Alexion Kanuma

2mg/mL, caixa com 1 frasco-ampola com 10mL de solução para diluição para infusão intravenosa

Princípio ativo
:
Alfassebelipase
Classe Terapêutica
:
Outros Produtos para o Aparelho Digestório e Metabolismo
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Outros
Especialidade
:
Gastroenterologia

Bula do medicamento

Kanuma, para o que é indicado e para o que serve?

Kanuma® (alfassebelipase) contêm a substância ativa alfassebelipase. A alfassebelipase é semelhante à enzima natural lipase ácida lisossomal (LAL), que o organismo utiliza para decompor as gorduras. É utilizada para tratar pacientes de todas as idades com deficiência de lipase ácida lisossomal (deficiência de LAL).

A deficiência de LAL é uma doença genética que conduz a danos no fígado, colesterol elevado no sangue e outras complicações devido ao acúmulo de certos tipos de gorduras (ésteres do colesterol e triglicérides).

Quais as contraindicações do Kanuma?

Não utilize este medicamento em caso já tenha tido reações alérgicas potencialmente fatais à alfassebelipase que não possam ser controladas ao receber novamente o medicamento, ou a ovo ou a qualquer outro componente deste medicamento.

Como usar o Kanuma?

A informação que se segue destina-se apenas aos profissionais de saúde

Na ausência de estudos de compatibilidade, este medicamento não deve ser misturado com outros medicamentos.

Cada frasco para injetáveis de Kanuma® destina-se a uma única utilização. Kanuma® tem de ser diluído com solução para infusão de cloreto de sódio a 9 mg/mL (0,9%), utilizando técnica asséptica.

A solução diluída deve ser administrada aos pacientes utilizando um equipo de infusão de baixa ligação às proteínas equipado com um filtro de 0,2 μm em linha de baixa ligação às proteínas, com uma área de superfície superior a 4,5 cm2 conforme disponível para evitar a oclusão do filtro.

Preparação da infusão de alfassebelipase

Kanuma® deve ser preparado e utilizado de acordo com os seguintes passos. Deve utilizar-se uma técnica asséptica.

  • <li>O n&#xFA;mero de frascos para injet&#xE1;veis a ser dilu&#xED;do para infus&#xE3;o deve ser determinado com base no peso do paciente e na dose prescrita.</li> <li>Recomenda-se aguardar que os frascos para injet&#xE1;veis de Kanuma<sup>&#xAE; </sup>atinjam uma temperatura entre 15&#xB0;C e 25&#xB0;C antes da reconstitui&#xE7;&#xE3;o para minimizar o potencial de forma&#xE7;&#xE3;o de part&#xED;culas da prote&#xED;na alfassebelipase na solu&#xE7;&#xE3;o. Os frascos para injet&#xE1;veis n&#xE3;o devem ficar fora de refrigera&#xE7;&#xE3;o por mais de 24 horas antes da dilui&#xE7;&#xE3;o para infus&#xE3;o. Os&amp;nbsp;frascos para injet&#xE1;veis n&#xE3;o devem ser congelados, aquecidos ou colocados no micro-ondas e devem ser protegidos da luz.</li> <li>Os frascos para injet&#xE1;veis n&#xE3;o devem ser agitados. Antes da dilui&#xE7;&#xE3;o, a solu&#xE7;&#xE3;o nos frascos para injet&#xE1;veis deve ser inspecionada visualmente; a solu&#xE7;&#xE3;o deve ser transparente a ligeiramente opalescente, incolor a ligeiramente colorida (amarela). Devido &#xE0; natureza proteica do produto, poder&#xE3;o encontrar-se part&#xED;culas ligeiras (por exemplo, fibras transl&#xFA;cidas finas) na solu&#xE7;&#xE3;o contida nos frascos para injet&#xE1;veis, o que &#xE9; aceit&#xE1;vel para utiliza&#xE7;&#xE3;o.</li> <li>N&#xE3;o utilizar se a solu&#xE7;&#xE3;o estiver turva ou se contiver part&#xED;culas estranhas.</li> <li>At&#xE9; 10 mL de solu&#xE7;&#xE3;o devem ser retirados lentamente de cada frasco para injet&#xE1;veis e dilu&#xED;dos com solu&#xE7;&#xE3;o para infus&#xE3;o de cloreto de s&#xF3;dio a 9 mg/mL (0,9%). Ver Tabela 1 para os volumes totais de infus&#xE3;o recomendados por intervalo de peso. A solu&#xE7;&#xE3;o deve ser cuidadosamente misturada e n&#xE3;o deve ser agitada.</li>

Tabela 1: Volumes de infusão recomendados (1 mg/kg de dose)*

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:215px\"><strong>Intervalo de peso (kg)</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:229px\"><strong>Volume total de infus&#xE3;o (mL)</strong></td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:215px\">1-10</td> <td style=\"text-align:center; width:229px\">10</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:215px\">11-24</td> <td style=\"text-align:center; width:229px\">25</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:215px\">25-49</td> <td style=\"text-align:center; width:229px\">50</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:215px\">50-99</td> <td style=\"text-align:center; width:229px\">100</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:215px\">100-120</td> <td style=\"text-align:center; width:229px\">250</td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*O volume de infusão deve basear-se na dose prescrita e deve ser preparado até uma concentração final de alfassebelipase de 0,1-1,5 mg/mL.

