Aché Urcip

500mg, caixa com 6 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Cloridrato De Ciprofloxacino
Classe Terapêutica
:
Fluorquinolonas Orais
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca 2 vias (Antibiótico - Venda Sob Prescrição Médica mediante Retenção da Receita)
Categoria
:
Antibióticos
Especialidade
:
Gastroenterologia, Oftalmologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Urcip, para o que é indicado e para o que serve?

As indicações de Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) são as seguintes:

Adultos
Para o tratamento de infecções complicadas e não complicadas causadas por microrganismos sensíveis ao ciprofloxacino:
  • <li>Do trato respirat&#xF3;rio. Muitos dos microrganismos, p. ex. <em>Klebsiella, Enterobacter, Proteus, E. coli, Pseudomonas, Haemophilus, Moraxella, Legionella e Staphylococcus</em> reagem com muita sensibilidade ao Urcip (cloridrato de ciprofloxacino). A maioria dos casos de <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/pneumonia/c" target="_blank">pneumonia</a> que n&#xE3;o necessitam de tratamento hospitalar &#xE9; causada por <em>Streptococcus pneumoniae</em>. Nesses casos, Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) n&#xE3;o &#xE9; o medicamento de primeira escolha;</li> <li>Do ouvido m&#xE9;dio (<a href="https://consultaremedios.com.br/doenca-nos-ouvidos/otite/c" target="_blank">otite</a> m&#xE9;dia) e dos seios paranasais (<a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/sinusite/c" target="_blank">sinusite</a>), especialmente se causadas por <em>Pseudomonas ou Staphylococcus</em>;</li> <li>Dos olhos;<br> Dos rins e/ou do trato urin&#xE1;rio eferente;</br></li> <li>Dos &#xF3;rg&#xE3;os reprodutores, inclusive inflama&#xE7;&#xE3;o dos ov&#xE1;rios e das tubas uterinas (anexite), <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/dsts/gonorreia/c" target="_blank">gonorreia</a> e infec&#xE7;&#xF5;es da pr&#xF3;stata (prostatite);</li> <li>Da cavidade abdominal, p. ex. do est&#xF4;mago e intestino (trato gastrintestinal), do trato biliar e da membrana serosa que reveste internamente as paredes do abdome (perit&#xF4;nio);</li> <li>Da pele e de tecidos moles;</li> <li>Dos ossos e articula&#xE7;&#xF5;es.</li>

Infecção generalizada (septicemia).

Infecções ou risco de infecção (profilaxia) em pacientes com sistema imunológico comprometido, por exemplo, pacientes em tratamento com medicamentos que inibem as defesas imunológicas naturais do organismo ou pacientes com número reduzido de glóbulos brancos do sangue. Eliminação seletiva de bactérias do intestino durante tratamento com medicamentos que inibem o sistema imunológico do organismo.

Descontaminação intestinal seletiva em pacientes sob tratamento com imunossupressores.

Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) não é eficaz contra Treponema pallidum (causador da sífilis).

Crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos

Para infecção aguda na fibrose cística (distúrbio hereditário que aumenta a produção e a viscosidade das secreções nos brônquios e no trato digestivo) causada por Pseudomonas aeruginosa se não houver possibilidade de outros tratamentos injetáveis mais eficazes. Não se recomenda Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) para outras indicações.

Antraz por inalação (após exposição) em adultos e crianças

Para reduzir a incidência ou progressão da doença após inalação de bacilos de antraz (Bacillus anthracis).

Como o&nbsp;Urcip funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>O ciprofloxacino, componente ativo de Urcip (cloridrato de ciprofloxacino), pertence ao grupo das quinolonas. As quinolonas bloqueiam determinadas enzimas de bact&#xE9;rias que t&#xEA;m um papel fundamental no metabolismo e na reprodu&#xE7;&#xE3;o bacteriana, matando as bact&#xE9;rias causadoras da doen&#xE7;a.</p> "}

Quais as contraindicações do Urcip?

Não use Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) nas seguintes situações:

  • <li>Alergia (hipersensibilidade) &#xE0; subst&#xE2;ncia ativa ciprofloxacino, aos medicamentos contendo outras quinolonas ou a qualquer componente da f&#xF3;rmula. Sinais de alergia podem incluir coceira, vermelhid&#xE3;o na pele, dificuldade para respirar ou incha&#xE7;o das m&#xE3;os, garganta, boca ou p&#xE1;lpebra;</li> <li>Uso concomitante de tizanidina (um <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/relaxante-muscular/c" target="_blank">relaxante muscular</a>).</li>

Como usar o Urcip?

Não altere a dose nem a duração do tratamento indicados por seu médico. Os comprimidos devem ser ingeridos inteiros, com líquido. Não é preciso tomar o comprimido junto com as refeições. Tomar os comprimidos com estômago vazio acelera a absorção. Este medicamento não deve ser tomado com laticínios ou bebidas enriquecidas com minerais (por exemplo, leite, iogurte ou suco de laranja enriquecido com cálcio). No entanto, a absorção não é afetada significativamente por refeições que contenham cálcio.

Se estiver tomando também medicamentos ou suplementos contendo minerais como o cálcio, magnésio, alumínio, assim como certos tipos de antiácidos usados para tratamento de indigestão, o cloridrato de ciprofloxacino deverá ser tomado 1 a 2 horas antes ou pelo menos 4 horas depois desses produtos. Se o paciente não for capaz de engolir os comprimidos, recomenda-se iniciar o tratamento com ciprofloxacino injetável para terapia intravenosa.

Dosagem

A dosagem geralmente recomendada pelo médico é a seguinte:
Adultos
Dose diária recomendada de ciprofloxacino oral em adultos
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"width:806px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Indica&#xE7;&#xF5;es</strong></p> </td> <td style=\"width:420px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Dose di&#xE1;ria para adultos de ciprofloxacino (mg) via oral</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"width:806px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xF5;es do trato respirat&#xF3;rio (dependendo da gravidade e do microrganismo)</p> </td> <td style=\"width:420px\"> <p style=\"text-align:center\">2 x 250 mg a 500 mg</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:384px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xF5;es do trato urin&#xE1;rio</p> </td> <td style=\"width:417px\"> <p style=\"text-align:center\">Aguda, n&#xE3;o complicada</p> </td> <td style=\"width:420px\"> <p style=\"text-align:center\">1 a 2 x 250 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:417px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-urinario/cistite/c\" target=\"_blank\">Cistite</a> em mulheres (antes da <a href=\"https://consultaremedios.com.br/saude-da-mulher/menopausa/c\" target=\"_blank\">menopausa</a>)</p> </td> <td style=\"width:420px\"> <p style=\"text-align:center\">Dose &#xFA;nica 250 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:417px\"> <p style=\"text-align:center\">Complicada</p> </td> <td style=\"width:420px\"> <p style=\"text-align:center\">2 x 250 mg a 500 mg</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:384px\"> <p style=\"text-align:center\">Gonorreia</p> </td> <td style=\"width:417px\"> <p style=\"text-align:center\">Extragenital</p> </td> <td style=\"width:420px\"> <p style=\"text-align:center\">Dose &#xFA;nica 250 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:417px\"> <p style=\"text-align:center\">Aguda, n&#xE3;o complicada</p> </td> <td style=\"width:420px\"> <p style=\"text-align:center\">Dose &#xFA;nica 250 mg</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"width:806px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c\" target=\"_blank\">Diarreia</a></p> </td> <td style=\"width:420px\"> <p style=\"text-align:center\">1 a 2 x 500 mg</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"width:806px\"> <p style=\"text-align:center\">Outras infec&#xE7;&#xF5;es</p> </td> <td style=\"width:420px\"> <p style=\"text-align:center\">2 x 500 mg</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"5\" style=\"width:384px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xF5;es graves, com risco para a vida: Principalmente quando causadas por <em>Pseudomonas, Staphylococcus ou Streptococcus</em></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:417px\">Pneumonia estreptoc&#xF3;cica</td> <td colspan=\"1\" rowspan=\"5\" style=\"width:420px\"> <p style=\"text-align:center\">2 x 750 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:417px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xF5;es recorrentes em fibrose c&#xED;stica</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:417px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xF5;es &#xF3;sseas e das articula&#xE7;&#xF5;es</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:417px\"> <p style=\"text-align:center\">Septicemia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:417px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/peritonite/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Peritonite</a></p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}
Crianças e adolescentes

A dose oral recomendada para infecção aguda causada por P. aeruginosa em pacientes (idade entre 5 e 17 anos) com mucoviscidose é 20 mg de ciprofloxacino/kg de peso corpóreo 2 x por dia (máximo 1.500 mg de ciprofloxacino/dia).

Antraz
Adultos

500 mg de ciprofloxacino duas vezes por dia.

Crianças

15 mg de ciprofloxacino/kg de peso corpóreo duas vezes por dia. A dose máxima para crianças não deve exceder 500 mg (dose máxima diária: 1000 mg).

O tratamento deve começar imediatamente após a suspeita ou confirmação da inalação dos patógenos de antraz.

Se o paciente não for capaz de engolir os comprimidos, recomenda-se iniciar o tratamento com cloridrato de ciprofloxacino solução para infusão para terapia intravenosa.

Informações adicionais para populações especiais

Pacientes idosos

Pacientes idosos devem receber a menor dose de acordo com a gravidade da doença e com a sua função renal.

