Baldacci Divelol

25mg, caixa com 28 comprimidos

Princípio ativo
:
Carvedilol
Classe Terapêutica
:
Betabloqueadores Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Sistema Cardiovascular (Circulação)
Especialidade
:
Cardiologia

Bula do medicamento

Mensagens de Alerta

Leia cuidadosamente as informações abaixo. Se tiver dúvidas, informe ao seu médico.

Divelol, para o que é indicado e para o que serve?

Divelol® é um medicamento usado para tratar insuficiência cardíaca congestiva (insuficiência do coração), angina do peito (dor no peito de origem cardíaca) e hipertensão arterial (pressão alta).

Quais as contraindicações do Divelol?

Você não pode usar Divelol® se apresentar alergia ao carvedilol ou a qualquer componente da formulação, ou se possuir uma das doenças a seguir:

Insuficiência cardíaca descompensada/instável necessitando medicamento intravenoso para aumentar a força do coração, insuficiência do fígado; arritmias cardíacas&nbsp;(irregularidades do ritmo cardíaco); asma brônquica ou doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) associada a broncoespasmo (contração dos brônquios); bloqueio atrioventricular (bloqueio dos impulsos nervosos no coração) de 2º ou 3º grau (a menos que tenha um marca-passo permanente); ritmo cardíaco abaixo de 50 batimentos por minuto; síndrome do nó sinusal (incluindo bloqueio sinoatrial); choque cardiogênico (queda acentuada da pressão por problema cardíaco); pressão arterial muito baixa (pressão arterial sistólica < 85 mmHg).

Como usar o Divelol?

Divelol® deve ser administrado por via oral.

Duração do tratamento

O tratamento com Divelol® é normalmente longo. Você não deve parar o tratamento de repente, mas reduzir a dose aos poucos, a cada semana, principalmente se você tiver doença arterial coronária (dos vasos do coração) concomitante.

Hipertensão essencial (sem causa conhecida)

Adultos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia, durante os dois primeiros dias. A seguir, a dose recomendada é 25 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg, em dose única diária, ou dividida em duas doses.

Idosos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg em dose única diária ou dividida em duas doses.

Angina do peito

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, duas vezes ao dia, durante os dois primeiros dias.

A seguir, a dose recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia. Se necessário, poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose máxima diária recomendada de 100 mg administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia). A dose diária máxima recomendada para idosos é 50 mg, administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia).

Insuficiência cardíaca congestiva (ICC)

A dose deve ser individualizada e cuidadosamente monitorada durante a fase de ajuste da dose. Se você usa digitálicos, diuréticos e inibidores da ECA, o seu médico deverá ajustar a dose destes medicamentos antes de iniciar o tratamento com Divelol®. A dose inicial recomendada é 3,125 mg, duas vezes ao dia, por duas semanas. Se esta dose for bem tolerada, poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas, para 6,25 mg, duas vezes ao dia, 12,5 mg, duas vezes ao&nbsp;dia e 25 mg, duas vezes ao dia. A dose deverá ser aumentada de acordo com orientação de seu médico até o nível máximo tolerado.

A dose máxima recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia para todos os pacientes com ICC leve, moderada ou grave, com peso inferior a 85 kg. Em pacientes com ICC leve ou moderada com peso superior a 85 kg, a dose máxima recomendada é 50 mg, duas vezes ao dia. Antes de cada aumento de dose, deve-se avaliar sintomas de vasodilatação ou piora da insuficiência cardíaca. A piora transitória da insuficiência cardíaca ou a retenção de líquidos devem ser tratadas com aumento da dose do diurético. Ocasionalmente, pode ser necessário reduzir a dose ou descontinuar temporariamente o tratamento com Divelol®. A dose de Divelol® não deverá ser aumentada até que os sintomas de piora da insuficiência cardíaca ou de vasodilatação estejam estabilizados. Se carvedilol for descontinuado por mais de duas semanas, a terapia deverá ser reiniciada com 3,125 mg duas vezes ao dia e a titulação realizada conforme as recomendações do modo de uso do medicamento.

Divelol® não necessariamente deve ser ingerido junto a alimentos; entretanto, em pacientes com insuficiência cardíaca, deverá ser administrado com alimentos para reduzir a velocidade de absorção e diminuir a incidência de efeitos ortostáticos (queda de pressão quando se fica em pé ou sentado).

Pacientes com insuficiência renal

Não são necessárias alterações nas doses recomendadas de carvedilol em pacientes com insuficiência renal moderada a grave.

Pacientes com menos de 18 anos de idade

A segurança e eficácia do carvedilol em crianças e adolescentes abaixo de 18 anos ainda não foram estabelecidas.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Como o Divelol funciona?

Divelol® promove a dilatação dos vasos sanguíneos, através do bloqueio do sistema chamado reninaangiotensina-aldosterona. Assim, ocorre diminuição da pressão arterial. Em voluntários sadios, a concentração sérica máxima é alcançada em, aproximadamente, uma hora.

Quais cuidados devo ter ao usar o Divelol?

Geral

  • <li>Insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca cr&#xF4;nica: pode ocorrer piora cl&#xED;nica ou reten&#xE7;&#xE3;o de l&#xED;quido durante o aumento da dose de carvedilol. Caso isso ocorra, o m&#xE9;dico dever&#xE1; aumentar a dose do diur&#xE9;tico, mantendo a dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup> at&#xE9; atingir novamente a estabilidade cl&#xED;nica. Pode ser necess&#xE1;rio reduzir a dose do carvedilol ou, em casos raros, descontinu&#xE1;-lo temporariamente, o que n&#xE3;o impede o sucesso do aumento gradual da dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup>. O carvedilol deve ser usado com cautela quando associado a digit&#xE1;licos, pois ambos os f&#xE1;rmacos lentificam a condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular (condu&#xE7;&#xE3;o do est&#xED;mulo card&#xED;aco).</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c" target="_blank">Diabetes</a> <em>mellitus</em>: o uso de carvedilol em diab&#xE9;ticos pode estar relacionado &#xE0; piora do controle glic&#xEA;mico ou pode mascarar/reduzir sinais e sintomas de <a href="https://minutosaudavel.com.br/hipoglicemia/" rel="noopener" target="_blank">hipoglicemia</a> (baixo a&#xE7;&#xFA;car no sangue). Portanto, se voc&#xEA; tiver diabetes, seu n&#xED;vel de a&#xE7;&#xFA;car no sangue deve ser monitorado regularmente no in&#xED;cio ou ajuste do tratamento com Divelol<sup>&#xAE;</sup>. A dose do medicamento usado para diabetes tamb&#xE9;m deve ser ajustada.</li> <li>Fun&#xE7;&#xE3;o dos rins na insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva: foi observada piora revers&#xED;vel da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva e press&#xE3;o arterial baixa (press&#xE3;o arterial sist&#xF3;lica &lt; 100 mmHg), cardiopatia isqu&#xEA;mica (diminui&#xE7;&#xE3;o do fornecimento de sangue para o mioc&#xE1;rdio), doen&#xE7;a vascular difusa e/ou insufici&#xEA;ncia dos rins durante o tratamento com Divelol<sup>&#xAE;</sup>. A fun&#xE7;&#xE3;o de seus rins deve ser monitorada pelo seu m&#xE9;dico durante o aumento da dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Doen&#xE7;a pulmonar obstrutiva cr&#xF4;nica: se voc&#xEA; possui doen&#xE7;a pulmonar obstrutiva cr&#xF4;nica (DPOC) com componente broncoesp&#xE1;stico (contra&#xE7;&#xE3;o dos br&#xF4;nquios) e n&#xE3;o est&#xE1; usando medica&#xE7;&#xE3;o oral ou inalat&#xF3;ria, seu m&#xE9;dico dever&#xE1; ter cautela ao receitar Divelol<sup>&#xAE;</sup>. Avise seu m&#xE9;dico se possui algum problema pulmonar.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-dos-olhos/lentes-de-contato/c" target="_blank">Lentes de contato</a>: pode ocorrer redu&#xE7;&#xE3;o do lacrimejamento com o uso de Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento: Divelol<sup>&#xAE;</sup> n&#xE3;o deve ser descontinuado abruptamente, principalmente se voc&#xEA; possui cardiopatia isqu&#xEA;mica (diminui&#xE7;&#xE3;o do fornecimento de sangue para o mioc&#xE1;rdio). A retirada de carvedilol nestes casos deve ser gradual (ao longo de 2 semanas).</li> <li>Tireotoxicose: Divelol<sup>&#xAE;</sup>, como outros betabloqueadores, pode mascarar sintomas de tireotoxicose (excesso de horm&#xF4;nios produzidos pela gl&#xE2;ndula <a href="https://consultaremedios.com.br/tireoide/c" target="_blank">tireoide</a>).</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade: em caso de alergia ou terapia de dessensibiliza&#xE7;&#xE3;o (contra alergia), avise ao seu m&#xE9;dico, pois carvedilol pode aumentar a sensibilidade e a gravidade das rea&#xE7;&#xF5;es aos al&#xE9;rgenos.</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves: Divelol<sup>&#xAE;</sup> deve ser permanentemente descontinuado em pacientes que apresentarem rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves possivelmente relacionadas com o carvedilol.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/psoriase/c" target="_blank">Psor&#xED;ase</a>: se voc&#xEA; tem hist&#xF3;ria de psor&#xED;ase (doen&#xE7;a de pele que ocorre geralmente perto das articula&#xE7;&#xF5;es), voc&#xEA; s&#xF3; dever&#xE1; tomar este medicamento ap&#xF3;s seu m&#xE9;dico considerar o risco-benef&#xED;cio.</li>

Gravidez e amamentação

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Se você ficar grávida durante ou logo após o tratamento com Divelol®, informe imediatamente seu médico. Estudos em animais demonstraram toxicidade reprodutiva. Não há experiência clínica adequada com carvedilol em grávidas. Betabloqueadores reduzem a irrigação sanguínea da placenta, podendo causar morte do feto intra-útero e parto prematuro. Efeitos adversos como hipoglicemia e bradicardia podem ocorrer, bem como complicações cardíacas e pulmonares no feto e no recém-nascido.

Divelol® não deve ser usado durante a gravidez a menos que os benefícios potenciais justifiquem o risco potencial. Não existem evidências a partir de estudos em animais de laboratório de que carvedilol apresente efeitos teratogênicos.

Embora não seja conhecido se carvedilol é excretado no leite humano, a maioria dos betabloqueadores passa para o leite materno. Portanto, a amamentação não é recomendada após a administração de carvedilol.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículo e operar máquinas

Sua capacidade para dirigir veículo ou operar máquinas pode estar comprometida devido a tonturas e cansaço, principalmente no início do tratamento e após aumento de doses, modificação de terapias ou em combinação com álcool.

Este medicamento contém lactose.

Este medicamento pode causar doping.

O produto Divelol® 6,25 mg contém o corante amarelo de tartrazina&nbsp;que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Divelol?

As reações adversas ao medicamento estão listadas de acordo com as classes dos sistemas orgânicos definidos pelo MedDRA e CIOMS (“Council for International Organizations of Medical Sciences”).

As categorias de frequências são:

  • <li>Muito comum: &#x2265;1/10.</li> <li>Comum: &#x2265;1/100 e &lt;1/10.</li> <li>Incomum: &#x2265;1/1.000 e &lt;1/100.</li> <li>Rara: &#x2265;1/10.000 e &lt;1/1.000.</li> <li>Muito rara: &lt;1/10.000.</li>

Os efeitos indesejáveis descritos abaixo foram reportados com o uso de carvedilol em estudos clínicos pivotais:

  • <li>Dist&#xFA;rbios do sistema linf&#xE1;tico e do sangue: comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c" target="_blank">anemia</a>; rara: <a href="https://minutosaudavel.com.br/trombocitopenia/" rel="noopener" target="_blank">trombocitopenia</a>; muito rara: leucopenia.</li> <li>Dist&#xFA;rbios card&#xED;acos: muito comum: insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca; comum: bradicardia, hipervolemia, sobrecarga h&#xED;drica; incomum: bloqueio atrioventricular, angina <em>pectoris</em>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios nos olhos: comum: altera&#xE7;&#xF5;es visuais, redu&#xE7;&#xE3;o do lacrimejamento (secura do olho), irrita&#xE7;&#xE3;o ocular.</li> <li>Dist&#xFA;rbios gastrintestinais: comum: n&#xE1;usea, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c" target="_blank">diarreia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/nauseas/c" target="_blank">v&#xF4;mito</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/dispepsia-indigestao-o-que-e-sintomas-remedios-e-tipos/" rel="noopener" target="_blank">dispepsia</a>, dor abdominal; incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/" rel="noopener" target="_blank">constipa&#xE7;&#xE3;o</a>; rara: secura da boca.</li> <li>Dist&#xFA;rbios gerais e das condi&#xE7;&#xF5;es do local de administra&#xE7;&#xE3;o: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-fadiga-muscular-cronica-adrenal-etc-e-como-tratar/" rel="noopener" target="_blank">fadiga</a>; comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-tipos-cerebral-pulmonar-etc-e-tratamento/" rel="noopener" target="_blank">edema</a>, dor.</li> <li>Dist&#xFA;rbios hepatobiliares: muito rara: aumento da alanina aminotransferase (ALT), aspartato aminotransferase (AST) e gama-glutamiltransferase (<a href="https://minutosaudavel.com.br/exame-gama-gt-ggt-o-que-e-alto-baixo-e-para-que-serve/" rel="noopener" target="_blank">GGT</a>).</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sistema imune: muito rara: hipersensibilidade (rea&#xE7;&#xF5;es al&#xE9;rgicas).</li> <li>Infec&#xE7;&#xF5;es e infesta&#xE7;&#xF5;es: comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/pneumonia/c" target="_blank">pneumonia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/bronquite/c" target="_blank">bronquite</a>, infec&#xE7;&#xE3;o do trato respirat&#xF3;rio superior e do trato urin&#xE1;rio.</li> <li>Dist&#xFA;rbios do metabolismo e nutricionais: comum: ganho de peso, hipercolesterolemia, pior controle da glicemia (hiper/hipoglicemia) em pacientes com diabetes preexistente.</li> <li>Dist&#xFA;rbios musculoesquel&#xE9;ticos e do tecido conjuntivo: comum: dor em extremidades.</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sistema nervoso: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/tontura-o-que-pode-ser/" rel="noopener" target="_blank">tontura</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/dor-de-cabeca-e-enxaqueca/c" target="_blank">cefaleia</a>; comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/desmaio/" rel="noopener" target="_blank">s&#xED;ncope</a>, pr&#xE9;-s&#xED;ncope; incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/parestesia/" rel="noopener" target="_blank">parestesia</a>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios psiqui&#xE1;tricos: comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a>, humor deprimido; incomum: dist&#xFA;rbios do sono.</li> <li>Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios: comum: insufici&#xEA;ncia renal e anormalidades na fun&#xE7;&#xE3;o renal em pacientes com doen&#xE7;a vascular difusa e/ou insufici&#xEA;ncia renal subjacente; rara: dist&#xFA;rbios miccionais.</li> <li>Dist&#xFA;rbios da mama e sistema reprodutor: incomum: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/disfuncao-eretil/c" target="_blank">disfun&#xE7;&#xE3;o er&#xE9;til</a>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios respirat&#xF3;rios, tor&#xE1;cicos e do mediastino: comum: dispneia, <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-pulmonar-causas-sintomas-tratamento-tem-cura/" rel="noopener" target="_blank">edema pulmonar</a>, asma em pacientes predispostos; rara: congest&#xE3;o nasal.</li> <li>Dist&#xFA;rbios de pele e tecidos subcut&#xE2;neos: incomum: rea&#xE7;&#xF5;es na pele (por exemplo: exantema al&#xE9;rgico, <a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/dermatites/c" target="_blank">dermatite</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a>, prurido, les&#xF5;es psori&#xE1;sicas e do tipo l&#xED;quen plano).</li> <li>Dist&#xFA;rbios vasculares: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">hipotens&#xE3;o</a>; comum: hipotens&#xE3;o ortost&#xE1;stica, dist&#xFA;rbios da circula&#xE7;&#xE3;o perif&#xE9;rica (extremidades frias, doen&#xE7;a vascular perif&#xE9;rica, exacerba&#xE7;&#xE3;o de claudica&#xE7;&#xE3;o intermitente e fen&#xF4;meno de Raynaud), hipertens&#xE3;o.</li>

Descrição das reações adversas selecionadas

A frequência de reações adversas não é dependente da dose, com exceção de tonturas, alterações visuais e bradicardia. Tontura, síncope, cefaleia e astenia são, normalmente, leves e ocorrem, geralmente, no início do tratamento.

Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva pode ocorrer piora clínica ou retenção hídrica durante a titulação do carvedilol.

Deterioração reversível da função renal foi observada durante tratamento com carvedilol em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva e baixa pressão arterial, cardiopatia isquêmica, doença vascular difusa e/ou insuficiência renal subjacente.

Experiência pós-comercialização

Os eventos adversos abaixo foram identificados no uso de carvedilol pós-comercialização. Por serem reportados por uma população de tamanho indefinido, nem sempre é possível estimar sua frequência e/ou estabelecer relação causal com a exposição à droga.

  • <li>Dist&#xFA;rbios de metabolismo e nutricionais: devido &#xE0; a&#xE7;&#xE3;o betabloqueadora, &#xE9; poss&#xED;vel que diabetes <em>mellitus </em>latente se manifeste, diabetes preexistente se agrave e que a contra-regula&#xE7;&#xE3;o da <a href="https://consultaremedios.com.br/glicose/bula" target="_blank">glicose</a> seja inibida.</li> <li>Dist&#xFA;rbios de pele e tecidos subcut&#xE2;neos: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/queda-de-cabelo-e-calvicie/c" target="_blank">queda de cabelo</a>. Rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves, como necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica e s&#xED;ndrome de Stevens-Johnson.</li> <li>Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios: foram reportados casos isolados de <a href="https://minutosaudavel.com.br/incontinencia-urinaria/" rel="noopener" target="_blank">incontin&#xEA;ncia urin&#xE1;ria</a> em mulheres, os quais foram resolvidos com a descontinua&#xE7;&#xE3;o da medica&#xE7;&#xE3;o.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Pacientes com menos de 18 anos de idade

Divelol® não é recomendado a pacientes com menos de 18 anos de idade.

Pacientes idosos

Nenhum ajuste da dose inicial é exigido para pacientes idosos.

Pacientes com insuficiência renal

Na insuficiência renal moderada a grave, não há necessidade de alterar as recomendações de dosagem de carvedilol.

Pacientes com insuficiência hepática

Divelol® é contraindicado para pacientes com insuficiência hepática clinicamente manifesta.

Pacientes diabéticos

Divelol® pode aumentar a resistência à insulina e mascarar sintomas da hipoglicemia.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Divelol?

Você deve fazer tudo que for possível para tomar a medicação nos dias e horários que o seu médico orientou.

Se por algum motivo se esquecer de tomar o medicamento, espere e tome a dose seguinte da maneira habitual.

Se você tiver se esquecido de tomar alguma dose, nunca dobre a dose seguinte, pois isso poderá aumentar a chance de você ter um efeito adverso.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Divelol?

Cada comprimido de Divelol® 3,125 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">3,125 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Cada comprimido revestido de Divelol® 6,25 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:219px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:223px\"> <p style=\"text-align:center\">6,25 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:219px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:223px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: amarelo de tartrazina laca de alumínio, celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, dióxido de titânio, estearato de magnésio, hipromelose, lactose monoidratada.

Cada comprimido de Divelol® 12,5 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:224px\"> <p style=\"text-align:center\">12,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:224px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Cada comprimido de Divelol®&nbsp;25 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:217px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:225px\"> <p style=\"text-align:center\">25 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:217px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:225px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Divelol maior do que a recomendada?

Sintomas e sinais de superdose

Pode haver queda importante da pressão arterial, bradicardia (lentificação do ritmo cardíaco), insuficiência cardíaca (prejuízo da função do coração), choque cardiogênico (queda acentuada da pressão arterial de origem cardíaca) e parada cardíaca. Problemas respiratórios, broncoespasmo (contração dos brônquios), vômitos, alterações da consciência e convulsões generalizadas também podem ocorrer.

Tratamento da superdose

Monitorar os sinais e sintomas acima e garantir atendimento médico de acordo com prática utilizada para pacientes com superdose de betabloqueadores.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Divelol com outros remédios?

Interações com outros medicamentos

Há um número de importantesinteraçõesfarmacocinéticas e farmacodinâmicas com outras drogas.

  • <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/feocromocitoma-tratamento-diagnostico-causas-sintomas-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">Feocromocitoma</a> (tumor na gl&#xE2;ndula supra-renal): em pacientes com suspeita de feocromocitoma, devese iniciar um agente alfabloqueador antes do uso de qualquer betabloqueador. Apesar de Divelol<sup>&#xAE;</sup> exercer atividades alfa e betabloqueadora, n&#xE3;o existe experi&#xEA;ncia de uso nesses casos.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/b/angina-variante" target="_blank">Angina variante</a> de Prinzmetal: betabloqueadores n&#xE3;o seletivos podem provocar dor tor&#xE1;cica em pacientes com angina variante de Prinzmetal. N&#xE3;o h&#xE1; experi&#xEA;ncia cl&#xED;nica com carvedilol nesses pacientes.</li> <li>Doen&#xE7;a vascular perif&#xE9;rica e fen&#xF4;meno de Raynaud: os betabloqueadores podem precipitar ou agravar os sintomas de insufici&#xEA;ncia arterial.</li> <li>Bradicardia: Divelol<sup>&#xAE;</sup> pode provocar bradicardia (lentifica&#xE7;&#xE3;o do ritmo card&#xED;aco).</li>

Interações farmacocinéticas

Efeitos do carvedilol na farmacocinética de outras drogas

Carvedilol interfere na glicoproteína P, responsável pelo transporte de uma série de fármacos na parede intestinal e em outros órgãos. Por isso, a quantidade de alguns fármacos pode aumentar exageradamente ou a concentração do próprio carvedilol pode ser modificada quando são administrados em conjunto.

  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">Digoxina</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/ciclosporina/bula" target="_blank">ciclosporina</a>: carvedilol pode aumentar a concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica de digoxina e ciclosporina oral. Recomenda-se monitora&#xE7;&#xE3;o pr&#xF3;xima dos n&#xED;veis de digoxina e ciclosporina para ajuste adequado das doses.</li>
Efeitos de outras drogas na farmacocinética de carvedilol

Inibidores, bem como indutores de determinadas enzimas do fígado, podem modificar o metabolismo do carvedilol, levando a concentrações plasmáticas aumentadas ou diminuídas de R e S-carvedilol.

Alguns exemplos observados em pacientes ou em indivíduos saudáveis são apresentados a seguir:
  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/rifampicina/bula" target="_blank">Rifampicina</a>: houve diminui&#xE7;&#xE3;o do efeito do carvedilol na press&#xE3;o sist&#xF3;lica durante o uso concomitante de rifampicina.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">Cimetidina</a>: a probabilidade de intera&#xE7;&#xF5;es clinicamente significativas &#xE9; m&#xED;nima.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-amiodarona/bula" target="_blank">Amiodarona</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-fluoxetina/bula" target="_blank">fluoxetina</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-paroxetina/bula" target="_blank">paroxetina</a>: a elimina&#xE7;&#xE3;o de carvedilol pode ser inibida por uso concomitante de amiodarona e fluoxetina, por&#xE9;m, sem efeito cl&#xED;nico.</li>

Interações farmacodinâmicas

  • <li>Insulina ou hipoglicemiantes orais: Pode haver aumento do efeito hipoglicemiante de insulina e antidiab&#xE9;ticos orais. Sinais de hipoglicemia podem ser mascarados/atenuados (especialmente taquicardia). Deve-se monitorar a glicemia em pacientes recebendo insulina ou antibiab&#xE9;ticos orais juntamente com Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Agentes depletores de catecolaminas: sinais de hipotens&#xE3;o e/ou bradicardia grave em pacientes em uso de Divelol<sup>&#xAE;</sup> e f&#xE1;rmacos que possam depletar catecolaminas (por exemplo, reserpina e inibidores de monoamino oxidase).</li> <li>Digoxina: o uso combinado de Divelol<sup>&#xAE;</sup> e digoxina pode prolongar o tempo de condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular.</li> <li>Bloqueadores do canal de c&#xE1;lcio n&#xE3;o diidropiridina, amiodarona ou outros antiarr&#xED;tmicos: em combina&#xE7;&#xE3;o com carvedilol, podem aumentar o risco de dist&#xFA;rbios de condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular. Se o carvedilol for administrado por via oral com bloqueadores do canal de c&#xE1;lcio n&#xE3;o diidropiridina do tipo <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-verapamil/bula" target="_blank">verapamil</a> ou <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-diltiazem/bula" target="_blank">diltiazem</a>, amiodarona ou outros antiarr&#xED;tmicos, recomenda-se o monitoramento do ECG (<a href="https://minutosaudavel.com.br/eletrocardiograma-ecg-o-que-e-para-que-serve-e-como-e-feito-o-exame/" rel="noopener" target="_blank">eletrocardiograma</a>) e da press&#xE3;o sangu&#xED;nea.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-clonidina/bula" target="_blank">Clonidina</a>: a administra&#xE7;&#xE3;o de clonidina associada a Divelol<sup>&#xAE;</sup> pode potencializar os efeitos de redu&#xE7;&#xE3;o de press&#xE3;o sangu&#xED;nea e frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca.</li> <li>Anti-hipertensivos: carvedilol pode potencializar o efeito de outros f&#xE1;rmacos com a&#xE7;&#xE3;o anti-hipertensiva (por exemplo, antagonistas de receptor alfa-1) ou que tenham hipotens&#xE3;o como parte de seu perfil de efeitos adversos.</li> <li>Agentes <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/anestesicos/c" target="_blank">anest&#xE9;sicos</a>: monitorar cuidadosamente os sinais vitais durante anestesia.</li> <li>AINEs: o uso concomitante de <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/anti-inflamatorios/c" target="_blank">anti-inflamat&#xF3;rios</a> n&#xE3;o esteroides (AINEs) e bloqueadores beta-adren&#xE9;rgicos pode resultar em aumento de press&#xE3;o arterial e menor controle da press&#xE3;o arterial.</li> <li>Broncodilatadores beta-agonistas: Divelol<sup>&#xAE;</sup> age de forma contr&#xE1;ria aos medicamentos desta classe.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Divelol (Carvedilol)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia em hipertens&#xE3;o</h3> <p>Carvedilol reduz a press&#xE3;o arterial em pacientes hipertensos pela combina&#xE7;&#xE3;o do bloqueio beta &#xE0; vasodilata&#xE7;&#xE3;o mediada por bloqueio alfa. A redu&#xE7;&#xE3;o da press&#xE3;o n&#xE3;o se associa a aumento da resist&#xEA;ncia perif&#xE9;rica total, como &#xE9; observado com os agentes betabloqueadores puros.<sup>1</sup></p> <p>A frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca &#xE9; discretamente reduzida. O fluxo sangu&#xED;neo renal e a fun&#xE7;&#xE3;o renal se mant&#xEA;m preservados.&amp;nbsp;Carvedilol mant&#xE9;m o volume sist&#xF3;lico e reduz a resist&#xEA;ncia vascular perif&#xE9;rica total. O fluxo sangu&#xED;neo para diversos &#xF3;rg&#xE3;os e para os leitos vasculares &#xE9; preservado.<sup>1,2</sup></p> <h3>Efic&#xE1;cia na angina do peito</h3> <p>Em pacientes com doen&#xE7;a arterial coron&#xE1;ria, carvedilol demonstrou efeitos anti-isqu&#xEA;micos (melhora do tempo total de exerc&#xED;cio, tempo para depress&#xE3;o de 1 mm do segmento ST e in&#xED;cio de angina).<sup>3,4 </sup></p> <p>Carvedilol reduz significativamente a demanda de oxig&#xEA;nio pelo mioc&#xE1;rdio e a hiperatividade simp&#xE1;tica. Tamb&#xE9;m reduz a pr&#xE9;-carga (press&#xE3;o de art&#xE9;ria pulmonar e de capilar pulmonar) e a p&#xF3;s-carga.<sup>3</sup></p> <h3>Efic&#xE1;cia em insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</h3> <p>Carvedilol reduz significativamente a mortalidade por todas as causas e a necessidade de hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por motivo cardiovascular. Carvedilol promove aumento da fra&#xE7;&#xE3;o de eje&#xE7;&#xE3;o e melhora dos sintomas em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca de etiologia isqu&#xEA;mica e n&#xE3;o isqu&#xEA;mica.<sup>5-7</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Oestergren J, Storstein L, Karlberg BE, Tiblin G Quality of life in hypertensive patients treated either with Carvedilol&amp;nbsp;or <a href=\"https://consultaremedios.com.br/maleato-de-enalapril/bula\" target=\"_blank\">enalapril</a>. Blood Pressure 1996; 5: 41-49 (CDS Vs 1.0).<br> 2. Bertolotti G, Angelino E, Zotti E, DeCesaris R A multicenter, double-blind, randomized parallel study of quality of life and blood pressure control in hypertensive patients treated with Carvedilol or <a href=\"https://consultaremedios.com.br/atenolol/bula\" target=\"_blank\">atenolol</a> or enalapril. High Blood Press Cardiovasc Prev 1995; 4: 216-224 (CDS Vs 1.0).<br> 3. Hauf-Zachariou K, Blackwood RA, Gunawardena A, O&apos;Donnell JG, Garnham S, Pfarr E Carvedilol&amp;nbsp;versus verapamil in stable angina: a multicentre trial. Eur J Clin Pharmacol 1997; 52: 95-100 (CDS Vs 1.0).<br> 4. Van der Does R, Hauf-Zachariou U, Pfarr E, Holtbr&#xFC;gge W, K&#xF6;nig S, Griffiths M, Lahiri A Comparison of safety and efficacy of Carvedilol&amp;nbsp;and metoprolol in stable angina pectoris. Am J Cardiol 1999; 83, 643-649 (CDS Vs 1.0).<br> 5. Das Gupta P, Broadhurst P, Raftery EB, Lahiri A Value of Carvedilol&amp;nbsp;in congestive heart failure secondary to coronary artery disease. Am J Cardiol 1990; 66: 1118-1123 (CDS Vs 1.0).<br> 6. Wendt T, van der Does R, Schr&#xE4;der R, Landgraf H, Kober G Acute hemodynamic of the vasodilating and betablocking agent, Carvedilol, in comparison to <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-propranolol/bula\" target=\"_blank\">propranolol</a>. J Cardiovasc Pharmacol 1987; 10 (Suppl 11): 147-150 (CDS Vs 1.0).<br> 7. Packer M, Bristow MR, Cohn JN, Colucci WS, Fowler MB, Gilbert EM, Shusterman NH The effect of Carvedilol on morbidity and mortality in patients with chronic heart failure. N Engl J Med 1996; 334: 1349-1355 (CDS Vs 1.0).</br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <p>Carvedilol &#xE9; um antagonista neuro-hormonal de a&#xE7;&#xE3;o m&#xFA;ltipla, com propriedades betabloqueadoras n&#xE3;o seletivas, alfabloqueadora e <a href=\"https://consultaremedios.com.br/vitaminas-e-minerais/antioxidante/c\" target=\"_blank\">antioxidante</a>. Carvedilol reduz a resist&#xEA;ncia vascular perif&#xE9;rica por vasodilata&#xE7;&#xE3;o mediada pelo bloqueio alfa1 e suprime o sistema renina-angiotensina-aldosterona devido ao bloqueio beta; reten&#xE7;&#xE3;o h&#xED;drica &#xE9;, portanto, uma ocorr&#xEA;ncia rara. Carvedilol n&#xE3;o apresenta atividade simpatomim&#xE9;tica intr&#xED;nseca e, como o propranolol, apresenta propriedades estabilizadoras de membrana.</p> <p>Carvedilol &#xE9; uma mistura rac&#xEA;mica de 2 estereois&#xF4;meros. Em animais, ambos os enanti&#xF4;meros apresentam propriedades bloqueadoras de receptores alfa-adren&#xE9;rgicos. As propriedades bloqueadoras do receptor betaadren&#xE9;rgico n&#xE3;o s&#xE3;o seletivas para os receptores beta1 e beta2 e est&#xE3;o associadas ao enanti&#xF4;mero lev&#xF3;giro do carvedilol.</p> <p>Carvedilol &#xE9; um potente antioxidante e neutralizador de radicais de oxig&#xEA;nio, demonstrado por estudos em animais, <em>in vitro</em> e<em> in vivo</em>, e em v&#xE1;rios tipos de c&#xE9;lulas humanas,<em> in vitro</em>. Carvedilol exibe efeito antiproliferativo nas c&#xE9;lulas musculares lisas de vasos sangu&#xED;neos de humanos e efeitos protetores de &#xF3;rg&#xE3;os.</p> <p>Carvedilol n&#xE3;o exerce efeitos adversos no perfil lip&#xED;dico. A rela&#xE7;&#xE3;o HDL/LDL se mant&#xE9;m normal.</p> <h3>Farmacocin&#xE9;tica</h3> <h4>Absor&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral, carvedilol &#xE9; rapidamente absorvido. Carvedilol &#xE9; um substrato do transportador de efluxo intestinal P-glicoprote&#xED;na que desempenha um papel importante na biodisponibilidade de certas drogas. Em volunt&#xE1;rios saud&#xE1;veis, a concentra&#xE7;&#xE3;o s&#xE9;rica m&#xE1;xima &#xE9; alcan&#xE7;ada em aproximadamente 1 hora. A biodisponibilidade absoluta de carvedilol no homem &#xE9; de aproximadamente 25%. Alimentos n&#xE3;o alteram a extens&#xE3;o da biodisponibilidade, embora aumentem o tempo para atingir a concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE1;xima.</p> <h4>Distribui&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>Carvedilol &#xE9; altamente lipof&#xED;lico; aproximadamente 98 &#x2013; 99% do carvedilol se liga &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> plasm&#xE1;ticas; o volume de distribui&#xE7;&#xE3;o &#xE9; de aproximadamente 2 L/kg.</p> <h4>Metabolismo</h4> <p>No ser humano, carvedilol &#xE9; extensamente metabolizado no f&#xED;gado atrav&#xE9;s de oxida&#xE7;&#xE3;o e conjuga&#xE7;&#xE3;o, produzindo diversos metab&#xF3;litos que s&#xE3;o eliminados principalmente na bile.O efeito de primeira passagem ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral &#xE9; cerca de 60 &#x2013; 75%. A circula&#xE7;&#xE3;o &#xEA;ntero-hep&#xE1;tica da subst&#xE2;ncia original foi demonstrada em animais.</p> <p>Desmetila&#xE7;&#xE3;o e hidroxila&#xE7;&#xE3;o do anel fen&#xF3;lico produzem tr&#xEA;s metab&#xF3;litos com atividade betabloqueadora.</p> <p>Com base em estudos pr&#xE9;-cl&#xED;nicos, o metab&#xF3;lito 4&#x2019;-hidroxifenol &#xE9;, aproximadamente, 13 vezes mais potente do que o carvedilol para bloqueio beta. Comparados ao carvedilol, os tr&#xEA;s metab&#xF3;litos exibem atividade vasodilatadora fraca. No ser humano, as concentra&#xE7;&#xF5;es dos tr&#xEA;s metab&#xF3;litos ativos s&#xE3;o, aproximadamente, 10 vezes mais baixas do que as da subst&#xE2;ncia original. Dois metab&#xF3;litos do carvedilol s&#xE3;o antioxidantes extremamente potentes (30 a 80 vezes mais potentes que o carvedilol).</p> <p>O metabolismo oxidativo do carvedilol &#xE9; estero-seletivo. O R-enanti&#xF4;mero &#xE9; metabolizado predominantemente por CYP2D6 e CYP1A2, enquanto que o S-enanti&#xF4;mero &#xE9; metabolizado principalmente pelo CYP2C9 e, em menor extens&#xE3;o, pelo CYP2D6. Outras isoenzimas CYP450 envolvidas no metabolismo do carvedilol incluem CYP3A4, CYP2E1 e CYP2C19. A concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE1;xima de R-carvedilol &#xE9; aproximadamente duas vezes maior do que a de S-carvedilol.</p> <p>O R-enanti&#xF4;mero &#xE9; metabolizado predominantemente atrav&#xE9;s de hidroxila&#xE7;&#xE3;o.</p> <p>Em metabolizadores lentos de CYP2D6, pode ocorrer um aumento da concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica de carvedilol, principalmente o R-enanti&#xF4;mero, levando a um aumento da atividade alfabloqueadora.</p> <h4>Elimina&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia do carvedilol &#xE9; de aproximadamente 6 horas. A depura&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica &#xE9; de 500 &#x2013; 700 mL/min. A elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; primariamente biliar, sendo as fezes a principal via de excre&#xE7;&#xE3;o. Menor fra&#xE7;&#xE3;o &#xE9; eliminada pelos rins na forma de metab&#xF3;litos. &#xC9; improv&#xE1;vel que ocorra ac&#xFA;mulo do carvedilol durante o tratamento prolongado, se usado conforme recomendado.</p> <h4>Teratogenicidade</h4> <p>Estudos em animais mostraram que Carvedilol n&#xE3;o possui efeitos teratog&#xEA;nicos.</p> <h4>Farmacocin&#xE9;tica em popula&#xE7;&#xF5;es especiais</h4> <h5>Pacientes com insufici&#xEA;ncia renal</h5> <p>O fluxo sangu&#xED;neo e a filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular mant&#xEA;m-se preservados durante a terapia cr&#xF4;nica com carvedilol.</p> <p>Em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal e hipertens&#xE3;o, a &#xE1;rea sob a curva da concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica <em>versus</em> tempo, a meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o e a concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE1;xima n&#xE3;o se alteram significativamente. A excre&#xE7;&#xE3;o renal do f&#xE1;rmaco inalterado diminui em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal, embora n&#xE3;o ocorram modifica&#xE7;&#xF5;es significativas nos par&#xE2;metros farmacocin&#xE9;ticos. Diversos estudos abertos mostraram que carvedilol &#xE9; um agente efetivo em pacientes com hipertens&#xE3;o renal. O mesmo foi verificado em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal cr&#xF4;nica, naqueles sob <a href=\"https://consultaremedios.com.br/produtos-hospitalares/hemodialise/c\" target=\"_blank\">hemodi&#xE1;lise</a> ou ap&#xF3;s transplante renal. Carvedilol leva a uma redu&#xE7;&#xE3;o gradual da press&#xE3;o sangu&#xED;nea nos dias com ou sem di&#xE1;lise e os efeitos na diminui&#xE7;&#xE3;o da press&#xE3;o sangu&#xED;nea s&#xE3;o compar&#xE1;veis aos obtidos em pacientes com fun&#xE7;&#xE3;o renal normal. Carvedilol n&#xE3;o &#xE9; eliminado durante di&#xE1;lise, pois n&#xE3;o atravessa a membrana de di&#xE1;lise, provavelmente devido &#xE0; sua elevada liga&#xE7;&#xE3;o &#xE0;s prote&#xED;nas do plasma. Com base nos resultados obtidos em ensaios comparativos de pacientes em hemodi&#xE1;lise, pode-se concluir que carvedilol &#xE9; mais efetivo que bloqueadores de canal de c&#xE1;lcio e melhor tolerado.</p> <h5>Pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica</h5> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/cirrose-hepatica\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/cirrose/c\" target=\"_blank\">cirrose</a> hep&#xE1;tica, a biodisponibilidade pode aumentar em at&#xE9; 80% por redu&#xE7;&#xE3;o do efeito de primeira passagem. Portanto, &#xE9; contraindicado em pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica clinicamente manifestada.</p> <h5>Pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</h5> <p>Em um estudo incluindo 24 pacientes japoneses com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca, o <em>clearance </em>de R- e S-carvedilol foi significativamente menor do que o previamente estimado em volunt&#xE1;rios saud&#xE1;veis. Esses resultados sugerem que a farmacocin&#xE9;tica de R- e S-carvedilol &#xE9; significativamente alterada pela insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca.</p> <h5>Pacientes diab&#xE9;ticos</h5> <p>Em pacientes hipertensos e portadores de diabetes tipo 2, n&#xE3;o se observou influ&#xEA;ncia do carvedilol na glicemia de jejum ou p&#xF3;s-prandial, nos n&#xED;veis de hemoglobina glicosilada ou necessidade de se alterar a dose dos agentes antidiab&#xE9;ticos. Nos pacientes com resist&#xEA;ncia &#xE0; insulina, o carvedilol melhorou a sensibilidade &#xE0; insulina.</p> <h5>Pacientes idosos/pedi&#xE1;tricos</h5> <p>A farmacocin&#xE9;tica do carvedilol em pacientes hipertensos n&#xE3;o &#xE9; afetada pela idade. Um estudo em pacientes idosos hipertensos demonstrou que n&#xE3;o h&#xE1; diferen&#xE7;a no perfil dos efeitos adversos, comparado com pacientes mais jovens. Outro estudo que incluiu pacientes idosos com doen&#xE7;a arterial coron&#xE1;ria demonstrou n&#xE3;o haver diferen&#xE7;a nos efeitos adversos relatados versus os relatados por pacientes mais jovens.</p> <p>Os dados farmacocin&#xE9;ticos dispon&#xED;veis em pacientes com menos de 18 anos de idade s&#xE3;o limitados.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Divelol?

Você deve conservar Divelol® em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC), protegido da luz e da umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aspecto físico e características organolépticas

Divelol® 3,125 mg

Comprimido branco a quase branco, circular, biconvexo, gravado com “T” em uma das faces, sulcado e dupla gravação “T” na outra face.

Divelol® 6,25 mg

Comprimido revestido amarelo, circular, biconvexo, gravado “S” em uma das faces, sulcado e dupla gravação “S” na outra face.

Divelol® 12,5 mg

Comprimido branco a quase branco, circular, biconvexo, gravação “D” em uma das faces, duplo sulco e dupla gravação “D” na outra face.

Divelol® 25 mg

Comprimido branco a quase branco, circular, biconvexo, gravação “V” em uma das faces, duplo sulco e dupla gravação “V” na outra face.

Descarte de medicamentos não utilizados e/ou com data de validade vencida

O descarte de medicamentos no meio ambiente deve ser minimizado. Os medicamentos não devem ser descartados no esgoto e o descarte no lixo doméstico deve ser evitado. Quaisquer medicamentos não utilizados ou resíduos devem ser eliminados de acordo com os requisitos locais.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Divelol

Divelol® 3,125 mg

Com 28 e 60 comprimidos.

Divelol® 6,25 mg

Com 14, 30 e 60 comprimidos revestidos.

Divelol® 12,5 mg

Com 30 e 60 comprimidos.

Divelol® 25,0 mg

Com 14, 30 e 60 comprimidos.

Via oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Divelol

M.S. Nº 1.0146.0065

Farm. Resp.:
Dr. Celso Kaminsk Franceschini
CRF-SP nº 24.024

Laboratórios Baldacci Ltda.&nbsp;
Rua Pedro de Toledo, 520 - Vl.
Clementino - São Paulo - SP
CNPJ: 61.150.447/0001-31
Indústria Brasileira



Venda sob prescrição médica.

25mg, caixa com 60 comprimidos

Princípio ativo
:
Carvedilol
Classe Terapêutica
:
Betabloqueadores Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Sistema Cardiovascular (Circulação)
Especialidade
:
Cardiologia

Bula do medicamento

Divelol, para o que é indicado e para o que serve?

Divelol® é um medicamento usado para tratar insuficiência cardíaca congestiva (insuficiência do coração), angina do peito (dor no peito de origem cardíaca) e hipertensão arterial (pressão alta).

Quais as contraindicações do Divelol?

Você não pode usar Divelol® se apresentar alergia ao carvedilol ou a qualquer componente da formulação, ou se possuir uma das doenças a seguir:

Insuficiência cardíaca descompensada/instável necessitando medicamento intravenoso para aumentar a força do coração, insuficiência do fígado; arritmias cardíacas&nbsp;(irregularidades do ritmo cardíaco); asma brônquica ou doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) associada a broncoespasmo (contração dos brônquios); bloqueio atrioventricular (bloqueio dos impulsos nervosos no coração) de 2º ou 3º grau (a menos que tenha um marca-passo permanente); ritmo cardíaco abaixo de 50 batimentos por minuto; síndrome do nó sinusal (incluindo bloqueio sinoatrial); choque cardiogênico (queda acentuada da pressão por problema cardíaco); pressão arterial muito baixa (pressão arterial sistólica < 85 mmHg).

Como usar o Divelol?

Divelol® deve ser administrado por via oral.

Duração do tratamento

O tratamento com Divelol® é normalmente longo. Você não deve parar o tratamento de repente, mas reduzir a dose aos poucos, a cada semana, principalmente se você tiver doença arterial coronária (dos vasos do coração) concomitante.

Hipertensão essencial (sem causa conhecida)

Adultos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia, durante os dois primeiros dias. A seguir, a dose recomendada é 25 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg, em dose única diária, ou dividida em duas doses.

Idosos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg em dose única diária ou dividida em duas doses.

Angina do peito

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, duas vezes ao dia, durante os dois primeiros dias.

A seguir, a dose recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia. Se necessário, poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose máxima diária recomendada de 100 mg administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia). A dose diária máxima recomendada para idosos é 50 mg, administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia).

Insuficiência cardíaca congestiva (ICC)

A dose deve ser individualizada e cuidadosamente monitorada durante a fase de ajuste da dose. Se você usa digitálicos, diuréticos e inibidores da ECA, o seu médico deverá ajustar a dose destes medicamentos antes de iniciar o tratamento com Divelol®. A dose inicial recomendada é 3,125 mg, duas vezes ao dia, por duas semanas. Se esta dose for bem tolerada, poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas, para 6,25 mg, duas vezes ao dia, 12,5 mg, duas vezes ao&nbsp;dia e 25 mg, duas vezes ao dia. A dose deverá ser aumentada de acordo com orientação de seu médico até o nível máximo tolerado.

A dose máxima recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia para todos os pacientes com ICC leve, moderada ou grave, com peso inferior a 85 kg. Em pacientes com ICC leve ou moderada com peso superior a 85 kg, a dose máxima recomendada é 50 mg, duas vezes ao dia. Antes de cada aumento de dose, deve-se avaliar sintomas de vasodilatação ou piora da insuficiência cardíaca. A piora transitória da insuficiência cardíaca ou a retenção de líquidos devem ser tratadas com aumento da dose do diurético. Ocasionalmente, pode ser necessário reduzir a dose ou descontinuar temporariamente o tratamento com Divelol®. A dose de Divelol® não deverá ser aumentada até que os sintomas de piora da insuficiência cardíaca ou de vasodilatação estejam estabilizados. Se carvedilol for descontinuado por mais de duas semanas, a terapia deverá ser reiniciada com 3,125 mg duas vezes ao dia e a titulação realizada conforme as recomendações do modo de uso do medicamento.

Divelol® não necessariamente deve ser ingerido junto a alimentos; entretanto, em pacientes com insuficiência cardíaca, deverá ser administrado com alimentos para reduzir a velocidade de absorção e diminuir a incidência de efeitos ortostáticos (queda de pressão quando se fica em pé ou sentado).

Pacientes com insuficiência renal

Não são necessárias alterações nas doses recomendadas de carvedilol em pacientes com insuficiência renal moderada a grave.

Pacientes com menos de 18 anos de idade

A segurança e eficácia do carvedilol em crianças e adolescentes abaixo de 18 anos ainda não foram estabelecidas.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Como o Divelol funciona?

Divelol® promove a dilatação dos vasos sanguíneos, através do bloqueio do sistema chamado reninaangiotensina-aldosterona. Assim, ocorre diminuição da pressão arterial. Em voluntários sadios, a concentração sérica máxima é alcançada em, aproximadamente, uma hora.

Quais cuidados devo ter ao usar o Divelol?

Geral

  • <li>Insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca cr&#xF4;nica: pode ocorrer piora cl&#xED;nica ou reten&#xE7;&#xE3;o de l&#xED;quido durante o aumento da dose de carvedilol. Caso isso ocorra, o m&#xE9;dico dever&#xE1; aumentar a dose do diur&#xE9;tico, mantendo a dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup> at&#xE9; atingir novamente a estabilidade cl&#xED;nica. Pode ser necess&#xE1;rio reduzir a dose do carvedilol ou, em casos raros, descontinu&#xE1;-lo temporariamente, o que n&#xE3;o impede o sucesso do aumento gradual da dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup>. O carvedilol deve ser usado com cautela quando associado a digit&#xE1;licos, pois ambos os f&#xE1;rmacos lentificam a condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular (condu&#xE7;&#xE3;o do est&#xED;mulo card&#xED;aco).</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c" target="_blank">Diabetes</a> <em>mellitus</em>: o uso de carvedilol em diab&#xE9;ticos pode estar relacionado &#xE0; piora do controle glic&#xEA;mico ou pode mascarar/reduzir sinais e sintomas de <a href="https://minutosaudavel.com.br/hipoglicemia/" rel="noopener" target="_blank">hipoglicemia</a> (baixo a&#xE7;&#xFA;car no sangue). Portanto, se voc&#xEA; tiver diabetes, seu n&#xED;vel de a&#xE7;&#xFA;car no sangue deve ser monitorado regularmente no in&#xED;cio ou ajuste do tratamento com Divelol<sup>&#xAE;</sup>. A dose do medicamento usado para diabetes tamb&#xE9;m deve ser ajustada.</li> <li>Fun&#xE7;&#xE3;o dos rins na insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva: foi observada piora revers&#xED;vel da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva e press&#xE3;o arterial baixa (press&#xE3;o arterial sist&#xF3;lica &lt; 100 mmHg), cardiopatia isqu&#xEA;mica (diminui&#xE7;&#xE3;o do fornecimento de sangue para o mioc&#xE1;rdio), doen&#xE7;a vascular difusa e/ou insufici&#xEA;ncia dos rins durante o tratamento com Divelol<sup>&#xAE;</sup>. A fun&#xE7;&#xE3;o de seus rins deve ser monitorada pelo seu m&#xE9;dico durante o aumento da dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Doen&#xE7;a pulmonar obstrutiva cr&#xF4;nica: se voc&#xEA; possui doen&#xE7;a pulmonar obstrutiva cr&#xF4;nica (DPOC) com componente broncoesp&#xE1;stico (contra&#xE7;&#xE3;o dos br&#xF4;nquios) e n&#xE3;o est&#xE1; usando medica&#xE7;&#xE3;o oral ou inalat&#xF3;ria, seu m&#xE9;dico dever&#xE1; ter cautela ao receitar Divelol<sup>&#xAE;</sup>. Avise seu m&#xE9;dico se possui algum problema pulmonar.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-dos-olhos/lentes-de-contato/c" target="_blank">Lentes de contato</a>: pode ocorrer redu&#xE7;&#xE3;o do lacrimejamento com o uso de Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento: Divelol<sup>&#xAE;</sup> n&#xE3;o deve ser descontinuado abruptamente, principalmente se voc&#xEA; possui cardiopatia isqu&#xEA;mica (diminui&#xE7;&#xE3;o do fornecimento de sangue para o mioc&#xE1;rdio). A retirada de carvedilol nestes casos deve ser gradual (ao longo de 2 semanas).</li> <li>Tireotoxicose: Divelol<sup>&#xAE;</sup>, como outros betabloqueadores, pode mascarar sintomas de tireotoxicose (excesso de horm&#xF4;nios produzidos pela gl&#xE2;ndula <a href="https://consultaremedios.com.br/tireoide/c" target="_blank">tireoide</a>).</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade: em caso de alergia ou terapia de dessensibiliza&#xE7;&#xE3;o (contra alergia), avise ao seu m&#xE9;dico, pois carvedilol pode aumentar a sensibilidade e a gravidade das rea&#xE7;&#xF5;es aos al&#xE9;rgenos.</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves: Divelol<sup>&#xAE;</sup> deve ser permanentemente descontinuado em pacientes que apresentarem rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves possivelmente relacionadas com o carvedilol.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/psoriase/c" target="_blank">Psor&#xED;ase</a>: se voc&#xEA; tem hist&#xF3;ria de psor&#xED;ase (doen&#xE7;a de pele que ocorre geralmente perto das articula&#xE7;&#xF5;es), voc&#xEA; s&#xF3; dever&#xE1; tomar este medicamento ap&#xF3;s seu m&#xE9;dico considerar o risco-benef&#xED;cio.</li>

Gravidez e amamentação

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Se você ficar grávida durante ou logo após o tratamento com Divelol®, informe imediatamente seu médico. Estudos em animais demonstraram toxicidade reprodutiva. Não há experiência clínica adequada com carvedilol em grávidas. Betabloqueadores reduzem a irrigação sanguínea da placenta, podendo causar morte do feto intra-útero e parto prematuro. Efeitos adversos como hipoglicemia e bradicardia podem ocorrer, bem como complicações cardíacas e pulmonares no feto e no recém-nascido.

Divelol® não deve ser usado durante a gravidez a menos que os benefícios potenciais justifiquem o risco potencial. Não existem evidências a partir de estudos em animais de laboratório de que carvedilol apresente efeitos teratogênicos.

Embora não seja conhecido se carvedilol é excretado no leite humano, a maioria dos betabloqueadores passa para o leite materno. Portanto, a amamentação não é recomendada após a administração de carvedilol.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículo e operar máquinas

Sua capacidade para dirigir veículo ou operar máquinas pode estar comprometida devido a tonturas e cansaço, principalmente no início do tratamento e após aumento de doses, modificação de terapias ou em combinação com álcool.

Este medicamento contém lactose.

Este medicamento pode causar doping.

O produto Divelol® 6,25 mg contém o corante amarelo de tartrazina&nbsp;que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Divelol?

As reações adversas ao medicamento estão listadas de acordo com as classes dos sistemas orgânicos definidos pelo MedDRA e CIOMS (“Council for International Organizations of Medical Sciences”).

As categorias de frequências são:

  • <li>Muito comum: &#x2265;1/10.</li> <li>Comum: &#x2265;1/100 e &lt;1/10.</li> <li>Incomum: &#x2265;1/1.000 e &lt;1/100.</li> <li>Rara: &#x2265;1/10.000 e &lt;1/1.000.</li> <li>Muito rara: &lt;1/10.000.</li>

Os efeitos indesejáveis descritos abaixo foram reportados com o uso de carvedilol em estudos clínicos pivotais:

  • <li>Dist&#xFA;rbios do sistema linf&#xE1;tico e do sangue: comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c" target="_blank">anemia</a>; rara: <a href="https://minutosaudavel.com.br/trombocitopenia/" rel="noopener" target="_blank">trombocitopenia</a>; muito rara: leucopenia.</li> <li>Dist&#xFA;rbios card&#xED;acos: muito comum: insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca; comum: bradicardia, hipervolemia, sobrecarga h&#xED;drica; incomum: bloqueio atrioventricular, angina <em>pectoris</em>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios nos olhos: comum: altera&#xE7;&#xF5;es visuais, redu&#xE7;&#xE3;o do lacrimejamento (secura do olho), irrita&#xE7;&#xE3;o ocular.</li> <li>Dist&#xFA;rbios gastrintestinais: comum: n&#xE1;usea, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c" target="_blank">diarreia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/nauseas/c" target="_blank">v&#xF4;mito</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/dispepsia-indigestao-o-que-e-sintomas-remedios-e-tipos/" rel="noopener" target="_blank">dispepsia</a>, dor abdominal; incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/" rel="noopener" target="_blank">constipa&#xE7;&#xE3;o</a>; rara: secura da boca.</li> <li>Dist&#xFA;rbios gerais e das condi&#xE7;&#xF5;es do local de administra&#xE7;&#xE3;o: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-fadiga-muscular-cronica-adrenal-etc-e-como-tratar/" rel="noopener" target="_blank">fadiga</a>; comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-tipos-cerebral-pulmonar-etc-e-tratamento/" rel="noopener" target="_blank">edema</a>, dor.</li> <li>Dist&#xFA;rbios hepatobiliares: muito rara: aumento da alanina aminotransferase (ALT), aspartato aminotransferase (AST) e gama-glutamiltransferase (<a href="https://minutosaudavel.com.br/exame-gama-gt-ggt-o-que-e-alto-baixo-e-para-que-serve/" rel="noopener" target="_blank">GGT</a>).</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sistema imune: muito rara: hipersensibilidade (rea&#xE7;&#xF5;es al&#xE9;rgicas).</li> <li>Infec&#xE7;&#xF5;es e infesta&#xE7;&#xF5;es: comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/pneumonia/c" target="_blank">pneumonia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/bronquite/c" target="_blank">bronquite</a>, infec&#xE7;&#xE3;o do trato respirat&#xF3;rio superior e do trato urin&#xE1;rio.</li> <li>Dist&#xFA;rbios do metabolismo e nutricionais: comum: ganho de peso, hipercolesterolemia, pior controle da glicemia (hiper/hipoglicemia) em pacientes com diabetes preexistente.</li> <li>Dist&#xFA;rbios musculoesquel&#xE9;ticos e do tecido conjuntivo: comum: dor em extremidades.</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sistema nervoso: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/tontura-o-que-pode-ser/" rel="noopener" target="_blank">tontura</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/dor-de-cabeca-e-enxaqueca/c" target="_blank">cefaleia</a>; comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/desmaio/" rel="noopener" target="_blank">s&#xED;ncope</a>, pr&#xE9;-s&#xED;ncope; incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/parestesia/" rel="noopener" target="_blank">parestesia</a>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios psiqui&#xE1;tricos: comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a>, humor deprimido; incomum: dist&#xFA;rbios do sono.</li> <li>Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios: comum: insufici&#xEA;ncia renal e anormalidades na fun&#xE7;&#xE3;o renal em pacientes com doen&#xE7;a vascular difusa e/ou insufici&#xEA;ncia renal subjacente; rara: dist&#xFA;rbios miccionais.</li> <li>Dist&#xFA;rbios da mama e sistema reprodutor: incomum: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/disfuncao-eretil/c" target="_blank">disfun&#xE7;&#xE3;o er&#xE9;til</a>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios respirat&#xF3;rios, tor&#xE1;cicos e do mediastino: comum: dispneia, <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-pulmonar-causas-sintomas-tratamento-tem-cura/" rel="noopener" target="_blank">edema pulmonar</a>, asma em pacientes predispostos; rara: congest&#xE3;o nasal.</li> <li>Dist&#xFA;rbios de pele e tecidos subcut&#xE2;neos: incomum: rea&#xE7;&#xF5;es na pele (por exemplo: exantema al&#xE9;rgico, <a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/dermatites/c" target="_blank">dermatite</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a>, prurido, les&#xF5;es psori&#xE1;sicas e do tipo l&#xED;quen plano).</li> <li>Dist&#xFA;rbios vasculares: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">hipotens&#xE3;o</a>; comum: hipotens&#xE3;o ortost&#xE1;stica, dist&#xFA;rbios da circula&#xE7;&#xE3;o perif&#xE9;rica (extremidades frias, doen&#xE7;a vascular perif&#xE9;rica, exacerba&#xE7;&#xE3;o de claudica&#xE7;&#xE3;o intermitente e fen&#xF4;meno de Raynaud), hipertens&#xE3;o.</li>

Descrição das reações adversas selecionadas

A frequência de reações adversas não é dependente da dose, com exceção de tonturas, alterações visuais e bradicardia. Tontura, síncope, cefaleia e astenia são, normalmente, leves e ocorrem, geralmente, no início do tratamento.

Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva pode ocorrer piora clínica ou retenção hídrica durante a titulação do carvedilol.

Deterioração reversível da função renal foi observada durante tratamento com carvedilol em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva e baixa pressão arterial, cardiopatia isquêmica, doença vascular difusa e/ou insuficiência renal subjacente.

