Apsen Levoxin

500mg, caixa com 14 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Levofloxacino
Classe Terapêutica
:
Fluorquinolonas Orais
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca 2 vias (Antibiótico - Venda Sob Prescrição Médica mediante Retenção da Receita)
Categoria
:
Antibióticos
Especialidade
:
Infectologia, Imunologia clínica, Pneumologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Levoxin, para o que é indicado e para o que serve?

Levoxin® (levofloxacino) 750 mg é indicado para o tratamento de sinusite aguda bacteriana (infecção aguda por bactérias das cavidades aeradas dos ossos da face), pneumonia adquirida na comunidade (pneumonia em pessoas que não estão internadas), infecções do trato urinário (bexiga e canais onde passa a urina) complicadas e pielonefrite aguda (infecção aguda dos rins) causadas por cepas susceptíveis de bactérias, em pacientes com funcionamento normal dos rins.

Como o Levoxin funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) 750 mg &#xE9; um medicamento pertencente ao grupo dos <a href=\"https://consultaremedios.com.br/infeccoes/antibioticos/c\" target=\"_blank\">antibi&#xF3;ticos</a>. Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) 750 mg &#xE9; indicado para uso oral, no tratamento de infec&#xE7;&#xF5;es causadas por germes sens&#xED;veis ao levofloxacino.</p> "}

Quais as contraindicações do Levoxin?

O uso deste medicamento é contraindicado em caso de hipersensibilidade conhecida ao levofloxacino, a outros antibióticos quinolônicos e/ou demais componentes da formulação.

Levoxin® (levofloxacino) não deve ser usado em crianças, adolescentes&nbsp;em fase de crescimento, durante a gravidez e em mulheres lactantes.

As doses recomendadas são válidas também para pacientes idosos. Não há necessidade de ajuste das doses, desde que esses pacientes não tenham doença renal.

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.

Como usar o Levoxin?

Levoxin® pode ser ingerido com ou sem alimentos. Você deve tomar Levoxin® da mesma forma todos os dias (com ou sem alimentos) aproximadamente no mesmo horário, conforme orientado por seu médico.

A posologia recomendada para pacientes adultos com função renal normal é de 1 comprimido (750 mg) uma vez ao dia por 3 a 5 dias ou de acordo com a indicação médica:

Sinusite aguda bacteriana

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Pneumonia adquirida na comunidade

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Infecções do trato urinário complicadas

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Pielonefrite aguda

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Nos pacientes com diminuição do funcionamento dos rins, as doses devem ser ajustadas pelo médico.

Não ultrapasse as dosagens recomendadas, exceto com orientação médica.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Levoxin?

{"tag":"hr","value":" <p>Caso voc&#xEA; se esque&#xE7;a de tomar uma das doses, tome-a assim que poss&#xED;vel, no entanto, se estiver pr&#xF3;ximo do hor&#xE1;rio da dose seguinte, espere por este hor&#xE1;rio,respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca tome duas doses de uma s&#xF3; vez.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Levoxin?

Este medicamento foi prescrito somente para você. Não compartilhe Levoxin® (levofloxacino) com ninguém, mesmo se eles apresentarem sintomas semelhantes aos seus.

Informe seu médico caso você tenha ou já tenha apresentado problemas de saúde ou alergias, problemas no tendão ou caso você utilize medicamentos para convulsão.

Pacientes predispostosà convulsão

Como com qualquer outra quinolona, o Levoxin® (levofloxacino) deve ser utilizado com extrema cautela em pacientes predispostos à convulsão.

Estes pacientes podem estar com lesão pré-existente do sistema nervoso central, ou em tratamento concomitante com fenbufeno e anti-inflamatórios não-esteroidais similares, ou com fármacos que diminuem o limiar da convulsão cerebral, como a teofilina.

Colite pseudomembranosa

A ocorrência de diarreia, particularmente grave, persistente e/ou com sangue, durante ou após o tratamento com levofloxacino, pode ser indicativa de colite pseudomembranosa devido ao microrganismo Clostridium dificile. Na suspeita de colite pseudomembranosa, a administração de Levoxin® (levofloxacino) deve ser interrompida imediatamente.

O tratamento com antibiótico específico apropriado deve ser iniciado imediatamente (por exemplo: vancomicina oral, teicoplanina oral ou metronidazol). Produtos que inibem o peristaltismo, ou seja, inibem a motilidade gastrintestinal, sãocontraindicadosnesta situação.

Tendinite

A tendinite, raramente observada com quinolonas, pode ocasionalmente levar a ruptura envolvendo particularmente o tendão de Aquiles. Este efeito indesejado pode ocorrer nas 48 horas do início do tratamento e pode ser bilateral. Os pacientes idosos estão mais predispostos à tendinite. O risco de ruptura de tendão pode ficar aumentado na administração concomitante de corticosteroides. Na suspeita de tendinite, o tratamento com Levoxin® (levofloxacino) deve ser interrompido imediatamente. O tratamento apropriado (por exemplo: imobilização) deve ser iniciado no tendão afetado.

Risco de aneurisma e dissecção da aorta

Estudos epidemiológicos relatam um aumento do risco de aneurisma e dissecção da aorta após a ingestão de fluoroquinolonas, particularmente na população idosa. Portanto, as fluoroquinolonas devem ser usadas apenas após avaliação cuidadosa do benefício-risco e após consideração de outras opções terapêuticas em pacientes com história familiar positiva de aneurisma, ou em pacientes diagnosticados com aneurisma aórtico pré-existente e /ou dissecção aórtica, ou na presença de outros fatores de risco ou condições predisponentes para aneurisma e dissecção da aorta (por exemplo, síndrome de Marfan, síndrome de Ehlers-Danlos vascular, arterite de Takayasu, arterite de células gigantes, doença de Behcet, hipertensão, aterosclerose conhecida).

Em caso de dor súbita abdominal, no peito ou nas costas, os pacientes devem ser aconselhados a consultar imediatamente um médico.

Gravidez

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Não há estudos adequados e bem controlados sobre o uso de levofloxacino em mulheres grávidas. Em estudos experimentais utilizando fluorquinolonas, incluindo o levofloxacino, foi verificado o risco de danos nas cartilagens de organismos em crescimento.

Amamentação

Devido ao potencial de ocorrência de reações adversas graves nos lactentes de mães em tratamento com fluorquinolonas, incluindo o levofloxacino hemi-hidratado, nas cartilagens de organismos em crescimento Levoxin® (levofloxacino) 750 mg não deve ser utilizado por mulheres que estejam amamentando.

Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.

Informe seu médico se estiver amamentando.

Crianças e adolescentes

A segurança e a eficácia da utilização do levofloxacino em crianças e adolescentes não foram estabelecidas. No entanto, já foi demonstrado que as quinolonas, classe dos antibióticos à qual pertence Levoxin® (levofloxacino), produzem erosão nas articulações que suportam peso, bem como outros sinais de doença das articulações, em animais jovens de várias espécies. Portanto, a utilização do levofloxacino nessas faixas etárias é contraindicada.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Levoxin® pode provocar efeitos neurológicos adversos como vertigem e tontura, portanto, você não deve dirigir veículos, operar máquinas ou dedicar-se a outras atividades que exijam coordenação e alerta mental até que se saiba qual a reação individual frente ao medicamento.

Alterações dos níveis de glicose sanguínea, incluindo hiperglicemia (aumento) e hipoglicemia (diminuição), foram relatadas em pacientes tratados concomitantemente com quinolônas e agentes antidiabéticos. Portanto, recomenda-se monitoração cuidadosa da glicose sanguínea quando esses agentes forem administrados em conjunto.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Levoxin?

As informações fornecidas abaixo estão baseadas nos dados de estudos clínicos, em 5244 pacientes tratados com levofloxacino e em extensa experiência pós-comercialização internacional desta molécula nesta concentração.

De acordo com as recomendações, têm-se utilizado os seguintes índices de frequência:

  • <li>Muito Comum: Acima de 10%;</li> <li>Comum: de 1% a 10%;</li> <li>Incomum: de 0,1% a 1%;</li> <li>Raro: de 0,01% a 0,1%;</li> <li>Muito raro: menos que 0,01%;</li> <li>Casos isolados.</li>

Reações alérgicas ou na pele

Comum

Erupções na pele (rash), coceira.

Incomum

Erupções na pele, inflamação de veias,reações alérgicas.

Raro

Coceira generalizada, necrólise epidermal tóxica, ou Síndrome de Lyell (doença rara e grave, na qual a camada superficial da pele se desprende em lâminas), obstrução da passagem de ar pelos brônquios pela alergia e falta de ar.

Muito raro

Inchaço dos vasos, pressão baixa, fotossensibilização (alterações na pele causadas pela luz).

Casos isolados

Erupções bolhosas graves como Síndrome de Steven’s Johnson, eritema multiforme exsudativo (doença alérgica composta de febre, úlceras e bolhas na pele), toxicidade pela luminosidade, choque anafilático/anafilactoide (reação alérgica grave).

Algumas vezes, asreações alérgicas e de pele/mucosas podem ocorrer mesmo após a primeira dose.

Gastrintestinal, metabolismo

Comum

Náusea, vômitos, diarreia, indigestão, constipação, dor abdominal.

Incomum

Anorexia (falta de apetite), dispepsia (acidez), hiperglicemia ou hipoglicemia (aumento ou diminuição dos níveis sanguíneos de glicose, respectivamente), hipercalemia (aumento dos níveis de potássio no sangue), pancreatite, estomatite (inflamação e inchaço da língua), diarreia comsangue, que emcasos muito raros pode serindicativa de infecção no intestino, incluindo colite pseudomembranosa (inflamação do intestino pela bactéria Clostridium dificille).

Neurológica/Psiquiátrica

Comum

Tontura, dor de cabeça, insônia

Incomum

Sonolência, desordens do sono, pesadelos, confusão, convulsões, tremor, ansiedade, depressão.

Raro

Reações psicóticas(por exemplo: alucinações), parestesia (dormência), agitação.

Muito raro

Neuropatia periférica sensorial ou sensório-motora (doença em alguns nervos dos membros, afetando a sensação e/ou movimentação), distúrbios visuais(como visão dupla) e auditivos, distúrbios no paladar e olfato.

Casos isolados

Reações psicóticas com comportamentos de auto-risco, incluindo atos ou idealizações suicidas, encefalopatia (alterações inflamatórias no cérebro), neuropatia periférica (certos nervos não funcionam corretamente), hipertensão intracraniana (aumento da pressão dentro do crânio), paranoia.

Cardiovascular

Comum

Dor no peito, inchaço.

Incomum

Arritmia ventricular (arritmia nos ventrículos cardíacos), taquicardia ventricular, parada cardíaca.

Raro

Taquicardia (aceleração dos batimentos cardíacos), pressão baixa, inflamação nos vasos sanguíneos.

Muito raro

Choque (quadros de alergia muito graves que podem levar à morte)

Casos isolados

Torsaide de pointes (tipo de arritmia cardíaca), prolongamento do intervalo QT (tipo de arritmia cardíaca).

Músculo-esquelética

Incomum

Alterações na marcha, dor, inchaço ou inflamação das articulações, dores e problemas musculares e nos tendões.

Muito raro

Fraqueza muscular, que pode ser de extrema importância em pacientes com miastenia grave (tipo de doença que afeta a musculatura).

Casos isolados

Rabdomiólise (lesão do tecido dos músculos), lesões musculares, exacerbação de miastenia gravis, ruptura do tendão (por exemplo: tendão de Aquiles).

Problemas no fígado e nos rins

Incomum

Aumento das enzimas hepáticas(exame de sangue que mostra lesão do fígado), aumento da bilirrubina (enzima do fígado) e creatinina sérica (exame que vê a função renal), alteração da função do fígado, insuficiência do funcionamento dosrins.

Raro&nbsp;

Morte de células do fígado, hepatite, icterícia (amarelamento da pele e olhos devido ao mau funcionamento do fígado).

Muito raro

Outras alterações do fígado.

Casos isolados

Nefrite intersticial (lesão do tecido do rim), hepatotoxicidade (lesão do fígado), levando a insuficiência do fígado, com casos fatais.

Problemas sanguíneos

Incomum

Anemia (diminuição das células vermelhas do sangue), diminuição dos leucócitos (células de defesa do sangue) e das plaquetas(células que fazem a coagulação sanguínea).

Raro&nbsp;

Neutropenia (diminuição de alguns tipos de células de defesa no sangue), diminuição de todas as células do sangue, anemia por destruição das células vermelhas, falta ou acentuada redução das células de defesa do sangue, falta de produção das células sanguíneas pela medula, púrpura trombocitopênica (diminuição do número de plaquetas no sangue).

Casos isolados

Eosinofilia (aumento dos eosinófilos, tipo de célula sanguínea), aumento do tempo de protrombina (exame que vê a coagulação).

Outros

Comum

Infecção por cândida nos órgãos genitais, inflamação da vagina, falta de ar.

Incomum

Fraqueza,supercrescimento de fungos e proliferação de outros microrganismosresistentes

Raro

Febre, doença do soro (reação alérgica tardia).

Muito raro

Pneumonite alérgica (inflamação dos pulmões por alergia).

Casos isolados

Alveolite extrínseca alérgica (inflamação do pulmão de origemalérgica).

Outros efeitos indesejáveis possivelmente relacionados à classe das fluorquinolonas (classe de antibióticos onde o levofloxacino se encaixa)

Muito raro

Sintomas extrapiramidais (dificuldades para se movimentar e perda de equilíbrio) e outras alterações na coordenação muscular, vasculite de hipersensibilidade (inflamação dos vasos por alergia) e crises de porfiria em pacientes comporfiria (doença que tem manifestações na pele e nervos).

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova concentração no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversosimprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

Qual a composição do Levoxin?

Cada comprimido revestido contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Levofloxacino (equivalente a 768,69 mg de levofloxacino hemi-hidratado)</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">750 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: lactose, povidona, croscarmelose sódica, dióxido de silício, estearato de magnésio, hipromelose, macrogol, dióxido de titânio, óxido de ferro vermelho, óxido de ferro amarelo.

Apresentação do&nbsp;Levoxin

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimidos revestidos de 750 mg</h3> <p>Caixas com 5, 7, e 14 comprimidos.</p> <p><strong>Uso oral.</strong></p> <p><strong>Uso adulto acima de 18 anos.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Levoxin maior do que a recomendada?

De acordo com estudos de toxicidade em animais, os sinais mais importantes após a ocorrência de superdose oral aguda com levofloxacino são: sintomas no sistema nervoso central como confusão (alteração da habilidade motora e atenção), vertigens (tonturas), alterações de consciência (perda de velocidade de raciocínio, dificuldade de concentração) e convulsões (contrações involuntárias dos músculos ou dos membros). Podem ocorrer reações gastrintestinais como náuseas e erosões da mucosa (gastrite e úlceras).

Emestudos de farmacologia clínica realizados com superdosesforamobservados aumento do intervalo QT.

Tratamento

Em caso de superdose, o paciente deve ser observado cuidadosamente (incluindo monitorização do ECG) e tratamento sintomático deve serimplementado.

Se ocorrer superdose aguda, deve-se considerar também a lavagem gástrica e podem-se utilizar antiácidos para a proteção da mucosa gástrica.

A hemodiálise, incluindo diálise peritoneal e CAPD (diálise peritoneal ambulatorial contínua) não são efetivas em remover o levofloxacino do corpo. Não existe antídoto específico.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Levoxin com outros remédios?

Levoxin® (levofloxacino) pode interagir com outros medicamentos. É importante que você mantenha uma lista escrita de todos os medicamentos (com e sem prescrição médica) que você está tomando, bem como quaisquer produtos, tais como vitaminas, minerais ou outros suplementos dietéticos. Você deve levar esta lista com você cada vez que visitar o médico ou se você for internado em um hospital. Essa lista também é uma informação importante para levar com você em caso de emergências.

  • <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) e anti&#xE1;cidos contendo c&#xE1;lcio, magn&#xE9;sio ou alum&#xED;nio, bem como <a href="https://consultaremedios.com.br/sucralfato/bula" target="_blank">sucralfato</a>, c&#xE1;tions met&#xE1;licos como ferro, prepara&#xE7;&#xF5;es multivitam&#xED;nicas contendo <a href="https://consultaremedios.com.br/zinco/bula" target="_blank">zinco</a> ou produtos que contenham qualquer uma dessas subst&#xE2;ncias, podem interferir na absor&#xE7;&#xE3;o gastritestinal do levofloxacino, resultando em n&#xED;veis na urina e no soro consideravelmente inferiores ao desej&#xE1;vel. Esses agentes devem ser tomados pelo menos duas horas antes ou duas horas depois da administra&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) e teofilina pode prolongar a meia-vida desta &#xFA;ltima, elevar os n&#xED;veis de teofilina no soro e aumentar o risco de rea&#xE7;&#xF5;es adversas relacionadas &#xE0; teofilina. Portanto, os n&#xED;veis de teofilina devem ser cuidadosamente monitorados e os necess&#xE1;rios ajustes em suas doses devem ser realizados, se necess&#xE1;rio, quando o levofloxacino for administrado em conjunto. Rea&#xE7;&#xF5;es adversas, incluindo convuls&#xF5;es, podem ocorrer com ou sem a eleva&#xE7;&#xE3;o do n&#xED;vel de teofilina no soro;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante do Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) com a <a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">digoxina</a> ou a <a href="https://consultaremedios.com.br/ciclosporina/bula" target="_blank">ciclosporina</a> n&#xE3;o exige modifica&#xE7;&#xE3;o das doses de nenhum dos medicamentos. Entretanto, os n&#xED;veis de digoxina devem ser cuidadosamente monitorados caso voc&#xEA; esteja em tratamento concomitante com a digoxina;</li> <li>Certos derivados quinol&#xF4;nicos, incluindo o levofloxacino, podem aumentar os efeitos do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/anticoagulante/c" target="_blank">anticoagulante</a> <a href="https://consultaremedios.com.br/varfarina-sodica/bula" target="_blank">varfarina</a> ou de seus derivados. Quando estas subst&#xE2;ncias forem administradas ao mesmo tempo, o tempo de protrombina ou outros testes de coagula&#xE7;&#xE3;o aceit&#xE1;veis devem ser monitorados cuidadosamente, principalmente em pacientes idosos;</li> <li>O levofloxacino pode ser administrado com seguran&#xE7;a a pacientes em tratamento concomitante com probenecida ou <a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">cimetidina</a> desde que a dose do levofloxacino seja adequadamente ajustada com base na sua fun&#xE7;&#xE3;o renal uma vez que a probenecida e a cimetidina diminuem a depura&#xE7;&#xE3;o renal e prolongam a meia-vida do levofloxacino;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de f&#xE1;rmacos anti-inflamat&#xF3;rios n&#xE3;o-esteroidais e de derivados quinol&#xF4;nicos, incluindo o levofloxacino, pode aumentar o risco de estimula&#xE7;&#xE3;o do sistema nervoso central e de convuls&#xF5;es.</li>

A absorção e a biodisponibilidade do levofloxacino em indivíduos infectados com o HIV, com ou sem tratamento concomitante com zidovudina, foram semelhantes. Portanto, não parece necessário realizar ajustes de dose do levofloxacino, quando estiver sendo administrado concomitantemente com a zidovudina. Os efeitos do levofloxacino sobre a farmacocinética da zidovudina não foram avaliados. Algumas quinolonas, incluindo levofloxacino, podem produzir resultado falso positivo para opióides em exames de urina realizados em kits de imunoensaio comercialmente disponíveis. Dependendo da situação, pode ser necessário confirmar a presença de opióides com métodos mais específicos.

O levofloxacino pode inibir o crescimento do microrganismo Mycobacterium tuberculosis e, portanto, pode fornecer resultados falso-negativos nos diagnósticos bacteriológicos da tuberculose.

É desaconselhável a ingestão de bebidas alcoólicas durante o tratamento com Levoxin®. Medidas gerais de higiene devem ser observadas para controlar fontes de infecções ou de reinfecções.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Levoxin com alimentos?

Não existe interação clinicamente significativa de levofloxacino comprimidos com alimentos. Levofloxacino comprimidos pode, portanto, ser administrado concomitante a alimentos.

Qual a ação da substância do Levoxin (Levofloxacino)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimido</h3> <h4>Dados de seguran&#xE7;a pr&#xE9;-cl&#xED;nica</h4> <h5>Toxicidade aguda:</h5> <p>Os valores da dose letal m&#xE9;dia (DL 50) obtidos em camundongos e ratos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de levofloxacino foram de 1500-2000 mg/Kg. A administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg/Kg, por via oral em macacos induziram poucos efeitos al&#xE9;m de v&#xF4;mito.</p> <h5>Toxicidade em doses repetidas:</h5> <p>Foram conduzidos estudos com gavagem em ratos e macacos com dura&#xE7;&#xE3;o de um e seis meses. As doses foram de 50, 200, 800 mg/kg/dia e 20, 80, 320 mg/kg/dia durante 1 e 6 meses em ratos e 10, 30, 100 mg/kg/dia e 10, 25, 62,5 mg/kg/dia durante 1 e 6 meses em macacos.</p> <p>Os sinais de rea&#xE7;&#xF5;es ao tratamento foram discretos em ratos, com efeitos leves principalmente na dose de 200 mg/kg/dia ou mais, com discreta redu&#xE7;&#xE3;o no consumo de alimentos e altera&#xE7;&#xE3;o leve dos par&#xE2;metros hematol&#xF3;gicos e bioqu&#xED;micos. Foi conclu&#xED;do nesse estudo que o NOEL (N&#xED;vel de Efeito Adverso N&#xE3;o Observado) foi de 200 e 20 mg/kg/dia ap&#xF3;s 1 e 6 meses, respectivamente.</p> <p>A toxicidade ap&#xF3;s dose oral em macacos foi m&#xED;nima com redu&#xE7;&#xE3;o no peso corp&#xF3;reo de 100 mg/kg/dia concomitante com saliva&#xE7;&#xE3;o, diarreia e diminui&#xE7;&#xE3;o do pH urin&#xE1;rio em alguns animais nesta dose. N&#xE3;o foi observada toxicidade no estudo de 6 meses. Os NOELS foram definidos como sendo 30 e 62,5 mg/kg/dia ap&#xF3;s 1 e 6 meses, respectivamente.</p> <p>No estudo de seis meses, o NOEL foi definido como sendo 20 e 62,5 mg/kg/dia em ratos e macacos, respectivamente.</p> <h5>Carcinogenicidade:</h5> <p>N&#xE3;o foi observada nenhuma indica&#xE7;&#xE3;o de potencial carcinog&#xEA;nico em estudo de 2 anos, em ratos com administra&#xE7;&#xE3;o diet&#xE9;tica (0, 10, 30 e 100 mg/kg/dia).</p> <h5>Genotoxicidade:</h5> <p>Na aus&#xEA;ncia de ativa&#xE7;&#xE3;o metab&#xF3;lica, o levofloxacino n&#xE3;o induziu muta&#xE7;&#xF5;es g&#xEA;nicas em c&#xE9;lulas bacterianas ou de mam&#xED;feros, por&#xE9;m induziu aberra&#xE7;&#xF5;es cromoss&#xF4;micas em c&#xE9;lulas de pulm&#xE3;o de hamster chin&#xEA;s <em>in vitro</em> em concentra&#xE7;&#xF5;es iguais ou superiores a 100 &#x3BC;g/mL. Testes <em>in vivo</em> (micron&#xFA;cleos, altera&#xE7;&#xE3;o de crom&#xE1;tides irm&#xE3;s, s&#xED;ntese de DNA n&#xE3;o programada e testes letais dominantes) n&#xE3;o mostraram qualquer potencial genot&#xF3;xico.</p> <h5>Teratogenicidade:</h5> <p>O levofloxacino n&#xE3;o foi teratog&#xEA;nico em ratos, em doses orais t&#xE3;o altas quanto 810 mg/kg/dia. Nenhuma teratogenicidade foi observada em coelhos em dose oral de 50 mg /kg/dia.</p> <h5>Toxicidade reprodutiva:</h5> <p>O levofloxacino n&#xE3;o causou dano na fertilidade ou no desenvolvimento reprodutivo em ratos com doses orais t&#xE3;o altas quanto 360 mg/kg/dia. O levofloxacino n&#xE3;o apresentou efeito na fertilidade, e seu &#xFA;nico efeito no feto foi a matura&#xE7;&#xE3;o retardada como resultado de toxicidade materna.</p> <h5>Fototoxicidade:</h5> <p>Estudos em ratos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral mostraram que o levofloxacino apresenta atividade fotot&#xF3;xica apenas em doses muito elevadas. O levofloxacino n&#xE3;o demonstrou qualquer potencial genot&#xF3;xico nos ensaios de fotomutagenicidade e reduziu o potencial de desenvolvimento de tumor nos ensaios de fotocarcinogenicidade.</p> <h5>Toxicidade nas articula&#xE7;&#xF5;es:</h5> <p>Em comum com outras fluorquinolonas, o levofloxacino mostrou efeito na cartilagem (ves&#xED;culas e cavidades) em ratos e c&#xE3;es. Estes efeitos foram mais caracter&#xED;sticos em animais jovens.</p> <h4>Estudos Cl&#xED;nicos</h4> <p>A efic&#xE1;cia de levofloxacino oral/venoso 750 mg 1x/dia por 5 dias em adultos com PAC, SAB, ITU complicada e PA foi avaliada em alguns estudos publicados, originados a partir de protocolos de n&#xE3;o inferioridade randomizados, duplocegos, multic&#xEA;ntricos, comparativos conduzidos nos EUA. Os desfechos prim&#xE1;rios destes estudos foram a taxa de sucesso cl&#xED;nico (propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes que apresentaram melhora ou cura) 7-14 dias ap&#xF3;s o fim do tratamento <sup>(7)</sup> ou entre os dias 17-24 do estudo <sup>(8)</sup>, ou a taxa de erradica&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica entre os dias 15-22 do estudo <sup>(9,10)</sup>. Os detalhes das popula&#xE7;&#xF5;es analisadas nos diferentes estudos est&#xE3;o mostradas nas tabelas 1 e 2. As defini&#xE7;&#xF5;es de resposta cl&#xED;nica e microbiol&#xF3;gica variaram entre os estudos. Cura cl&#xED;nica foi definida como a resolu&#xE7;&#xE3;o de sintomas e sinais cl&#xED;nicos, sem a necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. Melhora cl&#xED;nica foi caracterizada uma redu&#xE7;&#xE3;o significativa de sinais e sintomas, mas sem resolu&#xE7;&#xE3;o completa, ainda que n&#xE3;o houvesse necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. Falha cl&#xED;nica ocorreu na aus&#xEA;ncia de resposta a terapia (ou resposta incompleta), e a necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. As respostas microbiol&#xF3;gicas foram determinadas em culturas de esp&#xE9;cimes respirat&#xF3;rios ou sangu&#xED;neos e inclu&#xED;ram a erradica&#xE7;&#xE3;o (todos os pat&#xF3;genos identificados em amostras na entrada do estudo foram erradicados), persist&#xEA;ncia (pelo menos um pat&#xF3;geno identificado na entrada do estudo persistiu) ou desconhecida (incluindo os que perderam seguimento) <sup>(7,8-10)</sup>. Em pacientes portadores de ITU complicada ou PA, a erradica&#xE7;&#xE3;o foi baseada na redu&#xE7;&#xE3;o de pat&#xF3;genos para &#x2264; 104 unidades/mL formadoras de col&#xF4;nias <sup>(9,10)</sup>. A classifica&#xE7;&#xE3;o de erradica&#xE7;&#xE3;o presumida <sup>(7,8)</sup> ou persistente presumida<sup> (7-9)</sup> foi utilizada quando os pacientes consideraram sucesso cl&#xED;nico ou falha cl&#xED;nica, mas a cultura n&#xE3;o estava dispon&#xED;vel para teste.</p> <p>As an&#xE1;lises estat&#xED;sticas destes estudos foram conduzidas com as vari&#xE1;veis cl&#xED;nicas ou microbiol&#xF3;gicas<sup> (7,9-12)</sup> ou com a inten&#xE7;&#xE3;o de tratar as diferentes popula&#xE7;&#xF5;es <sup>(9,10,13,14)</sup>.</p> <p><strong>Tabela 1: Efic&#xE1;cia de levofloxacino (LEV) venoso/oral 750 mg uma vez diaa (1x) por 5 dias versus LEV 500 mg (1x) por 10 dias em pacientes com pneumonia adquirida na comunidade (PAC) ou sinusite aguda bacteriana (SAB). Dados de estudos prospectivos de n&#xE3;o inferioridade, randomizados, duplo-cegos e multic&#xEA;ntricos <sup>(7, 8)</sup> e de suban&#xE1;lises retrospectivas de PAC <sup>(11-13)</sup>. Adaptado da refer&#xEA;ncia 1</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Estudos</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\"><strong>Tratamento - dose (1x)/mg (dura&#xE7;&#xE3;o/dia)</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:201px\"><strong>Resposta Clinica % (n) <sup>b,c</sup></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:177px\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:194px\"><strong>Resposta Microbiol&#xF3;gica % (n) <sup>b,c,d</sup></strong></td> <td style=\"width:190px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"6\" style=\"text-align:center\"><strong>Prospectivos</strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes PAC <sup>e</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">92,4 (198)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-7,0/4,4<sup>f</sup> </td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">93,2 (103)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-8,6/7,0</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">91,1 (192)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">92,4 (92)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes SAB<sup>g</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">91,4 (152)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-10,0/4,2<sup>f</sup> </td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">91,5 (153)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">NR</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">88,6 (149)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">89,4 (151)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"6\" style=\"text-align:center\"><strong>Retrospectivos</strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes PAC (bact.. at&#xED;picas)<sup>e</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">95,5 (66)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-6,8/8,8</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">NR</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">NR</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">96,5 (57)<br> &amp;nbsp;</br></td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes PAC grave</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">90,8 (76)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-15,9/5,4</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">88,9 (36)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-18,3/15,6</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">85,5 (83)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">87,5 (32)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes PAC &#x2265; 65 anos<sup>h</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">89 (73)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-7,1/12,7</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">90,3 (31)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">NR</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">91,9(86)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">87,5 (16)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> </tbody> </table> <p><sup>(a)</sup> Pacientes em uso de 750 mg/dia 5 dias e placebo por mais 5 dias.<br> <sup>(b)</sup> Resposta cl&#xED;nica (sucesso) definida como cura e/ou melhora sintomas; resposta microbiol&#xF3;gica definida como erradica&#xE7;&#xE3;o ou erradica&#xE7;&#xE3;o presumida de todos os pat&#xF3;genos identificados no in&#xED;cio do estudo.<br> <sup>(c)</sup> Desfecho prim&#xE1;rio foi a resposta cl&#xED;nica (taxa) ap&#xF3;s 7-14 dias tratamento ou entre os dias 17 e 24 do estudo.<br> <sup>(d)</sup> Pacientes avaliados com resposta cl&#xED;nica e com pat&#xF3;genos identificados no in&#xED;cio do estudo, excluindo-se a culturas bacteriol&#xF3;gicas inapropriadas.<br> <sup>(e)</sup> Popula&#xE7;&#xE3;o para analise cl&#xED;nica prim&#xE1;ria: inten&#xE7;&#xE3;o de tratar pacientes excluindo-se os diagn&#xF3;sticos n&#xE3;o confirmados, desvio ou viola&#xE7;&#xE3;o de protocolo, perda de dados ou de seguimento, ou ainda uso de terapia efetiva concomitante.<br> <sup>(f)</sup> A n&#xE3;o inferioridade da levofloxacino 750 mg 1x/dia por 5 dias foi estabelecida como o limite superior do intervalo de confian&#xE7;a 95% para a diferen&#xE7;a da taxa de resposta entre os grupos &lt;15%.<br> <sup>(g)</sup> Popula&#xE7;&#xE3;o para analise microbiol&#xF3;gica prim&#xE1;ria: pacientes que seguiram o protocolo e tiveram diagn&#xF3;stico microbiol&#xF3;gico confirmado.<br> <sup>(h)</sup> Popula&#xE7;&#xE3;o para an&#xE1;lise prim&#xE1;ria: inten&#xE7;&#xE3;o de tratar pacientes que receberam uma ou mais doses da medica&#xE7;&#xE3;o de estudo.<br> <strong>NR:</strong> N&#xE3;o relatado</br></br></br></br></br></br></br></br></p> <p><strong>Tabela 2: Efic&#xE1;cia de levofloxacino venoso/oral (LEV) 750 mg uma vez dia (1x) por 5 dias versus <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-ciprofloxacino/pa\" target=\"_blank\">ciprofloxacino</a> (CIP) 400 mg venoso/500 mg oral duas vezes/dia (2x) por 10 dias em pacientes (pctes) com infec&#xE7;&#xE3;o do trato urin&#xE1;ria complicada (ITUc) ou pielonefrite aguda (PA). Dados de estudo prospectivo de n&#xE3;o inferioridade, randomizado, duplo-cego e multic&#xEA;ntrico <sup>(9)</sup> e de an&#xE1;lise separada de pacientes com PA <sup>(10)</sup>. Adaptado da refer&#xEA;ncia 1</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Estudo (popula&#xE7;&#xE3;o analise prim&#xE1;ria)</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\"><strong>Tratamento dose/mg (dura&#xE7;&#xE3;o/dias)</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:195px\"><strong>Resposta Cl&#xED;nica % (n) <sup>a</sup></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:181px\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:180px\"><strong>Resposta Microbiol&#xF3;gica %</strong></td> <td style=\"width:200px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"6\" style=\"text-align:center\"><strong>Estudo principal</strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pctes ITUc ou PA popula&#xE7;&#xE3;o ITT modificado<sup>C</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\">LEV 750 1x (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">81,1 (317)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-7,2/5,3</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">79,8 (317)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-6,3/6,3<sup>d</sup> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:223px\">CIP 400/500 2x<br> (10)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">80,1 (302)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">79,8 (302)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pcts avalia&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\">LEV 750 1x (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">86,4 (265)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-3,9/7,8</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">86,0 (265)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-2,5/8,9<sup>d</sup> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:223px\">CIP 400/500 2x (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">88,6 (241)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">89,2 (241)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"6\" style=\"text-align:center\"><strong>An&#xE1;lise separada</strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pctes PA popula&#xE7;&#xE3;o ITT modificado<sup>C</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\">LEV 750 1x (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">86,2 (94)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-16,0/4,9</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">83,0 (94)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-14,4/7,6<sup>d</sup> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:223px\">CIP 400/500 2x (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">80,6 (98)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">79,6 (98)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pcts avalia&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\">LEV 750 1x (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">92,5 (80)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-12,0/6,0</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">92,5 (80)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-7,1/8,9<sup>d</sup> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:223px\">CIP 400/500 2x (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">89,5 (76)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">93,4 (76)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-</td> </tr> </tbody> </table> <p><sup>(a)</sup> Resposta cl&#xED;nica (sucesso) definida como cura e/ou melhora sintomas; resposta microbiol&#xF3;gica definida como erradica&#xE7;&#xE3;o ou erradica&#xE7;&#xE3;o presumida de todos os pat&#xF3;genos identificados no in&#xED;cio do estudo.<br> <sup>(b)</sup> Desfecho prim&#xE1;rio foi a erradica&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica (taxa) entre os dias 15 e 22 do estudo (visita ap&#xF3;s tratamento).<br> <sup>(c)</sup> Popula&#xE7;&#xE3;o ITT modificado (desfecho co-prim&#xE1;rio): inten&#xE7;&#xE3;o de tratar pacientes com diagn&#xF3;stico microbiol&#xF3;gico, urocultura positiva com &#x2265; 105 UFC/mL e um ou mais pat&#xF3;genos urin&#xE1;rios no in&#xED;cio do estudo.<br> <sup>(d)</sup> A n&#xE3;o inferioridade de levofloxacino 750 mg 1x dia por 5 dias foi estabelecida como o limite superior do intervalo de confian&#xE7;a 95% para a diferen&#xE7;a da taxa de resposta entre os grupos &lt;15%.<br> <sup>(e)</sup> Pacientes com avalia&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica (desfecho co-prim&#xE1;rio): inten&#xE7;&#xE3;o de tratar modificado de pacientes que n&#xE3;o perderam o seguimento, tinham dados de avalia&#xE7;&#xE3;o ap&#xF3;s o tratamento e seguiram o protocolo de estudo.</br></br></br></br></p> <h5>As conclus&#xF5;es destes estudos s&#xE3;o:</h5> <ul> <li>O levofloxacino 750 mg uma vez ao dia por 5 dias foi t&#xE3;o efetiva quanto 500 mg uma vez ao dia por 10 dias no tratamento da PAC na totalidade da popula&#xE7;&#xE3;o estudada, assim como em pacientes com PAC causada por organismos at&#xED;picos, em pacientes com PAC grave e nos acima de 65 anos (Tabela 1).</li> <li>No tratamento da SAB em adultos, levofloxacino 750 mg uma vez ao dia por 5 dias foi igualmente t&#xE3;o efetiva quanto 500 mg uma vez ao dia por 10 dias (Tabela 2);</li> <li>O levofloxacino 750 mg uma vez ao dia por 5 dias foi t&#xE3;o efetiva quanto o ciprofloxacino 400 ou 500 mg duas vezes ao dia por 10 dias no tratamento de adultos com ITU complicada ou PA (Tabela 2).</li> </ul> <p>A utiliza&#xE7;&#xE3;o de tratamento antimicrobiano para exacerba&#xE7;&#xF5;es de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/dpoc/c\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/doenca-pulmonar-obstrutiva\" target=\"_blank\">Doen&#xE7;a Pulmonar Obstrutiva</a> Cr&#xF4;nica (DPOC) est&#xE1; indicada em v&#xE1;rias diretrizes nacionais e internacionais <sup>(15)</sup>, em particular nos pacientes que se apresentam clinicamente como portadores de bronquite cr&#xF4;nica. Estudo randomizado, cego, de grupos paralelos realizado em portadores de exacerba&#xE7;&#xE3;o de bronquite cr&#xF4;nica, comparou dois esquemas distintos em portadores de bronquite cr&#xF4;nica n&#xE3;o complicada (VEF1 &#x2265; 50% previsto e &lt; 4 exacerba&#xE7;&#xF5;es/ano) e bronquite cr&#xF4;nica complicada (VEF1&#x2264; 50% previsto ou entre 50 e 65% + presen&#xE7;a co-morbidades &#x2265; 4 exacerba&#xE7;&#xF5;es/ano). O primeiro grupo de pacientes recebeu levofloxacino 750 mg via oral, uma vez ao dia por 3 dias ou <a href=\"https://consultaremedios.com.br/azitromicina/bula\" target=\"_blank\">azitromicina</a> 500mg/dia no primeiro dia seguido de 250mg/dia entre o dia 2 e 5 do tratamento. No segundo grupo de pacientes (exacerba&#xE7;&#xE3;o por bronquite cr&#xF4;nica complicada) os pacientes receberam levofloxacino 750 mg via oral, uma vez ao dia, por 5 dias ou amoxacilina 875 mg + clavulanato 125 mg, duas vezes ao dia, por 10 dias. Sucesso na avalia&#xE7;&#xE3;o de par&#xE2;metros cl&#xED;nicos (melhora de sintomas e retorno a condi&#xE7;&#xE3;o basal) foi similar na compara&#xE7;&#xE3;o levofloxacino/azitromicina (93,0 versus 90,1%, respectivamente) e levofloxacino/amoxa-clavulanato (79,2 versus 81,7%, respectivamente). Para pacientes que realizaram avalia&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica, a resposta cl&#xED;nica com levofloxacino por 3 dias foi superior que azitromicina por 5 dias (96,3 versus 87,4%, respectivamente), e similar na compara&#xE7;&#xE3;o entre levofloxacino por 5 dias em rela&#xE7;&#xE3;o a amoxacilinaclavulanato por 10 dias nos portadores de bronquite cr&#xF4;nica complicada (81,4 versus 80,9%, respectivamente). A erradica&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica foi superior com levofloxacino por 3 dias comparada a azitromicina por 5 dias (93,8 versus 82,8%, respectivamente), e similar na compara&#xE7;&#xE3;o levofloxacino 5 dias com amoxacilina-clavulanato 10 dias (81,4 versus 79,8%, respectivamente). <sup>(16)</sup></p> <p>Em an&#xE1;lise post-hoc deste mesmo estudo <sup>(17)</sup>, 341 pat&#xF3;genos foram isolados, 41,9% deles flora tradicional de exacerba&#xE7;&#xF5;es de bronquite cr&#xF4;nica, 53,1% outros microrganismos Gram-negativos e 5% Gram-positivos. A susceptibilidade geral dos pat&#xF3;genos &#xE0; levofloxacino foi de 97,1% e 90,6% &#xE0; amoxacilina/clavulanato (p&lt;0,001). Os eventos adversos foram semelhantes entre os grupos. Os autores concluem pela similaridade dos tratamentos para as diferentes gravidades de exacerba&#xE7;&#xE3;o de bronquite cr&#xF4;nica.</p> <p>Estudo cl&#xED;nico publicado em 2002 verificou a efic&#xE1;cia do levofloxacino na dose de 750 mg para o tratamento de infec&#xE7;&#xF5;es de pele e subcut&#xE2;neo complicadas. 339 pacientes foram randomizados na propor&#xE7;&#xE3;o 1:1 para receber levofloxacino 750mg 1X/dia endovenoso, oral ou endovenoso/oral, ou tircacilina-clavulanato 3,1g endovenoso a cada 4 a 6 horas, que pode ser seguido por amoxicilina-clavulanato 875mg a cada 12 horas. Na popula&#xE7;&#xE3;o clinicamente avali&#xE1;vel, os dois regimes mostraram equival&#xEA;ncia terap&#xEA;utica (taxas de sucesso de 84,1% e 80,3%, respectivamente).</p> <p>Na popula&#xE7;&#xE3;o microbiologicamente avali&#xE1;vel, a taxa de erradica&#xE7;&#xE3;o foi de 83,7% nos tratados com levofloxacino, e de 71,4% nos tratados com tircacilina-clavulanato (intervalo de confian&#xE7;a de 95%: -24,3 a - 0,2). Ambos os tratamentos foram bem tolerados. Este estudo demonstra que levofloxacino (750mg 1X/dia) &#xE9; seguro e pelo menos t&#xE3;o efetivo que tircacilina-clavulanato para o tratamento de infec&#xE7;&#xE3;o de pele e subcut&#xE2;neo complicada. <sup>(19)</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\"><strong>Refer&#xEA;ncias dos resultados de efic&#xE1;cia</strong></span></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Anderson VR, Perry CM. Levofloxacin. A Review of its Use as a High-Dose, Short Course Treatment for Bacterial Infection. Drugs 2008; 68: 535-565.<br> 2. Croom KF, Goa KL. Levofloxacin: a review of its use in the treatment of bacterial infections in the United States. Drugs 2003; 63: 2769-802.<br> 3. File Jr TM. New insights in the treatment by levofloxacin. Chemotherapy 2004; 50 Suppl. 1: 22-8.<br> 4. Wargo KA, Wargo NA, Eiland III EH. Maximizing pharmacodynamics with high dose levofloxacin. Hosp Pharm 2005; 40: 777-87.<br> 5. Segreti J, House HR, Siegel RE. Principles of antibiotic treatment of community acquired pneumonia in the outpatient setting. Am J Med 2005; 118: 21-8S.<br> 6. Mandell LA, Wunderink RG, Anzueto, Bartlett JG, Campbell GD, Dean NC et al. Thoracic Society Consensus Guidelines on the Management of Community-Acquired Pneumoniain Adults. Clinical Infectious Diseases 2007; 44:S27&#x2013;72.<br> 7. Dunbar LM, Wunderink RG, Habib MP, et al. 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Curr Med Res Opin. 2009;25:859-68.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h3>Injet&#xE1;vel</h3> <p>Segundo Croom &amp; Goa (2003) diversos estudos comparativos randomizados confirmam a efic&#xE1;cia do levofloxacino (oral ou intravenoso) no tratamento de adultos com infec&#xE7;&#xF5;es respirat&#xF3;rias, geniturin&#xE1;rias, da pele e dos tecidos moles, com doses di&#xE1;rias de 250, 500 ou 750 mg.</p> <p>De acordo com Anderson &amp; Perry (2008) a efic&#xE1;cia do levofloxacino via oral ou intravenosa ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de doses de 750 mg uma vez ao dia por 5 dias j&#xE1; foi bem estabelecida em diversos estudos randomizados em adultos, para tratamento da PAC, SBA, PA e infec&#xE7;&#xF5;es complicadas durante a interna&#xE7;&#xE3;o na UTI.</p> <p>Conforme Inoshita e colaboradores (2010) a levofloxacino foi eficaz na profilaxia de infec&#xE7;&#xF5;es bacterianas ap&#xF3;s cirurgias dos seios paranasais.</p> <p>A efic&#xE1;cia do levafloxacino no tratamento da pneumonia nasocomial e PAC foi demonstrada por diversos autores. <sup>(1)</sup>&amp;nbsp;Este f&#xE1;rmaco tamb&#xE9;m pode ser utilizado para tratamento da exacerba&#xE7;&#xE3;o da bronquite <sup>(2)</sup> e da SBA. <span style=\"font-size:10.8333px\">(3)</span></p> <p>Em infec&#xE7;&#xF5;es do trato gastro geniturin&#xE1;rio, o levofloxacino tamb&#xE9;m demonstrou efic&#xE1;cia, com taxa de cura cl&#xED;nica e microbiol&#xF3;gica maior que 80%. <sup>(4)</sup></p> <p>O levofloxacino foi eficaz em tratar infec&#xE7;&#xF5;es da pele e dos tecidos moles n&#xE3;o complicados.&amp;nbsp;<sup>(5)</sup></p> <p>Segundo Croom &amp; Goa (2003) a administra&#xE7;&#xE3;o de levofloxacino parece ser bem tolerada, sendo que a maior parte dos eventos adversos registrados s&#xE3;o de severidade leve a moderada. Os principais eventos relatados foram n&#xE1;usea, diarreia, vaginites, dor abdominal e ins&#xF4;nia. A dose n&#xE3;o parece exercer efeito significante no aparecimento de eventos adversos.</p> <p>Ainda segundo Croom &amp; Goa (2003) o levofloxacino possui baixo potencial para causar rea&#xE7;&#xF5;es de fototoxicidade (incid&#xEA;ncia de 0,03%). Desordens dos tend&#xF5;es, toxidade severa do f&#xED;gado, hipoglicemia e hiperglicemia s&#xE3;o sintomas raros, assim como altera&#xE7;&#xF5;es c&#xE1;rdicas (prolonga&#xE7;&#xE3;o do intervalo QT registrada em menos que 1 em 1 milh&#xE3;o de pacientes nos Estados Unidos).</p> <p>Portanto, baseando-se nos estudos realizados, foram demonstradas a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a do levofloxacino no tratamento de diversas infec&#xE7;&#xF5;es incluindo as do trato respirat&#xF3;rio superior e inferior, da pele e tecidos moles, do trato urin&#xE1;rio e dos ossos.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Norrby et al, 1998; Croom &amp; Goa, 2003; West et al, 2003; File&amp;nbsp;JR. et al, 1997; Zhao et al, 2014.<br> 2. Croom &amp; Goa, 2003; Langtry &amp; Lamb, 1998; Hurst et al, 2002.<br> 3.&amp;nbsp;Langtry &amp; Lamb, 1998; Hurst et al,2002.<br> 4.&amp;nbsp;Croom &amp; Goa, 2003; Klinberg et al, 1998; Richard et al, 1998; Anderson &amp; Pierry, 2008.<br> 5.&amp;nbsp;Croom &amp; Goa, 2003; TARSHIS et al, 2001.</br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Comprimido</h3> <h4>Propriedades farmacodin&#xE2;micas</h4> <h5>Mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o:</h5> <p>O Levofloxacino &#xE9; um agente antibacteriano sint&#xE9;tico de amplo espectro, para administra&#xE7;&#xE3;o oral.</p> <p>Quimicamente, o levofloxacino &#xE9; o is&#xF4;mero lev&#xF3;giro (is&#xF4;mero-L) do racemato ofloxacina, um agente antibacteriano quinol&#xF4;nico. A atividade antibacteriana da ofloxacina deve-se basicamente ao is&#xF4;mero-L. O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino e de outros antimicrobianos quinol&#xF4;nicos envolve a inibi&#xE7;&#xE3;o da DNA-girase (topoisomerase bacteriana II), uma enzima necess&#xE1;ria &#xE0; replica&#xE7;&#xE3;o, transcri&#xE7;&#xE3;o, restaura&#xE7;&#xE3;o e recombina&#xE7;&#xE3;o do DNA. Nesse sentido, o is&#xF4;meroL produz mais liga&#xE7;&#xF5;es de hidrog&#xEA;nio e, portanto, complexos mais est&#xE1;veis com a DNA-girase do que o is&#xF4;mero-D.</p> <p>Microbiologicamente, isso se traduz numa atividade antibacteriana 25 a 40 vezes maior para o is&#xF4;mero-L, o levofloxacino, do que para o is&#xF4;mero-D. Os derivados quinol&#xF4;nicos inibem r&#xE1;pida e especificamente a s&#xED;ntese do DNA bacteriano.</p> <h5>Microbiologia:</h5> <p>O levofloxacino apresenta atividade <em>in vitro</em> contra um amplo espectro de bact&#xE9;rias aer&#xF3;bicas e anaer&#xF3;bicas grampositivas e gram-negativas.</p> <p>A atividade bactericida do levofloxacino &#xE9; r&#xE1;pida e frequentemente ocorre em n&#xED;veis pr&#xF3;ximos da Concentra&#xE7;&#xE3;o Inibit&#xF3;ria M&#xED;nima (CIM).</p> <h6>O levofloxacino exibe atividade <em>in vitro</em> contra a maioria das cepas dos microrganismos citados a seguir:</h6> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li><em>Enterococcus faecalis;</em></li> <li><em>Staphylococcus aureus methi-S;</em></li> <li><em>Staphylococcus epidermidis methi-S;</em></li> <li><em>Staphylococcus saprophyticus;</em></li> <li><em>Streptococcus pneumonia;</em></li> <li><em>Streptococcus pyogenes.</em></li> </ul> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-negativos</strong></p> <ul> <li><em>Enterobacter cloacae;</em></li> <li><em>Escherichia coli;</em></li> <li><em>Haemophilus influenzae;</em></li> <li><em>Haemophilus parainfluenzae;</em></li> <li><em>Klebsiella pneumoniae;</em></li> <li><em>Legionella pneumophila;</em></li> <li><em>Moraxella catarrhalis;</em></li> <li><em>Proteus mirabilis*;</em></li> <li><em>Pseudomonas aeruginosa*;</em></li> <li><em>Serratia marcescens*.</em></li> </ul> <p><strong>Outros microrganismos</strong></p> <ul> <li><em>Chlamydophila pneumoniae;</em></li> <li><em>Mycoplasma pneumoniae.</em></li> </ul> <p>Para os micro-organismos abaixo dados <em>in vitro</em> est&#xE3;o dispon&#xED;veis. Entretanto, a seguran&#xE7;a e efic&#xE1;cia do tratamento de infec&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas causadas por estes micro organismos ainda n&#xE3;o est&#xE1; bem estabelecida.</p> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li><em>Staphylococcus haemolyticus;</em></li> <li> <em>Streptococcus &#x3B2;-haemolyticus </em>(grupo C/F)<em>;</em> </li> <li> <em>Streptococcus &#x3B2;-haemolyticus </em>(grupo G)<em>;</em> </li> <li><em>Streptococcus agalactiae;</em></li> <li><em>Streptococcus milleri;</em></li> <li><em>Viridans group streptococci;</em></li> <li><em>Bacillus anthracis.</em></li> </ul> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-negativos</strong></p> <ul> <li><em>Acinetobacter baumannii;</em></li> <li><em>Acinetobacter lwoffii;</em></li> <li><em>Bordetella pertussis;</em></li> <li><em>Citrobacter koseri;</em></li> <li><em>Citrobacter freundii;</em></li> <li><em>Enterobacter aerogenes;</em></li> <li><em>Enterobacter sakasakii;</em></li> <li><em>Klebsiella oxytoca;</em></li> <li><em>Morganella morganii;</em></li> <li><em>Pantoea agglomerans;</em></li> <li><em>Proteus vulgaris;</em></li> <li><em>Providencia rettgeri;</em></li> <li><em>Providencia stuartii;</em></li> <li><em>Pseudomonas fluorescens;</em></li> <li><em>Yersinia pestis.</em></li> </ul> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li><em>Clostridium perfringens.</em></li> </ul> <p>O levofloxacino &#xE9; ativo contra as cepas produtoras de beta-lactamase dos microrganismos listados anteriormente. O levofloxacino n&#xE3;o &#xE9; ativo contra <em>Treponema pallidum</em>.</p> <p>Resist&#xEA;ncia ao levofloxacino devido &#xE0; muta&#xE7;&#xE3;o espont&#xE2;nea <em>in vitro</em> &#xE9; um fen&#xF4;meno muito raro. Embora tenha sido observada resist&#xEA;ncia cruzada entre levofloxacino e outras fluorquinolonas, alguns microrganismos resistentes a outras quinolonas, como o <a href=\"https://consultaremedios.com.br/ofloxacino/bula\" target=\"_blank\">ofloxacino</a>, podem ser sens&#xED;veis ao levofloxacino. Na falta de um teste de sensibilidade ao levofloxacino, a sensibilidade do microrganismo ao ofloxacino pode ser utilizada para predizer a sensibilidade ao levofloxacino. Contudo, embora microrganismos sens&#xED;veis ao ofloxacino possam ser considerados sens&#xED;veis ao levofloxacino, o contr&#xE1;rio nem sempre &#xE9; verdadeiro.</p> <h4>Propriedades farmacocin&#xE9;ticas</h4> <p>O levofloxacino &#xE9; r&#xE1;pido e quase completamente absorvido ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral. O pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica &#xE9; obtido uma a duas horas ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o. A biodisponibilidade absoluta de uma dose oral de 500 mg de levofloxacino &#xE9; de aproximadamente 99%. A ingest&#xE3;o de alimentos n&#xE3;o altera de maneira clinicamente significativa a absor&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino.</p> <p>A atividade do levofloxacino depende de sua concentra&#xE7;&#xE3;o, e o preditor mais utilizado para medir sua efic&#xE1;cia cl&#xED;nica e microbiol&#xF3;gica &#xE9; a rela&#xE7;&#xE3;o entre a &#xE1;rea sob a curva de tempo da concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica (AUC) dividida pela concentra&#xE7;&#xE3;o inibit&#xF3;ria m&#xED;nima (MIC). Uma raz&#xE3;o AUC/MIC maior que 30 &#xE9; utilizada em alguns estudos para prever a atividade <em>in vivo</em>, particularmente contra o pneumococo, mas uma raz&#xE3;o mais elevada (&gt;100) parece indicar um efeito bactericida, reduzindo o potencial de ocorrer muta&#xE7;&#xE3;o bacteriana. Em an&#xE1;lises farmacodin&#xE2;micas simuladas com levofloxacino 750 mg, a probabilidade de uma rela&#xE7;&#xE3;o AUC/MIC &#x2265; 30 ser obtida no plasma foi &#x2265; 97%. Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral, o levofloxacino &#xE9; rapidamente absorvido e concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas m&#xE1;ximas s&#xE3;o alcan&#xE7;adas em 1 a 2 horas.</p> <p>As concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas do levofloxacino ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa s&#xE3;o semelhantes e compar&#xE1;veis, em extens&#xE3;o (AUC), &#xE0;s obtidas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral, quando se utilizam doses equivalentes (mg/mg). Portanto, a via oral e a via intravenosa podem ser consideradas intercambi&#xE1;veis. A farmacocin&#xE9;tica do levofloxacino &#xE9; linear e previs&#xED;vel ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de doses &#xFA;nicas e doses m&#xFA;ltiplas de 50 a 600 mg. As concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas aumentam proporcionalmente com o aumento das doses orais, numa faixa de 250 a 1.000mg. O estado de equil&#xED;brio &#xE9; atingido em per&#xED;odo de 3 dias.</p> <p>O volume m&#xE9;dio de distribui&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino varia, em geral, de 89 a 112 litros ap&#xF3;s doses &#xFA;nicas ou m&#xFA;ltiplas de 500 mg, indicando ampla distribui&#xE7;&#xE3;o pelos tecidos.</p> <p>As concentra&#xE7;&#xF5;es m&#xE1;ximas do levofloxacino na mucosa br&#xF4;nquica e flu&#xED;do epitelial ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg foram de 8,3 mcg/g e 10,8 mcg/mL, respectivamente. Estas concentra&#xE7;&#xF5;es foram alcan&#xE7;adas em aproximadamente uma hora ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o. A concentra&#xE7;&#xE3;o nos tecidos pulmonares ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg por via oral foi de aproximadamente 11,3 mcg/g e foi alcan&#xE7;ada 4 a 6 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o. As concentra&#xE7;&#xF5;es nos pulm&#xF5;es constantemente excederam &#xE0;s do plasma. Nos flu&#xED;dos vesicais as concentra&#xE7;&#xF5;es m&#xE1;ximas de levofloxacino foram de 4,0 e 6,7 mcg/mL, 2 - 4 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o, ap&#xF3;s 3 dias com doses de 500 mg, uma ou duas vezes ao dia, respectivamente.</p> <p>A penetra&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino na bile &#xE9; r&#xE1;pida e completa. O levofloxacino tamb&#xE9;m penetra rapidamente no tecido &#xF3;sseo, tanto na cabe&#xE7;a do f&#xEA;mur quanto na sua parte distal. Os picos de concentra&#xE7;&#xE3;o tissular variam de 2,4 a 15 mcg/g e s&#xE3;o obtidos cerca de 2 a 3 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral. A liga&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> s&#xE9;ricas &#xE9; de aproximadamente 30 a 40%.</p> <p>O levofloxacino &#xE9; esterioquimicamente est&#xE1;vel no plasma e na urina e n&#xE3;o se converte metabolicamente no seu enanti&#xF4;mero, a D-ofloxacina. A biotransforma&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino &#xE9; limitada, uma vez que a droga &#xE9; basicamente excretada inalterada na urina. Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral, aproximadamente 87% da dose administrada &#xE9; recuperada inalterada, na urina, num per&#xED;odo de 48 horas, enquanto que menos de 4% da dose &#xE9; recuperada nas fezes, num per&#xED;odo de 72 horas. As concentra&#xE7;&#xF5;es urin&#xE1;rias m&#xE9;dias, 8 - 12 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de uma dose oral &#xFA;nica de 150 mg, 300 mg ou 500 mg de levofloxacino foram 44 mg/L, 91 mg/L e 200 mg/L, respectivamente. Menos de 5% da dose administrada &#xE9; recuperada na urina como desmetil e N-&#xF3;xido metab&#xF3;litos, os &#xFA;nicos metab&#xF3;litos identificados no homem. Estes metab&#xF3;litos n&#xE3;o apresentam atividade farmacol&#xF3;gica relevante.</p> <p>A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica terminal m&#xE9;dia do levofloxacino varia de 6 a 8 horas, ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de doses &#xFA;nicas ou de doses m&#xFA;ltiplas.</p> <p>A farmacocin&#xE9;tica do levofloxacino fica alterada em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal, portanto &#xE9; necess&#xE1;rio o ajuste da dose.</p> <p>N&#xE3;o h&#xE1; diferen&#xE7;as significativas na cin&#xE9;tica do levofloxacino entre jovens e idosos, a n&#xE3;o ser as diferen&#xE7;as associadas ao <em>clearance</em> de creatinina.</p> <p>A an&#xE1;lise separada de indiv&#xED;duos do sexo feminino e masculino demonstrou diferen&#xE7;as variando de pequenas &#xE0; n&#xE3;o significativas da farmacocin&#xE9;tica do levofloxacino com rela&#xE7;&#xE3;o ao sexo. O significado cl&#xED;nico destas diferen&#xE7;as ainda n&#xE3;o est&#xE1; claro.</p> <h3>Injet&#xE1;vel</h3> <h4>Mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>O levofloxacino &#xE9; um agente antibacteriano sint&#xE9;tico de amplo espectro, para administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa.</p> <p>Quimicamente, o levofloxacino &#xE9; o is&#xF4;mero lev&#xF3;giro (is&#xF4;mero-L) do racemato ofloxacino, um agente antibacteriano quinol&#xF4;nico. A atividade antibacteriana do ofloxacino deve-se basicamente ao is&#xF4;mero-L. O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino e de outros antimicrobianos fluoroquinol&#xF4;nicos envolve a inibi&#xE7;&#xE3;o da Topoisomerase IV bacteriana e da DNA-girase (ambas s&#xE3;o Topoisomerase bacteriana tipo II), enzimas necess&#xE1;rias para a replica&#xE7;&#xE3;o, transcri&#xE7;&#xE3;o, restaura&#xE7;&#xE3;o e recombina&#xE7;&#xE3;o do DNA. Nesse sentido, o is&#xF4;mero-L produz mais liga&#xE7;&#xF5;es de hidrog&#xEA;nio e, portanto, complexos mais est&#xE1;veis com a DNA-girase do que o is&#xF4;mero-D. Microbiologicamente, isso se traduz numa atividade antibacteriana 25 a 40 vezes maior para o is&#xF4;mero-L, o levofloxacino, do que para o is&#xF4;mero-D. Os derivados quinol&#xF4;nicos inibem r&#xE1;pida e especificamente a s&#xED;ntese do DNA bacteriano.</p> <h5>Microbiologia:</h5> <p>O levofloxacino apresenta atividade <em>in vitro</em> contra um amplo espectro de bact&#xE9;rias aer&#xF3;bicas e anaer&#xF3;bicas gram-positivas e gram-negativas. A atividade bactericida do levofloxacino &#xE9; r&#xE1;pida e frequentemente ocorre em n&#xED;veis pr&#xF3;ximos da Concentra&#xE7;&#xE3;o Inibit&#xF3;ria M&#xED;nima (CIM).</p> <h6>O levofloxacino exibe atividade <em>in vitro</em> contra a maioria das cepas dos microrganismos citados a seguir:</h6> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li> <em>Enterococcus avium, Staphylococcus hominis, Streptococcus milleri, Enterococcus faecium, Streptococcus constellatus, Streptococcus sanguis, Staphylococcus aureus, Streptococcus, Streptococcus </em>(Grupo<em> Viridans); </em>(Grupo C/F, D, G)<em>, Sthaphylococcus epidermidis.</em> </li> </ul> <p><strong>Anaer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li><em>Clostridium perfringens, Peptostreptococcus anaerobius, Propionibacterium acnes, Clostridium spp., Peptostreptococcus Magnus.</em></li> </ul> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-negativos</strong></p> <ul> <li><em>Acinetobacter anitratus, Legionella spp., Salmonella enteritidis, Acinetobacter baumannii, Morganella morganii, Salmonella spp, Acinetobacter lwoffii, Neisseria gonorrhoeae, Serratia liquefaciens, Aeromonas hydrophila, N. gonorrhoeae (produtora Serratia marcescens de penicilinase), Bordetella pertussis, Serratia spp, Campylobacter jejuni, Proteus vulgaris, Shigella spp, Citrobacter diversus, Providencia rettgeri, Stenotrophomonas maltophilia, Pantoea (Enterobacter) aerogenes, Providencia spp., Vibrio cholerae, Enterobacter agglomerans, Providencia stuartii, Vibrio parahaemolyticus, Enterobacter sakazakii, Pseudomonas fluorescens, Yersinia enterocolitica, Flavobacterium meningosepticum, Pseudomonas putida.</em></li> </ul> <p><strong>Anaer&#xF3;bios Gram-negativos</strong></p> <ul> <li><em>Bacteroides distasonis, Bacteroides intermedius, Veillonella parvula, Bacteroides fragilis.</em></li> </ul> <p><strong>Outros microrganismos:</strong></p> <ul> <li><em>Mycobacterium fortuitum, Mycobacterium tuberculosis, Mycoplasma hominis, Mycobacterium kansasii, Mycoplasma fermentans, Ureaplasma urealyticum, Mycobacterium marinum.</em></li> </ul> <p>O levofloxacino &#xE9; ativo contra as cepas produtoras de beta-lactamase dos microrganismos listados anteriormente. O levofloxacino n&#xE3;o &#xE9; ativo contra Treponema pallidum.</p> <h5>O levofloxacino tem se mostrado ativo contra a maioria das cepas suscept&#xED;veis dos seguintes microrganismos, tanto <em>in vitro</em> como em infec&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas:</h5> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li><em>Enterococcus faecalis, Staphylococcus saprophyticus, Streptococcus pneumoniae, Staphylococcus aureus, Streptococcus agalactiae, Streptococcus pyogenes, Staphylococcus epidermidis.</em></li> </ul> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-negativos</strong></p> <ul> <li><em>Citrobacter freundii, Haemophilus parainfluenzae, Moraxella catarrhalis, Enterobacter cloacae, Klebsiella oxytoca, Proteus mirabilis, Escherichia coli, Klebsiella pneumoniae, Pseudomonas aeruginosa, Haemophilus influenzae, Legionella pneumophila.</em></li> </ul> <p><strong>Outros microrganismos</strong></p> <ul> <li><em>Chlamydia pneumoniae, Mycoplasma pneumoniae.</em></li> </ul> <p>A resist&#xEA;ncia ao levofloxacino devida &#xE0; muta&#xE7;&#xE3;o espont&#xE2;nea <em>in vitro</em> &#xE9; um fen&#xF4;meno muito raro. Embora tenha sido observada resist&#xEA;ncia cruzada entre levofloxacino e outras fluorquinolonas, alguns microrganismos resistentes a outras quinolonas, como o ofloxacino, podem ser sens&#xED;veis ao levofloxacino.</p> <p>Na falta de um teste de sensibilidade ao levofloxacino, a sensibilidade do microrganismo ao ofloxacino pode ser utilizada para predizer a sensibilidade ao levofloxacino. Contudo, embora microrganismos sens&#xED;veis ao ofloxacino possam ser considerados sens&#xED;veis ao levofloxacino, o contr&#xE1;rio nem sempre &#xE9; verdadeiro.</p> <h4>Propriedades farmacocin&#xE9;ticas</h4> <p>A farmacocin&#xE9;tica do levofloxacino &#xE9; linear e previs&#xED;vel ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de doses &#xFA;nicas e doses m&#xFA;ltiplas. O estado de equil&#xED;brio &#xE9; atingido 48 horas ap&#xF3;s a&amp;nbsp;administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg em esquemas de uma dose e de duas doses di&#xE1;rias. O volume m&#xE9;dio de distribui&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino varia, em geral, de 74 a 112 litros ap&#xF3;s doses &#xFA;nicas ou m&#xFA;ltiplas de 500 mg ou 750 mg, indicando ampla distribui&#xE7;&#xE3;o pelos tecidos. A penetra&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino na pele &#xE9; r&#xE1;pida e completa. O levofloxacino tamb&#xE9;m penetra rapidamente no tecido &#xF3;sseo, tanto na cabe&#xE7;a do f&#xEA;mur quanto na sua parte distal. A liga&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino &#xE0;s prote&#xED;nas s&#xE9;ricas, <em>in vitro</em>, &#xE9; de aproximadamente 24 a 38%, numa faixa de 1 a 10 mcg/mL; a liga&#xE7;&#xE3;o se faz principalmente com a <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/albumina-serica\" target=\"_blank\">albumina s&#xE9;rica</a>.</p> <p>O levofloxacino &#xE9; esterioquimicamente est&#xE1;vel no plasma e na urina e n&#xE3;o se converte metabolicamente no seu enanti&#xF4;mero, o Dofloxacino. A biotransforma&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino &#xE9; limitada, uma vez que o f&#xE1;rmaco &#xE9; basicamente excretado inalterado na urina. Menos de 5% da dose administrada &#xE9; recuperada na urina como desmetil e N-&#xF3;xido metab&#xF3;litos, os &#xFA;nicos metab&#xF3;litos identificados no homem. Estes metab&#xF3;litos n&#xE3;o apresentam atividade farmacol&#xF3;gica relevante.</p> <p>A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica terminal m&#xE9;dia do levofloxacino varia de 6 a 8 horas, ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de doses &#xFA;nicas ou de doses m&#xFA;ltiplas. A depura&#xE7;&#xE3;o total aparente m&#xE9;dia e a depura&#xE7;&#xE3;o renal variam de 144 a 226 mL/min e 96 a 142 mL/min, respectivamente. A depura&#xE7;&#xE3;o renal al&#xE9;m da taxa de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular sugere que ocorre secre&#xE7;&#xE3;o tubular do levofloxacino adicionalmente &#xE0; filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular. A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de cimetidina ou probenecida resulta em aproximadamente 24% e 36% de redu&#xE7;&#xE3;o na depura&#xE7;&#xE3;o renal do levofloxacino, indicando que a secre&#xE7;&#xE3;o de levofloxacino ocorre no t&#xFA;bulo renal proximal. N&#xE3;o foram encontrados cristais de levofloxacino em nenhuma das amostras de urina rec&#xE9;m-coletadas de indiv&#xED;duos recebendo levofloxacino.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Levoxin?