Pacientes com mau funcionamento dos rins e do fígado
Adultos
  • <li>Recomendam-se as seguintes doses para a disfun&#xE7;&#xE3;o renal moderada ou grave: <ul> <li>Depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina entre 30 e 60 mL/min (creatinina s&#xE9;rica entre 1,4 e 1,9 mg/100 mL), a dose m&#xE1;xima para administra&#xE7;&#xE3;o oral &#xE9; de 1000 mg de ciprofloxacino por dia.</li> <li>Depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina inferior a 30 mL/min (creatinina s&#xE9;rica igual ou superior a 2 mg/100 mL), a dose m&#xE1;xima para administra&#xE7;&#xE3;o oral &#xE9; de 500 mg de ciprofloxacino por dia.</li> </ul> </li> <li>Disfun&#xE7;&#xE3;o renal e sob <a href="https://consultaremedios.com.br/produtos-hospitalares/hemodialise/c" target="_blank">hemodi&#xE1;lise</a> &#xE9; a mesma dose ap&#xF3;s cada sess&#xE3;o de di&#xE1;lise que os pacientes com disfun&#xE7;&#xE3;o renal moderada ou grave (veja item 1).</li> <li>Disfun&#xE7;&#xE3;o renal e em di&#xE1;lise peritoneal ambulatorial cont&#xED;nua (DPAC): administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg de ciprofloxacino oral (ou 2 x 250 mg).</li> <li>N&#xE3;o &#xE9; preciso ajustar a dose em caso de mau funcionamento do f&#xED;gado.</li> <li>Em caso de mau funcionamento do f&#xED;gado e dos rins, a dose deve ser a mesma usada para disfun&#xE7;&#xE3;o renal. Pode ser necess&#xE1;rio monitorar a concentra&#xE7;&#xE3;o de ciprofloxacino no sangue.</li>
Crianças e adolescentes

Doses em crianças e adolescentes com funções renal e/ou hepática alteradas não foram estudadas.

Duração do tratamento

A duração do tratamento depende da gravidade da doença e do curso clínico e bacteriológico. Em geral, o tratamento deve sempre prosseguir por pelo menos 3 dias após a febre e os sinais clínicos terem desaparecido.

Em geral, a duração média do tratamento é:
Adultos
  • <li>1 dia para gonorreia e cistite agudas n&#xE3;o complicadas;</li> <li>At&#xE9; 7 dias para infec&#xE7;&#xF5;es dos rins, trato urin&#xE1;rio e cavidade abdominal;</li> <li>Em pacientes com baixa resist&#xEA;ncia (sistema imunol&#xF3;gico comprometido), o tratamento deve prosseguir enquanto a contagem total de gl&#xF3;bulos brancos estiver reduzida (fase neutrop&#xEA;nica);</li> <li>No m&#xE1;ximo 2 meses para <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-osteomielite-diagnostico-tratamento-tem-cura-pode-matar/" rel="noopener" target="_blank">osteomielite</a> (infec&#xE7;&#xE3;o &#xF3;ssea);</li> <li>7-14 dias para todas as outras infec&#xE7;&#xF5;es.</li>

Em infecções estreptocócicas, o tratamento deve continuar por pelo menos 10 dias, por risco de complicações tardias.

Igualmente, as infecções por Chlamydia spp. devem ser tratadas durante pelo menos 10 dias.

Crianças e adolescentes com idade entre 5 e 17 anos

10-14 dias para episódios de infecção aguda de fibrose cística causada por Pseudomonas aeruginosa.

Antraz

60 dias de tratamento para terapia imediata e para tratamento de infecções após a inalação de patógenos de antraz.

Efeitos da descontinuação do tratamento com Urcip (cloridrato de ciprofloxacino)

Se você quiser interromper o tratamento com este medicamento ou parar de tomá-lo antes do previsto por se sentir melhor ou porque está sofrendo efeitos colaterais, fale antes com seu médico. Se você parar de tomar Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) sem antes falar com seu médico, as bactérias que causaram a infecção poderão recomeçar a se reproduzir e sua condição poderá piorar bastante.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o&nbsp;Urcip?

{"tag":"hr","value":" <p>Tome a dose assim que poss&#xED;vel e, em seguida, continue tomando conforme prescrito. Entretanto, se estiver pr&#xF3;ximo da hora da dose seguinte, n&#xE3;o tome a dose esquecida e continue como habitual. N&#xE3;o tome duas doses para compensar a dose esquecida. Certifique-se de completar o tratamento. Converse com seu m&#xE9;dico.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Urcip?

Caso apresente qualquer uma destas condições descritas abaixo, durante o tratamento com Urcip (cloridrato de ciprofloxacino), informe seu médico imediatamente. O seu médico decidirá se o tratamento com Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) deverá ser interrompido.

Para o tratamento de infecções graves, infecções por Staphylococcus e infecções por bactérias anaeróbias, o Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) deve ser utilizado em associação a um antibiótico apropriado. Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) não é recomendado para o tratamento de pneumonia causada por Streptococcus pneumoniae devido à eficácia limitada contra este agente bacteriano.

As infecções dos órgãos genitais podem ser causadas por isolados de Neisseria gonorrhoeae resistentes à fluoroquinolonas. É muito importante obter informações locais sobre a prevalência de resistência ao ciprofloxacino e confirmar a sensibilidade por meio de exames laboratoriais.

Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) está associado a casos de prolongamento do intervalo QT (uma alteração do eletrocardiograma). As mulheres podem ser mais sensíveis aos medicamentos que prolonguem o intervalo QTc, uma vez que tendem a ter um intervalo QTc basal mais longo em comparação aos homens. Pacientes idosos podem também ser mais sensíveis aos efeitos associados ao medicamento sobre o intervalo QT. Deve-se ter cautela ao utilizar Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) junto com medicamentos que podem resultar em prolongamento do intervalo QT (por exemplo, antiarrítmicos de classe III ou IA, antidepressivos tricíclicos, antibióticos macrolídeos, antipsicóticos) ou em pacientes com fatores de risco para prolongamento QT ou “torsades de pointes” (uma alteração específica do eletrocardiograma), por exemplo, síndrome congênita do QT longo, desequilíbrio eletrolítico (sais do organismo) não corrigido, como hipocalemia (baixo nível de potássio no sangue) ou hipomagnesemia (baixo nível de magnésio no sangue) e doenças cardíacas como insuficiência cardíaca, infarto do miocárdio ou bradicardia (ritmo dos batimentos cardíacos muito lento).

Estudos epidemiológicos relatam um aumento do risco de aneurisma (dilatação anormal de artérias) e dissecção (lesão da parede do vaso) da aorta após a ingestão de fluoroquinolonas, particularmente na população idosa. Portanto, as fluoroquinolonas devem ser usadas apenas após avaliação cuidadosa do benefício-risco e após consideração de outras opções terapêuticas em pacientes com história familiar positiva de aneurisma, ou em pacientes diagnosticados com aneurisma aórtico pré-existente e/ou dissecção aórtica, ou na presença de outros fatores de risco ou condições predisponentes para aneurisma e dissecção da aorta (por exemplo, síndrome de Marfan, síndrome de Ehlers-Danlos vascular (distúrbios hereditários do tecido conjuntivo), arterite de Takayasu, arterite de células gigantes (doenças caracterizadas por inflamação das artérias), doença de Behçet (doença que pode causar inflamação das artérias e formação de aneurismas), hipertensão (pressão arterial elevada), aterosclerose conhecida (depósitos de gordura nas paredes dos vasos com formação de placas, que estreitam a luz da artéria e dificultam a passagem do sangue)). Em caso de dor súbita abdominal, no peito ou nas costas, consulte imediatamente um médico.

Em alguns casos, pode ocorrer reação alérgica grave ou súbita (reação/choque anafilático, angioedema), mesmo com uma única dose, há uma pequena chance que você apresente reação alérgica grave com os seguintes sintomas: aperto no peito, sensação de tontura, doente ou fraco, ou sentir tonturas quando ficar de pé. Se isto ocorrer, informe imediatamente seu médico, pois o tratamento com Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) deverá ser interrompido. Em casos muito raros, pode ocorrer inchaço da face, garganta e dificuldade para respirar, podendo progredir para choque, com risco para a vida, às vezes após a primeira administração. Nesses casos, pare imediatamente o uso de Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) e informe seu médico.

Se ocorrer diarreia durante o tratamento com Urcip (cloridrato de ciprofloxacino), converse com seu médico antes de tomar antidiarreicos.

Informe que está utilizando Urcip (cloridrato de ciprofloxacino), caso realize exame de sangue ou urina. Casos de problemas no fígado (necrose hepática e insuficiência hepática) com risco para a vida têm sido relatados com Urcip (cloridrato de ciprofloxacino). No caso de qualquer sinal e sintoma de doença no fígado (como anorexia (diminuição do apetite), icterícia (coloração amarelada da pele), urina escura, prurido (coceira) ou abdômen tenso) pare imediatamente o uso de Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) e informe seu médico.

Pode ocorrer aumento temporário das enzimas do fígado (transaminases, fosfatase alcalina) ou icterícia colestática (cor amarelada da pele decorrente de acúmulo de pigmentos biliares), especialmente em pacientes que já apresentaram alguma doença no fígado, que forem tratados com Urcip (cloridrato de ciprofloxacino).

Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) deve ser usado com cautela em pacientes com miastenia grave (doença muscular) porque os sintomas podem ser exacerbados.

Podem ocorrer tendinite e ruptura do tendão (predominantemente do tendão de Aquiles) com Urcip (cloridrato de ciprofloxacino), algumas vezes bilateral, mesmo dentro das primeiras 48 horas de tratamento. Podem ocorrer inflamação e ruptura de tendão mesmo até vários meses após a descontinuação da terapia com Urcip (cloridrato de ciprofloxacino). O risco de doença nos tendões pode estar aumentado em pacientes idosos ou pacientes tratados concomitantemente com corticosteroides.

Na suspeita de inflamação de tendão, deve-se parar imediatamente o uso de Urcip (cloridrato de ciprofloxacino), consultar o médico e o membro acometido deve ser mantido em repouso evitando esforço físico, até avaliação médica. Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) deve ser usado com cautela nos pacientes com antecedentes de distúrbios de tendão relacionados a tratamentos com quinolonas.

Urcip (cloridrato de ciprofloxacino), assim como outros medicamentos da mesma classe, é conhecido por desencadear convulsões ou diminuir o limiar convulsivo.

Caso sofra de epilepsia, tendência a convulsões ou tenha apresentado convulsões no passado, redução do fluxo sanguíneo cerebral, traumatismo craniano ou antecedente de derrame, Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) deve ser administrado somente se os benefícios do tratamento forem superiores aos possíveis riscos. Esses pacientes correm risco de efeitos indesejáveis no sistema nervoso central. Caso isto ocorra, interrompa o uso de Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) e informe imediatamente seu médico.

Casos de estados epilépticos têm sido relatados. Se ocorrerem convulsões pare imediatamente o uso de Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) e informe o médico. Podem ocorrer reações psiquiátricas após a primeira administração de fluoroquinolonas, incluindo ciprofloxacino.