Qualquer medicamento não utilizado ou resíduos devem ser eliminados de acordo com as exigências locais.

A dose deste medicamento é baseada no seu peso corporal. A dose recomendada é de 1 mg por kg de peso corporal a cada duas semanas através de soro administrado numa veia. Para os pacientes que apresentam sinais e sintomas da doença em lactentes, a dose inicial recomendada é de 1 mg/kg uma vez por semana. Cada infusão durará aproximadamente 1 a 2 horas. Durante uma hora adicional após a infusão, recomenda-se o monitoramento pelo seu médico ou enfermeiro. Poderão considerar-se ajustes da dose com base na sua resposta ao tratamento. Kanuma® deve ser iniciado tão cedo quanto possível e destina-se a utilização prolongada.

O seu médico ou enfermeiro irá administrar Kanuma® por infusão (gota a gota) numa veia.

O medicamento será diluído antes de ser administrado.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Kanuma funciona?

Este medicamento é uma terapia de reposição enzimática, ou seja, o medicamento substitui a enzima LAL que está em falta ou é deficiente nos pacientes com deficiência de LAL. Este medicamento funciona diminuindo o acúmulo de gordura que causa complicações médicas, incluindo deficiências de crescimento, danos no fígado e complicações cardíacas. Melhora também os níveis de gorduras no sangue, incluindo LDL elevado (colesterol ruim) e triglicérides.

Quais cuidados devo ter ao usar o Kanuma?

Podem ocorrer reações adversas quando o medicamento for administrado ou durante as horas após a infusão, o que é conhecido como uma reação à infusão (administração gota a gota) que por vezes pode ser grave e pode incluir uma reação alérgica. Caso ocorra uma reação grave à infusão como esta, procure imediatamente assistência médica. Em caso de reação à infusão, seu médico poderá administrar medicamentos adicionais para tratar ou ajudar a prevenir reações futuras. Estes medicamentos poderão incluir anti-alérgicos, medicamentos para reduzir a febre e/ou corticosteroides (um tipo de medicamento anti-inflamatório).

Se a reação à infusão for grave, o seu médico poderá parar a infusão de Kanuma® e começar a administrar o tratamento médico apropriado.

Este medicamento pode conter proteínas de ovo. Em caso de alergia ao ovo ou antecedentes de alergias a ovos, informe o seu médico ou enfermeiro.

Gravidez e a amamentação

  • <li>Kanuma<sup>&#xAE; </sup>n&#xE3;o deve ser administrado em mulheres gr&#xE1;vidas, a menos que seja claramente necess&#xE1;rio. Desconhece-se se a alfassebelipase passa para o leite humano, desta forma, recomenda-se que a amamenta&#xE7;&#xE3;o seja interrompida ou que o tratamento seja interrompido durante a amamenta&#xE7;&#xE3;o.</li> <li>Se est&#xE1; gr&#xE1;vida ou amamentando, se pensa estar gr&#xE1;vida ou planeja engravidar, consulte o seu m&#xE9;dico antes de utilizar este medicamento.</li>

Kanuma® contém sódio.

Cada frasco para injetáveis de 10 ml contém 33 mg de sódio. Informe o seu médico caso você esteja em dieta com ingestão controlada de sódio.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Os efeitos de Kanuma® sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas são nulos ou desprezíveis.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Kanuma?

Como todos os medicamentos, este medicamento pode causar efeitos secundários, embora estes não se manifestem em todas as pessoas.

Os efeitos secundários foram observados enquanto o medicamento estava a ser administrado aos pacientes ou pouco depois (reações à infusão). Os efeitos secundários mais graves poderão incluir uma reação alérgica (observados com muita frequência [podem afetar mais de 1 em 10 pessoas] em lactentes com menos de 6 meses de idade ou com frequência [podem afetar até 1 em 10 pessoas] em crianças e adultos) com sintomas que incluem dificuldade em respirar, inchaço da garganta, respiração rápida, batimento do coração rápido, desconforto no peito, inchaço ligeiro das pálpebras, olhos vermelhos, corrimento nasal, rubor e urticária. Se você ou o seu filho tiverem sintomas como estes, procure imediatamente assistência médica. Se você ou o seu filho tiverem uma reação à infusão poderão ser-lhes administrados medicamentos adicionais para tratar ou ajudar a prevenir reações futuras. Se a reação à infusão for grave, o seu médico poderá parar a infusão de Kanuma® na veia e começar a administrar um tratamento médico apropriado.

