Apsen Inpruv D

7.000UI, caixa com 10 comprimidos mastigáveis

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Inpruv D, para o que é indicado e para o que serve?

Inpruv D® (colecalciferol) é um medicamento à base de Vitamina D, com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea (retirada de minerais) pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Quais as contraindicações do Inpruv D?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula. É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de Vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Como usar o Inpruv D?

Comprimidos 5.000 e 10.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por dia durante 6 a 8 semanas. Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

Manutenção da concentração sanguínea de Vitamina D3 > 30 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

Inpruv D® 10.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido ou aberto.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Comprimido 50.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 50.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por semana durante 6 a 8 semanas.

Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando&nbsp;de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido, aberto ou mastigado.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Inpruv D funciona?

Inpruv D® atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24hs.

Quais cuidados devo ter ao usar o Inpruv D?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona, betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não tem sido relatado problemas com a ingestão das quantidades normais da Vitamina D recomendadas para idosos. Estudos tem relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Inpruv D?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000 U.I. a 20.000 U.I. em crianças e 60.000 U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Inpruv D?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Inpruv D?

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;7.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">7.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo de quinolina laca de alumínio.

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;10.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">10.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de&nbsp;Inpruv D®&nbsp;50.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">50.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, copovidona, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, dióxido de silício, álcool polivinilico, macrogol, talco, dióxido de titânio, vermelho allura 129 laca de alumínio.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Inpruv D maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de Vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensibilidade a Vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500 µg/dia (equivalente a 20.000 UI/dia). A administração prolongada de 45 µg/dia (equivalente a 1.800 UI/dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de Vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de Vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Inpruv D com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da Vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento a menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDLcolesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;smenopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Inpruv D com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Inpruv D (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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Effects of a short-term vitamin D(3) and calcium supplementation on blood pressure and parathyroid hormone levels in elderly women. J Clin Endocrinol Metab. 2001;86(4):1633-7.<br> 19. Kulie T, et al. Vitamin D: an evidence-based review. J Am Board Fam Med. 2009;22(6):698-706.<br> 20. Grant WB, et al. An estimate of cancer mortality rate reductions in Europe and the US with 1,000 IU of oral vitamin D per day. Recent Results Cancer Res. 2007;174:225-34.<br> 21. Chen P, et al. Meta-analysis of vitamin D, calcium and the prevention of breast cancer. Breast Cancer Res Treat. 2010;121(2):469-77.<br> 22. Marques CD, et al. The importance of vitamin D levels in autoimmune diseases. Rev Bras Reumatol. 2010;50(1):67-80.<br> 23. Bischoff-Ferrari HA, et al. Effect of Vitamin D on falls: a meta-analysis. JAMA. 2004,291(16):1999-2006.<br> 24. Institute of Medicine (US) Standing Committee on the Scientific Evaluation of Dietary Reference Intakes. Dietary Reference Intakes for calcium and vitamin D. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Inpruv D?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e da umidade. Deve ser conservado em sua embalagem original mesmo depois de aberta.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aspecto físico e características do medicamento

Inpruv D® 7.000UI

Comprimido circular, amarelo, biconvexo e liso.

Inpruv D® 10.000UI

Comprimido circular laranja, biconvexo e liso.

Inpruv D® 50.000UI

Comprimido revestido vermelho, oblongo, biconvexo e liso.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Inpruv D

Comprimidos mastigáveis de 7.000 UI de vitamina D

Caixa contendo 10 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Comprimidos mastigáveis de 10.000 UI de vitamina D

Caixa contendo 10 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Comprimidos revestidos de 50.000 UI de vitamina D

Caixas contendo 4 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Inpruv D

Reg. M.S.: 1.0118.0623

Farmacêutico Responsável:
Rodrigo de Morais Vaz
CRF SP nº 39.282

Apsen Farmacêutica S/A
Rua La Paz, nº 37/67 – Santo Amaro
CEP 04755-020
São Paulo – SP
CNPJ: 62.462.015/0001-29
Indústria Brasileira




Centro de Atendimento ao Cliente
0800 16 5678
Ligação gratuita&nbsp;
infomed@apsen.com.br


® Marca registrada de Apsen Farmacêutica S.A.

Venda sob prescrição médica.

5.000UI, caixa com 30 comprimidos mastigáveis

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Inpruv D, para o que é indicado e para o que serve?

Inpruv D® (colecalciferol) é um medicamento à base de Vitamina D, com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea (retirada de minerais) pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Quais as contraindicações do Inpruv D?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula. É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de Vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Como usar o Inpruv D?

Comprimidos 5.000 e 10.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por dia durante 6 a 8 semanas. Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

Manutenção da concentração sanguínea de Vitamina D3 > 30 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

Inpruv D® 10.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido ou aberto.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Comprimido 50.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 50.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por semana durante 6 a 8 semanas.

Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando&nbsp;de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido, aberto ou mastigado.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Inpruv D funciona?

Inpruv D® atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24hs.

Quais cuidados devo ter ao usar o Inpruv D?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona, betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não tem sido relatado problemas com a ingestão das quantidades normais da Vitamina D recomendadas para idosos. Estudos tem relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Inpruv D?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000 U.I. a 20.000 U.I. em crianças e 60.000 U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Inpruv D?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Inpruv D?

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;7.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">7.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo de quinolina laca de alumínio.

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;10.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">10.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de&nbsp;Inpruv D®&nbsp;50.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">50.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, copovidona, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, dióxido de silício, álcool polivinilico, macrogol, talco, dióxido de titânio, vermelho allura 129 laca de alumínio.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Inpruv D maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de Vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensibilidade a Vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500 µg/dia (equivalente a 20.000 UI/dia). A administração prolongada de 45 µg/dia (equivalente a 1.800 UI/dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de Vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de Vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Inpruv D com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da Vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento a menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDLcolesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;smenopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Inpruv D com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Inpruv D (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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Effects of a short-term vitamin D(3) and calcium supplementation on blood pressure and parathyroid hormone levels in elderly women. J Clin Endocrinol Metab. 2001;86(4):1633-7.<br> 19. Kulie T, et al. Vitamin D: an evidence-based review. J Am Board Fam Med. 2009;22(6):698-706.<br> 20. Grant WB, et al. An estimate of cancer mortality rate reductions in Europe and the US with 1,000 IU of oral vitamin D per day. Recent Results Cancer Res. 2007;174:225-34.<br> 21. Chen P, et al. Meta-analysis of vitamin D, calcium and the prevention of breast cancer. Breast Cancer Res Treat. 2010;121(2):469-77.<br> 22. Marques CD, et al. The importance of vitamin D levels in autoimmune diseases. Rev Bras Reumatol. 2010;50(1):67-80.<br> 23. Bischoff-Ferrari HA, et al. Effect of Vitamin D on falls: a meta-analysis. JAMA. 2004,291(16):1999-2006.<br> 24. Institute of Medicine (US) Standing Committee on the Scientific Evaluation of Dietary Reference Intakes. Dietary Reference Intakes for calcium and vitamin D. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Inpruv D?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e da umidade. Deve ser conservado em sua embalagem original mesmo depois de aberta.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aspecto físico e características do medicamento

Inpruv D® 7.000UI

Comprimido circular, amarelo, biconvexo e liso.

Inpruv D® 10.000UI

Comprimido circular laranja, biconvexo e liso.