Em casos raros, podem ocorrer depressão ou reações psicóticas, que podem evoluir para ideias/pensamentos suicidas e comportamento autodestrutivo, como tentativa de suicídio ou suicídio. Nesses casos pare imediatamente o uso de Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) e informe o médico.

Têm sido relatados casos de polineuropatia sensorial ou sensoriomotora, resultando em sensações cutâneas subjetivas, perda ou diminuição de sensibilidade, alteração na sensibilidade dos sentidos ou fraqueza em pacientes recebendo fluoroquinolonas, incluindo Urcip (cloridrato de ciprofloxacino). Caso você desenvolva sintomas neurológicos, tais como dor, queimação, formigamento, dormência ou fraqueza pare imediatamente o uso de Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) e informe o médico.

O ciprofloxacino pode induzir reações de sensibilidade à luz, portanto, os pacientes devem evitar a exposição direta e excessiva ao sol ou à luz ultravioleta (UV). Se aparecerem reações cutâneas similares a queimaduras solares, pare imediatamente o uso de Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) e informe o médico.

Você deve procurar um oftalmologista imediatamente em caso de alterações na visão ou algum sintoma ocular.

Gravidez

Não é recomendado o uso de Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) durante a gravidez. Estudos realizados com animais não evidenciaram malformações do feto, porém não se pode excluir que o medicamento possa causar lesões na cartilagem articular de organismos imaturos. Informe seu médico se você estiver grávida ou desejar engravidar.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Amamentação

Não é recomendado o uso de Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) durante a amamentação, pois o ciprofloxacino é excretado no leite materno e pode ser prejudicial para seu bebê, devido ao risco de dano articular ao feto.

Crianças e adolescentes

Como ocorre com outros antibióticos quinolônicos, o ciprofloxacino pode causar lesão nas articulações que suportam o peso em animais imaturos. Os dados de segurança em menores de 18 anos que sofriam principalmente de fibrose cística não evidenciaram lesão de articulação/cartilagem.

Na faixa etária de 5 a 17 anos pode ser usado no caso específico descrito abaixo:

Dados atuais confirmam o uso de cloridrato de ciprofloxacino para o tratamento de infecção aguda na fibrose cística causada por Pseudomonas aeruginosa em crianças e adolescentes de 5 a 17 anos.

Atualmente a experiência disponível sobre o uso em crianças e adolescentes com outras infecções e crianças com menos de 5 anos é insuficiente. Portanto, não deve ser usado para outras infecções e em menores de 5 anos.

Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) pode ser usado por idosos na menor dose possível estabelecida pelo médico.

Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e operar máquinas

As substâncias do tipo fluoroquinolonas, incluindo o ciprofloxacino, podem prejudicar a habilidade do paciente para dirigir veículos e operar máquinas, devido a uma possível redução de atenção. Em caso de dúvidas, consulte seu médico. Isso ocorre principalmente com o uso em conjunto com bebidas alcoólicas.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Urcip?

Como todo medicamento, Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) pode ocasionar reações adversas, embora nem todas as pessoas as apresentem. Se você apresentar sintomas de hipersensibilidade (grave, reação alérgica súbita) como coceira, erupção na pele, dificuldade em respirar ou inchaço nas mãos, garganta, boca ou pálpebras, interrompa o tratamento com Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) e procure imediatamente seu médico ou o hospital mais próximo.

A frequência é indicada da seguinte forma:

  • <li>Muito comum (maior ou igual a 10%);</li> <li>Comum (entre 1% e 10%);</li> <li>Incomum (entre 0,1% e 1%);</li> <li>Rara (entre 0,01% e 0,1%);</li> <li>Muito rara (inferior a 0,01%);</li> <li>Frequ&#xEA;ncia desconhecida (n&#xE3;o pode ser estimada a partir dos dados dispon&#xED;veis).</li>

Se qualquer uma dessas reações se tornar grave ou se você notar qualquer reação adversa não mencionada nesta bula, informe seu médico ou farmacêutico.

Infecções e infestações

Reações incomuns

Superinfecções micóticas (infecção por fungos, junto com infecção bacteriana ou após esta).

Reações raras

Colite (inflamação do intestino grosso) associada ao uso de antibiótico (muito raramente, com possível evolução fatal).

Distúrbios do sistema linfático e sanguíneo

Reações incomuns

Aumento de um tipo de glóbulos brancos do sangue, os eosinófilos (eosinofilia).

Reações raras

Redução dos glóbulos brancos (leucopenia) ou apenas dos glóbulos brancos chamados neutrófilos (neutropenia), redução de glóbulos vermelhos (anemia) ou de plaquetas (trombocitopenia), aumento de glóbulos brancos do sangue (leucocitose) e aumento persistente das plaquetas no sangue (plaquetose).

Reações muito raras

Aumento da destruição dos glóbulos vermelhos (anemia hemolítica), redução de todas as células sanguíneas (pancitopenia com possível risco para a vida), ausência dos glóbulos brancos chamados neutrófilos, com possíveis sintomas de calafrios, febre (agranulocitose), função da medula óssea reduzida (com possível risco para a vida).

Distúrbios imunológicos

Reações raras

Reação alérgica e inchaço alérgico/angioedema.

Reações muito raras

Reação alérgica intensa e choque alérgico (por exemplo, inchaço do rosto, da laringe; dificuldade de respirar que pode levar a choque, queda brusca da pressão arterial, com risco para a vida) e reações similares àquelas associadas com doença do soro (por exemplo, febre, alergia, inchaço dos gânglios linfáticos, vermelhidão da pele, inchaço).

Distúrbios metabólicos e nutricionais

Reações incomuns

Diminuição do apetite e da ingestão de alimentos.

Reações raras

Aumento da concentração de açúcar no sangue (hiperglicemia), diminuição da concentração de açúcar no sangue (hipoglicemia).

Distúrbios psiquiátricos

Reações incomuns

Hiperatividade psicomotora/agitação.

Reações raras

Confusão mental, desorientação, ansiedade, sonhos anormais, depressão* e alucinações.

Reações muito raras

Reações psicóticas*.

*Potencialmente culminando em comportamentos autodestrutivos, como ideias/pensamentos suicidas e tentativa de suicídio ou suicídio.

Distúrbios do sistema nervoso

Reações incomuns

Dor de cabeça, tontura, distúrbios do sono, alteração do paladar.

Reações raras

Sensações anormais, como por exemplo, de formigamento, dormência (parestesia, disestesia), tremores, convulsões (incluindo estado epilético), diminuição da sensibilidade geral (hipoestesia), tonturas giratórias (vertigem).

Reações muito raras

Enxaqueca, distúrbios da coordenação, alteração do olfato, aumento da sensibilidade geral ou específica (hiperestesia), aumento da pressão intracraniana (pseudotumor cerebral).

Reações de frequência desconhecida

Neuropatia periférica e polineuropatia (doenças que afetam um ou vários nervos).

Distúrbios da visão

Reações raras

Alterações da visão.

Reações muito raras

Distorção visual das cores.

Distúrbios da audição e do labirinto

Reações raras

Zumbido e perda da audição.

Reações muito raras

Alterações da audição.

Distúrbios cardíacos

Reações raras

Taquicardia (aumento da frequência cardíaca).

Reações de frequência desconhecida

Alteração no eletrocardiograma chamada prolongamento do intervalo QT, alteração no ritmo do coração (arritmia ventricular), “torsades de pointes” * (uma alteração específica do eletrocardiograma).

*Estas reações foram relatadas durante o período de observação pós-comercialização e foram observadas predominantemente entre pacientes com mais fatores de risco para prolongamento do intervalo QT.

Distúrbios vasculares

Reações raras

Dilatação dos vasos sanguíneos, pressão arterial baixa e desmaio (síncope).

Reações muito raras

Inflamação dos vasos sanguíneos (vasculite).

Distúrbios respiratórios

Reações raras

Falta de ar (dispneia), incluindo condição asmática.

Distúrbios gastrintestinais

Reações comuns

Enjoo e diarreia.

Reações incomuns

Vômitos, dores gastrintestinais e abdominais, dispepsia (má digestão) e gases.

Reações muito raras

Pancreatite (inflamação do pâncreas).

Distúrbios hepatobiliares

Reações incomuns

Aumento das transaminases (enzimas do fígado) e aumento da bilirrubina.

Reações raras

Comprometimento do funcionamento do fígado, icterícia (coloração amarelada da pele) e hepatite (inflamação do fígado) não infecciosa.

Reações muito raras

Morte das células do fígado que muito raramente evolui para insuficiência hepática com risco para a vida.

Lesões da pele e do tecido subcutâneo

Reações incomuns

Vermelhidão da pele (rash cutâneo), coceira e urticária (reação alérgica de pele).

Reações raras

Sensibilidade à luz e formação de bolhas.

Reações muito raras

Hemorragias pontilhadas da pele (petéquias), eritema nodoso e eritema multiforme (lesões de pele), síndrome de Stevens-Johnson (reação grave de pele caracterizada por bolhas), com potencial risco para a vida, e necrólise epidérmica tóxica (reações graves de pele, com potencial risco para a vida).

Reações de frequência desconhecida

Pustulose exantemática generalizada aguda (reação cutânea grave).

Distúrbios ósseos, do tecido conjuntivo e musculoesqueléticos

Reações incomuns

Dor nas articulações.

Reações raras

Dor muscular, inflamação nas articulações (artrite), aumento do tônus muscular e cãibras.

Reações muito raras

Fraqueza muscular, inflamação dos tendões (tendinite), rupturas de tendões (predominantemente do tendão de Aquiles) e piora dos sintomas da miastenia grave (doença muscular grave).

Distúrbios renais e urinários

Reações incomuns

Alteração do funcionamento dos rins.

Reações raras

Inflamação dos rins (nefrite túbulo-intersticial), insuficiência renal (alteração da função dos rins), presença de sangue e de cristais na urina.

Distúrbios gerais

Reações incomuns

Dor inespecífica, mal-estar geral, febre.

Reações raras

Inchaço, transpiração excessiva.

Reações muito raras

Alterações do modo de andar.

Investigações

Reações incomuns

Aumento da enzima hepática fosfatase alcalina no sangue.

Reações raras

Alteração no exame de coagulação (nível anormal de protrombina) e aumento da amilase (enzima que avalia a função do pâncreas).

Reações de frequência desconhecida

Aumento da razão normalizada internacional (RNI) que avalia a coagulação sanguínea (em pacientes tratados com antagonistas de vitamina K).

