontin&#xEA;ncia anal, altera&#xE7;&#xE3;o anorretal, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-halitose-mau-halito-causas-tratamento-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">mau h&#xE1;lito</a>, boca seca, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-disfagia-causas-sintomas-tratamento-tem-cura/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">disfagia</a>, eructa&#xE7;&#xE3;o, sangramento gengival, glossite, hemat&#xEA;mese, melena, pancreatite<sup>8 </sup>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-tenesmo-sintomas-tratamento-causas-prevencao-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">tenesmo</a> retal, hipersecre&#xE7;&#xE3;o salivar</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios gengivais, hipertrofia gengivais, aumento da gl&#xE2;ndula par&#xF3;tida</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria e renal</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Hemat&#xFA;ria, urg&#xEA;ncia em urinar, poli&#xFA;ria, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/incontinencia-urinaria/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">incontin&#xEA;ncia urin&#xE1;ria</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/enurese/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Enurese</a>, s&#xED;ndrome Fanconi<sup>9 </sup>, fal&#xEA;ncia renal, nefrite do t&#xFA;bulo-intersticial</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o nos tecidos e pele</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/queda-de-cabelo-e-calvicie/c\" target=\"_blank\">Alopecia</a><sup>10</sup>, equimose, prurido,<em> rash</em> cut&#xE2;neo</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/acne/c\" target=\"_blank\">Acne</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/dermatites/c\" target=\"_blank\">dermatite</a> esfoliativa, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/pele-seca\" target=\"_blank\">pele seca</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/eczema/c\" target=\"_blank\">eczema</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/eritema-nodoso/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">eritema nodoso</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/hiperidrose/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hiperidrose</a>, altera&#xE7;&#xE3;o na unha, pet&#xE9;quias, seborreia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Vasculite cut&#xE2;nea, s&#xED;ndrome de hipersensibilidade sist&#xEA;mica a drogas (S&#xED;ndrome DRESS ou SHSD), eritema multiforme, altera&#xE7;&#xE3;o do cabelo, altera&#xE7;&#xE3;o do leito ungueal, rea&#xE7;&#xE3;o de fotossensibilidade, s&#xED;ndrome de Stevens-Johnson, necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o tecidos conectivos e muscular esquel&#xE9;tico</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/espasmo-muscular/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Espasmo muscular</a>, convuls&#xE3;o muscular, fraqueza muscular</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Diminui&#xE7;&#xE3;o da densidade &#xF3;ssea, dor &#xF3;ssea, osteopenia, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-dos-ossos/osteoporose/c\" target=\"_blank\">osteoporose</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/rabdomiolise/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">rabdomi&#xF3;lise</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o end&#xF3;crina</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Hiperandrogenismo<sup>11</sup>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/tireoide/hipotireoidismo/c\" target=\"_blank\">hipotireoidismo</a>, secre&#xE7;&#xE3;o inapropriada de horm&#xF4;nio antidiur&#xE9;tico</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo e nutri&#xE7;&#xE3;o</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite, Aumento do apetite</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/hipercalemia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Hipercalemia</a>, hipernatremia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/hipoglicemia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hipoglicemia</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/hiponatremia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hiponatremia</a>, hipoproteinemia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Defici&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/biotina\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/biotina/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">biotina</a>, dislipidemia, hiperamonemia, resist&#xEA;ncia &#xE0; insulina, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/obesidade/c\" target=\"_blank\">obesidade</a></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Neoplasias benignas, malignas e n&#xE3;o espec&#xED;ficas (incluem cistos e p&#xF3;lipos)</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hemangioma-no-figado-coluna-e-mais-tratamento-tem-cura/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Hemangioma</a> de pele</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecido</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">S&#xED;ndrome mielodispl&#xE1;stica</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Desordens vasculares</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomuns</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Hipotens&#xE3;o</a> ortost&#xE1;tica, Pallor, desordem vascular periferal, vasodilata&#xE7;&#xE3;o</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"4\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xF5;es gerais e condi&#xE7;&#xF5;es de administra&#xE7;&#xE3;o local</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Muito comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Astenia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o na marcha, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-tipos-cerebral-pulmonar-etc-e-tratamento/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">edema</a> perif&#xE9;rico</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dor-no-peito/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Dor no peito</a>, edema facial, pirexia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Hipotermia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o hepatobiliar</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Hepatotoxicidade</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o na mama e sistema reprodutivo</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Amenorreia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dismenorreia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">dismenorreia</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/disfuncao-eretil/c\" target=\"_blank\">disfun&#xE7;&#xE3;o er&#xE9;til</a>, menorragia, altera&#xE7;&#xE3;o menstrual, metrorragia, hemorragia vaginal</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aumento das mamas, galactorr&#xE9;ia, infertilidade masculina<sup>12 </sup>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/menstruacao-irregular/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">menstrua&#xE7;&#xE3;o irregular</a>, ov&#xE1;rio polic&#xED;stico</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o psiqui&#xE1;trica</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Sonhos anormais, labilidade emocional, estado de confus&#xE3;o, depress&#xE3;o, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/insonia/c\" target=\"_blank\">ins&#xF4;nia</a>, nervosismo, pensamento anormal</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Agita&#xE7;&#xE3;o, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/ansiedade/c\" target=\"_blank\">ansiedade</a>, apatia, catatonia, del&#xED;rio, humor euf&#xF3;rico, alucina&#xE7;&#xE3;o, hostilidade, transtorno de personalidade</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecido</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Comportamento anormal, agress&#xE3;o, ang&#xFA;stia emocional, transtorno de aprendizagem, transtorno psic&#xF3;tico</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o card&#xED;aca</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Bradicardia, parada card&#xED;aca, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> congestiva, taquicardia</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o nos olhos</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Ambliopia, diplopia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Cromatopsia, olho ressecado, dist&#xFA;rbio ocular, dor nos olhos, desordem da lacrimal, miose, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/fotofobia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">fotofobia</a>, defici&#xEA;ncia visual</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o do <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-imunologico/c\" target=\"_blank\">sistema imunol&#xF3;gico</a></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Rea&#xE7;&#xE3;o anafil&#xE1;tica, hipersensibilidade</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xE3;o e infesta&#xE7;&#xF5;es</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xE3;o</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/bronquite/c\" target=\"_blank\">Bronquite</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/furunculo/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">fur&#xFA;nculo</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/gastroenterite/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">gastroenterite</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/herpes/c\" target=\"_blank\">herpes</a> simples, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/c\" target=\"_blank\">gripe</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/rinite/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">rinite</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/sinusite/c\" target=\"_blank\">sinusite</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/doenca-nos-ouvidos/otite/c\" target=\"_blank\">Otite</a> m&#xE9;dia, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/pneumonia/c\" target=\"_blank\">pneumonia</a>, infec&#xE7;&#xE3;o do trato urin&#xE1;rio</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Les&#xE3;o, intoxica&#xE7;&#xE3;o e complica&#xE7;&#xF5;es processuais</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Les&#xE3;o</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

1 Pode refletir em uma potencial hepatotoxicidade séria.
2 Encefalopatia com ou sem febre foi identificada pouco tempo após a introdução de monoterapia com divalproato de sódio sem evidência de disfunção hepática ou altos níveis plasmáticos inapropriados de valproato. Apesar da recuperação ser efetiva com a descontinuação do medicamento, houve casos fatais em pacientes com encefalopatia hiperamônica, particularmente em pacientes com distúrbio do ciclo de ureia subjacente. Encefalopatia na ausência de níveis elevados de amônia também foi observada.
3 Considerar crises graves e verificar item "Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon ER?".
4 Reversíveis e irreversíveis. Atrofia cerebral também foi observada em crianças expostas ao divalproato de sódio em ambiente uterino que levou a diversas formas de eventos neurológicos, incluindo atrasos de desenvolvimento e prejuízo psicomotor.
5 Observado que pacientes recebendo somente divalproato de sódio mas ocorreu em sua maioria em pacientes recebendo terapia combinada. Sedação normalmente diminui após a redução de outros medicamentos antiepilépticos.
6 Reversíveis ou irreversíveis.
7 Esses efeitos são normalmente transitórios e raramente requerem descontinuação da terapia.
8 Inclui pancreatite aguda, incluindo fatalidades.
9 Observada primariamente em crianças.
10 Reversíveis.
11 Com eventos aumentados de hirsutismo, virilismo, acne, alopecia de padrão masculino, andrógeno.
12 Incluindo azoospermia, análise de sêmen anormal, diminuição da contagem de esperma, morfologia anormal dos espermatozoides, aspermia e diminuição da motilidade dos espermatozoides.










Informe ao seu médico, cirurgião dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Comprimido Revestido de Liberação Prolongada /&nbsp;Comprimido Revestido

Uso em idosos

Uma alta porcentagem de pacientes acima de 65 anos relatou ferimentos acidentais, infecção, dor, sonolência e tremor. Não está claro se esses eventos indicam riscos adicionais ou se resultam de doenças preexistentes e uso de medicamentos concomitantes por estes pacientes.

Em pacientes idosos, a dosagem deve ser aumentada mais lentamente, com monitorização regular do consumo de líquidos e alimentos, desidratação, sonolência e outros eventos adversos. Reduções de dose ou descontinuação do medicamento devem ser consideradas em pacientes com menor consumo de líquidos ou alimentos e em pacientes com sonolência excessiva.

Crianças e adolescentes do sexo feminino, mulheres em idade fértil e gestantes

O divalproato de sódio tem um alto potencial de induzir doenças congênitas e crianças expostas ao produto durante a gravidez têm um alto risco de malformações congênitas e distúrbios no desenvolvimento do sistema nervoso.

Verificou- se que o valproato atravessa a barreira placentária tanto em espécies animais como em humanos.

Seu médico deve assegurar que:
  • <li>Que as circunst&#xE2;ncias individuais de cada paciente sejam avaliadas em todos os casos, envolvendo a paciente na discuss&#xE3;o para garantir o seu engajamento, discutir as op&#xE7;&#xF5;es terap&#xEA;uticas e garantir que ela esteja ciente dos riscos e medidas necess&#xE1;rias para redu&#xE7;&#xE3;o dos riscos;</li> <li>O potencial de gravidez seja avaliado para todas as pacientes do sexo feminino;</li> <li>A paciente tenha entendido e reconhecido os riscos de doen&#xE7;as cong&#xEA;nitas e dist&#xFA;rbios no desenvolvimento do sistema nervoso em crian&#xE7;as expostas ao produto durante a gravidez;</li> <li>A paciente tenha entendido a necessidade de se submeter a um exame de gravidez antes do in&#xED;cio do tratamento e durante o tratamento, conforme necessidade;</li> <li>A paciente seja aconselhada em rela&#xE7;&#xE3;o a utiliza&#xE7;&#xE3;o de m&#xE9;todos contraceptivos e que a paciente seja capaz de manter a utiliza&#xE7;&#xE3;o de m&#xE9;todos contraceptivos efetivos sem interrup&#xE7;&#xE3;o durante todo o tratamento com divalproato de s&#xF3;dio;</li> <li>A paciente tenha entendido a necessidade de visitas regulares (pelo menos anualmente) do tratamento pelo m&#xE9;dico especialista em mania, epilepsia e/ou profilaxia da migr&#xE2;nea;</li> <li>A paciente esteja ciente de que deve consultar o m&#xE9;dico assim que tiver planos de engravidar para fazer a transi&#xE7;&#xE3;o do tratamento para uma alternativa apropriada antes da concep&#xE7;&#xE3;o e antes de interromper os m&#xE9;todos contraceptivos;</li> <li>A paciente tenha entendido os perigos e as precau&#xE7;&#xF5;es necess&#xE1;rias associadas ao uso de divalproato de s&#xF3;dio e a necessidade urgente de informar seu m&#xE9;dico caso exista possibilidade de estar gr&#xE1;vida;</li> <li>A paciente tenha recebido um guia do paciente.</li>

Essas condições também devem ser avaliadas para mulheres que não são sexualmente ativas a não ser que o médico considere que existem razões convincentes que indiquem que não existe risco de gravidez.

Crianças e adolescentes do sexo feminino
  • <li>O m&#xE9;dico respons&#xE1;vel deve assegurar que os pais/respons&#xE1;veis pela paciente compreendam a necessidade de informa-lo assim que a paciente utilizando divalproato de s&#xF3;dio fique menstruada pela primeira vez (menarca);</li> <li>O m&#xE9;dico respons&#xE1;vel deve assegurar que os pais/respons&#xE1;veis pela paciente que tenha menstruado pela primeira vez, tenham informa&#xE7;&#xF5;es necess&#xE1;rias sobre os riscos de doen&#xE7;as cong&#xEA;nitas e dist&#xFA;rbios no desenvolvimento do sistema nervoso, incluindo a magnitude desses riscos para crian&#xE7;as expostas ao divalproato de s&#xF3;dio durante a gravidez;</li> <li>ara essas pacientes, o m&#xE9;dico especialista deve reavaliar anualmente a necessidade da terapia com divalproato de s&#xF3;dio e considerar alternativas para o tratamento. Caso o divalproato de s&#xF3;dio seja o &#xFA;nico tratamento adequado, a necessidade de utiliza&#xE7;&#xE3;o de m&#xE9;todos contraceptivos eficazes e todas as outras medidas anteriormente descritas devem ser discutidas com a paciente e os pais/respons&#xE1;veis. O m&#xE9;dico deve realizar todo esfor&#xE7;o necess&#xE1;rio para fazer a transi&#xE7;&#xE3;o do tratamento para uma alternativa apropriada antes que a paciente esteja sexualmente ativa.</li>

A possibilidade de gravidez deve ser excluída antes de iniciar o tratamento com Divalcon.

Contracepção

Mulheres em idade fértil que estejam utilizando divalproato de sódio devem utilizar métodos contraceptivos efetivos sem interrupção durante todo o tratamento com o produto. Essas pacientes devem estar providas de informações completas quanto à prevenção a gravidez e devem ser orientadas quanto ao risco da não utilização de métodos contraceptivos efetivos. Pelo menos 1 método contraceptivo eficaz e único (como dispositivo ou implante intrauterino) ou 2 métodos complementares de contracepção, incluindo um método de barreira, deve ser utilizado. Circunstâncias individuais devem ser avaliadas em todos os casos, envolvendo a paciente na discussão quanto a escolhe do método contraceptivo para garantir o seu engajamento e aderência ao método escolhido. Mesmo que a paciente tenha amenorreia, ela deve seguir todos os conselhos sobre contracepção eficaz.

Revisão anual do tratamento

Deve ser realizada preferencialmente com um médico especialista. O médico deve revisar o tratamento pelo menos anualmente quando o divalproato de sódio foi a escolha mais adequada para a paciente. O médico deverá garantir que a paciente tenha entendido e reconhecido os riscos de malformações congênitas e distúrbios no desenvolvimento neurológico em crianças expostas ao produto em ambiente intrauterino.

Planejamento da gravidez
  • <li>Para a indica&#xE7;&#xE3;o de Epilepsia, caso a paciente estiver planejando engravidar ou engravide, o m&#xE9;dico especialista dever&#xE1; reavaliar o tratamento com divalproato de s&#xF3;dio e considerar alternativas terap&#xEA;uticas. O m&#xE9;dico deve realizar todo esfor&#xE7;o necess&#xE1;rio para fazer a transi&#xE7;&#xE3;o do tratamento para uma alternativa apropriada antes da concep&#xE7;&#xE3;o e antes de interromper os m&#xE9;todos contraceptivos. Se a transi&#xE7;&#xE3;o de tratamento n&#xE3;o for poss&#xED;vel, a paciente dever&#xE1; receber aconselhamento adicional quanto aos riscos do uso de divalproato para o beb&#xEA; para suportar a paciente quanto a decis&#xE3;o de fazer um planejamento familiar. Se, apesar dos riscos conhecidos de divalproato de s&#xF3;dio na gesta&#xE7;&#xE3;o e ap&#xF3;s uma avalia&#xE7;&#xE3;o cuidadosa levando em considera&#xE7;&#xE3;o tratamentos alternativos, em circunst&#xE2;ncias excepcionais a paciente gr&#xE1;vida poder&#xE1; receber divalproato de s&#xF3;dio para o tratamento de epilepsia. Nesse caso recomenda-se que seja prescrita a menor dose eficaz, dividida em diversas doses menores a serem administradas durante o dia. &#xC9; prefer&#xED;vel a escolha da formula&#xE7;&#xE3;o de libera&#xE7;&#xE3;o prolongada para se evitar altos picos de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica.</li> <li>Para as indica&#xE7;&#xF5;es de Mania e Profilaxia da migr&#xE2;nea, se a paciente estiver planejando engravidar, o m&#xE9;dico especialista dever&#xE1; ser consultado e o tratamento com divalproato de s&#xF3;dio dever&#xE1; ser descontinuado e, se necess&#xE1;rio, dever&#xE1; ser feita uma a transi&#xE7;&#xE3;o do tratamento para uma alternativa apropriada antes da concep&#xE7;&#xE3;o e antes de interromper os m&#xE9;todos contraceptivos.</li>

Caso a paciente engravide, ela deve informar ao seu médico imediatamente para que o tratamento seja reavaliado e outras opções sejam consideradas. Durante a gestação, crises tônico-clônicas maternais e estado epiléptico com hipóxia podem acarretar em risco de morte para a mãe e para o bebê.

