Baxter Glicose - Baxter

50mg/mL, caixa com 1 bolsa de sistema fechado com 250mL de solução de uso intravenoso (embalagem hospitalar)

Princípio ativo
:
Glicose
Classe Terapêutica
:
Soluções Carbohidratos <10%
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Dispensação Sob Prescrição Médica Restrito a Hospitais)
Categoria
:
Reidratantes
Especialidade
:
Endocrinologia

Bula do medicamento

Glicose - Baxter, para o que é indicado e para o que serve?

Este medicamento é usado como fonte de água, calorias e diurese osmótica. Este medicamento é usado em casos de desidratação, reposição de calorias, nas hipoglicemias (diminuição da glicemia no sangue) (diminuição de glicose no sangue) e como veículo para diluição de medicamentos compatíveis. A solução de glicose 5% é frequentemente a concentração empregada na redução de fluido, sendo usualmente administrada através de uma veia periférica. Já as soluções de glicose de concentrações mais elevadas, como a glicose 10%, por serem hiperosmóticas, são usadas geralmente como uma fonte de carboidratos. Desta maneira, a glicose é a fonte preferida de carboidratos em regimes parenterais de nutrição, sendo frequentemente usada também em soluções de re-hidratação para prevenção e/ou tratamento da desidratação (diminuição de água no corpo), ocasionada pela diarreia.

Exclusivo Glicose 10% e 50%

As soluções injetáveis de glicose, nas concentrações hipertônicas (concentração acima de 5% de glicose) são indicadas como componente calórico em um regime de nutrição parenteral.

Essas soluções, quando associadas a uma fonte apropriada de proteína (nitrogênio), são usadas na prevenção da perda de nitrogênio ou no tratamento de balanço negativo de nitrogênio para pacientes onde:
  • <li>O trato alimentar n&#xE3;o pode ou n&#xE3;o deve ser usado;</li> <li>A absor&#xE7;&#xE3;o gastrointestinal de prote&#xED;na esta prejudicada, ou;</li> <li>Os requisitos metab&#xF3;licos para <a href="https://minutosaudavel.com.br/proteinas/" rel="noopener" target="_blank">prote&#xED;nas</a> est&#xE3;o substancialmente aumentados, como no caso de <a href="https://minutosaudavel.com.br/queimaduras/" rel="noopener" target="_blank">queimaduras</a> extensas.</li>

Como o&nbsp;Glicose Baxter funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>As solu&#xE7;&#xF5;es injet&#xE1;veis de glicose s&#xE3;o est&#xE9;reis e sem pirog&#xEA;nios e usadas no restabelecimento de fluido e suprimento cal&#xF3;rico. A glicose &#xE9; um nutriente facilmente metabolizado pelo organismo para fornecimento de energia, dispensando em alguns casos o uso de lip&#xED;dios e prote&#xED;nas como fontes de energia, evitando, assim, acidose e cetose resultantes de seus metabolismos. A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; &#xFA;til como fonte de &#xE1;gua e calorias e &#xE9; capaz de induzir diurese dependendo das condi&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas do paciente. As solu&#xE7;&#xF5;es de glicose em concentra&#xE7;&#xF5;es isot&#xF4;nicas (solu&#xE7;&#xE3;o parenteral de glicose 5%) s&#xE3;o adequadas para manuten&#xE7;&#xE3;o das necessidades de &#xE1;gua quando o s&#xF3;dio n&#xE3;o &#xE9; necess&#xE1;rio ou deve ser evitado.</p> <p>A glicose &#xE9; metabolizada atrav&#xE9;s do acido pir&#xFA;vico ou l&#xE1;tico em di&#xF3;xido de carbono e &#xE1;gua com libera&#xE7;&#xE3;o de energia. A glicose &#xE9; usada, distribu&#xED;da e estocada nos tecidos. Todas as c&#xE9;lulas do corpo s&#xE3;o capazes de oxidar a glicose, sendo a mesma a principal fonte de energia no metabolismo celular.</p> <p>Uma vez dentro da c&#xE9;lula, a glicose &#xE9; prontamente fosforilada, formando a glicose-6-fosfato, que logo se polimeriza em glicog&#xEA;nio, ou &#xE9; catabolizada. A glicose pode ainda ser convertida em gordura, atrav&#xE9;s da AcetilCoA. Requer, por isso, constante equil&#xED;brio entre as necessidades metab&#xF3;licas do organismo e a sua oferta.</p> <p>A glicose atinge o seu pico plasm&#xE1;tico 40 minutos ap&#xF3;s sua administra&#xE7;&#xE3;o em pacientes hiperglic&#xEA;micos (aumento da glicemia no sangue).</p> "}

Quais as contraindicações do Glicose - Baxter?

Este medicamento não deve ser usado em administrações juntamente com a infusão de sangue devido a possibilidade de coagulação.

A solução de glicose não deve ser usado nas seguintes situações:

Hiper-hidratação (aumento de água no corpo), hiperglicemia (aumento da glicemia no sangue), diabetes, acidose, desidratação hipotônica, hipocalemia (quantidade abaixo do normal de potássio no sangue) e hipersensibilidade ao produto.

O uso de solução de glicose hipertônica (concentração acima de 5% de glicose) é contra indicado em pacientes com hemorragia intracraniana ou intra-espinhal, delirium tremens em pacientes desidratados, síndrome de má absorção glicose-galactose e aos pacientes com hipersensibilidade a produtos derivados de milho.

As soluções de glicose não devem ser administradas em pacientes com insuficiência renal e após ataque isquêmico (infartos ou acidentes vasculares cerebrais).

Como usar o Glicose - Baxter?

A solução somente deve ter uso intravenoso e individualizado. Solução de uso único. Descartar qualquer porção não utilizada da solução.

A dosagem e a taxa de infusão devem ser determinadas por um medico e é dependente da idade, do peso, das condições clinicas e metabólicas do paciente, bem como da terapia concomitante e das determinações em laboratório. Em pacientes pediátricos, consultar o médico com experiência em terapia pediátrica de fluidos intravenosos.

Antes de serem administradas as soluções parenterais devem ser inspecionadas visualmente para se observar a presença de partículas, turvação na solução, fissuras e quaisquer violações na embalagem primaria. Não administrar a solução se a mesma não estiver límpida e os selos intactos.

A solução é acondicionada em bolsas plásticas flexíveis Viaflex em Sistema Fechado&nbsp;para administração intravenosa usando equipo estéril.

Atenção: não usar embalagens primárias em conexões em serie. Tal procedimento pode causar embolia gasosa devido ao ar residual aspirado da primeira embalagem antes que a administração de fluido da segunda embalagemseja completada.

A pressurização da bolsa contendo a solução para aumentar a taxa de fluxo pode resultar na embolia gasosa, se o ar residual no recipiente não estiver totalmente evacuado antes da administração.

A utilização de um equipo de administração intravenoso com entrada de ar, com a abertura na posição aberta, pode resultar em embolia gasosa. Os equipos de administração intravenosos com entrada de ar, com a abertura na posição aberta, não devemser utilizados com recipientes de plástico flexíveis.

A suplementação de eletrólitos pode ser indicada de acordo com as necessidades clínicas do paciente.

A utilização de um filtro em linha é recomendada durante a administração de todas as soluções parenterais sempre que possível.

A administração de soluções hiperosmolares podemcausar irritação venosa e flebite.

Não perfurar a embalagem, pois há comprometimento da esterilidade do produto e risco de contaminação.

Para a solução de glicose 10% e 50%

A osmolaridade de uma solução de infusão final misturada deve ser levada em conta quando a administração periférica é considerada. Deve ser considerado um aumento gradual da taxa de fluxo quando se inicia a administração de produtos contendo glicose.

Para a solução de glicose 50%

Como indicado em uma base individual, as vitaminas, os oligoelementos e outros componentes (incluindo aminoácidos e lipídios) podem ser adicionados ao regime parenteral para atender as necessidades de nutrientes e prevenir deficiências e complicações de desenvolvimento.

Diluir a solução de glicose antes da utilização a uma concentração que irá, quando administrada com um aminoácido (nitrogênio) fonte, resultar em uma caloria apropriada para uma proporção de nitrogênio e a uma osmolaridade de acordo coma via de administração.

Para reduzir o risco de hipoglicemia, após a interrupção, um decréscimo gradual na velocidade de fluxo, antes de parar a infusão deve ser considerado.

Para abrir

Segurar o invólucro protetor (sobrebolsa) com ambas as mãos, rasgando-o no sentido do picote, de cima para baixo, e retirar a bolsa contendo solução. Pequenas gotículas entre a bolsa e a sobrebolsa podem estar presentes e é característica do produto e processo produtivo. Alguma opacidade do plástico da bolsa pode ser observada devido ao processo de esterilização. Isto é normal e não afeta a qualidade ou segurança da solução. A opacidade irá diminuir gradualmente.

Verificar se existem vazamentos mínimos comprimindo a embalagem primária com firmeza.

Se for observado vazamento de solução descartar a bolsa, pois a sua esterilidade pode estar comprometida.

No preparo e administração das soluções parenterais, devem ser seguidas as recomendações da Comissão de Controle de Infecção em Serviços de Saúde quanto a desinfecção do ambiente e de superfícies, higienização das mãos, uso de EPIs e desinfecção de ampolas, frascos, pontos de adição dos medicamentos e conexões das linhas de infusão.

Nota: Manter a bolsa em seu invólucro protetor (sobrebolsa) até o momento do uso.

Após a abertura da sobrebolsa, a solução deve ser utilizada em:
  • <li>15 dias para bolsas de 50 mL e 100 mL.</li> <li>30 dias para bolsas de 250 mL, 500 mL e 1000 mL.</li>

Preparação para Administração

{"tag":"ol","value":" <li>Remover o protetor do tubo de sa&#xED;da da solu&#xE7;&#xE3;o no fundo da embalagem.</li> <li>Fazer a assepsia da embalagem prim&#xE1;ria utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Suspender a embalagem pela al&#xE7;a de sustenta&#xE7;&#xE3;o.</li> <li>Conectar o equipo de infus&#xE3;o da solu&#xE7;&#xE3;o. Consultar as instru&#xE7;&#xF5;es de uso do equipo.</li> <li>Administrar a solu&#xE7;&#xE3;o, por gotejamento cont&#xED;nuo, conforme prescri&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica.</li> "}

Se for necessária medicação suplementar, seguir as instruções descritas a seguir antes de preparar a bolsa para administração.

Para adição de medicamentos

Ao introduzir medicamentos aditivos, utilizar técnica asséptica.

Atenção: Verificar se há incompatibilidade entre o medicamento e a solução e, quando for o caso, se há incompatibilidade entre os medicamentos. Medicamentos incompatíveis com a solução de glicose não devem ser utilizados. Ao introduzir medicamentos aditivos, a bula do medicamento a ser adicionado e outras literaturas relevantes devem ser consultadas. Antes de adicionar um medicamento, verificar também se ele é solúvel e estável em água ao pH da solução de glicose.

Apenas as embalagens que possuem dois sítios, um sítio para o equipo e um sítio próprio para a administração de medicamentos, poderão permitir a adição de medicamentos nas soluções parenterais.

