Aché Depaxan

20mg, caixa com 20 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Cloridrato De Paroxetina
Classe Terapêutica
:
Anti-Depressivos Ssri
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
C1 Branca 2 vias (Venda Sob Prescrição Médica - Este medicamento pode causar Dependência Física ou Psíquica)
Categoria
:
Antidepressivos
Especialidade
:
Psiquiatria e Neurologia

Bula do medicamento

Depaxan, para o que é indicado e para o que serve?

Depaxan é indicado para o tratamento de adultos que apresentam algumas das condições abaixo:

  • <li>Transtorno depressivo maior (mesmo que, anteriormente, outros <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/antidepressivos/c" target="_blank">antidepressivos</a> n&#xE3;o tenham sido eficazes);</li> <li>Comportamento obsessivo ou compulsivo (incontrolado);</li> <li>Ataques de p&#xE2;nico, inclusive os causados por fobia (pavor) de lugares abertos (agorafobia);</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/ansiedade-generalizada/" rel="noopener" target="_blank">Ansiedade generalizada</a> (sensa&#xE7;&#xE3;o de muita <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/ansiedade/c" target="_blank">ansiedade</a> ou nervosismo em situa&#xE7;&#xF5;es rotineiras), inclusive em situa&#xE7;&#xF5;es que exigem contato social;</li> <li>Ansiedade seguida de evento traum&#xE1;tico (transtorno de <a href="https://minutosaudavel.com.br/estresse/" rel="noopener" target="_blank">estresse</a> p&#xF3;s-traum&#xE1;tico): acidente de carro, assalto ou desastre natural, como enchente ou terremoto.</li>

Depaxan não é indicado para o tratamento de crianças e adolescentes menores de 18 anos.

Quais as contraindicações do Depaxan?

Depaxan é contraindicado para pacientes com alergia conhecida à droga ou a qualquer componente da fórmula.

Você não deve tomar Depaxan ao mesmo tempo que outros medicamentos antidepressivos chamados de inibidores da MAO, com um antibiótico chamado linezolida e com azul de metileno. Só passe a usar Depaxan duas semanas após ter deixado de tomar esse tipo de medicação. Da mesma forma, você só deve iniciar tratamento com inibidores da MAO e os demais citados duas semanas após ter deixado de usar Depaxan.

Você também não deve tomar Depaxan ao mesmo tempo que tioridazina ou pimozida (normalmente usados para tratar esquizofrenia).

Se você não tem certeza de estar usando inibidores da MAO ou medicamentos à base de tioridazina ou pimozida, consulte seu médico antes de iniciar tratamento com Depaxan.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente ao seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos de idade.

Como usar o Depaxan?

Siga as instruções do médico sobre o modo de usar e os horários de tomar os comprimidos. Seu médico vai orientar você sobre o número de comprimidos que deve usar por dia.

Recomenda-se tomar Depaxan em dose única diária, pela manhã, com a alimentação. Você deve engolir os comprimidos, de preferência com um copo de água.

Posologia do&nbsp;Depaxan

{"tag":"hr","value":" <p>As doses variam de acordo com a indica&#xE7;&#xE3;o do m&#xE9;dico.</p> <p>A maior parte dos adultos deve tomar de 20 mg (um comprimido) a 40 mg (dois comprimidos) de Depaxan por dia.</p> <p>Se voc&#xEA; tem mais de 65 anos, a dose m&#xE1;xima recomendada &#xE9; de 40 mg (dois comprimidos) por dia.</p> <p>Seu m&#xE9;dico pode iniciar o tratamento com doses menores e aument&#xE1;-las com o passar do tempo.</p> <p>Para o tratamento de obsess&#xF5;es e compuls&#xF5;es, o m&#xE9;dico pode sugerir doses de Depaxan maiores que 60 mg (tr&#xEA;s comprimidos) por dia.</p> <p>Assim como acontece com outros medicamentos psicoativos, voc&#xEA; deve evitar a interrup&#xE7;&#xE3;o repentina do tratamento com Depaxan. Seu m&#xE9;dico ir&#xE1; recomendar o regime de descontinua&#xE7;&#xE3;o.</p> <p><strong>Siga a orienta&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico, respeitando sempre os hor&#xE1;rios, as doses e a dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento.</strong></p> <p><strong>N&#xE3;o interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu m&#xE9;dico.</strong></p> <p><strong>Este medicamento n&#xE3;o deve ser partido ou mastigado.</strong></p> "}

Como o Depaxan funciona?

Depaxan eleva os níveis de uma substância produzida pelo cérebro, a serotonina (5-hidroxitriptamina, ou 5-HT).

Depaxan pertence a uma classe de medicamentos chamados de inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS).

Assim como outras substâncias dessa classe, pode não eliminar os sintomas imediatamente. Os pacientes, de modo geral, se sentem melhor algumas semanas após o início do tratamento.

Às vezes os sintomas de depressão e outros transtornos psiquiátricos provocam pensamento e/ou comportamento suicida. É possível que esses sintomas continuem ou aumentem até que o antidepressivo alcance sua ação completa.

Informe ao seu médico imediatamente ou procure o hospital mais próximo caso ocorra algum pensamento ou comportamento estressante durante o início do tratamento ou em qualquer outra fase enquanto você estiver tomando Depaxan. Avise também seu médico se você apresentar qualquer piora da depressão ou se novos sintomas surgirem durante o tratamento.

Quais cuidados devo ter ao usar o Depaxan?

Se você responder sim a qualquer uma das perguntas abaixo, consulte seu médico porque, nesses casos, Depaxan deve ser usado com cautela:

  • <li>Voc&#xEA; usa (ou usou nas &#xFA;ltimas duas semanas) medicamentos antidepressivos chamados de inibidores da monoaminoxidase (IMAO)?</li> <li>Voc&#xEA; usa (ou usou nas &#xFA;ltimas duas semanas) um antibi&#xF3;tico chamado linezolida?</li> <li>Voc&#xEA; usa medicamentos &#xE0; base de tioridazina?</li> <li>Voc&#xEA; usa medicamentos &#xE0; base de pimozida?</li> <li>Voc&#xEA; j&#xE1; apresentou crises de mania (hiperatividade, excita&#xE7;&#xE3;o e irritabilidade)?</li> <li>Voc&#xEA; j&#xE1; apresentou epis&#xF3;dios de altera&#xE7;&#xE3;o no humor alterando com per&#xED;odos de <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a> (<a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/transtorno-bipolar/c" target="_blank">transtorno bipolar</a> de humor)?</li> <li>Voc&#xEA; tem problemas no <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c" target="_blank">f&#xED;gado</a>, no cora&#xE7;&#xE3;o ou nos rins?</li> <li>Voc&#xEA; sofre de <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-epilepsia-tipos-causas-sintomas-remedios-tem-cura/" rel="noopener" target="_blank">epilepsia</a> ou j&#xE1; teve um ataque epil&#xE9;ptico (crise convulsiva)?</li> <li>Voc&#xEA; tem <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-glaucoma-sintomas-tratamento-causas-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">glaucoma</a> (<a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> nos olhos)?</li> <li>Voc&#xEA; tem hist&#xF3;rico de problemas de coagula&#xE7;&#xE3;o ou est&#xE1; se tratando com medicamentos que aumentam o risco de sangramento?</li> <li>Voc&#xEA; tem esquizofrenia ou toma medicamentos para tratar essa condi&#xE7;&#xE3;o?</li> <li>Voc&#xEA; faz alguma outra forma de tratamento antidepressivo?</li> <li>Voc&#xEA; est&#xE1; em tratamento com eletroconvulsoterapia (ECT)?</li> <li>Voc&#xEA; est&#xE1; utilizando tamoxifeno (usado para tratamento ou preven&#xE7;&#xE3;o do <a href="https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c" target="_blank">c&#xE2;ncer de mama</a>)?</li> <li>Voc&#xEA; est&#xE1; gr&#xE1;vida, sob suspeita de gravidez ou amamentando?</li>

Piora do quadro clínico e risco de suicídio entre adultos

Os adultos jovens, especialmente os que têm transtorno depressivo maior, podem ter um aumento no risco do comportamento suicida durante o tratamento com cloridrato de paroxetina. Os médicos devem monitorar cuidadosamente os pacientes que apresentam história de pensamento e/ou comportamento suicida.

Durante o tratamento com antidepressivos, o risco de suicídio aumenta no estágio inicial da recuperação.

Os pacientes e/ou seus cuidadores devem procurar auxílio médico imediatamente caso observarem qualquer piora do quadro geral (inclusive desenvolvimento de novos sintomas) e/ou o aparecimento de comportamentos ou ideação suicidas, ou pensamentos de ferir a si mesmos. Em caso de dúvida, peça orientação ao seu médico.

Hiponatremia (alteração nos níveis de sódio no sangue)

Se você tem mais de 65 anos, Depaxan pode provocar redução da concentração de sódio no sangue, o que causa sonolência e fraqueza. Se já apresentou algum desses sintomas, consulte seu médico.

Acatisia (incapacidade do paciente de permanecer na mesma posição)

Alguns medicamentos usados para tratar alguns problemas de saúde mental, como o Depaxan, podem causar uma sensação de inquietude interior e o desejo de se mover (acatisia). Este é um efeito colateral raro de cloridrato de paroxetina e é mais provável de ocorrer nas primeiras semanas de tratamento.

Informe ao seu médico assim que possível se apresentar algum desses sintomas.

Síndrome serotoninérgica / síndrome neuroléptica maligna

Alguns medicamentos aumentam a atividade da serotonina no cérebro e podem causar uma condição chamada síndrome serotoninérgica. Esta é uma reação adversa muito rara de cloridrato de paroxetina. O uso de Depaxan em combinação a outros medicamentos que também elevam a atividade da serotonina no cérebro pode aumentar o risco deste grave efeito colateral. Outra condição conhecida como síndrome neuroléptica maligna é também uma reação adversa rara de alguns medicamentos usados para tratar problemas de saúde mental.

Os sintomas de ambas as síndromes são semelhantes. Normalmente mais de um dos seguintes sintomas podem ocorrer:
  • <li>Tremores;</li> <li>Movimentos espasm&#xF3;dicos incontrol&#xE1;veis e s&#xFA;bitos;</li> <li>Rigidez nos m&#xFA;sculos;</li> <li>Dificuldade em ficar parado;</li> <li>Sensa&#xE7;&#xE3;o de agita&#xE7;&#xE3;o ou irrita&#xE7;&#xE3;o;</li> <li>Sensa&#xE7;&#xE3;o de calor ou de excesso de suor;</li> <li>Aumento da frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca.</li>

A gravidade pode aumentar, levando a perda de consciência. Procure seu médico imediatamente, caso tenha algum desses sintomas. Ele pode recomendar a interrupção do tratamento.

Fratura óssea

Há um aumento no risco de fratura óssea em pacientes fazendo uso de Depaxan. O risco ocorre durante o tratamento e é maior nas fases iniciais.

Gravidez e amamentação

Depaxan não é normalmente recomendado para uso durante a gravidez. Se você estiver grávida ou sob suspeita, converse com seu médico imediatamente. Ele irá avaliar os benefícios para você e os riscos para o bebê do uso de Depaxan durante a gravidez.

Alguns estudos têm relatado um aumento no risco de deficiências congênitas, particularmente deficiências cardíacas, em bebês cujas mães faziam uso de cloridrato de paroxetina nos primeiros meses de gravidez. Estes estudos descobriram que cerca de 1 em 50 bebês (2%) cujas mães receberam cloridrato de paroxetina no início da gravidez teve uma deficiência cardíaca, em comparação com a taxa normal de 1 em cada 100 bebês (1%) observada na população em geral.

Uma complicação no nascimento chamada de hipertensão pulmonar persistente neonatal (PPHN) tem sido observada em bebês cujas mães faziam uso de antidepressivos, incluindo cloridrato de paroxetina durante a gravidez. Na PPHN, a pressão sanguínea nos vasos sanguíneos entre o coração do bebê e os pulmões é muito alta. O risco de PPHN que ocorre em bebês cujas mães usaram antidepressivos como cloridrato de paroxetina no final da gravidez foi relatado como sendo 4 a 5 vezes maior do que o risco de PPHN observado na população em geral, que é de cerca de 1 a 2 casos por 1.000 gestações; há relatos de nascimentos prematuros para as mães usando cloridrato de paroxetina durante a gravidez.

Não se sabe se estes são devido ao uso de cloridrato de paroxetina.

Se o cloridrato de paroxetina for usado até o parto, os seguintes sintomas foram relatados em bebês imediatamente após o nascimento ou dentro das primeiras 24 horas de vida. Mais uma vez, não se sabe se estes sintomas são devido ao uso de cloridrato de paroxetina. Os sintomas são problemas com a respiração, pele azulada ou muito quente ou fria, vômitos ou alteração na alimentação, sensação de muito cansaço, dificuldade para dormir ou choro constante, músculos rígidos ou moles, tremores, nervosismo ou convulsões.

Caso seu bebê apresente algum desses sintomas no nascimento ou você esteja preocupada com a saúde dele, procure o seu médico.

Os componentes deste medicamento podem passar pelo leite materno. Caso esteja amamentando, converse com seu médico antes de tomar Depaxan.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente ao seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Disfunção sexual

Medicamentos como Depaxan (chamados ISRSs) podem causar sintomas de disfunção. Em alguns casos, esses sintomas continuaram mesmo após a interrupção do tratamento.

Fertilidade

Medicamentos como o Depaxan podem afetar o seu esperma. A fertilidade em alguns homens pode ser reduzida durante a utilização de Depaxan.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e de operar máquinas

Antes de dirigir veículos ou de operar máquinas, observe se Depaxan lhe causa cansaço ou sono. Caso isso ocorra, evite tais atividades.

Durante o tratamento, você não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

Uso em crianças e adolescentes menores de 18 anos

Depaxan não é recomendado para crianças e adolescentes menores de 18 anos de idade. A eficácia de cloridrato de paroxetina não foi demonstrada nesse grupo.

Os pacientes dessa faixa etária tratados com antidepressivos apresentam um aumento do risco de ocorrência de pensamento e/ou comportamento suicida. Existem poucos dados sobre segurança de longo prazo do uso do medicamento em crianças e adolescentes relacionados a crescimento, maturidade e desenvolvimento comportamental e cognitivo.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Depaxan?

Algumas das reações adversas listadas a seguir podem diminuir de intensidade e frequência com a continuação do tratamento e geralmente não causam sua suspensão.