Os efeitos secundários muito frequentes notificados em lactentes (1 a 6 meses de idade) são:

  • <li>Incha&#xE7;o das p&#xE1;lpebras;</li> <li>Diminui&#xE7;&#xE3;o da firmeza muscular;</li> <li>Palidez;</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/tosse/c" target="_blank">Tosse</a>;</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c" target="_blank">Diarreia</a>;</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/nauseas/c" target="_blank">V&#xF4;mitos</a>;</li> <li>Pele vermelha inchada;</li> <li>Arrepios;</li> <li>Batimento do cora&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pido;</li> <li>Agita&#xE7;&#xE3;o;</li> <li>Dificuldade em respirar;</li> <li>Nariz entupido ou inchado;</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/azia/c" target="_blank">Azia</a> (doen&#xE7;as de refluxo);</li> <li>Urtic&#xE1;ria;</li> <li>Comich&#xE3;o;</li> <li>Febre;</li> <li>Respira&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida;</li> <li>Irritabilidade;</li> <li>Tens&#xE3;o arterial alta;</li> <li>Pieira;</li> <li>Espirros;</li> <li>Esfor&#xE7;os para vomitar;</li> <li>Erup&#xE7;&#xE3;o na pele;</li> <li>Erup&#xE7;&#xE3;o na pele saliente;</li> <li>Incha&#xE7;o;</li> <li>Oxig&#xEA;nio insuficiente no sangue.</li>

Os efeitos secundários frequentes notificados em crianças e adolescentes (4 aos 18 anos de idade) e adultos são:

  • <li>Rea&#xE7;&#xE3;o al&#xE9;rgica grave (rea&#xE7;&#xE3;o anafil&#xE1;tica);</li> <li>Infe&#xE7;&#xE3;o do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-urinario/c" target="_blank">sistema urin&#xE1;rio</a>;</li> <li>Incha&#xE7;o das p&#xE1;lpebras;</li> <li>N&#xED;veis temporariamente aumentados de colesterol ou triglic&#xE9;rides (gorduras) no sangue;</li> <li>Batimento do cora&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pido;</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/ansiedade/c" target="_blank">Ansiedade</a>;</li> <li>Falta de sono;</li> <li>Tonturas;</li> <li>Tens&#xE3;o arterial baixa;</li> <li>Vermelhid&#xE3;o na face;</li> <li>Falta de ar;</li> <li>Incha&#xE7;o da garganta;</li> <li>Diarreia;</li> <li>Dores de est&#xF4;mago;</li> <li>Incha&#xE7;o do est&#xF4;mago;</li> <li>N&#xE1;useas;</li> <li>Urtic&#xE1;ria;</li> <li>Erup&#xE7;&#xE3;o na pele;</li> <li>Comich&#xE3;o;</li> <li>Pele vermelha inchada;</li> <li>Hemorragia menstrual aumentada;</li> <li>Arrepios;</li> <li>Desconforto no peito;</li> <li>Incha&#xE7;o;</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/cansaco/" rel="noopener" target="_blank">Cansa&#xE7;o</a>;</li> <li>Zona endurecida &#xE0; volta do local da infus&#xE3;o;</li> <li>Febre.</li>

A frequência, o tipo e a gravidade das reações alérgicas nas crianças são iguais aos dos adultos.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião- dentista.​​​​​​​​​​​​​​

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Kanuma?

Em caso de perda de dose, contacte seu médico para receber orientação.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Kanuma?

Cada 1 mL&nbsp;de Kanuma® (alfassebelipase) contém:

2 mg de alfassebelipase.

Excipientes: citrato trissódico di-hidratado, ácido cítrico mono-hidratado, albumina sérica humana, água para injetáveis.

Cada frasco para injetáveis de 10 mL&nbsp;contém:

20 mg de&nbsp;alfassebelipase.

A alfassebelipase é produzida na clara de ovo de Gallus transgênico por tecnologia de DNA recombinante (rDNA).

Cada frasco para injetáveis contém 33 mg de sódio.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Kanuma maior do que a recomendada?

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Kanuma com outros remédios?