Experiência pós-comercialização

Os eventos adversos abaixo foram identificados no uso de carvedilol pós-comercialização. Por serem reportados por uma população de tamanho indefinido, nem sempre é possível estimar sua frequência e/ou estabelecer relação causal com a exposição à droga.

  • <li>Dist&#xFA;rbios de metabolismo e nutricionais: devido &#xE0; a&#xE7;&#xE3;o betabloqueadora, &#xE9; poss&#xED;vel que diabetes <em>mellitus </em>latente se manifeste, diabetes preexistente se agrave e que a contra-regula&#xE7;&#xE3;o da <a href="https://consultaremedios.com.br/glicose/bula" target="_blank">glicose</a> seja inibida.</li> <li>Dist&#xFA;rbios de pele e tecidos subcut&#xE2;neos: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/queda-de-cabelo-e-calvicie/c" target="_blank">queda de cabelo</a>. Rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves, como necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica e s&#xED;ndrome de Stevens-Johnson.</li> <li>Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios: foram reportados casos isolados de <a href="https://minutosaudavel.com.br/incontinencia-urinaria/" rel="noopener" target="_blank">incontin&#xEA;ncia urin&#xE1;ria</a> em mulheres, os quais foram resolvidos com a descontinua&#xE7;&#xE3;o da medica&#xE7;&#xE3;o.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Pacientes com menos de 18 anos de idade

Divelol® não é recomendado a pacientes com menos de 18 anos de idade.

Pacientes idosos

Nenhum ajuste da dose inicial é exigido para pacientes idosos.

Pacientes com insuficiência renal

Na insuficiência renal moderada a grave, não há necessidade de alterar as recomendações de dosagem de carvedilol.

Pacientes com insuficiência hepática

Divelol® é contraindicado para pacientes com insuficiência hepática clinicamente manifesta.

Pacientes diabéticos

Divelol® pode aumentar a resistência à insulina e mascarar sintomas da hipoglicemia.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Divelol?

Você deve fazer tudo que for possível para tomar a medicação nos dias e horários que o seu médico orientou.

Se por algum motivo se esquecer de tomar o medicamento, espere e tome a dose seguinte da maneira habitual.

Se você tiver se esquecido de tomar alguma dose, nunca dobre a dose seguinte, pois isso poderá aumentar a chance de você ter um efeito adverso.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Divelol?

Cada comprimido de Divelol® 3,125 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">3,125 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Cada comprimido revestido de Divelol® 6,25 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:219px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:223px\"> <p style=\"text-align:center\">6,25 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:219px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:223px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: amarelo de tartrazina laca de alumínio, celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, dióxido de titânio, estearato de magnésio, hipromelose, lactose monoidratada.

Cada comprimido de Divelol® 12,5 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:224px\"> <p style=\"text-align:center\">12,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:224px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Cada comprimido de Divelol®&nbsp;25 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:217px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:225px\"> <p style=\"text-align:center\">25 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:217px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:225px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Divelol maior do que a recomendada?

Sintomas e sinais de superdose

Pode haver queda importante da pressão arterial, bradicardia (lentificação do ritmo cardíaco), insuficiência cardíaca (prejuízo da função do coração), choque cardiogênico (queda acentuada da pressão arterial de origem cardíaca) e parada cardíaca. Problemas respiratórios, broncoespasmo (contração dos brônquios), vômitos, alterações da consciência e convulsões generalizadas também podem ocorrer.

Tratamento da superdose

Monitorar os sinais e sintomas acima e garantir atendimento médico de acordo com prática utilizada para pacientes com superdose de betabloqueadores.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Divelol com outros remédios?

Interações com outros medicamentos

Há um número de importantesinteraçõesfarmacocinéticas e farmacodinâmicas com outras drogas.

  • <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/feocromocitoma-tratamento-diagnostico-causas-sintomas-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">Feocromocitoma</a> (tumor na gl&#xE2;ndula supra-renal): em pacientes com suspeita de feocromocitoma, devese iniciar um agente alfabloqueador antes do uso de qualquer betabloqueador. Apesar de Divelol<sup>&#xAE;</sup></li>

Apresentações do Divelol

Divelol® 3,125 mg

Com 28 e 60 comprimidos.

Divelol® 6,25 mg

Com 14, 30 e 60 comprimidos revestidos.

Divelol® 12,5 mg

Com 30 e 60 comprimidos.

Divelol® 25,0 mg

Com 14, 30 e 60 comprimidos.

Via oral.

Uso adulto.

6,25mg, caixa com 60 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Carvedilol
Classe Terapêutica
:
Betabloqueadores Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Sistema Cardiovascular (Circulação)
Especialidade
:
Cardiologia

Bula do medicamento

Divelol, para o que é indicado e para o que serve?

Divelol® é um medicamento usado para tratar insuficiência cardíaca congestiva (insuficiência do coração), angina do peito (dor no peito de origem cardíaca) e hipertensão arterial (pressão alta).

Quais as contraindicações do Divelol?

Você não pode usar Divelol® se apresentar alergia ao carvedilol ou a qualquer componente da formulação, ou se possuir uma das doenças a seguir:

Insuficiência cardíaca descompensada/instável necessitando medicamento intravenoso para aumentar a força do coração, insuficiência do fígado; arritmias cardíacas&nbsp;(irregularidades do ritmo cardíaco); asma brônquica ou doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) associada a broncoespasmo (contração dos brônquios); bloqueio atrioventricular (bloqueio dos impulsos nervosos no coração) de 2º ou 3º grau (a menos que tenha um marca-passo permanente); ritmo cardíaco abaixo de 50 batimentos por minuto; síndrome do nó sinusal (incluindo bloqueio sinoatrial); choque cardiogênico (queda acentuada da pressão por problema cardíaco); pressão arterial muito baixa (pressão arterial sistólica < 85 mmHg).

Como usar o Divelol?

Divelol® deve ser administrado por via oral.

Duração do tratamento

O tratamento com Divelol® é normalmente longo. Você não deve parar o tratamento de repente, mas reduzir a dose aos poucos, a cada semana, principalmente se você tiver doença arterial coronária (dos vasos do coração) concomitante.

Hipertensão essencial (sem causa conhecida)

Adultos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia, durante os dois primeiros dias. A seguir, a dose recomendada é 25 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg, em dose única diária, ou dividida em duas doses.

Idosos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg em dose única diária ou dividida em duas doses.

Angina do peito

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, duas vezes ao dia, durante os dois primeiros dias.

A seguir, a dose recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia. Se necessário, poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose máxima diária recomendada de 100 mg administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia). A dose diária máxima recomendada para idosos é 50 mg, administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia).

Insuficiência cardíaca congestiva (ICC)

A dose deve ser individualizada e cuidadosamente monitorada durante a fase de ajuste da dose. Se você usa digitálicos, diuréticos e inibidores da ECA, o seu médico deverá ajustar a dose destes medicamentos antes de iniciar o tratamento com Divelol®. A dose inicial recomendada é 3,125 mg, duas vezes ao dia, por duas semanas. Se esta dose for bem tolerada, poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas, para 6,25 mg, duas vezes ao dia, 12,5 mg, duas vezes ao&nbsp;dia e 25 mg, duas vezes ao dia. A dose deverá ser aumentada de acordo com orientação de seu médico até o nível máximo tolerado.

A dose máxima recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia para todos os pacientes com ICC leve, moderada ou grave, com peso inferior a 85 kg. Em pacientes com ICC leve ou moderada com peso superior a 85 kg, a dose máxima recomendada é 50 mg, duas vezes ao dia. Antes de cada aumento de dose, deve-se avaliar sintomas de vasodilatação ou piora da insuficiência cardíaca. A piora transitória da insuficiência cardíaca ou a retenção de líquidos devem ser tratadas com aumento da dose do diurético. Ocasionalmente, pode ser necessário reduzir a dose ou descontinuar temporariamente o tratamento com Divelol®. A dose de Divelol® não deverá ser aumentada até que os sintomas de piora da insuficiência cardíaca ou de vasodilatação estejam estabilizados. Se carvedilol for descontinuado por mais de duas semanas, a terapia deverá ser reiniciada com 3,125 mg duas vezes ao dia e a titulação realizada conforme as recomendações do modo de uso do medicamento.

Divelol® não necessariamente deve ser ingerido junto a alimentos; entretanto, em pacientes com insuficiência cardíaca, deverá ser administrado com alimentos para reduzir a velocidade de absorção e diminuir a incidência de efeitos ortostáticos (queda de pressão quando se fica em pé ou sentado).

Pacientes com insuficiência renal

Não são necessárias alterações nas doses recomendadas de carvedilol em pacientes com insuficiência renal moderada a grave.

Pacientes com menos de 18 anos de idade

A segurança e eficácia do carvedilol em crianças e adolescentes abaixo de 18 anos ainda não foram estabelecidas.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Como o Divelol funciona?

Divelol® promove a dilatação dos vasos sanguíneos, através do bloqueio do sistema chamado reninaangiotensina-aldosterona. Assim, ocorre diminuição da pressão arterial. Em voluntários sadios, a concentração sérica máxima é alcançada em, aproximadamente, uma hora.

Quais cuidados devo ter ao usar o Divelol?

Geral

  • <li>Insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca cr&#xF4;nica: pode ocorrer piora cl&#xED;nica ou reten&#xE7;&#xE3;o de l&#xED;quido durante o aumento da dose de carvedilol. Caso isso ocorra, o m&#xE9;dico dever&#xE1; aumentar a dose do diur&#xE9;tico, mantendo a dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup> at&#xE9; atingir novamente a estabilidade cl&#xED;nica. Pode ser necess&#xE1;rio reduzir a dose do carvedilol ou, em casos raros, descontinu&#xE1;-lo temporariamente, o que n&#xE3;o impede o sucesso do aumento gradual da dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup>. O carvedilol deve ser usado com cautela quando associado a digit&#xE1;licos, pois ambos os f&#xE1;rmacos lentificam a condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular (condu&#xE7;&#xE3;o do est&#xED;mulo card&#xED;aco).</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c" target="_blank">Diabetes</a> <em>mellitus</em>: o uso de carvedilol em diab&#xE9;ticos pode estar relacionado &#xE0; piora do controle glic&#xEA;mico ou pode mascarar/reduzir sinais e sintomas de <a href="https://minutosaudavel.com.br/hipoglicemia/" rel="noopener" target="_blank">hipoglicemia</a> (baixo a&#xE7;&#xFA;car no sangue). Portanto, se voc&#xEA; tiver diabetes, seu n&#xED;vel de a&#xE7;&#xFA;car no sangue deve ser monitorado regularmente no in&#xED;cio ou ajuste do tratamento com Divelol<sup>&#xAE;</sup>. A dose do medicamento usado para diabetes tamb&#xE9;m deve ser ajustada.</li> <li>Fun&#xE7;&#xE3;o dos rins na insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva: foi observada piora revers&#xED;vel da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva e press&#xE3;o arterial baixa (press&#xE3;o arterial sist&#xF3;lica &lt; 100 mmHg), cardiopatia isqu&#xEA;mica (diminui&#xE7;&#xE3;o do fornecimento de sangue para o mioc&#xE1;rdio), doen&#xE7;a vascular difusa e/ou insufici&#xEA;ncia dos rins durante o tratamento com Divelol<sup>&#xAE;</sup>. A fun&#xE7;&#xE3;o de seus rins deve ser monitorada pelo seu m&#xE9;dico durante o aumento da dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Doen&#xE7;a pulmonar obstrutiva cr&#xF4;nica: se voc&#xEA; possui doen&#xE7;a pulmonar obstrutiva cr&#xF4;nica (DPOC) com componente broncoesp&#xE1;stico (contra&#xE7;&#xE3;o dos br&#xF4;nquios) e n&#xE3;o est&#xE1; usando medica&#xE7;&#xE3;o oral ou inalat&#xF3;ria, seu m&#xE9;dico dever&#xE1; ter cautela ao receitar Divelol<sup>&#xAE;</sup>. Avise seu m&#xE9;dico se possui algum problema pulmonar.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-dos-olhos/lentes-de-contato/c" target="_blank">Lentes de contato</a>: pode ocorrer redu&#xE7;&#xE3;o do lacrimejamento com o uso de Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento: Divelol<sup>&#xAE;</sup> n&#xE3;o deve ser descontinuado abruptamente, principalmente se voc&#xEA; possui cardiopatia isqu&#xEA;mica (diminui&#xE7;&#xE3;o do fornecimento de sangue para o mioc&#xE1;rdio). A retirada de carvedilol nestes casos deve ser gradual (ao longo de 2 semanas).</li> <li>Tireotoxicose: Divelol<sup>&#xAE;</sup>, como outros betabloqueadores, pode mascarar sintomas de tireotoxicose (excesso de horm&#xF4;nios produzidos pela gl&#xE2;ndula <a href="https://consultaremedios.com.br/tireoide/c" target="_blank">tireoide</a>).</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade: em caso de alergia ou terapia de dessensibiliza&#xE7;&#xE3;o (contra alergia), avise ao seu m&#xE9;dico, pois carvedilol pode aumentar a sensibilidade e a gravidade das rea&#xE7;&#xF5;es aos al&#xE9;rgenos.</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves: Divelol<sup>&#xAE;</sup> deve ser permanentemente descontinuado em pacientes que apresentarem rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves possivelmente relacionadas com o carvedilol.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/psoriase/c" target="_blank">Psor&#xED;ase</a>: se voc&#xEA; tem hist&#xF3;ria de psor&#xED;ase (doen&#xE7;a de pele que ocorre geralmente perto das articula&#xE7;&#xF5;es), voc&#xEA; s&#xF3; dever&#xE1; tomar este medicamento ap&#xF3;s seu m&#xE9;dico considerar o risco-benef&#xED;cio.</li>

Gravidez e amamentação

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Se você ficar grávida durante ou logo após o tratamento com Divelol®, informe imediatamente seu médico. Estudos em animais demonstraram toxicidade reprodutiva. Não há experiência clínica adequada com carvedilol em grávidas. Betabloqueadores reduzem a irrigação sanguínea da placenta, podendo causar morte do feto intra-útero e parto prematuro. Efeitos adversos como hipoglicemia e bradicardia podem ocorrer, bem como complicações cardíacas e pulmonares no feto e no recém-nascido.

Divelol® não deve ser usado durante a gravidez a menos que os benefícios potenciais justifiquem o risco potencial. Não existem evidências a partir de estudos em animais de laboratório de que carvedilol apresente efeitos teratogênicos.

Embora não seja conhecido se carvedilol é excretado no leite humano, a maioria dos betabloqueadores passa para o leite materno. Portanto, a amamentação não é recomendada após a administração de carvedilol.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículo e operar máquinas

Sua capacidade para dirigir veículo ou operar máquinas pode estar comprometida devido a tonturas e cansaço, principalmente no início do tratamento e após aumento de doses, modificação de terapias ou em combinação com álcool.

Este medicamento contém lactose.

Este medicamento pode causar doping.

O produto Divelol® 6,25 mg contém o corante amarelo de tartrazina&nbsp;que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Divelol?

As reações adversas ao medicamento estão listadas de acordo com as classes dos sistemas orgânicos definidos pelo MedDRA e CIOMS (“Council for International Organizations of Medical Sciences”).

As categorias de frequências são:

  • <li>Muito comum: &#x2265;1/10.</li> <li>Comum: &#x2265;1/100 e &lt;1/10.</li> <li>Incomum: &#x2265;1/1.000 e &lt;1/100.</li> <li>Rara: &#x2265;1/10.000 e &lt;1/1.000.</li> <li>Muito rara: &lt;1/10.000.</li>

Os efeitos indesejáveis descritos abaixo foram reportados com o uso de carvedilol em estudos clínicos pivotais:

  • <li>Dist&#xFA;rbios do sistema linf&#xE1;tico e do sangue: comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c" target="_blank">anemia</a>; rara: <a href="https://minutosaudavel.com.br/trombocitopenia/" rel="noopener" target="_blank">trombocitopenia</a>; muito rara: leucopenia.</li> <li>Dist&#xFA;rbios card&#xED;acos: muito comum: insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca; comum: bradicardia, hipervolemia, sobrecarga h&#xED;drica; incomum: bloqueio atrioventricular, angina <em>pectoris</em>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios nos olhos: comum: altera&#xE7;&#xF5;es visuais, redu&#xE7;&#xE3;o do lacrimejamento (secura do olho), irrita&#xE7;&#xE3;o ocular.</li> <li>Dist&#xFA;rbios gastrintestinais: comum: n&#xE1;usea, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c" target="_blank">diarreia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/nauseas/c" target="_blank">v&#xF4;mito</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/dispepsia-indigestao-o-que-e-sintomas-remedios-e-tipos/" rel="noopener" target="_blank">dispepsia</a>, dor abdominal; incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/" rel="noopener" target="_blank">constipa&#xE7;&#xE3;o</a>; rara: secura da boca.</li> <li>Dist&#xFA;rbios gerais e das condi&#xE7;&#xF5;es do local de administra&#xE7;&#xE3;o: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-fadiga-muscular-cronica-adrenal-etc-e-como-tratar/" rel="noopener" target="_blank">fadiga</a>; comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-tipos-cerebral-pulmonar-etc-e-tratamento/" rel="noopener" target="_blank">edema</a>, dor.</li> <li>Dist&#xFA;rbios hepatobiliares: muito rara: aumento da alanina aminotransferase (ALT), aspartato aminotransferase (AST) e gama-glutamiltransferase (<a href="https://minutosaudavel.com.br/exame-gama-gt-ggt-o-que-e-alto-baixo-e-para-que-serve/" rel="noopener" target="_blank">GGT</a>).</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sistema imune: muito rara: hipersensibilidade (rea&#xE7;&#xF5;es al&#xE9;rgicas).</li> <li>Infec&#xE7;&#xF5;es e infesta&#xE7;&#xF5;es: comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/pneumonia/c" target="_blank">pneumonia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/bronquite/c" target="_blank">bronquite</a>, infec&#xE7;&#xE3;o do trato respirat&#xF3;rio superior e do trato urin&#xE1;rio.</li> <li>Dist&#xFA;rbios do metabolismo e nutricionais: comum: ganho de peso, hipercolesterolemia, pior controle da glicemia (hiper/hipoglicemia) em pacientes com diabetes preexistente.</li> <li>Dist&#xFA;rbios musculoesquel&#xE9;ticos e do tecido conjuntivo: comum: dor em extremidades.</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sistema nervoso: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/tontura-o-que-pode-ser/" rel="noopener" target="_blank">tontura</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/dor-de-cabeca-e-enxaqueca/c" target="_blank">cefaleia</a>; comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/desmaio/" rel="noopener" target="_blank">s&#xED;ncope</a>, pr&#xE9;-s&#xED;ncope; incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/parestesia/" rel="noopener" target="_blank">parestesia</a>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios psiqui&#xE1;tricos: comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a>, humor deprimido; incomum: dist&#xFA;rbios do sono.</li> <li>Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios: comum: insufici&#xEA;ncia renal e anormalidades na fun&#xE7;&#xE3;o renal em pacientes com doen&#xE7;a vascular difusa e/ou insufici&#xEA;ncia renal subjacente; rara: dist&#xFA;rbios miccionais.</li> <li>Dist&#xFA;rbios da mama e sistema reprodutor: incomum: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/disfuncao-eretil/c" target="_blank">disfun&#xE7;&#xE3;o er&#xE9;til</a>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios respirat&#xF3;rios, tor&#xE1;cicos e do mediastino: comum: dispneia, <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-pulmonar-causas-sintomas-tratamento-tem-cura/" rel="noopener" target="_blank">edema pulmonar</a>, asma em pacientes predispostos; rara: congest&#xE3;o nasal.</li> <li>Dist&#xFA;rbios de pele e tecidos subcut&#xE2;neos: incomum: rea&#xE7;&#xF5;es na pele (por exemplo: exantema al&#xE9;rgico, <a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/dermatites/c" target="_blank">dermatite</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a>, prurido, les&#xF5;es psori&#xE1;sicas e do tipo l&#xED;quen plano).</li> <li>Dist&#xFA;rbios vasculares: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">hipotens&#xE3;o</a>; comum: hipotens&#xE3;o ortost&#xE1;stica, dist&#xFA;rbios da circula&#xE7;&#xE3;o perif&#xE9;rica (extremidades frias, doen&#xE7;a vascular perif&#xE9;rica, exacerba&#xE7;&#xE3;o de claudica&#xE7;&#xE3;o intermitente e fen&#xF4;meno de Raynaud), hipertens&#xE3;o.</li>

Descrição das reações adversas selecionadas

A frequência de reações adversas não é dependente da dose, com exceção de tonturas, alterações visuais e bradicardia. Tontura, síncope, cefaleia e astenia são, normalmente, leves e ocorrem, geralmente, no início do tratamento.

Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva pode ocorrer piora clínica ou retenção hídrica durante a titulação do carvedilol.

Deterioração reversível da função renal foi observada durante tratamento com carvedilol em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva e baixa pressão arterial, cardiopatia isquêmica, doença vascular difusa e/ou insuficiência renal subjacente.

Experiência pós-comercialização

Os eventos adversos abaixo foram identificados no uso de carvedilol pós-comercialização. Por serem reportados por uma população de tamanho indefinido, nem sempre é possível estimar sua frequência e/ou estabelecer relação causal com a exposição à droga.

  • <li>Dist&#xFA;rbios de metabolismo e nutricionais: devido &#xE0; a&#xE7;&#xE3;o betabloqueadora, &#xE9; poss&#xED;vel que diabetes <em>mellitus </em>latente se manifeste, diabetes preexistente se agrave e que a contra-regula&#xE7;&#xE3;o da <a href="https://consultaremedios.com.br/glicose/bula" target="_blank">glicose</a> seja inibida.</li> <li>Dist&#xFA;rbios de pele e tecidos subcut&#xE2;neos: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/queda-de-cabelo-e-calvicie/c" target="_blank">queda de cabelo</a>. Rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves, como necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica e s&#xED;ndrome de Stevens-Johnson.</li> <li>Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios: foram reportados casos isolados de <a href="https://minutosaudavel.com.br/incontinencia-urinaria/" rel="noopener" target="_blank">incontin&#xEA;ncia urin&#xE1;ria</a> em mulheres, os quais foram resolvidos com a descontinua&#xE7;&#xE3;o da medica&#xE7;&#xE3;o.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Pacientes com menos de 18 anos de idade

Divelol® não é recomendado a pacientes com menos de 18 anos de idade.

Pacientes idosos

Nenhum ajuste da dose inicial é exigido para pacientes idosos.

Pacientes com insuficiência renal

Na insuficiência renal moderada a grave, não há necessidade de alterar as recomendações de dosagem de carvedilol.

Pacientes com insuficiência hepática

Divelol® é contraindicado para pacientes com insuficiência hepática clinicamente manifesta.

Pacientes diabéticos

Divelol® pode aumentar a resistência à insulina e mascarar sintomas da hipoglicemia.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Divelol?

Você deve fazer tudo que for possível para tomar a medicação nos dias e horários que o seu médico orientou.

Se por algum motivo se esquecer de tomar o medicamento, espere e tome a dose seguinte da maneira habitual.

Se você tiver se esquecido de tomar alguma dose, nunca dobre a dose seguinte, pois isso poderá aumentar a chance de você ter um efeito adverso.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Divelol?

Cada comprimido de Divelol® 3,125 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">3,125 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Cada comprimido revestido de Divelol® 6,25 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:219px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:223px\"> <p style=\"text-align:center\">6,25 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:219px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:223px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: amarelo de tartrazina laca de alumínio, celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, dióxido de titânio, estearato de magnésio, hipromelose, lactose monoidratada.

Cada comprimido de Divelol® 12,5 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:224px\"> <p style=\"text-align:center\">12,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:224px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Cada comprimido de Divelol®&nbsp;25 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:217px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:225px\"> <p style=\"text-align:center\">25 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:217px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:225px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Divelol maior do que a recomendada?

Sintomas e sinais de superdose

Pode haver queda importante da pressão arterial, bradicardia (lentificação do ritmo cardíaco), insuficiência cardíaca (prejuízo da função do coração), choque cardiogênico (queda acentuada da pressão arterial de origem cardíaca) e parada cardíaca. Problemas respiratórios, broncoespasmo (contração dos brônquios), vômitos, alterações da consciência e convulsões generalizadas também podem ocorrer.

Tratamento da superdose

Monitorar os sinais e sintomas acima e garantir atendimento médico de acordo com prática utilizada para pacientes com superdose de betabloqueadores.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Divelol com outros remédios?

Interações com outros medicamentos

Há um número de importantesinteraçõesfarmacocinéticas e farmacodinâmicas com outras drogas.

  • <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/feocromocitoma-tratamento-diagnostico-causas-sintomas-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">Feocromocitoma</a> (tumor na gl&#xE2;ndula supra-renal): em pacientes com suspeita de feocromocitoma, devese iniciar um agente alfabloqueador antes do uso de qualquer betabloqueador. Apesar de Divelol<sup>&#xAE;</sup> exercer atividades alfa e betabloqueadora, n&#xE3;o existe experi&#xEA;ncia de uso nesses casos.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/b/angina-variante" target="_blank">Angina variante</a> de Prinzmetal: betabloqueadores n&#xE3;o seletivos podem provocar dor tor&#xE1;cica em pacientes com angina variante de Prinzmetal. N&#xE3;o h&#xE1; experi&#xEA;ncia cl&#xED;nica com carvedilol nesses pacientes.</li> <li>Doen&#xE7;a vascular perif&#xE9;rica e fen&#xF4;meno de Raynaud: os betabloqueadores podem precipitar ou agravar os sintomas de insufici&#xEA;ncia arterial.</li> <li>Bradicardia: Divelol<sup>&#xAE;</sup> pode provocar bradicardia (lentifica&#xE7;&#xE3;o do ritmo card&#xED;aco).</li>

Interações farmacocinéticas

Efeitos do carvedilol na farmacocinética de outras drogas

Carvedilol interfere na glicoproteína P, responsável pelo transporte de uma série de fármacos na parede intestinal e em outros órgãos. Por isso, a quantidade de alguns fármacos pode aumentar exageradamente ou a concentração do próprio carvedilol pode ser modificada quando são administrados em conjunto.

  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">Digoxina</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/ciclosporina/bula" target="_blank">ciclosporina</a>: carvedilol pode aumentar a concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica de digoxina e ciclosporina oral. Recomenda-se monitora&#xE7;&#xE3;o pr&#xF3;xima dos n&#xED;veis de digoxina e ciclosporina para ajuste adequado das doses.</li>
Efeitos de outras drogas na farmacocinética de carvedilol

Inibidores, bem como indutores de determinadas enzimas do fígado, podem modificar o metabolismo do carvedilol, levando a concentrações plasmáticas aumentadas ou diminuídas de R e S-carvedilol.

Alguns exemplos observados em pacientes ou em indivíduos saudáveis são apresentados a seguir:
  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/rifampicina/bula" target="_blank">Rifampicina</a>: houve diminui&#xE7;&#xE3;o do efeito do carvedilol na press&#xE3;o sist&#xF3;lica durante o uso concomitante de rifampicina.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">Cimetidina</a>: a probabilidade de intera&#xE7;&#xF5;es clinicamente significativas &#xE9; m&#xED;nima.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-amiodarona/bula" target="_blank">Amiodarona</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-fluoxetina/bula" target="_blank">fluoxetina</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-paroxetina/bula" target="_blank">paroxetina</a>: a elimina&#xE7;&#xE3;o de carvedilol pode ser inibida por uso concomitante de amiodarona e fluoxetina, por&#xE9;m, sem efeito cl&#xED;nico.</li>

Interações farmacodinâmicas

  • <li>Insulina ou hipoglicemiantes orais: Pode haver aumento do efeito hipoglicemiante de insulina e antidiab&#xE9;ticos orais. Sinais de hipoglicemia podem ser mascarados/atenuados (especialmente taquicardia). Deve-se monitorar a glicemia em pacientes recebendo insulina ou antibiab&#xE9;ticos orais juntamente com Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Agentes depletores de catecolaminas: sinais de hipotens&#xE3;o e/ou bradicardia grave em pacientes em uso de Divelol<sup>&#xAE;</sup> e f&#xE1;rmacos que possam depletar catecolaminas (por exemplo, reserpina e inibidores de monoamino oxidase).</li> <li>Digoxina: o uso combinado de Divelol<sup>&#xAE;</sup> e digoxina pode prolongar o tempo de condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular.</li> <li>Bloqueadores do canal de c&#xE1;lcio n&#xE3;o diidropiridina, amiodarona ou outros antiarr&#xED;tmicos: em combina&#xE7;&#xE3;o com carvedilol, podem aumentar o risco de dist&#xFA;rbios de condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular. Se o carvedilol for administrado por via oral com bloqueadores do canal de c&#xE1;lcio n&#xE3;o diidropiridina do tipo <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-verapamil/bula" target="_blank">verapamil</a></li>

Apresentações do Divelol

Divelol® 3,125 mg

Com 28 e 60 comprimidos.

Divelol® 6,25 mg

Com 14, 30 e 60 comprimidos revestidos.

Divelol® 12,5 mg

Com 30 e 60 comprimidos.

Divelol® 25,0 mg

Com 14, 30 e 60 comprimidos.

Via oral.

Uso adulto.

12,5mg, caixa com 28 comprimidos

Princípio ativo
:
Carvedilol
Classe Terapêutica
:
Betabloqueadores Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Sistema Cardiovascular (Circulação)
Especialidade
:
Cardiologia

Bula do medicamento

Mensagens de Alerta

Leia cuidadosamente as informações abaixo. Se tiver dúvidas, informe ao seu médico.

Divelol, para o que é indicado e para o que serve?

Divelol® é um medicamento usado para tratar insuficiência cardíaca congestiva (insuficiência do coração), angina do peito (dor no peito de origem cardíaca) e hipertensão arterial (pressão alta).

Quais as contraindicações do Divelol?

Você não pode usar Divelol® se apresentar alergia ao carvedilol ou a qualquer componente da formulação, ou se possuir uma das doenças a seguir:

Insuficiência cardíaca descompensada/instável necessitando medicamento intravenoso para aumentar a força do coração, insuficiência do fígado; arritmias cardíacas&nbsp;(irregularidades do ritmo cardíaco); asma brônquica ou doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) associada a broncoespasmo (contração dos brônquios); bloqueio atrioventricular (bloqueio dos impulsos nervosos no coração) de 2º ou 3º grau (a menos que tenha um marca-passo permanente); ritmo cardíaco abaixo de 50 batimentos por minuto; síndrome do nó sinusal (incluindo bloqueio sinoatrial); choque cardiogênico (queda acentuada da pressão por problema cardíaco); pressão arterial muito baixa (pressão arterial sistólica < 85 mmHg).

Como usar o Divelol?

Divelol® deve ser administrado por via oral.

Duração do tratamento

O tratamento com Divelol® é normalmente longo. Você não deve parar o tratamento de repente, mas reduzir a dose aos poucos, a cada semana, principalmente se você tiver doença arterial coronária (dos vasos do coração) concomitante.

Hipertensão essencial (sem causa conhecida)

Adultos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia, durante os dois primeiros dias. A seguir, a dose recomendada é 25 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg, em dose única diária, ou dividida em duas doses.

Idosos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg em dose única diária ou dividida em duas doses.

Angina do peito

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, duas vezes ao dia, durante os dois primeiros dias.

A seguir, a dose recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia. Se necessário, poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose máxima diária recomendada de 100 mg administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia). A dose diária máxima recomendada para idosos é 50 mg, administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia).

Insuficiência cardíaca congestiva (ICC)

A dose deve ser individualizada e cuidadosamente monitorada durante a fase de ajuste da dose. Se você usa digitálicos, diuréticos e inibidores da ECA, o seu médico deverá ajustar a dose destes medicamentos antes de iniciar o tratamento com Divelol®. A dose inicial recomendada é 3,125 mg, duas vezes ao dia, por duas semanas. Se esta dose for bem tolerada, poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas, para 6,25 mg, duas vezes ao dia, 12,5 mg, duas vezes ao&nbsp;dia e 25 mg, duas vezes ao dia. A dose deverá ser aumentada de acordo com orientação de seu médico até o nível máximo tolerado.

A dose máxima recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia para todos os pacientes com ICC leve, moderada ou grave, com peso inferior a 85 kg. Em pacientes com ICC leve ou moderada com peso superior a 85 kg, a dose máxima recomendada é 50 mg, duas vezes ao dia. Antes de cada aumento de dose, deve-se avaliar sintomas de vasodilatação ou piora da insuficiência cardíaca. A piora transitória da insuficiência cardíaca ou a retenção de líquidos devem ser tratadas com aumento da dose do diurético. Ocasionalmente, pode ser necessário reduzir a dose ou descontinuar temporariamente o tratamento com Divelol®. A dose de Divelol® não deverá ser aumentada até que os sintomas de piora da insuficiência cardíaca ou de vasodilatação estejam estabilizados. Se carvedilol for descontinuado por mais de duas semanas, a terapia deverá ser reiniciada com 3,125 mg duas vezes ao dia e a titulação realizada conforme as recomendações do modo de uso do medicamento.

Divelol® não necessariamente deve ser ingerido junto a alimentos; entretanto, em pacientes com insuficiência cardíaca, deverá ser administrado com alimentos para reduzir a velocidade de absorção e diminuir a incidência de efeitos ortostáticos (queda de pressão quando se fica em pé ou sentado).

Pacientes com insuficiência renal

Não são necessárias alterações nas doses recomendadas de carvedilol em pacientes com insuficiência renal moderada a grave.

Pacientes com menos de 18 anos de idade

A segurança e eficácia do carvedilol em crianças e adolescentes abaixo de 18 anos ainda não foram estabelecidas.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Como o Divelol funciona?

Divelol® promove a dilatação dos vasos sanguíneos, através do bloqueio do sistema chamado reninaangiotensina-aldosterona. Assim, ocorre diminuição da pressão arterial. Em voluntários sadios, a concentração sérica máxima é alcançada em, aproximadamente, uma hora.

Quais cuidados devo ter ao usar o Divelol?

Geral

  • <li>Insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca cr&#xF4;nica: pode ocorrer piora cl&#xED;nica ou reten&#xE7;&#xE3;o de l&#xED;quido durante o aumento da dose de carvedilol. Caso isso ocorra, o m&#xE9;dico dever&#xE1; aumentar a dose do diur&#xE9;tico, mantendo a dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup> at&#xE9; atingir novamente a estabilidade cl&#xED;nica. Pode ser necess&#xE1;rio reduzir a dose do carvedilol ou, em casos raros, descontinu&#xE1;-lo temporariamente, o que n&#xE3;o impede o sucesso do aumento gradual da dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup>. O carvedilol deve ser usado com cautela quando associado a digit&#xE1;licos, pois ambos os f&#xE1;rmacos lentificam a condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular (condu&#xE7;&#xE3;o do est&#xED;mulo card&#xED;aco).</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c" target="_blank">Diabetes</a> <em>mellitus</em>: o uso de carvedilol em diab&#xE9;ticos pode estar relacionado &#xE0; piora do controle glic&#xEA;mico ou pode mascarar/reduzir sinais e sintomas de <a href="https://minutosaudavel.com.br/hipoglicemia/" rel="noopener" target="_blank">hipoglicemia</a> (baixo a&#xE7;&#xFA;car no sangue). Portanto, se voc&#xEA; tiver diabetes, seu n&#xED;vel de a&#xE7;&#xFA;car no sangue deve ser monitorado regularmente no in&#xED;cio ou ajuste do tratamento com Divelol<sup>&#xAE;</sup>. A dose do medicamento usado para diabetes tamb&#xE9;m deve ser ajustada.</li> <li>Fun&#xE7;&#xE3;o dos rins na insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva: foi observada piora revers&#xED;vel da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva e press&#xE3;o arterial baixa (press&#xE3;o arterial sist&#xF3;lica &lt; 100 mmHg), cardiopatia isqu&#xEA;mica (diminui&#xE7;&#xE3;o do fornecimento de sangue para o mioc&#xE1;rdio), doen&#xE7;a vascular difusa e/ou insufici&#xEA;ncia dos rins durante o tratamento com Divelol<sup>&#xAE;</sup>. A fun&#xE7;&#xE3;o de seus rins deve ser monitorada pelo seu m&#xE9;dico durante o aumento da dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Doen&#xE7;a pulmonar obstrutiva cr&#xF4;nica: se voc&#xEA; possui doen&#xE7;a pulmonar obstrutiva cr&#xF4;nica (DPOC) com componente broncoesp&#xE1;stico (contra&#xE7;&#xE3;o dos br&#xF4;nquios) e n&#xE3;o est&#xE1; usando medica&#xE7;&#xE3;o oral ou inalat&#xF3;ria, seu m&#xE9;dico dever&#xE1; ter cautela ao receitar Divelol<sup>&#xAE;</sup>. Avise seu m&#xE9;dico se possui algum problema pulmonar.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-dos-olhos/lentes-de-contato/c" target="_blank">Lentes de contato</a>: pode ocorrer redu&#xE7;&#xE3;o do lacrimejamento com o uso de Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento: Divelol<sup>&#xAE;</sup> n&#xE3;o deve ser descontinuado abruptamente, principalmente se voc&#xEA; possui cardiopatia isqu&#xEA;mica (diminui&#xE7;&#xE3;o do fornecimento de sangue para o mioc&#xE1;rdio). A retirada de carvedilol nestes casos deve ser gradual (ao longo de 2 semanas).</li> <li>Tireotoxicose: Divelol<sup>&#xAE;</sup>, como outros betabloqueadores, pode mascarar sintomas de tireotoxicose (excesso de horm&#xF4;nios produzidos pela gl&#xE2;ndula <a href="https://consultaremedios.com.br/tireoide/c" target="_blank">tireoide</a>).</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade: em caso de alergia ou terapia de dessensibiliza&#xE7;&#xE3;o (contra alergia), avise ao seu m&#xE9;dico, pois carvedilol pode aumentar a sensibilidade e a gravidade das rea&#xE7;&#xF5;es aos al&#xE9;rgenos.</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves: Divelol<sup>&#xAE;</sup> deve ser permanentemente descontinuado em pacientes que apresentarem rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves possivelmente relacionadas com o carvedilol.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/psoriase/c" target="_blank">Psor&#xED;ase</a>: se voc&#xEA; tem hist&#xF3;ria de psor&#xED;ase (doen&#xE7;a de pele que ocorre geralmente perto das articula&#xE7;&#xF5;es), voc&#xEA; s&#xF3; dever&#xE1; tomar este medicamento ap&#xF3;s seu m&#xE9;dico considerar o risco-benef&#xED;cio.</li>

Gravidez e amamentação

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Se você ficar grávida durante ou logo após o tratamento com Divelol®, informe imediatamente seu médico. Estudos em animais demonstraram toxicidade reprodutiva. Não há experiência clínica adequada com carvedilol em grávidas. Betabloqueadores reduzem a irrigação sanguínea da placenta, podendo causar morte do feto intra-útero e parto prematuro. Efeitos adversos como hipoglicemia e bradicardia podem ocorrer, bem como complicações cardíacas e pulmonares no feto e no recém-nascido.

Divelol® não deve ser usado durante a gravidez a menos que os benefícios potenciais justifiquem o risco potencial. Não existem evidências a partir de estudos em animais de laboratório de que carvedilol apresente efeitos teratogênicos.

Embora não seja conhecido se carvedilol é excretado no leite humano, a maioria dos betabloqueadores passa para o leite materno. Portanto, a amamentação não é recomendada após a administração de carvedilol.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículo e operar máquinas

Sua capacidade para dirigir veículo ou operar máquinas pode estar comprometida devido a tonturas e cansaço, principalmente no início do tratamento e após aumento de doses, modificação de terapias ou em combinação com álcool.

Este medicamento contém lactose.

Este medicamento pode causar doping.

O produto Divelol® 6,25 mg contém o corante amarelo de tartrazina&nbsp;que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Divelol?

As reações adversas ao medicamento estão listadas de acordo com as classes dos sistemas orgânicos definidos pelo MedDRA e CIOMS (“Council for International Organizations of Medical Sciences”).

As categorias de frequências são:

  • <li>Muito comum: &#x2265;1/10.</li> <li>Comum: &#x2265;1/100 e &lt;1/10.</li> <li>Incomum: &#x2265;1/1.000 e &lt;1/100.</li> <li>Rara: &#x2265;1/10.000 e &lt;1/1.000.</li> <li>Muito rara: &lt;1/10.000.</li>

Os efeitos indesejáveis descritos abaixo foram reportados com o uso de carvedilol em estudos clínicos pivotais:

  • <li>Dist&#xFA;rbios do sistema linf&#xE1;tico e do sangue: comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c" target="_blank">anemia</a>; rara: <a href="https://minutosaudavel.com.br/trombocitopenia/" rel="noopener" target="_blank">trombocitopenia</a>; muito rara: leucopenia.</li> <li>Dist&#xFA;rbios card&#xED;acos: muito comum: insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca; comum: bradicardia, hipervolemia, sobrecarga h&#xED;drica; incomum: bloqueio atrioventricular, angina <em>pectoris</em>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios nos olhos: comum: altera&#xE7;&#xF5;es visuais, redu&#xE7;&#xE3;o do lacrimejamento (secura do olho), irrita&#xE7;&#xE3;o ocular.</li> <li>Dist&#xFA;rbios gastrintestinais: comum: n&#xE1;usea, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c" target="_blank">diarreia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/nauseas/c" target="_blank">v&#xF4;mito</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/dispepsia-indigestao-o-que-e-sintomas-remedios-e-tipos/" rel="noopener" target="_blank">dispepsia</a>, dor abdominal; incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/" rel="noopener" target="_blank">constipa&#xE7;&#xE3;o</a>; rara: secura da boca.</li> <li>Dist&#xFA;rbios gerais e das condi&#xE7;&#xF5;es do local de administra&#xE7;&#xE3;o: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-fadiga-muscular-cronica-adrenal-etc-e-como-tratar/" rel="noopener" target="_blank">fadiga</a>; comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-tipos-cerebral-pulmonar-etc-e-tratamento/" rel="noopener" target="_blank">edema</a>, dor.</li> <li>Dist&#xFA;rbios hepatobiliares: muito rara: aumento da alanina aminotransferase (ALT), aspartato aminotransferase (AST) e gama-glutamiltransferase (<a href="https://minutosaudavel.com.br/exame-gama-gt-ggt-o-que-e-alto-baixo-e-para-que-serve/" rel="noopener" target="_blank">GGT</a>).</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sistema imune: muito rara: hipersensibilidade (rea&#xE7;&#xF5;es al&#xE9;rgicas).</li> <li>Infec&#xE7;&#xF5;es e infesta&#xE7;&#xF5;es: comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/pneumonia/c" target="_blank">pneumonia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/bronquite/c" target="_blank">bronquite</a>, infec&#xE7;&#xE3;o do trato respirat&#xF3;rio superior e do trato urin&#xE1;rio.</li> <li>Dist&#xFA;rbios do metabolismo e nutricionais: comum: ganho de peso, hipercolesterolemia, pior controle da glicemia (hiper/hipoglicemia) em pacientes com diabetes preexistente.</li> <li>Dist&#xFA;rbios musculoesquel&#xE9;ticos e do tecido conjuntivo: comum: dor em extremidades.</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sistema nervoso: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/tontura-o-que-pode-ser/" rel="noopener" target="_blank">tontura</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/dor-de-cabeca-e-enxaqueca/c" target="_blank">cefaleia</a>; comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/desmaio/" rel="noopener" target="_blank">s&#xED;ncope</a>, pr&#xE9;-s&#xED;ncope; incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/parestesia/" rel="noopener" target="_blank">parestesia</a>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios psiqui&#xE1;tricos: comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a>, humor deprimido; incomum: dist&#xFA;rbios do sono.</li> <li>Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios: comum: insufici&#xEA;ncia renal e anormalidades na fun&#xE7;&#xE3;o renal em pacientes com doen&#xE7;a vascular difusa e/ou insufici&#xEA;ncia renal subjacente; rara: dist&#xFA;rbios miccionais.</li> <li>Dist&#xFA;rbios da mama e sistema reprodutor: incomum: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/disfuncao-eretil/c" target="_blank">disfun&#xE7;&#xE3;o er&#xE9;til</a>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios respirat&#xF3;rios, tor&#xE1;cicos e do mediastino: comum: dispneia, <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-pulmonar-causas-sintomas-tratamento-tem-cura/" rel="noopener" target="_blank">edema pulmonar</a>, asma em pacientes predispostos; rara: congest&#xE3;o nasal.</li> <li>Dist&#xFA;rbios de pele e tecidos subcut&#xE2;neos: incomum: rea&#xE7;&#xF5;es na pele (por exemplo: exantema al&#xE9;rgico, <a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/dermatites/c" target="_blank">dermatite</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a>, prurido, les&#xF5;es psori&#xE1;sicas e do tipo l&#xED;quen plano).</li> <li>Dist&#xFA;rbios vasculares: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">hipotens&#xE3;o</a>; comum: hipotens&#xE3;o ortost&#xE1;stica, dist&#xFA;rbios da circula&#xE7;&#xE3;o perif&#xE9;rica (extremidades frias, doen&#xE7;a vascular perif&#xE9;rica, exacerba&#xE7;&#xE3;o de claudica&#xE7;&#xE3;o intermitente e fen&#xF4;meno de Raynaud), hipertens&#xE3;o.</li>

Descrição das reações adversas selecionadas

A frequência de reações adversas não é dependente da dose, com exceção de tonturas, alterações visuais e bradicardia. Tontura, síncope, cefaleia e astenia são, normalmente, leves e ocorrem, geralmente, no início do tratamento.

Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva pode ocorrer piora clínica ou retenção hídrica durante a titulação do carvedilol.

Deterioração reversível da função renal foi observada durante tratamento com carvedilol em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva e baixa pressão arterial, cardiopatia isquêmica, doença vascular difusa e/ou insuficiência renal subjacente.

Experiência pós-comercialização

Os eventos adversos abaixo foram identificados no uso de carvedilol pós-comercialização. Por serem reportados por uma população de tamanho indefinido, nem sempre é possível estimar sua frequência e/ou estabelecer relação causal com a exposição à droga.

  • <li>Dist&#xFA;rbios de metabolismo e nutricionais: devido &#xE0; a&#xE7;&#xE3;o betabloqueadora, &#xE9; poss&#xED;vel que diabetes <em>mellitus </em>latente se manifeste, diabetes preexistente se agrave e que a contra-regula&#xE7;&#xE3;o da <a href="https://consultaremedios.com.br/glicose/bula" target="_blank">glicose</a> seja inibida.</li> <li>Dist&#xFA;rbios de pele e tecidos subcut&#xE2;neos: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/queda-de-cabelo-e-calvicie/c" target="_blank">queda de cabelo</a>. Rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves, como necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica e s&#xED;ndrome de Stevens-Johnson.</li> <li>Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios: foram reportados casos isolados de <a href="https://minutosaudavel.com.br/incontinencia-urinaria/" rel="noopener" target="_blank">incontin&#xEA;ncia urin&#xE1;ria</a> em mulheres, os quais foram resolvidos com a descontinua&#xE7;&#xE3;o da medica&#xE7;&#xE3;o.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Pacientes com menos de 18 anos de idade

Divelol® não é recomendado a pacientes com menos de 18 anos de idade.

Pacientes idosos

Nenhum ajuste da dose inicial é exigido para pacientes idosos.

Pacientes com insuficiência renal

Na insuficiência renal moderada a grave, não há necessidade de alterar as recomendações de dosagem de carvedilol.

Pacientes com insuficiência hepática

Divelol® é contraindicado para pacientes com insuficiência hepática clinicamente manifesta.

Pacientes diabéticos

Divelol® pode aumentar a resistência à insulina e mascarar sintomas da hipoglicemia.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Divelol?

Você deve fazer tudo que for possível para tomar a medicação nos dias e horários que o seu médico orientou.

Se por algum motivo se esquecer de tomar o medicamento, espere e tome a dose seguinte da maneira habitual.

Se você tiver se esquecido de tomar alguma dose, nunca dobre a dose seguinte, pois isso poderá aumentar a chance de você ter um efeito adverso.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Divelol?

Cada comprimido de Divelol® 3,125 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">3,125 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Cada comprimido revestido de Divelol® 6,25 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:219px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:223px\"> <p style=\"text-align:center\">6,25 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:219px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:223px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: amarelo de tartrazina laca de alumínio, celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, dióxido de titânio, estearato de magnésio, hipromelose, lactose monoidratada.

Cada comprimido de Divelol® 12,5 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:224px\"> <p style=\"text-align:center\">12,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:224px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Cada comprimido de Divelol®&nbsp;25 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:217px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:225px\"> <p style=\"text-align:center\">25 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:217px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:225px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Divelol maior do que a recomendada?

Sintomas e sinais de superdose

Pode haver queda importante da pressão arterial, bradicardia (lentificação do ritmo cardíaco), insuficiência cardíaca (prejuízo da função do coração), choque cardiogênico (queda acentuada da pressão arterial de origem cardíaca) e parada cardíaca. Problemas respiratórios, broncoespasmo (contração dos brônquios), vômitos, alterações da consciência e convulsões generalizadas também podem ocorrer.

Tratamento da superdose

Monitorar os sinais e sintomas acima e garantir atendimento médico de acordo com prática utilizada para pacientes com superdose de betabloqueadores.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Divelol com outros remédios?

Interações com outros medicamentos

Há um número de importantesinteraçõesfarmacocinéticas e farmacodinâmicas com outras drogas.

  • <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/feocromocitoma-tratamento-diagnostico-causas-sintomas-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">Feocromocitoma</a> (tumor na gl&#xE2;ndula supra-renal): em pacientes com suspeita de feocromocitoma, devese iniciar um agente alfabloqueador antes do uso de qualquer betabloqueador. Apesar de Divelol<sup>&#xAE;</sup> exercer atividades alfa e betabloqueadora, n&#xE3;o existe experi&#xEA;ncia de uso nesses casos.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/b/angina-variante" target="_blank">Angina variante</a> de Prinzmetal: betabloqueadores n&#xE3;o seletivos podem provocar dor tor&#xE1;cica em pacientes com angina variante de Prinzmetal. N&#xE3;o h&#xE1; experi&#xEA;ncia cl&#xED;nica com carvedilol nesses pacientes.</li> <li>Doen&#xE7;a vascular perif&#xE9;rica e fen&#xF4;meno de Raynaud: os betabloqueadores podem precipitar ou agravar os sintomas de insufici&#xEA;ncia arterial.</li> <li>Bradicardia: Divelol<sup>&#xAE;</sup> pode provocar bradicardia (lentifica&#xE7;&#xE3;o do ritmo card&#xED;aco).</li>

Interações farmacocinéticas

Efeitos do carvedilol na farmacocinética de outras drogas

Carvedilol interfere na glicoproteína P, responsável pelo transporte de uma série de fármacos na parede intestinal e em outros órgãos. Por isso, a quantidade de alguns fármacos pode aumentar exageradamente ou a concentração do próprio carvedilol pode ser modificada quando são administrados em conjunto.

  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">Digoxina</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/ciclosporina/bula" target="_blank">ciclosporina</a>: carvedilol pode aumentar a concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica de digoxina e ciclosporina oral. Recomenda-se monitora&#xE7;&#xE3;o pr&#xF3;xima dos n&#xED;veis de digoxina e ciclosporina para ajuste adequado das doses.</li>
Efeitos de outras drogas na farmacocinética de carvedilol

Inibidores, bem como indutores de determinadas enzimas do fígado, podem modificar o metabolismo do carvedilol, levando a concentrações plasmáticas aumentadas ou diminuídas de R e S-carvedilol.