Você deve conservar Levoxin® comprimidos em temperatura ambiente (15°C a 30°C), protegido da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

500mg, caixa com 10 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Levofloxacino
Classe Terapêutica
:
Fluorquinolonas Orais
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca 2 vias (Antibiótico - Venda Sob Prescrição Médica mediante Retenção da Receita)
Categoria
:
Antibióticos
Especialidade
:
Infectologia, Imunologia clínica, Pneumologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Levoxin, para o que é indicado e para o que serve?

Levoxin® (levofloxacino) 750 mg é indicado para o tratamento de sinusite aguda bacteriana (infecção aguda por bactérias das cavidades aeradas dos ossos da face), pneumonia adquirida na comunidade (pneumonia em pessoas que não estão internadas), infecções do trato urinário (bexiga e canais onde passa a urina) complicadas e pielonefrite aguda (infecção aguda dos rins) causadas por cepas susceptíveis de bactérias, em pacientes com funcionamento normal dos rins.

Como o&nbsp;Levoxin funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) 750 mg &#xE9; um medicamento pertencente ao grupo dos <a href=\"https://consultaremedios.com.br/infeccoes/antibioticos/c\" target=\"_blank\">antibi&#xF3;ticos</a>. Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) 750 mg &#xE9; indicado para uso oral, no tratamento de infec&#xE7;&#xF5;es causadas por germes sens&#xED;veis ao levofloxacino.</p> "}

Quais as contraindicações do Levoxin?

O uso deste medicamento é contraindicado em caso de hipersensibilidade conhecida ao levofloxacino, a outros antibióticos quinolônicos e/ou demais componentes da formulação.

Levoxin® (levofloxacino) não deve ser usado em crianças, adolescentes&nbsp;em fase de crescimento, durante a gravidez e em mulheres lactantes.

As doses recomendadas são válidas também para pacientes idosos. Não há necessidade de ajuste das doses, desde que esses pacientes não tenham doença renal.

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.

Como usar o Levoxin?

Levoxin® pode ser ingerido com ou sem alimentos. Você deve tomar Levoxin® da mesma forma todos os dias (com ou sem alimentos) aproximadamente no mesmo horário, conforme orientado por seu médico.

A posologia recomendada para pacientes adultos com função renal normal é de 1 comprimido (750 mg) uma vez ao dia por 3 a 5 dias ou de acordo com a indicação médica:

Sinusite aguda bacteriana

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Pneumonia adquirida na comunidade

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Infecções do trato urinário complicadas

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Pielonefrite aguda

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Nos pacientes com diminuição do funcionamento dos rins, as doses devem ser ajustadas pelo médico.

Não ultrapasse as dosagens recomendadas, exceto com orientação médica.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Levoxin?

{"tag":"hr","value":" <p>Caso voc&#xEA; se esque&#xE7;a de tomar uma das doses, tome-a assim que poss&#xED;vel, no entanto, se estiver pr&#xF3;ximo do hor&#xE1;rio da dose seguinte, espere por este hor&#xE1;rio,respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca tome duas doses de uma s&#xF3; vez.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Levoxin?

Este medicamento foi prescrito somente para você. Não compartilhe Levoxin® (levofloxacino) com ninguém, mesmo se eles apresentarem sintomas semelhantes aos seus.

Informe seu médico caso você tenha ou já tenha apresentado problemas de saúde ou alergias, problemas no tendão ou caso você utilize medicamentos para convulsão.

Pacientes predispostosà convulsão

Como com qualquer outra quinolona, o Levoxin® (levofloxacino) deve ser utilizado com extrema cautela em pacientes predispostos à convulsão.

Estes pacientes podem estar com lesão pré-existente do sistema nervoso central, ou em tratamento concomitante com fenbufeno e anti-inflamatórios não-esteroidais similares, ou com fármacos que diminuem o limiar da convulsão cerebral, como a teofilina.

Colite pseudomembranosa

A ocorrência de diarreia, particularmente grave, persistente e/ou com sangue, durante ou após o tratamento com levofloxacino, pode ser indicativa de colite pseudomembranosa devido ao microrganismo Clostridium dificile. Na suspeita de colite pseudomembranosa, a administração de Levoxin® (levofloxacino) deve ser interrompida imediatamente.

O tratamento com antibiótico específico apropriado deve ser iniciado imediatamente (por exemplo: vancomicina oral, teicoplanina oral ou metronidazol). Produtos que inibem o peristaltismo, ou seja, inibem a motilidade gastrintestinal, sãocontraindicadosnesta situação.

Tendinite

A tendinite, raramente observada com quinolonas, pode ocasionalmente levar a ruptura envolvendo particularmente o tendão de Aquiles. Este efeito indesejado pode ocorrer nas 48 horas do início do tratamento e pode ser bilateral. Os pacientes idosos estão mais predispostos à tendinite. O risco de ruptura de tendão pode ficar aumentado na administração concomitante de corticosteroides. Na suspeita de tendinite, o tratamento com Levoxin® (levofloxacino) deve ser interrompido imediatamente. O tratamento apropriado (por exemplo: imobilização) deve ser iniciado no tendão afetado.

Risco de aneurisma e dissecção da aorta

Estudos epidemiológicos relatam um aumento do risco de aneurisma e dissecção da aorta após a ingestão de fluoroquinolonas, particularmente na população idosa. Portanto, as fluoroquinolonas devem ser usadas apenas após avaliação cuidadosa do benefício-risco e após consideração de outras opções terapêuticas em pacientes com história familiar positiva de aneurisma, ou em pacientes diagnosticados com aneurisma aórtico pré-existente e /ou dissecção aórtica, ou na presença de outros fatores de risco ou condições predisponentes para aneurisma e dissecção da aorta (por exemplo, síndrome de Marfan, síndrome de Ehlers-Danlos vascular, arterite de Takayasu, arterite de células gigantes, doença de Behcet, hipertensão, aterosclerose conhecida).

Em caso de dor súbita abdominal, no peito ou nas costas, os pacientes devem ser aconselhados a consultar imediatamente um médico.

Gravidez

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Não há estudos adequados e bem controlados sobre o uso de levofloxacino em mulheres grávidas. Em estudos experimentais utilizando fluorquinolonas, incluindo o levofloxacino, foi verificado o risco de danos nas cartilagens de organismos em crescimento.

Amamentação

Devido ao potencial de ocorrência de reações adversas graves nos lactentes de mães em tratamento com fluorquinolonas, incluindo o levofloxacino hemi-hidratado, nas cartilagens de organismos em crescimento Levoxin® (levofloxacino) 750 mg não deve ser utilizado por mulheres que estejam amamentando.

Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.

Informe seu médico se estiver amamentando.

Crianças e adolescentes

A segurança e a eficácia da utilização do levofloxacino em crianças e adolescentes não foram estabelecidas. No entanto, já foi demonstrado que as quinolonas, classe dos antibióticos à qual pertence Levoxin® (levofloxacino), produzem erosão nas articulações que suportam peso, bem como outros sinais de doença das articulações, em animais jovens de várias espécies. Portanto, a utilização do levofloxacino nessas faixas etárias é contraindicada.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Levoxin® pode provocar efeitos neurológicos adversos como vertigem e tontura, portanto, você não deve dirigir veículos, operar máquinas ou dedicar-se a outras atividades que exijam coordenação e alerta mental até que se saiba qual a reação individual frente ao medicamento.

Alterações dos níveis de glicose sanguínea, incluindo hiperglicemia (aumento) e hipoglicemia (diminuição), foram relatadas em pacientes tratados concomitantemente com quinolônas e agentes antidiabéticos. Portanto, recomenda-se monitoração cuidadosa da glicose sanguínea quando esses agentes forem administrados em conjunto.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Levoxin?

As informações fornecidas abaixo estão baseadas nos dados de estudos clínicos, em 5244 pacientes tratados com levofloxacino e em extensa experiência pós-comercialização internacional desta molécula nesta concentração.

De acordo com as recomendações, têm-se utilizado os seguintes índices de frequência:

  • <li>Muito Comum: Acima de 10%;</li> <li>Comum: de 1% a 10%;</li> <li>Incomum: de 0,1% a 1%;</li> <li>Raro: de 0,01% a 0,1%;</li> <li>Muito raro: menos que 0,01%;</li> <li>Casos isolados.</li>

Reações alérgicas ou na pele

Comum

Erupções na pele (rash), coceira.

Incomum

Erupções na pele, inflamação de veias,reações alérgicas.

Raro

Coceira generalizada, necrólise epidermal tóxica, ou Síndrome de Lyell (doença rara e grave, na qual a camada superficial da pele se desprende em lâminas), obstrução da passagem de ar pelos brônquios pela alergia e falta de ar.

Muito raro

Inchaço dos vasos, pressão baixa, fotossensibilização (alterações na pele causadas pela luz).

Casos isolados

Erupções bolhosas graves como Síndrome de Steven’s Johnson, eritema multiforme exsudativo (doença alérgica composta de febre, úlceras e bolhas na pele), toxicidade pela luminosidade, choque anafilático/anafilactoide (reação alérgica grave).

Algumas vezes, asreações alérgicas e de pele/mucosas podem ocorrer mesmo após a primeira dose.

Gastrintestinal, metabolismo

Comum

Náusea, vômitos, diarreia, indigestão, constipação, dor abdominal.

Incomum

Anorexia (falta de apetite), dispepsia (acidez), hiperglicemia ou hipoglicemia (aumento ou diminuição dos níveis sanguíneos de glicose, respectivamente), hipercalemia (aumento dos níveis de potássio no sangue), pancreatite, estomatite (inflamação e inchaço da língua), diarreia comsangue, que emcasos muito raros pode serindicativa de infecção no intestino, incluindo colite pseudomembranosa (inflamação do intestino pela bactéria Clostridium dificille).

Neurológica/Psiquiátrica

Comum

Tontura, dor de cabeça, insônia

Incomum

Sonolência, desordens do sono, pesadelos, confusão, convulsões, tremor, ansiedade, depressão.

Raro

Reações psicóticas(por exemplo: alucinações), parestesia (dormência), agitação.

Muito raro

Neuropatia periférica sensorial ou sensório-motora (doença em alguns nervos dos membros, afetando a sensação e/ou movimentação), distúrbios visuais(como visão dupla) e auditivos, distúrbios no paladar e olfato.

Casos isolados

Reações psicóticas com comportamentos de auto-risco, incluindo atos ou idealizações suicidas, encefalopatia (alterações inflamatórias no cérebro), neuropatia periférica (certos nervos não funcionam corretamente), hipertensão intracraniana (aumento da pressão dentro do crânio), paranoia.

Cardiovascular

Comum

Dor no peito, inchaço.

Incomum

Arritmia ventricular (arritmia nos ventrículos cardíacos), taquicardia ventricular, parada cardíaca.

Raro

Taquicardia (aceleração dos batimentos cardíacos), pressão baixa, inflamação nos vasos sanguíneos.

Muito raro

Choque (quadros de alergia muito graves que podem levar à morte)

Casos isolados

Torsaide de pointes (tipo de arritmia cardíaca), prolongamento do intervalo QT (tipo de arritmia cardíaca).

Músculo-esquelética

Incomum

Alterações na marcha, dor, inchaço ou inflamação das articulações, dores e problemas musculares e nos tendões.

Muito raro

Fraqueza muscular, que pode ser de extrema importância em pacientes com miastenia grave (tipo de doença que afeta a musculatura).

Casos isolados

Rabdomiólise (lesão do tecido dos músculos), lesões musculares, exacerbação de miastenia gravis, ruptura do tendão (por exemplo: tendão de Aquiles).

Problemas no fígado e nos rins

Incomum

Aumento das enzimas hepáticas(exame de sangue que mostra lesão do fígado), aumento da bilirrubina (enzima do fígado) e creatinina sérica (exame que vê a função renal), alteração da função do fígado, insuficiência do funcionamento dosrins.

Raro&nbsp;

Morte de células do fígado, hepatite, icterícia (amarelamento da pele e olhos devido ao mau funcionamento do fígado).

Muito raro

Outras alterações do fígado.

Casos isolados

Nefrite intersticial (lesão do tecido do rim), hepatotoxicidade (lesão do fígado), levando a insuficiência do fígado, com casos fatais.

Problemas sanguíneos

Incomum

Anemia (diminuição das células vermelhas do sangue), diminuição dos leucócitos (células de defesa do sangue) e das plaquetas(células que fazem a coagulação sanguínea).

Raro&nbsp;

Neutropenia (diminuição de alguns tipos de células de defesa no sangue), diminuição de todas as células do sangue, anemia por destruição das células vermelhas, falta ou acentuada redução das células de defesa do sangue, falta de produção das células sanguíneas pela medula, púrpura trombocitopênica (diminuição do número de plaquetas no sangue).

Casos isolados

Eosinofilia (aumento dos eosinófilos, tipo de célula sanguínea), aumento do tempo de protrombina (exame que vê a coagulação).

Outros

Comum

Infecção por cândida nos órgãos genitais, inflamação da vagina, falta de ar.

Incomum

Fraqueza,supercrescimento de fungos e proliferação de outros microrganismosresistentes

Raro

Febre, doença do soro (reação alérgica tardia).

Muito raro

Pneumonite alérgica (inflamação dos pulmões por alergia).

Casos isolados

Alveolite extrínseca alérgica (inflamação do pulmão de origemalérgica).

Outros efeitos indesejáveis possivelmente relacionados à classe das fluorquinolonas (classe de antibióticos onde o levofloxacino se encaixa)

Muito raro

Sintomas extrapiramidais (dificuldades para se movimentar e perda de equilíbrio) e outras alterações na coordenação muscular, vasculite de hipersensibilidade (inflamação dos vasos por alergia) e crises de porfiria em pacientes comporfiria (doença que tem manifestações na pele e nervos).

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova concentração no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversosimprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

Qual a composição do Levoxin?

Cada comprimido revestido contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Levofloxacino (equivalente a 768,69 mg de levofloxacino hemi-hidratado)</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">750 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: lactose, povidona, croscarmelose sódica, dióxido de silício, estearato de magnésio, hipromelose, macrogol, dióxido de titânio, óxido de ferro vermelho, óxido de ferro amarelo.

Apresentação do&nbsp;Levoxin

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimidos revestidos de 750 mg</h3> <p>Caixas com 5, 7, e 14 comprimidos.</p> <p><strong>Uso oral.</strong></p> <p><strong>Uso adulto acima de 18 anos.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Levoxin maior do que a recomendada?

De acordo com estudos de toxicidade em animais, os sinais mais importantes após a ocorrência de superdose oral aguda com levofloxacino são: sintomas no sistema nervoso central como confusão (alteração da habilidade motora e atenção), vertigens (tonturas), alterações de consciência (perda de velocidade de raciocínio, dificuldade de concentração) e convulsões (contrações involuntárias dos músculos ou dos membros). Podem ocorrer reações gastrintestinais como náuseas e erosões da mucosa (gastrite e úlceras).

Emestudos de farmacologia clínica realizados com superdosesforamobservados aumento do intervalo QT.

Tratamento

Em caso de superdose, o paciente deve ser observado cuidadosamente (incluindo monitorização do ECG) e tratamento sintomático deve serimplementado.

Se ocorrer superdose aguda, deve-se considerar também a lavagem gástrica e podem-se utilizar antiácidos para a proteção da mucosa gástrica.

A hemodiálise, incluindo diálise peritoneal e CAPD (diálise peritoneal ambulatorial contínua) não são efetivas em remover o levofloxacino do corpo. Não existe antídoto específico.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Levoxin com outros remédios?

Levoxin® (levofloxacino) pode interagir com outros medicamentos. É importante que você mantenha uma lista escrita de todos os medicamentos (com e sem prescrição médica) que você está tomando, bem como quaisquer produtos, tais como vitaminas, minerais ou outros suplementos dietéticos. Você deve levar esta lista com você cada vez que visitar o médico ou se você for internado em um hospital. Essa lista também é uma informação importante para levar com você em caso de emergências.

  • <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) e anti&#xE1;cidos contendo c&#xE1;lcio, magn&#xE9;sio ou alum&#xED;nio, bem como <a href="https://consultaremedios.com.br/sucralfato/bula" target="_blank">sucralfato</a>, c&#xE1;tions met&#xE1;licos como ferro, prepara&#xE7;&#xF5;es multivitam&#xED;nicas contendo <a href="https://consultaremedios.com.br/zinco/bula" target="_blank">zinco</a> ou produtos que contenham qualquer uma dessas subst&#xE2;ncias, podem interferir na absor&#xE7;&#xE3;o gastritestinal do levofloxacino, resultando em n&#xED;veis na urina e no soro consideravelmente inferiores ao desej&#xE1;vel. Esses agentes devem ser tomados pelo menos duas horas antes ou duas horas depois da administra&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) e teofilina pode prolongar a meia-vida desta &#xFA;ltima, elevar os n&#xED;veis de teofilina no soro e aumentar o risco de rea&#xE7;&#xF5;es adversas relacionadas &#xE0; teofilina. Portanto, os n&#xED;veis de teofilina devem ser cuidadosamente monitorados e os necess&#xE1;rios ajustes em suas doses devem ser realizados, se necess&#xE1;rio, quando o levofloxacino for administrado em conjunto. Rea&#xE7;&#xF5;es adversas, incluindo convuls&#xF5;es, podem ocorrer com ou sem a eleva&#xE7;&#xE3;o do n&#xED;vel de teofilina no soro;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante do Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) com a <a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">digoxina</a> ou a <a href="https://consultaremedios.com.br/ciclosporina/bula" target="_blank">ciclosporina</a> n&#xE3;o exige modifica&#xE7;&#xE3;o das doses de nenhum dos medicamentos. Entretanto, os n&#xED;veis de digoxina devem ser cuidadosamente monitorados caso voc&#xEA; esteja em tratamento concomitante com a digoxina;</li> <li>Certos derivados quinol&#xF4;nicos, incluindo o levofloxacino, podem aumentar os efeitos do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/anticoagulante/c" target="_blank">anticoagulante</a> <a href="https://consultaremedios.com.br/varfarina-sodica/bula" target="_blank">varfarina</a> ou de seus derivados. Quando estas subst&#xE2;ncias forem administradas ao mesmo tempo, o tempo de protrombina ou outros testes de coagula&#xE7;&#xE3;o aceit&#xE1;veis devem ser monitorados cuidadosamente, principalmente em pacientes idosos;</li> <li>O levofloxacino pode ser administrado com seguran&#xE7;a a pacientes em tratamento concomitante com probenecida ou <a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">cimetidina</a> desde que a dose do levofloxacino seja adequadamente ajustada com base na sua fun&#xE7;&#xE3;o renal uma vez que a probenecida e a cimetidina diminuem a depura&#xE7;&#xE3;o renal e prolongam a meia-vida do levofloxacino;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de f&#xE1;rmacos anti-inflamat&#xF3;rios n&#xE3;o-esteroidais e de derivados quinol&#xF4;nicos, incluindo o levofloxacino, pode aumentar o risco de estimula&#xE7;&#xE3;o do sistema nervoso central e de convuls&#xF5;es.</li>

A absorção e a biodisponibilidade do levofloxacino em indivíduos infectados com o HIV, com ou sem tratamento concomitante com zidovudina, foram semelhantes. Portanto, não parece necessário realizar ajustes de dose do levofloxacino, quando estiver sendo administrado concomitantemente com a zidovudina. Os efeitos do levofloxacino sobre a farmacocinética da zidovudina não foram avaliados. Algumas quinolonas, incluindo levofloxacino, podem produzir resultado falso positivo para opióides em exames de urina realizados em kits de imunoensaio comercialmente disponíveis. Dependendo da situação, pode ser necessário confirmar a presença de opióides com métodos mais específicos.

O levofloxacino pode inibir o crescimento do microrganismo Mycobacterium tuberculosis e, portanto, pode fornecer resultados falso-negativos nos diagnósticos bacteriológicos da tuberculose.

É desaconselhável a ingestão de bebidas alcoólicas durante o tratamento com Levoxin®. Medidas gerais de higiene devem ser observadas para controlar fontes de infecções ou de reinfecções.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Levoxin com alimentos?

Não existe interação clinicamente significativa de levofloxacino comprimidos com alimentos. Levofloxacino comprimidos pode, portanto, ser administrado concomitante a alimentos.

Qual a ação da substância do Levoxin (Levofloxacino)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimido</h3> <h4>Dados de seguran&#xE7;a pr&#xE9;-cl&#xED;nica</h4> <h5>Toxicidade aguda:</h5> <p>Os valores da dose letal m&#xE9;dia (DL 50) obtidos em camundongos e ratos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de levofloxacino foram de 1500-2000 mg/Kg. A administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg/Kg, por via oral em macacos induziram poucos efeitos al&#xE9;m de v&#xF4;mito.</p> <h5>Toxicidade em doses repetidas:</h5> <p>Foram conduzidos estudos com gavagem em ratos e macacos com dura&#xE7;&#xE3;o de um e seis meses. As doses foram de 50, 200, 800 mg/kg/dia e 20, 80, 320 mg/kg/dia durante 1 e 6 meses em ratos e 10, 30, 100 mg/kg/dia e 10, 25, 62,5 mg/kg/dia durante 1 e 6 meses em macacos.</p> <p>Os sinais de rea&#xE7;&#xF5;es ao tratamento foram discretos em ratos, com efeitos leves principalmente na dose de 200 mg/kg/dia ou mais, com discreta redu&#xE7;&#xE3;o no consumo de alimentos e altera&#xE7;&#xE3;o leve dos par&#xE2;metros hematol&#xF3;gicos e bioqu&#xED;micos. Foi conclu&#xED;do nesse estudo que o NOEL (N&#xED;vel de Efeito Adverso N&#xE3;o Observado) foi de 200 e 20 mg/kg/dia ap&#xF3;s 1 e 6 meses, respectivamente.</p> <p>A toxicidade ap&#xF3;s dose oral em macacos foi m&#xED;nima com redu&#xE7;&#xE3;o no peso corp&#xF3;reo de 100 mg/kg/dia concomitante com saliva&#xE7;&#xE3;o, diarreia e diminui&#xE7;&#xE3;o do pH urin&#xE1;rio em alguns animais nesta dose. N&#xE3;o foi observada toxicidade no estudo de 6 meses. Os NOELS foram definidos como sendo 30 e 62,5 mg/kg/dia ap&#xF3;s 1 e 6 meses, respectivamente.</p> <p>No estudo de seis meses, o NOEL foi definido como sendo 20 e 62,5 mg/kg/dia em ratos e macacos, respectivamente.</p> <h5>Carcinogenicidade:</h5> <p>N&#xE3;o foi observada nenhuma indica&#xE7;&#xE3;o de potencial carcinog&#xEA;nico em estudo de 2 anos, em ratos com administra&#xE7;&#xE3;o diet&#xE9;tica (0, 10, 30 e 100 mg/kg/dia).</p> <h5>Genotoxicidade:</h5> <p>Na aus&#xEA;ncia de ativa&#xE7;&#xE3;o metab&#xF3;lica, o levofloxacino n&#xE3;o induziu muta&#xE7;&#xF5;es g&#xEA;nicas em c&#xE9;lulas bacterianas ou de mam&#xED;feros, por&#xE9;m induziu aberra&#xE7;&#xF5;es cromoss&#xF4;micas em c&#xE9;lulas de pulm&#xE3;o de hamster chin&#xEA;s <em>in vitro</em> em concentra&#xE7;&#xF5;es iguais ou superiores a 100 &#x3BC;g/mL. Testes <em>in vivo</em> (micron&#xFA;cleos, altera&#xE7;&#xE3;o de crom&#xE1;tides irm&#xE3;s, s&#xED;ntese de DNA n&#xE3;o programada e testes letais dominantes) n&#xE3;o mostraram qualquer potencial genot&#xF3;xico.</p> <h5>Teratogenicidade:</h5> <p>O levofloxacino n&#xE3;o foi teratog&#xEA;nico em ratos, em doses orais t&#xE3;o altas quanto 810 mg/kg/dia. Nenhuma teratogenicidade foi observada em coelhos em dose oral de 50 mg /kg/dia.</p> <h5>Toxicidade reprodutiva:</h5> <p>O levofloxacino n&#xE3;o causou dano na fertilidade ou no desenvolvimento reprodutivo em ratos com doses orais t&#xE3;o altas quanto 360 mg/kg/dia. O levofloxacino n&#xE3;o apresentou efeito na fertilidade, e seu &#xFA;nico efeito no feto foi a matura&#xE7;&#xE3;o retardada como resultado de toxicidade materna.</p> <h5>Fototoxicidade:</h5> <p>Estudos em ratos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral mostraram que o levofloxacino apresenta atividade fotot&#xF3;xica apenas em doses muito elevadas. O levofloxacino n&#xE3;o demonstrou qualquer potencial genot&#xF3;xico nos ensaios de fotomutagenicidade e reduziu o potencial de desenvolvimento de tumor nos ensaios de fotocarcinogenicidade.</p> <h5>Toxicidade nas articula&#xE7;&#xF5;es:</h5> <p>Em comum com outras fluorquinolonas, o levofloxacino mostrou efeito na cartilagem (ves&#xED;culas e cavidades) em ratos e c&#xE3;es. Estes efeitos foram mais caracter&#xED;sticos em animais jovens.</p> <h4>Estudos Cl&#xED;nicos</h4> <p>A efic&#xE1;cia de levofloxacino oral/venoso 750 mg 1x/dia por 5 dias em adultos com PAC, SAB, ITU complicada e PA foi avaliada em alguns estudos publicados, originados a partir de protocolos de n&#xE3;o inferioridade randomizados, duplocegos, multic&#xEA;ntricos, comparativos conduzidos nos EUA. Os desfechos prim&#xE1;rios destes estudos foram a taxa de sucesso cl&#xED;nico (propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes que apresentaram melhora ou cura) 7-14 dias ap&#xF3;s o fim do tratamento <sup>(7)</sup> ou entre os dias 17-24 do estudo <sup>(8)</sup>, ou a taxa de erradica&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica entre os dias 15-22 do estudo <sup>(9,10)</sup>. Os detalhes das popula&#xE7;&#xF5;es analisadas nos diferentes estudos est&#xE3;o mostradas nas tabelas 1 e 2. As defini&#xE7;&#xF5;es de resposta cl&#xED;nica e microbiol&#xF3;gica variaram entre os estudos. Cura cl&#xED;nica foi definida como a resolu&#xE7;&#xE3;o de sintomas e sinais cl&#xED;nicos, sem a necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. Melhora cl&#xED;nica foi caracterizada uma redu&#xE7;&#xE3;o significativa de sinais e sintomas, mas sem resolu&#xE7;&#xE3;o completa, ainda que n&#xE3;o houvesse necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. Falha cl&#xED;nica ocorreu na aus&#xEA;ncia de resposta a terapia (ou resposta incompleta), e a necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. As respostas microbiol&#xF3;gicas foram determinadas em culturas de esp&#xE9;cimes respirat&#xF3;rios ou sangu&#xED;neos e inclu&#xED;ram a erradica&#xE7;&#xE3;o (todos os pat&#xF3;genos identificados em amostras na entrada do estudo foram erradicados), persist&#xEA;ncia (pelo menos um pat&#xF3;geno identificado na entrada do estudo persistiu) ou desconhecida (incluindo os que perderam seguimento) <sup>(7,8-10)</sup>. Em pacientes portadores de ITU complicada ou PA, a erradica&#xE7;&#xE3;o foi baseada na redu&#xE7;&#xE3;o de pat&#xF3;genos para &#x2264; 104 unidades/mL formadoras de col&#xF4;nias <sup>(9,10)</sup>. A classifica&#xE7;&#xE3;o de erradica&#xE7;&#xE3;o presumida <sup>(7,8)</sup> ou persistente presumida<sup> (7-9)</sup> foi utilizada quando os pacientes consideraram sucesso cl&#xED;nico ou falha cl&#xED;nica, mas a cultura n&#xE3;o estava dispon&#xED;vel para teste.</p> <p>As an&#xE1;lises estat&#xED;sticas destes estudos foram conduzidas com as vari&#xE1;veis cl&#xED;nicas ou microbiol&#xF3;gicas<sup> (7,9-12)</sup> ou com a inten&#xE7;&#xE3;o de tratar as diferentes popula&#xE7;&#xF5;es <sup>(9,10,13,14)</sup>.</p> <p><strong>Tabela 1: Efic&#xE1;cia de levofloxacino (LEV) venoso/oral 750 mg uma vez diaa (1x) por 5 dias versus LEV 500 mg (1x) por 10 dias em pacientes com pneumonia adquirida na comunidade (PAC) ou sinusite aguda bacteriana (SAB). Dados de estudos prospectivos de n&#xE3;o inferioridade, randomizados, duplo-cegos e multic&#xEA;ntricos <sup>(7, 8)</sup> e de suban&#xE1;lises retrospectivas de PAC <sup>(11-13)</sup>. Adaptado da refer&#xEA;ncia 1</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Estudos</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\"><strong>Tratamento - dose (1x)/mg (dura&#xE7;&#xE3;o/dia)</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:201px\"><strong>Resposta Clinica % (n) <sup>b,c</sup></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:177px\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:194px\"><strong>Resposta Microbiol&#xF3;gica % (n) <sup>b,c,d</sup></strong></td> <td style=\"width:190px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"6\" style=\"text-align:center\"><strong>Prospectivos</strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes PAC <sup>e</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">92,4 (198)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-7,0/4,4<sup>f</sup> </td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">93,2 (103)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-8,6/7,0</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">91,1 (192)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">92,4 (92)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td></tr></tbody></table>"}

250mg, caixa com 7 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Levofloxacino
Classe Terapêutica
:
Fluorquinolonas Orais
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca 2 vias (Antibiótico - Venda Sob Prescrição Médica mediante Retenção da Receita)
Categoria
:
Antibióticos
Especialidade
:
Infectologia, Imunologia clínica, Pneumologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Levoxin, para o que é indicado e para o que serve?

Levoxin® (levofloxacino) 750 mg é indicado para o tratamento de sinusite aguda bacteriana (infecção aguda por bactérias das cavidades aeradas dos ossos da face), pneumonia adquirida na comunidade (pneumonia em pessoas que não estão internadas), infecções do trato urinário (bexiga e canais onde passa a urina) complicadas e pielonefrite aguda (infecção aguda dos rins) causadas por cepas susceptíveis de bactérias, em pacientes com funcionamento normal dos rins.

Como o&nbsp;Levoxin funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) 750 mg &#xE9; um medicamento pertencente ao grupo dos <a href=\"https://consultaremedios.com.br/infeccoes/antibioticos/c\" target=\"_blank\">antibi&#xF3;ticos</a>. Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) 750 mg &#xE9; indicado para uso oral, no tratamento de infec&#xE7;&#xF5;es causadas por germes sens&#xED;veis ao levofloxacino.</p> "}

Quais as contraindicações do Levoxin?

O uso deste medicamento é contraindicado em caso de hipersensibilidade conhecida ao levofloxacino, a outros antibióticos quinolônicos e/ou demais componentes da formulação.

Levoxin® (levofloxacino) não deve ser usado em crianças, adolescentes&nbsp;em fase de crescimento, durante a gravidez e em mulheres lactantes.

As doses recomendadas são válidas também para pacientes idosos. Não há necessidade de ajuste das doses, desde que esses pacientes não tenham doença renal.

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.

Como usar o Levoxin?

Levoxin® pode ser ingerido com ou sem alimentos. Você deve tomar Levoxin® da mesma forma todos os dias (com ou sem alimentos) aproximadamente no mesmo horário, conforme orientado por seu médico.

A posologia recomendada para pacientes adultos com função renal normal é de 1 comprimido (750 mg) uma vez ao dia por 3 a 5 dias ou de acordo com a indicação médica:

Sinusite aguda bacteriana

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Pneumonia adquirida na comunidade

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Infecções do trato urinário complicadas

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Pielonefrite aguda

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Nos pacientes com diminuição do funcionamento dos rins, as doses devem ser ajustadas pelo médico.

Não ultrapasse as dosagens recomendadas, exceto com orientação médica.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Levoxin?

{"tag":"hr","value":" <p>Caso voc&#xEA; se esque&#xE7;a de tomar uma das doses, tome-a assim que poss&#xED;vel, no entanto, se estiver pr&#xF3;ximo do hor&#xE1;rio da dose seguinte, espere por este hor&#xE1;rio,respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca tome duas doses de uma s&#xF3; vez.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Levoxin?

Este medicamento foi prescrito somente para você. Não compartilhe Levoxin® (levofloxacino) com ninguém, mesmo se eles apresentarem sintomas semelhantes aos seus.

Informe seu médico caso você tenha ou já tenha apresentado problemas de saúde ou alergias, problemas no tendão ou caso você utilize medicamentos para convulsão.

Pacientes predispostosà convulsão

Como com qualquer outra quinolona, o Levoxin® (levofloxacino) deve ser utilizado com extrema cautela em pacientes predispostos à convulsão.

Estes pacientes podem estar com lesão pré-existente do sistema nervoso central, ou em tratamento concomitante com fenbufeno e anti-inflamatórios não-esteroidais similares, ou com fármacos que diminuem o limiar da convulsão cerebral, como a teofilina.

Colite pseudomembranosa

A ocorrência de diarreia, particularmente grave, persistente e/ou com sangue, durante ou após o tratamento com levofloxacino, pode ser indicativa de colite pseudomembranosa devido ao microrganismo Clostridium dificile. Na suspeita de colite pseudomembranosa, a administração de Levoxin® (levofloxacino) deve ser interrompida imediatamente.

O tratamento com antibiótico específico apropriado deve ser iniciado imediatamente (por exemplo: vancomicina oral, teicoplanina oral ou metronidazol). Produtos que inibem o peristaltismo, ou seja, inibem a motilidade gastrintestinal, sãocontraindicadosnesta situação.

Tendinite

A tendinite, raramente observada com quinolonas, pode ocasionalmente levar a ruptura envolvendo particularmente o tendão de Aquiles. Este efeito indesejado pode ocorrer nas 48 horas do início do tratamento e pode ser bilateral. Os pacientes idosos estão mais predispostos à tendinite. O risco de ruptura de tendão pode ficar aumentado na administração concomitante de corticosteroides. Na suspeita de tendinite, o tratamento com Levoxin® (levofloxacino) deve ser interrompido imediatamente. O tratamento apropriado (por exemplo: imobilização) deve ser iniciado no tendão afetado.

Risco de aneurisma e dissecção da aorta

Estudos epidemiológicos relatam um aumento do risco de aneurisma e dissecção da aorta após a ingestão de fluoroquinolonas, particularmente na população idosa. Portanto, as fluoroquinolonas devem ser usadas apenas após avaliação cuidadosa do benefício-risco e após consideração de outras opções terapêuticas em pacientes com história familiar positiva de aneurisma, ou em pacientes diagnosticados com aneurisma aórtico pré-existente e /ou dissecção aórtica, ou na presença de outros fatores de risco ou condições predisponentes para aneurisma e dissecção da aorta (por exemplo, síndrome de Marfan, síndrome de Ehlers-Danlos vascular, arterite de Takayasu, arterite de células gigantes, doença de Behcet, hipertensão, aterosclerose conhecida).

Em caso de dor súbita abdominal, no peito ou nas costas, os pacientes devem ser aconselhados a consultar imediatamente um médico.

Gravidez

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Não há estudos adequados e bem controlados sobre o uso de levofloxacino em mulheres grávidas. Em estudos experimentais utilizando fluorquinolonas, incluindo o levofloxacino, foi verificado o risco de danos nas cartilagens de organismos em crescimento.

Amamentação

Devido ao potencial de ocorrência de reações adversas graves nos lactentes de mães em tratamento com fluorquinolonas, incluindo o levofloxacino hemi-hidratado, nas cartilagens de organismos em crescimento Levoxin® (levofloxacino) 750 mg não deve ser utilizado por mulheres que estejam amamentando.

Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.

Informe seu médico se estiver amamentando.

Crianças e adolescentes

A segurança e a eficácia da utilização do levofloxacino em crianças e adolescentes não foram estabelecidas. No entanto, já foi demonstrado que as quinolonas, classe dos antibióticos à qual pertence Levoxin® (levofloxacino), produzem erosão nas articulações que suportam peso, bem como outros sinais de doença das articulações, em animais jovens de várias espécies. Portanto, a utilização do levofloxacino nessas faixas etárias é contraindicada.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Levoxin® pode provocar efeitos neurológicos adversos como vertigem e tontura, portanto, você não deve dirigir veículos, operar máquinas ou dedicar-se a outras atividades que exijam coordenação e alerta mental até que se saiba qual a reação individual frente ao medicamento.

Alterações dos níveis de glicose sanguínea, incluindo hiperglicemia (aumento) e hipoglicemia (diminuição), foram relatadas em pacientes tratados concomitantemente com quinolônas e agentes antidiabéticos. Portanto, recomenda-se monitoração cuidadosa da glicose sanguínea quando esses agentes forem administrados em conjunto.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Levoxin?

As informações fornecidas abaixo estão baseadas nos dados de estudos clínicos, em 5244 pacientes tratados com levofloxacino e em extensa experiência pós-comercialização internacional desta molécula nesta concentração.

De acordo com as recomendações, têm-se utilizado os seguintes índices de frequência:

  • <li>Muito Comum: Acima de 10%;</li> <li>Comum: de 1% a 10%;</li> <li>Incomum: de 0,1% a 1%;</li> <li>Raro: de 0,01% a 0,1%;</li> <li>Muito raro: menos que 0,01%;</li> <li>Casos isolados.</li>

Reações alérgicas ou na pele

Comum

Erupções na pele (rash), coceira.

Incomum

Erupções na pele, inflamação de veias,reações alérgicas.

Raro

Coceira generalizada, necrólise epidermal tóxica, ou Síndrome de Lyell (doença rara e grave, na qual a camada superficial da pele se desprende em lâminas), obstrução da passagem de ar pelos brônquios pela alergia e falta de ar.

Muito raro

Inchaço dos vasos, pressão baixa, fotossensibilização (alterações na pele causadas pela luz).

Casos isolados

Erupções bolhosas graves como Síndrome de Steven’s Johnson, eritema multiforme exsudativo (doença alérgica composta de febre, úlceras e bolhas na pele), toxicidade pela luminosidade, choque anafilático/anafilactoide (reação alérgica grave).

Algumas vezes, asreações alérgicas e de pele/mucosas podem ocorrer mesmo após a primeira dose.

Gastrintestinal, metabolismo

Comum

Náusea, vômitos, diarreia, indigestão, constipação, dor abdominal.

Incomum

Anorexia (falta de apetite), dispepsia (acidez), hiperglicemia ou hipoglicemia (aumento ou diminuição dos níveis sanguíneos de glicose, respectivamente), hipercalemia (aumento dos níveis de potássio no sangue), pancreatite, estomatite (inflamação e inchaço da língua), diarreia comsangue, que emcasos muito raros pode serindicativa de infecção no intestino, incluindo colite pseudomembranosa (inflamação do intestino pela bactéria Clostridium dificille).

Neurológica/Psiquiátrica

Comum

Tontura, dor de cabeça, insônia

Incomum

Sonolência, desordens do sono, pesadelos, confusão, convulsões, tremor, ansiedade, depressão.

Raro

Reações psicóticas(por exemplo: alucinações), parestesia (dormência), agitação.

Muito raro

Neuropatia periférica sensorial ou sensório-motora (doença em alguns nervos dos membros, afetando a sensação e/ou movimentação), distúrbios visuais(como visão dupla) e auditivos, distúrbios no paladar e olfato.

Casos isolados

Reações psicóticas com comportamentos de auto-risco, incluindo atos ou idealizações suicidas, encefalopatia (alterações inflamatórias no cérebro), neuropatia periférica (certos nervos não funcionam corretamente), hipertensão intracraniana (aumento da pressão dentro do crânio), paranoia.

Cardiovascular

Comum

Dor no peito, inchaço.

Incomum

Arritmia ventricular (arritmia nos ventrículos cardíacos), taquicardia ventricular, parada cardíaca.

Raro

Taquicardia (aceleração dos batimentos cardíacos), pressão baixa, inflamação nos vasos sanguíneos.

Muito raro

Choque (quadros de alergia muito graves que podem levar à morte)

Casos isolados

Torsaide de pointes (tipo de arritmia cardíaca), prolongamento do intervalo QT (tipo de arritmia cardíaca).

Músculo-esquelética

Incomum

Alterações na marcha, dor, inchaço ou inflamação das articulações, dores e problemas musculares e nos tendões.

Muito raro

Fraqueza muscular, que pode ser de extrema importância em pacientes com miastenia grave (tipo de doença que afeta a musculatura).

Casos isolados

Rabdomiólise (lesão do tecido dos músculos), lesões musculares, exacerbação de miastenia gravis, ruptura do tendão (por exemplo: tendão de Aquiles).

Problemas no fígado e nos rins

Incomum

Aumento das enzimas hepáticas(exame de sangue que mostra lesão do fígado), aumento da bilirrubina (enzima do fígado) e creatinina sérica (exame que vê a função renal), alteração da função do fígado, insuficiência do funcionamento dosrins.

Raro&nbsp;

Morte de células do fígado, hepatite, icterícia (amarelamento da pele e olhos devido ao mau funcionamento do fígado).

Muito raro

Outras alterações do fígado.

Casos isolados

Nefrite intersticial (lesão do tecido do rim), hepatotoxicidade (lesão do fígado), levando a insuficiência do fígado, com casos fatais.

Problemas sanguíneos

Incomum

Anemia (diminuição das células vermelhas do sangue), diminuição dos leucócitos (células de defesa do sangue) e das plaquetas(células que fazem a coagulação sanguínea).

Raro&nbsp;

Neutropenia (diminuição de alguns tipos de células de defesa no sangue), diminuição de todas as células do sangue, anemia por destruição das células vermelhas, falta ou acentuada redução das células de defesa do sangue, falta de produção das células sanguíneas pela medula, púrpura trombocitopênica (diminuição do número de plaquetas no sangue).

Casos isolados

Eosinofilia (aumento dos eosinófilos, tipo de célula sanguínea), aumento do tempo de protrombina (exame que vê a coagulação).

Outros

Comum

Infecção por cândida nos órgãos genitais, inflamação da vagina, falta de ar.

Incomum

Fraqueza,supercrescimento de fungos e proliferação de outros microrganismosresistentes

Raro

Febre, doença do soro (reação alérgica tardia).

Muito raro

Pneumonite alérgica (inflamação dos pulmões por alergia).

Casos isolados

Alveolite extrínseca alérgica (inflamação do pulmão de origemalérgica).

Outros efeitos indesejáveis possivelmente relacionados à classe das fluorquinolonas (classe de antibióticos onde o levofloxacino se encaixa)

Muito raro

Sintomas extrapiramidais (dificuldades para se movimentar e perda de equilíbrio) e outras alterações na coordenação muscular, vasculite de hipersensibilidade (inflamação dos vasos por alergia) e crises de porfiria em pacientes comporfiria (doença que tem manifestações na pele e nervos).

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova concentração no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversosimprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

Qual a composição do Levoxin?

Cada comprimido revestido contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Levofloxacino (equivalente a 768,69 mg de levofloxacino hemi-hidratado)</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">750 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: lactose, povidona, croscarmelose sódica, dióxido de silício, estearato de magnésio, hipromelose, macrogol, dióxido de titânio, óxido de ferro vermelho, óxido de ferro amarelo.

Apresentação do&nbsp;Levoxin

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimidos revestidos de 750 mg</h3> <p>Caixas com 5, 7, e 14 comprimidos.</p> <p><strong>Uso oral.</strong></p> <p><strong>Uso adulto acima de 18 anos.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Levoxin maior do que a recomendada?

De acordo com estudos de toxicidade em animais, os sinais mais importantes após a ocorrência de superdose oral aguda com levofloxacino são: sintomas no sistema nervoso central como confusão (alteração da habilidade motora e atenção), vertigens (tonturas), alterações de consciência (perda de velocidade de raciocínio, dificuldade de concentração) e convulsões (contrações involuntárias dos músculos ou dos membros). Podem ocorrer reações gastrintestinais como náuseas e erosões da mucosa (gastrite e úlceras).

Emestudos de farmacologia clínica realizados com superdosesforamobservados aumento do intervalo QT.

Tratamento

Em caso de superdose, o paciente deve ser observado cuidadosamente (incluindo monitorização do ECG) e tratamento sintomático deve serimplementado.

Se ocorrer superdose aguda, deve-se considerar também a lavagem gástrica e podem-se utilizar antiácidos para a proteção da mucosa gástrica.

A hemodiálise, incluindo diálise peritoneal e CAPD (diálise peritoneal ambulatorial contínua) não são efetivas em remover o levofloxacino do corpo. Não existe antídoto específico.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Levoxin com outros remédios?

Levoxin® (levofloxacino) pode interagir com outros medicamentos. É importante que você mantenha uma lista escrita de todos os medicamentos (com e sem prescrição médica) que você está tomando, bem como quaisquer produtos, tais como vitaminas, minerais ou outros suplementos dietéticos. Você deve levar esta lista com você cada vez que visitar o médico ou se você for internado em um hospital. Essa lista também é uma informação importante para levar com você em caso de emergências.

  • <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) e anti&#xE1;cidos contendo c&#xE1;lcio, magn&#xE9;sio ou alum&#xED;nio, bem como <a href="https://consultaremedios.com.br/sucralfato/bula" target="_blank">sucralfato</a>, c&#xE1;tions met&#xE1;licos como ferro, prepara&#xE7;&#xF5;es multivitam&#xED;nicas contendo <a href="https://consultaremedios.com.br/zinco/bula" target="_blank">zinco</a> ou produtos que contenham qualquer uma dessas subst&#xE2;ncias, podem interferir na absor&#xE7;&#xE3;o gastritestinal do levofloxacino, resultando em n&#xED;veis na urina e no soro consideravelmente inferiores ao desej&#xE1;vel. Esses agentes devem ser tomados pelo menos duas horas antes ou duas horas depois da administra&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) e teofilina pode prolongar a meia-vida desta &#xFA;ltima, elevar os n&#xED;veis de teofilina no soro e aumentar o risco de rea&#xE7;&#xF5;es adversas relacionadas &#xE0; teofilina. Portanto, os n&#xED;veis de teofilina devem ser cuidadosamente monitorados e os necess&#xE1;rios ajustes em suas doses devem ser realizados, se necess&#xE1;rio, quando o levofloxacino for administrado em conjunto. Rea&#xE7;&#xF5;es adversas, incluindo convuls&#xF5;es, podem ocorrer com ou sem a eleva&#xE7;&#xE3;o do n&#xED;vel de teofilina no soro;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante do Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) com a <a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">digoxina</a> ou a <a href="https://consultaremedios.com.br/ciclosporina/bula" target="_blank">ciclosporina</a> n&#xE3;o exige modifica&#xE7;&#xE3;o das doses de nenhum dos medicamentos. Entretanto, os n&#xED;veis de digoxina devem ser cuidadosamente monitorados caso voc&#xEA; esteja em tratamento concomitante com a digoxina;</li> <li>Certos derivados quinol&#xF4;nicos, incluindo o levofloxacino, podem aumentar os efeitos do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/anticoagulante/c" target="_blank">anticoagulante</a> <a href="https://consultaremedios.com.br/varfarina-sodica/bula" target="_blank">varfarina</a> ou de seus derivados. Quando estas subst&#xE2;ncias forem administradas ao mesmo tempo, o tempo de protrombina ou outros testes de coagula&#xE7;&#xE3;o aceit&#xE1;veis devem ser monitorados cuidadosamente, principalmente em pacientes idosos;</li> <li>O levofloxacino pode ser administrado com seguran&#xE7;a a pacientes em tratamento concomitante com probenecida ou <a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">cimetidina</a> desde que a dose do levofloxacino seja adequadamente ajustada com base na sua fun&#xE7;&#xE3;o renal uma vez que a probenecida e a cimetidina diminuem a depura&#xE7;&#xE3;o renal e prolongam a meia-vida do levofloxacino;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de f&#xE1;rmacos anti-inflamat&#xF3;rios n&#xE3;o-esteroidais e de derivados quinol&#xF4;nicos, incluindo o levofloxacino, pode aumentar o risco de estimula&#xE7;&#xE3;o do sistema nervoso central e de convuls&#xF5;es.</li>

A absorção e a biodisponibilidade do levofloxacino em indivíduos infectados com o HIV, com ou sem tratamento concomitante com zidovudina, foram semelhantes. Portanto, não parece necessário realizar ajustes de dose do levofloxacino, quando estiver sendo administrado concomitantemente com a zidovudina. Os efeitos do levofloxacino sobre a farmacocinética da zidovudina não foram avaliados. Algumas quinolonas, incluindo levofloxacino, podem produzir resultado falso positivo para opióides em exames de urina realizados em kits de imunoensaio comercialmente disponíveis. Dependendo da situação, pode ser necessário confirmar a presença de opióides com métodos mais específicos.

O levofloxacino pode inibir o crescimento do microrganismo Mycobacterium tuberculosis e, portanto, pode fornecer resultados falso-negativos nos diagnósticos bacteriológicos da tuberculose.

É desaconselhável a ingestão de bebidas alcoólicas durante o tratamento com Levoxin®. Medidas gerais de higiene devem ser observadas para controlar fontes de infecções ou de reinfecções.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Levoxin com alimentos?

Não existe interação clinicamente significativa de levofloxacino comprimidos com alimentos. Levofloxacino comprimidos pode, portanto, ser administrado concomitante a alimentos.

Qual a ação da substância do Levoxin (Levofloxacino)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimido</h3> <h4>Dados de seguran&#xE7;a pr&#xE9;-cl&#xED;nica</h4> <h5>Toxicidade aguda:</h5> <p>Os valores da dose letal m&#xE9;dia (DL 50) obtidos em camundongos e ratos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de levofloxacino foram de 1500-2000 mg/Kg. A administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg/Kg, por via oral em macacos induziram poucos efeitos al&#xE9;m de v&#xF4;mito.</p> <h5>Toxicidade em doses repetidas:</h5> <p>Foram conduzidos estudos com gavagem em ratos e macacos com dura&#xE7;&#xE3;o de um e seis meses. As doses foram de 50, 200, 800 mg/kg/dia e 20, 80, 320 mg/kg/dia durante 1 e 6 meses em ratos e 10, 30, 100 mg/kg/dia e 10, 25, 62,5 mg/kg/dia durante 1 e 6 meses em macacos.</p> <p>Os sinais de rea&#xE7;&#xF5;es ao tratamento foram discretos em ratos, com efeitos leves principalmente na dose de 200 mg/kg/dia ou mais, com discreta redu&#xE7;&#xE3;o no consumo de alimentos e altera&#xE7;&#xE3;o leve dos par&#xE2;metros hematol&#xF3;gicos e bioqu&#xED;micos. Foi conclu&#xED;do nesse estudo que o NOEL (N&#xED;vel de Efeito Adverso N&#xE3;o Observado) foi de 200 e 20 mg/kg/dia ap&#xF3;s 1 e 6 meses, respectivamente.</p> <p>A toxicidade ap&#xF3;s dose oral em macacos foi m&#xED;nima com redu&#xE7;&#xE3;o no peso corp&#xF3;reo de 100 mg/kg/dia concomitante com saliva&#xE7;&#xE3;o, diarreia e diminui&#xE7;&#xE3;o do pH urin&#xE1;rio em alguns animais nesta dose. N&#xE3;o foi observada toxicidade no estudo de 6 meses. Os NOELS foram definidos como sendo 30 e 62,5 mg/kg/dia ap&#xF3;s 1 e 6 meses, respectivamente.</p> <p>No estudo de seis meses, o NOEL foi definido como sendo 20 e 62,5 mg/kg/dia em ratos e macacos, respectivamente.</p> <h5>Carcinogenicidade:</h5> <p>N&#xE3;o foi observada nenhuma indica&#xE7;&#xE3;o de potencial carcinog&#xEA;nico em estudo de 2 anos, em ratos com administra&#xE7;&#xE3;o diet&#xE9;tica (0, 10, 30 e 100 mg/kg/dia).</p> <h5>Genotoxicidade:</h5> <p>Na aus&#xEA;ncia de ativa&#xE7;&#xE3;o metab&#xF3;lica, o levofloxacino n&#xE3;o induziu muta&#xE7;&#xF5;es g&#xEA;nicas em c&#xE9;lulas bacterianas ou de mam&#xED;feros, por&#xE9;m induziu aberra&#xE7;&#xF5;es cromoss&#xF4;micas em c&#xE9;lulas de pulm&#xE3;o de hamster chin&#xEA;s <em>in vitro</em> em concentra&#xE7;&#xF5;es iguais ou superiores a 100 &#x3BC;g/mL. Testes <em>in vivo</em> (micron&#xFA;cleos, altera&#xE7;&#xE3;o de crom&#xE1;tides irm&#xE3;s, s&#xED;ntese de DNA n&#xE3;o programada e testes letais dominantes) n&#xE3;o mostraram qualquer potencial genot&#xF3;xico.</p> <h5>Teratogenicidade:</h5> <p>O levofloxacino n&#xE3;o foi teratog&#xEA;nico em ratos, em doses orais t&#xE3;o altas quanto 810 mg/kg/dia. Nenhuma teratogenicidade foi observada em coelhos em dose oral de 50 mg /kg/dia.</p> <h5>Toxicidade reprodutiva:</h5> <p>O levofloxacino n&#xE3;o causou dano na fertilidade ou no desenvolvimento reprodutivo em ratos com doses orais t&#xE3;o altas quanto 360 mg/kg/dia. O levofloxacino n&#xE3;o apresentou efeito na fertilidade, e seu &#xFA;nico efeito no feto foi a matura&#xE7;&#xE3;o retardada como resultado de toxicidade materna.</p> <h5>Fototoxicidade:</h5> <p>Estudos em ratos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral mostraram que o levofloxacino apresenta atividade fotot&#xF3;xica apenas em doses muito elevadas. O levofloxacino n&#xE3;o demonstrou qualquer potencial genot&#xF3;xico nos ensaios de fotomutagenicidade e reduziu o potencial de desenvolvimento de tumor nos ensaios de fotocarcinogenicidade.</p> <h5>Toxicidade nas articula&#xE7;&#xF5;es:</h5> <p>Em comum com outras fluorquinolonas, o levofloxacino mostrou efeito na cartilagem (ves&#xED;culas e cavidades) em ratos e c&#xE3;es. Estes efeitos foram mais caracter&#xED;sticos em animais jovens.</p> <h4>Estudos Cl&#xED;nicos</h4> <p>A efic&#xE1;cia de levofloxacino oral/venoso 750 mg 1x/dia por 5 dias em adultos com PAC, SAB, ITU complicada e PA foi avaliada em alguns estudos publicados, originados a partir de protocolos de n&#xE3;o inferioridade randomizados, duplocegos, multic&#xEA;ntricos, comparativos conduzidos nos EUA. Os desfechos prim&#xE1;rios destes estudos foram a taxa de sucesso cl&#xED;nico (propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes que apresentaram melhora ou cura) 7-14 dias ap&#xF3;s o fim do tratamento <sup>(7)</sup> ou entre os dias 17-24 do estudo <sup>(8)</sup>, ou a taxa de erradica&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica entre os dias 15-22 do estudo <sup>(9,10)</sup>. Os detalhes das popula&#xE7;&#xF5;es analisadas nos diferentes estudos est&#xE3;o mostradas nas tabelas 1 e 2. As defini&#xE7;&#xF5;es de resposta cl&#xED;nica e microbiol&#xF3;gica variaram entre os estudos. Cura cl&#xED;nica foi definida como a resolu&#xE7;&#xE3;o de sintomas e sinais cl&#xED;nicos, sem a necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. Melhora cl&#xED;nica foi caracterizada uma redu&#xE7;&#xE3;o significativa de sinais e sintomas, mas sem resolu&#xE7;&#xE3;o completa, ainda que n&#xE3;o houvesse necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. Falha cl&#xED;nica ocorreu na aus&#xEA;ncia de resposta a terapia (ou resposta incompleta), e a necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. As respostas microbiol&#xF3;gicas foram determinadas em culturas de esp&#xE9;cimes respirat&#xF3;rios ou sangu&#xED;neos e inclu&#xED;ram a erradica&#xE7;&#xE3;o (todos os pat&#xF3;genos identificados em amostras na entrada do estudo foram erradicados), persist&#xEA;ncia (pelo menos um pat&#xF3;geno identificado na entrada do estudo persistiu) ou desconhecida (incluindo os que perderam seguimento) <sup>(7,8-10)</sup>. Em pacientes portadores de ITU complicada ou PA, a erradica&#xE7;&#xE3;o foi baseada na redu&#xE7;&#xE3;o de pat&#xF3;genos para &#x2264; 104 unidades/mL formadoras de col&#xF4;nias <sup>(9,10)</sup>. A classifica&#xE7;&#xE3;o de erradica&#xE7;&#xE3;o presumida <sup>(7,8)</sup> ou persistente presumida<sup> (7-9)</sup> foi utilizada quando os pacientes consideraram sucesso cl&#xED;nico ou falha cl&#xED;nica, mas a cultura n&#xE3;o estava dispon&#xED;vel para teste.</p> <p>As an&#xE1;lises estat&#xED;sticas destes estudos foram conduzidas com as vari&#xE1;veis cl&#xED;nicas ou microbiol&#xF3;gicas<sup> (7,9-12)</sup> ou com a inten&#xE7;&#xE3;o de tratar as diferentes popula&#xE7;&#xF5;es <sup>(9,10,13,14)</sup>.</p> <p><strong>Tabela 1: Efic&#xE1;cia de levofloxacino (LEV) venoso/oral 750 mg uma vez diaa (1x) por 5 dias versus LEV 500 mg (1x) por 10 dias em pacientes com pneumonia adquirida na comunidade (PAC) ou sinusite aguda bacteriana (SAB). Dados de estudos prospectivos de n&#xE3;o inferioridade, randomizados, duplo-cegos e multic&#xEA;ntricos <sup>(7, 8)</sup> e de suban&#xE1;lises retrospectivas de PAC <sup>(11-13)</sup>. Adaptado da refer&#xEA;ncia 1</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Estudos</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\"><strong>Tratamento - dose (1x)/mg (dura&#xE7;&#xE3;o/dia)</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:201px\"><strong>Resposta Clinica % (n) <sup>b,c</sup></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:177px\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:194px\"><strong>Resposta Microbiol&#xF3;gica % (n) <sup>b,c,d</sup></strong></td> <td style=\"width:190px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"6\" style=\"text-align:center\"><strong>Prospectivos</strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes PAC <sup>e</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">92,4 (198)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-7,0/4,4<sup>f</sup> </td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">93,2 (103)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-8,6/7,0</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">91,1 (192)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">92,4 (92)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes SAB<sup>g</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">91,4 (152)</td></tr></tbody></table>"}

500mg, caixa com 7 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Levofloxacino
Classe Terapêutica
:
Fluorquinolonas Orais
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca 2 vias (Antibiótico - Venda Sob Prescrição Médica mediante Retenção da Receita)
Categoria
:
Antibióticos
Especialidade
:
Infectologia, Imunologia clínica, Pneumologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Levoxin, para o que é indicado e para o que serve?