As seguintes reações adversas tiveram categoria de frequência mais elevada nos subgrupos de pacientes recebendo tratamento intravenoso ou sequencial (intravenoso para oral):

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:175px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Comum (entre 1 e 10 a cada 100 pessoas podem apresent&#xE1;-las)</strong></p> </td> <td style=\"width:281px\"> <p style=\"text-align:center\">V&#xF4;mito; aumento transit&#xF3;rio das transaminases (enzimas do f&#xED;gado); vermelhid&#xE3;o da pele (erup&#xE7;&#xE3;o na pele)</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:175px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Incomum (entre 1 e 10 a cada 1.000 pessoas podem apresent&#xE1;-las)</strong></p> </td> <td style=\"width:281px\"> <p style=\"text-align:center\">Trombocitopenia (redu&#xE7;&#xE3;o das plaquetas, c&#xE9;lulas respons&#xE1;veis pela coagula&#xE7;&#xE3;o); plaquetose (aumento persistente das plaquetas no sangue); confus&#xE3;o mental e desorienta&#xE7;&#xE3;o; alucina&#xE7;&#xF5;es; sensa&#xE7;&#xF5;es anormais, como por exemplo, de formigamento, dorm&#xEA;ncia (parestesia, disestesia); convuls&#xF5;es (ataques prolongados, repetidos ou cont&#xED;nuos); vertigem; altera&#xE7;&#xF5;es da vis&#xE3;o; perda de audi&#xE7;&#xE3;o; aumento da frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca; vasodilata&#xE7;&#xE3;o (dilata&#xE7;&#xE3;o dos vasos sangu&#xED;neos); <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hipotens&#xE3;o</a> (diminui&#xE7;&#xE3;o da press&#xE3;o arterial); altera&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica (do f&#xED;gado); icter&#xED;cia (colora&#xE7;&#xE3;o amarelada da pele); insufici&#xEA;ncia renal (mau funcionamento dos rins); <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-tipos-cerebral-pulmonar-etc-e-tratamento/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">edema</a> (incha&#xE7;o)</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:175px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Rara (entre 1 e 10 a cada 10.000 pessoas podem apresent&#xE1;-las)</strong></p> </td> <td style=\"width:281px\"> <p style=\"text-align:center\">Pancitopenia (perigosa queda no n&#xFA;mero de gl&#xF3;bulos vermelhos, brancos e plaquetas, com poss&#xED;vel risco para a vida); fun&#xE7;&#xE3;o da medula &#xF3;ssea reduzida; choque anafil&#xE1;tico (rea&#xE7;&#xE3;o al&#xE9;rgica grave, com poss&#xED;vel risco para a vida); rea&#xE7;&#xF5;es psic&#xF3;ticas (dist&#xFA;rbios mentais, potencialmente levando &#xE0; comportamentos autodestrutivos, como ideias/pensamentos suicidas e tentativa de suic&#xED;dio ou suic&#xED;dio, ou alucina&#xE7;&#xF5;es); enxaqueca; dist&#xFA;rbios do olfato; audi&#xE7;&#xE3;o alterada; vasculite (inflama&#xE7;&#xE3;o da parede dos vasos); pancreatite (inflama&#xE7;&#xE3;o do p&#xE2;ncreas); necrose hep&#xE1;tica (morte de c&#xE9;lulas do f&#xED;gado, que muito raramente evolui para insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica com risco para a vida); pet&#xE9;quias (hemorragias pontilhadas da pele); ruptura de tend&#xE3;o (predominantemente do tend&#xE3;o de Aquiles &#x2013; o tend&#xE3;o grande que fica na parte de tr&#xE1;s do tornozelo)</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Crianças

A incidência de artropatia (inflamação das articulações), mencionada acima, refere-se a dados coletados em estudos com adultos. Em crianças, artropatia é relatada frequentemente.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

Qual a composição do Urcip?

Cada comprimido revestido contém:

582 mg de&nbsp;cloridrato de ciprofloxacino (equivalente a 500 mg de ciprofloxacino).

Excipientes: celulose microcristalina, amido, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, hipromelose, dióxido de titânio e macrogol.

Apresentação do&nbsp;Urcip

{"tag":"hr","value":" <p>Comprimidos revestidos de 500 mg. Embalagens com 6 ou 14 comprimidos.</p> <p><strong>Uso oral.</strong></p> <p><strong>Uso adulto.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Urcip maior do que a recomendada?

Há relatos de alguns casos de toxicidade renal reversível após superdose aguda. Nesses casos, a função renal deve ser monitorada pelo médico. Os pacientes devem ser mantidos bem hidratados. A administração de produtos que contêm magnésio ou cálcio neutraliza o ácido do estômago e reduz a absorção de ciprofloxacino. Caso você ingira uma quantidade do medicamento maior do que a prescrita, consulte seu médico imediatamente, pois este medicamento pode causar dano renal.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Urcip com outros remédios?

A seguir, constam alguns medicamentos cujo efeito pode ser alterado se tomados com Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) ou que podem influenciar o efeito de Urcip (cloridrato de ciprofloxacino). Fale com seu médico caso esteja tomando algum desses medicamentos.

Medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT: cloridrato de ciprofloxacino, como outros medicamentos da mesma classe (fluoroquinolonas), deve ser utilizado com cautela em pacientes que estejam recebendo medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT (por exemplo, antiarrítmicos de classe III ou IA, antidepressivos tricíclicos, antibióticos macrolídeos, antipsicóticos).

Produtos contendo ferro, magnésio, alumínio ou cálcio: o uso simultâneo com antiácidos, produtos contendo ferro, magnésio, alumínio ou cálcio (por exemplo, suplementos minerais) reduz a absorção de ciprofloxacino. O mesmo acontece com sucralfato (usado para tratamento de azia, indigestão ou úlcera no estômago ou intestino) ou antiácidos (usados para indigestão), didanosina (usado no tratamento da AIDS), polímeros ligantes de fosfato, por exemplo, sevelâmer e carbonato de lantânio (para diminuição dos níveis de fosfato em pacientes com problemas nos rins), soluções nutrientes. Bebidas e laticínios enriquecidos com minerais, por exemplo, leite, iogurte, suco de laranja enriquecido com cálcio, devem ser evitados, pois podem reduzir a absorção de cloridrato de ciprofloxacino. Contudo, o cálcio da dieta, proveniente da alimentação normal, não afeta significativamente a absorção. Por isso, cloridrato de ciprofloxacino deve ser tomado 1 a 2 horas antes ou não menos que 4 horas depois desses produtos. Esta restrição não inclui os antiácidos bloqueadores de receptores H2 (por exemplo, cimetidina, ranitidina). O uso simultâneo de cloridrato de ciprofloxacino e probenecida (tratamento complementar de infecções, por exemplo, gota) aumenta a concentração de ciprofloxacino no sangue.

A metoclopramida (utilizada para náuseas e vômitos) acelera a absorção de ciprofloxacino, que atinge a concentração máxima no sangue mais rapidamente que o usual.

O uso simultâneo de cloridrato de ciprofloxacino e omeprazol (utilizado para azia, indigestão, úlceras no estômago ou intestino) pode levar a uma leve diminuição do efeito do ciprofloxacino.

Não se deve administrar cloridrato de ciprofloxacino com tizanidina (relaxante muscular), pois pode ocorrer um aumento indesejável nas concentrações de tizanidina no sangue, associado aos efeitos colaterais clinicamente importantes induzidos por esta, como queda da pressão e sonolência.

A teofilina (medicamento para a asma) quando usada em conjunto com o cloridrato de ciprofloxacino, pode ter sua concentração aumentada no sangue, o que favorece um aumento da frequência dos efeitos indesejáveis induzidos pela teofilina.

Em casos muito raros, esses efeitos indesejáveis podem colocar a vida em risco ou ser fatais. Se o uso de ambos for inevitável, a concentração de teofilina no sangue deve ser observada e a dose reduzida conforme a necessidade. Foi relatado que o uso de ciprofloxacino e medicamentos contendo derivados da xantina, como por exemplo, cafeína e pentoxifilina (oxpentifilina) (para distúrbios circulatórios), elevou a concentração destas substâncias no sangue. Fale com seu médico.

Em pacientes recebendo cloridrato de ciprofloxacino e fenitoína (antiepilético) ao mesmo tempo, foi observado nível alterado (diminuído ou aumentado) de fenitoína no sangue. É recomendado o monitoramento da terapia com fenitoína, incluindo medições de concentração de fenitoína no sangue, durante e imediatamente após a administração simultânea de cloridrato de ciprofloxacino e fenitoína, para evitar a perda do controle de convulsões associadas aos níveis diminuídos de fenitoína e para evitar efeitos indesejáveis relacionados à superdose de fenitoína quando o cloridrato de ciprofloxacino é descontinuado em pacientes que estejam recebendo ambos.

O uso simultâneo com cloridrato de ciprofloxacino pode retardar a excreção do metotrexato (imunossupressor usado para o tratamento de alguns tipos de câncer, psoríase e artrite reumatoide), aumentando o nível sanguíneo deste.

Anti-inflamatórios não esteroides, por exemplo, o ibuprofeno (para dor, febre ou inflamação): estudos em animais mostraram que o uso combinado de doses muito altas de quinolonas e certos anti-inflamatórios não-esteroides podem desencadear convulsões. Isto não se refere aos que contêm ácido acetilsalicílico.

Observou-se em alguns casos aumento transitório da concentração de creatinina no sangue, que avalia a função renal, ao se administrar cloridrato de ciprofloxacino simultaneamente com ciclosporina (imunossupressor usado em doenças de pele, artrite reumatoide e transplante de órgãos). Nesses casos é necessário controlar frequentemente (duas vezes por semana) a concentração de creatinina.

A administração simultânea de ciprofloxacino com substâncias antagonistas da vitamina K, como por exemplo, varfarina, acenocumarol, femprocumona, fluindiona, pode aumentar os efeitos anticoagulantes destas. Fale com seu médico.

O uso simultâneo de cloridrato de ciprofloxacino e antidiabéticos orais (para diminuição dos níveis de açúcar no sangue) principalmente sulfonilureias, como por exemplo, glibenclamida, glimepiridina, pode provocar diminuição de açúcar no sangue (hipoglicemia), possivelmente por intensificar a ação do antidiabético oral.