Alguns exemplos observados em pacientes ou em indivíduos saudáveis são apresentados a seguir:
  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/rifampicina/bula" target="_blank">Rifampicina</a>: houve diminui&#xE7;&#xE3;o do efeito do carvedilol na press&#xE3;o sist&#xF3;lica durante o uso concomitante de rifampicina.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">Cimetidina</a>: a probabilidade de intera&#xE7;&#xF5;es clinicamente significativas &#xE9; m&#xED;nima.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-amiodarona/bula" target="_blank">Amiodarona</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-fluoxetina/bula" target="_blank">fluoxetina</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-paroxetina/bula" target="_blank">paroxetina</a>: a elimina&#xE7;&#xE3;o de carvedilol pode ser inibida por uso concomitante de amiodarona e fluoxetina, por&#xE9;m, sem efeito cl&#xED;nico.</li>

Interações farmacodinâmicas

  • <li>Insulina ou hipoglicemiantes orais: Pode haver aumento do efeito hipoglicemiante de insulina e antidiab&#xE9;ticos orais. Sinais de hipoglicemia podem ser mascarados/atenuados (especialmente taquicardia). Deve-se monitorar a glicemia em pacientes recebendo insulina ou antibiab&#xE9;ticos orais juntamente com Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Agentes depletores de catecolaminas: sinais de hipotens&#xE3;o e/ou bradicardia grave em pacientes em uso de Divelol<sup>&#xAE;</sup> e f&#xE1;rmacos que possam depletar catecolaminas (por exemplo, reserpina e inibidores de monoamino oxidase).</li> <li>Digoxina: o uso combinado de Divelol<sup>&#xAE;</sup> e digoxina pode prolongar o tempo de condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular.</li> <li>Bloqueadores do canal de c&#xE1;lcio n&#xE3;o diidropiridina, amiodarona ou outros antiarr&#xED;tmicos: em combina&#xE7;&#xE3;o com carvedilol, podem aumentar o risco de dist&#xFA;rbios de condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular. Se o carvedilol for administrado por via oral com bloqueadores do canal de c&#xE1;lcio n&#xE3;o diidropiridina do tipo <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-verapamil/bula" target="_blank">verapamil</a> ou <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-diltiazem/bula" target="_blank">diltiazem</a>, amiodarona ou outros antiarr&#xED;tmicos, recomenda-se o monitoramento do ECG (<a href="https://minutosaudavel.com.br/eletrocardiograma-ecg-o-que-e-para-que-serve-e-como-e-feito-o-exame/" rel="noopener" target="_blank">eletrocardiograma</a>) e da press&#xE3;o sangu&#xED;nea.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-clonidina/bula" target="_blank">Clonidina</a>: a administra&#xE7;&#xE3;o de clonidina associada a Divelol<sup>&#xAE;</sup> pode potencializar os efeitos de redu&#xE7;&#xE3;o de press&#xE3;o sangu&#xED;nea e frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca.</li> <li>Anti-hipertensivos: carvedilol pode potencializar o efeito de outros f&#xE1;rmacos com a&#xE7;&#xE3;o anti-hipertensiva (por exemplo, antagonistas de receptor alfa-1) ou que tenham hipotens&#xE3;o como parte de seu perfil de efeitos adversos.</li> <li>Agentes <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/anestesicos/c" target="_blank">anest&#xE9;sicos</a>: monitorar cuidadosamente os sinais vitais durante anestesia.</li> <li>AINEs: o uso concomitante de <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/anti-inflamatorios/c" target="_blank">anti-inflamat&#xF3;rios</a> n&#xE3;o esteroides (AINEs) e bloqueadores beta-adren&#xE9;rgicos pode resultar em aumento de press&#xE3;o arterial e menor controle da press&#xE3;o arterial.</li> <li>Broncodilatadores beta-agonistas: Divelol<sup>&#xAE;</sup> age de forma contr&#xE1;ria aos medicamentos desta classe.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Divelol (Carvedilol)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia em hipertens&#xE3;o</h3> <p>Carvedilol reduz a press&#xE3;o arterial em pacientes hipertensos pela combina&#xE7;&#xE3;o do bloqueio beta &#xE0; vasodilata&#xE7;&#xE3;o mediada por bloqueio alfa. A redu&#xE7;&#xE3;o da press&#xE3;o n&#xE3;o se associa a aumento da resist&#xEA;ncia perif&#xE9;rica total, como &#xE9; observado com os agentes betabloqueadores puros.<sup>1</sup></p> <p>A frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca &#xE9; discretamente reduzida. O fluxo sangu&#xED;neo renal e a fun&#xE7;&#xE3;o renal se mant&#xEA;m preservados.&amp;nbsp;Carvedilol mant&#xE9;m o volume sist&#xF3;lico e reduz a resist&#xEA;ncia vascular perif&#xE9;rica total. O fluxo sangu&#xED;neo para diversos &#xF3;rg&#xE3;os e para os leitos vasculares &#xE9; preservado.<sup>1,2</sup></p> <h3>Efic&#xE1;cia na angina do peito</h3> <p>Em pacientes com doen&#xE7;a arterial coron&#xE1;ria, carvedilol demonstrou efeitos anti-isqu&#xEA;micos (melhora do tempo total de exerc&#xED;cio, tempo para depress&#xE3;o de 1 mm do segmento ST e in&#xED;cio de angina).<sup>3,4 </sup></p> <p>Carvedilol reduz significativamente a demanda de oxig&#xEA;nio pelo mioc&#xE1;rdio e a hiperatividade simp&#xE1;tica. Tamb&#xE9;m reduz a pr&#xE9;-carga (press&#xE3;o de art&#xE9;ria pulmonar e de capilar pulmonar) e a p&#xF3;s-carga.<sup>3</sup></p> <h3>Efic&#xE1;cia em insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</h3> <p>Carvedilol reduz significativamente a mortalidade por todas as causas e a necessidade de hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por motivo cardiovascular. Carvedilol promove aumento da fra&#xE7;&#xE3;o de eje&#xE7;&#xE3;o e melhora dos sintomas em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca de etiologia isqu&#xEA;mica e n&#xE3;o isqu&#xEA;mica.<sup>5-7</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Oestergren J, Storstein L, Karlberg BE, Tiblin G Quality of life in hypertensive patients treated either with Carvedilol&amp;nbsp;or <a href=\"https://consultaremedios.com.br/maleato-de-enalapril/bula\" target=\"_blank\">enalapril</a>. Blood Pressure 1996; 5: 41-49 (CDS Vs 1.0).<br> 2. Bertolotti G, Angelino E, Zotti E, DeCesaris R A multicenter, double-blind, randomized parallel study of quality of life and blood pressure control in hypertensive patients treated with Carvedilol or <a href=\"https://consultaremedios.com.br/atenolol/bula\" target=\"_blank\">atenolol</a> or enalapril. High Blood Press Cardiovasc Prev 1995; 4: 216-224 (CDS Vs 1.0).<br> 3. Hauf-Zachariou K, Blackwood RA, Gunawardena A, O&apos;Donnell JG, Garnham S, Pfarr E Carvedilol&amp;nbsp;versus verapamil in stable angina: a multicentre trial. Eur J Clin Pharmacol 1997; 52: 95-100 (CDS Vs 1.0).<br> 4. Van der Does R, Hauf-Zachariou U, Pfarr E, Holtbr&#xFC;gge W, K&#xF6;nig S, Griffiths M, Lahiri A Comparison of safety and efficacy of Carvedilol&amp;nbsp;and metoprolol in stable angina pectoris. Am J Cardiol 1999; 83, 643-649 (CDS Vs 1.0).<br> 5. Das Gupta P, Broadhurst P, Raftery EB, Lahiri A Value of Carvedilol&amp;nbsp;in congestive heart failure secondary to coronary artery disease. Am J Cardiol 1990; 66: 1118-1123 (CDS Vs 1.0).<br> 6. Wendt T, van der Does R, Schr&#xE4;der R, Landgraf H, Kober G Acute hemodynamic of the vasodilating and betablocking agent, Carvedilol, in comparison to <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-propranolol/bula\" target=\"_blank\">propranolol</a>. J Cardiovasc Pharmacol 1987; 10 (Suppl 11): 147-150 (CDS Vs 1.0).<br> 7. Packer M, Bristow MR, Cohn JN, Colucci WS, Fowler MB, Gilbert EM, Shusterman NH The effect of Carvedilol on morbidity and mortality in patients with chronic heart failure. N Engl J Med 1996; 334: 1349-1355 (CDS Vs 1.0).</br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <p>Carvedilol &#xE9; um antagonista neuro-hormonal de a&#xE7;&#xE3;o m&#xFA;ltipla, com propriedades betabloqueadoras n&#xE3;o seletivas, alfabloqueadora e <a href=\"https://consultaremedios.com.br/vitaminas-e-minerais/antioxidante/c\" target=\"_blank\">antioxidante</a>. Carvedilol reduz a resist&#xEA;ncia vascular perif&#xE9;rica por vasodilata&#xE7;&#xE3;o mediada pelo bloqueio alfa1 e suprime o sistema renina-angiotensina-aldosterona devido ao bloqueio beta; reten&#xE7;&#xE3;o h&#xED;drica &#xE9;, portanto, uma ocorr&#xEA;ncia rara. Carvedilol n&#xE3;o apresenta atividade simpatomim&#xE9;tica intr&#xED;nseca e, como o propranolol, apresenta propriedades estabilizadoras de membrana.</p> <p>Carvedilol &#xE9; uma mistura rac&#xEA;mica de 2 estereois&#xF4;meros. Em animais, ambos os enanti&#xF4;meros apresentam propriedades bloqueadoras de receptores alfa-adren&#xE9;rgicos. As propriedades bloqueadoras do receptor betaadren&#xE9;rgico n&#xE3;o s&#xE3;o seletivas para os receptores beta1 e beta2 e est&#xE3;o associadas ao enanti&#xF4;mero lev&#xF3;giro do carvedilol.</p> <p>Carvedilol &#xE9; um potente antioxidante e neutralizador de radicais de oxig&#xEA;nio, demonstrado por estudos em animais, <em>in vitro</em> e<em> in vivo</em>, e em v&#xE1;rios tipos de c&#xE9;lulas humanas,<em> in vitro</em>. Carvedilol exibe efeito antiproliferativo nas c&#xE9;lulas musculares lisas de vasos sangu&#xED;neos de humanos e efeitos protetores de &#xF3;rg&#xE3;os.</p> <p>Carvedilol n&#xE3;o exerce efeitos adversos no perfil lip&#xED;dico. A rela&#xE7;&#xE3;o HDL/LDL se mant&#xE9;m normal.</p> <h3>Farmacocin&#xE9;tica</h3> <h4>Absor&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral, carvedilol &#xE9; rapidamente absorvido. Carvedilol &#xE9; um substrato do transportador de efluxo intestinal P-glicoprote&#xED;na que desempenha um papel importante na biodisponibilidade de certas drogas. Em volunt&#xE1;rios saud&#xE1;veis, a concentra&#xE7;&#xE3;o s&#xE9;rica m&#xE1;xima &#xE9; alcan&#xE7;ada em aproximadamente 1 hora. A biodisponibilidade absoluta de carvedilol no homem &#xE9; de aproximadamente 25%. Alimentos n&#xE3;o alteram a extens&#xE3;o da biodisponibilidade, embora aumentem o tempo para atingir a concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE1;xima.</p> <h4>Distribui&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>Carvedilol &#xE9; altamente lipof&#xED;lico; aproximadamente 98 &#x2013; 99% do carvedilol se liga &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> plasm&#xE1;ticas; o volume de distribui&#xE7;&#xE3;o &#xE9; de aproximadamente 2 L/kg.</p> <h4>Metabolismo</h4> <p>No ser humano, carvedilol &#xE9; extensamente metabolizado no f&#xED;gado atrav&#xE9;s de oxida&#xE7;&#xE3;o e conjuga&#xE7;&#xE3;o, produzindo diversos metab&#xF3;litos que s&#xE3;o eliminados principalmente na bile.O efeito de primeira passagem ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral &#xE9; cerca de 60 &#x2013; 75%. A circula&#xE7;&#xE3;o &#xEA;ntero-hep&#xE1;tica da subst&#xE2;ncia original foi demonstrada em animais.</p> <p>Desmetila&#xE7;&#xE3;o e hidroxila&#xE7;&#xE3;o do anel fen&#xF3;lico produzem tr&#xEA;s metab&#xF3;litos com atividade betabloqueadora.</p> <p>Com base em estudos pr&#xE9;-cl&#xED;nicos, o metab&#xF3;lito 4&#x2019;-hidroxifenol &#xE9;, aproximadamente, 13 vezes mais potente do que o carvedilol para bloqueio beta. Comparados ao carvedilol, os tr&#xEA;s metab&#xF3;litos exibem atividade vasodilatadora fraca. No ser humano, as concentra&#xE7;&#xF5;es dos tr&#xEA;s metab&#xF3;litos ativos s&#xE3;o, aproximadamente, 10 vezes mais baixas do que as da subst&#xE2;ncia original. Dois metab&#xF3;litos do carvedilol s&#xE3;o antioxidantes extremamente potentes (30 a 80 vezes mais potentes que o carvedilol).</p> <p>O metabolismo oxidativo do carvedilol &#xE9; estero-seletivo. O R-enanti&#xF4;mero &#xE9; metabolizado predominantemente por CYP2D6 e CYP1A2, enquanto que o S-enanti&#xF4;mero &#xE9; metabolizado principalmente pelo CYP2C9 e, em menor extens&#xE3;o, pelo CYP2D6. Outras isoenzimas CYP450 envolvidas no metabolismo do carvedilol incluem CYP3A4, CYP2E1 e CYP2C19. A concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE1;xima de R-carvedilol &#xE9; aproximadamente duas vezes maior do que a de S-carvedilol.</p> <p>O R-enanti&#xF4;mero &#xE9; metabolizado predominantemente atrav&#xE9;s de hidroxila&#xE7;&#xE3;o.</p> <p>Em metabolizadores lentos de CYP2D6, pode ocorrer um aumento da concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica de carvedilol, principalmente o R-enanti&#xF4;mero, levando a um aumento da atividade alfabloqueadora.</p> <h4>Elimina&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia do carvedilol &#xE9; de aproximadamente 6 horas. A depura&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica &#xE9; de 500 &#x2013; 700 mL/min. A elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; primariamente biliar, sendo as fezes a principal via de excre&#xE7;&#xE3;o. Menor fra&#xE7;&#xE3;o &#xE9; eliminada pelos rins na forma de metab&#xF3;litos. &#xC9; improv&#xE1;vel que ocorra ac&#xFA;mulo do carvedilol durante o tratamento prolongado, se usado conforme recomendado.</p> <h4>Teratogenicidade</h4> <p>Estudos em animais mostraram que Carvedilol n&#xE3;o possui efeitos teratog&#xEA;nicos.</p> <h4>Farmacocin&#xE9;tica em popula&#xE7;&#xF5;es especiais</h4> <h5>Pacientes com insufici&#xEA;ncia renal</h5> <p>O fluxo sangu&#xED;neo e a filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular mant&#xEA;m-se preservados durante a terapia cr&#xF4;nica com carvedilol.</p> <p>Em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal e hipertens&#xE3;o, a &#xE1;rea sob a curva da concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica <em>versus</em> tempo, a meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o e a concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE1;xima n&#xE3;o se alteram significativamente. A excre&#xE7;&#xE3;o renal do f&#xE1;rmaco inalterado diminui em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal, embora n&#xE3;o ocorram modifica&#xE7;&#xF5;es significativas nos par&#xE2;metros farmacocin&#xE9;ticos. Diversos estudos abertos mostraram que carvedilol &#xE9; um agente efetivo em pacientes com hipertens&#xE3;o renal. O mesmo foi verificado em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal cr&#xF4;nica, naqueles sob <a href=\"https://consultaremedios.com.br/produtos-hospitalares/hemodialise/c\" target=\"_blank\">hemodi&#xE1;lise</a> ou ap&#xF3;s transplante renal. Carvedilol leva a uma redu&#xE7;&#xE3;o gradual da press&#xE3;o sangu&#xED;nea nos dias com ou sem di&#xE1;lise e os efeitos na diminui&#xE7;&#xE3;o da press&#xE3;o sangu&#xED;nea s&#xE3;o compar&#xE1;veis aos obtidos em pacientes com fun&#xE7;&#xE3;o renal normal. Carvedilol n&#xE3;o &#xE9; eliminado durante di&#xE1;lise, pois n&#xE3;o atravessa a membrana de di&#xE1;lise, provavelmente devido &#xE0; sua elevada liga&#xE7;&#xE3;o &#xE0;s prote&#xED;nas do plasma. Com base nos resultados obtidos em ensaios comparativos de pacientes em hemodi&#xE1;lise, pode-se concluir que carvedilol &#xE9; mais efetivo que bloqueadores de canal de c&#xE1;lcio e melhor tolerado.</p> <h5>Pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica</h5> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/cirrose-hepatica\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/cirrose/c\" target=\"_blank\">cirrose</a> hep&#xE1;tica, a biodisponibilidade pode aumentar em at&#xE9; 80% por redu&#xE7;&#xE3;o do efeito de primeira passagem. Portanto, &#xE9; contraindicado em pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica clinicamente manifestada.</p> <h5>Pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</h5> <p>Em um estudo incluindo 24 pacientes japoneses com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca, o <em>clearance </em>de R- e S-carvedilol foi significativamente menor do que o previamente estimado em volunt&#xE1;rios saud&#xE1;veis. Esses resultados sugerem que a farmacocin&#xE9;tica de R- e S-carvedilol &#xE9; significativamente alterada pela insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca.</p> <h5>Pacientes diab&#xE9;ticos</h5> <p>Em pacientes hipertensos e portadores de diabetes tipo 2, n&#xE3;o se observou influ&#xEA;ncia do carvedilol na glicemia de jejum ou p&#xF3;s-prandial, nos n&#xED;veis de hemoglobina glicosilada ou necessidade de se alterar a dose dos agentes antidiab&#xE9;ticos. Nos pacientes com resist&#xEA;ncia &#xE0; insulina, o carvedilol melhorou a sensibilidade &#xE0; insulina.</p> <h5>Pacientes idosos/pedi&#xE1;tricos</h5> <p>A farmacocin&#xE9;tica do carvedilol em pacientes hipertensos n&#xE3;o &#xE9; afetada pela idade. Um estudo em pacientes idosos hipertensos demonstrou que n&#xE3;o h&#xE1; diferen&#xE7;a no perfil dos efeitos adversos, comparado com pacientes mais jovens. Outro estudo que incluiu pacientes idosos com doen&#xE7;a arterial coron&#xE1;ria demonstrou n&#xE3;o haver diferen&#xE7;a nos efeitos adversos relatados versus os relatados por pacientes mais jovens.</p> <p>Os dados farmacocin&#xE9;ticos dispon&#xED;veis em pacientes com menos de 18 anos de idade s&#xE3;o limitados.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Divelol?

Você deve conservar Divelol® em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC), protegido da luz e da umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aspecto físico e características organolépticas

Divelol® 3,125 mg

Comprimido branco a quase branco, circular, biconvexo, gravado com “T” em uma das faces, sulcado e dupla gravação “T” na outra face.

Divelol® 6,25 mg

Comprimido revestido amarelo, circular, biconvexo, gravado “S” em uma das faces, sulcado e dupla gravação “S” na outra face.

Divelol® 12,5 mg

Comprimido branco a quase branco, circular, biconvexo, gravação “D” em uma das faces, duplo sulco e dupla gravação “D” na outra face.

Divelol® 25 mg

Comprimido branco a quase branco, circular, biconvexo, gravação “V” em uma das faces, duplo sulco e dupla gravação “V” na outra face.

Descarte de medicamentos não utilizados e/ou com data de validade vencida

O descarte de medicamentos no meio ambiente deve ser minimizado. Os medicamentos não devem ser descartados no esgoto e o descarte no lixo doméstico deve ser evitado. Quaisquer medicamentos não utilizados ou resíduos devem ser eliminados de acordo com os requisitos locais.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Divelol

Divelol® 3,125 mg

Com 28 e 60 comprimidos.

Divelol® 6,25 mg

Com 14, 30 e 60 comprimidos revestidos.

Divelol® 12,5 mg

Com 30 e 60 comprimidos.

Divelol® 25,0 mg

Com 14, 30 e 60 comprimidos.

Via oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Divelol

M.S. Nº 1.0146.0065

Farm. Resp.:
Dr. Celso Kaminsk Franceschini
CRF-SP nº 24.024

Laboratórios Baldacci Ltda.&nbsp;
Rua Pedro de Toledo, 520 - Vl.
Clementino - São Paulo - SP
CNPJ: 61.150.447/0001-31
Indústria Brasileira



Venda sob prescrição médica.

3,125mg, caixa com 28 comprimidos

Princípio ativo
:
Carvedilol
Classe Terapêutica
:
Betabloqueadores Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Sistema Cardiovascular (Circulação)
Especialidade
:
Cardiologia

Bula do medicamento

Divelol, para o que é indicado e para o que serve?

Divelol® é um medicamento usado para tratar insuficiência cardíaca congestiva (insuficiência do coração), angina do peito (dor no peito de origem cardíaca) e hipertensão arterial (pressão alta).

Quais as contraindicações do Divelol?

Você não pode usar Divelol® se apresentar alergia ao carvedilol ou a qualquer componente da formulação, ou se possuir uma das doenças a seguir:

Insuficiência cardíaca descompensada/instável necessitando medicamento intravenoso para aumentar a força do coração, insuficiência do fígado; arritmias cardíacas&nbsp;(irregularidades do ritmo cardíaco); asma brônquica ou doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) associada a broncoespasmo (contração dos brônquios); bloqueio atrioventricular (bloqueio dos impulsos nervosos no coração) de 2º ou 3º grau (a menos que tenha um marca-passo permanente); ritmo cardíaco abaixo de 50 batimentos por minuto; síndrome do nó sinusal (incluindo bloqueio sinoatrial); choque cardiogênico (queda acentuada da pressão por problema cardíaco); pressão arterial muito baixa (pressão arterial sistólica < 85 mmHg).

Como usar o Divelol?

Divelol® deve ser administrado por via oral.

Duração do tratamento

O tratamento com Divelol® é normalmente longo. Você não deve parar o tratamento de repente, mas reduzir a dose aos poucos, a cada semana, principalmente se você tiver doença arterial coronária (dos vasos do coração) concomitante.

Hipertensão essencial (sem causa conhecida)

Adultos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia, durante os dois primeiros dias. A seguir, a dose recomendada é 25 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg, em dose única diária, ou dividida em duas doses.

Idosos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg em dose única diária ou dividida em duas doses.

Angina do peito

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, duas vezes ao dia, durante os dois primeiros dias.

A seguir, a dose recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia. Se necessário, poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose máxima diária recomendada de 100 mg administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia). A dose diária máxima recomendada para idosos é 50 mg, administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia).

Insuficiência cardíaca congestiva (ICC)

A dose deve ser individualizada e cuidadosamente monitorada durante a fase de ajuste da dose. Se você usa digitálicos, diuréticos e inibidores da ECA, o seu médico deverá ajustar a dose destes medicamentos antes de iniciar o tratamento com Divelol®. A dose inicial recomendada é 3,125 mg, duas vezes ao dia, por duas semanas. Se esta dose for bem tolerada, poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas, para 6,25 mg, duas vezes ao dia, 12,5 mg, duas vezes ao&nbsp;dia e 25 mg, duas vezes ao dia. A dose deverá ser aumentada de acordo com orientação de seu médico até o nível máximo tolerado.

A dose máxima recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia para todos os pacientes com ICC leve, moderada ou grave, com peso inferior a 85 kg. Em pacientes com ICC leve ou moderada com peso superior a 85 kg, a dose máxima recomendada é 50 mg, duas vezes ao dia. Antes de cada aumento de dose, deve-se avaliar sintomas de vasodilatação ou piora da insuficiência cardíaca. A piora transitória da insuficiência cardíaca ou a retenção de líquidos devem ser tratadas com aumento da dose do diurético. Ocasionalmente, pode ser necessário reduzir a dose ou descontinuar temporariamente o tratamento com Divelol®. A dose de Divelol® não deverá ser aumentada até que os sintomas de piora da insuficiência cardíaca ou de vasodilatação estejam estabilizados. Se carvedilol for descontinuado por mais de duas semanas, a terapia deverá ser reiniciada com 3,125 mg duas vezes ao dia e a titulação realizada conforme as recomendações do modo de uso do medicamento.

Divelol® não necessariamente deve ser ingerido junto a alimentos; entretanto, em pacientes com insuficiência cardíaca, deverá ser administrado com alimentos para reduzir a velocidade de absorção e diminuir a incidência de efeitos ortostáticos (queda de pressão quando se fica em pé ou sentado).

Pacientes com insuficiência renal

Não são necessárias alterações nas doses recomendadas de carvedilol em pacientes com insuficiência renal moderada a grave.

Pacientes com menos de 18 anos de idade

A segurança e eficácia do carvedilol em crianças e adolescentes abaixo de 18 anos ainda não foram estabelecidas.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Como o Divelol funciona?

Divelol® promove a dilatação dos vasos sanguíneos, através do bloqueio do sistema chamado reninaangiotensina-aldosterona. Assim, ocorre diminuição da pressão arterial. Em voluntários sadios, a concentração sérica máxima é alcançada em, aproximadamente, uma hora.

Quais cuidados devo ter ao usar o Divelol?

Geral

  • <li>Insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca cr&#xF4;nica: pode ocorrer piora cl&#xED;nica ou reten&#xE7;&#xE3;o de l&#xED;quido durante o aumento da dose de carvedilol. Caso isso ocorra, o m&#xE9;dico dever&#xE1; aumentar a dose do diur&#xE9;tico, mantendo a dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup> at&#xE9; atingir novamente a estabilidade cl&#xED;nica. Pode ser necess&#xE1;rio reduzir a dose do carvedilol ou, em casos raros, descontinu&#xE1;-lo temporariamente, o que n&#xE3;o impede o sucesso do aumento gradual da dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup>. O carvedilol deve ser usado com cautela quando associado a digit&#xE1;licos, pois ambos os f&#xE1;rmacos lentificam a condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular (condu&#xE7;&#xE3;o do est&#xED;mulo card&#xED;aco).</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c" target="_blank">Diabetes</a> <em>mellitus</em>: o uso de carvedilol em diab&#xE9;ticos pode estar relacionado &#xE0; piora do controle glic&#xEA;mico ou pode mascarar/reduzir sinais e sintomas de <a href="https://minutosaudavel.com.br/hipoglicemia/" rel="noopener" target="_blank">hipoglicemia</a> (baixo a&#xE7;&#xFA;car no sangue). Portanto, se voc&#xEA; tiver diabetes, seu n&#xED;vel de a&#xE7;&#xFA;car no sangue deve ser monitorado regularmente no in&#xED;cio ou ajuste do tratamento com Divelol<sup>&#xAE;</sup>. A dose do medicamento usado para diabetes tamb&#xE9;m deve ser ajustada.</li> <li>Fun&#xE7;&#xE3;o dos rins na insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva: foi observada piora revers&#xED;vel da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva e press&#xE3;o arterial baixa (press&#xE3;o arterial sist&#xF3;lica &lt; 100 mmHg), cardiopatia isqu&#xEA;mica (diminui&#xE7;&#xE3;o do fornecimento de sangue para o mioc&#xE1;rdio), doen&#xE7;a vascular difusa e/ou insufici&#xEA;ncia dos rins durante o tratamento com Divelol<sup>&#xAE;</sup>. A fun&#xE7;&#xE3;o de seus rins deve ser monitorada pelo seu m&#xE9;dico durante o aumento da dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Doen&#xE7;a pulmonar obstrutiva cr&#xF4;nica: se voc&#xEA; possui doen&#xE7;a pulmonar obstrutiva cr&#xF4;nica (DPOC) com componente broncoesp&#xE1;stico (contra&#xE7;&#xE3;o dos br&#xF4;nquios) e n&#xE3;o est&#xE1; usando medica&#xE7;&#xE3;o oral ou inalat&#xF3;ria, seu m&#xE9;dico dever&#xE1; ter cautela ao receitar Divelol<sup>&#xAE;</sup>. Avise seu m&#xE9;dico se possui algum problema pulmonar.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-dos-olhos/lentes-de-contato/c" target="_blank">Lentes de contato</a>: pode ocorrer redu&#xE7;&#xE3;o do lacrimejamento com o uso de Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento: Divelol<sup>&#xAE;</sup> n&#xE3;o deve ser descontinuado abruptamente, principalmente se voc&#xEA; possui cardiopatia isqu&#xEA;mica (diminui&#xE7;&#xE3;o do fornecimento de sangue para o mioc&#xE1;rdio). A retirada de carvedilol nestes casos deve ser gradual (ao longo de 2 semanas).</li> <li>Tireotoxicose: Divelol<sup>&#xAE;</sup>, como outros betabloqueadores, pode mascarar sintomas de tireotoxicose (excesso de horm&#xF4;nios produzidos pela gl&#xE2;ndula <a href="https://consultaremedios.com.br/tireoide/c" target="_blank">tireoide</a>).</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade: em caso de alergia ou terapia de dessensibiliza&#xE7;&#xE3;o (contra alergia), avise ao seu m&#xE9;dico, pois carvedilol pode aumentar a sensibilidade e a gravidade das rea&#xE7;&#xF5;es aos al&#xE9;rgenos.</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves: Divelol<sup>&#xAE;</sup> deve ser permanentemente descontinuado em pacientes que apresentarem rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves possivelmente relacionadas com o carvedilol.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/psoriase/c" target="_blank">Psor&#xED;ase</a>: se voc&#xEA; tem hist&#xF3;ria de psor&#xED;ase (doen&#xE7;a de pele que ocorre geralmente perto das articula&#xE7;&#xF5;es), voc&#xEA; s&#xF3; dever&#xE1; tomar este medicamento ap&#xF3;s seu m&#xE9;dico considerar o risco-benef&#xED;cio.</li>

Gravidez e amamentação

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Se você ficar grávida durante ou logo após o tratamento com Divelol®, informe imediatamente seu médico. Estudos em animais demonstraram toxicidade reprodutiva. Não há experiência clínica adequada com carvedilol em grávidas. Betabloqueadores reduzem a irrigação sanguínea da placenta, podendo causar morte do feto intra-útero e parto prematuro. Efeitos adversos como hipoglicemia e bradicardia podem ocorrer, bem como complicações cardíacas e pulmonares no feto e no recém-nascido.

Divelol® não deve ser usado durante a gravidez a menos que os benefícios potenciais justifiquem o risco potencial. Não existem evidências a partir de estudos em animais de laboratório de que carvedilol apresente efeitos teratogênicos.

Embora não seja conhecido se carvedilol é excretado no leite humano, a maioria dos betabloqueadores passa para o leite materno. Portanto, a amamentação não é recomendada após a administração de carvedilol.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículo e operar máquinas

Sua capacidade para dirigir veículo ou operar máquinas pode estar comprometida devido a tonturas e cansaço, principalmente no início do tratamento e após aumento de doses, modificação de terapias ou em combinação com álcool.

Este medicamento contém lactose.

Este medicamento pode causar doping.

O produto Divelol® 6,25 mg contém o corante amarelo de tartrazina&nbsp;que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Divelol?

As reações adversas ao medicamento estão listadas de acordo com as classes dos sistemas orgânicos definidos pelo MedDRA e CIOMS (“Council for International Organizations of Medical Sciences”).

As categorias de frequências são:

  • <li>Muito comum: &#x2265;1/10.</li> <li>Comum: &#x2265;1/100 e &lt;1/10.</li> <li>Incomum: &#x2265;1/1.000 e &lt;1/100.</li> <li>Rara: &#x2265;1/10.000 e &lt;1/1.000.</li> <li>Muito rara: &lt;1/10.000.</li>

Os efeitos indesejáveis descritos abaixo foram reportados com o uso de carvedilol em estudos clínicos pivotais:

  • <li>Dist&#xFA;rbios do sistema linf&#xE1;tico e do sangue: comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c" target="_blank">anemia</a>; rara: <a href="https://minutosaudavel.com.br/trombocitopenia/" rel="noopener" target="_blank">trombocitopenia</a>; muito rara: leucopenia.</li> <li>Dist&#xFA;rbios card&#xED;acos: muito comum: insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca; comum: bradicardia, hipervolemia, sobrecarga h&#xED;drica; incomum: bloqueio atrioventricular, angina <em>pectoris</em>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios nos olhos: comum: altera&#xE7;&#xF5;es visuais, redu&#xE7;&#xE3;o do lacrimejamento (secura do olho), irrita&#xE7;&#xE3;o ocular.</li> <li>Dist&#xFA;rbios gastrintestinais: comum: n&#xE1;usea, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c" target="_blank">diarreia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/nauseas/c" target="_blank">v&#xF4;mito</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/dispepsia-indigestao-o-que-e-sintomas-remedios-e-tipos/" rel="noopener" target="_blank">dispepsia</a>, dor abdominal; incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/" rel="noopener" target="_blank">constipa&#xE7;&#xE3;o</a>; rara: secura da boca.</li> <li>Dist&#xFA;rbios gerais e das condi&#xE7;&#xF5;es do local de administra&#xE7;&#xE3;o: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-fadiga-muscular-cronica-adrenal-etc-e-como-tratar/" rel="noopener" target="_blank">fadiga</a>; comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-tipos-cerebral-pulmonar-etc-e-tratamento/" rel="noopener" target="_blank">edema</a>, dor.</li> <li>Dist&#xFA;rbios hepatobiliares: muito rara: aumento da alanina aminotransferase (ALT), aspartato aminotransferase (AST) e gama-glutamiltransferase (<a href="https://minutosaudavel.com.br/exame-gama-gt-ggt-o-que-e-alto-baixo-e-para-que-serve/" rel="noopener" target="_blank">GGT</a>).</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sistema imune: muito rara: hipersensibilidade (rea&#xE7;&#xF5;es al&#xE9;rgicas).</li> <li>Infec&#xE7;&#xF5;es e infesta&#xE7;&#xF5;es: comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/pneumonia/c" target="_blank">pneumonia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/bronquite/c" target="_blank">bronquite</a>, infec&#xE7;&#xE3;o do trato respirat&#xF3;rio superior e do trato urin&#xE1;rio.</li> <li>Dist&#xFA;rbios do metabolismo e nutricionais: comum: ganho de peso, hipercolesterolemia, pior controle da glicemia (hiper/hipoglicemia) em pacientes com diabetes preexistente.</li> <li>Dist&#xFA;rbios musculoesquel&#xE9;ticos e do tecido conjuntivo: comum: dor em extremidades.</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sistema nervoso: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/tontura-o-que-pode-ser/" rel="noopener" target="_blank">tontura</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/dor-de-cabeca-e-enxaqueca/c" target="_blank">cefaleia</a>; comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/desmaio/" rel="noopener" target="_blank">s&#xED;ncope</a>, pr&#xE9;-s&#xED;ncope; incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/parestesia/" rel="noopener" target="_blank">parestesia</a>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios psiqui&#xE1;tricos: comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a>, humor deprimido; incomum: dist&#xFA;rbios do sono.</li> <li>Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios: comum: insufici&#xEA;ncia renal e anormalidades na fun&#xE7;&#xE3;o renal em pacientes com doen&#xE7;a vascular difusa e/ou insufici&#xEA;ncia renal subjacente; rara: dist&#xFA;rbios miccionais.</li> <li>Dist&#xFA;rbios da mama e sistema reprodutor: incomum: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/disfuncao-eretil/c" target="_blank">disfun&#xE7;&#xE3;o er&#xE9;til</a>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios respirat&#xF3;rios, tor&#xE1;cicos e do mediastino: comum: dispneia, <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-pulmonar-causas-sintomas-tratamento-tem-cura/" rel="noopener" target="_blank">edema pulmonar</a>, asma em pacientes predispostos; rara: congest&#xE3;o nasal.</li> <li>Dist&#xFA;rbios de pele e tecidos subcut&#xE2;neos: incomum: rea&#xE7;&#xF5;es na pele (por exemplo: exantema al&#xE9;rgico, <a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/dermatites/c" target="_blank">dermatite</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a>, prurido, les&#xF5;es psori&#xE1;sicas e do tipo l&#xED;quen plano).</li> <li>Dist&#xFA;rbios vasculares: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">hipotens&#xE3;o</a>; comum: hipotens&#xE3;o ortost&#xE1;stica, dist&#xFA;rbios da circula&#xE7;&#xE3;o perif&#xE9;rica (extremidades frias, doen&#xE7;a vascular perif&#xE9;rica, exacerba&#xE7;&#xE3;o de claudica&#xE7;&#xE3;o intermitente e fen&#xF4;meno de Raynaud), hipertens&#xE3;o.</li>

Descrição das reações adversas selecionadas

A frequência de reações adversas não é dependente da dose, com exceção de tonturas, alterações visuais e bradicardia. Tontura, síncope, cefaleia e astenia são, normalmente, leves e ocorrem, geralmente, no início do tratamento.

Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva pode ocorrer piora clínica ou retenção hídrica durante a titulação do carvedilol.

Deterioração reversível da função renal foi observada durante tratamento com carvedilol em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva e baixa pressão arterial, cardiopatia isquêmica, doença vascular difusa e/ou insuficiência renal subjacente.

Experiência pós-comercialização

Os eventos adversos abaixo foram identificados no uso de carvedilol pós-comercialização. Por serem reportados por uma população de tamanho indefinido, nem sempre é possível estimar sua frequência e/ou estabelecer relação causal com a exposição à droga.

  • <li>Dist&#xFA;rbios de metabolismo e nutricionais: devido &#xE0; a&#xE7;&#xE3;o betabloqueadora, &#xE9; poss&#xED;vel que diabetes <em>mellitus </em>latente se manifeste, diabetes preexistente se agrave e que a contra-regula&#xE7;&#xE3;o da <a href="https://consultaremedios.com.br/glicose/bula" target="_blank">glicose</a> seja inibida.</li> <li>Dist&#xFA;rbios de pele e tecidos subcut&#xE2;neos: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/queda-de-cabelo-e-calvicie/c" target="_blank">queda de cabelo</a>. Rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves, como necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica e s&#xED;ndrome de Stevens-Johnson.</li> <li>Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios: foram reportados casos isolados de <a href="https://minutosaudavel.com.br/incontinencia-urinaria/" rel="noopener" target="_blank">incontin&#xEA;ncia urin&#xE1;ria</a> em mulheres, os quais foram resolvidos com a descontinua&#xE7;&#xE3;o da medica&#xE7;&#xE3;o.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Pacientes com menos de 18 anos de idade

Divelol® não é recomendado a pacientes com menos de 18 anos de idade.

Pacientes idosos

Nenhum ajuste da dose inicial é exigido para pacientes idosos.

Pacientes com insuficiência renal

Na insuficiência renal moderada a grave, não há necessidade de alterar as recomendações de dosagem de carvedilol.

Pacientes com insuficiência hepática

Divelol® é contraindicado para pacientes com insuficiência hepática clinicamente manifesta.

Pacientes diabéticos

Divelol® pode aumentar a resistência à insulina e mascarar sintomas da hipoglicemia.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Divelol?

Você deve fazer tudo que for possível para tomar a medicação nos dias e horários que o seu médico orientou.

Se por algum motivo se esquecer de tomar o medicamento, espere e tome a dose seguinte da maneira habitual.

Se você tiver se esquecido de tomar alguma dose, nunca dobre a dose seguinte, pois isso poderá aumentar a chance de você ter um efeito adverso.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Divelol?

Cada comprimido de Divelol® 3,125 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">3,125 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Cada comprimido revestido de Divelol® 6,25 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:219px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:223px\"> <p style=\"text-align:center\">6,25 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:219px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:223px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: amarelo de tartrazina laca de alumínio, celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, dióxido de titânio, estearato de magnésio, hipromelose, lactose monoidratada.

Cada comprimido de Divelol® 12,5 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:224px\"> <p style=\"text-align:center\">12,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:224px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Cada comprimido de Divelol®&nbsp;25 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:217px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:225px\"> <p style=\"text-align:center\">25 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:217px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:225px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Divelol maior do que a recomendada?

Sintomas e sinais de superdose

Pode haver queda importante da pressão arterial, bradicardia (lentificação do ritmo cardíaco), insuficiência cardíaca (prejuízo da função do coração), choque cardiogênico (queda acentuada da pressão arterial de origem cardíaca) e parada cardíaca. Problemas respiratórios, broncoespasmo (contração dos brônquios), vômitos, alterações da consciência e convulsões generalizadas também podem ocorrer.

Tratamento da superdose

Monitorar os sinais e sintomas acima e garantir atendimento médico de acordo com prática utilizada para pacientes com superdose de betabloqueadores.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Divelol com outros remédios?

Interações com outros medicamentos

Há um número de importantesinteraçõesfarmacocinéticas e farmacodinâmicas com outras drogas.

  • <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/feocromocitoma-tratamento-diagnostico-causas-sintomas-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">Feocromocitoma</a> (tumor na gl&#xE2;ndula supra-renal): em pacientes com suspeita de feocromocitoma, devese iniciar um agente alfabloqueador antes do uso de qualquer betabloqueador. Apesar de Divelol<sup>&#xAE;</sup> exercer atividades alfa e betabloqueadora, n&#xE3;o existe experi&#xEA;ncia de uso nesses casos.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/b/angina-variante" target="_blank">Angina variante</a> de Prinzmetal: betabloqueadores n&#xE3;o seletivos podem provocar dor tor&#xE1;cica em pacientes com angina variante de Prinzmetal. N&#xE3;o h&#xE1; experi&#xEA;ncia cl&#xED;nica com carvedilol nesses pacientes.</li> <li>Doen&#xE7;a vascular perif&#xE9;rica e fen&#xF4;meno de Raynaud: os betabloqueadores podem precipitar ou agravar os sintomas de insufici&#xEA;ncia arterial.</li> <li>Bradicardia: Divelol<sup>&#xAE;</sup> pode provocar bradicardia (lentifica&#xE7;&#xE3;o do ritmo card&#xED;aco).</li>

Interações farmacocinéticas

Efeitos do carvedilol na farmacocinética de outras drogas

Carvedilol interfere na glicoproteína P, responsável pelo transporte de uma série de fármacos na parede intestinal e em outros órgãos. Por isso, a quantidade de alguns fármacos pode aumentar exageradamente ou a concentração do próprio carvedilol pode ser modificada quando são administrados em conjunto.

  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">Digoxina</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/ciclosporina/bula" target="_blank">ciclosporina</a>: carvedilol pode aumentar a concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica de digoxina e ciclosporina oral. Recomenda-se monitora&#xE7;&#xE3;o pr&#xF3;xima dos n&#xED;veis de digoxina e ciclosporina para ajuste adequado das doses.</li>
Efeitos de outras drogas na farmacocinética de carvedilol

Inibidores, bem como indutores de determinadas enzimas do fígado, podem modificar o metabolismo do carvedilol, levando a concentrações plasmáticas aumentadas ou diminuídas de R e S-carvedilol.

Alguns exemplos observados em pacientes ou em indivíduos saudáveis são apresentados a seguir:
  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/rifampicina/bula" target="_blank">Rifampicina</a>: houve diminui&#xE7;&#xE3;o do efeito do carvedilol na press&#xE3;o sist&#xF3;lica durante o uso concomitante de rifampicina.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">Cimetidina</a>: a probabilidade de intera&#xE7;&#xF5;es clinicamente significativas &#xE9; m&#xED;nima.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-amiodarona/bula" target="_blank">Amiodarona</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-fluoxetina/bula" target="_blank">fluoxetina</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-paroxetina/bula" target="_blank">paroxetina</a>: a elimina&#xE7;&#xE3;o de carvedilol pode ser inibida por uso concomitante de amiodarona e fluoxetina, por&#xE9;m, sem efeito cl&#xED;nico.</li>

Interações farmacodinâmicas

  • <li>Insulina ou hipoglicemiantes orais: Pode haver aumento do efeito hipoglicemiante de insulina e antidiab&#xE9;ticos orais. Sinais de hipoglicemia podem ser mascarados/atenuados (especialmente taquicardia). Deve-se monitorar a glicemia em pacientes recebendo insulina ou antibiab&#xE9;ticos orais juntamente com Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Agentes depletores de catecolaminas: sinais de hipotens&#xE3;o e/ou bradicardia grave em pacientes em uso de Divelol<sup>&#xAE;</sup> e f&#xE1;rmacos que possam depletar catecolaminas (por exemplo, reserpina e inibidores de monoamino oxidase).</li> <li>Digoxina: o uso combinado de Divelol<sup>&#xAE;</sup> e digoxina pode prolongar o tempo de condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular.</li> <li>Bloqueadores do canal de c&#xE1;lcio n&#xE3;o diidropiridina, amiodarona ou outros antiarr&#xED;tmicos: em combina&#xE7;&#xE3;o com carvedilol, podem aumentar o risco de dist&#xFA;rbios de condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular. Se o carvedilol for administrado por via oral com bloqueadores do canal de c&#xE1;lcio n&#xE3;o diidropiridina do tipo <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-verapamil/bula" target="_blank">verapamil</a> ou <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-diltiazem/bula" target="_blank">diltiazem</a>, amiodarona ou outros antiarr&#xED;tmicos, recomenda-se o monitoramento do ECG (<a href="https://minutosaudavel.com.br/eletrocardiograma-ecg-o-que-e-para-que-serve-e-como-e-feito-o-exame/" rel="noopener" target="_blank">eletrocardiograma</a>) e da press&#xE3;o sangu&#xED;nea.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-clonidina/bula" target="_blank">Clonidina</a>: a administra&#xE7;&#xE3;o de clonidina associada a Divelol<sup>&#xAE;</sup> pode potencializar os efeitos de redu&#xE7;&#xE3;o de press&#xE3;o sangu&#xED;nea e frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca.</li> <li>Anti-hipertensivos: carvedilol pode potencializar o efeito de outros f&#xE1;rmacos com a&#xE7;&#xE3;o anti-hipertensiva (por exemplo, antagonistas de receptor alfa-1) ou que tenham hipotens&#xE3;o como parte de seu perfil de efeitos adversos.</li> <li>Agentes <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/anestesicos/c" target="_blank">anest&#xE9;sicos</a>: monitorar cuidadosamente os sinais vitais durante anestesia.</li> <li>AINEs: o uso concomitante de <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/anti-inflamatorios/c" target="_blank">anti-inflamat&#xF3;rios</a> n&#xE3;o esteroides (AINEs) e bloqueadores beta-adren&#xE9;rgicos pode resultar em aumento de press&#xE3;o arterial e menor controle da press&#xE3;o arterial.</li> <li>Broncodilatadores beta-agonistas: Divelol<sup>&#xAE;</sup> age de forma contr&#xE1;ria aos medicamentos desta classe.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Divelol (Carvedilol)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia em hipertens&#xE3;o</h3> <p>Carvedilol reduz a press&#xE3;o arterial em pacientes hipertensos pela combina&#xE7;&#xE3;o do bloqueio beta &#xE0; vasodilata&#xE7;&#xE3;o mediada por bloqueio alfa. A redu&#xE7;&#xE3;o da press&#xE3;o n&#xE3;o se associa a aumento da resist&#xEA;ncia perif&#xE9;rica total, como &#xE9; observado com os agentes betabloqueadores puros.<sup>1</sup></p> <p>A frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca &#xE9; discretamente reduzida. O fluxo sangu&#xED;neo renal e a fun&#xE7;&#xE3;o renal se mant&#xEA;m preservados.&amp;nbsp;Carvedilol mant&#xE9;m o volume sist&#xF3;lico e reduz a resist&#xEA;ncia vascular perif&#xE9;rica total. O fluxo sangu&#xED;neo para diversos &#xF3;rg&#xE3;os e para os leitos vasculares &#xE9; preservado.<sup>1,2</sup></p> <h3>Efic&#xE1;cia na angina do peito</h3> <p>Em pacientes com doen&#xE7;a arterial coron&#xE1;ria, carvedilol demonstrou efeitos anti-isqu&#xEA;micos (melhora do tempo total de exerc&#xED;cio, tempo para depress&#xE3;o de 1 mm do segmento ST e in&#xED;cio de angina).<sup>3,4 </sup></p> <p>Carvedilol reduz significativamente a demanda de oxig&#xEA;nio pelo mioc&#xE1;rdio e a hiperatividade simp&#xE1;tica. Tamb&#xE9;m reduz a pr&#xE9;-carga (press&#xE3;o de art&#xE9;ria pulmonar e de capilar pulmonar) e a p&#xF3;s-carga.<sup>3</sup></p> <h3>Efic&#xE1;cia em insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</h3> <p>Carvedilol reduz significativamente a mortalidade por todas as causas e a necessidade de hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por motivo cardiovascular. Carvedilol promove aumento da fra&#xE7;&#xE3;o de eje&#xE7;&#xE3;o e melhora dos sintomas em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca de etiologia isqu&#xEA;mica e n&#xE3;o isqu&#xEA;mica.<sup>5-7</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Oestergren J, Storstein L, Karlberg BE, Tiblin G Quality of life in hypertensive patients treated either with Carvedilol&amp;nbsp;or <a href=\"https://consultaremedios.com.br/maleato-de-enalapril/bula\" target=\"_blank\">enalapril</a>. Blood Pressure 1996; 5: 41-49 (CDS Vs 1.0).<br> 2. Bertolotti G, Angelino E, Zotti E, DeCesaris R A multicenter, double-blind, randomized parallel study of quality of life and blood pressure control in hypertensive patients treated with Carvedilol or <a href=\"https://consultaremedios.com.br/atenolol/bula\" target=\"_blank\">atenolol</a> or enalapril. High Blood Press Cardiovasc Prev 1995; 4: 216-224 (CDS Vs 1.0).<br> 3. Hauf-Zachariou K, Blackwood RA, Gunawardena A, O&apos;Donnell JG, Garnham S, Pfarr E Carvedilol&amp;nbsp;versus verapamil in stable angina: a multicentre trial. Eur J Clin Pharmacol 1997; 52: 95-100 (CDS Vs 1.0).<br> 4. Van der Does R, Hauf-Zachariou U, Pfarr E, Holtbr&#xFC;gge W, K&#xF6;nig S, Griffiths M, Lahiri A Comparison of safety and efficacy of Carvedilol&amp;nbsp;and metoprolol in stable angina pectoris. Am J Cardiol 1999; 83, 643-649 (CDS Vs 1.0).<br> 5. Das Gupta P, Broadhurst P, Raftery EB, Lahiri A Value of Carvedilol&amp;nbsp;in congestive heart failure secondary to coronary artery disease. Am J Cardiol 1990; 66: 1118-1123 (CDS Vs 1.0).<br> 6. Wendt T, van der Does R, Schr&#xE4;der R, Landgraf H, Kober G Acute hemodynamic of the vasodilating and betablocking agent, Carvedilol, in comparison to <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-propranolol/bula\" target=\"_blank\">propranolol</a>. J Cardiovasc Pharmacol 1987; 10 (Suppl 11): 147-150 (CDS Vs 1.0).<br> 7. Packer M, Bristow MR, Cohn JN, Colucci WS, Fowler MB, Gilbert EM, Shusterman NH The effect of Carvedilol on morbidity and mortality in patients with chronic heart failure. N Engl J Med 1996; 334: 1349-1355 (CDS Vs 1.0).</br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <p>Carvedilol &#xE9; um antagonista neuro-hormonal de a&#xE7;&#xE3;o m&#xFA;ltipla, com propriedades betabloqueadoras n&#xE3;o seletivas, alfabloqueadora e <a href=\"https://consultaremedios.com.br/vitaminas-e-minerais/antioxidante/c\" target=\"_blank\">antioxidante</a>. Carvedilol reduz a resist&#xEA;ncia vascular perif&#xE9;rica por vasodilata&#xE7;&#xE3;o mediada pelo bloqueio alfa1 e suprime o sistema renina-angiotensina-aldosterona devido ao bloqueio beta; reten&#xE7;&#xE3;o h&#xED;drica &#xE9;, portanto, uma ocorr&#xEA;ncia rara. Carvedilol n&#xE3;o apresenta atividade simpatomim&#xE9;tica intr&#xED;nseca e, como o propranolol, apresenta propriedades estabilizadoras de membrana.</p> <p>Carvedilol &#xE9; uma mistura rac&#xEA;mica de 2 estereois&#xF4;meros. Em animais, ambos os enanti&#xF4;meros apresentam propriedades bloqueadoras de receptores alfa-adren&#xE9;rgicos. As propriedades bloqueadoras do receptor betaadren&#xE9;rgico n&#xE3;o s&#xE3;o seletivas para os receptores beta1 e beta2 e est&#xE3;o associadas ao enanti&#xF4;mero lev&#xF3;giro do carvedilol.</p> <p>Carvedilol &#xE9; um potente antioxidante e neutralizador de radicais de oxig&#xEA;nio, demonstrado por estudos em animais, <em>in vitro</em> e<em> in vivo</em>, e em v&#xE1;rios tipos de c&#xE9;lulas humanas,<em> in vitro</em>. Carvedilol exibe efeito antiproliferativo nas c&#xE9;lulas musculares lisas de vasos sangu&#xED;neos de humanos e efeitos protetores de &#xF3;rg&#xE3;os.</p> <p>Carvedilol n&#xE3;o exerce efeitos adversos no perfil lip&#xED;dico. A rela&#xE7;&#xE3;o HDL/LDL se mant&#xE9;m normal.</p> <h3>Farmacocin&#xE9;tica</h3> <h4>Absor&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral, carvedilol &#xE9; rapidamente absorvido. Carvedilol &#xE9; um substrato do transportador de efluxo intestinal P-glicoprote&#xED;na que desempenha um papel importante na biodisponibilidade de certas drogas. Em volunt&#xE1;rios saud&#xE1;veis, a concentra&#xE7;&#xE3;o s&#xE9;rica m&#xE1;xima &#xE9; alcan&#xE7;ada em aproximadamente 1 hora. A biodisponibilidade absoluta de carvedilol no homem &#xE9; de aproximadamente 25%. Alimentos n&#xE3;o alteram a extens&#xE3;o da biodisponibilidade, embora aumentem o tempo para atingir a concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE1;xima.</p> <h4>Distribui&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>Carvedilol &#xE9; altamente lipof&#xED;lico; aproximadamente 98 &#x2013; 99% do carvedilol se liga &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> plasm&#xE1;ticas; o volume de distribui&#xE7;&#xE3;o &#xE9; de aproximadamente 2 L/kg.</p> <h4>Metabolismo</h4> <p>No ser humano, carvedilol &#xE9; extensamente metabolizado no f&#xED;gado atrav&#xE9;s de oxida&#xE7;&#xE3;o e conjuga&#xE7;&#xE3;o, produzindo diversos metab&#xF3;litos que s&#xE3;o eliminados principalmente na bile.O efeito de primeira passagem ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral &#xE9; cerca de 60 &#x2013; 75%. A circula&#xE7;&#xE3;o &#xEA;ntero-hep&#xE1;tica da subst&#xE2;ncia original foi demonstrada em animais.</p> <p>Desmetila&#xE7;&#xE3;o e hidroxila&#xE7;&#xE3;o do anel fen&#xF3;lico produzem tr&#xEA;s metab&#xF3;litos com atividade betabloqueadora.</p> <p>Com base em estudos pr&#xE9;-cl&#xED;nicos, o metab&#xF3;lito 4&#x2019;-hidroxifenol &#xE9;, aproximadamente, 13 vezes mais potente do que o carvedilol para bloqueio beta. Comparados ao carvedilol, os tr&#xEA;s metab&#xF3;litos exibem atividade vasodilatadora fraca. No ser humano, as concentra&#xE7;&#xF5;es dos tr&#xEA;s metab&#xF3;litos ativos s&#xE3;o, aproximadamente, 10 vezes mais baixas do que as da subst&#xE2;ncia original. Dois metab&#xF3;litos do carvedilol s&#xE3;o antioxidantes extremamente potentes (30 a 80 vezes mais potentes que o carvedilol).</p> <p>O metabolismo oxidativo do carvedilol &#xE9; estero-seletivo. O R-enanti&#xF4;mero &#xE9; metabolizado predominantemente por CYP2D6 e CYP1A2, enquanto que o S-enanti&#xF4;mero &#xE9; metabolizado principalmente pelo CYP2C9 e, em menor extens&#xE3;o, pelo CYP2D6. Outras isoenzimas CYP450 envolvidas no metabolismo do carvedilol incluem CYP3A4, CYP2E1 e CYP2C19. A concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE1;xima de R-carvedilol &#xE9; aproximadamente duas vezes maior do que a de S-carvedilol.</p> <p>O R-enanti&#xF4;mero &#xE9; metabolizado predominantemente atrav&#xE9;s de hidroxila&#xE7;&#xE3;o.</p> <p>Em metabolizadores lentos de CYP2D6, pode ocorrer um aumento da concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica de carvedilol, principalmente o R-enanti&#xF4;mero, levando a um aumento da atividade alfabloqueadora.</p> <h4>Elimina&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia do carvedilol &#xE9; de aproximadamente 6 horas. A depura&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica &#xE9; de 500 &#x2013; 700 mL/min. A elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; primariamente biliar, sendo as fezes a principal via de excre&#xE7;&#xE3;o. Menor fra&#xE7;&#xE3;o &#xE9; eliminada pelos rins na forma de metab&#xF3;litos. &#xC9; improv&#xE1;vel que ocorra ac&#xFA;mulo do carvedilol durante o tratamento prolongado, se usado conforme recomendado.</p> <h4>Teratogenicidade</h4> <p>Estudos em animais mostraram que Carvedilol n&#xE3;o possui efeitos teratog&#xEA;nicos.</p> <h4>Farmacocin&#xE9;tica em popula&#xE7;&#xF5;es especiais</h4> <h5>Pacientes com insufici&#xEA;ncia renal</h5> <p>O fluxo sangu&#xED;neo e a filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular mant&#xEA;m-se preservados durante a terapia cr&#xF4;nica com carvedilol.</p> <p>Em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal e hipertens&#xE3;o, a &#xE1;rea sob a curva da concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica <em>versus</em> tempo, a meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o e a concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE1;xima n&#xE3;o se alteram significativamente. A excre&#xE7;&#xE3;o renal do f&#xE1;rmaco inalterado diminui em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal, embora n&#xE3;o ocorram modifica&#xE7;&#xF5;es significativas nos par&#xE2;metros farmacocin&#xE9;ticos. Diversos estudos abertos mostraram que carvedilol &#xE9; um agente efetivo em pacientes com hipertens&#xE3;o renal. O mesmo foi verificado em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal cr&#xF4;nica, naqueles sob <a href=\"https://consultaremedios.com.br/produtos-hospitalares/hemodialise/c\" target=\"_blank\">hemodi&#xE1;lise</a> ou ap&#xF3;s transplante renal. Carvedilol leva a uma redu&#xE7;&#xE3;o gradual da press&#xE3;o sangu&#xED;nea nos dias com ou sem di&#xE1;lise e os efeitos na diminui&#xE7;&#xE3;o da press&#xE3;o sangu&#xED;nea s&#xE3;o compar&#xE1;veis aos obtidos em pacientes com fun&#xE7;&#xE3;o renal normal. Carvedilol n&#xE3;o &#xE9; eliminado durante di&#xE1;lise, pois n&#xE3;o atravessa a membrana de di&#xE1;lise, provavelmente devido &#xE0; sua elevada liga&#xE7;&#xE3;o &#xE0;s prote&#xED;nas do plasma. Com base nos resultados obtidos em ensaios comparativos de pacientes em hemodi&#xE1;lise, pode-se concluir que carvedilol &#xE9; mais efetivo que bloqueadores de canal de c&#xE1;lcio e melhor tolerado.</p> <h5>Pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica</h5> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/cirrose-hepatica\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/cirrose/c\" target=\"_blank\">cirrose</a> hep&#xE1;tica, a biodisponibilidade pode aumentar em at&#xE9; 80% por redu&#xE7;&#xE3;o do efeito de primeira passagem. Portanto, &#xE9; contraindicado em pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica clinicamente manifestada.</p> <h5>Pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</h5> <p>Em um estudo incluindo 24 pacientes japoneses com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca, o <em>clearance </em>de R- e S-carvedilol foi significativamente menor do que o previamente estimado em volunt&#xE1;rios saud&#xE1;veis. Esses resultados sugerem que a farmacocin&#xE9;tica de R- e S-carvedilol &#xE9; significativamente alterada pela insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca.</p> <h5>Pacientes diab&#xE9;ticos</h5> <p>Em pacientes hipertensos e portadores de diabetes tipo 2, n&#xE3;o se observou influ&#xEA;ncia do carvedilol na glicemia de jejum ou p&#xF3;s-prandial, nos n&#xED;veis de hemoglobina glicosilada ou necessidade de se alterar a dose dos agentes antidiab&#xE9;ticos. Nos pacientes com resist&#xEA;ncia &#xE0; insulina, o carvedilol melhorou a sensibilidade &#xE0; insulina.</p> <h5>Pacientes idosos/pedi&#xE1;tricos</h5> <p>A farmacocin&#xE9;tica do carvedilol em pacientes hipertensos n&#xE3;o &#xE9; afetada pela idade. Um estudo em pacientes idosos hipertensos demonstrou que n&#xE3;o h&#xE1; diferen&#xE7;a no perfil dos efeitos adversos, comparado com pacientes mais jovens. Outro estudo que incluiu pacientes idosos com doen&#xE7;a arterial coron&#xE1;ria demonstrou n&#xE3;o haver diferen&#xE7;a nos efeitos adversos relatados versus os relatados por pacientes mais jovens.</p> <p>Os dados farmacocin&#xE9;ticos dispon&#xED;veis em pacientes com menos de 18 anos de idade s&#xE3;o limitados.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Divelol?

Você deve conservar Divelol® em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC), protegido da luz e da umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aspecto físico e características organolépticas

Divelol® 3,125 mg

Comprimido branco a quase branco, circular, biconvexo, gravado com “T” em uma das faces, sulcado e dupla gravação “T” na outra face.

Divelol® 6,25 mg

Comprimido revestido amarelo, circular, biconvexo, gravado “S” em uma das faces, sulcado e dupla gravação “S” na outra face.

Divelol® 12,5 mg

Comprimido branco a quase branco, circular, biconvexo, gravação “D” em uma das faces, duplo sulco e dupla gravação “D” na outra face.

Divelol® 25 mg

Apresentações do Divelol

Divelol® 3,125 mg

Com 28 e 60 comprimidos.

Divelol® 6,25 mg

Com 14, 30 e 60 comprimidos revestidos.

Divelol® 12,5 mg

Com 30 e 60 comprimidos.

Divelol® 25,0 mg

Com 14, 30 e 60 comprimidos.

Via oral.

Uso adulto.

3,125mg, caixa com 60 comprimidos

Princípio ativo
:
Carvedilol
Classe Terapêutica
:
Betabloqueadores Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Sistema Cardiovascular (Circulação)
Especialidade
:
Cardiologia

Bula do medicamento

Mensagens de Alerta

Leia cuidadosamente as informações abaixo. Se tiver dúvidas, informe ao seu médico.

Divelol, para o que é indicado e para o que serve?

Divelol® é um medicamento usado para tratar insuficiência cardíaca congestiva (insuficiência do coração), angina do peito (dor no peito de origem cardíaca) e hipertensão arterial (pressão alta).

Quais as contraindicações do Divelol?

Você não pode usar Divelol® se apresentar alergia ao carvedilol ou a qualquer componente da formulação, ou se possuir uma das doenças a seguir:

Insuficiência cardíaca descompensada/instável necessitando medicamento intravenoso para aumentar a força do coração, insuficiência do fígado; arritmias cardíacas&nbsp;(irregularidades do ritmo cardíaco); asma brônquica ou doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) associada a broncoespasmo (contração dos brônquios); bloqueio atrioventricular (bloqueio dos impulsos nervosos no coração) de 2º ou 3º grau (a menos que tenha um marca-passo permanente); ritmo cardíaco abaixo de 50 batimentos por minuto; síndrome do nó sinusal (incluindo bloqueio sinoatrial); choque cardiogênico (queda acentuada da pressão por problema cardíaco); pressão arterial muito baixa (pressão arterial sistólica < 85 mmHg).

Como usar o Divelol?

Divelol® deve ser administrado por via oral.

Duração do tratamento

O tratamento com Divelol® é normalmente longo. Você não deve parar o tratamento de repente, mas reduzir a dose aos poucos, a cada semana, principalmente se você tiver doença arterial coronária (dos vasos do coração) concomitante.

Hipertensão essencial (sem causa conhecida)

Adultos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia, durante os dois primeiros dias. A seguir, a dose recomendada é 25 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg, em dose única diária, ou dividida em duas doses.

Idosos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg em dose única diária ou dividida em duas doses.

Angina do peito

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, duas vezes ao dia, durante os dois primeiros dias.

A seguir, a dose recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia. Se necessário, poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose máxima diária recomendada de 100 mg administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia). A dose diária máxima recomendada para idosos é 50 mg, administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia).

Insuficiência cardíaca congestiva (ICC)

A dose deve ser individualizada e cuidadosamente monitorada durante a fase de ajuste da dose. Se você usa digitálicos, diuréticos e inibidores da ECA, o seu médico deverá ajustar a dose destes medicamentos antes de iniciar o tratamento com Divelol®. A dose inicial recomendada é 3,125 mg, duas vezes ao dia, por duas semanas. Se esta dose for bem tolerada, poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas, para 6,25 mg, duas vezes ao dia, 12,5 mg, duas vezes ao&nbsp;dia e 25 mg, duas vezes ao dia. A dose deverá ser aumentada de acordo com orientação de seu médico até o nível máximo tolerado.

A dose máxima recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia para todos os pacientes com ICC leve, moderada ou grave, com peso inferior a 85 kg. Em pacientes com ICC leve ou moderada com peso superior a 85 kg, a dose máxima recomendada é 50 mg, duas vezes ao dia. Antes de cada aumento de dose, deve-se avaliar sintomas de vasodilatação ou piora da insuficiência cardíaca. A piora transitória da insuficiência cardíaca ou a retenção de líquidos devem ser tratadas com aumento da dose do diurético. Ocasionalmente, pode ser necessário reduzir a dose ou descontinuar temporariamente o tratamento com Divelol®. A dose de Divelol® não deverá ser aumentada até que os sintomas de piora da insuficiência cardíaca ou de vasodilatação estejam estabilizados. Se carvedilol for descontinuado por mais de duas semanas, a terapia deverá ser reiniciada com 3,125 mg duas vezes ao dia e a titulação realizada conforme as recomendações do modo de uso do medicamento.

Divelol® não necessariamente deve ser ingerido junto a alimentos; entretanto, em pacientes com insuficiência cardíaca, deverá ser administrado com alimentos para reduzir a velocidade de absorção e diminuir a incidência de efeitos ortostáticos (queda de pressão quando se fica em pé ou sentado).

Pacientes com insuficiência renal

Não são necessárias alterações nas doses recomendadas de carvedilol em pacientes com insuficiência renal moderada a grave.

Pacientes com menos de 18 anos de idade

A segurança e eficácia do carvedilol em crianças e adolescentes abaixo de 18 anos ainda não foram estabelecidas.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Como o Divelol funciona?

Divelol® promove a dilatação dos vasos sanguíneos, através do bloqueio do sistema chamado reninaangiotensina-aldosterona. Assim, ocorre diminuição da pressão arterial. Em voluntários sadios, a concentração sérica máxima é alcançada em, aproximadamente, uma hora.

Quais cuidados devo ter ao usar o Divelol?