Inpruv D® 50.000UI

Comprimido revestido vermelho, oblongo, biconvexo e liso.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Inpruv D

Comprimidos mastigáveis de 7.000 UI de vitamina D

Caixa contendo 10 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Comprimidos mastigáveis de 10.000 UI de vitamina D

Caixa contendo 10 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Comprimidos revestidos de 50.000 UI de vitamina D

Caixas contendo 4 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Inpruv D

Reg. M.S.: 1.0118.0623

Farmacêutico Responsável:
Rodrigo de Morais Vaz
CRF SP nº 39.282

Apsen Farmacêutica S/A
Rua La Paz, nº 37/67 – Santo Amaro
CEP 04755-020
São Paulo – SP
CNPJ: 62.462.015/0001-29
Indústria Brasileira




Centro de Atendimento ao Cliente
0800 16 5678
Ligação gratuita&nbsp;
infomed@apsen.com.br


® Marca registrada de Apsen Farmacêutica S.A.

Venda sob prescrição médica.

50.000UI, caixa com 4 comprimidos mastigáveis

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Inpruv D, para o que é indicado e para o que serve?

Inpruv D® (colecalciferol) é um medicamento à base de Vitamina D, com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea (retirada de minerais) pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Quais as contraindicações do Inpruv D?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula. É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de Vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Como usar o Inpruv D?

Comprimidos 5.000 e 10.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por dia durante 6 a 8 semanas. Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

Manutenção da concentração sanguínea de Vitamina D3 > 30 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

Inpruv D® 10.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido ou aberto.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Comprimido 50.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 50.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por semana durante 6 a 8 semanas.

Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando&nbsp;de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido, aberto ou mastigado.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Inpruv D funciona?

Inpruv D® atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24hs.

Quais cuidados devo ter ao usar o Inpruv D?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona, betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não tem sido relatado problemas com a ingestão das quantidades normais da Vitamina D recomendadas para idosos. Estudos tem relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Inpruv D?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000 U.I. a 20.000 U.I. em crianças e 60.000 U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Inpruv D?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Inpruv D?

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;7.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">7.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo de quinolina laca de alumínio.

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;10.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">10.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de&nbsp;Inpruv D®&nbsp;50.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">50.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, copovidona, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, dióxido de silício, álcool polivinilico, macrogol, talco, dióxido de titânio, vermelho allura 129 laca de alumínio.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Inpruv D maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de Vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensibilidade a Vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500 µg/dia (equivalente a 20.000 UI/dia). A administração prolongada de 45 µg/dia (equivalente a 1.800 UI/dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de Vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de Vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Inpruv D com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da Vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento a menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDLcolesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;smenopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Inpruv D com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Inpruv D (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Inpruv D?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e da umidade. Deve ser conservado em sua embalagem original mesmo depois de aberta.

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Inpruv D® 7.000UI

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Inpruv D® 10.000UI

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Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Inpruv D

Comprimidos mastigáveis de 7.000 UI de vitamina D

Caixa contendo 10 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Comprimidos mastigáveis de 10.000 UI de vitamina D

Caixa contendo 10 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Comprimidos revestidos de 50.000 UI de vitamina D

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Uso oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Inpruv D

Reg. M.S.: 1.0118.0623

10.000UI, caixa com 30 comprimidos mastigáveis

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Inpruv D, para o que é indicado e para o que serve?

Inpruv D® (colecalciferol) é um medicamento à base de Vitamina D, com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea (retirada de minerais) pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Quais as contraindicações do Inpruv D?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula. É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de Vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Como usar o Inpruv D?

Comprimidos 5.000 e 10.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por dia durante 6 a 8 semanas. Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

Manutenção da concentração sanguínea de Vitamina D3 > 30 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

Inpruv D® 10.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido ou aberto.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Comprimido 50.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 50.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por semana durante 6 a 8 semanas.

Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando&nbsp;de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido, aberto ou mastigado.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Inpruv D funciona?

Inpruv D® atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24hs.

Quais cuidados devo ter ao usar o Inpruv D?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona, betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não tem sido relatado problemas com a ingestão das quantidades normais da Vitamina D recomendadas para idosos. Estudos tem relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Inpruv D?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000 U.I. a 20.000 U.I. em crianças e 60.000 U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Inpruv D?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Inpruv D?

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;7.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">7.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo de quinolina laca de alumínio.

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;10.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">10.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de&nbsp;Inpruv D®&nbsp;50.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">50.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, copovidona, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, dióxido de silício, álcool polivinilico, macrogol, talco, dióxido de titânio, vermelho allura 129 laca de alumínio.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Inpruv D maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de Vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensibilidade a Vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500 µg/dia (equivalente a 20.000 UI/dia). A administração prolongada de 45 µg/dia (equivalente a 1.800 UI/dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de Vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de Vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Inpruv D com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da Vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento a menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDLcolesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;smenopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Inpruv D com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Inpruv D (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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Effects of a short-term vitamin D(3) and calcium supplementation on blood pressure and parathyroid hormone levels in elderly women. J Clin Endocrinol Metab. 2001;86(4):1633-7.<br> 19. Kulie T, et al. Vitamin D: an evidence-based review. J Am Board Fam Med. 2009;22(6):698-706.<br> 20. Grant WB, et al. An estimate of cancer mortality rate reductions in Europe and the US with 1,000 IU of oral vitamin D per day. Recent Results Cancer Res. 2007;174:225-34.<br> 21. Chen P, et al. Meta-analysis of vitamin D, calcium and the prevention of breast cancer. Breast Cancer Res Treat. 2010;121(2):469-77.<br> 22. Marques CD, et al. The importance of vitamin D levels in autoimmune diseases. Rev Bras Reumatol. 2010;50(1):67-80.<br> 23. Bischoff-Ferrari HA, et al. Effect of Vitamin D on falls: a meta-analysis. JAMA. 2004,291(16):1999-2006.<br> 24. Institute of Medicine (US) Standing Committee on the Scientific Evaluation of Dietary Reference Intakes. Dietary Reference Intakes for calcium and vitamin D. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Inpruv D?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e da umidade. Deve ser conservado em sua embalagem original mesmo depois de aberta.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aspecto físico e características do medicamento

Inpruv D® 7.000UI

Comprimido circular, amarelo, biconvexo e liso.

Inpruv D® 10.000UI

Comprimido circular laranja, biconvexo e liso.

Inpruv D® 50.000UI

Comprimido revestido vermelho, oblongo, biconvexo e liso.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Inpruv D

Comprimidos mastigáveis de 7.000 UI de vitamina D

Caixa contendo 10 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Comprimidos mastigáveis de 10.000 UI de vitamina D

Caixa contendo 10 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Comprimidos revestidos de 50.000 UI de vitamina D

Caixas contendo 4 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Inpruv D

Reg. M.S.: 1.0118.0623

Farmacêutico Responsável:
Rodrigo de Morais Vaz
CRF SP nº 39.282

Apsen Farmacêutica S/A
Rua La Paz, nº 37/67 – Santo Amaro
CEP 04755-020
São Paulo – SP
CNPJ: 62.462.015/0001-29
Indústria Brasileira




Centro de Atendimento ao Cliente
0800 16 5678
Ligação gratuita&nbsp;
infomed@apsen.com.br


® Marca registrada de Apsen Farmacêutica S.A.

Venda sob prescrição médica.

10.000UI, caixa com 10 comprimidos mastigáveis

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Inpruv D, para o que é indicado e para o que serve?

Inpruv D® (colecalciferol) é um medicamento à base de Vitamina D, com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea (retirada de minerais) pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Quais as contraindicações do Inpruv D?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula. É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de Vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Como usar o Inpruv D?

Comprimidos 5.000 e 10.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por dia durante 6 a 8 semanas. Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

Manutenção da concentração sanguínea de Vitamina D3 > 30 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

Inpruv D® 10.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido ou aberto.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Comprimido 50.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 50.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por semana durante 6 a 8 semanas.

Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando&nbsp;de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido, aberto ou mastigado.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Inpruv D funciona?

Inpruv D® atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24hs.