O uso simultâneo de cloridrato de ciprofloxacino e duloxetina (antidepressivo) pode levar a um aumento da duloxetina no sangue.

No uso concomitante de cloridrato de ciprofloxacino com ropinirol (medicamento para doença de Parkinson), seu médico deverá monitorar os efeitos indesejáveis e realizar o ajuste de dose de ropinirol.

No uso de cloridrato de ciprofloxacino com lidocaína (para doenças cardíacas e anestésico local), podem ocorrer interações entre estas substâncias, acompanhadas de efeitos secundários. A concentração de clozapina (antipsicótico, usado na esquizofrenia) no sangue aumenta se administrada junto com cloridrato de ciprofloxacino. Seu médico deverá monitorar e ajustar a dose de clozapina apropriadamente durante e logo após a administração simultânea destas substâncias.

O uso simultâneo de sildenafila (por exemplo, para disfunção erétil) e ciprofloxacino mostrou aumentar a concentração de sildenafila no sangue, por isso, seu médico deverá considerar os riscos e benefícios ao recomendar o uso conjunto destas substâncias.

Foi demonstrado em estudos clínicos que a fluvoxamina, potente inibidor da isoenzima 1A2 do CYP450, aumentou a agomelatina (medicamento utilizado para depressão) no sangue. Apesar de não haver dados clínicos disponíveis para uma possível interação com ciprofloxacino, inibidor moderado da isoenzima 1A2 do CYP450, efeitos similares podem ser esperados na administração concomitante.

A coadministração do ciprofloxacino pode aumentar os níveis sanguíneos de zolpidem (medicamento utilizado para distúrbios do sono). O uso concomitante não é recomendado.

Informe ao seu médico se você estiver usando ou usou recentemente qualquer outro medicamento, inclusive aqueles adquiridos sem prescrição médica.

Interações com exames

O ciprofloxacino demonstrou em testes in vitro capacidade de interferir no teste de cultura de um tipo de bactéria – Mycobacterium tuberculosis – causando resultado falso-negativo em pacientes fazendo uso de ciprofloxacino. Fale com seu médico ou laboratório que você está tomando ciprofloxacino.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Urcip com alimentos?

Comprimido 500mg

A administração concomitante de Cloridrato de Ciprofloxacino e laticínios ou bebidas enriquecidas com minerais (por exemplo, leite, iogurte, suco de laranja enriquecido com cálcio) deve ser evitada porque a absorção do Cloridrato de Ciprofloxacino pode ser reduzida. Contudo, o cálcio da dieta, proveniente da alimentação normal, não afeta significativamente a absorção.

Qual a ação da substância do Urcip (Cloridrato de Ciprofloxacino)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Pomada Oft&#xE1;lmica / Solu&#xE7;&#xE3;o Oft&#xE1;lmica</h3> <p>Foram realizados dois estudos multic&#xEA;ntricos, prospectivos, duplo-cegos e randomizados. No primeiro estudo, a efic&#xE1;cia da ciprofloxacina foi comparada com placebo (ve&#xED;culo da ciprofloxacina). No segundo estudo a ciprofloxacina foi comparada com a <a href=\"https://consultaremedios.com.br/tobramicina/bula\" target=\"_blank\">tobramicina</a>. Os resultados mostraram que no primeiro estudo a ciprofloxacina foi significativamente mais eficaz do que o placebo (p &lt; 0,001). No segundo estudo, a ciprofloxacina e a tobramicina foram igualmente eficazes. A ciprofloxacina aplicada topicamente erradicou ou reduziu todas as esp&#xE9;cies bacterianas isoladas, confirmando sua utilidade no tratamento das infec&#xE7;&#xF5;es oculares externas.<sup>1</sup></p> <p>Em um outro estudo aberto, multic&#xEA;ntrico, prospectivo, Leibowitz HM. estudou a efic&#xE1;cia da ciprofloxacina no tratamento das ceratites bacterianas.<sup>2</sup></p> <p>Os pacientes foram tratados com ciprofloxacina em compara&#xE7;&#xE3;o com outros antibi&#xF3;ticos utilizados rotineiramente.</p> <p>O tratamento com a ciprofloxacina atingiu um &#xED;ndice de sucesso de 91,9% entre todos os pacientes tratados apenas com aplica&#xE7;&#xE3;o t&#xF3;pica de ciprofloxacina. Os resultados mostraram que os sintomas e sinais desapareceram ou melhoraram durante o tratamento com a ciprofloxacina, ou seja, a ciprofloxacina se mostrou igualmente eficaz na capacidade de erradicar as infec&#xE7;&#xF5;es bacterianas da c&#xF3;rnea. O estudo conclui que a ciprofloxacina, tanto do ponto de vista cl&#xED;nico quanto microbiol&#xF3;gico, &#xE9; segura e eficaz como monoterapia nas &#xFA;lceras de c&#xF3;rnea bacterianas.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1 Leibowitz HM. Antibacterial effectiveness of ciprofloxacin 0,3% ophthalmic solution in the treatment of bacterial conjunctivitis. A J Ophthalmol. 1991, 112:29S-33S.<br> 2 Leibowitz HM. Clinical evaluation of ciprofloxacin 0,3% ophthalmic solution for treatment of bacterial keratitis. A J Ophthalmol. 1991, 112:34S-47S.</br></span></p> <h3>Comprimido 500mg</h3> <p>Os resultados das experi&#xEA;ncias cl&#xED;nicas realizadas e documentadas demonstraram que os microrganismos causadores das infec&#xE7;&#xF5;es foram erradicados em 81,9% dos casos.<sup>1</sup></p> <p>Clinicamente, quase 94,2% dos pacientes apresentaram melhora acentuada ou recupera&#xE7;&#xE3;o completa.<sup>1</sup></p> <p>Os resultados das pesquisas cl&#xED;nicas confirmam a excelente atividade <em>in vitro</em> do Cloridrato de Ciprofloxacino. Os microrganismos mais comuns foram E. coli e <em>Pseudomonas aeruginosa</em>.<sup>1</sup> Os percentuais de erradica&#xE7;&#xE3;o para os pat&#xF3;genos gramnegativos, tais como a <em>E. coli</em> (95%), <em>Proteus sp</em> (97 - 100%), <em>Salmonella sp</em> (100%), <em>Haemophilus influenzae</em> (95%) e tamb&#xE9;m para os organismos gram positivos, <em>Streptococcus pneumoniae</em> (&gt;80%) e <em>Staphylococcus sp</em> (&gt;80%) em particular, juntamente com os resultados favor&#xE1;veis contra <em>Pseudomonas aeruginosa</em> (74%), alcan&#xE7;ados com tratamento via oral, demonstram o amplo espectro de atividade do Cloridrato de Ciprofloxacino.<sup>1,16</sup></p> <p><strong>Os &#xED;ndices de cura ou melhora das condi&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas encontrados nas diferentes infec&#xE7;&#xF5;es foram os seguintes:</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:604px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Trato respirat&#xF3;rio inferior e superior</strong></p> </td> <td style=\"width:622px\"> <p style=\"text-align:center\">&gt;85%<sup>2,3</sup></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:604px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Trato urin&#xE1;rio n&#xE3;o complicadas</strong></p> </td> <td style=\"width:622px\"> <p style=\"text-align:center\">&gt;90%<sup>4</sup></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:604px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Trato urin&#xE1;rio complicadas</strong></p> </td> <td style=\"width:622px\"> <p style=\"text-align:center\">97 - 100%<sup>5</sup></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:604px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pele e tecidos moles</strong></p> </td> <td style=\"width:622px\"> <p style=\"text-align:center\">90%<sup>1,6</sup></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:604px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Ossos e articula&#xE7;&#xF5;es</strong></p> </td> <td style=\"width:622px\"> <p style=\"text-align:center\">75%<sup>7,8</sup></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:604px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Gastrintestinais</strong></p> </td> <td style=\"width:622px\"> <p style=\"text-align:center\">100%<sup>9,10</sup></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:604px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Bacteremia/septicemia</strong></p> </td> <td style=\"width:622px\"> <p style=\"text-align:center\">94%<sup>11</sup></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:604px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Ginecol&#xF3;gicas</strong></p> </td> <td style=\"width:622px\"> <p style=\"text-align:center\">92%<sup>12</sup></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:604px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Otite maligna externa</strong></p> </td> <td style=\"width:622px\"> <p style=\"text-align:center\">90%<sup>13,15</sup></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:604px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Prostatite cr&#xF4;nica</strong></p> </td> <td style=\"width:622px\"> <p style=\"text-align:center\">84 - 91%<sup>14</sup></p> </td> </tr> </tbody> </table> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Schacht P, Arcieri G, Branolte J, et al. Worldwide clinical data on efficacy and safety of ciprofloxacin. Infection 1988; 16 (Suppl.1): 29-44.<br> 2. Moller M. Ciprofloxacin therapy in outpatients with lower respiratory tract infections. International Journal of Clinical Practice 1990; 6 (Suppl. 1): 72-76.<br> 3. Piccirillo JF, Parnes SM. Ciprofloxacin for the treatment of chronic ear disease. Laryngoscope 99 1990; 510-513.<br> 4. Abbas AMA, Chandra V, Dongaonkar PP, et al. Ciprofloxacion versus amoxycillin/clavulanic acid in the treatment of urinary tract infections on general practice. Journal of Antimicrobial Chemotherapy 1989; 24: 235-239.<br> 5. Fass RJ. Efficacy and safety of oral ciprofloxacin for treatment of serius urinary tract infections. Antimicrobial Agents and Chemotherapy 1987; 31: 148-150.<br> 6. Campoli-Richards DM, Monk JP, Price A, et al. Ciprofloxacin. A review of its antibacterial activity, pharmacokinetic proprerties and therapeutic use. Drugs 1988; 35: 373-447.<br> 7. Norrby SR. Ciprofloxacin in the treatment of acute and chronic osteomyelitis: a review. Scandinavian Journal of Infection Diseases 1989; 60 (Suppl.): 74-78.</br></br></br></br></br></br></span></p>"}

500mg, caixa com 14 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Cloridrato De Ciprofloxacino
Classe Terapêutica
:
Fluorquinolonas Orais
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca 2 vias (Antibiótico - Venda Sob Prescrição Médica mediante Retenção da Receita)
Categoria
:
Antibióticos
Especialidade
:
Gastroenterologia, Oftalmologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Urcip, para o que é indicado e para o que serve?