Informe o seu médico sobre os medicamentos que esteja usando ou que utilizou recentemente.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Kanuma (Alfassebelipase)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Lactentes que apresentam defici&#xEA;ncia de LAL</h3> <p>O LAL-CL03 foi um estudo multic&#xEA;ntrico, aberto e de bra&#xE7;o &#xFA;nico de Alfassebelipase em 9 pacientes com defici&#xEA;ncia de LAL com falha no crescimento ou outros ind&#xED;cios de doen&#xE7;a rapidamente progressiva antes dos 6 meses de idade. Os pacientes apresentavam tamb&#xE9;m doen&#xE7;a hep&#xE1;tica rapidamente progressiva e hepatoesplenomegalia grave. A faixa et&#xE1;ria para admiss&#xE3;o no estudo era de 1-6 meses. Os pacientes receberam Alfassebelipase a 0,35 mg/kg uma vez por semana durante as primeiras 2 semanas e depois 1 mg/kg uma vez por semana. Com base na resposta cl&#xED;nica, o aumento progressivo da dose para 3 mg/kg uma vez por semana verificou-se logo ao fim de 1 m&#xEA;s e at&#xE9; 20 meses ap&#xF3;s o in&#xED;cio do tratamento a 1 mg/kg. Foi permitido um aumento adicional progressivo da dose para 5 mg/kg uma vez por semana. A efic&#xE1;cia foi avaliada comparando a experi&#xEA;ncia de sobrevida de pacientes tratados com Alfassebelipase que sobreviveram por mais de 12 meses de idade no LAL-CL03 com um grupo hist&#xF3;rico de lactentes n&#xE3;o tratados que apresentavam defici&#xEA;ncia de LAL com caracter&#xED;sticas cl&#xED;nicas semelhantes.</p> <p>No LAL-CL03, 6 de 9 lactentes tratados com Alfassebelipase sobreviveram mais de 12 meses (67% de sobreviv&#xEA;ncia aos 12 meses, IC 95%: 30% a 93%). Com o tratamento continuado por mais de 12 meses de idade, 1 paciente adicional faleceu aos 15 meses de idade. No grupo hist&#xF3;rico, 0 de 21 pacientes sobreviveu mais de 8 meses de idade (0% de sobreviv&#xEA;ncia aos 12 meses, IC 95%: 0% a 16%). Alfassebelipase em doses at&#xE9; 1 mg/kg uma vez por semana resultou em melhorias dos n&#xED;veis de alanina aminotransferase (ALT) e aspartato aminotransferase (AST) e aumento de peso nas primeiras semanas de tratamento. Da linha basal at&#xE9; &#xE0; semana 48, as redu&#xE7;&#xF5;es m&#xE9;dias de ALT e AST foram -34,0 U/l e -44,5 U/l, respetivamente. O aumento progressivo da dose para 3 mg/kg uma vez por semana foi associado a melhorias adicionais no aumento de peso, linfadenopatia e <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/albumina-serica\" target=\"_blank\">albumina s&#xE9;rica</a>. Da linha basal at&#xE9; &#xE0; semana 48, o percentil de peso m&#xE9;dio para a idade melhorou de 12,74% para 29,83% e os n&#xED;veis m&#xE9;dios de albumina s&#xE9;rica aumentaram de 26,7 g/l para 38,7 g/l. Um lactente foi tratado com 5 mg/kg uma vez por semana no LAL-CL03; n&#xE3;o foram notificadas rea&#xE7;&#xF5;es adversas novas com esta dose. Na aus&#xEA;ncia de mais dados cl&#xED;nicos, esta dose n&#xE3;o &#xE9; recomendada.</p> <h3>Crian&#xE7;as e adultos com defici&#xEA;ncia de LAL</h3> <p>O LAL-CL02 foi um estudo multic&#xEA;ntrico, duplo cego e controlado por placebo em 66 crian&#xE7;as e adultos com defici&#xEA;ncia de LAL. Os pacientes foram aleatorizados para receberem Alfassebelipase a uma dose de 1 mg/kg (n=36) ou placebo (n=30) uma vez de duas em duas semanas durante 20 semanas no per&#xED;odo duplo cego. A faixa et&#xE1;ria no momento da randomiza&#xE7;&#xE3;o era dos 4 aos 58 anos de idade (71% tinham &lt; 18 anos de idade). Para a admiss&#xE3;o no estudo, os pacientes tinham de apresentar n&#xED;veis de ALT &#x2265;1,5 vezes o limite superior do normal (LSN). A maioria dos pacientes (58%) tinha colesterol LDL &gt; 190 mg/dl no momento da admiss&#xE3;o no estudo e 24% dos pacientes com colesterol LDL &gt; 190 mg/dl estavam tomando medicamentos para baixar os l&#xED;pidos. Dos 32 pacientes&amp;nbsp;que fizeram uma <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/biopsia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">bi&#xF3;psia</a> de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a> no momento da admiss&#xE3;o no estudo, 100% tinham fibrose e 31% tinham <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/cirrose/c\" target=\"_blank\">cirrose</a>. A faixa et&#xE1;ria dos pacientes com ind&#xED;cios de cirrose na bi&#xF3;psia era dos 4 aos 21 anos de idade.