Reações muito comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • <li>Enjoo;</li> <li>Altera&#xE7;&#xF5;es da fun&#xE7;&#xE3;o sexual normal, como impot&#xEA;ncia e <a href="https://minutosaudavel.com.br/ejaculacao-precoce/" rel="noopener" target="_blank">ejacula&#xE7;&#xE3;o precoce</a>.</li>

Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • <li>Astenia (aus&#xEA;ncia ou perda da for&#xE7;a muscular);</li> <li>Ganho de peso corporal;</li> <li>Sudorese (aumento do suor);</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/" rel="noopener" target="_blank">Pris&#xE3;o de ventre</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c" target="_blank">diarreia</a>, v&#xF4;mitos, boca seca;</li> <li>Bocejos;</li> <li>Vis&#xE3;o turva;</li> <li>Vertigem, tremores e <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/dor-de-cabeca-e-enxaqueca/c" target="_blank">dor de cabe&#xE7;a</a>;</li> <li>Sonol&#xEA;ncia, dificuldade de dormir, agita&#xE7;&#xE3;o, sonhos anormais (inclusive pesadelos);</li> <li>Aumento dos n&#xED;veis de <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/colesterol/c" target="_blank">colesterol</a> do sangue;</li> <li>Diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite.</li>

Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es da frequ&#xEA;ncia da urina tais como reten&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria, <a href="https://minutosaudavel.com.br/incontinencia-urinaria/" rel="noopener" target="_blank">incontin&#xEA;ncia urin&#xE1;ria</a>;</li> <li>Erup&#xE7;&#xF5;es da pele (<em>rash</em> cut&#xE2;neo);</li> <li>Midr&#xED;ase (dilata&#xE7;&#xE3;o da pupila dos olhos);</li> <li>Queda da press&#xE3;o sangu&#xED;nea quando voc&#xEA; se levanta ou ap&#xF3;s permanecer muito tempo na mesma posi&#xE7;&#xE3;o (<a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">hipotens&#xE3;o</a> postural);</li> <li>Acelera&#xE7;&#xE3;o dos batimentos card&#xED;acos (taquicardia sinusal);</li> <li>Dist&#xFA;rbios extrapiramidais (houve relatos de dist&#xFA;rbios extrapiramidais, inclusive de <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-distonia-sintomas-tratamento-tipos-diagnostico-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">distonia</a> orofacial, ocorridos em pacientes com transtornos de movimento subjacentes ou que faziam uso de medica&#xE7;&#xE3;o neurol&#xE9;ptica);</li> <li>Confus&#xE3;o, alucina&#xE7;&#xF5;es;</li> <li>Sangramento anormal, predominantemente da pele e das membranas mucosas.</li>

Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • <li>Hiperprolactinemia/galactorreia (produ&#xE7;&#xE3;o de leite, mesmo quando a mulher n&#xE3;o estiver amamentando);</li> <li>Altera&#xE7;&#xE3;o/eleva&#xE7;&#xE3;o dos resultados dos exames de enzimas do f&#xED;gado;</li> <li>Sensa&#xE7;&#xE3;o de cansa&#xE7;o associada com incapacidade de permanecer sentado ou de p&#xE9; (acatisia);</li> <li>Convuls&#xF5;es;</li> <li>Irresist&#xED;vel vontade de mover as pernas (s&#xED;ndrome das pernas inquietas);</li> <li>Baixos n&#xED;veis de s&#xF3;dio no sangue, especialmente em pacientes idosos (hiponatremia);</li> <li>Manifesta&#xE7;&#xF5;es man&#xED;acas (tais sintomas tamb&#xE9;m podem ser decorrentes de doen&#xE7;a subjacente);</li> <li>Dist&#xFA;rbios menstruais (incluindo menstrua&#xE7;&#xE3;o prolongada, perda sangu&#xED;nea fora do per&#xED;odo menstrual ou aus&#xEA;ncia de menstrua&#xE7;&#xE3;o).</li>

Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • <li>Diminui&#xE7;&#xE3;o da quantidade de plaquetas (elementos do sangue que ajudam na coagula&#xE7;&#xE3;o);</li> <li>Manifesta&#xE7;&#xF5;es al&#xE9;rgicas graves, inclusive rea&#xE7;&#xF5;es anafil&#xE1;ticas e <a href="https://minutosaudavel.com.br/angioedema-o-que-e-complicacoes-como-tratar-e-muito-mais/" rel="noopener" target="_blank">angioedema</a> (alergia grave que ocorre sob a pele);</li> <li>Aumento dos n&#xED;veis do horm&#xF4;nio (ADH) que causa reten&#xE7;&#xE3;o de l&#xED;quidos/&#xE1;gua;</li> <li>S&#xED;ndrome da secre&#xE7;&#xE3;o inapropriada do horm&#xF4;nio antidiur&#xE9;tico (ADH);</li> <li>S&#xED;ndrome serotonin&#xE9;rgica (um grupo de sintomas que pode abranger agita&#xE7;&#xE3;o, confus&#xE3;o, sudorese, alucina&#xE7;&#xF5;es, aumento dos reflexos, <a href="https://minutosaudavel.com.br/espasmo-muscular/" rel="noopener" target="_blank">espasmo muscular</a>, tremor e acelera&#xE7;&#xE3;o dos batimentos card&#xED;acos);</li> <li>Press&#xE3;o alta no interior dos olhos (glaucoma agudo);</li> <li>Sangramento no est&#xF4;mago e intestino;</li> <li>Problemas do f&#xED;gado (como <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/hepatite/c" target="_blank">hepatite</a>, &#xE0;s vezes associada com <a href="https://minutosaudavel.com.br/ictericia/" rel="noopener" target="_blank">icter&#xED;cia</a> ou insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica);</li> <li>Incha&#xE7;o dos bra&#xE7;os e das pernas;</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es cut&#xE2;neas graves (incluindo eritema multiforme, s&#xED;ndrome de Stevens-Johnson e necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica), <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a>, rea&#xE7;&#xF5;es de fotossensibilidade (sensibilidade aos raios solares).</li>

Sintomas observados na interrupção do tratamento com cloridrato de paroxetina

Reações comuns (ocorrem de 1% a 10% dos pacientes):
  • <li>Tonteira;</li> <li>Dist&#xFA;rbios sensoriais;</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sono (inclusive sonhos intensos);</li> <li>Ansiedade;</li> <li>Dor de cabe&#xE7;a.</li>
Reações incomuns (ocorrem de 0,1% a 1% dos pacientes):
  • <li>Agita&#xE7;&#xE3;o;</li> <li>Enjoo;</li> <li>Tremor;</li> <li>Confus&#xE3;o;</li> <li>Sudorese;</li> <li>Diarreia.</li>

Os sintomas decorrentes da interrupção do tratamento, quase sempre ocorrem nos primeiros dias de interrupção ou, muito raramente, se você se esquecer de tomar uma dose. Entretanto, são mais comuns quando se interrompe o tratamento de forma repentina. Nunca interrompa o tratamento sem consultar seu médico. Na maioria dos casos, os sintomas são autolimitados (se resolvem por si sós) e desaparecem em alguns dias. Entretanto, se você sentir que os sintomas indesejáveis são muito fortes, consulte seu médico para obter orientação.

Uso em crianças e adolescentes menores de 18 anos

Quando o cloridrato de paroxetina foi testado em crianças e adolescentes menores de 18 anos com transtorno depressivo maior, transtorno obsessivo-compulsivo ou ansiedade social, observaram-se efeitos indesejáveis além dos registrados em adultos.

Os eventos indesejáveis mais comumente observados nos pacientes dessa faixa de idade, quando tratados com cloridrato de paroxetina, foram:
  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es emocionais, inclusive autoflagela&#xE7;&#xE3;o, pensamento e/ou comportamento suicida, choro e altera&#xE7;&#xF5;es de humor;</li> <li>Hostilidade e comportamento irrit&#xE1;vel;</li> <li>Diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite;</li> <li>Tremor (incontrol&#xE1;vel);</li> <li>Sudorese;</li> <li>Incha&#xE7;o;</li> <li>Hiperatividade;</li> <li>Agita&#xE7;&#xE3;o;</li> <li>Hipercinesia.</li>

Nas crianças e adolescentes dos estudos clínicos, durante o aumento de doses ou durante a descontinuação do tratamento, foram observados: labilidade emocional (incluindo comportamento ou pensamento suicida, alterações de comportamento ou choro), nervosismo, tonteira, náusea e dor abdominal.

Há aumento do risco de ocorrência de fratura óssea entre as pessoas que tomam cloridrato de paroxetina.

Esse risco é maior durante as primeiras fases do tratamento.

Se você sentir algum outro efeito indesejável não mencionado aqui, avise seu médico.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Depaxan?

Se você se esquecer de uma dose, aguarde e tome Depaxan, no horário normal, na manhã seguinte. Não tome nem administre duas doses ao mesmo tempo.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Depaxan?

Cada comprimido revestido contém:

Cloridrato de paroxetina (equivalente a 20 mg de paroxetina): 22,760 mg.

Excipientes: fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, amidoglicolato de sódio, estearato de magnésio, hipromelose, macrogol e dióxido de titânio.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Depaxan maior do que a recomendada?

Sintomas e sinais

As experiências de superdosagem de cloridrato de paroxetina demonstraram os seguintes sintomas: febre, alterações da pressão arterial, contrações musculares involuntárias, ansiedade e aumento do ritmo dos batimentos do coração.

Houve relatos ocasionais de coma ou alterações do eletrocardiograma, muito raramente com desfecho fatal, em especial quando cloridrato de paroxetina foi administrado em associação com outras drogas psicotrópicas (que atuam no sistema nervoso), com ou sem álcool.

Tratamento

Não se conhece um antídoto específico.

O tratamento deve consistir de medidas gerais empregadas nos casos de superdosagem de qualquer antidepressivo. São indicadas medidas de suporte geral, com monitoramento frequente dos sinais vitais, além de cuidadosa observação. Os cuidados com o paciente devem estar de acordo com a indicação clínica ou com as recomendações dos centros nacionais de intoxicações, quando disponíveis.

Se você suspeita de superdosagem, entre imediatamente em contato com o médico ou com o hospital mais próximo.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.

Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Depaxan com outros remédios?

Informe ao seu médico se você usa ou usou recentemente outros medicamentos. Assim como Depaxan pode modificar a ação de outros medicamentos, estes também podem afetar a ação de Depaxan. Estes incluem medicamentos naturais e os sem prescrição médica.

É possível que os seguintes medicamentos interfiram nos efeitos de Depaxan:

  • <li>Outros antidepressivos, como <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-amitriptilina/bula" target="_blank">amitriptilina</a>, nortriptilina, imipramina e desipramina;</li> <li>Outras drogas que afetam a serotonina, como triptanos (usados para o tratamento da enxaqueca), <a href="https://consultaremedios.com.br/carbonato-de-litio/bula" target="_blank">l&#xED;tio</a> (usado no tratamento de algumas desordens mentais) , tramadol (usado para o tratamento da dor), triptofano e <a href="https://consultaremedios.com.br/hypericum-perforatum/bula" target="_blank">Erva de S&#xE3;o Jo&#xE3;o</a> (usados para o tratamento da depress&#xE3;o), <a href="https://consultaremedios.com.br/fentanila/bula" target="_blank">fentanila</a> (utilizada em anestesia ou para tratar dor cr&#xF4;nica);</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/carbamazepina/bula" target="_blank">Carbamazepina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/fenobarbital/bula" target="_blank">fenobarbital</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/fenitoina/bula" target="_blank">fenito&#xED;na</a>, normalmente usadas para o tratamento de convuls&#xF5;es ou epilepsia;</li> <li>Perfenazina e <a href="https://consultaremedios.com.br/risperidona/bula" target="_blank">risperidona</a>, utilizadas para o tratamento de alguns problemas da sa&#xFA;de mental;</li> <li>Certos medicamentos usados no tratamento de irregularidades dos batimentos card&#xED;acos (arritmias) como <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-propafenona/bula" target="_blank">propafenona</a> e flecainida;</li> <li>Prociclidina, usada no tratamento da doen&#xE7;a de <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/parkinson/c" target="_blank">Parkinson</a> ou de outros transtornos do movimento;</li> <li>Pimozida ou tioridazina;</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/fosamprenavir-calcico/bula" target="_blank">Fosamprenavir</a>/ritonavir, usados no tratamento do <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/dsts/hiv-aids/c" target="_blank">HIV</a>;</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/rifampicina/bula" target="_blank">Rifampicina</a>, usada no tratamento da <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/tuberculose/c" target="_blank">tuberculose</a>;</li> <li>Atomoxetina, utilizada no tratamento do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/transtorno-do-deficit-de-atencao/c" target="_blank">transtorno do d&#xE9;ficit de aten&#xE7;&#xE3;o</a> e hiperatividade (<a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-tdah-tratamento-sintomas-tdah-em-adultos-e-na-escola/" rel="noopener" target="_blank">TDAH</a>);</li> <li>Metoprolol, usado no tratamento de press&#xE3;o alta, irregularidades dos batimentos card&#xED;acos (arritmias) e <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/angina/c" target="_blank">angina</a>;</li> <li>Mivac&#xFA;rio e suxamet&#xF4;nio (utilizados em anestesia)</li> <li>Certos medicamentos que podem afetar a coagula&#xE7;&#xE3;o sangu&#xED;nea e aumentar o sangramento, como <a href="https://consultaremedios.com.br/b/anticoagulantes-orais" target="_blank">anticoagulantes orais</a> (<a href="https://consultaremedios.com.br/varfarina-sodica/bula" target="_blank">varfarina</a>), AAS (<a href="https://consultaremedios.com.br/acido-acetilsalicilico/bula" target="_blank">&#xE1;cido acetilsalic&#xED;lico</a>) e outros <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/anti-inflamatorios/c" target="_blank">anti-inflamat&#xF3;rios</a> n&#xE3;o esteroidais (como o <a href="https://consultaremedios.com.br/ibuprofeno/bula" target="_blank">ibuprofeno</a>);</li> <li>Tamoxifeno (utilizado no tratamento ou preven&#xE7;&#xE3;o do c&#xE2;ncer de mama);</li> <li>Subst&#xE2;ncias que reduzem a acidez do est&#xF4;mago, como alguns alimentos, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/antiacidos/c" target="_blank">anti&#xE1;cidos</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">digoxina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-propranolol/bula" target="_blank">propranolol</a> e &#xE1;lcool.</li>

Assim como ocorre com o uso de outras drogas, não é aconselhável ingerir bebidas alcoólicas durante o tratamento com Depaxan.

Bebidas alcoólicas e Depaxan

O uso concomitante de Depaxan e álcool não é recomendado.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.