Geral

  • <li>Insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca cr&#xF4;nica: pode ocorrer piora cl&#xED;nica ou reten&#xE7;&#xE3;o de l&#xED;quido durante o aumento da dose de carvedilol. Caso isso ocorra, o m&#xE9;dico dever&#xE1; aumentar a dose do diur&#xE9;tico, mantendo a dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup> at&#xE9; atingir novamente a estabilidade cl&#xED;nica. Pode ser necess&#xE1;rio reduzir a dose do carvedilol ou, em casos raros, descontinu&#xE1;-lo temporariamente, o que n&#xE3;o impede o sucesso do aumento gradual da dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup>. O carvedilol deve ser usado com cautela quando associado a digit&#xE1;licos, pois ambos os f&#xE1;rmacos lentificam a condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular (condu&#xE7;&#xE3;o do est&#xED;mulo card&#xED;aco).</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c" target="_blank">Diabetes</a> <em>mellitus</em>: o uso de carvedilol em diab&#xE9;ticos pode estar relacionado &#xE0; piora do controle glic&#xEA;mico ou pode mascarar/reduzir sinais e sintomas de <a href="https://minutosaudavel.com.br/hipoglicemia/" rel="noopener" target="_blank">hipoglicemia</a> (baixo a&#xE7;&#xFA;car no sangue). Portanto, se voc&#xEA; tiver diabetes, seu n&#xED;vel de a&#xE7;&#xFA;car no sangue deve ser monitorado regularmente no in&#xED;cio ou ajuste do tratamento com Divelol<sup>&#xAE;</sup>. A dose do medicamento usado para diabetes tamb&#xE9;m deve ser ajustada.</li> <li>Fun&#xE7;&#xE3;o dos rins na insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva: foi observada piora revers&#xED;vel da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva e press&#xE3;o arterial baixa (press&#xE3;o arterial sist&#xF3;lica &lt; 100 mmHg), cardiopatia isqu&#xEA;mica (diminui&#xE7;&#xE3;o do fornecimento de sangue para o mioc&#xE1;rdio), doen&#xE7;a vascular difusa e/ou insufici&#xEA;ncia dos rins durante o tratamento com Divelol<sup>&#xAE;</sup>. A fun&#xE7;&#xE3;o de seus rins deve ser monitorada pelo seu m&#xE9;dico durante o aumento da dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Doen&#xE7;a pulmonar obstrutiva cr&#xF4;nica: se voc&#xEA; possui doen&#xE7;a pulmonar obstrutiva cr&#xF4;nica (DPOC) com componente broncoesp&#xE1;stico (contra&#xE7;&#xE3;o dos br&#xF4;nquios) e n&#xE3;o est&#xE1; usando medica&#xE7;&#xE3;o oral ou inalat&#xF3;ria, seu m&#xE9;dico dever&#xE1; ter cautela ao receitar Divelol<sup>&#xAE;</sup>. Avise seu m&#xE9;dico se possui algum problema pulmonar.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-dos-olhos/lentes-de-contato/c" target="_blank">Lentes de contato</a>: pode ocorrer redu&#xE7;&#xE3;o do lacrimejamento com o uso de Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento: Divelol<sup>&#xAE;</sup> n&#xE3;o deve ser descontinuado abruptamente, principalmente se voc&#xEA; possui cardiopatia isqu&#xEA;mica (diminui&#xE7;&#xE3;o do fornecimento de sangue para o mioc&#xE1;rdio). A retirada de carvedilol nestes casos deve ser gradual (ao longo de 2 semanas).</li> <li>Tireotoxicose: Divelol<sup>&#xAE;</sup>, como outros betabloqueadores, pode mascarar sintomas de tireotoxicose (excesso de horm&#xF4;nios produzidos pela gl&#xE2;ndula <a href="https://consultaremedios.com.br/tireoide/c" target="_blank">tireoide</a>).</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade: em caso de alergia ou terapia de dessensibiliza&#xE7;&#xE3;o (contra alergia), avise ao seu m&#xE9;dico, pois carvedilol pode aumentar a sensibilidade e a gravidade das rea&#xE7;&#xF5;es aos al&#xE9;rgenos.</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves: Divelol<sup>&#xAE;</sup> deve ser permanentemente descontinuado em pacientes que apresentarem rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves possivelmente relacionadas com o carvedilol.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/psoriase/c" target="_blank">Psor&#xED;ase</a>: se voc&#xEA; tem hist&#xF3;ria de psor&#xED;ase (doen&#xE7;a de pele que ocorre geralmente perto das articula&#xE7;&#xF5;es), voc&#xEA; s&#xF3; dever&#xE1; tomar este medicamento ap&#xF3;s seu m&#xE9;dico considerar o risco-benef&#xED;cio.</li>

Gravidez e amamentação

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Se você ficar grávida durante ou logo após o tratamento com Divelol®, informe imediatamente seu médico. Estudos em animais demonstraram toxicidade reprodutiva. Não há experiência clínica adequada com carvedilol em grávidas. Betabloqueadores reduzem a irrigação sanguínea da placenta, podendo causar morte do feto intra-útero e parto prematuro. Efeitos adversos como hipoglicemia e bradicardia podem ocorrer, bem como complicações cardíacas e pulmonares no feto e no recém-nascido.

Divelol® não deve ser usado durante a gravidez a menos que os benefícios potenciais justifiquem o risco potencial. Não existem evidências a partir de estudos em animais de laboratório de que carvedilol apresente efeitos teratogênicos.

Embora não seja conhecido se carvedilol é excretado no leite humano, a maioria dos betabloqueadores passa para o leite materno. Portanto, a amamentação não é recomendada após a administração de carvedilol.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículo e operar máquinas

Sua capacidade para dirigir veículo ou operar máquinas pode estar comprometida devido a tonturas e cansaço, principalmente no início do tratamento e após aumento de doses, modificação de terapias ou em combinação com álcool.

Este medicamento contém lactose.

Este medicamento pode causar doping.

O produto Divelol® 6,25 mg contém o corante amarelo de tartrazina&nbsp;que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Divelol?

As reações adversas ao medicamento estão listadas de acordo com as classes dos sistemas orgânicos definidos pelo MedDRA e CIOMS (“Council for International Organizations of Medical Sciences”).

As categorias de frequências são:

  • <li>Muito comum: &#x2265;1/10.</li> <li>Comum: &#x2265;1/100 e &lt;1/10.</li> <li>Incomum: &#x2265;1/1.000 e &lt;1/100.</li> <li>Rara: &#x2265;1/10.000 e &lt;1/1.000.</li> <li>Muito rara: &lt;1/10.000.</li>

Os efeitos indesejáveis descritos abaixo foram reportados com o uso de carvedilol em estudos clínicos pivotais:

  • <li>Dist&#xFA;rbios do sistema linf&#xE1;tico e do sangue: comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c" target="_blank">anemia</a>; rara: <a href="https://minutosaudavel.com.br/trombocitopenia/" rel="noopener" target="_blank">trombocitopenia</a>; muito rara: leucopenia.</li> <li>Dist&#xFA;rbios card&#xED;acos: muito comum: insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca; comum: bradicardia, hipervolemia, sobrecarga h&#xED;drica; incomum: bloqueio atrioventricular, angina <em>pectoris</em>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios nos olhos: comum: altera&#xE7;&#xF5;es visuais, redu&#xE7;&#xE3;o do lacrimejamento (secura do olho), irrita&#xE7;&#xE3;o ocular.</li> <li>Dist&#xFA;rbios gastrintestinais: comum: n&#xE1;usea, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c" target="_blank">diarreia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/nauseas/c" target="_blank">v&#xF4;mito</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/dispepsia-indigestao-o-que-e-sintomas-remedios-e-tipos/" rel="noopener" target="_blank">dispepsia</a>, dor abdominal; incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/" rel="noopener" target="_blank">constipa&#xE7;&#xE3;o</a>; rara: secura da boca.</li> <li>Dist&#xFA;rbios gerais e das condi&#xE7;&#xF5;es do local de administra&#xE7;&#xE3;o: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-fadiga-muscular-cronica-adrenal-etc-e-como-tratar/" rel="noopener" target="_blank">fadiga</a>; comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-tipos-cerebral-pulmonar-etc-e-tratamento/" rel="noopener" target="_blank">edema</a>, dor.</li> <li>Dist&#xFA;rbios hepatobiliares: muito rara: aumento da alanina aminotransferase (ALT), aspartato aminotransferase (AST) e gama-glutamiltransferase (<a href="https://minutosaudavel.com.br/exame-gama-gt-ggt-o-que-e-alto-baixo-e-para-que-serve/" rel="noopener" target="_blank">GGT</a>).</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sistema imune: muito rara: hipersensibilidade (rea&#xE7;&#xF5;es al&#xE9;rgicas).</li> <li>Infec&#xE7;&#xF5;es e infesta&#xE7;&#xF5;es: comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/pneumonia/c" target="_blank">pneumonia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/bronquite/c" target="_blank">bronquite</a>, infec&#xE7;&#xE3;o do trato respirat&#xF3;rio superior e do trato urin&#xE1;rio.</li> <li>Dist&#xFA;rbios do metabolismo e nutricionais: comum: ganho de peso, hipercolesterolemia, pior controle da glicemia (hiper/hipoglicemia) em pacientes com diabetes preexistente.</li> <li>Dist&#xFA;rbios musculoesquel&#xE9;ticos e do tecido conjuntivo: comum: dor em extremidades.</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sistema nervoso: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/tontura-o-que-pode-ser/" rel="noopener" target="_blank">tontura</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/dor-de-cabeca-e-enxaqueca/c" target="_blank">cefaleia</a>; comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/desmaio/" rel="noopener" target="_blank">s&#xED;ncope</a>, pr&#xE9;-s&#xED;ncope; incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/parestesia/" rel="noopener" target="_blank">parestesia</a>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios psiqui&#xE1;tricos: comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a>, humor deprimido; incomum: dist&#xFA;rbios do sono.</li> <li>Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios: comum: insufici&#xEA;ncia renal e anormalidades na fun&#xE7;&#xE3;o renal em pacientes com doen&#xE7;a vascular difusa e/ou insufici&#xEA;ncia renal subjacente; rara: dist&#xFA;rbios miccionais.</li> <li>Dist&#xFA;rbios da mama e sistema reprodutor: incomum: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/disfuncao-eretil/c" target="_blank">disfun&#xE7;&#xE3;o er&#xE9;til</a>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios respirat&#xF3;rios, tor&#xE1;cicos e do mediastino: comum: dispneia, <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-pulmonar-causas-sintomas-tratamento-tem-cura/" rel="noopener" target="_blank">edema pulmonar</a>, asma em pacientes predispostos; rara: congest&#xE3;o nasal.</li> <li>Dist&#xFA;rbios de pele e tecidos subcut&#xE2;neos: incomum: rea&#xE7;&#xF5;es na pele (por exemplo: exantema al&#xE9;rgico, <a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/dermatites/c" target="_blank">dermatite</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a>, prurido, les&#xF5;es psori&#xE1;sicas e do tipo l&#xED;quen plano).</li> <li>Dist&#xFA;rbios vasculares: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">hipotens&#xE3;o</a>; comum: hipotens&#xE3;o ortost&#xE1;stica, dist&#xFA;rbios da circula&#xE7;&#xE3;o perif&#xE9;rica (extremidades frias, doen&#xE7;a vascular perif&#xE9;rica, exacerba&#xE7;&#xE3;o de claudica&#xE7;&#xE3;o intermitente e fen&#xF4;meno de Raynaud), hipertens&#xE3;o.</li>

Descrição das reações adversas selecionadas

A frequência de reações adversas não é dependente da dose, com exceção de tonturas, alterações visuais e bradicardia. Tontura, síncope, cefaleia e astenia são, normalmente, leves e ocorrem, geralmente, no início do tratamento.

Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva pode ocorrer piora clínica ou retenção hídrica durante a titulação do carvedilol.

Deterioração reversível da função renal foi observada durante tratamento com carvedilol em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva e baixa pressão arterial, cardiopatia isquêmica, doença vascular difusa e/ou insuficiência renal subjacente.

Experiência pós-comercialização

Os eventos adversos abaixo foram identificados no uso de carvedilol pós-comercialização. Por serem reportados por uma população de tamanho indefinido, nem sempre é possível estimar sua frequência e/ou estabelecer relação causal com a exposição à droga.

  • <li>Dist&#xFA;rbios de metabolismo e nutricionais: devido &#xE0; a&#xE7;&#xE3;o betabloqueadora, &#xE9; poss&#xED;vel que diabetes <em>mellitus </em>latente se manifeste, diabetes preexistente se agrave e que a contra-regula&#xE7;&#xE3;o da <a href="https://consultaremedios.com.br/glicose/bula" target="_blank">glicose</a> seja inibida.</li> <li>Dist&#xFA;rbios de pele e tecidos subcut&#xE2;neos: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/queda-de-cabelo-e-calvicie/c" target="_blank">queda de cabelo</a>. Rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves, como necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica e s&#xED;ndrome de Stevens-Johnson.</li> <li>Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios: foram reportados casos isolados de <a href="https://minutosaudavel.com.br/incontinencia-urinaria/" rel="noopener" target="_blank">incontin&#xEA;ncia urin&#xE1;ria</a> em mulheres, os quais foram resolvidos com a descontinua&#xE7;&#xE3;o da medica&#xE7;&#xE3;o.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Pacientes com menos de 18 anos de idade

Divelol® não é recomendado a pacientes com menos de 18 anos de idade.

Pacientes idosos

Nenhum ajuste da dose inicial é exigido para pacientes idosos.

Pacientes com insuficiência renal

Na insuficiência renal moderada a grave, não há necessidade de alterar as recomendações de dosagem de carvedilol.

Pacientes com insuficiência hepática

Divelol® é contraindicado para pacientes com insuficiência hepática clinicamente manifesta.

Pacientes diabéticos

Divelol® pode aumentar a resistência à insulina e mascarar sintomas da hipoglicemia.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Divelol?

Você deve fazer tudo que for possível para tomar a medicação nos dias e horários que o seu médico orientou.

Se por algum motivo se esquecer de tomar o medicamento, espere e tome a dose seguinte da maneira habitual.

Se você tiver se esquecido de tomar alguma dose, nunca dobre a dose seguinte, pois isso poderá aumentar a chance de você ter um efeito adverso.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Divelol?

Cada comprimido de Divelol® 3,125 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">3,125 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Cada comprimido revestido de Divelol® 6,25 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:219px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:223px\"> <p style=\"text-align:center\">6,25 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:219px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:223px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: amarelo de tartrazina laca de alumínio, celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, dióxido de titânio, estearato de magnésio, hipromelose, lactose monoidratada.

Cada comprimido de Divelol® 12,5 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:224px\"> <p style=\"text-align:center\">12,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:224px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Cada comprimido de Divelol®&nbsp;25 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:217px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:225px\"> <p style=\"text-align:center\">25 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:217px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:225px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Divelol maior do que a recomendada?

Sintomas e sinais de superdose

Pode haver queda importante da pressão arterial, bradicardia (lentificação do ritmo cardíaco), insuficiência cardíaca (prejuízo da função do coração), choque cardiogênico (queda acentuada da pressão arterial de origem cardíaca) e parada cardíaca. Problemas respiratórios, broncoespasmo (contração dos brônquios), vômitos, alterações da consciência e convulsões generalizadas também podem ocorrer.

Tratamento da superdose

Monitorar os sinais e sintomas acima e garantir atendimento médico de acordo com prática utilizada para pacientes com superdose de betabloqueadores.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Divelol com outros remédios?

Interações com outros medicamentos

Há um número de importantesinteraçõesfarmacocinéticas e farmacodinâmicas com outras drogas.

  • <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/feocromocitoma-tratamento-diagnostico-causas-sintomas-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">Feocromocitoma</a> (tumor na gl&#xE2;ndula supra-renal): em pacientes com suspeita de feocromocitoma, devese iniciar um agente alfabloqueador antes do uso de qualquer betabloqueador. Apesar de Divelol<sup>&#xAE;</sup> exercer atividades alfa e betabloqueadora, n&#xE3;o existe experi&#xEA;ncia de uso nesses casos.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/b/angina-variante" target="_blank">Angina variante</a> de Prinzmetal: betabloqueadores n&#xE3;o seletivos podem provocar dor tor&#xE1;cica em pacientes com angina variante de Prinzmetal. N&#xE3;o h&#xE1; experi&#xEA;ncia cl&#xED;nica com carvedilol nesses pacientes.</li> <li>Doen&#xE7;a vascular perif&#xE9;rica e fen&#xF4;meno de Raynaud: os betabloqueadores podem precipitar ou agravar os sintomas de insufici&#xEA;ncia arterial.</li> <li>Bradicardia: Divelol<sup>&#xAE;</sup> pode provocar bradicardia (lentifica&#xE7;&#xE3;o do ritmo card&#xED;aco).</li>

Interações farmacocinéticas

Efeitos do carvedilol na farmacocinética de outras drogas

Carvedilol interfere na glicoproteína P, responsável pelo transporte de uma série de fármacos na parede intestinal e em outros órgãos. Por isso, a quantidade de alguns fármacos pode aumentar exageradamente ou a concentração do próprio carvedilol pode ser modificada quando são administrados em conjunto.

  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">Digoxina</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/ciclosporina/bula" target="_blank">ciclosporina</a>: carvedilol pode aumentar a concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica de digoxina e ciclosporina oral. Recomenda-se monitora&#xE7;&#xE3;o pr&#xF3;xima dos n&#xED;veis de digoxina e ciclosporina para ajuste adequado das doses.</li>
Efeitos de outras drogas na farmacocinética de carvedilol

Inibidores, bem como indutores de determinadas enzimas do fígado, podem modificar o metabolismo do carvedilol, levando a concentrações plasmáticas aumentadas ou diminuídas de R e S-carvedilol.

Alguns exemplos observados em pacientes ou em indivíduos saudáveis são apresentados a seguir:
  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/rifampicina/bula" target="_blank">Rifampicina</a>: houve diminui&#xE7;&#xE3;o do efeito do carvedilol na press&#xE3;o sist&#xF3;lica durante o uso concomitante de rifampicina.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">Cimetidina</a>: a probabilidade de intera&#xE7;&#xF5;es clinicamente significativas &#xE9; m&#xED;nima.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-amiodarona/bula" target="_blank">Amiodarona</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-fluoxetina/bula" target="_blank">fluoxetina</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-paroxetina/bula" target="_blank">paroxetina</a>: a elimina&#xE7;&#xE3;o de carvedilol pode ser inibida por uso concomitante de amiodarona e fluoxetina, por&#xE9;m, sem efeito cl&#xED;nico.</li>

Interações farmacodinâmicas

  • <li>Insulina ou hipoglicemiantes orais: Pode haver aumento do efeito hipoglicemiante de insulina e antidiab&#xE9;ticos orais. Sinais de hipoglicemia podem ser mascarados/atenuados (especialmente taquicardia). Deve-se monitorar a glicemia em pacientes recebendo insulina ou antibiab&#xE9;ticos orais juntamente com Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Agentes depletores de catecolaminas: sinais de hipotens&#xE3;o e/ou bradicardia grave em pacientes em uso de Divelol<sup>&#xAE;</sup> e f&#xE1;rmacos que possam depletar catecolaminas (por exemplo, reserpina e inibidores de monoamino oxidase).</li> <li>Digoxina: o uso combinado de Divelol<sup>&#xAE;</sup> e digoxina pode prolongar o tempo de condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular.</li> <li>Bloqueadores do canal de c&#xE1;lcio n&#xE3;o diidropiridina, amiodarona ou outros antiarr&#xED;tmicos: em combina&#xE7;&#xE3;o com carvedilol, podem aumentar o risco de dist&#xFA;rbios de condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular. Se o carvedilol for administrado por via oral com bloqueadores do canal de c&#xE1;lcio n&#xE3;o diidropiridina do tipo <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-verapamil/bula" target="_blank">verapamil</a> ou <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-diltiazem/bula" target="_blank">diltiazem</a>, amiodarona ou outros antiarr&#xED;tmicos, recomenda-se o monitoramento do ECG (<a href="https://minutosaudavel.com.br/eletrocardiograma-ecg-o-que-e-para-que-serve-e-como-e-feito-o-exame/" rel="noopener" target="_blank">eletrocardiograma</a>) e da press&#xE3;o sangu&#xED;nea.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-clonidina/bula" target="_blank">Clonidina</a>: a administra&#xE7;&#xE3;o de clonidina associada a Divelol<sup>&#xAE;</sup> pode potencializar os efeitos de redu&#xE7;&#xE3;o de press&#xE3;o sangu&#xED;nea e frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca.</li> <li>Anti-hipertensivos: carvedilol pode potencializar o efeito de outros f&#xE1;rmacos com a&#xE7;&#xE3;o anti-hipertensiva (por exemplo, antagonistas de receptor alfa-1) ou que tenham hipotens&#xE3;o como parte de seu perfil de efeitos adversos.</li> <li>Agentes <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/anestesicos/c" target="_blank">anest&#xE9;sicos</a>: monitorar cuidadosamente os sinais vitais durante anestesia.</li> <li>AINEs: o uso concomitante de <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/anti-inflamatorios/c" target="_blank">anti-inflamat&#xF3;rios</a> n&#xE3;o esteroides (AINEs) e bloqueadores beta-adren&#xE9;rgicos pode resultar em aumento de press&#xE3;o arterial e menor controle da press&#xE3;o arterial.</li> <li>Broncodilatadores beta-agonistas: Divelol<sup>&#xAE;</sup> age de forma contr&#xE1;ria aos medicamentos desta classe.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Divelol (Carvedilol)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia em hipertens&#xE3;o</h3> <p>Carvedilol reduz a press&#xE3;o arterial em pacientes hipertensos pela combina&#xE7;&#xE3;o do bloqueio beta &#xE0; vasodilata&#xE7;&#xE3;o mediada por bloqueio alfa. A redu&#xE7;&#xE3;o da press&#xE3;o n&#xE3;o se associa a aumento da resist&#xEA;ncia perif&#xE9;rica total, como &#xE9; observado com os agentes betabloqueadores puros.<sup>1</sup></p> <p>A frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca &#xE9; discretamente reduzida. O fluxo sangu&#xED;neo renal e a fun&#xE7;&#xE3;o renal se mant&#xEA;m preservados.&amp;nbsp;Carvedilol mant&#xE9;m o volume sist&#xF3;lico e reduz a resist&#xEA;ncia vascular perif&#xE9;rica total. O fluxo sangu&#xED;neo para diversos &#xF3;rg&#xE3;os e para os leitos vasculares &#xE9; preservado.<sup>1,2</sup></p> <h3>Efic&#xE1;cia na angina do peito</h3> <p>Em pacientes com doen&#xE7;a arterial coron&#xE1;ria, carvedilol demonstrou efeitos anti-isqu&#xEA;micos (melhora do tempo total de exerc&#xED;cio, tempo para depress&#xE3;o de 1 mm do segmento ST e in&#xED;cio de angina).<sup>3,4 </sup></p> <p>Carvedilol reduz significativamente a demanda de oxig&#xEA;nio pelo mioc&#xE1;rdio e a hiperatividade simp&#xE1;tica. Tamb&#xE9;m reduz a pr&#xE9;-carga (press&#xE3;o de art&#xE9;ria pulmonar e de capilar pulmonar) e a p&#xF3;s-carga.<sup>3</sup></p> <h3>Efic&#xE1;cia em insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</h3> <p>Carvedilol reduz significativamente a mortalidade por todas as causas e a necessidade de hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por motivo cardiovascular. Carvedilol promove aumento da fra&#xE7;&#xE3;o de eje&#xE7;&#xE3;o e melhora dos sintomas em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca de etiologia isqu&#xEA;mica e n&#xE3;o isqu&#xEA;mica.<sup>5-7</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Oestergren J, Storstein L, Karlberg BE, Tiblin G Quality of life in hypertensive patients treated either with Carvedilol&amp;nbsp;or <a href=\"https://consultaremedios.com.br/maleato-de-enalapril/bula\" target=\"_blank\">enalapril</a>. Blood Pressure 1996; 5: 41-49 (CDS Vs 1.0).<br> 2. Bertolotti G, Angelino E, Zotti E, DeCesaris R A multicenter, double-blind, randomized parallel study of quality of life and blood pressure control in hypertensive patients treated with Carvedilol or <a href=\"https://consultaremedios.com.br/atenolol/bula\" target=\"_blank\">atenolol</a> or enalapril. High Blood Press Cardiovasc Prev 1995; 4: 216-224 (CDS Vs 1.0).<br> 3. Hauf-Zachariou K, Blackwood RA, Gunawardena A, O&apos;Donnell JG, Garnham S, Pfarr E Carvedilol&amp;nbsp;versus verapamil in stable angina: a multicentre trial. Eur J Clin Pharmacol 1997; 52: 95-100 (CDS Vs 1.0).<br> 4. Van der Does R, Hauf-Zachariou U, Pfarr E, Holtbr&#xFC;gge W, K&#xF6;nig S, Griffiths M, Lahiri A Comparison of safety and efficacy of Carvedilol&amp;nbsp;and metoprolol in stable angina pectoris. Am J Cardiol 1999; 83, 643-649 (CDS Vs 1.0).<br> 5. Das Gupta P, Broadhurst P, Raftery EB, Lahiri A Value of Carvedilol&amp;nbsp;in congestive heart failure secondary to coronary artery disease. Am J Cardiol 1990; 66: 1118-1123 (CDS Vs 1.0).<br> 6. Wendt T, van der Does R, Schr&#xE4;der R, Landgraf H, Kober G Acute hemodynamic of the vasodilating and betablocking agent, Carvedilol, in comparison to <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-propranolol/bula\" target=\"_blank\">propranolol</a>. J Cardiovasc Pharmacol 1987; 10 (Suppl 11): 147-150 (CDS Vs 1.0).<br> 7. Packer M, Bristow MR, Cohn JN, Colucci WS, Fowler MB, Gilbert EM, Shusterman NH The effect of Carvedilol on morbidity and mortality in patients with chronic heart failure. N Engl J Med 1996; 334: 1349-1355 (CDS Vs 1.0).</br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <p>Carvedilol &#xE9; um antagonista neuro-hormonal de a&#xE7;&#xE3;o m&#xFA;ltipla, com propriedades betabloqueadoras n&#xE3;o seletivas, alfabloqueadora e <a href=\"https://consultaremedios.com.br/vitaminas-e-minerais/antioxidante/c\" target=\"_blank\">antioxidante</a>. Carvedilol reduz a resist&#xEA;ncia vascular perif&#xE9;rica por vasodilata&#xE7;&#xE3;o mediada pelo bloqueio alfa1 e suprime o sistema renina-angiotensina-aldosterona devido ao bloqueio beta; reten&#xE7;&#xE3;o h&#xED;drica &#xE9;, portanto, uma ocorr&#xEA;ncia rara. Carvedilol n&#xE3;o apresenta atividade simpatomim&#xE9;tica intr&#xED;nseca e, como o propranolol, apresenta propriedades estabilizadoras de membrana.</p> <p>Carvedilol &#xE9; uma mistura rac&#xEA;mica de 2 estereois&#xF4;meros. Em animais, ambos os enanti&#xF4;meros apresentam propriedades bloqueadoras de receptores alfa-adren&#xE9;rgicos. As propriedades bloqueadoras do receptor betaadren&#xE9;rgico n&#xE3;o s&#xE3;o seletivas para os receptores beta1 e beta2 e est&#xE3;o associadas ao enanti&#xF4;mero lev&#xF3;giro do carvedilol.</p> <p>Carvedilol &#xE9; um potente antioxidante e neutralizador de radicais de oxig&#xEA;nio, demonstrado por estudos em animais, <em>in vitro</em> e<em> in vivo</em>, e em v&#xE1;rios tipos de c&#xE9;lulas humanas,<em> in vitro</em>. Carvedilol exibe efeito antiproliferativo nas c&#xE9;lulas musculares lisas de vasos sangu&#xED;neos de humanos e efeitos protetores de &#xF3;rg&#xE3;os.</p> <p>Carvedilol n&#xE3;o exerce efeitos adversos no perfil lip&#xED;dico. A rela&#xE7;&#xE3;o HDL/LDL se mant&#xE9;m normal.</p> <h3>Farmacocin&#xE9;tica</h3> <h4>Absor&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral, carvedilol &#xE9; rapidamente absorvido. Carvedilol &#xE9; um substrato do transportador de efluxo intestinal P-glicoprote&#xED;na que desempenha um papel importante na biodisponibilidade de certas drogas. Em volunt&#xE1;rios saud&#xE1;veis, a concentra&#xE7;&#xE3;o s&#xE9;rica m&#xE1;xima &#xE9; alcan&#xE7;ada em aproximadamente 1 hora. A biodisponibilidade absoluta de carvedilol no homem &#xE9; de aproximadamente 25%. Alimentos n&#xE3;o alteram a extens&#xE3;o da biodisponibilidade, embora aumentem o tempo para atingir a concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE1;xima.</p> <h4>Distribui&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>Carvedilol &#xE9; altamente lipof&#xED;lico; aproximadamente 98 &#x2013; 99% do carvedilol se liga &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> plasm&#xE1;ticas; o volume de distribui&#xE7;&#xE3;o &#xE9; de aproximadamente 2 L/kg.</p> <h4>Metabolismo</h4> <p>No ser humano, carvedilol &#xE9; extensamente metabolizado no f&#xED;gado atrav&#xE9;s de oxida&#xE7;&#xE3;o e conjuga&#xE7;&#xE3;o, produzindo diversos metab&#xF3;litos que s&#xE3;o eliminados principalmente na bile.O efeito de primeira passagem ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral &#xE9; cerca de 60 &#x2013; 75%. A circula&#xE7;&#xE3;o &#xEA;ntero-hep&#xE1;tica da subst&#xE2;ncia original foi demonstrada em animais.</p> <p>Desmetila&#xE7;&#xE3;o e hidroxila&#xE7;&#xE3;o do anel fen&#xF3;lico produzem tr&#xEA;s metab&#xF3;litos com atividade betabloqueadora.</p> <p>Com base em estudos pr&#xE9;-cl&#xED;nicos, o metab&#xF3;lito 4&#x2019;-hidroxifenol &#xE9;, aproximadamente, 13 vezes mais potente do que o carvedilol para bloqueio beta. Comparados ao carvedilol, os tr&#xEA;s metab&#xF3;litos exibem atividade vasodilatadora fraca. No ser humano, as concentra&#xE7;&#xF5;es dos tr&#xEA;s metab&#xF3;litos ativos s&#xE3;o, aproximadamente, 10 vezes mais baixas do que as da subst&#xE2;ncia original. Dois metab&#xF3;litos do carvedilol s&#xE3;o antioxidantes extremamente potentes (30 a 80 vezes mais potentes que o carvedilol).</p> <p>O metabolismo oxidativo do carvedilol &#xE9; estero-seletivo. O R-enanti&#xF4;mero &#xE9; metabolizado predominantemente por CYP2D6 e CYP1A2, enquanto que o S-enanti&#xF4;mero &#xE9; metabolizado principalmente pelo CYP2C9 e, em menor extens&#xE3;o, pelo CYP2D6. Outras isoenzimas CYP450 envolvidas no metabolismo do carvedilol incluem CYP3A4, CYP2E1 e CYP2C19. A concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE1;xima de R-carvedilol &#xE9; aproximadamente duas vezes maior do que a de S-carvedilol.</p> <p>O R-enanti&#xF4;mero &#xE9; metabolizado predominantemente atrav&#xE9;s de hidroxila&#xE7;&#xE3;o.</p> <p>Em metabolizadores lentos de CYP2D6, pode ocorrer um aumento da concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica de carvedilol, principalmente o R-enanti&#xF4;mero, levando a um aumento da atividade alfabloqueadora.</p> <h4>Elimina&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia do carvedilol &#xE9; de aproximadamente 6 horas. A depura&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica &#xE9; de 500 &#x2013; 700 mL/min. A elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; primariamente biliar, sendo as fezes a principal via de excre&#xE7;&#xE3;o. Menor fra&#xE7;&#xE3;o &#xE9; eliminada pelos rins na forma de metab&#xF3;litos. &#xC9; improv&#xE1;vel que ocorra ac&#xFA;mulo do carvedilol durante o tratamento prolongado, se usado conforme recomendado.</p> <h4>Teratogenicidade</h4> <p>Estudos em animais mostraram que Carvedilol n&#xE3;o possui efeitos teratog&#xEA;nicos.</p> <h4>Farmacocin&#xE9;tica em popula&#xE7;&#xF5;es especiais</h4> <h5>Pacientes com insufici&#xEA;ncia renal</h5> <p>O fluxo sangu&#xED;neo e a filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular mant&#xEA;m-se preservados durante a terapia cr&#xF4;nica com carvedilol.</p> <p>Em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal e hipertens&#xE3;o, a &#xE1;rea sob a curva da concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica <em>versus</em> tempo, a meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o e a concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE1;xima n&#xE3;o se alteram significativamente. A excre&#xE7;&#xE3;o renal do f&#xE1;rmaco inalterado diminui em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal, embora n&#xE3;o ocorram modifica&#xE7;&#xF5;es significativas nos par&#xE2;metros farmacocin&#xE9;ticos. Diversos estudos abertos mostraram que carvedilol &#xE9; um agente efetivo em pacientes com hipertens&#xE3;o renal. O mesmo foi verificado em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal cr&#xF4;nica, naqueles sob <a href=\"https://consultaremedios.com.br/produtos-hospitalares/hemodialise/c\" target=\"_blank\">hemodi&#xE1;lise</a> ou ap&#xF3;s transplante renal. Carvedilol leva a uma redu&#xE7;&#xE3;o gradual da press&#xE3;o sangu&#xED;nea nos dias com ou sem di&#xE1;lise e os efeitos na diminui&#xE7;&#xE3;o da press&#xE3;o sangu&#xED;nea s&#xE3;o compar&#xE1;veis aos obtidos em pacientes com fun&#xE7;&#xE3;o renal normal. Carvedilol n&#xE3;o &#xE9; eliminado durante di&#xE1;lise, pois n&#xE3;o atravessa a membrana de di&#xE1;lise, provavelmente devido &#xE0; sua elevada liga&#xE7;&#xE3;o &#xE0;s prote&#xED;nas do plasma. Com base nos resultados obtidos em ensaios comparativos de pacientes em hemodi&#xE1;lise, pode-se concluir que carvedilol &#xE9; mais efetivo que bloqueadores de canal de c&#xE1;lcio e melhor tolerado.</p> <h5>Pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica</h5> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/cirrose-hepatica\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/cirrose/c\" target=\"_blank\">cirrose</a> hep&#xE1;tica, a biodisponibilidade pode aumentar em at&#xE9; 80% por redu&#xE7;&#xE3;o do efeito de primeira passagem. Portanto, &#xE9; contraindicado em pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica clinicamente manifestada.</p> <h5>Pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</h5> <p>Em um estudo incluindo 24 pacientes japoneses com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca, o <em>clearance </em>de R- e S-carvedilol foi significativamente menor do que o previamente estimado em volunt&#xE1;rios saud&#xE1;veis. Esses resultados sugerem que a farmacocin&#xE9;tica de R- e S-carvedilol &#xE9; significativamente alterada pela insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca.</p> <h5>Pacientes diab&#xE9;ticos</h5> <p>Em pacientes hipertensos e portadores de diabetes tipo 2, n&#xE3;o se observou influ&#xEA;ncia do carvedilol na glicemia de jejum ou p&#xF3;s-prandial, nos n&#xED;veis de hemoglobina glicosilada ou necessidade de se alterar a dose dos agentes antidiab&#xE9;ticos. Nos pacientes com resist&#xEA;ncia &#xE0; insulina, o carvedilol melhorou a sensibilidade &#xE0; insulina.</p> <h5>Pacientes idosos/pedi&#xE1;tricos</h5> <p>A farmacocin&#xE9;tica do carvedilol em pacientes hipertensos n&#xE3;o &#xE9; afetada pela idade. Um estudo em pacientes idosos hipertensos demonstrou que n&#xE3;o h&#xE1; diferen&#xE7;a no perfil dos efeitos adversos, comparado com pacientes mais jovens. Outro estudo que incluiu pacientes idosos com doen&#xE7;a arterial coron&#xE1;ria demonstrou n&#xE3;o haver diferen&#xE7;a nos efeitos adversos relatados versus os relatados por pacientes mais jovens.</p> <p>Os dados farmacocin&#xE9;ticos dispon&#xED;veis em pacientes com menos de 18 anos de idade s&#xE3;o limitados.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Divelol?

Você deve conservar Divelol® em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC), protegido da luz e da umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aspecto físico e características organolépticas

Divelol® 3,125 mg

Comprimido branco a quase branco, circular, biconvexo, gravado com “T” em uma das faces, sulcado e dupla gravação “T” na outra face.

Divelol® 6,25 mg

Comprimido revestido amarelo, circular, biconvexo, gravado “S” em uma das faces, sulcado e dupla gravação “S” na outra face.

Divelol® 12,5 mg

Comprimido branco a quase branco, circular, biconvexo, gravação “D” em uma das faces, duplo sulco e dupla gravação “D” na outra face.

Divelol® 25 mg

Comprimido branco a quase branco, circular, biconvexo, gravação “V” em uma das faces, duplo sulco e dupla gravação “V” na outra face.

Descarte de medicamentos não utilizados e/ou com data de validade vencida

O descarte de medicamentos no meio ambiente deve ser minimizado. Os medicamentos não devem ser descartados no esgoto e o descarte no lixo doméstico deve ser evitado. Quaisquer medicamentos não utilizados ou resíduos devem ser eliminados de acordo com os requisitos locais.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Divelol

Divelol® 3,125 mg

Com 28 e 60 comprimidos.

Divelol® 6,25 mg

Com 14, 30 e 60 comprimidos revestidos.

Divelol® 12,5 mg

Com 30 e 60 comprimidos.

Divelol® 25,0 mg

Com 14, 30 e 60 comprimidos.

Via oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Divelol

M.S. Nº 1.0146.0065

Farm. Resp.:
Dr. Celso Kaminsk Franceschini
CRF-SP nº 24.024

Laboratórios Baldacci Ltda.&nbsp;
Rua Pedro de Toledo, 520 - Vl.
Clementino - São Paulo - SP
CNPJ: 61.150.447/0001-31
Indústria Brasileira



Venda sob prescrição médica.

6,25mg, caixa com 28 comprimidos

Princípio ativo
:
Carvedilol
Classe Terapêutica
:
Betabloqueadores Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Sistema Cardiovascular (Circulação)
Especialidade
:
Cardiologia

Bula do medicamento

Mensagens de Alerta

Leia cuidadosamente as informações abaixo. Se tiver dúvidas, informe ao seu médico.

Divelol, para o que é indicado e para o que serve?

Divelol® é um medicamento usado para tratar insuficiência cardíaca congestiva (insuficiência do coração), angina do peito (dor no peito de origem cardíaca) e hipertensão arterial (pressão alta).

Quais as contraindicações do Divelol?

Você não pode usar Divelol® se apresentar alergia ao carvedilol ou a qualquer componente da formulação, ou se possuir uma das doenças a seguir:

Insuficiência cardíaca descompensada/instável necessitando medicamento intravenoso para aumentar a força do coração, insuficiência do fígado; arritmias cardíacas&nbsp;(irregularidades do ritmo cardíaco); asma brônquica ou doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) associada a broncoespasmo (contração dos brônquios); bloqueio atrioventricular (bloqueio dos impulsos nervosos no coração) de 2º ou 3º grau (a menos que tenha um marca-passo permanente); ritmo cardíaco abaixo de 50 batimentos por minuto; síndrome do nó sinusal (incluindo bloqueio sinoatrial); choque cardiogênico (queda acentuada da pressão por problema cardíaco); pressão arterial muito baixa (pressão arterial sistólica < 85 mmHg).

Como usar o Divelol?

Divelol® deve ser administrado por via oral.

Duração do tratamento

O tratamento com Divelol® é normalmente longo. Você não deve parar o tratamento de repente, mas reduzir a dose aos poucos, a cada semana, principalmente se você tiver doença arterial coronária (dos vasos do coração) concomitante.

Hipertensão essencial (sem causa conhecida)

Adultos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia, durante os dois primeiros dias. A seguir, a dose recomendada é 25 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg, em dose única diária, ou dividida em duas doses.

Idosos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg em dose única diária ou dividida em duas doses.

Angina do peito

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, duas vezes ao dia, durante os dois primeiros dias.

A seguir, a dose recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia. Se necessário, poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose máxima diária recomendada de 100 mg administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia). A dose diária máxima recomendada para idosos é 50 mg, administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia).

Insuficiência cardíaca congestiva (ICC)

A dose deve ser individualizada e cuidadosamente monitorada durante a fase de ajuste da dose. Se você usa digitálicos, diuréticos e inibidores da ECA, o seu médico deverá ajustar a dose destes medicamentos antes de iniciar o tratamento com Divelol®. A dose inicial recomendada é 3,125 mg, duas vezes ao dia, por duas semanas. Se esta dose for bem tolerada, poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas, para 6,25 mg, duas vezes ao dia, 12,5 mg, duas vezes ao&nbsp;dia e 25 mg, duas vezes ao dia. A dose deverá ser aumentada de acordo com orientação de seu médico até o nível máximo tolerado.

A dose máxima recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia para todos os pacientes com ICC leve, moderada ou grave, com peso inferior a 85 kg. Em pacientes com ICC leve ou moderada com peso superior a 85 kg, a dose máxima recomendada é 50 mg, duas vezes ao dia. Antes de cada aumento de dose, deve-se avaliar sintomas de vasodilatação ou piora da insuficiência cardíaca. A piora transitória da insuficiência cardíaca ou a retenção de líquidos devem ser tratadas com aumento da dose do diurético. Ocasionalmente, pode ser necessário reduzir a dose ou descontinuar temporariamente o tratamento com Divelol®. A dose de Divelol® não deverá ser aumentada até que os sintomas de piora da insuficiência cardíaca ou de vasodilatação estejam estabilizados. Se carvedilol for descontinuado por mais de duas semanas, a terapia deverá ser reiniciada com 3,125 mg duas vezes ao dia e a titulação realizada conforme as recomendações do modo de uso do medicamento.

Divelol® não necessariamente deve ser ingerido junto a alimentos; entretanto, em pacientes com insuficiência cardíaca, deverá ser administrado com alimentos para reduzir a velocidade de absorção e diminuir a incidência de efeitos ortostáticos (queda de pressão quando se fica em pé ou sentado).

Pacientes com insuficiência renal

Não são necessárias alterações nas doses recomendadas de carvedilol em pacientes com insuficiência renal moderada a grave.

Pacientes com menos de 18 anos de idade

A segurança e eficácia do carvedilol em crianças e adolescentes abaixo de 18 anos ainda não foram estabelecidas.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Como o Divelol funciona?

Divelol® promove a dilatação dos vasos sanguíneos, através do bloqueio do sistema chamado reninaangiotensina-aldosterona. Assim, ocorre diminuição da pressão arterial. Em voluntários sadios, a concentração sérica máxima é alcançada em, aproximadamente, uma hora.

Quais cuidados devo ter ao usar o Divelol?

Geral

  • <li>Insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca cr&#xF4;nica: pode ocorrer piora cl&#xED;nica ou reten&#xE7;&#xE3;o de l&#xED;quido durante o aumento da dose de carvedilol. Caso isso ocorra, o m&#xE9;dico dever&#xE1; aumentar a dose do diur&#xE9;tico, mantendo a dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup> at&#xE9; atingir novamente a estabilidade cl&#xED;nica. Pode ser necess&#xE1;rio reduzir a dose do carvedilol ou, em casos raros, descontinu&#xE1;-lo temporariamente, o que n&#xE3;o impede o sucesso do aumento gradual da dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup>. O carvedilol deve ser usado com cautela quando associado a digit&#xE1;licos, pois ambos os f&#xE1;rmacos lentificam a condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular (condu&#xE7;&#xE3;o do est&#xED;mulo card&#xED;aco).</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c" target="_blank">Diabetes</a> <em>mellitus</em>: o uso de carvedilol em diab&#xE9;ticos pode estar relacionado &#xE0; piora do controle glic&#xEA;mico ou pode mascarar/reduzir sinais e sintomas de <a href="https://minutosaudavel.com.br/hipoglicemia/" rel="noopener" target="_blank">hipoglicemia</a> (baixo a&#xE7;&#xFA;car no sangue). Portanto, se voc&#xEA; tiver diabetes, seu n&#xED;vel de a&#xE7;&#xFA;car no sangue deve ser monitorado regularmente no in&#xED;cio ou ajuste do tratamento com Divelol<sup>&#xAE;</sup>. A dose do medicamento usado para diabetes tamb&#xE9;m deve ser ajustada.</li> <li>Fun&#xE7;&#xE3;o dos rins na insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva: foi observada piora revers&#xED;vel da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva e press&#xE3;o arterial baixa (press&#xE3;o arterial sist&#xF3;lica &lt; 100 mmHg), cardiopatia isqu&#xEA;mica (diminui&#xE7;&#xE3;o do fornecimento de sangue para o mioc&#xE1;rdio), doen&#xE7;a vascular difusa e/ou insufici&#xEA;ncia dos rins durante o tratamento com Divelol<sup>&#xAE;</sup>. A fun&#xE7;&#xE3;o de seus rins deve ser monitorada pelo seu m&#xE9;dico durante o aumento da dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Doen&#xE7;a pulmonar obstrutiva cr&#xF4;nica: se voc&#xEA; possui doen&#xE7;a pulmonar obstrutiva cr&#xF4;nica (DPOC) com componente broncoesp&#xE1;stico (contra&#xE7;&#xE3;o dos br&#xF4;nquios) e n&#xE3;o est&#xE1; usando medica&#xE7;&#xE3;o oral ou inalat&#xF3;ria, seu m&#xE9;dico dever&#xE1; ter cautela ao receitar Divelol<sup>&#xAE;</sup>. Avise seu m&#xE9;dico se possui algum problema pulmonar.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-dos-olhos/lentes-de-contato/c" target="_blank">Lentes de contato</a>: pode ocorrer redu&#xE7;&#xE3;o do lacrimejamento com o uso de Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento: Divelol<sup>&#xAE;</sup> n&#xE3;o deve ser descontinuado abruptamente, principalmente se voc&#xEA; possui cardiopatia isqu&#xEA;mica (diminui&#xE7;&#xE3;o do fornecimento de sangue para o mioc&#xE1;rdio). A retirada de carvedilol nestes casos deve ser gradual (ao longo de 2 semanas).</li> <li>Tireotoxicose: Divelol<sup>&#xAE;</sup>, como outros betabloqueadores, pode mascarar sintomas de tireotoxicose (excesso de horm&#xF4;nios produzidos pela gl&#xE2;ndula <a href="https://consultaremedios.com.br/tireoide/c" target="_blank">tireoide</a>).</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade: em caso de alergia ou terapia de dessensibiliza&#xE7;&#xE3;o (contra alergia), avise ao seu m&#xE9;dico, pois carvedilol pode aumentar a sensibilidade e a gravidade das rea&#xE7;&#xF5;es aos al&#xE9;rgenos.</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves: Divelol<sup>&#xAE;</sup> deve ser permanentemente descontinuado em pacientes que apresentarem rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves possivelmente relacionadas com o carvedilol.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/psoriase/c" target="_blank">Psor&#xED;ase</a>: se voc&#xEA; tem hist&#xF3;ria de psor&#xED;ase (doen&#xE7;a de pele que ocorre geralmente perto das articula&#xE7;&#xF5;es), voc&#xEA; s&#xF3; dever&#xE1; tomar este medicamento ap&#xF3;s seu m&#xE9;dico considerar o risco-benef&#xED;cio.</li>

Gravidez e amamentação

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Se você ficar grávida durante ou logo após o tratamento com Divelol®, informe imediatamente seu médico. Estudos em animais demonstraram toxicidade reprodutiva. Não há experiência clínica adequada com carvedilol em grávidas. Betabloqueadores reduzem a irrigação sanguínea da placenta, podendo causar morte do feto intra-útero e parto prematuro. Efeitos adversos como hipoglicemia e bradicardia podem ocorrer, bem como complicações cardíacas e pulmonares no feto e no recém-nascido.

Divelol® não deve ser usado durante a gravidez a menos que os benefícios potenciais justifiquem o risco potencial. Não existem evidências a partir de estudos em animais de laboratório de que carvedilol apresente efeitos teratogênicos.

Embora não seja conhecido se carvedilol é excretado no leite humano, a maioria dos betabloqueadores passa para o leite materno. Portanto, a amamentação não é recomendada após a administração de carvedilol.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículo e operar máquinas

Sua capacidade para dirigir veículo ou operar máquinas pode estar comprometida devido a tonturas e cansaço, principalmente no início do tratamento e após aumento de doses, modificação de terapias ou em combinação com álcool.

Este medicamento contém lactose.

Este medicamento pode causar doping.

O produto Divelol® 6,25 mg contém o corante amarelo de tartrazina&nbsp;que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Divelol?

As reações adversas ao medicamento estão listadas de acordo com as classes dos sistemas orgânicos definidos pelo MedDRA e CIOMS (“Council for International Organizations of Medical Sciences”).

As categorias de frequências são:

  • <li>Muito comum: &#x2265;1/10.</li> <li>Comum: &#x2265;1/100 e &lt;1/10.</li> <li>Incomum: &#x2265;1/1.000 e &lt;1/100.</li> <li>Rara: &#x2265;1/10.000 e &lt;1/1.000.</li> <li>Muito rara: &lt;1/10.000.</li>

Os efeitos indesejáveis descritos abaixo foram reportados com o uso de carvedilol em estudos clínicos pivotais:

  • <li>Dist&#xFA;rbios do sistema linf&#xE1;tico e do sangue: comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c" target="_blank">anemia</a>; rara: <a href="https://minutosaudavel.com.br/trombocitopenia/" rel="noopener" target="_blank">trombocitopenia</a>; muito rara: leucopenia.</li> <li>Dist&#xFA;rbios card&#xED;acos: muito comum: insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca; comum: bradicardia, hipervolemia, sobrecarga h&#xED;drica; incomum: bloqueio atrioventricular, angina <em>pectoris</em>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios nos olhos: comum: altera&#xE7;&#xF5;es visuais, redu&#xE7;&#xE3;o do lacrimejamento (secura do olho), irrita&#xE7;&#xE3;o ocular.</li> <li>Dist&#xFA;rbios gastrintestinais: comum: n&#xE1;usea, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c" target="_blank">diarreia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/nauseas/c" target="_blank">v&#xF4;mito</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/dispepsia-indigestao-o-que-e-sintomas-remedios-e-tipos/" rel="noopener" target="_blank">dispepsia</a>, dor abdominal; incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/" rel="noopener" target="_blank">constipa&#xE7;&#xE3;o</a>; rara: secura da boca.</li> <li>Dist&#xFA;rbios gerais e das condi&#xE7;&#xF5;es do local de administra&#xE7;&#xE3;o: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-fadiga-muscular-cronica-adrenal-etc-e-como-tratar/" rel="noopener" target="_blank">fadiga</a>; comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-tipos-cerebral-pulmonar-etc-e-tratamento/" rel="noopener" target="_blank">edema</a>, dor.</li> <li>Dist&#xFA;rbios hepatobiliares: muito rara: aumento da alanina aminotransferase (ALT), aspartato aminotransferase (AST) e gama-glutamiltransferase (<a href="https://minutosaudavel.com.br/exame-gama-gt-ggt-o-que-e-alto-baixo-e-para-que-serve/" rel="noopener" target="_blank">GGT</a>).</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sistema imune: muito rara: hipersensibilidade (rea&#xE7;&#xF5;es al&#xE9;rgicas).</li> <li>Infec&#xE7;&#xF5;es e infesta&#xE7;&#xF5;es: comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/pneumonia/c" target="_blank">pneumonia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/bronquite/c" target="_blank">bronquite</a>, infec&#xE7;&#xE3;o do trato respirat&#xF3;rio superior e do trato urin&#xE1;rio.</li> <li>Dist&#xFA;rbios do metabolismo e nutricionais: comum: ganho de peso, hipercolesterolemia, pior controle da glicemia (hiper/hipoglicemia) em pacientes com diabetes preexistente.</li> <li>Dist&#xFA;rbios musculoesquel&#xE9;ticos e do tecido conjuntivo: comum: dor em extremidades.</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sistema nervoso: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/tontura-o-que-pode-ser/" rel="noopener" target="_blank">tontura</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/dor-de-cabeca-e-enxaqueca/c" target="_blank">cefaleia</a>; comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/desmaio/" rel="noopener" target="_blank">s&#xED;ncope</a>, pr&#xE9;-s&#xED;ncope; incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/parestesia/" rel="noopener" target="_blank">parestesia</a>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios psiqui&#xE1;tricos: comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a>, humor deprimido; incomum: dist&#xFA;rbios do sono.</li> <li>Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios: comum: insufici&#xEA;ncia renal e anormalidades na fun&#xE7;&#xE3;o renal em pacientes com doen&#xE7;a vascular difusa e/ou insufici&#xEA;ncia renal subjacente; rara: dist&#xFA;rbios miccionais.</li> <li>Dist&#xFA;rbios da mama e sistema reprodutor: incomum: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/disfuncao-eretil/c" target="_blank">disfun&#xE7;&#xE3;o er&#xE9;til</a>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios respirat&#xF3;rios, tor&#xE1;cicos e do mediastino: comum: dispneia, <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-pulmonar-causas-sintomas-tratamento-tem-cura/" rel="noopener" target="_blank">edema pulmonar</a>, asma em pacientes predispostos; rara: congest&#xE3;o nasal.</li> <li>Dist&#xFA;rbios de pele e tecidos subcut&#xE2;neos: incomum: rea&#xE7;&#xF5;es na pele (por exemplo: exantema al&#xE9;rgico, <a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/dermatites/c" target="_blank">dermatite</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a>, prurido, les&#xF5;es psori&#xE1;sicas e do tipo l&#xED;quen plano).</li> <li>Dist&#xFA;rbios vasculares: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">hipotens&#xE3;o</a>; comum: hipotens&#xE3;o ortost&#xE1;stica, dist&#xFA;rbios da circula&#xE7;&#xE3;o perif&#xE9;rica (extremidades frias, doen&#xE7;a vascular perif&#xE9;rica, exacerba&#xE7;&#xE3;o de claudica&#xE7;&#xE3;o intermitente e fen&#xF4;meno de Raynaud), hipertens&#xE3;o.</li>

Descrição das reações adversas selecionadas

A frequência de reações adversas não é dependente da dose, com exceção de tonturas, alterações visuais e bradicardia. Tontura, síncope, cefaleia e astenia são, normalmente, leves e ocorrem, geralmente, no início do tratamento.

Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva pode ocorrer piora clínica ou retenção hídrica durante a titulação do carvedilol.

Deterioração reversível da função renal foi observada durante tratamento com carvedilol em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva e baixa pressão arterial, cardiopatia isquêmica, doença vascular difusa e/ou insuficiência renal subjacente.

Experiência pós-comercialização

Os eventos adversos abaixo foram identificados no uso de carvedilol pós-comercialização. Por serem reportados por uma população de tamanho indefinido, nem sempre é possível estimar sua frequência e/ou estabelecer relação causal com a exposição à droga.

  • <li>Dist&#xFA;rbios de metabolismo e nutricionais: devido &#xE0; a&#xE7;&#xE3;o betabloqueadora, &#xE9; poss&#xED;vel que diabetes <em>mellitus </em>latente se manifeste, diabetes preexistente se agrave e que a contra-regula&#xE7;&#xE3;o da <a href="https://consultaremedios.com.br/glicose/bula" target="_blank">glicose</a> seja inibida.</li> <li>Dist&#xFA;rbios de pele e tecidos subcut&#xE2;neos: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/queda-de-cabelo-e-calvicie/c" target="_blank">queda de cabelo</a>. Rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves, como necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica e s&#xED;ndrome de Stevens-Johnson.</li> <li>Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios: foram reportados casos isolados de <a href="https://minutosaudavel.com.br/incontinencia-urinaria/" rel="noopener" target="_blank">incontin&#xEA;ncia urin&#xE1;ria</a> em mulheres, os quais foram resolvidos com a descontinua&#xE7;&#xE3;o da medica&#xE7;&#xE3;o.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Pacientes com menos de 18 anos de idade

Divelol® não é recomendado a pacientes com menos de 18 anos de idade.

Pacientes idosos

Nenhum ajuste da dose inicial é exigido para pacientes idosos.

Pacientes com insuficiência renal

Na insuficiência renal moderada a grave, não há necessidade de alterar as recomendações de dosagem de carvedilol.

Pacientes com insuficiência hepática

Divelol® é contraindicado para pacientes com insuficiência hepática clinicamente manifesta.

Pacientes diabéticos

Divelol® pode aumentar a resistência à insulina e mascarar sintomas da hipoglicemia.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Divelol?

Você deve fazer tudo que for possível para tomar a medicação nos dias e horários que o seu médico orientou.

Se por algum motivo se esquecer de tomar o medicamento, espere e tome a dose seguinte da maneira habitual.

Se você tiver se esquecido de tomar alguma dose, nunca dobre a dose seguinte, pois isso poderá aumentar a chance de você ter um efeito adverso.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Divelol?

Cada comprimido de Divelol® 3,125 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">3,125 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Cada comprimido revestido de Divelol® 6,25 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:219px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:223px\"> <p style=\"text-align:center\">6,25 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:219px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:223px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: amarelo de tartrazina laca de alumínio, celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, dióxido de titânio, estearato de magnésio, hipromelose, lactose monoidratada.

Cada comprimido de Divelol® 12,5 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:224px\"> <p style=\"text-align:center\">12,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:224px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Cada comprimido de Divelol®&nbsp;25 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:217px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:225px\"> <p style=\"text-align:center\">25 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:217px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:225px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Divelol maior do que a recomendada?

Sintomas e sinais de superdose

Pode haver queda importante da pressão arterial, bradicardia (lentificação do ritmo cardíaco), insuficiência cardíaca (prejuízo da função do coração), choque cardiogênico (queda acentuada da pressão arterial de origem cardíaca) e parada cardíaca. Problemas respiratórios, broncoespasmo (contração dos brônquios), vômitos, alterações da consciência e convulsões generalizadas também podem ocorrer.

Tratamento da superdose

Monitorar os sinais e sintomas acima e garantir atendimento médico de acordo com prática utilizada para pacientes com superdose de betabloqueadores.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Divelol com outros remédios?

Interações com outros medicamentos

Há um número de importantesinteraçõesfarmacocinéticas e farmacodinâmicas com outras drogas.

  • <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/feocromocitoma-tratamento-diagnostico-causas-sintomas-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">Feocromocitoma</a> (tumor na gl&#xE2;ndula supra-renal): em pacientes com suspeita de feocromocitoma, devese iniciar um agente alfabloqueador antes do uso de qualquer betabloqueador. Apesar de Divelol<sup>&#xAE;</sup> exercer atividades alfa e betabloqueadora, n&#xE3;o existe experi&#xEA;ncia de uso nesses casos.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/b/angina-variante" target="_blank">Angina variante</a> de Prinzmetal: betabloqueadores n&#xE3;o seletivos podem provocar dor tor&#xE1;cica em pacientes com angina variante de Prinzmetal. N&#xE3;o h&#xE1; experi&#xEA;ncia cl&#xED;nica com carvedilol nesses pacientes.</li> <li>Doen&#xE7;a vascular perif&#xE9;rica e fen&#xF4;meno de Raynaud: os betabloqueadores podem precipitar ou agravar os sintomas de insufici&#xEA;ncia arterial.</li> <li>Bradicardia: Divelol<sup>&#xAE;</sup> pode provocar bradicardia (lentifica&#xE7;&#xE3;o do ritmo card&#xED;aco).</li>

Interações farmacocinéticas

Efeitos do carvedilol na farmacocinética de outras drogas

Carvedilol interfere na glicoproteína P, responsável pelo transporte de uma série de fármacos na parede intestinal e em outros órgãos. Por isso, a quantidade de alguns fármacos pode aumentar exageradamente ou a concentração do próprio carvedilol pode ser modificada quando são administrados em conjunto.