</p> <h4>Foram avaliados os seguintes par&#xE2;metros de avalia&#xE7;&#xE3;o final:</h4> <p>Formaliza&#xE7;&#xE3;o da ALT, diminui&#xE7;&#xE3;o do colesterol LDL, diminui&#xE7;&#xE3;o do colesterol n&#xE3;o HDL, normaliza&#xE7;&#xE3;o da AST, diminui&#xE7;&#xE3;o dos triglic&#xE9;rides, aumento do colesterol HDL, diminui&#xE7;&#xE3;o do teor de gordura no f&#xED;gado avaliado por imagem por resson&#xE2;ncia magn&#xE9;tica - eco de gradiente multi-eco (MEGE-MRI) e melhoria da <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/gordura-no-figado/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">esteatose hep&#xE1;tica</a> medida por morfometria. Observou-se uma melhoria estatisticamente significativa em v&#xE1;rios par&#xE2;metros de avalia&#xE7;&#xE3;o final no grupo tratado com Alfassebelipase em compara&#xE7;&#xE3;o com o grupo de placebo na conclus&#xE3;o do per&#xED;odo de 20 semanas de duplo cego do estudo, como apresentado na Tabela 3. A redu&#xE7;&#xE3;o absoluta do n&#xED;vel m&#xE9;dio de ALT foi de - 57,9 U/l (-53%) no grupo tratado com Alfassebelipase e -6,7 U/l (-6%) no grupo de placebo.</p> <p><strong>Tabela 3: Par&#xE2;metros de avalia&#xE7;&#xE3;o final prim&#xE1;rios e secund&#xE1;rios de efic&#xE1;cia no LALCL02</strong></p> <p><img alt=\"\" src=\"https://uploads.consultaremedios.com.br/ckeditor_assets/pictures/5b9945ecff829f000d3adfe8/original_acao-da-substancia-alfassebelipase-consulta-remedios.JPG?1536771563\" style=\"width:100%\"/></p> <p><sup>a </sup>Propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes que atingiram a normaliza&#xE7;&#xE3;o definida como 34 ou 43 U/l, em fun&#xE7;&#xE3;o da idade e do sexo.<br> <sup>b</sup> Propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes que atingiram a normaliza&#xE7;&#xE3;o definida como 34-59 U/l, em fun&#xE7;&#xE3;o da idade e do sexo. Avaliada em pacientes com valores anormais na linha basal (n=36 para o Alfassebelipase; n=29 para o placebo).<br> <sup>c </sup>Avaliado em pacientes com avalia&#xE7;&#xF5;es efetuadas por MEGE-MRI (n=32 para o Alfassebelipase; n=25 para o placebo).<br> <sup>d</sup> Os valores de P s&#xE3;o do teste exato de Fisher para os par&#xE2;metros de avalia&#xE7;&#xE3;o final de normaliza&#xE7;&#xE3;o e do teste de soma de postos Wilcoxon para todos os outros par&#xE2;metros de avalia&#xE7;&#xE3;o final.</br></br></br></p> <p>Estiveram dispon&#xED;veis bi&#xF3;psias de f&#xED;gado emparelhadas na linha basal e na semana 20 num subgrupo de pacientes (n=26). Dos pacientes com bi&#xF3;psias de f&#xED;gado emparelhadas, 63% (10/16) dos pacientes tratados com Alfassebelipase melhoraram da esteatose hep&#xE1;tica (pelo menos &#x2265; 5% de redu&#xE7;&#xE3;o)&amp;nbsp;medida por morfometria em compara&#xE7;&#xE3;o com 40% (4/10) dos pacientes a receber placebo. Esta diferen&#xE7;a n&#xE3;o foi estatisticamente significativa. Per&#xED;odo aberto Sessenta e cinco de 66 pacientes entraram no per&#xED;odo aberto (at&#xE9; 130 semanas) com uma dose de Alfassebelipase de 1 mg/kg uma vez de duas em duas semanas.</p> <p>Nos pacientes que tinham recebido Alfassebelipase durante o per&#xED;odo de duplo cego, as redu&#xE7;&#xF5;es dos n&#xED;veis de ALT durante as primeiras 20 semanas de tratamento mantiveram-se e observaram-se melhorias adicionais nos par&#xE2;metros dos l&#xED;pidos incluindo os n&#xED;veis de colesterol LDL e de colesterol HDL. Quatro (4) de 65 pacientes no per&#xED;odo aberto tiveram um aumento progressivo da dose para 3 mg/kg uma vez de duas em duas semanas com base na resposta cl&#xED;nica. Os pacientes que receberam placebo apresentaram n&#xED;veis s&#xE9;ricos persistentemente elevados de transaminases e n&#xED;veis s&#xE9;ricos anormais de l&#xED;pidos durante o per&#xED;odo de duplo cego. Consistente com o que foi observado nos pacientes tratados com Alfassebelipase durante o per&#xED;odo de duplo cego, o in&#xED;cio do tratamento com Alfassebelipase durante o per&#xED;odo aberto produziu melhorias r&#xE1;pidas nos n&#xED;veis de ALT e nos par&#xE2;metros dos l&#xED;pidos incluindo os n&#xED;veis de colesterol LDL e de colesterol HDL. Num estudo aberto separado (LAL-CL01/LAL-CL04) em pacientes adultos com defici&#xEA;ncia de LAL, as melhorias nos n&#xED;veis s&#xE9;ricos de transaminases e l&#xED;pidos foram sustentadas durante o per&#xED;odo de tratamento de 104 semanas.