As indicações de Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) são as seguintes:

Adultos
Para o tratamento de infecções complicadas e não complicadas causadas por microrganismos sensíveis ao ciprofloxacino:
  • <li>Do trato respirat&#xF3;rio. Muitos dos microrganismos, p. ex. <em>Klebsiella, Enterobacter, Proteus, E. coli, Pseudomonas, Haemophilus, Moraxella, Legionella e Staphylococcus</em> reagem com muita sensibilidade ao Urcip (cloridrato de ciprofloxacino). A maioria dos casos de <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/pneumonia/c" target="_blank">pneumonia</a> que n&#xE3;o necessitam de tratamento hospitalar &#xE9; causada por <em>Streptococcus pneumoniae</em>. Nesses casos, Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) n&#xE3;o &#xE9; o medicamento de primeira escolha;</li> <li>Do ouvido m&#xE9;dio (<a href="https://consultaremedios.com.br/doenca-nos-ouvidos/otite/c" target="_blank">otite</a> m&#xE9;dia) e dos seios paranasais (<a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/sinusite/c" target="_blank">sinusite</a>), especialmente se causadas por <em>Pseudomonas ou Staphylococcus</em>;</li> <li>Dos olhos;<br> Dos rins e/ou do trato urin&#xE1;rio eferente;</br></li> <li>Dos &#xF3;rg&#xE3;os reprodutores, inclusive inflama&#xE7;&#xE3;o dos ov&#xE1;rios e das tubas uterinas (anexite), <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/dsts/gonorreia/c" target="_blank">gonorreia</a> e infec&#xE7;&#xF5;es da pr&#xF3;stata (prostatite);</li> <li>Da cavidade abdominal, p. ex. do est&#xF4;mago e intestino (trato gastrintestinal), do trato biliar e da membrana serosa que reveste internamente as paredes do abdome (perit&#xF4;nio);</li> <li>Da pele e de tecidos moles;</li> <li>Dos ossos e articula&#xE7;&#xF5;es.</li>

Infecção generalizada (septicemia).

Infecções ou risco de infecção (profilaxia) em pacientes com sistema imunológico comprometido, por exemplo, pacientes em tratamento com medicamentos que inibem as defesas imunológicas naturais do organismo ou pacientes com número reduzido de glóbulos brancos do sangue. Eliminação seletiva de bactérias do intestino durante tratamento com medicamentos que inibem o sistema imunológico do organismo.

Descontaminação intestinal seletiva em pacientes sob tratamento com imunossupressores.

Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) não é eficaz contra Treponema pallidum (causador da sífilis).

Crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos

Para infecção aguda na fibrose cística (distúrbio hereditário que aumenta a produção e a viscosidade das secreções nos brônquios e no trato digestivo) causada por Pseudomonas aeruginosa se não houver possibilidade de outros tratamentos injetáveis mais eficazes. Não se recomenda Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) para outras indicações.

Antraz por inalação (após exposição) em adultos e crianças

Para reduzir a incidência ou progressão da doença após inalação de bacilos de antraz (Bacillus anthracis).

Como o&nbsp;Urcip funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>O ciprofloxacino, componente ativo de Urcip (cloridrato de ciprofloxacino), pertence ao grupo das quinolonas. As quinolonas bloqueiam determinadas enzimas de bact&#xE9;rias que t&#xEA;m um papel fundamental no metabolismo e na reprodu&#xE7;&#xE3;o bacteriana, matando as bact&#xE9;rias causadoras da doen&#xE7;a.</p> "}

Quais as contraindicações do Urcip?

Não use Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) nas seguintes situações:

  • <li>Alergia (hipersensibilidade) &#xE0; subst&#xE2;ncia ativa ciprofloxacino, aos medicamentos contendo outras quinolonas ou a qualquer componente da f&#xF3;rmula. Sinais de alergia podem incluir coceira, vermelhid&#xE3;o na pele, dificuldade para respirar ou incha&#xE7;o das m&#xE3;os, garganta, boca ou p&#xE1;lpebra;</li> <li>Uso concomitante de tizanidina (um <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/relaxante-muscular/c" target="_blank">relaxante muscular</a>).</li>

Como usar o Urcip?

Não altere a dose nem a duração do tratamento indicados por seu médico. Os comprimidos devem ser ingeridos inteiros, com líquido. Não é preciso tomar o comprimido junto com as refeições. Tomar os comprimidos com estômago vazio acelera a absorção. Este medicamento não deve ser tomado com laticínios ou bebidas enriquecidas com minerais (por exemplo, leite, iogurte ou suco de laranja enriquecido com cálcio). No entanto, a absorção não é afetada significativamente por refeições que contenham cálcio.

Se estiver tomando também medicamentos ou suplementos contendo minerais como o cálcio, magnésio, alumínio, assim como certos tipos de antiácidos usados para tratamento de indigestão, o cloridrato de ciprofloxacino deverá ser tomado 1 a 2 horas antes ou pelo menos 4 horas depois desses produtos. Se o paciente não for capaz de engolir os comprimidos, recomenda-se iniciar o tratamento com ciprofloxacino injetável para terapia intravenosa.

Dosagem

A dosagem geralmente recomendada pelo médico é a seguinte:
Adultos
Dose diária recomendada de ciprofloxacino oral em adultos
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"width:806px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Indica&#xE7;&#xF5;es</strong></p> </td> <td style=\"width:420px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Dose di&#xE1;ria para adultos de ciprofloxacino (mg) via oral</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"width:806px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xF5;es do trato respirat&#xF3;rio (dependendo da gravidade e do microrganismo)</p> </td> <td style=\"width:420px\"> <p style=\"text-align:center\">2 x 250 mg a 500 mg</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:384px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xF5;es do trato urin&#xE1;rio</p> </td> <td style=\"width:417px\"> <p style=\"text-align:center\">Aguda, n&#xE3;o complicada</p> </td> <td style=\"width:420px\"> <p style=\"text-align:center\">1 a 2 x 250 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:417px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-urinario/cistite/c\" target=\"_blank\">Cistite</a> em mulheres (antes da <a href=\"https://consultaremedios.com.br/saude-da-mulher/menopausa/c\" target=\"_blank\">menopausa</a>)</p> </td> <td style=\"width:420px\"> <p style=\"text-align:center\">Dose &#xFA;nica 250 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:417px\"> <p style=\"text-align:center\">Complicada</p> </td> <td style=\"width:420px\"> <p style=\"text-align:center\">2 x 250 mg a 500 mg</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:384px\"> <p style=\"text-align:center\">Gonorreia</p> </td> <td style=\"width:417px\"> <p style=\"text-align:center\">Extragenital</p> </td> <td style=\"width:420px\"> <p style=\"text-align:center\">Dose &#xFA;nica 250 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:417px\"> <p style=\"text-align:center\">Aguda, n&#xE3;o complicada</p> </td> <td style=\"width:420px\"> <p style=\"text-align:center\">Dose &#xFA;nica 250 mg</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"width:806px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c\" target=\"_blank\">Diarreia</a></p> </td> <td style=\"width:420px\"> <p style=\"text-align:center\">1 a 2 x 500 mg</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"width:806px\"> <p style=\"text-align:center\">Outras infec&#xE7;&#xF5;es</p> </td> <td style=\"width:420px\"> <p style=\"text-align:center\">2 x 500 mg</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"5\" style=\"width:384px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xF5;es graves, com risco para a vida: Principalmente quando causadas por <em>Pseudomonas, Staphylococcus ou Streptococcus</em></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:417px\">Pneumonia estreptoc&#xF3;cica</td> <td colspan=\"1\" rowspan=\"5\" style=\"width:420px\"> <p style=\"text-align:center\">2 x 750 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:417px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xF5;es recorrentes em fibrose c&#xED;stica</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:417px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xF5;es &#xF3;sseas e das articula&#xE7;&#xF5;es</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:417px\"> <p style=\"text-align:center\">Septicemia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:417px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/peritonite/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Peritonite</a></p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}
Crianças e adolescentes

A dose oral recomendada para infecção aguda causada por P. aeruginosa em pacientes (idade entre 5 e 17 anos) com mucoviscidose é 20 mg de ciprofloxacino/kg de peso corpóreo 2 x por dia (máximo 1.500 mg de ciprofloxacino/dia).

Antraz
Adultos

500 mg de ciprofloxacino duas vezes por dia.

Crianças

15 mg de ciprofloxacino/kg de peso corpóreo duas vezes por dia. A dose máxima para crianças não deve exceder 500 mg (dose máxima diária: 1000 mg).

O tratamento deve começar imediatamente após a suspeita ou confirmação da inalação dos patógenos de antraz.

Se o paciente não for capaz de engolir os comprimidos, recomenda-se iniciar o tratamento com cloridrato de ciprofloxacino solução para infusão para terapia intravenosa.

Informações adicionais para populações especiais

Pacientes idosos

Pacientes idosos devem receber a menor dose de acordo com a gravidade da doença e com a sua função renal.

Pacientes com mau funcionamento dos rins e do fígado
Adultos
  • <li>Recomendam-se as seguintes doses para a disfun&#xE7;&#xE3;o renal moderada ou grave: <ul> <li>Depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina entre 30 e 60 mL/min (creatinina s&#xE9;rica entre 1,4 e 1,9 mg/100 mL), a dose m&#xE1;xima para administra&#xE7;&#xE3;o oral &#xE9; de 1000 mg de ciprofloxacino por dia.</li> <li>Depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina inferior a 30 mL/min (creatinina s&#xE9;rica igual ou superior a 2 mg/100 mL), a dose m&#xE1;xima para administra&#xE7;&#xE3;o oral &#xE9; de 500 mg de ciprofloxacino por dia.</li> </ul> </li> <li>Disfun&#xE7;&#xE3;o renal e sob <a href="https://consultaremedios.com.br/produtos-hospitalares/hemodialise/c" target="_blank">hemodi&#xE1;lise</a> &#xE9; a mesma dose ap&#xF3;s cada sess&#xE3;o de di&#xE1;lise que os pacientes com disfun&#xE7;&#xE3;o renal moderada ou grave (veja item 1).</li> <li>Disfun&#xE7;&#xE3;o renal e em di&#xE1;lise peritoneal ambulatorial cont&#xED;nua (DPAC): administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg de ciprofloxacino oral (ou 2 x 250 mg).</li> <li>N&#xE3;o &#xE9; preciso ajustar a dose em caso de mau funcionamento do f&#xED;gado.</li> <li>Em caso de mau funcionamento do f&#xED;gado e dos rins, a dose deve ser a mesma usada para disfun&#xE7;&#xE3;o renal. Pode ser necess&#xE1;rio monitorar a concentra&#xE7;&#xE3;o de ciprofloxacino no sangue.</li>
Crianças e adolescentes

Doses em crianças e adolescentes com funções renal e/ou hepática alteradas não foram estudadas.