  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">Digoxina</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/ciclosporina/bula" target="_blank">ciclosporina</a>: carvedilol pode aumentar a concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica de digoxina e ciclosporina oral. Recomenda-se monitora&#xE7;&#xE3;o pr&#xF3;xima dos n&#xED;veis de digoxina e ciclosporina para ajuste adequado das doses.</li>
Efeitos de outras drogas na farmacocinética de carvedilol

Inibidores, bem como indutores de determinadas enzimas do fígado, podem modificar o metabolismo do carvedilol, levando a concentrações plasmáticas aumentadas ou diminuídas de R e S-carvedilol.

Alguns exemplos observados em pacientes ou em indivíduos saudáveis são apresentados a seguir:
  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/rifampicina/bula" target="_blank">Rifampicina</a>: houve diminui&#xE7;&#xE3;o do efeito do carvedilol na press&#xE3;o sist&#xF3;lica durante o uso concomitante de rifampicina.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">Cimetidina</a>: a probabilidade de intera&#xE7;&#xF5;es clinicamente significativas &#xE9; m&#xED;nima.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-amiodarona/bula" target="_blank">Amiodarona</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-fluoxetina/bula" target="_blank">fluoxetina</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-paroxetina/bula" target="_blank">paroxetina</a>: a elimina&#xE7;&#xE3;o de carvedilol pode ser inibida por uso concomitante de amiodarona e fluoxetina, por&#xE9;m, sem efeito cl&#xED;nico.</li>

Interações farmacodinâmicas

  • <li>Insulina ou hipoglicemiantes orais: Pode haver aumento do efeito hipoglicemiante de insulina e antidiab&#xE9;ticos orais. Sinais de hipoglicemia podem ser mascarados/atenuados (especialmente taquicardia). Deve-se monitorar a glicemia em pacientes recebendo insulina ou antibiab&#xE9;ticos orais juntamente com Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Agentes depletores de catecolaminas: sinais de hipotens&#xE3;o e/ou bradicardia grave em pacientes em uso de Divelol<sup>&#xAE;</sup> e f&#xE1;rmacos que possam depletar catecolaminas (por exemplo, reserpina e inibidores de monoamino oxidase).</li> <li>Digoxina: o uso combinado de Divelol<sup>&#xAE;</sup> e digoxina pode prolongar o tempo de condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular.</li> <li>Bloqueadores do canal de c&#xE1;lcio n&#xE3;o diidropiridina, amiodarona ou outros antiarr&#xED;tmicos: em combina&#xE7;&#xE3;o com carvedilol, podem aumentar o risco de dist&#xFA;rbios de condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular. Se o carvedilol for administrado por via oral com bloqueadores do canal de c&#xE1;lcio n&#xE3;o diidropiridina do tipo <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-verapamil/bula" target="_blank">verapamil</a> ou <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-diltiazem/bula" target="_blank">diltiazem</a>, amiodarona ou outros antiarr&#xED;tmicos, recomenda-se o monitoramento do ECG (<a href="https://minutosaudavel.com.br/eletrocardiograma-ecg-o-que-e-para-que-serve-e-como-e-feito-o-exame/" rel="noopener" target="_blank">eletrocardiograma</a>) e da press&#xE3;o sangu&#xED;nea.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-clonidina/bula" target="_blank">Clonidina</a>: a administra&#xE7;&#xE3;o de clonidina associada a Divelol<sup>&#xAE;</sup> pode potencializar os efeitos de redu&#xE7;&#xE3;o de press&#xE3;o sangu&#xED;nea e frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca.</li> <li>Anti-hipertensivos: carvedilol pode potencializar o efeito de outros f&#xE1;rmacos com a&#xE7;&#xE3;o anti-hipertensiva (por exemplo, antagonistas de receptor alfa-1) ou que tenham hipotens&#xE3;o como parte de seu perfil de efeitos adversos.</li> <li>Agentes <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/anestesicos/c" target="_blank">anest&#xE9;sicos</a>: monitorar cuidadosamente os sinais vitais durante anestesia.</li> <li>AINEs: o uso concomitante de <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/anti-inflamatorios/c" target="_blank">anti-inflamat&#xF3;rios</a> n&#xE3;o esteroides (AINEs) e bloqueadores beta-adren&#xE9;rgicos pode resultar em aumento de press&#xE3;o arterial e menor controle da press&#xE3;o arterial.</li> <li>Broncodilatadores beta-agonistas: Divelol<sup>&#xAE;</sup> age de forma contr&#xE1;ria aos medicamentos desta classe.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Divelol (Carvedilol)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia em hipertens&#xE3;o</h3> <p>Carvedilol reduz a press&#xE3;o arterial em pacientes hipertensos pela combina&#xE7;&#xE3;o do bloqueio beta &#xE0; vasodilata&#xE7;&#xE3;o mediada por bloqueio alfa. A redu&#xE7;&#xE3;o da press&#xE3;o n&#xE3;o se associa a aumento da resist&#xEA;ncia perif&#xE9;rica total, como &#xE9; observado com os agentes betabloqueadores puros.<sup>1</sup></p> <p>A frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca &#xE9; discretamente reduzida. O fluxo sangu&#xED;neo renal e a fun&#xE7;&#xE3;o renal se mant&#xEA;m preservados.&amp;nbsp;Carvedilol mant&#xE9;m o volume sist&#xF3;lico e reduz a resist&#xEA;ncia vascular perif&#xE9;rica total. O fluxo sangu&#xED;neo para diversos &#xF3;rg&#xE3;os e para os leitos vasculares &#xE9; preservado.<sup>1,2</sup></p> <h3>Efic&#xE1;cia na angina do peito</h3> <p>Em pacientes com doen&#xE7;a arterial coron&#xE1;ria, carvedilol demonstrou efeitos anti-isqu&#xEA;micos (melhora do tempo total de exerc&#xED;cio, tempo para depress&#xE3;o de 1 mm do segmento ST e in&#xED;cio de angina).<sup>3,4 </sup></p> <p>Carvedilol reduz significativamente a demanda de oxig&#xEA;nio pelo mioc&#xE1;rdio e a hiperatividade simp&#xE1;tica. Tamb&#xE9;m reduz a pr&#xE9;-carga (press&#xE3;o de art&#xE9;ria pulmonar e de capilar pulmonar) e a p&#xF3;s-carga.<sup>3</sup></p> <h3>Efic&#xE1;cia em insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</h3> <p>Carvedilol reduz significativamente a mortalidade por todas as causas e a necessidade de hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por motivo cardiovascular. Carvedilol promove aumento da fra&#xE7;&#xE3;o de eje&#xE7;&#xE3;o e melhora dos sintomas em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca de etiologia isqu&#xEA;mica e n&#xE3;o isqu&#xEA;mica.<sup>5-7</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Oestergren J, Storstein L, Karlberg BE, Tiblin G Quality of life in hypertensive patients treated either with Carvedilol&amp;nbsp;or <a href=\"https://consultaremedios.com.br/maleato-de-enalapril/bula\" target=\"_blank\">enalapril</a>. Blood Pressure 1996; 5: 41-49 (CDS Vs 1.0).<br> 2. Bertolotti G, Angelino E, Zotti E, DeCesaris R A multicenter, double-blind, randomized parallel study of quality of life and blood pressure control in hypertensive patients treated with Carvedilol or <a href=\"https://consultaremedios.com.br/atenolol/bula\" target=\"_blank\">atenolol</a> or enalapril. High Blood Press Cardiovasc Prev 1995; 4: 216-224 (CDS Vs 1.0).<br> 3. Hauf-Zachariou K, Blackwood RA, Gunawardena A, O&apos;Donnell JG, Garnham S, Pfarr E Carvedilol&amp;nbsp;versus verapamil in stable angina: a multicentre trial. Eur J Clin Pharmacol 1997; 52: 95-100 (CDS Vs 1.0).<br> 4. Van der Does R, Hauf-Zachariou U, Pfarr E, Holtbr&#xFC;gge W, K&#xF6;nig S, Griffiths M, Lahiri A Comparison of safety and efficacy of Carvedilol&amp;nbsp;and metoprolol in stable angina pectoris. Am J Cardiol 1999; 83, 643-649 (CDS Vs 1.0).<br> 5. Das Gupta P, Broadhurst P, Raftery EB, Lahiri A Value of Carvedilol&amp;nbsp;in congestive heart failure secondary to coronary artery disease. Am J Cardiol 1990; 66: 1118-1123 (CDS Vs 1.0).<br> 6. Wendt T, van der Does R, Schr&#xE4;der R, Landgraf H, Kober G Acute hemodynamic of the vasodilating and betablocking agent, Carvedilol, in comparison to <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-propranolol/bula\" target=\"_blank\">propranolol</a>. J Cardiovasc Pharmacol 1987; 10 (Suppl 11): 147-150 (CDS Vs 1.0).<br> 7. Packer M, Bristow MR, Cohn JN, Colucci WS, Fowler MB, Gilbert EM, Shusterman NH The effect of Carvedilol on morbidity and mortality in patients with chronic heart failure. N Engl J Med 1996; 334: 1349-1355 (CDS Vs 1.0).</br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <p>Carvedilol &#xE9; um antagonista neuro-hormonal de a&#xE7;&#xE3;o m&#xFA;ltipla, com propriedades betabloqueadoras n&#xE3;o seletivas, alfabloqueadora e <a href=\"https://consultaremedios.com.br/vitaminas-e-minerais/antioxidante/c\" target=\"_blank\">antioxidante</a>. Carvedilol reduz a resist&#xEA;ncia vascular perif&#xE9;rica por vasodilata&#xE7;&#xE3;o mediada pelo bloqueio alfa1 e suprime o sistema renina-angiotensina-aldosterona devido ao bloqueio beta; reten&#xE7;&#xE3;o h&#xED;drica &#xE9;, portanto, uma ocorr&#xEA;ncia rara. Carvedilol n&#xE3;o apresenta atividade simpatomim&#xE9;tica intr&#xED;nseca e, como o propranolol, apresenta propriedades estabilizadoras de membrana.</p> <p>Carvedilol &#xE9; uma mistura rac&#xEA;mica de 2 estereois&#xF4;meros. Em animais, ambos os enanti&#xF4;meros apresentam propriedades bloqueadoras de receptores alfa-adren&#xE9;rgicos. As propriedades bloqueadoras do receptor betaadren&#xE9;rgico n&#xE3;o s&#xE3;o seletivas para os receptores beta1 e beta2 e est&#xE3;o associadas ao enanti&#xF4;mero lev&#xF3;giro do carvedilol.</p> <p>Carvedilol &#xE9; um potente antioxidante e neutralizador de radicais de oxig&#xEA;nio, demonstrado por estudos em animais, <em>in vitro</em> e<em> in vivo</em>, e em v&#xE1;rios tipos de c&#xE9;lulas humanas,<em> in vitro</em>. Carvedilol exibe efeito antiproliferativo nas c&#xE9;lulas musculares lisas de vasos sangu&#xED;neos de humanos e efeitos protetores de &#xF3;rg&#xE3;os.</p> <p>Carvedilol n&#xE3;o exerce efeitos adversos no perfil lip&#xED;dico. A rela&#xE7;&#xE3;o HDL/LDL se mant&#xE9;m normal.</p> <h3>Farmacocin&#xE9;tica</h3> <h4>Absor&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral, carvedilol &#xE9; rapidamente absorvido. Carvedilol &#xE9; um substrato do transportador de efluxo intestinal P-glicoprote&#xED;na que desempenha um papel importante na biodisponibilidade de certas drogas. Em volunt&#xE1;rios saud&#xE1;veis, a concentra&#xE7;&#xE3;o s&#xE9;rica m&#xE1;xima &#xE9; alcan&#xE7;ada em aproximadamente 1 hora. A biodisponibilidade absoluta de carvedilol no homem &#xE9; de aproximadamente 25%. Alimentos n&#xE3;o alteram a extens&#xE3;o da biodisponibilidade, embora aumentem o tempo para atingir a concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE1;xima.</p> <h4>Distribui&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>Carvedilol &#xE9; altamente lipof&#xED;lico; aproximadamente 98 &#x2013; 99% do carvedilol se liga &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> plasm&#xE1;ticas; o volume de distribui&#xE7;&#xE3;o &#xE9; de aproximadamente 2 L/kg.</p> <h4>Metabolismo</h4> <p>No ser humano, carvedilol &#xE9; extensamente metabolizado no f&#xED;gado atrav&#xE9;s de oxida&#xE7;&#xE3;o e conjuga&#xE7;&#xE3;o, produzindo diversos metab&#xF3;litos que s&#xE3;o eliminados principalmente na bile.O efeito de primeira passagem ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral &#xE9; cerca de 60 &#x2013; 75%. A circula&#xE7;&#xE3;o &#xEA;ntero-hep&#xE1;tica da subst&#xE2;ncia original foi demonstrada em animais.</p> <p>Desmetila&#xE7;&#xE3;o e hidroxila&#xE7;&#xE3;o do anel fen&#xF3;lico produzem tr&#xEA;s metab&#xF3;litos com atividade betabloqueadora.</p> <p>Com base em estudos pr&#xE9;-cl&#xED;nicos, o metab&#xF3;lito 4&#x2019;-hidroxifenol &#xE9;, aproximadamente, 13 vezes mais potente do que o carvedilol para bloqueio beta. Comparados ao carvedilol, os tr&#xEA;s metab&#xF3;litos exibem atividade vasodilatadora fraca. No ser humano, as concentra&#xE7;&#xF5;es dos tr&#xEA;s metab&#xF3;litos ativos s&#xE3;o, aproximadamente, 10 vezes mais baixas do que as da subst&#xE2;ncia original. Dois metab&#xF3;litos do carvedilol s&#xE3;o antioxidantes extremamente potentes (30 a 80 vezes mais potentes que o carvedilol).</p> <p>O metabolismo oxidativo do carvedilol &#xE9; estero-seletivo. O R-enanti&#xF4;mero &#xE9; metabolizado predominantemente por CYP2D6 e CYP1A2, enquanto que o S-enanti&#xF4;mero &#xE9; metabolizado principalmente pelo CYP2C9 e, em menor extens&#xE3;o, pelo CYP2D6. Outras isoenzimas CYP450 envolvidas no metabolismo do carvedilol incluem CYP3A4, CYP2E1 e CYP2C19. A concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE1;xima de R-carvedilol &#xE9; aproximadamente duas vezes maior do que a de S-carvedilol.</p> <p>O R-enanti&#xF4;mero &#xE9; metabolizado predominantemente atrav&#xE9;s de hidroxila&#xE7;&#xE3;o.</p> <p>Em metabolizadores lentos de CYP2D6, pode ocorrer um aumento da concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica de carvedilol, principalmente o R-enanti&#xF4;mero, levando a um aumento da atividade alfabloqueadora.</p> <h4>Elimina&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia do carvedilol &#xE9; de aproximadamente 6 horas. A depura&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica &#xE9; de 500 &#x2013; 700 mL/min. A elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; primariamente biliar, sendo as fezes a principal via de excre&#xE7;&#xE3;o. Menor fra&#xE7;&#xE3;o &#xE9; eliminada pelos rins na forma de metab&#xF3;litos. &#xC9; improv&#xE1;vel que ocorra ac&#xFA;mulo do carvedilol durante o tratamento prolongado, se usado conforme recomendado.</p> <h4>Teratogenicidade</h4> <p>Estudos em animais mostraram que Carvedilol n&#xE3;o possui efeitos teratog&#xEA;nicos.</p> <h4>Farmacocin&#xE9;tica em popula&#xE7;&#xF5;es especiais</h4> <h5>Pacientes com insufici&#xEA;ncia renal</h5> <p>O fluxo sangu&#xED;neo e a filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular mant&#xEA;m-se preservados durante a terapia cr&#xF4;nica com carvedilol.</p> <p>Em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal e hipertens&#xE3;o, a &#xE1;rea sob a curva da concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica <em>versus</em> tempo, a meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o e a concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE1;xima n&#xE3;o se alteram significativamente. A excre&#xE7;&#xE3;o renal do f&#xE1;rmaco inalterado diminui em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal, embora n&#xE3;o ocorram modifica&#xE7;&#xF5;es significativas nos par&#xE2;metros farmacocin&#xE9;ticos. Diversos estudos abertos mostraram que carvedilol &#xE9; um agente efetivo em pacientes com hipertens&#xE3;o renal. O mesmo foi verificado em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal cr&#xF4;nica, naqueles sob <a href=\"https://consultaremedios.com.br/produtos-hospitalares/hemodialise/c\" target=\"_blank\">hemodi&#xE1;lise</a> ou ap&#xF3;s transplante renal. Carvedilol leva a uma redu&#xE7;&#xE3;o gradual da press&#xE3;o sangu&#xED;nea nos dias com ou sem di&#xE1;lise e os efeitos na diminui&#xE7;&#xE3;o da press&#xE3;o sangu&#xED;nea s&#xE3;o compar&#xE1;veis aos obtidos em pacientes com fun&#xE7;&#xE3;o renal normal. Carvedilol n&#xE3;o &#xE9; eliminado durante di&#xE1;lise, pois n&#xE3;o atravessa a membrana de di&#xE1;lise, provavelmente devido &#xE0; sua elevada liga&#xE7;&#xE3;o &#xE0;s prote&#xED;nas do plasma. Com base nos resultados obtidos em ensaios comparativos de pacientes em hemodi&#xE1;lise, pode-se concluir que carvedilol &#xE9; mais efetivo que bloqueadores de canal de c&#xE1;lcio e melhor tolerado.</p> <h5>Pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica</h5> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/cirrose-hepatica\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/cirrose/c\" target=\"_blank\">cirrose</a> hep&#xE1;tica, a biodisponibilidade pode aumentar em at&#xE9; 80% por redu&#xE7;&#xE3;o do efeito de primeira passagem. Portanto, &#xE9; contraindicado em pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica clinicamente manifestada.</p> <h5>Pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</h5> <p>Em um estudo incluindo 24 pacientes japoneses com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca, o <em>clearance </em>de R- e S-carvedilol foi significativamente menor do que o previamente estimado em volunt&#xE1;rios saud&#xE1;veis. Esses resultados sugerem que a farmacocin&#xE9;tica de R- e S-carvedilol &#xE9; significativamente alterada pela insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca.</p> <h5>Pacientes diab&#xE9;ticos</h5> <p>Em pacientes hipertensos e portadores de diabetes tipo 2, n&#xE3;o se observou influ&#xEA;ncia do carvedilol na glicemia de jejum ou p&#xF3;s-prandial, nos n&#xED;veis de hemoglobina glicosilada ou necessidade de se alterar a dose dos agentes antidiab&#xE9;ticos. Nos pacientes com resist&#xEA;ncia &#xE0; insulina, o carvedilol melhorou a sensibilidade &#xE0; insulina.</p> <h5>Pacientes idosos/pedi&#xE1;tricos</h5> <p>A farmacocin&#xE9;tica do carvedilol em pacientes hipertensos n&#xE3;o &#xE9; afetada pela idade. Um estudo em pacientes idosos hipertensos demonstrou que n&#xE3;o h&#xE1; diferen&#xE7;a no perfil dos efeitos adversos, comparado com pacientes mais jovens. Outro estudo que incluiu pacientes idosos com doen&#xE7;a arterial coron&#xE1;ria demonstrou n&#xE3;o haver diferen&#xE7;a nos efeitos adversos relatados versus os relatados por pacientes mais jovens.</p> <p>Os dados farmacocin&#xE9;ticos dispon&#xED;veis em pacientes com menos de 18 anos de idade s&#xE3;o limitados.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Divelol?

Você deve conservar Divelol® em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC), protegido da luz e da umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aspecto físico e características organolépticas

Divelol® 3,125 mg

Comprimido branco a quase branco, circular, biconvexo, gravado com “T” em uma das faces, sulcado e dupla gravação “T” na outra face.

Divelol® 6,25 mg

Comprimido revestido amarelo, circular, biconvexo, gravado “S” em uma das faces, sulcado e dupla gravação “S” na outra face.

Divelol® 12,5 mg

Comprimido branco a quase branco, circular, biconvexo, gravação “D” em uma das faces, duplo sulco e dupla gravação “D” na outra face.

Divelol® 25 mg

Comprimido branco a quase branco, circular, biconvexo, gravação “V” em uma das faces, duplo sulco e dupla gravação “V” na outra face.

Descarte de medicamentos não utilizados e/ou com data de validade vencida

O descarte de medicamentos no meio ambiente deve ser minimizado. Os medicamentos não devem ser descartados no esgoto e o descarte no lixo doméstico deve ser evitado. Quaisquer medicamentos não utilizados ou resíduos devem ser eliminados de acordo com os requisitos locais.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Divelol

Divelol® 3,125 mg

Com 28 e 60 comprimidos.

Divelol® 6,25 mg

Com 14, 30 e 60 comprimidos revestidos.

Divelol® 12,5 mg

Com 30 e 60 comprimidos.

Divelol® 25,0 mg

Com 14, 30 e 60 comprimidos.

Via oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Divelol

M.S. Nº 1.0146.0065

Farm. Resp.:
Dr. Celso Kaminsk Franceschini
CRF-SP nº 24.024

Laboratórios Baldacci Ltda.&nbsp;
Rua Pedro de Toledo, 520 - Vl.
Clementino - São Paulo - SP
CNPJ: 61.150.447/0001-31
Indústria Brasileira



Venda sob prescrição médica.

12,5mg, caixa com 60 comprimidos

Princípio ativo
:
Carvedilol
Classe Terapêutica
:
Betabloqueadores Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Sistema Cardiovascular (Circulação)
Especialidade
:
Cardiologia

Bula do medicamento

Divelol, para o que é indicado e para o que serve?

Divelol® é um medicamento usado para tratar insuficiência cardíaca congestiva (insuficiência do coração), angina do peito (dor no peito de origem cardíaca) e hipertensão arterial (pressão alta).

Quais as contraindicações do Divelol?

Você não pode usar Divelol® se apresentar alergia ao carvedilol ou a qualquer componente da formulação, ou se possuir uma das doenças a seguir:

Insuficiência cardíaca descompensada/instável necessitando medicamento intravenoso para aumentar a força do coração, insuficiência do fígado; arritmias cardíacas&nbsp;(irregularidades do ritmo cardíaco); asma brônquica ou doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) associada a broncoespasmo (contração dos brônquios); bloqueio atrioventricular (bloqueio dos impulsos nervosos no coração) de 2º ou 3º grau (a menos que tenha um marca-passo permanente); ritmo cardíaco abaixo de 50 batimentos por minuto; síndrome do nó sinusal (incluindo bloqueio sinoatrial); choque cardiogênico (queda acentuada da pressão por problema cardíaco); pressão arterial muito baixa (pressão arterial sistólica < 85 mmHg).

Como usar o Divelol?

Divelol® deve ser administrado por via oral.

Duração do tratamento

O tratamento com Divelol® é normalmente longo. Você não deve parar o tratamento de repente, mas reduzir a dose aos poucos, a cada semana, principalmente se você tiver doença arterial coronária (dos vasos do coração) concomitante.

Hipertensão essencial (sem causa conhecida)

Adultos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia, durante os dois primeiros dias. A seguir, a dose recomendada é 25 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg, em dose única diária, ou dividida em duas doses.

Idosos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg em dose única diária ou dividida em duas doses.

Angina do peito

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, duas vezes ao dia, durante os dois primeiros dias.

A seguir, a dose recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia. Se necessário, poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose máxima diária recomendada de 100 mg administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia). A dose diária máxima recomendada para idosos é 50 mg, administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia).

Insuficiência cardíaca congestiva (ICC)

A dose deve ser individualizada e cuidadosamente monitorada durante a fase de ajuste da dose. Se você usa digitálicos, diuréticos e inibidores da ECA, o seu médico deverá ajustar a dose destes medicamentos antes de iniciar o tratamento com Divelol®. A dose inicial recomendada é 3,125 mg, duas vezes ao dia, por duas semanas. Se esta dose for bem tolerada, poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas, para 6,25 mg, duas vezes ao dia, 12,5 mg, duas vezes ao&nbsp;dia e 25 mg, duas vezes ao dia. A dose deverá ser aumentada de acordo com orientação de seu médico até o nível máximo tolerado.

A dose máxima recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia para todos os pacientes com ICC leve, moderada ou grave, com peso inferior a 85 kg. Em pacientes com ICC leve ou moderada com peso superior a 85 kg, a dose máxima recomendada é 50 mg, duas vezes ao dia. Antes de cada aumento de dose, deve-se avaliar sintomas de vasodilatação ou piora da insuficiência cardíaca. A piora transitória da insuficiência cardíaca ou a retenção de líquidos devem ser tratadas com aumento da dose do diurético. Ocasionalmente, pode ser necessário reduzir a dose ou descontinuar temporariamente o tratamento com Divelol®. A dose de Divelol® não deverá ser aumentada até que os sintomas de piora da insuficiência cardíaca ou de vasodilatação estejam estabilizados. Se carvedilol for descontinuado por mais de duas semanas, a terapia deverá ser reiniciada com 3,125 mg duas vezes ao dia e a titulação realizada conforme as recomendações do modo de uso do medicamento.

Divelol® não necessariamente deve ser ingerido junto a alimentos; entretanto, em pacientes com insuficiência cardíaca, deverá ser administrado com alimentos para reduzir a velocidade de absorção e diminuir a incidência de efeitos ortostáticos (queda de pressão quando se fica em pé ou sentado).

Pacientes com insuficiência renal

Não são necessárias alterações nas doses recomendadas de carvedilol em pacientes com insuficiência renal moderada a grave.

Pacientes com menos de 18 anos de idade

A segurança e eficácia do carvedilol em crianças e adolescentes abaixo de 18 anos ainda não foram estabelecidas.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Como o Divelol funciona?

Divelol® promove a dilatação dos vasos sanguíneos, através do bloqueio do sistema chamado reninaangiotensina-aldosterona. Assim, ocorre diminuição da pressão arterial. Em voluntários sadios, a concentração sérica máxima é alcançada em, aproximadamente, uma hora.

Quais cuidados devo ter ao usar o Divelol?

Geral

  • <li>Insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca cr&#xF4;nica: pode ocorrer piora cl&#xED;nica ou reten&#xE7;&#xE3;o de l&#xED;quido durante o aumento da dose de carvedilol. Caso isso ocorra, o m&#xE9;dico dever&#xE1; aumentar a dose do diur&#xE9;tico, mantendo a dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup> at&#xE9; atingir novamente a estabilidade cl&#xED;nica. Pode ser necess&#xE1;rio reduzir a dose do carvedilol ou, em casos raros, descontinu&#xE1;-lo temporariamente, o que n&#xE3;o impede o sucesso do aumento gradual da dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup>. O carvedilol deve ser usado com cautela quando associado a digit&#xE1;licos, pois ambos os f&#xE1;rmacos lentificam a condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular (condu&#xE7;&#xE3;o do est&#xED;mulo card&#xED;aco).</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c" target="_blank">Diabetes</a> <em>mellitus</em>: o uso de carvedilol em diab&#xE9;ticos pode estar relacionado &#xE0; piora do controle glic&#xEA;mico ou pode mascarar/reduzir sinais e sintomas de <a href="https://minutosaudavel.com.br/hipoglicemia/" rel="noopener" target="_blank">hipoglicemia</a> (baixo a&#xE7;&#xFA;car no sangue). Portanto, se voc&#xEA; tiver diabetes, seu n&#xED;vel de a&#xE7;&#xFA;car no sangue deve ser monitorado regularmente no in&#xED;cio ou ajuste do tratamento com Divelol<sup>&#xAE;</sup>. A dose do medicamento usado para diabetes tamb&#xE9;m deve ser ajustada.</li> <li>Fun&#xE7;&#xE3;o dos rins na insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva: foi observada piora revers&#xED;vel da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva e press&#xE3;o arterial baixa (press&#xE3;o arterial sist&#xF3;lica &lt; 100 mmHg), cardiopatia isqu&#xEA;mica (diminui&#xE7;&#xE3;o do fornecimento de sangue para o mioc&#xE1;rdio), doen&#xE7;a vascular difusa e/ou insufici&#xEA;ncia dos rins durante o tratamento com Divelol<sup>&#xAE;</sup>. A fun&#xE7;&#xE3;o de seus rins deve ser monitorada pelo seu m&#xE9;dico durante o aumento da dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Doen&#xE7;a pulmonar obstrutiva cr&#xF4;nica: se voc&#xEA; possui doen&#xE7;a pulmonar obstrutiva cr&#xF4;nica (DPOC) com componente broncoesp&#xE1;stico (contra&#xE7;&#xE3;o dos br&#xF4;nquios) e n&#xE3;o est&#xE1; usando medica&#xE7;&#xE3;o oral ou inalat&#xF3;ria, seu m&#xE9;dico dever&#xE1; ter cautela ao receitar Divelol<sup>&#xAE;</sup>. Avise seu m&#xE9;dico se possui algum problema pulmonar.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-dos-olhos/lentes-de-contato/c" target="_blank">Lentes de contato</a>: pode ocorrer redu&#xE7;&#xE3;o do lacrimejamento com o uso de Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento: Divelol<sup>&#xAE;</sup> n&#xE3;o deve ser descontinuado abruptamente, principalmente se voc&#xEA; possui cardiopatia isqu&#xEA;mica (diminui&#xE7;&#xE3;o do fornecimento de sangue para o mioc&#xE1;rdio). A retirada de carvedilol nestes casos deve ser gradual (ao longo de 2 semanas).</li> <li>Tireotoxicose: Divelol<sup>&#xAE;</sup>, como outros betabloqueadores, pode mascarar sintomas de tireotoxicose (excesso de horm&#xF4;nios produzidos pela gl&#xE2;ndula <a href="https://consultaremedios.com.br/tireoide/c" target="_blank">tireoide</a>).</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade: em caso de alergia ou terapia de dessensibiliza&#xE7;&#xE3;o (contra alergia), avise ao seu m&#xE9;dico, pois carvedilol pode aumentar a sensibilidade e a gravidade das rea&#xE7;&#xF5;es aos al&#xE9;rgenos.</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves: Divelol<sup>&#xAE;</sup> deve ser permanentemente descontinuado em pacientes que apresentarem rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves possivelmente relacionadas com o carvedilol.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/psoriase/c" target="_blank">Psor&#xED;ase</a>: se voc&#xEA; tem hist&#xF3;ria de psor&#xED;ase (doen&#xE7;a de pele que ocorre geralmente perto das articula&#xE7;&#xF5;es), voc&#xEA; s&#xF3; dever&#xE1; tomar este medicamento ap&#xF3;s seu m&#xE9;dico considerar o risco-benef&#xED;cio.</li>

Gravidez e amamentação

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Se você ficar grávida durante ou logo após o tratamento com Divelol®, informe imediatamente seu médico. Estudos em animais demonstraram toxicidade reprodutiva. Não há experiência clínica adequada com carvedilol em grávidas. Betabloqueadores reduzem a irrigação sanguínea da placenta, podendo causar morte do feto intra-útero e parto prematuro. Efeitos adversos como hipoglicemia e bradicardia podem ocorrer, bem como complicações cardíacas e pulmonares no feto e no recém-nascido.

Divelol® não deve ser usado durante a gravidez a menos que os benefícios potenciais justifiquem o risco potencial. Não existem evidências a partir de estudos em animais de laboratório de que carvedilol apresente efeitos teratogênicos.

Embora não seja conhecido se carvedilol é excretado no leite humano, a maioria dos betabloqueadores passa para o leite materno. Portanto, a amamentação não é recomendada após a administração de carvedilol.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículo e operar máquinas

Sua capacidade para dirigir veículo ou operar máquinas pode estar comprometida devido a tonturas e cansaço, principalmente no início do tratamento e após aumento de doses, modificação de terapias ou em combinação com álcool.

Este medicamento contém lactose.

Este medicamento pode causar doping.

O produto Divelol® 6,25 mg contém o corante amarelo de tartrazina&nbsp;que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Divelol?

As reações adversas ao medicamento estão listadas de acordo com as classes dos sistemas orgânicos definidos pelo MedDRA e CIOMS (“Council for International Organizations of Medical Sciences”).

As categorias de frequências são:

  • <li>Muito comum: &#x2265;1/10.</li> <li>Comum: &#x2265;1/100 e &lt;1/10.</li> <li>Incomum: &#x2265;1/1.000 e &lt;1/100.</li> <li>Rara: &#x2265;1/10.000 e &lt;1/1.000.</li> <li>Muito rara: &lt;1/10.000.</li>

Os efeitos indesejáveis descritos abaixo foram reportados com o uso de carvedilol em estudos clínicos pivotais:

  • <li>Dist&#xFA;rbios do sistema linf&#xE1;tico e do sangue: comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c" target="_blank">anemia</a>; rara: <a href="https://minutosaudavel.com.br/trombocitopenia/" rel="noopener" target="_blank">trombocitopenia</a>; muito rara: leucopenia.</li> <li>Dist&#xFA;rbios card&#xED;acos: muito comum: insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca; comum: bradicardia, hipervolemia, sobrecarga h&#xED;drica; incomum: bloqueio atrioventricular, angina <em>pectoris</em>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios nos olhos: comum: altera&#xE7;&#xF5;es visuais, redu&#xE7;&#xE3;o do lacrimejamento (secura do olho), irrita&#xE7;&#xE3;o ocular.</li> <li>Dist&#xFA;rbios gastrintestinais: comum: n&#xE1;usea, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c" target="_blank">diarreia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/nauseas/c" target="_blank">v&#xF4;mito</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/dispepsia-indigestao-o-que-e-sintomas-remedios-e-tipos/" rel="noopener" target="_blank">dispepsia</a>, dor abdominal; incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/" rel="noopener" target="_blank">constipa&#xE7;&#xE3;o</a>; rara: secura da boca.</li> <li>Dist&#xFA;rbios gerais e das condi&#xE7;&#xF5;es do local de administra&#xE7;&#xE3;o: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-fadiga-muscular-cronica-adrenal-etc-e-como-tratar/" rel="noopener" target="_blank">fadiga</a>; comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-tipos-cerebral-pulmonar-etc-e-tratamento/" rel="noopener" target="_blank">edema</a>, dor.</li> <li>Dist&#xFA;rbios hepatobiliares: muito rara: aumento da alanina aminotransferase (ALT), aspartato aminotransferase (AST) e gama-glutamiltransferase (<a href="https://minutosaudavel.com.br/exame-gama-gt-ggt-o-que-e-alto-baixo-e-para-que-serve/" rel="noopener" target="_blank">GGT</a>).</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sistema imune: muito rara: hipersensibilidade (rea&#xE7;&#xF5;es al&#xE9;rgicas).</li> <li>Infec&#xE7;&#xF5;es e infesta&#xE7;&#xF5;es: comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/pneumonia/c" target="_blank">pneumonia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/bronquite/c" target="_blank">bronquite</a>, infec&#xE7;&#xE3;o do trato respirat&#xF3;rio superior e do trato urin&#xE1;rio.</li> <li>Dist&#xFA;rbios do metabolismo e nutricionais: comum: ganho de peso, hipercolesterolemia, pior controle da glicemia (hiper/hipoglicemia) em pacientes com diabetes preexistente.</li> <li>Dist&#xFA;rbios musculoesquel&#xE9;ticos e do tecido conjuntivo: comum: dor em extremidades.</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sistema nervoso: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/tontura-o-que-pode-ser/" rel="noopener" target="_blank">tontura</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/dor-de-cabeca-e-enxaqueca/c" target="_blank">cefaleia</a>; comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/desmaio/" rel="noopener" target="_blank">s&#xED;ncope</a>, pr&#xE9;-s&#xED;ncope; incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/parestesia/" rel="noopener" target="_blank">parestesia</a>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios psiqui&#xE1;tricos: comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a>, humor deprimido; incomum: dist&#xFA;rbios do sono.</li> <li>Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios: comum: insufici&#xEA;ncia renal e anormalidades na fun&#xE7;&#xE3;o renal em pacientes com doen&#xE7;a vascular difusa e/ou insufici&#xEA;ncia renal subjacente; rara: dist&#xFA;rbios miccionais.</li> <li>Dist&#xFA;rbios da mama e sistema reprodutor: incomum: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/disfuncao-eretil/c" target="_blank">disfun&#xE7;&#xE3;o er&#xE9;til</a>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios respirat&#xF3;rios, tor&#xE1;cicos e do mediastino: comum: dispneia, <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-pulmonar-causas-sintomas-tratamento-tem-cura/" rel="noopener" target="_blank">edema pulmonar</a>, asma em pacientes predispostos; rara: congest&#xE3;o nasal.</li> <li>Dist&#xFA;rbios de pele e tecidos subcut&#xE2;neos: incomum: rea&#xE7;&#xF5;es na pele (por exemplo: exantema al&#xE9;rgico, <a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/dermatites/c" target="_blank">dermatite</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a>, prurido, les&#xF5;es psori&#xE1;sicas e do tipo l&#xED;quen plano).</li> <li>Dist&#xFA;rbios vasculares: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">hipotens&#xE3;o</a>; comum: hipotens&#xE3;o ortost&#xE1;stica, dist&#xFA;rbios da circula&#xE7;&#xE3;o perif&#xE9;rica (extremidades frias, doen&#xE7;a vascular perif&#xE9;rica, exacerba&#xE7;&#xE3;o de claudica&#xE7;&#xE3;o intermitente e fen&#xF4;meno de Raynaud), hipertens&#xE3;o.</li>

Descrição das reações adversas selecionadas

A frequência de reações adversas não é dependente da dose, com exceção de tonturas, alterações visuais e bradicardia. Tontura, síncope, cefaleia e astenia são, normalmente, leves e ocorrem, geralmente, no início do tratamento.

Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva pode ocorrer piora clínica ou retenção hídrica durante a titulação do carvedilol.

Deterioração reversível da função renal foi observada durante tratamento com carvedilol em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva e baixa pressão arterial, cardiopatia isquêmica, doença vascular difusa e/ou insuficiência renal subjacente.

Experiência pós-comercialização

Os eventos adversos abaixo foram identificados no uso de carvedilol pós-comercialização. Por serem reportados por uma população de tamanho indefinido, nem sempre é possível estimar sua frequência e/ou estabelecer relação causal com a exposição à droga.

  • <li>Dist&#xFA;rbios de metabolismo e nutricionais: devido &#xE0; a&#xE7;&#xE3;o betabloqueadora, &#xE9; poss&#xED;vel que diabetes <em>mellitus </em>latente se manifeste, diabetes preexistente se agrave e que a contra-regula&#xE7;&#xE3;o da <a href="https://consultaremedios.com.br/glicose/bula" target="_blank">glicose</a> seja inibida.</li> <li>Dist&#xFA;rbios de pele e tecidos subcut&#xE2;neos: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/queda-de-cabelo-e-calvicie/c" target="_blank">queda de cabelo</a>. Rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves, como necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica e s&#xED;ndrome de Stevens-Johnson.</li> <li>Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios: foram reportados casos isolados de <a href="https://minutosaudavel.com.br/incontinencia-urinaria/" rel="noopener" target="_blank">incontin&#xEA;ncia urin&#xE1;ria</a> em mulheres, os quais foram resolvidos com a descontinua&#xE7;&#xE3;o da medica&#xE7;&#xE3;o.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Pacientes com menos de 18 anos de idade

Divelol® não é recomendado a pacientes com menos de 18 anos de idade.

Pacientes idosos

Nenhum ajuste da dose inicial é exigido para pacientes idosos.

Pacientes com insuficiência renal

Na insuficiência renal moderada a grave, não há necessidade de alterar as recomendações de dosagem de carvedilol.

Pacientes com insuficiência hepática

Divelol® é contraindicado para pacientes com insuficiência hepática clinicamente manifesta.

Pacientes diabéticos

Divelol® pode aumentar a resistência à insulina e mascarar sintomas da hipoglicemia.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Divelol?

Você deve fazer tudo que for possível para tomar a medicação nos dias e horários que o seu médico orientou.

Se por algum motivo se esquecer de tomar o medicamento, espere e tome a dose seguinte da maneira habitual.

Se você tiver se esquecido de tomar alguma dose, nunca dobre a dose seguinte, pois isso poderá aumentar a chance de você ter um efeito adverso.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Divelol?

Cada comprimido de Divelol® 3,125 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">3,125 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Cada comprimido revestido de Divelol® 6,25 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:219px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:223px\"> <p style=\"text-align:center\">6,25 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:219px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:223px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: amarelo de tartrazina laca de alumínio, celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, dióxido de titânio, estearato de magnésio, hipromelose, lactose monoidratada.

Cada comprimido de Divelol® 12,5 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:224px\"> <p style=\"text-align:center\">12,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:224px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Cada comprimido de Divelol®&nbsp;25 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:217px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:225px\"> <p style=\"text-align:center\">25 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:217px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:225px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Divelol maior do que a recomendada?

Sintomas e sinais de superdose

Pode haver queda importante da pressão arterial, bradicardia (lentificação do ritmo cardíaco), insuficiência cardíaca (prejuízo da função do coração), choque cardiogênico (queda acentuada da pressão arterial de origem cardíaca) e parada cardíaca. Problemas respiratórios, broncoespasmo (contração dos brônquios), vômitos, alterações da consciência e convulsões generalizadas também podem ocorrer.

Tratamento da superdose

Monitorar os sinais e sintomas acima e garantir atendimento médico de acordo com prática utilizada para pacientes com superdose de betabloqueadores.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Apresentações do Divelol

Divelol® 3,125 mg

Com 28 e 60 comprimidos.

Divelol® 6,25 mg

Com 14, 30 e 60 comprimidos revestidos.

Divelol® 12,5 mg

Com 30 e 60 comprimidos.

Divelol® 25,0 mg

Com 14, 30 e 60 comprimidos.

Via oral.

Uso adulto.

6,25mg, caixa com 14 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Carvedilol
Classe Terapêutica
:
Betabloqueadores Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Sistema Cardiovascular (Circulação)
Especialidade
:
Cardiologia

Bula do medicamento

Mensagens de Alerta

Leia cuidadosamente as informações abaixo. Se tiver dúvidas, informe ao seu médico.

Divelol, para o que é indicado e para o que serve?

Divelol® é um medicamento usado para tratar insuficiência cardíaca congestiva (insuficiência do coração), angina do peito (dor no peito de origem cardíaca) e hipertensão arterial (pressão alta).

Quais as contraindicações do Divelol?

Você não pode usar Divelol® se apresentar alergia ao carvedilol ou a qualquer componente da formulação, ou se possuir uma das doenças a seguir:

Insuficiência cardíaca descompensada/instável necessitando medicamento intravenoso para aumentar a força do coração, insuficiência do fígado; arritmias cardíacas&nbsp;(irregularidades do ritmo cardíaco); asma brônquica ou doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) associada a broncoespasmo (contração dos brônquios); bloqueio atrioventricular (bloqueio dos impulsos nervosos no coração) de 2º ou 3º grau (a menos que tenha um marca-passo permanente); ritmo cardíaco abaixo de 50 batimentos por minuto; síndrome do nó sinusal (incluindo bloqueio sinoatrial); choque cardiogênico (queda acentuada da pressão por problema cardíaco); pressão arterial muito baixa (pressão arterial sistólica < 85 mmHg).

Como usar o Divelol?

Divelol® deve ser administrado por via oral.

Duração do tratamento

O tratamento com Divelol® é normalmente longo. Você não deve parar o tratamento de repente, mas reduzir a dose aos poucos, a cada semana, principalmente se você tiver doença arterial coronária (dos vasos do coração) concomitante.

Hipertensão essencial (sem causa conhecida)

Adultos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia, durante os dois primeiros dias. A seguir, a dose recomendada é 25 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg, em dose única diária, ou dividida em duas doses.

Idosos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg em dose única diária ou dividida em duas doses.

Angina do peito

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, duas vezes ao dia, durante os dois primeiros dias.

A seguir, a dose recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia. Se necessário, poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose máxima diária recomendada de 100 mg administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia). A dose diária máxima recomendada para idosos é 50 mg, administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia).

Insuficiência cardíaca congestiva (ICC)

A dose deve ser individualizada e cuidadosamente monitorada durante a fase de ajuste da dose. Se você usa digitálicos, diuréticos e inibidores da ECA, o seu médico deverá ajustar a dose destes medicamentos antes de iniciar o tratamento com Divelol®. A dose inicial recomendada é 3,125 mg, duas vezes ao dia, por duas semanas. Se esta dose for bem tolerada, poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas, para 6,25 mg, duas vezes ao dia, 12,5 mg, duas vezes ao&nbsp;dia e 25 mg, duas vezes ao dia. A dose deverá ser aumentada de acordo com orientação de seu médico até o nível máximo tolerado.

A dose máxima recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia para todos os pacientes com ICC leve, moderada ou grave, com peso inferior a 85 kg. Em pacientes com ICC leve ou moderada com peso superior a 85 kg, a dose máxima recomendada é 50 mg, duas vezes ao dia. Antes de cada aumento de dose, deve-se avaliar sintomas de vasodilatação ou piora da insuficiência cardíaca. A piora transitória da insuficiência cardíaca ou a retenção de líquidos devem ser tratadas com aumento da dose do diurético. Ocasionalmente, pode ser necessário reduzir a dose ou descontinuar temporariamente o tratamento com Divelol®. A dose de Divelol® não deverá ser aumentada até que os sintomas de piora da insuficiência cardíaca ou de vasodilatação estejam estabilizados. Se carvedilol for descontinuado por mais de duas semanas, a terapia deverá ser reiniciada com 3,125 mg duas vezes ao dia e a titulação realizada conforme as recomendações do modo de uso do medicamento.

Divelol® não necessariamente deve ser ingerido junto a alimentos; entretanto, em pacientes com insuficiência cardíaca, deverá ser administrado com alimentos para reduzir a velocidade de absorção e diminuir a incidência de efeitos ortostáticos (queda de pressão quando se fica em pé ou sentado).

Pacientes com insuficiência renal

Não são necessárias alterações nas doses recomendadas de carvedilol em pacientes com insuficiência renal moderada a grave.

Pacientes com menos de 18 anos de idade

A segurança e eficácia do carvedilol em crianças e adolescentes abaixo de 18 anos ainda não foram estabelecidas.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Como o Divelol funciona?

Divelol® promove a dilatação dos vasos sanguíneos, através do bloqueio do sistema chamado reninaangiotensina-aldosterona. Assim, ocorre diminuição da pressão arterial. Em voluntários sadios, a concentração sérica máxima é alcançada em, aproximadamente, uma hora.

Quais cuidados devo ter ao usar o Divelol?

Geral

  • <li>Insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca cr&#xF4;nica: pode ocorrer piora cl&#xED;nica ou reten&#xE7;&#xE3;o de l&#xED;quido durante o aumento da dose de carvedilol. Caso isso ocorra, o m&#xE9;dico dever&#xE1; aumentar a dose do diur&#xE9;tico, mantendo a dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup> at&#xE9; atingir novamente a estabilidade cl&#xED;nica. Pode ser necess&#xE1;rio reduzir a dose do carvedilol ou, em casos raros, descontinu&#xE1;-lo temporariamente, o que n&#xE3;o impede o sucesso do aumento gradual da dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup>. O carvedilol deve ser usado com cautela quando associado a digit&#xE1;licos, pois ambos os f&#xE1;rmacos lentificam a condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular (condu&#xE7;&#xE3;o do est&#xED;mulo card&#xED;aco).</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c" target="_blank">Diabetes</a> <em>mellitus</em>: o uso de carvedilol em diab&#xE9;ticos pode estar relacionado &#xE0; piora do controle glic&#xEA;mico ou pode mascarar/reduzir sinais e sintomas de <a href="https://minutosaudavel.com.br/hipoglicemia/" rel="noopener" target="_blank">hipoglicemia</a> (baixo a&#xE7;&#xFA;car no sangue). Portanto, se voc&#xEA; tiver diabetes, seu n&#xED;vel de a&#xE7;&#xFA;car no sangue deve ser monitorado regularmente no in&#xED;cio ou ajuste do tratamento com Divelol<sup>&#xAE;</sup>. A dose do medicamento usado para diabetes tamb&#xE9;m deve ser ajustada.</li> <li>Fun&#xE7;&#xE3;o dos rins na insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva: foi observada piora revers&#xED;vel da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva e press&#xE3;o arterial baixa (press&#xE3;o arterial sist&#xF3;lica &lt; 100 mmHg), cardiopatia isqu&#xEA;mica (diminui&#xE7;&#xE3;o do fornecimento de sangue para o mioc&#xE1;rdio), doen&#xE7;a vascular difusa e/ou insufici&#xEA;ncia dos rins durante o tratamento com Divelol<sup>&#xAE;</sup>. A fun&#xE7;&#xE3;o de seus rins deve ser monitorada pelo seu m&#xE9;dico durante o aumento da dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Doen&#xE7;a pulmonar obstrutiva cr&#xF4;nica: se voc&#xEA; possui doen&#xE7;a pulmonar obstrutiva cr&#xF4;nica (DPOC) com componente broncoesp&#xE1;stico (contra&#xE7;&#xE3;o dos br&#xF4;nquios) e n&#xE3;o est&#xE1; usando medica&#xE7;&#xE3;o oral ou inalat&#xF3;ria, seu m&#xE9;dico dever&#xE1; ter cautela ao receitar Divelol<sup>&#xAE;</sup>. Avise seu m&#xE9;dico se possui algum problema pulmonar.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-dos-olhos/lentes-de-contato/c" target="_blank">Lentes de contato</a>: pode ocorrer redu&#xE7;&#xE3;o do lacrimejamento com o uso de Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento: Divelol<sup>&#xAE;</sup> n&#xE3;o deve ser descontinuado abruptamente, principalmente se voc&#xEA; possui cardiopatia isqu&#xEA;mica (diminui&#xE7;&#xE3;o do fornecimento de sangue para o mioc&#xE1;rdio). A retirada de carvedilol nestes casos deve ser gradual (ao longo de 2 semanas).</li> <li>Tireotoxicose: Divelol<sup>&#xAE;</sup>, como outros betabloqueadores, pode mascarar sintomas de tireotoxicose (excesso de horm&#xF4;nios produzidos pela gl&#xE2;ndula <a href="https://consultaremedios.com.br/tireoide/c" target="_blank">tireoide</a>).</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade: em caso de alergia ou terapia de dessensibiliza&#xE7;&#xE3;o (contra alergia), avise ao seu m&#xE9;dico, pois carvedilol pode aumentar a sensibilidade e a gravidade das rea&#xE7;&#xF5;es aos al&#xE9;rgenos.</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves: Divelol<sup>&#xAE;</sup> deve ser permanentemente descontinuado em pacientes que apresentarem rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves possivelmente relacionadas com o carvedilol.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/psoriase/c" target="_blank">Psor&#xED;ase</a>: se voc&#xEA; tem hist&#xF3;ria de psor&#xED;ase (doen&#xE7;a de pele que ocorre geralmente perto das articula&#xE7;&#xF5;es), voc&#xEA; s&#xF3; dever&#xE1; tomar este medicamento ap&#xF3;s seu m&#xE9;dico considerar o risco-benef&#xED;cio.</li>

Gravidez e amamentação

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Se você ficar grávida durante ou logo após o tratamento com Divelol®, informe imediatamente seu médico. Estudos em animais demonstraram toxicidade reprodutiva. Não há experiência clínica adequada com carvedilol em grávidas. Betabloqueadores reduzem a irrigação sanguínea da placenta, podendo causar morte do feto intra-útero e parto prematuro. Efeitos adversos como hipoglicemia e bradicardia podem ocorrer, bem como complicações cardíacas e pulmonares no feto e no recém-nascido.

Divelol® não deve ser usado durante a gravidez a menos que os benefícios potenciais justifiquem o risco potencial. Não existem evidências a partir de estudos em animais de laboratório de que carvedilol apresente efeitos teratogênicos.

Embora não seja conhecido se carvedilol é excretado no leite humano, a maioria dos betabloqueadores passa para o leite materno. Portanto, a amamentação não é recomendada após a administração de carvedilol.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículo e operar máquinas

Sua capacidade para dirigir veículo ou operar máquinas pode estar comprometida devido a tonturas e cansaço, principalmente no início do tratamento e após aumento de doses, modificação de terapias ou em combinação com álcool.

Este medicamento contém lactose.

Este medicamento pode causar doping.

O produto Divelol® 6,25 mg contém o corante amarelo de tartrazina&nbsp;que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Divelol?

As reações adversas ao medicamento estão listadas de acordo com as classes dos sistemas orgânicos definidos pelo MedDRA e CIOMS (“Council for International Organizations of Medical Sciences”).

As categorias de frequências são:

  • <li>Muito comum: &#x2265;1/10.</li> <li>Comum: &#x2265;1/100 e &lt;1/10.</li> <li>Incomum: &#x2265;1/1.000 e &lt;1/100.</li> <li>Rara: &#x2265;1/10.000 e &lt;1/1.000.</li> <li>Muito rara: &lt;1/10.000.</li>

Os efeitos indesejáveis descritos abaixo foram reportados com o uso de carvedilol em estudos clínicos pivotais:

  • <li>Dist&#xFA;rbios do sistema linf&#xE1;tico e do sangue: comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c" target="_blank">anemia</a>; rara: <a href="https://minutosaudavel.com.br/trombocitopenia/" rel="noopener" target="_blank">trombocitopenia</a>; muito rara: leucopenia.</li> <li>Dist&#xFA;rbios card&#xED;acos: muito comum: insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca; comum: bradicardia, hipervolemia, sobrecarga h&#xED;drica; incomum: bloqueio atrioventricular, angina <em>pectoris</em>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios nos olhos: comum: altera&#xE7;&#xF5;es visuais, redu&#xE7;&#xE3;o do lacrimejamento (secura do olho), irrita&#xE7;&#xE3;o ocular.</li> <li>Dist&#xFA;rbios gastrintestinais: comum: n&#xE1;usea, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c" target="_blank">diarreia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/nauseas/c" target="_blank">v&#xF4;mito</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/dispepsia-indigestao-o-que-e-sintomas-remedios-e-tipos/" rel="noopener" target="_blank">dispepsia</a>, dor abdominal; incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/" rel="noopener" target="_blank">constipa&#xE7;&#xE3;o</a>; rara: secura da boca.</li> <li>Dist&#xFA;rbios gerais e das condi&#xE7;&#xF5;es do local de administra&#xE7;&#xE3;o: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-fadiga-muscular-cronica-adrenal-etc-e-como-tratar/" rel="noopener" target="_blank">fadiga</a>; comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-tipos-cerebral-pulmonar-etc-e-tratamento/" rel="noopener" target="_blank">edema</a>, dor.</li> <li>Dist&#xFA;rbios hepatobiliares: muito rara: aumento da alanina aminotransferase (ALT), aspartato aminotransferase (AST) e gama-glutamiltransferase (<a href="https://minutosaudavel.com.br/exame-gama-gt-ggt-o-que-e-alto-baixo-e-para-que-serve/" rel="noopener" target="_blank">GGT</a>).</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sistema imune: muito rara: hipersensibilidade (rea&#xE7;&#xF5;es al&#xE9;rgicas).</li> <li>Infec&#xE7;&#xF5;es e infesta&#xE7;&#xF5;es: comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/pneumonia/c" target="_blank">pneumonia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/bronquite/c" target="_blank">bronquite</a>, infec&#xE7;&#xE3;o do trato respirat&#xF3;rio superior e do trato urin&#xE1;rio.</li> <li>Dist&#xFA;rbios do metabolismo e nutricionais: comum: ganho de peso, hipercolesterolemia, pior controle da glicemia (hiper/hipoglicemia) em pacientes com diabetes preexistente.</li> <li>Dist&#xFA;rbios musculoesquel&#xE9;ticos e do tecido conjuntivo: comum: dor em extremidades.</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sistema nervoso: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/tontura-o-que-pode-ser/" rel="noopener" target="_blank">tontura</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/dor-de-cabeca-e-enxaqueca/c" target="_blank">cefaleia</a>; comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/desmaio/" rel="noopener" target="_blank">s&#xED;ncope</a>, pr&#xE9;-s&#xED;ncope; incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/parestesia/" rel="noopener" target="_blank">parestesia</a>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios psiqui&#xE1;tricos: comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a>, humor deprimido; incomum: dist&#xFA;rbios do sono.</li> <li>Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios: comum: insufici&#xEA;ncia renal e anormalidades na fun&#xE7;&#xE3;o renal em pacientes com doen&#xE7;a vascular difusa e/ou insufici&#xEA;ncia renal subjacente; rara: dist&#xFA;rbios miccionais.</li> <li>Dist&#xFA;rbios da mama e sistema reprodutor: incomum: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/disfuncao-eretil/c" target="_blank">disfun&#xE7;&#xE3;o er&#xE9;til</a>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios respirat&#xF3;rios, tor&#xE1;cicos e do mediastino: comum: dispneia, <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-pulmonar-causas-sintomas-tratamento-tem-cura/" rel="noopener" target="_blank">edema pulmonar</a>, asma em pacientes predispostos; rara: congest&#xE3;o nasal.</li> <li>Dist&#xFA;rbios de pele e tecidos subcut&#xE2;neos: incomum: rea&#xE7;&#xF5;es na pele (por exemplo: exantema al&#xE9;rgico, <a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/dermatites/c" target="_blank">dermatite</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a>, prurido, les&#xF5;es psori&#xE1;sicas e do tipo l&#xED;quen plano).</li> <li>Dist&#xFA;rbios vasculares: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">hipotens&#xE3;o</a>; comum: hipotens&#xE3;o ortost&#xE1;stica, dist&#xFA;rbios da circula&#xE7;&#xE3;o perif&#xE9;rica (extremidades frias, doen&#xE7;a vascular perif&#xE9;rica, exacerba&#xE7;&#xE3;o de claudica&#xE7;&#xE3;o intermitente e fen&#xF4;meno de Raynaud), hipertens&#xE3;o.</li>

Descrição das reações adversas selecionadas

A frequência de reações adversas não é dependente da dose, com exceção de tonturas, alterações visuais e bradicardia. Tontura, síncope, cefaleia e astenia são, normalmente, leves e ocorrem, geralmente, no início do tratamento.

Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva pode ocorrer piora clínica ou retenção hídrica durante a titulação do carvedilol.

Deterioração reversível da função renal foi observada durante tratamento com carvedilol em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva e baixa pressão arterial, cardiopatia isquêmica, doença vascular difusa e/ou insuficiência renal subjacente.

Experiência pós-comercialização

Os eventos adversos abaixo foram identificados no uso de carvedilol pós-comercialização. Por serem reportados por uma população de tamanho indefinido, nem sempre é possível estimar sua frequência e/ou estabelecer relação causal com a exposição à droga.

  • <li>Dist&#xFA;rbios de metabolismo e nutricionais: devido &#xE0; a&#xE7;&#xE3;o betabloqueadora, &#xE9; poss&#xED;vel que diabetes <em>mellitus </em>latente se manifeste, diabetes preexistente se agrave e que a contra-regula&#xE7;&#xE3;o da <a href="https://consultaremedios.com.br/glicose/bula" target="_blank">glicose</a> seja inibida.</li> <li>Dist&#xFA;rbios de pele e tecidos subcut&#xE2;neos: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/queda-de-cabelo-e-calvicie/c" target="_blank">queda de cabelo</a>. Rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves, como necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica e s&#xED;ndrome de Stevens-Johnson.</li> <li>Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios: foram reportados casos isolados de <a href="https://minutosaudavel.com.br/incontinencia-urinaria/" rel="noopener" target="_blank">incontin&#xEA;ncia urin&#xE1;ria</a> em mulheres, os quais foram resolvidos com a descontinua&#xE7;&#xE3;o da medica&#xE7;&#xE3;o.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Pacientes com menos de 18 anos de idade

Divelol® não é recomendado a pacientes com menos de 18 anos de idade.