Quais cuidados devo ter ao usar o Inpruv D?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona, betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não tem sido relatado problemas com a ingestão das quantidades normais da Vitamina D recomendadas para idosos. Estudos tem relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Inpruv D?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000 U.I. a 20.000 U.I. em crianças e 60.000 U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Inpruv D?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Inpruv D?

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;7.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">7.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo de quinolina laca de alumínio.

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;10.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">10.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de&nbsp;Inpruv D®&nbsp;50.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">50.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, copovidona, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, dióxido de silício, álcool polivinilico, macrogol, talco, dióxido de titânio, vermelho allura 129 laca de alumínio.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Inpruv D maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de Vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensibilidade a Vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500 µg/dia (equivalente a 20.000 UI/dia). A administração prolongada de 45 µg/dia (equivalente a 1.800 UI/dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de Vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de Vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Inpruv D com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da Vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento a menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDLcolesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;smenopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Inpruv D com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Inpruv D (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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Effects of a short-term vitamin D(3) and calcium supplementation on blood pressure and parathyroid hormone levels in elderly women. J Clin Endocrinol Metab. 2001;86(4):1633-7.<br> 19. Kulie T, et al. Vitamin D: an evidence-based review. J Am Board Fam Med. 2009;22(6):698-706.<br> 20. Grant WB, et al. An estimate of cancer mortality rate reductions in Europe and the US with 1,000 IU of oral vitamin D per day. Recent Results Cancer Res. 2007;174:225-34.<br> 21. Chen P, et al. Meta-analysis of vitamin D, calcium and the prevention of breast cancer. Breast Cancer Res Treat. 2010;121(2):469-77.<br> 22. Marques CD, et al. The importance of vitamin D levels in autoimmune diseases. Rev Bras Reumatol. 2010;50(1):67-80.<br> 23. Bischoff-Ferrari HA, et al. Effect of Vitamin D on falls: a meta-analysis. JAMA. 2004,291(16):1999-2006.<br> 24. Institute of Medicine (US) Standing Committee on the Scientific Evaluation of Dietary Reference Intakes. Dietary Reference Intakes for calcium and vitamin D. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Inpruv D?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e da umidade. Deve ser conservado em sua embalagem original mesmo depois de aberta.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aspecto físico e características do medicamento

Inpruv D® 7.000UI

Comprimido circular, amarelo, biconvexo e liso.

Inpruv D® 10.000UI

Comprimido circular laranja, biconvexo e liso.

Inpruv D® 50.000UI

Comprimido revestido vermelho, oblongo, biconvexo e liso.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Inpruv D

Comprimidos mastigáveis de 7.000 UI de vitamina D

Caixa contendo 10 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Comprimidos mastigáveis de 10.000 UI de vitamina D

Caixa contendo 10 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Comprimidos revestidos de 50.000 UI de vitamina D

Caixas contendo 4 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Inpruv D

Reg. M.S.: 1.0118.0623

Farmacêutico Responsável:
Rodrigo de Morais Vaz
CRF SP nº 39.282

Apsen Farmacêutica S/A
Rua La Paz, nº 37/67 – Santo Amaro
CEP 04755-020
São Paulo – SP
CNPJ: 62.462.015/0001-29
Indústria Brasileira




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Ligação gratuita&nbsp;
infomed@apsen.com.br


® Marca registrada de Apsen Farmacêutica S.A.

Venda sob prescrição médica.

7.000UI, caixa com 30 comprimidos mastigáveis

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Inpruv D, para o que é indicado e para o que serve?

Inpruv D® (colecalciferol) é um medicamento à base de Vitamina D, com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea (retirada de minerais) pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Quais as contraindicações do Inpruv D?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula. É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de Vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Como usar o Inpruv D?

Comprimidos 5.000 e 10.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por dia durante 6 a 8 semanas. Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

Manutenção da concentração sanguínea de Vitamina D3 > 30 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

Inpruv D® 10.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido ou aberto.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Comprimido 50.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 50.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por semana durante 6 a 8 semanas.

Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando&nbsp;de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido, aberto ou mastigado.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Inpruv D funciona?

Inpruv D® atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24hs.

Quais cuidados devo ter ao usar o Inpruv D?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona, betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não tem sido relatado problemas com a ingestão das quantidades normais da Vitamina D recomendadas para idosos. Estudos tem relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Inpruv D?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000 U.I. a 20.000 U.I. em crianças e 60.000 U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Inpruv D?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Inpruv D?

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;7.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">7.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo de quinolina laca de alumínio.

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;10.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">10.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de&nbsp;Inpruv D®&nbsp;50.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">50.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, copovidona, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, dióxido de silício, álcool polivinilico, macrogol, talco, dióxido de titânio, vermelho allura 129 laca de alumínio.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Inpruv D maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de Vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensibilidade a Vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500 µg/dia (equivalente a 20.000 UI/dia). A administração prolongada de 45 µg/dia (equivalente a 1.800 UI/dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de Vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de Vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Inpruv D com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da Vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento a menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDLcolesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;smenopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Inpruv D com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Inpruv D (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Inpruv D?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e da umidade. Deve ser conservado em sua embalagem original mesmo depois de aberta.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Apresentações do Inpruv D

Comprimidos mastigáveis de 7.000 UI de vitamina D

Caixa contendo 10 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Comprimidos mastigáveis de 10.000 UI de vitamina D

Caixa contendo 10 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Comprimidos revestidos de 50.000 UI de vitamina D

Caixas contendo 4 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

5.000UI, caixa com 10 comprimidos mastigáveis

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Inpruv D, para o que é indicado e para o que serve?

Inpruv D® (colecalciferol) é um medicamento à base de Vitamina D, com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea (retirada de minerais) pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Quais as contraindicações do Inpruv D?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula. É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de Vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Como usar o Inpruv D?

Comprimidos 5.000 e 10.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por dia durante 6 a 8 semanas. Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

Manutenção da concentração sanguínea de Vitamina D3 > 30 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

Inpruv D® 10.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido ou aberto.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Comprimido 50.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 50.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por semana durante 6 a 8 semanas.

Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando&nbsp;de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido, aberto ou mastigado.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Inpruv D funciona?

Inpruv D® atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24hs.

Quais cuidados devo ter ao usar o Inpruv D?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona, betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não tem sido relatado problemas com a ingestão das quantidades normais da Vitamina D recomendadas para idosos. Estudos tem relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Inpruv D?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000 U.I. a 20.000 U.I. em crianças e 60.000 U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Inpruv D?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Inpruv D?

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;7.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">7.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo de quinolina laca de alumínio.

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;10.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">10.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de&nbsp;Inpruv D®&nbsp;50.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">50.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, copovidona, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, dióxido de silício, álcool polivinilico, macrogol, talco, dióxido de titânio, vermelho allura 129 laca de alumínio.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Inpruv D maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de Vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensibilidade a Vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500 µg/dia (equivalente a 20.000 UI/dia). A administração prolongada de 45 µg/dia (equivalente a 1.800 UI/dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de Vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de Vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Inpruv D com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da Vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento a menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDLcolesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;smenopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Inpruv D com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Inpruv D (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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Effects of a short-term vitamin D(3) and calcium supplementation on blood pressure and parathyroid hormone levels in elderly women. J Clin Endocrinol Metab. 2001;86(4):1633-7.<br> 19. Kulie T, et al. Vitamin D: an evidence-based review. J Am Board Fam Med. 2009;22(6):698-706.<br> 20. Grant WB, et al. An estimate of cancer mortality rate reductions in Europe and the US with 1,000 IU of oral vitamin D per day. Recent Results Cancer Res. 2007;174:225-34.<br> 21. Chen P, et al. Meta-analysis of vitamin D, calcium and the prevention of breast cancer. Breast Cancer Res Treat. 2010;121(2):469-77.<br> 22. Marques CD, et al. The importance of vitamin D levels in autoimmune diseases. Rev Bras Reumatol. 2010;50(1):67-80.<br> 23. Bischoff-Ferrari HA, et al. Effect of Vitamin D on falls: a meta-analysis. JAMA. 2004,291(16):1999-2006.<br> 24. Institute of Medicine (US) Standing Committee on the Scientific Evaluation of Dietary Reference Intakes. Dietary Reference Intakes for calcium and vitamin D. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Inpruv D?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e da umidade. Deve ser conservado em sua embalagem original mesmo depois de aberta.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aspecto físico e características do medicamento

Inpruv D® 7.000UI

Comprimido circular, amarelo, biconvexo e liso.