Qual a ação da substância do Depaxan (Cloridrato de Paroxetina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <p>O risco relativo de recorr&#xEA;ncia de depress&#xE3;o maior em idosos tratados com psicoterapia mais placebo foi 140% mais elevado que entre pacientes que receberam Cloridrato de Paroxetina, ap&#xF3;s um per&#xED;odo de dois anos de acompanhamento <sup>[1]</sup>.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/ansiedade-generalizada/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">transtorno de ansiedade generalizada</a> (GAD), o Cloridrato de Paroxetina &#xE9; eficaz, mesmo a longo prazo, propiciando resolu&#xE7;&#xE3;o dos sintomas, redu&#xE7;&#xE3;o da ansiedade, melhora funcional significativa (redu&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia de 57% na escala HAM-A) e perfil de tolerabilidade superior ao dos benzodiazep&#xED;nicos. Os &#xED;ndices de remiss&#xE3;o s&#xE3;o significativos e proporcionais &#xE0; dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento, especialmente ap&#xF3;s tr&#xEA;s meses <sup>[2], [3], [4]</sup>.</p> <p>No transtorno disf&#xF3;rico pr&#xE9;-menstrual (PMDD), o Cloridrato de Paroxetina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada &#x2013; administrada de forma intermitente em doses de 12,5 ou 25 mg/dia durante a segunda metade do <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/ciclo-menstrual/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">ciclo menstrual</a> &#x2013; melhorou significativamente o humor durante a fase l&#xFA;tea, bem como a gravidade dos sintomas e o comprometimento funcional <sup>[5]</sup>. O Cloridrato de Paroxetina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada tamb&#xE9;m foi eficaz em tratamento cont&#xED;nuo, com doses de 12,5 a 25 mg/dia, com apenas cerca de 10% de descontinua&#xE7;&#xE3;o <sup>[6]</sup>.</p> <ul> <li>No transtorno do p&#xE2;nico, o uso de Cloridrato de Paroxetina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada resultou em 73% dos pacientes livres de sintomas ap&#xF3;s dois meses de tratamento. O perfil de tolerabilidade mostrou-se bastante pr&#xF3;ximo do de placebo: descontinua&#xE7;&#xE3;o em 11% dos pacientes e eventos adversos graves na mesma propor&#xE7;&#xE3;o observada com placebo, de 2%.</li> <li>Em pacientes ambulatoriais com transtorno depressivo maior (MDD) grave, o Cloridrato de Paroxetina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada &#xE9; eficaz e bem tolerada, com resposta at&#xE9; 140% superior &#xE0; obtida com placebo e &#xED;ndices de descontinua&#xE7;&#xE3;o por eventos adversos inferiores a 10%. <sup>[7]</sup> Em casos moderados, a dose de 25 mg/dia reduziu significativamente as manifesta&#xE7;&#xF5;es depressivas e ansiosas, com chances de remiss&#xE3;o 96% superiores &#xE0;s observadas com placebo. Adicionalmente, o Cloridrato de Paroxetina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada apresentou boa tolerabilidade em doses de at&#xE9; 50 mg/dia <sup>[8]</sup>.</li> </ul> <p><strong>Refer&#xEA;ncias:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">[1] REYNOLDS, CF. et al. Maintenance treatment of major depression in old age. N Engl J Med, 354(11):1130-8, 2006.<br> [2] VAN AMERINGEN, M. et al. An evaluation of paroxetine in generalised social anxiety disorder. Expert Opin Pharmacother, 6(5):819-30, 2005.<br> [3] BALL, SG. et al. Selective serotonin reuptake inhibitor treatment for generalized anxiety disorder: a double-blind, prospective comparison between paroxetine and sertraline. J Clin Psychiatry, 66(1):94-99, 2005.<br> [4] BALLENGER, JC. et al. Remission rates in patients with anxiety disorders treated with paroxetine. J Clin Psychiatry, 65(12):1696-707, 2004.<br> [5]&amp;nbsp;STEINER, M. et al. Luteal phase dosing with paroxetine controlled release (CR) in the treatment of premenstrual dysphoric disorder. Am J Obstet Gynecol, 193(2):352-60, 2005.<br> [6] COHEN, LS. et al. Paroxetine controlled release for premenstrual dysphoric disorder: a double-blind, placebo-controlled trial. Psychosom Med, 66(5): 707-13, 2004.<br> [7] DUNNER, DL. et al. Efficacy and tolerability of controlled-release paroxetine in the treatment of severe depression: post hoc analysis of pooled data from a subset of subjects in four double-blind clinical trials. Clin Ther, 27(12):1901-11, 2005.<br> [8] TRIVEDI, MH. et al. Effectiveness of low doses of paroxetine controlled release in the treatment of major depressive disorder. J Clin Psychiatry, 65(10):1356-64, 2004.</br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Propriedades Farmacodin&#xE2;micas</h3> <h4>Mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>O Cloridrato de Paroxetina &#xE9; um potente e seletivo inibidor de recapta&#xE7;&#xE3;o de serotonina (5-hidroxitriptamina, ou 5-HT). Acredita-se que sua a&#xE7;&#xE3;o antidepressiva e sua efic&#xE1;cia no tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e do transtorno do p&#xE2;nico estejam relacionadas &#xE0; sua inibi&#xE7;&#xE3;o espec&#xED;fica da recapta&#xE7;&#xE3;o de 5-HT pelos neur&#xF4;nios cerebrais.</p> <p>O Cloridrato de Paroxetina n&#xE3;o est&#xE1; quimicamente relacionada aos antidepressivos tric&#xED;clicos, tetrac&#xED;clicos e a outros antidepressivos dispon&#xED;veis.</p> <p>O Cloridrato de Paroxetina possui baixa afinidade pelos os receptores colin&#xE9;rgicos muscar&#xED;nicos, e estudos em animais demonstraram fraca atividade anticolin&#xE9;rgica.</p> <p>De acordo com sua a&#xE7;&#xE3;o seletiva, estudos<em> in vitro</em> indicaram que, em contraste com os antidepressivos tric&#xED;clicos, o Cloridrato de Paroxetina tem pouca afinidade pelos receptores adren&#xE9;rgicos &#x3B1;<sub>1</sub>, &#x3B1;<sub>2</sub> e &#x3B2;, dopamin&#xE9;rgicos (D<sub>2</sub>), 5-HT<sub>1</sub>, 5-HT<sub>2</sub> e histam&#xED;nicos. Essa pouca intera&#xE7;&#xE3;o com receptores p&#xF3;s-sin&#xE1;pticos <em>in vitro</em> est&#xE1; substanciada por estudos <em>in vivo</em>, que demonstram aus&#xEA;ncia de propriedade depressora do SNC e de propriedade hipotensiva.</p> <h4>Efeitos Farmacodin&#xE2;micos</h4> <p>O Cloridrato de Paroxetina n&#xE3;o prejudica a fun&#xE7;&#xE3;o psicomotora e n&#xE3;o potencializa o efeito depressor do etanol.</p> <p>Assim como outros inibidores seletivos da recapta&#xE7;&#xE3;o da serotonina (5-HT), o Cloridrato de Paroxetina provoca sintomas de estimula&#xE7;&#xE3;o excessiva dos receptores 5-HT quando administrada a animais previamente tratados com inibidores da MAO ou triptofano.</p> <p>Estudos comportamentais e de <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/eletroencefalograma-eeg-o-que-e-tipos-e-para-que-serve-o-exame-2/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">EEG</a> indicaram que o Cloridrato de Paroxetina &#xE9; fracamente ativada em doses geralmente abaixo daquelas requeridas para inibir a recapta&#xE7;&#xE3;o da 5-HT. As propriedades de ativa&#xE7;&#xE3;o n&#xE3;o s&#xE3;o de natureza anfetam&#xED;nica.</p> <p>Estudos em animais indicaram que o Cloridrato de Paroxetina &#xE9; bem tolerada pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/c\" target=\"_blank\">sistema cardiovascular</a>.</p> <p>N&#xE3;o produz altera&#xE7;&#xF5;es clinicamente significativas na press&#xE3;o arterial, na frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca e no ECG ap&#xF3;s ser administrada a indiv&#xED;duos sadios.</p> <p>Estudos indicaram que, em contraste com antidepressivos que inibem a recapta&#xE7;&#xE3;o da noradrenalina, o Cloridrato de Paroxetina possui propens&#xE3;o muito reduzida a inibir o efeito anti-hipertensivo da guanetidina.</p> <h3>Propriedades Farmacocin&#xE9;ticas</h3> <h4>Absor&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>O Cloridrato de Paroxetina &#xE9; bem absorvida ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral e apresenta metabolismo de primeira passagem. Os comprimidos de Cloridrato de Paroxetina controlam a taxa de dissolu&#xE7;&#xE3;o do Cloridrato de Paroxetina por um per&#xED;odo de quatro a cinco horas. Al&#xE9;m de controlar a taxa de libera&#xE7;&#xE3;o da droga <em>in vivo</em>, o revestimento ent&#xE9;rico retarda o in&#xED;cio da libera&#xE7;&#xE3;o da droga at&#xE9; que os comprimidos de Cloridrato de Paroxetina tenham deixado o est&#xF4;mago. Em compara&#xE7;&#xE3;o &#xE0; formula&#xE7;&#xE3;o de libera&#xE7;&#xE3;o imediata, os comprimidos de libera&#xE7;&#xE3;o controlada possuem uma taxa de absor&#xE7;&#xE3;o reduzida.</p> <p>Devido ao metabolismo de primeira passagem, a quantidade de Cloridrato de Paroxetina dispon&#xED;vel na circula&#xE7;&#xE3;o sist&#xEA;mica &#xE9; menor do que a absorvida pelo trato gastrointestinal.</p> <p>O estado de equil&#xED;brio dos n&#xED;veis sist&#xEA;micos &#xE9; atingido em 7 a 14 dias ap&#xF3;s o in&#xED;cio do tratamento, e a farmacocin&#xE9;tica parece n&#xE3;o se alterar durante o uso prolongado.</p> <h4>Distribui&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>O Cloridrato de Paroxetina &#xE9; extensamente distribu&#xED;da nos tecidos; c&#xE1;lculos farmacocin&#xE9;ticos indicam que apenas 1% do Cloridrato de Paroxetina corporal reside no plasma.</p> <p>Em concentra&#xE7;&#xF5;es terap&#xEA;uticas, aproximadamente 95% do Cloridrato de Paroxetina presente no plasma est&#xE1; ligada a <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a>.</p> <p>N&#xE3;o foi encontrada correla&#xE7;&#xE3;o entre concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas de Cloridrato de Paroxetina e efeitos cl&#xED;nicos.</p> <h4>Metabolismo</h4> <p>Os principais metab&#xF3;litos do Cloridrato de Paroxetina s&#xE3;o polares e conjugados por oxida&#xE7;&#xE3;o e metila&#xE7;&#xE3;o, sendo rapidamente metabolizados. Considerando a relativa falta de atividade farmacol&#xF3;gica, &#xE9; muito pouco prov&#xE1;vel que eles contribuam com os efeitos terap&#xEA;uticos de Cloridrato de Paroxetina.</p> <p>O metabolismo n&#xE3;o compromete a a&#xE7;&#xE3;o seletiva do Cloridrato de Paroxetina na recapta&#xE7;&#xE3;o de 5-HT neuronal.</p> <h4>Excre&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>A excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de Cloridrato de Paroxetina inalterada &#xE9; geralmente menor que 2% da dose, enquanto que a excre&#xE7;&#xE3;o de metab&#xF3;litos &#xE9; de cerca de 64% da dose. Aproximadamente 36% da dose s&#xE3;o excretados nas fezes, provavelmente via bile, e o Cloridrato de Paroxetina inalterada representa menos de 1% do excretado. Dessa forma, o Cloridrato de Paroxetina &#xE9; eliminada quase que inteiramente por metabolismo.</p> <p>A excre&#xE7;&#xE3;o de metab&#xF3;litos &#xE9; bif&#xE1;sica, sendo inicialmente resultado do efeito do metabolismo de primeira passagem e subsequentemente controlada pela elimina&#xE7;&#xE3;o sist&#xEA;mica do Cloridrato de Paroxetina.</p> <p>A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; vari&#xE1;vel, mas geralmente de cerca de um dia.</p> <h4>Popula&#xE7;&#xE3;o Especial</h4> <h5>Idosos e Insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica/renal</h5> <p>Pacientes idosos, com insufici&#xEA;ncia renal grave e aqueles com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica apresentaram concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas discretamente aumentadas de Cloridrato de Paroxetina, mas a faixa de concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas nesses pacientes se sobrep&#xF5;e &#xE0; de adultos sadios.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Depaxan?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Este medicamento se apresenta na forma de comprimido revestido branco, de formato oblongo e biconvexo, com vinco em um dos lados e liso do outro lado.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Depaxan

Comprimidos revestidos de 20 mg

Embalagens com 30 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

Dizeres Legais do Depaxan

Reg. MS – 1.0573.0561

Farmacêutica Responsável:
Gabriela Mallmann
CRF-SP nº 30.138

Registrado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 – 20º andar
São Paulo – SP
CNPJ 60.659.463/0029-92
Indústria Brasileira




Fabricado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Guarulhos – SP

Venda sob prescrição médica.

Só pode ser vendido com retenção da receita.

20mg, caixa com 10 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Cloridrato De Paroxetina
Classe Terapêutica
:
Anti-Depressivos Ssri
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
C1 Branca 2 vias (Venda Sob Prescrição Médica - Este medicamento pode causar Dependência Física ou Psíquica)
Categoria
:
Antidepressivos
Especialidade
:
Psiquiatria e Neurologia

Bula do medicamento

Depaxan, para o que é indicado e para o que serve?

Depaxan é indicado para o tratamento de adultos que apresentam algumas das condições abaixo:

  • <li>Transtorno depressivo maior (mesmo que, anteriormente, outros <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/antidepressivos/c" target="_blank">antidepressivos</a> n&#xE3;o tenham sido eficazes);</li> <li>Comportamento obsessivo ou compulsivo (incontrolado);</li> <li>Ataques de p&#xE2;nico, inclusive os causados por fobia (pavor) de lugares abertos (agorafobia);</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/ansiedade-generalizada/" rel="noopener" target="_blank">Ansiedade generalizada</a> (sensa&#xE7;&#xE3;o de muita <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/ansiedade/c" target="_blank">ansiedade</a> ou nervosismo em situa&#xE7;&#xF5;es rotineiras), inclusive em situa&#xE7;&#xF5;es que exigem contato social;</li> <li>Ansiedade seguida de evento traum&#xE1;tico (transtorno de <a href="https://minutosaudavel.com.br/estresse/" rel="noopener" target="_blank">estresse</a> p&#xF3;s-traum&#xE1;tico): acidente de carro, assalto ou desastre natural, como enchente ou terremoto.</li>

Depaxan não é indicado para o tratamento de crianças e adolescentes menores de 18 anos.

Quais as contraindicações do Depaxan?

Depaxan é contraindicado para pacientes com alergia conhecida à droga ou a qualquer componente da fórmula.

Você não deve tomar Depaxan ao mesmo tempo que outros medicamentos antidepressivos chamados de inibidores da MAO, com um antibiótico chamado linezolida e com azul de metileno. Só passe a usar Depaxan duas semanas após ter deixado de tomar esse tipo de medicação. Da mesma forma, você só deve iniciar tratamento com inibidores da MAO e os demais citados duas semanas após ter deixado de usar Depaxan.

Você também não deve tomar Depaxan ao mesmo tempo que tioridazina ou pimozida (normalmente usados para tratar esquizofrenia).

Se você não tem certeza de estar usando inibidores da MAO ou medicamentos à base de tioridazina ou pimozida, consulte seu médico antes de iniciar tratamento com Depaxan.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente ao seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos de idade.

Como usar o Depaxan?

Siga as instruções do médico sobre o modo de usar e os horários de tomar os comprimidos. Seu médico vai orientar você sobre o número de comprimidos que deve usar por dia.

Recomenda-se tomar Depaxan em dose única diária, pela manhã, com a alimentação. Você deve engolir os comprimidos, de preferência com um copo de água.

Posologia do&nbsp;Depaxan

{"tag":"hr","value":" <p>As doses variam de acordo com a indica&#xE7;&#xE3;o do m&#xE9;dico.</p> <p>A maior parte dos adultos deve tomar de 20 mg (um comprimido) a 40 mg (dois comprimidos) de Depaxan por dia.</p> <p>Se voc&#xEA; tem mais de 65 anos, a dose m&#xE1;xima recomendada &#xE9; de 40 mg (dois comprimidos) por dia.</p> <p>Seu m&#xE9;dico pode iniciar o tratamento com doses menores e aument&#xE1;-las com o passar do tempo.</p> <p>Para o tratamento de obsess&#xF5;es e compuls&#xF5;es, o m&#xE9;dico pode sugerir doses de Depaxan maiores que 60 mg (tr&#xEA;s comprimidos) por dia.</p> <p>Assim como acontece com outros medicamentos psicoativos, voc&#xEA; deve evitar a interrup&#xE7;&#xE3;o repentina do tratamento com Depaxan. Seu m&#xE9;dico ir&#xE1; recomendar o regime de descontinua&#xE7;&#xE3;o.</p> <p><strong>Siga a orienta&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico, respeitando sempre os hor&#xE1;rios, as doses e a dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento.</strong></p> <p><strong>N&#xE3;o interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu m&#xE9;dico.</strong></p> <p><strong>Este medicamento n&#xE3;o deve ser partido ou mastigado.</strong></p> "}

Como o Depaxan funciona?

Depaxan eleva os níveis de uma substância produzida pelo cérebro, a serotonina (5-hidroxitriptamina, ou 5-HT).

Depaxan pertence a uma classe de medicamentos chamados de inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS).

Assim como outras substâncias dessa classe, pode não eliminar os sintomas imediatamente. Os pacientes, de modo geral, se sentem melhor algumas semanas após o início do tratamento.

Às vezes os sintomas de depressão e outros transtornos psiquiátricos provocam pensamento e/ou comportamento suicida. É possível que esses sintomas continuem ou aumentem até que o antidepressivo alcance sua ação completa.

Informe ao seu médico imediatamente ou procure o hospital mais próximo caso ocorra algum pensamento ou comportamento estressante durante o início do tratamento ou em qualquer outra fase enquanto você estiver tomando Depaxan. Avise também seu médico se você apresentar qualquer piora da depressão ou se novos sintomas surgirem durante o tratamento.