Levoxin® (levofloxacino) 750 mg é indicado para o tratamento de sinusite aguda bacteriana (infecção aguda por bactérias das cavidades aeradas dos ossos da face), pneumonia adquirida na comunidade (pneumonia em pessoas que não estão internadas), infecções do trato urinário (bexiga e canais onde passa a urina) complicadas e pielonefrite aguda (infecção aguda dos rins) causadas por cepas susceptíveis de bactérias, em pacientes com funcionamento normal dos rins.

Como o&nbsp;Levoxin funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) 750 mg &#xE9; um medicamento pertencente ao grupo dos <a href=\"https://consultaremedios.com.br/infeccoes/antibioticos/c\" target=\"_blank\">antibi&#xF3;ticos</a>. Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) 750 mg &#xE9; indicado para uso oral, no tratamento de infec&#xE7;&#xF5;es causadas por germes sens&#xED;veis ao levofloxacino.</p> "}

Quais as contraindicações do Levoxin?

O uso deste medicamento é contraindicado em caso de hipersensibilidade conhecida ao levofloxacino, a outros antibióticos quinolônicos e/ou demais componentes da formulação.

Levoxin® (levofloxacino) não deve ser usado em crianças, adolescentes&nbsp;em fase de crescimento, durante a gravidez e em mulheres lactantes.

As doses recomendadas são válidas também para pacientes idosos. Não há necessidade de ajuste das doses, desde que esses pacientes não tenham doença renal.

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.

Como usar o Levoxin?

Levoxin® pode ser ingerido com ou sem alimentos. Você deve tomar Levoxin® da mesma forma todos os dias (com ou sem alimentos) aproximadamente no mesmo horário, conforme orientado por seu médico.

A posologia recomendada para pacientes adultos com função renal normal é de 1 comprimido (750 mg) uma vez ao dia por 3 a 5 dias ou de acordo com a indicação médica:

Sinusite aguda bacteriana

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Pneumonia adquirida na comunidade

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Infecções do trato urinário complicadas

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Pielonefrite aguda

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Nos pacientes com diminuição do funcionamento dos rins, as doses devem ser ajustadas pelo médico.

Não ultrapasse as dosagens recomendadas, exceto com orientação médica.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Levoxin?

{"tag":"hr","value":" <p>Caso voc&#xEA; se esque&#xE7;a de tomar uma das doses, tome-a assim que poss&#xED;vel, no entanto, se estiver pr&#xF3;ximo do hor&#xE1;rio da dose seguinte, espere por este hor&#xE1;rio,respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca tome duas doses de uma s&#xF3; vez.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Levoxin?

Este medicamento foi prescrito somente para você. Não compartilhe Levoxin® (levofloxacino) com ninguém, mesmo se eles apresentarem sintomas semelhantes aos seus.

Informe seu médico caso você tenha ou já tenha apresentado problemas de saúde ou alergias, problemas no tendão ou caso você utilize medicamentos para convulsão.

Pacientes predispostosà convulsão

Como com qualquer outra quinolona, o Levoxin® (levofloxacino) deve ser utilizado com extrema cautela em pacientes predispostos à convulsão.

Estes pacientes podem estar com lesão pré-existente do sistema nervoso central, ou em tratamento concomitante com fenbufeno e anti-inflamatórios não-esteroidais similares, ou com fármacos que diminuem o limiar da convulsão cerebral, como a teofilina.

Colite pseudomembranosa

A ocorrência de diarreia, particularmente grave, persistente e/ou com sangue, durante ou após o tratamento com levofloxacino, pode ser indicativa de colite pseudomembranosa devido ao microrganismo Clostridium dificile. Na suspeita de colite pseudomembranosa, a administração de Levoxin® (levofloxacino) deve ser interrompida imediatamente.

O tratamento com antibiótico específico apropriado deve ser iniciado imediatamente (por exemplo: vancomicina oral, teicoplanina oral ou metronidazol). Produtos que inibem o peristaltismo, ou seja, inibem a motilidade gastrintestinal, sãocontraindicadosnesta situação.

Tendinite

A tendinite, raramente observada com quinolonas, pode ocasionalmente levar a ruptura envolvendo particularmente o tendão de Aquiles. Este efeito indesejado pode ocorrer nas 48 horas do início do tratamento e pode ser bilateral. Os pacientes idosos estão mais predispostos à tendinite. O risco de ruptura de tendão pode ficar aumentado na administração concomitante de corticosteroides. Na suspeita de tendinite, o tratamento com Levoxin® (levofloxacino) deve ser interrompido imediatamente. O tratamento apropriado (por exemplo: imobilização) deve ser iniciado no tendão afetado.

Risco de aneurisma e dissecção da aorta

Estudos epidemiológicos relatam um aumento do risco de aneurisma e dissecção da aorta após a ingestão de fluoroquinolonas, particularmente na população idosa. Portanto, as fluoroquinolonas devem ser usadas apenas após avaliação cuidadosa do benefício-risco e após consideração de outras opções terapêuticas em pacientes com história familiar positiva de aneurisma, ou em pacientes diagnosticados com aneurisma aórtico pré-existente e /ou dissecção aórtica, ou na presença de outros fatores de risco ou condições predisponentes para aneurisma e dissecção da aorta (por exemplo, síndrome de Marfan, síndrome de Ehlers-Danlos vascular, arterite de Takayasu, arterite de células gigantes, doença de Behcet, hipertensão, aterosclerose conhecida).

Em caso de dor súbita abdominal, no peito ou nas costas, os pacientes devem ser aconselhados a consultar imediatamente um médico.

Gravidez

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Não há estudos adequados e bem controlados sobre o uso de levofloxacino em mulheres grávidas. Em estudos experimentais utilizando fluorquinolonas, incluindo o levofloxacino, foi verificado o risco de danos nas cartilagens de organismos em crescimento.

Amamentação

Devido ao potencial de ocorrência de reações adversas graves nos lactentes de mães em tratamento com fluorquinolonas, incluindo o levofloxacino hemi-hidratado, nas cartilagens de organismos em crescimento Levoxin® (levofloxacino) 750 mg não deve ser utilizado por mulheres que estejam amamentando.

Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.

Informe seu médico se estiver amamentando.

Crianças e adolescentes

A segurança e a eficácia da utilização do levofloxacino em crianças e adolescentes não foram estabelecidas. No entanto, já foi demonstrado que as quinolonas, classe dos antibióticos à qual pertence Levoxin® (levofloxacino), produzem erosão nas articulações que suportam peso, bem como outros sinais de doença das articulações, em animais jovens de várias espécies. Portanto, a utilização do levofloxacino nessas faixas etárias é contraindicada.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Levoxin® pode provocar efeitos neurológicos adversos como vertigem e tontura, portanto, você não deve dirigir veículos, operar máquinas ou dedicar-se a outras atividades que exijam coordenação e alerta mental até que se saiba qual a reação individual frente ao medicamento.

Alterações dos níveis de glicose sanguínea, incluindo hiperglicemia (aumento) e hipoglicemia (diminuição), foram relatadas em pacientes tratados concomitantemente com quinolônas e agentes antidiabéticos. Portanto, recomenda-se monitoração cuidadosa da glicose sanguínea quando esses agentes forem administrados em conjunto.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Levoxin?

As informações fornecidas abaixo estão baseadas nos dados de estudos clínicos, em 5244 pacientes tratados com levofloxacino e em extensa experiência pós-comercialização internacional desta molécula nesta concentração.

De acordo com as recomendações, têm-se utilizado os seguintes índices de frequência:

  • <li>Muito Comum: Acima de 10%;</li> <li>Comum: de 1% a 10%;</li> <li>Incomum: de 0,1% a 1%;</li> <li>Raro: de 0,01% a 0,1%;</li> <li>Muito raro: menos que 0,01%;</li> <li>Casos isolados.</li>

Reações alérgicas ou na pele

Comum

Erupções na pele (rash), coceira.

Incomum

Erupções na pele, inflamação de veias,reações alérgicas.

Raro

Coceira generalizada, necrólise epidermal tóxica, ou Síndrome de Lyell (doença rara e grave, na qual a camada superficial da pele se desprende em lâminas), obstrução da passagem de ar pelos brônquios pela alergia e falta de ar.

Muito raro

Inchaço dos vasos, pressão baixa, fotossensibilização (alterações na pele causadas pela luz).

Casos isolados

Erupções bolhosas graves como Síndrome de Steven’s Johnson, eritema multiforme exsudativo (doença alérgica composta de febre, úlceras e bolhas na pele), toxicidade pela luminosidade, choque anafilático/anafilactoide (reação alérgica grave).

Algumas vezes, asreações alérgicas e de pele/mucosas podem ocorrer mesmo após a primeira dose.

Gastrintestinal, metabolismo

Comum

Náusea, vômitos, diarreia, indigestão, constipação, dor abdominal.

Incomum

Anorexia (falta de apetite), dispepsia (acidez), hiperglicemia ou hipoglicemia (aumento ou diminuição dos níveis sanguíneos de glicose, respectivamente), hipercalemia (aumento dos níveis de potássio no sangue), pancreatite, estomatite (inflamação e inchaço da língua), diarreia comsangue, que emcasos muito raros pode serindicativa de infecção no intestino, incluindo colite pseudomembranosa (inflamação do intestino pela bactéria Clostridium dificille).

Neurológica/Psiquiátrica

Comum

Tontura, dor de cabeça, insônia

Incomum

Sonolência, desordens do sono, pesadelos, confusão, convulsões, tremor, ansiedade, depressão.

Raro

Reações psicóticas(por exemplo: alucinações), parestesia (dormência), agitação.

Muito raro

Neuropatia periférica sensorial ou sensório-motora (doença em alguns nervos dos membros, afetando a sensação e/ou movimentação), distúrbios visuais(como visão dupla) e auditivos, distúrbios no paladar e olfato.

Casos isolados

Reações psicóticas com comportamentos de auto-risco, incluindo atos ou idealizações suicidas, encefalopatia (alterações inflamatórias no cérebro), neuropatia periférica (certos nervos não funcionam corretamente), hipertensão intracraniana (aumento da pressão dentro do crânio), paranoia.

Cardiovascular

Comum

Dor no peito, inchaço.

Incomum

Arritmia ventricular (arritmia nos ventrículos cardíacos), taquicardia ventricular, parada cardíaca.

Raro

Taquicardia (aceleração dos batimentos cardíacos), pressão baixa, inflamação nos vasos sanguíneos.

Muito raro

Choque (quadros de alergia muito graves que podem levar à morte)

Casos isolados

Torsaide de pointes (tipo de arritmia cardíaca), prolongamento do intervalo QT (tipo de arritmia cardíaca).

Músculo-esquelética

Incomum

Alterações na marcha, dor, inchaço ou inflamação das articulações, dores e problemas musculares e nos tendões.

Muito raro

Fraqueza muscular, que pode ser de extrema importância em pacientes com miastenia grave (tipo de doença que afeta a musculatura).

Casos isolados

Rabdomiólise (lesão do tecido dos músculos), lesões musculares, exacerbação de miastenia gravis, ruptura do tendão (por exemplo: tendão de Aquiles).

Problemas no fígado e nos rins

Incomum

Aumento das enzimas hepáticas(exame de sangue que mostra lesão do fígado), aumento da bilirrubina (enzima do fígado) e creatinina sérica (exame que vê a função renal), alteração da função do fígado, insuficiência do funcionamento dosrins.

Raro&nbsp;

Morte de células do fígado, hepatite, icterícia (amarelamento da pele e olhos devido ao mau funcionamento do fígado).

Muito raro

Outras alterações do fígado.

Casos isolados

Nefrite intersticial (lesão do tecido do rim), hepatotoxicidade (lesão do fígado), levando a insuficiência do fígado, com casos fatais.

Problemas sanguíneos

Incomum

Anemia (diminuição das células vermelhas do sangue), diminuição dos leucócitos (células de defesa do sangue) e das plaquetas(células que fazem a coagulação sanguínea).

Raro&nbsp;

Neutropenia (diminuição de alguns tipos de células de defesa no sangue), diminuição de todas as células do sangue, anemia por destruição das células vermelhas, falta ou acentuada redução das células de defesa do sangue, falta de produção das células sanguíneas pela medula, púrpura trombocitopênica (diminuição do número de plaquetas no sangue).

Casos isolados

Eosinofilia (aumento dos eosinófilos, tipo de célula sanguínea), aumento do tempo de protrombina (exame que vê a coagulação).

Outros

Comum

Infecção por cândida nos órgãos genitais, inflamação da vagina, falta de ar.

Incomum

Fraqueza,supercrescimento de fungos e proliferação de outros microrganismosresistentes

Raro

Febre, doença do soro (reação alérgica tardia).

Muito raro

Pneumonite alérgica (inflamação dos pulmões por alergia).

Casos isolados

Alveolite extrínseca alérgica (inflamação do pulmão de origemalérgica).

Outros efeitos indesejáveis possivelmente relacionados à classe das fluorquinolonas (classe de antibióticos onde o levofloxacino se encaixa)

Muito raro

Sintomas extrapiramidais (dificuldades para se movimentar e perda de equilíbrio) e outras alterações na coordenação muscular, vasculite de hipersensibilidade (inflamação dos vasos por alergia) e crises de porfiria em pacientes comporfiria (doença que tem manifestações na pele e nervos).

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova concentração no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversosimprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

Qual a composição do Levoxin?

Cada comprimido revestido contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Levofloxacino (equivalente a 768,69 mg de levofloxacino hemi-hidratado)</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">750 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: lactose, povidona, croscarmelose sódica, dióxido de silício, estearato de magnésio, hipromelose, macrogol, dióxido de titânio, óxido de ferro vermelho, óxido de ferro amarelo.

Apresentação do&nbsp;Levoxin

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimidos revestidos de 750 mg</h3> <p>Caixas com 5, 7, e 14 comprimidos.</p> <p><strong>Uso oral.</strong></p> <p><strong>Uso adulto acima de 18 anos.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Levoxin maior do que a recomendada?

De acordo com estudos de toxicidade em animais, os sinais mais importantes após a ocorrência de superdose oral aguda com levofloxacino são: sintomas no sistema nervoso central como confusão (alteração da habilidade motora e atenção), vertigens (tonturas), alterações de consciência (perda de velocidade de raciocínio, dificuldade de concentração) e convulsões (contrações involuntárias dos músculos ou dos membros). Podem ocorrer reações gastrintestinais como náuseas e erosões da mucosa (gastrite e úlceras).

Emestudos de farmacologia clínica realizados com superdosesforamobservados aumento do intervalo QT.

Tratamento

Em caso de superdose, o paciente deve ser observado cuidadosamente (incluindo monitorização do ECG) e tratamento sintomático deve serimplementado.

Se ocorrer superdose aguda, deve-se considerar também a lavagem gástrica e podem-se utilizar antiácidos para a proteção da mucosa gástrica.

A hemodiálise, incluindo diálise peritoneal e CAPD (diálise peritoneal ambulatorial contínua) não são efetivas em remover o levofloxacino do corpo. Não existe antídoto específico.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Levoxin com outros remédios?

Levoxin® (levofloxacino) pode interagir com outros medicamentos. É importante que você mantenha uma lista escrita de todos os medicamentos (com e sem prescrição médica) que você está tomando, bem como quaisquer produtos, tais como vitaminas, minerais ou outros suplementos dietéticos. Você deve levar esta lista com você cada vez que visitar o médico ou se você for internado em um hospital. Essa lista também é uma informação importante para levar com você em caso de emergências.

  • <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) e anti&#xE1;cidos contendo c&#xE1;lcio, magn&#xE9;sio ou alum&#xED;nio, bem como <a href="https://consultaremedios.com.br/sucralfato/bula" target="_blank">sucralfato</a>, c&#xE1;tions met&#xE1;licos como ferro, prepara&#xE7;&#xF5;es multivitam&#xED;nicas contendo <a href="https://consultaremedios.com.br/zinco/bula" target="_blank">zinco</a> ou produtos que contenham qualquer uma dessas subst&#xE2;ncias, podem interferir na absor&#xE7;&#xE3;o gastritestinal do levofloxacino, resultando em n&#xED;veis na urina e no soro consideravelmente inferiores ao desej&#xE1;vel. Esses agentes devem ser tomados pelo menos duas horas antes ou duas horas depois da administra&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) e teofilina pode prolongar a meia-vida desta &#xFA;ltima, elevar os n&#xED;veis de teofilina no soro e aumentar o risco de rea&#xE7;&#xF5;es adversas relacionadas &#xE0; teofilina. Portanto, os n&#xED;veis de teofilina devem ser cuidadosamente monitorados e os necess&#xE1;rios ajustes em suas doses devem ser realizados, se necess&#xE1;rio, quando o levofloxacino for administrado em conjunto. Rea&#xE7;&#xF5;es adversas, incluindo convuls&#xF5;es, podem ocorrer com ou sem a eleva&#xE7;&#xE3;o do n&#xED;vel de teofilina no soro;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante do Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) com a <a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">digoxina</a> ou a <a href="https://consultaremedios.com.br/ciclosporina/bula" target="_blank">ciclosporina</a> n&#xE3;o exige modifica&#xE7;&#xE3;o das doses de nenhum dos medicamentos. Entretanto, os n&#xED;veis de digoxina devem ser cuidadosamente monitorados caso voc&#xEA; esteja em tratamento concomitante com a digoxina;</li> <li>Certos derivados quinol&#xF4;nicos, incluindo o levofloxacino, podem aumentar os efeitos do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/anticoagulante/c" target="_blank">anticoagulante</a> <a href="https://consultaremedios.com.br/varfarina-sodica/bula" target="_blank">varfarina</a> ou de seus derivados. Quando estas subst&#xE2;ncias forem administradas ao mesmo tempo, o tempo de protrombina ou outros testes de coagula&#xE7;&#xE3;o aceit&#xE1;veis devem ser monitorados cuidadosamente, principalmente em pacientes idosos;</li> <li>O levofloxacino pode ser administrado com seguran&#xE7;a a pacientes em tratamento concomitante com probenecida ou <a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">cimetidina</a> desde que a dose do levofloxacino seja adequadamente ajustada com base na sua fun&#xE7;&#xE3;o renal uma vez que a probenecida e a cimetidina diminuem a depura&#xE7;&#xE3;o renal e prolongam a meia-vida do levofloxacino;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de f&#xE1;rmacos anti-inflamat&#xF3;rios n&#xE3;o-esteroidais e de derivados quinol&#xF4;nicos, incluindo o levofloxacino, pode aumentar o risco de estimula&#xE7;&#xE3;o do sistema nervoso central e de convuls&#xF5;es.</li>

A absorção e a biodisponibilidade do levofloxacino em indivíduos infectados com o HIV, com ou sem tratamento concomitante com zidovudina, foram semelhantes. Portanto, não parece necessário realizar ajustes de dose do levofloxacino, quando estiver sendo administrado concomitantemente com a zidovudina. Os efeitos do levofloxacino sobre a farmacocinética da zidovudina não foram avaliados. Algumas quinolonas, incluindo levofloxacino, podem produzir resultado falso positivo para opióides em exames de urina realizados em kits de imunoensaio comercialmente disponíveis. Dependendo da situação, pode ser necessário confirmar a presença de opióides com métodos mais específicos.

O levofloxacino pode inibir o crescimento do microrganismo Mycobacterium tuberculosis e, portanto, pode fornecer resultados falso-negativos nos diagnósticos bacteriológicos da tuberculose.

É desaconselhável a ingestão de bebidas alcoólicas durante o tratamento com Levoxin®. Medidas gerais de higiene devem ser observadas para controlar fontes de infecções ou de reinfecções.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Levoxin com alimentos?

Não existe interação clinicamente significativa de levofloxacino comprimidos com alimentos. Levofloxacino comprimidos pode, portanto, ser administrado concomitante a alimentos.

Qual a ação da substância do Levoxin (Levofloxacino)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimido</h3> <h4>Dados de seguran&#xE7;a pr&#xE9;-cl&#xED;nica</h4> <h5>Toxicidade aguda:</h5> <p>Os valores da dose letal m&#xE9;dia (DL 50) obtidos em camundongos e ratos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de levofloxacino foram de 1500-2000 mg/Kg. A administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg/Kg, por via oral em macacos induziram poucos efeitos al&#xE9;m de v&#xF4;mito.</p> <h5>Toxicidade em doses repetidas:</h5> <p>Foram conduzidos estudos com gavagem em ratos e macacos com dura&#xE7;&#xE3;o de um e seis meses. As doses foram de 50, 200, 800 mg/kg/dia e 20, 80, 320 mg/kg/dia durante 1 e 6 meses em ratos e 10, 30, 100 mg/kg/dia e 10, 25, 62,5 mg/kg/dia durante 1 e 6 meses em macacos.</p> <p>Os sinais de rea&#xE7;&#xF5;es ao tratamento foram discretos em ratos, com efeitos leves principalmente na dose de 200 mg/kg/dia ou mais, com discreta redu&#xE7;&#xE3;o no consumo de alimentos e altera&#xE7;&#xE3;o leve dos par&#xE2;metros hematol&#xF3;gicos e bioqu&#xED;micos. Foi conclu&#xED;do nesse estudo que o NOEL (N&#xED;vel de Efeito Adverso N&#xE3;o Observado) foi de 200 e 20 mg/kg/dia ap&#xF3;s 1 e 6 meses, respectivamente.</p> <p>A toxicidade ap&#xF3;s dose oral em macacos foi m&#xED;nima com redu&#xE7;&#xE3;o no peso corp&#xF3;reo de 100 mg/kg/dia concomitante com saliva&#xE7;&#xE3;o, diarreia e diminui&#xE7;&#xE3;o do pH urin&#xE1;rio em alguns animais nesta dose. N&#xE3;o foi observada toxicidade no estudo de 6 meses. Os NOELS foram definidos como sendo 30 e 62,5 mg/kg/dia ap&#xF3;s 1 e 6 meses, respectivamente.</p> <p>No estudo de seis meses, o NOEL foi definido como sendo 20 e 62,5 mg/kg/dia em ratos e macacos, respectivamente.</p> <h5>Carcinogenicidade:</h5> <p>N&#xE3;o foi observada nenhuma indica&#xE7;&#xE3;o de potencial carcinog&#xEA;nico em estudo de 2 anos, em ratos com administra&#xE7;&#xE3;o diet&#xE9;tica (0, 10, 30 e 100 mg/kg/dia).</p> <h5>Genotoxicidade:</h5> <p>Na aus&#xEA;ncia de ativa&#xE7;&#xE3;o metab&#xF3;lica, o levofloxacino n&#xE3;o induziu muta&#xE7;&#xF5;es g&#xEA;nicas em c&#xE9;lulas bacterianas ou de mam&#xED;feros, por&#xE9;m induziu aberra&#xE7;&#xF5;es cromoss&#xF4;micas em c&#xE9;lulas de pulm&#xE3;o de hamster chin&#xEA;s <em>in vitro</em> em concentra&#xE7;&#xF5;es iguais ou superiores a 100 &#x3BC;g/mL. Testes <em>in vivo</em> (micron&#xFA;cleos, altera&#xE7;&#xE3;o de crom&#xE1;tides irm&#xE3;s, s&#xED;ntese de DNA n&#xE3;o programada e testes letais dominantes) n&#xE3;o mostraram qualquer potencial genot&#xF3;xico.</p> <h5>Teratogenicidade:</h5> <p>O levofloxacino n&#xE3;o foi teratog&#xEA;nico em ratos, em doses orais t&#xE3;o altas quanto 810 mg/kg/dia. Nenhuma teratogenicidade foi observada em coelhos em dose oral de 50 mg /kg/dia.</p> <h5>Toxicidade reprodutiva:</h5> <p>O levofloxacino n&#xE3;o causou dano na fertilidade ou no desenvolvimento reprodutivo em ratos com doses orais t&#xE3;o altas quanto 360 mg/kg/dia. O levofloxacino n&#xE3;o apresentou efeito na fertilidade, e seu &#xFA;nico efeito no feto foi a matura&#xE7;&#xE3;o retardada como resultado de toxicidade materna.</p> <h5>Fototoxicidade:</h5> <p>Estudos em ratos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral mostraram que o levofloxacino apresenta atividade fotot&#xF3;xica apenas em doses muito elevadas. O levofloxacino n&#xE3;o demonstrou qualquer potencial genot&#xF3;xico nos ensaios de fotomutagenicidade e reduziu o potencial de desenvolvimento de tumor nos ensaios de fotocarcinogenicidade.</p> <h5>Toxicidade nas articula&#xE7;&#xF5;es:</h5> <p>Em comum com outras fluorquinolonas, o levofloxacino mostrou efeito na cartilagem (ves&#xED;culas e cavidades) em ratos e c&#xE3;es. Estes efeitos foram mais caracter&#xED;sticos em animais jovens.</p> <h4>Estudos Cl&#xED;nicos</h4> <p>A efic&#xE1;cia de levofloxacino oral/venoso 750 mg 1x/dia por 5 dias em adultos com PAC, SAB, ITU complicada e PA foi avaliada em alguns estudos publicados, originados a partir de protocolos de n&#xE3;o inferioridade randomizados, duplocegos, multic&#xEA;ntricos, comparativos conduzidos nos EUA. Os desfechos prim&#xE1;rios destes estudos foram a taxa de sucesso cl&#xED;nico (propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes que apresentaram melhora ou cura) 7-14 dias ap&#xF3;s o fim do tratamento <sup>(7)</sup> ou entre os dias 17-24 do estudo <sup>(8)</sup>, ou a taxa de erradica&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica entre os dias 15-22 do estudo <sup>(9,10)</sup>. Os detalhes das popula&#xE7;&#xF5;es analisadas nos diferentes estudos est&#xE3;o mostradas nas tabelas 1 e 2. As defini&#xE7;&#xF5;es de resposta cl&#xED;nica e microbiol&#xF3;gica variaram entre os estudos. Cura cl&#xED;nica foi definida como a resolu&#xE7;&#xE3;o de sintomas e sinais cl&#xED;nicos, sem a necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. Melhora cl&#xED;nica foi caracterizada uma redu&#xE7;&#xE3;o significativa de sinais e sintomas, mas sem resolu&#xE7;&#xE3;o completa, ainda que n&#xE3;o houvesse necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. Falha cl&#xED;nica ocorreu na aus&#xEA;ncia de resposta a terapia (ou resposta incompleta), e a necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. As respostas microbiol&#xF3;gicas foram determinadas em culturas de esp&#xE9;cimes respirat&#xF3;rios ou sangu&#xED;neos e inclu&#xED;ram a erradica&#xE7;&#xE3;o (todos os pat&#xF3;genos identificados em amostras na entrada do estudo foram erradicados), persist&#xEA;ncia (pelo menos um pat&#xF3;geno identificado na entrada do estudo persistiu) ou desconhecida (incluindo os que perderam seguimento) <sup>(7,8-10)</sup>. Em pacientes portadores de ITU complicada ou PA, a erradica&#xE7;&#xE3;o foi baseada na redu&#xE7;&#xE3;o de pat&#xF3;genos para &#x2264; 104 unidades/mL formadoras de col&#xF4;nias <sup>(9,10)</sup>. A classifica&#xE7;&#xE3;o de erradica&#xE7;&#xE3;o presumida <sup>(7,8)</sup> ou persistente presumida<sup> (7-9)</sup> foi utilizada quando os pacientes consideraram sucesso cl&#xED;nico ou falha cl&#xED;nica, mas a cultura n&#xE3;o estava dispon&#xED;vel para teste.</p> <p>As an&#xE1;lises estat&#xED;sticas destes estudos foram conduzidas com as vari&#xE1;veis cl&#xED;nicas ou microbiol&#xF3;gicas<sup> (7,9-12)</sup> ou com a inten&#xE7;&#xE3;o de tratar as diferentes popula&#xE7;&#xF5;es <sup>(9,10,13,14)</sup>.</p> <p><strong>Tabela 1: Efic&#xE1;cia de levofloxacino (LEV) venoso/oral 750 mg uma vez diaa (1x) por 5 dias versus LEV 500 mg (1x) por 10 dias em pacientes com pneumonia adquirida na comunidade (PAC) ou sinusite aguda bacteriana (SAB). Dados de estudos prospectivos de n&#xE3;o inferioridade, randomizados, duplo-cegos e multic&#xEA;ntricos <sup>(7, 8)</sup> e de suban&#xE1;lises retrospectivas de PAC <sup>(11-13)</sup>. Adaptado da refer&#xEA;ncia 1</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Estudos</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\"><strong>Tratamento - dose (1x)/mg (dura&#xE7;&#xE3;o/dia)</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:201px\"><strong>Resposta Clinica % (n) <sup>b,c</sup></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:177px\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:194px\"><strong>Resposta Microbiol&#xF3;gica % (n) <sup>b,c,d</sup></strong></td> <td style=\"width:190px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"6\" style=\"text-align:center\"><strong>Prospectivos</strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes PAC <sup>e</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">92,4 (198)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-7,0/4,4<sup>f</sup> </td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">93,2 (103)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-8,6/7,0</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">91,1 (192)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">92,4 (92)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes SAB<sup>g</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">91,4 (152)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-10,0/4,2<sup>f</sup> </td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">91,5 (153)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">NR</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">88,6 (149)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">89,4 (151)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"6\" style=\"text-align:center\"><strong>Retrospectivos</strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes PAC (bact.. at&#xED;picas)<sup>e</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">95,5 (66)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-6,8/8,8</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">NR</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">NR</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">96,5 (57)<br> &amp;nbsp;</br></td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes PAC grave</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">90,8 (76)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-15,9/5,4</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">88,9 (36)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-18,3/15,6</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">85,5 (83)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">87,5 (32)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes PAC &#x2265; 65 anos<sup>h</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">89 (73)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-7,1/12,7</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">90,3 (31)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">NR</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">91,9(86)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">87,5 (16)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> </tbody> </table> <p><sup>(a)</sup> Pacientes em uso de 750 mg/dia 5 dias e placebo por mais 5 dias.<br> <sup>(b)</sup> Resposta cl&#xED;nica (sucesso) definida como cura e/ou melhora sintomas; resposta microbiol&#xF3;gica definida como erradica&#xE7;&#xE3;o ou erradica&#xE7;&#xE3;o presumida de todos os pat&#xF3;genos identificados no in&#xED;cio do estudo.<br> <sup>(c)</sup> Desfecho prim&#xE1;rio foi a resposta cl&#xED;nica (taxa) ap&#xF3;s 7-14 dias tratamento ou entre os dias 17 e 24 do estudo.<br> <sup>(d)</sup> Pacientes avaliados com resposta cl&#xED;nica e com pat&#xF3;genos identificados no in&#xED;cio do estudo, excluindo-se a culturas bacteriol&#xF3;gicas inapropriadas.<br> <sup>(e)</sup> Popula&#xE7;&#xE3;o para analise cl&#xED;nica prim&#xE1;ria: inten&#xE7;&#xE3;o de tratar pacientes excluindo-se os diagn&#xF3;sticos n&#xE3;o confirmados, desvio ou viola&#xE7;&#xE3;o de protocolo, perda de dados ou de seguimento, ou ainda uso de terapia efetiva concomitante.<br> <sup>(f)</sup> A n&#xE3;o inferioridade da levofloxacino 750 mg 1x/dia por 5 dias foi estabelecida como o limite superior do intervalo de confian&#xE7;a 95% para a diferen&#xE7;a da taxa de resposta entre os grupos &lt;15%.<br> <sup>(g)</sup> Popula&#xE7;&#xE3;o para analise microbiol&#xF3;gica prim&#xE1;ria: pacientes que seguiram o protocolo e tiveram diagn&#xF3;stico microbiol&#xF3;gico confirmado.<br> <sup>(h)</sup> Popula&#xE7;&#xE3;o para an&#xE1;lise prim&#xE1;ria: inten&#xE7;&#xE3;o de tratar pacientes que receberam uma ou mais doses da medica&#xE7;&#xE3;o de estudo.<br> <strong>NR:</strong> N&#xE3;o relatado</br></br></br></br></br></br></br></br></p> <p><strong>Tabela 2: Efic&#xE1;cia de levofloxacino venoso/oral (LEV) 750 mg uma vez dia (1x) por 5 dias versus <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-ciprofloxacino/pa\" target=\"_blank\">ciprofloxacino</a> (CIP) 400 mg venoso/500 mg oral duas vezes/dia (2x) por 10 dias em pacientes (pctes) com infec&#xE7;&#xE3;o do trato urin&#xE1;ria complicada (ITUc) ou pielonefrite aguda (PA). Dados de estudo prospectivo de n&#xE3;o inferioridade, randomizado, duplo-cego e multic&#xEA;ntrico <sup>(9)</sup> e de an&#xE1;lise separada de pacientes com PA <sup>(10)</sup>. Adaptado da refer&#xEA;ncia 1</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Estudo (popula&#xE7;&#xE3;o analise prim&#xE1;ria)</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\"><strong>Tratamento dose/mg (dura&#xE7;&#xE3;o/dias)</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:195px\"><strong>Resposta Cl&#xED;nica % (n) <sup>a</sup></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:181px\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:180px\"><strong>Resposta Microbiol&#xF3;gica %</strong></td> <td style=\"width:200px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"6\" style=\"text-align:center\"><strong>Estudo principal</strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pctes ITUc ou PA popula&#xE7;&#xE3;o ITT modificado<sup>C</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\">LEV 750 1x (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">81,1 (317)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-7,2/5,3</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">79,8 (317)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-6,3/6,3<sup>d</sup> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:223px\">CIP 400/500 2x<br> (10)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">80,1 (302)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">79,8 (302)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pcts avalia&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\">LEV 750 1x (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">86,4 (265)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-3,9/7,8</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">86,0 (265)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-2,5/8,9<sup>d</sup> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:223px\">CIP 400/500 2x (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">88,6 (241)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">89,2 (241)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"6\" style=\"text-align:center\"><strong>An&#xE1;lise separada</strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pctes PA popula&#xE7;&#xE3;o ITT modificado<sup>C</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\">LEV 750 1x (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">86,2 (94)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-16,0/4,9</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">83,0 (94)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-14,4/7,6<sup>d</sup> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:223px\">CIP 400/500 2x (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">80,6 (98)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">79,6 (98)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pcts avalia&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\">LEV 750 1x (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">92,5 (80)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-12,0/6,0</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">92,5 (80)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-7,1/8,9<sup>d</sup> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:223px\">CIP 400/500 2x (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">89,5 (76)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">93,4 (76)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-</td> </tr> </tbody> </table> <p><sup>(a)</sup> Resposta cl&#xED;nica (sucesso) definida como cura e/ou melhora sintomas; resposta microbiol&#xF3;gica definida como erradica&#xE7;&#xE3;o ou erradica&#xE7;&#xE3;o presumida de todos os pat&#xF3;genos identificados no in&#xED;cio do estudo.<br> <sup>(b)</sup> Desfecho prim&#xE1;rio foi a erradica&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica (taxa) entre os dias 15 e 22 do estudo (visita ap&#xF3;s tratamento).<br> <sup>(c)</sup> Popula&#xE7;&#xE3;o ITT modificado (desfecho co-prim&#xE1;rio): inten&#xE7;&#xE3;o de tratar pacientes com diagn&#xF3;stico microbiol&#xF3;gico, urocultura positiva com &#x2265; 105 UFC/mL e um ou mais pat&#xF3;genos urin&#xE1;rios no in&#xED;cio do estudo.<br> <sup>(d)</sup> A n&#xE3;o inferioridade de levofloxacino 750 mg 1x dia por 5 dias foi estabelecida como o limite superior do intervalo de confian&#xE7;a 95% para a diferen&#xE7;a da taxa de resposta entre os grupos &lt;15%.<br> <sup>(e)</sup> Pacientes com avalia&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica (desfecho co-prim&#xE1;rio): inten&#xE7;&#xE3;o de tratar modificado de pacientes que n&#xE3;o perderam o seguimento, tinham dados de avalia&#xE7;&#xE3;o ap&#xF3;s o tratamento e seguiram o protocolo de estudo.</br></br></br></br></p> <h5>As conclus&#xF5;es destes estudos s&#xE3;o:</h5> <ul> <li>O levofloxacino 750 mg uma vez ao dia por 5 dias foi t&#xE3;o efetiva quanto 500 mg uma vez ao dia por 10 dias no tratamento da PAC na totalidade da popula&#xE7;&#xE3;o estudada, assim como em pacientes com PAC causada por organismos at&#xED;picos, em pacientes com PAC grave e nos acima de 65 anos (Tabela 1).</li> <li>No tratamento da SAB em adultos, levofloxacino 750 mg uma vez ao dia por 5 dias foi igualmente t&#xE3;o efetiva quanto 500 mg uma vez ao dia por 10 dias (Tabela 2);</li> <li>O levofloxacino 750 mg uma vez ao dia por 5 dias foi t&#xE3;o efetiva quanto o ciprofloxacino 400 ou 500 mg duas vezes ao dia por 10 dias no tratamento de adultos com ITU complicada ou PA (Tabela 2).</li> </ul> <p>A utiliza&#xE7;&#xE3;o de tratamento antimicrobiano para exacerba&#xE7;&#xF5;es de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/dpoc/c\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/doenca-pulmonar-obstrutiva\" target=\"_blank\">Doen&#xE7;a Pulmonar Obstrutiva</a> Cr&#xF4;nica (DPOC) est&#xE1; indicada em v&#xE1;rias diretrizes nacionais e internacionais <sup>(15)</sup>, em particular nos pacientes que se apresentam clinicamente como portadores de bronquite cr&#xF4;nica. Estudo randomizado, cego, de grupos paralelos realizado em portadores de exacerba&#xE7;&#xE3;o de bronquite cr&#xF4;nica, comparou dois esquemas distintos em portadores de bronquite cr&#xF4;nica n&#xE3;o complicada (VEF1 &#x2265; 50% previsto e &lt; 4 exacerba&#xE7;&#xF5;es/ano) e bronquite cr&#xF4;nica complicada (VEF1&#x2264; 50% previsto ou entre 50 e 65% + presen&#xE7;a co-morbidades &#x2265; 4 exacerba&#xE7;&#xF5;es/ano). O primeiro grupo de pacientes recebeu levofloxacino 750 mg via oral, uma vez ao dia por 3 dias ou <a href=\"https://consultaremedios.com.br/azitromicina/bula\" target=\"_blank\">azitromicina</a> 500mg/dia no primeiro dia seguido de 250mg/dia entre o dia 2 e 5 do tratamento. No segundo grupo de pacientes (exacerba&#xE7;&#xE3;o por bronquite cr&#xF4;nica complicada) os pacientes receberam levofloxacino 750 mg via oral, uma vez ao dia, por 5 dias ou amoxacilina 875 mg + clavulanato 125 mg, duas vezes ao dia, por 10 dias. Sucesso na avalia&#xE7;&#xE3;o de par&#xE2;metros cl&#xED;nicos (melhora de sintomas e retorno a condi&#xE7;&#xE3;o basal) foi similar na compara&#xE7;&#xE3;o levofloxacino/azitromicina (93,0 versus 90,1%, respectivamente) e levofloxacino/amoxa-clavulanato (79,2 versus 81,7%, respectivamente). Para pacientes que realizaram avalia&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica, a resposta cl&#xED;nica com levofloxacino por 3 dias foi superior que azitromicina por 5 dias (96,3 versus 87,4%, respectivamente), e similar na compara&#xE7;&#xE3;o entre levofloxacino por 5 dias em rela&#xE7;&#xE3;o a amoxacilinaclavulanato por 10 dias nos portadores de bronquite cr&#xF4;nica complicada (81,4 versus 80,9%, respectivamente). A erradica&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica foi superior com levofloxacino por 3 dias comparada a azitromicina por 5 dias (93,8 versus 82,8%, respectivamente), e similar na compara&#xE7;&#xE3;o levofloxacino 5 dias com amoxacilina-clavulanato 10 dias (81,4 versus 79,8%, respectivamente). <sup>(16)</sup></p> <p>Em an&#xE1;lise post-hoc deste mesmo estudo <sup>(17)</sup>, 341 pat&#xF3;genos foram isolados, 41,9% deles flora tradicional de exacerba&#xE7;&#xF5;es de bronquite cr&#xF4;nica, 53,1% outros microrganismos Gram-negativos e 5% Gram-positivos. A susceptibilidade geral dos pat&#xF3;genos &#xE0; levofloxacino foi de 97,1% e 90,6% &#xE0; amoxacilina/clavulanato (p&lt;0,001). Os eventos adversos foram semelhantes entre os grupos. Os autores concluem pela similaridade dos tratamentos para as diferentes gravidades de exacerba&#xE7;&#xE3;o de bronquite cr&#xF4;nica.</p> <p>Estudo cl&#xED;nico publicado em 2002 verificou a efic&#xE1;cia do levofloxacino na dose de 750 mg para o tratamento de infec&#xE7;&#xF5;es de pele e subcut&#xE2;neo complicadas. 339 pacientes foram randomizados na propor&#xE7;&#xE3;o 1:1 para receber levofloxacino 750mg 1X/dia endovenoso, oral ou endovenoso/oral, ou tircacilina-clavulanato 3,1g endovenoso a cada 4 a 6 horas, que pode ser seguido por amoxicilina-clavulanato 875mg a cada 12 horas. Na popula&#xE7;&#xE3;o clinicamente avali&#xE1;vel, os dois regimes mostraram equival&#xEA;ncia terap&#xEA;utica (taxas de sucesso de 84,1% e 80,3%, respectivamente).</p> <p>Na popula&#xE7;&#xE3;o microbiologicamente avali&#xE1;vel, a taxa de erradica&#xE7;&#xE3;o foi de 83,7% nos tratados com levofloxacino, e de 71,4% nos tratados com tircacilina-clavulanato (intervalo de confian&#xE7;a de 95%: -24,3 a - 0,2). Ambos os tratamentos foram bem tolerados. Este estudo demonstra que levofloxacino (750mg 1X/dia) &#xE9; seguro e pelo menos t&#xE3;o efetivo que tircacilina-clavulanato para o tratamento de infec&#xE7;&#xE3;o de pele e subcut&#xE2;neo complicada. <sup>(19)</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\"><strong>Refer&#xEA;ncias dos resultados de efic&#xE1;cia</strong></span></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Anderson VR, Perry CM. Levofloxacin. A Review of its Use as a High-Dose, Short Course Treatment for Bacterial Infection. Drugs 2008; 68: 535-565.<br> 2. Croom KF, Goa KL. Levofloxacin: a review of its use in the treatment of bacterial infections in the United States. Drugs 2003; 63: 2769-802.<br> 3. File Jr TM. New insights in the treatment by levofloxacin. Chemotherapy 2004; 50 Suppl. 1: 22-8.<br> 4. Wargo KA, Wargo NA, Eiland III EH. Maximizing pharmacodynamics with high dose levofloxacin. Hosp Pharm 2005; 40: 777-87.<br> 5. Segreti J, House HR, Siegel RE. Principles of antibiotic treatment of community acquired pneumonia in the outpatient setting. Am J Med 2005; 118: 21-8S.<br> 6. Mandell LA, Wunderink RG, Anzueto, Bartlett JG, Campbell GD, Dean NC et al. Thoracic Society Consensus Guidelines on the Management of Community-Acquired Pneumoniain Adults. Clinical Infectious Diseases 2007; 44:S27&#x2013;72.<br> 7. Dunbar LM, Wunderink RG, Habib MP, et al. High-dose, short course levofloxacin for communityacquired pneumonia: a new treatment paradigm [published erratum appears in Clin Infect Dis 2003; 37: 1147]. Clin Infect Dis 2003; 37: 752-60.<br> 8. Poole M, Anon J, Paglia M, et al. A trial of high-dose, short course levofloxacin for the treatment of acute bacterial sinusitis. Otolaryngol Head Neck Surg 2006; 134: 10-7.<br> 9. Peterson J, Kaul S, Khashab M, et al. A double-blind, randomized comparison of levofloxacin 750mg once-daily for 5 days with ciprofloxacin 400/500mg twice-daily for 10 days for the treatment of complicated urinary tract infections and acute pyelonephritis. Urology 2008; 71: 17-22.<br> 10. Klausner HA, Brown P, Peterson J, et al. A trial of levofloxacin 750 mg once daily for 5 days versus ciprofloxacin 400 mg and 500 mg twice daily for 10 days in the treatment of acute pyelonephritis. Curr Med Res Opin 2007; 22: 2637-45.<br> 11. Dunbar LM, Khashab MM, Kahn JB, et al. Efficacy of 750-mg 5-day levofloxacin in the treatment of community-acquired pneumonia caused by atypical pathogens. Curr Med Res Opin 2004; 20: 555-63.<br> 12. Shorr AF, Khashab MM, Xiang JX, et al. Levofloxacin 750-mg for 5 days for the treatment of hospitalized fine risk class III/IV community-acquired pneumonia patients. Respir Med 2006; 100: 2129-36.<br> 13. Shorr AF, Zadeikis N, Xiang JX, et al. A multicenter, randomized, double-blind, retrospective comparison of 5- and 10-day regimens of levofloxacin in a subgroup of patients aged &#x2265;65 years with communityacquired pneumonia. Clin Ther 2005; 27: 1251-9.<br> 14. File Jr TM, Milkovich G, Tennenberg AM, et al. Clinical implications of 750 mg, 5 day levofloxacin for the treatment community-acquired pneumonia. Curr Med Res Opin 2004; 20: 1473-81.<br> 15. GOLD. Global strategy for the diagnosis, management, and prevention of chronic obstructive pulmonary disease. Uptodate 2008. www.goldcopd.com. Acessado em setembro 2009.<br> 16. Martinez FJ, Grossman FR, Zadeikis N, Fisher AC, Walker K, Ambruzs ME, Tennenberg AM. Patient stratification in the management of acute bacterial exacerbation of chronic bronchitis: the role of levofloxacin 750 mg. Eur Respir J 2005; 25: 1001&#x2013;1010.<br> 17. Grossman RF, Ambrusz ME, Fisher AC, Khashab MM, Kahn JB. Levofloxacin 750 mg QD for five days versus amoxicillin/clavulanate 875 mg/125 mg BID for ten days for treatment of acute bacterial exacerbation of chronic bronchitis: a post hoc analysis of data from severely ill patients. Clin Ther. 2006; 28:1175-80.<br> 18. Frei CR, Jaso TC, Mortensen EM, Restrepo MI, Raut MK, Oramasionwu CU, Ruiz AD, Makos BR, Ruiz JL, Attridge RT, Mody SH, Fisher A, Schein JR. Medical resource utilization among communityacquired pneumonia patients initially treated with levofloxacin 750 mg daily versus ceftriaxone 1000 mg plus azithromycin 500 mg daily: a US-based study. Curr Med Res Opin. 2009;25:859-68.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h3>Injet&#xE1;vel</h3> <p>Segundo Croom &amp; Goa (2003) diversos estudos comparativos randomizados confirmam a efic&#xE1;cia do levofloxacino (oral ou intravenoso) no tratamento de adultos com infec&#xE7;&#xF5;es respirat&#xF3;rias, geniturin&#xE1;rias, da pele e dos tecidos moles, com doses di&#xE1;rias de 250, 500 ou 750 mg.</p> <p>De acordo com Anderson &amp; Perry (2008) a efic&#xE1;cia do levofloxacino via oral ou intravenosa ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de doses de 750 mg uma vez ao dia por 5 dias j&#xE1; foi bem estabelecida em diversos estudos randomizados em adultos, para tratamento da PAC, SBA, PA e infec&#xE7;&#xF5;es complicadas durante a interna&#xE7;&#xE3;o na UTI.</p> <p>Conforme Inoshita e colaboradores (2010) a levofloxacino foi eficaz na profilaxia de infec&#xE7;&#xF5;es bacterianas ap&#xF3;s cirurgias dos seios paranasais.</p> <p>A efic&#xE1;cia do levafloxacino no tratamento da pneumonia nasocomial e PAC foi demonstrada por diversos autores. <sup>(1)</sup>&amp;nbsp;Este f&#xE1;rmaco tamb&#xE9;m pode ser utilizado para tratamento da exacerba&#xE7;&#xE3;o da bronquite <sup>(2)</sup> e da SBA. <span style=\"font-size:10.8333px\">(3)</span></p> <p>Em infec&#xE7;&#xF5;es do trato gastro geniturin&#xE1;rio, o levofloxacino tamb&#xE9;m demonstrou efic&#xE1;cia, com taxa de cura cl&#xED;nica e microbiol&#xF3;gica maior que 80%. <sup>(4)</sup></p> <p>O levofloxacino foi eficaz em tratar infec&#xE7;&#xF5;es da pele e dos tecidos moles n&#xE3;o complicados.&amp;nbsp;<sup>(5)</sup></p> <p>Segundo Croom &amp; Goa (2003) a administra&#xE7;&#xE3;o de levofloxacino parece ser bem tolerada, sendo que a maior parte dos eventos adversos registrados s&#xE3;o de severidade leve a moderada. Os principais eventos relatados foram n&#xE1;usea, diarreia, vaginites, dor abdominal e ins&#xF4;nia. A dose n&#xE3;o parece exercer efeito significante no aparecimento de eventos adversos.</p> <p>Ainda segundo Croom &amp; Goa (2003) o levofloxacino possui baixo potencial para causar rea&#xE7;&#xF5;es de fototoxicidade (incid&#xEA;ncia de 0,03%). Desordens dos tend&#xF5;es, toxidade severa do f&#xED;gado, hipoglicemia e hiperglicemia s&#xE3;o sintomas raros, assim como altera&#xE7;&#xF5;es c&#xE1;rdicas (prolonga&#xE7;&#xE3;o do intervalo QT registrada em menos que 1 em 1 milh&#xE3;o de pacientes nos Estados Unidos).</p> <p>Portanto, baseando-se nos estudos realizados, foram demonstradas a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a do levofloxacino no tratamento de diversas infec&#xE7;&#xF5;es incluindo as do trato respirat&#xF3;rio superior e inferior, da pele e tecidos moles, do trato urin&#xE1;rio e dos ossos.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Norrby et al, 1998; Croom &amp; Goa, 2003; West et al, 2003; File&amp;nbsp;JR. et al, 1997; Zhao et al, 2014.<br> 2. Croom &amp; Goa, 2003; Langtry &amp; Lamb, 1998; Hurst et al, 2002.<br> 3.&amp;nbsp;Langtry &amp; Lamb, 1998; Hurst et al,2002.<br> 4.&amp;nbsp;Croom &amp; Goa, 2003; Klinberg et al, 1998; Richard et al, 1998; Anderson &amp; Pierry, 2008.<br> 5.&amp;nbsp;Croom &amp; Goa, 2003; TARSHIS et al, 2001.</br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Comprimido</h3> <h4>Propriedades farmacodin&#xE2;micas</h4> <h5>Mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o:</h5> <p>O Levofloxacino &#xE9; um agente antibacteriano sint&#xE9;tico de amplo espectro, para administra&#xE7;&#xE3;o oral.</p> <p>Quimicamente, o levofloxacino &#xE9; o is&#xF4;mero lev&#xF3;giro (is&#xF4;mero-L) do racemato ofloxacina, um agente antibacteriano quinol&#xF4;nico. A atividade antibacteriana da ofloxacina deve-se basicamente ao is&#xF4;mero-L. O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino e de outros antimicrobianos quinol&#xF4;nicos envolve a inibi&#xE7;&#xE3;o da DNA-girase (topoisomerase bacteriana II), uma enzima necess&#xE1;ria &#xE0; replica&#xE7;&#xE3;o, transcri&#xE7;&#xE3;o, restaura&#xE7;&#xE3;o e recombina&#xE7;&#xE3;o do DNA. Nesse sentido, o is&#xF4;meroL produz mais liga&#xE7;&#xF5;es de hidrog&#xEA;nio e, portanto, complexos mais est&#xE1;veis com a DNA-girase do que o is&#xF4;mero-D.</p> <p>Microbiologicamente, isso se traduz numa atividade antibacteriana 25 a 40 vezes maior para o is&#xF4;mero-L, o levofloxacino, do que para o is&#xF4;mero-D. Os derivados quinol&#xF4;nicos inibem r&#xE1;pida e especificamente a s&#xED;ntese do DNA bacteriano.</p> <h5>Microbiologia:</h5> <p>O levofloxacino apresenta atividade <em>in vitro</em> contra um amplo espectro de bact&#xE9;rias aer&#xF3;bicas e anaer&#xF3;bicas grampositivas e gram-negativas.</p> <p>A atividade bactericida do levofloxacino &#xE9; r&#xE1;pida e frequentemente ocorre em n&#xED;veis pr&#xF3;ximos da Concentra&#xE7;&#xE3;o Inibit&#xF3;ria M&#xED;nima (CIM).</p> <h6>O levofloxacino exibe atividade <em>in vitro</em> contra a maioria das cepas dos microrganismos citados a seguir:</h6> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li><em>Enterococcus faecalis;</em></li> <li><em>Staphylococcus aureus methi-S;</em></li> <li><em>Staphylococcus epidermidis methi-S;</em></li> <li><em>Staphylococcus saprophyticus;</em></li> <li><em>Streptococcus pneumonia;</em></li> <li><em>Streptococcus pyogenes.</em></li> </ul> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-negativos</strong></p> <ul> <li><em>Enterobacter cloacae;</em></li> <li><em>Escherichia coli;</em></li> <li><em>Haemophilus influenzae;</em></li> <li><em>Haemophilus parainfluenzae;</em></li> <li><em>Klebsiella pneumoniae;</em></li> <li><em>Legionella pneumophila;</em></li> <li><em>Moraxella catarrhalis;</em></li> <li><em>Proteus mirabilis*;</em></li> <li><em>Pseudomonas aeruginosa*;</em></li> <li><em>Serratia marcescens*.</em></li> </ul> <p><strong>Outros microrganismos</strong></p> <ul> <li><em>Chlamydophila pneumoniae;</em></li> <li><em>Mycoplasma pneumoniae.</em></li> </ul> <p>Para os micro-organismos abaixo dados <em>in vitro</em> est&#xE3;o dispon&#xED;veis. Entretanto, a seguran&#xE7;a e efic&#xE1;cia do tratamento de infec&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas causadas por estes micro organismos ainda n&#xE3;o est&#xE1; bem estabelecida.</p> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li><em>Staphylococcus haemolyticus;</em></li> <li> <em>Streptococcus &#x3B2;-haemolyticus </em>(grupo C/F)<em>;</em> </li> <li> <em>Streptococcus &#x3B2;-haemolyticus </em>(grupo G)<em>;</em> </li> <li><em>Streptococcus agalactiae;</em></li> <li><em>Streptococcus milleri;</em></li> <li><em>Viridans group streptococci;</em></li> <li><em>Bacillus anthracis.</em></li> </ul> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-negativos</strong></p> <ul> <li><em>Acinetobacter baumannii;</em></li> <li><em>Acinetobacter lwoffii;</em></li> <li><em>Bordetella pertussis;</em></li> <li><em>Citrobacter koseri;</em></li> <li><em>Citrobacter freundii;</em></li> <li><em>Enterobacter aerogenes;</em></li> <li><em>Enterobacter sakasakii;</em></li> <li><em>Klebsiella oxytoca;</em></li> <li><em>Morganella morganii;</em></li> <li><em>Pantoea agglomerans;</em></li> <li><em>Proteus vulgaris;</em></li> <li><em>Providencia rettgeri;</em></li> <li><em>Providencia stuartii;</em></li> <li><em>Pseudomonas fluorescens;</em></li> <li><em>Yersinia pestis.</em></li> </ul> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li><em>Clostridium perfringens.</em></li> </ul> <p>O levofloxacino &#xE9; ativo contra as cepas produtoras de beta-lactamase dos microrganismos listados anteriormente. O levofloxacino n&#xE3;o &#xE9; ativo contra <em>Treponema pallidum</em>.</p> <p>Resist&#xEA;ncia ao levofloxacino devido &#xE0; muta&#xE7;&#xE3;o espont&#xE2;nea <em>in vitro</em> &#xE9; um fen&#xF4;meno muito raro. Embora tenha sido observada resist&#xEA;ncia cruzada entre levofloxacino e outras fluorquinolonas, alguns microrganismos resistentes a outras quinolonas, como o <a href=\"https://consultaremedios.com.br/ofloxacino/bula\" target=\"_blank\">ofloxacino</a>, podem ser sens&#xED;veis ao levofloxacino. Na falta de um teste de sensibilidade ao levofloxacino, a sensibilidade do microrganismo ao ofloxacino pode ser utilizada para predizer a sensibilidade ao levofloxacino. Contudo, embora microrganismos sens&#xED;veis ao ofloxacino possam ser considerados sens&#xED;veis ao levofloxacino, o contr&#xE1;rio nem sempre &#xE9; verdadeiro.</p> <h4>Propriedades farmacocin&#xE9;ticas</h4> <p>O levofloxacino &#xE9; r&#xE1;pido e quase completamente absorvido ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral. O pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica &#xE9; obtido uma a duas horas ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o. A biodisponibilidade absoluta de uma dose oral de 500 mg de levofloxacino &#xE9; de aproximadamente 99%. A ingest&#xE3;o de alimentos n&#xE3;o altera de maneira clinicamente significativa a absor&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino.</p> <p>A atividade do levofloxacino depende de sua concentra&#xE7;&#xE3;o, e o preditor mais utilizado para medir sua efic&#xE1;cia cl&#xED;nica e microbiol&#xF3;gica &#xE9; a rela&#xE7;&#xE3;o entre a &#xE1;rea sob a curva de tempo da concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica (AUC) dividida pela concentra&#xE7;&#xE3;o inibit&#xF3;ria m&#xED;nima (MIC). Uma raz&#xE3;o AUC/MIC maior que 30 &#xE9; utilizada em alguns estudos para prever a atividade <em>in vivo</em>, particularmente contra o pneumococo, mas uma raz&#xE3;o mais elevada (&gt;100) parece indicar um efeito bactericida, reduzindo o potencial de ocorrer muta&#xE7;&#xE3;o bacteriana. Em an&#xE1;lises farmacodin&#xE2;micas simuladas com levofloxacino 750 mg, a probabilidade de uma rela&#xE7;&#xE3;o AUC/MIC &#x2265; 30 ser obtida no plasma foi &#x2265; 97%. Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral, o levofloxacino &#xE9; rapidamente absorvido e concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas m&#xE1;ximas s&#xE3;o alcan&#xE7;adas em 1 a 2 horas.</p> <p>As concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas do levofloxacino ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa s&#xE3;o semelhantes e compar&#xE1;veis, em extens&#xE3;o (AUC), &#xE0;s obtidas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral, quando se utilizam doses equivalentes (mg/mg). Portanto, a via oral e a via intravenosa podem ser consideradas intercambi&#xE1;veis. A farmacocin&#xE9;tica do levofloxacino &#xE9; linear e previs&#xED;vel ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de doses &#xFA;nicas e doses m&#xFA;ltiplas de 50 a 600 mg. As concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas aumentam proporcionalmente com o aumento das doses orais, numa faixa de 250 a 1.000mg. O estado de equil&#xED;brio &#xE9; atingido em per&#xED;odo de 3 dias.</p> <p>O volume m&#xE9;dio de distribui&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino varia, em geral, de 89 a 112 litros ap&#xF3;s doses &#xFA;nicas ou m&#xFA;ltiplas de 500 mg, indicando ampla distribui&#xE7;&#xE3;o pelos tecidos.</p> <p>As concentra&#xE7;&#xF5;es m&#xE1;ximas do levofloxacino na mucosa br&#xF4;nquica e flu&#xED;do epitelial ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg foram de 8,3 mcg/g e 10,8 mcg/mL, respectivamente. Estas concentra&#xE7;&#xF5;es foram alcan&#xE7;adas em aproximadamente uma hora ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o. A concentra&#xE7;&#xE3;o nos tecidos pulmonares ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg por via oral foi de aproximadamente 11,3 mcg/g e foi alcan&#xE7;ada 4 a 6 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o. As concentra&#xE7;&#xF5;es nos pulm&#xF5;es constantemente excederam &#xE0;s do plasma. Nos flu&#xED;dos vesicais as concentra&#xE7;&#xF5;es m&#xE1;ximas de levofloxacino foram de 4,0 e 6,7 mcg/mL, 2 - 4 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o, ap&#xF3;s 3 dias com doses de 500 mg, uma ou duas vezes ao dia, respectivamente.</p> <p>A penetra&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino na bile &#xE9; r&#xE1;pida e completa. O levofloxacino tamb&#xE9;m penetra rapidamente no tecido &#xF3;sseo, tanto na cabe&#xE7;a do f&#xEA;mur quanto na sua parte distal. Os picos de concentra&#xE7;&#xE3;o tissular variam de 2,4 a 15 mcg/g e s&#xE3;o obtidos cerca de 2 a 3 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral. A liga&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> s&#xE9;ricas &#xE9; de aproximadamente 30 a 40%.</p> <p>O levofloxacino &#xE9; esterioquimicamente est&#xE1;vel no plasma e na urina e n&#xE3;o se converte metabolicamente no seu enanti&#xF4;mero, a D-ofloxacina. A biotransforma&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino &#xE9; limitada, uma vez que a droga &#xE9; basicamente excretada inalterada na urina. Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral, aproximadamente 87% da dose administrada &#xE9; recuperada inalterada, na urina, num per&#xED;odo de 48 horas, enquanto que menos de 4% da dose &#xE9; recuperada nas fezes, num per&#xED;odo de 72 horas. As concentra&#xE7;&#xF5;es urin&#xE1;rias m&#xE9;dias, 8 - 12 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de uma dose oral &#xFA;nica de 150 mg, 300 mg ou 500 mg de levofloxacino foram 44 mg/L, 91 mg/L e 200 mg/L, respectivamente. Menos de 5% da dose administrada &#xE9; recuperada na urina como desmetil e N-&#xF3;xido metab&#xF3;litos, os &#xFA;nicos metab&#xF3;litos identificados no homem. Estes metab&#xF3;litos n&#xE3;o apresentam atividade farmacol&#xF3;gica relevante.</p> <p>A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica terminal m&#xE9;dia do levofloxacino varia de 6 a 8 horas, ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de doses &#xFA;nicas ou de doses m&#xFA;ltiplas.</p> <p>A farmacocin&#xE9;tica do levofloxacino fica alterada em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal, portanto &#xE9; necess&#xE1;rio o ajuste da dose.</p> <p>N&#xE3;o h&#xE1; diferen&#xE7;as significativas na cin&#xE9;tica do levofloxacino entre jovens e idosos, a n&#xE3;o ser as diferen&#xE7;as associadas ao <em>clearance</em> de creatinina.</p> <p>A an&#xE1;lise separada de indiv&#xED;duos do sexo feminino e masculino demonstrou diferen&#xE7;as variando de pequenas &#xE0; n&#xE3;o significativas da farmacocin&#xE9;tica do levofloxacino com rela&#xE7;&#xE3;o ao sexo. O significado cl&#xED;nico destas diferen&#xE7;as ainda n&#xE3;o est&#xE1; claro.</p> <h3>Injet&#xE1;vel</h3> <h4>Mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>O levofloxacino &#xE9; um agente antibacteriano sint&#xE9;tico de amplo espectro, para administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa.</p> <p>Quimicamente, o levofloxacino &#xE9; o is&#xF4;mero lev&#xF3;giro (is&#xF4;mero-L) do racemato ofloxacino, um agente antibacteriano quinol&#xF4;nico. A atividade antibacteriana do ofloxacino deve-se basicamente ao is&#xF4;mero-L. O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino e de outros antimicrobianos fluoroquinol&#xF4;nicos envolve a inibi&#xE7;&#xE3;o da Topoisomerase IV bacteriana e da DNA-girase (ambas s&#xE3;o Topoisomerase bacteriana tipo II), enzimas necess&#xE1;rias para a replica&#xE7;&#xE3;o, transcri&#xE7;&#xE3;o, restaura&#xE7;&#xE3;o e recombina&#xE7;&#xE3;o do DNA. Nesse sentido, o is&#xF4;mero-L produz mais liga&#xE7;&#xF5;es de hidrog&#xEA;nio e, portanto, complexos mais est&#xE1;veis com a DNA-girase do que o is&#xF4;mero-D. Microbiologicamente, isso se traduz numa atividade antibacteriana 25 a 40 vezes maior para o is&#xF4;mero-L, o levofloxacino, do que para o is&#xF4;mero-D. Os derivados quinol&#xF4;nicos inibem r&#xE1;pida e especificamente a s&#xED;ntese do DNA bacteriano.</p> <h5>Microbiologia:</h5> <p>O levofloxacino apresenta atividade <em>in vitro</em> contra um amplo espectro de bact&#xE9;rias aer&#xF3;bicas e anaer&#xF3;bicas gram-positivas e gram-negativas. A atividade bactericida do levofloxacino &#xE9; r&#xE1;pida e frequentemente ocorre em n&#xED;veis pr&#xF3;ximos da Concentra&#xE7;&#xE3;o Inibit&#xF3;ria M&#xED;nima (CIM).</p> <h6>O levofloxacino exibe atividade <em>in vitro</em> contra a maioria das cepas dos microrganismos citados a seguir:</h6> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li> <em>Enterococcus avium, Staphylococcus hominis, Streptococcus milleri, Enterococcus faecium, Streptococcus constellatus, Streptococcus sanguis, Staphylococcus aureus, Streptococcus, Streptococcus </em>(Grupo<em> Viridans); </em>(Grupo C/F, D, G)<em>, Sthaphylococcus epidermidis.</em> </li> </ul> <p><strong>Anaer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li><em>Clostridium perfringens, Peptostreptococcus anaerobius, Propionibacterium acnes, Clostridium spp., Peptostreptococcus Magnus.</em></li> </ul> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-negativos</strong></p> <ul> <li><em>Acinetobacter anitratus, Legionella spp., Salmonella enteritidis, Acinetobacter baumannii, Morganella morganii, Salmonella spp, Acinetobacter lwoffii, Neisseria gonorrhoeae, Serratia liquefaciens, Aeromonas hydrophila, N. gonorrhoeae (produtora Serratia marcescens de penicilinase), Bordetella pertussis, Serratia spp, Campylobacter jejuni, Proteus vulgaris, Shigella spp, Citrobacter diversus, Providencia rettgeri, Stenotrophomonas maltophilia, Pantoea (Enterobacter) aerogenes, Providencia spp., Vibrio cholerae, Enterobacter agglomerans, Providencia stuartii, Vibrio parahaemolyticus, Enterobacter sakazakii, Pseudomonas fluorescens, Yersinia enterocolitica, Flavobacterium meningosepticum, Pseudomonas putida.</em></li> </ul> <p><strong>Anaer&#xF3;bios Gram-negativos</strong></p> <ul> <li><em>Bacteroides distasonis, Bacteroides intermedius, Veillonella parvula, Bacteroides fragilis.</em></li> </ul> <p><strong>Outros microrganismos:</strong></p> <ul> <li><em>Mycobacterium fortuitum, Mycobacterium tuberculosis, Mycoplasma hominis, Mycobacterium kansasii, Mycoplasma fermentans, Ureaplasma urealyticum, Mycobacterium marinum.</em></li> </ul> <p>O levofloxacino &#xE9; ativo contra as cepas produtoras de beta-lactamase dos microrganismos listados anteriormente. O levofloxacino n&#xE3;o &#xE9; ativo contra Treponema pallidum.</p> <h5>O levofloxacino tem se mostrado ativo contra a maioria das cepas suscept&#xED;veis dos seguintes microrganismos, tanto <em>in vitro</em> como em infec&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas:</h5> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li><em>Enterococcus faecalis, Staphylococcus saprophyticus, Streptococcus pneumoniae, Staphylococcus aureus, Streptococcus agalactiae, Streptococcus pyogenes, Staphylococcus epidermidis.</em></li> </ul> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-negativos</strong></p> <ul> <li><em>Citrobacter freundii, Haemophilus parainfluenzae, Moraxella catarrhalis, Enterobacter cloacae, Klebsiella oxytoca, Proteus mirabilis, Escherichia coli, Klebsiella pneumoniae, Pseudomonas aeruginosa, Haemophilus influenzae, Legionella pneumophila.</em></li> </ul> <p><strong>Outros microrganismos</strong></p> <ul> <li><em>Chlamydia pneumoniae, Mycoplasma pneumoniae.</em></li> </ul> <p>A resist&#xEA;ncia ao levofloxacino devida &#xE0; muta&#xE7;&#xE3;o espont&#xE2;nea <em>in vitro</em> &#xE9; um fen&#xF4;meno muito raro. Embora tenha sido observada resist&#xEA;ncia cruzada entre levofloxacino e outras fluorquinolonas, alguns microrganismos resistentes a outras quinolonas, como o ofloxacino, podem ser sens&#xED;veis ao levofloxacino.</p> <p>Na falta de um teste de sensibilidade ao levofloxacino, a sensibilidade do microrganismo ao ofloxacino pode ser utilizada para predizer a sensibilidade ao levofloxacino. Contudo, embora microrganismos sens&#xED;veis ao ofloxacino possam ser considerados sens&#xED;veis ao levofloxacino, o contr&#xE1;rio nem sempre &#xE9; verdadeiro.</p> <h4>Propriedades farmacocin&#xE9;ticas</h4> <p>A farmacocin&#xE9;tica do levofloxacino &#xE9; linear e previs&#xED;vel ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de doses &#xFA;nicas e doses m&#xFA;ltiplas. O estado de equil&#xED;brio &#xE9; atingido 48 horas ap&#xF3;s a&amp;nbsp;administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg em esquemas de uma dose e de duas doses di&#xE1;rias. O volume m&#xE9;dio de distribui&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino varia, em geral, de 74 a 112 litros ap&#xF3;s doses &#xFA;nicas ou m&#xFA;ltiplas de 500 mg ou 750 mg, indicando ampla distribui&#xE7;&#xE3;o pelos tecidos. A penetra&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino na pele &#xE9; r&#xE1;pida e completa. O levofloxacino tamb&#xE9;m penetra rapidamente no tecido &#xF3;sseo, tanto na cabe&#xE7;a do f&#xEA;mur quanto na sua parte distal. A liga&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino &#xE0;s prote&#xED;nas s&#xE9;ricas, <em>in vitro</em>, &#xE9; de aproximadamente 24 a 38%, numa faixa de 1 a 10 mcg/mL; a liga&#xE7;&#xE3;o se faz principalmente com a <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/albumina-serica\" target=\"_blank\">albumina s&#xE9;rica</a>.</p> <p>O levofloxacino &#xE9; esterioquimicamente est&#xE1;vel no plasma e na urina e n&#xE3;o se converte metabolicamente no seu enanti&#xF4;mero, o Dofloxacino. A biotransforma&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino &#xE9; limitada, uma vez que o f&#xE1;rmaco &#xE9; basicamente excretado inalterado na urina. Menos de 5% da dose administrada &#xE9; recuperada na urina como desmetil e N-&#xF3;xido metab&#xF3;litos, os &#xFA;nicos metab&#xF3;litos identificados no homem. Estes metab&#xF3;litos n&#xE3;o apresentam atividade farmacol&#xF3;gica relevante.</p> <p>A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica terminal m&#xE9;dia do levofloxacino varia de 6 a 8 horas, ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de doses &#xFA;nicas ou de doses m&#xFA;ltiplas. A depura&#xE7;&#xE3;o total aparente m&#xE9;dia e a depura&#xE7;&#xE3;o renal variam de 144 a 226 mL/min e 96 a 142 mL/min, respectivamente. A depura&#xE7;&#xE3;o renal al&#xE9;m da taxa de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular sugere que ocorre secre&#xE7;&#xE3;o tubular do levofloxacino adicionalmente &#xE0; filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular. A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de cimetidina ou probenecida resulta em aproximadamente 24% e 36% de redu&#xE7;&#xE3;o na depura&#xE7;&#xE3;o renal do levofloxacino, indicando que a secre&#xE7;&#xE3;o de levofloxacino ocorre no t&#xFA;bulo renal proximal. N&#xE3;o foram encontrados cristais de levofloxacino em nenhuma das amostras de urina rec&#xE9;m-coletadas de indiv&#xED;duos recebendo levofloxacino.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Levoxin?