Inpruv D® 10.000UI

Comprimido circular laranja, biconvexo e liso.

Inpruv D® 50.000UI

Comprimido revestido vermelho, oblongo, biconvexo e liso.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Inpruv D

Comprimidos mastigáveis de 7.000 UI de vitamina D

Caixa contendo 10 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Comprimidos mastigáveis de 10.000 UI de vitamina D

Caixa contendo 10 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Comprimidos revestidos de 50.000 UI de vitamina D

Caixas contendo 4 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Inpruv D

Reg. M.S.: 1.0118.0623

Farmacêutico Responsável:
Rodrigo de Morais Vaz
CRF SP nº 39.282

Apsen Farmacêutica S/A
Rua La Paz, nº 37/67 – Santo Amaro
CEP 04755-020
São Paulo – SP
CNPJ: 62.462.015/0001-29
Indústria Brasileira




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0800 16 5678
Ligação gratuita&nbsp;
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® Marca registrada de Apsen Farmacêutica S.A.

Venda sob prescrição médica.

7.000UI, caixa com 4 comprimidos mastigáveis

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Inpruv D, para o que é indicado e para o que serve?

Inpruv D® (colecalciferol) é um medicamento à base de Vitamina D, com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea (retirada de minerais) pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Quais as contraindicações do Inpruv D?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula. É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de Vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Como usar o Inpruv D?

Comprimidos 5.000 e 10.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por dia durante 6 a 8 semanas. Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

Manutenção da concentração sanguínea de Vitamina D3 > 30 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

Inpruv D® 10.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido ou aberto.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Comprimido 50.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 50.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por semana durante 6 a 8 semanas.

Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando&nbsp;de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido, aberto ou mastigado.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Inpruv D funciona?

Inpruv D® atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24hs.

Quais cuidados devo ter ao usar o Inpruv D?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona, betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não tem sido relatado problemas com a ingestão das quantidades normais da Vitamina D recomendadas para idosos. Estudos tem relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Inpruv D?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000 U.I. a 20.000 U.I. em crianças e 60.000 U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Inpruv D?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Inpruv D?

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;7.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">7.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo de quinolina laca de alumínio.

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;10.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">10.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de&nbsp;Inpruv D®&nbsp;50.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">50.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, copovidona, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, dióxido de silício, álcool polivinilico, macrogol, talco, dióxido de titânio, vermelho allura 129 laca de alumínio.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Inpruv D maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de Vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensibilidade a Vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500 µg/dia (equivalente a 20.000 UI/dia). A administração prolongada de 45 µg/dia (equivalente a 1.800 UI/dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de Vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de Vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Inpruv D com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da Vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento a menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDLcolesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;smenopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Inpruv D com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Inpruv D (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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Effects of a short-term vitamin D(3) and calcium supplementation on blood pressure and parathyroid hormone levels in elderly women. J Clin Endocrinol Metab. 2001;86(4):1633-7.<br> 19. Kulie T, et al. Vitamin D: an evidence-based review. J Am Board Fam Med. 2009;22(6):698-706.<br> 20. Grant WB, et al. An estimate of cancer mortality rate reductions in Europe and the US with 1,000 IU of oral vitamin D per day. Recent Results Cancer Res. 2007;174:225-34.<br> 21. Chen P, et al. Meta-analysis of vitamin D, calcium and the prevention of breast cancer. Breast Cancer Res Treat. 2010;121(2):469-77.<br> 22. Marques CD, et al. The importance of vitamin D levels in autoimmune diseases. Rev Bras Reumatol. 2010;50(1):67-80.<br> 23. Bischoff-Ferrari HA, et al. Effect of Vitamin D on falls: a meta-analysis. JAMA. 2004,291(16):1999-2006.<br> 24. Institute of Medicine (US) Standing Committee on the Scientific Evaluation of Dietary Reference Intakes. Dietary Reference Intakes for calcium and vitamin D. 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Fall prevention with supplemental and active forms of vitamin D: a meta analysis of randomised controlled trials. BMJ. 2009;339:b3692.<br> 31. Kalyani RR, et al. Vitamin D treatment for the prevention of falls in older adults: systematic review and meta-analysis. J Am Geriatr Soc. 2010;58(7):1299-310.<br> 32. Papadimitropoulos E, et al. Meta-analyses of therapies for postmenopausal osteoporosis. VIII: Meta analysis of the efficacy of vitamin D treatment in preventing osteoporosis in postmenopausal women. Endocr Rev. 2002;23(4):560-9.<br> 33. Chapuy MC, et al. Vitamin D3 and calcium to prevent hip fractures in the elderly women. N Engl J Med. 1992;327(23):1637-42.<br> 34. Larsen ER, et al. Vitamin D and calcium supplementation prevents osteoporotic fractures in elderly community dwelling residents: a pragmatic population-based 3-year intervention study. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Inpruv D?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e da umidade. Deve ser conservado em sua embalagem original mesmo depois de aberta.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aspecto físico e características do medicamento

Inpruv D® 7.000UI

Comprimido circular, amarelo, biconvexo e liso.

Inpruv D® 10.000UI

Comprimido circular laranja, biconvexo e liso.

Inpruv D® 50.000UI

Comprimido revestido vermelho, oblongo, biconvexo e liso.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Inpruv D

Comprimidos mastigáveis de 7.000 UI de vitamina D

Caixa contendo 10 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Comprimidos mastigáveis de 10.000 UI de vitamina D

Caixa contendo 10 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Comprimidos revestidos de 50.000 UI de vitamina D

Caixas contendo 4 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Inpruv D

Reg. M.S.: 1.0118.0623

Farmacêutico Responsável:
Rodrigo de Morais Vaz
CRF SP nº 39.282

Apsen Farmacêutica S/A
Rua La Paz, nº 37/67 – Santo Amaro
CEP 04755-020
São Paulo – SP
CNPJ: 62.462.015/0001-29
Indústria Brasileira




Centro de Atendimento ao Cliente
0800 16 5678
Ligação gratuita&nbsp;
infomed@apsen.com.br


® Marca registrada de Apsen Farmacêutica S.A.

Venda sob prescrição médica.

7.000UI, caixa com 8 comprimidos mastigáveis

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Inpruv D, para o que é indicado e para o que serve?

Inpruv D® (colecalciferol) é um medicamento à base de Vitamina D, com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea (retirada de minerais) pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Quais as contraindicações do Inpruv D?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula. É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de Vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Como usar o Inpruv D?

Comprimidos 5.000 e 10.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por dia durante 6 a 8 semanas. Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

Manutenção da concentração sanguínea de Vitamina D3 > 30 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

Inpruv D® 10.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido ou aberto.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Comprimido 50.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 50.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por semana durante 6 a 8 semanas.

Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando&nbsp;de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido, aberto ou mastigado.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Inpruv D funciona?

Inpruv D® atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24hs.

Quais cuidados devo ter ao usar o Inpruv D?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona, betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não tem sido relatado problemas com a ingestão das quantidades normais da Vitamina D recomendadas para idosos. Estudos tem relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Inpruv D?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000 U.I. a 20.000 U.I. em crianças e 60.000 U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Inpruv D?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Inpruv D?

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;7.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">7.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo de quinolina laca de alumínio.