Para administração de medicamentos antes da administração da solução parenteral:
{"tag":"ol","value":" <li>Preparar a superf&#xED;cie do tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico fazendo sua assepsia utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Utilizando seringa com agulha calibre 19 a 22 ga, perfurar o tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico que fecha o tubo e injetar.</li> <li>Misturar completamente a solu&#xE7;&#xE3;o com o medicamento.</li> <li>Para medicamentos com alta densidade, como por exemplo, a solu&#xE7;&#xE3;o de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloreto-de-potassio/bula\" target=\"_blank\">cloreto de pot&#xE1;ssio</a>, pressionar o tubo de medica&#xE7;&#xE3;o enquanto o mesmo estiver na perpendicular e misturar completamente.</li> <li>P&#xF3;s liofilizados devem ser reconstitu&#xED;dos/suspendidos no diluente est&#xE9;ril e apirog&#xEA;nico adequado antes de ser adicionados a solu&#xE7;&#xE3;o parenteral.</li> "}

Para administração de medicamentos durante a administração da solução parenteral:
{"tag":"ol","value":" <li>Fechar a <a href=\"https://consultaremedios.com.br/maquiagem/acessorios/pinca/c\" target=\"_blank\">pin&#xE7;a</a> do equipo de infus&#xE3;o.</li> <li>Preparar a superf&#xED;cie do tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico fazendo sua assepsia utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Utilizando seringa com agulha calibre 19 a 22 ga, perfurar o tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico que fecha o tubo e injetar.</li> <li>Remover a bolsa do suporte e/ou colocar na posi&#xE7;&#xE3;o vertical com os tubos para cima.</li> <li>Esvaziar ambos os tubos apertando-os enquanto a bolsa estiver com os tubos para cima.</li> <li>Misturar completamente a solu&#xE7;&#xE3;o com medicamento.</li> <li>Retornar a bolsa a posi&#xE7;&#xE3;o de infus&#xE3;o e prosseguir a administra&#xE7;&#xE3;o.</li> "}

Após a adição do medicamento, verificar possível alteração de cor da solução e/ou presença de precipitados, complexos insolúveis ou cristais.

Nota: Não armazenar as soluções parenterais adicionadas de medicamentos.

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Posologia do&nbsp;Glicose Baxter

{"tag":"hr","value":" <p>O preparo e administra&#xE7;&#xE3;o da solu&#xE7;&#xE3;o parenteral deve obedecer a prescri&#xE7;&#xE3;o, precedida de criteriosa avalia&#xE7;&#xE3;o, pelo farmac&#xEA;utico, da compatibilidade f&#xED;sico-qu&#xED;mica e da intera&#xE7;&#xE3;o medicamentosa que possam ocorrer entre os seus componentes.</p> <p>A dose de glicose &#xE9; vari&#xE1;vel e dependente das necessidades do paciente. As concentra&#xE7;&#xF5;es de glicose no plasma devem ser monitoradas, a taxa m&#xE1;xima que pode ser infundida sem causar glicos&#xFA;ria (presen&#xE7;a de glicose na urina) e 0,5 g/kg de peso corporal/hora.</p> <p>No entanto, o ideal &#xE9; que a solu&#xE7;&#xE3;o de glicose intravenosa seja fornecida em uma taxa de aproximadamente a 7 mg/kg/minuto.</p> <p>O uso da solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; indicado para corre&#xE7;&#xE3;o de hipoglicemia (diminui&#xE7;&#xE3;o da glicemia no sangue) <a href=\"https://consultaremedios.com.br/infantil/c\" target=\"_blank\">infantil</a>, podendo ser utilizada emnutri&#xE7;&#xE3;o parenteral de crian&#xE7;as.</p> <p>A dose e a taxa de infus&#xE3;o intravenosa de glicose devem ser selecionadas com cuidado em pacientes pedi&#xE1;tricos, particularmente nos rec&#xE9;m-nascidos e nas crian&#xE7;as com baixo peso ao nascer porque aumenta o risco de hiperglicemia/hipoglicemia (aumento/diminui&#xE7;&#xE3;o da glicemia no sangue).</p> <p>A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose 5% pode ser administrada em pacientes diab&#xE9;ticos, mesmo em coma, por&#xE9;m, &#xE9; fundamental o controle adequado da cetose e, se necess&#xE1;rio, deve-se recorrer a administra&#xE7;&#xE3;o de insulina.</p> <p>A avalia&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica e as determina&#xE7;&#xF5;es laboratoriais peri&#xF3;dicas s&#xE3;o necess&#xE1;rias para monitorar mudan&#xE7;as em concentra&#xE7;&#xF5;es da glicose e do eletr&#xF3;lito do sangue, e o balan&#xE7;o do l&#xED;quido e de eletr&#xF3;litos durante a terapia parenteral prolongada ou sempre que a condi&#xE7;&#xE3;o do paciente permitir tal avalia&#xE7;&#xE3;o.</p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Glicose - Baxter?

Deve-se considerar para fins de administração, dados clínicos e laboratoriais, como níveis de glicose e glicose na urina. Outro aspecto refere-se a suspensão abrupta de tratamentos prolongados, condição em que se elevam os níveis de insulina circulante, podendo desencadear uma hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) momentânea pós-suspensão.

Deve-se ter cuidado também com a administração prolongada ou a infusão rápida de grandes volumes de soluções isosmóticas, devido a possível ocorrência de inchaço pulmonar, hipopotassemia (quantidade abaixo do normal de potássio no sangue), hiper-hidratação e intoxicação hídrica, ocasionados pelo aumento do volume do liquido extracelular.

A monitoração frequente de concentrações de glicose, de eletrólitos particularmente de potássio no plasma faz-se necessário antes, durante e após a administração da solução de glicose.

A solução de glicose não deve ser usada como diluente para o sangue, pois causa aglutinação dos eritrócitos e, provavelmente, hemólise (destruição dos glóbulos vermelhos do sangue). Da mesma maneira, as soluções de glicose sem eletrólitos não devem ser administradas ao mesmo tempo com a infusão de sangue devido da possibilidade de coagulação.

A monitoração frequente de concentrações de glicose no plasma é necessária quando a glicose intravenosa é administrada em pacientes crianças, particularmente nos recém-nascidos e nas crianças com baixo peso ao nascer devido ao risco aumentado de hiperglicemia/hipoglicemia (aumento/diminuição da glicemia no sangue).

A administração excessiva ou rápida da solução de glicose neste tipo de paciente pode causar aumento da osmolaridade do soro e umpossível sangramento intracerebral.

Agir com precaução no fornecimento de carboidratos na presença de acidose por lactato, e também nos pacientes com hipervolemia (quantidade de sangue superior à normal), insuficiência dos rins, obstrução do intervalo urinário ou descompensarão cardíaca eminente.

As soluções injetáveis de glicose devem ser usadas com cuidado em pacientes com Diabetes mellitus subclinica ou evidente, ou intolerância a carboidratos, bem como em lactentes de mães diabéticas.

A administração de soluções de glicose deve ser realizada com cautela em pacientes diabéticos, pois uma infusão rápida pode causar hiperglicemia (aumento de glicose no sangue), assim como em pacientes mal nutridos com deficiência de tiamina, intolerância a carboidratos, septicemia (presença de germes ou substâncias sépticas no sangue). A administração intravenosa da glicose aos pacientes com deficiência de tiamina e outras vitaminas do complexo B pode precipitar o desenvolvimento da encefalopatia de Wernicke.

As soluções de glicose não devem ser administradas em pacientes com insuficiência dos rins e após ataque isquêmico.

Reações de Hipersensibilidade

  • <li>Rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade/infus&#xE3;o, incluindo rea&#xE7;&#xF5;es anafil&#xE1;ticas/anafilact&#xF3;ides t&#xEA;m sido reportadas com solu&#xE7;&#xE3;o de glicose 5 e 10%.</li> <li>A infus&#xE3;o deve ser imediatamente interrompida se quaisquer sinais ou sintomas de uma rea&#xE7;&#xE3;o suspeita de hipersensibilidade se desenvolver. Medidas terap&#xEA;uticas adequadas devem ser institu&#xED;das conforme clinicamente indicadas.</li> <li>As solu&#xE7;&#xF5;es que cont&#xEA;m glicose devem ser usadas com cautela em pacientes com alergia conhecida a milho ou produtos derivados de milho.</li>

Diluição e outros efeitos emeletrólitos séricos

Dependendo do volume e taxa de infusão e, dependendo da condição clínica do paciente e sua capacidade de metabolizar a glicose, a administração intravenosa de glicose pode causar:

  • <li>Hiperosmolaridade (aumento da osmolaridade), diurese (produ&#xE7;&#xE3;o de urina pelo rim) e desidrata&#xE7;&#xE3;o osm&#xF3;tica.</li> <li>Hiposmolaridade (diminui&#xE7;&#xE3;o da osmolaridade).</li>
Distúrbios hidroeletrolíticos, como:
  • <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/hiponatremia/" rel="noopener" target="_blank">Hiponatremia</a> (diminui&#xE7;&#xE3;o de s&#xF3;dio no sangue).</li> <li>Hipocalemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de pot&#xE1;ssio no sangue).</li> <li>Hipofosfatemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de f&#xF3;sforo no sangue).</li> <li>Hipomagnesemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de magn&#xE9;sio no sangue).</li> <li>Hiper-hidrata&#xE7;&#xE3;o/hipervolemia e, por exemplo, estado congestivo, incluindo congest&#xE3;o pulmonar e incha&#xE7;o.</li>

Os efeitos acima não só resultam da administração de fluido livre de eletrólitos, mas também da administração de glicose.

Além destes:

Um aumento na concentração de glicose no soro é associado com um aumento da osmolaridade do soro.

Diurese osmótica associada com hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) pode causar ou contribuir para o desenvolvimento de desidratação e de perdas de eletrólitos.

A hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) também provoca um desvio intracelular de água, levando a uma diminuição das concentrações de sódio extracelular e hiponatremia (diminuição de sódio no sangue).

Uma vez que a glicose na solução de glicose é metabolizada, a infusão de solução de glicose corresponde ao aumento da carga de água livre do corpo, possivelmente levando à hiponatremia hiposmótica.

Hiponatremia hiposmótica pode levar a dores de cabeça, náuseas, convulsões, sonolência, coma, inchaço cerebral e morte. Encefalopatia hiponatrêmica sintomática aguda é considerada uma emergência médica.

O risco para o desenvolvimento de hiponatremia hiposmótica é aumentada, por exemplo:
  • <li>Em crian&#xE7;as.</li> <li>Em pacientes idosos.</li> <li>Em mulheres.</li> <li>P&#xF3;s-operat&#xF3;rio.</li> <li>Em pessoas com sede psicog&#xEA;nica.</li>
O risco de desenvolver encefalopatia como uma complicação de hiponatremia hiposmótica é aumentada, por exemplo:
  • <li>Em pacientes pedi&#xE1;tricos (&#x2264; 16 anos de idade).</li> <li>Em mulheres (em particular, as mulheres na pr&#xE9;-menopausa).</li> <li>Em pacientes com hipoxemia (diminui&#xE7;&#xE3;o da concentra&#xE7;&#xE3;o de oxig&#xEA;nio no sangue).</li> <li>Em pacientes com doen&#xE7;a do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/c" target="_blank">sistema nervoso central</a> subjacente.</li>

Avaliação clínica e determinações laboratoriais periódicas podem ser necessárias para monitorar as alterações no equilíbrio de fluidos, eletrólitos e equilíbrio ácido-base durante a terapia parenteral prolongada ou sempre que o estado do paciente ou a taxa de administração requeiram tal avaliação.

O cuidado especial é recomendado em pacientes com risco aumentado de distúrbios de água e eletrólitos que podem ser agravados por: aumento da carga de água livre, hiperglicemia ou administração de insulina eventualmente exigida.

Medidas preventivas e corretivas devem ser instituídas conforme clinicamente indicadas.

Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue)

  • <li>A administra&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de solu&#xE7;&#xF5;es de glicose pode produzir hiperglicemia substancial e uma s&#xED;ndrome hiperosmolar (aumento da osmolaridade).</li> <li>A fim de evitar a hiperglicemia, a taxa de perfus&#xE3;o n&#xE3;o deve exceder &#xE0; capacidade do paciente em metabolizar a glicose.</li> <li>Para reduzir o risco de complica&#xE7;&#xF5;es associadas &#xE0; hiperglicemia, a taxa de infus&#xE3;o deve ser ajustada e/ou insulina administrada, se os n&#xED;veis de glicose no sangue forem superiores aos n&#xED;veis considerados aceit&#xE1;veis para o paciente individualmente.</li>
A solução de glicose intravenosa deve ser administrada com precaução em pacientes com:
  • <li>Toler&#xE2;ncia &#xE0; glicose debilitada (tal como na diabetes<em> mellitu</em>s, disfun&#xE7;&#xE3;o renal, ou na presen&#xE7;a de sepsia, trauma, ou choque).</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/desnutricao/" rel="noopener" target="_blank">Desnutri&#xE7;&#xE3;o</a> grave (risco de precipitar uma s&#xED;ndrome de realimenta&#xE7;&#xE3;o).</li> <li>Defici&#xEA;ncia de tiamina, por exemplo, em pacientes com <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alcoolismo/c" target="_blank">alcoolismo</a> cr&#xF4;nico (risco de acidose l&#xE1;ctica grave devido &#xE0; metaboliza&#xE7;&#xE3;o oxidativa prejudicada de piruvato).</li> <li>Dist&#xFA;rbios de &#xE1;gua e eletr&#xF3;litos que podem ser agravados pelo aumento da glicose e/ou carga de &#xE1;gua livre.</li>
Outros grupos de pacientes em que a solução de glicose deve ser cuidadosa:
  • <li>Pacientes com <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/acidente-vascular-cerebral/c" target="_blank">acidente vascular cerebral</a> isqu&#xEA;mico. Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) tem comprometido no aumento da les&#xE3;o cerebral isqu&#xEA;mica e prejudica a recupera&#xE7;&#xE3;o ap&#xF3;s o acidente vascular cerebral isqu&#xEA;mico agudo.</li> <li>Pacientes com les&#xE3;o cerebral traum&#xE1;tica grave (em particular durante as primeiras 24 horas ap&#xF3;s o trauma).</li> <li>Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) precoce tem sido associada a maus resultados em pacientes com ftraumatismo cranioencef&#xE1;lico grave.</li> <li>Rec&#xE9;m-nascidos.</li>

Administração intravenosa prolongada de glicose e hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) associada pode resultar na diminuição da taxa de secreção de insulina estimulada pela glicose.

Síndrome de realimentação

Pacientes gravemente subnutridos podem resultar na síndrome de realimentação, que é caracterizada pelo deslocamento de potássio, fósforo e magnésio intracelularmente e o paciente torna se anabólico. A deficiência de tiamina e retenção de líquidos também podem se desenvolver. Monitoramento cuidadoso e aumento do consumo de nutrientes lentamente, evitando superalimentação, podem prevenir essas complicações.

Exclusivo Glicose 50%

Distúrbios hepáticos

Distúrbios hepatobiliares incluindo colestase, esteatose hepática, fibrose e cirrose, possivelmente levando à insuficiência hepática, bem como colecistite e colelitíase são conhecidos por se desenvolverem em alguns pacientes em nutrição parenteral. A etiologia desses distúrbios é provavelmente multifatorial e pode diferir entre pacientes. Os pacientes que desenvolvem parâmetros laboratoriais anormais ou outros sinais de distúrbios hepatobiliares devem ser avaliados no início por um médico experiente em doenças do fígado, a fim de identificar possíveis causadores e fatores contribuintes e possíveis intervenções terapêuticas e profiláticas.

Infecção do cateter e sepse

Infecção e sepse podem ocorrer como resultado do uso de cateteres intravenosos para administrar soluções parenterais, falta de manutenção de cateteres ou soluções contaminadas.

Imunossupressão e outros fatores, como a hiperglicemia, a desnutrição e/ou seu estado de doença subjacente podem predispor o paciente a complicações infecciosas.

Cuidados sintomáticos e monitoramento laboratorial de febre/calafrios, leucocitose, complicações técnicas como dispositivo de acesso e hiperglicemia podem ajudar a reconhecer infecções precoces.

A ocorrência de complicações sépticas pode ser diminuída com técnica asséptica na colocação do cateter, manutenção, bemcomo a técnica asséptica empreparação da solução nutricional.

Precipitados

Precipitados vasculares pulmonares têm sido relatados em pacientes recebendo nutrição parenteral. Em alguns casos, ocorreram resultados fatais. Adição excessiva de cálcio e de fosfato aumenta o risco da formação de precipitados de fosfato de cálcio.

Os precipitados foram relatados, mesmo na ausência de sal de fosfato na solução. Também tem sido relatada a precipitação distal para o filtro emlinha e suspeita de formação de precipitado na corrente sanguínea.

Em adição ao controle da solução, o equipo de infusão e o cateter devem também serem verificados periodicamente para precipitados.

Se ocorrerem sinais de desconforto pulmonar, a perfusão deve ser interrompida e avaliação médica iniciada.

Interações com medicamentos

Não são conhecidas interações medicamentosas ate o momento. Nenhum estudo foi conduzido pela Baxter Hospitalar Ltda.

Ambos os efeitos na glicose e efeitos no balanço de água e eletrólitos devem ser considerados quando a solução de glicose for utilizada em pacientes tratados com outras substâncias que afetam o controle da glicose no sangue, ou balanço de água e eletrólitos.

Para minimizar o risco de possíveis incompatibilidades da mistura das soluções de glicose com outras medicações que possam ser prescritas, deve ser verificada a presença de turbidez ou precipitação imediatamente após a mistura, antes e durante a administração. Em caso de dúvida, consulte um farmacêutico.

Atenção: Este medicamento contém açúcar (glicose), portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Glicose - Baxter?

As reações adversas podem ocorrer devido à solução ou a técnica de administração e incluem febre, infecção no ponto de injeção, trombose venosa ou flebite (Inflamação da parede interna de uma veia) irradiando-se a partir do ponto de injeção, extravasamento e hipervolemia. Se ocorrer reação adversa, suspender a infusão, avaliar o paciente, aplicar terapêutica corretiva apropriada e guardar o restante da solução para posterior investigação, se necessário.

Algumas destas reações podem ser devido aos produtos de degradação presentes após autoclavação. A infusão intravenosa pode conduzir ao desenvolvimento de distúrbios líquidos e eletrólitos incluindo a hipocalemia (diminuição de potássio no sangue), o hipomagnesemia (diminuição do magnésio no sangue), e a hipofosfatemia (diminuição do fosfato no sangue).

As reações Adversas listadas abaixo são baseadas em notificações pós-comercialização, listados por sistemas MedDRA (SOC), sempre que possível, por termo preferido e por ordem de gravidade.

Distúrbios do sistema imunológico

Reações de hipersensibilidade/infusão, incluindo anafiláticas/anafilactóides, incluindo reações com manifestações leves, como por exemplo, coceira e reações com manifestações graves, como por exemplo, broncoespasmo (contração do músculo dos brônquios), cianose (coloração azulada da pele e mucosas), angioedema (inchaço da derme) e hipotensão (pressão arterial abaixo dos valores normais); Pirexia (febre) e arrepios.

Distúrbios do metabolismo e nutrição

Hiperglicemia (aumento da glicemia no sangue).

Distúrbios cutâneos e tecido subcutâneo

Erupções cutâneas.

Distúrbios gerais e do local da administração

Reações no local de injeção, incluindo, flebite (Inflamação da parede interna de uma veia) e eritema (coloração avermelhada da pele).

Outras Reações Adversas

Outras reações adversas notificadas envolvendo solução de glicose injetável incluem:

Hiponatremia (diminuição de sódio no sangue), que pode ser sintomático.

Para solução de glicose 10% e 50%:

Tromboflebite (Estado em que a inflamação da parede da veia precede a formação de trombo) no local de infusão (associado comsoluções Hiperosmolares).

As reações adversas notificadas com a nutrição parenteral para o qual o componente glicose pode desempenhar um papel causal ou contributivo incluem:
  • <li>Insufici&#xEA;ncia do f&#xED;gado, cirrose e, fibrose do f&#xED;gado, colestase, esteatose do f&#xED;gado, bilirrubina sangu&#xED;nea, aumento das enzimas do f&#xED;gado, aumento da colecistite (inflama&#xE7;&#xE3;o aguda da ves&#xED;cula biliar), colelit&#xED;ase (forma&#xE7;&#xE3;o de c&#xE1;lculos no interior da ves&#xED;cula biliar).</li> <li>Precipitados vasculares nos pulm&#xF5;es.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe tambéma empresa do seu serviço de atendimento.

População Especial

Uso em crianças

Um estudo placebo-controlado realizado em mulheres saudáveis, que se encontravam em estagio final de gestação, verificou que a administração de 100g de glicose uma hora antes do fim da gestação, não provocou nenhum efeito adverso nos níveis ácido-base do feto. Os fetos com malformação foram excluídos. Entretanto,&nbsp;os autores advertiram que, em concentrações de glicose mais elevadas na mãe (como pode ser encontrado em grávidas diabéticas), mudanças consistentes na acidose metabólica fetal, podem ocorrer, e que o teste da tolerância da glicose pode também ser perigoso aos fetos com retardo do crescimento.

O cuidado deve ser exercitado no tratamento dos neonatos, especialmente os recém-nascidos precoces, cuja função dos rins pode estar imatura e cuja habilidade de excretar cargas do liquido e do soluto pode estar limitada.

A taxa e o volume de infusão dependem da idade, do peso, das condições clinicas e metabólicas do paciente, bem como da terapia concomitante e deve ser determinado por um médico com experiência em terapia pediátrica de fluidos intravenosos.

Problemas relacionados coma glicemia empacientes pediátricos

Recém-nascidos, especialmente aqueles que nasceram prematuros e com baixo peso, estão em maior risco de desenvolver hipo ou hiperglicemia (diminuição ou aumento da glicemia no sangue). É necessário um monitoramento cuidadoso durante o tratamento com soluções de glicose intravenosas para garantir o controle glicêmico adequado, para evitar possíveis efeitos adversos em longo prazo.

Hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) no recém-nascido pode causar:
  • <li>Convuls&#xF5;es prolongadas.</li> <li>Coma.</li> <li>Les&#xE3;o no c&#xE9;rebro.</li>
Hiperglicemia tem sido associada com:
  • <li>Les&#xE3;o cerebral, incluindo sangramento intraventricular.</li> <li>Infec&#xE7;&#xE3;o de bact&#xE9;rias e fungos de in&#xED;cio tardio.</li> <li>Retinopatia da prematuridade (doen&#xE7;a da retina).</li> <li>Enterocolite necrosante (Inflama&#xE7;&#xE3;o do intestino delgado e grosso).</li> <li>Aumento da necessidade de oxig&#xEA;nio.</li> <li>Tempo de interna&#xE7;&#xE3;o prolongado.</li> <li>Morte.</li>
Problemas relacionados coma hiponatremia (diminuição de sódio no sangue) empacientes pediátricos
  • <li>Crian&#xE7;as (incluindo rec&#xE9;m-nascidos e crian&#xE7;as mais velhas) est&#xE3;o em maior risco de desenvolver hiponatremia hiposm&#xF3;tica, bem como de desenvolver encefalopatia hiponatr&#xEA;mica.</li> <li>Hiponatremia hiposm&#xF3;tica pode levar a dores de cabe&#xE7;a, n&#xE1;useas, convuls&#xF5;es, sonol&#xEA;ncia, coma, incha&#xE7;o cerebral e morte, por conseguinte, encefalopatia hiponatremica com sintoma aguda &#xE9; considerada uma emerg&#xEA;ncia m&#xE9;dica.</li> <li>Concentra&#xE7;&#xF5;es de eletr&#xF3;litos do plasma devem ser cuidadosamente monitoradas para a popula&#xE7;&#xE3;o pedi&#xE1;trica (em crian&#xE7;as).</li> <li>Corre&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de hiponatremia hiposm&#xF3;tico &#xE9; potencialmente perigosa (risco de complica&#xE7;&#xF5;es neurol&#xF3;gicas graves). Dosagem, taxa e dura&#xE7;&#xE3;o da administra&#xE7;&#xE3;o devem ser determinadas por um m&#xE9;dico experiente terapia pedi&#xE1;trica de fluidos intravenosos.</li>

Uso em idosos

No geral, a seleção da dose para um paciente idoso devera ser mais criteriosa. Sabe-se que estas drogas são excretadas substancialmente pelos rins, e o risco de reações tóxicas das soluções de glicose pode ser maior nos pacientes com função renal comprometida. Os pacientes idosos são mais prováveis de ter distúrbios no coração, no fígado, nos rins entre outros e terapias com medicamentos ao mesmo tempo. Por isso, cuidado deve ser tomado na seleção do tipo, dose, taxa e volume de infusão. Pode ser útil monitorar a função dos rins.

Gravidez e Amamentação

As soluções de glicose são usadas geralmente como líquidos de hidratação e como veículos para outras drogas. Estudos da reprodução animal não foram conduzidos com injeções de glicose.