Todas as pacientes expostas ao divalproato de sódio durante a gestação devem realizar um monitoramento pré-natal especializado para detectar possíveis ocorrências de defeitos no tubo neural ou outras malformações.

As evidências disponíveis não indicam que a suplementação com folato antes da gestação possa prevenir o risco de defeitos no tubo neural, que podem ocorrer em qualquer gestação.

O farmacêutico deve garantir que a paciente seja aconselhada a não descontinuar o tratamento com divalproato de sódio e consultar o médico imediatamente caso esteja planejando engravidar ou engravide.

Materiais educacionais

Como forma de esclarecer os profissionais de saúde e os pacientes quanto à exposição ao divalproato de sódio, a Abbott providenciará materiais educacionais como um Guia Médico para reforçar as precauções do uso do produto. Além disso, providenciará um Guia ao Paciente quanto ao uso em mulher em idade fértil e os detalhes sobre os programas de prevenção à gravidez. O Guia do Paciente deverá estar disponível para todas as pacientes em idade fértil utilizando divalproato de sódio.

Para tratamento de Mania e Epilepsia

Categoria de risco: D: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Más formações congênitas

Filhos de mulheres com epilepsia expostas a monoterapia com divalproato de sódio durante a gravidez apresentaram mais más formações congênitas. Esse risco é maior do que na população em geral (2-3%). Os tipos mais comuns de má formação incluem defeitos do tubo neural, dismorfismo facial, fissura de lábio e palato, crânio-ostenose, problemas cardíacos, defeitos dos rins, vias urinárias e genitálias, defeitos nos membros e múltiplas anomalias envolvendo vários sistemas do corpo.

A exposição no útero ao valproato também pode resultar em deficiência/perda auditiva devido a malformações da orelha e/ou nariz (efeito secundário) e/ou devido à toxicidade direta na função auditiva. Os casos descrevem surdez unilateral e bilateral ou deficiência auditiva. Monitoramento de sinais e sintomas de ototoxicidade é recomendado.

Transtornos de desenvolvimento

A exposição ao divalproato de sódio durante a gestação pode causar efeitos adversos no desenvolvimento mental e físico para a criança exposta. O exato período gestacional predisposto a esses riscos é incerto e a possibilidade do risco durante toda a gestação não pode ser excluída.

Existem dados limitados sobre uso prolongado. Os dados disponíveis sugerem que crianças expostas ao valproato durante a gestação apresentam risco aumentado de desenvolver transtornos de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) comparado com a população em geral.

Risco em neonatos

Casos de síndrome hemorrágica foram relatados muito raramente em recém-nascidos de mães que utilizaram divalproato de sódio durante a gravidez. Essa síndrome hemorrágica está relacionada com trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas do sangue), hipofibrinogenemia (diminuição do fibrinogênio do sangue) e/ou a diminuição de outros fatores de coagulação. A afibrinogenemia (caso em que o sangue não coagula normalmente) também foi relatada e pode ser fatal. A contagem plaquetária, testes e fatores de coagulação devem ser investigados em neonatos.

Casos de hipoglicemia foram relatados em recém-nascidos de mães que utilizaram divalproato de sódio durante o terceiro trimestre da gravidez.

Casos de hipotireoidismo foram relatados em recém-nascidos de mães que utilizaram divalproato de sódio durante a gravidez.

Síndrome de abstinência (por exemplo, irritabilidade, hiperexcitação, agitação, hipercinésia, transtornos de tonicidade, tremor, convulsões e transtornos alimentares) pode ocorrer em recém-nascidos de mães que utilizaram valproato no último trimestre da gravidez.

Lactação

O divalproato de sódio é excretado no leite humano com uma concentração que varia entre 1% a 10% dos níveis séricos maternos. Transtornos hematológicos foram notados em neonatos/crianças lactentes de mães tratadas com valproato. A decisão quanto a descontinuação da amamentação ou da terapia com o medicamento deve ser feita levando em consideração o benefício da amamentação para a criança e o benefício da terapia para a paciente.

Exclusivo Comprimido Revestido de Liberação Prolongada

Uso em crianças

A segurança e a eficácia do divalproato de sódio para a profilaxia da migrânea não foram estudadas em indivíduos abaixo de 18 anos. A segurança e a eficácia do divalproato de sódio para o tratamento de crises parciais complexas, crises de ausência simples e complexa e crises múltiplas, que inclui crise de ausência não foram estudadas em pacientes pediátricos abaixo de 10 anos. O uso de divalproato de sódio de liberação estendida não é recomendado para a prevenção de enxaqueca em crianças. Em pacientes com mais de dois anos de idade que são clinicamente suspeitos de terem uma doença mitocondrial hereditária, divalproato de sódio só deve ser usado após a falha de outros anticonvulsivantes. Crianças com idade inferior a dois anos têm um aumento de risco considerável de desenvolvimento de toxicidade no fígado fatal e esse risco diminui progressivamente em pacientes mais velhos.

Exclusivo Comprimido Revestido

Uso em crianças

A segurança e a eficácia do divalproato de sódio para o tratamento de mania aguda não foram estudadas em indivíduos abaixo de 18 anos, bem como também não foram avaliadas para a profilaxia da enxaqueca em indivíduos abaixo de 16 anos. Crianças com idade inferior a dois anos têm um aumento de risco considerável de desenvolvimento de toxicidade no fígado fatal e esse risco diminui progressivamente em pacientes mais velhos. Em pacientes com mais de dois anos de idade que são clinicamente suspeitos de terem uma doença mitocondrial hereditária, divalproato de sódio só deve ser usado após a falha de outros anticonvulsivantes.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Divalcon?

Se você esquecer de tomar uma dose, tome-a assim que se lembrar. Entretanto, se estiver próximo do horário de tomar a próxima dose do medicamento, pule a dose esquecida.

Não tome dois comprimidos de uma única vez para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Divalcon?

Comprimido Revestido de Liberação Prolongada

Cada comprimido revestido de Divalcon&nbsp;ER 250 mg contém:

Divalproato de sódio 269,10 mg (equivalente a 250 mg de ácido valproico).

Excipientes: hipromelose, celulose microcristalina, dióxido de silício, sorbato de potássio, cobertura Opadry e Opadry II.

Cada comprimido revestido de Divalcon&nbsp;ER 500 mg contém:

Divalproato de sódio 538,10 mg (equivalente a 500 mg de ácido valproico).

Excipientes: hipromelose, celulose microcristalina, lactose monoidratada, dióxido de silício, sorbato de potássio, cobertura Opadry e Opadry II.

Comprimido Revestido

Cada comprimido revestido de Divalcon 250 mg contém:

Divalproato de sódio 269,10 mg (equivalente a 250 mg de ácido valproico).

Excipientes: povidona, amilopectina pré-gelatinizada, sílica gel, talco, dióxido de titânio, ftalato de hidroxipropilmetilcelulose, monoglicerídeos diacetilados, corante amarelo laca FD&C Nº6 e vanilina.

Cada comprimido revestido de Divalcon 500 mg contém:

Divalproato de sódio 538,20 mg (equivalente a 500 mg de ácido valproico).

Excipientes: povidona, amilopectina pré-gelatinizada, sílica gel, talco, dióxido de titânio, ftalato de hidroxipropilmetilcelulose, monoglicerídeos diacetilados, corante vermelho 4R laca, corante azul FD&C nº 2 e vanilina.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Divalcon maior do que a recomendada?

Não tome doses superiores às recomendadas pelo médico.

Doses de Divalcon acima do recomendado podem resultar em sonolência, bloqueio do coração, pressão baixa e colapso/choque circulatório e coma profundo. Nesses casos, o paciente deverá ser encaminhado imediatamente para cuidados médicos.

A presença de teor de sódio na formulação de Divalcon pode resultar em excesso de sódio no sangue quando administrada em dose acima do recomendado.

Em situações de superdosagem, a hemodiálise ou hemodiálise mais hemoperfusão podem resultar em uma remoção significativa do medicamento. O benefício da lavagem gástrica ou vômito irá variar de acordo com o tempo de ingestão.

Medidas de suporte geral devem ser aplicadas, com particular atenção para a manutenção de fluxo urinário adequado.

O uso de naloxona pode ser útil para reverter os efeitos depressores de doses elevadas de valproato de sódio sobre o sistema nervoso central, entretanto, como a naloxona pode, teoricamente reverter os efeitos antiepilépticos do valproato de sódio, deve ser usada com precaução em pacientes epilépticos.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Divalcon com outros remédios?

Medicamentos que administrados junto ao valproato podem alterar sua depuração

  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/ritonavir/bula" target="_blank">Ritonavir</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/fenitoina/bula" target="_blank">fenito&#xED;na</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/carbamazepina/bula" target="_blank">carbamazepina</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/fenobarbital/bula" target="_blank">fenobarbital</a> (ou <a href="https://consultaremedios.com.br/primidona/bula" target="_blank">primidona</a>): aumentam a depura&#xE7;&#xE3;o do valproato.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/antidepressivos/c" target="_blank">Antidepressivos</a>: pouco efeito na depura&#xE7;&#xE3;o do valproato.</li>

Medicamentos com importante potencial de interação quando usados junto ao valproato, levando a alterações das concentrações do valproato no sangue:

  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/acido-acetilsalicilico/bula" target="_blank">&#xC1;cido acetilsalic&#xED;lico</a>: a concentra&#xE7;&#xE3;o de valproato no sangue pode aumentar.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/infeccoes/antibioticos/c" target="_blank">Antibi&#xF3;ticos</a> carbapen&#xEA;micos (ex: ertapenem, imipenem e meropenem): pode levar a redu&#xE7;&#xE3;o significante de valproato no sangue.</li> <li>Contraceptivos hormonais contendo estrog&#xEA;nio: pode haver diminui&#xE7;&#xE3;o de valproato no sangue e aumento das crises epil&#xE9;ticas.</li> <li>Felbamato: pode levar ao aumento de valproato no sangue.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/rifampicina/bula" target="_blank">Rifampicina</a>: pode levar ao aumento de valproato no sangue.</li> <li>Inibidores da protease (ex: lopinavir, ritonavir e outros): podem diminuir os n&#xED;veis de valproato no sangue.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/colestiramina/bula" target="_blank">Colestiramina</a>: pode levar a uma diminui&#xE7;&#xE3;o nos n&#xED;veis de valproato no sangue.</li> <li>Medicamentos para os quais n&#xE3;o foi detectada nenhuma intera&#xE7;&#xE3;o ou com intera&#xE7;&#xE3;o sem relev&#xE2;ncia: <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/antiacidos/c" target="_blank">anti&#xE1;cidos</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">cimetidina</a>, ranitidina, <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-clorpromazina/bula" target="_blank">clorpromazina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/haloperidol/bula" target="_blank">haloperidol</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/paracetamol/bula" target="_blank">paracetamol</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/clozapina/bula" target="_blank">clozapina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/carbonato-de-litio/bula" target="_blank">l&#xED;tio</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/lorazepam/bula" target="_blank">lorazepam</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/olanzapina/bula" target="_blank">olanzapina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/rufinamida/bula" target="_blank">rufinamida</a>.</li>

Medicamentos com outras interações

  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-amitriptilina/bula" target="_blank">Amitriptilina</a>/nortriptilina: o uso concomitante de divalproato de s&#xF3;dio e amitriptilina raramente foi associado com toxicidade. Considerar a diminui&#xE7;&#xE3;o da dose de amitriptilina/nortriptilina na presen&#xE7;a de valproato.</li> <li>Carbamazepina (CBZ)/carbamazepina-10,11-ep&#xF3;xido (CBZ-E): n&#xED;veis sangu&#xED;neos de CBZ diminu&#xED;ram 17% enquanto que os de CBZ-E aumentaram em torno de 45% na administra&#xE7;&#xE3;o em conjunto do divalproato de s&#xF3;dio e da CBZ em pacientes epil&#xE9;pticos.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/clonazepam/bula" target="_blank">Clonazepam</a>: o uso concomitante de divalproato de s&#xF3;dio e de clonazepam pode levar a estado de aus&#xEA;ncia em pacientes com hist&#xF3;ria desse tipo de crises convulsivas.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/diazepam/bula" target="_blank">Diazepam</a>: a administra&#xE7;&#xE3;o conjunta de divalproato de s&#xF3;dio aumentou a fra&#xE7;&#xE3;o livre de diazepam.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/etossuximida/bula" target="_blank">Etossuximida</a>: o divalproato de s&#xF3;dio inibe o metabolismo de etossuximida.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/lamotrigina/bula" target="_blank">Lamotrigina</a>: sua dose dever&#xE1; ser reduzida quando administrada em conjunto com divalproato de s&#xF3;dio.</li> <li>Fenobarbital: o divalproato de s&#xF3;dio inibe o metabolismo do fenobarbital. Todos os pacientes recebendo tratamento concomitante com barbiturato devem ser cuidadosamente monitorizados quanto &#xE0; toxicidade neurol&#xF3;gica.</li> <li>Fenito&#xED;na: H&#xE1; relatos de desencadeamento de crises com a combina&#xE7;&#xE3;o de divalproato de s&#xF3;dio e fenito&#xED;na em pacientes com epilepsia. Se necess&#xE1;rio, deve-se ajustar a dose de fenito&#xED;na de acordo com a situa&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica.</li> <li>Primidona: &#xE9; metabolizada em barbiturato e, portanto, pode tamb&#xE9;m estar envolvida em intera&#xE7;&#xE3;o semelhante &#xE0; do divalproato de s&#xF3;dio com fenobarbital.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/propofol/bula" target="_blank">Propofol</a>: pode ocorrer intera&#xE7;&#xE3;o significante entre divalproato de s&#xF3;dio e propofol, levando a aumento no n&#xED;vel sangu&#xED;neo de propofol. Portanto, quando administrado em conjunto com divalproato de s&#xF3;dio, a dose de propofol deve ser reduzida.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/nimodipino/bula" target="_blank">Nimodipino</a>: tratamento em conjunto com &#xE1;cido valproico pode aumentar a concentra&#xE7;&#xE3;o sangu&#xED;nea de nimodipino at&#xE9; 50%.</li> <li>Tolbutamida: aumento de tolbutamida em pacientes tratados com divalproato de s&#xF3;dio.</li> <li>Topiramato e/ou <a href="https://consultaremedios.com.br/acetazolamida/bula" target="_blank">acetazolamida</a>: administra&#xE7;&#xE3;o em conjunto com divalproato de s&#xF3;dio foi associada a hiperamonemia (excesso de am&#xF4;nia no organismo), e/ou encefalopatia (altera&#xE7;&#xF5;es das fun&#xE7;&#xF5;es do c&#xE9;rebro), al&#xE9;m de hipotermia (queda na temperatura do corpo abaixo do normal). Os sintomas de encefalopatia por hiperamonemia incluem frequentemente altera&#xE7;&#xF5;es agudas no n&#xED;vel de consci&#xEA;ncia e/ou na fun&#xE7;&#xE3;o cognitiva ou v&#xF4;mito. Pessoas com atividade mitocondrial alterada do f&#xED;gado podem requerer maior aten&#xE7;&#xE3;o.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/varfarina-sodica/bula" target="_blank">Varfarina</a>: o divalproato de s&#xF3;dio aumentou a fra&#xE7;&#xE3;o de varfarina no sangue.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/zidovudina/bula" target="_blank">Zidovudina</a>: em alguns pacientes soropositivos para <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/dsts/hiv-aids/c" target="_blank">HIV</a>, a depura&#xE7;&#xE3;o da zidovudina diminuiu ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de divalproato de s&#xF3;dio.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/hemifumarato-de-quetiapina/bula" target="_blank">Quetiapina</a>: a em conjunto com divalproato de s&#xF3;dio pode aumentar o risco de neutropenia (redu&#xE7;&#xE3;o no n&#xFA;mero de neutr&#xF3;filos no sangue) ou leucopenia (redu&#xE7;&#xE3;o no n&#xFA;mero de leuc&#xF3;citos no sangue).</li>

Exame laboratorial

O valproato é eliminado parcialmente pela urina, como metabólito cetônico, o que pode prejudicar a interpretação dos resultados do teste de corpos cetônicos na urina.

Irritação gastrointestinal

Administrar o medicamento juntamente com a alimentação, ou uma elevação gradual da dose a partir de um baixo nível de dose inicial pode evitar a irritação gastrointestinal.

Interação com antibióticos carbapenêmicos

O uso concomitante de INN com antibióticos carbapenêmicos não é recomendado.

Informe ao seu médico ou cirurgião dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Divalcon com alimentos?

Irritação gastrointestinal

Pacientes que apresentam irritação gastrointestinal podem ser beneficiados com a administração do medicamento juntamente com a alimentação, ou com uma elevação paulatina da dose a partir de um baixo nível de dose inicial.

Qual a ação da substância do Divalcon (Divalproato de Sódio)?

Resultados da eficácia

Transtorno Afetivo Bipolar

A eficácia de divalproato de sódio para o tratamento de mania aguda foi demonstrada em dois estudos placebo-controlados de 3 semanas.

Estudo 1:

O primeiro estudo incluiu pacientes adultos que preencheram os critérios do DSM-III-R para transtorno bipolar e que foram hospitalizados por mania aguda.