Você deve conservar Levoxin® comprimidos em temperatura ambiente (15°C a 30°C), protegido da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aspecto Físico

Os comprimidos revestidos de Levoxin® são oblongos de cor salmão.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres Legais do Levoxin

Reg. MS nº 1.0118.0617

Farmacêutico Responsável:
Rodrigo de Morais Vaz
CRF SP nº 39282

Registrado e fabricado por:
Apsen Farmacêutica S/A
Rua La Paz, nº 37/67
São Paulo - SP
CEP: 04755-020
CNPJ 62.462.015/0001-29
Indústria Brasileira





Centro de Atendimento ao Cliente (ligação gratuita):
0800 16 5678
infomed@apsen.com.br

®Marca registrada de Apsen Farmacêutica S/A.

Venda sob prescrição médica.&nbsp;

Só pode ser vendido com retenção da receita.

250mg, caixa com 3 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Levofloxacino
Classe Terapêutica
:
Fluorquinolonas Orais
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca 2 vias (Antibiótico - Venda Sob Prescrição Médica mediante Retenção da Receita)
Categoria
:
Antibióticos
Especialidade
:
Infectologia, Imunologia clínica, Pneumologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Levoxin, para o que é indicado e para o que serve?

Levoxin® (levofloxacino) 750 mg é indicado para o tratamento de sinusite aguda bacteriana (infecção aguda por bactérias das cavidades aeradas dos ossos da face), pneumonia adquirida na comunidade (pneumonia em pessoas que não estão internadas), infecções do trato urinário (bexiga e canais onde passa a urina) complicadas e pielonefrite aguda (infecção aguda dos rins) causadas por cepas susceptíveis de bactérias, em pacientes com funcionamento normal dos rins.

Como o&nbsp;Levoxin funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) 750 mg &#xE9; um medicamento pertencente ao grupo dos <a href=\"https://consultaremedios.com.br/infeccoes/antibioticos/c\" target=\"_blank\">antibi&#xF3;ticos</a>. Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) 750 mg &#xE9; indicado para uso oral, no tratamento de infec&#xE7;&#xF5;es causadas por germes sens&#xED;veis ao levofloxacino.</p> "}

Quais as contraindicações do Levoxin?

O uso deste medicamento é contraindicado em caso de hipersensibilidade conhecida ao levofloxacino, a outros antibióticos quinolônicos e/ou demais componentes da formulação.

Levoxin® (levofloxacino) não deve ser usado em crianças, adolescentes&nbsp;em fase de crescimento, durante a gravidez e em mulheres lactantes.

As doses recomendadas são válidas também para pacientes idosos. Não há necessidade de ajuste das doses, desde que esses pacientes não tenham doença renal.

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.

Como usar o Levoxin?

Levoxin® pode ser ingerido com ou sem alimentos. Você deve tomar Levoxin® da mesma forma todos os dias (com ou sem alimentos) aproximadamente no mesmo horário, conforme orientado por seu médico.

A posologia recomendada para pacientes adultos com função renal normal é de 1 comprimido (750 mg) uma vez ao dia por 3 a 5 dias ou de acordo com a indicação médica:

Sinusite aguda bacteriana

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Pneumonia adquirida na comunidade

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Infecções do trato urinário complicadas

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Pielonefrite aguda

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Nos pacientes com diminuição do funcionamento dos rins, as doses devem ser ajustadas pelo médico.

Não ultrapasse as dosagens recomendadas, exceto com orientação médica.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Levoxin?

{"tag":"hr","value":" <p>Caso voc&#xEA; se esque&#xE7;a de tomar uma das doses, tome-a assim que poss&#xED;vel, no entanto, se estiver pr&#xF3;ximo do hor&#xE1;rio da dose seguinte, espere por este hor&#xE1;rio,respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca tome duas doses de uma s&#xF3; vez.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Levoxin?

Este medicamento foi prescrito somente para você. Não compartilhe Levoxin® (levofloxacino) com ninguém, mesmo se eles apresentarem sintomas semelhantes aos seus.

Informe seu médico caso você tenha ou já tenha apresentado problemas de saúde ou alergias, problemas no tendão ou caso você utilize medicamentos para convulsão.

Pacientes predispostosà convulsão

Como com qualquer outra quinolona, o Levoxin® (levofloxacino) deve ser utilizado com extrema cautela em pacientes predispostos à convulsão.

Estes pacientes podem estar com lesão pré-existente do sistema nervoso central, ou em tratamento concomitante com fenbufeno e anti-inflamatórios não-esteroidais similares, ou com fármacos que diminuem o limiar da convulsão cerebral, como a teofilina.

Colite pseudomembranosa

A ocorrência de diarreia, particularmente grave, persistente e/ou com sangue, durante ou após o tratamento com levofloxacino, pode ser indicativa de colite pseudomembranosa devido ao microrganismo Clostridium dificile. Na suspeita de colite pseudomembranosa, a administração de Levoxin® (levofloxacino) deve ser interrompida imediatamente.

O tratamento com antibiótico específico apropriado deve ser iniciado imediatamente (por exemplo: vancomicina oral, teicoplanina oral ou metronidazol). Produtos que inibem o peristaltismo, ou seja, inibem a motilidade gastrintestinal, sãocontraindicadosnesta situação.

Tendinite

A tendinite, raramente observada com quinolonas, pode ocasionalmente levar a ruptura envolvendo particularmente o tendão de Aquiles. Este efeito indesejado pode ocorrer nas 48 horas do início do tratamento e pode ser bilateral. Os pacientes idosos estão mais predispostos à tendinite. O risco de ruptura de tendão pode ficar aumentado na administração concomitante de corticosteroides. Na suspeita de tendinite, o tratamento com Levoxin® (levofloxacino) deve ser interrompido imediatamente. O tratamento apropriado (por exemplo: imobilização) deve ser iniciado no tendão afetado.

Risco de aneurisma e dissecção da aorta

Estudos epidemiológicos relatam um aumento do risco de aneurisma e dissecção da aorta após a ingestão de fluoroquinolonas, particularmente na população idosa. Portanto, as fluoroquinolonas devem ser usadas apenas após avaliação cuidadosa do benefício-risco e após consideração de outras opções terapêuticas em pacientes com história familiar positiva de aneurisma, ou em pacientes diagnosticados com aneurisma aórtico pré-existente e /ou dissecção aórtica, ou na presença de outros fatores de risco ou condições predisponentes para aneurisma e dissecção da aorta (por exemplo, síndrome de Marfan, síndrome de Ehlers-Danlos vascular, arterite de Takayasu, arterite de células gigantes, doença de Behcet, hipertensão, aterosclerose conhecida).

Em caso de dor súbita abdominal, no peito ou nas costas, os pacientes devem ser aconselhados a consultar imediatamente um médico.

Gravidez

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Não há estudos adequados e bem controlados sobre o uso de levofloxacino em mulheres grávidas. Em estudos experimentais utilizando fluorquinolonas, incluindo o levofloxacino, foi verificado o risco de danos nas cartilagens de organismos em crescimento.

Amamentação

Devido ao potencial de ocorrência de reações adversas graves nos lactentes de mães em tratamento com fluorquinolonas, incluindo o levofloxacino hemi-hidratado, nas cartilagens de organismos em crescimento Levoxin® (levofloxacino) 750 mg não deve ser utilizado por mulheres que estejam amamentando.

Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.

Informe seu médico se estiver amamentando.

Crianças e adolescentes

A segurança e a eficácia da utilização do levofloxacino em crianças e adolescentes não foram estabelecidas. No entanto, já foi demonstrado que as quinolonas, classe dos antibióticos à qual pertence Levoxin® (levofloxacino), produzem erosão nas articulações que suportam peso, bem como outros sinais de doença das articulações, em animais jovens de várias espécies. Portanto, a utilização do levofloxacino nessas faixas etárias é contraindicada.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Levoxin® pode provocar efeitos neurológicos adversos como vertigem e tontura, portanto, você não deve dirigir veículos, operar máquinas ou dedicar-se a outras atividades que exijam coordenação e alerta mental até que se saiba qual a reação individual frente ao medicamento.

Alterações dos níveis de glicose sanguínea, incluindo hiperglicemia (aumento) e hipoglicemia (diminuição), foram relatadas em pacientes tratados concomitantemente com quinolônas e agentes antidiabéticos. Portanto, recomenda-se monitoração cuidadosa da glicose sanguínea quando esses agentes forem administrados em conjunto.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Levoxin?

As informações fornecidas abaixo estão baseadas nos dados de estudos clínicos, em 5244 pacientes tratados com levofloxacino e em extensa experiência pós-comercialização internacional desta molécula nesta concentração.

De acordo com as recomendações, têm-se utilizado os seguintes índices de frequência:

  • <li>Muito Comum: Acima de 10%;</li> <li>Comum: de 1% a 10%;</li> <li>Incomum: de 0,1% a 1%;</li> <li>Raro: de 0,01% a 0,1%;</li> <li>Muito raro: menos que 0,01%;</li> <li>Casos isolados.</li>

Reações alérgicas ou na pele

Comum

Erupções na pele (rash), coceira.

Incomum

Erupções na pele, inflamação de veias,reações alérgicas.

Raro

Coceira generalizada, necrólise epidermal tóxica, ou Síndrome de Lyell (doença rara e grave, na qual a camada superficial da pele se desprende em lâminas), obstrução da passagem de ar pelos brônquios pela alergia e falta de ar.

Muito raro

Inchaço dos vasos, pressão baixa, fotossensibilização (alterações na pele causadas pela luz).

Casos isolados

Erupções bolhosas graves como Síndrome de Steven’s Johnson, eritema multiforme exsudativo (doença alérgica composta de febre, úlceras e bolhas na pele), toxicidade pela luminosidade, choque anafilático/anafilactoide (reação alérgica grave).

Algumas vezes, asreações alérgicas e de pele/mucosas podem ocorrer mesmo após a primeira dose.

Gastrintestinal, metabolismo

Comum

Náusea, vômitos, diarreia, indigestão, constipação, dor abdominal.

Incomum

Anorexia (falta de apetite), dispepsia (acidez), hiperglicemia ou hipoglicemia (aumento ou diminuição dos níveis sanguíneos de glicose, respectivamente), hipercalemia (aumento dos níveis de potássio no sangue), pancreatite, estomatite (inflamação e inchaço da língua), diarreia comsangue, que emcasos muito raros pode serindicativa de infecção no intestino, incluindo colite pseudomembranosa (inflamação do intestino pela bactéria Clostridium dificille).

Neurológica/Psiquiátrica

Comum

Tontura, dor de cabeça, insônia

Incomum

Sonolência, desordens do sono, pesadelos, confusão, convulsões, tremor, ansiedade, depressão.

Raro

Reações psicóticas(por exemplo: alucinações), parestesia (dormência), agitação.

Muito raro

Neuropatia periférica sensorial ou sensório-motora (doença em alguns nervos dos membros, afetando a sensação e/ou movimentação), distúrbios visuais(como visão dupla) e auditivos, distúrbios no paladar e olfato.

Casos isolados

Reações psicóticas com comportamentos de auto-risco, incluindo atos ou idealizações suicidas, encefalopatia (alterações inflamatórias no cérebro), neuropatia periférica (certos nervos não funcionam corretamente), hipertensão intracraniana (aumento da pressão dentro do crânio), paranoia.

Cardiovascular

Comum

Dor no peito, inchaço.

Incomum

Arritmia ventricular (arritmia nos ventrículos cardíacos), taquicardia ventricular, parada cardíaca.

Raro

Taquicardia (aceleração dos batimentos cardíacos), pressão baixa, inflamação nos vasos sanguíneos.

Muito raro

Choque (quadros de alergia muito graves que podem levar à morte)

Casos isolados

Torsaide de pointes (tipo de arritmia cardíaca), prolongamento do intervalo QT (tipo de arritmia cardíaca).

Músculo-esquelética

Incomum

Alterações na marcha, dor, inchaço ou inflamação das articulações, dores e problemas musculares e nos tendões.

Muito raro

Fraqueza muscular, que pode ser de extrema importância em pacientes com miastenia grave (tipo de doença que afeta a musculatura).

Casos isolados

Rabdomiólise (lesão do tecido dos músculos), lesões musculares, exacerbação de miastenia gravis, ruptura do tendão (por exemplo: tendão de Aquiles).

Problemas no fígado e nos rins

Incomum

Aumento das enzimas hepáticas(exame de sangue que mostra lesão do fígado), aumento da bilirrubina (enzima do fígado) e creatinina sérica (exame que vê a função renal), alteração da função do fígado, insuficiência do funcionamento dosrins.

Raro&nbsp;

Morte de células do fígado, hepatite, icterícia (amarelamento da pele e olhos devido ao mau funcionamento do fígado).

Muito raro

Outras alterações do fígado.

Casos isolados

Nefrite intersticial (lesão do tecido do rim), hepatotoxicidade (lesão do fígado), levando a insuficiência do fígado, com casos fatais.

Problemas sanguíneos

Incomum

Anemia (diminuição das células vermelhas do sangue), diminuição dos leucócitos (células de defesa do sangue) e das plaquetas(células que fazem a coagulação sanguínea).

Raro&nbsp;

Neutropenia (diminuição de alguns tipos de células de defesa no sangue), diminuição de todas as células do sangue, anemia por destruição das células vermelhas, falta ou acentuada redução das células de defesa do sangue, falta de produção das células sanguíneas pela medula, púrpura trombocitopênica (diminuição do número de plaquetas no sangue).

Casos isolados

Eosinofilia (aumento dos eosinófilos, tipo de célula sanguínea), aumento do tempo de protrombina (exame que vê a coagulação).

Outros

Comum

Infecção por cândida nos órgãos genitais, inflamação da vagina, falta de ar.

Incomum

Fraqueza,supercrescimento de fungos e proliferação de outros microrganismosresistentes

Raro

Febre, doença do soro (reação alérgica tardia).

Muito raro

Pneumonite alérgica (inflamação dos pulmões por alergia).

Casos isolados

Alveolite extrínseca alérgica (inflamação do pulmão de origemalérgica).

Outros efeitos indesejáveis possivelmente relacionados à classe das fluorquinolonas (classe de antibióticos onde o levofloxacino se encaixa)

Muito raro

Sintomas extrapiramidais (dificuldades para se movimentar e perda de equilíbrio) e outras alterações na coordenação muscular, vasculite de hipersensibilidade (inflamação dos vasos por alergia) e crises de porfiria em pacientes comporfiria (doença que tem manifestações na pele e nervos).

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova concentração no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversosimprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

Qual a composição do Levoxin?

Cada comprimido revestido contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Levofloxacino (equivalente a 768,69 mg de levofloxacino hemi-hidratado)</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">750 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: lactose, povidona, croscarmelose sódica, dióxido de silício, estearato de magnésio, hipromelose, macrogol, dióxido de titânio, óxido de ferro vermelho, óxido de ferro amarelo.

Apresentação do&nbsp;Levoxin

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimidos revestidos de 750 mg</h3> <p>Caixas com 5, 7, e 14 comprimidos.</p> <p><strong>Uso oral.</strong></p> <p><strong>Uso adulto acima de 18 anos.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Levoxin maior do que a recomendada?

De acordo com estudos de toxicidade em animais, os sinais mais importantes após a ocorrência de superdose oral aguda com levofloxacino são: sintomas no sistema nervoso central como confusão (alteração da habilidade motora e atenção), vertigens (tonturas), alterações de consciência (perda de velocidade de raciocínio, dificuldade de concentração) e convulsões (contrações involuntárias dos músculos ou dos membros). Podem ocorrer reações gastrintestinais como náuseas e erosões da mucosa (gastrite e úlceras).

Emestudos de farmacologia clínica realizados com superdosesforamobservados aumento do intervalo QT.

Tratamento

Em caso de superdose, o paciente deve ser observado cuidadosamente (incluindo monitorização do ECG) e tratamento sintomático deve serimplementado.

Se ocorrer superdose aguda, deve-se considerar também a lavagem gástrica e podem-se utilizar antiácidos para a proteção da mucosa gástrica.

A hemodiálise, incluindo diálise peritoneal e CAPD (diálise peritoneal ambulatorial contínua) não são efetivas em remover o levofloxacino do corpo. Não existe antídoto específico.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Levoxin com outros remédios?

Levoxin® (levofloxacino) pode interagir com outros medicamentos. É importante que você mantenha uma lista escrita de todos os medicamentos (com e sem prescrição médica) que você está tomando, bem como quaisquer produtos, tais como vitaminas, minerais ou outros suplementos dietéticos. Você deve levar esta lista com você cada vez que visitar o médico ou se você for internado em um hospital. Essa lista também é uma informação importante para levar com você em caso de emergências.

  • <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) e anti&#xE1;cidos contendo c&#xE1;lcio, magn&#xE9;sio ou alum&#xED;nio, bem como <a href="https://consultaremedios.com.br/sucralfato/bula" target="_blank">sucralfato</a>, c&#xE1;tions met&#xE1;licos como ferro, prepara&#xE7;&#xF5;es multivitam&#xED;nicas contendo <a href="https://consultaremedios.com.br/zinco/bula" target="_blank">zinco</a> ou produtos que contenham qualquer uma dessas subst&#xE2;ncias, podem interferir na absor&#xE7;&#xE3;o gastritestinal do levofloxacino, resultando em n&#xED;veis na urina e no soro consideravelmente inferiores ao desej&#xE1;vel. Esses agentes devem ser tomados pelo menos duas horas antes ou duas horas depois da administra&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) e teofilina pode prolongar a meia-vida desta &#xFA;ltima, elevar os n&#xED;veis de teofilina no soro e aumentar o risco de rea&#xE7;&#xF5;es adversas relacionadas &#xE0; teofilina. Portanto, os n&#xED;veis de teofilina devem ser cuidadosamente monitorados e os necess&#xE1;rios ajustes em suas doses devem ser realizados, se necess&#xE1;rio, quando o levofloxacino for administrado em conjunto. Rea&#xE7;&#xF5;es adversas, incluindo convuls&#xF5;es, podem ocorrer com ou sem a eleva&#xE7;&#xE3;o do n&#xED;vel de teofilina no soro;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante do Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) com a <a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">digoxina</a> ou a <a href="https://consultaremedios.com.br/ciclosporina/bula" target="_blank">ciclosporina</a> n&#xE3;o exige modifica&#xE7;&#xE3;o das doses de nenhum dos medicamentos. Entretanto, os n&#xED;veis de digoxina devem ser cuidadosamente monitorados caso voc&#xEA; esteja em tratamento concomitante com a digoxina;</li> <li>Certos derivados quinol&#xF4;nicos, incluindo o levofloxacino, podem aumentar os efeitos do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/anticoagulante/c" target="_blank">anticoagulante</a> <a href="https://consultaremedios.com.br/varfarina-sodica/bula" target="_blank">varfarina</a> ou de seus derivados. Quando estas subst&#xE2;ncias forem administradas ao mesmo tempo, o tempo de protrombina ou outros testes de coagula&#xE7;&#xE3;o aceit&#xE1;veis devem ser monitorados cuidadosamente, principalmente em pacientes idosos;</li> <li>O levofloxacino pode ser administrado com seguran&#xE7;a a pacientes em tratamento concomitante com probenecida ou <a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">cimetidina</a> desde que a dose do levofloxacino seja adequadamente ajustada com base na sua fun&#xE7;&#xE3;o renal uma vez que a probenecida e a cimetidina diminuem a depura&#xE7;&#xE3;o renal e prolongam a meia-vida do levofloxacino;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de f&#xE1;rmacos anti-inflamat&#xF3;rios n&#xE3;o-esteroidais e de derivados quinol&#xF4;nicos, incluindo o levofloxacino, pode aumentar o risco de estimula&#xE7;&#xE3;o do sistema nervoso central e de convuls&#xF5;es.</li>

A absorção e a biodisponibilidade do levofloxacino em indivíduos infectados com o HIV, com ou sem tratamento concomitante com zidovudina, foram semelhantes. Portanto, não parece necessário realizar ajustes de dose do levofloxacino, quando estiver sendo administrado concomitantemente com a zidovudina. Os efeitos do levofloxacino sobre a farmacocinética da zidovudina não foram avaliados. Algumas quinolonas, incluindo levofloxacino, podem produzir resultado falso positivo para opióides em exames de urina realizados em kits de imunoensaio comercialmente disponíveis. Dependendo da situação, pode ser necessário confirmar a presença de opióides com métodos mais específicos.

O levofloxacino pode inibir o crescimento do microrganismo Mycobacterium tuberculosis e, portanto, pode fornecer resultados falso-negativos nos diagnósticos bacteriológicos da tuberculose.

É desaconselhável a ingestão de bebidas alcoólicas durante o tratamento com Levoxin®. Medidas gerais de higiene devem ser observadas para controlar fontes de infecções ou de reinfecções.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Levoxin com alimentos?

Não existe interação clinicamente significativa de levofloxacino comprimidos com alimentos. Levofloxacino comprimidos pode, portanto, ser administrado concomitante a alimentos.

Qual a ação da substância do Levoxin (Levofloxacino)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimido</h3> <h4>Dados de seguran&#xE7;a pr&#xE9;-cl&#xED;nica</h4> <h5>Toxicidade aguda:</h5> <p>Os valores da dose letal m&#xE9;dia (DL 50) obtidos em camundongos e ratos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de levofloxacino foram de 1500-2000 mg/Kg. A administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg/Kg, por via oral em macacos induziram poucos efeitos al&#xE9;m de v&#xF4;mito.</p> <h5>Toxicidade em doses repetidas:</h5> <p>Foram conduzidos estudos com gavagem em ratos e macacos com dura&#xE7;&#xE3;o de um e seis meses. As doses foram de 50, 200, 800 mg/kg/dia e 20, 80, 320 mg/kg/dia durante 1 e 6 meses em ratos e 10, 30, 100 mg/kg/dia e 10, 25, 62,5 mg/kg/dia durante 1 e 6 meses em macacos.</p> <p>Os sinais de rea&#xE7;&#xF5;es ao tratamento foram discretos em ratos, com efeitos leves principalmente na dose de 200 mg/kg/dia ou mais, com discreta redu&#xE7;&#xE3;o no consumo de alimentos e altera&#xE7;&#xE3;o leve dos par&#xE2;metros hematol&#xF3;gicos e bioqu&#xED;micos. Foi conclu&#xED;do nesse estudo que o NOEL (N&#xED;vel de Efeito Adverso N&#xE3;o Observado) foi de 200 e 20 mg/kg/dia ap&#xF3;s 1 e 6 meses, respectivamente.</p> <p>A toxicidade ap&#xF3;s dose oral em macacos foi m&#xED;nima com redu&#xE7;&#xE3;o no peso corp&#xF3;reo de 100 mg/kg/dia concomitante com saliva&#xE7;&#xE3;o, diarreia e diminui&#xE7;&#xE3;o do pH urin&#xE1;rio em alguns animais nesta dose. N&#xE3;o foi observada toxicidade no estudo de 6 meses. Os NOELS foram definidos como sendo 30 e 62,5 mg/kg/dia ap&#xF3;s 1 e 6 meses, respectivamente.</p> <p>No estudo de seis meses, o NOEL foi definido como sendo 20 e 62,5 mg/kg/dia em ratos e macacos, respectivamente.</p> <h5>Carcinogenicidade:</h5> <p>N&#xE3;o foi observada nenhuma indica&#xE7;&#xE3;o de potencial carcinog&#xEA;nico em estudo de 2 anos, em ratos com administra&#xE7;&#xE3;o diet&#xE9;tica (0, 10, 30 e 100 mg/kg/dia).</p> <h5>Genotoxicidade:</h5> <p>Na aus&#xEA;ncia de ativa&#xE7;&#xE3;o metab&#xF3;lica, o levofloxacino n&#xE3;o induziu muta&#xE7;&#xF5;es g&#xEA;nicas em c&#xE9;lulas bacterianas ou de mam&#xED;feros, por&#xE9;m induziu aberra&#xE7;&#xF5;es cromoss&#xF4;micas em c&#xE9;lulas de pulm&#xE3;o de hamster chin&#xEA;s <em>in vitro</em> em concentra&#xE7;&#xF5;es iguais ou superiores a 100 &#x3BC;g/mL. Testes <em>in vivo</em> (micron&#xFA;cleos, altera&#xE7;&#xE3;o de crom&#xE1;tides irm&#xE3;s, s&#xED;ntese de DNA n&#xE3;o programada e testes letais dominantes) n&#xE3;o mostraram qualquer potencial genot&#xF3;xico.</p> <h5>Teratogenicidade:</h5> <p>O levofloxacino n&#xE3;o foi teratog&#xEA;nico em ratos, em doses orais t&#xE3;o altas quanto 810 mg/kg/dia. Nenhuma teratogenicidade foi observada em coelhos em dose oral de 50 mg /kg/dia.</p> <h5>Toxicidade reprodutiva:</h5> <p>O levofloxacino n&#xE3;o causou dano na fertilidade ou no desenvolvimento reprodutivo em ratos com doses orais t&#xE3;o altas quanto 360 mg/kg/dia. O levofloxacino n&#xE3;o apresentou efeito na fertilidade, e seu &#xFA;nico efeito no feto foi a matura&#xE7;&#xE3;o retardada como resultado de toxicidade materna.</p> <h5>Fototoxicidade:</h5> <p>Estudos em ratos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral mostraram que o levofloxacino apresenta atividade fotot&#xF3;xica apenas em doses muito elevadas. O levofloxacino n&#xE3;o demonstrou qualquer potencial genot&#xF3;xico nos ensaios de fotomutagenicidade e reduziu o potencial de desenvolvimento de tumor nos ensaios de fotocarcinogenicidade.</p> <h5>Toxicidade nas articula&#xE7;&#xF5;es:</h5> <p>Em comum com outras fluorquinolonas, o levofloxacino mostrou efeito na cartilagem (ves&#xED;culas e cavidades) em ratos e c&#xE3;es. Estes efeitos foram mais caracter&#xED;sticos em animais jovens.</p> <h4>Estudos Cl&#xED;nicos</h4> <p>A efic&#xE1;cia de levofloxacino oral/venoso 750 mg 1x/dia por 5 dias em adultos com PAC, SAB, ITU complicada e PA foi avaliada em alguns estudos publicados, originados a partir de protocolos de n&#xE3;o inferioridade randomizados, duplocegos, multic&#xEA;ntricos, comparativos conduzidos nos EUA. Os desfechos prim&#xE1;rios destes estudos foram a taxa de sucesso cl&#xED;nico (propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes que apresentaram melhora ou cura) 7-14 dias ap&#xF3;s o fim do tratamento <sup>(7)</sup> ou entre os dias 17-24 do estudo <sup>(8)</sup>, ou a taxa de erradica&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica entre os dias 15-22 do estudo <sup>(9,10)</sup>. Os detalhes das popula&#xE7;&#xF5;es analisadas nos diferentes estudos est&#xE3;o mostradas nas tabelas 1 e 2. As defini&#xE7;&#xF5;es de resposta cl&#xED;nica e microbiol&#xF3;gica variaram entre os estudos. Cura cl&#xED;nica foi definida como a resolu&#xE7;&#xE3;o de sintomas e sinais cl&#xED;nicos, sem a necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. Melhora cl&#xED;nica foi caracterizada uma redu&#xE7;&#xE3;o significativa de sinais e sintomas, mas sem resolu&#xE7;&#xE3;o completa, ainda que n&#xE3;o houvesse necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. Falha cl&#xED;nica ocorreu na aus&#xEA;ncia de resposta a terapia (ou resposta incompleta), e a necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. As respostas microbiol&#xF3;gicas foram determinadas em culturas de es</p>"}

500mg, caixa com 3 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Levofloxacino
Classe Terapêutica
:
Fluorquinolonas Orais
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca 2 vias (Antibiótico - Venda Sob Prescrição Médica mediante Retenção da Receita)
Categoria
:
Antibióticos
Especialidade
:
Infectologia, Imunologia clínica, Pneumologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Levoxin, para o que é indicado e para o que serve?

Levoxin® (levofloxacino) 750 mg é indicado para o tratamento de sinusite aguda bacteriana (infecção aguda por bactérias das cavidades aeradas dos ossos da face), pneumonia adquirida na comunidade (pneumonia em pessoas que não estão internadas), infecções do trato urinário (bexiga e canais onde passa a urina) complicadas e pielonefrite aguda (infecção aguda dos rins) causadas por cepas susceptíveis de bactérias, em pacientes com funcionamento normal dos rins.

Como o&nbsp;Levoxin funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) 750 mg &#xE9; um medicamento pertencente ao grupo dos <a href=\"https://consultaremedios.com.br/infeccoes/antibioticos/c\" target=\"_blank\">antibi&#xF3;ticos</a>. Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) 750 mg &#xE9; indicado para uso oral, no tratamento de infec&#xE7;&#xF5;es causadas por germes sens&#xED;veis ao levofloxacino.</p> "}

Quais as contraindicações do Levoxin?

O uso deste medicamento é contraindicado em caso de hipersensibilidade conhecida ao levofloxacino, a outros antibióticos quinolônicos e/ou demais componentes da formulação.

Levoxin® (levofloxacino) não deve ser usado em crianças, adolescentes&nbsp;em fase de crescimento, durante a gravidez e em mulheres lactantes.

As doses recomendadas são válidas também para pacientes idosos. Não há necessidade de ajuste das doses, desde que esses pacientes não tenham doença renal.

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.

Como usar o Levoxin?

Levoxin® pode ser ingerido com ou sem alimentos. Você deve tomar Levoxin® da mesma forma todos os dias (com ou sem alimentos) aproximadamente no mesmo horário, conforme orientado por seu médico.

A posologia recomendada para pacientes adultos com função renal normal é de 1 comprimido (750 mg) uma vez ao dia por 3 a 5 dias ou de acordo com a indicação médica:

Sinusite aguda bacteriana

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Pneumonia adquirida na comunidade

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Infecções do trato urinário complicadas

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Pielonefrite aguda

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Nos pacientes com diminuição do funcionamento dos rins, as doses devem ser ajustadas pelo médico.

Não ultrapasse as dosagens recomendadas, exceto com orientação médica.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Levoxin?

{"tag":"hr","value":" <p>Caso voc&#xEA; se esque&#xE7;a de tomar uma das doses, tome-a assim que poss&#xED;vel, no entanto, se estiver pr&#xF3;ximo do hor&#xE1;rio da dose seguinte, espere por este hor&#xE1;rio,respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca tome duas doses de uma s&#xF3; vez.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Levoxin?

Este medicamento foi prescrito somente para você. Não compartilhe Levoxin® (levofloxacino) com ninguém, mesmo se eles apresentarem sintomas semelhantes aos seus.

Informe seu médico caso você tenha ou já tenha apresentado problemas de saúde ou alergias, problemas no tendão ou caso você utilize medicamentos para convulsão.

Pacientes predispostosà convulsão

Como com qualquer outra quinolona, o Levoxin® (levofloxacino) deve ser utilizado com extrema cautela em pacientes predispostos à convulsão.

Estes pacientes podem estar com lesão pré-existente do sistema nervoso central, ou em tratamento concomitante com fenbufeno e anti-inflamatórios não-esteroidais similares, ou com fármacos que diminuem o limiar da convulsão cerebral, como a teofilina.

Colite pseudomembranosa

A ocorrência de diarreia, particularmente grave, persistente e/ou com sangue, durante ou após o tratamento com levofloxacino, pode ser indicativa de colite pseudomembranosa devido ao microrganismo Clostridium dificile. Na suspeita de colite pseudomembranosa, a administração de Levoxin® (levofloxacino) deve ser interrompida imediatamente.

O tratamento com antibiótico específico apropriado deve ser iniciado imediatamente (por exemplo: vancomicina oral, teicoplanina oral ou metronidazol). Produtos que inibem o peristaltismo, ou seja, inibem a motilidade gastrintestinal, sãocontraindicadosnesta situação.

Tendinite

A tendinite, raramente observada com quinolonas, pode ocasionalmente levar a ruptura envolvendo particularmente o tendão de Aquiles. Este efeito indesejado pode ocorrer nas 48 horas do início do tratamento e pode ser bilateral. Os pacientes idosos estão mais predispostos à tendinite. O risco de ruptura de tendão pode ficar aumentado na administração concomitante de corticosteroides. Na suspeita de tendinite, o tratamento com Levoxin® (levofloxacino) deve ser interrompido imediatamente. O tratamento apropriado (por exemplo: imobilização) deve ser iniciado no tendão afetado.

Risco de aneurisma e dissecção da aorta

Estudos epidemiológicos relatam um aumento do risco de aneurisma e dissecção da aorta após a ingestão de fluoroquinolonas, particularmente na população idosa. Portanto, as fluoroquinolonas devem ser usadas apenas após avaliação cuidadosa do benefício-risco e após consideração de outras opções terapêuticas em pacientes com história familiar positiva de aneurisma, ou em pacientes diagnosticados com aneurisma aórtico pré-existente e /ou dissecção aórtica, ou na presença de outros fatores de risco ou condições predisponentes para aneurisma e dissecção da aorta (por exemplo, síndrome de Marfan, síndrome de Ehlers-Danlos vascular, arterite de Takayasu, arterite de células gigantes, doença de Behcet, hipertensão, aterosclerose conhecida).

Em caso de dor súbita abdominal, no peito ou nas costas, os pacientes devem ser aconselhados a consultar imediatamente um médico.

Gravidez

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Não há estudos adequados e bem controlados sobre o uso de levofloxacino em mulheres grávidas. Em estudos experimentais utilizando fluorquinolonas, incluindo o levofloxacino, foi verificado o risco de danos nas cartilagens de organismos em crescimento.

Amamentação

Devido ao potencial de ocorrência de reações adversas graves nos lactentes de mães em tratamento com fluorquinolonas, incluindo o levofloxacino hemi-hidratado, nas cartilagens de organismos em crescimento Levoxin® (levofloxacino) 750 mg não deve ser utilizado por mulheres que estejam amamentando.

Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.

Informe seu médico se estiver amamentando.

Crianças e adolescentes

A segurança e a eficácia da utilização do levofloxacino em crianças e adolescentes não foram estabelecidas. No entanto, já foi demonstrado que as quinolonas, classe dos antibióticos à qual pertence Levoxin® (levofloxacino), produzem erosão nas articulações que suportam peso, bem como outros sinais de doença das articulações, em animais jovens de várias espécies. Portanto, a utilização do levofloxacino nessas faixas etárias é contraindicada.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Levoxin® pode provocar efeitos neurológicos adversos como vertigem e tontura, portanto, você não deve dirigir veículos, operar máquinas ou dedicar-se a outras atividades que exijam coordenação e alerta mental até que se saiba qual a reação individual frente ao medicamento.

Alterações dos níveis de glicose sanguínea, incluindo hiperglicemia (aumento) e hipoglicemia (diminuição), foram relatadas em pacientes tratados concomitantemente com quinolônas e agentes antidiabéticos. Portanto, recomenda-se monitoração cuidadosa da glicose sanguínea quando esses agentes forem administrados em conjunto.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Levoxin?

As informações fornecidas abaixo estão baseadas nos dados de estudos clínicos, em 5244 pacientes tratados com levofloxacino e em extensa experiência pós-comercialização internacional desta molécula nesta concentração.

De acordo com as recomendações, têm-se utilizado os seguintes índices de frequência:

  • <li>Muito Comum: Acima de 10%;</li> <li>Comum: de 1% a 10%;</li> <li>Incomum: de 0,1% a 1%;</li> <li>Raro: de 0,01% a 0,1%;</li> <li>Muito raro: menos que 0,01%;</li> <li>Casos isolados.</li>

Reações alérgicas ou na pele

Comum

Erupções na pele (rash), coceira.

Incomum

Erupções na pele, inflamação de veias,reações alérgicas.

Raro

Coceira generalizada, necrólise epidermal tóxica, ou Síndrome de Lyell (doença rara e grave, na qual a camada superficial da pele se desprende em lâminas), obstrução da passagem de ar pelos brônquios pela alergia e falta de ar.

Muito raro

Inchaço dos vasos, pressão baixa, fotossensibilização (alterações na pele causadas pela luz).

Casos isolados

Erupções bolhosas graves como Síndrome de Steven’s Johnson, eritema multiforme exsudativo (doença alérgica composta de febre, úlceras e bolhas na pele), toxicidade pela luminosidade, choque anafilático/anafilactoide (reação alérgica grave).

Algumas vezes, asreações alérgicas e de pele/mucosas podem ocorrer mesmo após a primeira dose.

Gastrintestinal, metabolismo

Comum

Náusea, vômitos, diarreia, indigestão, constipação, dor abdominal.

Incomum

Anorexia (falta de apetite), dispepsia (acidez), hiperglicemia ou hipoglicemia (aumento ou diminuição dos níveis sanguíneos de glicose, respectivamente), hipercalemia (aumento dos níveis de potássio no sangue), pancreatite, estomatite (inflamação e inchaço da língua), diarreia comsangue, que emcasos muito raros pode serindicativa de infecção no intestino, incluindo colite pseudomembranosa (inflamação do intestino pela bactéria Clostridium dificille).

Neurológica/Psiquiátrica

Comum

Tontura, dor de cabeça, insônia

Incomum

Sonolência, desordens do sono, pesadelos, confusão, convulsões, tremor, ansiedade, depressão.

Raro

Reações psicóticas(por exemplo: alucinações), parestesia (dormência), agitação.

Muito raro

Neuropatia periférica sensorial ou sensório-motora (doença em alguns nervos dos membros, afetando a sensação e/ou movimentação), distúrbios visuais(como visão dupla) e auditivos, distúrbios no paladar e olfato.

Casos isolados

Reações psicóticas com comportamentos de auto-risco, incluindo atos ou idealizações suicidas, encefalopatia (alterações inflamatórias no cérebro), neuropatia periférica (certos nervos não funcionam corretamente), hipertensão intracraniana (aumento da pressão dentro do crânio), paranoia.

Cardiovascular

Comum

Dor no peito, inchaço.

Incomum

Arritmia ventricular (arritmia nos ventrículos cardíacos), taquicardia ventricular, parada cardíaca.

Raro

Taquicardia (aceleração dos batimentos cardíacos), pressão baixa, inflamação nos vasos sanguíneos.

Muito raro

Choque (quadros de alergia muito graves que podem levar à morte)

Casos isolados

Torsaide de pointes (tipo de arritmia cardíaca), prolongamento do intervalo QT (tipo de arritmia cardíaca).

Músculo-esquelética

Incomum

Alterações na marcha, dor, inchaço ou inflamação das articulações, dores e problemas musculares e nos tendões.

Muito raro

Fraqueza muscular, que pode ser de extrema importância em pacientes com miastenia grave (tipo de doença que afeta a musculatura).

Casos isolados

Rabdomiólise (lesão do tecido dos músculos), lesões musculares, exacerbação de miastenia gravis, ruptura do tendão (por exemplo: tendão de Aquiles).

Problemas no fígado e nos rins

Incomum

Aumento das enzimas hepáticas(exame de sangue que mostra lesão do fígado), aumento da bilirrubina (enzima do fígado) e creatinina sérica (exame que vê a função renal), alteração da função do fígado, insuficiência do funcionamento dosrins.

Raro&nbsp;

Morte de células do fígado, hepatite, icterícia (amarelamento da pele e olhos devido ao mau funcionamento do fígado).

Muito raro

Outras alterações do fígado.

Casos isolados

Nefrite intersticial (lesão do tecido do rim), hepatotoxicidade (lesão do fígado), levando a insuficiência do fígado, com casos fatais.

Problemas sanguíneos

Incomum

Anemia (diminuição das células vermelhas do sangue), diminuição dos leucócitos (células de defesa do sangue) e das plaquetas(células que fazem a coagulação sanguínea).

Raro&nbsp;

Neutropenia (diminuição de alguns tipos de células de defesa no sangue), diminuição de todas as células do sangue, anemia por destruição das células vermelhas, falta ou acentuada redução das células de defesa do sangue, falta de produção das células sanguíneas pela medula, púrpura trombocitopênica (diminuição do número de plaquetas no sangue).

Casos isolados

Eosinofilia (aumento dos eosinófilos, tipo de célula sanguínea), aumento do tempo de protrombina (exame que vê a coagulação).

Outros

Comum

Infecção por cândida nos órgãos genitais, inflamação da vagina, falta de ar.

Incomum

Fraqueza,supercrescimento de fungos e proliferação de outros microrganismosresistentes

Raro

Febre, doença do soro (reação alérgica tardia).

Muito raro

Pneumonite alérgica (inflamação dos pulmões por alergia).

Casos isolados

Alveolite extrínseca alérgica (inflamação do pulmão de origemalérgica).

Outros efeitos indesejáveis possivelmente relacionados à classe das fluorquinolonas (classe de antibióticos onde o levofloxacino se encaixa)

Muito raro

Sintomas extrapiramidais (dificuldades para se movimentar e perda de equilíbrio) e outras alterações na coordenação muscular, vasculite de hipersensibilidade (inflamação dos vasos por alergia) e crises de porfiria em pacientes comporfiria (doença que tem manifestações na pele e nervos).

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova concentração no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversosimprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

Qual a composição do Levoxin?

Cada comprimido revestido contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Levofloxacino (equivalente a 768,69 mg de levofloxacino hemi-hidratado)</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">750 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: lactose, povidona, croscarmelose sódica, dióxido de silício, estearato de magnésio, hipromelose, macrogol, dióxido de titânio, óxido de ferro vermelho, óxido de ferro amarelo.

Apresentação do&nbsp;Levoxin

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimidos revestidos de 750 mg</h3> <p>Caixas com 5, 7, e 14 comprimidos.</p> <p><strong>Uso oral.</strong></p> <p><strong>Uso adulto acima de 18 anos.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Levoxin maior do que a recomendada?

De acordo com estudos de toxicidade em animais, os sinais mais importantes após a ocorrência de superdose oral aguda com levofloxacino são: sintomas no sistema nervoso central como confusão (alteração da habilidade motora e atenção), vertigens (tonturas), alterações de consciência (perda de velocidade de raciocínio, dificuldade de concentração) e convulsões (contrações involuntárias dos músculos ou dos membros). Podem ocorrer reações gastrintestinais como náuseas e erosões da mucosa (gastrite e úlceras).

Emestudos de farmacologia clínica realizados com superdosesforamobservados aumento do intervalo QT.

Tratamento

Em caso de superdose, o paciente deve ser observado cuidadosamente (incluindo monitorização do ECG) e tratamento sintomático deve serimplementado.

Se ocorrer superdose aguda, deve-se considerar também a lavagem gástrica e podem-se utilizar antiácidos para a proteção da mucosa gástrica.

A hemodiálise, incluindo diálise peritoneal e CAPD (diálise peritoneal ambulatorial contínua) não são efetivas em remover o levofloxacino do corpo. Não existe antídoto específico.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Levoxin com outros remédios?

Levoxin® (levofloxacino) pode interagir com outros medicamentos. É importante que você mantenha uma lista escrita de todos os medicamentos (com e sem prescrição médica) que você está tomando, bem como quaisquer produtos, tais como vitaminas, minerais ou outros suplementos dietéticos. Você deve levar esta lista com você cada vez que visitar o médico ou se você for internado em um hospital. Essa lista também é uma informação importante para levar com você em caso de emergências.

  • <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) e anti&#xE1;cidos contendo c&#xE1;lcio, magn&#xE9;sio ou alum&#xED;nio, bem como <a href="https://consultaremedios.com.br/sucralfato/bula" target="_blank">sucralfato</a>, c&#xE1;tions met&#xE1;licos como ferro, prepara&#xE7;&#xF5;es multivitam&#xED;nicas contendo <a href="https://consultaremedios.com.br/zinco/bula" target="_blank">zinco</a> ou produtos que contenham qualquer uma dessas subst&#xE2;ncias, podem interferir na absor&#xE7;&#xE3;o gastritestinal do levofloxacino, resultando em n&#xED;veis na urina e no soro consideravelmente inferiores ao desej&#xE1;vel. Esses agentes devem ser tomados pelo menos duas horas antes ou duas horas depois da administra&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) e teofilina pode prolongar a meia-vida desta &#xFA;ltima, elevar os n&#xED;veis de teofilina no soro e aumentar o risco de rea&#xE7;&#xF5;es adversas relacionadas &#xE0; teofilina. Portanto, os n&#xED;veis de teofilina devem ser cuidadosamente monitorados e os necess&#xE1;rios ajustes em suas doses devem ser realizados, se necess&#xE1;rio, quando o levofloxacino for administrado em conjunto. Rea&#xE7;&#xF5;es adversas, incluindo convuls&#xF5;es, podem ocorrer com ou sem a eleva&#xE7;&#xE3;o do n&#xED;vel de teofilina no soro;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante do Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) com a <a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">digoxina</a> ou a <a href="https://consultaremedios.com.br/ciclosporina/bula" target="_blank">ciclosporina</a> n&#xE3;o exige modifica&#xE7;&#xE3;o das doses de nenhum dos medicamentos. Entretanto, os n&#xED;veis de digoxina devem ser cuidadosamente monitorados caso voc&#xEA; esteja em tratamento concomitante com a digoxina;</li> <li>Certos derivados quinol&#xF4;nicos, incluindo o levofloxacino, podem aumentar os efeitos do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/anticoagulante/c" target="_blank">anticoagulante</a> <a href="https://consultaremedios.com.br/varfarina-sodica/bula" target="_blank">varfarina</a> ou de seus derivados. Quando estas subst&#xE2;ncias forem administradas ao mesmo tempo, o tempo de protrombina ou outros testes de coagula&#xE7;&#xE3;o aceit&#xE1;veis devem ser monitorados cuidadosamente, principalmente em pacientes idosos;</li> <li>O levofloxacino pode ser administrado com seguran&#xE7;a a pacientes em tratamento concomitante com probenecida ou <a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">cimetidina</a> desde que a dose do levofloxacino seja adequadamente ajustada com base na sua fun&#xE7;&#xE3;o renal uma vez que a probenecida e a cimetidina diminuem a depura&#xE7;&#xE3;o renal e prolongam a meia-vida do levofloxacino;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de f&#xE1;rmacos anti-inflamat&#xF3;rios n&#xE3;o-esteroidais e de derivados quinol&#xF4;nicos, incluindo o levofloxacino, pode aumentar o risco de estimula&#xE7;&#xE3;o do sistema nervoso central e de convuls&#xF5;es.</li>

A absorção e a biodisponibilidade do levofloxacino em indivíduos infectados com o HIV, com ou sem tratamento concomitante com zidovudina, foram semelhantes. Portanto, não parece necessário realizar ajustes de dose do levofloxacino, quando estiver sendo administrado concomitantemente com a zidovudina. Os efeitos do levofloxacino sobre a farmacocinética da zidovudina não foram avaliados. Algumas quinolonas, incluindo levofloxacino, podem produzir resultado falso positivo para opióides em exames de urina realizados em kits de imunoensaio comercialmente disponíveis. Dependendo da situação, pode ser necessário confirmar a presença de opióides com métodos mais específicos.

O levofloxacino pode inibir o crescimento do microrganismo Mycobacterium tuberculosis e, portanto, pode fornecer resultados falso-negativos nos diagnósticos bacteriológicos da tuberculose.

É desaconselhável a ingestão de bebidas alcoólicas durante o tratamento com Levoxin®. Medidas gerais de higiene devem ser observadas para controlar fontes de infecções ou de reinfecções.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Levoxin com alimentos?

Não existe interação clinicamente significativa de levofloxacino comprimidos com alimentos. Levofloxacino comprimidos pode, portanto, ser administrado concomitante a alimentos.