Pacientes idosos

Nenhum ajuste da dose inicial é exigido para pacientes idosos.

Pacientes com insuficiência renal

Na insuficiência renal moderada a grave, não há necessidade de alterar as recomendações de dosagem de carvedilol.

Pacientes com insuficiência hepática

Divelol® é contraindicado para pacientes com insuficiência hepática clinicamente manifesta.

Pacientes diabéticos

Divelol® pode aumentar a resistência à insulina e mascarar sintomas da hipoglicemia.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Divelol?

Você deve fazer tudo que for possível para tomar a medicação nos dias e horários que o seu médico orientou.

Se por algum motivo se esquecer de tomar o medicamento, espere e tome a dose seguinte da maneira habitual.

Se você tiver se esquecido de tomar alguma dose, nunca dobre a dose seguinte, pois isso poderá aumentar a chance de você ter um efeito adverso.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Divelol?

Cada comprimido de Divelol® 3,125 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">3,125 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Cada comprimido revestido de Divelol® 6,25 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:219px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:223px\"> <p style=\"text-align:center\">6,25 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:219px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:223px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: amarelo de tartrazina laca de alumínio, celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, dióxido de titânio, estearato de magnésio, hipromelose, lactose monoidratada.

Cada comprimido de Divelol® 12,5 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:224px\"> <p style=\"text-align:center\">12,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:224px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Cada comprimido de Divelol®&nbsp;25 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:217px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:225px\"> <p style=\"text-align:center\">25 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:217px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:225px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Divelol maior do que a recomendada?

Sintomas e sinais de superdose

Pode haver queda importante da pressão arterial, bradicardia (lentificação do ritmo cardíaco), insuficiência cardíaca (prejuízo da função do coração), choque cardiogênico (queda acentuada da pressão arterial de origem cardíaca) e parada cardíaca. Problemas respiratórios, broncoespasmo (contração dos brônquios), vômitos, alterações da consciência e convulsões generalizadas também podem ocorrer.

Tratamento da superdose

Monitorar os sinais e sintomas acima e garantir atendimento médico de acordo com prática utilizada para pacientes com superdose de betabloqueadores.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Divelol com outros remédios?

Interações com outros medicamentos

Há um número de importantesinteraçõesfarmacocinéticas e farmacodinâmicas com outras drogas.

  • <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/feocromocitoma-tratamento-diagnostico-causas-sintomas-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">Feocromocitoma</a> (tumor na gl&#xE2;ndula supra-renal): em pacientes com suspeita de feocromocitoma, devese iniciar um agente alfabloqueador antes do uso de qualquer betabloqueador. Apesar de Divelol<sup>&#xAE;</sup> exercer atividades alfa e betabloqueadora, n&#xE3;o existe experi&#xEA;ncia de uso nesses casos.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/b/angina-variante" target="_blank">Angina variante</a> de Prinzmetal: betabloqueadores n&#xE3;o seletivos podem provocar dor tor&#xE1;cica em pacientes com angina variante de Prinzmetal. N&#xE3;o h&#xE1; experi&#xEA;ncia cl&#xED;nica com carvedilol nesses pacientes.</li> <li>Doen&#xE7;a vascular perif&#xE9;rica e fen&#xF4;meno de Raynaud: os betabloqueadores podem precipitar ou agravar os sintomas de insufici&#xEA;ncia arterial.</li> <li>Bradicardia: Divelol<sup>&#xAE;</sup> pode provocar bradicardia (lentifica&#xE7;&#xE3;o do ritmo card&#xED;aco).</li>

Interações farmacocinéticas

Efeitos do carvedilol na farmacocinética de outras drogas

Carvedilol interfere na glicoproteína P, responsável pelo transporte de uma série de fármacos na parede intestinal e em outros órgãos. Por isso, a quantidade de alguns fármacos pode aumentar exageradamente ou a concentração do próprio carvedilol pode ser modificada quando são administrados em conjunto.

  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">Digoxina</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/ciclosporina/bula" target="_blank">ciclosporina</a>: carvedilol pode aumentar a concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica de digoxina e ciclosporina oral. Recomenda-se monitora&#xE7;&#xE3;o pr&#xF3;xima dos n&#xED;veis de digoxina e ciclosporina para ajuste adequado das doses.</li>
Efeitos de outras drogas na farmacocinética de carvedilol

Inibidores, bem como indutores de determinadas enzimas do fígado, podem modificar o metabolismo do carvedilol, levando a concentrações plasmáticas aumentadas ou diminuídas de R e S-carvedilol.

Alguns exemplos observados em pacientes ou em indivíduos saudáveis são apresentados a seguir:
  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/rifampicina/bula" target="_blank">Rifampicina</a>: houve diminui&#xE7;&#xE3;o do efeito do carvedilol na press&#xE3;o sist&#xF3;lica durante o uso concomitante de rifampicina.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">Cimetidina</a>: a probabilidade de intera&#xE7;&#xF5;es clinicamente significativas &#xE9; m&#xED;nima.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-amiodarona/bula" target="_blank">Amiodarona</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-fluoxetina/bula" target="_blank">fluoxetina</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-paroxetina/bula" target="_blank">paroxetina</a>: a elimina&#xE7;&#xE3;o de carvedilol pode ser inibida por uso concomitante de amiodarona e fluoxetina, por&#xE9;m, sem efeito cl&#xED;nico.</li>

Interações farmacodinâmicas

  • <li>Insulina ou hipoglicemiantes orais: Pode haver aumento do efeito hipoglicemiante de insulina e antidiab&#xE9;ticos orais. Sinais de hipoglicemia podem ser mascarados/atenuados (especialmente taquicardia). Deve-se monitorar a glicemia em pacientes recebendo insulina ou antibiab&#xE9;ticos orais juntamente com Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Agentes depletores de catecolaminas: sinais de hipotens&#xE3;o e/ou bradicardia grave em pacientes em uso de Divelol<sup>&#xAE;</sup> e f&#xE1;rmacos que possam depletar catecolaminas (por exemplo, reserpina e inibidores de monoamino oxidase).</li> <li>Digoxina: o uso combinado de Divelol<sup>&#xAE;</sup> e digoxina pode prolongar o tempo de condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular.</li> <li>Bloqueadores do canal de c&#xE1;lcio n&#xE3;o diidropiridina, amiodarona ou outros antiarr&#xED;tmicos: em combina&#xE7;&#xE3;o com carvedilol, podem aumentar o risco de dist&#xFA;rbios de condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular. Se o carvedilol for administrado por via oral com bloqueadores do canal de c&#xE1;lcio n&#xE3;o diidropiridina do tipo <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-verapamil/bula" target="_blank">verapamil</a> ou <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-diltiazem/bula" target="_blank">diltiazem</a>, amiodarona ou outros antiarr&#xED;tmicos, recomenda-se o monitoramento do ECG (<a href="https://minutosaudavel.com.br/eletrocardiograma-ecg-o-que-e-para-que-serve-e-como-e-feito-o-exame/" rel="noopener" target="_blank">eletrocardiograma</a>) e da press&#xE3;o sangu&#xED;nea.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-clonidina/bula" target="_blank">Clonidina</a>: a administra&#xE7;&#xE3;o de clonidina associada a Divelol<sup>&#xAE;</sup> pode potencializar os efeitos de redu&#xE7;&#xE3;o de press&#xE3;o sangu&#xED;nea e frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca.</li> <li>Anti-hipertensivos: carvedilol pode potencializar o efeito de outros f&#xE1;rmacos com a&#xE7;&#xE3;o anti-hipertensiva (por exemplo, antagonistas de receptor alfa-1) ou que tenham hipotens&#xE3;o como parte de seu perfil de efeitos adversos.</li> <li>Agentes <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/anestesicos/c" target="_blank">anest&#xE9;sicos</a>: monitorar cuidadosamente os sinais vitais durante anestesia.</li> <li>AINEs: o uso concomitante de <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/anti-inflamatorios/c" target="_blank">anti-inflamat&#xF3;rios</a> n&#xE3;o esteroides (AINEs) e bloqueadores beta-adren&#xE9;rgicos pode resultar em aumento de press&#xE3;o arterial e menor controle da press&#xE3;o arterial.</li> <li>Broncodilatadores beta-agonistas: Divelol<sup>&#xAE;</sup> age de forma contr&#xE1;ria aos medicamentos desta classe.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Divelol (Carvedilol)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia em hipertens&#xE3;o</h3> <p>Carvedilol reduz a press&#xE3;o arterial em pacientes hipertensos pela combina&#xE7;&#xE3;o do bloqueio beta &#xE0; vasodilata&#xE7;&#xE3;o mediada por bloqueio alfa. A redu&#xE7;&#xE3;o da press&#xE3;o n&#xE3;o se associa a aumento da resist&#xEA;ncia perif&#xE9;rica total, como &#xE9; observado com os agentes betabloqueadores puros.<sup>1</sup></p> <p>A frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca &#xE9; discretamente reduzida. O fluxo sangu&#xED;neo renal e a fun&#xE7;&#xE3;o renal se mant&#xEA;m preservados.&amp;nbsp;Carvedilol mant&#xE9;m o volume sist&#xF3;lico e reduz a resist&#xEA;ncia vascular perif&#xE9;rica total. O fluxo sangu&#xED;neo para diversos &#xF3;rg&#xE3;os e para os leitos vasculares &#xE9; preservado.<sup>1,2</sup></p> <h3>Efic&#xE1;cia na angina do peito</h3> <p>Em pacientes com doen&#xE7;a arterial coron&#xE1;ria, carvedilol demonstrou efeitos anti-isqu&#xEA;micos (melhora do tempo total de exerc&#xED;cio, tempo para depress&#xE3;o de 1 mm do segmento ST e in&#xED;cio de angina).<sup>3,4 </sup></p> <p>Carvedilol reduz significativamente a demanda de oxig&#xEA;nio pelo mioc&#xE1;rdio e a hiperatividade simp&#xE1;tica. Tamb&#xE9;m reduz a pr&#xE9;-carga (press&#xE3;o de art&#xE9;ria pulmonar e de capilar pulmonar) e a p&#xF3;s-carga.<sup>3</sup></p> <h3>Efic&#xE1;cia em insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</h3> <p>Carvedilol reduz significativamente a mortalidade por todas as causas e a necessidade de hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por motivo cardiovascular. Carvedilol promove aumento da fra&#xE7;&#xE3;o de eje&#xE7;&#xE3;o e melhora dos sintomas em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca de etiologia isqu&#xEA;mica e n&#xE3;o isqu&#xEA;mica.<sup>5-7</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Oestergren J, Storstein L, Karlberg BE, Tiblin G Quality of life in hypertensive patients treated either with Carvedilol&amp;nbsp;or <a href=\"https://consultaremedios.com.br/maleato-de-enalapril/bula\" target=\"_blank\">enalapril</a>. Blood Pressure 1996; 5: 41-49 (CDS Vs 1.0).<br> 2. Bertolotti G, Angelino E, Zotti E, DeCesaris R A multicenter, double-blind, randomized parallel study of quality of life and blood pressure control in hypertensive patients treated with Carvedilol or <a href=\"https://consultaremedios.com.br/atenolol/bula\" target=\"_blank\">atenolol</a> or enalapril. High Blood Press Cardiovasc Prev 1995; 4: 216-224 (CDS Vs 1.0).<br> 3. Hauf-Zachariou K, Blackwood RA, Gunawardena A, O&apos;Donnell JG, Garnham S, Pfarr E Carvedilol&amp;nbsp;versus verapamil in stable angina: a multicentre trial. Eur J Clin Pharmacol 1997; 52: 95-100 (CDS Vs 1.0).<br> 4. Van der Does R, Hauf-Zachariou U, Pfarr E, Holtbr&#xFC;gge W, K&#xF6;nig S, Griffiths M, Lahiri A Comparison of safety and efficacy of Carvedilol&amp;nbsp;and metoprolol in stable angina pectoris. Am J Cardiol 1999; 83, 643-649 (CDS Vs 1.0).<br> 5. Das Gupta P, Broadhurst P, Raftery EB, Lahiri A Value of Carvedilol&amp;nbsp;in congestive heart failure secondary to coronary artery disease. Am J Cardiol 1990; 66: 1118-1123 (CDS Vs 1.0).<br> 6. Wendt T, van der Does R, Schr&#xE4;der R, Landgraf H, Kober G Acute hemodynamic of the vasodilating and betablocking agent, Carvedilol, in comparison to <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-propranolol/bula\" target=\"_blank\">propranolol</a>. J Cardiovasc Pharmacol 1987; 10 (Suppl 11): 147-150 (CDS Vs 1.0).<br> 7. Packer M, Bristow MR, Cohn JN, Colucci WS, Fowler MB, Gilbert EM, Shusterman NH The effect of Carvedilol on morbidity and mortality in patients with chronic heart failure. N Engl J Med 1996; 334: 1349-1355 (CDS Vs 1.0).</br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <p>Carvedilol &#xE9; um antagonista neuro-hormonal de a&#xE7;&#xE3;o m&#xFA;ltipla, com propriedades betabloqueadoras n&#xE3;o seletivas, alfabloqueadora e <a href=\"https://consultaremedios.com.br/vitaminas-e-minerais/antioxidante/c\" target=\"_blank\">antioxidante</a>. Carvedilol reduz a resist&#xEA;ncia vascular perif&#xE9;rica por vasodilata&#xE7;&#xE3;o mediada pelo bloqueio alfa1 e suprime o sistema renina-angiotensina-aldosterona devido ao bloqueio beta; reten&#xE7;&#xE3;o h&#xED;drica &#xE9;, portanto, uma ocorr&#xEA;ncia rara. Carvedilol n&#xE3;o apresenta atividade simpatomim&#xE9;tica intr&#xED;nseca e, como o propranolol, apresenta propriedades estabilizadoras de membrana.</p> <p>Carvedilol &#xE9; uma mistura rac&#xEA;mica de 2 estereois&#xF4;meros. Em animais, ambos os enanti&#xF4;meros apresentam propriedades bloqueadoras de receptores alfa-adren&#xE9;rgicos. As propriedades bloqueadoras do receptor betaadren&#xE9;rgico n&#xE3;o s&#xE3;o seletivas para os receptores beta1 e beta2 e est&#xE3;o associadas ao enanti&#xF4;mero lev&#xF3;giro do carvedilol.</p> <p>Carvedilol &#xE9; um potente antioxidante e neutralizador de radicais de oxig&#xEA;nio, demonstrado por estudos em animais, <em>in vitro</em> e<em> in vivo</em>, e em v&#xE1;rios tipos de c&#xE9;lulas humanas,<em> in vitro</em>. Carvedilol exibe efeito antiproliferativo nas c&#xE9;lulas musculares lisas de vasos sangu&#xED;neos de humanos e efeitos protetores de &#xF3;rg&#xE3;os.</p> <p>Carvedilol n&#xE3;o exerce efeitos adversos no perfil lip&#xED;dico. A rela&#xE7;&#xE3;o HDL/LDL se mant&#xE9;m normal.</p> <h3>Farmacocin&#xE9;tica</h3> <h4>Absor&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral, carvedilol &#xE9; rapidamente absorvido. Carvedilol &#xE9; um substrato do transportador de efluxo intestinal P-glicoprote&#xED;na que desempenha um papel importante na biodisponibilidade de certas drogas. Em volunt&#xE1;rios saud&#xE1;veis, a concentra&#xE7;&#xE3;o s&#xE9;rica m&#xE1;xima &#xE9; alcan&#xE7;ada em aproximadamente 1 hora. A biodisponibilidade absoluta de carvedilol no homem &#xE9; de aproximadamente 25%. Alimentos n&#xE3;o alteram a extens&#xE3;o da biodisponibilidade, embora aumentem o tempo para atingir a concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE1;xima.</p> <h4>Distribui&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>Carvedilol &#xE9; altamente lipof&#xED;lico; aproximadamente 98 &#x2013; 99% do carvedilol se liga &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> plasm&#xE1;ticas; o volume de distribui&#xE7;&#xE3;o &#xE9; de aproximadamente 2 L/kg.</p> <h4>Metabolismo</h4> <p>No ser humano, carvedilol &#xE9; extensamente metabolizado no f&#xED;gado atrav&#xE9;s de oxida&#xE7;&#xE3;o e conjuga&#xE7;&#xE3;o, produzindo diversos metab&#xF3;litos que s&#xE3;o eliminados principalmente na bile.O efeito de primeira passagem ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral &#xE9; cerca de 60 &#x2013; 75%. A circula&#xE7;&#xE3;o &#xEA;ntero-hep&#xE1;tica da subst&#xE2;ncia original foi demonstrada em animais.</p> <p>Desmetila&#xE7;&#xE3;o e hidroxila&#xE7;&#xE3;o do anel fen&#xF3;lico produzem tr&#xEA;s metab&#xF3;litos com atividade betabloqueadora.</p> <p>Com base em estudos pr&#xE9;-cl&#xED;nicos, o metab&#xF3;lito 4&#x2019;-hidroxifenol &#xE9;, aproximadamente, 13 vezes mais potente do que o carvedilol para bloqueio beta. Comparados ao carvedilol, os tr&#xEA;s metab&#xF3;litos exibem atividade vasodilatadora fraca. No ser humano, as concentra&#xE7;&#xF5;es dos tr&#xEA;s metab&#xF3;litos ativos s&#xE3;o, aproximadamente, 10 vezes mais baixas do que as da subst&#xE2;ncia original. Dois metab&#xF3;litos do carvedilol s&#xE3;o antioxidantes extremamente potentes (30 a 80 vezes mais potentes que o carvedilol).</p> <p>O metabolismo oxidativo do carvedilol &#xE9; estero-seletivo. O R-enanti&#xF4;mero &#xE9; metabolizado predominantemente por CYP2D6 e CYP1A2, enquanto que o S-enanti&#xF4;mero &#xE9; metabolizado principalmente pelo CYP2C9 e, em menor extens&#xE3;o, pelo CYP2D6. Outras isoenzimas CYP450 envolvidas no metabolismo do carvedilol incluem CYP3A4, CYP2E1 e CYP2C19. A concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE1;xima de R-carvedilol &#xE9; aproximadamente duas vezes maior do que a de S-carvedilol.</p> <p>O R-enanti&#xF4;mero &#xE9; metabolizado predominantemente atrav&#xE9;s de hidroxila&#xE7;&#xE3;o.</p> <p>Em metabolizadores lentos de CYP2D6, pode ocorrer um aumento da concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica de carvedilol, principalmente o R-enanti&#xF4;mero, levando a um aumento da atividade alfabloqueadora.</p> <h4>Elimina&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia do carvedilol &#xE9; de aproximadamente 6 horas. A depura&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica &#xE9; de 500 &#x2013; 700 mL/min. A elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; primariamente biliar, sendo as fezes a principal via de excre&#xE7;&#xE3;o. Menor fra&#xE7;&#xE3;o &#xE9; eliminada pelos rins na forma de metab&#xF3;litos. &#xC9; improv&#xE1;vel que ocorra ac&#xFA;mulo do carvedilol durante o tratamento prolongado, se usado conforme recomendado.</p> <h4>Teratogenicidade</h4> <p>Estudos em animais mostraram que Carvedilol n&#xE3;o possui efeitos teratog&#xEA;nicos.</p> <h4>Farmacocin&#xE9;tica em popula&#xE7;&#xF5;es especiais</h4> <h5>Pacientes com insufici&#xEA;ncia renal</h5> <p>O fluxo sangu&#xED;neo e a filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular mant&#xEA;m-se preservados durante a terapia cr&#xF4;nica com carvedilol.</p> <p>Em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal e hipertens&#xE3;o, a &#xE1;rea sob a curva da concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica <em>versus</em> tempo, a meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o e a concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE1;xima n&#xE3;o se alteram significativamente. A excre&#xE7;&#xE3;o renal do f&#xE1;rmaco inalterado diminui em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal, embora n&#xE3;o ocorram modifica&#xE7;&#xF5;es significativas nos par&#xE2;metros farmacocin&#xE9;ticos. Diversos estudos abertos mostraram que carvedilol &#xE9; um agente efetivo em pacientes com hipertens&#xE3;o renal. O mesmo foi verificado em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal cr&#xF4;nica, naqueles sob <a href=\"https://consultaremedios.com.br/produtos-hospitalares/hemodialise/c\" target=\"_blank\">hemodi&#xE1;lise</a> ou ap&#xF3;s transplante renal. Carvedilol leva a uma redu&#xE7;&#xE3;o gradual da press&#xE3;o sangu&#xED;nea nos dias com ou sem di&#xE1;lise e os efeitos na diminui&#xE7;&#xE3;o da press&#xE3;o sangu&#xED;nea s&#xE3;o compar&#xE1;veis aos obtidos em pacientes com fun&#xE7;&#xE3;o renal normal. Carvedilol n&#xE3;o &#xE9; eliminado durante di&#xE1;lise, pois n&#xE3;o atravessa a membrana de di&#xE1;lise, provavelmente devido &#xE0; sua elevada liga&#xE7;&#xE3;o &#xE0;s prote&#xED;nas do plasma. Com base nos resultados obtidos em ensaios comparativos de pacientes em hemodi&#xE1;lise, pode-se concluir que carvedilol &#xE9; mais efetivo que bloqueadores de canal de c&#xE1;lcio e melhor tolerado.</p> <h5>Pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica</h5> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/cirrose-hepatica\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/cirrose/c\" target=\"_blank\">cirrose</a> hep&#xE1;tica, a biodisponibilidade pode aumentar em at&#xE9; 80% por redu&#xE7;&#xE3;o do efeito de primeira passagem. Portanto, &#xE9; contraindicado em pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica clinicamente manifestada.</p> <h5>Pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</h5> <p>Em um estudo incluindo 24 pacientes japoneses com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca, o <em>clearance </em>de R- e S-carvedilol foi significativamente menor do que o previamente estimado em volunt&#xE1;rios saud&#xE1;veis. Esses resultados sugerem que a farmacocin&#xE9;tica de R- e S-carvedilol &#xE9; significativamente alterada pela insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca.</p> <h5>Pacientes diab&#xE9;ticos</h5> <p>Em pacientes hipertensos e portadores de diabetes tipo 2, n&#xE3;o se observou influ&#xEA;ncia do carvedilol na glicemia de jejum ou p&#xF3;s-prandial, nos n&#xED;veis de hemoglobina glicosilada ou necessidade de se alterar a dose dos agentes antidiab&#xE9;ticos. Nos pacientes com resist&#xEA;ncia &#xE0; insulina, o carvedilol melhorou a sensibilidade &#xE0; insulina.</p> <h5>Pacientes idosos/pedi&#xE1;tricos</h5> <p>A farmacocin&#xE9;tica do carvedilol em pacientes hipertensos n&#xE3;o &#xE9; afetada pela idade. Um estudo em pacientes idosos hipertensos demonstrou que n&#xE3;o h&#xE1; diferen&#xE7;a no perfil dos efeitos adversos, comparado com pacientes mais jovens. Outro estudo que incluiu pacientes idosos com doen&#xE7;a arterial coron&#xE1;ria demonstrou n&#xE3;o haver diferen&#xE7;a nos efeitos adversos relatados versus os relatados por pacientes mais jovens.</p> <p>Os dados farmacocin&#xE9;ticos dispon&#xED;veis em pacientes com menos de 18 anos de idade s&#xE3;o limitados.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Divelol?

Você deve conservar Divelol® em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC), protegido da luz e da umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aspecto físico e características organolépticas

Divelol® 3,125 mg

Comprimido branco a quase branco, circular, biconvexo, gravado com “T” em uma das faces, sulcado e dupla gravação “T” na outra face.

Divelol® 6,25 mg

Comprimido revestido amarelo, circular, biconvexo, gravado “S” em uma das faces, sulcado e dupla gravação “S” na outra face.

Divelol® 12,5 mg

Comprimido branco a quase branco, circular, biconvexo, gravação “D” em uma das faces, duplo sulco e dupla gravação “D” na outra face.

Divelol® 25 mg

Comprimido branco a quase branco, circular, biconvexo, gravação “V” em uma das faces, duplo sulco e dupla gravação “V” na outra face.

Descarte de medicamentos não utilizados e/ou com data de validade vencida

O descarte de medicamentos no meio ambiente deve ser minimizado. Os medicamentos não devem ser descartados no esgoto e o descarte no lixo doméstico deve ser evitado. Quaisquer medicamentos não utilizados ou resíduos devem ser eliminados de acordo com os requisitos locais.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Divelol

Divelol® 3,125 mg

Com 28 e 60 comprimidos.

Divelol® 6,25 mg

Com 14, 30 e 60 comprimidos revestidos.

Divelol® 12,5 mg

Com 30 e 60 comprimidos.

Divelol® 25,0 mg

Com 14, 30 e 60 comprimidos.

Via oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Divelol

M.S. Nº 1.0146.0065

Farm. Resp.:
Dr. Celso Kaminsk Franceschini
CRF-SP nº 24.024

Laboratórios Baldacci Ltda.&nbsp;
Rua Pedro de Toledo, 520 - Vl.
Clementino - São Paulo - SP
CNPJ: 61.150.447/0001-31
Indústria Brasileira



Venda sob prescrição médica.

3,125mg, caixa com 14 comprimidos

Princípio ativo
:
Carvedilol
Classe Terapêutica
:
Betabloqueadores Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Sistema Cardiovascular (Circulação)
Especialidade
:
Cardiologia

Bula do medicamento

Divelol, para o que é indicado e para o que serve?

Divelol® é um medicamento usado para tratar insuficiência cardíaca congestiva (insuficiência do coração), angina do peito (dor no peito de origem cardíaca) e hipertensão arterial (pressão alta).

Quais as contraindicações do Divelol?

Você não pode usar Divelol® se apresentar alergia ao carvedilol ou a qualquer componente da formulação, ou se possuir uma das doenças a seguir:

Insuficiência cardíaca descompensada/instável necessitando medicamento intravenoso para aumentar a força do coração, insuficiência do fígado; arritmias cardíacas&nbsp;(irregularidades do ritmo cardíaco); asma brônquica ou doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) associada a broncoespasmo (contração dos brônquios); bloqueio atrioventricular (bloqueio dos impulsos nervosos no coração) de 2º ou 3º grau (a menos que tenha um marca-passo permanente); ritmo cardíaco abaixo de 50 batimentos por minuto; síndrome do nó sinusal (incluindo bloqueio sinoatrial); choque cardiogênico (queda acentuada da pressão por problema cardíaco); pressão arterial muito baixa (pressão arterial sistólica < 85 mmHg).

Como usar o Divelol?

Divelol® deve ser administrado por via oral.

Duração do tratamento

O tratamento com Divelol® é normalmente longo. Você não deve parar o tratamento de repente, mas reduzir a dose aos poucos, a cada semana, principalmente se você tiver doença arterial coronária (dos vasos do coração) concomitante.

Hipertensão essencial (sem causa conhecida)

Adultos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia, durante os dois primeiros dias. A seguir, a dose recomendada é 25 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg, em dose única diária, ou dividida em duas doses.

Idosos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg em dose única diária ou dividida em duas doses.

Angina do peito

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, duas vezes ao dia, durante os dois primeiros dias.

A seguir, a dose recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia. Se necessário, poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose máxima diária recomendada de 100 mg administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia). A dose diária máxima recomendada para idosos é 50 mg, administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia).

Insuficiência cardíaca congestiva (ICC)

A dose deve ser individualizada e cuidadosamente monitorada durante a fase de ajuste da dose. Se você usa digitálicos, diuréticos e inibidores da ECA, o seu médico deverá ajustar a dose destes medicamentos antes de iniciar o tratamento com Divelol®. A dose inicial recomendada é 3,125 mg, duas vezes ao dia, por duas semanas. Se esta dose for bem tolerada, poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas, para 6,25 mg, duas vezes ao dia, 12,5 mg, duas vezes ao&nbsp;dia e 25 mg, duas vezes ao dia. A dose deverá ser aumentada de acordo com orientação de seu médico até o nível máximo tolerado.

A dose máxima recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia para todos os pacientes com ICC leve, moderada ou grave, com peso inferior a 85 kg. Em pacientes com ICC leve ou moderada com peso superior a 85 kg, a dose máxima recomendada é 50 mg, duas vezes ao dia. Antes de cada aumento de dose, deve-se avaliar sintomas de vasodilatação ou piora da insuficiência cardíaca. A piora transitória da insuficiência cardíaca ou a retenção de líquidos devem ser tratadas com aumento da dose do diurético. Ocasionalmente, pode ser necessário reduzir a dose ou descontinuar temporariamente o tratamento com Divelol®. A dose de Divelol® não deverá ser aumentada até que os sintomas de piora da insuficiência cardíaca ou de vasodilatação estejam estabilizados. Se carvedilol for descontinuado por mais de duas semanas, a terapia deverá ser reiniciada com 3,125 mg duas vezes ao dia e a titulação realizada conforme as recomendações do modo de uso do medicamento.

Divelol® não necessariamente deve ser ingerido junto a alimentos; entretanto, em pacientes com insuficiência cardíaca, deverá ser administrado com alimentos para reduzir a velocidade de absorção e diminuir a incidência de efeitos ortostáticos (queda de pressão quando se fica em pé ou sentado).

Pacientes com insuficiência renal

Não são necessárias alterações nas doses recomendadas de carvedilol em pacientes com insuficiência renal moderada a grave.

Pacientes com menos de 18 anos de idade

A segurança e eficácia do carvedilol em crianças e adolescentes abaixo de 18 anos ainda não foram estabelecidas.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Como o Divelol funciona?

Divelol® promove a dilatação dos vasos sanguíneos, através do bloqueio do sistema chamado reninaangiotensina-aldosterona. Assim, ocorre diminuição da pressão arterial. Em voluntários sadios, a concentração sérica máxima é alcançada em, aproximadamente, uma hora.

Quais cuidados devo ter ao usar o Divelol?

Geral

  • <li>Insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca cr&#xF4;nica: pode ocorrer piora cl&#xED;nica ou reten&#xE7;&#xE3;o de l&#xED;quido durante o aumento da dose de carvedilol. Caso isso ocorra, o m&#xE9;dico dever&#xE1; aumentar a dose do diur&#xE9;tico, mantendo a dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup> at&#xE9; atingir novamente a estabilidade cl&#xED;nica. Pode ser necess&#xE1;rio reduzir a dose do carvedilol ou, em casos raros, descontinu&#xE1;-lo temporariamente, o que n&#xE3;o impede o sucesso do aumento gradual da dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup>. O carvedilol deve ser usado com cautela quando associado a digit&#xE1;licos, pois ambos os f&#xE1;rmacos lentificam a condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular (condu&#xE7;&#xE3;o do est&#xED;mulo card&#xED;aco).</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c" target="_blank">Diabetes</a> <em>mellitus</em>: o uso de carvedilol em diab&#xE9;ticos pode estar relacionado &#xE0; piora do controle glic&#xEA;mico ou pode mascarar/reduzir sinais e sintomas de <a href="https://minutosaudavel.com.br/hipoglicemia/" rel="noopener" target="_blank">hipoglicemia</a> (baixo a&#xE7;&#xFA;car no sangue). Portanto, se voc&#xEA; tiver diabetes, seu n&#xED;vel de a&#xE7;&#xFA;car no sangue deve ser monitorado regularmente no in&#xED;cio ou ajuste do tratamento com Divelol<sup>&#xAE;</sup>. A dose do medicamento usado para diabetes tamb&#xE9;m deve ser ajustada.</li> <li>Fun&#xE7;&#xE3;o dos rins na insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva: foi observada piora revers&#xED;vel da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva e press&#xE3;o arterial baixa (press&#xE3;o arterial sist&#xF3;lica &lt; 100 mmHg), cardiopatia isqu&#xEA;mica (diminui&#xE7;&#xE3;o do fornecimento de sangue para o mioc&#xE1;rdio), doen&#xE7;a vascular difusa e/ou insufici&#xEA;ncia dos rins durante o tratamento com Divelol<sup>&#xAE;</sup>. A fun&#xE7;&#xE3;o de seus rins deve ser monitorada pelo seu m&#xE9;dico durante o aumento da dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Doen&#xE7;a pulmonar obstrutiva cr&#xF4;nica: se voc&#xEA; possui doen&#xE7;a pulmonar obstrutiva cr&#xF4;nica (DPOC) com componente broncoesp&#xE1;stico (contra&#xE7;&#xE3;o dos br&#xF4;nquios) e n&#xE3;o est&#xE1; usando medica&#xE7;&#xE3;o oral ou inalat&#xF3;ria, seu m&#xE9;dico dever&#xE1; ter cautela ao receitar Divelol<sup>&#xAE;</sup>. Avise seu m&#xE9;dico se possui algum problema pulmonar.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-dos-olhos/lentes-de-contato/c" target="_blank">Lentes de contato</a>: pode ocorrer redu&#xE7;&#xE3;o do lacrimejamento com o uso de Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento: Divelol<sup>&#xAE;</sup> n&#xE3;o deve ser descontinuado abruptamente, principalmente se voc&#xEA; possui cardiopatia isqu&#xEA;mica (diminui&#xE7;&#xE3;o do fornecimento de sangue para o mioc&#xE1;rdio). A retirada de carvedilol nestes casos deve ser gradual (ao longo de 2 semanas).</li> <li>Tireotoxicose: Divelol<sup>&#xAE;</sup>, como outros betabloqueadores, pode mascarar sintomas de tireotoxicose (excesso de horm&#xF4;nios produzidos pela gl&#xE2;ndula <a href="https://consultaremedios.com.br/tireoide/c" target="_blank">tireoide</a>).</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade: em caso de alergia ou terapia de dessensibiliza&#xE7;&#xE3;o (contra alergia), avise ao seu m&#xE9;dico, pois carvedilol pode aumentar a sensibilidade e a gravidade das rea&#xE7;&#xF5;es aos al&#xE9;rgenos.</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves: Divelol<sup>&#xAE;</sup> deve ser permanentemente descontinuado em pacientes que apresentarem rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves possivelmente relacionadas com o carvedilol.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/psoriase/c" target="_blank">Psor&#xED;ase</a>: se voc&#xEA; tem hist&#xF3;ria de psor&#xED;ase (doen&#xE7;a de pele que ocorre geralmente perto das articula&#xE7;&#xF5;es), voc&#xEA; s&#xF3; dever&#xE1; tomar este medicamento ap&#xF3;s seu m&#xE9;dico considerar o risco-benef&#xED;cio.</li>

Gravidez e amamentação

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Se você ficar grávida durante ou logo após o tratamento com Divelol®, informe imediatamente seu médico. Estudos em animais demonstraram toxicidade reprodutiva. Não há experiência clínica adequada com carvedilol em grávidas. Betabloqueadores reduzem a irrigação sanguínea da placenta, podendo causar morte do feto intra-útero e parto prematuro. Efeitos adversos como hipoglicemia e bradicardia podem ocorrer, bem como complicações cardíacas e pulmonares no feto e no recém-nascido.

Divelol® não deve ser usado durante a gravidez a menos que os benefícios potenciais justifiquem o risco potencial. Não existem evidências a partir de estudos em animais de laboratório de que carvedilol apresente efeitos teratogênicos.

Embora não seja conhecido se carvedilol é excretado no leite humano, a maioria dos betabloqueadores passa para o leite materno. Portanto, a amamentação não é recomendada após a administração de carvedilol.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículo e operar máquinas

Sua capacidade para dirigir veículo ou operar máquinas pode estar comprometida devido a tonturas e cansaço, principalmente no início do tratamento e após aumento de doses, modificação de terapias ou em combinação com álcool.

Este medicamento contém lactose.

Este medicamento pode causar doping.

O produto Divelol® 6,25 mg contém o corante amarelo de tartrazina&nbsp;que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Divelol?

As reações adversas ao medicamento estão listadas de acordo com as classes dos sistemas orgânicos definidos pelo MedDRA e CIOMS (“Council for International Organizations of Medical Sciences”).

As categorias de frequências são:

  • <li>Muito comum: &#x2265;1/10.</li> <li>Comum: &#x2265;1/100 e &lt;1/10.</li> <li>Incomum: &#x2265;1/1.000 e &lt;1/100.</li> <li>Rara: &#x2265;1/10.000 e &lt;1/1.000.</li> <li>Muito rara: &lt;1/10.000.</li>

Os efeitos indesejáveis descritos abaixo foram reportados com o uso de carvedilol em estudos clínicos pivotais:

  • <li>Dist&#xFA;rbios do sistema linf&#xE1;tico e do sangue: comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c" target="_blank">anemia</a>; rara: <a href="https://minutosaudavel.com.br/trombocitopenia/" rel="noopener" target="_blank">trombocitopenia</a>; muito rara: leucopenia.</li> <li>Dist&#xFA;rbios card&#xED;acos: muito comum: insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca; comum: bradicardia, hipervolemia, sobrecarga h&#xED;drica; incomum: bloqueio atrioventricular, angina <em>pectoris</em>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios nos olhos: comum: altera&#xE7;&#xF5;es visuais, redu&#xE7;&#xE3;o do lacrimejamento (secura do olho), irrita&#xE7;&#xE3;o ocular.</li> <li>Dist&#xFA;rbios gastrintestinais: comum: n&#xE1;usea, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c" target="_blank">diarreia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/nauseas/c" target="_blank">v&#xF4;mito</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/dispepsia-indigestao-o-que-e-sintomas-remedios-e-tipos/" rel="noopener" target="_blank">dispepsia</a>, dor abdominal; incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/" rel="noopener" target="_blank">constipa&#xE7;&#xE3;o</a>; rara: secura da boca.</li> <li>Dist&#xFA;rbios gerais e das condi&#xE7;&#xF5;es do local de administra&#xE7;&#xE3;o: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-fadiga-muscular-cronica-adrenal-etc-e-como-tratar/" rel="noopener" target="_blank">fadiga</a>; comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-tipos-cerebral-pulmonar-etc-e-tratamento/" rel="noopener" target="_blank">edema</a>, dor.</li> <li>Dist&#xFA;rbios hepatobiliares: muito rara: aumento da alanina aminotransferase (ALT), aspartato aminotransferase (AST) e gama-glutamiltransferase (<a href="https://minutosaudavel.com.br/exame-gama-gt-ggt-o-que-e-alto-baixo-e-para-que-serve/" rel="noopener" target="_blank">GGT</a>).</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sistema imune: muito rara: hipersensibilidade (rea&#xE7;&#xF5;es al&#xE9;rgicas).</li> <li>Infec&#xE7;&#xF5;es e infesta&#xE7;&#xF5;es: comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/pneumonia/c" target="_blank">pneumonia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/bronquite/c" target="_blank">bronquite</a>, infec&#xE7;&#xE3;o do trato respirat&#xF3;rio superior e do trato urin&#xE1;rio.</li> <li>Dist&#xFA;rbios do metabolismo e nutricionais: comum: ganho de peso, hipercolesterolemia, pior controle da glicemia (hiper/hipoglicemia) em pacientes com diabetes preexistente.</li> <li>Dist&#xFA;rbios musculoesquel&#xE9;ticos e do tecido conjuntivo: comum: dor em extremidades.</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sistema nervoso: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/tontura-o-que-pode-ser/" rel="noopener" target="_blank">tontura</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/dor-de-cabeca-e-enxaqueca/c" target="_blank">cefaleia</a>; comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/desmaio/" rel="noopener" target="_blank">s&#xED;ncope</a>, pr&#xE9;-s&#xED;ncope; incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/parestesia/" rel="noopener" target="_blank">parestesia</a>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios psiqui&#xE1;tricos: comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a>, humor deprimido; incomum: dist&#xFA;rbios do sono.</li> <li>Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios: comum: insufici&#xEA;ncia renal e anormalidades na fun&#xE7;&#xE3;o renal em pacientes com doen&#xE7;a vascular difusa e/ou insufici&#xEA;ncia renal subjacente; rara: dist&#xFA;rbios miccionais.</li> <li>Dist&#xFA;rbios da mama e sistema reprodutor: incomum: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/disfuncao-eretil/c" target="_blank">disfun&#xE7;&#xE3;o er&#xE9;til</a>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios respirat&#xF3;rios, tor&#xE1;cicos e do mediastino: comum: dispneia, <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-pulmonar-causas-sintomas-tratamento-tem-cura/" rel="noopener" target="_blank">edema pulmonar</a>, asma em pacientes predispostos; rara: congest&#xE3;o nasal.</li> <li>Dist&#xFA;rbios de pele e tecidos subcut&#xE2;neos: incomum: rea&#xE7;&#xF5;es na pele (por exemplo: exantema al&#xE9;rgico, <a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/dermatites/c" target="_blank">dermatite</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a>, prurido, les&#xF5;es psori&#xE1;sicas e do tipo l&#xED;quen plano).</li> <li>Dist&#xFA;rbios vasculares: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">hipotens&#xE3;o</a>; comum: hipotens&#xE3;o ortost&#xE1;stica, dist&#xFA;rbios da circula&#xE7;&#xE3;o perif&#xE9;rica (extremidades frias, doen&#xE7;a vascular perif&#xE9;rica, exacerba&#xE7;&#xE3;o de claudica&#xE7;&#xE3;o intermitente e fen&#xF4;meno de Raynaud), hipertens&#xE3;o.</li>

Descrição das reações adversas selecionadas

A frequência de reações adversas não é dependente da dose, com exceção de tonturas, alterações visuais e bradicardia. Tontura, síncope, cefaleia e astenia são, normalmente, leves e ocorrem, geralmente, no início do tratamento.

Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva pode ocorrer piora clínica ou retenção hídrica durante a titulação do carvedilol.

Deterioração reversível da função renal foi observada durante tratamento com carvedilol em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva e baixa pressão arterial, cardiopatia isquêmica, doença vascular difusa e/ou insuficiência renal subjacente.

Experiência pós-comercialização

Os eventos adversos abaixo foram identificados no uso de carvedilol pós-comercialização. Por serem reportados por uma população de tamanho indefinido, nem sempre é possível estimar sua frequência e/ou estabelecer relação causal com a exposição à droga.

  • <li>Dist&#xFA;rbios de metabolismo e nutricionais: devido &#xE0; a&#xE7;&#xE3;o betabloqueadora, &#xE9; poss&#xED;vel que diabetes <em>mellitus </em>latente se manifeste, diabetes preexistente se agrave e que a contra-regula&#xE7;&#xE3;o da <a href="https://consultaremedios.com.br/glicose/bula" target="_blank">glicose</a> seja inibida.</li> <li>Dist&#xFA;rbios de pele e tecidos subcut&#xE2;neos: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/queda-de-cabelo-e-calvicie/c" target="_blank">queda de cabelo</a>. Rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves, como necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica e s&#xED;ndrome de Stevens-Johnson.</li> <li>Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios: foram reportados casos isolados de <a href="https://minutosaudavel.com.br/incontinencia-urinaria/" rel="noopener" target="_blank">incontin&#xEA;ncia urin&#xE1;ria</a> em mulheres, os quais foram resolvidos com a descontinua&#xE7;&#xE3;o da medica&#xE7;&#xE3;o.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Pacientes com menos de 18 anos de idade

Divelol® não é recomendado a pacientes com menos de 18 anos de idade.

Pacientes idosos

Nenhum ajuste da dose inicial é exigido para pacientes idosos.

Pacientes com insuficiência renal

Na insuficiência renal moderada a grave, não há necessidade de alterar as recomendações de dosagem de carvedilol.

Pacientes com insuficiência hepática

Divelol® é contraindicado para pacientes com insuficiência hepática clinicamente manifesta.

Pacientes diabéticos

Divelol® pode aumentar a resistência à insulina e mascarar sintomas da hipoglicemia.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Divelol?

Você deve fazer tudo que for possível para tomar a medicação nos dias e horários que o seu médico orientou.

Se por algum motivo se esquecer de tomar o medicamento, espere e tome a dose seguinte da maneira habitual.

Se você tiver se esquecido de tomar alguma dose, nunca dobre a dose seguinte, pois isso poderá aumentar a chance de você ter um efeito adverso.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Divelol?

Cada comprimido de Divelol® 3,125 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">3,125 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Cada comprimido revestido de Divelol® 6,25 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:219px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:223px\"> <p style=\"text-align:center\">6,25 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:219px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:223px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: amarelo de tartrazina laca de alumínio, celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, dióxido de titânio, estearato de magnésio, hipromelose, lactose monoidratada.

Cada comprimido de Divelol® 12,5 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:224px\"> <p style=\"text-align:center\">12,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:224px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Cada comprimido de Divelol®&nbsp;25 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:217px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:225px\"> <p style=\"text-align:center\">25 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:217px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:225px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Divelol maior do que a recomendada?

Sintomas e sinais de superdose

Pode haver queda importante da pressão arterial, bradicardia (lentificação do ritmo cardíaco), insuficiência cardíaca (prejuízo da função do coração), choque cardiogênico (queda acentuada da pressão arterial de origem cardíaca) e parada cardíaca. Problemas respiratórios, broncoespasmo (contração dos brônquios), vômitos, alterações da consciência e convulsões generalizadas também podem ocorrer.

Tratamento da superdose

Monitorar os sinais e sintomas acima e garantir atendimento médico de acordo com prática utilizada para pacientes com superdose de betabloqueadores.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Divelol com outros remédios?

Interações com outros medicamentos

Há um número de importantesinteraçõesfarmacocinéticas e farmacodinâmicas com outras drogas.

  • <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/feocromocitoma-tratamento-diagnostico-causas-sintomas-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">Feocromocitoma</a> (tumor na gl&#xE2;ndula supra-renal): em pacientes com suspeita de feocromocitoma, devese iniciar um agente alfabloqueador antes do uso de qualquer betabloqueador. Apesar de Divelol<sup>&#xAE;</sup> exercer atividades alfa e betabloqueadora, n&#xE3;o existe experi&#xEA;ncia de uso nesses casos.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/b/angina-variante" target="_blank">Angina variante</a> de Prinzmetal: betabloqueadores n&#xE3;o seletivos podem provocar dor tor&#xE1;cica em pacientes com angina variante de Prinzmetal. N&#xE3;o h&#xE1; experi&#xEA;ncia cl&#xED;nica com carvedilol nesses pacientes.</li> <li>Doen&#xE7;a vascular perif&#xE9;rica e fen&#xF4;meno de Raynaud: os betabloqueadores podem precipitar ou agravar os sintomas de insufici&#xEA;ncia arterial.</li> <li>Bradicardia: Divelol<sup>&#xAE;</sup> pode provocar bradicardia (lentifica&#xE7;&#xE3;o do ritmo card&#xED;aco).</li>

Interações farmacocinéticas

Efeitos do carvedilol na farmacocinética de outras drogas

Carvedilol interfere na glicoproteína P, responsável pelo transporte de uma série de fármacos na parede intestinal e em outros órgãos. Por isso, a quantidade de alguns fármacos pode aumentar exageradamente ou a concentração do próprio carvedilol pode ser modificada quando são administrados em conjunto.

  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">Digoxina</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/ciclosporina/bula" target="_blank">ciclosporina</a>: carvedilol pode aumentar a concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica de digoxina e ciclosporina oral. Recomenda-se monitora&#xE7;&#xE3;o pr&#xF3;xima dos n&#xED;veis de digoxina e ciclosporina para ajuste adequado das doses.</li>
Efeitos de outras drogas na farmacocinética de carvedilol

Inibidores, bem como indutores de determinadas enzimas do fígado, podem modificar o metabolismo do carvedilol, levando a concentrações plasmáticas aumentadas ou diminuídas de R e S-carvedilol.

Alguns exemplos observados em pacientes ou em indivíduos saudáveis são apresentados a seguir:
  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/rifampicina/bula" target="_blank">Rifampicina</a>: houve diminui&#xE7;&#xE3;o do efeito do carvedilol na press&#xE3;o sist&#xF3;lica durante o uso concomitante de rifampicina.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">Cimetidina</a>: a probabilidade de intera&#xE7;&#xF5;es clinicamente significativas &#xE9; m&#xED;nima.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-amiodarona/bula" target="_blank">Amiodarona</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-fluoxetina/bula" target="_blank">fluoxetina</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-paroxetina/bula" target="_blank">paroxetina</a>: a elimina&#xE7;&#xE3;o de carvedilol pode ser inibida por uso concomitante de amiodarona e fluoxetina, por&#xE9;m, sem efeito cl&#xED;nico.</li>

Interações farmacodinâmicas

  • <li>Insulina ou hipoglicemiantes orais: Pode haver aumento do efeito hipoglicemiante de insulina e antidiab&#xE9;ticos orais. Sinais de hipoglicemia podem ser mascarados/atenuados (especialmente taquicardia). Deve-se monitorar a glicemia em pacientes recebendo insulina ou antibiab&#xE9;ticos orais juntamente com Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Agentes depletores de catecolaminas: sinais de hipotens&#xE3;o e/ou bradicardia grave em pacientes em uso de Divelol<sup>&#xAE;</sup> e f&#xE1;rmacos que possam depletar catecolaminas (por exemplo, reserpina e inibidores de monoamino oxidase).</li> <li>Digoxina: o uso combinado de Divelol<sup>&#xAE;</sup> e digoxina pode prolongar o tempo de condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular.</li> <li>Bloqueadores do canal de c&#xE1;lcio n&#xE3;o diidropiridina, amiodarona ou outros antiarr&#xED;tmicos: em combina&#xE7;&#xE3;o com carvedilol, podem aumentar o risco de dist&#xFA;rbios de condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular. Se o carvedilol for administrado por via oral com bloqueadores do canal de c&#xE1;lcio n&#xE3;o diidropiridina do tipo <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-verapamil/bula" target="_blank">verapamil</a> ou <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-diltiazem/bula" target="_blank">diltiazem</a>, amiodarona ou outros antiarr&#xED;tmicos, recomenda-se o monitoramento do ECG (<a href="https://minutosaudavel.com.br/eletrocardiograma-ecg-o-que-e-para-que-serve-e-como-e-feito-o-exame/" rel="noopener" target="_blank">eletrocardiograma</a>) e da press&#xE3;o sangu&#xED;nea.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-clonidina/bula" target="_blank">Clonidina</a>: a administra&#xE7;&#xE3;o de clonidina associada a Divelol<sup>&#xAE;</sup> pode potencializar os efeitos de redu&#xE7;&#xE3;o de press&#xE3;o sangu&#xED;nea e frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca.</li> <li>Anti-hipertensivos: carvedilol pode potencializar o efeito de outros f&#xE1;rmacos com a&#xE7;&#xE3;o anti-hipertensiva (por exemplo, antagonistas de receptor alfa-1) ou que tenham hipotens&#xE3;o como parte de seu perfil de efeitos adversos.</li> <li>Agentes <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/anestesicos/c" target="_blank">anest&#xE9;sicos</a>: monitorar cuidadosamente os sinais vitais durante anestesia.</li> <li>AINEs: o uso concomitante de <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/anti-inflamatorios/c" target="_blank"/></li>

Apresentações do Divelol

Divelol® 3,125 mg

Com 28 e 60 comprimidos.

Divelol® 6,25 mg

Com 14, 30 e 60 comprimidos revestidos.

Divelol® 12,5 mg

Com 30 e 60 comprimidos.

Divelol® 25,0 mg

Com 14, 30 e 60 comprimidos.

Via oral.

Uso adulto.

25mg, caixa com 14 comprimidos

Princípio ativo
:
Carvedilol
Classe Terapêutica
:
Betabloqueadores Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Sistema Cardiovascular (Circulação)
Especialidade
:
Cardiologia

Bula do medicamento

Divelol, para o que é indicado e para o que serve?

Divelol® é um medicamento usado para tratar insuficiência cardíaca congestiva (insuficiência do coração), angina do peito (dor no peito de origem cardíaca) e hipertensão arterial (pressão alta).

Quais as contraindicações do Divelol?

Você não pode usar Divelol® se apresentar alergia ao carvedilol ou a qualquer componente da formulação, ou se possuir uma das doenças a seguir:

Insuficiência cardíaca descompensada/instável necessitando medicamento intravenoso para aumentar a força do coração, insuficiência do fígado; arritmias cardíacas&nbsp;(irregularidades do ritmo cardíaco); asma brônquica ou doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) associada a broncoespasmo (contração dos brônquios); bloqueio atrioventricular (bloqueio dos impulsos nervosos no coração) de 2º ou 3º grau (a menos que tenha um marca-passo permanente); ritmo cardíaco abaixo de 50 batimentos por minuto; síndrome do nó sinusal (incluindo bloqueio sinoatrial); choque cardiogênico (queda acentuada da pressão por problema cardíaco); pressão arterial muito baixa (pressão arterial sistólica < 85 mmHg).

Como usar o Divelol?

Divelol® deve ser administrado por via oral.

Duração do tratamento

O tratamento com Divelol® é normalmente longo. Você não deve parar o tratamento de repente, mas reduzir a dose aos poucos, a cada semana, principalmente se você tiver doença arterial coronária (dos vasos do coração) concomitante.

Hipertensão essencial (sem causa conhecida)

Adultos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia, durante os dois primeiros dias. A seguir, a dose recomendada é 25 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg, em dose única diária, ou dividida em duas doses.

Idosos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg em dose única diária ou dividida em duas doses.

Angina do peito

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, duas vezes ao dia, durante os dois primeiros dias.

A seguir, a dose recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia. Se necessário, poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose máxima diária recomendada de 100 mg administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia). A dose diária máxima recomendada para idosos é 50 mg, administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia).

Insuficiência cardíaca congestiva (ICC)

A dose deve ser individualizada e cuidadosamente monitorada durante a fase de ajuste da dose. Se você usa digitálicos, diuréticos e inibidores da ECA, o seu médico deverá ajustar a dose destes medicamentos antes de iniciar o tratamento com Divelol®. A dose inicial recomendada é 3,125 mg, duas vezes ao dia, por duas semanas. Se esta dose for bem tolerada, poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas, para 6,25 mg, duas vezes ao dia, 12,5 mg, duas vezes ao&nbsp;dia e 25 mg, duas vezes ao dia. A dose deverá ser aumentada de acordo com orientação de seu médico até o nível máximo tolerado.

A dose máxima recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia para todos os pacientes com ICC leve, moderada ou grave, com peso inferior a 85 kg. Em pacientes com ICC leve ou moderada com peso superior a 85 kg, a dose máxima recomendada é 50 mg, duas vezes ao dia. Antes de cada aumento de dose, deve-se avaliar sintomas de vasodilatação ou piora da insuficiência cardíaca. A piora transitória da insuficiência cardíaca ou a retenção de líquidos devem ser tratadas com aumento da dose do diurético. Ocasionalmente, pode ser necessário reduzir a dose ou descontinuar temporariamente o tratamento com Divelol®. A dose de Divelol® não deverá ser aumentada até que os sintomas de piora da insuficiência cardíaca ou de vasodilatação estejam estabilizados. Se carvedilol for descontinuado por mais de duas semanas, a terapia deverá ser reiniciada com 3,125 mg duas vezes ao dia e a titulação realizada conforme as recomendações do modo de uso do medicamento.

Divelol® não necessariamente deve ser ingerido junto a alimentos; entretanto, em pacientes com insuficiência cardíaca, deverá ser administrado com alimentos para reduzir a velocidade de absorção e diminuir a incidência de efeitos ortostáticos (queda de pressão quando se fica em pé ou sentado).

Pacientes com insuficiência renal

Não são necessárias alterações nas doses recomendadas de carvedilol em pacientes com insuficiência renal moderada a grave.

Pacientes com menos de 18 anos de idade

A segurança e eficácia do carvedilol em crianças e adolescentes abaixo de 18 anos ainda não foram estabelecidas.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Como o Divelol funciona?

Divelol® promove a dilatação dos vasos sanguíneos, através do bloqueio do sistema chamado reninaangiotensina-aldosterona. Assim, ocorre diminuição da pressão arterial. Em voluntários sadios, a concentração sérica máxima é alcançada em, aproximadamente, uma hora.

Quais cuidados devo ter ao usar o Divelol?

Geral

  • <li>Insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca cr&#xF4;nica: pode ocorrer piora cl&#xED;nica ou reten&#xE7;&#xE3;o de l&#xED;quido durante o aumento da dose de carvedilol. Caso isso ocorra, o m&#xE9;dico dever&#xE1; aumentar a dose do diur&#xE9;tico, mantendo a dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup> at&#xE9; atingir novamente a estabilidade cl&#xED;nica. Pode ser necess&#xE1;rio reduzir a dose do carvedilol ou, em casos raros, descontinu&#xE1;-lo temporariamente, o que n&#xE3;o impede o sucesso do aumento gradual da dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup>. O carvedilol deve ser usado com cautela quando associado a digit&#xE1;licos, pois ambos os f&#xE1;rmacos lentificam a condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular (condu&#xE7;&#xE3;o do est&#xED;mulo card&#xED;aco).</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c" target="_blank">Diabetes</a> <em>mellitus</em>: o uso de carvedilol em diab&#xE9;ticos pode estar relacionado &#xE0; piora do controle glic&#xEA;mico ou pode mascarar/reduzir sinais e sintomas de <a href="https://minutosaudavel.com.br/hipoglicemia/" rel="noopener" target="_blank">hipoglicemia</a> (baixo a&#xE7;&#xFA;car no sangue). Portanto, se voc&#xEA; tiver diabetes, seu n&#xED;vel de a&#xE7;&#xFA;car no sangue deve ser monitorado regularmente no in&#xED;cio ou ajuste do tratamento com Divelol<sup>&#xAE;</sup>. A dose do medicamento usado para diabetes tamb&#xE9;m deve ser ajustada.</li> <li>Fun&#xE7;&#xE3;o dos rins na insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva: foi observada piora revers&#xED;vel da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva e press&#xE3;o arterial baixa (press&#xE3;o arterial sist&#xF3;lica &lt; 100 mmHg), cardiopatia isqu&#xEA;mica (diminui&#xE7;&#xE3;o do fornecimento de sangue para o mioc&#xE1;rdio), doen&#xE7;a vascular difusa e/ou insufici&#xEA;ncia dos rins durante o tratamento com Divelol<sup>&#xAE;</sup>. A fun&#xE7;&#xE3;o de seus rins deve ser monitorada pelo seu m&#xE9;dico durante o aumento da dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Doen&#xE7;a pulmonar obstrutiva cr&#xF4;nica: se voc&#xEA; possui doen&#xE7;a pulmonar obstrutiva cr&#xF4;nica (DPOC) com componente broncoesp&#xE1;stico (contra&#xE7;&#xE3;o dos br&#xF4;nquios) e n&#xE3;o est&#xE1; usando medica&#xE7;&#xE3;o oral ou inalat&#xF3;ria, seu m&#xE9;dico dever&#xE1; ter cautela ao receitar Divelol<sup>&#xAE;</sup>. Avise seu m&#xE9;dico se possui algum problema pulmonar.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-dos-olhos/lentes-de-contato/c" target="_blank">Lentes de contato</a>: pode ocorrer redu&#xE7;&#xE3;o do lacrimejamento com o uso de Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento: Divelol<sup>&#xAE;</sup> n&#xE3;o deve ser descontinuado abruptamente, principalmente se voc&#xEA; possui cardiopatia isqu&#xEA;mica (diminui&#xE7;&#xE3;o do fornecimento de sangue para o mioc&#xE1;rdio). A retirada de carvedilol nestes casos deve ser gradual (ao longo de 2 semanas).</li> <li>Tireotoxicose: Divelol<sup>&#xAE;</sup>, como outros betabloqueadores, pode mascarar sintomas de tireotoxicose (excesso de horm&#xF4;nios produzidos pela gl&#xE2;ndula <a href="https://consultaremedios.com.br/tireoide/c" target="_blank">tireoide</a>).</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade: em caso de alergia ou terapia de dessensibiliza&#xE7;&#xE3;o (contra alergia), avise ao seu m&#xE9;dico, pois carvedilol pode aumentar a sensibilidade e a gravidade das rea&#xE7;&#xF5;es aos al&#xE9;rgenos.</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves: Divelol<sup>&#xAE;</sup> deve ser permanentemente descontinuado em pacientes que apresentarem rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves possivelmente relacionadas com o carvedilol.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/psoriase/c" target="_blank">Psor&#xED;ase</a>: se voc&#xEA; tem hist&#xF3;ria de psor&#xED;ase (doen&#xE7;a de pele que ocorre geralmente perto das articula&#xE7;&#xF5;es), voc&#xEA; s&#xF3; dever&#xE1; tomar este medicamento ap&#xF3;s seu m&#xE9;dico considerar o risco-benef&#xED;cio.</li>

Gravidez e amamentação

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Se você ficar grávida durante ou logo após o tratamento com Divelol®, informe imediatamente seu médico. Estudos em animais demonstraram toxicidade reprodutiva. Não há experiência clínica adequada com carvedilol em grávidas. Betabloqueadores reduzem a irrigação sanguínea da placenta, podendo causar morte do feto intra-útero e parto prematuro. Efeitos adversos como hipoglicemia e bradicardia podem ocorrer, bem como complicações cardíacas e pulmonares no feto e no recém-nascido.