Também não há fundamentação cientifica conclusiva de que as injeções de glicose causem dano fetal quando administradas a uma mulher grávida ou afetem a capacidade de reprodução.

Portanto, as injeções de glicose devem ser dadas as gestantes somente se realmente necessário. O médico deve considerar cuidadosamente o risco e benefício potencial para cada paciente antes da administração.

Estudos verificaram que quando administrada durante o trabalho de parto, a carga de glicose da mãe pode conduzir no feto, a hiperglicemia (aumento da glicose no sangue), a hiperinsulinemia (aumento da insulina no sangue), e a acidose do feto, com hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) no recém-nascido subsequente e icterícia (pigmentação amarelada da pele e mucosas). Outros estudos não encontraram nenhuma evidencia de tal efeito, especialmente se o feto é bem oxigenado, e relataram que o número dos pacientes incluídos emtais relatórios foi frequentemente pequeno e os critérios de seleção não homogêneos.

Infusão intravenosa de glicose intraparto materno pode resultar na produção de insulina no feto, com um risco associado de aumento da glicose no sangue do feto e acidose metabólica, bem como a hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) de rebote no recém-nascido.

Categoria “C” de risco na gravidez.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Capacidade de operar e dirigir máquinas

Não há efeitos conhecidos na capacidade de dirigir automóveis ou operar máquinas pesadas.

Qual a composição do Glicose - Baxter?

Apresentações

Solução injetável.

Glicose monoidratada 5%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 100, 250, 500 ou 1000mL.

Glicose monoidratada 10%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 250 ou 500mL.

Glicose monoidratada 50%:

50mg/mL, caixa com 1 bolsa de sistema fechado com 100mL de solução de uso intravenoso (embalagem hospitalar)

Princípio ativo
:
Glicose
Classe Terapêutica
:
Soluções Carbohidratos <10%
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Dispensação Sob Prescrição Médica Restrito a Hospitais)
Categoria
:
Reidratantes
Especialidade
:
Endocrinologia

Bula do medicamento

Glicose - Baxter, para o que é indicado e para o que serve?

Este medicamento é usado como fonte de água, calorias e diurese osmótica. Este medicamento é usado em casos de desidratação, reposição de calorias, nas hipoglicemias (diminuição da glicemia no sangue) (diminuição de glicose no sangue) e como veículo para diluição de medicamentos compatíveis. A solução de glicose 5% é frequentemente a concentração empregada na redução de fluido, sendo usualmente administrada através de uma veia periférica. Já as soluções de glicose de concentrações mais elevadas, como a glicose 10%, por serem hiperosmóticas, são usadas geralmente como uma fonte de carboidratos. Desta maneira, a glicose é a fonte preferida de carboidratos em regimes parenterais de nutrição, sendo frequentemente usada também em soluções de re-hidratação para prevenção e/ou tratamento da desidratação (diminuição de água no corpo), ocasionada pela diarreia.

Exclusivo Glicose 10% e 50%

As soluções injetáveis de glicose, nas concentrações hipertônicas (concentração acima de 5% de glicose) são indicadas como componente calórico em um regime de nutrição parenteral.

Essas soluções, quando associadas a uma fonte apropriada de proteína (nitrogênio), são usadas na prevenção da perda de nitrogênio ou no tratamento de balanço negativo de nitrogênio para pacientes onde:
  • <li>O trato alimentar n&#xE3;o pode ou n&#xE3;o deve ser usado;</li> <li>A absor&#xE7;&#xE3;o gastrointestinal de prote&#xED;na esta prejudicada, ou;</li> <li>Os requisitos metab&#xF3;licos para <a href="https://minutosaudavel.com.br/proteinas/" rel="noopener" target="_blank">prote&#xED;nas</a> est&#xE3;o substancialmente aumentados, como no caso de <a href="https://minutosaudavel.com.br/queimaduras/" rel="noopener" target="_blank">queimaduras</a> extensas.</li>

Como o&nbsp;Glicose Baxter funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>As solu&#xE7;&#xF5;es injet&#xE1;veis de glicose s&#xE3;o est&#xE9;reis e sem pirog&#xEA;nios e usadas no restabelecimento de fluido e suprimento cal&#xF3;rico. A glicose &#xE9; um nutriente facilmente metabolizado pelo organismo para fornecimento de energia, dispensando em alguns casos o uso de lip&#xED;dios e prote&#xED;nas como fontes de energia, evitando, assim, acidose e cetose resultantes de seus metabolismos. A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; &#xFA;til como fonte de &#xE1;gua e calorias e &#xE9; capaz de induzir diurese dependendo das condi&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas do paciente. As solu&#xE7;&#xF5;es de glicose em concentra&#xE7;&#xF5;es isot&#xF4;nicas (solu&#xE7;&#xE3;o parenteral de glicose 5%) s&#xE3;o adequadas para manuten&#xE7;&#xE3;o das necessidades de &#xE1;gua quando o s&#xF3;dio n&#xE3;o &#xE9; necess&#xE1;rio ou deve ser evitado.</p> <p>A glicose &#xE9; metabolizada atrav&#xE9;s do acido pir&#xFA;vico ou l&#xE1;tico em di&#xF3;xido de carbono e &#xE1;gua com libera&#xE7;&#xE3;o de energia. A glicose &#xE9; usada, distribu&#xED;da e estocada nos tecidos. Todas as c&#xE9;lulas do corpo s&#xE3;o capazes de oxidar a glicose, sendo a mesma a principal fonte de energia no metabolismo celular.</p> <p>Uma vez dentro da c&#xE9;lula, a glicose &#xE9; prontamente fosforilada, formando a glicose-6-fosfato, que logo se polimeriza em glicog&#xEA;nio, ou &#xE9; catabolizada. A glicose pode ainda ser convertida em gordura, atrav&#xE9;s da AcetilCoA. Requer, por isso, constante equil&#xED;brio entre as necessidades metab&#xF3;licas do organismo e a sua oferta.</p> <p>A glicose atinge o seu pico plasm&#xE1;tico 40 minutos ap&#xF3;s sua administra&#xE7;&#xE3;o em pacientes hiperglic&#xEA;micos (aumento da glicemia no sangue).</p> "}

Quais as contraindicações do Glicose - Baxter?

Este medicamento não deve ser usado em administrações juntamente com a infusão de sangue devido a possibilidade de coagulação.

A solução de glicose não deve ser usado nas seguintes situações:

Hiper-hidratação (aumento de água no corpo), hiperglicemia (aumento da glicemia no sangue), diabetes, acidose, desidratação hipotônica, hipocalemia (quantidade abaixo do normal de potássio no sangue) e hipersensibilidade ao produto.

O uso de solução de glicose hipertônica (concentração acima de 5% de glicose) é contra indicado em pacientes com hemorragia intracraniana ou intra-espinhal, delirium tremens em pacientes desidratados, síndrome de má absorção glicose-galactose e aos pacientes com hipersensibilidade a produtos derivados de milho.

As soluções de glicose não devem ser administradas em pacientes com insuficiência renal e após ataque isquêmico (infartos ou acidentes vasculares cerebrais).

Como usar o Glicose - Baxter?

A solução somente deve ter uso intravenoso e individualizado. Solução de uso único. Descartar qualquer porção não utilizada da solução.

A dosagem e a taxa de infusão devem ser determinadas por um medico e é dependente da idade, do peso, das condições clinicas e metabólicas do paciente, bem como da terapia concomitante e das determinações em laboratório. Em pacientes pediátricos, consultar o médico com experiência em terapia pediátrica de fluidos intravenosos.

Antes de serem administradas as soluções parenterais devem ser inspecionadas visualmente para se observar a presença de partículas, turvação na solução, fissuras e quaisquer violações na embalagem primaria. Não administrar a solução se a mesma não estiver límpida e os selos intactos.

A solução é acondicionada em bolsas plásticas flexíveis Viaflex em Sistema Fechado&nbsp;para administração intravenosa usando equipo estéril.

Atenção: não usar embalagens primárias em conexões em serie. Tal procedimento pode causar embolia gasosa devido ao ar residual aspirado da primeira embalagem antes que a administração de fluido da segunda embalagemseja completada.

A pressurização da bolsa contendo a solução para aumentar a taxa de fluxo pode resultar na embolia gasosa, se o ar residual no recipiente não estiver totalmente evacuado antes da administração.

A utilização de um equipo de administração intravenoso com entrada de ar, com a abertura na posição aberta, pode resultar em embolia gasosa. Os equipos de administração intravenosos com entrada de ar, com a abertura na posição aberta, não devemser utilizados com recipientes de plástico flexíveis.

A suplementação de eletrólitos pode ser indicada de acordo com as necessidades clínicas do paciente.

A utilização de um filtro em linha é recomendada durante a administração de todas as soluções parenterais sempre que possível.

A administração de soluções hiperosmolares podemcausar irritação venosa e flebite.

Não perfurar a embalagem, pois há comprometimento da esterilidade do produto e risco de contaminação.

Para a solução de glicose 10% e 50%

A osmolaridade de uma solução de infusão final misturada deve ser levada em conta quando a administração periférica é considerada. Deve ser considerado um aumento gradual da taxa de fluxo quando se inicia a administração de produtos contendo glicose.

Para a solução de glicose 50%

Como indicado em uma base individual, as vitaminas, os oligoelementos e outros componentes (incluindo aminoácidos e lipídios) podem ser adicionados ao regime parenteral para atender as necessidades de nutrientes e prevenir deficiências e complicações de desenvolvimento.

Diluir a solução de glicose antes da utilização a uma concentração que irá, quando administrada com um aminoácido (nitrogênio) fonte, resultar em uma caloria apropriada para uma proporção de nitrogênio e a uma osmolaridade de acordo coma via de administração.

Para reduzir o risco de hipoglicemia, após a interrupção, um decréscimo gradual na velocidade de fluxo, antes de parar a infusão deve ser considerado.

Para abrir

Segurar o invólucro protetor (sobrebolsa) com ambas as mãos, rasgando-o no sentido do picote, de cima para baixo, e retirar a bolsa contendo solução. Pequenas gotículas entre a bolsa e a sobrebolsa podem estar presentes e é característica do produto e processo produtivo. Alguma opacidade do plástico da bolsa pode ser observada devido ao processo de esterilização. Isto é normal e não afeta a qualidade ou segurança da solução. A opacidade irá diminuir gradualmente.

Verificar se existem vazamentos mínimos comprimindo a embalagem primária com firmeza.

Se for observado vazamento de solução descartar a bolsa, pois a sua esterilidade pode estar comprometida.

No preparo e administração das soluções parenterais, devem ser seguidas as recomendações da Comissão de Controle de Infecção em Serviços de Saúde quanto a desinfecção do ambiente e de superfícies, higienização das mãos, uso de EPIs e desinfecção de ampolas, frascos, pontos de adição dos medicamentos e conexões das linhas de infusão.

Nota: Manter a bolsa em seu invólucro protetor (sobrebolsa) até o momento do uso.

Após a abertura da sobrebolsa, a solução deve ser utilizada em:
  • <li>15 dias para bolsas de 50 mL e 100 mL.</li> <li>30 dias para bolsas de 250 mL, 500 mL e 1000 mL.</li>

Preparação para Administração

{"tag":"ol","value":" <li>Remover o protetor do tubo de sa&#xED;da da solu&#xE7;&#xE3;o no fundo da embalagem.</li> <li>Fazer a assepsia da embalagem prim&#xE1;ria utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Suspender a embalagem pela al&#xE7;a de sustenta&#xE7;&#xE3;o.</li> <li>Conectar o equipo de infus&#xE3;o da solu&#xE7;&#xE3;o. Consultar as instru&#xE7;&#xF5;es de uso do equipo.</li> <li>Administrar a solu&#xE7;&#xE3;o, por gotejamento cont&#xED;nuo, conforme prescri&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica.</li> "}

Se for necessária medicação suplementar, seguir as instruções descritas a seguir antes de preparar a bolsa para administração.

Para adição de medicamentos

Ao introduzir medicamentos aditivos, utilizar técnica asséptica.