Além disso, os pacientes tinham histórico de não responder ou não tolerar o tratamento com carbonato de lítio. O divalproato de sódio foi iniciado com doses de 250 mg três vezes ao dia e ajustado para atingir concentrações séricas de valproato em um intervalo de 50 a 100 mcg/mL por 7 dias.

As doses médias de divalproato de sódio para os que completaram este estudo foram 1,118; 1,525 e 2,402 mg/kg/dia no 7o, 14o e 21o dias, respectivamente.

Os pacientes foram avaliados na Escala de Avaliação de Mania de Young (YMRS; pontuação varia de 0 a 60), Brief Psychiatric Rating Scale aumentada (BPRS-A), e a Escala de Avaliação Global (GAS).

A análise das pontuações basais e mudanças da linha de base na semana 3 (última observação/reporte) foram os seguintes:

O divalproato de sódio foi estatisticamente superior ao placebo nos três resultados.

Estudo 2:

O segundo estudo envolveu pacientes adultos que se encaixavam nos critérios estabelecidos (Research Diagnostic Criteria) para o transtorno maníaco e que foram hospitalizadas por mania aguda. Divalproato de sódio foi iniciada com uma dose de 250 mg três vezes ao dia e ajustado dentro de um intervalo de doses de 750 a 2500 mg/dia, ajustado para atingir concentrações séricas de valproato em um intervalo de 40 a 150 mcg/mL. As doses médias de divalproato de sódio para os que completaram este estudo foram 1,116, 1,683 e 2,006 mg/dia nos dias 7, 14 e 21, respectivamente.

O estudo 2 também incluiu um grupo tratado com lítio nos quais as doses de lítio para os que completaram este estudo foram 1,312, 1,869 e 1,984 mg/dia nos dias 7, 14 e 21, respectivamente.

Os pacientes foram avaliados na Escala de Avaliação de Mania (MRS; pontuação varia 11 a 63), e as medidas de resultados primários foram a pontuação total da MRS, e escores de duas subescalas da MRS, ou seja, a Escala de Síndrome de Mania (MSS) e a Escala de Comportamento e Ideação (BIS).

A análise das pontuações basais e mudanças da linha de base na semana 3 (última observação registrada - LOCF) foram os seguintes:

O divalproato de sódio foi estatisticamente superior ao placebo nos três resultados.

Uma análise exploratória para efeito da idade e sexo no resultado não sugerem qualquer resposta diferencial com base na idade ou sexo.

Uma comparação entre a percentagem de pacientes que apresentam redução de ≥ 30% na pontuação dos sintomas da linha de base em cada grupo de tratamento, separadas por estudo, é mostrado na Figura 1 abaixo:

Figura1: Percentagem de pacientes que apresentam redução de ≥ 30% na pontuação dos sintomas da linha de base

*p < 0,05
PBO = placebo
DVPX = divalproato de sódio

Epilepsia

Crises Parciais Complexas (CPC)

A eficácia do divalproato de sódio na redução da incidência de crises parciais complexas (CPC) que ocorrem de forma isolada ou em associação com outros tipos de crises foi estabelecida em dois ensaios controlados usando divalproato desódio comprimidos revestidos.

Em um estudo multiclínico, placebo-controlado, empregado como terapia adjuvante, 144 pacientes que apresentaram oito ou mais CPCs durante oito semanas, por um período de oito semanas de monoterapia com doses de fenitoína ou carbamazepina suficientes para assegurar as concentrações plasmáticas no "intervalo terapêutico", foram randomizados para receber, em adição às suas medicações antiepiléticas originais, divalproato de sódio ou placebo.

Pacientes foram randomizados para prosseguir os estudos para um total de 16 semanas. A Tabela 3 descreve os achados.

A Figura 2 apresenta a proporção de pacientes (eixo X) cuja porcentagem de redução das taxas de crises parciais complexas no início foi pelo menos tão elevada quanto a indicada no eixo Y no estudo de tratamento adjuvante. Uma redução percentual positiva indica uma melhora (ou seja, redução na frequência das crises), enquanto que uma redução percentual negativa indica uma piora. Deste modo, em uma exposição deste tipo, a curva que demonstra um tratamento efetivo é deslocada para a esquerda da curva do placebo. O resultado demonstrou que a proporção de pacientes que atingiram um determinado nível de melhoria com divalproato de sódio foi consistentemente maior do que os pacientes que usaram placebo. Por exemplo, 45% dos pacientes tratados com divalproato de sódio tiveram uma redução na taxa de CPCs maior ou igual a 50%, comparado a 23% de melhoria para os pacientes que usaramplacebo.

Figura 2

O segundo estudo avaliou a capacidade do divalproato de sódio em reduzir a incidência de CPCs como monoterapia antiepilética. O estudo comparou a incidência de CPCs entre os pacientes randomizados para receber altas ou baixas doses de tratamento. Os pacientes foram selecionados para participarem dos estudos somente se:

{"tag":"ol","value":" <li>Apresentassem duas ou mais CPCs por quarto semanas, durante um per&#xED;odo de oito a doze semanas de monoterapia com doses adequadas de antiepil&#xE9;ticos (fenito&#xED;na, carbamazepina, fenobarbital, primidona);&amp;nbsp;</li> <li>Pacientes quepassarampor uma transi&#xE7;&#xE3;o de duas semanas bem sucedida para divalproato de s&#xF3;dio.</li> "}

Os pacientes foram então submetidos à ingestão das doses determinadas, com diminuição gradual da medicação antiepilética concomitante, por um período de 22 semanas. Porém, menos de 50% dos pacientes finalizaram os estudos.

Nos pacientes convertidos à monoterapia com divalproato de sódio, a média total das concentrações de valproato durante a monoterapia foram&nbsp;de 71 e 123 mcg/mL para a dose baixa e dose alta, respectivamente. A Tabela 4 apresenta os achados para todos os pacientes randomizados que passaram por pelo menos uma avaliação pós-randomização.

A Figura 3 apresenta a proporção de pacientes (eixo X) cuja porcentagem de redução nas taxas de crises parciais complexas no início foi pelo menos tão elevada quanto a indicada no eixo Y do estudo monoterápico.

Uma redução percentual positiva indica uma melhora (ou seja, redução na frequência das crises), enquanto que uma redução percentual negativa indica uma piora.

Deste modo, em uma exposição deste tipo, a curva que demonstra um tratamento mais efetivo é deslocada para a esquerda da curva que demonstra um tratamento menos efetivo. Os resultados mostraram que a redução na incidência de CPCs foi significantemente maior quando administrada altas doses de divalproato de sódio. Por exemplo, quando da alteração da monoterapia de carbamazepina, fenitoína, fenobarbital ou primidona para administração de doses elevadas de divalproato de sódio como monoterapia, 63% dos pacientes sofreram nenhuma alteração ou uma redução de taxas de epilepsia parcial complexa, em comparação com 54% dos pacientes que receberam doses mais baixas de divalproato de sódio.

Migrânea

Os resultados de dois estudos clínicos multicêntricos, randomizados, duplo-cego e placebo-controlados, demonstraram a eficácia do divalproato de sódio comprimidos revestidos na profilaxia da enxaqueca. Ambos os estudos empregaram projetos idênticos essenciais e recrutaram pacientes com histórico de crises de enxaqueca, com ou sem aura (com pelo menos seis meses de duração) com pelo menos duas enxaquecas por mês durante os três meses anteriores à inscrição. Pacientes com cefaleia em crises foram excluídos dos estudos. Mulheres em idade fértil foram excluídas de um estudo, mas foram incluídas no outro estudo, desde que comprovassem o uso de um método contraceptivo. Em cada estudo após um período cego com placebo simples-cego de 4 semanas, os pacientes foram randomizados em condições duplo-cego, para divalproato de sódio ou placebo por 12 semanas de tratamento, composta de 4 semanas de titulação da dose seguido de 8 semanas de manutenção da dose. Os resultados do tratamento foram avaliados com base nas taxas de dor de cabeça das 4 semanas durante o tratamento. No primeiro estudo, um total de 107 pacientes (24H, 83M), com idades variando de 26 a 71 anos foram escolhidos ao acaso para a administração de divalproato de sódio ou de placebo, na proporção 2:1. Noventa pacientes completaram os período de manutenção de 8 semanas. A titulação da dose do medicamento, utilizando comprimidos de 250mg, foi individualizada a critério do investigador. Os ajustes foram guiados pelo total de valproato sanguíneo real/simulada a fim de manter o estudo cego. Em pacientes tratados com divalproato de sódio, as doses variaram de 500 a 2500 mg por dia. As doses superiores a 500 mg foram divididas para serem administradas três vezes ao dia. A dose média, durante a fase de tratamento foi de 1,087 mg/dia resultando em uma concentração de valproato total médio de 72,5 mcg/mL, com uma variação de 31-133 mcg/mL.

A taxa de enxaqueca média nas 4 semanas da fase de tratamento foi de 5,7 no grupo de placebo, em comparação com 3,5 no grupo de divalproato de sódio (ver Figura 4). Estas taxas foram significativamente diferentes.

No segundo estudo, um total de 176 pacientes (19 H e 157 M), com idades variando de 17 a 76 anos foram randomizados para um de três grupos de dose de divalproato de sódio (500, 1000, ou 1500 mg/dia) ou placebo.

Os tratamentos foram administrados em duas doses diárias. Cento e trinta e sete pacientes completaram o período de manutenção de 8 semanas. A eficácia foi determinada pela comparação entre a taxa de enxaqueca na 4-semana do grupo 1000/1500 mg/dia e grupo placebo.

A dose inicial foi de 250 mg por dia. O regime foi avançado por 250 mg a cada quatro dias (oito dias para 500 mg/dia), até que a dose aleatória foi alcançado. A dose média até a maior dose durante a fase de tratamento foram de 39,6, 62,5 e 72,5 mcg/ml nos grupos de divalproato de sódio 500, 1000 e 1500 mg/dia, respectivamente.

A taxa de enxaqueca média nas 4 semanas da fase de tratamento, ajustada pelas diferenças nas taxas de referência, foram de 4,5 no grupo placebo, em comparação com 3,3, 3,0 e 3,3 nos grupos de divalproato de sódio de 500, 1.000 e 1.500 mg/dia, respectivamente, com base na intenção de tratar resultados (ver Figura 4). Taxas de enxaqueca no grupo combinade divalproato de sódio 1000/1500 mg foram significativamente menores do que no grupo placebo.

Figura 4: Taxa de enxaqueca média nas 4 semanas

PBO = Placebo
DVPX = divalproato de sódio

Características Farmacológicas

O divalproato de sódio é uma coordenação estável de valproato de sódio e ácido valproico em uma relação molar de 1:1 e formado durante a neutralização parcial do ácido valproico com 0,5 equivalente de hidróxido de sódio.

Farmacodinâmica

O divalproato de sódio é dissociado em íon valproato no trato gastrointestinal.

O mecanismo pelo qual o valproato exerce seu efeito terapêutico não está bem estabelecido. Foi sugerido que sua atividade na epilepsia está relacionada ao aumento das concentrações cerebrais de ácido gama-aminobutírico (GABA).

Farmacocinética

Absorção e biodisponibilidade:

Embora a taxa de absorção do íon valproato possa variar de acordo com a formulação administrada, as condições de uso (jejum ou pós-prandial) e métodos de administração, estas diferenças poderão ter uma menor importância clínica sob as condições do estado de equilíbrio alcançado em uso crônico no tratamento da epilepsia. No entanto, é possível que as diferenças entre os vários produtos de valproato no Tmáx e Cmáx possam ser importantes no início do tratamento. Enquanto a taxa de absorção a partir do trato gastrointestinal e a flutuação das concentrações plasmáticas de valproato variam com o regime de dose e formulação, a eficácia do valproato como anticonvulsivante em uso crônico não é afetada.

Experiências empregando regimes de doses de uma a quatro vezes ao dia, assim como estudos em modelos de epilepsias em primatas envolvendo taxas constantes de infusão, indicam que a biodisponibilidade sistêmica diária total (extensão de absorção) é o principal determinante do controle da convulsão e que as diferenças nas taxas de pico-vale plasmático entre as formulações de valproato não tem consequências conhecidas do ponto de vista clínico. Não é conhecido se as taxas de absorção influenciam a eficácia do valproato no tratamento da mania ou no tratamento da enxaqueca. A coadministração de produtos contendo valproato com alimentos e a substituição entre as várias formas farmacêuticas de divalproato de sódio e ácido valproico provavelmente não causam problemas clínicos no manejo de pacientes com epilepsia. No entanto, algumas mudanças na administração de doses, na adição ou descontinuidade de medicamentos concomitantes, devem ser habitualmente acompanhadas de uma rigorosa monitorização do estado clínico e concentração plasmática do valproato.

Distribuição:

Ligação às proteínas:

A ligação do valproato a proteínas plasmáticas é dependente da concentração e a fração livre aumenta de aproximadamente 10% com concentração de 40 mcg/mL para 18,5% com concentração de 130 mcg/mL. A ligação protéica do valproato é reduzida em idosos, em pacientes com doenças hepáticas crônicas, em pacientes com insuficiência renal e na presença de outros medicamentos (por exemplo, ácido acetilsalicílico). Por outro lado, o valproato pode deslocar algumas drogas ligadas às proteínas (por exemplo: fenitoína, carbamazepina, varfarina e tolbutamida).

Distribuição no SNC:

As concentrações de valproato no fluido cerebroespinhal aproximam-se das concentrações de valproato não ligado às proteínas no plasma (aproximadamente 10% da concentração total).

Metabolismo:

Valproato é metabolizado quase totalmente pelo fígado. Em pacientes adultos sob o regime de monoterapia, 30-50% de uma dose administrada aparece na urina como conjugado glucoronídeo. Beta- oxidação mitocondrial é outra via metabólica importante, contribuindo tipicamente com mais de 40% da dose.

Usualmente, menos de 15 a 20% da dose é eliminada por outros mecanismos oxidativos. Menos de 3% de uma dose administrada é excretada de forma inalterada pela urina. A relação entre dose e concentração total de valproato não é linear, a concentração não aumenta proporcionalmente com a dose, mas aumenta numa extensão menor, devido às proteínas plasmáticas de ligação que se saturam. A cinética do medicamento não ligado é linear.

Eliminação:

A eliminação do divalproato de sódio e de seus metabólitos ocorre principalmente na urina, em uma menor quantidade nas fezes e no ar expirado. Uma pequena quantidade de medicamento não metabolizado é excretada na urina. A média da depuração plasmática e do volume de distribuição para o valproato total são de 0,56 L/h/1,73 m2 e 11 L/1,73 m2, respectivamente. As médias da depuração plasmática e do volume de distribuição para o valproato livre são de 4,6 L/h/1,73 m2 e 92 L/1,73 m2, respectivamente. A meia vida terminal média para a monoterapia com valproato, varia de 9 a 16 horas após a administração oral de 250 a 1000 mg. As estimativas citadas aplicam-se principalmente a pacientes que não estão recebendo medicamentos que afetam os sistemas de metabolização de enzimas hepáticas. Por exemplo, pacientes tomando medicamentos antiepilépticos indutores de enzimas (carbamazepina, fenitoína e fenobarbital) eliminarão o valproato mais rapidamente. Devido a essas alterações na depuração do valproato, a monitorização das concentrações dos antiepilépticos deverá ser mais rigorosa sempre que um outro antiepiléptico for introduzido ou retirado.

Populações especiais

Neonatos:

Crianças nos dois primeiros meses de vida tem uma marcada diminuição na capacidade de eliminação de valproato, quando comparadas com crianças mais velhas e adultos. Isto é um resultado da depuração reduzida (talvez devido ao desenvolvimento tardio de glucuronosiltransferase e outros sistemas de enzimas envolvendo a eliminação do valproato), assim como o volume aumentado de distribuição (em parte devido à diminuição das proteínas de ligação plasmáticas). Por exemplo, em um estudo, a meia-vida em crianças abaixo de dez dias variou de 10 a 67 horas em comparação com uma variação de 7 a 13 horas em crianças maiores que dois meses.

Crianças:

Pacientes pediátricos (entre 3 meses e 10 anos) tem depurações 50% mais altas em relação aos adultos, expressas em peso (isto é, mL/min/kg). Acima dos 10 anos de idade, as crianças tem parâmetros farmacocinéticos que se aproximam dos adultos.

Idosos:

Pacientes idosos (entre 68 e 89 anos) tem uma capacidade diminuída de eliminação de valproato quando comparada com adultos jovens (entre 22 a 26 anos). A depuração intrínseca é reduzida em 39%; a fração livre de valproato aumenta em 44%; portanto, a dosagem inicial deverá ser reduzida em idosos.

Gênero:

Não há diferenças no clearance da droga não ligada quando se ajusta a área de superfície corporal ente homens e mulheres (4,8 ± 0,17 e 4,7 ± 0,07 L/h/1,73m2, respectivamente).

Etnia:

Os efeitos da etnia sobre a cinética do valproato não foram estudados.