Divelol® não deve ser usado durante a gravidez a menos que os benefícios potenciais justifiquem o risco potencial. Não existem evidências a partir de estudos em animais de laboratório de que carvedilol apresente efeitos teratogênicos.

Embora não seja conhecido se carvedilol é excretado no leite humano, a maioria dos betabloqueadores passa para o leite materno. Portanto, a amamentação não é recomendada após a administração de carvedilol.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículo e operar máquinas

Sua capacidade para dirigir veículo ou operar máquinas pode estar comprometida devido a tonturas e cansaço, principalmente no início do tratamento e após aumento de doses, modificação de terapias ou em combinação com álcool.

Este medicamento contém lactose.

Este medicamento pode causar doping.

O produto Divelol® 6,25 mg contém o corante amarelo de tartrazina&nbsp;que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Divelol?

As reações adversas ao medicamento estão listadas de acordo com as classes dos sistemas orgânicos definidos pelo MedDRA e CIOMS (“Council for International Organizations of Medical Sciences”).

As categorias de frequências são:

  • <li>Muito comum: &#x2265;1/10.</li> <li>Comum: &#x2265;1/100 e &lt;1/10.</li> <li>Incomum: &#x2265;1/1.000 e &lt;1/100.</li> <li>Rara: &#x2265;1/10.000 e &lt;1/1.000.</li> <li>Muito rara: &lt;1/10.000.</li>

Os efeitos indesejáveis descritos abaixo foram reportados com o uso de carvedilol em estudos clínicos pivotais:

  • <li>Dist&#xFA;rbios do sistema linf&#xE1;tico e do sangue: comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c" target="_blank">anemia</a>; rara: <a href="https://minutosaudavel.com.br/trombocitopenia/" rel="noopener" target="_blank">trombocitopenia</a>; muito rara: leucopenia.</li> <li>Dist&#xFA;rbios card&#xED;acos: muito comum: insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca; comum: bradicardia, hipervolemia, sobrecarga h&#xED;drica; incomum: bloqueio atrioventricular, angina <em>pectoris</em>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios nos olhos: comum: altera&#xE7;&#xF5;es visuais, redu&#xE7;&#xE3;o do lacrimejamento (secura do olho), irrita&#xE7;&#xE3;o ocular.</li> <li>Dist&#xFA;rbios gastrintestinais: comum: n&#xE1;usea, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c" target="_blank">diarreia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/nauseas/c" target="_blank">v&#xF4;mito</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/dispepsia-indigestao-o-que-e-sintomas-remedios-e-tipos/" rel="noopener" target="_blank">dispepsia</a>, dor abdominal; incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/" rel="noopener" target="_blank">constipa&#xE7;&#xE3;o</a>; rara: secura da boca.</li> <li>Dist&#xFA;rbios gerais e das condi&#xE7;&#xF5;es do local de administra&#xE7;&#xE3;o: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-fadiga-muscular-cronica-adrenal-etc-e-como-tratar/" rel="noopener" target="_blank">fadiga</a>; comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-tipos-cerebral-pulmonar-etc-e-tratamento/" rel="noopener" target="_blank">edema</a>, dor.</li> <li>Dist&#xFA;rbios hepatobiliares: muito rara: aumento da alanina aminotransferase (ALT), aspartato aminotransferase (AST) e gama-glutamiltransferase (<a href="https://minutosaudavel.com.br/exame-gama-gt-ggt-o-que-e-alto-baixo-e-para-que-serve/" rel="noopener" target="_blank">GGT</a>).</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sistema imune: muito rara: hipersensibilidade (rea&#xE7;&#xF5;es al&#xE9;rgicas).</li> <li>Infec&#xE7;&#xF5;es e infesta&#xE7;&#xF5;es: comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/pneumonia/c" target="_blank">pneumonia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/bronquite/c" target="_blank">bronquite</a>, infec&#xE7;&#xE3;o do trato respirat&#xF3;rio superior e do trato urin&#xE1;rio.</li> <li>Dist&#xFA;rbios do metabolismo e nutricionais: comum: ganho de peso, hipercolesterolemia, pior controle da glicemia (hiper/hipoglicemia) em pacientes com diabetes preexistente.</li> <li>Dist&#xFA;rbios musculoesquel&#xE9;ticos e do tecido conjuntivo: comum: dor em extremidades.</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sistema nervoso: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/tontura-o-que-pode-ser/" rel="noopener" target="_blank">tontura</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/dor-de-cabeca-e-enxaqueca/c" target="_blank">cefaleia</a>; comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/desmaio/" rel="noopener" target="_blank">s&#xED;ncope</a>, pr&#xE9;-s&#xED;ncope; incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/parestesia/" rel="noopener" target="_blank">parestesia</a>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios psiqui&#xE1;tricos: comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a>, humor deprimido; incomum: dist&#xFA;rbios do sono.</li> <li>Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios: comum: insufici&#xEA;ncia renal e anormalidades na fun&#xE7;&#xE3;o renal em pacientes com doen&#xE7;a vascular difusa e/ou insufici&#xEA;ncia renal subjacente; rara: dist&#xFA;rbios miccionais.</li> <li>Dist&#xFA;rbios da mama e sistema reprodutor: incomum: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/disfuncao-eretil/c" target="_blank">disfun&#xE7;&#xE3;o er&#xE9;til</a>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios respirat&#xF3;rios, tor&#xE1;cicos e do mediastino: comum: dispneia, <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-pulmonar-causas-sintomas-tratamento-tem-cura/" rel="noopener" target="_blank">edema pulmonar</a>, asma em pacientes predispostos; rara: congest&#xE3;o nasal.</li> <li>Dist&#xFA;rbios de pele e tecidos subcut&#xE2;neos: incomum: rea&#xE7;&#xF5;es na pele (por exemplo: exantema al&#xE9;rgico, <a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/dermatites/c" target="_blank">dermatite</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a>, prurido, les&#xF5;es psori&#xE1;sicas e do tipo l&#xED;quen plano).</li> <li>Dist&#xFA;rbios vasculares: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">hipotens&#xE3;o</a>; comum: hipotens&#xE3;o ortost&#xE1;stica, dist&#xFA;rbios da circula&#xE7;&#xE3;o perif&#xE9;rica (extremidades frias, doen&#xE7;a vascular perif&#xE9;rica, exacerba&#xE7;&#xE3;o de claudica&#xE7;&#xE3;o intermitente e fen&#xF4;meno de Raynaud), hipertens&#xE3;o.</li>

Descrição das reações adversas selecionadas

A frequência de reações adversas não é dependente da dose, com exceção de tonturas, alterações visuais e bradicardia. Tontura, síncope, cefaleia e astenia são, normalmente, leves e ocorrem, geralmente, no início do tratamento.

Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva pode ocorrer piora clínica ou retenção hídrica durante a titulação do carvedilol.

Deterioração reversível da função renal foi observada durante tratamento com carvedilol em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva e baixa pressão arterial, cardiopatia isquêmica, doença vascular difusa e/ou insuficiência renal subjacente.

Experiência pós-comercialização

Os eventos adversos abaixo foram identificados no uso de carvedilol pós-comercialização. Por serem reportados por uma população de tamanho indefinido, nem sempre é possível estimar sua frequência e/ou estabelecer relação causal com a exposição à droga.

  • <li>Dist&#xFA;rbios de metabolismo e nutricionais: devido &#xE0; a&#xE7;&#xE3;o betabloqueadora, &#xE9; poss&#xED;vel que diabetes <em>mellitus </em>latente se manifeste, diabetes preexistente se agrave e que a contra-regula&#xE7;&#xE3;o da <a href="https://consultaremedios.com.br/glicose/bula" target="_blank">glicose</a> seja inibida.</li> <li>Dist&#xFA;rbios de pele e tecidos subcut&#xE2;neos: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/queda-de-cabelo-e-calvicie/c" target="_blank">queda de cabelo</a>. Rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves, como necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica e s&#xED;ndrome de Stevens-Johnson.</li> <li>Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios: foram reportados casos isolados de <a href="https://minutosaudavel.com.br/incontinencia-urinaria/" rel="noopener" target="_blank">incontin&#xEA;ncia urin&#xE1;ria</a> em mulheres, os quais foram resolvidos com a descontinua&#xE7;&#xE3;o da medica&#xE7;&#xE3;o.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Pacientes com menos de 18 anos de idade

Divelol® não é recomendado a pacientes com menos de 18 anos de idade.

Pacientes idosos

Nenhum ajuste da dose inicial é exigido para pacientes idosos.

Pacientes com insuficiência renal

Na insuficiência renal moderada a grave, não há necessidade de alterar as recomendações de dosagem de carvedilol.

Pacientes com insuficiência hepática

Divelol® é contraindicado para pacientes com insuficiência hepática clinicamente manifesta.

Pacientes diabéticos

Divelol® pode aumentar a resistência à insulina e mascarar sintomas da hipoglicemia.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Divelol?

Você deve fazer tudo que for possível para tomar a medicação nos dias e horários que o seu médico orientou.

Se por algum motivo se esquecer de tomar o medicamento, espere e tome a dose seguinte da maneira habitual.

Se você tiver se esquecido de tomar alguma dose, nunca dobre a dose seguinte, pois isso poderá aumentar a chance de você ter um efeito adverso.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Divelol?

Cada comprimido de Divelol® 3,125 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">3,125 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Cada comprimido revestido de Divelol® 6,25 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:219px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:223px\"> <p style=\"text-align:center\">6,25 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:219px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:223px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: amarelo de tartrazina laca de alumínio, celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, dióxido de titânio, estearato de magnésio, hipromelose, lactose monoidratada.

Cada comprimido de Divelol® 12,5 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:224px\"> <p style=\"text-align:center\">12,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:224px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Cada comprimido de Divelol®&nbsp;25 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:217px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:225px\"> <p style=\"text-align:center\">25 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:217px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:225px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Divelol maior do que a recomendada?

Sintomas e sinais de superdose

Pode haver queda importante da pressão arterial, bradicardia (lentificação do ritmo cardíaco), insuficiência cardíaca (prejuízo da função do coração), choque cardiogênico (queda acentuada da pressão arterial de origem cardíaca) e parada cardíaca. Problemas respiratórios, broncoespasmo (contração dos brônquios), vômitos, alterações da consciência e convulsões generalizadas também podem ocorrer.

Tratamento da superdose

Monitorar os sinais e sintomas acima e garantir atendimento médico de acordo com prática utilizada para pacientes com superdose de betabloqueadores.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Divelol com outros remédios?

Interações com outros medicamentos

Há um número de importantesinteraçõesfarmacocinéticas e farmacodinâmicas com outras drogas.

  • <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/feocromocitoma-tratamento-diagnostico-causas-sintomas-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">Feocromocitoma</a> (tumor na gl&#xE2;ndula supra-renal): em pacientes com suspeita de feocromocitoma, devese iniciar um agente alfabloqueador antes do uso de qualquer betabloqueador. Apesar de Divelol<sup>&#xAE;</sup> exercer atividades alfa e betabloqueadora, n&#xE3;o existe experi&#xEA;ncia de uso nesses casos.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/b/angina-variante" target="_blank">Angina variante</a> de Prinzmetal: betabloqueadores n&#xE3;o seletivos podem provocar dor tor&#xE1;cica em pacientes com angina variante de Prinzmetal. N&#xE3;o h&#xE1; experi&#xEA;ncia cl&#xED;nica com carvedilol nesses pacientes.</li> <li>Doen&#xE7;a vascular perif&#xE9;rica e fen&#xF4;meno de Raynaud: os betabloqueadores podem precipitar ou agravar os sintomas de insufici&#xEA;ncia arterial.</li> <li>Bradicardia: Divelol<sup>&#xAE;</sup> pode provocar bradicardia (lentifica&#xE7;&#xE3;o do ritmo card&#xED;aco).</li>

Interações farmacocinéticas

Efeitos do carvedilol na farmacocinética de outras drogas

Carvedilol interfere na glicoproteína P, responsável pelo transporte de uma série de fármacos na parede intestinal e em outros órgãos. Por isso, a quantidade de alguns fármacos pode aumentar exageradamente ou a concentração do próprio carvedilol pode ser modificada quando são administrados em conjunto.

  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">Digoxina</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/ciclosporina/bula" target="_blank">ciclosporina</a>: carvedilol pode aumentar a concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica de digoxina e ciclosporina oral. Recomenda-se monitora&#xE7;&#xE3;o pr&#xF3;xima dos n&#xED;veis de digoxina e ciclosporina para ajuste adequado das doses.</li>
Efeitos de outras drogas na farmacocinética de carvedilol

Inibidores, bem como indutores de determinadas enzimas do fígado, podem modificar o metabolismo do carvedilol, levando a concentrações plasmáticas aumentadas ou diminuídas de R e S-carvedilol.

Alguns exemplos observados em pacientes ou em indivíduos saudáveis são apresentados a seguir:
  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/rifampicina/bula" target="_blank">Rifampicina</a>: houve diminui&#xE7;&#xE3;o do efeito do carvedilol na press&#xE3;o sist&#xF3;lica durante o uso concomitante de rifampicina.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">Cimetidina</a>: a probabilidade de intera&#xE7;&#xF5;es clinicamente significativas &#xE9; m&#xED;nima.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-amiodarona/bula" target="_blank">Amiodarona</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-fluoxetina/bula" target="_blank">fluoxetina</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-paroxetina/bula" target="_blank">paroxetina</a>: a elimina&#xE7;&#xE3;o de carvedilol pode ser inibida por uso concomitante de amiodarona e fluoxetina, por&#xE9;m, sem efeito cl&#xED;nico.</li>

Interações farmacodinâmicas

  • <li>Insulina ou hipoglicemiantes orais: Pode haver aumento do efeito hipoglicemiante de insulina e antidiab&#xE9;ticos orais. Sinais de hipoglicemia podem ser mascarados/atenuados (especialmente taquicardia). Deve-se monitorar a glicemia em pacientes recebendo insulina ou antibiab&#xE9;ticos orais juntamente com Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Agentes depletores de catecolaminas: sinais de hipotens&#xE3;o e/ou bradicardia grave em pacientes em uso de Divelol<sup>&#xAE;</sup> e f&#xE1;rmacos que possam depletar catecolaminas (por exemplo, reserpina e inibidores de monoamino oxidase).</li> <li>Digoxina: o uso combinado de Divelol<sup>&#xAE;</sup> e digoxina pode prolongar o tempo de condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular.</li> <li>Bloqueadores do canal de c&#xE1;lcio n&#xE3;o diidropiridina, amiodarona ou outros antiarr&#xED;tmicos: em combina&#xE7;&#xE3;o com carvedilol, podem aumentar o risco de dist&#xFA;rbios de condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular. Se o carvedilol for administrado por via oral com bloqueadores do canal de c&#xE1;lcio n&#xE3;o diidropiridina do tipo <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-verapamil/bula" target="_blank">verapamil</a> ou <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-diltiazem/bula" target="_blank">diltiazem</a>, amiodarona ou outros antiarr&#xED;tmicos, recomenda-se o monitoramento do ECG (<a href="https://minutosaudavel.com.br/eletrocardiograma-ecg-o-que-e-para-que-serve-e-como-e-feito-o-exame/" rel="noopener" target="_blank">eletrocardiograma</a>) e da press&#xE3;o sangu&#xED;nea.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-clonidina/bula" target="_blank">Clonidina</a>: a administra&#xE7;&#xE3;o de clonidina associada a Divelol<sup>&#xAE;</sup> pode potencializar os efeitos de redu&#xE7;&#xE3;o de press&#xE3;o sangu&#xED;nea e frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca.</li> <li>Anti-hipertensivos: carvedilol pode potencializar o efeito de outros f&#xE1;rmacos com a&#xE7;&#xE3;o anti-hipertensiva (por exemplo, antagonistas de receptor alfa-1) ou que tenham hipotens&#xE3;o como parte de seu perfil de efeitos adversos.</li> <li>Agentes <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/anestesicos/c" target="_blank">anest&#xE9;sicos</a>: monitorar cuidadosamente os sinais vitais durante anestesia.</li> <li>AINEs: o uso concomitante de <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/anti-inflamatorios/c" target="_blank"/></li>

Apresentações do Divelol

Divelol® 3,125 mg

Com 28 e 60 comprimidos.

Divelol® 6,25 mg

Com 14, 30 e 60 comprimidos revestidos.

Divelol® 12,5 mg

Com 30 e 60 comprimidos.

Divelol® 25,0 mg

Com 14, 30 e 60 comprimidos.

Via oral.

Uso adulto.

6,25mg, caixa com 30 comprimidos

Princípio ativo
:
Carvedilol
Classe Terapêutica
:
Betabloqueadores Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Sistema Cardiovascular (Circulação)
Especialidade
:
Cardiologia

Bula do medicamento

Mensagens de Alerta

Leia cuidadosamente as informações abaixo. Se tiver dúvidas, informe ao seu médico.

Divelol, para o que é indicado e para o que serve?

Divelol® é um medicamento usado para tratar insuficiência cardíaca congestiva (insuficiência do coração), angina do peito (dor no peito de origem cardíaca) e hipertensão arterial (pressão alta).

Quais as contraindicações do Divelol?

Você não pode usar Divelol® se apresentar alergia ao carvedilol ou a qualquer componente da formulação, ou se possuir uma das doenças a seguir:

Insuficiência cardíaca descompensada/instável necessitando medicamento intravenoso para aumentar a força do coração, insuficiência do fígado; arritmias cardíacas&nbsp;(irregularidades do ritmo cardíaco); asma brônquica ou doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) associada a broncoespasmo (contração dos brônquios); bloqueio atrioventricular (bloqueio dos impulsos nervosos no coração) de 2º ou 3º grau (a menos que tenha um marca-passo permanente); ritmo cardíaco abaixo de 50 batimentos por minuto; síndrome do nó sinusal (incluindo bloqueio sinoatrial); choque cardiogênico (queda acentuada da pressão por problema cardíaco); pressão arterial muito baixa (pressão arterial sistólica < 85 mmHg).

Como usar o Divelol?

Divelol® deve ser administrado por via oral.

Duração do tratamento

O tratamento com Divelol® é normalmente longo. Você não deve parar o tratamento de repente, mas reduzir a dose aos poucos, a cada semana, principalmente se você tiver doença arterial coronária (dos vasos do coração) concomitante.

Hipertensão essencial (sem causa conhecida)

Adultos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia, durante os dois primeiros dias. A seguir, a dose recomendada é 25 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg, em dose única diária, ou dividida em duas doses.

Idosos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg em dose única diária ou dividida em duas doses.

Angina do peito

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, duas vezes ao dia, durante os dois primeiros dias.

A seguir, a dose recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia. Se necessário, poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose máxima diária recomendada de 100 mg administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia). A dose diária máxima recomendada para idosos é 50 mg, administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia).

Insuficiência cardíaca congestiva (ICC)

A dose deve ser individualizada e cuidadosamente monitorada durante a fase de ajuste da dose. Se você usa digitálicos, diuréticos e inibidores da ECA, o seu médico deverá ajustar a dose destes medicamentos antes de iniciar o tratamento com Divelol®. A dose inicial recomendada é 3,125 mg, duas vezes ao dia, por duas semanas. Se esta dose for bem tolerada, poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas, para 6,25 mg, duas vezes ao dia, 12,5 mg, duas vezes ao&nbsp;dia e 25 mg, duas vezes ao dia. A dose deverá ser aumentada de acordo com orientação de seu médico até o nível máximo tolerado.

A dose máxima recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia para todos os pacientes com ICC leve, moderada ou grave, com peso inferior a 85 kg. Em pacientes com ICC leve ou moderada com peso superior a 85 kg, a dose máxima recomendada é 50 mg, duas vezes ao dia. Antes de cada aumento de dose, deve-se avaliar sintomas de vasodilatação ou piora da insuficiência cardíaca. A piora transitória da insuficiência cardíaca ou a retenção de líquidos devem ser tratadas com aumento da dose do diurético. Ocasionalmente, pode ser necessário reduzir a dose ou descontinuar temporariamente o tratamento com Divelol®. A dose de Divelol® não deverá ser aumentada até que os sintomas de piora da insuficiência cardíaca ou de vasodilatação estejam estabilizados. Se carvedilol for descontinuado por mais de duas semanas, a terapia deverá ser reiniciada com 3,125 mg duas vezes ao dia e a titulação realizada conforme as recomendações do modo de uso do medicamento.

Divelol® não necessariamente deve ser ingerido junto a alimentos; entretanto, em pacientes com insuficiência cardíaca, deverá ser administrado com alimentos para reduzir a velocidade de absorção e diminuir a incidência de efeitos ortostáticos (queda de pressão quando se fica em pé ou sentado).

Pacientes com insuficiência renal

Não são necessárias alterações nas doses recomendadas de carvedilol em pacientes com insuficiência renal moderada a grave.

Pacientes com menos de 18 anos de idade

A segurança e eficácia do carvedilol em crianças e adolescentes abaixo de 18 anos ainda não foram estabelecidas.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Como o Divelol funciona?

Divelol® promove a dilatação dos vasos sanguíneos, através do bloqueio do sistema chamado reninaangiotensina-aldosterona. Assim, ocorre diminuição da pressão arterial. Em voluntários sadios, a concentração sérica máxima é alcançada em, aproximadamente, uma hora.

Quais cuidados devo ter ao usar o Divelol?

Geral

  • <li>Insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca cr&#xF4;nica: pode ocorrer piora cl&#xED;nica ou reten&#xE7;&#xE3;o de l&#xED;quido durante o aumento da dose de carvedilol. Caso isso ocorra, o m&#xE9;dico dever&#xE1; aumentar a dose do diur&#xE9;tico, mantendo a dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup> at&#xE9; atingir novamente a estabilidade cl&#xED;nica. Pode ser necess&#xE1;rio reduzir a dose do carvedilol ou, em casos raros, descontinu&#xE1;-lo temporariamente, o que n&#xE3;o impede o sucesso do aumento gradual da dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup>. O carvedilol deve ser usado com cautela quando associado a digit&#xE1;licos, pois ambos os f&#xE1;rmacos lentificam a condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular (condu&#xE7;&#xE3;o do est&#xED;mulo card&#xED;aco).</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c" target="_blank">Diabetes</a> <em>mellitus</em>: o uso de carvedilol em diab&#xE9;ticos pode estar relacionado &#xE0; piora do controle glic&#xEA;mico ou pode mascarar/reduzir sinais e sintomas de <a href="https://minutosaudavel.com.br/hipoglicemia/" rel="noopener" target="_blank">hipoglicemia</a> (baixo a&#xE7;&#xFA;car no sangue). Portanto, se voc&#xEA; tiver diabetes, seu n&#xED;vel de a&#xE7;&#xFA;car no sangue deve ser monitorado regularmente no in&#xED;cio ou ajuste do tratamento com Divelol<sup>&#xAE;</sup>. A dose do medicamento usado para diabetes tamb&#xE9;m deve ser ajustada.</li> <li>Fun&#xE7;&#xE3;o dos rins na insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva: foi observada piora revers&#xED;vel da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva e press&#xE3;o arterial baixa (press&#xE3;o arterial sist&#xF3;lica &lt; 100 mmHg), cardiopatia isqu&#xEA;mica (diminui&#xE7;&#xE3;o do fornecimento de sangue para o mioc&#xE1;rdio), doen&#xE7;a vascular difusa e/ou insufici&#xEA;ncia dos rins durante o tratamento com Divelol<sup>&#xAE;</sup>. A fun&#xE7;&#xE3;o de seus rins deve ser monitorada pelo seu m&#xE9;dico durante o aumento da dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Doen&#xE7;a pulmonar obstrutiva cr&#xF4;nica: se voc&#xEA; possui doen&#xE7;a pulmonar obstrutiva cr&#xF4;nica (DPOC) com componente broncoesp&#xE1;stico (contra&#xE7;&#xE3;o dos br&#xF4;nquios) e n&#xE3;o est&#xE1; usando medica&#xE7;&#xE3;o oral ou inalat&#xF3;ria, seu m&#xE9;dico dever&#xE1; ter cautela ao receitar Divelol<sup>&#xAE;</sup>. Avise seu m&#xE9;dico se possui algum problema pulmonar.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-dos-olhos/lentes-de-contato/c" target="_blank">Lentes de contato</a>: pode ocorrer redu&#xE7;&#xE3;o do lacrimejamento com o uso de Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento: Divelol<sup>&#xAE;</sup> n&#xE3;o deve ser descontinuado abruptamente, principalmente se voc&#xEA; possui cardiopatia isqu&#xEA;mica (diminui&#xE7;&#xE3;o do fornecimento de sangue para o mioc&#xE1;rdio). A retirada de carvedilol nestes casos deve ser gradual (ao longo de 2 semanas).</li> <li>Tireotoxicose: Divelol<sup>&#xAE;</sup>, como outros betabloqueadores, pode mascarar sintomas de tireotoxicose (excesso de horm&#xF4;nios produzidos pela gl&#xE2;ndula <a href="https://consultaremedios.com.br/tireoide/c" target="_blank">tireoide</a>).</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade: em caso de alergia ou terapia de dessensibiliza&#xE7;&#xE3;o (contra alergia), avise ao seu m&#xE9;dico, pois carvedilol pode aumentar a sensibilidade e a gravidade das rea&#xE7;&#xF5;es aos al&#xE9;rgenos.</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves: Divelol<sup>&#xAE;</sup> deve ser permanentemente descontinuado em pacientes que apresentarem rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves possivelmente relacionadas com o carvedilol.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/psoriase/c" target="_blank">Psor&#xED;ase</a>: se voc&#xEA; tem hist&#xF3;ria de psor&#xED;ase (doen&#xE7;a de pele que ocorre geralmente perto das articula&#xE7;&#xF5;es), voc&#xEA; s&#xF3; dever&#xE1; tomar este medicamento ap&#xF3;s seu m&#xE9;dico considerar o risco-benef&#xED;cio.</li>

Gravidez e amamentação

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Se você ficar grávida durante ou logo após o tratamento com Divelol®, informe imediatamente seu médico. Estudos em animais demonstraram toxicidade reprodutiva. Não há experiência clínica adequada com carvedilol em grávidas. Betabloqueadores reduzem a irrigação sanguínea da placenta, podendo causar morte do feto intra-útero e parto prematuro. Efeitos adversos como hipoglicemia e bradicardia podem ocorrer, bem como complicações cardíacas e pulmonares no feto e no recém-nascido.

Divelol® não deve ser usado durante a gravidez a menos que os benefícios potenciais justifiquem o risco potencial. Não existem evidências a partir de estudos em animais de laboratório de que carvedilol apresente efeitos teratogênicos.

Embora não seja conhecido se carvedilol é excretado no leite humano, a maioria dos betabloqueadores passa para o leite materno. Portanto, a amamentação não é recomendada após a administração de carvedilol.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículo e operar máquinas

Sua capacidade para dirigir veículo ou operar máquinas pode estar comprometida devido a tonturas e cansaço, principalmente no início do tratamento e após aumento de doses, modificação de terapias ou em combinação com álcool.

Este medicamento contém lactose.

Este medicamento pode causar doping.

O produto Divelol® 6,25 mg contém o corante amarelo de tartrazina&nbsp;que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Divelol?

As reações adversas ao medicamento estão listadas de acordo com as classes dos sistemas orgânicos definidos pelo MedDRA e CIOMS (“Council for International Organizations of Medical Sciences”).

As categorias de frequências são:

  • <li>Muito comum: &#x2265;1/10.</li> <li>Comum: &#x2265;1/100 e &lt;1/10.</li> <li>Incomum: &#x2265;1/1.000 e &lt;1/100.</li> <li>Rara: &#x2265;1/10.000 e &lt;1/1.000.</li> <li>Muito rara: &lt;1/10.000.</li>

Os efeitos indesejáveis descritos abaixo foram reportados com o uso de carvedilol em estudos clínicos pivotais:

  • <li>Dist&#xFA;rbios do sistema linf&#xE1;tico e do sangue: comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c" target="_blank">anemia</a>; rara: <a href="https://minutosaudavel.com.br/trombocitopenia/" rel="noopener" target="_blank">trombocitopenia</a>; muito rara: leucopenia.</li> <li>Dist&#xFA;rbios card&#xED;acos: muito comum: insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca; comum: bradicardia, hipervolemia, sobrecarga h&#xED;drica; incomum: bloqueio atrioventricular, angina <em>pectoris</em>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios nos olhos: comum: altera&#xE7;&#xF5;es visuais, redu&#xE7;&#xE3;o do lacrimejamento (secura do olho), irrita&#xE7;&#xE3;o ocular.</li> <li>Dist&#xFA;rbios gastrintestinais: comum: n&#xE1;usea, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c" target="_blank">diarreia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/nauseas/c" target="_blank">v&#xF4;mito</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/dispepsia-indigestao-o-que-e-sintomas-remedios-e-tipos/" rel="noopener" target="_blank">dispepsia</a>, dor abdominal; incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/" rel="noopener" target="_blank">constipa&#xE7;&#xE3;o</a>; rara: secura da boca.</li> <li>Dist&#xFA;rbios gerais e das condi&#xE7;&#xF5;es do local de administra&#xE7;&#xE3;o: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-fadiga-muscular-cronica-adrenal-etc-e-como-tratar/" rel="noopener" target="_blank">fadiga</a>; comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-tipos-cerebral-pulmonar-etc-e-tratamento/" rel="noopener" target="_blank">edema</a>, dor.</li> <li>Dist&#xFA;rbios hepatobiliares: muito rara: aumento da alanina aminotransferase (ALT), aspartato aminotransferase (AST) e gama-glutamiltransferase (<a href="https://minutosaudavel.com.br/exame-gama-gt-ggt-o-que-e-alto-baixo-e-para-que-serve/" rel="noopener" target="_blank">GGT</a>).</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sistema imune: muito rara: hipersensibilidade (rea&#xE7;&#xF5;es al&#xE9;rgicas).</li> <li>Infec&#xE7;&#xF5;es e infesta&#xE7;&#xF5;es: comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/pneumonia/c" target="_blank">pneumonia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/bronquite/c" target="_blank">bronquite</a>, infec&#xE7;&#xE3;o do trato respirat&#xF3;rio superior e do trato urin&#xE1;rio.</li> <li>Dist&#xFA;rbios do metabolismo e nutricionais: comum: ganho de peso, hipercolesterolemia, pior controle da glicemia (hiper/hipoglicemia) em pacientes com diabetes preexistente.</li> <li>Dist&#xFA;rbios musculoesquel&#xE9;ticos e do tecido conjuntivo: comum: dor em extremidades.</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sistema nervoso: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/tontura-o-que-pode-ser/" rel="noopener" target="_blank">tontura</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/dor-de-cabeca-e-enxaqueca/c" target="_blank">cefaleia</a>; comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/desmaio/" rel="noopener" target="_blank">s&#xED;ncope</a>, pr&#xE9;-s&#xED;ncope; incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/parestesia/" rel="noopener" target="_blank">parestesia</a>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios psiqui&#xE1;tricos: comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a>, humor deprimido; incomum: dist&#xFA;rbios do sono.</li> <li>Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios: comum: insufici&#xEA;ncia renal e anormalidades na fun&#xE7;&#xE3;o renal em pacientes com doen&#xE7;a vascular difusa e/ou insufici&#xEA;ncia renal subjacente; rara: dist&#xFA;rbios miccionais.</li> <li>Dist&#xFA;rbios da mama e sistema reprodutor: incomum: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/disfuncao-eretil/c" target="_blank">disfun&#xE7;&#xE3;o er&#xE9;til</a>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios respirat&#xF3;rios, tor&#xE1;cicos e do mediastino: comum: dispneia, <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-pulmonar-causas-sintomas-tratamento-tem-cura/" rel="noopener" target="_blank">edema pulmonar</a>, asma em pacientes predispostos; rara: congest&#xE3;o nasal.</li> <li>Dist&#xFA;rbios de pele e tecidos subcut&#xE2;neos: incomum: rea&#xE7;&#xF5;es na pele (por exemplo: exantema al&#xE9;rgico, <a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/dermatites/c" target="_blank">dermatite</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a>, prurido, les&#xF5;es psori&#xE1;sicas e do tipo l&#xED;quen plano).</li> <li>Dist&#xFA;rbios vasculares: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">hipotens&#xE3;o</a>; comum: hipotens&#xE3;o ortost&#xE1;stica, dist&#xFA;rbios da circula&#xE7;&#xE3;o perif&#xE9;rica (extremidades frias, doen&#xE7;a vascular perif&#xE9;rica, exacerba&#xE7;&#xE3;o de claudica&#xE7;&#xE3;o intermitente e fen&#xF4;meno de Raynaud), hipertens&#xE3;o.</li>

Descrição das reações adversas selecionadas

A frequência de reações adversas não é dependente da dose, com exceção de tonturas, alterações visuais e bradicardia. Tontura, síncope, cefaleia e astenia são, normalmente, leves e ocorrem, geralmente, no início do tratamento.

Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva pode ocorrer piora clínica ou retenção hídrica durante a titulação do carvedilol.

Deterioração reversível da função renal foi observada durante tratamento com carvedilol em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva e baixa pressão arterial, cardiopatia isquêmica, doença vascular difusa e/ou insuficiência renal subjacente.

Experiência pós-comercialização

Os eventos adversos abaixo foram identificados no uso de carvedilol pós-comercialização. Por serem reportados por uma população de tamanho indefinido, nem sempre é possível estimar sua frequência e/ou estabelecer relação causal com a exposição à droga.

  • <li>Dist&#xFA;rbios de metabolismo e nutricionais: devido &#xE0; a&#xE7;&#xE3;o betabloqueadora, &#xE9; poss&#xED;vel que diabetes <em>mellitus </em>latente se manifeste, diabetes preexistente se agrave e que a contra-regula&#xE7;&#xE3;o da <a href="https://consultaremedios.com.br/glicose/bula" target="_blank">glicose</a> seja inibida.</li> <li>Dist&#xFA;rbios de pele e tecidos subcut&#xE2;neos: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/queda-de-cabelo-e-calvicie/c" target="_blank">queda de cabelo</a>. Rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves, como necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica e s&#xED;ndrome de Stevens-Johnson.</li> <li>Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios: foram reportados casos isolados de <a href="https://minutosaudavel.com.br/incontinencia-urinaria/" rel="noopener" target="_blank">incontin&#xEA;ncia urin&#xE1;ria</a> em mulheres, os quais foram resolvidos com a descontinua&#xE7;&#xE3;o da medica&#xE7;&#xE3;o.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Pacientes com menos de 18 anos de idade

Divelol® não é recomendado a pacientes com menos de 18 anos de idade.

Pacientes idosos

Nenhum ajuste da dose inicial é exigido para pacientes idosos.

Pacientes com insuficiência renal

Na insuficiência renal moderada a grave, não há necessidade de alterar as recomendações de dosagem de carvedilol.

Pacientes com insuficiência hepática

Divelol® é contraindicado para pacientes com insuficiência hepática clinicamente manifesta.

Pacientes diabéticos

Divelol® pode aumentar a resistência à insulina e mascarar sintomas da hipoglicemia.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Divelol?

Você deve fazer tudo que for possível para tomar a medicação nos dias e horários que o seu médico orientou.

Se por algum motivo se esquecer de tomar o medicamento, espere e tome a dose seguinte da maneira habitual.

Se você tiver se esquecido de tomar alguma dose, nunca dobre a dose seguinte, pois isso poderá aumentar a chance de você ter um efeito adverso.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Divelol?

Cada comprimido de Divelol® 3,125 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">3,125 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Cada comprimido revestido de Divelol® 6,25 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:219px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:223px\"> <p style=\"text-align:center\">6,25 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:219px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:223px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: amarelo de tartrazina laca de alumínio, celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, dióxido de titânio, estearato de magnésio, hipromelose, lactose monoidratada.

Cada comprimido de Divelol® 12,5 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:224px\"> <p style=\"text-align:center\">12,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:224px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Cada comprimido de Divelol®&nbsp;25 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:217px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:225px\"> <p style=\"text-align:center\">25 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:217px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:225px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Divelol maior do que a recomendada?

Sintomas e sinais de superdose

Pode haver queda importante da pressão arterial, bradicardia (lentificação do ritmo cardíaco), insuficiência cardíaca (prejuízo da função do coração), choque cardiogênico (queda acentuada da pressão arterial de origem cardíaca) e parada cardíaca. Problemas respiratórios, broncoespasmo (contração dos brônquios), vômitos, alterações da consciência e convulsões generalizadas também podem ocorrer.

Tratamento da superdose

Monitorar os sinais e sintomas acima e garantir atendimento médico de acordo com prática utilizada para pacientes com superdose de betabloqueadores.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Divelol com outros remédios?

Interações com outros medicamentos

Há um número de importantesinteraçõesfarmacocinéticas e farmacodinâmicas com outras drogas.

  • <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/feocromocitoma-tratamento-diagnostico-causas-sintomas-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">Feocromocitoma</a> (tumor na gl&#xE2;ndula supra-renal): em pacientes com suspeita de feocromocitoma, devese iniciar um agente alfabloqueador antes do uso de qualquer betabloqueador. Apesar de Divelol<sup>&#xAE;</sup> exercer atividades alfa e betabloqueadora, n&#xE3;o existe experi&#xEA;ncia de uso nesses casos.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/b/angina-variante" target="_blank">Angina variante</a> de Prinzmetal: betabloqueadores n&#xE3;o seletivos podem provocar dor tor&#xE1;cica em pacientes com angina variante de Prinzmetal. N&#xE3;o h&#xE1; experi&#xEA;ncia cl&#xED;nica com carvedilol nesses pacientes.</li> <li>Doen&#xE7;a vascular perif&#xE9;rica e fen&#xF4;meno de Raynaud: os betabloqueadores podem precipitar ou agravar os sintomas de insufici&#xEA;ncia arterial.</li> <li>Bradicardia: Divelol<sup>&#xAE;</sup> pode provocar bradicardia (lentifica&#xE7;&#xE3;o do ritmo card&#xED;aco).</li>

Interações farmacocinéticas

Efeitos do carvedilol na farmacocinética de outras drogas

Carvedilol interfere na glicoproteína P, responsável pelo transporte de uma série de fármacos na parede intestinal e em outros órgãos. Por isso, a quantidade de alguns fármacos pode aumentar exageradamente ou a concentração do próprio carvedilol pode ser modificada quando são administrados em conjunto.

  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">Digoxina</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/ciclosporina/bula" target="_blank">ciclosporina</a>: carvedilol pode aumentar a concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica de digoxina e ciclosporina oral. Recomenda-se monitora&#xE7;&#xE3;o pr&#xF3;xima dos n&#xED;veis de digoxina e ciclosporina para ajuste adequado das doses.</li>
Efeitos de outras drogas na farmacocinética de carvedilol

Inibidores, bem como indutores de determinadas enzimas do fígado, podem modificar o metabolismo do carvedilol, levando a concentrações plasmáticas aumentadas ou diminuídas de R e S-carvedilol.

Alguns exemplos observados em pacientes ou em indivíduos saudáveis são apresentados a seguir:
  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/rifampicina/bula" target="_blank">Rifampicina</a>: houve diminui&#xE7;&#xE3;o do efeito do carvedilol na press&#xE3;o sist&#xF3;lica durante o uso concomitante de rifampicina.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">Cimetidina</a>: a probabilidade de intera&#xE7;&#xF5;es clinicamente significativas &#xE9; m&#xED;nima.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-amiodarona/bula" target="_blank">Amiodarona</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-fluoxetina/bula" target="_blank">fluoxetina</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-paroxetina/bula" target="_blank">paroxetina</a>: a elimina&#xE7;&#xE3;o de carvedilol pode ser inibida por uso concomitante de amiodarona e fluoxetina, por&#xE9;m, sem efeito cl&#xED;nico.</li>

Interações farmacodinâmicas

  • <li>Insulina ou hipoglicemiantes orais: Pode haver aumento do efeito hipoglicemiante de insulina e antidiab&#xE9;ticos orais. Sinais de hipoglicemia podem ser mascarados/atenuados (especialmente taquicardia). Deve-se monitorar a glicemia em pacientes recebendo insulina ou antibiab&#xE9;ticos orais juntamente com Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Agentes depletores de catecolaminas: sinais de hipotens&#xE3;o e/ou bradicardia grave em pacientes em uso de Divelol<sup>&#xAE;</sup> e f&#xE1;rmacos que possam depletar catecolaminas (por exemplo, reserpina e inibidores de monoamino oxidase).</li> <li>Digoxina: o uso combinado de Divelol<sup>&#xAE;</sup> e digoxina pode prolongar o tempo de condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular.</li> <li>Bloqueadores do canal de c&#xE1;lcio n&#xE3;o diidropiridina, amiodarona ou outros antiarr&#xED;tmicos: em combina&#xE7;&#xE3;o com carvedilol, podem aumentar o risco de dist&#xFA;rbios de condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular. Se o carvedilol for administrado por via oral com bloqueadores do canal de c&#xE1;lcio n&#xE3;o diidropiridina do tipo <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-verapamil/bula" target="_blank">verapamil</a> ou <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-diltiazem/bula" target="_blank">diltiazem</a>, amiodarona ou outros antiarr&#xED;tmicos, recomenda-se o monitoramento do ECG (<a href="https://minutosaudavel.com.br/eletrocardiograma-ecg-o-que-e-para-que-serve-e-como-e-feito-o-exame/" rel="noopener" target="_blank">eletrocardiograma</a>) e da press&#xE3;o sangu&#xED;nea.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-clonidina/bula" target="_blank">Clonidina</a>: a administra&#xE7;&#xE3;o de clonidina associada a Divelol<sup>&#xAE;</sup> pode potencializar os efeitos de redu&#xE7;&#xE3;o de press&#xE3;o sangu&#xED;nea e frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca.</li> <li>Anti-hipertensivos: carvedilol pode potencializar o efeito de outros f&#xE1;rmacos com a&#xE7;&#xE3;o anti-hipertensiva (por exemplo, antagonistas de receptor alfa-1) ou que tenham hipotens&#xE3;o como parte de seu perfil de efeitos adversos.</li> <li>Agentes <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/anestesicos/c" target="_blank">anest&#xE9;sicos</a>: monitorar cuidadosamente os sinais vitais durante anestesia.</li> <li>AINEs: o uso concomitante de <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/anti-inflamatorios/c" target="_blank">anti-inflamat&#xF3;rios</a> n&#xE3;o esteroides (AINEs) e bloqueadores beta-adren&#xE9;rgicos pode resultar em aumento de press&#xE3;o arterial e menor controle da press&#xE3;o arterial.</li> <li>Broncodilatadores beta-agonistas: Divelol<sup>&#xAE;</sup> age de forma contr&#xE1;ria aos medicamentos desta classe.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Divelol (Carvedilol)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia em hipertens&#xE3;o</h3> <p>Carvedilol reduz a press&#xE3;o arterial em pacientes hipertensos pela combina&#xE7;&#xE3;o do bloqueio beta &#xE0; vasodilata&#xE7;&#xE3;o mediada por bloqueio alfa. A redu&#xE7;&#xE3;o da press&#xE3;o n&#xE3;o se associa a aumento da resist&#xEA;ncia perif&#xE9;rica total, como &#xE9; observado com os agentes betabloqueadores puros.<sup>1</sup></p> <p>A frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca &#xE9; discretamente reduzida. O fluxo sangu&#xED;neo renal e a fun&#xE7;&#xE3;o renal se mant&#xEA;m preservados.&amp;nbsp;Carvedilol mant&#xE9;m o volume sist&#xF3;lico e reduz a resist&#xEA;ncia vascular perif&#xE9;rica total. O fluxo sangu&#xED;neo para diversos &#xF3;rg&#xE3;os e para os leitos vasculares &#xE9; preservado.<sup>1,2</sup></p> <h3>Efic&#xE1;cia na angina do peito</h3> <p>Em pacientes com doen&#xE7;a arterial coron&#xE1;ria, carvedilol demonstrou efeitos anti-isqu&#xEA;micos (melhora do tempo total de exerc&#xED;cio, tempo para depress&#xE3;o de 1 mm do segmento ST e in&#xED;cio de angina).<sup>3,4 </sup></p> <p>Carvedilol reduz significativamente a demanda de oxig&#xEA;nio pelo mioc&#xE1;rdio e a hiperatividade simp&#xE1;tica. Tamb&#xE9;m reduz a pr&#xE9;-carga (press&#xE3;o de art&#xE9;ria pulmonar e de capilar pulmonar) e a p&#xF3;s-carga.<sup>3</sup></p> <h3>Efic&#xE1;cia em insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</h3> <p>Carvedilol reduz significativamente a mortalidade por todas as causas e a necessidade de hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por motivo cardiovascular. Carvedilol promove aumento da fra&#xE7;&#xE3;o de eje&#xE7;&#xE3;o e melhora dos sintomas em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca de etiologia isqu&#xEA;mica e n&#xE3;o isqu&#xEA;mica.<sup>5-7</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Oestergren J, Storstein L, Karlberg BE, Tiblin G Quality of life in hypertensive patients treated either with Carvedilol&amp;nbsp;or <a href=\"https://consultaremedios.com.br/maleato-de-enalapril/bula\" target=\"_blank\">enalapril</a>. Blood Pressure 1996; 5: 41-49 (CDS Vs 1.0).<br> 2. Bertolotti G, Angelino E, Zotti E, DeCesaris R A multicenter, double-blind, randomized parallel study of quality of life and blood pressure control in hypertensive patients treated with Carvedilol or <a href=\"https://consultaremedios.com.br/atenolol/bula\" target=\"_blank\">atenolol</a> or enalapril. High Blood Press Cardiovasc Prev 1995; 4: 216-224 (CDS Vs 1.0).<br> 3. Hauf-Zachariou K, Blackwood RA, Gunawardena A, O&apos;Donnell JG, Garnham S, Pfarr E Carvedilol&amp;nbsp;versus verapamil in stable angina: a multicentre trial. Eur J Clin Pharmacol 1997; 52: 95-100 (CDS Vs 1.0).<br> 4. Van der Does R, Hauf-Zachariou U, Pfarr E, Holtbr&#xFC;gge W, K&#xF6;nig S, Griffiths M, Lahiri A Comparison of safety and efficacy of Carvedilol&amp;nbsp;and metoprolol in stable angina pectoris. Am J Cardiol 1999; 83, 643-649 (CDS Vs 1.0).<br> 5. Das Gupta P, Broadhurst P, Raftery EB, Lahiri A Value of Carvedilol&amp;nbsp;in congestive heart failure secondary to coronary artery disease. Am J Cardiol 1990; 66: 1118-1123 (CDS Vs 1.0).<br> 6. Wendt T, van der Does R, Schr&#xE4;der R, Landgraf H, Kober G Acute hemodynamic of the vasodilating and betablocking agent, Carvedilol, in comparison to <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-propranolol/bula\" target=\"_blank\">propranolol</a>. J Cardiovasc Pharmacol 1987; 10 (Suppl 11): 147-150 (CDS Vs 1.0).<br> 7. Packer M, Bristow MR, Cohn JN, Colucci WS, Fowler MB, Gilbert EM, Shusterman NH The effect of Carvedilol on morbidity and mortality in patients with chronic heart failure. N Engl J Med 1996; 334: 1349-1355 (CDS Vs 1.0).</br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <p>Carvedilol &#xE9; um antagonista neuro-hormonal de a&#xE7;&#xE3;o m&#xFA;ltipla, com propriedades betabloqueadoras n&#xE3;o seletivas, alfabloqueadora e <a href=\"https://consultaremedios.com.br/vitaminas-e-minerais/antioxidante/c\" target=\"_blank\">antioxidante</a>. Carvedilol reduz a resist&#xEA;ncia vascular perif&#xE9;rica por vasodilata&#xE7;&#xE3;o mediada pelo bloqueio alfa1 e suprime o sistema renina-angiotensina-aldosterona devido ao bloqueio beta; reten&#xE7;&#xE3;o h&#xED;drica &#xE9;, portanto, uma ocorr&#xEA;ncia rara. Carvedilol n&#xE3;o apresenta atividade simpatomim&#xE9;tica intr&#xED;nseca e, como o propranolol, apresenta propriedades estabilizadoras de membrana.</p> <p>Carvedilol &#xE9; uma mistura rac&#xEA;mica de 2 estereois&#xF4;meros. Em animais, ambos os enanti&#xF4;meros apresentam propriedades bloqueadoras de receptores alfa-adren&#xE9;rgicos. As propriedades bloqueadoras do receptor betaadren&#xE9;rgico n&#xE3;o s&#xE3;o seletivas para os receptores beta1 e beta2 e est&#xE3;o associadas ao enanti&#xF4;mero lev&#xF3;giro do carvedilol.</p> <p>Carvedilol &#xE9; um potente antioxidante e neutralizador de radicais de oxig&#xEA;nio, demonstrado por estudos em animais, <em>in vitro</em> e<em> in vivo</em>, e em v&#xE1;rios tipos de c&#xE9;lulas humanas,<em> in vitro</em>. Carvedilol exibe efeito antiproliferativo nas c&#xE9;lulas musculares lisas de vasos sangu&#xED;neos de humanos e efeitos protetores de &#xF3;rg&#xE3;os.</p> <p>Carvedilol n&#xE3;o exerce efeitos adversos no perfil lip&#xED;dico. A rela&#xE7;&#xE3;o HDL/LDL se mant&#xE9;m normal.</p> <h3>Farmacocin&#xE9;tica</h3> <h4>Absor&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral, carvedilol &#xE9; rapidamente absorvido. Carvedilol &#xE9; um substrato do transportador de efluxo intestinal P-glicoprote&#xED;na que desempenha um papel importante na biodisponibilidade de certas drogas. Em volunt&#xE1;rios saud&#xE1;veis, a concentra&#xE7;&#xE3;o s&#xE9;rica m&#xE1;xima &#xE9; alcan&#xE7;ada em aproximadamente 1 hora. A biodisponibilidade absoluta de carvedilol no homem &#xE9; de aproximadamente 25%. Alimentos n&#xE3;o alteram a extens&#xE3;o da biodisponibilidade, embora aumentem o tempo para atingir a concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE1;xima.</p> <h4>Distribui&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>Carvedilol &#xE9; altamente lipof&#xED;lico; aproximadamente 98 &#x2013; 99% do carvedilol se liga &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> plasm&#xE1;ticas; o volume de distribui&#xE7;&#xE3;o &#xE9; de aproximadamente 2 L/kg.</p> <h4>Metabolismo</h4> <p>No ser humano, carvedilol &#xE9; extensamente metabolizado no f&#xED;gado atrav&#xE9;s de oxida&#xE7;&#xE3;o e conjuga&#xE7;&#xE3;o, produzindo diversos metab&#xF3;litos que s&#xE3;o eliminados principalmente na bile.O efeito de primeira passagem ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral &#xE9; cerca de 60 &#x2013; 75%. A circula&#xE7;&#xE3;o &#xEA;ntero-hep&#xE1;tica da subst&#xE2;ncia original foi demonstrada em animais.</p> <p>Desmetila&#xE7;&#xE3;o e hidroxila&#xE7;&#xE3;o do anel fen&#xF3;lico produzem tr&#xEA;s metab&#xF3;litos com atividade betabloqueadora.</p> <p>Com base em estudos pr&#xE9;-cl&#xED;nicos, o metab&#xF3;lito 4&#x2019;-hidroxifenol &#xE9;, aproximadamente, 13 vezes mais potente do que o carvedilol para bloqueio beta. Comparados ao carvedilol, os tr&#xEA;s metab&#xF3;litos exibem atividade vasodilatadora fraca. No ser humano, as concentra&#xE7;&#xF5;es dos tr&#xEA;s metab&#xF3;litos ativos s&#xE3;o, aproximadamente, 10 vezes mais baixas do que as da subst&#xE2;ncia original. Dois metab&#xF3;litos do carvedilol s&#xE3;o antioxidantes extremamente potentes (30 a 80 vezes mais potentes que o carvedilol).</p> <p>O metabolismo oxidativo do carvedilol &#xE9; estero-seletivo. O R-enanti&#xF4;mero &#xE9; metabolizado predominantemente por CYP2D6 e CYP1A2, enquanto que o S-enanti&#xF4;mero &#xE9; metabolizado principalmente pelo CYP2C9 e, em menor extens&#xE3;o, pelo CYP2D6. Outras isoenzimas CYP450 envolvidas no metabolismo do carvedilol incluem CYP3A4, CYP2E1 e CYP2C19. A concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE1;xima de R-carvedilol &#xE9; aproximadamente duas vezes maior do que a de S-carvedilol.</p> <p>O R-enanti&#xF4;mero &#xE9; metabolizado predominantemente atrav&#xE9;s de hidroxila&#xE7;&#xE3;o.</p> <p>Em metabolizadores lentos de CYP2D6, pode ocorrer um aumento da concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica de carvedilol, principalmente o R-enanti&#xF4;mero, levando a um aumento da atividade alfabloqueadora.</p> <h4>Elimina&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia do carvedilol &#xE9; de aproximadamente 6 horas. A depura&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica &#xE9; de 500 &#x2013; 700 mL/min. A elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; primariamente biliar, sendo as fezes a principal via de excre&#xE7;&#xE3;o. Menor fra&#xE7;&#xE3;o &#xE9; eliminada pelos rins na forma de metab&#xF3;litos. &#xC9; improv&#xE1;vel que ocorra ac&#xFA;mulo do carvedilol durante o tratamento prolongado, se usado conforme recomendado.</p> <h4>Teratogenicidade</h4> <p>Estudos em animais mostraram que Carvedilol n&#xE3;o possui efeitos teratog&#xEA;nicos.</p> <h4>Farmacocin&#xE9;tica em popula&#xE7;&#xF5;es especiais</h4> <h5>Pacientes com insufici&#xEA;ncia renal</h5> <p>O fluxo sangu&#xED;neo e a filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular mant&#xEA;m-se preservados durante a terapia cr&#xF4;nica com carvedilol.</p> <p>Em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal e hipertens&#xE3;o, a &#xE1;rea sob a curva da concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica <em>versus</em> tempo, a meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o e a concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE1;xima n&#xE3;o se alteram significativamente. A excre&#xE7;&#xE3;o renal do f&#xE1;rmaco inalterado diminui em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal, embora n&#xE3;o ocorram modifica&#xE7;&#xF5;es significativas nos par&#xE2;metros farmacocin&#xE9;ticos. Diversos estudos abertos mostraram que carvedilol &#xE9; um agente efetivo em pacientes com hipertens&#xE3;o renal. O mesmo foi verificado em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal cr&#xF4;nica, naqueles sob <a href=\"https://consultaremedios.com.br/produtos-hospitalares/hemodialise/c\" target=\"_blank\">hemodi&#xE1;lise</a> ou ap&#xF3;s transplante renal. Carvedilol leva a uma redu&#xE7;&#xE3;o gradual da press&#xE3;o sangu&#xED;nea nos dias com ou sem di&#xE1;lise e os efeitos na diminui&#xE7;&#xE3;o da press&#xE3;o sangu&#xED;nea s&#xE3;o compar&#xE1;veis aos obtidos em pacientes com fun&#xE7;&#xE3;o renal normal. Carvedilol n&#xE3;o &#xE9; eliminado durante di&#xE1;lise, pois n&#xE3;o atravessa a membrana de di&#xE1;lise, provavelmente devido &#xE0; sua elevada liga&#xE7;&#xE3;o &#xE0;s prote&#xED;nas do plasma. Com base nos resultados obtidos em ensaios comparativos de pacientes em hemodi&#xE1;lise, pode-se concluir que carvedilol &#xE9; mais efetivo que bloqueadores de canal de c&#xE1;lcio e melhor tolerado.</p> <h5>Pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica</h5> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/cirrose-hepatica\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/cirrose/c\" target=\"_blank\">cirrose</a> hep&#xE1;tica, a biodisponibilidade pode aumentar em at&#xE9; 80% por redu&#xE7;&#xE3;o do efeito de primeira passagem. Portanto, &#xE9; contraindicado em pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica clinicamente manifestada.</p> <h5>Pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</h5> <p>Em um estudo incluindo 24 pacientes japoneses com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca, o <em>clearance </em>de R- e S-carvedilol foi significativamente menor do que o previamente estimado em volunt&#xE1;rios saud&#xE1;veis. Esses resultados sugerem que a farmacocin&#xE9;tica de R- e S-carvedilol &#xE9; significativamente alterada pela insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca.</p> <h5>Pacientes diab&#xE9;ticos</h5> <p>Em pacientes hipertensos e portadores de diabetes tipo 2, n&#xE3;o se observou influ&#xEA;ncia do carvedilol na glicemia de jejum ou p&#xF3;s-prandial, nos n&#xED;veis de hemoglobina glicosilada ou necessidade de se alterar a dose dos agentes antidiab&#xE9;ticos. Nos pacientes com resist&#xEA;ncia &#xE0; insulina, o carvedilol melhorou a sensibilidade &#xE0; insulina.</p> <h5>Pacientes idosos/pedi&#xE1;tricos</h5> <p>A farmacocin&#xE9;tica do carvedilol em pacientes hipertensos n&#xE3;o &#xE9; afetada pela idade. Um estudo em pacientes idosos hipertensos demonstrou que n&#xE3;o h&#xE1; diferen&#xE7;a no perfil dos efeitos adversos, comparado com pacientes mais jovens. Outro estudo que incluiu pacientes idosos com doen&#xE7;a arterial coron&#xE1;ria demonstrou n&#xE3;o haver diferen&#xE7;a nos efeitos adversos relatados versus os relatados por pacientes mais jovens.</p> <p>Os dados farmacocin&#xE9;ticos dispon&#xED;veis em pacientes com menos de 18 anos de idade s&#xE3;o limitados.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Divelol?

Você deve conservar Divelol® em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC), protegido da luz e da umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aspecto físico e características organolépticas

Divelol® 3,125 mg

Comprimido branco a quase branco, circular, biconvexo, gravado com “T” em uma das faces, sulcado e dupla gravação “T” na outra face.

Divelol® 6,25 mg

Comprimido revestido amarelo, circular, biconvexo, gravado “S” em uma das faces, sulcado e dupla gravação “S” na outra face.

Divelol® 12,5 mg

Comprimido branco a quase branco, circular, biconvexo, gravação “D” em uma das faces, duplo sulco e dupla gravação “D” na outra face.