</p> <h3>Popula&#xE7;&#xE3;o pedi&#xE1;trica</h3> <p>Cinquenta e seis de 84 pacientes (67%) que receberam Alfassebelipase durante os estudos cl&#xED;nicos (LAL-CL01/LAL-CL04, LAL-CL02 e LAL-CL03) pertenciam &#xE0; faixa et&#xE1;ria pedi&#xE1;trica e adolescente (1 m&#xEA;s at&#xE9; 18 anos de idade).</p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Propriedades farmacodin&#xE2;micas</h3> <p><strong>Grupo farmacoterap&#xEA;utico: </strong>Outros produtos do trato alimentar e metabolismo, enzimas; c&#xF3;digo ATC: A16AB14.</p> <h4>Defici&#xEA;ncia de lipase &#xE1;cida lisossomal (LAL)</h4> <p>A defici&#xEA;ncia de LAL &#xE9; uma doen&#xE7;a rara associada a morbidade e mortalidade significativas, que afeta indiv&#xED;duos desde a inf&#xE2;ncia at&#xE9; &#xE0; idade adulta. A defici&#xEA;ncia de LAL nos lactentes &#xE9; uma emerg&#xEA;ncia m&#xE9;dica com r&#xE1;pida progress&#xE3;o da doen&#xE7;a ao longo de um per&#xED;odo de semanas, tipicamente fatal nos primeiros 6 meses de vida. A defici&#xEA;ncia de LAL &#xE9; uma doen&#xE7;a autoss&#xF4;mica recessiva de armazenamento lisossomal caracterizada por um defeito gen&#xE9;tico que resulta numa diminui&#xE7;&#xE3;o acentuada ou perda de atividade da enzima lipase &#xE1;cida lisossomal (LAL). A atividade deficiente da enzima LAL resulta no ac&#xFA;mulo lisossomal de &#xE9;steres do colesterol e triglic&#xE9;rides.</p> <p>No f&#xED;gado, este ac&#xFA;mulo conduz a <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hepatomegalia-sintomas-tratamento-causas-prevencao-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hepatomegalia</a>, teor de gordura no f&#xED;gado aumentado, eleva&#xE7;&#xE3;o das transaminases indicativo de les&#xE3;o&amp;nbsp;cr&#xF4;nica do f&#xED;gado e progress&#xE3;o para fibrose, cirrose e complica&#xE7;&#xF5;es de doen&#xE7;a hep&#xE1;tica em fase terminal. No ba&#xE7;o, a defici&#xEA;ncia de LAL resulta em <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/esplenomegalia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">esplenomegalia</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c\" target=\"_blank\">anemia</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/trombocitopenia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">trombocitopenia</a>. O ac&#xFA;mlo de l&#xED;pidos na parede do intestino conduz a m&#xE1; absor&#xE7;&#xE3;o e falha no crescimento. A dislipidemia &#xE9; frequente com o LDL e os triglic&#xE9;rides elevados e o HDL baixo, associados ao teor de gordura aumentado no f&#xED;gado e &#xE0;s eleva&#xE7;&#xF5;es das transaminases. Al&#xE9;m da doen&#xE7;a hep&#xE1;tica, os pacientes com defici&#xEA;ncia de LAL t&#xEA;m um risco aumentado de <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/doenca-cardiovascular-dcv-sintomas-fatores-de-risco-prevencao-tratamento-tipos-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">doen&#xE7;a cardiovascular</a> e <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/aterosclerose/c\" target=\"_blank\">aterosclerose</a> acelerada.</p> <h4>Mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>A Alfassebelipase &#xE9; uma lipase &#xE1;cida lisossomal humana recombinante (rhLAL). A Alfassebelipase liga-se aos recetores da superf&#xED;cie celular atrav&#xE9;s de glicanos expressos na prote&#xED;na e &#xE9; subsequentemente internalizada nos lisossomas. A Alfassebelipase catalisa a hidr&#xF3;lise lisossomal dos &#xE9;steres do colesterol e triglic&#xE9;rides para colesterol livre, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/glicerol/bula\" target=\"_blank\">glicerol</a> e &#xE1;cidos graxos livres. A substitui&#xE7;&#xE3;o da atividade da enzima LAL conduz a redu&#xE7;&#xF5;es do teor de gordura no f&#xED;gado e das transaminases, e ativa o metabolismo dos &#xE9;steres do colesterol e triglic&#xE9;rides no lisossoma, conduzindo a redu&#xE7;&#xF5;es do colesterol de lipoprote&#xED;nas de baixa densidade (LDL) e do colesterol de lipoprote&#xED;nas n&#xE3;o de alta densidade, triglic&#xE9;rides e aumentos do colesterol HDL. A melhoria do crescimento ocorre em resultado da redu&#xE7;&#xE3;o de substratos no intestino.