Quais cuidados devo ter ao usar o Depaxan?

Se você responder sim a qualquer uma das perguntas abaixo, consulte seu médico porque, nesses casos, Depaxan deve ser usado com cautela:

  • <li>Voc&#xEA; usa (ou usou nas &#xFA;ltimas duas semanas) medicamentos antidepressivos chamados de inibidores da monoaminoxidase (IMAO)?</li> <li>Voc&#xEA; usa (ou usou nas &#xFA;ltimas duas semanas) um antibi&#xF3;tico chamado linezolida?</li> <li>Voc&#xEA; usa medicamentos &#xE0; base de tioridazina?</li> <li>Voc&#xEA; usa medicamentos &#xE0; base de pimozida?</li> <li>Voc&#xEA; j&#xE1; apresentou crises de mania (hiperatividade, excita&#xE7;&#xE3;o e irritabilidade)?</li> <li>Voc&#xEA; j&#xE1; apresentou epis&#xF3;dios de altera&#xE7;&#xE3;o no humor alterando com per&#xED;odos de <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a> (<a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/transtorno-bipolar/c" target="_blank">transtorno bipolar</a> de humor)?</li> <li>Voc&#xEA; tem problemas no <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c" target="_blank">f&#xED;gado</a>, no cora&#xE7;&#xE3;o ou nos rins?</li> <li>Voc&#xEA; sofre de <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-epilepsia-tipos-causas-sintomas-remedios-tem-cura/" rel="noopener" target="_blank">epilepsia</a> ou j&#xE1; teve um ataque epil&#xE9;ptico (crise convulsiva)?</li> <li>Voc&#xEA; tem <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-glaucoma-sintomas-tratamento-causas-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">glaucoma</a> (<a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> nos olhos)?</li> <li>Voc&#xEA; tem hist&#xF3;rico de problemas de coagula&#xE7;&#xE3;o ou est&#xE1; se tratando com medicamentos que aumentam o risco de sangramento?</li> <li>Voc&#xEA; tem esquizofrenia ou toma medicamentos para tratar essa condi&#xE7;&#xE3;o?</li> <li>Voc&#xEA; faz alguma outra forma de tratamento antidepressivo?</li> <li>Voc&#xEA; est&#xE1; em tratamento com eletroconvulsoterapia (ECT)?</li> <li>Voc&#xEA; est&#xE1; utilizando tamoxifeno (usado para tratamento ou preven&#xE7;&#xE3;o do <a href="https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c" target="_blank">c&#xE2;ncer de mama</a>)?</li> <li>Voc&#xEA; est&#xE1; gr&#xE1;vida, sob suspeita de gravidez ou amamentando?</li>

Piora do quadro clínico e risco de suicídio entre adultos

Os adultos jovens, especialmente os que têm transtorno depressivo maior, podem ter um aumento no risco do comportamento suicida durante o tratamento com cloridrato de paroxetina. Os médicos devem monitorar cuidadosamente os pacientes que apresentam história de pensamento e/ou comportamento suicida.

Durante o tratamento com antidepressivos, o risco de suicídio aumenta no estágio inicial da recuperação.

Os pacientes e/ou seus cuidadores devem procurar auxílio médico imediatamente caso observarem qualquer piora do quadro geral (inclusive desenvolvimento de novos sintomas) e/ou o aparecimento de comportamentos ou ideação suicidas, ou pensamentos de ferir a si mesmos. Em caso de dúvida, peça orientação ao seu médico.

Hiponatremia (alteração nos níveis de sódio no sangue)

Se você tem mais de 65 anos, Depaxan pode provocar redução da concentração de sódio no sangue, o que causa sonolência e fraqueza. Se já apresentou algum desses sintomas, consulte seu médico.

Acatisia (incapacidade do paciente de permanecer na mesma posição)

Alguns medicamentos usados para tratar alguns problemas de saúde mental, como o Depaxan, podem causar uma sensação de inquietude interior e o desejo de se mover (acatisia). Este é um efeito colateral raro de cloridrato de paroxetina e é mais provável de ocorrer nas primeiras semanas de tratamento.

Informe ao seu médico assim que possível se apresentar algum desses sintomas.

Síndrome serotoninérgica / síndrome neuroléptica maligna

Alguns medicamentos aumentam a atividade da serotonina no cérebro e podem causar uma condição chamada síndrome serotoninérgica. Esta é uma reação adversa muito rara de cloridrato de paroxetina. O uso de Depaxan em combinação a outros medicamentos que também elevam a atividade da serotonina no cérebro pode aumentar o risco deste grave efeito colateral. Outra condição conhecida como síndrome neuroléptica maligna é também uma reação adversa rara de alguns medicamentos usados para tratar problemas de saúde mental.

Os sintomas de ambas as síndromes são semelhantes. Normalmente mais de um dos seguintes sintomas podem ocorrer:
  • <li>Tremores;</li> <li>Movimentos espasm&#xF3;dicos incontrol&#xE1;veis e s&#xFA;bitos;</li> <li>Rigidez nos m&#xFA;sculos;</li> <li>Dificuldade em ficar parado;</li> <li>Sensa&#xE7;&#xE3;o de agita&#xE7;&#xE3;o ou irrita&#xE7;&#xE3;o;</li> <li>Sensa&#xE7;&#xE3;o de calor ou de excesso de suor;</li> <li>Aumento da frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca.</li>

A gravidade pode aumentar, levando a perda de consciência. Procure seu médico imediatamente, caso tenha algum desses sintomas. Ele pode recomendar a interrupção do tratamento.

Fratura óssea

Há um aumento no risco de fratura óssea em pacientes fazendo uso de Depaxan. O risco ocorre durante o tratamento e é maior nas fases iniciais.

Gravidez e amamentação

Depaxan não é normalmente recomendado para uso durante a gravidez. Se você estiver grávida ou sob suspeita, converse com seu médico imediatamente. Ele irá avaliar os benefícios para você e os riscos para o bebê do uso de Depaxan durante a gravidez.

Alguns estudos têm relatado um aumento no risco de deficiências congênitas, particularmente deficiências cardíacas, em bebês cujas mães faziam uso de cloridrato de paroxetina nos primeiros meses de gravidez. Estes estudos descobriram que cerca de 1 em 50 bebês (2%) cujas mães receberam cloridrato de paroxetina no início da gravidez teve uma deficiência cardíaca, em comparação com a taxa normal de 1 em cada 100 bebês (1%) observada na população em geral.

Uma complicação no nascimento chamada de hipertensão pulmonar persistente neonatal (PPHN) tem sido observada em bebês cujas mães faziam uso de antidepressivos, incluindo cloridrato de paroxetina durante a gravidez. Na PPHN, a pressão sanguínea nos vasos sanguíneos entre o coração do bebê e os pulmões é muito alta. O risco de PPHN que ocorre em bebês cujas mães usaram antidepressivos como cloridrato de paroxetina no final da gravidez foi relatado como sendo 4 a 5 vezes maior do que o risco de PPHN observado na população em geral, que é de cerca de 1 a 2 casos por 1.000 gestações; há relatos de nascimentos prematuros para as mães usando cloridrato de paroxetina durante a gravidez.

Não se sabe se estes são devido ao uso de cloridrato de paroxetina.

Se o cloridrato de paroxetina for usado até o parto, os seguintes sintomas foram relatados em bebês imediatamente após o nascimento ou dentro das primeiras 24 horas de vida. Mais uma vez, não se sabe se estes sintomas são devido ao uso de cloridrato de paroxetina. Os sintomas são problemas com a respiração, pele azulada ou muito quente ou fria, vômitos ou alteração na alimentação, sensação de muito cansaço, dificuldade para dormir ou choro constante, músculos rígidos ou moles, tremores, nervosismo ou convulsões.

Caso seu bebê apresente algum desses sintomas no nascimento ou você esteja preocupada com a saúde dele, procure o seu médico.

Os componentes deste medicamento podem passar pelo leite materno. Caso esteja amamentando, converse com seu médico antes de tomar Depaxan.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente ao seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Disfunção sexual

Medicamentos como Depaxan (chamados ISRSs) podem causar sintomas de disfunção. Em alguns casos, esses sintomas continuaram mesmo após a interrupção do tratamento.

Fertilidade

Medicamentos como o Depaxan podem afetar o seu esperma. A fertilidade em alguns homens pode ser reduzida durante a utilização de Depaxan.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e de operar máquinas

Antes de dirigir veículos ou de operar máquinas, observe se Depaxan lhe causa cansaço ou sono. Caso isso ocorra, evite tais atividades.

Durante o tratamento, você não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

Uso em crianças e adolescentes menores de 18 anos

Depaxan não é recomendado para crianças e adolescentes menores de 18 anos de idade. A eficácia de cloridrato de paroxetina não foi demonstrada nesse grupo.

Os pacientes dessa faixa etária tratados com antidepressivos apresentam um aumento do risco de ocorrência de pensamento e/ou comportamento suicida. Existem poucos dados sobre segurança de longo prazo do uso do medicamento em crianças e adolescentes relacionados a crescimento, maturidade e desenvolvimento comportamental e cognitivo.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Depaxan?

Algumas das reações adversas listadas a seguir podem diminuir de intensidade e frequência com a continuação do tratamento e geralmente não causam sua suspensão.

Reações muito comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • <li>Enjoo;</li> <li>Altera&#xE7;&#xF5;es da fun&#xE7;&#xE3;o sexual normal, como impot&#xEA;ncia e <a href="https://minutosaudavel.com.br/ejaculacao-precoce/" rel="noopener" target="_blank">ejacula&#xE7;&#xE3;o precoce</a>.</li>

Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • <li>Astenia (aus&#xEA;ncia ou perda da for&#xE7;a muscular);</li> <li>Ganho de peso corporal;</li> <li>Sudorese (aumento do suor);</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/" rel="noopener" target="_blank">Pris&#xE3;o de ventre</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c" target="_blank">diarreia</a>, v&#xF4;mitos, boca seca;</li> <li>Bocejos;</li> <li>Vis&#xE3;o turva;</li> <li>Vertigem, tremores e <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/dor-de-cabeca-e-enxaqueca/c" target="_blank">dor de cabe&#xE7;a</a>;</li> <li>Sonol&#xEA;ncia, dificuldade de dormir, agita&#xE7;&#xE3;o, sonhos anormais (inclusive pesadelos);</li> <li>Aumento dos n&#xED;veis de <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/colesterol/c" target="_blank">colesterol</a> do sangue;</li> <li>Diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite.</li>

Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es da frequ&#xEA;ncia da urina tais como reten&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria, <a href="https://minutosaudavel.com.br/incontinencia-urinaria/" rel="noopener" target="_blank">incontin&#xEA;ncia urin&#xE1;ria</a>;</li> <li>Erup&#xE7;&#xF5;es da pele (<em>rash</em> cut&#xE2;neo);</li> <li>Midr&#xED;ase (dilata&#xE7;&#xE3;o da pupila dos olhos);</li> <li>Queda da press&#xE3;o sangu&#xED;nea quando voc&#xEA; se levanta ou ap&#xF3;s permanecer muito tempo na mesma posi&#xE7;&#xE3;o (<a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">hipotens&#xE3;o</a> postural);</li> <li>Acelera&#xE7;&#xE3;o dos batimentos card&#xED;acos (taquicardia sinusal);</li> <li>Dist&#xFA;rbios extrapiramidais (houve relatos de dist&#xFA;rbios extrapiramidais, inclusive de <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-distonia-sintomas-tratamento-tipos-diagnostico-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">distonia</a> orofacial, ocorridos em pacientes com transtornos de movimento subjacentes ou que faziam uso de medica&#xE7;&#xE3;o neurol&#xE9;ptica);</li> <li>Confus&#xE3;o, alucina&#xE7;&#xF5;es;</li> <li>Sangramento anormal, predominantemente da pele e das membranas mucosas.</li>

Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • <li>Hiperprolactinemia/galactorreia (produ&#xE7;&#xE3;o de leite, mesmo quando a mulher n&#xE3;o estiver amamentando);</li> <li>Altera&#xE7;&#xE3;o/eleva&#xE7;&#xE3;o dos resultados dos exames de enzimas do f&#xED;gado;</li> <li>Sensa&#xE7;&#xE3;o de cansa&#xE7;o associada com incapacidade de permanecer sentado ou de p&#xE9; (acatisia);</li> <li>Convuls&#xF5;es;</li> <li>Irresist&#xED;vel vontade de mover as pernas (s&#xED;ndrome das pernas inquietas);</li> <li>Baixos n&#xED;veis de s&#xF3;dio no sangue, especialmente em pacientes idosos (hiponatremia);</li> <li>Manifesta&#xE7;&#xF5;es man&#xED;acas (tais sintomas tamb&#xE9;m podem ser decorrentes de doen&#xE7;a subjacente);</li> <li>Dist&#xFA;rbios menstruais (incluindo menstrua&#xE7;&#xE3;o prolongada, perda sangu&#xED;nea fora do per&#xED;odo menstrual ou aus&#xEA;ncia de menstrua&#xE7;&#xE3;o).</li>

Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • <li>Diminui&#xE7;&#xE3;o da quantidade de plaquetas (elementos do sangue que ajudam na coagula&#xE7;&#xE3;o);</li> <li>Manifesta&#xE7;&#xF5;es al&#xE9;rgicas graves, inclusive rea&#xE7;&#xF5;es anafil&#xE1;ticas e <a href="https://minutosaudavel.com.br/angioedema-o-que-e-complicacoes-como-tratar-e-muito-mais/" rel="noopener" target="_blank">angioedema</a> (alergia grave que ocorre sob a pele);</li> <li>Aumento dos n&#xED;veis do horm&#xF4;nio (ADH) que causa reten&#xE7;&#xE3;o de l&#xED;quidos/&#xE1;gua;</li> <li>S&#xED;ndrome da secre&#xE7;&#xE3;o inapropriada do horm&#xF4;nio antidiur&#xE9;tico (ADH);</li> <li>S&#xED;ndrome serotonin&#xE9;rgica (um grupo de sintomas que pode abranger agita&#xE7;&#xE3;o, confus&#xE3;o, sudorese, alucina&#xE7;&#xF5;es, aumento dos reflexos, <a href="https://minutosaudavel.com.br/espasmo-muscular/" rel="noopener" target="_blank">espasmo muscular</a>, tremor e acelera&#xE7;&#xE3;o dos batimentos card&#xED;acos);</li> <li>Press&#xE3;o alta no interior dos olhos (glaucoma agudo);</li> <li>Sangramento no est&#xF4;mago e intestino;</li> <li>Problemas do f&#xED;gado (como <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/hepatite/c" target="_blank">hepatite</a>, &#xE0;s vezes associada com <a href="https://minutosaudavel.com.br/ictericia/" rel="noopener" target="_blank">icter&#xED;cia</a> ou insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica);</li> <li>Incha&#xE7;o dos bra&#xE7;os e das pernas;</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es cut&#xE2;neas graves (incluindo eritema multiforme, s&#xED;ndrome de Stevens-Johnson e necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica), <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a>, rea&#xE7;&#xF5;es de fotossensibilidade (sensibilidade aos raios solares).</li>

Sintomas observados na interrupção do tratamento com cloridrato de paroxetina

Reações comuns (ocorrem de 1% a 10% dos pacientes):
  • <li>Tonteira;</li> <li>Dist&#xFA;rbios sensoriais;</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sono (inclusive sonhos intensos);</li> <li>Ansiedade;</li> <li>Dor de cabe&#xE7;a.</li>
Reações incomuns (ocorrem de 0,1% a 1% dos pacientes):
  • <li>Agita&#xE7;&#xE3;o;</li> <li>Enjoo;</li> <li>Tremor;</li> <li>Confus&#xE3;o;</li> <li>Sudorese;</li> <li>Diarreia.</li>

Os sintomas decorrentes da interrupção do tratamento, quase sempre ocorrem nos primeiros dias de interrupção ou, muito raramente, se você se esquecer de tomar uma dose. Entretanto, são mais comuns quando se interrompe o tratamento de forma repentina. Nunca interrompa o tratamento sem consultar seu médico. Na maioria dos casos, os sintomas são autolimitados (se resolvem por si sós) e desaparecem em alguns dias. Entretanto, se você sentir que os sintomas indesejáveis são muito fortes, consulte seu médico para obter orientação.