Doenças hepáticas:

Doenças hepáticas diminuem a capacidade de eliminação de valproato. Em um estudo, a depuração de valproato livre foi diminuída em 50% em sete pacientes com cirrose e em 16% em quatro pacientes com hepatite aguda, comparada com seis indivíduos saudáveis. Nesse estudo, a meia-vida de valproato foi aumentada de 12 para 18 horas. Doenças hepáticas estão também associadas com o decréscimo das concentrações de albumina e com grandes frações não-ligadas de valproato (aumento de 2 a 2,6 vezes). A monitorização das concentrações totais pode ser enganosa, uma vez que as concentrações livres podem estar substancialmente elevadas nos pacientes com doença hepática enquanto que as concentrações totais podem parecer normais.

Doenças renais:

Uma pequena redução (27%) na depuração de valproato não ligado foi relatada em pacientes com insuficiência renal (depuração de creatinina < 10 mL/minuto). No entanto, a hemodiálise tipicamente reduz as concentrações de valproato em torno de 20%. Portanto, ajustes de doses não são necessários em pacientes com insuficiência renal. A ligação proteica nestes pacientes está substancialmente reduzida; assim, a monitorização das concentrações totais pode ser enganosa.

Níveis plasmáticos e efeitos clínicos:

A relação entre concentração plasmática e resposta clínica não está totalmente esclarecida. Um fator contribuinte é a concentração não linear de valproato ligado à proteína, o qual afeta a depuração da substância. Então, a monitoração do valproato sérico total não pode estabelecer um índice confiável das espécies bioativas de valproato. Por exemplo, tendo em vista que a concentração de valproato é dependente das proteínas de ligação plasmáticas, a fração livre aumenta de aproximadamente 10% em 40 mcg/mL para 18,5% em 130 mcg/mL. Frações livres maiores do que o esperado podem ocorrer em idosos, pacientes hiperlipidêmicos e em pacientes com doenças hepáticas e renais.

Epilepsia:

O intervalo terapêutico na epilepsia é comumente considerado entre 50 e 100 mcg/mL de valproato total, embora alguns pacientes possam ser controlados com menores ou maiores concentrações plasmáticas.

Mania:

Em estudos controlados com placebo em mania aguda, pacientes receberam doses que resultaram em resposta clínica com concentrações plasmáticas entre 50 e 125 mcg/mL.

Como devo armazenar o Divalcon?

Este medicamento deve ser mantido em sua embalagem original. Conservar em temperatura ambiente (15-30ºC). Proteger da luz.

Se armazenado nas condições indicadas, o medicamento se manterá próprio para consumo pelo prazo de validade impresso na embalagem externa.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas

Comprimido Revestido de Liberação Prolongada
Divalcon&nbsp;ER 250 mg

Comprimidos ovaloides de coloração branco a quase branco.

Divalcon&nbsp;ER 500 mg

Comprimidos ovaloides de coloração cinza.

Comprimido Revestido
Divalcon 250 mg

Comprimidos da cor pêssego, ovaloides e odor característico.

Divalcon 500 mg

Comprimidos de coloração pink, ovaloides e com odor característico.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance de crianças.

Apresentações do Divalcon

Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

Comprimido Revestido de Liberação Prolongada

Divalcon&nbsp;ER (divalproato de sódio) comprimido revestido de liberação prolongada de 250 mg

Embalagem com 6, 30 e 60 comprimidos revestidos.

Divalcon&nbsp;ER (divalproato de sódio) comprimido revestido de liberação prolongada de 500 mg

Embalagem com 6, 30 e 60 comprimidos revestidos.

Via oral.

Uso adulto e pediátrico acima de 10 anos.

Comprimido Revestido

Divalcon (divalproato de sódio) comprimido revestido de 250 mg

Embalagem com 30 comprimidos revestidos.

Divalcon (divalproato de sódio) comprimido revestido de 500 mg

Embalagem com 30 comprimidos revestidos.

Via oral.

Uso adulto e pediátrico acima de 10 anos.

Dizeres Legais do Divalcon

Reg. MS: 1.0553.0373

Farm. Resp.:
Graziela Fiorini Soares
CRF-RJ nº 7475

Registrado por:
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rua Michigan, 735
São Paulo - SP
CNPJ 56.998.701/0001-16



Fabricado por:
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rio de Janeiro - RJ
Indústria Brasileira


Embalado por:
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rio de Janeiro – RJ
Indústria Brasileira


Ou

Abbott Laboratories Argentina S.A.
Buenos Aires - Argentina

Abbott Center - Central de Relacionamento com o Cliente
0800 703 1050

Venda sob prescrição médica.

Só pode ser vendido com retenção da receita.

500mg, caixa com 30 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Divalproato De Sódio
Classe Terapêutica
:
Antiepilépticos
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
C1 Branca 2 vias (Venda Sob Prescrição Médica - Este medicamento pode causar Dependência Física ou Psíquica)
Categoria
:
Convulsão E Epilepsia
Especialidade
:
Psiquiatria

Bula do medicamento

Divalcon, para o que é indicado e para o que serve?

Mania

Divalcon é indicado para o tratamento de episódios agudos de mania ou mistos associados ao transtorno afetivo bipolar (TAB), com ou sem características psicóticas, em pacientes adultos.

Os sintomas típicos de um episódio de mania (período no qual o paciente pode apresentar humor anormalmente e persistentemente elevado, expansivo ou irritável) incluem: agitação, diminuição da necessidade de sono, pensamentos acelerados, aceleração do ritmo da fala, hiperatividade motora, fuga de ideias, grandiosidade, prejuízo da crítica, agressividade e possível hostilidade.

Epilepsia

Divalcon é indicado isoladamente ou em combinação a outros medicamentos, no tratamento de pacientes adultos e crianças acima de 10 anos com crises parciais complexas, que ocorrem tanto de forma isolada ou em associação com outros tipos de crises. Também é isoladamente ou em combinação a outros medicamentos no tratamento de quadros de ausência simples e complexa em pacientes adultos e crianças acima de 10 anos, e como terapia adjuvante em adultos e crianças acima de 10 anos com crises de múltiplos tipos, que inclui crises de ausência.

Prevenção da Enxaqueca

Divalcon é indicado à prevenção da enxaqueca em pacientes adultos. Não há evidências de que seja útil no tratamento agudo de enxaquecas.

Quais as contraindicações do Divalcon?

Divalcon é contraindicado para menores de 10 anos de idade.

Divalcon é contraindicado para uso por pacientes com:

  • <li>Conhecida hipersensibilidade ao <a href="https://consultaremedios.com.br/divalproato-de-sodio/bula" target="_blank">divalproato de s&#xF3;dio</a> ou demais componentes da f&#xF3;rmula;</li> <li>Doen&#xE7;a ou disfun&#xE7;&#xE3;o no <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c" target="_blank">f&#xED;gado</a> significativas;</li> <li>Conhecida S&#xED;ndrome de Alpers-Huttenlocher e crian&#xE7;as com menos de 2 anos com suspeita de possuir a S&#xED;ndrome;</li> <li>Dist&#xFA;rbio do ciclo da <a href="https://consultaremedios.com.br/ureia/bula" target="_blank">ureia</a> (DCU) &#x2013; desordem gen&#xE9;tica rara que pode resultar em ac&#xFA;mulo de am&#xF4;nia no sangue;</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/porfiria/" rel="noopener" target="_blank">Porfiria</a> &#x2013; dist&#xFA;rbio gen&#xE9;tico raro que afeta parte da hemoglobina do sangue.</li>

Divalcon é contraindicado na prevenção da enxaqueca em mulheres grávidas e mulheres em idade fértil que não utilizam métodos contraceptivos eficazes durante o tratamento. Quando este medicamento é utilizado para prevenção da enxaqueca o risco de utilização em mulheres grávidas supera claramente qualquer possível benefício da droga.

Categoria de risco: X. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.

A possibilidade de gravidez deve ser excluída antes de iniciar o tratamento com Divalcon.

Como usar o Divalcon?

Comprimido Revestido de Liberação Prolongada

Os comprimidos revestidos de Divalcon&nbsp;ER são de uso oral e devem ser ingeridos uma única vez ao dia. Os comprimidos devem ser ingeridos inteiros, sem serem partidos, nem triturados, nem mastigados.

Crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil

A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista. O tratamento com divalproato de sódio somente deve ser iniciado se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelas. O divalproato de sódio deve ser prescrito e dispensado em conformidade com as medidas de prevenção à gravidez, conforme descrito no item "Quais as contraindicações do Divalcon?" e "Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon?". A dose diária deve ser dividida em, pelo menos, 2 doses individuais.

Mania
Dose inicial recomendada
  • <li>25 mg/kg/dia administrados uma &#xFA;nica vez ao dia. A dose deve ser aumentada pelo m&#xE9;dico o mais r&#xE1;pido poss&#xED;vel para se atingir a dose terap&#xEA;utica mais baixa capaz de produzir o efeito cl&#xED;nico desejado.</li>
Dose máxima recomendada
  • <li>60 mg/kg/dia.</li>

Embora seja senso comum que o tratamento farmacológico após a resposta aguda em mania seja desejável, tanto para a manutenção da resposta inicial quanto para a prevenção de novos episódios maníacos, não há dados obtidos sistematicamente para dar suporte aos benefícios de Divalcon&nbsp;ER no tratamento prolongado (isto é, além de 3 meses).

Epilepsia
Dose inicial recomendada
  • <li>10-15 mg/kg/dia (&#xFA;nica exce&#xE7;&#xE3;o nas crises de aus&#xEA;ncia&#x2013; 15mg/kg/dia). A dose pode ser aumentada pelo m&#xE9;dico, de 5 a 10 mg/kg/semana at&#xE9; a obten&#xE7;&#xE3;o da resposta cl&#xED;nica desejada, administrados uma vez ao dia.</li>
Dose máxima recomendada
  • <li>60 mg/kg/dia.</li>

Em caso de uso em conjunto com outros medicamentos antiepilépticos, as dosagens desses podem ser reduzidas pelo médico em aproximadamente 25% a cada duas semanas. Esta redução pode ser iniciada no começo do tratamento com divalproato de sódio ou atrasada por uma a duas semanas em casos em que exista a preocupação de ocorrência de crises com a redução. A velocidade e duração desta redução do medicamento antiepiléptico concomitante pode ser muito variável e os pacientes devem ser monitorados rigorosamente durante este período com relação a aumento da frequência das convulsões. Seu médico dará a orientação necessária para o seu tratamento.

Interrupção do tratamento

Os anticonvulsivantes não devem ser descontinuados abruptamente nos pacientes para os quais estes fármacos são administrados para prevenir convulsões tipo grande mal, pois há grande possibilidade de precipitar um estado de mal epiléptico, com subsequente má oxigenação cerebral e risco de morte. A interrupção repentina do tratamento com este medicamento cessará o efeito terapêutico, o que poderá ser prejudicial ao paciente devido às características da doença para a qual este medicamento está indicado.

Prevenção da enxaqueca
Dose inicial recomendada
  • <li>500 mg uma vez ao dia (durante uma semana) sendo que alguns pacientes podem se beneficiar com doses de at&#xE9; 1000 mg uma vez ao dia (ap&#xF3;s a primeira semana). Embora doses de Divalcon&amp;nbsp;ER diferentes de 1000 mg uma vez ao dia n&#xE3;o tenham sido avaliadas em pacientes com enxaqueca, a faixa de dose eficaz de divalproato de s&#xF3;dio comprimidos de libera&#xE7;&#xE3;o ent&#xE9;rica varia de 500 a 1000 mg/dia nestes pacientes.</li>

A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista na prevenção da enxaqueca. O tratamento somente deve ser iniciado se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelos pacientes e o risco e o benefício devem ser cuidadosamente reconsiderados nas revisões do tratamento.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, nem aberto e nem mastigado.

Comprimido Revestido

Os comprimidos de Divalcon são para uso oral e devem ser ingeridos inteiros. Os comprimidos não devem ser mastigados nem triturados.

Crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil

A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista. O tratamento com divalproato de sódio somente deve ser iniciado em crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelas pacientes. O divalproato de sódio deve ser prescrito e dispensado em conformidade com as medidas de prevenção à gravidez, conforme descrito no item Quais as contraindicações do Divalcon?" e "Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon?. A dose diária deve ser dividida em, pelo menos, 2 doses individuais.

Mania
Dose inicial recomendada

750 mg/dia administrados em doses divididas. A dose deve ser aumentada pelo médico o mais rápido possível para se atingir a dose terapêutica desejada.

Dose máxima recomendada

60 mg/kg/dia.

Não há dados obtidos sistematicamente para dar suporte aos benefícios de Divalcon no tratamento prolongado (isto é, além de 3 meses).

Epilepsia
Dose inicial recomendada

10-15 mg/kg/dia (única exceção nas crises de ausência – 15mg/kg/dia). A dose pode ser aumentada pelo médico, de 5 a 10 mg/kg/semana até a obtenção da resposta clínica desejada, administrados em doses diárias divididas (2 a 3 vezes ao dia) para alguns pacientes.

Dose máxima recomendada

60 mg/kg/dia.

Em caso de uso em conjunto com outros medicamentos antiepilépticos, as dosagens desses podem ser reduzidas pelo médico em aproximadamente 25% a cada duas semanas. Esta redução pode ser iniciada no começo do tratamento com divalproato de sódio ou atrasada por uma a duas semanas em casos em que exista a preocupação de ocorrência de crises com a redução. A velocidade e duração desta redução do medicamento antiepiléptico concomitante pode ser muito variável e os pacientes devem ser&nbsp;monitorados rigorosamente durante este período com relação a aumento da frequência das convulsões. Seu médico dará a orientação necessária para o seu tratamento.

Interrupção do tratamento

Os anticonvulsivantes não devem ser descontinuados abruptamente nos pacientes para os quais estes fármacos são administrados para prevenir convulsões tipo grande mal, pois há grande possibilidade de precipitar um estado de mal epiléptico, com subsequente má oxigenação cerebral e risco de morte. A interrupção repentina do tratamento com este medicamento cessará o efeito terapêutico, o que poderá ser prejudicial ao paciente devido às características da doença para a qual este medicamento está indicado.

Prevenção da enxaqueca
Dose inicial recomendada:
  • <li>250 mg, duas vezes ao dia (durante uma semana) sendo que alguns pacientes podem se beneficiar com doses de at&#xE9; 1000 mg uma vez ao dia (ap&#xF3;s a primeira semana). A faixa de dose eficaz de Divalcon comprimidos de libera&#xE7;&#xE3;o ent&#xE9;rica varia de 500 a 1000 mg/dia nestes pacientes.</li>

A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista na prevenção da enxaqueca. O tratamento somente deve ser iniciado se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelos pacientes e o risco e o benefício devem ser cuidadosamente reconsiderados nas revisões do tratamento.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, nem aberto e nem mastigado.

Como o Divalcon funciona?

O divalproato de sódio é a substância ativa de Divalcon. O divalproato de sódio é dissociado em íon valproato no trato gastrointestinal.

O tratamento com Divalcon, em alguns casos, pode produzir sinais de melhora já nos primeiros dias de tratamento; em outros casos, é necessário um tempo maior para se alcançar os efeitos benéficos. Seu médico dará a orientação no seu caso.

Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon?

Gerais

Recomenda-se fazer contagem de plaquetas e realização de testes de coagulação antes de iniciar o tratamento e depois, periodicamente, pois pode haver alteração nas plaquetas e coagulação sanguínea. O aparecimento de hemorragia, manchas roxas ou desordem na capacidade natural de coagulação do paciente são indicativos para a redução da dose ou interrupção da terapia.

Divalcon&nbsp;ER pode interagir com medicamentos administrados concomitantemente.

Hepatotoxicidade (toxicidade no fígado) / Disfunção hepática

Houve casos fatais de insuficiência do fígado em pacientes recebendo ácido valproico, usualmente durante os primeiros seis meses de tratamento. Deve-se ter muito cuidado quando o medicamento for administrado em pacientes com história anterior de doença no fígado. Toxicidade no fígado grave ou fatal pode ser precedida por sintomas não específicos, como mal-estar, fraqueza, estado de apatia, inchaço facial, falta de apetite e vômito. Pacientes em uso de múltiplos anticonvulsivantes, crianças, pacientes com doenças metabólicas congênitas, com doença convulsiva grave associada a retardo mental e pacientes com doença cerebral orgânica podem ter um risco particular de desenvolver toxicidade no fígado. A experiência em epilepsia tem indicado que a incidência de hepatotoxicidade fatal diminui consideravelmente, de forma progressiva, em pacientes mais velhos. O medicamento deve ser descontinuado imediatamente na presença de disfunção do fígado significativa, suspeita ou aparente. Em alguns casos, a disfunção do fígado progrediu apesar da descontinuação do medicamento.

Na presença destes sintomas, o médico deve ser imediatamente procurado.

Pancreatite (inflamação no pâncreas)

Pacientes e responsáveis devem estar cientes que dor abdominal, enjoo, vômito e/ou falta de apetite, podem ser sintomas de pancreatite. Na presença destes sintomas, deve-se procurar o médico imediatamente, pois casos de pancreatite envolvendo risco à vida foram relatados tanto em crianças como em adultos que receberam divalproato de sódio. Alguns casos ocorreram logo após o início do uso, e outros após vários anos de uso. Houve casos nos quais a pancreatite recorreu após nova tentativa com divalproato de sódio.