Duração do tratamento

A duração do tratamento depende da gravidade da doença e do curso clínico e bacteriológico. Em geral, o tratamento deve sempre prosseguir por pelo menos 3 dias após a febre e os sinais clínicos terem desaparecido.

Em geral, a duração média do tratamento é:
Adultos
  • <li>1 dia para gonorreia e cistite agudas n&#xE3;o complicadas;</li> <li>At&#xE9; 7 dias para infec&#xE7;&#xF5;es dos rins, trato urin&#xE1;rio e cavidade abdominal;</li> <li>Em pacientes com baixa resist&#xEA;ncia (sistema imunol&#xF3;gico comprometido), o tratamento deve prosseguir enquanto a contagem total de gl&#xF3;bulos brancos estiver reduzida (fase neutrop&#xEA;nica);</li> <li>No m&#xE1;ximo 2 meses para <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-osteomielite-diagnostico-tratamento-tem-cura-pode-matar/" rel="noopener" target="_blank">osteomielite</a> (infec&#xE7;&#xE3;o &#xF3;ssea);</li> <li>7-14 dias para todas as outras infec&#xE7;&#xF5;es.</li>

Em infecções estreptocócicas, o tratamento deve continuar por pelo menos 10 dias, por risco de complicações tardias.

Igualmente, as infecções por Chlamydia spp. devem ser tratadas durante pelo menos 10 dias.

Crianças e adolescentes com idade entre 5 e 17 anos

10-14 dias para episódios de infecção aguda de fibrose cística causada por Pseudomonas aeruginosa.

Antraz

60 dias de tratamento para terapia imediata e para tratamento de infecções após a inalação de patógenos de antraz.

Efeitos da descontinuação do tratamento com Urcip (cloridrato de ciprofloxacino)

Se você quiser interromper o tratamento com este medicamento ou parar de tomá-lo antes do previsto por se sentir melhor ou porque está sofrendo efeitos colaterais, fale antes com seu médico. Se você parar de tomar Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) sem antes falar com seu médico, as bactérias que causaram a infecção poderão recomeçar a se reproduzir e sua condição poderá piorar bastante.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o&nbsp;Urcip?

{"tag":"hr","value":" <p>Tome a dose assim que poss&#xED;vel e, em seguida, continue tomando conforme prescrito. Entretanto, se estiver pr&#xF3;ximo da hora da dose seguinte, n&#xE3;o tome a dose esquecida e continue como habitual. N&#xE3;o tome duas doses para compensar a dose esquecida. Certifique-se de completar o tratamento. Converse com seu m&#xE9;dico.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Urcip?

Caso apresente qualquer uma destas condições descritas abaixo, durante o tratamento com Urcip (cloridrato de ciprofloxacino), informe seu médico imediatamente. O seu médico decidirá se o tratamento com Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) deverá ser interrompido.

Para o tratamento de infecções graves, infecções por Staphylococcus e infecções por bactérias anaeróbias, o Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) deve ser utilizado em associação a um antibiótico apropriado. Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) não é recomendado para o tratamento de pneumonia causada por Streptococcus pneumoniae devido à eficácia limitada contra este agente bacteriano.

As infecções dos órgãos genitais podem ser causadas por isolados de Neisseria gonorrhoeae resistentes à fluoroquinolonas. É muito importante obter informações locais sobre a prevalência de resistência ao ciprofloxacino e confirmar a sensibilidade por meio de exames laboratoriais.

Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) está associado a casos de prolongamento do intervalo QT (uma alteração do eletrocardiograma). As mulheres podem ser mais sensíveis aos medicamentos que prolonguem o intervalo QTc, uma vez que tendem a ter um intervalo QTc basal mais longo em comparação aos homens. Pacientes idosos podem também ser mais sensíveis aos efeitos associados ao medicamento sobre o intervalo QT. Deve-se ter cautela ao utilizar Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) junto com medicamentos que podem resultar em prolongamento do intervalo QT (por exemplo, antiarrítmicos de classe III ou IA, antidepressivos tricíclicos, antibióticos macrolídeos, antipsicóticos) ou em pacientes com fatores de risco para prolongamento QT ou “torsades de pointes” (uma alteração específica do eletrocardiograma), por exemplo, síndrome congênita do QT longo, desequilíbrio eletrolítico (sais do organismo) não corrigido, como hipocalemia (baixo nível de potássio no sangue) ou hipomagnesemia (baixo nível de magnésio no sangue) e doenças cardíacas como insuficiência cardíaca, infarto do miocárdio ou bradicardia (ritmo dos batimentos cardíacos muito lento).

Estudos epidemiológicos relatam um aumento do risco de aneurisma (dilatação anormal de artérias) e dissecção (lesão da parede do vaso) da aorta após a ingestão de fluoroquinolonas, particularmente na população idosa. Portanto, as fluoroquinolonas devem ser usadas apenas após avaliação cuidadosa do benefício-risco e após consideração de outras opções terapêuticas em pacientes com história familiar positiva de aneurisma, ou em pacientes diagnosticados com aneurisma aórtico pré-existente e/ou dissecção aórtica, ou na presença de outros fatores de risco ou condições predisponentes para aneurisma e dissecção da aorta (por exemplo, síndrome de Marfan, síndrome de Ehlers-Danlos vascular (distúrbios hereditários do tecido conjuntivo), arterite de Takayasu, arterite de células gigantes (doenças caracterizadas por inflamação das artérias), doença de Behçet (doença que pode causar inflamação das artérias e formação de aneurismas), hipertensão (pressão arterial elevada), aterosclerose conhecida (depósitos de gordura nas paredes dos vasos com formação de placas, que estreitam a luz da artéria e dificultam a passagem do sangue)). Em caso de dor súbita abdominal, no peito ou nas costas, consulte imediatamente um médico.

Em alguns casos, pode ocorrer reação alérgica grave ou súbita (reação/choque anafilático, angioedema), mesmo com uma única dose, há uma pequena chance que você apresente reação alérgica grave com os seguintes sintomas: aperto no peito, sensação de tontura, doente ou fraco, ou sentir tonturas quando ficar de pé. Se isto ocorrer, informe imediatamente seu médico, pois o tratamento com Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) deverá ser interrompido. Em casos muito raros, pode ocorrer inchaço da face, garganta e dificuldade para respirar, podendo progredir para choque, com risco para a vida, às vezes após a primeira administração. Nesses casos, pare imediatamente o uso de Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) e informe seu médico.

Se ocorrer diarreia durante o tratamento com Urcip (cloridrato de ciprofloxacino), converse com seu médico antes de tomar antidiarreicos.

Informe que está utilizando Urcip (cloridrato de ciprofloxacino), caso realize exame de sangue ou urina. Casos de problemas no fígado (necrose hepática e insuficiência hepática) com risco para a vida têm sido relatados com Urcip (cloridrato de ciprofloxacino). No caso de qualquer sinal e sintoma de doença no fígado (como anorexia (diminuição do apetite), icterícia (coloração amarelada da pele), urina escura, prurido (coceira) ou abdômen tenso) pare imediatamente o uso de Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) e informe seu médico.

Pode ocorrer aumento temporário das enzimas do fígado (transaminases, fosfatase alcalina) ou icterícia colestática (cor amarelada da pele decorrente de acúmulo de pigmentos biliares), especialmente em pacientes que já apresentaram alguma doença no fígado, que forem tratados com Urcip (cloridrato de ciprofloxacino).

Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) deve ser usado com cautela em pacientes com miastenia grave (doença muscular) porque os sintomas podem ser exacerbados.

Podem ocorrer tendinite e ruptura do tendão (predominantemente do tendão de Aquiles) com Urcip (cloridrato de ciprofloxacino), algumas vezes bilateral, mesmo dentro das primeiras 48 horas de tratamento. Podem ocorrer inflamação e ruptura de tendão mesmo até vários meses após a descontinuação da terapia com Urcip (cloridrato de ciprofloxacino). O risco de doença nos tendões pode estar aumentado em pacientes idosos ou pacientes tratados concomitantemente com corticosteroides.

Na suspeita de inflamação de tendão, deve-se parar imediatamente o uso de Urcip (cloridrato de ciprofloxacino), consultar o médico e o membro acometido deve ser mantido em repouso evitando esforço físico, até avaliação médica. Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) deve ser usado com cautela nos pacientes com antecedentes de distúrbios de tendão relacionados a tratamentos com quinolonas.

Urcip (cloridrato de ciprofloxacino), assim como outros medicamentos da mesma classe, é conhecido por desencadear convulsões ou diminuir o limiar convulsivo.

Caso sofra de epilepsia, tendência a convulsões ou tenha apresentado convulsões no passado, redução do fluxo sanguíneo cerebral, traumatismo craniano ou antecedente de derrame, Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) deve ser administrado somente se os benefícios do tratamento forem superiores aos possíveis riscos. Esses pacientes correm risco de efeitos indesejáveis no sistema nervoso central. Caso isto ocorra, interrompa o uso de Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) e informe imediatamente seu médico.

Casos de estados epilépticos têm sido relatados. Se ocorrerem convulsões pare imediatamente o uso de Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) e informe o médico. Podem ocorrer reações psiquiátricas após a primeira administração de fluoroquinolonas, incluindo ciprofloxacino.

Em casos raros, podem ocorrer depressão ou reações psicóticas, que podem evoluir para ideias/pensamentos suicidas e comportamento autodestrutivo, como tentativa de suicídio ou suicídio. Nesses casos pare imediatamente o uso de Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) e informe o médico.