Atenção: Verificar se há incompatibilidade entre o medicamento e a solução e, quando for o caso, se há incompatibilidade entre os medicamentos. Medicamentos incompatíveis com a solução de glicose não devem ser utilizados. Ao introduzir medicamentos aditivos, a bula do medicamento a ser adicionado e outras literaturas relevantes devem ser consultadas. Antes de adicionar um medicamento, verificar também se ele é solúvel e estável em água ao pH da solução de glicose.

Apenas as embalagens que possuem dois sítios, um sítio para o equipo e um sítio próprio para a administração de medicamentos, poderão permitir a adição de medicamentos nas soluções parenterais.

Para administração de medicamentos antes da administração da solução parenteral:
{"tag":"ol","value":" <li>Preparar a superf&#xED;cie do tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico fazendo sua assepsia utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Utilizando seringa com agulha calibre 19 a 22 ga, perfurar o tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico que fecha o tubo e injetar.</li> <li>Misturar completamente a solu&#xE7;&#xE3;o com o medicamento.</li> <li>Para medicamentos com alta densidade, como por exemplo, a solu&#xE7;&#xE3;o de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloreto-de-potassio/bula\" target=\"_blank\">cloreto de pot&#xE1;ssio</a>, pressionar o tubo de medica&#xE7;&#xE3;o enquanto o mesmo estiver na perpendicular e misturar completamente.</li> <li>P&#xF3;s liofilizados devem ser reconstitu&#xED;dos/suspendidos no diluente est&#xE9;ril e apirog&#xEA;nico adequado antes de ser adicionados a solu&#xE7;&#xE3;o parenteral.</li> "}

Para administração de medicamentos durante a administração da solução parenteral:
{"tag":"ol","value":" <li>Fechar a <a href=\"https://consultaremedios.com.br/maquiagem/acessorios/pinca/c\" target=\"_blank\">pin&#xE7;a</a> do equipo de infus&#xE3;o.</li> <li>Preparar a superf&#xED;cie do tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico fazendo sua assepsia utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Utilizando seringa com agulha calibre 19 a 22 ga, perfurar o tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico que fecha o tubo e injetar.</li> <li>Remover a bolsa do suporte e/ou colocar na posi&#xE7;&#xE3;o vertical com os tubos para cima.</li> <li>Esvaziar ambos os tubos apertando-os enquanto a bolsa estiver com os tubos para cima.</li> <li>Misturar completamente a solu&#xE7;&#xE3;o com medicamento.</li> <li>Retornar a bolsa a posi&#xE7;&#xE3;o de infus&#xE3;o e prosseguir a administra&#xE7;&#xE3;o.</li> "}

Após a adição do medicamento, verificar possível alteração de cor da solução e/ou presença de precipitados, complexos insolúveis ou cristais.

Nota: Não armazenar as soluções parenterais adicionadas de medicamentos.

&nbsp;

Posologia do&nbsp;Glicose Baxter

{"tag":"hr","value":" <p>O preparo e administra&#xE7;&#xE3;o da solu&#xE7;&#xE3;o parenteral deve obedecer a prescri&#xE7;&#xE3;o, precedida de criteriosa avalia&#xE7;&#xE3;o, pelo farmac&#xEA;utico, da compatibilidade f&#xED;sico-qu&#xED;mica e da intera&#xE7;&#xE3;o medicamentosa que possam ocorrer entre os seus componentes.</p> <p>A dose de glicose &#xE9; vari&#xE1;vel e dependente das necessidades do paciente. As concentra&#xE7;&#xF5;es de glicose no plasma devem ser monitoradas, a taxa m&#xE1;xima que pode ser infundida sem causar glicos&#xFA;ria (presen&#xE7;a de glicose na urina) e 0,5 g/kg de peso corporal/hora.</p> <p>No entanto, o ideal &#xE9; que a solu&#xE7;&#xE3;o de glicose intravenosa seja fornecida em uma taxa de aproximadamente a 7 mg/kg/minuto.</p> <p>O uso da solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; indicado para corre&#xE7;&#xE3;o de hipoglicemia (diminui&#xE7;&#xE3;o da glicemia no sangue) <a href=\"https://consultaremedios.com.br/infantil/c\" target=\"_blank\">infantil</a>, podendo ser utilizada emnutri&#xE7;&#xE3;o parenteral de crian&#xE7;as.</p> <p>A dose e a taxa de infus&#xE3;o intravenosa de glicose devem ser selecionadas com cuidado em pacientes pedi&#xE1;tricos, particularmente nos rec&#xE9;m-nascidos e nas crian&#xE7;as com baixo peso ao nascer porque aumenta o risco de hiperglicemia/hipoglicemia (aumento/diminui&#xE7;&#xE3;o da glicemia no sangue).</p> <p>A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose 5% pode ser administrada em pacientes diab&#xE9;ticos, mesmo em coma, por&#xE9;m, &#xE9; fundamental o controle adequado da cetose e, se necess&#xE1;rio, deve-se recorrer a administra&#xE7;&#xE3;o de insulina.</p> <p>A avalia&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica e as determina&#xE7;&#xF5;es laboratoriais peri&#xF3;dicas s&#xE3;o necess&#xE1;rias para monitorar mudan&#xE7;as em concentra&#xE7;&#xF5;es da glicose e do eletr&#xF3;lito do sangue, e o balan&#xE7;o do l&#xED;quido e de eletr&#xF3;litos durante a terapia parenteral prolongada ou sempre que a condi&#xE7;&#xE3;o do paciente permitir tal avalia&#xE7;&#xE3;o.</p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Glicose - Baxter?

Deve-se considerar para fins de administração, dados clínicos e laboratoriais, como níveis de glicose e glicose na urina. Outro aspecto refere-se a suspensão abrupta de tratamentos prolongados, condição em que se elevam os níveis de insulina circulante, podendo desencadear uma hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) momentânea pós-suspensão.

Deve-se ter cuidado também com a administração prolongada ou a infusão rápida de grandes volumes de soluções isosmóticas, devido a possível ocorrência de inchaço pulmonar, hipopotassemia (quantidade abaixo do normal de potássio no sangue), hiper-hidratação e intoxicação hídrica, ocasionados pelo aumento do volume do liquido extracelular.

A monitoração frequente de concentrações de glicose, de eletrólitos particularmente de potássio no plasma faz-se necessário antes, durante e após a administração da solução de glicose.

A solução de glicose não deve ser usada como diluente para o sangue, pois causa aglutinação dos eritrócitos e, provavelmente, hemólise (destruição dos glóbulos vermelhos do sangue). Da mesma maneira, as soluções de glicose sem eletrólitos não devem ser administradas ao mesmo tempo com a infusão de sangue devido da possibilidade de coagulação.

A monitoração frequente de concentrações de glicose no plasma é necessária quando a glicose intravenosa é administrada em pacientes crianças, particularmente nos recém-nascidos e nas crianças com baixo peso ao nascer devido ao risco aumentado de hiperglicemia/hipoglicemia (aumento/diminuição da glicemia no sangue).

A administração excessiva ou rápida da solução de glicose neste tipo de paciente pode causar aumento da osmolaridade do soro e umpossível sangramento intracerebral.

Agir com precaução no fornecimento de carboidratos na presença de acidose por lactato, e também nos pacientes com hipervolemia (quantidade de sangue superior à normal), insuficiência dos rins, obstrução do intervalo urinário ou descompensarão cardíaca eminente.

As soluções injetáveis de glicose devem ser usadas com cuidado em pacientes com Diabetes mellitus subclinica ou evidente, ou intolerância a carboidratos, bem como em lactentes de mães diabéticas.

A administração de soluções de glicose deve ser realizada com cautela em pacientes diabéticos, pois uma infusão rápida pode causar hiperglicemia (aumento de glicose no sangue), assim como em pacientes mal nutridos com deficiência de tiamina, intolerância a carboidratos, septicemia (presença de germes ou substâncias sépticas no sangue). A administração intravenosa da glicose aos pacientes com deficiência de tiamina e outras vitaminas do complexo B pode precipitar o desenvolvimento da encefalopatia de Wernicke.

As soluções de glicose não devem ser administradas em pacientes com insuficiência dos rins e após ataque isquêmico.

Reações de Hipersensibilidade

  • <li>Rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade/infus&#xE3;o, incluindo rea&#xE7;&#xF5;es anafil&#xE1;ticas/anafilact&#xF3;ides t&#xEA;m sido reportadas com solu&#xE7;&#xE3;o de glicose 5 e 10%.</li> <li>A infus&#xE3;o deve ser imediatamente interrompida se quaisquer sinais ou sintomas de uma rea&#xE7;&#xE3;o suspeita de hipersensibilidade se desenvolver. Medidas terap&#xEA;uticas adequadas devem ser institu&#xED;das conforme clinicamente indicadas.</li> <li>As solu&#xE7;&#xF5;es que cont&#xEA;m glicose devem ser usadas com cautela em pacientes com alergia conhecida a milho ou produtos derivados de milho.</li>

Diluição e outros efeitos emeletrólitos séricos

Dependendo do volume e taxa de infusão e, dependendo da condição clínica do paciente e sua capacidade de metabolizar a glicose, a administração intravenosa de glicose pode causar:

  • <li>Hiperosmolaridade (aumento da osmolaridade), diurese (produ&#xE7;&#xE3;o de urina pelo rim) e desidrata&#xE7;&#xE3;o osm&#xF3;tica.</li> <li>Hiposmolaridade (diminui&#xE7;&#xE3;o da osmolaridade).</li>
Distúrbios hidroeletrolíticos, como:
  • <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/hiponatremia/" rel="noopener" target="_blank">Hiponatremia</a> (diminui&#xE7;&#xE3;o de s&#xF3;dio no sangue).</li> <li>Hipocalemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de pot&#xE1;ssio no sangue).</li> <li>Hipofosfatemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de f&#xF3;sforo no sangue).</li> <li>Hipomagnesemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de magn&#xE9;sio no sangue).</li> <li>Hiper-hidrata&#xE7;&#xE3;o/hipervolemia e, por exemplo, estado congestivo, incluindo congest&#xE3;o pulmonar e incha&#xE7;o.</li>

Os efeitos acima não só resultam da administração de fluido livre de eletrólitos, mas também da administração de glicose.

Além destes:

Um aumento na concentração de glicose no soro é associado com um aumento da osmolaridade do soro.

Diurese osmótica associada com hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) pode causar ou contribuir para o desenvolvimento de desidratação e de perdas de eletrólitos.

A hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) também provoca um desvio intracelular de água, levando a uma diminuição das concentrações de sódio extracelular e hiponatremia (diminuição de sódio no sangue).

Uma vez que a glicose na solução de glicose é metabolizada, a infusão de solução de glicose corresponde ao aumento da carga de água livre do corpo, possivelmente levando à hiponatremia hiposmótica.

Hiponatremia hiposmótica pode levar a dores de cabeça, náuseas, convulsões, sonolência, coma, inchaço cerebral e morte. Encefalopatia hiponatrêmica sintomática aguda é considerada uma emergência médica.

O risco para o desenvolvimento de hiponatremia hiposmótica é aumentada, por exemplo:
  • <li>Em crian&#xE7;as.</li> <li>Em pacientes idosos.</li> <li>Em mulheres.</li> <li>P&#xF3;s-operat&#xF3;rio.</li> <li>Em pessoas com sede psicog&#xEA;nica.</li>
O risco de desenvolver encefalopatia como uma complicação de hiponatremia hiposmótica é aumentada, por exemplo:
  • <li>Em pacientes pedi&#xE1;tricos (&#x2264; 16 anos de idade).</li> <li>Em mulheres (em particular, as mulheres na pr&#xE9;-menopausa).</li> <li>Em pacientes com hipoxemia (diminui&#xE7;&#xE3;o da concentra&#xE7;&#xE3;o de oxig&#xEA;nio no sangue).</li> <li>Em pacientes com doen&#xE7;a do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/c" target="_blank">sistema nervoso central</a> subjacente.</li>

Avaliação clínica e determinações laboratoriais periódicas podem ser necessárias para monitorar as alterações no equilíbrio de fluidos, eletrólitos e equilíbrio ácido-base durante a terapia parenteral prolongada ou sempre que o estado do paciente ou a taxa de administração requeiram tal avaliação.