Qual a ação da substância do Levoxin (Levofloxacino)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimido</h3> <h4>Dados de seguran&#xE7;a pr&#xE9;-cl&#xED;nica</h4> <h5>Toxicidade aguda:</h5> <p>Os valores da dose letal m&#xE9;dia (DL 50) obtidos em camundongos e ratos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de levofloxacino foram de 1500-2000 mg/Kg. A administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg/Kg, por via oral em macacos induziram poucos efeitos al&#xE9;m de v&#xF4;mito.</p> <h5>Toxicidade em doses repetidas:</h5> <p>Foram conduzidos estudos com gavagem em ratos e macacos com dura&#xE7;&#xE3;o de um e seis meses. As doses foram de 50, 200, 800 mg/kg/dia e 20, 80, 320 mg/kg/dia durante 1 e 6 meses em ratos e 10, 30, 100 mg/kg/dia e 10, 25, 62,5 mg/kg/dia durante 1 e 6 meses em macacos.</p> <p>Os sinais de rea&#xE7;&#xF5;es ao tratamento foram discretos em ratos, com efeitos leves principalmente na dose de 200 mg/kg/dia ou mais, com discreta redu&#xE7;&#xE3;o no consumo de alimentos e altera&#xE7;&#xE3;o leve dos par&#xE2;metros hematol&#xF3;gicos e bioqu&#xED;micos. Foi conclu&#xED;do nesse estudo que o NOEL (N&#xED;vel de Efeito Adverso N&#xE3;o Observado) foi de 200 e 20 mg/kg/dia ap&#xF3;s 1 e 6 meses, respectivamente.</p> <p>A toxicidade ap&#xF3;s dose oral em macacos foi m&#xED;nima com redu&#xE7;&#xE3;o no peso corp&#xF3;reo de 100 mg/kg/dia concomitante com saliva&#xE7;&#xE3;o, diarreia e diminui&#xE7;&#xE3;o do pH urin&#xE1;rio em alguns animais nesta dose. N&#xE3;o foi observada toxicidade no estudo de 6 meses. Os NOELS foram definidos como sendo 30 e 62,5 mg/kg/dia ap&#xF3;s 1 e 6 meses, respectivamente.</p> <p>No estudo de seis meses, o NOEL foi definido como sendo 20 e 62,5 mg/kg/dia em ratos e macacos, respectivamente.</p> <h5>Carcinogenicidade:</h5> <p>N&#xE3;o foi observada nenhuma indica&#xE7;&#xE3;o de potencial carcinog&#xEA;nico em estudo de 2 anos, em ratos com administra&#xE7;&#xE3;o diet&#xE9;tica (0, 10, 30 e 100 mg/kg/dia).</p> <h5>Genotoxicidade:</h5> <p>Na aus&#xEA;ncia de ativa&#xE7;&#xE3;o metab&#xF3;lica, o levofloxacino n&#xE3;o induziu muta&#xE7;&#xF5;es g&#xEA;nicas em c&#xE9;lulas bacterianas ou de mam&#xED;feros, por&#xE9;m induziu aberra&#xE7;&#xF5;es cromoss&#xF4;micas em c&#xE9;lulas de pulm&#xE3;o de hamster chin&#xEA;s <em>in vitro</em> em concentra&#xE7;&#xF5;es iguais ou superiores a 100 &#x3BC;g/mL. Testes <em>in vivo</em> (micron&#xFA;cleos, altera&#xE7;&#xE3;o de crom&#xE1;tides irm&#xE3;s, s&#xED;ntese de DNA n&#xE3;o programada e testes letais dominantes) n&#xE3;o mostraram qualquer potencial genot&#xF3;xico.</p> <h5>Teratogenicidade:</h5> <p>O levofloxacino n&#xE3;o foi teratog&#xEA;nico em ratos, em doses orais t&#xE3;o altas quanto 810 mg/kg/dia. Nenhuma teratogenicidade foi observada em coelhos em dose oral de 50 mg /kg/dia.</p> <h5>Toxicidade reprodutiva:</h5> <p>O levofloxacino n&#xE3;o causou dano na fertilidade ou no desenvolvimento reprodutivo em ratos com doses orais t&#xE3;o altas quanto 360 mg/kg/dia. O levofloxacino n&#xE3;o apresentou efeito na fertilidade, e seu &#xFA;nico efeito no feto foi a matura&#xE7;&#xE3;o retardada como resultado de toxicidade materna.</p> <h5>Fototoxicidade:</h5> <p>Estudos em ratos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral mostraram que o levofloxacino apresenta atividade fotot&#xF3;xica apenas em doses muito elevadas. O levofloxacino n&#xE3;o demonstrou qualquer potencial genot&#xF3;xico nos ensaios de fotomutagenicidade e reduziu o potencial de desenvolvimento de tumor nos ensaios de fotocarcinogenicidade.</p> <h5>Toxicidade nas articula&#xE7;&#xF5;es:</h5> <p>Em comum com outras fluorquinolonas, o levofloxacino mostrou efeito na cartilagem (ves&#xED;culas e cavidades) em ratos e c&#xE3;es. Estes efeitos foram mais caracter&#xED;sticos em animais jovens.</p> <h4>Estudos Cl&#xED;nicos</h4> <p>A efic&#xE1;cia de levofloxacino oral/venoso 750 mg 1x/dia por 5 dias em adultos com PAC, SAB, ITU complicada e PA foi avaliada em alguns estudos publicados, originados a partir de protocolos de n&#xE3;o inferioridade randomizados, duplocegos, multic&#xEA;ntricos, comparativos conduzidos nos EUA. Os desfechos prim&#xE1;rios destes estudos foram a taxa de sucesso cl&#xED;nico (propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes que apresentaram melhora ou cura) 7-14 dias ap&#xF3;s o fim do tratamento <sup>(7)</sup> ou entre os dias 17-24 do estudo <sup>(8)</sup>, ou a taxa de erradica&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica entre os dias 15-22 do estudo <sup>(9,10)</sup>. Os detalhes das popula&#xE7;&#xF5;es analisadas nos diferentes estudos est&#xE3;o mostradas nas tabelas 1 e 2. As defini&#xE7;&#xF5;es de resposta cl&#xED;nica e microbiol&#xF3;gica variaram entre os estudos. Cura cl&#xED;nica foi definida como a resolu&#xE7;&#xE3;o de sintomas e sinais cl&#xED;nicos, sem a necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. Melhora cl&#xED;nica foi caracterizada uma redu&#xE7;&#xE3;o significativa de sinais e sintomas, mas sem resolu&#xE7;&#xE3;o completa, ainda que n&#xE3;o houvesse necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. Falha cl&#xED;nica ocorreu na aus&#xEA;ncia de resposta a terapia (ou resposta incompleta), e a necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. As respostas microbiol&#xF3;gicas foram determinadas em culturas de esp&#xE9;cimes respirat&#xF3;rios ou sangu&#xED;neos e inclu&#xED;ram a erradica&#xE7;&#xE3;o (todos os pat&#xF3;genos identificados em amostras na entrada do estudo foram erradicados), persist&#xEA;ncia (pelo menos um pat&#xF3;geno identificado na entrada do estudo persistiu) ou desconhecida (incluindo os que perderam seguimento) <sup>(7,8-10)</sup>. Em pacientes portadores de ITU complicada ou PA, a erradica&#xE7;&#xE3;o foi baseada na redu&#xE7;&#xE3;o de pat&#xF3;genos para &#x2264; 104 unidades/mL formadoras de col&#xF4;nias <sup>(9,10)</sup>. A classifica&#xE7;&#xE3;o de erradica&#xE7;&#xE3;o presumida <sup>(7,8)</sup> ou persistente presumida<sup> (7-9)</sup> foi utilizada quando os pacientes consideraram sucesso cl&#xED;nico ou falha cl&#xED;nica, mas a cultura n&#xE3;o estava dispon&#xED;vel para teste.</p> <p>As an&#xE1;lises estat&#xED;sticas destes estudos foram conduzidas com as vari&#xE1;veis cl&#xED;nicas ou microbiol&#xF3;gicas<sup> (7,9-12)</sup> ou com a inten&#xE7;&#xE3;o de tratar as diferentes popula&#xE7;&#xF5;es <sup>(9,10,13,14)</sup>.</p> <p><strong>Tabela 1: Efic&#xE1;cia de levofloxacino (LEV) venoso/oral 750 mg uma vez diaa (1x) por 5 dias versus LEV 500 mg (1x) por 10 dias em pacientes com pneumonia adquirida na comunidade (PAC) ou sinusite aguda bacteriana (SAB). Dados de estudos prospectivos de n&#xE3;o inferioridade, randomizados, duplo-cegos e multic&#xEA;ntricos <sup>(7, 8)</sup> e de suban&#xE1;lises retrospectivas de PAC <sup>(11-13)</sup>. Adaptado da refer&#xEA;ncia 1</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Estudos</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\"><strong>Tratamento - dose (1x)/mg (dura&#xE7;&#xE3;o/dia)</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:201px\"><strong>Resposta Clinica % (n) <sup>b,c</sup></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:177px\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:194px\"><strong>Resposta Microbiol&#xF3;gica % (n) <sup>b,c,d</sup></strong></td> <td style=\"width:190px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"6\" style=\"text-align:center\"><strong>Prospectivos</strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes PAC <sup>e</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">92,4 (198)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-7,0/4,4<sup>f</sup> </td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">93,2 (103)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-8,6/7,0</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">91,1 (192)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">92,4 (92)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes SAB<sup>g</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">91,4 (152)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-10,0/4,2<sup>f</sup> </td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">91,5 (153)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">NR</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">88,6 (149)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">89,4 (151)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"6\" style=\"text-align:center\"><strong>Retrospectivos</strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes PAC (bact.. at&#xED;picas)<sup>e</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">95,5 (66)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-6,8/8,8</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">NR</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">NR</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">96,5 (57)<br> &amp;nbsp;</br></td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes PAC grave</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">90,8 (76)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-15,9/5,4</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">88,9 (36)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-18,3/15,6</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">85,5 (83)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">87,5 (32)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes PAC &#x2265; 65 anos<sup>h</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">89 (73)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-7,1/12,7</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">90,3 (31)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">NR</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">91,9(86)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">87,5 (16)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> </tbody> </table> <p><sup>(a)</sup> Pacientes em uso de 750 mg/dia 5 dias e placebo por mais 5 dias.<br> <sup>(b)</sup> Resposta cl&#xED;nica (sucesso) definida como cura e/ou melhora sintomas; resposta microbiol&#xF3;gica definida como erradica&#xE7;&#xE3;o ou erradica&#xE7;&#xE3;o presumida de todos os pat&#xF3;genos identificados no in&#xED;cio do estudo.<br> <sup>(c)</sup> Desfecho prim&#xE1;rio foi a resposta cl&#xED;nica (taxa) ap&#xF3;s 7-14 dias tratamento ou entre os dias 17 e 24 do estudo.<br> <sup>(d)</sup> Pacientes avaliados com resposta cl&#xED;nica e com pat&#xF3;genos identificados no in&#xED;cio do estudo, excluindo-se a culturas bacteriol&#xF3;gicas inapropriadas.<br> <sup>(e)</sup> Popula&#xE7;&#xE3;o para analise cl&#xED;nica prim&#xE1;ria: inten&#xE7;&#xE3;o de tratar pacientes excluindo-se os diagn&#xF3;sticos n&#xE3;o confirmados, desvio ou viola&#xE7;&#xE3;o de protocolo, perda de dados ou de seguimento, ou ainda uso de terapia efetiva concomitante.<br> <sup>(f)</sup> A n&#xE3;o inferioridade da levofloxacino 750 mg 1x/dia por 5 dias foi estabelecida como o limite superior do intervalo de confian&#xE7;a 95% para a diferen&#xE7;a da taxa de resposta entre os grupos &lt;15%.<br> <sup>(g)</sup> Popula&#xE7;&#xE3;o para analise microbiol&#xF3;gica prim&#xE1;ria: pacientes que seguiram o protocolo e tiveram diagn&#xF3;stico microbiol&#xF3;gico confirmado.<br> <sup>(h)</sup> Popula&#xE7;&#xE3;o para an&#xE1;lise prim&#xE1;ria: inten&#xE7;&#xE3;o de tratar pacientes que receberam uma ou mais doses da medica&#xE7;&#xE3;o de estudo.<br> <strong>NR:</strong> N&#xE3;o relatado</br></br></br></br></br></br></br></br></p> <p><strong>Tabela 2: Efic&#xE1;cia de levofloxacino venoso/oral (LEV) 750 mg uma vez dia (1x) por 5 dias versus <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-ciprofloxacino/pa\" target=\"_blank\">ciprofloxacino</a> (CIP) 400 mg venoso/500 mg oral duas vezes/dia (2x) por 10 dias em pacientes (pctes) com infec&#xE7;&#xE3;o do trato urin&#xE1;ria complicada (ITUc) ou pielonefrite aguda (PA). Dados de estudo prospectivo de n&#xE3;o inferioridade, randomizado, duplo-cego e multic&#xEA;ntrico <sup>(9)</sup> e de an&#xE1;lise separada de pacientes com PA <sup>(10)</sup>. Adaptado da refer&#xEA;ncia 1</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Estudo (popula&#xE7;&#xE3;o analise prim&#xE1;ria)</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\"><strong>Tratamento dose/mg (dura&#xE7;&#xE3;o/dias)</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:195px\"><strong>Resposta Cl&#xED;nica % (n) <sup>a</sup></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:181px\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:180px\"><strong>Resposta Microbiol&#xF3;gica %</strong></td> <td style=\"width:200px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"6\" style=\"text-align:center\"><strong>Estudo principal</strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pctes ITUc ou PA popula&#xE7;&#xE3;o ITT modificado<sup>C</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\">LEV 750 1x (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">81,1 (317)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-7,2/5,3</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">79,8 (317)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-6,3/6,3<sup>d</sup> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:223px\">CIP 400/500 2x<br> (10)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">80,1 (302)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">79,8 (302)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pcts avalia&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\">LEV 750 1x (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">86,4 (265)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-3,9/7,8</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">86,0 (265)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-2,5/8,9<sup>d</sup> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:223px\">CIP 400/500 2x (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">88,6 (241)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">89,2 (241)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"6\" style=\"text-align:center\"><strong>An&#xE1;lise separada</strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pctes PA popula&#xE7;&#xE3;o ITT modificado<sup>C</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\">LEV 750 1x (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">86,2 (94)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-16,0/4,9</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">83,0 (94)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-14,4/7,6<sup>d</sup> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:223px\">CIP 400/500 2x (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">80,6 (98)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">79,6 (98)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pcts avalia&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\">LEV 750 1x (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">92,5 (80)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-12,0/6,0</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">92,5 (80)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-7,1/8,9<sup>d</sup> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:223px\">CIP 400/500 2x (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">89,5 (76)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">93,4 (76)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-</td> </tr> </tbody> </table> <p><sup>(a)</sup> Resposta cl&#xED;nica (sucesso) definida como cura e/ou melhora sintomas; resposta microbiol&#xF3;gica definida como erradica&#xE7;&#xE3;o ou erradica&#xE7;&#xE3;o presumida de todos os pat&#xF3;genos identificados no in&#xED;cio do estudo.<br> <sup>(b)</sup> Desfecho prim&#xE1;rio foi a erradica&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica (taxa) entre os dias 15 e 22 do estudo (visita ap&#xF3;s tratamento).<br> <sup>(c)</sup> Popula&#xE7;&#xE3;o ITT modificado (desfecho co-prim&#xE1;rio): inten&#xE7;&#xE3;o de tratar pacientes com diagn&#xF3;stico microbiol&#xF3;gico, urocultura positiva com &#x2265; 105 UFC/mL e um ou mais pat&#xF3;genos urin&#xE1;rios no in&#xED;cio do estudo.<br> <sup>(d)</sup> A n&#xE3;o inferioridade de levofloxacino 750 mg 1x dia por 5 dias foi estabelecida como o limite superior do intervalo de confian&#xE7;a 95% para a diferen&#xE7;a da taxa de resposta entre os grupos &lt;15%.<br> <sup>(e)</sup> Pacientes com avalia&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica (desfecho co-prim&#xE1;rio): inten&#xE7;&#xE3;o de tratar modificado de pacientes que n&#xE3;o perderam o seguimento, tinham dados de avalia&#xE7;&#xE3;o ap&#xF3;s o tratamento e seguiram o protocolo de estudo.</br></br></br></br></p> <h5>As conclus&#xF5;es destes estudos s&#xE3;o:</h5> <ul> <li>O levofloxacino 750 mg uma vez ao dia por 5 dias foi t&#xE3;o efetiva quanto 500 mg uma vez ao dia por 10 dias no tratamento da PAC na totalidade da popula&#xE7;&#xE3;o estudada, assim como em pacientes com PAC causada por organismos at&#xED;picos, em pacientes com PAC grave e nos acima de 65 anos (Tabela 1).</li> <li>No tratamento da SAB em adultos, levofloxacino 750 mg uma vez ao dia por 5 dias foi igualmente t&#xE3;o efetiva quanto 500 mg uma vez ao dia por 10 dias (Tabela 2);</li> <li>O levofloxacino 750 mg uma vez ao dia por 5 dias foi t&#xE3;o efetiva quanto o ciprofloxacino 400 ou 500 mg duas vezes ao dia por 10 dias no tratamento de adultos com ITU complicada ou PA (Tabela 2).</li> </ul> <p>A utiliza&#xE7;&#xE3;o de tratamento antimicrobiano para exacerba&#xE7;&#xF5;es de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/dpoc/c\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/doenca-pulmonar-obstrutiva\" target=\"_blank\">Doen&#xE7;a Pulmonar Obstrutiva</a> Cr&#xF4;nica (DPOC) est&#xE1; indicada em v&#xE1;rias diretrizes nacionais e internacionais <sup>(15)</sup>, em particular nos pacientes que se apresentam clinicamente como portadores de bronquite cr&#xF4;nica. Estudo randomizado, cego, de grupos paralelos realizado em portadores de exacerba&#xE7;&#xE3;o de bronquite cr&#xF4;nica, comparou dois esquemas distintos em portadores de bronquite cr&#xF4;nica n&#xE3;o complicada (VEF1 &#x2265; 50% previsto e &lt; 4 exacerba&#xE7;&#xF5;es/ano) e bronquite cr&#xF4;nica complicada (VEF1&#x2264; 50% previsto ou entre 50 e 65% + presen&#xE7;a co-morbidades &#x2265; 4 exacerba&#xE7;&#xF5;es/ano). O primeiro grupo de pacientes recebeu levofloxacino 750 mg via oral, uma vez ao dia por 3 dias ou <a href=\"https://consultaremedios.com.br/azitromicina/bula\" target=\"_blank\">azitromicina</a> 500mg/dia no primeiro dia seguido de 250mg/dia entre o dia 2 e 5 do tratamento. No segundo grupo de pacientes (exacerba&#xE7;&#xE3;o por bronquite cr&#xF4;nica complicada) os pacientes receberam levofloxacino 750 mg via oral, uma vez ao dia, por 5 dias ou amoxacilina 875 mg + clavulanato 125 mg, duas vezes ao dia, por 10 dias. Sucesso na avalia&#xE7;&#xE3;o de par&#xE2;metros cl&#xED;nicos (melhora de sintomas e retorno a condi&#xE7;&#xE3;o basal) foi similar na compara&#xE7;&#xE3;o levofloxacino/azitromicina (93,0 versus 90,1%, respectivamente) e levofloxacino/amoxa-clavulanato (79,2 versus 81,7%, respectivamente). Para pacientes que realizaram avalia&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica, a resposta cl&#xED;nica com levofloxacino por 3 dias foi superior que azitromicina por 5 dias (96,3 versus 87,4%, respectivamente), e similar na compara&#xE7;&#xE3;o entre levofloxacino por 5 dias em rela&#xE7;&#xE3;o a amoxacilinaclavulanato por 10 dias nos portadores de bronquite cr&#xF4;nica complicada (81,4 versus 80,9%, respectivamente). A erradica&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica foi superior com levofloxacino por 3 dias comparada a azitromicina por 5 dias (93,8 versus 82,8%, respectivamente), e similar na compara&#xE7;&#xE3;o levofloxacino 5 dias com amoxacilina-clavulanato 10 dias (81,4 versus 79,8%, respectivamente). <sup>(16)</sup></p> <p>Em an&#xE1;lise post-hoc deste mesmo estudo <sup>(17)</sup>, 341 pat&#xF3;genos foram isolados, 41,9% deles flora tradicional de exacerba&#xE7;&#xF5;es de bronquite cr&#xF4;nica, 53,1% outros microrganismos Gram-negativos e 5% Gram-positivos. A susceptibilidade geral dos pat&#xF3;genos &#xE0; levofloxacino foi de 97,1% e 90,6% &#xE0; amoxacilina/clavulanato (p&lt;0,001). Os eventos adversos foram semelhantes entre os grupos. Os autores concluem pela similaridade dos tratamentos para as diferentes gravidades de exacerba&#xE7;&#xE3;o de bronquite cr&#xF4;nica.</p> <p>Estudo cl&#xED;nico publicado em 2002 verificou a efic&#xE1;cia do levofloxacino na dose de 750 mg para o tratamento de infec&#xE7;&#xF5;es de pele e subcut&#xE2;neo complicadas. 339 pacientes foram randomizados na propor&#xE7;&#xE3;o 1:1 para receber levofloxacino 750mg 1X/dia endovenoso, oral ou endovenoso/oral, ou tircacilina-clavulanato 3,1g endovenoso a cada 4 a 6 horas, que pode ser seguido por amoxicilina-clavulanato 875mg a cada 12 horas. Na popula&#xE7;&#xE3;o clinicamente avali&#xE1;vel, os dois regimes mostraram equival&#xEA;ncia terap&#xEA;utica (taxas de sucesso de 84,1% e 80,3%, respectivamente).</p> <p>Na popula&#xE7;&#xE3;o microbiologicamente avali&#xE1;vel, a taxa de erradica&#xE7;&#xE3;o foi de 83,7% nos tratados com levofloxacino, e de 71,4% nos tratados com tircacilina-clavulanato (intervalo de confian&#xE7;a de 95%: -24,3 a - 0,2). Ambos os tratamentos foram bem tolerados. Este estudo demonstra que levofloxacino (750mg 1X/dia) &#xE9; seguro e pelo menos t&#xE3;o efetivo que tircacilina-clavulanato para o tratamento de infec&#xE7;&#xE3;o de pele e subcut&#xE2;neo complicada. <sup>(19)</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\"><strong>Refer&#xEA;ncias dos resultados de efic&#xE1;cia</strong></span></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Anderson VR, Perry CM. Levofloxacin. A Review of its Use as a High-Dose, Short Course Treatment for Bacterial Infection. Drugs 2008; 68: 535-565.<br> 2. Croom KF, Goa KL. Levofloxacin: a review of its use in the treatment of bacterial infections in the United States. Drugs 2003; 63: 2769-802.<br> 3. File Jr TM. New insights in the treatment by levofloxacin. Chemotherapy 2004; 50 Suppl. 1: 22-8.<br> 4. Wargo KA, Wargo NA, Eiland III EH. Maximizing pharmacodynamics with high dose levofloxacin. Hosp Pharm 2005; 40: 777-87.<br> 5. Segreti J, House HR, Siegel RE. Principles of antibiotic treatment of community acquired pneumonia in the outpatient setting. Am J Med 2005; 118: 21-8S.<br> 6. Mandell LA, Wunderink RG, Anzueto, Bartlett JG, Campbell GD, Dean NC et al. Thoracic Society Consensus Guidelines on the Management of Community-Acquired Pneumoniain Adults. Clinical Infectious Diseases 2007; 44:S27&#x2013;72.<br> 7. Dunbar LM, Wunderink RG, Habib MP, et al. High-dose, short course levofloxacin for communityacquired pneumonia: a new treatment paradigm [published erratum appears in Clin Infect Dis 2003; 37: 1147]. Clin Infect Dis 2003; 37: 752-60.<br> 8. Poole M, Anon J, Paglia M, et al. A trial of high-dose, short course levofloxacin for the treatment of acute bacterial sinusitis. Otolaryngol Head Neck Surg 2006; 134: 10-7.<br> 9. Peterson J, Kaul S, Khashab M, et al. A double-blind, randomized comparison of levofloxacin 750mg once-daily for 5 days with ciprofloxacin 400/500mg twice-daily for 10 days for the treatment of complicated urinary tract infections and acute pyelonephritis. Urology 2008; 71: 17-22.<br> 10. Klausner HA, Brown P, Peterson J, et al. A trial of levofloxacin 750 mg once daily for 5 days versus ciprofloxacin 400 mg and 500 mg twice daily for 10 days in the treatment of acute pyelonephritis. Curr Med Res Opin 2007; 22: 2637-45.<br> 11. Dunbar LM, Khashab MM, Kahn JB, et al. Efficacy of 750-mg 5-day levofloxacin in the treatment of community-acquired pneumonia caused by atypical pathogens. Curr Med Res Opin 2004; 20: 555-63.<br> 12. Shorr AF, Khashab MM, Xiang JX, et al. Levofloxacin 750-mg for 5 days for the treatment of hospitalized fine risk class III/IV community-acquired pneumonia patients. Respir Med 2006; 100: 2129-36.<br> 13. Shorr AF, Zadeikis N, Xiang JX, et al. A multicenter, randomized, double-blind, retrospective comparison of 5- and 10-day regimens of levofloxacin in a subgroup of patients aged &#x2265;65 years with communityacquired pneumonia. Clin Ther 2005; 27: 1251-9.<br> 14. File Jr TM, Milkovich G, Tennenberg AM, et al. Clinical implications of 750 mg, 5 day levofloxacin for the treatment community-acquired pneumonia. Curr Med Res Opin 2004; 20: 1473-81.<br> 15. GOLD. Global strategy for the diagnosis, management, and prevention of chronic obstructive pulmonary disease. Uptodate 2008. www.goldcopd.com. Acessado em setembro 2009.<br> 16. Martinez FJ, Grossman FR, Zadeikis N, Fisher AC, Walker K, Ambruzs ME, Tennenberg AM. Patient stratification in the management of acute bacterial exacerbation of chronic bronchitis: the role of levofloxacin 750 mg. Eur Respir J 2005; 25: 1001&#x2013;1010.<br> 17. Grossman RF, Ambrusz ME, Fisher AC, Khashab MM, Kahn JB. Levofloxacin 750 mg QD for five days versus amoxicillin/clavulanate 875 mg/125 mg BID for ten days for treatment of acute bacterial exacerbation of chronic bronchitis: a post hoc analysis of data from severely ill patients. Clin Ther. 2006; 28:1175-80.<br> 18. Frei CR, Jaso TC, Mortensen EM, Restrepo MI, Raut MK, Oramasionwu CU, Ruiz AD, Makos BR, Ruiz JL, Attridge RT, Mody SH, Fisher A, Schein JR. Medical resource utilization among communityacquired pneumonia patients initially treated with levofloxacin 750 mg daily versus ceftriaxone 1000 mg plus azithromycin 500 mg daily: a US-based study. Curr Med Res Opin. 2009;25:859-68.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h3>Injet&#xE1;vel</h3> <p>Segundo Croom &amp; Goa (2003) diversos estudos comparativos randomizados confirmam a efic&#xE1;cia do levofloxacino (oral ou intravenoso) no tratamento de adultos com infec&#xE7;&#xF5;es respirat&#xF3;rias, geniturin&#xE1;rias, da pele e dos tecidos moles, com doses di&#xE1;rias de 250, 500 ou 750 mg.</p> <p>De acordo com Anderson &amp; Perry (2008) a efic&#xE1;cia do levofloxacino via oral ou intravenosa ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de doses de 750 mg uma vez ao dia por 5 dias j&#xE1; foi bem estabelecida em diversos estudos randomizados em adultos, para tratamento da PAC, SBA, PA e infec&#xE7;&#xF5;es complicadas durante a interna&#xE7;&#xE3;o na UTI.</p> <p>Conforme Inoshita e colaboradores (2010) a levofloxacino foi eficaz na profilaxia de infec&#xE7;&#xF5;es bacterianas ap&#xF3;s cirurgias dos seios paranasais.</p> <p>A efic&#xE1;cia do levafloxacino no tratamento da pneumonia nasocomial e PAC foi demonstrada por diversos autores. <sup>(1)</sup>&amp;nbsp;Este f&#xE1;rmaco tamb&#xE9;m pode ser utilizado para tratamento da exacerba&#xE7;&#xE3;o da bronquite <sup>(2)</sup> e da SBA. <span style=\"font-size:10.8333px\">(3)</span></p> <p>Em infec&#xE7;&#xF5;es do trato gastro geniturin&#xE1;rio, o levofloxacino tamb&#xE9;m demonstrou efic&#xE1;cia, com taxa de cura cl&#xED;nica e microbiol&#xF3;gica maior que 80%. <sup>(4)</sup></p> <p>O levofloxacino foi eficaz em tratar infec&#xE7;&#xF5;es da pele e dos tecidos moles n&#xE3;o complicados.&amp;nbsp;<sup>(5)</sup></p> <p>Segundo Croom &amp; Goa (2003) a administra&#xE7;&#xE3;o de levofloxacino parece ser bem tolerada, sendo que a maior parte dos eventos adversos registrados s&#xE3;o de severidade leve a moderada. Os principais eventos relatados foram n&#xE1;usea, diarreia, vaginites, dor abdominal e ins&#xF4;nia. A dose n&#xE3;o parece exercer efeito significante no aparecimento de eventos adversos.</p> <p>Ainda segundo Croom &amp; Goa (2003) o levofloxacino possui baixo potencial para causar rea&#xE7;&#xF5;es de fototoxicidade (incid&#xEA;ncia de 0,03%). Desordens dos tend&#xF5;es, toxidade severa do f&#xED;gado, hipoglicemia e hiperglicemia s&#xE3;o sintomas raros, assim como altera&#xE7;&#xF5;es c&#xE1;rdicas (prolonga&#xE7;&#xE3;o do intervalo QT registrada em menos que 1 em 1 milh&#xE3;o de pacientes nos Estados Unidos).</p> <p>Portanto, baseando-se nos estudos realizados, foram demonstradas a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a do levofloxacino no tratamento de diversas infec&#xE7;&#xF5;es incluindo as do trato respirat&#xF3;rio superior e inferior, da pele e tecidos moles, do trato urin&#xE1;rio e dos ossos.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Norrby et al, 1998; Croom &amp; Goa, 2003; West et al, 2003; File&amp;nbsp;JR. et al, 1997; Zhao et al, 2014.<br> 2. Croom &amp; Goa, 2003; Langtry &amp; Lamb, 1998; Hurst et al, 2002.<br> 3.&amp;nbsp;Langtry &amp; Lamb, 1998; Hurst et al,2002.<br> 4.&amp;nbsp;Croom &amp; Goa, 2003; Klinberg et al, 1998; Richard et al, 1998; Anderson &amp; Pierry, 2008.<br> 5.&amp;nbsp;Croom &amp; Goa, 2003; TARSHIS et al, 2001.</br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Comprimido</h3> <h4>Propriedades farmacodin&#xE2;micas</h4> <h5>Mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o:</h5> <p>O Levofloxacino &#xE9; um agente antibacteriano sint&#xE9;tico de amplo espectro, para administra&#xE7;&#xE3;o oral.</p> <p>Quimicamente, o levofloxacino &#xE9; o is&#xF4;mero lev&#xF3;giro (is&#xF4;mero-L) do racemato ofloxacina, um agente antibacteriano quinol&#xF4;nico. A atividade antibacteriana da ofloxacina deve-se basicamente ao is&#xF4;mero-L. O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino e de outros antimicrobianos quinol&#xF4;nicos envolve a inibi&#xE7;&#xE3;o da DNA-girase (topoisomerase bacteriana II), uma enzima necess&#xE1;ria &#xE0; replica&#xE7;&#xE3;o, transcri&#xE7;&#xE3;o, restaura&#xE7;&#xE3;o e recombina&#xE7;&#xE3;o do DNA. Nesse sentido, o is&#xF4;meroL produz mais liga&#xE7;&#xF5;es de hidrog&#xEA;nio e, portanto, complexos mais est&#xE1;veis com a DNA-girase do que o is&#xF4;mero-D.</p> <p>Microbiologicamente, isso se traduz numa atividade antibacteriana 25 a 40 vezes maior para o is&#xF4;mero-L, o levofloxacino, do que para o is&#xF4;mero-D. Os derivados quinol&#xF4;nicos inibem r&#xE1;pida e especificamente a s&#xED;ntese do DNA bacteriano.</p> <h5>Microbiologia:</h5> <p>O levofloxacino apresenta atividade <em>in vitro</em> contra um amplo espectro de bact&#xE9;rias aer&#xF3;bicas e anaer&#xF3;bicas grampositivas e gram-negativas.</p> <p>A atividade bactericida do levofloxacino &#xE9; r&#xE1;pida e frequentemente ocorre em n&#xED;veis pr&#xF3;ximos da Concentra&#xE7;&#xE3;o Inibit&#xF3;ria M&#xED;nima (CIM).</p> <h6>O levofloxacino exibe atividade <em>in vitro</em> contra a maioria das cepas dos microrganismos citados a seguir:</h6> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li><em>Enterococcus faecalis;</em></li> <li><em>Staphylococcus aureus methi-S;</em></li> <li><em>Staphylococcus epidermidis methi-S;</em></li> <li><em>Staphylococcus saprophyticus;</em></li> <li><em>Streptococcus pneumonia;</em></li> <li><em>Streptococcus pyogenes.</em></li> </ul> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-negativos</strong></p> <ul> <li><em>Enterobacter cloacae;</em></li> <li><em>Escherichia coli;</em></li> <li><em>Haemophilus influenzae;</em></li> <li><em>Haemophilus parainfluenzae;</em></li> <li><em>Klebsiella pneumoniae;</em></li> <li><em>Legionella pneumophila;</em></li> <li><em>Moraxella catarrhalis;</em></li> <li><em>Proteus mirabilis*;</em></li> <li><em>Pseudomonas aeruginosa*;</em></li> <li><em>Serratia marcescens*.</em></li> </ul> <p><strong>Outros microrganismos</strong></p> <ul> <li><em>Chlamydophila pneumoniae;</em></li> <li><em>Mycoplasma pneumoniae.</em></li> </ul> <p>Para os micro-organismos abaixo dados <em>in vitro</em> est&#xE3;o dispon&#xED;veis. Entretanto, a seguran&#xE7;a e efic&#xE1;cia do tratamento de infec&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas causadas por estes micro organismos ainda n&#xE3;o est&#xE1; bem estabelecida.</p> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li><em>Staphylococcus haemolyticus;</em></li> <li> <em>Streptococcus &#x3B2;-haemolyticus </em>(grupo C/F)<em>;</em> </li> <li> <em>Streptococcus &#x3B2;-haemolyticus </em>(grupo G)<em>;</em> </li> <li><em>Streptococcus agalactiae;</em></li> <li><em>Streptococcus milleri;</em></li> <li><em>Viridans group streptococci;</em></li> <li><em>Bacillus anthracis.</em></li> </ul> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-negativos</strong></p> <ul> <li><em>Acinetobacter baumannii;</em></li> <li><em>Acinetobacter lwoffii;</em></li> <li><em>Bordetella pertussis;</em></li> <li><em>Citrobacter koseri;</em></li> <li><em>Citrobacter freundii;</em></li> <li><em>Enterobacter aerogenes;</em></li> <li><em>Enterobacter sakasakii;</em></li> <li><em>Klebsiella oxytoca;</em></li> <li><em>Morganella morganii;</em></li> <li><em>Pantoea agglomerans;</em></li> <li><em>Proteus vulgaris;</em></li> <li><em>Providencia rettgeri;</em></li> <li><em>Providencia stuartii;</em></li> <li><em>Pseudomonas fluorescens;</em></li> <li><em>Yersinia pestis.</em></li> </ul> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li><em>Clostridium perfringens.</em></li> </ul> <p>O levofloxacino &#xE9; ativo contra as cepas produtoras de beta-lactamase dos microrganismos listados anteriormente. O levofloxacino n&#xE3;o &#xE9; ativo contra <em>Treponema pallidum</em>.</p> <p>Resist&#xEA;ncia ao levofloxacino devido &#xE0; muta&#xE7;&#xE3;o espont&#xE2;nea <em>in vitro</em> &#xE9; um fen&#xF4;meno muito raro. Embora tenha sido observada resist&#xEA;ncia cruzada entre levofloxacino e outras fluorquinolonas, alguns microrganismos resistentes a outras quinolonas, como o <a href=\"https://consultaremedios.com.br/ofloxacino/bula\" target=\"_blank\">ofloxacino</a>, podem ser sens&#xED;veis ao levofloxacino. Na falta de um teste de sensibilidade ao levofloxacino, a sensibilidade do microrganismo ao ofloxacino pode ser utilizada para predizer a sensibilidade ao levofloxacino. Contudo, embora microrganismos sens&#xED;veis ao ofloxacino possam ser considerados sens&#xED;veis ao levofloxacino, o contr&#xE1;rio nem sempre &#xE9; verdadeiro.</p> <h4>Propriedades farmacocin&#xE9;ticas</h4> <p>O levofloxacino &#xE9; r&#xE1;pido e quase completamente absorvido ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral. O pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica &#xE9; obtido uma a duas horas ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o. A biodisponibilidade absoluta de uma dose oral de 500 mg de levofloxacino &#xE9; de aproximadamente 99%. A ingest&#xE3;o de alimentos n&#xE3;o altera de maneira clinicamente significativa a absor&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino.</p> <p>A atividade do levofloxacino depende de sua concentra&#xE7;&#xE3;o, e o preditor mais utilizado para medir sua efic&#xE1;cia cl&#xED;nica e microbiol&#xF3;gica &#xE9; a rela&#xE7;&#xE3;o entre a &#xE1;rea sob a curva de tempo da concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica (AUC) dividida pela concentra&#xE7;&#xE3;o inibit&#xF3;ria m&#xED;nima (MIC). Uma raz&#xE3;o AUC/MIC maior que 30 &#xE9; utilizada em alguns estudos para prever a atividade <em>in vivo</em>, particularmente contra o pneumococo, mas uma raz&#xE3;o mais elevada (&gt;100) parece indicar um efeito bactericida, reduzindo o potencial de ocorrer muta&#xE7;&#xE3;o bacteriana. Em an&#xE1;lises farmacodin&#xE2;micas simuladas com levofloxacino 750 mg, a probabilidade de uma rela&#xE7;&#xE3;o AUC/MIC &#x2265; 30 ser obtida no plasma foi &#x2265; 97%. Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral, o levofloxacino &#xE9; rapidamente absorvido e concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas m&#xE1;ximas s&#xE3;o alcan&#xE7;adas em 1 a 2 horas.</p> <p>As concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas do levofloxacino ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa s&#xE3;o semelhantes e compar&#xE1;veis, em extens&#xE3;o (AUC), &#xE0;s obtidas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral, quando se utilizam doses equivalentes (mg/mg). Portanto, a via oral e a via intravenosa podem ser consideradas intercambi&#xE1;veis. A farmacocin&#xE9;tica do levofloxacino &#xE9; linear e previs&#xED;vel ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de doses &#xFA;nicas e doses m&#xFA;ltiplas de 50 a 600 mg. As concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas aumentam proporcionalmente com o aumento das doses orais, numa faixa de 250 a 1.000mg. O estado de equil&#xED;brio &#xE9; atingido em per&#xED;odo de 3 dias.</p> <p>O volume m&#xE9;dio de distribui&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino varia, em geral, de 89 a 112 litros ap&#xF3;s doses &#xFA;nicas ou m&#xFA;ltiplas de 500 mg, indicando ampla distribui&#xE7;&#xE3;o pelos tecidos.</p> <p>As concentra&#xE7;&#xF5;es m&#xE1;ximas do levofloxacino na mucosa br&#xF4;nquica e flu&#xED;do epitelial ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg foram de 8,3 mcg/g e 10,8 mcg/mL, respectivamente. Estas concentra&#xE7;&#xF5;es foram alcan&#xE7;adas em aproximadamente uma hora ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o. A concentra&#xE7;&#xE3;o nos tecidos pulmonares ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg por via oral foi de aproximadamente 11,3 mcg/g e foi alcan&#xE7;ada 4 a 6 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o. As concentra&#xE7;&#xF5;es nos pulm&#xF5;es constantemente excederam &#xE0;s do plasma. Nos flu&#xED;dos vesicais as concentra&#xE7;&#xF5;es m&#xE1;ximas de levofloxacino foram de 4,0 e 6,7 mcg/mL, 2 - 4 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o, ap&#xF3;s 3 dias com doses de 500 mg, uma ou duas vezes ao dia, respectivamente.</p> <p>A penetra&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino na bile &#xE9; r&#xE1;pida e completa. O levofloxacino tamb&#xE9;m penetra rapidamente no tecido &#xF3;sseo, tanto na cabe&#xE7;a do f&#xEA;mur quanto na sua parte distal. Os picos de concentra&#xE7;&#xE3;o tissular variam de 2,4 a 15 mcg/g e s&#xE3;o obtidos cerca de 2 a 3 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral. A liga&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> s&#xE9;ricas &#xE9; de aproximadamente 30 a 40%.</p> <p>O levofloxacino &#xE9; esterioquimicamente est&#xE1;vel no plasma e na urina e n&#xE3;o se converte metabolicamente no seu enanti&#xF4;mero, a D-ofloxacina. A biotransforma&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino &#xE9; limitada, uma vez que a droga &#xE9; basicamente excretada inalterada na urina. Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral, aproximadamente 87% da dose administrada &#xE9; recuperada inalterada, na urina, num per&#xED;odo de 48 horas, enquanto que menos de 4% da dose &#xE9; recuperada nas fezes, num per&#xED;odo de 72 horas. As concentra&#xE7;&#xF5;es urin&#xE1;rias m&#xE9;dias, 8 - 12 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de uma dose oral &#xFA;nica de 150 mg, 300 mg ou 500 mg de levofloxacino foram 44 mg/L, 91 mg/L e 200 mg/L, respectivamente. Menos de 5% da dose administrada &#xE9; recuperada na urina como desmetil e N-&#xF3;xido metab&#xF3;litos, os &#xFA;nicos metab&#xF3;litos identificados no homem. Estes metab&#xF3;litos n&#xE3;o apresentam atividade farmacol&#xF3;gica relevante.</p> <p>A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica terminal m&#xE9;dia do levofloxacino varia de 6 a 8 horas, ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de doses &#xFA;nicas ou de doses m&#xFA;ltiplas.</p> <p>A farmacocin&#xE9;tica do levofloxacino fica alterada em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal, portanto &#xE9; necess&#xE1;rio o ajuste da dose.</p> <p>N&#xE3;o h&#xE1; diferen&#xE7;as significativas na cin&#xE9;tica do levofloxacino entre jovens e idosos, a n&#xE3;o ser as diferen&#xE7;as associadas ao <em>clearance</em> de creatinina.</p> <p>A an&#xE1;lise separada de indiv&#xED;duos do sexo feminino e masculino demonstrou diferen&#xE7;as variando de pequenas &#xE0; n&#xE3;o significativas da farmacocin&#xE9;tica do levofloxacino com rela&#xE7;&#xE3;o ao sexo. O significado cl&#xED;nico destas diferen&#xE7;as ainda n&#xE3;o est&#xE1; claro.</p> <h3>Injet&#xE1;vel</h3> <h4>Mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>O levofloxacino &#xE9; um agente antibacteriano sint&#xE9;tico de amplo espectro, para administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa.</p> <p>Quimicamente, o levofloxacino &#xE9; o is&#xF4;mero lev&#xF3;giro (is&#xF4;mero-L) do racemato ofloxacino, um agente antibacteriano quinol&#xF4;nico. A atividade antibacteriana do ofloxacino deve-se basicamente ao is&#xF4;mero-L. O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino e de outros antimicrobianos fluoroquinol&#xF4;nicos envolve a inibi&#xE7;&#xE3;o da Topoisomerase IV bacteriana e da DNA-girase (ambas s&#xE3;o Topoisomerase bacteriana tipo II), enzimas necess&#xE1;rias para a replica&#xE7;&#xE3;o, transcri&#xE7;&#xE3;o, restaura&#xE7;&#xE3;o e recombina&#xE7;&#xE3;o do DNA. Nesse sentido, o is&#xF4;mero-L produz mais liga&#xE7;&#xF5;es de hidrog&#xEA;nio e, portanto, complexos mais est&#xE1;veis com a DNA-girase do que o is&#xF4;mero-D. Microbiologicamente, isso se traduz numa atividade antibacteriana 25 a 40 vezes maior para o is&#xF4;mero-L, o levofloxacino, do que para o is&#xF4;mero-D. Os derivados quinol&#xF4;nicos inibem r&#xE1;pida e especificamente a s&#xED;ntese do DNA bacteriano.</p> <h5>Microbiologia:</h5> <p>O levofloxacino apresenta atividade <em>in vitro</em> contra um amplo espectro de bact&#xE9;rias aer&#xF3;bicas e anaer&#xF3;bicas gram-positivas e gram-negativas. A atividade bactericida do levofloxacino &#xE9; r&#xE1;pida e frequentemente ocorre em n&#xED;veis pr&#xF3;ximos da Concentra&#xE7;&#xE3;o Inibit&#xF3;ria M&#xED;nima (CIM).</p> <h6>O levofloxacino exibe atividade <em>in vitro</em> contra a maioria das cepas dos microrganismos citados a seguir:</h6> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li> <em>Enterococcus avium, Staphylococcus hominis, Streptococcus milleri, Enterococcus faecium, Streptococcus constellatus, Streptococcus sanguis, Staphylococcus aureus, Streptococcus, Streptococcus </em>(Grupo<em> Viridans); </em>(Grupo C/F, D, G)<em>, Sthaphylococcus epidermidis.</em> </li> </ul> <p><strong>Anaer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li><em>Clostridium perfringens, Peptostreptococcus anaerobius, Propionibacterium acnes, Clostridium spp., Peptostreptococcus Magnus.</em></li> </ul> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-negativos</strong></p> <ul> <li><em>Acinetobacter anitratus, Legionella spp., Salmonella enteritidis, Acinetobacter baumannii, Morganella morganii, Salmonella spp, Acinetobacter lwoffii, Neisseria gonorrhoeae, Serratia liquefaciens, Aeromonas hydrophila, N. gonorrhoeae (produtora Serratia marcescens de penicilinase), Bordetella pertussis, Serratia spp, Campylobacter jejuni, Proteus vulgaris, Shigella spp, Citrobacter diversus, Providencia rettgeri, Stenotrophomonas maltophilia, Pantoea (Enterobacter) aerogenes, Providencia spp., Vibrio cholerae, Enterobacter agglomerans, Providencia stuartii, Vibrio parahaemolyticus, Enterobacter sakazakii, Pseudomonas fluorescens, Yersinia enterocolitica, Flavobacterium meningosepticum, Pseudomonas putida.</em></li> </ul> <p><strong>Anaer&#xF3;bios Gram-negativos</strong></p> <ul> <li><em>Bacteroides distasonis, Bacteroides intermedius, Veillonella parvula, Bacteroides fragilis.</em></li> </ul> <p><strong>Outros microrganismos:</strong></p> <ul> <li><em>Mycobacterium fortuitum, Mycobacterium tuberculosis, Mycoplasma hominis, Mycobacterium kansasii, Mycoplasma fermentans, Ureaplasma urealyticum, Mycobacterium marinum.</em></li> </ul> <p>O levofloxacino &#xE9; ativo contra as cepas produtoras de beta-lactamase dos microrganismos listados anteriormente. O levofloxacino n&#xE3;o &#xE9; ativo contra Treponema pallidum.</p> <h5>O levofloxacino tem se mostrado ativo contra a maioria das cepas suscept&#xED;veis dos seguintes microrganismos, tanto <em>in vitro</em> como em infec&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas:</h5> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li><em>Enterococcus faecalis, Staphylococcus saprophyticus, Streptococcus pneumoniae, Staphylococcus aureus, Streptococcus agalactiae, Streptococcus pyogenes, Staphylococcus epidermidis.</em></li> </ul> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-negativos</strong></p> <ul> <li><em>Citrobacter freundii, Haemophilus parainfluenzae, Moraxella catarrhalis, Enterobacter cloacae, Klebsiella oxytoca, Proteus mirabilis, Escherichia coli, Klebsiella pneumoniae, Pseudomonas aeruginosa, Haemophilus influenzae, Legionella pneumophila.</em></li> </ul> <p><strong>Outros microrganismos</strong></p> <ul> <li><em>Chlamydia pneumoniae, Mycoplasma pneumoniae.</em></li> </ul> <p>A resist&#xEA;ncia ao levofloxacino devida &#xE0; muta&#xE7;&#xE3;o espont&#xE2;nea <em>in vitro</em> &#xE9; um fen&#xF4;meno muito raro. Embora tenha sido observada resist&#xEA;ncia cruzada entre levofloxacino e outras fluorquinolonas, alguns microrganismos resistentes a outras quinolonas, como o ofloxacino, podem ser sens&#xED;veis ao levofloxacino.</p> <p>Na falta de um teste de sensibilidade ao levofloxacino, a sensibilidade do microrganismo ao ofloxacino pode ser utilizada para predizer a sensibilidade ao levofloxacino. Contudo, embora microrganismos sens&#xED;veis ao ofloxacino possam ser considerados sens&#xED;veis ao levofloxacino, o contr&#xE1;rio nem sempre &#xE9; verdadeiro.</p> <h4>Propriedades farmacocin&#xE9;ticas</h4> <p>A farmacocin&#xE9;tica do levofloxacino &#xE9; linear e previs&#xED;vel ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de doses &#xFA;nicas e doses m&#xFA;ltiplas. O estado de equil&#xED;brio &#xE9; atingido 48 horas ap&#xF3;s a&amp;nbsp;administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg em esquemas de uma dose e de duas doses di&#xE1;rias. O volume m&#xE9;dio de distribui&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino varia, em geral, de 74 a 112 litros ap&#xF3;s doses &#xFA;nicas ou m&#xFA;ltiplas de 500 mg ou 750 mg, indicando ampla distribui&#xE7;&#xE3;o pelos tecidos. A penetra&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino na pele &#xE9; r&#xE1;pida e completa. O levofloxacino tamb&#xE9;m penetra rapidamente no tecido &#xF3;sseo, tanto na cabe&#xE7;a do f&#xEA;mur quanto na sua parte distal. A liga&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino &#xE0;s prote&#xED;nas s&#xE9;ricas, <em>in vitro</em>, &#xE9; de aproximadamente 24 a 38%, numa faixa de 1 a 10 mcg/mL; a liga&#xE7;&#xE3;o se faz principalmente com a <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/albumina-serica\" target=\"_blank\">albumina s&#xE9;rica</a>.</p> <p>O levofloxacino &#xE9; esterioquimicamente est&#xE1;vel no plasma e na urina e n&#xE3;o se converte metabolicamente no seu enanti&#xF4;mero, o Dofloxacino. A biotransforma&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino &#xE9; limitada, uma vez que o f&#xE1;rmaco &#xE9; basicamente excretado inalterado na urina. Menos de 5% da dose administrada &#xE9; recuperada na urina como desmetil e N-&#xF3;xido metab&#xF3;litos, os &#xFA;nicos metab&#xF3;litos identificados no homem. Estes metab&#xF3;litos n&#xE3;o apresentam atividade farmacol&#xF3;gica relevante.</p> <p>A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica terminal m&#xE9;dia do levofloxacino varia de 6 a 8 horas, ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de doses &#xFA;nicas ou de doses m&#xFA;ltiplas. A depura&#xE7;&#xE3;o total aparente m&#xE9;dia e a depura&#xE7;&#xE3;o renal variam de 144 a 226 mL/min e 96 a 142 mL/min, respectivamente. A depura&#xE7;&#xE3;o renal al&#xE9;m da taxa de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular sugere que ocorre secre&#xE7;&#xE3;o tubular do levofloxacino adicionalmente &#xE0; filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular. A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de cimetidina ou probenecida resulta em aproximadamente 24% e 36% de redu&#xE7;&#xE3;o na depura&#xE7;&#xE3;o renal do levofloxacino, indicando que a secre&#xE7;&#xE3;o de levofloxacino ocorre no t&#xFA;bulo renal proximal. N&#xE3;o foram encontrados cristais de levofloxacino em nenhuma das amostras de urina rec&#xE9;m-coletadas de indiv&#xED;duos recebendo levofloxacino.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Levoxin?

Você deve conservar Levoxin® comprimidos em temperatura ambiente (15°C a 30°C), protegido da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aspecto Físico

Os comprimidos revestidos de Levoxin® são oblongos de cor salmão.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres Legais do Levoxin

Reg. MS nº 1.0118.0617

Farmacêutico Responsável:
Rodrigo de Morais Vaz
CRF SP nº 39282

Registrado e fabricado por:
Apsen Farmacêutica S/A
Rua La Paz, nº 37/67
São Paulo - SP
CEP: 04755-020
CNPJ 62.462.015/0001-29
Indústria Brasileira





Centro de Atendimento ao Cliente (ligação gratuita):
0800 16 5678
infomed@apsen.com.br

®Marca registrada de Apsen Farmacêutica S/A.

Venda sob prescrição médica.&nbsp;

Só pode ser vendido com retenção da receita.

250mg, caixa com 14 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Levofloxacino
Classe Terapêutica
:
Fluorquinolonas Orais
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca 2 vias (Antibiótico - Venda Sob Prescrição Médica mediante Retenção da Receita)
Categoria
:
Antibióticos
Especialidade
:
Infectologia, Imunologia clínica, Pneumologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Levoxin, para o que é indicado e para o que serve?

Levoxin® (levofloxacino) 750 mg é indicado para o tratamento de sinusite aguda bacteriana (infecção aguda por bactérias das cavidades aeradas dos ossos da face), pneumonia adquirida na comunidade (pneumonia em pessoas que não estão internadas), infecções do trato urinário (bexiga e canais onde passa a urina) complicadas e pielonefrite aguda (infecção aguda dos rins) causadas por cepas susceptíveis de bactérias, em pacientes com funcionamento normal dos rins.

Como o&nbsp;Levoxin funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) 750 mg &#xE9; um medicamento pertencente ao grupo dos <a href=\"https://consultaremedios.com.br/infeccoes/antibioticos/c\" target=\"_blank\">antibi&#xF3;ticos</a>. Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) 750 mg &#xE9; indicado para uso oral, no tratamento de infec&#xE7;&#xF5;es causadas por germes sens&#xED;veis ao levofloxacino.</p> "}

Quais as contraindicações do Levoxin?

O uso deste medicamento é contraindicado em caso de hipersensibilidade conhecida ao levofloxacino, a outros antibióticos quinolônicos e/ou demais componentes da formulação.

Levoxin® (levofloxacino) não deve ser usado em crianças, adolescentes&nbsp;em fase de crescimento, durante a gravidez e em mulheres lactantes.

As doses recomendadas são válidas também para pacientes idosos. Não há necessidade de ajuste das doses, desde que esses pacientes não tenham doença renal.

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.

Como usar o Levoxin?

Levoxin® pode ser ingerido com ou sem alimentos. Você deve tomar Levoxin® da mesma forma todos os dias (com ou sem alimentos) aproximadamente no mesmo horário, conforme orientado por seu médico.

A posologia recomendada para pacientes adultos com função renal normal é de 1 comprimido (750 mg) uma vez ao dia por 3 a 5 dias ou de acordo com a indicação médica:

Sinusite aguda bacteriana

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Pneumonia adquirida na comunidade

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Infecções do trato urinário complicadas

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Pielonefrite aguda

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Nos pacientes com diminuição do funcionamento dos rins, as doses devem ser ajustadas pelo médico.

Não ultrapasse as dosagens recomendadas, exceto com orientação médica.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Levoxin?

{"tag":"hr","value":" <p>Caso voc&#xEA; se esque&#xE7;a de tomar uma das doses, tome-a assim que poss&#xED;vel, no entanto, se estiver pr&#xF3;ximo do hor&#xE1;rio da dose seguinte, espere por este hor&#xE1;rio,respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca tome duas doses de uma s&#xF3; vez.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Levoxin?

Este medicamento foi prescrito somente para você. Não compartilhe Levoxin® (levofloxacino) com ninguém, mesmo se eles apresentarem sintomas semelhantes aos seus.

Informe seu médico caso você tenha ou já tenha apresentado problemas de saúde ou alergias, problemas no tendão ou caso você utilize medicamentos para convulsão.

Pacientes predispostosà convulsão

Como com qualquer outra quinolona, o Levoxin® (levofloxacino) deve ser utilizado com extrema cautela em pacientes predispostos à convulsão.

Estes pacientes podem estar com lesão pré-existente do sistema nervoso central, ou em tratamento concomitante com fenbufeno e anti-inflamatórios não-esteroidais similares, ou com fármacos que diminuem o limiar da convulsão cerebral, como a teofilina.

Colite pseudomembranosa

A ocorrência de diarreia, particularmente grave, persistente e/ou com sangue, durante ou após o tratamento com levofloxacino, pode ser indicativa de colite pseudomembranosa devido ao microrganismo Clostridium dificile. Na suspeita de colite pseudomembranosa, a administração de Levoxin® (levofloxacino) deve ser interrompida imediatamente.

O tratamento com antibiótico específico apropriado deve ser iniciado imediatamente (por exemplo: vancomicina oral, teicoplanina oral ou metronidazol). Produtos que inibem o peristaltismo, ou seja, inibem a motilidade gastrintestinal, sãocontraindicadosnesta situação.

Tendinite

A tendinite, raramente observada com quinolonas, pode ocasionalmente levar a ruptura envolvendo particularmente o tendão de Aquiles. Este efeito indesejado pode ocorrer nas 48 horas do início do tratamento e pode ser bilateral. Os pacientes idosos estão mais predispostos à tendinite. O risco de ruptura de tendão pode ficar aumentado na administração concomitante de corticosteroides. Na suspeita de tendinite, o tratamento com Levoxin® (levofloxacino) deve ser interrompido imediatamente. O tratamento apropriado (por exemplo: imobilização) deve ser iniciado no tendão afetado.

Risco de aneurisma e dissecção da aorta

Estudos epidemiológicos relatam um aumento do risco de aneurisma e dissecção da aorta após a ingestão de fluoroquinolonas, particularmente na população idosa. Portanto, as fluoroquinolonas devem ser usadas apenas após avaliação cuidadosa do benefício-risco e após consideração de outras opções terapêuticas em pacientes com história familiar positiva de aneurisma, ou em pacientes diagnosticados com aneurisma aórtico pré-existente e /ou dissecção aórtica, ou na presença de outros fatores de risco ou condições predisponentes para aneurisma e dissecção da aorta (por exemplo, síndrome de Marfan, síndrome de Ehlers-Danlos vascular, arterite de Takayasu, arterite de células gigantes, doença de Behcet, hipertensão, aterosclerose conhecida).

Em caso de dor súbita abdominal, no peito ou nas costas, os pacientes devem ser aconselhados a consultar imediatamente um médico.

Gravidez

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Não há estudos adequados e bem controlados sobre o uso de levofloxacino em mulheres grávidas. Em estudos experimentais utilizando fluorquinolonas, incluindo o levofloxacino, foi verificado o risco de danos nas cartilagens de organismos em crescimento.

Amamentação

Devido ao potencial de ocorrência de reações adversas graves nos lactentes de mães em tratamento com fluorquinolonas, incluindo o levofloxacino hemi-hidratado, nas cartilagens de organismos em crescimento Levoxin® (levofloxacino) 750 mg não deve ser utilizado por mulheres que estejam amamentando.

Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.

Informe seu médico se estiver amamentando.

Crianças e adolescentes

A segurança e a eficácia da utilização do levofloxacino em crianças e adolescentes não foram estabelecidas. No entanto, já foi demonstrado que as quinolonas, classe dos antibióticos à qual pertence Levoxin® (levofloxacino), produzem erosão nas articulações que suportam peso, bem como outros sinais de doença das articulações, em animais jovens de várias espécies. Portanto, a utilização do levofloxacino nessas faixas etárias é contraindicada.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Levoxin® pode provocar efeitos neurológicos adversos como vertigem e tontura, portanto, você não deve dirigir veículos, operar máquinas ou dedicar-se a outras atividades que exijam coordenação e alerta mental até que se saiba qual a reação individual frente ao medicamento.

Alterações dos níveis de glicose sanguínea, incluindo hiperglicemia (aumento) e hipoglicemia (diminuição), foram relatadas em pacientes tratados concomitantemente com quinolônas e agentes antidiabéticos. Portanto, recomenda-se monitoração cuidadosa da glicose sanguínea quando esses agentes forem administrados em conjunto.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Levoxin?

As informações fornecidas abaixo estão baseadas nos dados de estudos clínicos, em 5244 pacientes tratados com levofloxacino e em extensa experiência pós-comercialização internacional desta molécula nesta concentração.

De acordo com as recomendações, têm-se utilizado os seguintes índices de frequência:

  • <li>Muito Comum: Acima de 10%;</li> <li>Comum: de 1% a 10%;</li> <li>Incomum: de 0,1% a 1%;</li> <li>Raro: de 0,01% a 0,1%;</li> <li>Muito raro: menos que 0,01%;</li> <li>Casos isolados.</li>

Reações alérgicas ou na pele

Comum

Erupções na pele (rash), coceira.

Incomum

Erupções na pele, inflamação de veias,reações alérgicas.

Raro

Coceira generalizada, necrólise epidermal tóxica, ou Síndrome de Lyell (doença rara e grave, na qual a camada superficial da pele se desprende em lâminas), obstrução da passagem de ar pelos brônquios pela alergia e falta de ar.

Muito raro

Inchaço dos vasos, pressão baixa, fotossensibilização (alterações na pele causadas pela luz).

Casos isolados

Erupções bolhosas graves como Síndrome de Steven’s Johnson, eritema multiforme exsudativo (doença alérgica composta de febre, úlceras e bolhas na pele), toxicidade pela luminosidade, choque anafilático/anafilactoide (reação alérgica grave).

Algumas vezes, asreações alérgicas e de pele/mucosas podem ocorrer mesmo após a primeira dose.

Gastrintestinal, metabolismo

Comum

Náusea, vômitos, diarreia, indigestão, constipação, dor abdominal.

Incomum

Anorexia (falta de apetite), dispepsia (acidez), hiperglicemia ou hipoglicemia (aumento ou diminuição dos níveis sanguíneos de glicose, respectivamente), hipercalemia (aumento dos níveis de potássio no sangue), pancreatite, estomatite (inflamação e inchaço da língua), diarreia comsangue, que emcasos muito raros pode serindicativa de infecção no intestino, incluindo colite pseudomembranosa (inflamação do intestino pela bactéria Clostridium dificille).

Neurológica/Psiquiátrica

Comum

Tontura, dor de cabeça, insônia

Incomum

Sonolência, desordens do sono, pesadelos, confusão, convulsões, tremor, ansiedade, depressão.

Raro

Reações psicóticas(por exemplo: alucinações), parestesia (dormência), agitação.

Muito raro

Neuropatia periférica sensorial ou sensório-motora (doença em alguns nervos dos membros, afetando a sensação e/ou movimentação), distúrbios visuais(como visão dupla) e auditivos, distúrbios no paladar e olfato.

Casos isolados

Reações psicóticas com comportamentos de auto-risco, incluindo atos ou idealizações suicidas, encefalopatia (alterações inflamatórias no cérebro), neuropatia periférica (certos nervos não funcionam corretamente), hipertensão intracraniana (aumento da pressão dentro do crânio), paranoia.

Cardiovascular

Comum

Dor no peito, inchaço.

Incomum

Arritmia ventricular (arritmia nos ventrículos cardíacos), taquicardia ventricular, parada cardíaca.

Raro

Taquicardia (aceleração dos batimentos cardíacos), pressão baixa, inflamação nos vasos sanguíneos.

Muito raro

Choque (quadros de alergia muito graves que podem levar à morte)

Casos isolados

Torsaide de pointes (tipo de arritmia cardíaca), prolongamento do intervalo QT (tipo de arritmia cardíaca).

Músculo-esquelética

Incomum

Alterações na marcha, dor, inchaço ou inflamação das articulações, dores e problemas musculares e nos tendões.

Muito raro

Fraqueza muscular, que pode ser de extrema importância em pacientes com miastenia grave (tipo de doença que afeta a musculatura).

Casos isolados

Rabdomiólise (lesão do tecido dos músculos), lesões musculares, exacerbação de miastenia gravis, ruptura do tendão (por exemplo: tendão de Aquiles).

Problemas no fígado e nos rins

Incomum

Aumento das enzimas hepáticas(exame de sangue que mostra lesão do fígado), aumento da bilirrubina (enzima do fígado) e creatinina sérica (exame que vê a função renal), alteração da função do fígado, insuficiência do funcionamento dosrins.

Raro&nbsp;

Morte de células do fígado, hepatite, icterícia (amarelamento da pele e olhos devido ao mau funcionamento do fígado).

Muito raro

Outras alterações do fígado.

Casos isolados

Nefrite intersticial (lesão do tecido do rim), hepatotoxicidade (lesão do fígado), levando a insuficiência do fígado, com casos fatais.

Problemas sanguíneos

Incomum

Anemia (diminuição das células vermelhas do sangue), diminuição dos leucócitos (células de defesa do sangue) e das plaquetas(células que fazem a coagulação sanguínea).

Raro&nbsp;

Neutropenia (diminuição de alguns tipos de células de defesa no sangue), diminuição de todas as células do sangue, anemia por destruição das células vermelhas, falta ou acentuada redução das células de defesa do sangue, falta de produção das células sanguíneas pela medula, púrpura trombocitopênica (diminuição do número de plaquetas no sangue).

Casos isolados

Eosinofilia (aumento dos eosinófilos, tipo de célula sanguínea), aumento do tempo de protrombina (exame que vê a coagulação).

Outros

Comum

Infecção por cândida nos órgãos genitais, inflamação da vagina, falta de ar.

Incomum

Fraqueza,supercrescimento de fungos e proliferação de outros microrganismosresistentes

Raro

Febre, doença do soro (reação alérgica tardia).

Muito raro

Pneumonite alérgica (inflamação dos pulmões por alergia).

Casos isolados

Alveolite extrínseca alérgica (inflamação do pulmão de origemalérgica).

Outros efeitos indesejáveis possivelmente relacionados à classe das fluorquinolonas (classe de antibióticos onde o levofloxacino se encaixa)

Muito raro

Sintomas extrapiramidais (dificuldades para se movimentar e perda de equilíbrio) e outras alterações na coordenação muscular, vasculite de hipersensibilidade (inflamação dos vasos por alergia) e crises de porfiria em pacientes comporfiria (doença que tem manifestações na pele e nervos).

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova concentração no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversosimprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

Qual a composição do Levoxin?

Cada comprimido revestido contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Levofloxacino (equivalente a 768,69 mg de levofloxacino hemi-hidratado)</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">750 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: lactose, povidona, croscarmelose sódica, dióxido de silício, estearato de magnésio, hipromelose, macrogol, dióxido de titânio, óxido de ferro vermelho, óxido de ferro amarelo.

Apresentação do&nbsp;Levoxin

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimidos revestidos de 750 mg</h3> <p>Caixas com 5, 7, e 14 comprimidos.</p> <p><strong>Uso oral.</strong></p> <p><strong>Uso adulto acima de 18 anos.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Levoxin maior do que a recomendada?

De acordo com estudos de toxicidade em animais, os sinais mais importantes após a ocorrência de superdose oral aguda com levofloxacino são: sintomas no sistema nervoso central como confusão (alteração da habilidade motora e atenção), vertigens (tonturas), alterações de consciência (perda de velocidade de raciocínio, dificuldade de concentração) e convulsões (contrações involuntárias dos músculos ou dos membros). Podem ocorrer reações gastrintestinais como náuseas e erosões da mucosa (gastrite e úlceras).

Emestudos de farmacologia clínica realizados com superdosesforamobservados aumento do intervalo QT.

Tratamento

Em caso de superdose, o paciente deve ser observado cuidadosamente (incluindo monitorização do ECG) e tratamento sintomático deve serimplementado.

Se ocorrer superdose aguda, deve-se considerar também a lavagem gástrica e podem-se utilizar antiácidos para a proteção da mucosa gástrica.

A hemodiálise, incluindo diálise peritoneal e CAPD (diálise peritoneal ambulatorial contínua) não são efetivas em remover o levofloxacino do corpo. Não existe antídoto específico.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Levoxin com outros remédios?

Levoxin® (levofloxacino) pode interagir com outros medicamentos. É importante que você mantenha uma lista escrita de todos os medicamentos (com e sem prescrição médica) que você está tomando, bem como quaisquer produtos, tais como vitaminas, minerais ou outros suplementos dietéticos. Você deve levar esta lista com você cada vez que visitar o médico ou se você for internado em um hospital. Essa lista também é uma informação importante para levar com você em caso de emergências.

  • <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) e anti&#xE1;cidos contendo c&#xE1;lcio, magn&#xE9;sio ou alum&#xED;nio, bem como <a href="https://consultaremedios.com.br/sucralfato/bula" target="_blank">sucralfato</a>, c&#xE1;tions met&#xE1;licos como ferro, prepara&#xE7;&#xF5;es multivitam&#xED;nicas contendo <a href="https://consultaremedios.com.br/zinco/bula" target="_blank">zinco</a> ou produtos que contenham qualquer uma dessas subst&#xE2;ncias, podem interferir na absor&#xE7;&#xE3;o gastritestinal do levofloxacino, resultando em n&#xED;veis na urina e no soro consideravelmente inferiores ao desej&#xE1;vel. Esses agentes devem ser tomados pelo menos duas horas antes ou duas horas depois da administra&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) e teofilina pode prolongar a meia-vida desta &#xFA;ltima, elevar os n&#xED;veis de teofilina no soro e aumentar o risco de rea&#xE7;&#xF5;es adversas relacionadas &#xE0; teofilina. Portanto, os n&#xED;veis de teofilina devem ser cuidadosamente monitorados e os necess&#xE1;rios ajustes em suas doses devem ser realizados, se necess&#xE1;rio, quando o levofloxacino for administrado em conjunto. Rea&#xE7;&#xF5;es adversas, incluindo convuls&#xF5;es, podem ocorrer com ou sem a eleva&#xE7;&#xE3;o do n&#xED;vel de teofilina no soro;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante do Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) com a <a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">digoxina</a> ou a <a href="https://consultaremedios.com.br/ciclosporina/bula" target="_blank">ciclosporina</a> n&#xE3;o exige modifica&#xE7;&#xE3;o das doses de nenhum dos medicamentos. Entretanto, os n&#xED;veis de digoxina devem ser cuidadosamente monitorados caso voc&#xEA; esteja em tratamento concomitante com a digoxina;</li> <li>Certos derivados quinol&#xF4;nicos, incluindo o levofloxacino, podem aumentar os efeitos do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/anticoagulante/c" target="_blank">anticoagulante</a> <a href="https://consultaremedios.com.br/varfarina-sodica/bula" target="_blank">varfarina</a> ou de seus derivados. Quando estas subst&#xE2;ncias forem administradas ao mesmo tempo, o tempo de protrombina ou outros testes de coagula&#xE7;&#xE3;o aceit&#xE1;veis devem ser monitorados cuidadosamente, principalmente em pacientes idosos;</li> <li>O levofloxacino pode ser administrado com seguran&#xE7;a a pacientes em tratamento concomitante com probenecida ou <a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">cimetidina</a> desde que a dose do levofloxacino seja adequadamente ajustada com base na sua fun&#xE7;&#xE3;o renal uma vez que a probenecida e a cimetidina diminuem a depura&#xE7;&#xE3;o renal e prolongam a meia-vida do levofloxacino;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de f&#xE1;rmacos anti-inflamat&#xF3;rios n&#xE3;o-esteroidais e de derivados quinol&#xF4;nicos, incluindo o levofloxacino, pode aumentar o risco de estimula&#xE7;&#xE3;o do sistema nervoso central e de convuls&#xF5;es.</li>

A absorção e a biodisponibilidade do levofloxacino em indivíduos infectados com o HIV, com ou sem tratamento concomitante com zidovudina, foram semelhantes. Portanto, não parece necessário realizar ajustes de dose do levofloxacino, quando estiver sendo administrado concomitantemente com a zidovudina. Os efeitos do levofloxacino sobre a farmacocinética da zidovudina não foram avaliados. Algumas quinolonas, incluindo levofloxacino, podem produzir resultado falso positivo para opióides em exames de urina realizados em kits de imunoensaio comercialmente disponíveis. Dependendo da situação, pode ser necessário confirmar a presença de opióides com métodos mais específicos.

O levofloxacino pode inibir o crescimento do microrganismo Mycobacterium tuberculosis e, portanto, pode fornecer resultados falso-negativos nos diagnósticos bacteriológicos da tuberculose.