Divelol® 25 mg

Comprimido branco a quase branco, circular, biconvexo, gravação “V” em uma das faces, duplo sulco e dupla gravação “V” na outra face.

Descarte de medicamentos não utilizados e/ou com data de validade vencida

O descarte de medicamentos no meio ambiente deve ser minimizado. Os medicamentos não devem ser descartados no esgoto e o descarte no lixo doméstico deve ser evitado. Quaisquer medicamentos não utilizados ou resíduos devem ser eliminados de acordo com os requisitos locais.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Divelol

Divelol® 3,125 mg

Com 28 e 60 comprimidos.

Divelol® 6,25 mg

Com 14, 30 e 60 comprimidos revestidos.

Divelol® 12,5 mg

Com 30 e 60 comprimidos.

Divelol® 25,0 mg

Com 14, 30 e 60 comprimidos.

Via oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Divelol

M.S. Nº 1.0146.0065

Farm. Resp.:
Dr. Celso Kaminsk Franceschini
CRF-SP nº 24.024

Laboratórios Baldacci Ltda.&nbsp;
Rua Pedro de Toledo, 520 - Vl.
Clementino - São Paulo - SP
CNPJ: 61.150.447/0001-31
Indústria Brasileira



Venda sob prescrição médica.

25mg, caixa com 30 comprimidos

Princípio ativo
:
Carvedilol
Classe Terapêutica
:
Betabloqueadores Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Sistema Cardiovascular (Circulação)
Especialidade
:
Cardiologia

Bula do medicamento

Divelol, para o que é indicado e para o que serve?

Divelol® é um medicamento usado para tratar insuficiência cardíaca congestiva (insuficiência do coração), angina do peito (dor no peito de origem cardíaca) e hipertensão arterial (pressão alta).

Quais as contraindicações do Divelol?

Você não pode usar Divelol® se apresentar alergia ao carvedilol ou a qualquer componente da formulação, ou se possuir uma das doenças a seguir:

Insuficiência cardíaca descompensada/instável necessitando medicamento intravenoso para aumentar a força do coração, insuficiência do fígado; arritmias cardíacas&nbsp;(irregularidades do ritmo cardíaco); asma brônquica ou doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) associada a broncoespasmo (contração dos brônquios); bloqueio atrioventricular (bloqueio dos impulsos nervosos no coração) de 2º ou 3º grau (a menos que tenha um marca-passo permanente); ritmo cardíaco abaixo de 50 batimentos por minuto; síndrome do nó sinusal (incluindo bloqueio sinoatrial); choque cardiogênico (queda acentuada da pressão por problema cardíaco); pressão arterial muito baixa (pressão arterial sistólica < 85 mmHg).

Como usar o Divelol?

Divelol® deve ser administrado por via oral.

Duração do tratamento

O tratamento com Divelol® é normalmente longo. Você não deve parar o tratamento de repente, mas reduzir a dose aos poucos, a cada semana, principalmente se você tiver doença arterial coronária (dos vasos do coração) concomitante.

Hipertensão essencial (sem causa conhecida)

Adultos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia, durante os dois primeiros dias. A seguir, a dose recomendada é 25 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg, em dose única diária, ou dividida em duas doses.

Idosos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg em dose única diária ou dividida em duas doses.

Angina do peito

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, duas vezes ao dia, durante os dois primeiros dias.

A seguir, a dose recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia. Se necessário, poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose máxima diária recomendada de 100 mg administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia). A dose diária máxima recomendada para idosos é 50 mg, administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia).

Insuficiência cardíaca congestiva (ICC)

A dose deve ser individualizada e cuidadosamente monitorada durante a fase de ajuste da dose. Se você usa digitálicos, diuréticos e inibidores da ECA, o seu médico deverá ajustar a dose destes medicamentos antes de iniciar o tratamento com Divelol®. A dose inicial recomendada é 3,125 mg, duas vezes ao dia, por duas semanas. Se esta dose for bem tolerada, poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas, para 6,25 mg, duas vezes ao dia, 12,5 mg, duas vezes ao&nbsp;dia e 25 mg, duas vezes ao dia. A dose deverá ser aumentada de acordo com orientação de seu médico até o nível máximo tolerado.

A dose máxima recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia para todos os pacientes com ICC leve, moderada ou grave, com peso inferior a 85 kg. Em pacientes com ICC leve ou moderada com peso superior a 85 kg, a dose máxima recomendada é 50 mg, duas vezes ao dia. Antes de cada aumento de dose, deve-se avaliar sintomas de vasodilatação ou piora da insuficiência cardíaca. A piora transitória da insuficiência cardíaca ou a retenção de líquidos devem ser tratadas com aumento da dose do diurético. Ocasionalmente, pode ser necessário reduzir a dose ou descontinuar temporariamente o tratamento com Divelol®. A dose de Divelol® não deverá ser aumentada até que os sintomas de piora da insuficiência cardíaca ou de vasodilatação estejam estabilizados. Se carvedilol for descontinuado por mais de duas semanas, a terapia deverá ser reiniciada com 3,125 mg duas vezes ao dia e a titulação realizada conforme as recomendações do modo de uso do medicamento.

Divelol® não necessariamente deve ser ingerido junto a alimentos; entretanto, em pacientes com insuficiência cardíaca, deverá ser administrado com alimentos para reduzir a velocidade de absorção e diminuir a incidência de efeitos ortostáticos (queda de pressão quando se fica em pé ou sentado).

Pacientes com insuficiência renal

Não são necessárias alterações nas doses recomendadas de carvedilol em pacientes com insuficiência renal moderada a grave.

Pacientes com menos de 18 anos de idade

A segurança e eficácia do carvedilol em crianças e adolescentes abaixo de 18 anos ainda não foram estabelecidas.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Como o Divelol funciona?

Divelol® promove a dilatação dos vasos sanguíneos, através do bloqueio do sistema chamado reninaangiotensina-aldosterona. Assim, ocorre diminuição da pressão arterial. Em voluntários sadios, a concentração sérica máxima é alcançada em, aproximadamente, uma hora.

Quais cuidados devo ter ao usar o Divelol?

Geral

  • <li>Insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca cr&#xF4;nica: pode ocorrer piora cl&#xED;nica ou reten&#xE7;&#xE3;o de l&#xED;quido durante o aumento da dose de carvedilol. Caso isso ocorra, o m&#xE9;dico dever&#xE1; aumentar a dose do diur&#xE9;tico, mantendo a dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup> at&#xE9; atingir novamente a estabilidade cl&#xED;nica. Pode ser necess&#xE1;rio reduzir a dose do carvedilol ou, em casos raros, descontinu&#xE1;-lo temporariamente, o que n&#xE3;o impede o sucesso do aumento gradual da dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup>. O carvedilol deve ser usado com cautela quando associado a digit&#xE1;licos, pois ambos os f&#xE1;rmacos lentificam a condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular (condu&#xE7;&#xE3;o do est&#xED;mulo card&#xED;aco).</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c" target="_blank">Diabetes</a> <em>mellitus</em>: o uso de carvedilol em diab&#xE9;ticos pode estar relacionado &#xE0; piora do controle glic&#xEA;mico ou pode mascarar/reduzir sinais e sintomas de <a href="https://minutosaudavel.com.br/hipoglicemia/" rel="noopener" target="_blank">hipoglicemia</a> (baixo a&#xE7;&#xFA;car no sangue). Portanto, se voc&#xEA; tiver diabetes, seu n&#xED;vel de a&#xE7;&#xFA;car no sangue deve ser monitorado regularmente no in&#xED;cio ou ajuste do tratamento com Divelol<sup>&#xAE;</sup>. A dose do medicamento usado para diabetes tamb&#xE9;m deve ser ajustada.</li> <li>Fun&#xE7;&#xE3;o dos rins na insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva: foi observada piora revers&#xED;vel da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva e press&#xE3;o arterial baixa (press&#xE3;o arterial sist&#xF3;lica &lt; 100 mmHg), cardiopatia isqu&#xEA;mica (diminui&#xE7;&#xE3;o do fornecimento de sangue para o mioc&#xE1;rdio), doen&#xE7;a vascular difusa e/ou insufici&#xEA;ncia dos rins durante o tratamento com Divelol<sup>&#xAE;</sup>. A fun&#xE7;&#xE3;o de seus rins deve ser monitorada pelo seu m&#xE9;dico durante o aumento da dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Doen&#xE7;a pulmonar obstrutiva cr&#xF4;nica: se voc&#xEA; possui doen&#xE7;a pulmonar obstrutiva cr&#xF4;nica (DPOC) com componente broncoesp&#xE1;stico (contra&#xE7;&#xE3;o dos br&#xF4;nquios) e n&#xE3;o est&#xE1; usando medica&#xE7;&#xE3;o oral ou inalat&#xF3;ria, seu m&#xE9;dico dever&#xE1; ter cautela ao receitar Divelol<sup>&#xAE;</sup>. Avise seu m&#xE9;dico se possui algum problema pulmonar.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-dos-olhos/lentes-de-contato/c" target="_blank">Lentes de contato</a>: pode ocorrer redu&#xE7;&#xE3;o do lacrimejamento com o uso de Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento: Divelol<sup>&#xAE;</sup> n&#xE3;o deve ser descontinuado abruptamente, principalmente se voc&#xEA; possui cardiopatia isqu&#xEA;mica (diminui&#xE7;&#xE3;o do fornecimento de sangue para o mioc&#xE1;rdio). A retirada de carvedilol nestes casos deve ser gradual (ao longo de 2 semanas).</li> <li>Tireotoxicose: Divelol<sup>&#xAE;</sup>, como outros betabloqueadores, pode mascarar sintomas de tireotoxicose (excesso de horm&#xF4;nios produzidos pela gl&#xE2;ndula <a href="https://consultaremedios.com.br/tireoide/c" target="_blank">tireoide</a>).</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade: em caso de alergia ou terapia de dessensibiliza&#xE7;&#xE3;o (contra alergia), avise ao seu m&#xE9;dico, pois carvedilol pode aumentar a sensibilidade e a gravidade das rea&#xE7;&#xF5;es aos al&#xE9;rgenos.</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves: Divelol<sup>&#xAE;</sup> deve ser permanentemente descontinuado em pacientes que apresentarem rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves possivelmente relacionadas com o carvedilol.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/psoriase/c" target="_blank">Psor&#xED;ase</a>: se voc&#xEA; tem hist&#xF3;ria de psor&#xED;ase (doen&#xE7;a de pele que ocorre geralmente perto das articula&#xE7;&#xF5;es), voc&#xEA; s&#xF3; dever&#xE1; tomar este medicamento ap&#xF3;s seu m&#xE9;dico considerar o risco-benef&#xED;cio.</li>

Gravidez e amamentação

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Se você ficar grávida durante ou logo após o tratamento com Divelol®, informe imediatamente seu médico. Estudos em animais demonstraram toxicidade reprodutiva. Não há experiência clínica adequada com carvedilol em grávidas. Betabloqueadores reduzem a irrigação sanguínea da placenta, podendo causar morte do feto intra-útero e parto prematuro. Efeitos adversos como hipoglicemia e bradicardia podem ocorrer, bem como complicações cardíacas e pulmonares no feto e no recém-nascido.

Divelol® não deve ser usado durante a gravidez a menos que os benefícios potenciais justifiquem o risco potencial. Não existem evidências a partir de estudos em animais de laboratório de que carvedilol apresente efeitos teratogênicos.

Embora não seja conhecido se carvedilol é excretado no leite humano, a maioria dos betabloqueadores passa para o leite materno. Portanto, a amamentação não é recomendada após a administração de carvedilol.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículo e operar máquinas

Sua capacidade para dirigir veículo ou operar máquinas pode estar comprometida devido a tonturas e cansaço, principalmente no início do tratamento e após aumento de doses, modificação de terapias ou em combinação com álcool.

Este medicamento contém lactose.

Este medicamento pode causar doping.

O produto Divelol® 6,25 mg contém o corante amarelo de tartrazina&nbsp;que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Divelol?

As reações adversas ao medicamento estão listadas de acordo com as classes dos sistemas orgânicos definidos pelo MedDRA e CIOMS (“Council for International Organizations of Medical Sciences”).

As categorias de frequências são:

  • <li>Muito comum: &#x2265;1/10.</li> <li>Comum: &#x2265;1/100 e &lt;1/10.</li> <li>Incomum: &#x2265;1/1.000 e &lt;1/100.</li> <li>Rara: &#x2265;1/10.000 e &lt;1/1.000.</li> <li>Muito rara: &lt;1/10.000.</li>

Os efeitos indesejáveis descritos abaixo foram reportados com o uso de carvedilol em estudos clínicos pivotais:

  • <li>Dist&#xFA;rbios do sistema linf&#xE1;tico e do sangue: comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c" target="_blank">anemia</a>; rara: <a href="https://minutosaudavel.com.br/trombocitopenia/" rel="noopener" target="_blank">trombocitopenia</a>; muito rara: leucopenia.</li> <li>Dist&#xFA;rbios card&#xED;acos: muito comum: insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca; comum: bradicardia, hipervolemia, sobrecarga h&#xED;drica; incomum: bloqueio atrioventricular, angina <em>pectoris</em>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios nos olhos: comum: altera&#xE7;&#xF5;es visuais, redu&#xE7;&#xE3;o do lacrimejamento (secura do olho), irrita&#xE7;&#xE3;o ocular.</li> <li>Dist&#xFA;rbios gastrintestinais: comum: n&#xE1;usea, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c" target="_blank">diarreia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/nauseas/c" target="_blank">v&#xF4;mito</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/dispepsia-indigestao-o-que-e-sintomas-remedios-e-tipos/" rel="noopener" target="_blank">dispepsia</a>, dor abdominal; incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/" rel="noopener" target="_blank">constipa&#xE7;&#xE3;o</a>; rara: secura da boca.</li> <li>Dist&#xFA;rbios gerais e das condi&#xE7;&#xF5;es do local de administra&#xE7;&#xE3;o: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-fadiga-muscular-cronica-adrenal-etc-e-como-tratar/" rel="noopener" target="_blank">fadiga</a>; comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-tipos-cerebral-pulmonar-etc-e-tratamento/" rel="noopener" target="_blank">edema</a>, dor.</li> <li>Dist&#xFA;rbios hepatobiliares: muito rara: aumento da alanina aminotransferase (ALT), aspartato aminotransferase (AST) e gama-glutamiltransferase (<a href="https://minutosaudavel.com.br/exame-gama-gt-ggt-o-que-e-alto-baixo-e-para-que-serve/" rel="noopener" target="_blank">GGT</a>).</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sistema imune: muito rara: hipersensibilidade (rea&#xE7;&#xF5;es al&#xE9;rgicas).</li> <li>Infec&#xE7;&#xF5;es e infesta&#xE7;&#xF5;es: comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/pneumonia/c" target="_blank">pneumonia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/bronquite/c" target="_blank">bronquite</a>, infec&#xE7;&#xE3;o do trato respirat&#xF3;rio superior e do trato urin&#xE1;rio.</li> <li>Dist&#xFA;rbios do metabolismo e nutricionais: comum: ganho de peso, hipercolesterolemia, pior controle da glicemia (hiper/hipoglicemia) em pacientes com diabetes preexistente.</li> <li>Dist&#xFA;rbios musculoesquel&#xE9;ticos e do tecido conjuntivo: comum: dor em extremidades.</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sistema nervoso: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/tontura-o-que-pode-ser/" rel="noopener" target="_blank">tontura</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/dor-de-cabeca-e-enxaqueca/c" target="_blank">cefaleia</a>; comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/desmaio/" rel="noopener" target="_blank">s&#xED;ncope</a>, pr&#xE9;-s&#xED;ncope; incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/parestesia/" rel="noopener" target="_blank">parestesia</a>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios psiqui&#xE1;tricos: comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a>, humor deprimido; incomum: dist&#xFA;rbios do sono.</li> <li>Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios: comum: insufici&#xEA;ncia renal e anormalidades na fun&#xE7;&#xE3;o renal em pacientes com doen&#xE7;a vascular difusa e/ou insufici&#xEA;ncia renal subjacente; rara: dist&#xFA;rbios miccionais.</li> <li>Dist&#xFA;rbios da mama e sistema reprodutor: incomum: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/disfuncao-eretil/c" target="_blank">disfun&#xE7;&#xE3;o er&#xE9;til</a>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios respirat&#xF3;rios, tor&#xE1;cicos e do mediastino: comum: dispneia, <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-pulmonar-causas-sintomas-tratamento-tem-cura/" rel="noopener" target="_blank">edema pulmonar</a>, asma em pacientes predispostos; rara: congest&#xE3;o nasal.</li> <li>Dist&#xFA;rbios de pele e tecidos subcut&#xE2;neos: incomum: rea&#xE7;&#xF5;es na pele (por exemplo: exantema al&#xE9;rgico, <a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/dermatites/c" target="_blank">dermatite</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a>, prurido, les&#xF5;es psori&#xE1;sicas e do tipo l&#xED;quen plano).</li> <li>Dist&#xFA;rbios vasculares: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">hipotens&#xE3;o</a>; comum: hipotens&#xE3;o ortost&#xE1;stica, dist&#xFA;rbios da circula&#xE7;&#xE3;o perif&#xE9;rica (extremidades frias, doen&#xE7;a vascular perif&#xE9;rica, exacerba&#xE7;&#xE3;o de claudica&#xE7;&#xE3;o intermitente e fen&#xF4;meno de Raynaud), hipertens&#xE3;o.</li>

Descrição das reações adversas selecionadas

A frequência de reações adversas não é dependente da dose, com exceção de tonturas, alterações visuais e bradicardia. Tontura, síncope, cefaleia e astenia são, normalmente, leves e ocorrem, geralmente, no início do tratamento.

Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva pode ocorrer piora clínica ou retenção hídrica durante a titulação do carvedilol.

Deterioração reversível da função renal foi observada durante tratamento com carvedilol em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva e baixa pressão arterial, cardiopatia isquêmica, doença vascular difusa e/ou insuficiência renal subjacente.

Experiência pós-comercialização

Os eventos adversos abaixo foram identificados no uso de carvedilol pós-comercialização. Por serem reportados por uma população de tamanho indefinido, nem sempre é possível estimar sua frequência e/ou estabelecer relação causal com a exposição à droga.

  • <li>Dist&#xFA;rbios de metabolismo e nutricionais: devido &#xE0; a&#xE7;&#xE3;o betabloqueadora, &#xE9; poss&#xED;vel que diabetes <em>mellitus </em>latente se manifeste, diabetes preexistente se agrave e que a contra-regula&#xE7;&#xE3;o da <a href="https://consultaremedios.com.br/glicose/bula" target="_blank">glicose</a> seja inibida.</li> <li>Dist&#xFA;rbios de pele e tecidos subcut&#xE2;neos: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/queda-de-cabelo-e-calvicie/c" target="_blank">queda de cabelo</a>. Rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves, como necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica e s&#xED;ndrome de Stevens-Johnson.</li> <li>Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios: foram reportados casos isolados de <a href="https://minutosaudavel.com.br/incontinencia-urinaria/" rel="noopener" target="_blank">incontin&#xEA;ncia urin&#xE1;ria</a> em mulheres, os quais foram resolvidos com a descontinua&#xE7;&#xE3;o da medica&#xE7;&#xE3;o.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Pacientes com menos de 18 anos de idade

Divelol® não é recomendado a pacientes com menos de 18 anos de idade.

Pacientes idosos

Nenhum ajuste da dose inicial é exigido para pacientes idosos.

Pacientes com insuficiência renal

Na insuficiência renal moderada a grave, não há necessidade de alterar as recomendações de dosagem de carvedilol.

Pacientes com insuficiência hepática

Divelol® é contraindicado para pacientes com insuficiência hepática clinicamente manifesta.

Pacientes diabéticos

Divelol® pode aumentar a resistência à insulina e mascarar sintomas da hipoglicemia.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Divelol?

Você deve fazer tudo que for possível para tomar a medicação nos dias e horários que o seu médico orientou.

Se por algum motivo se esquecer de tomar o medicamento, espere e tome a dose seguinte da maneira habitual.

Se você tiver se esquecido de tomar alguma dose, nunca dobre a dose seguinte, pois isso poderá aumentar a chance de você ter um efeito adverso.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Divelol?

Cada comprimido de Divelol® 3,125 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">3,125 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Cada comprimido revestido de Divelol® 6,25 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:219px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:223px\"> <p style=\"text-align:center\">6,25 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:219px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:223px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: amarelo de tartrazina laca de alumínio, celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, dióxido de titânio, estearato de magnésio, hipromelose, lactose monoidratada.

Cada comprimido de Divelol® 12,5 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:224px\"> <p style=\"text-align:center\">12,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:224px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Cada comprimido de Divelol®&nbsp;25 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:217px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:225px\"> <p style=\"text-align:center\">25 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:217px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:225px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Divelol maior do que a recomendada?

Sintomas e sinais de superdose

Pode haver queda importante da pressão arterial, bradicardia (lentificação do ritmo cardíaco), insuficiência cardíaca (prejuízo da função do coração), choque cardiogênico (queda acentuada da pressão arterial de origem cardíaca) e parada cardíaca. Problemas respiratórios, broncoespasmo (contração dos brônquios), vômitos, alterações da consciência e convulsões generalizadas também podem ocorrer.

Tratamento da superdose

Monitorar os sinais e sintomas acima e garantir atendimento médico de acordo com prática utilizada para pacientes com superdose de betabloqueadores.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Divelol com outros remédios?

Interações com outros medicamentos

Apresentações do Divelol

Divelol® 3,125 mg

Com 28 e 60 comprimidos.

Divelol® 6,25 mg

Com 14, 30 e 60 comprimidos revestidos.

Divelol® 12,5 mg

Com 30 e 60 comprimidos.

Divelol® 25,0 mg

Com 14, 30 e 60 comprimidos.

Via oral.

Uso adulto.

12,5mg, caixa com 30 comprimidos

Princípio ativo
:
Carvedilol
Classe Terapêutica
:
Betabloqueadores Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Sistema Cardiovascular (Circulação)
Especialidade
:
Cardiologia

Bula do medicamento

Divelol, para o que é indicado e para o que serve?

Divelol® é um medicamento usado para tratar insuficiência cardíaca congestiva (insuficiência do coração), angina do peito (dor no peito de origem cardíaca) e hipertensão arterial (pressão alta).

Quais as contraindicações do Divelol?

Você não pode usar Divelol® se apresentar alergia ao carvedilol ou a qualquer componente da formulação, ou se possuir uma das doenças a seguir:

Insuficiência cardíaca descompensada/instável necessitando medicamento intravenoso para aumentar a força do coração, insuficiência do fígado; arritmias cardíacas&nbsp;(irregularidades do ritmo cardíaco); asma brônquica ou doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) associada a broncoespasmo (contração dos brônquios); bloqueio atrioventricular (bloqueio dos impulsos nervosos no coração) de 2º ou 3º grau (a menos que tenha um marca-passo permanente); ritmo cardíaco abaixo de 50 batimentos por minuto; síndrome do nó sinusal (incluindo bloqueio sinoatrial); choque cardiogênico (queda acentuada da pressão por problema cardíaco); pressão arterial muito baixa (pressão arterial sistólica < 85 mmHg).

Como usar o Divelol?

Divelol® deve ser administrado por via oral.

Duração do tratamento

O tratamento com Divelol® é normalmente longo. Você não deve parar o tratamento de repente, mas reduzir a dose aos poucos, a cada semana, principalmente se você tiver doença arterial coronária (dos vasos do coração) concomitante.

Hipertensão essencial (sem causa conhecida)

Adultos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia, durante os dois primeiros dias. A seguir, a dose recomendada é 25 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg, em dose única diária, ou dividida em duas doses.

Idosos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg em dose única diária ou dividida em duas doses.

Angina do peito

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, duas vezes ao dia, durante os dois primeiros dias.

A seguir, a dose recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia. Se necessário, poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose máxima diária recomendada de 100 mg administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia). A dose diária máxima recomendada para idosos é 50 mg, administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia).

Insuficiência cardíaca congestiva (ICC)

A dose deve ser individualizada e cuidadosamente monitorada durante a fase de ajuste da dose. Se você usa digitálicos, diuréticos e inibidores da ECA, o seu médico deverá ajustar a dose destes medicamentos antes de iniciar o tratamento com Divelol®. A dose inicial recomendada é 3,125 mg, duas vezes ao dia, por duas semanas. Se esta dose for bem tolerada, poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas, para 6,25 mg, duas vezes ao dia, 12,5 mg, duas vezes ao&nbsp;dia e 25 mg, duas vezes ao dia. A dose deverá ser aumentada de acordo com orientação de seu médico até o nível máximo tolerado.

A dose máxima recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia para todos os pacientes com ICC leve, moderada ou grave, com peso inferior a 85 kg. Em pacientes com ICC leve ou moderada com peso superior a 85 kg, a dose máxima recomendada é 50 mg, duas vezes ao dia. Antes de cada aumento de dose, deve-se avaliar sintomas de vasodilatação ou piora da insuficiência cardíaca. A piora transitória da insuficiência cardíaca ou a retenção de líquidos devem ser tratadas com aumento da dose do diurético. Ocasionalmente, pode ser necessário reduzir a dose ou descontinuar temporariamente o tratamento com Divelol®. A dose de Divelol® não deverá ser aumentada até que os sintomas de piora da insuficiência cardíaca ou de vasodilatação estejam estabilizados. Se carvedilol for descontinuado por mais de duas semanas, a terapia deverá ser reiniciada com 3,125 mg duas vezes ao dia e a titulação realizada conforme as recomendações do modo de uso do medicamento.

Divelol® não necessariamente deve ser ingerido junto a alimentos; entretanto, em pacientes com insuficiência cardíaca, deverá ser administrado com alimentos para reduzir a velocidade de absorção e diminuir a incidência de efeitos ortostáticos (queda de pressão quando se fica em pé ou sentado).

Pacientes com insuficiência renal

Não são necessárias alterações nas doses recomendadas de carvedilol em pacientes com insuficiência renal moderada a grave.

Pacientes com menos de 18 anos de idade

A segurança e eficácia do carvedilol em crianças e adolescentes abaixo de 18 anos ainda não foram estabelecidas.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Como o Divelol funciona?

Divelol® promove a dilatação dos vasos sanguíneos, através do bloqueio do sistema chamado reninaangiotensina-aldosterona. Assim, ocorre diminuição da pressão arterial. Em voluntários sadios, a concentração sérica máxima é alcançada em, aproximadamente, uma hora.

Quais cuidados devo ter ao usar o Divelol?

Geral

  • <li>Insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca cr&#xF4;nica: pode ocorrer piora cl&#xED;nica ou reten&#xE7;&#xE3;o de l&#xED;quido durante o aumento da dose de carvedilol. Caso isso ocorra, o m&#xE9;dico dever&#xE1; aumentar a dose do diur&#xE9;tico, mantendo a dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup> at&#xE9; atingir novamente a estabilidade cl&#xED;nica. Pode ser necess&#xE1;rio reduzir a dose do carvedilol ou, em casos raros, descontinu&#xE1;-lo temporariamente, o que n&#xE3;o impede o sucesso do aumento gradual da dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup>. O carvedilol deve ser usado com cautela quando associado a digit&#xE1;licos, pois ambos os f&#xE1;rmacos lentificam a condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular (condu&#xE7;&#xE3;o do est&#xED;mulo card&#xED;aco).</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c" target="_blank">Diabetes</a> <em>mellitus</em>: o uso de carvedilol em diab&#xE9;ticos pode estar relacionado &#xE0; piora do controle glic&#xEA;mico ou pode mascarar/reduzir sinais e sintomas de <a href="https://minutosaudavel.com.br/hipoglicemia/" rel="noopener" target="_blank">hipoglicemia</a> (baixo a&#xE7;&#xFA;car no sangue). Portanto, se voc&#xEA; tiver diabetes, seu n&#xED;vel de a&#xE7;&#xFA;car no sangue deve ser monitorado regularmente no in&#xED;cio ou ajuste do tratamento com Divelol<sup>&#xAE;</sup>. A dose do medicamento usado para diabetes tamb&#xE9;m deve ser ajustada.</li> <li>Fun&#xE7;&#xE3;o dos rins na insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva: foi observada piora revers&#xED;vel da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva e press&#xE3;o arterial baixa (press&#xE3;o arterial sist&#xF3;lica &lt; 100 mmHg), cardiopatia isqu&#xEA;mica (diminui&#xE7;&#xE3;o do fornecimento de sangue para o mioc&#xE1;rdio), doen&#xE7;a vascular difusa e/ou insufici&#xEA;ncia dos rins durante o tratamento com Divelol<sup>&#xAE;</sup>. A fun&#xE7;&#xE3;o de seus rins deve ser monitorada pelo seu m&#xE9;dico durante o aumento da dose de Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Doen&#xE7;a pulmonar obstrutiva cr&#xF4;nica: se voc&#xEA; possui doen&#xE7;a pulmonar obstrutiva cr&#xF4;nica (DPOC) com componente broncoesp&#xE1;stico (contra&#xE7;&#xE3;o dos br&#xF4;nquios) e n&#xE3;o est&#xE1; usando medica&#xE7;&#xE3;o oral ou inalat&#xF3;ria, seu m&#xE9;dico dever&#xE1; ter cautela ao receitar Divelol<sup>&#xAE;</sup>. Avise seu m&#xE9;dico se possui algum problema pulmonar.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-dos-olhos/lentes-de-contato/c" target="_blank">Lentes de contato</a>: pode ocorrer redu&#xE7;&#xE3;o do lacrimejamento com o uso de Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento: Divelol<sup>&#xAE;</sup> n&#xE3;o deve ser descontinuado abruptamente, principalmente se voc&#xEA; possui cardiopatia isqu&#xEA;mica (diminui&#xE7;&#xE3;o do fornecimento de sangue para o mioc&#xE1;rdio). A retirada de carvedilol nestes casos deve ser gradual (ao longo de 2 semanas).</li> <li>Tireotoxicose: Divelol<sup>&#xAE;</sup>, como outros betabloqueadores, pode mascarar sintomas de tireotoxicose (excesso de horm&#xF4;nios produzidos pela gl&#xE2;ndula <a href="https://consultaremedios.com.br/tireoide/c" target="_blank">tireoide</a>).</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade: em caso de alergia ou terapia de dessensibiliza&#xE7;&#xE3;o (contra alergia), avise ao seu m&#xE9;dico, pois carvedilol pode aumentar a sensibilidade e a gravidade das rea&#xE7;&#xF5;es aos al&#xE9;rgenos.</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves: Divelol<sup>&#xAE;</sup> deve ser permanentemente descontinuado em pacientes que apresentarem rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves possivelmente relacionadas com o carvedilol.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/psoriase/c" target="_blank">Psor&#xED;ase</a>: se voc&#xEA; tem hist&#xF3;ria de psor&#xED;ase (doen&#xE7;a de pele que ocorre geralmente perto das articula&#xE7;&#xF5;es), voc&#xEA; s&#xF3; dever&#xE1; tomar este medicamento ap&#xF3;s seu m&#xE9;dico considerar o risco-benef&#xED;cio.</li>

Gravidez e amamentação

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Se você ficar grávida durante ou logo após o tratamento com Divelol®, informe imediatamente seu médico. Estudos em animais demonstraram toxicidade reprodutiva. Não há experiência clínica adequada com carvedilol em grávidas. Betabloqueadores reduzem a irrigação sanguínea da placenta, podendo causar morte do feto intra-útero e parto prematuro. Efeitos adversos como hipoglicemia e bradicardia podem ocorrer, bem como complicações cardíacas e pulmonares no feto e no recém-nascido.

Divelol® não deve ser usado durante a gravidez a menos que os benefícios potenciais justifiquem o risco potencial. Não existem evidências a partir de estudos em animais de laboratório de que carvedilol apresente efeitos teratogênicos.

Embora não seja conhecido se carvedilol é excretado no leite humano, a maioria dos betabloqueadores passa para o leite materno. Portanto, a amamentação não é recomendada após a administração de carvedilol.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículo e operar máquinas

Sua capacidade para dirigir veículo ou operar máquinas pode estar comprometida devido a tonturas e cansaço, principalmente no início do tratamento e após aumento de doses, modificação de terapias ou em combinação com álcool.

Este medicamento contém lactose.

Este medicamento pode causar doping.

O produto Divelol® 6,25 mg contém o corante amarelo de tartrazina&nbsp;que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Divelol?

As reações adversas ao medicamento estão listadas de acordo com as classes dos sistemas orgânicos definidos pelo MedDRA e CIOMS (“Council for International Organizations of Medical Sciences”).

As categorias de frequências são:

  • <li>Muito comum: &#x2265;1/10.</li> <li>Comum: &#x2265;1/100 e &lt;1/10.</li> <li>Incomum: &#x2265;1/1.000 e &lt;1/100.</li> <li>Rara: &#x2265;1/10.000 e &lt;1/1.000.</li> <li>Muito rara: &lt;1/10.000.</li>

Os efeitos indesejáveis descritos abaixo foram reportados com o uso de carvedilol em estudos clínicos pivotais:

  • <li>Dist&#xFA;rbios do sistema linf&#xE1;tico e do sangue: comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c" target="_blank">anemia</a>; rara: <a href="https://minutosaudavel.com.br/trombocitopenia/" rel="noopener" target="_blank">trombocitopenia</a>; muito rara: leucopenia.</li> <li>Dist&#xFA;rbios card&#xED;acos: muito comum: insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca; comum: bradicardia, hipervolemia, sobrecarga h&#xED;drica; incomum: bloqueio atrioventricular, angina <em>pectoris</em>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios nos olhos: comum: altera&#xE7;&#xF5;es visuais, redu&#xE7;&#xE3;o do lacrimejamento (secura do olho), irrita&#xE7;&#xE3;o ocular.</li> <li>Dist&#xFA;rbios gastrintestinais: comum: n&#xE1;usea, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c" target="_blank">diarreia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/nauseas/c" target="_blank">v&#xF4;mito</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/dispepsia-indigestao-o-que-e-sintomas-remedios-e-tipos/" rel="noopener" target="_blank">dispepsia</a>, dor abdominal; incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/" rel="noopener" target="_blank">constipa&#xE7;&#xE3;o</a>; rara: secura da boca.</li> <li>Dist&#xFA;rbios gerais e das condi&#xE7;&#xF5;es do local de administra&#xE7;&#xE3;o: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-fadiga-muscular-cronica-adrenal-etc-e-como-tratar/" rel="noopener" target="_blank">fadiga</a>; comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-tipos-cerebral-pulmonar-etc-e-tratamento/" rel="noopener" target="_blank">edema</a>, dor.</li> <li>Dist&#xFA;rbios hepatobiliares: muito rara: aumento da alanina aminotransferase (ALT), aspartato aminotransferase (AST) e gama-glutamiltransferase (<a href="https://minutosaudavel.com.br/exame-gama-gt-ggt-o-que-e-alto-baixo-e-para-que-serve/" rel="noopener" target="_blank">GGT</a>).</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sistema imune: muito rara: hipersensibilidade (rea&#xE7;&#xF5;es al&#xE9;rgicas).</li> <li>Infec&#xE7;&#xF5;es e infesta&#xE7;&#xF5;es: comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/pneumonia/c" target="_blank">pneumonia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/bronquite/c" target="_blank">bronquite</a>, infec&#xE7;&#xE3;o do trato respirat&#xF3;rio superior e do trato urin&#xE1;rio.</li> <li>Dist&#xFA;rbios do metabolismo e nutricionais: comum: ganho de peso, hipercolesterolemia, pior controle da glicemia (hiper/hipoglicemia) em pacientes com diabetes preexistente.</li> <li>Dist&#xFA;rbios musculoesquel&#xE9;ticos e do tecido conjuntivo: comum: dor em extremidades.</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sistema nervoso: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/tontura-o-que-pode-ser/" rel="noopener" target="_blank">tontura</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/dor-de-cabeca-e-enxaqueca/c" target="_blank">cefaleia</a>; comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/desmaio/" rel="noopener" target="_blank">s&#xED;ncope</a>, pr&#xE9;-s&#xED;ncope; incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/parestesia/" rel="noopener" target="_blank">parestesia</a>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios psiqui&#xE1;tricos: comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a>, humor deprimido; incomum: dist&#xFA;rbios do sono.</li> <li>Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios: comum: insufici&#xEA;ncia renal e anormalidades na fun&#xE7;&#xE3;o renal em pacientes com doen&#xE7;a vascular difusa e/ou insufici&#xEA;ncia renal subjacente; rara: dist&#xFA;rbios miccionais.</li> <li>Dist&#xFA;rbios da mama e sistema reprodutor: incomum: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/disfuncao-eretil/c" target="_blank">disfun&#xE7;&#xE3;o er&#xE9;til</a>.</li> <li>Dist&#xFA;rbios respirat&#xF3;rios, tor&#xE1;cicos e do mediastino: comum: dispneia, <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-pulmonar-causas-sintomas-tratamento-tem-cura/" rel="noopener" target="_blank">edema pulmonar</a>, asma em pacientes predispostos; rara: congest&#xE3;o nasal.</li> <li>Dist&#xFA;rbios de pele e tecidos subcut&#xE2;neos: incomum: rea&#xE7;&#xF5;es na pele (por exemplo: exantema al&#xE9;rgico, <a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/dermatites/c" target="_blank">dermatite</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a>, prurido, les&#xF5;es psori&#xE1;sicas e do tipo l&#xED;quen plano).</li> <li>Dist&#xFA;rbios vasculares: muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">hipotens&#xE3;o</a>; comum: hipotens&#xE3;o ortost&#xE1;stica, dist&#xFA;rbios da circula&#xE7;&#xE3;o perif&#xE9;rica (extremidades frias, doen&#xE7;a vascular perif&#xE9;rica, exacerba&#xE7;&#xE3;o de claudica&#xE7;&#xE3;o intermitente e fen&#xF4;meno de Raynaud), hipertens&#xE3;o.</li>

Descrição das reações adversas selecionadas

A frequência de reações adversas não é dependente da dose, com exceção de tonturas, alterações visuais e bradicardia. Tontura, síncope, cefaleia e astenia são, normalmente, leves e ocorrem, geralmente, no início do tratamento.

Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva pode ocorrer piora clínica ou retenção hídrica durante a titulação do carvedilol.

Deterioração reversível da função renal foi observada durante tratamento com carvedilol em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva e baixa pressão arterial, cardiopatia isquêmica, doença vascular difusa e/ou insuficiência renal subjacente.

Experiência pós-comercialização

Os eventos adversos abaixo foram identificados no uso de carvedilol pós-comercialização. Por serem reportados por uma população de tamanho indefinido, nem sempre é possível estimar sua frequência e/ou estabelecer relação causal com a exposição à droga.

  • <li>Dist&#xFA;rbios de metabolismo e nutricionais: devido &#xE0; a&#xE7;&#xE3;o betabloqueadora, &#xE9; poss&#xED;vel que diabetes <em>mellitus </em>latente se manifeste, diabetes preexistente se agrave e que a contra-regula&#xE7;&#xE3;o da <a href="https://consultaremedios.com.br/glicose/bula" target="_blank">glicose</a> seja inibida.</li> <li>Dist&#xFA;rbios de pele e tecidos subcut&#xE2;neos: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/queda-de-cabelo-e-calvicie/c" target="_blank">queda de cabelo</a>. Rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves, como necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica e s&#xED;ndrome de Stevens-Johnson.</li> <li>Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios: foram reportados casos isolados de <a href="https://minutosaudavel.com.br/incontinencia-urinaria/" rel="noopener" target="_blank">incontin&#xEA;ncia urin&#xE1;ria</a> em mulheres, os quais foram resolvidos com a descontinua&#xE7;&#xE3;o da medica&#xE7;&#xE3;o.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Pacientes com menos de 18 anos de idade

Divelol® não é recomendado a pacientes com menos de 18 anos de idade.

Pacientes idosos

Nenhum ajuste da dose inicial é exigido para pacientes idosos.

Pacientes com insuficiência renal

Na insuficiência renal moderada a grave, não há necessidade de alterar as recomendações de dosagem de carvedilol.

Pacientes com insuficiência hepática

Divelol® é contraindicado para pacientes com insuficiência hepática clinicamente manifesta.

Pacientes diabéticos

Divelol® pode aumentar a resistência à insulina e mascarar sintomas da hipoglicemia.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Divelol?

Você deve fazer tudo que for possível para tomar a medicação nos dias e horários que o seu médico orientou.

Se por algum motivo se esquecer de tomar o medicamento, espere e tome a dose seguinte da maneira habitual.

Se você tiver se esquecido de tomar alguma dose, nunca dobre a dose seguinte, pois isso poderá aumentar a chance de você ter um efeito adverso.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Divelol?

Cada comprimido de Divelol® 3,125 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">3,125 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Cada comprimido revestido de Divelol® 6,25 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:219px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:223px\"> <p style=\"text-align:center\">6,25 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:219px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:223px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: amarelo de tartrazina laca de alumínio, celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, dióxido de titânio, estearato de magnésio, hipromelose, lactose monoidratada.

Cada comprimido de Divelol® 12,5 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:224px\"> <p style=\"text-align:center\">12,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:224px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Cada comprimido de Divelol®&nbsp;25 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:217px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:225px\"> <p style=\"text-align:center\">25 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:217px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:225px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Divelol maior do que a recomendada?

Sintomas e sinais de superdose

Pode haver queda importante da pressão arterial, bradicardia (lentificação do ritmo cardíaco), insuficiência cardíaca (prejuízo da função do coração), choque cardiogênico (queda acentuada da pressão arterial de origem cardíaca) e parada cardíaca. Problemas respiratórios, broncoespasmo (contração dos brônquios), vômitos, alterações da consciência e convulsões generalizadas também podem ocorrer.

Tratamento da superdose

Monitorar os sinais e sintomas acima e garantir atendimento médico de acordo com prática utilizada para pacientes com superdose de betabloqueadores.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Divelol com outros remédios?

Interações com outros medicamentos

Há um número de importantesinteraçõesfarmacocinéticas e farmacodinâmicas com outras drogas.

  • <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/feocromocitoma-tratamento-diagnostico-causas-sintomas-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">Feocromocitoma</a> (tumor na gl&#xE2;ndula supra-renal): em pacientes com suspeita de feocromocitoma, devese iniciar um agente alfabloqueador antes do uso de qualquer betabloqueador. Apesar de Divelol<sup>&#xAE;</sup> exercer atividades alfa e betabloqueadora, n&#xE3;o existe experi&#xEA;ncia de uso nesses casos.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/b/angina-variante" target="_blank">Angina variante</a> de Prinzmetal: betabloqueadores n&#xE3;o seletivos podem provocar dor tor&#xE1;cica em pacientes com angina variante de Prinzmetal. N&#xE3;o h&#xE1; experi&#xEA;ncia cl&#xED;nica com carvedilol nesses pacientes.</li> <li>Doen&#xE7;a vascular perif&#xE9;rica e fen&#xF4;meno de Raynaud: os betabloqueadores podem precipitar ou agravar os sintomas de insufici&#xEA;ncia arterial.</li> <li>Bradicardia: Divelol<sup>&#xAE;</sup> pode provocar bradicardia (lentifica&#xE7;&#xE3;o do ritmo card&#xED;aco).</li>

Interações farmacocinéticas

Efeitos do carvedilol na farmacocinética de outras drogas

Carvedilol interfere na glicoproteína P, responsável pelo transporte de uma série de fármacos na parede intestinal e em outros órgãos. Por isso, a quantidade de alguns fármacos pode aumentar exageradamente ou a concentração do próprio carvedilol pode ser modificada quando são administrados em conjunto.

  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">Digoxina</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/ciclosporina/bula" target="_blank">ciclosporina</a>: carvedilol pode aumentar a concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica de digoxina e ciclosporina oral. Recomenda-se monitora&#xE7;&#xE3;o pr&#xF3;xima dos n&#xED;veis de digoxina e ciclosporina para ajuste adequado das doses.</li>
Efeitos de outras drogas na farmacocinética de carvedilol

Inibidores, bem como indutores de determinadas enzimas do fígado, podem modificar o metabolismo do carvedilol, levando a concentrações plasmáticas aumentadas ou diminuídas de R e S-carvedilol.

Alguns exemplos observados em pacientes ou em indivíduos saudáveis são apresentados a seguir:
  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/rifampicina/bula" target="_blank">Rifampicina</a>: houve diminui&#xE7;&#xE3;o do efeito do carvedilol na press&#xE3;o sist&#xF3;lica durante o uso concomitante de rifampicina.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">Cimetidina</a>: a probabilidade de intera&#xE7;&#xF5;es clinicamente significativas &#xE9; m&#xED;nima.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-amiodarona/bula" target="_blank">Amiodarona</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-fluoxetina/bula" target="_blank">fluoxetina</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-paroxetina/bula" target="_blank">paroxetina</a>: a elimina&#xE7;&#xE3;o de carvedilol pode ser inibida por uso concomitante de amiodarona e fluoxetina, por&#xE9;m, sem efeito cl&#xED;nico.</li>

Interações farmacodinâmicas

  • <li>Insulina ou hipoglicemiantes orais: Pode haver aumento do efeito hipoglicemiante de insulina e antidiab&#xE9;ticos orais. Sinais de hipoglicemia podem ser mascarados/atenuados (especialmente taquicardia). Deve-se monitorar a glicemia em pacientes recebendo insulina ou antibiab&#xE9;ticos orais juntamente com Divelol<sup>&#xAE;</sup>.</li> <li>Agentes depletores de catecolaminas: sinais de hipotens&#xE3;o e/ou bradicardia grave em pacientes em uso de Divelol<sup>&#xAE;</sup> e f&#xE1;rmacos que possam depletar catecolaminas (por exemplo, reserpina e inibidores de monoamino oxidase).</li> <li>Digoxina: o uso combinado de Divelol<sup>&#xAE;</sup> e digoxina pode prolongar o tempo de condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular.</li> <li>Bloqueadores do canal de c&#xE1;lcio n&#xE3;o diidropiridina, amiodarona ou outros antiarr&#xED;tmicos: em combina&#xE7;&#xE3;o com carvedilol, podem aumentar o risco de dist&#xFA;rbios de condu&#xE7;&#xE3;o atrioventricular. Se o carvedilol for administrado por via oral com bloqueadores do canal de c&#xE1;lcio n&#xE3;o diidropiridina do tipo <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-verapamil/bula" target="_blank">verapamil</a> ou <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-diltiazem/bula" target="_blank">diltiazem</a>, amiodarona ou outros antiarr&#xED;tmicos, recomenda-se o monitoramento do ECG (<a href="https://minutosaudavel.com.br/eletrocardiograma-ecg-o-que-e-para-que-serve-e-como-e-feito-o-exame/" rel="noopener" target="_blank">eletrocardiograma</a>) e da press&#xE3;o sangu&#xED;nea.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-clonidina/bula" target="_blank">Clonidina</a>: a administra&#xE7;&#xE3;o de clonidina associada a Divelol<sup>&#xAE;</sup> pode potencializar os efeitos de redu&#xE7;&#xE3;o de press&#xE3;o sangu&#xED;nea e frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca.</li> <li>Anti-hipertensivos: carvedilol pode potencializar o efeito de outros f&#xE1;rmacos com a&#xE7;&#xE3;o anti-hipertensiva (por exemplo, antagonistas de receptor alfa-1) ou que tenham hipotens&#xE3;o como parte de seu perfil de efeitos adversos.</li> <li>Agentes <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/anestesicos/c" target="_blank">anest&#xE9;sicos</a>: monitorar cuidadosamente os sinais vitais durante anestesia.</li> <li>AINEs: o uso concomitante de <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/anti-inflamatorios/c" target="_blank">anti-inflamat&#xF3;rios</a> n&#xE3;o esteroides (AINEs) e bloqueadores beta-adren&#xE9;rgicos pode resultar em aumento de press&#xE3;o arterial e menor controle da press&#xE3;o arterial.</li> <li>Broncodilatadores beta-agonistas: Divelol<sup>&#xAE;</sup> age de forma contr&#xE1;ria aos medicamentos desta classe.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Divelol (Carvedilol)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia em hipertens&#xE3;o</h3> <p>Carvedilol reduz a press&#xE3;o arterial em pacientes hipertensos pela combina&#xE7;&#xE3;o do bloqueio beta &#xE0; vasodilata&#xE7;&#xE3;o mediada por bloqueio alfa. A redu&#xE7;&#xE3;o da press&#xE3;o n&#xE3;o se associa a aumento da resist&#xEA;ncia perif&#xE9;rica total, como &#xE9; observado com os agentes betabloqueadores puros.<sup>1</sup></p> <p>A frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca &#xE9; discretamente reduzida. O fluxo sangu&#xED;neo renal e a fun&#xE7;&#xE3;o renal se mant&#xEA;m preservados.&amp;nbsp;Carvedilol mant&#xE9;m o volume sist&#xF3;lico e reduz a resist&#xEA;ncia vascular perif&#xE9;rica total. O fluxo sangu&#xED;neo para diversos &#xF3;rg&#xE3;os e para os leitos vasculares &#xE9; preservado.<sup>1,2</sup></p> <h3>Efic&#xE1;cia na angina do peito</h3> <p>Em pacientes com doen&#xE7;a arterial coron&#xE1;ria, carvedilol demonstrou efeitos anti-isqu&#xEA;micos (melhora do tempo total de exerc&#xED;cio, tempo para depress&#xE3;o de 1 mm do segmento ST e in&#xED;cio de angina).<sup>3,4 </sup></p> <p>Carvedilol reduz significativamente a demanda de oxig&#xEA;nio pelo mioc&#xE1;rdio e a hiperatividade simp&#xE1;tica. Tamb&#xE9;m reduz a pr&#xE9;-carga (press&#xE3;o de art&#xE9;ria pulmonar e de capilar pulmonar) e a p&#xF3;s-carga.<sup>3</sup></p> <h3>Efic&#xE1;cia em insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</h3> <p>Carvedilol reduz significativamente a mortalidade por todas as causas e a necessidade de hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por motivo cardiovascular. Carvedilol promove aumento da fra&#xE7;&#xE3;o de eje&#xE7;&#xE3;o e melhora dos sintomas em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca de etiologia isqu&#xEA;mica e n&#xE3;o isqu&#xEA;mica.<sup>5-7</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Oestergren J, Storstein L, Karlberg BE, Tiblin G Quality of life in hypertensive patients treated either with Carvedilol&amp;nbsp;or <a href=\"https://consultaremedios.com.br/maleato-de-enalapril/bula\" target=\"_blank\">enalapril</a>. Blood Pressure 1996; 5: 41-49 (CDS Vs 1.0).<br> 2. Bertolotti G, Angelino E, Zotti E, DeCesaris R A multicenter, double-blind, randomized parallel study of quality of life and blood pressure control in hypertensive patients treated with Carvedilol or <a href=\"https://consultaremedios.com.br/atenolol/bula\" target=\"_blank\">atenolol</a> or enalapril. High Blood Press Cardiovasc Prev 1995; 4: 216-224 (CDS Vs 1.0).<br> 3. Hauf-Zachariou K, Blackwood RA, Gunawardena A, O&apos;Donnell JG, Garnham S, Pfarr E Carvedilol&amp;nbsp;versus verapamil in stable angina: a multicentre trial. Eur J Clin Pharmacol 1997; 52: 95-100 (CDS Vs 1.0).<br> 4. Van der Does R, Hauf-Zachariou U, Pfarr E, Holtbr&#xFC;gge W, K&#xF6;nig S, Griffiths M, Lahiri A Comparison of safety and efficacy of Carvedilol&amp;nbsp;and metoprolol in stable angina pectoris. Am J Cardiol 1999; 83, 643-649 (CDS Vs 1.0).<br> 5. Das Gupta P, Broadhurst P, Raftery EB, Lahiri A Value of Carvedilol&amp;nbsp;in congestive heart failure secondary to coronary artery disease. Am J Cardiol 1990; 66: 1118-1123 (CDS Vs 1.0).<br> 6. Wendt T, van der Does R, Schr&#xE4;der R, Landgraf H, Kober G Acute hemodynamic of the vasodilating and betablocking agent, Carvedilol, in comparison to <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-propranolol/bula\" target=\"_blank\">propranolol</a>. J Cardiovasc Pharmacol 1987; 10 (Suppl 11): 147-150 (CDS Vs 1.0).<br> 7. Packer M, Bristow MR, Cohn JN, Colucci WS, Fowler MB, Gilbert EM, Shusterman NH The effect of Carvedilol on morbidity and mortality in patients with chronic heart failure. N Engl J Med 1996; 334: 1349-1355 (CDS Vs 1.0).</br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <p>Carvedilol &#xE9; um antagonista neuro-hormonal de a&#xE7;&#xE3;o m&#xFA;ltipla, com propriedades betabloqueadoras n&#xE3;o seletivas, alfabloqueadora e <a href=\"https://consultaremedios.com.br/vitaminas-e-minerais/antioxidante/c\" target=\"_blank\">antioxidante</a>. Carvedilol reduz a resist&#xEA;ncia vascular perif&#xE9;rica por vasodilata&#xE7;&#xE3;o mediada pelo bloqueio alfa1 e suprime o sistema renina-angiotensina-aldosterona devido ao bloqueio beta; reten&#xE7;&#xE3;o h&#xED;drica &#xE9;, portanto, uma ocorr&#xEA;ncia rara. Carvedilol n&#xE3;o apresenta atividade simpatomim&#xE9;tica intr&#xED;nseca e, como o propranolol, apresenta propriedades estabilizadoras de membrana.</p> <p>Carvedilol &#xE9; uma mistura rac&#xEA;mica de 2 estereois&#xF4;meros. Em animais, ambos os enanti&#xF4;meros apresentam propriedades bloqueadoras de receptores alfa-adren&#xE9;rgicos. As propriedades bloqueadoras do receptor betaadren&#xE9;rgico n&#xE3;o s&#xE3;o seletivas para os receptores beta1 e beta2 e est&#xE3;o associadas ao enanti&#xF4;mero lev&#xF3;giro do carvedilol.</p> <p>Carvedilol &#xE9; um potente antioxidante e neutralizador de radicais de oxig&#xEA;nio, demonstrado por estudos em animais, <em>in vitro</em> e<em> in vivo</em>, e em v&#xE1;rios tipos de c&#xE9;lulas humanas,<em> in vitro</em>. Carvedilol exibe efeito antiproliferativo nas c&#xE9;lulas musculares lisas de vasos sangu&#xED;neos de humanos e efeitos protetores de &#xF3;rg&#xE3;os.</p> <p>Carvedilol n&#xE3;o exerce efeitos adversos no perfil lip&#xED;dico. A rela&#xE7;&#xE3;o HDL/LDL se mant&#xE9;m normal.</p> <h3>Farmacocin&#xE9;tica</h3> <h4>Absor&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral, carvedilol &#xE9; rapidamente absorvido. Carvedilol &#xE9; um substrato do transportador de efluxo intestinal P-glicoprote&#xED;na que desempenha um papel importante na biodisponibilidade de certas drogas. Em volunt&#xE1;rios saud&#xE1;veis, a concentra&#xE7;&#xE3;o s&#xE9;rica m&#xE1;xima &#xE9; alcan&#xE7;ada em aproximadamente 1 hora. A biodisponibilidade absoluta de carvedilol no homem &#xE9; de aproximadamente 25%. Alimentos n&#xE3;o alteram a extens&#xE3;o da biodisponibilidade, embora aumentem o tempo para atingir a concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE1;xima.</p> <h4>Distribui&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>Carvedilol &#xE9; altamente lipof&#xED;lico; aproximadamente 98 &#x2013; 99% do carvedilol se liga &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> plasm&#xE1;ticas; o volume de distribui&#xE7;&#xE3;o &#xE9; de aproximadamente 2 L/kg.</p> <h4>Metabolismo</h4> <p>No ser humano, carvedilol &#xE9; extensamente metabolizado no f&#xED;gado atrav&#xE9;s de oxida&#xE7;&#xE3;o e conjuga&#xE7;&#xE3;o, produzindo diversos metab&#xF3;litos que s&#xE3;o eliminados principalmente na bile.O efeito de primeira passagem ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral &#xE9; cerca de 60 &#x2013; 75%. A circula&#xE7;&#xE3;o &#xEA;ntero-hep&#xE1;tica da subst&#xE2;ncia original foi demonstrada em animais.</p> <p>Desmetila&#xE7;&#xE3;o e hidroxila&#xE7;&#xE3;o do anel fen&#xF3;lico produzem tr&#xEA;s metab&#xF3;litos com atividade betabloqueadora.</p> <p>Com base em estudos pr&#xE9;-cl&#xED;nicos, o metab&#xF3;lito 4&#x2019;-hidroxifenol &#xE9;, aproximadamente, 13 vezes mais potente do que o carvedilol para bloqueio beta. Comparados ao carvedilol, os tr&#xEA;s metab&#xF3;litos exibem atividade vasodilatadora fraca. No ser humano, as concentra&#xE7;&#xF5;es dos tr&#xEA;s metab&#xF3;litos ativos s&#xE3;o, aproximadamente, 10 vezes mais baixas do que as da subst&#xE2;ncia original. Dois metab&#xF3;litos do carvedilol s&#xE3;o antioxidantes extremamente potentes (30 a 80 vezes mais potentes que o carvedilol).</p> <p>O metabolismo oxidativo do carvedilol &#xE9; estero-seletivo. O R-enanti&#xF4;mero &#xE9; metabolizado predominantemente por CYP2D6 e CYP1A2, enquanto que o S-enanti&#xF4;mero &#xE9; metabolizado principalmente pelo CYP2C9 e, em menor extens&#xE3;o, pelo CYP2D6. Outras isoenzimas CYP450 envolvidas no metabolismo do carvedilol incluem CYP3A4, CYP2E1 e CYP2C19. A concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE1;xima de R-carvedilol &#xE9; aproximadamente duas vezes maior do que a de S-carvedilol.</p> <p>O R-enanti&#xF4;mero &#xE9; metabolizado predominantemente atrav&#xE9;s de hidroxila&#xE7;&#xE3;o.</p> <p>Em metabolizadores lentos de CYP2D6, pode ocorrer um aumento da concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica de carvedilol, principalmente o R-enanti&#xF4;mero, levando a um aumento da atividade alfabloqueadora.</p> <h4>Elimina&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia do carvedilol &#xE9; de aproximadamente 6 horas. A depura&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica &#xE9; de 500 &#x2013; 700 mL/min. A elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; primariamente biliar, sendo as fezes a principal via de excre&#xE7;&#xE3;o. Menor fra&#xE7;&#xE3;o &#xE9; eliminada pelos rins na forma de metab&#xF3;litos. &#xC9; improv&#xE1;vel que ocorra ac&#xFA;mulo do carvedilol durante o tratamento prolongado, se usado conforme recomendado.</p> <h4>Teratogenicidade</h4> <p>Estudos em animais mostraram que Carvedilol n&#xE3;o possui efeitos teratog&#xEA;nicos.</p> <h4>Farmacocin&#xE9;tica em popula&#xE7;&#xF5;es especiais</h4> <h5>Pacientes com insufici&#xEA;ncia renal</h5> <p>O fluxo sangu&#xED;neo e a filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular mant&#xEA;m-se preservados durante a terapia cr&#xF4;nica com carvedilol.</p> <p>Em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal e hipertens&#xE3;o, a &#xE1;rea sob a curva da concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica <em>versus</em></p></hr>"}

Apresentações do Divelol

Divelol® 3,125 mg

Com 28 e 60 comprimidos.

Divelol® 6,25 mg

Com 14, 30 e 60 comprimidos revestidos.

Divelol® 12,5 mg

Com 30 e 60 comprimidos.

Divelol® 25,0 mg

Com 14, 30 e 60 comprimidos.

Via oral.

Uso adulto.

Fabricante: Baldacci

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