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;10.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">10.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de&nbsp;Inpruv D®&nbsp;50.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">50.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, copovidona, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, dióxido de silício, álcool polivinilico, macrogol, talco, dióxido de titânio, vermelho allura 129 laca de alumínio.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Inpruv D maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de Vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensibilidade a Vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500 µg/dia (equivalente a 20.000 UI/dia). A administração prolongada de 45 µg/dia (equivalente a 1.800 UI/dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de Vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de Vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Inpruv D com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da Vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento a menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDLcolesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;smenopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Inpruv D com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Inpruv D (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Inpruv D?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e da umidade. Deve ser conservado em sua embalagem original mesmo depois de aberta.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Apresentações do Inpruv D

Comprimidos mastigáveis de 7.000 UI de vitamina D

Caixa contendo 10 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Comprimidos mastigáveis de 10.000 UI de vitamina D

Caixa contendo 10 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Comprimidos revestidos de 50.000 UI de vitamina D

Caixas contendo 4 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

2.000UI, caixa com 30 comprimidos mastigáveis

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Inpruv D, para o que é indicado e para o que serve?

Inpruv D® (colecalciferol) é um medicamento à base de Vitamina D, com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea (retirada de minerais) pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Quais as contraindicações do Inpruv D?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula. É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de Vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Como usar o Inpruv D?

Comprimidos 5.000 e 10.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por dia durante 6 a 8 semanas. Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

Manutenção da concentração sanguínea de Vitamina D3 > 30 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

Inpruv D® 10.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido ou aberto.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Comprimido 50.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 50.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por semana durante 6 a 8 semanas.

Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando&nbsp;de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido, aberto ou mastigado.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Inpruv D funciona?

Inpruv D® atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24hs.

Quais cuidados devo ter ao usar o Inpruv D?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona, betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não tem sido relatado problemas com a ingestão das quantidades normais da Vitamina D recomendadas para idosos. Estudos tem relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Inpruv D?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000 U.I. a 20.000 U.I. em crianças e 60.000 U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Inpruv D?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Inpruv D?

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;7.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">7.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo de quinolina laca de alumínio.

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;10.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">10.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de&nbsp;Inpruv D®&nbsp;50.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">50.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, copovidona, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, dióxido de silício, álcool polivinilico, macrogol, talco, dióxido de titânio, vermelho allura 129 laca de alumínio.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Inpruv D maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de Vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensibilidade a Vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500 µg/dia (equivalente a 20.000 UI/dia). A administração prolongada de 45 µg/dia (equivalente a 1.800 UI/dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de Vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de Vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Inpruv D com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da Vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento a menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDLcolesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;smenopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Inpruv D com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Inpruv D (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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J Bone Miner Res. 2004;19(3):370-8.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>C&#xE1;psula / Comprimido / Gotas</h3> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) atua regulando positivamente a homeostasia do c&#xE1;lcio. &#xC9; essencial para promover a absor&#xE7;&#xE3;o e utiliza&#xE7;&#xE3;o de c&#xE1;lcio e fosfato, e para calcifica&#xE7;&#xE3;o adequada dos ossos.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D), o paratorm&#xF4;nio e a calcitonina s&#xE3;o os principais reguladores da concentra&#xE7;&#xE3;o de c&#xE1;lcio no plasma. O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

Apresentações do Inpruv D

Comprimidos mastigáveis de 7.000 UI de vitamina D

Caixa contendo 10 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Comprimidos mastigáveis de 10.000 UI de vitamina D

Caixa contendo 10 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Comprimidos revestidos de 50.000 UI de vitamina D

Caixas contendo 4 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

5.000UI, caixa com 60 comprimidos mastigáveis

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Inpruv D, para o que é indicado e para o que serve?

Inpruv D® (colecalciferol) é um medicamento à base de Vitamina D, com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea (retirada de minerais) pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Quais as contraindicações do Inpruv D?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula. É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de Vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Como usar o Inpruv D?

Comprimidos 5.000 e 10.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por dia durante 6 a 8 semanas. Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

Manutenção da concentração sanguínea de Vitamina D3 > 30 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

Inpruv D® 10.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido ou aberto.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Comprimido 50.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 50.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por semana durante 6 a 8 semanas.

Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando&nbsp;de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido, aberto ou mastigado.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Inpruv D funciona?

Inpruv D® atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24hs.

Quais cuidados devo ter ao usar o Inpruv D?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona, betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não tem sido relatado problemas com a ingestão das quantidades normais da Vitamina D recomendadas para idosos. Estudos tem relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Inpruv D?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000 U.I. a 20.000 U.I. em crianças e 60.000 U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Inpruv D?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Inpruv D?

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;7.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">7.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo de quinolina laca de alumínio.

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;10.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">10.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de&nbsp;Inpruv D®&nbsp;50.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">50.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, copovidona, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, dióxido de silício, álcool polivinilico, macrogol, talco, dióxido de titânio, vermelho allura 129 laca de alumínio.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Inpruv D maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de Vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensibilidade a Vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500 µg/dia (equivalente a 20.000 UI/dia). A administração prolongada de 45 µg/dia (equivalente a 1.800 UI/dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de Vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de Vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Inpruv D com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da Vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento a menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDLcolesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;smenopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Inpruv D com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Inpruv D (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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J Bone Miner Res. 2004;19(3):370-8.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>C&#xE1;psula / Comprimido / Gotas</h3> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) atua regulando positivamente a homeostasia do c&#xE1;lcio. &#xC9; essencial para promover a absor&#xE7;&#xE3;o e utiliza&#xE7;&#xE3;o de c&#xE1;lcio e fosfato, e para calcifica&#xE7;&#xE3;o adequada dos ossos.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D), o paratorm&#xF4;nio e a calcitonina s&#xE3;o os principais reguladores da concentra&#xE7;&#xE3;o de c&#xE1;lcio no plasma. O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Inpruv D?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e da umidade. Deve ser conservado em sua embalagem original mesmo depois de aberta.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aspecto físico e características do medicamento

Inpruv D® 7.000UI

Comprimido circular, amarelo, biconvexo e liso.

Inpruv D® 10.000UI

Comprimido circular laranja, biconvexo e liso.

Inpruv D® 50.000UI

Comprimido revestido vermelho, oblongo, biconvexo e liso.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Inpruv D

Comprimidos mastigáveis de 7.000 UI de vitamina D

Caixa contendo 10 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Comprimidos mastigáveis de 10.000 UI de vitamina D

Caixa contendo 10 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Comprimidos revestidos de 50.000 UI de vitamina D

Caixas contendo 4 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Inpruv D

Reg. M.S.: 1.0118.0623

Farmacêutico Responsável:
Rodrigo de Morais Vaz
CRF SP nº 39.282

Apsen Farmacêutica S/A
Rua La Paz, nº 37/67 – Santo Amaro
CEP 04755-020
São Paulo – SP
CNPJ: 62.462.015/0001-29
Indústria Brasileira




Centro de Atendimento ao Cliente
0800 16 5678
Ligação gratuita&nbsp;
infomed@apsen.com.br


® Marca registrada de Apsen Farmacêutica S.A.

Venda sob prescrição médica.

5.000UI, caixa com 90 comprimidos mastigáveis

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Inpruv D, para o que é indicado e para o que serve?

Inpruv D® (colecalciferol) é um medicamento à base de Vitamina D, com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea (retirada de minerais) pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Quais as contraindicações do Inpruv D?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula. É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de Vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Como usar o Inpruv D?

Comprimidos 5.000 e 10.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por dia durante 6 a 8 semanas. Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

Manutenção da concentração sanguínea de Vitamina D3 > 30 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

Inpruv D® 10.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido ou aberto.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Comprimido 50.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 50.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por semana durante 6 a 8 semanas.

Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando&nbsp;de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido, aberto ou mastigado.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Inpruv D funciona?

Inpruv D® atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24hs.

Quais cuidados devo ter ao usar o Inpruv D?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona, betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não tem sido relatado problemas com a ingestão das quantidades normais da Vitamina D recomendadas para idosos. Estudos tem relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Inpruv D?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000 U.I. a 20.000 U.I. em crianças e 60.000 U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Inpruv D?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Inpruv D?

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;7.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">7.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo de quinolina laca de alumínio.

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;10.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">10.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de&nbsp;Inpruv D®&nbsp;50.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">50.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, copovidona, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, dióxido de silício, álcool polivinilico, macrogol, talco, dióxido de titânio, vermelho allura 129 laca de alumínio.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Inpruv D maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de Vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensibilidade a Vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500 µg/dia (equivalente a 20.000 UI/dia). A administração prolongada de 45 µg/dia (equivalente a 1.800 UI/dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de Vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de Vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Inpruv D com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da Vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento a menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDLcolesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;smenopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Inpruv D com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Inpruv D (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Inpruv D?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e da umidade. Deve ser conservado em sua embalagem original mesmo depois de aberta.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Apresentações do Inpruv D

Comprimidos mastigáveis de 7.000 UI de vitamina D

Caixa contendo 10 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Comprimidos mastigáveis de 10.000 UI de vitamina D

Caixa contendo 10 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Comprimidos revestidos de 50.000 UI de vitamina D

Caixas contendo 4 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

7.000UI, caixa com 60 comprimidos mastigáveis

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Inpruv D, para o que é indicado e para o que serve?

Inpruv D® (colecalciferol) é um medicamento à base de Vitamina D, com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea (retirada de minerais) pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Quais as contraindicações do Inpruv D?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula. É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de Vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Como usar o Inpruv D?

Comprimidos 5.000 e 10.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por dia durante 6 a 8 semanas. Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

Manutenção da concentração sanguínea de Vitamina D3 > 30 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

Inpruv D® 10.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido ou aberto.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Comprimido 50.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 50.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por semana durante 6 a 8 semanas.

Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando&nbsp;de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido, aberto ou mastigado.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Inpruv D funciona?

Inpruv D® atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24hs.

Quais cuidados devo ter ao usar o Inpruv D?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona, betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não tem sido relatado problemas com a ingestão das quantidades normais da Vitamina D recomendadas para idosos. Estudos tem relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Inpruv D?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000 U.I. a 20.000 U.I. em crianças e 60.000 U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Inpruv D?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Inpruv D?

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;7.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">7.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo de quinolina laca de alumínio.

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;10.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">10.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de&nbsp;Inpruv D®&nbsp;50.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">50.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, copovidona, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, dióxido de silício, álcool polivinilico, macrogol, talco, dióxido de titânio, vermelho allura 129 laca de alumínio.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Inpruv D maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de Vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensibilidade a Vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500 µg/dia (equivalente a 20.000 UI/dia). A administração prolongada de 45 µg/dia (equivalente a 1.800 UI/dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de Vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de Vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Inpruv D com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da Vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento a menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDLcolesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;smenopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Inpruv D com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Inpruv D (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2009;53(5):625-33.<br> 13. Mitri J, et al. Effects of vitamin D and calcium supplementation on pancreatic &#x3B2; cell function, insulin sensitivity, and glycemia in adults at high risk of diabetes: the Calcium and Vitamin D for Diabetes Mellitus (CaDDM) randomized controlled trial. Am J Clin Nutr. 2011;94(2):486-94.<br> 14. Sugden JA, et al. Vitamin D improves endothelial function in patients with type 2 diabetes mellitus and low vitamin D levels. Diabet Med. 2008;25(3):320-5.<br> 15. Martini LA, et al. Vitamin D status and the metabolic syndrome. Nutr Rev. 2006;64(11):479-86.<br> 16. Akcam M, et al. Bone mineral density in response to two different regimes in rickets. Indian Pediatr. 2006;43(5):423-7.<br> 17. Hajjar V, et al. Does vitamin D deficiency play a role in the pathogenesis of chronic heart failure? Do supplements improve survival? Cleve Clin J Med. 2010;77(5):290-3. 18. Pfeifer M, et al. Effects of a short-term vitamin D(3) and calcium supplementation on blood pressure and parathyroid hormone levels in elderly women. J Clin Endocrinol Metab. 2001;86(4):1633-7.<br> 19. Kulie T, et al. Vitamin D: an evidence-based review. J Am Board Fam Med. 2009;22(6):698-706.<br> 20. Grant WB, et al. An estimate of cancer mortality rate reductions in Europe and the US with 1,000 IU of oral vitamin D per day. Recent Results Cancer Res. 2007;174:225-34.<br> 21. Chen P, et al. Meta-analysis of vitamin D, calcium and the prevention of breast cancer. Breast Cancer Res Treat. 2010;121(2):469-77.<br> 22. Marques CD, et al. The importance of vitamin D levels in autoimmune diseases. Rev Bras Reumatol. 2010;50(1):67-80.<br> 23. Bischoff-Ferrari HA, et al. Effect of Vitamin D on falls: a meta-analysis. JAMA. 2004,291(16):1999-2006.<br> 24. Institute of Medicine (US) Standing Committee on the Scientific Evaluation of Dietary Reference Intakes. Dietary Reference Intakes for calcium and vitamin D. 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Fall prevention with supplemental and active forms of vitamin D: a meta analysis of randomised controlled trials. BMJ. 2009;339:b3692.<br> 31. Kalyani RR, et al. Vitamin D treatment for the prevention of falls in older adults: systematic review and meta-analysis. J Am Geriatr Soc. 2010;58(7):1299-310.<br> 32. Papadimitropoulos E, et al. Meta-analyses of therapies for postmenopausal osteoporosis. VIII: Meta analysis of the efficacy of vitamin D treatment in preventing osteoporosis in postmenopausal women. Endocr Rev. 2002;23(4):560-9.<br> 33. Chapuy MC, et al. Vitamin D3 and calcium to prevent hip fractures in the elderly women. N Engl J Med. 1992;327(23):1637-42.<br> 34. Larsen ER, et al. Vitamin D and calcium supplementation prevents osteoporotic fractures in elderly community dwelling residents: a pragmatic population-based 3-year intervention study. J Bone Miner Res. 2004;19(3):370-8.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>C&#xE1;psula / Comprimido / Gotas</h3> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) atua regulando positivamente a homeostasia do c&#xE1;lcio. &#xC9; essencial para promover a absor&#xE7;&#xE3;o e utiliza&#xE7;&#xE3;o de c&#xE1;lcio e fosfato, e para calcifica&#xE7;&#xE3;o adequada dos ossos.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D), o paratorm&#xF4;nio e a calcitonina s&#xE3;o os principais reguladores da concentra&#xE7;&#xE3;o de c&#xE1;lcio no plasma. O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Inpruv D?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e da umidade. Deve ser conservado em sua embalagem original mesmo depois de aberta.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Apresentações do Inpruv D

Comprimidos mastigáveis de 7.000 UI de vitamina D

Caixa contendo 10 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Comprimidos mastigáveis de 10.000 UI de vitamina D

Caixa contendo 10 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Comprimidos revestidos de 50.000 UI de vitamina D

Caixas contendo 4 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

7.000UI, caixa com 90 comprimidos mastigáveis

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Inpruv D, para o que é indicado e para o que serve?

Inpruv D® (colecalciferol) é um medicamento à base de Vitamina D, com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea (retirada de minerais) pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Quais as contraindicações do Inpruv D?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula. É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de Vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Como usar o Inpruv D?

Comprimidos 5.000 e 10.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por dia durante 6 a 8 semanas. Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

Manutenção da concentração sanguínea de Vitamina D3 > 30 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

Inpruv D® 10.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido ou aberto.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Comprimido 50.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 50.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por semana durante 6 a 8 semanas.

Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando&nbsp;de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido, aberto ou mastigado.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Inpruv D funciona?

Inpruv D® atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24hs.

Quais cuidados devo ter ao usar o Inpruv D?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona, betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não tem sido relatado problemas com a ingestão das quantidades normais da Vitamina D recomendadas para idosos. Estudos tem relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Inpruv D?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000 U.I. a 20.000 U.I. em crianças e 60.000 U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Inpruv D?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Inpruv D?

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;7.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">7.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo de quinolina laca de alumínio.

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;10.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">10.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de&nbsp;Inpruv D®&nbsp;50.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">50.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, copovidona, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, dióxido de silício, álcool polivinilico, macrogol, talco, dióxido de titânio, vermelho allura 129 laca de alumínio.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Inpruv D maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de Vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensibilidade a Vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500 µg/dia (equivalente a 20.000 UI/dia). A administração prolongada de 45 µg/dia (equivalente a 1.800 UI/dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de Vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de Vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Inpruv D com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da Vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento a menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDLcolesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;smenopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Inpruv D com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Inpruv D (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. 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J Bone Miner Res. 2004;19(3):370-8.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>C&#xE1;psula / Comprimido / Gotas</h3> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) atua regulando positivamente a homeostasia do c&#xE1;lcio. &#xC9; essencial para promover a absor&#xE7;&#xE3;o e utiliza&#xE7;&#xE3;o de c&#xE1;lcio e fosfato, e para calcifica&#xE7;&#xE3;o adequada dos ossos.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D), o paratorm&#xF4;nio e a calcitonina s&#xE3;o os principais reguladores da concentra&#xE7;&#xE3;o de c&#xE1;lcio no plasma. O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Inpruv D?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e da umidade. Deve ser conservado em sua embalagem original mesmo depois de aberta.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Apresentações do Inpruv D

Comprimidos mastigáveis de 7.000 UI de vitamina D

Caixa contendo 10 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Comprimidos mastigáveis de 10.000 UI de vitamina D

Caixa contendo 10 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Comprimidos revestidos de 50.000 UI de vitamina D

Caixas contendo 4 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

10.000UI, caixa com 60 comprimidos mastigáveis

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Inpruv D, para o que é indicado e para o que serve?

Inpruv D® (colecalciferol) é um medicamento à base de Vitamina D, com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea (retirada de minerais) pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Quais as contraindicações do Inpruv D?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula. É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de Vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Como usar o Inpruv D?

Comprimidos 5.000 e 10.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por dia durante 6 a 8 semanas. Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

Manutenção da concentração sanguínea de Vitamina D3 > 30 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

Inpruv D® 10.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido ou aberto.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Comprimido 50.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 50.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por semana durante 6 a 8 semanas.

Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando&nbsp;de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido, aberto ou mastigado.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Inpruv D funciona?

Inpruv D® atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24hs.

Quais cuidados devo ter ao usar o Inpruv D?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona, betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não tem sido relatado problemas com a ingestão das quantidades normais da Vitamina D recomendadas para idosos. Estudos tem relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Inpruv D?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000 U.I. a 20.000 U.I. em crianças e 60.000 U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Inpruv D?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Inpruv D?

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;7.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">7.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo de quinolina laca de alumínio.

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;10.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">10.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de&nbsp;Inpruv D®&nbsp;50.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">50.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, copovidona, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, dióxido de silício, álcool polivinilico, macrogol, talco, dióxido de titânio, vermelho allura 129 laca de alumínio.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Inpruv D maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de Vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensibilidade a Vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500 µg/dia (equivalente a 20.000 UI/dia). A administração prolongada de 45 µg/dia (equivalente a 1.800 UI/dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de Vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de Vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Inpruv D com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da Vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento a menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDLcolesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;smenopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Inpruv D com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Inpruv D (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Inpruv D?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e da umidade. Deve ser conservado em sua embalagem original mesmo depois de aberta.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aspecto físico e características do medicamento

Inpruv D® 7.000UI

Comprimido circular, amarelo, biconvexo e liso.

Inpruv D® 10.000UI

Comprimido circular laranja, biconvexo e liso.

Inpruv D® 50.000UI

Comprimido revestido vermelho, oblongo, biconvexo e liso.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Inpruv D

Comprimidos mastigáveis de 7.000 UI de vitamina D

Caixa contendo 10 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Comprimidos mastigáveis de 10.000 UI de vitamina D

Caixa contendo 10 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Comprimidos revestidos de 50.000 UI de vitamina D

Caixas contendo 4 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Inpruv D

Reg. M.S.: 1.0118.0623

Farmacêutico Responsável:
Rodrigo de Morais Vaz
CRF SP nº 39.282

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® Marca registrada de Apsen Farmacêutica S.A.

Venda sob prescrição médica.

10.000UI, caixa com 90 comprimidos mastigáveis

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Inpruv D, para o que é indicado e para o que serve?

Inpruv D® (colecalciferol) é um medicamento à base de Vitamina D, com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea (retirada de minerais) pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Quais as contraindicações do Inpruv D?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula. É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de Vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Como usar o Inpruv D?

Comprimidos 5.000 e 10.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por dia durante 6 a 8 semanas. Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

Manutenção da concentração sanguínea de Vitamina D3 > 30 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

Inpruv D® 10.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido ou aberto.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Comprimido 50.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 50.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por semana durante 6 a 8 semanas.

Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando&nbsp;de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido, aberto ou mastigado.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Inpruv D funciona?

Inpruv D® atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24hs.

Quais cuidados devo ter ao usar o Inpruv D?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona, betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não tem sido relatado problemas com a ingestão das quantidades normais da Vitamina D recomendadas para idosos. Estudos tem relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Inpruv D?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000 U.I. a 20.000 U.I. em crianças e 60.000 U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Inpruv D?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Inpruv D?

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;7.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">7.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo de quinolina laca de alumínio.

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;10.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">10.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de&nbsp;Inpruv D®&nbsp;50.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">50.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, copovidona, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, dióxido de silício, álcool polivinilico, macrogol, talco, dióxido de titânio, vermelho allura 129 laca de alumínio.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Inpruv D maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de Vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensibilidade a Vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500 µg/dia (equivalente a 20.000 UI/dia). A administração prolongada de 45 µg/dia (equivalente a 1.800 UI/dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de Vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de Vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Inpruv D com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da Vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento a menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDLcolesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;smenopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Inpruv D com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Inpruv D (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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Effects of a short-term vitamin D(3) and calcium supplementation on blood pressure and parathyroid hormone levels in elderly women. J Clin Endocrinol Metab. 2001;86(4):1633-7.<br> 19. Kulie T, et al. Vitamin D: an evidence-based review. J Am Board Fam Med. 2009;22(6):698-706.<br> 20. Grant WB, et al. An estimate of cancer mortality rate reductions in Europe and the US with 1,000 IU of oral vitamin D per day. Recent Results Cancer Res. 2007;174:225-34.<br> 21. Chen P, et al. Meta-analysis of vitamin D, calcium and the prevention of breast cancer. Breast Cancer Res Treat. 2010;121(2):469-77.<br> 22. Marques CD, et al. The importance of vitamin D levels in autoimmune diseases. Rev Bras Reumatol. 2010;50(1):67-80.<br> 23. Bischoff-Ferrari HA, et al. Effect of Vitamin D on falls: a meta-analysis. JAMA. 2004,291(16):1999-2006.<br> 24. Institute of Medicine (US) Standing Committee on the Scientific Evaluation of Dietary Reference Intakes. Dietary Reference Intakes for calcium and vitamin D. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Inpruv D?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e da umidade. Deve ser conservado em sua embalagem original mesmo depois de aberta.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aspecto físico e características do medicamento

Inpruv D® 7.000UI

Comprimido circular, amarelo, biconvexo e liso.