Têm sido relatados casos de polineuropatia sensorial ou sensoriomotora, resultando em sensações cutâneas subjetivas, perda ou diminuição de sensibilidade, alteração na sensibilidade dos sentidos ou fraqueza em pacientes recebendo fluoroquinolonas, incluindo Urcip (cloridrato de ciprofloxacino). Caso você desenvolva sintomas neurológicos, tais como dor, queimação, formigamento, dormência ou fraqueza pare imediatamente o uso de Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) e informe o médico.

O ciprofloxacino pode induzir reações de sensibilidade à luz, portanto, os pacientes devem evitar a exposição direta e excessiva ao sol ou à luz ultravioleta (UV). Se aparecerem reações cutâneas similares a queimaduras solares, pare imediatamente o uso de Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) e informe o médico.

Você deve procurar um oftalmologista imediatamente em caso de alterações na visão ou algum sintoma ocular.

Gravidez

Não é recomendado o uso de Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) durante a gravidez. Estudos realizados com animais não evidenciaram malformações do feto, porém não se pode excluir que o medicamento possa causar lesões na cartilagem articular de organismos imaturos. Informe seu médico se você estiver grávida ou desejar engravidar.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Amamentação

Não é recomendado o uso de Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) durante a amamentação, pois o ciprofloxacino é excretado no leite materno e pode ser prejudicial para seu bebê, devido ao risco de dano articular ao feto.

Crianças e adolescentes

Como ocorre com outros antibióticos quinolônicos, o ciprofloxacino pode causar lesão nas articulações que suportam o peso em animais imaturos. Os dados de segurança em menores de 18 anos que sofriam principalmente de fibrose cística não evidenciaram lesão de articulação/cartilagem.

Na faixa etária de 5 a 17 anos pode ser usado no caso específico descrito abaixo:

Dados atuais confirmam o uso de cloridrato de ciprofloxacino para o tratamento de infecção aguda na fibrose cística causada por Pseudomonas aeruginosa em crianças e adolescentes de 5 a 17 anos.

Atualmente a experiência disponível sobre o uso em crianças e adolescentes com outras infecções e crianças com menos de 5 anos é insuficiente. Portanto, não deve ser usado para outras infecções e em menores de 5 anos.

Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) pode ser usado por idosos na menor dose possível estabelecida pelo médico.

Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e operar máquinas

As substâncias do tipo fluoroquinolonas, incluindo o ciprofloxacino, podem prejudicar a habilidade do paciente para dirigir veículos e operar máquinas, devido a uma possível redução de atenção. Em caso de dúvidas, consulte seu médico. Isso ocorre principalmente com o uso em conjunto com bebidas alcoólicas.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Urcip?

Como todo medicamento, Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) pode ocasionar reações adversas, embora nem todas as pessoas as apresentem. Se você apresentar sintomas de hipersensibilidade (grave, reação alérgica súbita) como coceira, erupção na pele, dificuldade em respirar ou inchaço nas mãos, garganta, boca ou pálpebras, interrompa o tratamento com Urcip (cloridrato de ciprofloxacino) e procure imediatamente seu médico ou o hospital mais próximo.

A frequência é indicada da seguinte forma:

  • <li>Muito comum (maior ou igual a 10%);</li> <li>Comum (entre 1% e 10%);</li> <li>Incomum (entre 0,1% e 1%);</li> <li>Rara (entre 0,01% e 0,1%);</li> <li>Muito rara (inferior a 0,01%);</li> <li>Frequ&#xEA;ncia desconhecida (n&#xE3;o pode ser estimada a partir dos dados dispon&#xED;veis).</li>

Se qualquer uma dessas reações se tornar grave ou se você notar qualquer reação adversa não mencionada nesta bula, informe seu médico ou farmacêutico.

Infecções e infestações

Reações incomuns

Superinfecções micóticas (infecção por fungos, junto com infecção bacteriana ou após esta).

Reações raras

Colite (inflamação do intestino grosso) associada ao uso de antibiótico (muito raramente, com possível evolução fatal).

Distúrbios do sistema linfático e sanguíneo

Reações incomuns

Aumento de um tipo de glóbulos brancos do sangue, os eosinófilos (eosinofilia).

Reações raras

Redução dos glóbulos brancos (leucopenia) ou apenas dos glóbulos brancos chamados neutrófilos (neutropenia), redução de glóbulos vermelhos (anemia) ou de plaquetas (trombocitopenia), aumento de glóbulos brancos do sangue (leucocitose) e aumento persistente das plaquetas no sangue (plaquetose).

Reações muito raras

Aumento da destruição dos glóbulos vermelhos (anemia hemolítica), redução de todas as células sanguíneas (pancitopenia com possível risco para a vida), ausência dos glóbulos brancos chamados neutrófilos, com possíveis sintomas de calafrios, febre (agranulocitose), função da medula óssea reduzida (com possível risco para a vida).

Distúrbios imunológicos

Reações raras

Reação alérgica e inchaço alérgico/angioedema.

Reações muito raras

Reação alérgica intensa e choque alérgico (por exemplo, inchaço do rosto, da laringe; dificuldade de respirar que pode levar a choque, queda brusca da pressão arterial, com risco para a vida) e reações similares àquelas associadas com doença do soro (por exemplo, febre, alergia, inchaço dos gânglios linfáticos, vermelhidão da pele, inchaço).

Distúrbios metabólicos e nutricionais

Reações incomuns

Diminuição do apetite e da ingestão de alimentos.

Reações raras

Aumento da concentração de açúcar no sangue (hiperglicemia), diminuição da concentração de açúcar no sangue (hipoglicemia).

Distúrbios psiquiátricos

Reações incomuns

Hiperatividade psicomotora/agitação.

Reações raras

Confusão mental, desorientação, ansiedade, sonhos anormais, depressão* e alucinações.

Reações muito raras

Reações psicóticas*.

*Potencialmente culminando em comportamentos autodestrutivos, como ideias/pensamentos suicidas e tentativa de suicídio ou suicídio.

Distúrbios do sistema nervoso

Reações incomuns

Dor de cabeça, tontura, distúrbios do sono, alteração do paladar.

Reações raras

Sensações anormais, como por exemplo, de formigamento, dormência (parestesia, disestesia), tremores, convulsões (incluindo estado epilético), diminuição da sensibilidade geral (hipoestesia), tonturas giratórias (vertigem).

Reações muito raras

Enxaqueca, distúrbios da coordenação, alteração do olfato, aumento da sensibilidade geral ou específica (hiperestesia), aumento da pressão intracraniana (pseudotumor cerebral).

Reações de frequência desconhecida

Neuropatia periférica e polineuropatia (doenças que afetam um ou vários nervos).

Distúrbios da visão

Reações raras

Alterações da visão.

Reações muito raras

Distorção visual das cores.

Distúrbios da audição e do labirinto

Reações raras

Zumbido e perda da audição.

Reações muito raras

Alterações da audição.

Distúrbios cardíacos

Reações raras

Taquicardia (aumento da frequência cardíaca).

Reações de frequência desconhecida

Alteração no eletrocardiograma chamada prolongamento do intervalo QT, alteração no ritmo do coração (arritmia ventricular), “torsades de pointes” * (uma alteração específica do eletrocardiograma).

*Estas reações foram relatadas durante o período de observação pós-comercialização e foram observadas predominantemente entre pacientes com mais fatores de risco para prolongamento do intervalo QT.

Distúrbios vasculares

Reações raras

Dilatação dos vasos sanguíneos, pressão arterial baixa e desmaio (síncope).

Reações muito raras

Inflamação dos vasos sanguíneos (vasculite).

Distúrbios respiratórios

Reações raras

Falta de ar (dispneia), incluindo condição asmática.

Distúrbios gastrintestinais

Reações comuns

Enjoo e diarreia.

Reações incomuns

Vômitos, dores gastrintestinais e abdominais, dispepsia (má digestão) e gases.

Reações muito raras

Pancreatite (inflamação do pâncreas).

Distúrbios hepatobiliares

Reações incomuns

Aumento das transaminases (enzimas do fígado) e aumento da bilirrubina.

Reações raras

Comprometimento do funcionamento do fígado, icterícia (coloração amarelada da pele) e hepatite (inflamação do fígado) não infecciosa.

Reações muito raras

Morte das células do fígado que muito raramente evolui para insuficiência hepática com risco para a vida.

Lesões da pele e do tecido subcutâneo

Reações incomuns

Vermelhidão da pele (rash cutâneo), coceira e urticária (reação alérgica de pele).

Reações raras

Sensibilidade à luz e formação de bolhas.

Reações muito raras

Hemorragias pontilhadas da pele (petéquias), eritema nodoso e eritema multiforme (lesões de pele), síndrome de Stevens-Johnson (reação grave de pele caracterizada por bolhas), com potencial risco para a vida, e necrólise epidérmica tóxica (reações graves de pele, com potencial risco para a vida).

Reações de frequência desconhecida

Pustulose exantemática generalizada aguda (reação cutânea grave).

Distúrbios ósseos, do tecido conjuntivo e musculoesqueléticos

Reações incomuns

Dor nas articulações.

Reações raras

Dor muscular, inflamação nas articulações (artrite), aumento do tônus muscular e cãibras.

Reações muito raras

Fraqueza muscular, inflamação dos tendões (tendinite), rupturas de tendões (predominantemente do tendão de Aquiles) e piora dos sintomas da miastenia grave (doença muscular grave).

Distúrbios renais e urinários

Reações incomuns

Alteração do funcionamento dos rins.

Reações raras

Inflamação dos rins (nefrite túbulo-intersticial), insuficiência renal (alteração da função dos rins), presença de sangue e de cristais na urina.

Distúrbios gerais

Reações incomuns

Dor inespecífica, mal-estar geral, febre.

Reações raras

Inchaço, transpiração excessiva.

Reações muito raras

Alterações do modo de andar.

Investigações

Reações incomuns

Aumento da enzima hepática fosfatase alcalina no sangue.

Reações raras

Alteração no exame de coagulação (nível anormal de protrombina) e aumento da amilase (enzima que avalia a função do pâncreas).

Reações de frequência desconhecida

Aumento da razão normalizada internacional (RNI) que avalia a coagulação sanguínea (em pacientes tratados com antagonistas de vitamina K).

Fabricante: Aché

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