</p> <h3>Propriedades farmacocin&#xE9;ticas</h3> <h4>Crian&#xE7;as e adultos</h4> <p>A farmacocin&#xE9;tica da Alfassebelipase em crian&#xE7;as e adultos foi determinada utilizando uma an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica da popula&#xE7;&#xE3;o de 65 pacientes com defici&#xEA;ncia de LAL que receberam infus&#xF5;es intravenosas de Alfassebelipase a 1 mg/kg uma vez de duas em duas semanas no LAL-CL02. Vinte e quatro pacientes tinham idades compreendidas entre os 4 e os 11 anos, 23 tinham idades compreendidas entre os 12 e os 17 anos, e 18 tinham idade &#x2265; 18 anos (Tabela 4). Com base numa an&#xE1;lise n&#xE3;o compartimental de dados de adultos (LAL-CL01/LAL-CL-04), a farmacocin&#xE9;tica da Alfassebelipase pareceu ser n&#xE3;o linear com um aumento da exposi&#xE7;&#xE3;o mais acentuado do que o proporcional &#xE0; dose observado entre as doses de 1 e 3 mg/kg. N&#xE3;o se observou ac&#xFA;mulo a 1 mg/kg (uma vez por semana ou uma vez de duas em duas semanas) ou 3 mg/kg uma vez por semana.</p> <p><strong>Tabela 4: Par&#xE2;metros farmacocin&#xE9;ticos m&#xE9;dios da popula&#xE7;&#xE3;o</strong></p> <p><img alt=\"\" src=\"https://uploads.consultaremedios.com.br/ckeditor_assets/pictures/5b9946c7ff829f00083adfe0/original_acao-da-substancia-alfassebelipase-consulta-remedios-2.JPG?1536771782\" style=\"width:100%\"/></p> <p>* Semana 22 para os pacientes a receber placebo reinicializada para Semana 0, isto &#xE9;, primeira semana de tratamento ativo.<br> AUC<sub>ss</sub> = &#xC1;rea sob a curva de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica-tempo em estado estacion&#xE1;rio.<br> C<sub>max</sub> = Concentra&#xE7;&#xE3;o m&#xE1;xima.<br> T<sub>max</sub> = Tempo at&#xE9; &#xE0; concentra&#xE7;&#xE3;o m&#xE1;xima.<br> CL = Depura&#xE7;&#xE3;o.&amp;nbsp;<br> V<sub>c </sub>= Volume central de distribui&#xE7;&#xE3;o.<br> T<sub>&#xBD;</sub> = Semivida.</br></br></br></br></br></br></p> <h4>Lactentes (&lt; 6 meses de idade)</h4> <p>No LAL-CL03, a Alfassebelipase foi eliminada da circula&#xE7;&#xE3;o sist&#xEA;mica com um T&#xBD; mediana de 0,1 h (intervalo: 0,1-0,2) &#xE0; dose de 3 mg/kg uma vez por semana (n = 4). A diferen&#xE7;a em exposi&#xE7;&#xF5;es &#xE0; Alfassebelipase entre os grupos que receberam 0,35 mg/kg e 3 mg/kg uma vez por semana foi mais do que proporcional &#xE0; dose, com um aumento de 8,6 vezes da dose, resultando num aumento de 9,6 vezes da exposi&#xE7;&#xE3;o para a AUC e um aumento de 10,0 vezes para a C<sub>max.</sub></p> <h4>Linearidade/n&#xE3;o linearidade</h4> <p>Com base nestes dados, a farmacocin&#xE9;tica da Alfassebelipase pareceu ser n&#xE3;o linear com um aumento da exposi&#xE7;&#xE3;o mais acentuado do que o proporcional &#xE0; dose observado entre as doses de 1 e 3 mg/kg.</p> <h4>Popula&#xE7;&#xF5;es especiais</h4> <p>Durante a an&#xE1;lise de covari&#xE1;veis do modelo de farmacocin&#xE9;tica da popula&#xE7;&#xE3;o para a Alfassebelipase, constatou-se que a idade, o peso corporal e o sexo n&#xE3;o tinham uma influ&#xEA;ncia significativa na CL e no Vc da Alfassebelipase. A Alfassebelipase n&#xE3;o foi investigada em pacientes com idades compreendidas entre os 2 e os 4 anos ou em pacientes com idade igual ou superior a 65 anos. As informa&#xE7;&#xF5;es sobre a farmacocin&#xE9;tica da Alfassebelipase em grupos &#xE9;tnicos n&#xE3;o caucasianos s&#xE3;o limitadas. A Alfassebelipase &#xE9; uma prote&#xED;na e prev&#xEA;-se que seja metabolicamente degradada atrav&#xE9;s de hidr&#xF3;lise p&#xE9;ptica. Consequentemente, n&#xE3;o se prev&#xEA; que a fun&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica comprometida afete a farmacocin&#xE9;tica da Alfassebelipase.</p> <p>Para os pacientes com comprometimento hep&#xE1;tico grave existe falta de dados. A elimina&#xE7;&#xE3;o renal da Alfassebelipase &#xE9; considerada uma via menor para a depura&#xE7;&#xE3;o. Para os pacientes com comprometimento renal existe falta de dados. As informa&#xE7;&#xF5;es sobre o impacto de anticorpos antif&#xE1;rmaco na farmacocin&#xE9;tica da Alfassebelipase s&#xE3;o limitadas.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Kanuma?