É desaconselhável a ingestão de bebidas alcoólicas durante o tratamento com Levoxin®. Medidas gerais de higiene devem ser observadas para controlar fontes de infecções ou de reinfecções.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Levoxin com alimentos?

Não existe interação clinicamente significativa de levofloxacino comprimidos com alimentos. Levofloxacino comprimidos pode, portanto, ser administrado concomitante a alimentos.

Qual a ação da substância do Levoxin (Levofloxacino)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimido</h3> <h4>Dados de seguran&#xE7;a pr&#xE9;-cl&#xED;nica</h4> <h5>Toxicidade aguda:</h5> <p>Os valores da dose letal m&#xE9;dia (DL 50) obtidos em camundongos e ratos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de levofloxacino foram de 1500-2000 mg/Kg. A administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg/Kg, por via oral em macacos induziram poucos efeitos al&#xE9;m de v&#xF4;mito.</p> <h5>Toxicidade em doses repetidas:</h5> <p>Foram conduzidos estudos com gavagem em ratos e macacos com dura&#xE7;&#xE3;o de um e seis meses. As doses foram de 50, 200, 800 mg/kg/dia e 20, 80, 320 mg/kg/dia durante 1 e 6 meses em ratos e 10, 30, 100 mg/kg/dia e 10, 25, 62,5 mg/kg/dia durante 1 e 6 meses em macacos.</p> <p>Os sinais de rea&#xE7;&#xF5;es ao tratamento foram discretos em ratos, com efeitos leves principalmente na dose de 200 mg/kg/dia ou mais, com discreta redu&#xE7;&#xE3;o no consumo de alimentos e altera&#xE7;&#xE3;o leve dos par&#xE2;metros hematol&#xF3;gicos e bioqu&#xED;micos. Foi conclu&#xED;do nesse estudo que o NOEL (N&#xED;vel de Efeito Adverso N&#xE3;o Observado) foi de 200 e 20 mg/kg/dia ap&#xF3;s 1 e 6 meses, respectivamente.</p> <p>A toxicidade ap&#xF3;s dose oral em macacos foi m&#xED;nima com redu&#xE7;&#xE3;o no peso corp&#xF3;reo de 100 mg/kg/dia concomitante com saliva&#xE7;&#xE3;o, diarreia e diminui&#xE7;&#xE3;o do pH urin&#xE1;rio em alguns animais nesta dose. N&#xE3;o foi observada toxicidade no estudo de 6 meses. Os NOELS foram definidos como sendo 30 e 62,5 mg/kg/dia ap&#xF3;s 1 e 6 meses, respectivamente.</p> <p>No estudo de seis meses, o NOEL foi definido como sendo 20 e 62,5 mg/kg/dia em ratos e macacos, respectivamente.</p> <h5>Carcinogenicidade:</h5>"}

750mg, caixa com 14 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Levofloxacino
Classe Terapêutica
:
Fluorquinolonas Orais
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca 2 vias (Antibiótico - Venda Sob Prescrição Médica mediante Retenção da Receita)
Categoria
:
Antibióticos
Especialidade
:
Infectologia, Imunologia clínica, Pneumologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Levoxin, para o que é indicado e para o que serve?

Levoxin® (levofloxacino) 750 mg é indicado para o tratamento de sinusite aguda bacteriana (infecção aguda por bactérias das cavidades aeradas dos ossos da face), pneumonia adquirida na comunidade (pneumonia em pessoas que não estão internadas), infecções do trato urinário (bexiga e canais onde passa a urina) complicadas e pielonefrite aguda (infecção aguda dos rins) causadas por cepas susceptíveis de bactérias, em pacientes com funcionamento normal dos rins.

Como o&nbsp;Levoxin funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) 750 mg &#xE9; um medicamento pertencente ao grupo dos <a href=\"https://consultaremedios.com.br/infeccoes/antibioticos/c\" target=\"_blank\">antibi&#xF3;ticos</a>. Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) 750 mg &#xE9; indicado para uso oral, no tratamento de infec&#xE7;&#xF5;es causadas por germes sens&#xED;veis ao levofloxacino.</p> "}

Quais as contraindicações do Levoxin?

O uso deste medicamento é contraindicado em caso de hipersensibilidade conhecida ao levofloxacino, a outros antibióticos quinolônicos e/ou demais componentes da formulação.

Levoxin® (levofloxacino) não deve ser usado em crianças, adolescentes&nbsp;em fase de crescimento, durante a gravidez e em mulheres lactantes.

As doses recomendadas são válidas também para pacientes idosos. Não há necessidade de ajuste das doses, desde que esses pacientes não tenham doença renal.

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.

Como usar o Levoxin?

Levoxin® pode ser ingerido com ou sem alimentos. Você deve tomar Levoxin® da mesma forma todos os dias (com ou sem alimentos) aproximadamente no mesmo horário, conforme orientado por seu médico.

A posologia recomendada para pacientes adultos com função renal normal é de 1 comprimido (750 mg) uma vez ao dia por 3 a 5 dias ou de acordo com a indicação médica:

Sinusite aguda bacteriana

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Pneumonia adquirida na comunidade

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Infecções do trato urinário complicadas

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Pielonefrite aguda

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Nos pacientes com diminuição do funcionamento dos rins, as doses devem ser ajustadas pelo médico.

Não ultrapasse as dosagens recomendadas, exceto com orientação médica.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Levoxin?

{"tag":"hr","value":" <p>Caso voc&#xEA; se esque&#xE7;a de tomar uma das doses, tome-a assim que poss&#xED;vel, no entanto, se estiver pr&#xF3;ximo do hor&#xE1;rio da dose seguinte, espere por este hor&#xE1;rio,respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca tome duas doses de uma s&#xF3; vez.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Levoxin?

Este medicamento foi prescrito somente para você. Não compartilhe Levoxin® (levofloxacino) com ninguém, mesmo se eles apresentarem sintomas semelhantes aos seus.

Informe seu médico caso você tenha ou já tenha apresentado problemas de saúde ou alergias, problemas no tendão ou caso você utilize medicamentos para convulsão.

Pacientes predispostosà convulsão

Como com qualquer outra quinolona, o Levoxin® (levofloxacino) deve ser utilizado com extrema cautela em pacientes predispostos à convulsão.

Estes pacientes podem estar com lesão pré-existente do sistema nervoso central, ou em tratamento concomitante com fenbufeno e anti-inflamatórios não-esteroidais similares, ou com fármacos que diminuem o limiar da convulsão cerebral, como a teofilina.

Colite pseudomembranosa

A ocorrência de diarreia, particularmente grave, persistente e/ou com sangue, durante ou após o tratamento com levofloxacino, pode ser indicativa de colite pseudomembranosa devido ao microrganismo Clostridium dificile. Na suspeita de colite pseudomembranosa, a administração de Levoxin® (levofloxacino) deve ser interrompida imediatamente.

O tratamento com antibiótico específico apropriado deve ser iniciado imediatamente (por exemplo: vancomicina oral, teicoplanina oral ou metronidazol). Produtos que inibem o peristaltismo, ou seja, inibem a motilidade gastrintestinal, sãocontraindicadosnesta situação.

Tendinite

A tendinite, raramente observada com quinolonas, pode ocasionalmente levar a ruptura envolvendo particularmente o tendão de Aquiles. Este efeito indesejado pode ocorrer nas 48 horas do início do tratamento e pode ser bilateral. Os pacientes idosos estão mais predispostos à tendinite. O risco de ruptura de tendão pode ficar aumentado na administração concomitante de corticosteroides. Na suspeita de tendinite, o tratamento com Levoxin® (levofloxacino) deve ser interrompido imediatamente. O tratamento apropriado (por exemplo: imobilização) deve ser iniciado no tendão afetado.

Risco de aneurisma e dissecção da aorta

Estudos epidemiológicos relatam um aumento do risco de aneurisma e dissecção da aorta após a ingestão de fluoroquinolonas, particularmente na população idosa. Portanto, as fluoroquinolonas devem ser usadas apenas após avaliação cuidadosa do benefício-risco e após consideração de outras opções terapêuticas em pacientes com história familiar positiva de aneurisma, ou em pacientes diagnosticados com aneurisma aórtico pré-existente e /ou dissecção aórtica, ou na presença de outros fatores de risco ou condições predisponentes para aneurisma e dissecção da aorta (por exemplo, síndrome de Marfan, síndrome de Ehlers-Danlos vascular, arterite de Takayasu, arterite de células gigantes, doença de Behcet, hipertensão, aterosclerose conhecida).

Em caso de dor súbita abdominal, no peito ou nas costas, os pacientes devem ser aconselhados a consultar imediatamente um médico.

Gravidez

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Não há estudos adequados e bem controlados sobre o uso de levofloxacino em mulheres grávidas. Em estudos experimentais utilizando fluorquinolonas, incluindo o levofloxacino, foi verificado o risco de danos nas cartilagens de organismos em crescimento.

Amamentação

Devido ao potencial de ocorrência de reações adversas graves nos lactentes de mães em tratamento com fluorquinolonas, incluindo o levofloxacino hemi-hidratado, nas cartilagens de organismos em crescimento Levoxin® (levofloxacino) 750 mg não deve ser utilizado por mulheres que estejam amamentando.

Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.

Informe seu médico se estiver amamentando.

Crianças e adolescentes

A segurança e a eficácia da utilização do levofloxacino em crianças e adolescentes não foram estabelecidas. No entanto, já foi demonstrado que as quinolonas, classe dos antibióticos à qual pertence Levoxin® (levofloxacino), produzem erosão nas articulações que suportam peso, bem como outros sinais de doença das articulações, em animais jovens de várias espécies. Portanto, a utilização do levofloxacino nessas faixas etárias é contraindicada.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Levoxin® pode provocar efeitos neurológicos adversos como vertigem e tontura, portanto, você não deve dirigir veículos, operar máquinas ou dedicar-se a outras atividades que exijam coordenação e alerta mental até que se saiba qual a reação individual frente ao medicamento.

Alterações dos níveis de glicose sanguínea, incluindo hiperglicemia (aumento) e hipoglicemia (diminuição), foram relatadas em pacientes tratados concomitantemente com quinolônas e agentes antidiabéticos. Portanto, recomenda-se monitoração cuidadosa da glicose sanguínea quando esses agentes forem administrados em conjunto.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Levoxin?

As informações fornecidas abaixo estão baseadas nos dados de estudos clínicos, em 5244 pacientes tratados com levofloxacino e em extensa experiência pós-comercialização internacional desta molécula nesta concentração.

De acordo com as recomendações, têm-se utilizado os seguintes índices de frequência:

  • <li>Muito Comum: Acima de 10%;</li> <li>Comum: de 1% a 10%;</li> <li>Incomum: de 0,1% a 1%;</li> <li>Raro: de 0,01% a 0,1%;</li> <li>Muito raro: menos que 0,01%;</li> <li>Casos isolados.</li>

Reações alérgicas ou na pele

Comum

Erupções na pele (rash), coceira.

Incomum

Erupções na pele, inflamação de veias,reações alérgicas.

Raro

Coceira generalizada, necrólise epidermal tóxica, ou Síndrome de Lyell (doença rara e grave, na qual a camada superficial da pele se desprende em lâminas), obstrução da passagem de ar pelos brônquios pela alergia e falta de ar.

Muito raro

Inchaço dos vasos, pressão baixa, fotossensibilização (alterações na pele causadas pela luz).

Casos isolados

Erupções bolhosas graves como Síndrome de Steven’s Johnson, eritema multiforme exsudativo (doença alérgica composta de febre, úlceras e bolhas na pele), toxicidade pela luminosidade, choque anafilático/anafilactoide (reação alérgica grave).

Algumas vezes, asreações alérgicas e de pele/mucosas podem ocorrer mesmo após a primeira dose.

Gastrintestinal, metabolismo

Comum

Náusea, vômitos, diarreia, indigestão, constipação, dor abdominal.

Incomum

Anorexia (falta de apetite), dispepsia (acidez), hiperglicemia ou hipoglicemia (aumento ou diminuição dos níveis sanguíneos de glicose, respectivamente), hipercalemia (aumento dos níveis de potássio no sangue), pancreatite, estomatite (inflamação e inchaço da língua), diarreia comsangue, que emcasos muito raros pode serindicativa de infecção no intestino, incluindo colite pseudomembranosa (inflamação do intestino pela bactéria Clostridium dificille).

Neurológica/Psiquiátrica

Comum

Tontura, dor de cabeça, insônia

Incomum

Sonolência, desordens do sono, pesadelos, confusão, convulsões, tremor, ansiedade, depressão.

Raro

Reações psicóticas(por exemplo: alucinações), parestesia (dormência), agitação.

Muito raro

Neuropatia periférica sensorial ou sensório-motora (doença em alguns nervos dos membros, afetando a sensação e/ou movimentação), distúrbios visuais(como visão dupla) e auditivos, distúrbios no paladar e olfato.

Casos isolados

Reações psicóticas com comportamentos de auto-risco, incluindo atos ou idealizações suicidas, encefalopatia (alterações inflamatórias no cérebro), neuropatia periférica (certos nervos não funcionam corretamente), hipertensão intracraniana (aumento da pressão dentro do crânio), paranoia.

Cardiovascular

Comum

Dor no peito, inchaço.

Incomum

Arritmia ventricular (arritmia nos ventrículos cardíacos), taquicardia ventricular, parada cardíaca.

Raro

Taquicardia (aceleração dos batimentos cardíacos), pressão baixa, inflamação nos vasos sanguíneos.

Muito raro

Choque (quadros de alergia muito graves que podem levar à morte)

Casos isolados

Torsaide de pointes (tipo de arritmia cardíaca), prolongamento do intervalo QT (tipo de arritmia cardíaca).

Músculo-esquelética

Incomum

Alterações na marcha, dor, inchaço ou inflamação das articulações, dores e problemas musculares e nos tendões.

Muito raro

Fraqueza muscular, que pode ser de extrema importância em pacientes com miastenia grave (tipo de doença que afeta a musculatura).

Casos isolados

Rabdomiólise (lesão do tecido dos músculos), lesões musculares, exacerbação de miastenia gravis, ruptura do tendão (por exemplo: tendão de Aquiles).

Problemas no fígado e nos rins

Incomum

Aumento das enzimas hepáticas(exame de sangue que mostra lesão do fígado), aumento da bilirrubina (enzima do fígado) e creatinina sérica (exame que vê a função renal), alteração da função do fígado, insuficiência do funcionamento dosrins.

Raro&nbsp;

Morte de células do fígado, hepatite, icterícia (amarelamento da pele e olhos devido ao mau funcionamento do fígado).

Muito raro

Outras alterações do fígado.

Casos isolados

Nefrite intersticial (lesão do tecido do rim), hepatotoxicidade (lesão do fígado), levando a insuficiência do fígado, com casos fatais.

Problemas sanguíneos

Incomum

Anemia (diminuição das células vermelhas do sangue), diminuição dos leucócitos (células de defesa do sangue) e das plaquetas(células que fazem a coagulação sanguínea).

Raro&nbsp;

Neutropenia (diminuição de alguns tipos de células de defesa no sangue), diminuição de todas as células do sangue, anemia por destruição das células vermelhas, falta ou acentuada redução das células de defesa do sangue, falta de produção das células sanguíneas pela medula, púrpura trombocitopênica (diminuição do número de plaquetas no sangue).

Casos isolados

Eosinofilia (aumento dos eosinófilos, tipo de célula sanguínea), aumento do tempo de protrombina (exame que vê a coagulação).

Outros

Comum

Infecção por cândida nos órgãos genitais, inflamação da vagina, falta de ar.

Incomum

Fraqueza,supercrescimento de fungos e proliferação de outros microrganismosresistentes

Raro

Febre, doença do soro (reação alérgica tardia).

Muito raro

Pneumonite alérgica (inflamação dos pulmões por alergia).

Casos isolados

Alveolite extrínseca alérgica (inflamação do pulmão de origemalérgica).

Outros efeitos indesejáveis possivelmente relacionados à classe das fluorquinolonas (classe de antibióticos onde o levofloxacino se encaixa)

Muito raro

Sintomas extrapiramidais (dificuldades para se movimentar e perda de equilíbrio) e outras alterações na coordenação muscular, vasculite de hipersensibilidade (inflamação dos vasos por alergia) e crises de porfiria em pacientes comporfiria (doença que tem manifestações na pele e nervos).

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova concentração no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversosimprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

Qual a composição do Levoxin?

Cada comprimido revestido contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Levofloxacino (equivalente a 768,69 mg de levofloxacino hemi-hidratado)</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">750 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: lactose, povidona, croscarmelose sódica, dióxido de silício, estearato de magnésio, hipromelose, macrogol, dióxido de titânio, óxido de ferro vermelho, óxido de ferro amarelo.

Apresentação do&nbsp;Levoxin

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimidos revestidos de 750 mg</h3> <p>Caixas com 5, 7, e 14 comprimidos.</p> <p><strong>Uso oral.</strong></p> <p><strong>Uso adulto acima de 18 anos.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Levoxin maior do que a recomendada?

De acordo com estudos de toxicidade em animais, os sinais mais importantes após a ocorrência de superdose oral aguda com levofloxacino são: sintomas no sistema nervoso central como confusão (alteração da habilidade motora e atenção), vertigens (tonturas), alterações de consciência (perda de velocidade de raciocínio, dificuldade de concentração) e convulsões (contrações involuntárias dos músculos ou dos membros). Podem ocorrer reações gastrintestinais como náuseas e erosões da mucosa (gastrite e úlceras).

Emestudos de farmacologia clínica realizados com superdosesforamobservados aumento do intervalo QT.

Tratamento

Em caso de superdose, o paciente deve ser observado cuidadosamente (incluindo monitorização do ECG) e tratamento sintomático deve serimplementado.

Se ocorrer superdose aguda, deve-se considerar também a lavagem gástrica e podem-se utilizar antiácidos para a proteção da mucosa gástrica.

A hemodiálise, incluindo diálise peritoneal e CAPD (diálise peritoneal ambulatorial contínua) não são efetivas em remover o levofloxacino do corpo. Não existe antídoto específico.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Levoxin com outros remédios?

Levoxin® (levofloxacino) pode interagir com outros medicamentos. É importante que você mantenha uma lista escrita de todos os medicamentos (com e sem prescrição médica) que você está tomando, bem como quaisquer produtos, tais como vitaminas, minerais ou outros suplementos dietéticos. Você deve levar esta lista com você cada vez que visitar o médico ou se você for internado em um hospital. Essa lista também é uma informação importante para levar com você em caso de emergências.

  • <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) e anti&#xE1;cidos contendo c&#xE1;lcio, magn&#xE9;sio ou alum&#xED;nio, bem como <a href="https://consultaremedios.com.br/sucralfato/bula" target="_blank">sucralfato</a>, c&#xE1;tions met&#xE1;licos como ferro, prepara&#xE7;&#xF5;es multivitam&#xED;nicas contendo <a href="https://consultaremedios.com.br/zinco/bula" target="_blank">zinco</a> ou produtos que contenham qualquer uma dessas subst&#xE2;ncias, podem interferir na absor&#xE7;&#xE3;o gastritestinal do levofloxacino, resultando em n&#xED;veis na urina e no soro consideravelmente inferiores ao desej&#xE1;vel. Esses agentes devem ser tomados pelo menos duas horas antes ou duas horas depois da administra&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) e teofilina pode prolongar a meia-vida desta &#xFA;ltima, elevar os n&#xED;veis de teofilina no soro e aumentar o risco de rea&#xE7;&#xF5;es adversas relacionadas &#xE0; teofilina. Portanto, os n&#xED;veis de teofilina devem ser cuidadosamente monitorados e os necess&#xE1;rios ajustes em suas doses devem ser realizados, se necess&#xE1;rio, quando o levofloxacino for administrado em conjunto. Rea&#xE7;&#xF5;es adversas, incluindo convuls&#xF5;es, podem ocorrer com ou sem a eleva&#xE7;&#xE3;o do n&#xED;vel de teofilina no soro;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante do Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) com a <a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">digoxina</a> ou a <a href="https://consultaremedios.com.br/ciclosporina/bula" target="_blank">ciclosporina</a> n&#xE3;o exige modifica&#xE7;&#xE3;o das doses de nenhum dos medicamentos. Entretanto, os n&#xED;veis de digoxina devem ser cuidadosamente monitorados caso voc&#xEA; esteja em tratamento concomitante com a digoxina;</li> <li>Certos derivados quinol&#xF4;nicos, incluindo o levofloxacino, podem aumentar os efeitos do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/anticoagulante/c" target="_blank">anticoagulante</a> <a href="https://consultaremedios.com.br/varfarina-sodica/bula" target="_blank">varfarina</a> ou de seus derivados. Quando estas subst&#xE2;ncias forem administradas ao mesmo tempo, o tempo de protrombina ou outros testes de coagula&#xE7;&#xE3;o aceit&#xE1;veis devem ser monitorados cuidadosamente, principalmente em pacientes idosos;</li> <li>O levofloxacino pode ser administrado com seguran&#xE7;a a pacientes em tratamento concomitante com probenecida ou <a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">cimetidina</a> desde que a dose do levofloxacino seja adequadamente ajustada com base na sua fun&#xE7;&#xE3;o renal uma vez que a probenecida e a cimetidina diminuem a depura&#xE7;&#xE3;o renal e prolongam a meia-vida do levofloxacino;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de f&#xE1;rmacos anti-inflamat&#xF3;rios n&#xE3;o-esteroidais e de derivados quinol&#xF4;nicos, incluindo o levofloxacino, pode aumentar o risco de estimula&#xE7;&#xE3;o do sistema nervoso central e de convuls&#xF5;es.</li>

A absorção e a biodisponibilidade do levofloxacino em indivíduos infectados com o HIV, com ou sem tratamento concomitante com zidovudina, foram semelhantes. Portanto, não parece necessário realizar ajustes de dose do levofloxacino, quando estiver sendo administrado concomitantemente com a zidovudina. Os efeitos do levofloxacino sobre a farmacocinética da zidovudina não foram avaliados. Algumas quinolonas, incluindo levofloxacino, podem produzir resultado falso positivo para opióides em exames de urina realizados em kits de imunoensaio comercialmente disponíveis. Dependendo da situação, pode ser necessário confirmar a presença de opióides com métodos mais específicos.

O levofloxacino pode inibir o crescimento do microrganismo Mycobacterium tuberculosis e, portanto, pode fornecer resultados falso-negativos nos diagnósticos bacteriológicos da tuberculose.

É desaconselhável a ingestão de bebidas alcoólicas durante o tratamento com Levoxin®. Medidas gerais de higiene devem ser observadas para controlar fontes de infecções ou de reinfecções.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Levoxin com alimentos?

Não existe interação clinicamente significativa de levofloxacino comprimidos com alimentos. Levofloxacino comprimidos pode, portanto, ser administrado concomitante a alimentos.

Qual a ação da substância do Levoxin (Levofloxacino)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimido</h3> <h4>Dados de seguran&#xE7;a pr&#xE9;-cl&#xED;nica</h4> <h5>Toxicidade aguda:</h5> <p>Os valores da dose letal m&#xE9;dia (DL 50) obtidos em camundongos e ratos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de levofloxacino foram de 1500-2000 mg/Kg. A administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg/Kg, por via oral em macacos induziram poucos efeitos al&#xE9;m de v&#xF4;mito.</p> <h5>Toxicidade em doses repetidas:</h5> <p>Foram conduzidos estudos com gavagem em ratos e macacos com dura&#xE7;&#xE3;o de um e seis meses. As doses foram de 50, 200, 800 mg/kg/dia e 20, 80, 320 mg/kg/dia durante 1 e 6 meses em ratos e 10, 30, 100 mg/kg/dia e 10, 25, 62,5 mg/kg/dia durante 1 e 6 meses em macacos.</p> <p>Os sinais de rea&#xE7;&#xF5;es ao tratamento foram discretos em ratos, com efeitos leves principalmente na dose de 200 mg/kg/dia ou mais, com discreta redu&#xE7;&#xE3;o no consumo de alimentos e altera&#xE7;&#xE3;o leve dos par&#xE2;metros hematol&#xF3;gicos e bioqu&#xED;micos. Foi conclu&#xED;do nesse estudo que o NOEL (N&#xED;vel de Efeito Adverso N&#xE3;o Observado) foi de 200 e 20 mg/kg/dia ap&#xF3;s 1 e 6 meses, respectivamente.</p> <p>A toxicidade ap&#xF3;s dose oral em macacos foi m&#xED;nima com redu&#xE7;&#xE3;o no peso corp&#xF3;reo de 100 mg/kg/dia concomitante com saliva&#xE7;&#xE3;o, diarreia e diminui&#xE7;&#xE3;o do pH urin&#xE1;rio em alguns animais nesta dose. N&#xE3;o foi observada toxicidade no estudo de 6 meses. Os NOELS foram definidos como sendo 30 e 62,5 mg/kg/dia ap&#xF3;s 1 e 6 meses, respectivamente.</p> <p>No estudo de seis meses, o NOEL foi definido como sendo 20 e 62,5 mg/kg/dia em ratos e macacos, respectivamente.</p> <h5>Carcinogenicidade:</h5> <p>N&#xE3;o foi observada nenhuma indica&#xE7;&#xE3;o de potencial carcinog&#xEA;nico em estudo de 2 anos, em ratos com administra&#xE7;&#xE3;o diet&#xE9;tica (0, 10, 30 e 100 mg/kg/dia).</p> <h5>Genotoxicidade:</h5> <p>Na aus&#xEA;ncia de ativa&#xE7;&#xE3;o metab&#xF3;lica, o levofloxacino n&#xE3;o induziu muta&#xE7;&#xF5;es g&#xEA;nicas em c&#xE9;lulas bacterianas ou de mam&#xED;feros, por&#xE9;m induziu aberra&#xE7;&#xF5;es cromoss&#xF4;micas em c&#xE9;lulas de pulm&#xE3;o de hamster chin&#xEA;s <em>in vitro</em> em concentra&#xE7;&#xF5;es iguais ou superiores a 100 &#x3BC;g/mL. Testes <em>in vivo</em> (micron&#xFA;cleos, altera&#xE7;&#xE3;o de crom&#xE1;tides irm&#xE3;s, s&#xED;ntese de DNA n&#xE3;o programada e testes letais dominantes) n&#xE3;o mostraram qualquer potencial genot&#xF3;xico.</p> <h5>Teratogenicidade:</h5> <p>O levofloxacino n&#xE3;o foi teratog&#xEA;nico em ratos, em doses orais t&#xE3;o altas quanto 810 mg/kg/dia. Nenhuma teratogenicidade foi observada em coelhos em dose oral de 50 mg /kg/dia.</p> <h5>Toxicidade reprodutiva:</h5> <p>O levofloxacino n&#xE3;o causou dano na fertilidade ou no desenvolvimento reprodutivo em ratos com doses orais t&#xE3;o altas quanto 360 mg/kg/dia. O levofloxacino n&#xE3;o apresentou efeito na fertilidade, e seu &#xFA;nico efeito no feto foi a matura&#xE7;&#xE3;o retardada como resultado de toxicidade materna.</p> <h5>Fototoxicidade:</h5> <p>Estudos em ratos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral mostraram que o levofloxacino apresenta atividade fotot&#xF3;xica apenas em doses muito elevadas. O levofloxacino n&#xE3;o demonstrou qualquer potencial genot&#xF3;xico nos ensaios de fotomutagenicidade e reduziu o potencial de desenvolvimento de tumor nos ensaios de fotocarcinogenicidade.</p> <h5>Toxicidade nas articula&#xE7;&#xF5;es:</h5> <p>Em comum com outras fluorquinolonas, o levofloxacino mostrou efeito na cartilagem (ves&#xED;culas e cavidades) em ratos e c&#xE3;es. Estes efeitos foram mais caracter&#xED;sticos em animais jovens.</p> <h4>Estudos Cl&#xED;nicos</h4> <p>A efic&#xE1;cia de levofloxacino oral/venoso 750 mg 1x/dia por 5 dias em adultos com PAC, SAB, ITU complicada e PA foi avaliada em alguns estudos publicados, originados a partir de protocolos de n&#xE3;o inferioridade randomizados, duplocegos, multic&#xEA;ntricos, comparativos conduzidos nos EUA. Os desfechos prim&#xE1;rios destes estudos foram a taxa de sucesso cl&#xED;nico (propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes que apresentaram melhora ou cura) 7-14 dias ap&#xF3;s o fim do tratamento <sup>(7)</sup> ou entre os dias 17-24 do estudo <sup>(8)</sup>, ou a taxa de erradica&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica entre os dias 15-22 do estudo <sup>(9,10)</sup>. Os detalhes das popula&#xE7;&#xF5;es analisadas nos diferentes estudos est&#xE3;o mostradas nas tabelas 1 e 2. As defini&#xE7;&#xF5;es de resposta cl&#xED;nica e microbiol&#xF3;gica variaram entre os estudos. Cura cl&#xED;nica foi definida como a resolu&#xE7;&#xE3;o de sintomas e sinais cl&#xED;nicos, sem a necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. Melhora cl&#xED;nica foi caracterizada uma redu&#xE7;&#xE3;o significativa de sinais e sintomas, mas sem resolu&#xE7;&#xE3;o completa, ainda que n&#xE3;o houvesse necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. Falha cl&#xED;nica ocorreu na aus&#xEA;ncia de resposta a terapia (ou resposta incompleta), e a necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. As respostas microbiol&#xF3;gicas foram determinadas em culturas de esp&#xE9;cimes respirat&#xF3;rios ou sangu&#xED;neos e inclu&#xED;ram a erradica&#xE7;&#xE3;o (todos os pat&#xF3;genos identificados em amostras na entrada do estudo foram erradicados), persist&#xEA;ncia (pelo menos um pat&#xF3;geno identificado na entrada do estudo persistiu) ou desconhecida (incluindo os que perderam seguimento) <sup>(7,8-10)</sup>. Em pacientes portadores de ITU complicada ou PA, a erradica&#xE7;&#xE3;o foi baseada na redu&#xE7;&#xE3;o de pat&#xF3;genos para &#x2264; 104 unidades/mL formadoras de col&#xF4;nias <sup>(9,10)</sup>. A classifica&#xE7;&#xE3;o de erradica&#xE7;&#xE3;o presumida <sup>(7,8)</sup> ou persistente presumida<sup> (7-9)</sup> foi utilizada quando os pacientes consideraram sucesso cl&#xED;nico ou falha cl&#xED;nica, mas a cultura n&#xE3;o estava dispon&#xED;vel para teste.</p> <p>As an&#xE1;lises estat&#xED;sticas destes estudos foram conduzidas com as vari&#xE1;veis cl&#xED;nicas ou microbiol&#xF3;gicas<sup> (7,9-12)</sup> ou com a inten&#xE7;&#xE3;o de tratar as diferentes popula&#xE7;&#xF5;es <sup>(9,10,13,14)</sup>.</p> <p><strong>Tabela 1: Efic&#xE1;cia de levofloxacino (LEV) venoso/oral 750 mg uma vez diaa (1x) por 5 dias versus LEV 500 mg (1x) por 10 dias em pacientes com pneumonia adquirida na comunidade (PAC) ou sinusite aguda bacteriana (SAB). Dados de estudos prospectivos de n&#xE3;o inferioridade, randomizados, duplo-cegos e multic&#xEA;ntricos <sup>(7, 8)</sup> e de suban&#xE1;lises retrospectivas de PAC <sup>(11-13)</sup>. Adaptado da refer&#xEA;ncia 1</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Estudos</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\"><strong>Tratamento - dose (1x)/mg (dura&#xE7;&#xE3;o/dia)</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:201px\"><strong>Resposta Clinica % (n) <sup>b,c</sup></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:177px\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:194px\"><strong>Resposta Microbiol&#xF3;gica % (n) <sup>b,c,d</sup></strong></td> <td style=\"width:190px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"6\" style=\"text-align:center\"><strong>Prospectivos</strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes PAC <sup>e</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">92,4 (198)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-7,0/4,4<sup>f</sup> </td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">93,2 (103)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-8,6/7,0</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">91,1 (192)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">92,4 (92)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes SAB<sup>g</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">91,4 (152)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-10,0/4,2<sup>f</sup> </td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">91,5 (153)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">NR</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">88,6 (149)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">89,4 (151)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"6\" style=\"text-align:center\"><strong>Retrospectivos</strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes PAC (bact.. at&#xED;picas)<sup>e</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">95,5 (66)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-6,8/8,8</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">NR</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">NR</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">96,5 (57)<br> &amp;nbsp;</br></td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes PAC grave</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">90,8 (76)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-15,9/5,4</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">88,9 (36)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-18,3/15,6</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">85,5 (83)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">87,5 (32)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes PAC &#x2265; 65 anos<sup>h</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">89 (73)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-7,1/12,7</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">90,3 (31)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">NR</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">91,9(86)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">87,5 (16)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> </tbody> </table> <p><sup>(a)</sup> Pacientes em uso de 750 mg/dia 5 dias e placebo por mais 5 dias.<br> <sup>(b)</sup> Resposta cl&#xED;nica (sucesso) definida como cura e/ou melhora sintomas; resposta microbiol&#xF3;gica definida como erradica&#xE7;&#xE3;o ou erradica&#xE7;&#xE3;o presumida de todos os pat&#xF3;genos identificados no in&#xED;cio do estudo.<br> <sup>(c)</sup> Desfecho prim&#xE1;rio foi a resposta cl&#xED;nica (taxa) ap&#xF3;s 7-14 dias tratamento ou entre os dias 17 e 24 do estudo.<br> <sup>(d)</sup> Pacientes avaliados com resposta cl&#xED;nica e com pat&#xF3;genos identificados no in&#xED;cio do estudo, excluindo-se a culturas bacteriol&#xF3;gicas inapropriadas.<br> <sup>(e)</sup> Popula&#xE7;&#xE3;o para analise cl&#xED;nica prim&#xE1;ria: inten&#xE7;&#xE3;o de tratar pacientes excluindo-se os diagn&#xF3;sticos n&#xE3;o confirmados, desvio ou viola&#xE7;&#xE3;o de protocolo, perda de dados ou de seguimento, ou ainda uso de terapia efetiva concomitante.<br> <sup>(f)</sup> A n&#xE3;o inferioridade da levofloxacino 750 mg 1x/dia por 5 dias foi estabelecida como o limite superior do intervalo de confian&#xE7;a 95% para a diferen&#xE7;a da taxa de resposta entre os grupos &lt;15%.<br> <sup>(g)</sup> Popula&#xE7;&#xE3;o para analise microbiol&#xF3;gica prim&#xE1;ria: pacientes que seguiram o protocolo e tiveram diagn&#xF3;stico microbiol&#xF3;gico confirmado.<br> <sup>(h)</sup> Popula&#xE7;&#xE3;o para an&#xE1;lise prim&#xE1;ria: inten&#xE7;&#xE3;o de tratar pacientes que receberam uma ou mais doses da medica&#xE7;&#xE3;o de estudo.<br> <strong>NR:</strong> N&#xE3;o relatado</br></br></br></br></br></br></br></br></p> <p><strong>Tabela 2: Efic&#xE1;cia de levofloxacino venoso/oral (LEV) 750 mg uma vez dia (1x) por 5 dias versus <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-ciprofloxacino/pa\" target=\"_blank\">ciprofloxacino</a> (CIP) 400 mg venoso/500 mg oral duas vezes/dia (2x) por 10 dias em pacientes (pctes) com infec&#xE7;&#xE3;o do trato urin&#xE1;ria complicada (ITUc) ou pielonefrite aguda (PA). Dados de estudo prospectivo de n&#xE3;o inferioridade, randomizado, duplo-cego e multic&#xEA;ntrico <sup>(9)</sup> e de an&#xE1;lise separada de pacientes com PA <sup>(10)</sup>. Adaptado da refer&#xEA;ncia 1</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Estudo (popula&#xE7;&#xE3;o analise prim&#xE1;ria)</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\"><strong>Tratamento dose/mg (dura&#xE7;&#xE3;o/dias)</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:195px\"><strong>Resposta Cl&#xED;nica % (n) <sup>a</sup></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:181px\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:180px\"><strong>Resposta Microbiol&#xF3;gica %</strong></td> <td style=\"width:200px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"6\" style=\"text-align:center\"><strong>Estudo principal</strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pctes ITUc ou PA popula&#xE7;&#xE3;o ITT modificado<sup>C</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\">LEV 750 1x (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">81,1 (317)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-7,2/5,3</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">79,8 (317)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-6,3/6,3<sup>d</sup> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:223px\">CIP 400/500 2x<br> (10)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">80,1 (302)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">79,8 (302)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pcts avalia&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\">LEV 750 1x (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">86,4 (265)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-3,9/7,8</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">86,0 (265)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-2,5/8,9<sup>d</sup> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:223px\">CIP 400/500 2x (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">88,6 (241)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">89,2 (241)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"6\" style=\"text-align:center\"><strong>An&#xE1;lise separada</strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pctes PA popula&#xE7;&#xE3;o ITT modificado<sup>C</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\">LEV 750 1x (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">86,2 (94)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-16,0/4,9</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">83,0 (94)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-14,4/7,6<sup>d</sup> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:223px\">CIP 400/500 2x (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">80,6 (98)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">79,6 (98)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pcts avalia&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\">LEV 750 1x (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">92,5 (80)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-12,0/6,0</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">92,5 (80)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-7,1/8,9<sup>d</sup> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:223px\">CIP 400/500 2x (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">89,5 (76)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">93,4 (76)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-</td> </tr> </tbody> </table> <p><sup>(a)</sup> Resposta cl&#xED;nica (sucesso) definida como cura e/ou melhora sintomas; resposta microbiol&#xF3;gica definida como erradica&#xE7;&#xE3;o ou erradica&#xE7;&#xE3;o presumida de todos os pat&#xF3;genos identificados no in&#xED;cio do estudo.<br> <sup>(b)</sup> Desfecho prim&#xE1;rio foi a erradica&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica (taxa) entre os dias 15 e 22 do estudo (visita ap&#xF3;s tratamento).<br> <sup>(c)</sup> Popula&#xE7;&#xE3;o ITT modificado (desfecho co-prim&#xE1;rio): inten&#xE7;&#xE3;o de tratar pacientes com diagn&#xF3;stico microbiol&#xF3;gico, urocultura positiva com &#x2265; 105 UFC/mL e um ou mais pat&#xF3;genos urin&#xE1;rios no in&#xED;cio do estudo.<br> <sup>(d)</sup> A n&#xE3;o inferioridade de levofloxacino 750 mg 1x dia por 5 dias foi estabelecida como o limite superior do intervalo de confian&#xE7;a 95% para a diferen&#xE7;a da taxa de resposta entre os grupos &lt;15%.<br> <sup>(e)</sup> Pacientes com avalia&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica (desfecho co-prim&#xE1;rio): inten&#xE7;&#xE3;o de tratar modificado de pacientes que n&#xE3;o perderam o seguimento, tinham dados de avalia&#xE7;&#xE3;o ap&#xF3;s o tratamento e seguiram o protocolo de estudo.</br></br></br></br></p> <h5>As conclus&#xF5;es destes estudos s&#xE3;o:</h5> <ul> <li>O levofloxacino 750 mg uma vez ao dia por 5 dias foi t&#xE3;o efetiva quanto 500 mg uma vez ao dia por 10 dias no tratamento da PAC na totalidade da popula&#xE7;&#xE3;o estudada, assim como em pacientes com PAC causada por organismos at&#xED;picos, em pacientes com PAC grave e nos acima de 65 anos (Tabela 1).</li> <li>No tratamento da SAB em adultos, levofloxacino 750 mg uma vez ao dia por 5 dias foi igualmente t&#xE3;o efetiva quanto 500 mg uma vez ao dia por 10 dias (Tabela 2);</li> <li>O levofloxacino 750 mg uma vez ao dia por 5 dias foi t&#xE3;o efetiva quanto o ciprofloxacino 400 ou 500 mg duas vezes ao dia por 10 dias no tratamento de adultos com ITU complicada ou PA (Tabela 2).</li> </ul> <p>A utiliza&#xE7;&#xE3;o de tratamento antimicrobiano para exacerba&#xE7;&#xF5;es de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/dpoc/c\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/doenca-pulmonar-obstrutiva\" target=\"_blank\">Doen&#xE7;a Pulmonar Obstrutiva</a> Cr&#xF4;nica (DPOC) est&#xE1; indicada em v&#xE1;rias diretrizes nacionais e internacionais <sup>(15)</sup>, em particular nos pacientes que se apresentam clinicamente como portadores de bronquite cr&#xF4;nica. Estudo randomizado, cego, de grupos paralelos realizado em portadores de exacerba&#xE7;&#xE3;o de bronquite cr&#xF4;nica, comparou dois esquemas distintos em portadores de bronquite cr&#xF4;nica n&#xE3;o complicada (VEF1 &#x2265; 50% previsto e &lt; 4 exacerba&#xE7;&#xF5;es/ano) e bronquite cr&#xF4;nica complicada (VEF1&#x2264; 50% previsto ou entre 50 e 65% + presen&#xE7;a co-morbidades &#x2265; 4 exacerba&#xE7;&#xF5;es/ano). O primeiro grupo de pacientes recebeu levofloxacino 750 mg via oral, uma vez ao dia por 3 dias ou <a href=\"https://consultaremedios.com.br/azitromicina/bula\" target=\"_blank\">azitromicina</a> 500mg/dia no primeiro dia seguido de 250mg/dia entre o dia 2 e 5 do tratamento. No segundo grupo de pacientes (exacerba&#xE7;&#xE3;o por bronquite cr&#xF4;nica complicada) os pacientes receberam levofloxacino 750 mg via oral, uma vez ao dia, por 5 dias ou amoxacilina 875 mg + clavulanato 125 mg, duas vezes ao dia, por 10 dias. Sucesso na avalia&#xE7;&#xE3;o de par&#xE2;metros cl&#xED;nicos (melhora de sintomas e retorno a condi&#xE7;&#xE3;o basal) foi similar na compara&#xE7;&#xE3;o levofloxacino/azitromicina (93,0 versus 90,1%, respectivamente) e levofloxacino/amoxa-clavulanato (79,2 versus 81,7%, respectivamente). Para pacientes que realizaram avalia&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica, a resposta cl&#xED;nica com levofloxacino por 3 dias foi superior que azitromicina por 5 dias (96,3 versus 87,4%, respectivamente), e similar na compara&#xE7;&#xE3;o entre levofloxacino por 5 dias em rela&#xE7;&#xE3;o a amoxacilinaclavulanato por 10 dias nos portadores de bronquite cr&#xF4;nica complicada (81,4 versus 80,9%, respectivamente). A erradica&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica foi superior com levofloxacino por 3 dias comparada a azitromicina por 5 dias (93,8 versus 82,8%, respectivamente), e similar na compara&#xE7;&#xE3;o levofloxacino 5 dias com amoxacilina-clavulanato 10 dias (81,4 versus 79,8%, respectivamente). <sup>(16)</sup></p> <p>Em an&#xE1;lise post-hoc deste mesmo estudo <sup>(17)</sup>, 341 pat&#xF3;genos foram isolados, 41,9% deles flora tradicional de exacerba&#xE7;&#xF5;es de bronquite cr&#xF4;nica, 53,1% outros microrganismos Gram-negativos e 5% Gram-positivos. A susceptibilidade geral dos pat&#xF3;genos &#xE0; levofloxacino foi de 97,1% e 90,6% &#xE0; amoxacilina/clavulanato (p&lt;0,001). Os eventos adversos foram semelhantes entre os grupos. Os autores concluem pela similaridade dos tratamentos para as diferentes gravidades de exacerba&#xE7;&#xE3;o de bronquite cr&#xF4;nica.</p> <p>Estudo cl&#xED;nico publicado em 2002 verificou a efic&#xE1;cia do levofloxacino na dose de 750 mg para o tratamento de infec&#xE7;&#xF5;es de pele e subcut&#xE2;neo complicadas. 339 pacientes foram randomizados na propor&#xE7;&#xE3;o 1:1 para receber levofloxacino 750mg 1X/dia endovenoso, oral ou endovenoso/oral, ou tircacilina-clavulanato 3,1g endovenoso a cada 4 a 6 horas, que pode ser seguido por amoxicilina-clavulanato 875mg a cada 12 horas. Na popula&#xE7;&#xE3;o clinicamente avali&#xE1;vel, os dois regimes mostraram equival&#xEA;ncia terap&#xEA;utica (taxas de sucesso de 84,1% e 80,3%, respectivamente).</p> <p>Na popula&#xE7;&#xE3;o microbiologicamente avali&#xE1;vel, a taxa de erradica&#xE7;&#xE3;o foi de 83,7% nos tratados com levofloxacino, e de 71,4% nos tratados com tircacilina-clavulanato (intervalo de confian&#xE7;a de 95%: -24,3 a - 0,2). Ambos os tratamentos foram bem tolerados. Este estudo demonstra que levofloxacino (750mg 1X/dia) &#xE9; seguro e pelo menos t&#xE3;o efetivo que tircacilina-clavulanato para o tratamento de infec&#xE7;&#xE3;o de pele e subcut&#xE2;neo complicada. <sup>(19)</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\"><strong>Refer&#xEA;ncias dos resultados de efic&#xE1;cia</strong></span></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Anderson VR, Perry CM. Levofloxacin. A Review of its Use as a High-Dose, Short Course Treatment for Bacterial Infection. Drugs 2008; 68: 535-565.<br> 2. Croom KF, Goa KL. Levofloxacin: a review of its use in the treatment of bacterial infections in the United States. Drugs 2003; 63: 2769-802.<br> 3. File Jr TM. New insights in the treatment by levofloxacin. Chemotherapy 2004; 50 Suppl. 1: 22-8.<br> 4. Wargo KA, Wargo NA, Eiland III EH. Maximizing pharmacodynamics with high dose levofloxacin. Hosp Pharm 2005; 40: 777-87.<br> 5. Segreti J, House HR, Siegel RE. Principles of antibiotic treatment of community acquired pneumonia in the outpatient setting. Am J Med 2005; 118: 21-8S.<br> 6. Mandell LA, Wunderink RG, Anzueto, Bartlett JG, Campbell GD, Dean NC et al. Thoracic Society Consensus Guidelines on the Management of Community-Acquired Pneumoniain Adults. Clinical Infectious Diseases 2007; 44:S27&#x2013;72.<br> 7. Dunbar LM, Wunderink RG, Habib MP, et al. High-dose, short course levofloxacin for communityacquired pneumonia: a new treatment paradigm [published erratum appears in Clin Infect Dis 2003; 37: 1147]. Clin Infect Dis 2003; 37: 752-60.<br> 8. Poole M, Anon J, Paglia M, et al. A trial of high-dose, short course levofloxacin for the treatment of acute bacterial sinusitis. Otolaryngol Head Neck Surg 2006; 134: 10-7.<br> 9. Peterson J, Kaul S, Khashab M, et al. A double-blind, randomized comparison of levofloxacin 750mg once-daily for 5 days with ciprofloxacin 400/500mg twice-daily for 10 days for the treatment of complicated urinary tract infections and acute pyelonephritis. Urology 2008; 71: 17-22.<br> 10. Klausner HA, Brown P, Peterson J, et al. A trial of levofloxacin 750 mg once daily for 5 days versus ciprofloxacin 400 mg and 500 mg twice daily for 10 days in the treatment of acute pyelonephritis. Curr Med Res Opin 2007; 22: 2637-45.<br> 11. Dunbar LM, Khashab MM, Kahn JB, et al. Efficacy of 750-mg 5-day levofloxacin in the treatment of community-acquired pneumonia caused by atypical pathogens. Curr Med Res Opin 2004; 20: 555-63.<br> 12. Shorr AF, Khashab MM, Xiang JX, et al. Levofloxacin 750-mg for 5 days for the treatment of hospitalized fine risk class III/IV community-acquired pneumonia patients. Respir Med 2006; 100: 2129-36.<br> 13. Shorr AF, Zadeikis N, Xiang JX, et al. A multicenter, randomized, double-blind, retrospective comparison of 5- and 10-day regimens of levofloxacin in a subgroup of patients aged &#x2265;65 years with communityacquired pneumonia. Clin Ther 2005; 27: 1251-9.<br> 14. File Jr TM, Milkovich G, Tennenberg AM, et al. Clinical implications of 750 mg, 5 day levofloxacin for the treatment community-acquired pneumonia. Curr Med Res Opin 2004; 20: 1473-81.<br> 15. GOLD. Global strategy for the diagnosis, management, and prevention of chronic obstructive pulmonary disease. Uptodate 2008. www.goldcopd.com. Acessado em setembro 2009.<br> 16. Martinez FJ, Grossman FR, Zadeikis N, Fisher AC, Walker K, Ambruzs ME, Tennenberg AM. Patient stratification in the management of acute bacterial exacerbation of chronic bronchitis: the role of levofloxacin 750 mg. Eur Respir J 2005; 25: 1001&#x2013;1010.<br> 17. Grossman RF, Ambrusz ME, Fisher AC, Khashab MM, Kahn JB. Levofloxacin 750 mg QD for five days versus amoxicillin/clavulanate 875 mg/125 mg BID for ten days for treatment of acute bacterial exacerbation of chronic bronchitis: a post hoc analysis of data from severely ill patients. Clin Ther. 2006; 28:1175-80.<br> 18. Frei CR, Jaso TC, Mortensen EM, Restrepo MI, Raut MK, Oramasionwu CU, Ruiz AD, Makos BR, Ruiz JL, Attridge RT, Mody SH, Fisher A, Schein JR. Medical resource utilization among communityacquired pneumonia patients initially treated with levofloxacin 750 mg daily versus ceftriaxone 1000 mg plus azithromycin 500 mg daily: a US-based study. Curr Med Res Opin. 2009;25:859-68.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h3>Injet&#xE1;vel</h3> <p>Segundo Croom &amp; Goa (2003) diversos estudos comparativos randomizados confirmam a efic&#xE1;cia do levofloxacino (oral ou intravenoso) no tratamento de adultos com infec&#xE7;&#xF5;es respirat&#xF3;rias, geniturin&#xE1;rias, da pele e dos tecidos moles, com doses di&#xE1;rias de 250, 500 ou 750 mg.</p> <p>De acordo com Anderson &amp; Perry (2008) a efic&#xE1;cia do levofloxacino via oral ou intravenosa ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de doses de 750 mg uma vez ao dia por 5 dias j&#xE1; foi bem estabelecida em diversos estudos randomizados em adultos, para tratamento da PAC, SBA, PA e infec&#xE7;&#xF5;es complicadas durante a interna&#xE7;&#xE3;o na UTI.</p> <p>Conforme Inoshita e colaboradores (2010) a levofloxacino foi eficaz na profilaxia de infec&#xE7;&#xF5;es bacterianas ap&#xF3;s cirurgias dos seios paranasais.</p> <p>A efic&#xE1;cia do levafloxacino no tratamento da pneumonia nasocomial e PAC foi demonstrada por diversos autores. <sup>(1)</sup>&amp;nbsp;Este f&#xE1;rmaco tamb&#xE9;m pode ser utilizado para tratamento da exacerba&#xE7;&#xE3;o da bronquite <sup>(2)</sup> e da SBA. <span style=\"font-size:10.8333px\">(3)</span></p> <p>Em infec&#xE7;&#xF5;es do trato gastro geniturin&#xE1;rio, o levofloxacino tamb&#xE9;m demonstrou efic&#xE1;cia, com taxa de cura cl&#xED;nica e microbiol&#xF3;gica maior que 80%. <sup>(4)</sup></p> <p>O levofloxacino foi eficaz em tratar infec&#xE7;&#xF5;es da pele e dos tecidos moles n&#xE3;o complicados.&amp;nbsp;<sup>(5)</sup></p> <p>Segundo Croom &amp; Goa (2003) a administra&#xE7;&#xE3;o de levofloxacino parece ser bem tolerada, sendo que a maior parte dos eventos adversos registrados s&#xE3;o de severidade leve a moderada. Os principais eventos relatados foram n&#xE1;usea, diarreia, vaginites, dor abdominal e ins&#xF4;nia. A dose n&#xE3;o parece exercer efeito significante no aparecimento de eventos adversos.</p> <p>Ainda segundo Croom &amp; Goa (2003) o levofloxacino possui baixo potencial para causar rea&#xE7;&#xF5;es de fototoxicidade (incid&#xEA;ncia de 0,03%). Desordens dos tend&#xF5;es, toxidade severa do f&#xED;gado, hipoglicemia e hiperglicemia s&#xE3;o sintomas raros, assim como altera&#xE7;&#xF5;es c&#xE1;rdicas (prolonga&#xE7;&#xE3;o do intervalo QT registrada em menos que 1 em 1 milh&#xE3;o de pacientes nos Estados Unidos).</p> <p>Portanto, baseando-se nos estudos realizados, foram demonstradas a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a do levofloxacino no tratamento de diversas infec&#xE7;&#xF5;es incluindo as do trato respirat&#xF3;rio superior e inferior, da pele e tecidos moles, do trato urin&#xE1;rio e dos ossos.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Norrby et al, 1998; Croom &amp; Goa, 2003; West et al, 2003; File&amp;nbsp;JR. et al, 1997; Zhao et al, 2014.<br> 2. Croom &amp; Goa, 2003; Langtry &amp; Lamb, 1998; Hurst et al, 2002.<br> 3.&amp;nbsp;Langtry &amp; Lamb, 1998; Hurst et al,2002.<br> 4.&amp;nbsp;Croom &amp; Goa, 2003; Klinberg et al, 1998; Richard et al, 1998; Anderson &amp; Pierry, 2008.<br> 5.&amp;nbsp;Croom &amp; Goa, 2003; TARSHIS et al, 2001.</br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Comprimido</h3> <h4>Propriedades farmacodin&#xE2;micas</h4> <h5>Mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o:</h5> <p>O Levofloxacino &#xE9; um agente antibacteriano sint&#xE9;tico de amplo espectro, para administra&#xE7;&#xE3;o oral.</p> <p>Quimicamente, o levofloxacino &#xE9; o is&#xF4;mero lev&#xF3;giro (is&#xF4;mero-L) do racemato ofloxacina, um agente antibacteriano quinol&#xF4;nico. A atividade antibacteriana da ofloxacina deve-se basicamente ao is&#xF4;mero-L. O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino e de outros antimicrobianos quinol&#xF4;nicos envolve a inibi&#xE7;&#xE3;o da DNA-girase (topoisomerase bacteriana II), uma enzima necess&#xE1;ria &#xE0; replica&#xE7;&#xE3;o, transcri&#xE7;&#xE3;o, restaura&#xE7;&#xE3;o e recombina&#xE7;&#xE3;o do DNA. Nesse sentido, o is&#xF4;meroL produz mais liga&#xE7;&#xF5;es de hidrog&#xEA;nio e, portanto, complexos mais est&#xE1;veis com a DNA-girase do que o is&#xF4;mero-D.</p> <p>Microbiologicamente, isso se traduz numa atividade antibacteriana 25 a 40 vezes maior para o is&#xF4;mero-L, o levofloxacino, do que para o is&#xF4;mero-D. Os derivados quinol&#xF4;nicos inibem r&#xE1;pida e especificamente a s&#xED;ntese do DNA bacteriano.</p> <h5>Microbiologia:</h5> <p>O levofloxacino apresenta atividade <em>in vitro</em> contra um amplo espectro de bact&#xE9;rias aer&#xF3;bicas e anaer&#xF3;bicas grampositivas e gram-negativas.</p> <p>A atividade bactericida do levofloxacino &#xE9; r&#xE1;pida e frequentemente ocorre em n&#xED;veis pr&#xF3;ximos da Concentra&#xE7;&#xE3;o Inibit&#xF3;ria M&#xED;nima (CIM).</p> <h6>O levofloxacino exibe atividade <em>in vitro</em> contra a maioria das cepas dos microrganismos citados a seguir:</h6> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li><em>Enterococcus faecalis;</em></li> <li><em>Staphylococcus aureus methi-S;</em></li> <li><em>Staphylococcus epidermidis methi-S;</em></li> <li><em>Staphylococcus saprophyticus;</em></li> <li><em>Streptococcus pneumonia;</em></li> <li><em>Streptococcus pyogenes.</em></li> </ul> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-negativos</strong></p> <ul> <li><em>Enterobacter cloacae;</em></li> <li><em>Escherichia coli;</em></li> <li><em>Haemophilus influenzae;</em></li> <li><em>Haemophilus parainfluenzae;</em></li> <li><em>Klebsiella pneumoniae;</em></li> <li><em>Legionella pneumophila;</em></li> <li><em>Moraxella catarrhalis;</em></li> <li><em>Proteus mirabilis*;</em></li> <li><em>Pseudomonas aeruginosa*;</em></li> <li><em>Serratia marcescens*.</em></li> </ul> <p><strong>Outros microrganismos</strong></p> <ul> <li><em>Chlamydophila pneumoniae;</em></li> <li><em>Mycoplasma pneumoniae.</em></li> </ul> <p>Para os micro-organismos abaixo dados <em>in vitro</em> est&#xE3;o dispon&#xED;veis. Entretanto, a seguran&#xE7;a e efic&#xE1;cia do tratamento de infec&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas causadas por estes micro organismos ainda n&#xE3;o est&#xE1; bem estabelecida.</p> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li><em>Staphylococcus haemolyticus;</em></li> <li> <em>Streptococcus &#x3B2;-haemolyticus </em>(grupo C/F)<em>;</em> </li> <li> <em>Streptococcus &#x3B2;-haemolyticus </em>(grupo G)<em>;</em> </li> <li><em>Streptococcus agalactiae;</em></li> <li><em>Streptococcus milleri;</em></li> <li><em>Viridans group streptococci;</em></li> <li><em>Bacillus anthracis.</em></li> </ul> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-negativos</strong></p> <ul> <li><em>Acinetobacter baumannii;</em></li> <li><em>Acinetobacter lwoffii;</em></li> <li><em>Bordetella pertussis;</em></li> <li><em>Citrobacter koseri;</em></li> <li><em>Citrobacter freundii;</em></li> <li><em>Enterobacter aerogenes;</em></li> <li><em>Enterobacter sakasakii;</em></li> <li><em>Klebsiella oxytoca;</em></li> <li><em>Morganella morganii;</em></li> <li><em>Pantoea agglomerans;</em></li> <li><em>Proteus vulgaris;</em></li> <li><em>Providencia rettgeri;</em></li> <li><em>Providencia stuartii;</em></li> <li><em>Pseudomonas fluorescens;</em></li> <li><em>Yersinia pestis.</em></li> </ul> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li><em>Clostridium perfringens.</em></li> </ul> <p>O levofloxacino &#xE9; ativo contra as cepas produtoras de beta-lactamase dos microrganismos listados anteriormente. O levofloxacino n&#xE3;o &#xE9; ativo contra <em>Treponema pallidum</em>.</p> <p>Resist&#xEA;ncia ao levofloxacino devido &#xE0; muta&#xE7;&#xE3;o espont&#xE2;nea <em>in vitro</em> &#xE9; um fen&#xF4;meno muito raro. Embora tenha sido observada resist&#xEA;ncia cruzada entre levofloxacino e outras fluorquinolonas, alguns microrganismos resistentes a outras quinolonas, como o <a href=\"https://consultaremedios.com.br/ofloxacino/bula\" target=\"_blank\">ofloxacino</a>, podem ser sens&#xED;veis ao levofloxacino. Na falta de um teste de sensibilidade ao levofloxacino, a sensibilidade do microrganismo ao ofloxacino pode ser utilizada para predizer a sensibilidade ao levofloxacino. Contudo, embora microrganismos sens&#xED;veis ao ofloxacino possam ser considerados sens&#xED;veis ao levofloxacino, o contr&#xE1;rio nem sempre &#xE9; verdadeiro.</p> <h4>Propriedades farmacocin&#xE9;ticas</h4> <p>O levofloxacino &#xE9; r&#xE1;pido e quase completamente absorvido ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral. O pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica &#xE9; obtido uma a duas horas ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o. A biodisponibilidade absoluta de uma dose oral de 500 mg de levofloxacino &#xE9; de aproximadamente 99%. A ingest&#xE3;o de alimentos n&#xE3;o altera de maneira clinicamente significativa a absor&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino.</p> <p>A atividade do levofloxacino depende de sua concentra&#xE7;&#xE3;o, e o preditor mais utilizado para medir sua efic&#xE1;cia cl&#xED;nica e microbiol&#xF3;gica &#xE9; a rela&#xE7;&#xE3;o entre a &#xE1;rea sob a curva de tempo da concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica (AUC) dividida pela concentra&#xE7;&#xE3;o inibit&#xF3;ria m&#xED;nima (MIC). Uma raz&#xE3;o AUC/MIC maior que 30 &#xE9; utilizada em alguns estudos para prever a atividade <em>in vivo</em>, particularmente contra o pneumococo, mas uma raz&#xE3;o mais elevada (&gt;100) parece indicar um efeito bactericida, reduzindo o potencial de ocorrer muta&#xE7;&#xE3;o bacteriana. Em an&#xE1;lises farmacodin&#xE2;micas simuladas com levofloxacino 750 mg, a probabilidade de uma rela&#xE7;&#xE3;o AUC/MIC &#x2265; 30 ser obtida no plasma foi &#x2265; 97%. Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral, o levofloxacino &#xE9; rapidamente absorvido e concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas m&#xE1;ximas s&#xE3;o alcan&#xE7;adas em 1 a 2 horas.</p> <p>As concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas do levofloxacino ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa s&#xE3;o semelhantes e compar&#xE1;veis, em extens&#xE3;o (AUC), &#xE0;s obtidas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral, quando se utilizam doses equivalentes (mg/mg). Portanto, a via oral e a via intravenosa podem ser consideradas intercambi&#xE1;veis. A farmacocin&#xE9;tica do levofloxacino &#xE9; linear e previs&#xED;vel ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de doses &#xFA;nicas e doses m&#xFA;ltiplas de 50 a 600 mg. As concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas aumentam proporcionalmente com o aumento das doses orais, numa faixa de 250 a 1.000mg. O estado de equil&#xED;brio &#xE9; atingido em per&#xED;odo de 3 dias.</p> <p>O volume m&#xE9;dio de distribui&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino varia, em geral, de 89 a 112 litros ap&#xF3;s doses &#xFA;nicas ou m&#xFA;ltiplas de 500 mg, indicando ampla distribui&#xE7;&#xE3;o pelos tecidos.</p> <p>As concentra&#xE7;&#xF5;es m&#xE1;ximas do levofloxacino na mucosa br&#xF4;nquica e flu&#xED;do epitelial ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg foram de 8,3 mcg/g e 10,8 mcg/mL, respectivamente. Estas concentra&#xE7;&#xF5;es foram alcan&#xE7;adas em aproximadamente uma hora ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o. A concentra&#xE7;&#xE3;o nos tecidos pulmonares ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg por via oral foi de aproximadamente 11,3 mcg/g e foi alcan&#xE7;ada 4 a 6 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o. As concentra&#xE7;&#xF5;es nos pulm&#xF5;es constantemente excederam &#xE0;s do plasma. Nos flu&#xED;dos vesicais as concentra&#xE7;&#xF5;es m&#xE1;ximas de levofloxacino foram de 4,0 e 6,7 mcg/mL, 2 - 4 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o, ap&#xF3;s 3 dias com doses de 500 mg, uma ou duas vezes ao dia, respectivamente.</p> <p>A penetra&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino na bile &#xE9; r&#xE1;pida e completa. O levofloxacino tamb&#xE9;m penetra rapidamente no tecido &#xF3;sseo, tanto na cabe&#xE7;a do f&#xEA;mur quanto na sua parte distal. Os picos de concentra&#xE7;&#xE3;o tissular variam de 2,4 a 15 mcg/g e s&#xE3;o obtidos cerca de 2 a 3 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral. A liga&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> s&#xE9;ricas &#xE9; de aproximadamente 30 a 40%.</p> <p>O levofloxacino &#xE9; esterioquimicamente est&#xE1;vel no plasma e na urina e n&#xE3;o se converte metabolicamente no seu enanti&#xF4;mero, a D-ofloxacina. A biotransforma&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino &#xE9; limitada, uma vez que a droga &#xE9; basicamente excretada inalterada na urina. Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral, aproximadamente 87% da dose administrada &#xE9; recuperada inalterada, na urina, num per&#xED;odo de 48 horas, enquanto que menos de 4% da dose &#xE9; recuperada nas fezes, num per&#xED;odo de 72 horas. As concentra&#xE7;&#xF5;es urin&#xE1;rias m&#xE9;dias, 8 - 12 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de uma dose oral &#xFA;nica de 150 mg, 300 mg ou 500 mg de levofloxacino foram 44 mg/L, 91 mg/L e 200 mg/L, respectivamente. Menos de 5% da dose administrada &#xE9; recuperada na urina como desmetil e N-&#xF3;xido metab&#xF3;litos, os &#xFA;nicos metab&#xF3;litos identificados no homem. Estes metab&#xF3;litos n&#xE3;o apresentam atividade farmacol&#xF3;gica relevante.</p> <p>A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica terminal m&#xE9;dia do levofloxacino varia de 6 a 8 horas, ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de doses &#xFA;nicas ou de doses m&#xFA;ltiplas.</p> <p>A farmacocin&#xE9;tica do levofloxacino fica alterada em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal, portanto &#xE9; necess&#xE1;rio o ajuste da dose.</p> <p>N&#xE3;o h&#xE1; diferen&#xE7;as significativas na cin&#xE9;tica do levofloxacino entre jovens e idosos, a n&#xE3;o ser as diferen&#xE7;as associadas ao <em>clearance</em> de creatinina.</p> <p>A an&#xE1;lise separada de indiv&#xED;duos do sexo feminino e masculino demonstrou diferen&#xE7;as variando de pequenas &#xE0; n&#xE3;o significativas da farmacocin&#xE9;tica do levofloxacino com rela&#xE7;&#xE3;o ao sexo. O significado cl&#xED;nico destas diferen&#xE7;as ainda n&#xE3;o est&#xE1; claro.</p> <h3>Injet&#xE1;vel</h3> <h4>Mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>O levofloxacino &#xE9; um agente antibacteriano sint&#xE9;tico de amplo espectro, para administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa.</p> <p>Quimicamente, o levofloxacino &#xE9; o is&#xF4;mero lev&#xF3;giro (is&#xF4;mero-L) do racemato ofloxacino, um agente antibacteriano quinol&#xF4;nico. A atividade antibacteriana do ofloxacino deve-se basicamente ao is&#xF4;mero-L. O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino e de outros antimicrobianos fluoroquinol&#xF4;nicos envolve a inibi&#xE7;&#xE3;o da Topoisomerase IV bacteriana e da DNA-girase (ambas s&#xE3;o Topoisomerase bacteriana tipo II), enzimas necess&#xE1;rias para a replica&#xE7;&#xE3;o, transcri&#xE7;&#xE3;o, restaura&#xE7;&#xE3;o e recombina&#xE7;&#xE3;o do DNA. Nesse sentido, o is&#xF4;mero-L produz mais liga&#xE7;&#xF5;es de hidrog&#xEA;nio e, portanto, complexos mais est&#xE1;veis com a DNA-girase do que o is&#xF4;mero-D. Microbiologicamente, isso se traduz numa atividade antibacteriana 25 a 40 vezes maior para o is&#xF4;mero-L, o levofloxacino, do que para o is&#xF4;mero-D. Os derivados quinol&#xF4;nicos inibem r&#xE1;pida e especificamente a s&#xED;ntese do DNA bacteriano.</p> <h5>Microbiologia:</h5> <p>O levofloxacino apresenta atividade <em>in vitro</em> contra um amplo espectro de bact&#xE9;rias aer&#xF3;bicas e anaer&#xF3;bicas gram-positivas e gram-negativas. A atividade bactericida do levofloxacino &#xE9; r&#xE1;pida e frequentemente ocorre em n&#xED;veis pr&#xF3;ximos da Concentra&#xE7;&#xE3;o Inibit&#xF3;ria M&#xED;nima (CIM).</p> <h6>O levofloxacino exibe atividade <em>in vitro</em> contra a maioria das cepas dos microrganismos citados a seguir:</h6> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li> <em>Enterococcus avium, Staphylococcus hominis, Streptococcus milleri, Enterococcus faecium, Streptococcus constellatus, Streptococcus sanguis, Staphylococcus aureus, Streptococcus, Streptococcus </em>(Grupo<em> Viridans); </em>(Grupo C/F, D, G)<em>, Sthaphylococcus epidermidis.</em> </li> </ul> <p><strong>Anaer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li><em>Clostridium perfringens, Peptostreptococcus anaerobius, Propionibacterium acnes, Clostridium spp., Peptostreptococcus Magnus.</em></li> </ul> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-negativos</strong></p> <ul> <li><em>Acinetobacter anitratus, Legionella spp., Salmonella enteritidis, Acinetobacter baumannii, Morganella morganii, Salmonella spp, Acinetobacter lwoffii, Neisseria gonorrhoeae, Serratia liquefaciens, Aeromonas hydrophila, N. gonorrhoeae (produtora Serratia marcescens de penicilinase), Bordetella pertussis, Serratia spp, Campylobacter jejuni, Proteus vulgaris, Shigella spp, Citrobacter diversus, Providencia rettgeri, Stenotrophomonas maltophilia, Pantoea (Enterobacter) aerogenes, Providencia spp., Vibrio cholerae, Enterobacter agglomerans, Providencia stuartii, Vibrio parahaemolyticus, Enterobacter sakazakii, Pseudomonas fluorescens, Yersinia enterocolitica, Flavobacterium meningosepticum, Pseudomonas putida.</em></li> </ul> <p><strong>Anaer&#xF3;bios Gram-negativos</strong></p></hr>"}

750mg, caixa com 7 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Levofloxacino
Classe Terapêutica
:
Fluorquinolonas Orais
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca 2 vias (Antibiótico - Venda Sob Prescrição Médica mediante Retenção da Receita)
Categoria
:
Antibióticos
Especialidade
:
Infectologia, Imunologia clínica, Pneumologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Levoxin, para o que é indicado e para o que serve?