Uso em crianças e adolescentes menores de 18 anos

Quando o cloridrato de paroxetina foi testado em crianças e adolescentes menores de 18 anos com transtorno depressivo maior, transtorno obsessivo-compulsivo ou ansiedade social, observaram-se efeitos indesejáveis além dos registrados em adultos.

Os eventos indesejáveis mais comumente observados nos pacientes dessa faixa de idade, quando tratados com cloridrato de paroxetina, foram:
  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es emocionais, inclusive autoflagela&#xE7;&#xE3;o, pensamento e/ou comportamento suicida, choro e altera&#xE7;&#xF5;es de humor;</li> <li>Hostilidade e comportamento irrit&#xE1;vel;</li> <li>Diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite;</li> <li>Tremor (incontrol&#xE1;vel);</li> <li>Sudorese;</li> <li>Incha&#xE7;o;</li> <li>Hiperatividade;</li> <li>Agita&#xE7;&#xE3;o;</li> <li>Hipercinesia.</li>

Nas crianças e adolescentes dos estudos clínicos, durante o aumento de doses ou durante a descontinuação do tratamento, foram observados: labilidade emocional (incluindo comportamento ou pensamento suicida, alterações de comportamento ou choro), nervosismo, tonteira, náusea e dor abdominal.

Há aumento do risco de ocorrência de fratura óssea entre as pessoas que tomam cloridrato de paroxetina.

Esse risco é maior durante as primeiras fases do tratamento.

Se você sentir algum outro efeito indesejável não mencionado aqui, avise seu médico.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Depaxan?

Se você se esquecer de uma dose, aguarde e tome Depaxan, no horário normal, na manhã seguinte. Não tome nem administre duas doses ao mesmo tempo.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Depaxan?

Cada comprimido revestido contém:

Cloridrato de paroxetina (equivalente a 20 mg de paroxetina): 22,760 mg.

Excipientes: fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, amidoglicolato de sódio, estearato de magnésio, hipromelose, macrogol e dióxido de titânio.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Depaxan maior do que a recomendada?

Sintomas e sinais

As experiências de superdosagem de cloridrato de paroxetina demonstraram os seguintes sintomas: febre, alterações da pressão arterial, contrações musculares involuntárias, ansiedade e aumento do ritmo dos batimentos do coração.

Houve relatos ocasionais de coma ou alterações do eletrocardiograma, muito raramente com desfecho fatal, em especial quando cloridrato de paroxetina foi administrado em associação com outras drogas psicotrópicas (que atuam no sistema nervoso), com ou sem álcool.

Tratamento

Não se conhece um antídoto específico.

O tratamento deve consistir de medidas gerais empregadas nos casos de superdosagem de qualquer antidepressivo. São indicadas medidas de suporte geral, com monitoramento frequente dos sinais vitais, além de cuidadosa observação. Os cuidados com o paciente devem estar de acordo com a indicação clínica ou com as recomendações dos centros nacionais de intoxicações, quando disponíveis.

Se você suspeita de superdosagem, entre imediatamente em contato com o médico ou com o hospital mais próximo.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.

Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Depaxan com outros remédios?

Informe ao seu médico se você usa ou usou recentemente outros medicamentos. Assim como Depaxan pode modificar a ação de outros medicamentos, estes também podem afetar a ação de Depaxan. Estes incluem medicamentos naturais e os sem prescrição médica.

É possível que os seguintes medicamentos interfiram nos efeitos de Depaxan:

  • <li>Outros antidepressivos, como <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-amitriptilina/bula" target="_blank">amitriptilina</a>, nortriptilina, imipramina e desipramina;</li> <li>Outras drogas que afetam a serotonina, como triptanos (usados para o tratamento da enxaqueca), <a href="https://consultaremedios.com.br/carbonato-de-litio/bula" target="_blank">l&#xED;tio</a> (usado no tratamento de algumas desordens mentais) , tramadol (usado para o tratamento da dor), triptofano e <a href="https://consultaremedios.com.br/hypericum-perforatum/bula" target="_blank">Erva de S&#xE3;o Jo&#xE3;o</a> (usados para o tratamento da depress&#xE3;o), <a href="https://consultaremedios.com.br/fentanila/bula" target="_blank">fentanila</a> (utilizada em anestesia ou para tratar dor cr&#xF4;nica);</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/carbamazepina/bula" target="_blank">Carbamazepina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/fenobarbital/bula" target="_blank">fenobarbital</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/fenitoina/bula" target="_blank">fenito&#xED;na</a>, normalmente usadas para o tratamento de convuls&#xF5;es ou epilepsia;</li> <li>Perfenazina e <a href="https://consultaremedios.com.br/risperidona/bula" target="_blank">risperidona</a>, utilizadas para o tratamento de alguns problemas da sa&#xFA;de mental;</li> <li>Certos medicamentos usados no tratamento de irregularidades dos batimentos card&#xED;acos (arritmias) como <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-propafenona/bula" target="_blank">propafenona</a> e flecainida;</li> <li>Prociclidina, usada no tratamento da doen&#xE7;a de <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/parkinson/c" target="_blank">Parkinson</a> ou de outros transtornos do movimento;</li> <li>Pimozida ou tioridazina;</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/fosamprenavir-calcico/bula" target="_blank">Fosamprenavir</a>/ritonavir, usados no tratamento do <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/dsts/hiv-aids/c" target="_blank">HIV</a>;</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/rifampicina/bula" target="_blank">Rifampicina</a>, usada no tratamento da <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/tuberculose/c" target="_blank">tuberculose</a>;</li> <li>Atomoxetina, utilizada no tratamento do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/transtorno-do-deficit-de-atencao/c" target="_blank">transtorno do d&#xE9;ficit de aten&#xE7;&#xE3;o</a> e hiperatividade (<a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-tdah-tratamento-sintomas-tdah-em-adultos-e-na-escola/" rel="noopener" target="_blank">TDAH</a>);</li> <li>Metoprolol, usado no tratamento de press&#xE3;o alta, irregularidades dos batimentos card&#xED;acos (arritmias) e <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/angina/c" target="_blank">angina</a>;</li> <li>Mivac&#xFA;rio e suxamet&#xF4;nio (utilizados em anestesia)</li> <li>Certos medicamentos que podem afetar a coagula&#xE7;&#xE3;o sangu&#xED;nea e aumentar o sangramento, como <a href="https://consultaremedios.com.br/b/anticoagulantes-orais" target="_blank">anticoagulantes orais</a> (<a href="https://consultaremedios.com.br/varfarina-sodica/bula" target="_blank">varfarina</a>), AAS (<a href="https://consultaremedios.com.br/acido-acetilsalicilico/bula" target="_blank">&#xE1;cido acetilsalic&#xED;lico</a>) e outros <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/anti-inflamatorios/c" target="_blank">anti-inflamat&#xF3;rios</a> n&#xE3;o esteroidais (como o <a href="https://consultaremedios.com.br/ibuprofeno/bula" target="_blank">ibuprofeno</a>);</li> <li>Tamoxifeno (utilizado no tratamento ou preven&#xE7;&#xE3;o do c&#xE2;ncer de mama);</li> <li>Subst&#xE2;ncias que reduzem a acidez do est&#xF4;mago, como alguns alimentos, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/antiacidos/c" target="_blank">anti&#xE1;cidos</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">digoxina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-propranolol/bula" target="_blank">propranolol</a> e &#xE1;lcool.</li>

Assim como ocorre com o uso de outras drogas, não é aconselhável ingerir bebidas alcoólicas durante o tratamento com Depaxan.

Bebidas alcoólicas e Depaxan

O uso concomitante de Depaxan e álcool não é recomendado.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.

Qual a ação da substância do Depaxan (Cloridrato de Paroxetina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <p>O risco relativo de recorr&#xEA;ncia de depress&#xE3;o maior em idosos tratados com psicoterapia mais placebo foi 140% mais elevado que entre pacientes que receberam Cloridrato de Paroxetina, ap&#xF3;s um per&#xED;odo de dois anos de acompanhamento <sup>[1]</sup>.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/ansiedade-generalizada/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">transtorno de ansiedade generalizada</a> (GAD), o Cloridrato de Paroxetina &#xE9; eficaz, mesmo a longo prazo, propiciando resolu&#xE7;&#xE3;o dos sintomas, redu&#xE7;&#xE3;o da ansiedade, melhora funcional significativa (redu&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia de 57% na escala HAM-A) e perfil de tolerabilidade superior ao dos benzodiazep&#xED;nicos. Os &#xED;ndices de remiss&#xE3;o s&#xE3;o significativos e proporcionais &#xE0; dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento, especialmente ap&#xF3;s tr&#xEA;s meses <sup>[2], [3], [4]</sup>.</p> <p>No transtorno disf&#xF3;rico pr&#xE9;-menstrual (PMDD), o Cloridrato de Paroxetina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada &#x2013; administrada de forma intermitente em doses de 12,5 ou 25 mg/dia durante a segunda metade do <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/ciclo-menstrual/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">ciclo menstrual</a> &#x2013; melhorou significativamente o humor durante a fase l&#xFA;tea, bem como a gravidade dos sintomas e o comprometimento funcional <sup>[5]</sup>. O Cloridrato de Paroxetina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada tamb&#xE9;m foi eficaz em tratamento cont&#xED;nuo, com doses de 12,5 a 25 mg/dia, com apenas cerca de 10% de descontinua&#xE7;&#xE3;o <sup>[6]</sup>.</p> <ul> <li>No transtorno do p&#xE2;nico, o uso de Cloridrato de Paroxetina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada resultou em 73% dos pacientes livres de sintomas ap&#xF3;s dois meses de tratamento. O perfil de tolerabilidade mostrou-se bastante pr&#xF3;ximo do de placebo: descontinua&#xE7;&#xE3;o em 11% dos pacientes e eventos adversos graves na mesma propor&#xE7;&#xE3;o observada com placebo, de 2%.</li> <li>Em pacientes ambulatoriais com transtorno depressivo maior (MDD) grave, o Cloridrato de Paroxetina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada &#xE9; eficaz e bem tolerada, com resposta at&#xE9; 140% superior &#xE0; obtida com placebo e &#xED;ndices de descontinua&#xE7;&#xE3;o por eventos adversos inferiores a 10%. <sup>[7]</sup> Em casos moderados, a dose de 25 mg/dia reduziu significativamente as manifesta&#xE7;&#xF5;es depressivas e ansiosas, com chances de remiss&#xE3;o 96% superiores &#xE0;s observadas com placebo. Adicionalmente, o Cloridrato de Paroxetina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada apresentou boa tolerabilidade em doses de at&#xE9; 50 mg/dia <sup>[8]</sup>.</li> </ul> <p><strong>Refer&#xEA;ncias:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">[1] REYNOLDS, CF. et al. Maintenance treatment of major depression in old age. N Engl J Med, 354(11):1130-8, 2006.<br> [2] VAN AMERINGEN, M. et al. An evaluation of paroxetine in generalised social anxiety disorder. Expert Opin Pharmacother, 6(5):819-30, 2005.<br> [3] BALL, SG. et al. Selective serotonin reuptake inhibitor treatment for generalized anxiety disorder: a double-blind, prospective comparison between paroxetine and sertraline. J Clin Psychiatry, 66(1):94-99, 2005.<br> [4] BALLENGER, JC. et al. Remission rates in patients with anxiety disorders treated with paroxetine. J Clin Psychiatry, 65(12):1696-707, 2004.<br> [5]&amp;nbsp;STEINER, M. et al. Luteal phase dosing with paroxetine controlled release (CR) in the treatment of premenstrual dysphoric disorder. Am J Obstet Gynecol, 193(2):352-60, 2005.<br> [6] COHEN, LS. et al. Paroxetine controlled release for premenstrual dysphoric disorder: a double-blind, placebo-controlled trial. Psychosom Med, 66(5): 707-13, 2004.<br> [7] DUNNER, DL. et al. Efficacy and tolerability of controlled-release paroxetine in the treatment of severe depression: post hoc analysis of pooled data from a subset of subjects in four double-blind clinical trials. Clin Ther, 27(12):1901-11, 2005.<br> [8] TRIVEDI, MH. et al. Effectiveness of low doses of paroxetine controlled release in the treatment of major depressive disorder. J Clin Psychiatry, 65(10):1356-64, 2004.</br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Propriedades Farmacodin&#xE2;micas</h3> <h4>Mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>O Cloridrato de Paroxetina &#xE9; um potente e seletivo inibidor de recapta&#xE7;&#xE3;o de serotonina (5-hidroxitriptamina, ou 5-HT). Acredita-se que sua a&#xE7;&#xE3;o antidepressiva e sua efic&#xE1;cia no tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e do transtorno do p&#xE2;nico estejam relacionadas &#xE0; sua inibi&#xE7;&#xE3;o espec&#xED;fica da recapta&#xE7;&#xE3;o de 5-HT pelos neur&#xF4;nios cerebrais.</p> <p>O Cloridrato de Paroxetina n&#xE3;o est&#xE1; quimicamente relacionada aos antidepressivos tric&#xED;clicos, tetrac&#xED;clicos e a outros antidepressivos dispon&#xED;veis.</p> <p>O Cloridrato de Paroxetina possui baixa afinidade pelos os receptores colin&#xE9;rgicos muscar&#xED;nicos, e estudos em animais demonstraram fraca atividade anticolin&#xE9;rgica.</p> <p>De acordo com sua a&#xE7;&#xE3;o seletiva, estudos<em> in vitro</em> indicaram que, em contraste com os antidepressivos tric&#xED;clicos, o Cloridrato de Paroxetina tem pouca afinidade pelos receptores adren&#xE9;rgicos &#x3B1;<sub>1</sub>, &#x3B1;<sub>2</sub> e &#x3B2;, dopamin&#xE9;rgicos (D<sub>2</sub>), 5-HT<sub>1</sub>, 5-HT<sub>2</sub> e histam&#xED;nicos. Essa pouca intera&#xE7;&#xE3;o com receptores p&#xF3;s-sin&#xE1;pticos <em>in vitro</em> est&#xE1; substanciada por estudos <em>in vivo</em>, que demonstram aus&#xEA;ncia de propriedade depressora do SNC e de propriedade hipotensiva.</p> <h4>Efeitos Farmacodin&#xE2;micos</h4> <p>O Cloridrato de Paroxetina n&#xE3;o prejudica a fun&#xE7;&#xE3;o psicomotora e n&#xE3;o potencializa o efeito depressor do etanol.</p> <p>Assim como outros inibidores seletivos da recapta&#xE7;&#xE3;o da serotonina (5-HT), o Cloridrato de Paroxetina provoca sintomas de estimula&#xE7;&#xE3;o excessiva dos receptores 5-HT quando administrada a animais previamente tratados com inibidores da MAO ou triptofano.</p> <p>Estudos comportamentais e de <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/eletroencefalograma-eeg-o-que-e-tipos-e-para-que-serve-o-exame-2/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">EEG</a> indicaram que o Cloridrato de Paroxetina &#xE9; fracamente ativada em doses geralmente abaixo daquelas requeridas para inibir a recapta&#xE7;&#xE3;o da 5-HT. As propriedades de ativa&#xE7;&#xE3;o n&#xE3;o s&#xE3;o de natureza anfetam&#xED;nica.</p> <p>Estudos em animais indicaram que o Cloridrato de Paroxetina &#xE9; bem tolerada pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/c\" target=\"_blank\">sistema cardiovascular</a>.</p> <p>N&#xE3;o produz altera&#xE7;&#xF5;es clinicamente significativas na press&#xE3;o arterial, na frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca e no ECG ap&#xF3;s ser administrada a indiv&#xED;duos sadios.</p> <p>Estudos indicaram que, em contraste com antidepressivos que inibem a recapta&#xE7;&#xE3;o da noradrenalina, o Cloridrato de Paroxetina possui propens&#xE3;o muito reduzida a inibir o efeito anti-hipertensivo da guanetidina.</p> <h3>Propriedades Farmacocin&#xE9;ticas</h3> <h4>Absor&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>O Cloridrato de Paroxetina &#xE9; bem absorvida ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral e apresenta metabolismo de primeira passagem. Os comprimidos de Cloridrato de Paroxetina controlam a taxa de dissolu&#xE7;&#xE3;o do Cloridrato de Paroxetina por um per&#xED;odo de quatro a cinco horas. Al&#xE9;m de controlar a taxa de libera&#xE7;&#xE3;o da droga <em>in vivo</em>, o revestimento ent&#xE9;rico retarda o in&#xED;cio da libera&#xE7;&#xE3;o da droga at&#xE9; que os comprimidos de Cloridrato de Paroxetina tenham deixado o est&#xF4;mago. Em compara&#xE7;&#xE3;o &#xE0; formula&#xE7;&#xE3;o de libera&#xE7;&#xE3;o imediata, os comprimidos de libera&#xE7;&#xE3;o controlada possuem uma taxa de absor&#xE7;&#xE3;o reduzida.</p> <p>Devido ao metabolismo de primeira passagem, a quantidade de Cloridrato de Paroxetina dispon&#xED;vel na circula&#xE7;&#xE3;o sist&#xEA;mica &#xE9; menor do que a absorvida pelo trato gastrointestinal.</p> <p>O estado de equil&#xED;brio dos n&#xED;veis sist&#xEA;micos &#xE9; atingido em 7 a 14 dias ap&#xF3;s o in&#xED;cio do tratamento, e a farmacocin&#xE9;tica parece n&#xE3;o se alterar durante o uso prolongado.</p> <h4>Distribui&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>O Cloridrato de Paroxetina &#xE9; extensamente distribu&#xED;da nos tecidos; c&#xE1;lculos farmacocin&#xE9;ticos indicam que apenas 1% do Cloridrato de Paroxetina corporal reside no plasma.</p> <p>Em concentra&#xE7;&#xF5;es terap&#xEA;uticas, aproximadamente 95% do Cloridrato de Paroxetina presente no plasma est&#xE1; ligada a <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a>.</p> <p>N&#xE3;o foi encontrada correla&#xE7;&#xE3;o entre concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas de Cloridrato de Paroxetina e efeitos cl&#xED;nicos.</p> <h4>Metabolismo</h4> <p>Os principais metab&#xF3;litos do Cloridrato de Paroxetina s&#xE3;o polares e conjugados por oxida&#xE7;&#xE3;o e metila&#xE7;&#xE3;o, sendo rapidamente metabolizados. Considerando a relativa falta de atividade farmacol&#xF3;gica, &#xE9; muito pouco prov&#xE1;vel que eles contribuam com os efeitos terap&#xEA;uticos de Cloridrato de Paroxetina.</p> <p>O metabolismo n&#xE3;o compromete a a&#xE7;&#xE3;o seletiva do Cloridrato de Paroxetina na recapta&#xE7;&#xE3;o de 5-HT neuronal.</p> <h4>Excre&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>A excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de Cloridrato de Paroxetina inalterada &#xE9; geralmente menor que 2% da dose, enquanto que a excre&#xE7;&#xE3;o de metab&#xF3;litos &#xE9; de cerca de 64% da dose. Aproximadamente 36% da dose s&#xE3;o excretados nas fezes, provavelmente via bile, e o Cloridrato de Paroxetina inalterada representa menos de 1% do excretado. Dessa forma, o Cloridrato de Paroxetina &#xE9; eliminada quase que inteiramente por metabolismo.</p> <p>A excre&#xE7;&#xE3;o de metab&#xF3;litos &#xE9; bif&#xE1;sica, sendo inicialmente resultado do efeito do metabolismo de primeira passagem e subsequentemente controlada pela elimina&#xE7;&#xE3;o sist&#xEA;mica do Cloridrato de Paroxetina.</p> <p>A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; vari&#xE1;vel, mas geralmente de cerca de um dia.</p> <h4>Popula&#xE7;&#xE3;o Especial</h4> <h5>Idosos e Insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica/renal</h5> <p>Pacientes idosos, com insufici&#xEA;ncia renal grave e aqueles com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica apresentaram concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas discretamente aumentadas de Cloridrato de Paroxetina, mas a faixa de concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas nesses pacientes se sobrep&#xF5;e &#xE0; de adultos sadios.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Depaxan?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Apresentações do Depaxan