Validade do medicamento: 24 meses a partir da data de fabricação, desde que observados os cuidados de conservação do produto.

Não utilize este medicamento após o prazo de validade impresso no rótulo e na embalagem exterior.

Mantenha Kanuma® em sua embalagem original, sob refrigeração (2°C – 8°C) e protegido da luz. Não congelar. Não agitar.

Para as soluções diluídas, recomenda-se a utilização imediata. Caso não seja utilizada imediatamente, a solução diluída poderá ser conservada até 24 horas entre 2°C e 8°C.

Após diluição

A estabilidade química e física em utilização foi demonstrada até 24 horas entre 2 °C e 8 °C.

Do ponto de vista microbiológico, a solução diluída deve ser utilizada imediatamente. Caso não seja utilizada imediatamente, os tempos de conservação em utilização e as condições antes da utilização são da responsabilidade do usuário e não devem, normalmente, exceder 24 horas entre 2 °C e 8 °C, desde que a diluição tenha ocorrido em condições assépticas controladas e validadas.

Número de lote, data de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características Organolépticas

Kanuma® é fornecido sob a forma de solução concentrada estéril para diluição para infusão intravenosa. É uma solução transparente a ligeiramente opalescente e incolor a ligeiramente colorida.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Kanuma

Solução para diluição para infusão&nbsp;20 mg (2 mg/mL)

Embalagem com um frasco-ampola contendo 10 mL&nbsp;de solução estéril para diluição para infusão intravenosa.

Uso intravenoso.

Uso adulto e pediátrico.

Dizeres Legais do Kanuma

M.S -&nbsp;1.9811.0003

Farm. Resp.:
Luciana Maciel Zuicker Maziero
CRF-SP nº 24212

Fabricado por:
Patheon Italia S.p.A., Ferentino, Itália
Baxter Oncology GmbH
Halle/Westfalen - Alemanha.


Embalado por (embalagem secundária):
Almac Pharma Services Ltd, Craigavon, Reino Unido
Alexion Pharma International Operations Unlimited Company
Dublin, Irlanda


Registrado por:
Alexion Farmacêutica Brasil Importação e Distribuição de Produtos e Serviços de Administração de Vendas Ltda.
Av. Portugal, 400 – Galpão 3A parte sala G4
Bairro de Itaqui
CEP 06.696-060 - Itapevi - SP
CNPJ 10.284.284/0001-49




SAC
0800 7725007

Venda sob prescrição médica.

Fabricante: Alexion

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