O cuidado especial é recomendado em pacientes com risco aumentado de distúrbios de água e eletrólitos que podem ser agravados por: aumento da carga de água livre, hiperglicemia ou administração de insulina eventualmente exigida.

Medidas preventivas e corretivas devem ser instituídas conforme clinicamente indicadas.

Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue)

  • <li>A administra&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de solu&#xE7;&#xF5;es de glicose pode produzir hiperglicemia substancial e uma s&#xED;ndrome hiperosmolar (aumento da osmolaridade).</li> <li>A fim de evitar a hiperglicemia, a taxa de perfus&#xE3;o n&#xE3;o deve exceder &#xE0; capacidade do paciente em metabolizar a glicose.</li> <li>Para reduzir o risco de complica&#xE7;&#xF5;es associadas &#xE0; hiperglicemia, a taxa de infus&#xE3;o deve ser ajustada e/ou insulina administrada, se os n&#xED;veis de glicose no sangue forem superiores aos n&#xED;veis considerados aceit&#xE1;veis para o paciente individualmente.</li>
A solução de glicose intravenosa deve ser administrada com precaução em pacientes com:
  • <li>Toler&#xE2;ncia &#xE0; glicose debilitada (tal como na diabetes<em> mellitu</em>s, disfun&#xE7;&#xE3;o renal, ou na presen&#xE7;a de sepsia, trauma, ou choque).</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/desnutricao/" rel="noopener" target="_blank">Desnutri&#xE7;&#xE3;o</a> grave (risco de precipitar uma s&#xED;ndrome de realimenta&#xE7;&#xE3;o).</li> <li>Defici&#xEA;ncia de tiamina, por exemplo, em pacientes com <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alcoolismo/c" target="_blank">alcoolismo</a> cr&#xF4;nico (risco de acidose l&#xE1;ctica grave devido &#xE0; metaboliza&#xE7;&#xE3;o oxidativa prejudicada de piruvato).</li> <li>Dist&#xFA;rbios de &#xE1;gua e eletr&#xF3;litos que podem ser agravados pelo aumento da glicose e/ou carga de &#xE1;gua livre.</li>
Outros grupos de pacientes em que a solução de glicose deve ser cuidadosa:
  • <li>Pacientes com <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/acidente-vascular-cerebral/c" target="_blank">acidente vascular cerebral</a> isqu&#xEA;mico. Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) tem comprometido no aumento da les&#xE3;o cerebral isqu&#xEA;mica e prejudica a recupera&#xE7;&#xE3;o ap&#xF3;s o acidente vascular cerebral isqu&#xEA;mico agudo.</li> <li>Pacientes com les&#xE3;o cerebral traum&#xE1;tica grave (em particular durante as primeiras 24 horas ap&#xF3;s o trauma).</li> <li>Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) precoce tem sido associada a maus resultados em pacientes com ftraumatismo cranioencef&#xE1;lico grave.</li> <li>Rec&#xE9;m-nascidos.</li>

Administração intravenosa prolongada de glicose e hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) associada pode resultar na diminuição da taxa de secreção de insulina estimulada pela glicose.

Síndrome de realimentação

Pacientes gravemente subnutridos podem resultar na síndrome de realimentação, que é caracterizada pelo deslocamento de potássio, fósforo e magnésio intracelularmente e o paciente torna se anabólico. A deficiência de tiamina e retenção de líquidos também podem se desenvolver. Monitoramento cuidadoso e aumento do consumo de nutrientes lentamente, evitando superalimentação, podem prevenir essas complicações.

Exclusivo Glicose 50%

Distúrbios hepáticos

Distúrbios hepatobiliares incluindo colestase, esteatose hepática, fibrose e cirrose, possivelmente levando à insuficiência hepática, bem como colecistite e colelitíase são conhecidos por se desenvolverem em alguns pacientes em nutrição parenteral. A etiologia desses distúrbios é provavelmente multifatorial e pode diferir entre pacientes. Os pacientes que desenvolvem parâmetros laboratoriais anormais ou outros sinais de distúrbios hepatobiliares devem ser avaliados no início por um médico experiente em doenças do fígado, a fim de identificar possíveis causadores e fatores contribuintes e possíveis intervenções terapêuticas e profiláticas.

Infecção do cateter e sepse

Infecção e sepse podem ocorrer como resultado do uso de cateteres intravenosos para administrar soluções parenterais, falta de manutenção de cateteres ou soluções contaminadas.

Imunossupressão e outros fatores, como a hiperglicemia, a desnutrição e/ou seu estado de doença subjacente podem predispor o paciente a complicações infecciosas.

Cuidados sintomáticos e monitoramento laboratorial de febre/calafrios, leucocitose, complicações técnicas como dispositivo de acesso e hiperglicemia podem ajudar a reconhecer infecções precoces.

A ocorrência de complicações sépticas pode ser diminuída com técnica asséptica na colocação do cateter, manutenção, bemcomo a técnica asséptica empreparação da solução nutricional.

Precipitados

Precipitados vasculares pulmonares têm sido relatados em pacientes recebendo nutrição parenteral. Em alguns casos, ocorreram resultados fatais. Adição excessiva de cálcio e de fosfato aumenta o risco da formação de precipitados de fosfato de cálcio.

Os precipitados foram relatados, mesmo na ausência de sal de fosfato na solução. Também tem sido relatada a precipitação distal para o filtro emlinha e suspeita de formação de precipitado na corrente sanguínea.

Em adição ao controle da solução, o equipo de infusão e o cateter devem também serem verificados periodicamente para precipitados.

Se ocorrerem sinais de desconforto pulmonar, a perfusão deve ser interrompida e avaliação médica iniciada.

Interações com medicamentos

Não são conhecidas interações medicamentosas ate o momento. Nenhum estudo foi conduzido pela Baxter Hospitalar Ltda.

Ambos os efeitos na glicose e efeitos no balanço de água e eletrólitos devem ser considerados quando a solução de glicose for utilizada em pacientes tratados com outras substâncias que afetam o controle da glicose no sangue, ou balanço de água e eletrólitos.

Para minimizar o risco de possíveis incompatibilidades da mistura das soluções de glicose com outras medicações que possam ser prescritas, deve ser verificada a presença de turbidez ou precipitação imediatamente após a mistura, antes e durante a administração. Em caso de dúvida, consulte um farmacêutico.

Atenção: Este medicamento contém açúcar (glicose), portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Glicose - Baxter?

As reações adversas podem ocorrer devido à solução ou a técnica de administração e incluem febre, infecção no ponto de injeção, trombose venosa ou flebite (Inflamação da parede interna de uma veia) irradiando-se a partir do ponto de injeção, extravasamento e hipervolemia. Se ocorrer reação adversa, suspender a infusão, avaliar o paciente, aplicar terapêutica corretiva apropriada e guardar o restante da solução para posterior investigação, se necessário.

Algumas destas reações podem ser devido aos produtos de degradação presentes após autoclavação. A infusão intravenosa pode conduzir ao desenvolvimento de distúrbios líquidos e eletrólitos incluindo a hipocalemia (diminuição de potássio no sangue), o hipomagnesemia (diminuição do magnésio no sangue), e a hipofosfatemia (diminuição do fosfato no sangue).

As reações Adversas listadas abaixo são baseadas em notificações pós-comercialização, listados por sistemas MedDRA (SOC), sempre que possível, por termo preferido e por ordem de gravidade.

Distúrbios do sistema imunológico

Reações de hipersensibilidade/infusão, incluindo anafiláticas/anafilactóides, incluindo reações com manifestações leves, como por exemplo, coceira e reações com manifestações graves, como por exemplo, broncoespasmo (contração do músculo dos brônquios), cianose (coloração azulada da pele e mucosas), angioedema (inchaço da derme) e hipotensão (pressão arterial abaixo dos valores normais); Pirexia (febre) e arrepios.

Distúrbios do metabolismo e nutrição

Hiperglicemia (aumento da glicemia no sangue).

Distúrbios cutâneos e tecido subcutâneo

Erupções cutâneas.

Distúrbios gerais e do local da administração

Reações no local de injeção, incluindo, flebite (Inflamação da parede interna de uma veia) e eritema (coloração avermelhada da pele).

Outras Reações Adversas

Outras reações adversas notificadas envolvendo solução de glicose injetável incluem:

Hiponatremia (diminuição de sódio no sangue), que pode ser sintomático.

Para solução de glicose 10% e 50%:

Tromboflebite (Estado em que a inflamação da parede da veia precede a formação de trombo) no local de infusão (associado comsoluções Hiperosmolares).

As reações adversas notificadas com a nutrição parenteral para o qual o componente glicose pode desempenhar um papel causal ou contributivo incluem:
  • <li>Insufici&#xEA;ncia do f&#xED;gado, cirrose e, fibrose do f&#xED;gado, colestase, esteatose do f&#xED;gado, bilirrubina sangu&#xED;nea, aumento das enzimas do f&#xED;gado, aumento da colecistite (inflama&#xE7;&#xE3;o aguda da ves&#xED;cula biliar), colelit&#xED;ase (forma&#xE7;&#xE3;o de c&#xE1;lculos no interior da ves&#xED;cula biliar).</li> <li>Precipitados vasculares nos pulm&#xF5;es.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe tambéma empresa do seu serviço de atendimento.

População Especial

Uso em crianças

Um estudo placebo-controlado realizado em mulheres saudáveis, que se encontravam em estagio final de gestação, verificou que a administração de 100g de glicose uma hora antes do fim da gestação, não provocou nenhum efeito adverso nos níveis ácido-base do feto. Os fetos com malformação foram excluídos. Entretanto,&nbsp;os autores advertiram que, em concentrações de glicose mais elevadas na mãe (como pode ser encontrado em grávidas diabéticas), mudanças consistentes na acidose metabólica fetal, podem ocorrer, e que o teste da tolerância da glicose pode também ser perigoso aos fetos com retardo do crescimento.

O cuidado deve ser exercitado no tratamento dos neonatos, especialmente os recém-nascidos precoces, cuja função dos rins pode estar imatura e cuja habilidade de excretar cargas do liquido e do soluto pode estar limitada.

A taxa e o volume de infusão dependem da idade, do peso, das condições clinicas e metabólicas do paciente, bem como da terapia concomitante e deve ser determinado por um médico com experiência em terapia pediátrica de fluidos intravenosos.

Problemas relacionados coma glicemia empacientes pediátricos

Recém-nascidos, especialmente aqueles que nasceram prematuros e com baixo peso, estão em maior risco de desenvolver hipo ou hiperglicemia (diminuição ou aumento da glicemia no sangue). É necessário um monitoramento cuidadoso durante o tratamento com soluções de glicose intravenosas para garantir o controle glicêmico adequado, para evitar possíveis efeitos adversos em longo prazo.

Hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) no recém-nascido pode causar:
  • <li>Convuls&#xF5;es prolongadas.</li> <li>Coma.</li> <li>Les&#xE3;o no c&#xE9;rebro.</li>
Hiperglicemia tem sido associada com:
  • <li>Les&#xE3;o cerebral, incluindo sangramento intraventricular.</li> <li>Infec&#xE7;&#xE3;o de bact&#xE9;rias e fungos de in&#xED;cio tardio.</li> <li>Retinopatia da prematuridade (doen&#xE7;a da retina).</li> <li>Enterocolite necrosante (Inflama&#xE7;&#xE3;o do intestino delgado e grosso).</li> <li>Aumento da necessidade de oxig&#xEA;nio.</li> <li>Tempo de interna&#xE7;&#xE3;o prolongado.</li> <li>Morte.</li>
Problemas relacionados coma hiponatremia (diminuição de sódio no sangue) empacientes pediátricos
  • <li>Crian&#xE7;as (incluindo rec&#xE9;m-nascidos e crian&#xE7;as mais velhas) est&#xE3;o em maior risco de desenvolver hiponatremia hiposm&#xF3;tica, bem como de desenvolver encefalopatia hiponatr&#xEA;mica.</li> <li>Hiponatremia hiposm&#xF3;tica pode levar a dores de cabe&#xE7;a, n&#xE1;useas, convuls&#xF5;es, sonol&#xEA;ncia, coma, incha&#xE7;o cerebral e morte, por conseguinte, encefalopatia hiponatremica com sintoma aguda &#xE9; considerada uma emerg&#xEA;ncia m&#xE9;dica.</li> <li>Concentra&#xE7;&#xF5;es de eletr&#xF3;litos do plasma devem ser cuidadosamente monitoradas para a popula&#xE7;&#xE3;o pedi&#xE1;trica (em crian&#xE7;as).</li> <li>Corre&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de hiponatremia hiposm&#xF3;tico &#xE9; potencialmente perigosa (risco de complica&#xE7;&#xF5;es neurol&#xF3;gicas graves). Dosagem, taxa e dura&#xE7;&#xE3;o da administra&#xE7;&#xE3;o devem ser determinadas por um m&#xE9;dico experiente terapia pedi&#xE1;trica de fluidos intravenosos.</li>

Uso em idosos

No geral, a seleção da dose para um paciente idoso devera ser mais criteriosa. Sabe-se que estas drogas são excretadas substancialmente pelos rins, e o risco de reações tóxicas das soluções de glicose pode ser maior nos pacientes com função renal comprometida. Os pacientes idosos são mais prováveis de ter distúrbios no coração, no fígado, nos rins entre outros e terapias com medicamentos ao mesmo tempo. Por isso, cuidado deve ser tomado na seleção do tipo, dose, taxa e volume de infusão. Pode ser útil monitorar a função dos rins.

Gravidez e Amamentação

As soluções de glicose são usadas geralmente como líquidos de hidratação e como veículos para outras drogas. Estudos da reprodução animal não foram conduzidos com injeções de glicose.

Também não há fundamentação cientifica conclusiva de que as injeções de glicose causem dano fetal quando administradas a uma mulher grávida ou afetem a capacidade de reprodução.

Portanto, as injeções de glicose devem ser dadas as gestantes somente se realmente necessário. O médico deve considerar cuidadosamente o risco e benefício potencial para cada paciente antes da administração.

Estudos verificaram que quando administrada durante o trabalho de parto, a carga de glicose da mãe pode conduzir no feto, a hiperglicemia (aumento da glicose no sangue), a hiperinsulinemia (aumento da insulina no sangue), e a acidose do feto, com hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) no recém-nascido subsequente e icterícia (pigmentação amarelada da pele e mucosas). Outros estudos não encontraram nenhuma evidencia de tal efeito, especialmente se o feto é bem oxigenado, e relataram que o número dos pacientes incluídos emtais relatórios foi frequentemente pequeno e os critérios de seleção não homogêneos.

Infusão intravenosa de glicose intraparto materno pode resultar na produção de insulina no feto, com um risco associado de aumento da glicose no sangue do feto e acidose metabólica, bem como a hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) de rebote no recém-nascido.

Categoria “C” de risco na gravidez.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Capacidade de operar e dirigir máquinas

Não há efeitos conhecidos na capacidade de dirigir automóveis ou operar máquinas pesadas.

Qual a composição do Glicose - Baxter?

Apresentações

Solução injetável.

Glicose monoidratada 5%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 100, 250, 500 ou 1000mL.

Glicose monoidratada 10%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 250 ou 500mL.

Glicose monoidratada 50%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 1000mL.

Via intravenosa.

Uso adulto e pediátrico.

Composição

Cada 100 mL de solução de glicose 5% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">4,5g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/produtos-hospitalares/agua-para-injetaveis-diluentes/c\" target=\"_blank\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis</a> q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 5,0g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

170 Kcal/L.

Osmolaridade:

252mOsm/L.

pH:

3,5 – 6,5.

Cada 100 mL de solução de glicose 10% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">9g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 10,0g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

340 Kcal/L.

Osmolaridade:

505mOsm/L.

pH:

3,5 – 6,5.

Cada 100 mL de solução de glicose 50% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p></td></tr></tbody></table>"],"rows":[]}}

500mg/mL, caixa com 1 bolsa de sistema fechado com 1000mL de solução de uso intravenoso (embalagem hospitalar)

Princípio ativo
:
Glicose
Classe Terapêutica
:
Soluções Carbohidratos <10%
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Dispensação Sob Prescrição Médica Restrito a Hospitais)
Categoria
:
Reidratantes
Especialidade
:
Endocrinologia

Bula do medicamento

Glicose - Baxter, para o que é indicado e para o que serve?

Este medicamento é usado como fonte de água, calorias e diurese osmótica. Este medicamento é usado em casos de desidratação, reposição de calorias, nas hipoglicemias (diminuição da glicemia no sangue) (diminuição de glicose no sangue) e como veículo para diluição de medicamentos compatíveis. A solução de glicose 5% é frequentemente a concentração empregada na redução de fluido, sendo usualmente administrada através de uma veia periférica. Já as soluções de glicose de concentrações mais elevadas, como a glicose 10%, por serem hiperosmóticas, são usadas geralmente como uma fonte de carboidratos. Desta maneira, a glicose é a fonte preferida de carboidratos em regimes parenterais de nutrição, sendo frequentemente usada também em soluções de re-hidratação para prevenção e/ou tratamento da desidratação (diminuição de água no corpo), ocasionada pela diarreia.

Exclusivo Glicose 10% e 50%

As soluções injetáveis de glicose, nas concentrações hipertônicas (concentração acima de 5% de glicose) são indicadas como componente calórico em um regime de nutrição parenteral.

Essas soluções, quando associadas a uma fonte apropriada de proteína (nitrogênio), são usadas na prevenção da perda de nitrogênio ou no tratamento de balanço negativo de nitrogênio para pacientes onde:
  • <li>O trato alimentar n&#xE3;o pode ou n&#xE3;o deve ser usado;</li> <li>A absor&#xE7;&#xE3;o gastrointestinal de prote&#xED;na esta prejudicada, ou;</li> <li>Os requisitos metab&#xF3;licos para <a href="https://minutosaudavel.com.br/proteinas/" rel="noopener" target="_blank">prote&#xED;nas</a> est&#xE3;o substancialmente aumentados, como no caso de <a href="https://minutosaudavel.com.br/queimaduras/" rel="noopener" target="_blank">queimaduras</a> extensas.</li>

Como o&nbsp;Glicose Baxter funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>As solu&#xE7;&#xF5;es injet&#xE1;veis de glicose s&#xE3;o est&#xE9;reis e sem pirog&#xEA;nios e usadas no restabelecimento de fluido e suprimento cal&#xF3;rico. A glicose &#xE9; um nutriente facilmente metabolizado pelo organismo para fornecimento de energia, dispensando em alguns casos o uso de lip&#xED;dios e prote&#xED;nas como fontes de energia, evitando, assim, acidose e cetose resultantes de seus metabolismos. A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; &#xFA;til como fonte de &#xE1;gua e calorias e &#xE9; capaz de induzir diurese dependendo das condi&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas do paciente. As solu&#xE7;&#xF5;es de glicose em concentra&#xE7;&#xF5;es isot&#xF4;nicas (solu&#xE7;&#xE3;o parenteral de glicose 5%) s&#xE3;o adequadas para manuten&#xE7;&#xE3;o das necessidades de &#xE1;gua quando o s&#xF3;dio n&#xE3;o &#xE9; necess&#xE1;rio ou deve ser evitado.</p> <p>A glicose &#xE9; metabolizada atrav&#xE9;s do acido pir&#xFA;vico ou l&#xE1;tico em di&#xF3;xido de carbono e &#xE1;gua com libera&#xE7;&#xE3;o de energia. A glicose &#xE9; usada, distribu&#xED;da e estocada nos tecidos. Todas as c&#xE9;lulas do corpo s&#xE3;o capazes de oxidar a glicose, sendo a mesma a principal fonte de energia no metabolismo celular.</p> <p>Uma vez dentro da c&#xE9;lula, a glicose &#xE9; prontamente fosforilada, formando a glicose-6-fosfato, que logo se polimeriza em glicog&#xEA;nio, ou &#xE9; catabolizada. A glicose pode ainda ser convertida em gordura, atrav&#xE9;s da AcetilCoA. Requer, por isso, constante equil&#xED;brio entre as necessidades metab&#xF3;licas do organismo e a sua oferta.</p> <p>A glicose atinge o seu pico plasm&#xE1;tico 40 minutos ap&#xF3;s sua administra&#xE7;&#xE3;o em pacientes hiperglic&#xEA;micos (aumento da glicemia no sangue).</p> "}

Quais as contraindicações do Glicose - Baxter?

Este medicamento não deve ser usado em administrações juntamente com a infusão de sangue devido a possibilidade de coagulação.

A solução de glicose não deve ser usado nas seguintes situações:

Hiper-hidratação (aumento de água no corpo), hiperglicemia (aumento da glicemia no sangue), diabetes, acidose, desidratação hipotônica, hipocalemia (quantidade abaixo do normal de potássio no sangue) e hipersensibilidade ao produto.

O uso de solução de glicose hipertônica (concentração acima de 5% de glicose) é contra indicado em pacientes com hemorragia intracraniana ou intra-espinhal, delirium tremens em pacientes desidratados, síndrome de má absorção glicose-galactose e aos pacientes com hipersensibilidade a produtos derivados de milho.

As soluções de glicose não devem ser administradas em pacientes com insuficiência renal e após ataque isquêmico (infartos ou acidentes vasculares cerebrais).

Como usar o Glicose - Baxter?

A solução somente deve ter uso intravenoso e individualizado. Solução de uso único. Descartar qualquer porção não utilizada da solução.

A dosagem e a taxa de infusão devem ser determinadas por um medico e é dependente da idade, do peso, das condições clinicas e metabólicas do paciente, bem como da terapia concomitante e das determinações em laboratório. Em pacientes pediátricos, consultar o médico com experiência em terapia pediátrica de fluidos intravenosos.

Antes de serem administradas as soluções parenterais devem ser inspecionadas visualmente para se observar a presença de partículas, turvação na solução, fissuras e quaisquer violações na embalagem primaria. Não administrar a solução se a mesma não estiver límpida e os selos intactos.

A solução é acondicionada em bolsas plásticas flexíveis Viaflex em Sistema Fechado&nbsp;para administração intravenosa usando equipo estéril.

Atenção: não usar embalagens primárias em conexões em serie. Tal procedimento pode causar embolia gasosa devido ao ar residual aspirado da primeira embalagem antes que a administração de fluido da segunda embalagemseja completada.

A pressurização da bolsa contendo a solução para aumentar a taxa de fluxo pode resultar na embolia gasosa, se o ar residual no recipiente não estiver totalmente evacuado antes da administração.

A utilização de um equipo de administração intravenoso com entrada de ar, com a abertura na posição aberta, pode resultar em embolia gasosa. Os equipos de administração intravenosos com entrada de ar, com a abertura na posição aberta, não devemser utilizados com recipientes de plástico flexíveis.

A suplementação de eletrólitos pode ser indicada de acordo com as necessidades clínicas do paciente.

A utilização de um filtro em linha é recomendada durante a administração de todas as soluções parenterais sempre que possível.

A administração de soluções hiperosmolares podemcausar irritação venosa e flebite.

Não perfurar a embalagem, pois há comprometimento da esterilidade do produto e risco de contaminação.

Para a solução de glicose 10% e 50%

A osmolaridade de uma solução de infusão final misturada deve ser levada em conta quando a administração periférica é considerada. Deve ser considerado um aumento gradual da taxa de fluxo quando se inicia a administração de produtos contendo glicose.

Para a solução de glicose 50%

Como indicado em uma base individual, as vitaminas, os oligoelementos e outros componentes (incluindo aminoácidos e lipídios) podem ser adicionados ao regime parenteral para atender as necessidades de nutrientes e prevenir deficiências e complicações de desenvolvimento.

Diluir a solução de glicose antes da utilização a uma concentração que irá, quando administrada com um aminoácido (nitrogênio) fonte, resultar em uma caloria apropriada para uma proporção de nitrogênio e a uma osmolaridade de acordo coma via de administração.

Para reduzir o risco de hipoglicemia, após a interrupção, um decréscimo gradual na velocidade de fluxo, antes de parar a infusão deve ser considerado.