Comprimidos revestidos de 20 mg

Embalagens com 30 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

20mg, caixa com 30 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Cloridrato De Paroxetina
Classe Terapêutica
:
Anti-Depressivos Ssri
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
C1 Branca 2 vias (Venda Sob Prescrição Médica - Este medicamento pode causar Dependência Física ou Psíquica)
Categoria
:
Antidepressivos
Especialidade
:
Psiquiatria e Neurologia

Bula do medicamento

Depaxan, para o que é indicado e para o que serve?

Depaxan é indicado para o tratamento de adultos que apresentam algumas das condições abaixo:

  • <li>Transtorno depressivo maior (mesmo que, anteriormente, outros <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/antidepressivos/c" target="_blank">antidepressivos</a> n&#xE3;o tenham sido eficazes);</li> <li>Comportamento obsessivo ou compulsivo (incontrolado);</li> <li>Ataques de p&#xE2;nico, inclusive os causados por fobia (pavor) de lugares abertos (agorafobia);</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/ansiedade-generalizada/" rel="noopener" target="_blank">Ansiedade generalizada</a> (sensa&#xE7;&#xE3;o de muita <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/ansiedade/c" target="_blank">ansiedade</a> ou nervosismo em situa&#xE7;&#xF5;es rotineiras), inclusive em situa&#xE7;&#xF5;es que exigem contato social;</li> <li>Ansiedade seguida de evento traum&#xE1;tico (transtorno de <a href="https://minutosaudavel.com.br/estresse/" rel="noopener" target="_blank">estresse</a> p&#xF3;s-traum&#xE1;tico): acidente de carro, assalto ou desastre natural, como enchente ou terremoto.</li>

Depaxan não é indicado para o tratamento de crianças e adolescentes menores de 18 anos.

Quais as contraindicações do Depaxan?

Depaxan é contraindicado para pacientes com alergia conhecida à droga ou a qualquer componente da fórmula.

Você não deve tomar Depaxan ao mesmo tempo que outros medicamentos antidepressivos chamados de inibidores da MAO, com um antibiótico chamado linezolida e com azul de metileno. Só passe a usar Depaxan duas semanas após ter deixado de tomar esse tipo de medicação. Da mesma forma, você só deve iniciar tratamento com inibidores da MAO e os demais citados duas semanas após ter deixado de usar Depaxan.

Você também não deve tomar Depaxan ao mesmo tempo que tioridazina ou pimozida (normalmente usados para tratar esquizofrenia).

Se você não tem certeza de estar usando inibidores da MAO ou medicamentos à base de tioridazina ou pimozida, consulte seu médico antes de iniciar tratamento com Depaxan.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente ao seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos de idade.

Como usar o Depaxan?

Siga as instruções do médico sobre o modo de usar e os horários de tomar os comprimidos. Seu médico vai orientar você sobre o número de comprimidos que deve usar por dia.

Recomenda-se tomar Depaxan em dose única diária, pela manhã, com a alimentação. Você deve engolir os comprimidos, de preferência com um copo de água.

Posologia do&nbsp;Depaxan

{"tag":"hr","value":" <p>As doses variam de acordo com a indica&#xE7;&#xE3;o do m&#xE9;dico.</p> <p>A maior parte dos adultos deve tomar de 20 mg (um comprimido) a 40 mg (dois comprimidos) de Depaxan por dia.</p> <p>Se voc&#xEA; tem mais de 65 anos, a dose m&#xE1;xima recomendada &#xE9; de 40 mg (dois comprimidos) por dia.</p> <p>Seu m&#xE9;dico pode iniciar o tratamento com doses menores e aument&#xE1;-las com o passar do tempo.</p> <p>Para o tratamento de obsess&#xF5;es e compuls&#xF5;es, o m&#xE9;dico pode sugerir doses de Depaxan maiores que 60 mg (tr&#xEA;s comprimidos) por dia.</p> <p>Assim como acontece com outros medicamentos psicoativos, voc&#xEA; deve evitar a interrup&#xE7;&#xE3;o repentina do tratamento com Depaxan. Seu m&#xE9;dico ir&#xE1; recomendar o regime de descontinua&#xE7;&#xE3;o.</p> <p><strong>Siga a orienta&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico, respeitando sempre os hor&#xE1;rios, as doses e a dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento.</strong></p> <p><strong>N&#xE3;o interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu m&#xE9;dico.</strong></p> <p><strong>Este medicamento n&#xE3;o deve ser partido ou mastigado.</strong></p> "}

Como o Depaxan funciona?

Depaxan eleva os níveis de uma substância produzida pelo cérebro, a serotonina (5-hidroxitriptamina, ou 5-HT).

Depaxan pertence a uma classe de medicamentos chamados de inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS).

Assim como outras substâncias dessa classe, pode não eliminar os sintomas imediatamente. Os pacientes, de modo geral, se sentem melhor algumas semanas após o início do tratamento.

Às vezes os sintomas de depressão e outros transtornos psiquiátricos provocam pensamento e/ou comportamento suicida. É possível que esses sintomas continuem ou aumentem até que o antidepressivo alcance sua ação completa.

Informe ao seu médico imediatamente ou procure o hospital mais próximo caso ocorra algum pensamento ou comportamento estressante durante o início do tratamento ou em qualquer outra fase enquanto você estiver tomando Depaxan. Avise também seu médico se você apresentar qualquer piora da depressão ou se novos sintomas surgirem durante o tratamento.

Quais cuidados devo ter ao usar o Depaxan?

Se você responder sim a qualquer uma das perguntas abaixo, consulte seu médico porque, nesses casos, Depaxan deve ser usado com cautela:

  • <li>Voc&#xEA; usa (ou usou nas &#xFA;ltimas duas semanas) medicamentos antidepressivos chamados de inibidores da monoaminoxidase (IMAO)?</li> <li>Voc&#xEA; usa (ou usou nas &#xFA;ltimas duas semanas) um antibi&#xF3;tico chamado linezolida?</li> <li>Voc&#xEA; usa medicamentos &#xE0; base de tioridazina?</li> <li>Voc&#xEA; usa medicamentos &#xE0; base de pimozida?</li> <li>Voc&#xEA; j&#xE1; apresentou crises de mania (hiperatividade, excita&#xE7;&#xE3;o e irritabilidade)?</li> <li>Voc&#xEA; j&#xE1; apresentou epis&#xF3;dios de altera&#xE7;&#xE3;o no humor alterando com per&#xED;odos de <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a> (<a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/transtorno-bipolar/c" target="_blank">transtorno bipolar</a> de humor)?</li> <li>Voc&#xEA; tem problemas no <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c" target="_blank">f&#xED;gado</a>, no cora&#xE7;&#xE3;o ou nos rins?</li> <li>Voc&#xEA; sofre de <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-epilepsia-tipos-causas-sintomas-remedios-tem-cura/" rel="noopener" target="_blank">epilepsia</a> ou j&#xE1; teve um ataque epil&#xE9;ptico (crise convulsiva)?</li> <li>Voc&#xEA; tem <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-glaucoma-sintomas-tratamento-causas-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">glaucoma</a> (<a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> nos olhos)?</li> <li>Voc&#xEA; tem hist&#xF3;rico de problemas de coagula&#xE7;&#xE3;o ou est&#xE1; se tratando com medicamentos que aumentam o risco de sangramento?</li> <li>Voc&#xEA; tem esquizofrenia ou toma medicamentos para tratar essa condi&#xE7;&#xE3;o?</li> <li>Voc&#xEA; faz alguma outra forma de tratamento antidepressivo?</li> <li>Voc&#xEA; est&#xE1; em tratamento com eletroconvulsoterapia (ECT)?</li> <li>Voc&#xEA; est&#xE1; utilizando tamoxifeno (usado para tratamento ou preven&#xE7;&#xE3;o do <a href="https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c" target="_blank">c&#xE2;ncer de mama</a>)?</li> <li>Voc&#xEA; est&#xE1; gr&#xE1;vida, sob suspeita de gravidez ou amamentando?</li>

Piora do quadro clínico e risco de suicídio entre adultos

Os adultos jovens, especialmente os que têm transtorno depressivo maior, podem ter um aumento no risco do comportamento suicida durante o tratamento com cloridrato de paroxetina. Os médicos devem monitorar cuidadosamente os pacientes que apresentam história de pensamento e/ou comportamento suicida.

Durante o tratamento com antidepressivos, o risco de suicídio aumenta no estágio inicial da recuperação.

Os pacientes e/ou seus cuidadores devem procurar auxílio médico imediatamente caso observarem qualquer piora do quadro geral (inclusive desenvolvimento de novos sintomas) e/ou o aparecimento de comportamentos ou ideação suicidas, ou pensamentos de ferir a si mesmos. Em caso de dúvida, peça orientação ao seu médico.

Hiponatremia (alteração nos níveis de sódio no sangue)

Se você tem mais de 65 anos, Depaxan pode provocar redução da concentração de sódio no sangue, o que causa sonolência e fraqueza. Se já apresentou algum desses sintomas, consulte seu médico.

Acatisia (incapacidade do paciente de permanecer na mesma posição)

Alguns medicamentos usados para tratar alguns problemas de saúde mental, como o Depaxan, podem causar uma sensação de inquietude interior e o desejo de se mover (acatisia). Este é um efeito colateral raro de cloridrato de paroxetina e é mais provável de ocorrer nas primeiras semanas de tratamento.

Informe ao seu médico assim que possível se apresentar algum desses sintomas.

Síndrome serotoninérgica / síndrome neuroléptica maligna

Alguns medicamentos aumentam a atividade da serotonina no cérebro e podem causar uma condição chamada síndrome serotoninérgica. Esta é uma reação adversa muito rara de cloridrato de paroxetina. O uso de Depaxan em combinação a outros medicamentos que também elevam a atividade da serotonina no cérebro pode aumentar o risco deste grave efeito colateral. Outra condição conhecida como síndrome neuroléptica maligna é também uma reação adversa rara de alguns medicamentos usados para tratar problemas de saúde mental.

Os sintomas de ambas as síndromes são semelhantes. Normalmente mais de um dos seguintes sintomas podem ocorrer:
  • <li>Tremores;</li> <li>Movimentos espasm&#xF3;dicos incontrol&#xE1;veis e s&#xFA;bitos;</li> <li>Rigidez nos m&#xFA;sculos;</li> <li>Dificuldade em ficar parado;</li> <li>Sensa&#xE7;&#xE3;o de agita&#xE7;&#xE3;o ou irrita&#xE7;&#xE3;o;</li> <li>Sensa&#xE7;&#xE3;o de calor ou de excesso de suor;</li> <li>Aumento da frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca.</li>

A gravidade pode aumentar, levando a perda de consciência. Procure seu médico imediatamente, caso tenha algum desses sintomas. Ele pode recomendar a interrupção do tratamento.