Inpruv D® 10.000UI

Comprimido circular laranja, biconvexo e liso.

Inpruv D® 50.000UI

Comprimido revestido vermelho, oblongo, biconvexo e liso.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Inpruv D

Comprimidos mastigáveis de 7.000 UI de vitamina D

Caixa contendo 10 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Comprimidos mastigáveis de 10.000 UI de vitamina D

Caixa contendo 10 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Comprimidos revestidos de 50.000 UI de vitamina D

Caixas contendo 4 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Inpruv D

Reg. M.S.: 1.0118.0623

Farmacêutico Responsável:
Rodrigo de Morais Vaz
CRF SP nº 39.282

Apsen Farmacêutica S/A
Rua La Paz, nº 37/67 – Santo Amaro
CEP 04755-020
São Paulo – SP
CNPJ: 62.462.015/0001-29
Indústria Brasileira




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0800 16 5678
Ligação gratuita&nbsp;
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® Marca registrada de Apsen Farmacêutica S.A.

Venda sob prescrição médica.

50.000UI, caixa com 8 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Inpruv D, para o que é indicado e para o que serve?

Inpruv D® (colecalciferol) é um medicamento à base de Vitamina D, com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea (retirada de minerais) pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Quais as contraindicações do Inpruv D?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula. É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de Vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Como usar o Inpruv D?

Comprimidos 5.000 e 10.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por dia durante 6 a 8 semanas. Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

Manutenção da concentração sanguínea de Vitamina D3 > 30 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

Inpruv D® 10.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido ou aberto.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Comprimido 50.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 50.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por semana durante 6 a 8 semanas.

Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando&nbsp;de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido, aberto ou mastigado.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Inpruv D funciona?

Inpruv D® atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24hs.

Quais cuidados devo ter ao usar o Inpruv D?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona, betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não tem sido relatado problemas com a ingestão das quantidades normais da Vitamina D recomendadas para idosos. Estudos tem relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Inpruv D?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000 U.I. a 20.000 U.I. em crianças e 60.000 U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Inpruv D?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Inpruv D?

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;7.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">7.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo de quinolina laca de alumínio.

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;10.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">10.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de&nbsp;Inpruv D®&nbsp;50.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">50.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, copovidona, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, dióxido de silício, álcool polivinilico, macrogol, talco, dióxido de titânio, vermelho allura 129 laca de alumínio.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Inpruv D maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de Vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensibilidade a Vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500 µg/dia (equivalente a 20.000 UI/dia). A administração prolongada de 45 µg/dia (equivalente a 1.800 UI/dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de Vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de Vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Inpruv D com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da Vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento a menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDLcolesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;smenopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Inpruv D com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Inpruv D (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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J Bone Miner Res. 2004;19(3):370-8.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>C&#xE1;psula / Comprimido / Gotas</h3> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) atua regulando positivamente a homeostasia do c&#xE1;lcio. &#xC9; essencial para promover a absor&#xE7;&#xE3;o e utiliza&#xE7;&#xE3;o de c&#xE1;lcio e fosfato, e para calcifica&#xE7;&#xE3;o adequada dos ossos.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D), o paratorm&#xF4;nio e a calcitonina s&#xE3;o os principais reguladores da concentra&#xE7;&#xE3;o de c&#xE1;lcio no plasma. O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Inpruv D?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e da umidade. Deve ser conservado em sua embalagem original mesmo depois de aberta.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aspecto físico e características do medicamento

Inpruv D® 7.000UI

Comprimido circular, amarelo, biconvexo e liso.

Inpruv D® 10.000UI

Comprimido circular laranja, biconvexo e liso.

Inpruv D® 50.000UI

Comprimido revestido vermelho, oblongo, biconvexo e liso.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Inpruv D

Comprimidos mastigáveis de 7.000 UI de vitamina D

Caixa contendo 10 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Comprimidos mastigáveis de 10.000 UI de vitamina D

Caixa contendo 10 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Comprimidos revestidos de 50.000 UI de vitamina D

Caixas contendo 4 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Inpruv D

Reg. M.S.: 1.0118.0623

Farmacêutico Responsável:
Rodrigo de Morais Vaz
CRF SP nº 39.282

Apsen Farmacêutica S/A
Rua La Paz, nº 37/67 – Santo Amaro
CEP 04755-020
São Paulo – SP
CNPJ: 62.462.015/0001-29
Indústria Brasileira




Centro de Atendimento ao Cliente
0800 16 5678
Ligação gratuita&nbsp;
infomed@apsen.com.br


® Marca registrada de Apsen Farmacêutica S.A.

Venda sob prescrição médica.

50.000UI, caixa com 12 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Inpruv D, para o que é indicado e para o que serve?

Inpruv D® (colecalciferol) é um medicamento à base de Vitamina D, com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea (retirada de minerais) pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Quais as contraindicações do Inpruv D?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula. É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de Vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Como usar o Inpruv D?

Comprimidos 5.000 e 10.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por dia durante 6 a 8 semanas. Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

Manutenção da concentração sanguínea de Vitamina D3 > 30 ng/mL
Inpruv D® 7.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

Inpruv D® 10.000 UI

Ingerir 1 comprimido por semana, por via oral.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido ou aberto.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Comprimido 50.000 UI

Os comprimidos de Inpruv D® devem ser utilizados apenas por via oral.

A quantidade de Inpruv D® necessária para prevenção e tratamento da desmineralização óssea (osteoporose) pré- e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D3 depende das concentrações sanguíneas da forma ativa da vitamina D3.

Sugere-se as seguintes doses:
Concentração sanguínea de Vitamina D3 < 20 ng/mL
Inpruv D® 50.000 UI

Ingerir 1 comprimido, por via oral, 1 vez por semana durante 6 a 8 semanas.

Após esse período, seguir as doses sugeridas para manutenção das concentrações de Vitamina D3.

A escolha da posologia a ser utilizada deve ficar a critério médico, com base nas concentrações sanguíneas de vitamina D3 e nas comorbidades apresentadas pelos pacientes.

Em pacientes que apresentam malabsorção grave e/ou gastrectomia, a dose e a duração do tratamento dependem da capacidade de absorção de cada indivíduo. Doses elevadas de vitamina D3 diárias variando&nbsp;de 10.000 a 50.000 UI podem ser necessárias para atingir concentrações sanguíneas adequadas de Vitamina D3.

Este medicamento não pode ser partido, aberto ou mastigado.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Inpruv D funciona?

Inpruv D® atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24hs.

Quais cuidados devo ter ao usar o Inpruv D?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona, betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não tem sido relatado problemas com a ingestão das quantidades normais da Vitamina D recomendadas para idosos. Estudos tem relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Inpruv D?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000 U.I. a 20.000 U.I. em crianças e 60.000 U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Inpruv D?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Inpruv D?

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;7.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">7.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo de quinolina laca de alumínio.

Cada comprimido mastigável de Inpruv D®&nbsp;10.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">10.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido mastig&#xE1;vel</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: manitol, copovidona, sucralose, aroma de doce de leite, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, aroma cooling e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de&nbsp;Inpruv D®&nbsp;50.000UI contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">50.000 UI</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:233px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, copovidona, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, dióxido de silício, álcool polivinilico, macrogol, talco, dióxido de titânio, vermelho allura 129 laca de alumínio.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Inpruv D maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de Vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensibilidade a Vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500 µg/dia (equivalente a 20.000 UI/dia). A administração prolongada de 45 µg/dia (equivalente a 1.800 UI/dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de Vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de Vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Inpruv D com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da Vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento a menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDLcolesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;smenopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Inpruv D com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Inpruv D (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Inpruv D?

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