Pacientes com suspeita ou conhecida doença mitocondrial

Insuficiência hepática aguda induzida por valproato e mortes relacionadas à doença hepática têm sido reportadas em pacientes com síndrome neurometabólica hereditária causada por mutação no gene da DNA polimerase γ (POLG, ou seja, Síndrome de Alpers-Huttenlocher) em uma taxa maior do que aqueles sem esta síndrome.

Deve-se suspeitar de desordens relacionadas à POLG em pacientes com histórico familiar ou sintomas sugestivos de uma desordem relacionada à POLG, incluindo, mas não limitado encefalopatia inexplicável, epilepsia refrataria (focal, mioclônica), estado de mal epilético na apresentação, atrasos no desenvolvimento, regressão psicomotora, neuropatia sensomotora axonal, miopatia, ataxia cerebelar, oftalmoplegia, ou migrânea complicada com aura occipital. O teste para mutação de POLG deve ser realizado de acordo com a prática clínica atual para avaliação diagnóstica dessa desordem.

Em pacientes maiores de 2 anos com suspeita clínica de desordem mitocondrial hereditária o divalproato de sódio deve ser usado apenas após tentativa e falha de outro anticonvulsivante. Este grupo mais velho de pacientes deve ser monitorado durante o tratamento com divalproato de sódio para desenvolvimento de lesão hepática aguda com avaliação clínica regular e monitoramento dos testes de função hepática.

Comportamento e ideação suicida

Pacientes tratados com divalproato de sódio devem ser monitorados para emergências ou piora da depressão, pensamentos sobre automutilação, comportamento ou pensamentos suicidas e/ou qualquer mudança incomum de humor ou comportamento. Ideação suicida pode ser uma manifestação de transtornos psiquiátricos preexistentes e pode persistir até que ocorra remissão significante dos sintomas. Existem relatos de aumento no risco de pensamentos e comportamentos suicidas nestes pacientes. Este risco foi observado logo uma semana após o início do tratamento medicamentoso com os antiepilépticos e persistiu durante todo o período em que o tratamento foi avaliado. A supervisão de pacientes de alto risco deve acontecer durante a terapia medicamentosa inicial. Comportamentos suspeitos devem ser informados imediatamente aos profissionais de saúde.

Trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas)

A trombocitopenia pode estar relacionada à dose. O benefício terapêutico que pode acompanhar as maiores doses deverá ser considerado pelo seu médico contra a possibilidade de maior incidência de eventos adversos.

Hiperamonemia (excesso de amônia no organismo)

Foi relatado o excesso de amônia em associação com a terapia com divalproato de sódio e pode estar presente mesmo com testes de função do fígado normais. Pacientes que desenvolverem sinais ou sintomas de alteração das funções do cérebro por aumento de amônia no sangue inexplicável, estado de apatia, vômito e mudanças no status mental durante o tratamento com Divalcon&nbsp;ER devem ser tratados imediatamente, e o nível de amônia deve ser mensurado. Hiperamonemia também deve ser considerada em pacientes que apresentam hipotermia (queda de temperatura do corpo abaixo do normal). Se a amônia estiver elevada, o tratamento deve ser descontinuado.

Elevações sem sintomas de amônia são mais comuns, e quando presentes, requerem monitoramento intensivo dos níveis de amônia no plasma pelo médico. Se a elevação persistir a descontinuação do tratamento deve ser considerada.

Distúrbios do ciclo da ureia (DCU)

Foi relatada encefalopatia hiperamonêmica (alteração das funções do cérebro por aumento de amônia no sangue), algumas vezes fatal, após o início do tratamento com divalproato de sódio em pacientes com distúrbios do ciclo da ureia.

Hipotermia (queda da temperatura central do corpo para menos de 35ºC)

Tem sido relatada associada à terapia com divalproato de sódio, em conjunto e na ausência de hiperamonemia. Esta reação adversa também pode ocorrer em pacientes utilizando topiramato e valproato em conjunto, após o início do tratamento com topiramato ou após o aumento da dose diária de topiramato. Deve ser considerada a interrupção do tratamento em pacientes que desenvolverem hipotermia, a qual pode se manifestar por uma variedade de anormalidades clínicas incluindo letargia (estado de apatia), confusão, coma e alterações significativas em outros sistemas importantes como o cardiovascular e o respiratório.

Atrofia Cerebral / Cerebelar

Houve relatos pós-comercialização, de atrofia (reversível e irreversível) do cérebro e do cerebelo, temporariamente associadas ao uso de produtos que se dissociam em íon valproato. Em alguns casos, a recuperação foi acompanhada por sequelas permanentes. Observou-se prejuízo psicomotor e atraso no desenvolvimento, entre outros problemas neurológicos, em crianças com atrofia cerebral decorrente da exposição ao valproato quando em ambiente intrauterino. As funções motoras e cognitivas dos pacientes devem ser monitoradas rotineiramente e o medicamento deve ser descontinuado nos casos de suspeita ou de aparecimento de sinais de atrofia cerebral.

Reação de hipersensibilidade em múltiplos órgãos

Foram raramente relatadas após o início da terapia com o valproato em adultos e crianças. Os pacientes tipicamente, mas não exclusivamente, apresentaram febre e reações de sensibilidade na pele, com envolvimento de outros órgãos. Outras manifestações associadas podem incluir aumento dos gânglios, inflamação no fígado (hepatite), anormalidade de testes de função do fígado, anormalidades hematológicas, coceira, inflamação dos tecidos do rim, volume menor de urina, síndrome hepatorrenal (envolvendo o fígado e os rins), dor nas articulações e fraqueza. Como o distúrbio é variável em sua expressão, sinais e sintomas de outros órgãos não relacionados aqui podem ocorrer. Se houver suspeita desta reação, o valproato deve ser interrompido e um tratamento alternativo ser iniciado pelo médico.

Agravamento das convulsões

Assim como outras drogas antiepilépticas, alguns pacientes ao invés de apresentar uma melhora no quadro convulsivo, podem apresentar uma piora reversível da frequência e severidade do quadro convulsivo (incluindo o estado epiléptico) ou também o aparecimento de novos tipos de convulsões com valproato.

Em caso de agravamento das convulsões, aconselha-se consultar o seu médico imediatamente.

Aumento do risco de câncer

Não é conhecido até o momento.

Aumento do risco de mutações

Houve algumas evidências de que a frequência de aberrações cromossômicas poderia estar associada com epilepsia.

Fertilidade

A administração de divalproato de sódio pode afetar a fertilidade em homens. Foram relatados casos que indicam que as disfunções relacionadas à fertilidade são reversíveis após a descontinuação do tratamento.

Amenorreia (ausência de menstruação), ovários policísticos e níveis de testosterona elevados foram relatados em mulheres.

Exclusivo Comprimidos Revestidos de Liberação Prolongada: Efeitos teratogênicos (malformações de múltiplos sistemas orgânicos) foram demonstrados em estudos experimenatis com camundongos, ratos e coelhos.

Resíduos de medicamento nas fezes

Foram raramente relatados. É recomendado que a concentração sanguínea de valproato seja checada em pacientes que apresentam resíduos do medicamento nas fezes.

Capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Uma vez que o divalproato de sódio pode produzir alterações do sistema nervoso central, especialmente quando combinado com outras substâncias com efeito semelhante, por exemplo: álcool, os pacientes não devem realizar tarefas de risco, como dirigir veículos ou operar máquinas perigosas, até que se tenha certeza de que não fiquem sonolentos com o uso deste medicamento.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Divalcon?

A classificação da frequência das reações adversas deve seguir os seguintes parâmetros:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\"><strong>Frequ&#xEA;ncia das Rea&#xE7;&#xF5;es Adversas</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:226px\"><strong>Par&#xE2;metros</strong></td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&#x2265; 1/10 (&#x2265; 10%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Muito comum</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&#x2265; 1/100 e &lt; 1/10 (&#x2265; 1% e &lt; 10%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Comum (frequente)</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&#x2265; 1/1.000 e &lt; 1/100 (&#x2265; 0,1% e &lt; 1%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Incomum (infrequente)</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&#x2265; 1/10.000 e &lt; 1/1.000 (&#x2265; 0,01% e &lt; 0,1%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Rara</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">&lt; 1/10.000 (&lt; 0,01%)</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\">Muito rara</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">N&#xE3;o pode ser estimada</td> <td style=\"text-align:center; width:226px\"> <p>Desconhecida</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Sistemas</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\"><strong>Frequ&#xEA;ncia</strong></td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Rea&#xE7;&#xE3;o adversa</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xF5;es cong&#xEA;nitas, heredit&#xE1;rias e gen&#xE9;ticas</p> </td> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"text-align:center; width:297px\">M&#xE1;s forma&#xE7;&#xF5;es cong&#xEA;nitas e dist&#xFA;rbios de desenvolvimento &#x2013; ver item &quot;<a href=\"https://consultaremedios.com.br/divalcon-er/p#precautions-collapse\" title=\"+Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon ER?\">Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon ER?</a>&quot;</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Porfiria aguda</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xF5;es do sistema sangu&#xED;neo e linf&#xE1;tico</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Trombocitopenia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c\" target=\"_blank\">Anemia</a>, anemia hipocr&#xF4;mica, leucopenia, trombocitopenia <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/purpura/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">p&#xFA;rpura</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Agranulocitose, defici&#xEA;ncia de anemia folato, anemia macroc&#xED;tica, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/anemia-aplastica\" target=\"_blank\">anemia apl&#xE1;stica</a>, fal&#xEA;ncia da medula &#xF3;ssea, eosinofilia, hipofibrinogenemia, linfocitose, macrocitose, pancitopenia, inibi&#xE7;&#xE3;o da agrega&#xE7;&#xE3;o plaquet&#xE1;ria</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Investiga&#xE7;&#xF5;es</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aumento de peso, perda de peso</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aumento da alanina aminotransferase<sup>1 </sup>, aumento do aspartato aminotransferase, aumento creatinina sangu&#xED;nea, diminui&#xE7;&#xE3;o de folato sangu&#xED;neo, aumento de lactato desidrogenase sangu&#xED;neo<sup>1 </sup>, aumento de ureia sangu&#xED;nea, aumento do n&#xED;vel de droga, anormalidade de testes de fun&#xE7;&#xE3;o do f&#xED;gado<sup>1 </sup>, aumento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/iodo\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/iodo/pa\" target=\"_blank\">iodo</a> ligado &#xE0; prote&#xED;na, diminui&#xE7;&#xE3;o da contagem de gl&#xF3;bulos brancos</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aumento de bilirrubina s&#xE9;rica<sup>1 </sup>, diminui&#xE7;&#xE3;o de carnitina, anormalidade do teste de fun&#xE7;&#xE3;o da <a href=\"https://consultaremedios.com.br/tireoide/c\" target=\"_blank\">tireoide</a></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"4\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o do sistema nervoso</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Muito comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Sonol&#xEA;ncia, tremor</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Amnesia, ataxia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/tontura-o-que-pode-ser/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">tontura</a>, disgeusia, cefaleia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/nistagmo/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">nistagmo</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/parestesia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">parestesia</a>, altera&#xE7;&#xE3;o da fala</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Afasia, incoordena&#xE7;&#xE3;o motora, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/disartria/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">disartria</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-distonia-sintomas-tratamento-tipos-diagnostico-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">distonia</a>, encefalopatia<sup>2 </sup>, hipercinesia, hiperreflexia, hipertonia, hipoestesia, hiporreflexia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-convulsao-o-que-fazer-causas-sintomas-pode-matar/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">convuls&#xE3;o</a><sup>3 </sup>, estupor, discinesia tardia, altera&#xE7;&#xE3;o na vis&#xE3;o</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aster&#xED;xis, atrofia cerebelar<sup>4 </sup>, atrofia cerebral<sup>4 </sup>, desordem cognitiva, coma, desordem extrapiramidal, dist&#xFA;rbio de aten&#xE7;&#xE3;o, defici&#xEA;ncia da mem&#xF3;ria, parkisonismo, hiperatividade psicomotora, habilidades psicomotoras prejudicadas, seda&#xE7;&#xE3;o<sup>5</sup></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o do labirinto e ouvido</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/zumbido-no-ouvido/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Zumbido no ouvido</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Surdez<sup>6 </sup>, dist&#xFA;rbio auditivo, hiperacusia, vertigem</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dor-de-ouvido/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Dor de ouvido</a></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o respirat&#xF3;ria, tor&#xE1;cica e mediastino</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/tosse/c\" target=\"_blank\">Tosse</a>, dispneia, disfonia, epistaxe</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecido</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Efus&#xE3;o pleural</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"4\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o gastrointestinal</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Muito comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">N&#xE1;usea<sup>7</sup></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Dor abdominal, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">constipa&#xE7;&#xE3;o</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c\" target=\"_blank\">diarreia</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dispepsia-indigestao-o-que-e-sintomas-remedios-e-tipos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">dispepsia</a><sup>7 </sup>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/gases/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">flatul&#xEA;ncia</a>, v&#xF4;mitos<sup>7</sup></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Incontin&#xEA;ncia anal, altera&#xE7;&#xE3;o anorretal, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-halitose-mau-halito-causas-tratamento-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">mau h&#xE1;lito</a>, boca seca, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-disfagia-causas-sintomas-tratamento-tem-cura/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">disfagia</a>, eructa&#xE7;&#xE3;o, sangramento gengival, glossite, hemat&#xEA;mese, melena, pancreatite<sup>8 </sup>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-tenesmo-sintomas-tratamento-causas-prevencao-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">tenesmo</a> retal, hipersecre&#xE7;&#xE3;o salivar</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios gengivais, hipertrofia gengivais, aumento da gl&#xE2;ndula par&#xF3;tida</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria e renal</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Hemat&#xFA;ria, urg&#xEA;ncia em urinar, poli&#xFA;ria, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/incontinencia-urinaria/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">incontin&#xEA;ncia urin&#xE1;ria</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/enurese/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Enurese</a>, s&#xED;ndrome Fanconi<sup>9 </sup>, fal&#xEA;ncia renal, nefrite do t&#xFA;bulo-intersticial</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o nos tecidos e pele</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/queda-de-cabelo-e-calvicie/c\" target=\"_blank\">Alopecia</a><sup>10</sup>, equimose, prurido,<em> rash</em> cut&#xE2;neo</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/acne/c\" target=\"_blank\">Acne</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/dermatites/c\" target=\"_blank\">dermatite</a> esfoliativa, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/pele-seca\" target=\"_blank\">pele seca</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/eczema/c\" target=\"_blank\">eczema</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/eritema-nodoso/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">eritema nodoso</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/hiperidrose/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hiperidrose</a>, altera&#xE7;&#xE3;o na unha, pet&#xE9;quias, seborreia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Vasculite cut&#xE2;nea, s&#xED;ndrome de hipersensibilidade sist&#xEA;mica a drogas (S&#xED;ndrome DRESS ou SHSD), eritema multiforme, altera&#xE7;&#xE3;o do cabelo, altera&#xE7;&#xE3;o do leito ungueal, rea&#xE7;&#xE3;o de fotossensibilidade, s&#xED;ndrome de Stevens-Johnson, necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o tecidos conectivos e muscular esquel&#xE9;tico</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/espasmo-muscular/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Espasmo muscular</a>, convuls&#xE3;o muscular, fraqueza muscular</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Diminui&#xE7;&#xE3;o da densidade &#xF3;ssea, dor &#xF3;ssea, osteopenia, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-dos-ossos/osteoporose/c\" target=\"_blank\">osteoporose</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/rabdomiolise/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">rabdomi&#xF3;lise</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o end&#xF3;crina</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Hiperandrogenismo<sup>11</sup>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/tireoide/hipotireoidismo/c\" target=\"_blank\">hipotireoidismo</a>, secre&#xE7;&#xE3;o inapropriada de horm&#xF4;nio antidiur&#xE9;tico</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo e nutri&#xE7;&#xE3;o</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite, Aumento do apetite</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/hipercalemia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Hipercalemia</a>, hipernatremia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/hipoglicemia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hipoglicemia</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/hiponatremia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hiponatremia</a>, hipoproteinemia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Defici&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/biotina\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/biotina/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">biotina</a>, dislipidemia, hiperamonemia, resist&#xEA;ncia &#xE0; insulina, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/obesidade/c\" target=\"_blank\">obesidade</a></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Neoplasias benignas, malignas e n&#xE3;o espec&#xED;ficas (incluem cistos e p&#xF3;lipos)</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hemangioma-no-figado-coluna-e-mais-tratamento-tem-cura/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Hemangioma</a> de pele</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecido</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">S&#xED;ndrome mielodispl&#xE1;stica</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Desordens vasculares</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomuns</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Hipotens&#xE3;o</a> ortost&#xE1;tica, Pallor, desordem vascular periferal, vasodilata&#xE7;&#xE3;o</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"4\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xF5;es gerais e condi&#xE7;&#xF5;es de administra&#xE7;&#xE3;o local</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Muito comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Astenia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o na marcha, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-tipos-cerebral-pulmonar-etc-e-tratamento/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">edema</a> perif&#xE9;rico</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dor-no-peito/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Dor no peito</a>, edema facial, pirexia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Hipotermia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o hepatobiliar</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Hepatotoxicidade</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o na mama e sistema reprodutivo</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Amenorreia, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dismenorreia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">dismenorreia</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/disfuncao-eretil/c\" target=\"_blank\">disfun&#xE7;&#xE3;o er&#xE9;til</a>, menorragia, altera&#xE7;&#xE3;o menstrual, metrorragia, hemorragia vaginal</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Aumento das mamas, galactorr&#xE9;ia, infertilidade masculina<sup>12 </sup>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/menstruacao-irregular/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">menstrua&#xE7;&#xE3;o irregular</a>, ov&#xE1;rio polic&#xED;stico</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o psiqui&#xE1;trica</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Sonhos anormais, labilidade emocional, estado de confus&#xE3;o, depress&#xE3;o, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/insonia/c\" target=\"_blank\">ins&#xF4;nia</a>, nervosismo, pensamento anormal</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Agita&#xE7;&#xE3;o, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/ansiedade/c\" target=\"_blank\">ansiedade</a>, apatia, catatonia, del&#xED;rio, humor euf&#xF3;rico, alucina&#xE7;&#xE3;o, hostilidade, transtorno de personalidade</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecido</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Comportamento anormal, agress&#xE3;o, ang&#xFA;stia emocional, transtorno de aprendizagem, transtorno psic&#xF3;tico</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o card&#xED;aca</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Bradicardia, parada card&#xED;aca, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> congestiva, taquicardia</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o nos olhos</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Ambliopia, diplopia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Cromatopsia, olho ressecado, dist&#xFA;rbio ocular, dor nos olhos, desordem da lacrimal, miose, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/fotofobia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">fotofobia</a>, defici&#xEA;ncia visual</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Altera&#xE7;&#xE3;o do <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-imunologico/c\" target=\"_blank\">sistema imunol&#xF3;gico</a></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Rea&#xE7;&#xE3;o anafil&#xE1;tica, hipersensibilidade</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xE3;o e infesta&#xE7;&#xF5;es</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xE3;o</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Incomum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/bronquite/c\" target=\"_blank\">Bronquite</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/furunculo/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">fur&#xFA;nculo</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/gastroenterite/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">gastroenterite</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/herpes/c\" target=\"_blank\">herpes</a> simples, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/c\" target=\"_blank\">gripe</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/rinite/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">rinite</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/sinusite/c\" target=\"_blank\">sinusite</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Desconhecida</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/doenca-nos-ouvidos/otite/c\" target=\"_blank\">Otite</a> m&#xE9;dia, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/pneumonia/c\" target=\"_blank\">pneumonia</a>, infec&#xE7;&#xE3;o do trato urin&#xE1;rio</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:146px\"> <p style=\"text-align:center\">Les&#xE3;o, intoxica&#xE7;&#xE3;o e complica&#xE7;&#xF5;es processuais</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Comum</td> <td style=\"width:147px\"> <p style=\"text-align:center\">Les&#xE3;o</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