Levoxin® (levofloxacino) 750 mg é indicado para o tratamento de sinusite aguda bacteriana (infecção aguda por bactérias das cavidades aeradas dos ossos da face), pneumonia adquirida na comunidade (pneumonia em pessoas que não estão internadas), infecções do trato urinário (bexiga e canais onde passa a urina) complicadas e pielonefrite aguda (infecção aguda dos rins) causadas por cepas susceptíveis de bactérias, em pacientes com funcionamento normal dos rins.

Como o&nbsp;Levoxin funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) 750 mg &#xE9; um medicamento pertencente ao grupo dos <a href=\"https://consultaremedios.com.br/infeccoes/antibioticos/c\" target=\"_blank\">antibi&#xF3;ticos</a>. Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) 750 mg &#xE9; indicado para uso oral, no tratamento de infec&#xE7;&#xF5;es causadas por germes sens&#xED;veis ao levofloxacino.</p> "}

Quais as contraindicações do Levoxin?

O uso deste medicamento é contraindicado em caso de hipersensibilidade conhecida ao levofloxacino, a outros antibióticos quinolônicos e/ou demais componentes da formulação.

Levoxin® (levofloxacino) não deve ser usado em crianças, adolescentes&nbsp;em fase de crescimento, durante a gravidez e em mulheres lactantes.

As doses recomendadas são válidas também para pacientes idosos. Não há necessidade de ajuste das doses, desde que esses pacientes não tenham doença renal.

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.

Como usar o Levoxin?

Levoxin® pode ser ingerido com ou sem alimentos. Você deve tomar Levoxin® da mesma forma todos os dias (com ou sem alimentos) aproximadamente no mesmo horário, conforme orientado por seu médico.

A posologia recomendada para pacientes adultos com função renal normal é de 1 comprimido (750 mg) uma vez ao dia por 3 a 5 dias ou de acordo com a indicação médica:

Sinusite aguda bacteriana

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Pneumonia adquirida na comunidade

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Infecções do trato urinário complicadas

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Pielonefrite aguda

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Nos pacientes com diminuição do funcionamento dos rins, as doses devem ser ajustadas pelo médico.

Não ultrapasse as dosagens recomendadas, exceto com orientação médica.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Levoxin?

{"tag":"hr","value":" <p>Caso voc&#xEA; se esque&#xE7;a de tomar uma das doses, tome-a assim que poss&#xED;vel, no entanto, se estiver pr&#xF3;ximo do hor&#xE1;rio da dose seguinte, espere por este hor&#xE1;rio,respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca tome duas doses de uma s&#xF3; vez.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Levoxin?

Este medicamento foi prescrito somente para você. Não compartilhe Levoxin® (levofloxacino) com ninguém, mesmo se eles apresentarem sintomas semelhantes aos seus.

Informe seu médico caso você tenha ou já tenha apresentado problemas de saúde ou alergias, problemas no tendão ou caso você utilize medicamentos para convulsão.

Pacientes predispostosà convulsão

Como com qualquer outra quinolona, o Levoxin® (levofloxacino) deve ser utilizado com extrema cautela em pacientes predispostos à convulsão.

Estes pacientes podem estar com lesão pré-existente do sistema nervoso central, ou em tratamento concomitante com fenbufeno e anti-inflamatórios não-esteroidais similares, ou com fármacos que diminuem o limiar da convulsão cerebral, como a teofilina.

Colite pseudomembranosa

A ocorrência de diarreia, particularmente grave, persistente e/ou com sangue, durante ou após o tratamento com levofloxacino, pode ser indicativa de colite pseudomembranosa devido ao microrganismo Clostridium dificile. Na suspeita de colite pseudomembranosa, a administração de Levoxin® (levofloxacino) deve ser interrompida imediatamente.

O tratamento com antibiótico específico apropriado deve ser iniciado imediatamente (por exemplo: vancomicina oral, teicoplanina oral ou metronidazol). Produtos que inibem o peristaltismo, ou seja, inibem a motilidade gastrintestinal, sãocontraindicadosnesta situação.

Tendinite

A tendinite, raramente observada com quinolonas, pode ocasionalmente levar a ruptura envolvendo particularmente o tendão de Aquiles. Este efeito indesejado pode ocorrer nas 48 horas do início do tratamento e pode ser bilateral. Os pacientes idosos estão mais predispostos à tendinite. O risco de ruptura de tendão pode ficar aumentado na administração concomitante de corticosteroides. Na suspeita de tendinite, o tratamento com Levoxin® (levofloxacino) deve ser interrompido imediatamente. O tratamento apropriado (por exemplo: imobilização) deve ser iniciado no tendão afetado.

Risco de aneurisma e dissecção da aorta

Estudos epidemiológicos relatam um aumento do risco de aneurisma e dissecção da aorta após a ingestão de fluoroquinolonas, particularmente na população idosa. Portanto, as fluoroquinolonas devem ser usadas apenas após avaliação cuidadosa do benefício-risco e após consideração de outras opções terapêuticas em pacientes com história familiar positiva de aneurisma, ou em pacientes diagnosticados com aneurisma aórtico pré-existente e /ou dissecção aórtica, ou na presença de outros fatores de risco ou condições predisponentes para aneurisma e dissecção da aorta (por exemplo, síndrome de Marfan, síndrome de Ehlers-Danlos vascular, arterite de Takayasu, arterite de células gigantes, doença de Behcet, hipertensão, aterosclerose conhecida).

Em caso de dor súbita abdominal, no peito ou nas costas, os pacientes devem ser aconselhados a consultar imediatamente um médico.

Gravidez

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Não há estudos adequados e bem controlados sobre o uso de levofloxacino em mulheres grávidas. Em estudos experimentais utilizando fluorquinolonas, incluindo o levofloxacino, foi verificado o risco de danos nas cartilagens de organismos em crescimento.

Amamentação

Devido ao potencial de ocorrência de reações adversas graves nos lactentes de mães em tratamento com fluorquinolonas, incluindo o levofloxacino hemi-hidratado, nas cartilagens de organismos em crescimento Levoxin® (levofloxacino) 750 mg não deve ser utilizado por mulheres que estejam amamentando.

Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.

Informe seu médico se estiver amamentando.

Crianças e adolescentes

A segurança e a eficácia da utilização do levofloxacino em crianças e adolescentes não foram estabelecidas. No entanto, já foi demonstrado que as quinolonas, classe dos antibióticos à qual pertence Levoxin® (levofloxacino), produzem erosão nas articulações que suportam peso, bem como outros sinais de doença das articulações, em animais jovens de várias espécies. Portanto, a utilização do levofloxacino nessas faixas etárias é contraindicada.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Levoxin® pode provocar efeitos neurológicos adversos como vertigem e tontura, portanto, você não deve dirigir veículos, operar máquinas ou dedicar-se a outras atividades que exijam coordenação e alerta mental até que se saiba qual a reação individual frente ao medicamento.

Alterações dos níveis de glicose sanguínea, incluindo hiperglicemia (aumento) e hipoglicemia (diminuição), foram relatadas em pacientes tratados concomitantemente com quinolônas e agentes antidiabéticos. Portanto, recomenda-se monitoração cuidadosa da glicose sanguínea quando esses agentes forem administrados em conjunto.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Levoxin?

As informações fornecidas abaixo estão baseadas nos dados de estudos clínicos, em 5244 pacientes tratados com levofloxacino e em extensa experiência pós-comercialização internacional desta molécula nesta concentração.

De acordo com as recomendações, têm-se utilizado os seguintes índices de frequência:

  • <li>Muito Comum: Acima de 10%;</li> <li>Comum: de 1% a 10%;</li> <li>Incomum: de 0,1% a 1%;</li> <li>Raro: de 0,01% a 0,1%;</li> <li>Muito raro: menos que 0,01%;</li> <li>Casos isolados.</li>

Reações alérgicas ou na pele

Comum

Erupções na pele (rash), coceira.

Incomum

Erupções na pele, inflamação de veias,reações alérgicas.

Raro

Coceira generalizada, necrólise epidermal tóxica, ou Síndrome de Lyell (doença rara e grave, na qual a camada superficial da pele se desprende em lâminas), obstrução da passagem de ar pelos brônquios pela alergia e falta de ar.

Muito raro

Inchaço dos vasos, pressão baixa, fotossensibilização (alterações na pele causadas pela luz).

Casos isolados

Erupções bolhosas graves como Síndrome de Steven’s Johnson, eritema multiforme exsudativo (doença alérgica composta de febre, úlceras e bolhas na pele), toxicidade pela luminosidade, choque anafilático/anafilactoide (reação alérgica grave).

Algumas vezes, asreações alérgicas e de pele/mucosas podem ocorrer mesmo após a primeira dose.

Gastrintestinal, metabolismo

Comum

Náusea, vômitos, diarreia, indigestão, constipação, dor abdominal.

Incomum

Anorexia (falta de apetite), dispepsia (acidez), hiperglicemia ou hipoglicemia (aumento ou diminuição dos níveis sanguíneos de glicose, respectivamente), hipercalemia (aumento dos níveis de potássio no sangue), pancreatite, estomatite (inflamação e inchaço da língua), diarreia comsangue, que emcasos muito raros pode serindicativa de infecção no intestino, incluindo colite pseudomembranosa (inflamação do intestino pela bactéria Clostridium dificille).

Neurológica/Psiquiátrica

Comum

Tontura, dor de cabeça, insônia

Incomum

Sonolência, desordens do sono, pesadelos, confusão, convulsões, tremor, ansiedade, depressão.

Raro

Reações psicóticas(por exemplo: alucinações), parestesia (dormência), agitação.

Muito raro

Neuropatia periférica sensorial ou sensório-motora (doença em alguns nervos dos membros, afetando a sensação e/ou movimentação), distúrbios visuais(como visão dupla) e auditivos, distúrbios no paladar e olfato.

Casos isolados

Reações psicóticas com comportamentos de auto-risco, incluindo atos ou idealizações suicidas, encefalopatia (alterações inflamatórias no cérebro), neuropatia periférica (certos nervos não funcionam corretamente), hipertensão intracraniana (aumento da pressão dentro do crânio), paranoia.

Cardiovascular

Comum

Dor no peito, inchaço.

Incomum

Arritmia ventricular (arritmia nos ventrículos cardíacos), taquicardia ventricular, parada cardíaca.

Raro

Taquicardia (aceleração dos batimentos cardíacos), pressão baixa, inflamação nos vasos sanguíneos.

Muito raro

Choque (quadros de alergia muito graves que podem levar à morte)

Casos isolados

Torsaide de pointes (tipo de arritmia cardíaca), prolongamento do intervalo QT (tipo de arritmia cardíaca).

Músculo-esquelética

Incomum

Alterações na marcha, dor, inchaço ou inflamação das articulações, dores e problemas musculares e nos tendões.

Muito raro

Fraqueza muscular, que pode ser de extrema importância em pacientes com miastenia grave (tipo de doença que afeta a musculatura).

Casos isolados

Rabdomiólise (lesão do tecido dos músculos), lesões musculares, exacerbação de miastenia gravis, ruptura do tendão (por exemplo: tendão de Aquiles).

Problemas no fígado e nos rins

Incomum

Aumento das enzimas hepáticas(exame de sangue que mostra lesão do fígado), aumento da bilirrubina (enzima do fígado) e creatinina sérica (exame que vê a função renal), alteração da função do fígado, insuficiência do funcionamento dosrins.

Raro&nbsp;

Morte de células do fígado, hepatite, icterícia (amarelamento da pele e olhos devido ao mau funcionamento do fígado).

Muito raro

Outras alterações do fígado.

Casos isolados

Nefrite intersticial (lesão do tecido do rim), hepatotoxicidade (lesão do fígado), levando a insuficiência do fígado, com casos fatais.

Problemas sanguíneos

Incomum

Anemia (diminuição das células vermelhas do sangue), diminuição dos leucócitos (células de defesa do sangue) e das plaquetas(células que fazem a coagulação sanguínea).

Raro&nbsp;

Neutropenia (diminuição de alguns tipos de células de defesa no sangue), diminuição de todas as células do sangue, anemia por destruição das células vermelhas, falta ou acentuada redução das células de defesa do sangue, falta de produção das células sanguíneas pela medula, púrpura trombocitopênica (diminuição do número de plaquetas no sangue).

Casos isolados

Eosinofilia (aumento dos eosinófilos, tipo de célula sanguínea), aumento do tempo de protrombina (exame que vê a coagulação).

Outros

Comum

Infecção por cândida nos órgãos genitais, inflamação da vagina, falta de ar.

Incomum

Fraqueza,supercrescimento de fungos e proliferação de outros microrganismosresistentes

Raro

Febre, doença do soro (reação alérgica tardia).

Muito raro

Pneumonite alérgica (inflamação dos pulmões por alergia).

Casos isolados

Alveolite extrínseca alérgica (inflamação do pulmão de origemalérgica).

Outros efeitos indesejáveis possivelmente relacionados à classe das fluorquinolonas (classe de antibióticos onde o levofloxacino se encaixa)

Muito raro

Sintomas extrapiramidais (dificuldades para se movimentar e perda de equilíbrio) e outras alterações na coordenação muscular, vasculite de hipersensibilidade (inflamação dos vasos por alergia) e crises de porfiria em pacientes comporfiria (doença que tem manifestações na pele e nervos).

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova concentração no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversosimprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

Qual a composição do Levoxin?

Cada comprimido revestido contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Levofloxacino (equivalente a 768,69 mg de levofloxacino hemi-hidratado)</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">750 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: lactose, povidona, croscarmelose sódica, dióxido de silício, estearato de magnésio, hipromelose, macrogol, dióxido de titânio, óxido de ferro vermelho, óxido de ferro amarelo.

Apresentação do&nbsp;Levoxin

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimidos revestidos de 750 mg</h3> <p>Caixas com 5, 7, e 14 comprimidos.</p> <p><strong>Uso oral.</strong></p> <p><strong>Uso adulto acima de 18 anos.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Levoxin maior do que a recomendada?

De acordo com estudos de toxicidade em animais, os sinais mais importantes após a ocorrência de superdose oral aguda com levofloxacino são: sintomas no sistema nervoso central como confusão (alteração da habilidade motora e atenção), vertigens (tonturas), alterações de consciência (perda de velocidade de raciocínio, dificuldade de concentração) e convulsões (contrações involuntárias dos músculos ou dos membros). Podem ocorrer reações gastrintestinais como náuseas e erosões da mucosa (gastrite e úlceras).

Emestudos de farmacologia clínica realizados com superdosesforamobservados aumento do intervalo QT.

Tratamento

Em caso de superdose, o paciente deve ser observado cuidadosamente (incluindo monitorização do ECG) e tratamento sintomático deve serimplementado.

Se ocorrer superdose aguda, deve-se considerar também a lavagem gástrica e podem-se utilizar antiácidos para a proteção da mucosa gástrica.

A hemodiálise, incluindo diálise peritoneal e CAPD (diálise peritoneal ambulatorial contínua) não são efetivas em remover o levofloxacino do corpo. Não existe antídoto específico.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Levoxin com outros remédios?

Levoxin® (levofloxacino) pode interagir com outros medicamentos. É importante que você mantenha uma lista escrita de todos os medicamentos (com e sem prescrição médica) que você está tomando, bem como quaisquer produtos, tais como vitaminas, minerais ou outros suplementos dietéticos. Você deve levar esta lista com você cada vez que visitar o médico ou se você for internado em um hospital. Essa lista também é uma informação importante para levar com você em caso de emergências.

  • <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) e anti&#xE1;cidos contendo c&#xE1;lcio, magn&#xE9;sio ou alum&#xED;nio, bem como <a href="https://consultaremedios.com.br/sucralfato/bula" target="_blank">sucralfato</a>, c&#xE1;tions met&#xE1;licos como ferro, prepara&#xE7;&#xF5;es multivitam&#xED;nicas contendo <a href="https://consultaremedios.com.br/zinco/bula" target="_blank">zinco</a> ou produtos que contenham qualquer uma dessas subst&#xE2;ncias, podem interferir na absor&#xE7;&#xE3;o gastritestinal do levofloxacino, resultando em n&#xED;veis na urina e no soro consideravelmente inferiores ao desej&#xE1;vel. Esses agentes devem ser tomados pelo menos duas horas antes ou duas horas depois da administra&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) e teofilina pode prolongar a meia-vida desta &#xFA;ltima, elevar os n&#xED;veis de teofilina no soro e aumentar o risco de rea&#xE7;&#xF5;es adversas relacionadas &#xE0; teofilina. Portanto, os n&#xED;veis de teofilina devem ser cuidadosamente monitorados e os necess&#xE1;rios ajustes em suas doses devem ser realizados, se necess&#xE1;rio, quando o levofloxacino for administrado em conjunto. Rea&#xE7;&#xF5;es adversas, incluindo convuls&#xF5;es, podem ocorrer com ou sem a eleva&#xE7;&#xE3;o do n&#xED;vel de teofilina no soro;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante do Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) com a <a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">digoxina</a> ou a <a href="https://consultaremedios.com.br/ciclosporina/bula" target="_blank">ciclosporina</a> n&#xE3;o exige modifica&#xE7;&#xE3;o das doses de nenhum dos medicamentos. Entretanto, os n&#xED;veis de digoxina devem ser cuidadosamente monitorados caso voc&#xEA; esteja em tratamento concomitante com a digoxina;</li> <li>Certos derivados quinol&#xF4;nicos, incluindo o levofloxacino, podem aumentar os efeitos do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/anticoagulante/c" target="_blank">anticoagulante</a> <a href="https://consultaremedios.com.br/varfarina-sodica/bula" target="_blank">varfarina</a> ou de seus derivados. Quando estas subst&#xE2;ncias forem administradas ao mesmo tempo, o tempo de protrombina ou outros testes de coagula&#xE7;&#xE3;o aceit&#xE1;veis devem ser monitorados cuidadosamente, principalmente em pacientes idosos;</li> <li>O levofloxacino pode ser administrado com seguran&#xE7;a a pacientes em tratamento concomitante com probenecida ou <a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">cimetidina</a> desde que a dose do levofloxacino seja adequadamente ajustada com base na sua fun&#xE7;&#xE3;o renal uma vez que a probenecida e a cimetidina diminuem a depura&#xE7;&#xE3;o renal e prolongam a meia-vida do levofloxacino;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de f&#xE1;rmacos anti-inflamat&#xF3;rios n&#xE3;o-esteroidais e de derivados quinol&#xF4;nicos, incluindo o levofloxacino, pode aumentar o risco de estimula&#xE7;&#xE3;o do sistema nervoso central e de convuls&#xF5;es.</li>

A absorção e a biodisponibilidade do levofloxacino em indivíduos infectados com o HIV, com ou sem tratamento concomitante com zidovudina, foram semelhantes. Portanto, não parece necessário realizar ajustes de dose do levofloxacino, quando estiver sendo administrado concomitantemente com a zidovudina. Os efeitos do levofloxacino sobre a farmacocinética da zidovudina não foram avaliados. Algumas quinolonas, incluindo levofloxacino, podem produzir resultado falso positivo para opióides em exames de urina realizados em kits de imunoensaio comercialmente disponíveis. Dependendo da situação, pode ser necessário confirmar a presença de opióides com métodos mais específicos.

O levofloxacino pode inibir o crescimento do microrganismo Mycobacterium tuberculosis e, portanto, pode fornecer resultados falso-negativos nos diagnósticos bacteriológicos da tuberculose.

É desaconselhável a ingestão de bebidas alcoólicas durante o tratamento com Levoxin®. Medidas gerais de higiene devem ser observadas para controlar fontes de infecções ou de reinfecções.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Levoxin com alimentos?

Não existe interação clinicamente significativa de levofloxacino comprimidos com alimentos. Levofloxacino comprimidos pode, portanto, ser administrado concomitante a alimentos.

Qual a ação da substância do Levoxin (Levofloxacino)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimido</h3> <h4>Dados de seguran&#xE7;a pr&#xE9;-cl&#xED;nica</h4> <h5>Toxicidade aguda:</h5> <p>Os valores da dose letal m&#xE9;dia (DL 50) obtidos em camundongos e ratos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de levofloxacino foram de 1500-2000 mg/Kg. A administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg/Kg, por via oral em macacos induziram poucos efeitos al&#xE9;m de v&#xF4;mito.</p> <h5>Toxicidade em doses repetidas:</h5> <p>Foram conduzidos estudos com gavagem em ratos e macacos com dura&#xE7;&#xE3;o de um e seis meses. As doses foram de 50, 200, 800 mg/kg/dia e 20, 80, 320 mg/kg/dia durante 1 e 6 meses em ratos e 10, 30, 100 mg/kg/dia e 10, 25, 62,5 mg/kg/dia durante 1 e 6 meses em macacos.</p> <p>Os sinais de rea&#xE7;&#xF5;es ao tratamento foram discretos em ratos, com efeitos leves principalmente na dose de 200 mg/kg/dia ou mais, com discreta redu&#xE7;&#xE3;o no consumo de alimentos e altera&#xE7;&#xE3;o leve dos par&#xE2;metros hematol&#xF3;gicos e bioqu&#xED;micos. Foi conclu&#xED;do nesse estudo que o NOEL (N&#xED;vel de Efeito Adverso N&#xE3;o Observado) foi de 200 e 20 mg/kg/dia ap&#xF3;s 1 e 6 meses, respectivamente.</p> <p>A toxicidade ap&#xF3;s dose oral em macacos foi m&#xED;nima com redu&#xE7;&#xE3;o no peso corp&#xF3;reo de 100 mg/kg/dia concomitante com saliva&#xE7;&#xE3;o, diarreia e diminui&#xE7;&#xE3;o do pH urin&#xE1;rio em alguns animais nesta dose. N&#xE3;o foi observada toxicidade no estudo de 6 meses. Os NOELS foram definidos como sendo 30 e 62,5 mg/kg/dia ap&#xF3;s 1 e 6 meses, respectivamente.</p> <p>No estudo de seis meses, o NOEL foi definido como sendo 20 e 62,5 mg/kg/dia em ratos e macacos, respectivamente.</p> <h5>Carcinogenicidade:</h5> <p>N&#xE3;o foi observada nenhuma indica&#xE7;&#xE3;o de potencial carcinog&#xEA;nico em estudo de 2 anos, em ratos com administra&#xE7;&#xE3;o diet&#xE9;tica (0, 10, 30 e 100 mg/kg/dia).</p> <h5>Genotoxicidade:</h5> <p>Na aus&#xEA;ncia de ativa&#xE7;&#xE3;o metab&#xF3;lica, o levofloxacino n&#xE3;o induziu muta&#xE7;&#xF5;es g&#xEA;nicas em c&#xE9;lulas bacterianas ou de mam&#xED;feros, por&#xE9;m induziu aberra&#xE7;&#xF5;es cromoss&#xF4;micas em c&#xE9;lulas de pulm&#xE3;o de hamster chin&#xEA;s <em>in vitro</em> em concentra&#xE7;&#xF5;es iguais ou superiores a 100 &#x3BC;g/mL. Testes <em>in vivo</em> (micron&#xFA;cleos, altera&#xE7;&#xE3;o de crom&#xE1;tides irm&#xE3;s, s&#xED;ntese de DNA n&#xE3;o programada e testes letais dominantes) n&#xE3;o mostraram qualquer potencial genot&#xF3;xico.</p> <h5>Teratogenicidade:</h5> <p>O levofloxacino n&#xE3;o foi teratog&#xEA;nico em ratos, em doses orais t&#xE3;o altas quanto 810 mg/kg/dia. Nenhuma teratogenicidade foi observada em coelhos em dose oral de 50 mg /kg/dia.</p> <h5>Toxicidade reprodutiva:</h5> <p>O levofloxacino n&#xE3;o causou dano na fertilidade ou no desenvolvimento reprodutivo em ratos com doses orais t&#xE3;o altas quanto 360 mg/kg/dia. O levofloxacino n&#xE3;o apresentou efeito na fertilidade, e seu &#xFA;nico efeito no feto foi a matura&#xE7;&#xE3;o retardada como resultado de toxicidade materna.</p> <h5>Fototoxicidade:</h5> <p>Estudos em ratos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral mostraram que o levofloxacino apresenta atividade fotot&#xF3;xica apenas em doses muito elevadas. O levofloxacino n&#xE3;o demonstrou qualquer potencial genot&#xF3;xico nos ensaios de fotomutagenicidade e reduziu o potencial de desenvolvimento de tumor nos ensaios de fotocarcinogenicidade.</p> <h5>Toxicidade nas articula&#xE7;&#xF5;es:</h5> <p>Em comum com outras fluorquinolonas, o levofloxacino mostrou efeito na cartilagem (ves&#xED;culas e cavidades) em ratos e c&#xE3;es. Estes efeitos foram mais caracter&#xED;sticos em animais jovens.</p> <h4>Estudos Cl&#xED;nicos</h4> <p>A efic&#xE1;cia de levofloxacino oral/venoso 750 mg 1x/dia por 5 dias em adultos com PAC, SAB, ITU complicada e PA foi avaliada em alguns estudos publicados, originados a partir de protocolos de n&#xE3;o inferioridade randomizados, duplocegos, multic&#xEA;ntricos, comparativos conduzidos nos EUA. Os desfechos prim&#xE1;rios destes estudos foram a taxa de sucesso cl&#xED;nico (propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes que apresentaram melhora ou cura) 7-14 dias ap&#xF3;s o fim do tratamento <sup>(7)</sup> ou entre os dias 17-24 do estudo <sup>(8)</sup>, ou a taxa de erradica&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica entre os dias 15-22 do estudo <sup>(9,10)</sup>. Os detalhes das popula&#xE7;&#xF5;es analisadas nos diferentes estudos est&#xE3;o mostradas nas tabelas 1 e 2. As defini&#xE7;&#xF5;es de resposta cl&#xED;nica e microbiol&#xF3;gica variaram entre os estudos. Cura cl&#xED;nica foi definida como a resolu&#xE7;&#xE3;o de sintomas e sinais cl&#xED;nicos, sem a necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. Melhora cl&#xED;nica foi caracterizada uma redu&#xE7;&#xE3;o significativa de sinais e sintomas, mas sem resolu&#xE7;&#xE3;o completa, ainda que n&#xE3;o houvesse necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. Falha cl&#xED;nica ocorreu na aus&#xEA;ncia de resposta a terapia (ou resposta incompleta), e a necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. As respostas microbiol&#xF3;gicas foram determinadas em culturas de esp&#xE9;cimes respirat&#xF3;rios ou sangu&#xED;neos e inclu&#xED;ram a erradica&#xE7;&#xE3;o (todos os pat&#xF3;genos identificados em amostras na entrada do estudo foram erradicados), persist&#xEA;ncia (pelo menos um pat&#xF3;geno identificado na entrada do estudo persistiu) ou desconhecida (incluindo os que perderam seguimento) <sup>(7,8-10)</sup>. Em pacientes portadores de ITU complicada ou PA, a erradica&#xE7;&#xE3;o foi baseada na redu&#xE7;&#xE3;o de pat&#xF3;genos para &#x2264; 104 unidades/mL formadoras de col&#xF4;nias <sup>(9,10)</sup>. A classifica&#xE7;&#xE3;o de erradica&#xE7;&#xE3;o presumida <sup>(7,8)</sup> ou persistente presumida<sup> (7-9)</sup> foi utilizada quando os pacientes consideraram sucesso cl&#xED;nico ou falha cl&#xED;nica, mas a cultura n&#xE3;o estava dispon&#xED;vel para teste.</p> <p>As an&#xE1;lises estat&#xED;sticas destes estudos foram conduzidas com as vari&#xE1;veis cl&#xED;nicas ou microbiol&#xF3;gicas<sup> (7,9-12)</sup> ou com a inten&#xE7;&#xE3;o de tratar as diferentes popula&#xE7;&#xF5;es <sup>(9,10,13,14)</sup>.</p> <p><strong>Tabela 1: Efic&#xE1;cia de levofloxacino (LEV) venoso/oral 750 mg uma vez diaa (1x) por 5 dias versus LEV 500 mg (1x) por 10 dias em pacientes com pneumonia adquirida na comunidade (PAC) ou sinusite aguda bacteriana (SAB). Dados de estudos prospectivos de n&#xE3;o inferioridade, randomizados, duplo-cegos e multic&#xEA;ntricos <sup>(7, 8)</sup> e de suban&#xE1;lises retrospectivas de PAC <sup>(11-13)</sup>. Adaptado da refer&#xEA;ncia 1</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Estudos</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\"><strong>Tratamento - dose (1x)/mg (dura&#xE7;&#xE3;o/dia)</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:201px\"><strong>Resposta Clinica % (n) <sup>b,c</sup></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:177px\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:194px\"><strong>Resposta Microbiol&#xF3;gica % (n) <sup>b,c,d</sup></strong></td> <td style=\"width:190px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"6\" style=\"text-align:center\"><strong>Prospectivos</strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes PAC <sup>e</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">92,4 (198)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-7,0/4,4<sup>f</sup> </td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">93,2 (103)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-8,6/7,0</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">91,1 (192)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">92,4 (92)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes SAB<sup>g</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">91,4 (152)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-10,0/4,2<sup>f</sup> </td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">91,5 (153)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">NR</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">88,6 (149)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">89,4 (151)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"6\" style=\"text-align:center\"><strong>Retrospectivos</strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes PAC (bact.. at&#xED;picas)<sup>e</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">95,5 (66)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-6,8/8,8</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">NR</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">NR</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">96,5 (57)<br> &amp;nbsp;</br></td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes PAC grave</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">90,8 (76)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-15,9/5,4</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">88,9 (36)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-18,3/15,6</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">85,5 (83)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">87,5 (32)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes PAC &#x2265; 65 anos<sup>h</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">89 (73)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-7,1/12,7</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">90,3 (31)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">NR</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">91,9(86)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">87,5 (16)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> </tbody> </table> <p><sup>(a)</sup> Pacientes em uso de 750 mg/dia 5 dias e placebo por mais 5 dias.<br> <sup>(b)</sup> Resposta cl&#xED;nica (sucesso) definida como cura e/ou melhora sintomas; resposta microbiol&#xF3;gica definida como erradica&#xE7;&#xE3;o ou erradica&#xE7;&#xE3;o presumida de todos os pat&#xF3;genos identificados no in&#xED;cio do estudo.<br> <sup>(c)</sup> Desfecho prim&#xE1;rio foi a resposta cl&#xED;nica (taxa) ap&#xF3;s 7-14 dias tratamento ou entre os dias 17 e 24 do estudo.<br> <sup>(d)</sup> Pacientes avaliados com resposta cl&#xED;nica e com pat&#xF3;genos identificados no in&#xED;cio do estudo, excluindo-se a culturas bacteriol&#xF3;gicas inapropriadas.<br> <sup>(e)</sup> Popula&#xE7;&#xE3;o para analise cl&#xED;nica prim&#xE1;ria: inten&#xE7;&#xE3;o de tratar pacientes excluindo-se os diagn&#xF3;sticos n&#xE3;o confirmados, desvio ou viola&#xE7;&#xE3;o de protocolo, perda de dados ou de seguimento, ou ainda uso de terapia efetiva concomitante.<br> <sup>(f)</sup> A n&#xE3;o inferioridade da levofloxacino 750 mg 1x/dia por 5 dias foi estabelecida como o limite superior do intervalo de confian&#xE7;a 95% para a diferen&#xE7;a da taxa de resposta entre os grupos &lt;15%.<br> <sup>(g)</sup> Popula&#xE7;&#xE3;o para analise microbiol&#xF3;gica prim&#xE1;ria: pacientes que seguiram o protocolo e tiveram diagn&#xF3;stico microbiol&#xF3;gico confirmado.<br> <sup>(h)</sup> Popula&#xE7;&#xE3;o para an&#xE1;lise prim&#xE1;ria: inten&#xE7;&#xE3;o de tratar pacientes que receberam uma ou mais doses da medica&#xE7;&#xE3;o de estudo.<br> <strong>NR:</strong> N&#xE3;o relatado</br></br></br></br></br></br></br></br></p> <p><strong>Tabela 2: Efic&#xE1;cia de levofloxacino venoso/oral (LEV) 750 mg uma vez dia (1x) por 5 dias versus <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-ciprofloxacino/pa\" target=\"_blank\">ciprofloxacino</a> (CIP) 400 mg venoso/500 mg oral duas vezes/dia (2x) por 10 dias em pacientes (pctes) com infec&#xE7;&#xE3;o do trato urin&#xE1;ria complicada (ITUc) ou pielonefrite aguda (PA). Dados de estudo prospectivo de n&#xE3;o inferioridade, randomizado, duplo-cego e multic&#xEA;ntrico <sup>(9)</sup> e de an&#xE1;lise separada de pacientes com PA <sup>(10)</sup>. Adaptado da refer&#xEA;ncia 1</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Estudo (popula&#xE7;&#xE3;o analise prim&#xE1;ria)</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\"><strong>Tratamento dose/mg (dura&#xE7;&#xE3;o/dias)</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:195px\"><strong>Resposta Cl&#xED;nica % (n) <sup>a</sup></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:181px\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:180px\"><strong>Resposta Microbiol&#xF3;gica %</strong></td> <td style=\"width:200px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"6\" style=\"text-align:center\"><strong>Estudo principal</strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pctes ITUc ou PA popula&#xE7;&#xE3;o ITT modificado<sup>C</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\">LEV 750 1x (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">81,1 (317)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-7,2/5,3</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">79,8 (317)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-6,3/6,3<sup>d</sup> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:223px\">CIP 400/500 2x<br> (10)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">80,1 (302)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">79,8 (302)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pcts avalia&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\">LEV 750 1x (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">86,4 (265)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-3,9/7,8</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">86,0 (265)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-2,5/8,9<sup>d</sup> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:223px\">CIP 400/500 2x (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">88,6 (241)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">89,2 (241)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"6\" style=\"text-align:center\"><strong>An&#xE1;lise separada</strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pctes PA popula&#xE7;&#xE3;o ITT modificado<sup>C</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\">LEV 750 1x (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">86,2 (94)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-16,0/4,9</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">83,0 (94)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-14,4/7,6<sup>d</sup> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:223px\">CIP 400/500 2x (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">80,6 (98)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">79,6 (98)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pcts avalia&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\">LEV 750 1x (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">92,5 (80)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-12,0/6,0</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">92,5 (80)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-7,1/8,9<sup>d</sup> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:223px\">CIP 400/500 2x (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">89,5 (76)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">93,4 (76)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-</td> </tr> </tbody> </table> <p><sup>(a)</sup> Resposta cl&#xED;nica (sucesso) definida como cura e/ou melhora sintomas; resposta microbiol&#xF3;gica definida como erradica&#xE7;&#xE3;o ou erradica&#xE7;&#xE3;o presumida de todos os pat&#xF3;genos identificados no in&#xED;cio do estudo.<br> <sup>(b)</sup> Desfecho prim&#xE1;rio foi a erradica&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica (taxa) entre os dias 15 e 22 do estudo (visita ap&#xF3;s tratamento).<br> <sup>(c)</sup> Popula&#xE7;&#xE3;o ITT modificado (desfecho co-prim&#xE1;rio): inten&#xE7;&#xE3;o de tratar pacientes com diagn&#xF3;stico microbiol&#xF3;gico, urocultura positiva com &#x2265; 105 UFC/mL e um ou mais pat&#xF3;genos urin&#xE1;rios no in&#xED;cio do estudo.<br> <sup>(d)</sup> A n&#xE3;o inferioridade de levofloxacino 750 mg 1x dia por 5 dias foi estabelecida como o limite superior do intervalo de confian&#xE7;a 95% para a diferen&#xE7;a da taxa de resposta entre os grupos &lt;15%.<br> <sup>(e)</sup> Pacientes com avalia&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica (desfecho co-prim&#xE1;rio): inten&#xE7;&#xE3;o de tratar modificado de pacientes que n&#xE3;o perderam o seguimento, tinham dados de avalia&#xE7;&#xE3;o ap&#xF3;s o tratamento e seguiram o protocolo de estudo.</br></br></br></br></p> <h5>As conclus&#xF5;es destes estudos s&#xE3;o:</h5> <ul> <li>O levofloxacino 750 mg uma vez ao dia por 5 dias foi t&#xE3;o efetiva quanto 500 mg uma vez ao dia por 10 dias no tratamento da PAC na totalidade da popula&#xE7;&#xE3;o estudada, assim como em pacientes com PAC causada por organismos at&#xED;picos, em pacientes com PAC grave e nos acima de 65 anos (Tabela 1).</li> <li>No tratamento da SAB em adultos, levofloxacino 750 mg uma vez ao dia por 5 dias foi igualmente t&#xE3;o efetiva quanto 500 mg uma vez ao dia por 10 dias (Tabela 2);</li> <li>O levofloxacino 750 mg uma vez ao dia por 5 dias foi t&#xE3;o efetiva quanto o ciprofloxacino 400 ou 500 mg duas vezes ao dia por 10 dias no tratamento de adultos com ITU complicada ou PA (Tabela 2).</li> </ul> <p>A utiliza&#xE7;&#xE3;o de tratamento antimicrobiano para exacerba&#xE7;&#xF5;es de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/dpoc/c\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/doenca-pulmonar-obstrutiva\" target=\"_blank\">Doen&#xE7;a Pulmonar Obstrutiva</a> Cr&#xF4;nica (DPOC) est&#xE1; indicada em v&#xE1;rias diretrizes nacionais e internacionais <sup>(15)</sup>, em particular nos pacientes que se apresentam clinicamente como portadores de bronquite cr&#xF4;nica. Estudo randomizado, cego, de grupos paralelos realizado em portadores de exacerba&#xE7;&#xE3;o de bronquite cr&#xF4;nica, comparou dois esquemas distintos em portadores de bronquite cr&#xF4;nica n&#xE3;o complicada (VEF1 &#x2265; 50% previsto e &lt; 4 exacerba&#xE7;&#xF5;es/ano) e bronquite cr&#xF4;nica complicada (VEF1&#x2264; 50% previsto ou entre 50 e 65% + presen&#xE7;a co-morbidades &#x2265; 4 exacerba&#xE7;&#xF5;es/ano). O primeiro grupo de pacientes recebeu levofloxacino 750 mg via oral, uma vez ao dia por 3 dias ou <a href=\"https://consultaremedios.com.br/azitromicina/bula\" target=\"_blank\">azitromicina</a> 500mg/dia no primeiro dia seguido de 250mg/dia entre o dia 2 e 5 do tratamento. No segundo grupo de pacientes (exacerba&#xE7;&#xE3;o por bronquite cr&#xF4;nica complicada) os pacientes receberam levofloxacino 750 mg via oral, uma vez ao dia, por 5 dias ou amoxacilina 875 mg + clavulanato 125 mg, duas vezes ao dia, por 10 dias. Sucesso na avalia&#xE7;&#xE3;o de par&#xE2;metros cl&#xED;nicos (melhora de sintomas e retorno a condi&#xE7;&#xE3;o basal) foi similar na compara&#xE7;&#xE3;o levofloxacino/azitromicina (93,0 versus 90,1%, respectivamente) e levofloxacino/amoxa-clavulanato (79,2 versus 81,7%, respectivamente). Para pacientes que realizaram avalia&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica, a resposta cl&#xED;nica com levofloxacino por 3 dias foi superior que azitromicina por 5 dias (96,3 versus 87,4%, respectivamente), e similar na compara&#xE7;&#xE3;o entre levofloxacino por 5 dias em rela&#xE7;&#xE3;o a amoxacilinaclavulanato por 10 dias nos portadores de bronquite cr&#xF4;nica complicada (81,4 versus 80,9%, respectivamente). A erradica&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica foi superior com levofloxacino por 3 dias comparada a azitromicina por 5 dias (93,8 versus 82,8%, respectivamente), e similar na compara&#xE7;&#xE3;o levofloxacino 5 dias com amoxacilina-clavulanato 10 dias (81,4 versus 79,8%, respectivamente). <sup>(16)</sup></p> <p>Em an&#xE1;lise post-hoc deste mesmo estudo <sup>(17)</sup>, 341 pat&#xF3;genos foram isolados, 41,9% deles flora tradicional de exacerba&#xE7;&#xF5;es de bronquite cr&#xF4;nica, 53,1% outros microrganismos Gram-negativos e 5% Gram-positivos. A susceptibilidade geral dos pat&#xF3;genos &#xE0; levofloxacino foi de 97,1% e 90,6% &#xE0; amoxacilina/clavulanato (p&lt;0,001). Os eventos adversos foram semelhantes entre os grupos. Os autores concluem pela similaridade dos tratamentos para as diferentes gravidades de exacerba&#xE7;&#xE3;o de bronquite cr&#xF4;nica.</p> <p>Estudo cl&#xED;nico publicado em 2002 verificou a efic&#xE1;cia do levofloxacino na dose de 750 mg para o tratamento de infec&#xE7;&#xF5;es de pele e subcut&#xE2;neo complicadas. 339 pacientes foram randomizados na propor&#xE7;&#xE3;o 1:1 para receber levofloxacino 750mg 1X/dia endovenoso, oral ou endovenoso/oral, ou tircacilina-clavulanato 3,1g endovenoso a cada 4 a 6 horas, que pode ser seguido por amoxicilina-clavulanato 875mg a cada 12 horas. Na popula&#xE7;&#xE3;o clinicamente avali&#xE1;vel, os dois regimes mostraram equival&#xEA;ncia terap&#xEA;utica (taxas de sucesso de 84,1% e 80,3%, respectivamente).</p> <p>Na popula&#xE7;&#xE3;o microbiologicamente avali&#xE1;vel, a taxa de erradica&#xE7;&#xE3;o foi de 83,7% nos tratados com levofloxacino, e de 71,4% nos tratados com tircacilina-clavulanato (intervalo de confian&#xE7;a de 95%: -24,3 a - 0,2). Ambos os tratamentos foram bem tolerados. Este estudo demonstra que levofloxacino (750mg 1X/dia) &#xE9; seguro e pelo menos t&#xE3;o efetivo que tircacilina-clavulanato para o tratamento de infec&#xE7;&#xE3;o de pele e subcut&#xE2;neo complicada. <sup>(19)</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\"><strong>Refer&#xEA;ncias dos resultados de efic&#xE1;cia</strong></span></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Anderson VR, Perry CM. Levofloxacin. A Review of its Use as a High-Dose, Short Course Treatment for Bacterial Infection. Drugs 2008; 68: 535-565.<br> 2. Croom KF, Goa KL. Levofloxacin: a review of its use in the treatment of bacterial infections in the United States. Drugs 2003; 63: 2769-802.<br> 3. File Jr TM. New insights in the treatment by levofloxacin. Chemotherapy 2004; 50 Suppl. 1: 22-8.<br> 4. Wargo KA, Wargo NA, Eiland III EH. Maximizing pharmacodynamics with high dose levofloxacin. Hosp Pharm 2005; 40: 777-87.<br> 5. Segreti J, House HR, Siegel RE. Principles of antibiotic treatment of community acquired pneumonia in the outpatient setting. Am J Med 2005; 118: 21-8S.<br> 6. Mandell LA, Wunderink RG, Anzueto, Bartlett JG, Campbell GD, Dean NC et al. Thoracic Society Consensus Guidelines on the Management of Community-Acquired Pneumoniain Adults. Clinical Infectious Diseases 2007; 44:S27&#x2013;72.<br> 7. Dunbar LM, Wunderink RG, Habib MP, et al. High-dose, short course levofloxacin for communityacquired pneumonia: a new treatment paradigm [published erratum appears in Clin Infect Dis 2003; 37: 1147]. Clin Infect Dis 2003; 37: 752-60.<br> 8. Poole M, Anon J, Paglia M, et al. A trial of high-dose, short course levofloxacin for the treatment of acute bacterial sinusitis. Otolaryngol Head Neck Surg 2006; 134: 10-7.<br> 9. Peterson J, Kaul S, Khashab M, et al. A double-blind, randomized comparison of levofloxacin 750mg once-daily for 5 days with ciprofloxacin 400/500mg twice-daily for 10 days for the treatment of complicated urinary tract infections and acute pyelonephritis. Urology 2008; 71: 17-22.<br> 10. Klausner HA, Brown P, Peterson J, et al. A trial of levofloxacin 750 mg once daily for 5 days versus ciprofloxacin 400 mg and 500 mg twice daily for 10 days in the treatment of acute pyelonephritis. Curr Med Res Opin 2007; 22: 2637-45.<br> 11. Dunbar LM, Khashab MM, Kahn JB, et al. Efficacy of 750-mg 5-day levofloxacin in the treatment of community-acquired pneumonia caused by atypical pathogens. Curr Med Res Opin 2004; 20: 555-63.<br> 12. Shorr AF, Khashab MM, Xiang JX, et al. Levofloxacin 750-mg for 5 days for the treatment of hospitalized fine risk class III/IV community-acquired pneumonia patients. Respir Med 2006; 100: 2129-36.<br> 13. Shorr AF, Zadeikis N, Xiang JX, et al. A multicenter, randomized, double-blind, retrospective comparison of 5- and 10-day regimens of levofloxacin in a subgroup of patients aged &#x2265;65 years with communityacquired pneumonia. Clin Ther 2005; 27: 1251-9.<br> 14. File Jr TM, Milkovich G, Tennenberg AM, et al. Clinical implications of 750 mg, 5 day levofloxacin for the treatment community-acquired pneumonia. Curr Med Res Opin 2004; 20: 1473-81.<br> 15. GOLD. Global strategy for the diagnosis, management, and prevention of chronic obstructive pulmonary disease. Uptodate 2008. www.goldcopd.com. Acessado em setembro 2009.<br> 16. Martinez FJ, Grossman FR, Zadeikis N, Fisher AC, Walker K, Ambruzs ME, Tennenberg AM. Patient stratification in the management of acute bacterial exacerbation of chronic bronchitis: the role of levofloxacin 750 mg. Eur Respir J 2005; 25: 1001&#x2013;1010.<br> 17. Grossman RF, Ambrusz ME, Fisher AC, Khashab MM, Kahn JB. Levofloxacin 750 mg QD for five days versus amoxicillin/clavulanate 875 mg/125 mg BID for ten days for treatment of acute bacterial exacerbation of chronic bronchitis: a post hoc analysis of data from severely ill patients. Clin Ther. 2006; 28:1175-80.<br> 18. Frei CR, Jaso TC, Mortensen EM, Restrepo MI, Raut MK, Oramasionwu CU, Ruiz AD, Makos BR, Ruiz JL, Attridge RT, Mody SH, Fisher A, Schein JR. Medical resource utilization among communityacquired pneumonia patients initially treated with levofloxacin 750 mg daily versus ceftriaxone 1000 mg plus azithromycin 500 mg daily: a US-based study. Curr Med Res Opin. 2009;25:859-68.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h3>Injet&#xE1;vel</h3> <p>Segundo Croom &amp; Goa (2003) diversos estudos comparativos randomizados confirmam a efic&#xE1;cia do levofloxacino (oral ou intravenoso) no tratamento de adultos com infec&#xE7;&#xF5;es respirat&#xF3;rias, geniturin&#xE1;rias, da pele e dos tecidos moles, com doses di&#xE1;rias de 250, 500 ou 750 mg.</p> <p>De acordo com Anderson &amp; Perry (2008) a efic&#xE1;cia do levofloxacino via oral ou intravenosa ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de doses de 750 mg uma vez ao dia por 5 dias j&#xE1; foi bem estabelecida em diversos estudos randomizados em adultos, para tratamento da PAC, SBA, PA e infec&#xE7;&#xF5;es complicadas durante a interna&#xE7;&#xE3;o na UTI.</p> <p>Conforme Inoshita e colaboradores (2010) a levofloxacino foi eficaz na profilaxia de infec&#xE7;&#xF5;es bacterianas ap&#xF3;s cirurgias dos seios paranasais.</p> <p>A efic&#xE1;cia do levafloxacino no tratamento da pneumonia nasocomial e PAC foi demonstrada por diversos autores. <sup>(1)</sup>&amp;nbsp;Este f&#xE1;rmaco tamb&#xE9;m pode ser utilizado para tratamento da exacerba&#xE7;&#xE3;o da bronquite <sup>(2)</sup> e da SBA. <span style=\"font-size:10.8333px\">(3)</span></p> <p>Em infec&#xE7;&#xF5;es do trato gastro geniturin&#xE1;rio, o levofloxacino tamb&#xE9;m demonstrou efic&#xE1;cia, com taxa de cura cl&#xED;nica e microbiol&#xF3;gica maior que 80%. <sup>(4)</sup></p> <p>O levofloxacino foi eficaz em tratar infec&#xE7;&#xF5;es da pele e dos tecidos moles n&#xE3;o complicados.&amp;nbsp;<sup>(5)</sup></p> <p>Segundo Croom &amp; Goa (2003) a administra&#xE7;&#xE3;o de levofloxacino parece ser bem tolerada, sendo que a maior parte dos eventos adversos registrados s&#xE3;o de severidade leve a moderada. Os principais eventos relatados foram n&#xE1;usea, diarreia, vaginites, dor abdominal e ins&#xF4;nia. A dose n&#xE3;o parece exercer efeito significante no aparecimento de eventos adversos.</p> <p>Ainda segundo Croom &amp; Goa (2003) o levofloxacino possui baixo potencial para causar rea&#xE7;&#xF5;es de fototoxicidade (incid&#xEA;ncia de 0,03%). Desordens dos tend&#xF5;es, toxidade severa do f&#xED;gado, hipoglicemia e hiperglicemia s&#xE3;o sintomas raros, assim como altera&#xE7;&#xF5;es c&#xE1;rdicas (prolonga&#xE7;&#xE3;o do intervalo QT registrada em menos que 1 em 1 milh&#xE3;o de pacientes nos Estados Unidos).</p> <p>Portanto, baseando-se nos estudos realizados, foram demonstradas a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a do levofloxacino no tratamento de diversas infec&#xE7;&#xF5;es incluindo as do trato respirat&#xF3;rio superior e inferior, da pele e tecidos moles, do trato urin&#xE1;rio e dos ossos.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas</strong></p>"}

750mg, caixa com 5 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Levofloxacino
Classe Terapêutica
:
Fluorquinolonas Orais
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca 2 vias (Antibiótico - Venda Sob Prescrição Médica mediante Retenção da Receita)
Categoria
:
Antibióticos
Especialidade
:
Infectologia, Imunologia clínica, Pneumologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Levoxin, para o que é indicado e para o que serve?

Levoxin® (levofloxacino) 750 mg é indicado para o tratamento de sinusite aguda bacteriana (infecção aguda por bactérias das cavidades aeradas dos ossos da face), pneumonia adquirida na comunidade (pneumonia em pessoas que não estão internadas), infecções do trato urinário (bexiga e canais onde passa a urina) complicadas e pielonefrite aguda (infecção aguda dos rins) causadas por cepas susceptíveis de bactérias, em pacientes com funcionamento normal dos rins.

Como o&nbsp;Levoxin funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) 750 mg &#xE9; um medicamento pertencente ao grupo dos <a href=\"https://consultaremedios.com.br/infeccoes/antibioticos/c\" target=\"_blank\">antibi&#xF3;ticos</a>. Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) 750 mg &#xE9; indicado para uso oral, no tratamento de infec&#xE7;&#xF5;es causadas por germes sens&#xED;veis ao levofloxacino.</p> "}

Quais as contraindicações do Levoxin?

O uso deste medicamento é contraindicado em caso de hipersensibilidade conhecida ao levofloxacino, a outros antibióticos quinolônicos e/ou demais componentes da formulação.

Levoxin® (levofloxacino) não deve ser usado em crianças, adolescentes&nbsp;em fase de crescimento, durante a gravidez e em mulheres lactantes.

As doses recomendadas são válidas também para pacientes idosos. Não há necessidade de ajuste das doses, desde que esses pacientes não tenham doença renal.

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.

Como usar o Levoxin?

Levoxin® pode ser ingerido com ou sem alimentos. Você deve tomar Levoxin® da mesma forma todos os dias (com ou sem alimentos) aproximadamente no mesmo horário, conforme orientado por seu médico.

A posologia recomendada para pacientes adultos com função renal normal é de 1 comprimido (750 mg) uma vez ao dia por 3 a 5 dias ou de acordo com a indicação médica:

Sinusite aguda bacteriana

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Pneumonia adquirida na comunidade

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Infecções do trato urinário complicadas

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Pielonefrite aguda

1 comprimido uma vez ao dia por 5 dias.

Nos pacientes com diminuição do funcionamento dos rins, as doses devem ser ajustadas pelo médico.

Não ultrapasse as dosagens recomendadas, exceto com orientação médica.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Levoxin?

{"tag":"hr","value":" <p>Caso voc&#xEA; se esque&#xE7;a de tomar uma das doses, tome-a assim que poss&#xED;vel, no entanto, se estiver pr&#xF3;ximo do hor&#xE1;rio da dose seguinte, espere por este hor&#xE1;rio,respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca tome duas doses de uma s&#xF3; vez.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Levoxin?

Este medicamento foi prescrito somente para você. Não compartilhe Levoxin® (levofloxacino) com ninguém, mesmo se eles apresentarem sintomas semelhantes aos seus.

Informe seu médico caso você tenha ou já tenha apresentado problemas de saúde ou alergias, problemas no tendão ou caso você utilize medicamentos para convulsão.

Pacientes predispostosà convulsão

Como com qualquer outra quinolona, o Levoxin® (levofloxacino) deve ser utilizado com extrema cautela em pacientes predispostos à convulsão.

Estes pacientes podem estar com lesão pré-existente do sistema nervoso central, ou em tratamento concomitante com fenbufeno e anti-inflamatórios não-esteroidais similares, ou com fármacos que diminuem o limiar da convulsão cerebral, como a teofilina.

Colite pseudomembranosa

A ocorrência de diarreia, particularmente grave, persistente e/ou com sangue, durante ou após o tratamento com levofloxacino, pode ser indicativa de colite pseudomembranosa devido ao microrganismo Clostridium dificile. Na suspeita de colite pseudomembranosa, a administração de Levoxin® (levofloxacino) deve ser interrompida imediatamente.

O tratamento com antibiótico específico apropriado deve ser iniciado imediatamente (por exemplo: vancomicina oral, teicoplanina oral ou metronidazol). Produtos que inibem o peristaltismo, ou seja, inibem a motilidade gastrintestinal, sãocontraindicadosnesta situação.

Tendinite

A tendinite, raramente observada com quinolonas, pode ocasionalmente levar a ruptura envolvendo particularmente o tendão de Aquiles. Este efeito indesejado pode ocorrer nas 48 horas do início do tratamento e pode ser bilateral. Os pacientes idosos estão mais predispostos à tendinite. O risco de ruptura de tendão pode ficar aumentado na administração concomitante de corticosteroides. Na suspeita de tendinite, o tratamento com Levoxin® (levofloxacino) deve ser interrompido imediatamente. O tratamento apropriado (por exemplo: imobilização) deve ser iniciado no tendão afetado.

Risco de aneurisma e dissecção da aorta

Estudos epidemiológicos relatam um aumento do risco de aneurisma e dissecção da aorta após a ingestão de fluoroquinolonas, particularmente na população idosa. Portanto, as fluoroquinolonas devem ser usadas apenas após avaliação cuidadosa do benefício-risco e após consideração de outras opções terapêuticas em pacientes com história familiar positiva de aneurisma, ou em pacientes diagnosticados com aneurisma aórtico pré-existente e /ou dissecção aórtica, ou na presença de outros fatores de risco ou condições predisponentes para aneurisma e dissecção da aorta (por exemplo, síndrome de Marfan, síndrome de Ehlers-Danlos vascular, arterite de Takayasu, arterite de células gigantes, doença de Behcet, hipertensão, aterosclerose conhecida).

Em caso de dor súbita abdominal, no peito ou nas costas, os pacientes devem ser aconselhados a consultar imediatamente um médico.

Gravidez

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Não há estudos adequados e bem controlados sobre o uso de levofloxacino em mulheres grávidas. Em estudos experimentais utilizando fluorquinolonas, incluindo o levofloxacino, foi verificado o risco de danos nas cartilagens de organismos em crescimento.

Amamentação

Devido ao potencial de ocorrência de reações adversas graves nos lactentes de mães em tratamento com fluorquinolonas, incluindo o levofloxacino hemi-hidratado, nas cartilagens de organismos em crescimento Levoxin® (levofloxacino) 750 mg não deve ser utilizado por mulheres que estejam amamentando.

Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.

Informe seu médico se estiver amamentando.

Crianças e adolescentes

A segurança e a eficácia da utilização do levofloxacino em crianças e adolescentes não foram estabelecidas. No entanto, já foi demonstrado que as quinolonas, classe dos antibióticos à qual pertence Levoxin® (levofloxacino), produzem erosão nas articulações que suportam peso, bem como outros sinais de doença das articulações, em animais jovens de várias espécies. Portanto, a utilização do levofloxacino nessas faixas etárias é contraindicada.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Levoxin® pode provocar efeitos neurológicos adversos como vertigem e tontura, portanto, você não deve dirigir veículos, operar máquinas ou dedicar-se a outras atividades que exijam coordenação e alerta mental até que se saiba qual a reação individual frente ao medicamento.

Alterações dos níveis de glicose sanguínea, incluindo hiperglicemia (aumento) e hipoglicemia (diminuição), foram relatadas em pacientes tratados concomitantemente com quinolônas e agentes antidiabéticos. Portanto, recomenda-se monitoração cuidadosa da glicose sanguínea quando esses agentes forem administrados em conjunto.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Levoxin?

As informações fornecidas abaixo estão baseadas nos dados de estudos clínicos, em 5244 pacientes tratados com levofloxacino e em extensa experiência pós-comercialização internacional desta molécula nesta concentração.

De acordo com as recomendações, têm-se utilizado os seguintes índices de frequência:

  • <li>Muito Comum: Acima de 10%;</li> <li>Comum: de 1% a 10%;</li> <li>Incomum: de 0,1% a 1%;</li> <li>Raro: de 0,01% a 0,1%;</li> <li>Muito raro: menos que 0,01%;</li> <li>Casos isolados.</li>

Reações alérgicas ou na pele

Comum

Erupções na pele (rash), coceira.

Incomum

Erupções na pele, inflamação de veias,reações alérgicas.

Raro

Coceira generalizada, necrólise epidermal tóxica, ou Síndrome de Lyell (doença rara e grave, na qual a camada superficial da pele se desprende em lâminas), obstrução da passagem de ar pelos brônquios pela alergia e falta de ar.