Fratura óssea

Há um aumento no risco de fratura óssea em pacientes fazendo uso de Depaxan. O risco ocorre durante o tratamento e é maior nas fases iniciais.

Gravidez e amamentação

Depaxan não é normalmente recomendado para uso durante a gravidez. Se você estiver grávida ou sob suspeita, converse com seu médico imediatamente. Ele irá avaliar os benefícios para você e os riscos para o bebê do uso de Depaxan durante a gravidez.

Alguns estudos têm relatado um aumento no risco de deficiências congênitas, particularmente deficiências cardíacas, em bebês cujas mães faziam uso de cloridrato de paroxetina nos primeiros meses de gravidez. Estes estudos descobriram que cerca de 1 em 50 bebês (2%) cujas mães receberam cloridrato de paroxetina no início da gravidez teve uma deficiência cardíaca, em comparação com a taxa normal de 1 em cada 100 bebês (1%) observada na população em geral.

Uma complicação no nascimento chamada de hipertensão pulmonar persistente neonatal (PPHN) tem sido observada em bebês cujas mães faziam uso de antidepressivos, incluindo cloridrato de paroxetina durante a gravidez. Na PPHN, a pressão sanguínea nos vasos sanguíneos entre o coração do bebê e os pulmões é muito alta. O risco de PPHN que ocorre em bebês cujas mães usaram antidepressivos como cloridrato de paroxetina no final da gravidez foi relatado como sendo 4 a 5 vezes maior do que o risco de PPHN observado na população em geral, que é de cerca de 1 a 2 casos por 1.000 gestações; há relatos de nascimentos prematuros para as mães usando cloridrato de paroxetina durante a gravidez.

Não se sabe se estes são devido ao uso de cloridrato de paroxetina.

Se o cloridrato de paroxetina for usado até o parto, os seguintes sintomas foram relatados em bebês imediatamente após o nascimento ou dentro das primeiras 24 horas de vida. Mais uma vez, não se sabe se estes sintomas são devido ao uso de cloridrato de paroxetina. Os sintomas são problemas com a respiração, pele azulada ou muito quente ou fria, vômitos ou alteração na alimentação, sensação de muito cansaço, dificuldade para dormir ou choro constante, músculos rígidos ou moles, tremores, nervosismo ou convulsões.

Caso seu bebê apresente algum desses sintomas no nascimento ou você esteja preocupada com a saúde dele, procure o seu médico.

Os componentes deste medicamento podem passar pelo leite materno. Caso esteja amamentando, converse com seu médico antes de tomar Depaxan.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente ao seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Disfunção sexual

Medicamentos como Depaxan (chamados ISRSs) podem causar sintomas de disfunção. Em alguns casos, esses sintomas continuaram mesmo após a interrupção do tratamento.

Fertilidade

Medicamentos como o Depaxan podem afetar o seu esperma. A fertilidade em alguns homens pode ser reduzida durante a utilização de Depaxan.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e de operar máquinas

Antes de dirigir veículos ou de operar máquinas, observe se Depaxan lhe causa cansaço ou sono. Caso isso ocorra, evite tais atividades.

Durante o tratamento, você não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

Uso em crianças e adolescentes menores de 18 anos

Depaxan não é recomendado para crianças e adolescentes menores de 18 anos de idade. A eficácia de cloridrato de paroxetina não foi demonstrada nesse grupo.

Os pacientes dessa faixa etária tratados com antidepressivos apresentam um aumento do risco de ocorrência de pensamento e/ou comportamento suicida. Existem poucos dados sobre segurança de longo prazo do uso do medicamento em crianças e adolescentes relacionados a crescimento, maturidade e desenvolvimento comportamental e cognitivo.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Depaxan?

Algumas das reações adversas listadas a seguir podem diminuir de intensidade e frequência com a continuação do tratamento e geralmente não causam sua suspensão.

Reações muito comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • <li>Enjoo;</li> <li>Altera&#xE7;&#xF5;es da fun&#xE7;&#xE3;o sexual normal, como impot&#xEA;ncia e <a href="https://minutosaudavel.com.br/ejaculacao-precoce/" rel="noopener" target="_blank">ejacula&#xE7;&#xE3;o precoce</a>.</li>

Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • <li>Astenia (aus&#xEA;ncia ou perda da for&#xE7;a muscular);</li> <li>Ganho de peso corporal;</li> <li>Sudorese (aumento do suor);</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/" rel="noopener" target="_blank">Pris&#xE3;o de ventre</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c" target="_blank">diarreia</a>, v&#xF4;mitos, boca seca;</li> <li>Bocejos;</li> <li>Vis&#xE3;o turva;</li> <li>Vertigem, tremores e <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/dor-de-cabeca-e-enxaqueca/c" target="_blank">dor de cabe&#xE7;a</a>;</li> <li>Sonol&#xEA;ncia, dificuldade de dormir, agita&#xE7;&#xE3;o, sonhos anormais (inclusive pesadelos);</li> <li>Aumento dos n&#xED;veis de <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/colesterol/c" target="_blank">colesterol</a> do sangue;</li> <li>Diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite.</li>

Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es da frequ&#xEA;ncia da urina tais como reten&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria, <a href="https://minutosaudavel.com.br/incontinencia-urinaria/" rel="noopener" target="_blank">incontin&#xEA;ncia urin&#xE1;ria</a>;</li> <li>Erup&#xE7;&#xF5;es da pele (<em>rash</em> cut&#xE2;neo);</li> <li>Midr&#xED;ase (dilata&#xE7;&#xE3;o da pupila dos olhos);</li> <li>Queda da press&#xE3;o sangu&#xED;nea quando voc&#xEA; se levanta ou ap&#xF3;s permanecer muito tempo na mesma posi&#xE7;&#xE3;o (<a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">hipotens&#xE3;o</a> postural);</li> <li>Acelera&#xE7;&#xE3;o dos batimentos card&#xED;acos (taquicardia sinusal);</li> <li>Dist&#xFA;rbios extrapiramidais (houve relatos de dist&#xFA;rbios extrapiramidais, inclusive de <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-distonia-sintomas-tratamento-tipos-diagnostico-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">distonia</a> orofacial, ocorridos em pacientes com transtornos de movimento subjacentes ou que faziam uso de medica&#xE7;&#xE3;o neurol&#xE9;ptica);</li> <li>Confus&#xE3;o, alucina&#xE7;&#xF5;es;</li> <li>Sangramento anormal, predominantemente da pele e das membranas mucosas.</li>

Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • <li>Hiperprolactinemia/galactorreia (produ&#xE7;&#xE3;o de leite, mesmo quando a mulher n&#xE3;o estiver amamentando);</li> <li>Altera&#xE7;&#xE3;o/eleva&#xE7;&#xE3;o dos resultados dos exames de enzimas do f&#xED;gado;</li> <li>Sensa&#xE7;&#xE3;o de cansa&#xE7;o associada com incapacidade de permanecer sentado ou de p&#xE9; (acatisia);</li> <li>Convuls&#xF5;es;</li> <li>Irresist&#xED;vel vontade de mover as pernas (s&#xED;ndrome das pernas inquietas);</li> <li>Baixos n&#xED;veis de s&#xF3;dio no sangue, especialmente em pacientes idosos (hiponatremia);</li> <li>Manifesta&#xE7;&#xF5;es man&#xED;acas (tais sintomas tamb&#xE9;m podem ser decorrentes de doen&#xE7;a subjacente);</li> <li>Dist&#xFA;rbios menstruais (incluindo menstrua&#xE7;&#xE3;o prolongada, perda sangu&#xED;nea fora do per&#xED;odo menstrual ou aus&#xEA;ncia de menstrua&#xE7;&#xE3;o).</li>

Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • <li>Diminui&#xE7;&#xE3;o da quantidade de plaquetas (elementos do sangue que ajudam na coagula&#xE7;&#xE3;o);</li> <li>Manifesta&#xE7;&#xF5;es al&#xE9;rgicas graves, inclusive rea&#xE7;&#xF5;es anafil&#xE1;ticas e <a href="https://minutosaudavel.com.br/angioedema-o-que-e-complicacoes-como-tratar-e-muito-mais/" rel="noopener" target="_blank">angioedema</a> (alergia grave que ocorre sob a pele);</li> <li>Aumento dos n&#xED;veis do horm&#xF4;nio (ADH) que causa reten&#xE7;&#xE3;o de l&#xED;quidos/&#xE1;gua;</li> <li>S&#xED;ndrome da secre&#xE7;&#xE3;o inapropriada do horm&#xF4;nio antidiur&#xE9;tico (ADH);</li> <li>S&#xED;ndrome serotonin&#xE9;rgica (um grupo de sintomas que pode abranger agita&#xE7;&#xE3;o, confus&#xE3;o, sudorese, alucina&#xE7;&#xF5;es, aumento dos reflexos, <a href="https://minutosaudavel.com.br/espasmo-muscular/" rel="noopener" target="_blank">espasmo muscular</a>, tremor e acelera&#xE7;&#xE3;o dos batimentos card&#xED;acos);</li> <li>Press&#xE3;o alta no interior dos olhos (glaucoma agudo);</li> <li>Sangramento no est&#xF4;mago e intestino;</li> <li>Problemas do f&#xED;gado (como <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/hepatite/c" target="_blank">hepatite</a>, &#xE0;s vezes associada com <a href="https://minutosaudavel.com.br/ictericia/" rel="noopener" target="_blank">icter&#xED;cia</a> ou insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica);</li> <li>Incha&#xE7;o dos bra&#xE7;os e das pernas;</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es cut&#xE2;neas graves (incluindo eritema multiforme, s&#xED;ndrome de Stevens-Johnson e necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica), <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a>, rea&#xE7;&#xF5;es de fotossensibilidade (sensibilidade aos raios solares).</li>

Sintomas observados na interrupção do tratamento com cloridrato de paroxetina

Reações comuns (ocorrem de 1% a 10% dos pacientes):
  • <li>Tonteira;</li> <li>Dist&#xFA;rbios sensoriais;</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sono (inclusive sonhos intensos);</li> <li>Ansiedade;</li> <li>Dor de cabe&#xE7;a.</li>
Reações incomuns (ocorrem de 0,1% a 1% dos pacientes):
  • <li>Agita&#xE7;&#xE3;o;</li> <li>Enjoo;</li> <li>Tremor;</li> <li>Confus&#xE3;o;</li> <li>Sudorese;</li> <li>Diarreia.</li>

Os sintomas decorrentes da interrupção do tratamento, quase sempre ocorrem nos primeiros dias de interrupção ou, muito raramente, se você se esquecer de tomar uma dose. Entretanto, são mais comuns quando se interrompe o tratamento de forma repentina. Nunca interrompa o tratamento sem consultar seu médico. Na maioria dos casos, os sintomas são autolimitados (se resolvem por si sós) e desaparecem em alguns dias. Entretanto, se você sentir que os sintomas indesejáveis são muito fortes, consulte seu médico para obter orientação.

Uso em crianças e adolescentes menores de 18 anos

Quando o cloridrato de paroxetina foi testado em crianças e adolescentes menores de 18 anos com transtorno depressivo maior, transtorno obsessivo-compulsivo ou ansiedade social, observaram-se efeitos indesejáveis além dos registrados em adultos.

Os eventos indesejáveis mais comumente observados nos pacientes dessa faixa de idade, quando tratados com cloridrato de paroxetina, foram:
  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es emocionais, inclusive autoflagela&#xE7;&#xE3;o, pensamento e/ou comportamento suicida, choro e altera&#xE7;&#xF5;es de humor;</li> <li>Hostilidade e comportamento irrit&#xE1;vel;</li> <li>Diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite;</li> <li>Tremor (incontrol&#xE1;vel);</li> <li>Sudorese;</li> <li>Incha&#xE7;o;</li> <li>Hiperatividade;</li> <li>Agita&#xE7;&#xE3;o;</li> <li>Hipercinesia.</li>

Nas crianças e adolescentes dos estudos clínicos, durante o aumento de doses ou durante a descontinuação do tratamento, foram observados: labilidade emocional (incluindo comportamento ou pensamento suicida, alterações de comportamento ou choro), nervosismo, tonteira, náusea e dor abdominal.

Há aumento do risco de ocorrência de fratura óssea entre as pessoas que tomam cloridrato de paroxetina.

Esse risco é maior durante as primeiras fases do tratamento.

Se você sentir algum outro efeito indesejável não mencionado aqui, avise seu médico.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Depaxan?

Se você se esquecer de uma dose, aguarde e tome Depaxan, no horário normal, na manhã seguinte. Não tome nem administre duas doses ao mesmo tempo.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Depaxan?

Cada comprimido revestido contém:

Cloridrato de paroxetina (equivalente a 20 mg de paroxetina): 22,760 mg.

Excipientes: fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, amidoglicolato de sódio, estearato de magnésio, hipromelose, macrogol e dióxido de titânio.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Depaxan maior do que a recomendada?

Sintomas e sinais

As experiências de superdosagem de cloridrato de paroxetina demonstraram os seguintes sintomas: febre, alterações da pressão arterial, contrações musculares involuntárias, ansiedade e aumento do ritmo dos batimentos do coração.

Houve relatos ocasionais de coma ou alterações do eletrocardiograma, muito raramente com desfecho fatal, em especial quando cloridrato de paroxetina foi administrado em associação com outras drogas psicotrópicas (que atuam no sistema nervoso), com ou sem álcool.

Tratamento

Não se conhece um antídoto específico.

O tratamento deve consistir de medidas gerais empregadas nos casos de superdosagem de qualquer antidepressivo. São indicadas medidas de suporte geral, com monitoramento frequente dos sinais vitais, além de cuidadosa observação. Os cuidados com o paciente devem estar de acordo com a indicação clínica ou com as recomendações dos centros nacionais de intoxicações, quando disponíveis.

Se você suspeita de superdosagem, entre imediatamente em contato com o médico ou com o hospital mais próximo.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.

Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Depaxan com outros remédios?

Informe ao seu médico se você usa ou usou recentemente outros medicamentos. Assim como Depaxan pode modificar a ação de outros medicamentos, estes também podem afetar a ação de Depaxan. Estes incluem medicamentos naturais e os sem prescrição médica.