1 Pode refletir em uma potencial hepatotoxicidade séria.
2 Encefalopatia com ou sem febre foi identificada pouco tempo após a introdução de monoterapia com divalproato de sódio sem evidência de disfunção hepática ou altos níveis plasmáticos inapropriados de valproato. Apesar da recuperação ser efetiva com a descontinuação do medicamento, houve casos fatais em pacientes com encefalopatia hiperamônica, particularmente em pacientes com distúrbio do ciclo de ureia subjacente. Encefalopatia na ausência de níveis elevados de amônia também foi observada.
3 Considerar crises graves e verificar item "Quais cuidados devo ter ao usar o Divalcon ER?".
4 Reversíveis e irreversíveis. Atrofia cerebral também foi observada em crianças expostas ao divalproato de sódio em ambiente uterino que levou a diversas formas de eventos neurológicos, incluindo atrasos de desenvolvimento e prejuízo psicomotor.
5 Observado que pacientes recebendo somente divalproato de sódio mas ocorreu em sua maioria em pacientes recebendo terapia combinada. Sedação normalmente diminui após a redução de outros medicamentos antiepilépticos.
6 Reversíveis ou irreversíveis.
7 Esses efeitos são normalmente transitórios e raramente requerem descontinuação da terapia.
8 Inclui pancreatite aguda, incluindo fatalidades.
9 Observada primariamente em crianças.
10 Reversíveis.
11 Com eventos aumentados de hirsutismo, virilismo, acne, alopecia de padrão masculino, andrógeno.
12 Incluindo azoospermia, análise de sêmen anormal, diminuição da contagem de esperma, morfologia anormal dos espermatozoides, aspermia e diminuição da motilidade dos espermatozoides.










Informe ao seu médico, cirurgião dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Comprimido Revestido de Liberação Prolongada /&nbsp;Comprimido Revestido

Uso em idosos

Uma alta porcentagem de pacientes acima de 65 anos relatou ferimentos acidentais, infecção, dor, sonolência e tremor. Não está claro se esses eventos indicam riscos adicionais ou se resultam de doenças preexistentes e uso de medicamentos concomitantes por estes pacientes.

Em pacientes idosos, a dosagem deve ser aumentada mais lentamente, com monitorização regular do consumo de líquidos e alimentos, desidratação, sonolência e outros eventos adversos. Reduções de dose ou descontinuação do medicamento devem ser consideradas em pacientes com menor consumo de líquidos ou alimentos e em pacientes com sonolência excessiva.

Crianças e adolescentes do sexo feminino, mulheres em idade fértil e gestantes

O divalproato de sódio tem um alto potencial de induzir doenças congênitas e crianças expostas ao produto durante a gravidez têm um alto risco de malformações congênitas e distúrbios no desenvolvimento do sistema nervoso.

Verificou- se que o valproato atravessa a barreira placentária tanto em espécies animais como em humanos.

Seu médico deve assegurar que:
  • <li>Que as circunst&#xE2;ncias individuais de cada paciente sejam avaliadas em todos os casos, envolvendo a paciente na discuss&#xE3;o para garantir o seu engajamento, discutir as op&#xE7;&#xF5;es terap&#xEA;uticas e garantir que ela esteja ciente dos riscos e medidas necess&#xE1;rias para redu&#xE7;&#xE3;o dos riscos;</li> <li>O potencial de gravidez seja avaliado para todas as pacientes do sexo feminino;</li> <li>A paciente tenha entendido e reconhecido os riscos de doen&#xE7;as cong&#xEA;nitas e dist&#xFA;rbios no desenvolvimento do sistema nervoso em crian&#xE7;as expostas ao produto durante a gravidez;</li> <li>A paciente tenha entendido a necessidade de se submeter a um exame de gravidez antes do in&#xED;cio do tratamento e durante o tratamento, conforme necessidade;</li> <li>A paciente seja aconselhada em rela&#xE7;&#xE3;o a utiliza&#xE7;&#xE3;o de m&#xE9;todos contraceptivos e que a paciente seja capaz de manter a utiliza&#xE7;&#xE3;o de m&#xE9;todos contraceptivos efetivos sem interrup&#xE7;&#xE3;o durante todo o tratamento com divalproato de s&#xF3;dio;</li> <li>A paciente tenha entendido a necessidade de visitas regulares (pelo menos anualmente) do tratamento pelo m&#xE9;dico especialista em mania, epilepsia e/ou profilaxia da migr&#xE2;nea;</li> <li>A paciente esteja ciente de que deve consultar o m&#xE9;dico assim que tiver planos de engravidar para fazer a transi&#xE7;&#xE3;o do tratamento para uma alternativa apropriada antes da concep&#xE7;&#xE3;o e antes de interromper os m&#xE9;todos contraceptivos;</li> <li>A paciente tenha entendido os perigos e as precau&#xE7;&#xF5;es necess&#xE1;rias associadas ao uso de divalproato de s&#xF3;dio e a necessidade urgente de informar seu m&#xE9;dico caso exista possibilidade de estar gr&#xE1;vida;</li> <li>A paciente tenha recebido um guia do paciente.</li>

Essas condições também devem ser avaliadas para mulheres que não são sexualmente ativas a não ser que o médico considere que existem razões convincentes que indiquem que não existe risco de gravidez.

Crianças e adolescentes do sexo feminino
  • <li>O m&#xE9;dico respons&#xE1;vel deve assegurar que os pais/respons&#xE1;veis pela paciente compreendam a necessidade de informa-lo assim que a paciente utilizando divalproato de s&#xF3;dio fique menstruada pela primeira vez (menarca);</li> <li>O m&#xE9;dico respons&#xE1;vel deve assegurar que os pais/respons&#xE1;veis pela paciente que tenha menstruado pela primeira vez, tenham informa&#xE7;&#xF5;es necess&#xE1;rias sobre os riscos de doen&#xE7;as cong&#xEA;nitas e dist&#xFA;rbios no desenvolvimento do sistema nervoso, incluindo a magnitude desses riscos para crian&#xE7;as expostas ao divalproato de s&#xF3;dio durante a gravidez;</li> <li>ara essas pacientes, o m&#xE9;dico especialista deve reavaliar anualmente a necessidade da terapia com divalproato de s&#xF3;dio e considerar alternativas para o tratamento. Caso o divalproato de s&#xF3;dio seja o &#xFA;nico tratamento adequado, a necessidade de utiliza&#xE7;&#xE3;o de m&#xE9;todos contraceptivos eficazes e todas as outras medidas anteriormente descritas devem ser discutidas com a paciente e os pais/respons&#xE1;veis. O m&#xE9;dico deve realizar todo esfor&#xE7;o necess&#xE1;rio para fazer a transi&#xE7;&#xE3;o do tratamento para uma alternativa apropriada antes que a paciente esteja sexualmente ativa.</li>

A possibilidade de gravidez deve ser excluída antes de iniciar o tratamento com Divalcon.

Contracepção

Mulheres em idade fértil que estejam utilizando divalproato de sódio devem utilizar métodos contraceptivos efetivos sem interrupção durante todo o tratamento com o produto. Essas pacientes devem estar providas de informações completas quanto à prevenção a gravidez e devem ser orientadas quanto ao risco da não utilização de métodos contraceptivos efetivos. Pelo menos 1 método contraceptivo eficaz e único (como dispositivo ou implante intrauterino) ou 2 métodos complementares de contracepção, incluindo um método de barreira, deve ser utilizado. Circunstâncias individuais devem ser avaliadas em todos os casos, envolvendo a paciente na discussão quanto a escolhe do método contraceptivo para garantir o seu engajamento e aderência ao método escolhido. Mesmo que a paciente tenha amenorreia, ela deve seguir todos os conselhos sobre contracepção eficaz.

Revisão anual do tratamento

Deve ser realizada preferencialmente com um médico especialista. O médico deve revisar o tratamento pelo menos anualmente quando o divalproato de sódio foi a escolha mais adequada para a paciente. O médico deverá garantir que a paciente tenha entendido e reconhecido os riscos de malformações congênitas e distúrbios no desenvolvimento neurológico em crianças expostas ao produto em ambiente intrauterino.

Planejamento da gravidez
  • <li>Para a indica&#xE7;&#xE3;o de Epilepsia, caso a paciente estiver planejando engravidar ou engravide, o m&#xE9;dico especialista dever&#xE1; reavaliar o tratamento com divalproato de s&#xF3;dio e considerar alternativas terap&#xEA;uticas. O m&#xE9;dico deve realizar todo esfor&#xE7;o necess&#xE1;rio para fazer a transi&#xE7;&#xE3;o do tratamento para uma alternativa apropriada antes da concep&#xE7;&#xE3;o e antes de interromper os m&#xE9;todos contraceptivos. Se a transi&#xE7;&#xE3;o de tratamento n&#xE3;o for poss&#xED;vel, a paciente dever&#xE1; receber aconselhamento adicional quanto aos riscos do uso de divalproato para o beb&#xEA; para suportar a paciente quanto a decis&#xE3;o de fazer um planejamento familiar. Se, apesar dos riscos conhecidos de divalproato de s&#xF3;dio na gesta&#xE7;&#xE3;o e ap&#xF3;s uma avalia&#xE7;&#xE3;o cuidadosa levando em considera&#xE7;&#xE3;o tratamentos alternativos, em circunst&#xE2;ncias excepcionais a paciente gr&#xE1;vida poder&#xE1; receber divalproato de s&#xF3;dio para o tratamento de epilepsia. Nesse caso recomenda-se que seja prescrita a menor dose eficaz, dividida em diversas doses menores a serem administradas durante o dia. &#xC9; prefer&#xED;vel a escolha da formula&#xE7;&#xE3;o de libera&#xE7;&#xE3;o prolongada para se evitar altos picos de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica.</li> <li>Para as indica&#xE7;&#xF5;es de Mania e Profilaxia da migr&#xE2;nea, se a paciente estiver planejando engravidar, o m&#xE9;dico especialista dever&#xE1; ser consultado e o tratamento com divalproato de s&#xF3;dio dever&#xE1; ser descontinuado e, se necess&#xE1;rio, dever&#xE1; ser feita uma a transi&#xE7;&#xE3;o do tratamento para uma alternativa apropriada antes da concep&#xE7;&#xE3;o e antes de interromper os m&#xE9;todos contraceptivos.</li>

Caso a paciente engravide, ela deve informar ao seu médico imediatamente para que o tratamento seja reavaliado e outras opções sejam consideradas. Durante a gestação, crises tônico-clônicas maternais e estado epiléptico com hipóxia podem acarretar em risco de morte para a mãe e para o bebê.

Todas as pacientes expostas ao divalproato de sódio durante a gestação devem realizar um monitoramento pré-natal especializado para detectar possíveis ocorrências de defeitos no tubo neural ou outras malformações.

As evidências disponíveis não indicam que a suplementação com folato antes da gestação possa prevenir o risco de defeitos no tubo neural, que podem ocorrer em qualquer gestação.

O farmacêutico deve garantir que a paciente seja aconselhada a não descontinuar o tratamento com divalproato de sódio e consultar o médico imediatamente caso esteja planejando engravidar ou engravide.

Materiais educacionais

Como forma de esclarecer os profissionais de saúde e os pacientes quanto à exposição ao divalproato de sódio, a Abbott providenciará materiais educacionais como um Guia Médico para reforçar as precauções do uso do produto. Além disso, providenciará um Guia ao Paciente quanto ao uso em mulher em idade fértil e os detalhes sobre os programas de prevenção à gravidez. O Guia do Paciente deverá estar disponível para todas as pacientes em idade fértil utilizando divalproato de sódio.

Para tratamento de Mania e Epilepsia

Categoria de risco: D: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Más formações congênitas

Filhos de mulheres com epilepsia expostas a monoterapia com divalproato de sódio durante a gravidez apresentaram mais más formações congênitas. Esse risco é maior do que na população em geral (2-3%). Os tipos mais comuns de má formação incluem defeitos do tubo neural, dismorfismo facial, fissura de lábio e palato, crânio-ostenose, problemas cardíacos, defeitos dos rins, vias urinárias e genitálias, defeitos nos membros e múltiplas anomalias envolvendo vários sistemas do corpo.

A exposição no útero ao valproato também pode resultar em deficiência/perda auditiva devido a malformações da orelha e/ou nariz (efeito secundário) e/ou devido à toxicidade direta na função auditiva. Os casos descrevem surdez unilateral e bilateral ou deficiência auditiva. Monitoramento de sinais e sintomas de ototoxicidade é recomendado.

Transtornos de desenvolvimento

A exposição ao divalproato de sódio durante a gestação pode causar efeitos adversos no desenvolvimento mental e físico para a criança exposta. O exato período gestacional predisposto a esses riscos é incerto e a possibilidade do risco durante toda a gestação não pode ser excluída.

Existem dados limitados sobre uso prolongado. Os dados disponíveis sugerem que crianças expostas ao valproato durante a gestação apresentam risco aumentado de desenvolver transtornos de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) comparado com a população em geral.

Risco em neonatos

Casos de síndrome hemorrágica foram relatados muito raramente em recém-nascidos de mães que utilizaram divalproato de sódio durante a gravidez. Essa síndrome hemorrágica está relacionada com trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas do sangue), hipofibrinogenemia (diminuição do fibrinogênio do sangue) e/ou a diminuição de outros fatores de coagulação. A afibrinogenemia (caso em que o sangue não coagula normalmente) também foi relatada e pode ser fatal. A contagem plaquetária, testes e fatores de coagulação devem ser investigados em neonatos.

Casos de hipoglicemia foram relatados em recém-nascidos de mães que utilizaram divalproato de sódio durante o terceiro trimestre da gravidez.

Casos de hipotireoidismo foram relatados em recém-nascidos de mães que utilizaram divalproato de sódio durante a gravidez.

Síndrome de abstinência (por exemplo, irritabilidade, hiperexcitação, agitação, hipercinésia, transtornos de tonicidade, tremor, convulsões e transtornos alimentares) pode ocorrer em recém-nascidos de mães que utilizaram valproato no último trimestre da gravidez.

Lactação

O divalproato de sódio é excretado no leite humano com uma concentração que varia entre 1% a 10% dos níveis séricos maternos. Transtornos hematológicos foram notados em neonatos/crianças lactentes de mães tratadas com valproato. A decisão quanto a descontinuação da amamentação ou da terapia com o medicamento deve ser feita levando em consideração o benefício da amamentação para a criança e o benefício da terapia para a paciente.