Muito raro

Inchaço dos vasos, pressão baixa, fotossensibilização (alterações na pele causadas pela luz).

Casos isolados

Erupções bolhosas graves como Síndrome de Steven’s Johnson, eritema multiforme exsudativo (doença alérgica composta de febre, úlceras e bolhas na pele), toxicidade pela luminosidade, choque anafilático/anafilactoide (reação alérgica grave).

Algumas vezes, asreações alérgicas e de pele/mucosas podem ocorrer mesmo após a primeira dose.

Gastrintestinal, metabolismo

Comum

Náusea, vômitos, diarreia, indigestão, constipação, dor abdominal.

Incomum

Anorexia (falta de apetite), dispepsia (acidez), hiperglicemia ou hipoglicemia (aumento ou diminuição dos níveis sanguíneos de glicose, respectivamente), hipercalemia (aumento dos níveis de potássio no sangue), pancreatite, estomatite (inflamação e inchaço da língua), diarreia comsangue, que emcasos muito raros pode serindicativa de infecção no intestino, incluindo colite pseudomembranosa (inflamação do intestino pela bactéria Clostridium dificille).

Neurológica/Psiquiátrica

Comum

Tontura, dor de cabeça, insônia

Incomum

Sonolência, desordens do sono, pesadelos, confusão, convulsões, tremor, ansiedade, depressão.

Raro

Reações psicóticas(por exemplo: alucinações), parestesia (dormência), agitação.

Muito raro

Neuropatia periférica sensorial ou sensório-motora (doença em alguns nervos dos membros, afetando a sensação e/ou movimentação), distúrbios visuais(como visão dupla) e auditivos, distúrbios no paladar e olfato.

Casos isolados

Reações psicóticas com comportamentos de auto-risco, incluindo atos ou idealizações suicidas, encefalopatia (alterações inflamatórias no cérebro), neuropatia periférica (certos nervos não funcionam corretamente), hipertensão intracraniana (aumento da pressão dentro do crânio), paranoia.

Cardiovascular

Comum

Dor no peito, inchaço.

Incomum

Arritmia ventricular (arritmia nos ventrículos cardíacos), taquicardia ventricular, parada cardíaca.

Raro

Taquicardia (aceleração dos batimentos cardíacos), pressão baixa, inflamação nos vasos sanguíneos.

Muito raro

Choque (quadros de alergia muito graves que podem levar à morte)

Casos isolados

Torsaide de pointes (tipo de arritmia cardíaca), prolongamento do intervalo QT (tipo de arritmia cardíaca).

Músculo-esquelética

Incomum

Alterações na marcha, dor, inchaço ou inflamação das articulações, dores e problemas musculares e nos tendões.

Muito raro

Fraqueza muscular, que pode ser de extrema importância em pacientes com miastenia grave (tipo de doença que afeta a musculatura).

Casos isolados

Rabdomiólise (lesão do tecido dos músculos), lesões musculares, exacerbação de miastenia gravis, ruptura do tendão (por exemplo: tendão de Aquiles).

Problemas no fígado e nos rins

Incomum

Aumento das enzimas hepáticas(exame de sangue que mostra lesão do fígado), aumento da bilirrubina (enzima do fígado) e creatinina sérica (exame que vê a função renal), alteração da função do fígado, insuficiência do funcionamento dosrins.

Raro&nbsp;

Morte de células do fígado, hepatite, icterícia (amarelamento da pele e olhos devido ao mau funcionamento do fígado).

Muito raro

Outras alterações do fígado.

Casos isolados

Nefrite intersticial (lesão do tecido do rim), hepatotoxicidade (lesão do fígado), levando a insuficiência do fígado, com casos fatais.

Problemas sanguíneos

Incomum

Anemia (diminuição das células vermelhas do sangue), diminuição dos leucócitos (células de defesa do sangue) e das plaquetas(células que fazem a coagulação sanguínea).

Raro&nbsp;

Neutropenia (diminuição de alguns tipos de células de defesa no sangue), diminuição de todas as células do sangue, anemia por destruição das células vermelhas, falta ou acentuada redução das células de defesa do sangue, falta de produção das células sanguíneas pela medula, púrpura trombocitopênica (diminuição do número de plaquetas no sangue).

Casos isolados

Eosinofilia (aumento dos eosinófilos, tipo de célula sanguínea), aumento do tempo de protrombina (exame que vê a coagulação).

Outros

Comum

Infecção por cândida nos órgãos genitais, inflamação da vagina, falta de ar.

Incomum

Fraqueza,supercrescimento de fungos e proliferação de outros microrganismosresistentes

Raro

Febre, doença do soro (reação alérgica tardia).

Muito raro

Pneumonite alérgica (inflamação dos pulmões por alergia).

Casos isolados

Alveolite extrínseca alérgica (inflamação do pulmão de origemalérgica).

Outros efeitos indesejáveis possivelmente relacionados à classe das fluorquinolonas (classe de antibióticos onde o levofloxacino se encaixa)

Muito raro

Sintomas extrapiramidais (dificuldades para se movimentar e perda de equilíbrio) e outras alterações na coordenação muscular, vasculite de hipersensibilidade (inflamação dos vasos por alergia) e crises de porfiria em pacientes comporfiria (doença que tem manifestações na pele e nervos).

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova concentração no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversosimprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

Qual a composição do Levoxin?

Cada comprimido revestido contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Levofloxacino (equivalente a 768,69 mg de levofloxacino hemi-hidratado)</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">750 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: lactose, povidona, croscarmelose sódica, dióxido de silício, estearato de magnésio, hipromelose, macrogol, dióxido de titânio, óxido de ferro vermelho, óxido de ferro amarelo.

Apresentação do&nbsp;Levoxin

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimidos revestidos de 750 mg</h3> <p>Caixas com 5, 7, e 14 comprimidos.</p> <p><strong>Uso oral.</strong></p> <p><strong>Uso adulto acima de 18 anos.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Levoxin maior do que a recomendada?

De acordo com estudos de toxicidade em animais, os sinais mais importantes após a ocorrência de superdose oral aguda com levofloxacino são: sintomas no sistema nervoso central como confusão (alteração da habilidade motora e atenção), vertigens (tonturas), alterações de consciência (perda de velocidade de raciocínio, dificuldade de concentração) e convulsões (contrações involuntárias dos músculos ou dos membros). Podem ocorrer reações gastrintestinais como náuseas e erosões da mucosa (gastrite e úlceras).

Emestudos de farmacologia clínica realizados com superdosesforamobservados aumento do intervalo QT.

Tratamento

Em caso de superdose, o paciente deve ser observado cuidadosamente (incluindo monitorização do ECG) e tratamento sintomático deve serimplementado.

Se ocorrer superdose aguda, deve-se considerar também a lavagem gástrica e podem-se utilizar antiácidos para a proteção da mucosa gástrica.

A hemodiálise, incluindo diálise peritoneal e CAPD (diálise peritoneal ambulatorial contínua) não são efetivas em remover o levofloxacino do corpo. Não existe antídoto específico.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Levoxin com outros remédios?

Levoxin® (levofloxacino) pode interagir com outros medicamentos. É importante que você mantenha uma lista escrita de todos os medicamentos (com e sem prescrição médica) que você está tomando, bem como quaisquer produtos, tais como vitaminas, minerais ou outros suplementos dietéticos. Você deve levar esta lista com você cada vez que visitar o médico ou se você for internado em um hospital. Essa lista também é uma informação importante para levar com você em caso de emergências.

  • <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) e anti&#xE1;cidos contendo c&#xE1;lcio, magn&#xE9;sio ou alum&#xED;nio, bem como <a href="https://consultaremedios.com.br/sucralfato/bula" target="_blank">sucralfato</a>, c&#xE1;tions met&#xE1;licos como ferro, prepara&#xE7;&#xF5;es multivitam&#xED;nicas contendo <a href="https://consultaremedios.com.br/zinco/bula" target="_blank">zinco</a> ou produtos que contenham qualquer uma dessas subst&#xE2;ncias, podem interferir na absor&#xE7;&#xE3;o gastritestinal do levofloxacino, resultando em n&#xED;veis na urina e no soro consideravelmente inferiores ao desej&#xE1;vel. Esses agentes devem ser tomados pelo menos duas horas antes ou duas horas depois da administra&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) e teofilina pode prolongar a meia-vida desta &#xFA;ltima, elevar os n&#xED;veis de teofilina no soro e aumentar o risco de rea&#xE7;&#xF5;es adversas relacionadas &#xE0; teofilina. Portanto, os n&#xED;veis de teofilina devem ser cuidadosamente monitorados e os necess&#xE1;rios ajustes em suas doses devem ser realizados, se necess&#xE1;rio, quando o levofloxacino for administrado em conjunto. Rea&#xE7;&#xF5;es adversas, incluindo convuls&#xF5;es, podem ocorrer com ou sem a eleva&#xE7;&#xE3;o do n&#xED;vel de teofilina no soro;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante do Levoxin<sup>&#xAE;</sup> (levofloxacino) com a <a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">digoxina</a> ou a <a href="https://consultaremedios.com.br/ciclosporina/bula" target="_blank">ciclosporina</a> n&#xE3;o exige modifica&#xE7;&#xE3;o das doses de nenhum dos medicamentos. Entretanto, os n&#xED;veis de digoxina devem ser cuidadosamente monitorados caso voc&#xEA; esteja em tratamento concomitante com a digoxina;</li> <li>Certos derivados quinol&#xF4;nicos, incluindo o levofloxacino, podem aumentar os efeitos do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/anticoagulante/c" target="_blank">anticoagulante</a> <a href="https://consultaremedios.com.br/varfarina-sodica/bula" target="_blank">varfarina</a> ou de seus derivados. Quando estas subst&#xE2;ncias forem administradas ao mesmo tempo, o tempo de protrombina ou outros testes de coagula&#xE7;&#xE3;o aceit&#xE1;veis devem ser monitorados cuidadosamente, principalmente em pacientes idosos;</li> <li>O levofloxacino pode ser administrado com seguran&#xE7;a a pacientes em tratamento concomitante com probenecida ou <a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">cimetidina</a> desde que a dose do levofloxacino seja adequadamente ajustada com base na sua fun&#xE7;&#xE3;o renal uma vez que a probenecida e a cimetidina diminuem a depura&#xE7;&#xE3;o renal e prolongam a meia-vida do levofloxacino;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de f&#xE1;rmacos anti-inflamat&#xF3;rios n&#xE3;o-esteroidais e de derivados quinol&#xF4;nicos, incluindo o levofloxacino, pode aumentar o risco de estimula&#xE7;&#xE3;o do sistema nervoso central e de convuls&#xF5;es.</li>

A absorção e a biodisponibilidade do levofloxacino em indivíduos infectados com o HIV, com ou sem tratamento concomitante com zidovudina, foram semelhantes. Portanto, não parece necessário realizar ajustes de dose do levofloxacino, quando estiver sendo administrado concomitantemente com a zidovudina. Os efeitos do levofloxacino sobre a farmacocinética da zidovudina não foram avaliados. Algumas quinolonas, incluindo levofloxacino, podem produzir resultado falso positivo para opióides em exames de urina realizados em kits de imunoensaio comercialmente disponíveis. Dependendo da situação, pode ser necessário confirmar a presença de opióides com métodos mais específicos.

O levofloxacino pode inibir o crescimento do microrganismo Mycobacterium tuberculosis e, portanto, pode fornecer resultados falso-negativos nos diagnósticos bacteriológicos da tuberculose.

É desaconselhável a ingestão de bebidas alcoólicas durante o tratamento com Levoxin®. Medidas gerais de higiene devem ser observadas para controlar fontes de infecções ou de reinfecções.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Levoxin com alimentos?

Não existe interação clinicamente significativa de levofloxacino comprimidos com alimentos. Levofloxacino comprimidos pode, portanto, ser administrado concomitante a alimentos.

Qual a ação da substância do Levoxin (Levofloxacino)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimido</h3> <h4>Dados de seguran&#xE7;a pr&#xE9;-cl&#xED;nica</h4> <h5>Toxicidade aguda:</h5> <p>Os valores da dose letal m&#xE9;dia (DL 50) obtidos em camundongos e ratos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de levofloxacino foram de 1500-2000 mg/Kg. A administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg/Kg, por via oral em macacos induziram poucos efeitos al&#xE9;m de v&#xF4;mito.</p> <h5>Toxicidade em doses repetidas:</h5> <p>Foram conduzidos estudos com gavagem em ratos e macacos com dura&#xE7;&#xE3;o de um e seis meses. As doses foram de 50, 200, 800 mg/kg/dia e 20, 80, 320 mg/kg/dia durante 1 e 6 meses em ratos e 10, 30, 100 mg/kg/dia e 10, 25, 62,5 mg/kg/dia durante 1 e 6 meses em macacos.</p> <p>Os sinais de rea&#xE7;&#xF5;es ao tratamento foram discretos em ratos, com efeitos leves principalmente na dose de 200 mg/kg/dia ou mais, com discreta redu&#xE7;&#xE3;o no consumo de alimentos e altera&#xE7;&#xE3;o leve dos par&#xE2;metros hematol&#xF3;gicos e bioqu&#xED;micos. Foi conclu&#xED;do nesse estudo que o NOEL (N&#xED;vel de Efeito Adverso N&#xE3;o Observado) foi de 200 e 20 mg/kg/dia ap&#xF3;s 1 e 6 meses, respectivamente.</p> <p>A toxicidade ap&#xF3;s dose oral em macacos foi m&#xED;nima com redu&#xE7;&#xE3;o no peso corp&#xF3;reo de 100 mg/kg/dia concomitante com saliva&#xE7;&#xE3;o, diarreia e diminui&#xE7;&#xE3;o do pH urin&#xE1;rio em alguns animais nesta dose. N&#xE3;o foi observada toxicidade no estudo de 6 meses. Os NOELS foram definidos como sendo 30 e 62,5 mg/kg/dia ap&#xF3;s 1 e 6 meses, respectivamente.</p> <p>No estudo de seis meses, o NOEL foi definido como sendo 20 e 62,5 mg/kg/dia em ratos e macacos, respectivamente.</p> <h5>Carcinogenicidade:</h5> <p>N&#xE3;o foi observada nenhuma indica&#xE7;&#xE3;o de potencial carcinog&#xEA;nico em estudo de 2 anos, em ratos com administra&#xE7;&#xE3;o diet&#xE9;tica (0, 10, 30 e 100 mg/kg/dia).</p> <h5>Genotoxicidade:</h5> <p>Na aus&#xEA;ncia de ativa&#xE7;&#xE3;o metab&#xF3;lica, o levofloxacino n&#xE3;o induziu muta&#xE7;&#xF5;es g&#xEA;nicas em c&#xE9;lulas bacterianas ou de mam&#xED;feros, por&#xE9;m induziu aberra&#xE7;&#xF5;es cromoss&#xF4;micas em c&#xE9;lulas de pulm&#xE3;o de hamster chin&#xEA;s <em>in vitro</em> em concentra&#xE7;&#xF5;es iguais ou superiores a 100 &#x3BC;g/mL. Testes <em>in vivo</em> (micron&#xFA;cleos, altera&#xE7;&#xE3;o de crom&#xE1;tides irm&#xE3;s, s&#xED;ntese de DNA n&#xE3;o programada e testes letais dominantes) n&#xE3;o mostraram qualquer potencial genot&#xF3;xico.</p> <h5>Teratogenicidade:</h5> <p>O levofloxacino n&#xE3;o foi teratog&#xEA;nico em ratos, em doses orais t&#xE3;o altas quanto 810 mg/kg/dia. Nenhuma teratogenicidade foi observada em coelhos em dose oral de 50 mg /kg/dia.</p> <h5>Toxicidade reprodutiva:</h5> <p>O levofloxacino n&#xE3;o causou dano na fertilidade ou no desenvolvimento reprodutivo em ratos com doses orais t&#xE3;o altas quanto 360 mg/kg/dia. O levofloxacino n&#xE3;o apresentou efeito na fertilidade, e seu &#xFA;nico efeito no feto foi a matura&#xE7;&#xE3;o retardada como resultado de toxicidade materna.</p> <h5>Fototoxicidade:</h5> <p>Estudos em ratos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral mostraram que o levofloxacino apresenta atividade fotot&#xF3;xica apenas em doses muito elevadas. O levofloxacino n&#xE3;o demonstrou qualquer potencial genot&#xF3;xico nos ensaios de fotomutagenicidade e reduziu o potencial de desenvolvimento de tumor nos ensaios de fotocarcinogenicidade.</p> <h5>Toxicidade nas articula&#xE7;&#xF5;es:</h5> <p>Em comum com outras fluorquinolonas, o levofloxacino mostrou efeito na cartilagem (ves&#xED;culas e cavidades) em ratos e c&#xE3;es. Estes efeitos foram mais caracter&#xED;sticos em animais jovens.</p> <h4>Estudos Cl&#xED;nicos</h4> <p>A efic&#xE1;cia de levofloxacino oral/venoso 750 mg 1x/dia por 5 dias em adultos com PAC, SAB, ITU complicada e PA foi avaliada em alguns estudos publicados, originados a partir de protocolos de n&#xE3;o inferioridade randomizados, duplocegos, multic&#xEA;ntricos, comparativos conduzidos nos EUA. Os desfechos prim&#xE1;rios destes estudos foram a taxa de sucesso cl&#xED;nico (propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes que apresentaram melhora ou cura) 7-14 dias ap&#xF3;s o fim do tratamento <sup>(7)</sup> ou entre os dias 17-24 do estudo <sup>(8)</sup>, ou a taxa de erradica&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica entre os dias 15-22 do estudo <sup>(9,10)</sup>. Os detalhes das popula&#xE7;&#xF5;es analisadas nos diferentes estudos est&#xE3;o mostradas nas tabelas 1 e 2. As defini&#xE7;&#xF5;es de resposta cl&#xED;nica e microbiol&#xF3;gica variaram entre os estudos. Cura cl&#xED;nica foi definida como a resolu&#xE7;&#xE3;o de sintomas e sinais cl&#xED;nicos, sem a necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. Melhora cl&#xED;nica foi caracterizada uma redu&#xE7;&#xE3;o significativa de sinais e sintomas, mas sem resolu&#xE7;&#xE3;o completa, ainda que n&#xE3;o houvesse necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. Falha cl&#xED;nica ocorreu na aus&#xEA;ncia de resposta a terapia (ou resposta incompleta), e a necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. As respostas microbiol&#xF3;gicas foram determinadas em culturas de esp&#xE9;cimes respirat&#xF3;rios ou sangu&#xED;neos e inclu&#xED;ram a erradica&#xE7;&#xE3;o (todos os pat&#xF3;genos identificados em amostras na entrada do estudo foram erradicados), persist&#xEA;ncia (pelo menos um pat&#xF3;geno identificado na entrada do estudo persistiu) ou desconhecida (incluindo os que perderam seguimento) <sup>(7,8-10)</sup>. Em pacientes portadores de ITU complicada ou PA, a erradica&#xE7;&#xE3;o foi baseada na redu&#xE7;&#xE3;o de pat&#xF3;genos para &#x2264; 104 unidades/mL formadoras de col&#xF4;nias <sup>(9,10)</sup>. A classifica&#xE7;&#xE3;o de erradica&#xE7;&#xE3;o presumida <sup>(7,8)</sup> ou persistente presumida<sup> (7-9)</sup> foi utilizada quando os pacientes consideraram sucesso cl&#xED;nico ou falha cl&#xED;nica, mas a cultura n&#xE3;o estava dispon&#xED;vel para teste.</p> <p>As an&#xE1;lises estat&#xED;sticas destes estudos foram conduzidas com as vari&#xE1;veis cl&#xED;nicas ou microbiol&#xF3;gicas<sup> (7,9-12)</sup> ou com a inten&#xE7;&#xE3;o de tratar as diferentes popula&#xE7;&#xF5;es <sup>(9,10,13,14)</sup>.</p> <p><strong>Tabela 1: Efic&#xE1;cia de levofloxacino (LEV) venoso/oral 750 mg uma vez diaa (1x) por 5 dias versus LEV 500 mg (1x) por 10 dias em pacientes com pneumonia adquirida na comunidade (PAC) ou sinusite aguda bacteriana (SAB). Dados de estudos prospectivos de n&#xE3;o inferioridade, randomizados, duplo-cegos e multic&#xEA;ntricos <sup>(7, 8)</sup> e de suban&#xE1;lises retrospectivas de PAC <sup>(11-13)</sup>. Adaptado da refer&#xEA;ncia 1</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Estudos</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\"><strong>Tratamento - dose (1x)/mg (dura&#xE7;&#xE3;o/dia)</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:201px\"><strong>Resposta Clinica % (n) <sup>b,c</sup></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:177px\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:194px\"><strong>Resposta Microbiol&#xF3;gica % (n) <sup>b,c,d</sup></strong></td> <td style=\"width:190px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"6\" style=\"text-align:center\"><strong>Prospectivos</strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes PAC <sup>e</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">92,4 (198)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-7,0/4,4<sup>f</sup> </td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">93,2 (103)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-8,6/7,0</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">91,1 (192)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">92,4 (92)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes SAB<sup>g</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">91,4 (152)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-10,0/4,2<sup>f</sup> </td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">91,5 (153)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">NR</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">88,6 (149)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">89,4 (151)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"6\" style=\"text-align:center\"><strong>Retrospectivos</strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes PAC (bact.. at&#xED;picas)<sup>e</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">95,5 (66)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-6,8/8,8</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">NR</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">NR</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">96,5 (57)<br> &amp;nbsp;</br></td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes PAC grave</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">90,8 (76)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-15,9/5,4</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">88,9 (36)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-18,3/15,6</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">85,5 (83)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">87,5 (32)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes PAC &#x2265; 65 anos<sup>h</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">89 (73)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-7,1/12,7</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">90,3 (31)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">NR</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">91,9(86)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">87,5 (16)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> </tbody> </table> <p><sup>(a)</sup> Pacientes em uso de 750 mg/dia 5 dias e placebo por mais 5 dias.<br> <sup>(b)</sup> Resposta cl&#xED;nica (sucesso) definida como cura e/ou melhora sintomas; resposta microbiol&#xF3;gica definida como erradica&#xE7;&#xE3;o ou erradica&#xE7;&#xE3;o presumida de todos os pat&#xF3;genos identificados no in&#xED;cio do estudo.<br> <sup>(c)</sup> Desfecho prim&#xE1;rio foi a resposta cl&#xED;nica (taxa) ap&#xF3;s 7-14 dias tratamento ou entre os dias 17 e 24 do estudo.<br> <sup>(d)</sup> Pacientes avaliados com resposta cl&#xED;nica e com pat&#xF3;genos identificados no in&#xED;cio do estudo, excluindo-se a culturas bacteriol&#xF3;gicas inapropriadas.<br> <sup>(e)</sup> Popula&#xE7;&#xE3;o para analise cl&#xED;nica prim&#xE1;ria: inten&#xE7;&#xE3;o de tratar pacientes excluindo-se os diagn&#xF3;sticos n&#xE3;o confirmados, desvio ou viola&#xE7;&#xE3;o de protocolo, perda de dados ou de seguimento, ou ainda uso de terapia efetiva concomitante.<br> <sup>(f)</sup> A n&#xE3;o inferioridade da levofloxacino 750 mg 1x/dia por 5 dias foi estabelecida como o limite superior do intervalo de confian&#xE7;a 95% para a diferen&#xE7;a da taxa de resposta entre os grupos &lt;15%.<br> <sup>(g)</sup> Popula&#xE7;&#xE3;o para analise microbiol&#xF3;gica prim&#xE1;ria: pacientes que seguiram o protocolo e tiveram diagn&#xF3;stico microbiol&#xF3;gico confirmado.<br> <sup>(h)</sup> Popula&#xE7;&#xE3;o para an&#xE1;lise prim&#xE1;ria: inten&#xE7;&#xE3;o de tratar pacientes que receberam uma ou mais doses da medica&#xE7;&#xE3;o de estudo.<br> <strong>NR:</strong> N&#xE3;o relatado</br></br></br></br></br></br></br></br></p> <p><strong>Tabela 2: Efic&#xE1;cia de levofloxacino venoso/oral (LEV) 750 mg uma vez dia (1x) por 5 dias versus <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-ciprofloxacino/pa\" target=\"_blank\">ciprofloxacino</a> (CIP) 400 mg venoso/500 mg oral duas vezes/dia (2x) por 10 dias em pacientes (pctes) com infec&#xE7;&#xE3;o do trato urin&#xE1;ria complicada (ITUc) ou pielonefrite aguda (PA). Dados de estudo prospectivo de n&#xE3;o inferioridade, randomizado, duplo-cego e multic&#xEA;ntrico <sup>(9)</sup> e de an&#xE1;lise separada de pacientes com PA <sup>(10)</sup>. Adaptado da refer&#xEA;ncia 1</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Estudo (popula&#xE7;&#xE3;o analise prim&#xE1;ria)</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\"><strong>Tratamento dose/mg (dura&#xE7;&#xE3;o/dias)</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:195px\"><strong>Resposta Cl&#xED;nica % (n) <sup>a</sup></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:181px\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:180px\"><strong>Resposta Microbiol&#xF3;gica %</strong></td> <td style=\"width:200px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"6\" style=\"text-align:center\"><strong>Estudo principal</strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pctes ITUc ou PA popula&#xE7;&#xE3;o ITT modificado<sup>C</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\">LEV 750 1x (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">81,1 (317)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-7,2/5,3</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">79,8 (317)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-6,3/6,3<sup>d</sup> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:223px\">CIP 400/500 2x<br> (10)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">80,1 (302)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">79,8 (302)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pcts avalia&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\">LEV 750 1x (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">86,4 (265)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-3,9/7,8</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">86,0 (265)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-2,5/8,9<sup>d</sup> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:223px\">CIP 400/500 2x (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">88,6 (241)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">89,2 (241)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"6\" style=\"text-align:center\"><strong>An&#xE1;lise separada</strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pctes PA popula&#xE7;&#xE3;o ITT modificado<sup>C</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\">LEV 750 1x (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">86,2 (94)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-16,0/4,9</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">83,0 (94)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-14,4/7,6<sup>d</sup> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:223px\">CIP 400/500 2x (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">80,6 (98)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">79,6 (98)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pcts avalia&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\">LEV 750 1x (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">92,5 (80)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-12,0/6,0</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">92,5 (80)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-7,1/8,9<sup>d</sup> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:223px\">CIP 400/500 2x (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">89,5 (76)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">93,4 (76)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-</td> </tr> </tbody> </table> <p><sup>(a)</sup> Resposta cl&#xED;nica (sucesso) definida como cura e/ou melhora sintomas; resposta microbiol&#xF3;gica definida como erradica&#xE7;&#xE3;o ou erradica&#xE7;&#xE3;o presumida de todos os pat&#xF3;genos identificados no in&#xED;cio do estudo.<br> <sup>(b)</sup> Desfecho prim&#xE1;rio foi a erradica&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica (taxa) entre os dias 15 e 22 do estudo (visita ap&#xF3;s tratamento).<br> <sup>(c)</sup> Popula&#xE7;&#xE3;o ITT modificado (desfecho co-prim&#xE1;rio): inten&#xE7;&#xE3;o de tratar pacientes com diagn&#xF3;stico microbiol&#xF3;gico, urocultura positiva com &#x2265; 105 UFC/mL e um ou mais pat&#xF3;genos urin&#xE1;rios no in&#xED;cio do estudo.<br> <sup>(d)</sup> A n&#xE3;o inferioridade de levofloxacino 750 mg 1x dia por 5 dias foi estabelecida como o limite superior do intervalo de confian&#xE7;a 95% para a diferen&#xE7;a da taxa de resposta entre os grupos &lt;15%.<br> <sup>(e)</sup> Pacientes com avalia&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica (desfecho co-prim&#xE1;rio): inten&#xE7;&#xE3;o de tratar modificado de pacientes que n&#xE3;o perderam o seguimento, tinham dados de avalia&#xE7;&#xE3;o ap&#xF3;s o tratamento e seguiram o protocolo de estudo.</br></br></br></br></p> <h5>As conclus&#xF5;es destes estudos s&#xE3;o:</h5> <ul> <li>O levofloxacino 750 mg uma vez ao dia por 5 dias foi t&#xE3;o efetiva quanto 500 mg uma vez ao dia por 10 dias no tratamento da PAC na totalidade da popula&#xE7;&#xE3;o estudada, assim como em pacientes com PAC causada por organismos at&#xED;picos, em pacientes com PAC grave e nos acima de 65 anos (Tabela 1).</li> <li>No tratamento da SAB em adultos, levofloxacino 750 mg uma vez ao dia por 5 dias foi igualmente t&#xE3;o efetiva quanto 500 mg uma vez ao dia por 10 dias (Tabela 2);</li> <li>O levofloxacino 750 mg uma vez ao dia por 5 dias foi t&#xE3;o efetiva quanto o ciprofloxacino 400 ou 500 mg duas vezes ao dia por 10 dias no tratamento de adultos com ITU complicada ou PA (Tabela 2).</li> </ul> <p>A utiliza&#xE7;&#xE3;o de tratamento antimicrobiano para exacerba&#xE7;&#xF5;es de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/dpoc/c\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/doenca-pulmonar-obstrutiva\" target=\"_blank\">Doen&#xE7;a Pulmonar Obstrutiva</a> Cr&#xF4;nica (DPOC) est&#xE1; indicada em v&#xE1;rias diretrizes nacionais e internacionais <sup>(15)</sup>, em particular nos pacientes que se apresentam clinicamente como portadores de bronquite cr&#xF4;nica. Estudo randomizado, cego, de grupos paralelos realizado em portadores de exacerba&#xE7;&#xE3;o de bronquite cr&#xF4;nica, comparou dois esquemas distintos em portadores de bronquite cr&#xF4;nica n&#xE3;o complicada (VEF1 &#x2265; 50% previsto e &lt; 4 exacerba&#xE7;&#xF5;es/ano) e bronquite cr&#xF4;nica complicada (VEF1&#x2264; 50% previsto ou entre 50 e 65% + presen&#xE7;a co-morbidades &#x2265; 4 exacerba&#xE7;&#xF5;es/ano). O primeiro grupo de pacientes recebeu levofloxacino 750 mg via oral, uma vez ao dia por 3 dias ou <a href=\"https://consultaremedios.com.br/azitromicina/bula\" target=\"_blank\">azitromicina</a> 500mg/dia no primeiro dia seguido de 250mg/dia entre o dia 2 e 5 do tratamento. No segundo grupo de pacientes (exacerba&#xE7;&#xE3;o por bronquite cr&#xF4;nica complicada) os pacientes receberam levofloxacino 750 mg via oral, uma vez ao dia, por 5 dias ou amoxacilina 875 mg + clavulanato 125 mg, duas vezes ao dia, por 10 dias. Sucesso na avalia&#xE7;&#xE3;o de par&#xE2;metros cl&#xED;nicos (melhora de sintomas e retorno a condi&#xE7;&#xE3;o basal) foi similar na compara&#xE7;&#xE3;o levofloxacino/azitromicina (93,0 versus 90,1%, respectivamente) e levofloxacino/amoxa-clavulanato (79,2 versus 81,7%, respectivamente). Para pacientes que realizaram avalia&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica, a resposta cl&#xED;nica com levofloxacino por 3 dias foi superior que azitromicina por 5 dias (96,3 versus 87,4%, respectivamente), e similar na compara&#xE7;&#xE3;o entre levofloxacino por 5 dias em rela&#xE7;&#xE3;o a amoxacilinaclavulanato por 10 dias nos portadores de bronquite cr&#xF4;nica complicada (81,4 versus 80,9%, respectivamente). A erradica&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica foi superior com levofloxacino por 3 dias comparada a azitromicina por 5 dias (93,8 versus 82,8%, respectivamente), e similar na compara&#xE7;&#xE3;o levofloxacino 5 dias com amoxacilina-clavulanato 10 dias (81,4 versus 79,8%, respectivamente). <sup>(16)</sup></p> <p>Em an&#xE1;lise post-hoc deste mesmo estudo <sup>(17)</sup>, 341 pat&#xF3;genos foram isolados, 41,9% deles flora tradicional de exacerba&#xE7;&#xF5;es de bronquite cr&#xF4;nica, 53,1% outros microrganismos Gram-negativos e 5% Gram-positivos. A susceptibilidade geral dos pat&#xF3;genos &#xE0; levofloxacino foi de 97,1% e 90,6% &#xE0; amoxacilina/clavulanato (p&lt;0,001). Os eventos adversos foram semelhantes entre os grupos. Os autores concluem pela similaridade dos tratamentos para as diferentes gravidades de exacerba&#xE7;&#xE3;o de bronquite cr&#xF4;nica.</p> <p>Estudo cl&#xED;nico publicado em 2002 verificou a efic&#xE1;cia do levofloxacino na dose de 750 mg para o tratamento de infec&#xE7;&#xF5;es de pele e subcut&#xE2;neo complicadas. 339 pacientes foram randomizados na propor&#xE7;&#xE3;o 1:1 para receber levofloxacino 750mg 1X/dia endovenoso, oral ou endovenoso/oral, ou tircacilina-clavulanato 3,1g endovenoso a cada 4 a 6 horas, que pode ser seguido por amoxicilina-clavulanato 875mg a cada 12 horas. Na popula&#xE7;&#xE3;o clinicamente avali&#xE1;vel, os dois regimes mostraram equival&#xEA;ncia terap&#xEA;utica (taxas de sucesso de 84,1% e 80,3%, respectivamente).</p> <p>Na popula&#xE7;&#xE3;o microbiologicamente avali&#xE1;vel, a taxa de erradica&#xE7;&#xE3;o foi de 83,7% nos tratados com levofloxacino, e de 71,4% nos tratados com tircacilina-clavulanato (intervalo de confian&#xE7;a de 95%: -24,3 a - 0,2). Ambos os tratamentos foram bem tolerados. Este estudo demonstra que levofloxacino (750mg 1X/dia) &#xE9; seguro e pelo menos t&#xE3;o efetivo que tircacilina-clavulanato para o tratamento de infec&#xE7;&#xE3;o de pele e subcut&#xE2;neo complicada. <sup>(19)</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\"><strong>Refer&#xEA;ncias dos resultados de efic&#xE1;cia</strong></span></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Anderson VR, Perry CM. Levofloxacin. A Review of its Use as a High-Dose, Short Course Treatment for Bacterial Infection. Drugs 2008; 68: 535-565.<br> 2. Croom KF, Goa KL. Levofloxacin: a review of its use in the treatment of bacterial infections in the United States. Drugs 2003; 63: 2769-802.<br> 3. File Jr TM. New insights in the treatment by levofloxacin. Chemotherapy 2004; 50 Suppl. 1: 22-8.<br> 4. Wargo KA, Wargo NA, Eiland III EH. Maximizing pharmacodynamics with high dose levofloxacin. Hosp Pharm 2005; 40: 777-87.<br> 5. Segreti J, House HR, Siegel RE. Principles of antibiotic treatment of community acquired pneumonia in the outpatient setting. Am J Med 2005; 118: 21-8S.<br> 6. Mandell LA, Wunderink RG, Anzueto, Bartlett JG, Campbell GD, Dean NC et al. Thoracic Society Consensus Guidelines on the Management of Community-Acquired Pneumoniain Adults. Clinical Infectious Diseases 2007; 44:S27&#x2013;72.<br> 7. Dunbar LM, Wunderink RG, Habib MP, et al. High-dose, short course levofloxacin for communityacquired pneumonia: a new treatment paradigm [published erratum appears in Clin Infect Dis 2003; 37: 1147]. Clin Infect Dis 2003; 37: 752-60.<br> 8. Poole M, Anon J, Paglia M, et al. A trial of high-dose, short course levofloxacin for the treatment of acute bacterial sinusitis. Otolaryngol Head Neck Surg 2006; 134: 10-7.<br> 9. Peterson J, Kaul S, Khashab M, et al. A double-blind, randomized comparison of levofloxacin 750mg once-daily for 5 days with ciprofloxacin 400/500mg twice-daily for 10 days for the treatment of complicated urinary tract infections and acute pyelonephritis. Urology 2008; 71: 17-22.<br> 10. Klausner HA, Brown P, Peterson J, et al. A trial of levofloxacin 750 mg once daily for 5 days versus ciprofloxacin 400 mg and 500 mg twice daily for 10 days in the treatment of acute pyelonephritis. Curr Med Res Opin 2007; 22: 2637-45.<br> 11. Dunbar LM, Khashab MM, Kahn JB, et al. Efficacy of 750-mg 5-day levofloxacin in the treatment of community-acquired pneumonia caused by atypical pathogens. Curr Med Res Opin 2004; 20: 555-63.<br> 12. Shorr AF, Khashab MM, Xiang JX, et al. Levofloxacin 750-mg for 5 days for the treatment of hospitalized fine risk class III/IV community-acquired pneumonia patients. Respir Med 2006; 100: 2129-36.<br> 13. Shorr AF, Zadeikis N, Xiang JX, et al. A multicenter, randomized, double-blind, retrospective comparison of 5- and 10-day regimens of levofloxacin in a subgroup of patients aged &#x2265;65 years with communityacquired pneumonia. Clin Ther 2005; 27: 1251-9.<br> 14. File Jr TM, Milkovich G, Tennenberg AM, et al. Clinical implications of 750 mg, 5 day levofloxacin for the treatment community-acquired pneumonia. Curr Med Res Opin 2004; 20: 1473-81.<br> 15. GOLD. Global strategy for the diagnosis, management, and prevention of chronic obstructive pulmonary disease. Uptodate 2008. www.goldcopd.com. Acessado em setembro 2009.<br> 16. Martinez FJ, Grossman FR, Zadeikis N, Fisher AC, Walker K, Ambruzs ME, Tennenberg AM. Patient stratification in the management of acute bacterial exacerbation of chronic bronchitis: the role of levofloxacin 750 mg. Eur Respir J 2005; 25: 1001&#x2013;1010.<br> 17. Grossman RF, Ambrusz ME, Fisher AC, Khashab MM, Kahn JB. Levofloxacin 750 mg QD for five days versus amoxicillin/clavulanate 875 mg/125 mg BID for ten days for treatment of acute bacterial exacerbation of chronic bronchitis: a post hoc analysis of data from severely ill patients. Clin Ther. 2006; 28:1175-80.<br> 18. Frei CR, Jaso TC, Mortensen EM, Restrepo MI, Raut MK, Oramasionwu CU, Ruiz AD, Makos BR, Ruiz JL, Attridge RT, Mody SH, Fisher A, Schein JR. Medical resource utilization among communityacquired pneumonia patients initially treated with levofloxacin 750 mg daily versus ceftriaxone 1000 mg plus azithromycin 500 mg daily: a US-based study. Curr Med Res Opin. 2009;25:859-68.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h3>Injet&#xE1;vel</h3> <p>Segundo Croom &amp; Goa (2003) diversos estudos comparativos randomizados confirmam a efic&#xE1;cia do levofloxacino (oral ou intravenoso) no tratamento de adultos com infec&#xE7;&#xF5;es respirat&#xF3;rias, geniturin&#xE1;rias, da pele e dos tecidos moles, com doses di&#xE1;rias de 250, 500 ou 750 mg.</p> <p>De acordo com Anderson &amp; Perry (2008) a efic&#xE1;cia do levofloxacino via oral ou intravenosa ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de doses de 750 mg uma vez ao dia por 5 dias j&#xE1; foi bem estabelecida em diversos estudos randomizados em adultos, para tratamento da PAC, SBA, PA e infec&#xE7;&#xF5;es complicadas durante a interna&#xE7;&#xE3;o na UTI.</p> <p>Conforme Inoshita e colaboradores (2010) a levofloxacino foi eficaz na profilaxia de infec&#xE7;&#xF5;es bacterianas ap&#xF3;s cirurgias dos seios paranasais.</p> <p>A efic&#xE1;cia do levafloxacino no tratamento da pneumonia nasocomial e PAC foi demonstrada por diversos autores. <sup>(1)</sup>&amp;nbsp;Este f&#xE1;rmaco tamb&#xE9;m pode ser utilizado para tratamento da exacerba&#xE7;&#xE3;o da bronquite <sup>(2)</sup> e da SBA. <span style=\"font-size:10.8333px\">(3)</span></p> <p>Em infec&#xE7;&#xF5;es do trato gastro geniturin&#xE1;rio, o levofloxacino tamb&#xE9;m demonstrou efic&#xE1;cia, com taxa de cura cl&#xED;nica e microbiol&#xF3;gica maior que 80%. <sup>(4)</sup></p> <p>O levofloxacino foi eficaz em tratar infec&#xE7;&#xF5;es da pele e dos tecidos moles n&#xE3;o complicados.&amp;nbsp;<sup>(5)</sup></p> <p>Segundo Croom &amp; Goa (2003) a administra&#xE7;&#xE3;o de levofloxacino parece ser bem tolerada, sendo que a maior parte dos eventos adversos registrados s&#xE3;o de severidade leve a moderada. Os principais eventos relatados foram n&#xE1;usea, diarreia, vaginites, dor abdominal e ins&#xF4;nia. A dose n&#xE3;o parece exercer efeito significante no aparecimento de eventos adversos.</p> <p>Ainda segundo Croom &amp; Goa (2003) o levofloxacino possui baixo potencial para causar rea&#xE7;&#xF5;es de fototoxicidade (incid&#xEA;ncia de 0,03%). Desordens dos tend&#xF5;es, toxidade severa do f&#xED;gado, hipoglicemia e hiperglicemia s&#xE3;o sintomas raros, assim como altera&#xE7;&#xF5;es c&#xE1;rdicas (prolonga&#xE7;&#xE3;o do intervalo QT registrada em menos que 1 em 1 milh&#xE3;o de pacientes nos Estados Unidos).</p> <p>Portanto, baseando-se nos estudos realizados, foram demonstradas a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a do levofloxacino no tratamento de diversas infec&#xE7;&#xF5;es incluindo as do trato respirat&#xF3;rio superior e inferior, da pele e tecidos moles, do trato urin&#xE1;rio e dos ossos.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Norrby et al, 1998; Croom &amp; Goa, 2003; West et al, 2003; File&amp;nbsp;JR. et al, 1997; Zhao et al, 2014.<br> 2. Croom &amp; Goa, 2003; Langtry &amp; Lamb, 1998; Hurst et al, 2002.<br> 3.&amp;nbsp;Langtry &amp; Lamb, 1998; Hurst et al,2002.<br> 4.&amp;nbsp;Croom &amp; Goa, 2003; Klinberg et al, 1998; Richard et al, 1998; Anderson &amp; Pierry, 2008.<br> 5.&amp;nbsp;Croom &amp; Goa, 2003; TARSHIS et al, 2001.</br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Comprimido</h3> <h4>Propriedades farmacodin&#xE2;micas</h4> <h5>Mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o:</h5> <p>O Levofloxacino &#xE9; um agente antibacteriano sint&#xE9;tico de amplo espectro, para administra&#xE7;&#xE3;o oral.</p> <p>Quimicamente, o levofloxacino &#xE9; o is&#xF4;mero lev&#xF3;giro (is&#xF4;mero-L) do racemato ofloxacina, um agente antibacteriano quinol&#xF4;nico. A atividade antibacteriana da ofloxacina deve-se basicamente ao is&#xF4;mero-L. O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino e de outros antimicrobianos quinol&#xF4;nicos envolve a inibi&#xE7;&#xE3;o da DNA-girase (topoisomerase bacteriana II), uma enzima necess&#xE1;ria &#xE0; replica&#xE7;&#xE3;o, transcri&#xE7;&#xE3;o, restaura&#xE7;&#xE3;o e recombina&#xE7;&#xE3;o do DNA. Nesse sentido, o is&#xF4;meroL produz mais liga&#xE7;&#xF5;es de hidrog&#xEA;nio e, portanto, complexos mais est&#xE1;veis com a DNA-girase do que o is&#xF4;mero-D.</p> <p>Microbiologicamente, isso se traduz numa atividade antibacteriana 25 a 40 vezes maior para o is&#xF4;mero-L, o levofloxacino, do que para o is&#xF4;mero-D. Os derivados quinol&#xF4;nicos inibem r&#xE1;pida e especificamente a s&#xED;ntese do DNA bacteriano.</p> <h5>Microbiologia:</h5> <p>O levofloxacino apresenta atividade <em>in vitro</em> contra um amplo espectro de bact&#xE9;rias aer&#xF3;bicas e anaer&#xF3;bicas grampositivas e gram-negativas.</p> <p>A atividade bactericida do levofloxacino &#xE9; r&#xE1;pida e frequentemente ocorre em n&#xED;veis pr&#xF3;ximos da Concentra&#xE7;&#xE3;o Inibit&#xF3;ria M&#xED;nima (CIM).</p> <h6>O levofloxacino exibe atividade <em>in vitro</em> contra a maioria das cepas dos microrganismos citados a seguir:</h6> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li><em>Enterococcus faecalis;</em></li> <li><em>Staphylococcus aureus methi-S;</em></li> <li><em>Staphylococcus epidermidis methi-S;</em></li> <li><em>Staphylococcus saprophyticus;</em></li> <li><em>Streptococcus pneumonia;</em></li> <li><em>Streptococcus pyogenes.</em></li> </ul> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-negativos</strong></p> <ul> <li><em>Enterobacter cloacae;</em></li> <li><em>Escherichia coli;</em></li> <li><em>Haemophilus influenzae;</em></li> <li><em>Haemophilus parainfluenzae;</em></li> <li><em>Klebsiella pneumoniae;</em></li> <li><em>Legionella pneumophila;</em></li> <li><em>Moraxella catarrhalis;</em></li> <li><em>Proteus mirabilis*;</em></li> <li><em>Pseudomonas aeruginosa*;</em></li> <li><em>Serratia marcescens*.</em></li> </ul> <p><strong>Outros microrganismos</strong></p> <ul> <li><em>Chlamydophila pneumoniae;</em></li> <li><em>Mycoplasma pneumoniae.</em></li> </ul> <p>Para os micro-organismos abaixo dados <em>in vitro</em> est&#xE3;o dispon&#xED;veis. Entretanto, a seguran&#xE7;a e efic&#xE1;cia do tratamento de infec&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas causadas por estes micro organismos ainda n&#xE3;o est&#xE1; bem estabelecida.</p> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li><em>Staphylococcus haemolyticus;</em></li> <li> <em>Streptococcus &#x3B2;-haemolyticus </em>(grupo C/F)<em>;</em> </li> <li> <em>Streptococcus &#x3B2;-haemolyticus </em>(grupo G)<em>;</em> </li> <li><em>Streptococcus agalactiae;</em></li> <li><em>Streptococcus milleri;</em></li> <li><em>Viridans group streptococci;</em></li> <li><em>Bacillus anthracis.</em></li> </ul> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-negativos</strong></p> <ul> <li><em>Acinetobacter baumannii;</em></li> <li><em>Acinetobacter lwoffii;</em></li> <li><em>Bordetella pertussis;</em></li> <li><em>Citrobacter koseri;</em></li> <li><em>Citrobacter freundii;</em></li> <li><em>Enterobacter aerogenes;</em></li> <li><em>Enterobacter sakasakii;</em></li> <li><em>Klebsiella oxytoca;</em></li> <li><em>Morganella morganii;</em></li> <li><em>Pantoea agglomerans;</em></li> <li><em>Proteus vulgaris;</em></li> <li><em>Providencia rettgeri;</em></li> <li><em>Providencia stuartii;</em></li> <li><em>Pseudomonas fluorescens;</em></li> <li><em>Yersinia pestis.</em></li> </ul> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li><em>Clostridium perfringens.</em></li> </ul> <p>O levofloxacino &#xE9; ativo contra as cepas produtoras de beta-lactamase dos microrganismos listados anteriormente. O levofloxacino n&#xE3;o &#xE9; ativo contra <em>Treponema pallidum</em>.</p> <p>Resist&#xEA;ncia ao levofloxacino devido &#xE0; muta&#xE7;&#xE3;o espont&#xE2;nea <em>in vitro</em> &#xE9; um fen&#xF4;meno muito raro. Embora tenha sido observada resist&#xEA;ncia cruzada entre levofloxacino e outras fluorquinolonas, alguns microrganismos resistentes a outras quinolonas, como o <a href=\"https://consultaremedios.com.br/ofloxacino/bula\" target=\"_blank\">ofloxacino</a>, podem ser sens&#xED;veis ao levofloxacino. Na falta de um teste de sensibilidade ao levofloxacino, a sensibilidade do microrganismo ao ofloxacino pode ser utilizada para predizer a sensibilidade ao levofloxacino. Contudo, embora microrganismos sens&#xED;veis ao ofloxacino possam ser considerados sens&#xED;veis ao levofloxacino, o contr&#xE1;rio nem sempre &#xE9; verdadeiro.</p> <h4>Propriedades farmacocin&#xE9;ticas</h4> <p>O levofloxacino &#xE9; r&#xE1;pido e quase completamente absorvido ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral. O pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica &#xE9; obtido uma a duas horas ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o. A biodisponibilidade absoluta de uma dose oral de 500 mg de levofloxacino &#xE9; de aproximadamente 99%. A ingest&#xE3;o de alimentos n&#xE3;o altera de maneira clinicamente significativa a absor&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino.</p> <p>A atividade do levofloxacino depende de sua concentra&#xE7;&#xE3;o, e o preditor mais utilizado para medir sua efic&#xE1;cia cl&#xED;nica e microbiol&#xF3;gica &#xE9; a rela&#xE7;&#xE3;o entre a &#xE1;rea sob a curva de tempo da concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica (AUC) dividida pela concentra&#xE7;&#xE3;o inibit&#xF3;ria m&#xED;nima (MIC). Uma raz&#xE3;o AUC/MIC maior que 30 &#xE9; utilizada em alguns estudos para prever a atividade <em>in vivo</em>, particularmente contra o pneumococo, mas uma raz&#xE3;o mais elevada (&gt;100) parece indicar um efeito bactericida, reduzindo o potencial de ocorrer muta&#xE7;&#xE3;o bacteriana. Em an&#xE1;lises farmacodin&#xE2;micas simuladas com levofloxacino 750 mg, a probabilidade de uma rela&#xE7;&#xE3;o AUC/MIC &#x2265; 30 ser obtida no plasma foi &#x2265; 97%. Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral, o levofloxacino &#xE9; rapidamente absorvido e concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas m&#xE1;ximas s&#xE3;o alcan&#xE7;adas em 1 a 2 horas.</p> <p>As concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas do levofloxacino ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa s&#xE3;o semelhantes e compar&#xE1;veis, em extens&#xE3;o (AUC), &#xE0;s obtidas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral, quando se utilizam doses equivalentes (mg/mg). Portanto, a via oral e a via intravenosa podem ser consideradas intercambi&#xE1;veis. A farmacocin&#xE9;tica do levofloxacino &#xE9; linear e previs&#xED;vel ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de doses &#xFA;nicas e doses m&#xFA;ltiplas de 50 a 600 mg. As concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas aumentam proporcionalmente com o aumento das doses orais, numa faixa de 250 a 1.000mg. O estado de equil&#xED;brio &#xE9; atingido em per&#xED;odo de 3 dias.</p> <p>O volume m&#xE9;dio de distribui&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino varia, em geral, de 89 a 112 litros ap&#xF3;s doses &#xFA;nicas ou m&#xFA;ltiplas de 500 mg, indicando ampla distribui&#xE7;&#xE3;o pelos tecidos.</p> <p>As concentra&#xE7;&#xF5;es m&#xE1;ximas do levofloxacino na mucosa br&#xF4;nquica e flu&#xED;do epitelial ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg foram de 8,3 mcg/g e 10,8 mcg/mL, respectivamente. Estas concentra&#xE7;&#xF5;es foram alcan&#xE7;adas em aproximadamente uma hora ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o. A concentra&#xE7;&#xE3;o nos tecidos pulmonares ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg por via oral foi de aproximadamente 11,3 mcg/g e foi alcan&#xE7;ada 4 a 6 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o. As concentra&#xE7;&#xF5;es nos pulm&#xF5;es constantemente excederam &#xE0;s do plasma. Nos flu&#xED;dos vesicais as concentra&#xE7;&#xF5;es m&#xE1;ximas de levofloxacino foram de 4,0 e 6,7 mcg/mL, 2 - 4 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o, ap&#xF3;s 3 dias com doses de 500 mg, uma ou duas vezes ao dia, respectivamente.</p> <p>A penetra&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino na bile &#xE9; r&#xE1;pida e completa. O levofloxacino tamb&#xE9;m penetra rapidamente no tecido &#xF3;sseo, tanto na cabe&#xE7;a do f&#xEA;mur quanto na sua parte distal. Os picos de concentra&#xE7;&#xE3;o tissular variam de 2,4 a 15 mcg/g e s&#xE3;o obtidos cerca de 2 a 3 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral. A liga&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> s&#xE9;ricas &#xE9; de aproximadamente 30 a 40%.</p> <p>O levofloxacino &#xE9; esterioquimicamente est&#xE1;vel no plasma e na urina e n&#xE3;o se converte metabolicamente no seu enanti&#xF4;mero, a D-ofloxacina. A biotransforma&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino &#xE9; limitada, uma vez que a droga &#xE9; basicamente excretada inalterada na urina. Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral, aproximadamente 87% da dose administrada &#xE9; recuperada inalterada, na urina, num per&#xED;odo de 48 horas, enquanto que menos de 4% da dose &#xE9; recuperada nas fezes, num per&#xED;odo de 72 horas. As concentra&#xE7;&#xF5;es urin&#xE1;rias m&#xE9;dias, 8 - 12 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de uma dose oral &#xFA;nica de 150 mg, 300 mg ou 500 mg de levofloxacino foram 44 mg/L, 91 mg/L e 200 mg/L, respectivamente. Menos de 5% da dose administrada &#xE9; recuperada na urina como desmetil e N-&#xF3;xido metab&#xF3;litos, os &#xFA;nicos metab&#xF3;litos identificados no homem. Estes metab&#xF3;litos n&#xE3;o apresentam atividade farmacol&#xF3;gica relevante.</p> <p>A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica terminal m&#xE9;dia do levofloxacino varia de 6 a 8 horas, ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de doses &#xFA;nicas ou de doses m&#xFA;ltiplas.</p> <p>A farmacocin&#xE9;tica do levofloxacino fica alterada em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal, portanto &#xE9; necess&#xE1;rio o ajuste da dose.</p> <p>N&#xE3;o h&#xE1; diferen&#xE7;as significativas na cin&#xE9;tica do levofloxacino entre jovens e idosos, a n&#xE3;o ser as diferen&#xE7;as associadas ao <em>clearance</em> de creatinina.</p> <p>A an&#xE1;lise separada de indiv&#xED;duos do sexo feminino e masculino demonstrou diferen&#xE7;as variando de pequenas &#xE0; n&#xE3;o significativas da farmacocin&#xE9;tica do levofloxacino com rela&#xE7;&#xE3;o ao sexo. O significado cl&#xED;nico destas diferen&#xE7;as ainda n&#xE3;o est&#xE1; claro.</p> <h3>Injet&#xE1;vel</h3> <h4>Mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>O levofloxacino &#xE9; um agente antibacteriano sint&#xE9;tico de amplo espectro, para administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa.</p> <p>Quimicamente, o levofloxacino &#xE9; o is&#xF4;mero lev&#xF3;giro (is&#xF4;mero-L) do racemato ofloxacino, um agente antibacteriano quinol&#xF4;nico. A atividade antibacteriana do ofloxacino deve-se basicamente ao is&#xF4;mero-L. O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino e de outros antimicrobianos fluoroquinol&#xF4;nicos envolve a inibi&#xE7;&#xE3;o da Topoisomerase IV bacteriana e da DNA-girase (ambas s&#xE3;o Topoisomerase bacteriana tipo II), enzimas necess&#xE1;rias para a replica&#xE7;&#xE3;o, transcri&#xE7;&#xE3;o, restaura&#xE7;&#xE3;o e recombina&#xE7;&#xE3;o do DNA. Nesse sentido, o is&#xF4;mero-L produz mais liga&#xE7;&#xF5;es de hidrog&#xEA;nio e, portanto, complexos mais est&#xE1;veis com a DNA-girase do que o is&#xF4;mero-D. Microbiologicamente, isso se traduz numa atividade antibacteriana 25 a 40 vezes maior para o is&#xF4;mero-L, o levofloxacino, do que para o is&#xF4;mero-D. Os derivados quinol&#xF4;nicos inibem r&#xE1;pida e especificamente a s&#xED;ntese do DNA bacteriano.</p> <h5>Microbiologia:</h5> <p>O levofloxacino apresenta atividade <em>in vitro</em> contra um amplo espectro de bact&#xE9;rias aer&#xF3;bicas e anaer&#xF3;bicas gram-positivas e gram-negativas. A atividade bactericida do levofloxacino &#xE9; r&#xE1;pida e frequentemente ocorre em n&#xED;veis pr&#xF3;ximos da Concentra&#xE7;&#xE3;o Inibit&#xF3;ria M&#xED;nima (CIM).</p> <h6>O levofloxacino exibe atividade <em>in vitro</em> contra a maioria das cepas dos microrganismos citados a seguir:</h6> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li> <em>Enterococcus avium, Staphylococcus hominis, Streptococcus milleri, Enterococcus faecium, Streptococcus constellatus, Streptococcus sanguis, Staphylococcus aureus, Streptococcus, Streptococcus </em>(Grupo<em> Viridans); </em>(Grupo C/F, D, G)<em>, Sthaphylococcus epidermidis.</em> </li> </ul> <p><strong>Anaer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li><em>Clostridium perfringens, Peptostreptococcus anaerobius, Propionibacterium acnes, Clostridium spp., Peptostreptococcus Magnus.</em></li> </ul> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-negativos</strong></p> <ul> <li><em>Acinetobacter anitratus, Legionella spp., Salmonella enteritidis, Acinetobacter baumannii, Morganella morganii, Salmonella spp, Acinetobacter lwoffii, Neisseria gonorrhoeae, Serratia liquefaciens, Aeromonas hydrophila, N. gonorrhoeae (produtora Serratia marcescens de penicilinase), Bordetella pertussis, Serratia spp, Campylobacter jejuni, Proteus vulgaris, Shigella spp, Citrobacter diversus, Providencia rettgeri, Stenotrophomonas maltophilia, Pantoea (Enterobacter) aerogenes, Providencia spp., Vibrio cholerae, Enterobacter agglomerans, Providencia stuartii, Vibrio parahaemolyticus, Enterobacter sakazakii, Pseudomonas fluorescens, Yersinia enterocolitica, Flavobacterium meningosepticum, Pseudomonas putida.</em></li> </ul> <p><strong>Anaer&#xF3;bios Gram-negativos</strong></p> <ul> <li><em>Bacteroides distasonis, Bacteroides intermedius, Veillonella parvula, Bacteroides fragilis.</em></li> </ul> <p><strong>Outros microrganismos:</strong></p> <ul> <li><em>Mycobacterium fortuitum, Mycobacterium tuberculosis, Mycoplasma hominis, Mycobacterium kansasii, Mycoplasma fermentans, Ureaplasma urealyticum, Mycobacterium marinum.</em></li> </ul> <p>O levofloxacino &#xE9; ativo contra as cepas produtoras de beta-lactamase dos microrganismos listados anteriormente. O levofloxacino n&#xE3;o &#xE9; ativo contra Treponema pallidum.</p> <h5>O levofloxacino tem se mostrado ativo contra a maioria das cepas suscept&#xED;veis dos seguintes microrganismos, tanto <em>in vitro</em> como em infec&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas:</h5> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li><em>Enterococcus faecalis, Staphylococcus saprophyticus, Streptococcus pneumoniae, Staphylococcus aureus, Streptococcus agalactiae, Streptococcus pyogenes, Staphylococcus epidermidis.</em></li> </ul> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-negativos</strong></p> <ul> <li><em>Citrobacter freundii, Haemophilus parainfluenzae, Moraxella catarrhalis, Enterobacter cloacae, Klebsiella oxytoca, Proteus mirabilis, Escherichia coli, Klebsiella pneumoniae, Pseudomonas aeruginosa, Haemophilus influenzae, Legionella pneumophila.</em></li> </ul> <p><strong>Outros microrganismos</strong></p> <ul> <li><em>Chlamydia pneumoniae, Mycoplasma pneumoniae.</em></li> </ul> <p>A resist&#xEA;ncia ao levofloxacino devida &#xE0; muta&#xE7;&#xE3;o espont&#xE2;nea <em>in vitro</em> &#xE9; um fen&#xF4;meno muito raro. Embora tenha sido observada resist&#xEA;ncia cruzada entre levofloxacino e outras fluorquinolonas, alguns microrganismos resistentes a outras quinolonas, como o ofloxacino, podem ser sens&#xED;veis ao levofloxacino.</p> <p>Na falta de um teste de sensibilidade ao levofloxacino, a sensibilidade do microrganismo ao ofloxacino pode ser utilizada para predizer a sensibilidade ao levofloxacino. Contudo, embora microrganismos sens&#xED;veis ao ofloxacino possam ser considerados sens&#xED;veis ao levofloxacino, o contr&#xE1;rio nem sempre &#xE9; verdadeiro.</p> <h4>Propriedades farmacocin&#xE9;ticas</h4> <p>A farmacocin&#xE9;tica do levofloxacino &#xE9; linear e previs&#xED;vel ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de doses &#xFA;nicas e doses m&#xFA;ltiplas. O estado de equil&#xED;brio &#xE9; atingido 48 horas ap&#xF3;s a&amp;nbsp;administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg em esquemas de uma dose e de duas doses di&#xE1;rias. O volume m&#xE9;dio de distribui&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino varia, em geral, de 74 a 112 litros ap&#xF3;s doses &#xFA;nicas ou m&#xFA;ltiplas de 500 mg ou 750 mg, indicando ampla distribui&#xE7;&#xE3;o pelos tecidos. A penetra&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino na pele &#xE9; r&#xE1;pida e completa. O levofloxacino tamb&#xE9;m penetra rapidamente no tecido &#xF3;sseo, tanto na cabe&#xE7;a do f&#xEA;mur quanto na sua parte distal. A liga&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino &#xE0;s prote&#xED;nas s&#xE9;ricas, <em>in vitro</em>, &#xE9; de aproximadamente 24 a 38%, numa faixa de 1 a 10 mcg/mL; a liga&#xE7;&#xE3;o se faz principalmente com a <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/albumina-serica\" target=\"_blank\">albumina s&#xE9;rica</a>.</p> <p>O levofloxacino &#xE9; esterioquimicamente est&#xE1;vel no plasma e na urina e n&#xE3;o se converte metabolicamente no seu enanti&#xF4;mero, o Dofloxacino. A biotransforma&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino &#xE9; limitada, uma vez que o f&#xE1;rmaco &#xE9; basicamente excretado inalterado na urina. Menos de 5% da dose administrada &#xE9; recuperada na urina como desmetil e N-&#xF3;xido metab&#xF3;litos, os &#xFA;nicos metab&#xF3;litos identificados no homem. Estes metab&#xF3;litos n&#xE3;o apresentam atividade farmacol&#xF3;gica relevante.</p> <p>A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica terminal m&#xE9;dia do levofloxacino varia de 6 a 8 horas, ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de doses &#xFA;nicas ou de doses m&#xFA;ltiplas. A depura&#xE7;&#xE3;o total aparente m&#xE9;dia e a depura&#xE7;&#xE3;o renal variam de 144 a 226 mL/min e 96 a 142 mL/min, respectivamente. A depura&#xE7;&#xE3;o renal al&#xE9;m da taxa de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular sugere que ocorre secre&#xE7;&#xE3;o tubular do levofloxacino adicionalmente &#xE0; filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular. A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de cimetidina ou probenecida resulta em aproximadamente 24% e 36% de redu&#xE7;&#xE3;o na depura&#xE7;&#xE3;o renal do levofloxacino, indicando que a secre&#xE7;&#xE3;o de levofloxacino ocorre no t&#xFA;bulo renal proximal. N&#xE3;o foram encontrados cristais de levofloxacino em nenhuma das amostras de urina rec&#xE9;m-coletadas de indiv&#xED;duos recebendo levofloxacino.</p> </hr>"}

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