É possível que os seguintes medicamentos interfiram nos efeitos de Depaxan:

  • <li>Outros antidepressivos, como <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-amitriptilina/bula" target="_blank">amitriptilina</a>, nortriptilina, imipramina e desipramina;</li> <li>Outras drogas que afetam a serotonina, como triptanos (usados para o tratamento da enxaqueca), <a href="https://consultaremedios.com.br/carbonato-de-litio/bula" target="_blank">l&#xED;tio</a> (usado no tratamento de algumas desordens mentais) , tramadol (usado para o tratamento da dor), triptofano e <a href="https://consultaremedios.com.br/hypericum-perforatum/bula" target="_blank">Erva de S&#xE3;o Jo&#xE3;o</a> (usados para o tratamento da depress&#xE3;o), <a href="https://consultaremedios.com.br/fentanila/bula" target="_blank">fentanila</a> (utilizada em anestesia ou para tratar dor cr&#xF4;nica);</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/carbamazepina/bula" target="_blank">Carbamazepina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/fenobarbital/bula" target="_blank">fenobarbital</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/fenitoina/bula" target="_blank">fenito&#xED;na</a>, normalmente usadas para o tratamento de convuls&#xF5;es ou epilepsia;</li> <li>Perfenazina e <a href="https://consultaremedios.com.br/risperidona/bula" target="_blank">risperidona</a>, utilizadas para o tratamento de alguns problemas da sa&#xFA;de mental;</li> <li>Certos medicamentos usados no tratamento de irregularidades dos batimentos card&#xED;acos (arritmias) como <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-propafenona/bula" target="_blank">propafenona</a> e flecainida;</li> <li>Prociclidina, usada no tratamento da doen&#xE7;a de <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/parkinson/c" target="_blank">Parkinson</a> ou de outros transtornos do movimento;</li> <li>Pimozida ou tioridazina;</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/fosamprenavir-calcico/bula" target="_blank">Fosamprenavir</a>/ritonavir, usados no tratamento do <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/dsts/hiv-aids/c" target="_blank">HIV</a>;</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/rifampicina/bula" target="_blank">Rifampicina</a>, usada no tratamento da <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/tuberculose/c" target="_blank">tuberculose</a>;</li> <li>Atomoxetina, utilizada no tratamento do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/transtorno-do-deficit-de-atencao/c" target="_blank">transtorno do d&#xE9;ficit de aten&#xE7;&#xE3;o</a> e hiperatividade (<a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-tdah-tratamento-sintomas-tdah-em-adultos-e-na-escola/" rel="noopener" target="_blank">TDAH</a>);</li> <li>Metoprolol, usado no tratamento de press&#xE3;o alta, irregularidades dos batimentos card&#xED;acos (arritmias) e <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/angina/c" target="_blank">angina</a>;</li> <li>Mivac&#xFA;rio e suxamet&#xF4;nio (utilizados em anestesia)</li> <li>Certos medicamentos que podem afetar a coagula&#xE7;&#xE3;o sangu&#xED;nea e aumentar o sangramento, como <a href="https://consultaremedios.com.br/b/anticoagulantes-orais" target="_blank">anticoagulantes orais</a> (<a href="https://consultaremedios.com.br/varfarina-sodica/bula" target="_blank">varfarina</a>), AAS (<a href="https://consultaremedios.com.br/acido-acetilsalicilico/bula" target="_blank">&#xE1;cido acetilsalic&#xED;lico</a>) e outros <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/anti-inflamatorios/c" target="_blank">anti-inflamat&#xF3;rios</a> n&#xE3;o esteroidais (como o <a href="https://consultaremedios.com.br/ibuprofeno/bula" target="_blank">ibuprofeno</a>);</li> <li>Tamoxifeno (utilizado no tratamento ou preven&#xE7;&#xE3;o do c&#xE2;ncer de mama);</li> <li>Subst&#xE2;ncias que reduzem a acidez do est&#xF4;mago, como alguns alimentos, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/antiacidos/c" target="_blank">anti&#xE1;cidos</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">digoxina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-propranolol/bula" target="_blank">propranolol</a> e &#xE1;lcool.</li>

Assim como ocorre com o uso de outras drogas, não é aconselhável ingerir bebidas alcoólicas durante o tratamento com Depaxan.

Bebidas alcoólicas e Depaxan

O uso concomitante de Depaxan e álcool não é recomendado.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.

Qual a ação da substância do Depaxan (Cloridrato de Paroxetina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <p>O risco relativo de recorr&#xEA;ncia de depress&#xE3;o maior em idosos tratados com psicoterapia mais placebo foi 140% mais elevado que entre pacientes que receberam Cloridrato de Paroxetina, ap&#xF3;s um per&#xED;odo de dois anos de acompanhamento <sup>[1]</sup>.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/ansiedade-generalizada/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">transtorno de ansiedade generalizada</a> (GAD), o Cloridrato de Paroxetina &#xE9; eficaz, mesmo a longo prazo, propiciando resolu&#xE7;&#xE3;o dos sintomas, redu&#xE7;&#xE3;o da ansiedade, melhora funcional significativa (redu&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia de 57% na escala HAM-A) e perfil de tolerabilidade superior ao dos benzodiazep&#xED;nicos. Os &#xED;ndices de remiss&#xE3;o s&#xE3;o significativos e proporcionais &#xE0; dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento, especialmente ap&#xF3;s tr&#xEA;s meses <sup>[2], [3], [4]</sup>.</p> <p>No transtorno disf&#xF3;rico pr&#xE9;-menstrual (PMDD), o Cloridrato de Paroxetina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada &#x2013; administrada de forma intermitente em doses de 12,5 ou 25 mg/dia durante a segunda metade do <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/ciclo-menstrual/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">ciclo menstrual</a> &#x2013; melhorou significativamente o humor durante a fase l&#xFA;tea, bem como a gravidade dos sintomas e o comprometimento funcional <sup>[5]</sup>. O Cloridrato de Paroxetina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada tamb&#xE9;m foi eficaz em tratamento cont&#xED;nuo, com doses de 12,5 a 25 mg/dia, com apenas cerca de 10% de descontinua&#xE7;&#xE3;o <sup>[6]</sup>.</p> <ul> <li>No transtorno do p&#xE2;nico, o uso de Cloridrato de Paroxetina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada resultou em 73% dos pacientes livres de sintomas ap&#xF3;s dois meses de tratamento. O perfil de tolerabilidade mostrou-se bastante pr&#xF3;ximo do de placebo: descontinua&#xE7;&#xE3;o em 11% dos pacientes e eventos adversos graves na mesma propor&#xE7;&#xE3;o observada com placebo, de 2%.</li> <li>Em pacientes ambulatoriais com transtorno depressivo maior (MDD) grave, o Cloridrato de Paroxetina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada &#xE9; eficaz e bem tolerada, com resposta at&#xE9; 140% superior &#xE0; obtida com placebo e &#xED;ndices de descontinua&#xE7;&#xE3;o por eventos adversos inferiores a 10%. <sup>[7]</sup> Em casos moderados, a dose de 25 mg/dia reduziu significativamente as manifesta&#xE7;&#xF5;es depressivas e ansiosas, com chances de remiss&#xE3;o 96% superiores &#xE0;s observadas com placebo. Adicionalmente, o Cloridrato de Paroxetina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada apresentou boa tolerabilidade em doses de at&#xE9; 50 mg/dia <sup>[8]</sup>.</li> </ul> <p><strong>Refer&#xEA;ncias:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">[1] REYNOLDS, CF. et al. Maintenance treatment of major depression in old age. N Engl J Med, 354(11):1130-8, 2006.<br> [2] VAN AMERINGEN, M. et al. An evaluation of paroxetine in generalised social anxiety disorder. Expert Opin Pharmacother, 6(5):819-30, 2005.<br> [3] BALL, SG. et al. Selective serotonin reuptake inhibitor treatment for generalized anxiety disorder: a double-blind, prospective comparison between paroxetine and sertraline. J Clin Psychiatry, 66(1):94-99, 2005.<br> [4] BALLENGER, JC. et al. Remission rates in patients with anxiety disorders treated with paroxetine. J Clin Psychiatry, 65(12):1696-707, 2004.<br> [5]&amp;nbsp;STEINER, M. et al. Luteal phase dosing with paroxetine controlled release (CR) in the treatment of premenstrual dysphoric disorder. Am J Obstet Gynecol, 193(2):352-60, 2005.<br> [6] COHEN, LS. et al. Paroxetine controlled release for premenstrual dysphoric disorder: a double-blind, placebo-controlled trial. Psychosom Med, 66(5): 707-13, 2004.<br> [7] DUNNER, DL. et al. Efficacy and tolerability of controlled-release paroxetine in the treatment of severe depression: post hoc analysis of pooled data from a subset of subjects in four double-blind clinical trials. Clin Ther, 27(12):1901-11, 2005.<br> [8] TRIVEDI, MH. et al. Effectiveness of low doses of paroxetine controlled release in the treatment of major depressive disorder. J Clin Psychiatry, 65(10):1356-64, 2004.</br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Propriedades Farmacodin&#xE2;micas</h3> <h4>Mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>O Cloridrato de Paroxetina &#xE9; um potente e seletivo inibidor de recapta&#xE7;&#xE3;o de serotonina (5-hidroxitriptamina, ou 5-HT). Acredita-se que sua a&#xE7;&#xE3;o antidepressiva e sua efic&#xE1;cia no tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e do transtorno do p&#xE2;nico estejam relacionadas &#xE0; sua inibi&#xE7;&#xE3;o espec&#xED;fica da recapta&#xE7;&#xE3;o de 5-HT pelos neur&#xF4;nios cerebrais.</p> <p>O Cloridrato de Paroxetina n&#xE3;o est&#xE1; quimicamente relacionada aos antidepressivos tric&#xED;clicos, tetrac&#xED;clicos e a outros antidepressivos dispon&#xED;veis.</p> <p>O Cloridrato de Paroxetina possui baixa afinidade pelos os receptores colin&#xE9;rgicos muscar&#xED;nicos, e estudos em animais demonstraram fraca atividade anticolin&#xE9;rgica.</p> <p>De acordo com sua a&#xE7;&#xE3;o seletiva, estudos<em> in vitro</em> indicaram que, em contraste com os antidepressivos tric&#xED;clicos, o Cloridrato de Paroxetina tem pouca afinidade pelos receptores adren&#xE9;rgicos &#x3B1;<sub>1</sub>, &#x3B1;<sub>2</sub> e &#x3B2;, dopamin&#xE9;rgicos (D<sub>2</sub>), 5-HT<sub>1</sub>, 5-HT<sub>2</sub> e histam&#xED;nicos. Essa pouca intera&#xE7;&#xE3;o com receptores p&#xF3;s-sin&#xE1;pticos <em>in vitro</em> est&#xE1; substanciada por estudos <em>in vivo</em>, que demonstram aus&#xEA;ncia de propriedade depressora do SNC e de propriedade hipotensiva.</p> <h4>Efeitos Farmacodin&#xE2;micos</h4> <p>O Cloridrato de Paroxetina n&#xE3;o prejudica a fun&#xE7;&#xE3;o psicomotora e n&#xE3;o potencializa o efeito depressor do etanol.</p> <p>Assim como outros inibidores seletivos da recapta&#xE7;&#xE3;o da serotonina (5-HT), o Cloridrato de Paroxetina provoca sintomas de estimula&#xE7;&#xE3;o excessiva dos receptores 5-HT quando administrada a animais previamente tratados com inibidores da MAO ou triptofano.</p> <p>Estudos comportamentais e de <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/eletroencefalograma-eeg-o-que-e-tipos-e-para-que-serve-o-exame-2/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">EEG</a> indicaram que o Cloridrato de Paroxetina &#xE9; fracamente ativada em doses geralmente abaixo daquelas requeridas para inibir a recapta&#xE7;&#xE3;o da 5-HT. As propriedades de ativa&#xE7;&#xE3;o n&#xE3;o s&#xE3;o de natureza anfetam&#xED;nica.</p> <p>Estudos em animais indicaram que o Cloridrato de Paroxetina &#xE9; bem tolerada pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/c\" target=\"_blank\">sistema cardiovascular</a>.</p> <p>N&#xE3;o produz altera&#xE7;&#xF5;es clinicamente significativas na press&#xE3;o arterial, na frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca e no ECG ap&#xF3;s ser administrada a indiv&#xED;duos sadios.</p> <p>Estudos indicaram que, em contraste com antidepressivos que inibem a recapta&#xE7;&#xE3;o da noradrenalina, o Cloridrato de Paroxetina possui propens&#xE3;o muito reduzida a inibir o efeito anti-hipertensivo da guanetidina.</p> <h3>Propriedades Farmacocin&#xE9;ticas</h3> <h4>Absor&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>O Cloridrato de Paroxetina &#xE9; bem absorvida ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral e apresenta metabolismo de primeira passagem. Os comprimidos de Cloridrato de Paroxetina controlam a taxa de dissolu&#xE7;&#xE3;o do Cloridrato de Paroxetina por um per&#xED;odo de quatro a cinco horas. Al&#xE9;m de controlar a taxa de libera&#xE7;&#xE3;o da droga <em>in vivo</em>, o revestimento ent&#xE9;rico retarda o in&#xED;cio da libera&#xE7;&#xE3;o da droga at&#xE9; que os comprimidos de Cloridrato de Paroxetina tenham deixado o est&#xF4;mago. Em compara&#xE7;&#xE3;o &#xE0; formula&#xE7;&#xE3;o de libera&#xE7;&#xE3;o imediata, os comprimidos de libera&#xE7;&#xE3;o controlada possuem uma taxa de absor&#xE7;&#xE3;o reduzida.</p> <p>Devido ao metabolismo de primeira passagem, a quantidade de Cloridrato de Paroxetina dispon&#xED;vel na circula&#xE7;&#xE3;o sist&#xEA;mica &#xE9; menor do que a absorvida pelo trato gastrointestinal.</p> <p>O estado de equil&#xED;brio dos n&#xED;veis sist&#xEA;micos &#xE9; atingido em 7 a 14 dias ap&#xF3;s o in&#xED;cio do tratamento, e a farmacocin&#xE9;tica parece n&#xE3;o se alterar durante o uso prolongado.</p> <h4>Distribui&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>O Cloridrato de Paroxetina &#xE9; extensamente distribu&#xED;da nos tecidos; c&#xE1;lculos farmacocin&#xE9;ticos indicam que apenas 1% do Cloridrato de Paroxetina corporal reside no plasma.</p> <p>Em concentra&#xE7;&#xF5;es terap&#xEA;uticas, aproximadamente 95% do Cloridrato de Paroxetina presente no plasma est&#xE1; ligada a <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a>.</p> <p>N&#xE3;o foi encontrada correla&#xE7;&#xE3;o entre concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas de Cloridrato de Paroxetina e efeitos cl&#xED;nicos.</p> <h4>Metabolismo</h4> <p>Os principais metab&#xF3;litos do Cloridrato de Paroxetina s&#xE3;o polares e conjugados por oxida&#xE7;&#xE3;o e metila&#xE7;&#xE3;o, sendo rapidamente metabolizados. Considerando a relativa falta de atividade farmacol&#xF3;gica, &#xE9; muito pouco prov&#xE1;vel que eles contribuam com os efeitos terap&#xEA;uticos de Cloridrato de Paroxetina.</p> <p>O metabolismo n&#xE3;o compromete a a&#xE7;&#xE3;o seletiva do Cloridrato de Paroxetina na recapta&#xE7;&#xE3;o de 5-HT neuronal.</p> <h4>Excre&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>A excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de Cloridrato de Paroxetina inalterada &#xE9; geralmente menor que 2% da dose, enquanto que a excre&#xE7;&#xE3;o de metab&#xF3;litos &#xE9; de cerca de 64% da dose. Aproximadamente 36% da dose s&#xE3;o excretados nas fezes, provavelmente via bile, e o Cloridrato de Paroxetina inalterada representa menos de 1% do excretado. Dessa forma, o Cloridrato de Paroxetina &#xE9; eliminada quase que inteiramente por metabolismo.</p> <p>A excre&#xE7;&#xE3;o de metab&#xF3;litos &#xE9; bif&#xE1;sica, sendo inicialmente resultado do efeito do metabolismo de primeira passagem e subsequentemente controlada pela elimina&#xE7;&#xE3;o sist&#xEA;mica do Cloridrato de Paroxetina.</p> <p>A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; vari&#xE1;vel, mas geralmente de cerca de um dia.</p> <h4>Popula&#xE7;&#xE3;o Especial</h4> <h5>Idosos e Insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica/renal</h5> <p>Pacientes idosos, com insufici&#xEA;ncia renal grave e aqueles com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica apresentaram concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas discretamente aumentadas de Cloridrato de Paroxetina, mas a faixa de concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas nesses pacientes se sobrep&#xF5;e &#xE0; de adultos sadios.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Depaxan?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Este medicamento se apresenta na forma de comprimido revestido branco, de formato oblongo e biconvexo, com vinco em um dos lados e liso do outro lado.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Depaxan

Comprimidos revestidos de 20 mg

Embalagens com 30 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

Dizeres Legais do Depaxan

Reg. MS – 1.0573.0561

Farmacêutica Responsável:
Gabriela Mallmann
CRF-SP nº 30.138

Registrado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 – 20º andar
São Paulo – SP
CNPJ 60.659.463/0029-92
Indústria Brasileira




Fabricado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Guarulhos – SP

Venda sob prescrição médica.

Só pode ser vendido com retenção da receita.

Fabricante: Aché

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