Exclusivo Comprimido Revestido de Liberação Prolongada

Uso em crianças

A segurança e a eficácia do divalproato de sódio para a profilaxia da migrânea não foram estudadas em indivíduos abaixo de 18 anos. A segurança e a eficácia do divalproato de sódio para o tratamento de crises parciais complexas, crises de ausência simples e complexa e crises múltiplas, que inclui crise de ausência não foram estudadas em pacientes pediátricos abaixo de 10 anos. O uso de divalproato de sódio de liberação estendida não é recomendado para a prevenção de enxaqueca em crianças. Em pacientes com mais de dois anos de idade que são clinicamente suspeitos de terem uma doença mitocondrial hereditária, divalproato de sódio só deve ser usado após a falha de outros anticonvulsivantes. Crianças com idade inferior a dois anos têm um aumento de risco considerável de desenvolvimento de toxicidade no fígado fatal e esse risco diminui progressivamente em pacientes mais velhos.

Exclusivo Comprimido Revestido

Uso em crianças

A segurança e a eficácia do divalproato de sódio para o tratamento de mania aguda não foram estudadas em indivíduos abaixo de 18 anos, bem como também não foram avaliadas para a profilaxia da enxaqueca em indivíduos abaixo de 16 anos. Crianças com idade inferior a dois anos têm um aumento de risco considerável de desenvolvimento de toxicidade no fígado fatal e esse risco diminui progressivamente em pacientes mais velhos. Em pacientes com mais de dois anos de idade que são clinicamente suspeitos de terem uma doença mitocondrial hereditária, divalproato de sódio só deve ser usado após a falha de outros anticonvulsivantes.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Divalcon?

Se você esquecer de tomar uma dose, tome-a assim que se lembrar. Entretanto, se estiver próximo do horário de tomar a próxima dose do medicamento, pule a dose esquecida.

Não tome dois comprimidos de uma única vez para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Divalcon?

Comprimido Revestido de Liberação Prolongada

Cada comprimido revestido de Divalcon&nbsp;ER 250 mg contém:

Divalproato de sódio 269,10 mg (equivalente a 250 mg de ácido valproico).

Excipientes: hipromelose, celulose microcristalina, dióxido de silício, sorbato de potássio, cobertura Opadry e Opadry II.

Cada comprimido revestido de Divalcon&nbsp;ER 500 mg contém:

Divalproato de sódio 538,10 mg (equivalente a 500 mg de ácido valproico).

Excipientes: hipromelose, celulose microcristalina, lactose monoidratada, dióxido de silício, sorbato de potássio, cobertura Opadry e Opadry II.

Comprimido Revestido

Cada comprimido revestido de Divalcon 250 mg contém:

Divalproato de sódio 269,10 mg (equivalente a 250 mg de ácido valproico).

Excipientes: povidona, amilopectina pré-gelatinizada, sílica gel, talco, dióxido de titânio, ftalato de hidroxipropilmetilcelulose, monoglicerídeos diacetilados, corante amarelo laca FD&C Nº6 e vanilina.

Cada comprimido revestido de Divalcon 500 mg contém:

Divalproato de sódio 538,20 mg (equivalente a 500 mg de ácido valproico).

Excipientes: povidona, amilopectina pré-gelatinizada, sílica gel, talco, dióxido de titânio, ftalato de hidroxipropilmetilcelulose, monoglicerídeos diacetilados, corante vermelho 4R laca, corante azul FD&C nº 2 e vanilina.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Divalcon maior do que a recomendada?

Não tome doses superiores às recomendadas pelo médico.

Doses de Divalcon acima do recomendado podem resultar em sonolência, bloqueio do coração, pressão baixa e colapso/choque circulatório e coma profundo. Nesses casos, o paciente deverá ser encaminhado imediatamente para cuidados médicos.

A presença de teor de sódio na formulação de Divalcon pode resultar em excesso de sódio no sangue quando administrada em dose acima do recomendado.

Em situações de superdosagem, a hemodiálise ou hemodiálise mais hemoperfusão podem resultar em uma remoção significativa do medicamento. O benefício da lavagem gástrica ou vômito irá variar de acordo com o tempo de ingestão.

Medidas de suporte geral devem ser aplicadas, com particular atenção para a manutenção de fluxo urinário adequado.

O uso de naloxona pode ser útil para reverter os efeitos depressores de doses elevadas de valproato de sódio sobre o sistema nervoso central, entretanto, como a naloxona pode, teoricamente reverter os efeitos antiepilépticos do valproato de sódio, deve ser usada com precaução em pacientes epilépticos.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Divalcon com outros remédios?

Medicamentos que administrados junto ao valproato podem alterar sua depuração

  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/ritonavir/bula" target="_blank">Ritonavir</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/fenitoina/bula" target="_blank">fenito&#xED;na</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/carbamazepina/bula" target="_blank">carbamazepina</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/fenobarbital/bula" target="_blank">fenobarbital</a> (ou <a href="https://consultaremedios.com.br/primidona/bula" target="_blank">primidona</a>): aumentam a depura&#xE7;&#xE3;o do valproato.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/antidepressivos/c" target="_blank">Antidepressivos</a>: pouco efeito na depura&#xE7;&#xE3;o do valproato.</li>

Medicamentos com importante potencial de interação quando usados junto ao valproato, levando a alterações das concentrações do valproato no sangue:

  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/acido-acetilsalicilico/bula" target="_blank">&#xC1;cido acetilsalic&#xED;lico</a>: a concentra&#xE7;&#xE3;o de valproato no sangue pode aumentar.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/infeccoes/antibioticos/c" target="_blank">Antibi&#xF3;ticos</a> carbapen&#xEA;micos (ex: ertapenem, imipenem e meropenem): pode levar a redu&#xE7;&#xE3;o significante de valproato no sangue.</li> <li>Contraceptivos hormonais contendo estrog&#xEA;nio: pode haver diminui&#xE7;&#xE3;o de valproato no sangue e aumento das crises epil&#xE9;ticas.</li> <li>Felbamato: pode levar ao aumento de valproato no sangue.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/rifampicina/bula" target="_blank">Rifampicina</a>: pode levar ao aumento de valproato no sangue.</li> <li>Inibidores da protease (ex: lopinavir, ritonavir e outros): podem diminuir os n&#xED;veis de valproato no sangue.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/colestiramina/bula" target="_blank">Colestiramina</a>: pode levar a uma diminui&#xE7;&#xE3;o nos n&#xED;veis de valproato no sangue.</li> <li>Medicamentos para os quais n&#xE3;o foi detectada nenhuma intera&#xE7;&#xE3;o ou com intera&#xE7;&#xE3;o sem relev&#xE2;ncia: <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/antiacidos/c" target="_blank">anti&#xE1;cidos</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">cimetidina</a>, ranitidina, <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-clorpromazina/bula" target="_blank">clorpromazina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/haloperidol/bula" target="_blank">haloperidol</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/paracetamol/bula" target="_blank">paracetamol</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/clozapina/bula" target="_blank">clozapina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/carbonato-de-litio/bula" target="_blank">l&#xED;tio</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/lorazepam/bula" target="_blank">lorazepam</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/olanzapina/bula" target="_blank">olanzapina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/rufinamida/bula" target="_blank">rufinamida</a>.</li>

Medicamentos com outras interações

  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-amitriptilina/bula" target="_blank">Amitriptilina</a>/nortriptilina: o uso concomitante de divalproato de s&#xF3;dio e amitriptilina raramente foi associado com toxicidade. Considerar a diminui&#xE7;&#xE3;o da dose de amitriptilina/nortriptilina na presen&#xE7;a de valproato.</li> <li>Carbamazepina (CBZ)/carbamazepina-10,11-ep&#xF3;xido (CBZ-E): n&#xED;veis sangu&#xED;neos de CBZ diminu&#xED;ram 17% enquanto que os de CBZ-E aumentaram em torno de 45% na administra&#xE7;&#xE3;o em conjunto do divalproato de s&#xF3;dio e da CBZ em pacientes epil&#xE9;pticos.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/clonazepam/bula" target="_blank">Clonazepam</a>: o uso concomitante de divalproato de s&#xF3;dio e de clonazepam pode levar a estado de aus&#xEA;ncia em pacientes com hist&#xF3;ria desse tipo de crises convulsivas.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/diazepam/bula" target="_blank">Diazepam</a>: a administra&#xE7;&#xE3;o conjunta de divalproato de s&#xF3;dio aumentou a fra&#xE7;&#xE3;o livre de diazepam.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/etossuximida/bula" target="_blank">Etossuximida</a>: o divalproato de s&#xF3;dio inibe o metabolismo de etossuximida.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/lamotrigina/bula" target="_blank">Lamotrigina</a>: sua dose dever&#xE1; ser reduzida quando administrada em conjunto com divalproato de s&#xF3;dio.</li> <li>Fenobarbital: o divalproato de s&#xF3;dio inibe o metabolismo do fenobarbital. Todos os pacientes recebendo tratamento concomitante com barbiturato devem ser cuidadosamente monitorizados quanto &#xE0; toxicidade neurol&#xF3;gica.</li> <li>Fenito&#xED;na: H&#xE1; relatos de desencadeamento de crises com a combina&#xE7;&#xE3;o de divalproato de s&#xF3;dio e fenito&#xED;na em pacientes com epilepsia. Se necess&#xE1;rio, deve-se ajustar a dose de fenito&#xED;na de acordo com a situa&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica.</li> <li>Primidona: &#xE9; metabolizada em barbiturato e, portanto, pode tamb&#xE9;m estar envolvida em intera&#xE7;&#xE3;o semelhante &#xE0; do divalproato de s&#xF3;dio com fenobarbital.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/propofol/bula" target="_blank">Propofol</a>: pode ocorrer intera&#xE7;&#xE3;o significante entre divalproato de s&#xF3;dio e propofol, levando a aumento no n&#xED;vel sangu&#xED;neo de propofol. Portanto, quando administrado em conjunto com divalproato de s&#xF3;dio, a dose de propofol deve ser reduzida.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/nimodipino/bula" target="_blank">Nimodipino</a>: tratamento em conjunto com &#xE1;cido valproico pode aumentar a concentra&#xE7;&#xE3;o sangu&#xED;nea de nimodipino at&#xE9; 50%.</li> <li>Tolbutamida: aumento de tolbutamida em pacientes tratados com divalproato de s&#xF3;dio.</li> <li>Topiramato e/ou <a href="https://consultaremedios.com.br/acetazolamida/bula" target="_blank">acetazolamida</a>: administra&#xE7;&#xE3;o em conjunto com divalproato de s&#xF3;dio foi associada a hiperamonemia (excesso de am&#xF4;nia no organismo), e/ou encefalopatia (altera&#xE7;&#xF5;es das fun&#xE7;&#xF5;es do c&#xE9;rebro), al&#xE9;m de hipotermia (queda na temperatura do corpo abaixo do normal). Os sintomas de encefalopatia por hiperamonemia incluem frequentemente altera&#xE7;&#xF5;es agudas no n&#xED;vel de consci&#xEA;ncia e/ou na fun&#xE7;&#xE3;o cognitiva ou v&#xF4;mito. Pessoas com atividade mitocondrial alterada do f&#xED;gado podem requerer maior aten&#xE7;&#xE3;o.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/varfarina-sodica/bula" target="_blank">Varfarina</a>: o divalproato de s&#xF3;dio aumentou a fra&#xE7;&#xE3;o de varfarina no sangue.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/zidovudina/bula" target="_blank">Zidovudina</a>: em alguns pacientes soropositivos para <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/dsts/hiv-aids/c" target="_blank">HIV</a>, a depura&#xE7;&#xE3;o da zidovudina diminuiu ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de divalproato de s&#xF3;dio.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/hemifumarato-de-quetiapina/bula" target="_blank">Quetiapina</a>: a em conjunto com divalproato de s&#xF3;dio pode aumentar o risco de neutropenia (redu&#xE7;&#xE3;o no n&#xFA;mero de neutr&#xF3;filos no sangue) ou leucopenia (redu&#xE7;&#xE3;o no n&#xFA;mero de leuc&#xF3;citos no sangue).</li>

Exame laboratorial

O valproato é eliminado parcialmente pela urina, como metabólito cetônico, o que pode prejudicar a interpretação dos resultados do teste de corpos cetônicos na urina.

Irritação gastrointestinal

Administrar o medicamento juntamente com a alimentação, ou uma elevação gradual da dose a partir de um baixo nível de dose inicial pode evitar a irritação gastrointestinal.

Interação com antibióticos carbapenêmicos

O uso concomitante de INN com antibióticos carbapenêmicos não é recomendado.

Informe ao seu médico ou cirurgião dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Divalcon com alimentos?

Irritação gastrointestinal

Pacientes que apresentam irritação gastrointestinal podem ser beneficiados com a administração do medicamento juntamente com a alimentação, ou com uma elevação paulatina da dose a partir de um baixo nível de dose inicial.

Qual a ação da substância do Divalcon (Divalproato de Sódio)?

Resultados da eficácia

Transtorno Afetivo Bipolar

A eficácia de divalproato de sódio para o tratamento de mania aguda foi demonstrada em dois estudos placebo-controlados de 3 semanas.

Estudo 1:

O primeiro estudo incluiu pacientes adultos que preencheram os critérios do DSM-III-R para transtorno bipolar e que foram hospitalizados por mania aguda.

Além disso, os pacientes tinham histórico de não responder ou não tolerar o tratamento com carbonato de lítio. O divalproato de sódio foi iniciado com doses de 250 mg três vezes ao dia e ajustado para atingir concentrações séricas de valproato em um intervalo de 50 a 100 mcg/mL por 7 dias.

As doses médias de divalproato de sódio para os que completaram este estudo foram 1,118; 1,525 e 2,402 mg/kg/dia no 7o, 14o e 21o dias, respectivamente.

Os pacientes foram avaliados na Escala de Avaliação de Mania de Young (YMRS; pontuação varia de 0 a 60), Brief Psychiatric Rating Scale aumentada (BPRS-A), e a Escala de Avaliação Global (GAS).

A análise das pontuações basais e mudanças da linha de base na semana 3 (última observação/reporte) foram os seguintes:

O divalproato de sódio foi estatisticamente superior ao placebo nos três resultados.

Estudo 2:

O segundo estudo envolveu pacientes adultos que se encaixavam nos critérios estabelecidos (Research Diagnostic Criteria) para o transtorno maníaco e que foram hospitalizadas por mania aguda. Divalproato de sódio foi iniciada com uma dose de 250 mg três vezes ao dia e ajustado dentro de um intervalo de doses de 750 a 2500 mg/dia, ajustado para atingir concentrações séricas de valproato em um intervalo de 40 a 150 mcg/mL. As doses médias de divalproato de sódio para os que completaram este estudo foram 1,116, 1,683 e 2,006 mg/dia nos dias 7, 14 e 21, respectivamente.

O estudo 2 também incluiu um grupo tratado com lítio nos quais as doses de lítio para os que completaram este estudo foram 1,312, 1,869 e 1,984 mg/dia nos dias 7, 14 e 21, respectivamente.

Os pacientes foram avaliados na Escala de Avaliação de Mania (MRS; pontuação varia 11 a 63), e as medidas de resultados primários foram a pontuação total da MRS, e escores de duas subescalas da MRS, ou seja, a Escala de Síndrome de Mania (MSS) e a Escala de Comportamento e Ideação (BIS).

A análise das pontuações basais e mudanças da linha de base na semana 3 (última observação registrada - LOCF) foram os seguintes:

O divalproato de sódio foi estatisticamente superior ao placebo nos três resultados.

Uma análise exploratória para efeito da idade e sexo no resultado não sugerem qualquer resposta diferencial com base na idade ou sexo.

Uma comparação entre a percentagem de pacientes que apresentam redução de ≥ 30% na pontuação dos sintomas da linha de base em cada grupo de tratamento, separadas por estudo, é mostrado na Figura 1 abaixo:

Figura1: Percentagem de pacientes que apresentam redução de ≥ 30% na pontuação dos sintomas da linha de base

*p < 0,05
PBO = placebo
DVPX = divalproato de sódio

Epilepsia

Crises Parciais Complexas (CPC)

A eficácia do divalproato de sódio na redução da incidência de crises parciais complexas (CPC) que ocorrem de forma isolada ou em associação com outros tipos de crises foi estabelecida em dois ensaios controlados usando divalproato desódio comprimidos revestidos.

Em um estudo multiclínico, placebo-controlado, empregado como terapia adjuvante, 144 pacientes que apresentaram oito ou mais CPCs durante oito semanas, por um período de oito semanas de monoterapia com doses de fenitoína ou carbamazepina suficientes para assegurar as concentrações plasmáticas no "intervalo terapêutico", foram randomizados para receber, em adição às suas medicações antiepiléticas originais, divalproato de sódio ou placebo.

Pacientes foram randomizados para prosseguir os estudos para um total de 16 semanas. A Tabela 3 descreve os achados.

A Figura 2 apresenta a proporção de pacientes (eixo X) cuja porcentagem de redução das taxas de crises parciais complexas no início foi pelo menos tão elevada quanto a indicada no eixo Y no estudo de tratamento adjuvante. Uma redução percentual positiva indica uma melhora (ou seja, redução na frequência das crises), enquanto que uma redução percentual negativa indica uma piora. Deste modo, em uma exposição deste tipo, a curva que demonstra um tratamento efetivo é deslocada para a esquerda da curva do placebo. O resultado demonstrou que a proporção de pacientes que atingiram um determinado nível de melhoria com divalproato de sódio foi consistentemente maior do que os pacientes que usaram placebo. Por exemplo, 45% dos pacientes tratados com divalproato de sódio tiveram uma redução na taxa de CPCs maior ou igual a 50%, comparado a 23% de melhoria para os pacientes que usaramplacebo.

Figura 2

O segundo estudo avaliou a capacidade do divalproato de sódio em reduzir a incidência de CPCs como monoterapia antiepilética. O estudo comparou a incidência de CPCs entre os pacientes randomizados para receber altas ou baixas doses de tratamento. Os pacientes foram selecionados para participarem dos estudos somente se:

{"tag":"ol","value":" <li>Apresentassem duas ou mais CPCs por quarto semanas, durante um per&#xED;odo de oito a doze semanas de monoterapia com doses adequadas de antiepil&#xE9;ticos (fenito&#xED;na, carbamazepina, fenobarbital, primidona);&amp;nbsp;</li> <li>Pacientes quepassarampor uma transi&#xE7;&#xE3;o de duas semanas bem sucedida para divalproato de s&#xF3;dio.</li> "}

Os pacientes foram então submetidos à ingestão das doses determinadas, com diminuição gradual da medicação antiepilética concomitante, por um período de 22 semanas. Porém, menos de 50% dos pacientes finalizaram os estudos.

Nos pacientes convertidos à monoterapia com divalproato de sódio, a média total das concentrações de valproato durante a monoterapia foram&nbsp;de 71 e 123 mcg/mL para a dose baixa e dose alta, respectivamente. A Tabela 4 apresenta os achados para todos os pacientes randomizados que passaram por pelo menos uma avaliação pós-randomização.

A Figura 3 apresenta a proporção de pacientes (eixo X) cuja porcentagem de redução nas taxas de crises parciais complexas no início foi pelo menos tão elevada quanto a indicada no eixo Y do estudo monoterápico.

Uma redução percentual positiva indica uma melhora (ou seja, redução na frequência das crises), enquanto que uma redução percentual negativa indica uma piora.

Deste modo, em uma exposição deste tipo, a curva que demonstra um tratamento mais efetivo é deslocada para a esquerda da curva que demonstra um tratamento menos efetivo. Os resultados mostraram que a redução na incidência de CPCs foi significantemente maior quando administrada altas doses de divalproato de sódio. Por exemplo, quando da alteração da monoterapia de carbamazepina, fenitoína, fenobarbital ou primidona para administração de doses elevadas de divalproato de sódio como monoterapia, 63% dos pacientes sofreram nenhuma alteração ou uma redução de taxas de epilepsia parcial complexa, em comparação com 54% dos pacientes que receberam doses mais baixas de divalproato de sódio.

Migrânea

Os resultados de dois estudos clínicos multicêntricos, randomizados, duplo-cego e placebo-controlados, demonstraram a eficácia do divalproato de sódio comprimidos revestidos na profilaxia da enxaqueca. Ambos os estudos empregaram projetos idênticos essenciais e recrutaram pacientes com histórico de crises de enxaqueca, com ou sem aura (com pelo menos seis meses de duração) com pelo menos duas enxaquecas por mês durante os três meses anteriores à inscrição. Pacientes com cefaleia em crises foram excluídos dos estudos. Mulheres em idade fértil foram excluídas de um estudo, mas foram incluídas no outro estudo, desde que comprovassem o uso de um método contraceptivo. Em cada estudo após um período cego com placebo simples-cego de 4 semanas, os pacientes foram randomizados em condições duplo-cego, para divalproato de sódio ou placebo por 12 semanas de tratamento, composta de 4 semanas de titulação da dose seguido de 8 semanas de manutenção da dose. Os resultados do tratamento foram avaliados com base nas taxas de dor de cabeça das 4 semanas durante o tratamento. No primeiro estudo, um total de 107 pacientes (24H, 83M), com idades variando de 26 a 71 anos foram escolhidos ao acaso para a administração de divalproato de sódio ou de placebo, na proporção 2:1. Noventa pacientes completaram os período de manutenção de 8 semanas. A titulação da dose do medicamento, utilizando comprimidos de 250mg, foi individualizada a critério do investigador. Os ajustes foram guiados pelo total de valproato sanguíneo real/simulada a fim de manter o estudo cego. Em pacientes tratados com divalproato de sódio, as doses variaram de 500 a 2500 mg por dia. As doses superiores a 500 mg foram divididas para serem administradas três vezes ao dia. A dose média, durante a fase de tratamento foi de 1,087 mg/dia resultando em uma concentração de valproato total médio de 72,5 mcg/mL, com uma variação de 31-133 mcg/mL.

A taxa de enxaqueca média nas 4 semanas da fase de tratamento foi de 5,7 no grupo de placebo, em comparação com 3,5 no grupo de divalproato de sódio (ver Figura 4). Estas taxas foram significativamente diferentes.

No segundo estudo, um total de 176 pacientes (19 H e 157 M), com idades variando de 17 a 76 anos foram randomizados para um de três grupos de dose de divalproato de sódio (500, 1000, ou 1500 mg/dia) ou placebo.

Os tratamentos foram administrados em duas doses diárias. Cento e trinta e sete pacientes completaram o período de manutenção de 8 semanas. A eficácia foi determinada pela comparação entre a taxa de enxaqueca na 4-semana do grupo 1000/1500 mg/dia e grupo placebo.

A dose inicial foi de 250 mg por dia. O regime foi avançado por 250 mg a cada quatro dias (oito dias para 500 mg/dia), até que a dose aleatória foi alcançado. A dose média até a maior dose durante a fase de tratamento foram de 39,6, 62,5 e 72,5 mcg/ml nos grupos de divalproato de sódio 500, 1000 e 1500 mg/dia, respectivamente.

A taxa de enxaqueca média nas 4 semanas da fase de tratamento, ajustada pelas diferenças nas taxas de referência, foram de 4,5 no grupo placebo, em comparação com 3,3, 3,0 e 3,3 nos grupos de divalproato de sódio de 500, 1.000 e 1.500 mg/dia, respectivamente, com base na intenção de tratar resultados (ver Figura 4). Taxas de enxaqueca no grupo combinade divalproato de sódio 1000/1500 mg foram significativamente menores do que no grupo placebo.

Figura 4: Taxa de enxaqueca média nas 4 semanas

PBO = Placebo
DVPX = divalproato de sódio

Características Farmacológicas

O divalproato de sódio é uma coordenação estável de valproato de sódio e ácido valproico em uma relação molar de 1:1 e formado durante a neutralização parcial do ácido valproico com 0,5 equivalente de hidróxido de sódio.

Farmacodinâmica

O divalproato de sódio é dissociado em íon valproato no trato gastrointestinal.

O mecanismo pelo qual o valproato exerce seu efeito terapêutico não está bem estabelecido. Foi sugerido que sua atividade na epilepsia está relacionada ao aumento das concentrações cerebrais de ácido gama-aminobutírico (GABA).

Farmacocinética

Absorção e biodisponibilidade:

Embora a taxa de absorção do íon valproato possa variar de acordo com a formulação administrada, as condições de uso (jejum ou pós-prandial) e métodos de administração, estas diferenças poderão ter uma menor importância clínica sob as condições do estado de equilíbrio alcançado em uso crônico no tratamento da epilepsia. No entanto, é possível que as diferenças entre os vários produtos de valproato no Tmáx e Cmáx possam ser importantes no início do tratamento. Enquanto a taxa de absorção a partir do trato gastrointestinal e a flutuação das concentrações plasmáticas de valproato variam com o regime de dose e formulação, a eficácia do valproato como anticonvulsivante em uso crônico não é afetada.

Experiências empregando regimes de doses de uma a quatro vezes ao dia, assim como estudos em modelos de epilepsias em primatas envolvendo taxas constantes de infusão, indicam que a biodisponibilidade sistêmica diária total (extensão de absorção) é o principal determinante do controle da convulsão e que as diferenças nas taxas de pico-vale plasmático entre as formulações de valproato não tem consequências conhecidas do ponto de vista clínico. Não é conhecido se as taxas de absorção influenciam a eficácia do valproato no tratamento da mania ou no tratamento da enxaqueca. A coadministração de produtos contendo valproato com alimentos e a substituição entre as várias formas farmacêuticas de divalproato de sódio e ácido valproico provavelmente não causam problemas clínicos no manejo de pacientes com epilepsia. No entanto, algumas mudanças na administração de doses, na adição ou descontinuidade de medicamentos concomitantes, devem ser habitualmente acompanhadas de uma rigorosa monitorização do estado clínico e concentração plasmática do valproato.

Distribuição:

Ligação às proteínas:

A ligação do valproato a proteínas plasmáticas é dependente da concentração e a fração livre aumenta de aproximadamente 10% com concentração de 40 mcg/mL para 18,5% com concentração de 130 mcg/mL. A ligação protéica do valproato é reduzida em idosos, em pacientes com doenças hepáticas crônicas, em pacientes com insuficiência renal e na presença de outros medicamentos (por exemplo, ácido acetilsalicílico). Por outro lado, o valproato pode deslocar algumas drogas ligadas às proteínas (por exemplo: fenitoína, carbamazepina, varfarina e tolbutamida).

Distribuição no SNC:

As concentrações de valproato no fluido cerebroespinhal aproximam-se das concentrações de valproato não ligado às proteínas no plasma (aproximadamente 10% da concentração total).

Metabolismo:

Valproato é metabolizado quase totalmente pelo fígado. Em pacientes adultos sob o regime de monoterapia, 30-50% de uma dose administrada aparece na urina como conjugado glucoronídeo. Beta- oxidação mitocondrial é outra via metabólica importante, contribuindo tipicamente com mais de 40% da dose.

Usualmente, menos de 15 a 20% da dose é eliminada por outros mecanismos oxidativos. Menos de 3% de uma dose administrada é excretada de forma inalterada pela urina. A relação entre dose e concentração total de valproato não é linear, a concentração não aumenta proporcionalmente com a dose, mas aumenta numa extensão menor, devido às proteínas plasmáticas de ligação que se saturam. A cinética do medicamento não ligado é linear.

Eliminação:

A eliminação do divalproato de sódio e de seus metabólitos ocorre principalmente na urina, em uma menor quantidade nas fezes e no ar expirado. Uma pequena quantidade de medicamento não metabolizado é excretada na urina. A média da depuração plasmática e do volume de distribuição para o valproato total são de 0,56 L/h/1,73 m2 e 11 L/1,73 m2, respectivamente. As médias da depuração plasmática e do volume de distribuição para o valproato livre são de 4,6 L/h/1,73 m2 e 92 L/1,73 m2, respectivamente. A meia vida terminal média para a monoterapia com valproato, varia de 9 a 16 horas após a administração oral de 250 a 1000 mg. As estimativas citadas aplicam-se principalmente a pacientes que não estão recebendo medicamentos que afetam os sistemas de metabolização de enzimas hepáticas. Por exemplo, pacientes tomando medicamentos antiepilépticos indutores de enzimas (carbamazepina, fenitoína e fenobarbital) eliminarão o valproato mais rapidamente. Devido a essas alterações na depuração do valproato, a monitorização das concentrações dos antiepilépticos deverá ser mais rigorosa sempre que um outro antiepiléptico for introduzido ou retirado.

Populações especiais

Neonatos:

Crianças nos dois primeiros meses de vida tem uma marcada diminuição na capacidade de eliminação de valproato, quando comparadas com crianças mais velhas e adultos. Isto é um resultado da depuração reduzida (talvez devido ao desenvolvimento tardio de glucuronosiltransferase e outros sistemas de enzimas envolvendo a eliminação do valproato), assim como o volume aumentado de distribuição (em parte devido à diminuição das proteínas de ligação plasmáticas). Por exemplo, em um estudo, a meia-vida em crianças abaixo de dez dias variou de 10 a 67 horas em comparação com uma variação de 7 a 13 horas em crianças maiores que dois meses.

Crianças:

Pacientes pediátricos (entre 3 meses e 10 anos) tem depurações 50% mais altas em relação aos adultos, expressas em peso (isto é, mL/min/kg). Acima dos 10 anos de idade, as crianças tem parâmetros farmacocinéticos que se aproximam dos adultos.

Idosos:

Pacientes idosos (entre 68 e 89 anos) tem uma capacidade diminuída de eliminação de valproato quando comparada com adultos jovens (entre 22 a 26 anos). A depuração intrínseca é reduzida em 39%; a fração livre de valproato aumenta em 44%; portanto, a dosagem inicial deverá ser reduzida em idosos.

Gênero:

Não há diferenças no clearance da droga não ligada quando se ajusta a área de superfície corporal ente homens e mulheres (4,8 ± 0,17 e 4,7 ± 0,07 L/h/1,73m2, respectivamente).

Etnia:

Os efeitos da etnia sobre a cinética do valproato não foram estudados.

Doenças hepáticas:

Doenças hepáticas diminuem a capacidade de eliminação de valproato. Em um estudo, a depuração de valproato livre foi diminuída em 50% em sete pacientes com cirrose e em 16% em quatro pacientes com hepatite aguda, comparada com seis indivíduos saudáveis. Nesse estudo, a meia-vida de valproato foi aumentada de 12 para 18 horas. Doenças hepáticas estão também associadas com o decréscimo das concentrações de albumina e com grandes frações não-ligadas de valproato (aumento de 2 a 2,6 vezes). A monitorização das concentrações totais pode ser enganosa, uma vez que as concentrações livres podem estar substancialmente elevadas nos pacientes com doença hepática enquanto que as concentrações totais podem parecer normais.

Doenças renais:

Uma pequena redução (27%) na depuração de valproato não ligado foi relatada em pacientes com insuficiência renal (depuração de creatinina < 10 mL/minuto). No entanto, a hemodiálise tipicamente reduz as concentrações de valproato em torno de 20%. Portanto, ajustes de doses não são necessários em pacientes com insuficiência renal. A ligação proteica nestes pacientes está substancialmente reduzida; assim, a monitorização das concentrações totais pode ser enganosa.

Níveis plasmáticos e efeitos clínicos:

A relação entre concentração plasmática e resposta clínica não está totalmente esclarecida. Um fator contribuinte é a concentração não linear de valproato ligado à proteína, o qual afeta a depuração da substância. Então, a monitoração do valproato sérico total não pode estabelecer um índice confiável das espécies bioativas de valproato. Por exemplo, tendo em vista que a concentração de valproato é dependente das proteínas de ligação plasmáticas, a fração livre aumenta de aproximadamente 10% em 40 mcg/mL para 18,5% em 130 mcg/mL. Frações livres maiores do que o esperado podem ocorrer em idosos, pacientes hiperlipidêmicos e em pacientes com doenças hepáticas e renais.

Epilepsia:

O intervalo terapêutico na epilepsia é comumente considerado entre 50 e 100 mcg/mL de valproato total, embora alguns pacientes possam ser controlados com menores ou maiores concentrações plasmáticas.

Mania:

Em estudos controlados com placebo em mania aguda, pacientes receberam doses que resultaram em resposta clínica com concentrações plasmáticas entre 50 e 125 mcg/mL.

Como devo armazenar o Divalcon?

Este medicamento deve ser mantido em sua embalagem original. Conservar em temperatura ambiente (15-30ºC). Proteger da luz.

Se armazenado nas condições indicadas, o medicamento se manterá próprio para consumo pelo prazo de validade impresso na embalagem externa.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas

Comprimido Revestido de Liberação Prolongada
Divalcon&nbsp;ER 250 mg

Comprimidos ovaloides de coloração branco a quase branco.

Divalcon&nbsp;ER 500 mg

Comprimidos ovaloides de coloração cinza.

Comprimido Revestido
Divalcon 250 mg

Comprimidos da cor pêssego, ovaloides e odor característico.

Divalcon 500 mg

Comprimidos de coloração pink, ovaloides e com odor característico.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance de crianças.

Apresentações do Divalcon

Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

Comprimido Revestido de Liberação Prolongada

Divalcon&nbsp;ER (divalproato de sódio) comprimido revestido de liberação prolongada de 250 mg

Embalagem com 6, 30 e 60 comprimidos revestidos.

Divalcon&nbsp;ER (divalproato de sódio) comprimido revestido de liberação prolongada de 500 mg

Embalagem com 6, 30 e 60 comprimidos revestidos.

Via oral.

Uso adulto e pediátrico acima de 10 anos.

Comprimido Revestido

Divalcon (divalproato de sódio) comprimido revestido de 250 mg

Embalagem com 30 comprimidos revestidos.

Divalcon (divalproato de sódio) comprimido revestido de 500 mg

Embalagem com 30 comprimidos revestidos.

Via oral.

Uso adulto e pediátrico acima de 10 anos.

Dizeres Legais do Divalcon

Reg. MS: 1.0553.0373

Farm. Resp.:
Graziela Fiorini Soares
CRF-RJ nº 7475

Registrado por:
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rua Michigan, 735
São Paulo - SP
CNPJ 56.998.701/0001-16



Fabricado por:
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rio de Janeiro - RJ
Indústria Brasileira


Embalado por:
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rio de Janeiro – RJ
Indústria Brasileira


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Só pode ser vendido com retenção da receita.

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