Para abrir

Segurar o invólucro protetor (sobrebolsa) com ambas as mãos, rasgando-o no sentido do picote, de cima para baixo, e retirar a bolsa contendo solução. Pequenas gotículas entre a bolsa e a sobrebolsa podem estar presentes e é característica do produto e processo produtivo. Alguma opacidade do plástico da bolsa pode ser observada devido ao processo de esterilização. Isto é normal e não afeta a qualidade ou segurança da solução. A opacidade irá diminuir gradualmente.

Verificar se existem vazamentos mínimos comprimindo a embalagem primária com firmeza.

Se for observado vazamento de solução descartar a bolsa, pois a sua esterilidade pode estar comprometida.

No preparo e administração das soluções parenterais, devem ser seguidas as recomendações da Comissão de Controle de Infecção em Serviços de Saúde quanto a desinfecção do ambiente e de superfícies, higienização das mãos, uso de EPIs e desinfecção de ampolas, frascos, pontos de adição dos medicamentos e conexões das linhas de infusão.

Nota: Manter a bolsa em seu invólucro protetor (sobrebolsa) até o momento do uso.

Após a abertura da sobrebolsa, a solução deve ser utilizada em:
  • <li>15 dias para bolsas de 50 mL e 100 mL.</li> <li>30 dias para bolsas de 250 mL, 500 mL e 1000 mL.</li>

Preparação para Administração

{"tag":"ol","value":" <li>Remover o protetor do tubo de sa&#xED;da da solu&#xE7;&#xE3;o no fundo da embalagem.</li> <li>Fazer a assepsia da embalagem prim&#xE1;ria utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Suspender a embalagem pela al&#xE7;a de sustenta&#xE7;&#xE3;o.</li> <li>Conectar o equipo de infus&#xE3;o da solu&#xE7;&#xE3;o. Consultar as instru&#xE7;&#xF5;es de uso do equipo.</li> <li>Administrar a solu&#xE7;&#xE3;o, por gotejamento cont&#xED;nuo, conforme prescri&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica.</li> "}

Se for necessária medicação suplementar, seguir as instruções descritas a seguir antes de preparar a bolsa para administração.

Para adição de medicamentos

Ao introduzir medicamentos aditivos, utilizar técnica asséptica.

Atenção: Verificar se há incompatibilidade entre o medicamento e a solução e, quando for o caso, se há incompatibilidade entre os medicamentos. Medicamentos incompatíveis com a solução de glicose não devem ser utilizados. Ao introduzir medicamentos aditivos, a bula do medicamento a ser adicionado e outras literaturas relevantes devem ser consultadas. Antes de adicionar um medicamento, verificar também se ele é solúvel e estável em água ao pH da solução de glicose.

Apenas as embalagens que possuem dois sítios, um sítio para o equipo e um sítio próprio para a administração de medicamentos, poderão permitir a adição de medicamentos nas soluções parenterais.

Para administração de medicamentos antes da administração da solução parenteral:
{"tag":"ol","value":" <li>Preparar a superf&#xED;cie do tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico fazendo sua assepsia utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Utilizando seringa com agulha calibre 19 a 22 ga, perfurar o tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico que fecha o tubo e injetar.</li> <li>Misturar completamente a solu&#xE7;&#xE3;o com o medicamento.</li> <li>Para medicamentos com alta densidade, como por exemplo, a solu&#xE7;&#xE3;o de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloreto-de-potassio/bula\" target=\"_blank\">cloreto de pot&#xE1;ssio</a>, pressionar o tubo de medica&#xE7;&#xE3;o enquanto o mesmo estiver na perpendicular e misturar completamente.</li> <li>P&#xF3;s liofilizados devem ser reconstitu&#xED;dos/suspendidos no diluente est&#xE9;ril e apirog&#xEA;nico adequado antes de ser adicionados a solu&#xE7;&#xE3;o parenteral.</li> "}

Para administração de medicamentos durante a administração da solução parenteral:
{"tag":"ol","value":" <li>Fechar a <a href=\"https://consultaremedios.com.br/maquiagem/acessorios/pinca/c\" target=\"_blank\">pin&#xE7;a</a> do equipo de infus&#xE3;o.</li> <li>Preparar a superf&#xED;cie do tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico fazendo sua assepsia utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Utilizando seringa com agulha calibre 19 a 22 ga, perfurar o tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico que fecha o tubo e injetar.</li> <li>Remover a bolsa do suporte e/ou colocar na posi&#xE7;&#xE3;o vertical com os tubos para cima.</li> <li>Esvaziar ambos os tubos apertando-os enquanto a bolsa estiver com os tubos para cima.</li> <li>Misturar completamente a solu&#xE7;&#xE3;o com medicamento.</li> <li>Retornar a bolsa a posi&#xE7;&#xE3;o de infus&#xE3;o e prosseguir a administra&#xE7;&#xE3;o.</li> "}

Após a adição do medicamento, verificar possível alteração de cor da solução e/ou presença de precipitados, complexos insolúveis ou cristais.

Nota: Não armazenar as soluções parenterais adicionadas de medicamentos.

&nbsp;

Posologia do&nbsp;Glicose Baxter

{"tag":"hr","value":" <p>O preparo e administra&#xE7;&#xE3;o da solu&#xE7;&#xE3;o parenteral deve obedecer a prescri&#xE7;&#xE3;o, precedida de criteriosa avalia&#xE7;&#xE3;o, pelo farmac&#xEA;utico, da compatibilidade f&#xED;sico-qu&#xED;mica e da intera&#xE7;&#xE3;o medicamentosa que possam ocorrer entre os seus componentes.</p> <p>A dose de glicose &#xE9; vari&#xE1;vel e dependente das necessidades do paciente. As concentra&#xE7;&#xF5;es de glicose no plasma devem ser monitoradas, a taxa m&#xE1;xima que pode ser infundida sem causar glicos&#xFA;ria (presen&#xE7;a de glicose na urina) e 0,5 g/kg de peso corporal/hora.</p> <p>No entanto, o ideal &#xE9; que a solu&#xE7;&#xE3;o de glicose intravenosa seja fornecida em uma taxa de aproximadamente a 7 mg/kg/minuto.</p> <p>O uso da solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; indicado para corre&#xE7;&#xE3;o de hipoglicemia (diminui&#xE7;&#xE3;o da glicemia no sangue) <a href=\"https://consultaremedios.com.br/infantil/c\" target=\"_blank\">infantil</a>, podendo ser utilizada emnutri&#xE7;&#xE3;o parenteral de crian&#xE7;as.</p> <p>A dose e a taxa de infus&#xE3;o intravenosa de glicose devem ser selecionadas com cuidado em pacientes pedi&#xE1;tricos, particularmente nos rec&#xE9;m-nascidos e nas crian&#xE7;as com baixo peso ao nascer porque aumenta o risco de hiperglicemia/hipoglicemia (aumento/diminui&#xE7;&#xE3;o da glicemia no sangue).</p> <p>A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose 5% pode ser administrada em pacientes diab&#xE9;ticos, mesmo em coma, por&#xE9;m, &#xE9; fundamental o controle adequado da cetose e, se necess&#xE1;rio, deve-se recorrer a administra&#xE7;&#xE3;o de insulina.</p> <p>A avalia&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica e as determina&#xE7;&#xF5;es laboratoriais peri&#xF3;dicas s&#xE3;o necess&#xE1;rias para monitorar mudan&#xE7;as em concentra&#xE7;&#xF5;es da glicose e do eletr&#xF3;lito do sangue, e o balan&#xE7;o do l&#xED;quido e de eletr&#xF3;litos durante a terapia parenteral prolongada ou sempre que a condi&#xE7;&#xE3;o do paciente permitir tal avalia&#xE7;&#xE3;o.</p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Glicose - Baxter?

Deve-se considerar para fins de administração, dados clínicos e laboratoriais, como níveis de glicose e glicose na urina. Outro aspecto refere-se a suspensão abrupta de tratamentos prolongados, condição em que se elevam os níveis de insulina circulante, podendo desencadear uma hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) momentânea pós-suspensão.

Deve-se ter cuidado também com a administração prolongada ou a infusão rápida de grandes volumes de soluções isosmóticas, devido a possível ocorrência de inchaço pulmonar, hipopotassemia (quantidade abaixo do normal de potássio no sangue), hiper-hidratação e intoxicação hídrica, ocasionados pelo aumento do volume do liquido extracelular.

A monitoração frequente de concentrações de glicose, de eletrólitos particularmente de potássio no plasma faz-se necessário antes, durante e após a administração da solução de glicose.

A solução de glicose não deve ser usada como diluente para o sangue, pois causa aglutinação dos eritrócitos e, provavelmente, hemólise (destruição dos glóbulos vermelhos do sangue). Da mesma maneira, as soluções de glicose sem eletrólitos não devem ser administradas ao mesmo tempo com a infusão de sangue devido da possibilidade de coagulação.

A monitoração frequente de concentrações de glicose no plasma é necessária quando a glicose intravenosa é administrada em pacientes crianças, particularmente nos recém-nascidos e nas crianças com baixo peso ao nascer devido ao risco aumentado de hiperglicemia/hipoglicemia (aumento/diminuição da glicemia no sangue).

A administração excessiva ou rápida da solução de glicose neste tipo de paciente pode causar aumento da osmolaridade do soro e umpossível sangramento intracerebral.

Agir com precaução no fornecimento de carboidratos na presença de acidose por lactato, e também nos pacientes com hipervolemia (quantidade de sangue superior à normal), insuficiência dos rins, obstrução do intervalo urinário ou descompensarão cardíaca eminente.

As soluções injetáveis de glicose devem ser usadas com cuidado em pacientes com Diabetes mellitus subclinica ou evidente, ou intolerância a carboidratos, bem como em lactentes de mães diabéticas.

A administração de soluções de glicose deve ser realizada com cautela em pacientes diabéticos, pois uma infusão rápida pode causar hiperglicemia (aumento de glicose no sangue), assim como em pacientes mal nutridos com deficiência de tiamina, intolerância a carboidratos, septicemia (presença de germes ou substâncias sépticas no sangue). A administração intravenosa da glicose aos pacientes com deficiência de tiamina e outras vitaminas do complexo B pode precipitar o desenvolvimento da encefalopatia de Wernicke.

As soluções de glicose não devem ser administradas em pacientes com insuficiência dos rins e após ataque isquêmico.

Reações de Hipersensibilidade

  • <li>Rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade/infus&#xE3;o, incluindo rea&#xE7;&#xF5;es anafil&#xE1;ticas/anafilact&#xF3;ides t&#xEA;m sido reportadas com solu&#xE7;&#xE3;o de glicose 5 e 10%.</li> <li>A infus&#xE3;o deve ser imediatamente interrompida se quaisquer sinais ou sintomas de uma rea&#xE7;&#xE3;o suspeita de hipersensibilidade se desenvolver. Medidas terap&#xEA;uticas adequadas devem ser institu&#xED;das conforme clinicamente indicadas.</li> <li>As solu&#xE7;&#xF5;es que cont&#xEA;m glicose devem ser usadas com cautela em pacientes com alergia conhecida a milho ou produtos derivados de milho.</li>

Diluição e outros efeitos emeletrólitos séricos

Dependendo do volume e taxa de infusão e, dependendo da condição clínica do paciente e sua capacidade de metabolizar a glicose, a administração intravenosa de glicose pode causar:

  • <li>Hiperosmolaridade (aumento da osmolaridade), diurese (produ&#xE7;&#xE3;o de urina pelo rim) e desidrata&#xE7;&#xE3;o osm&#xF3;tica.</li> <li>Hiposmolaridade (diminui&#xE7;&#xE3;o da osmolaridade).</li>
Distúrbios hidroeletrolíticos, como:
  • <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/hiponatremia/" rel="noopener" target="_blank">Hiponatremia</a> (diminui&#xE7;&#xE3;o de s&#xF3;dio no sangue).</li> <li>Hipocalemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de pot&#xE1;ssio no sangue).</li> <li>Hipofosfatemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de f&#xF3;sforo no sangue).</li> <li>Hipomagnesemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de magn&#xE9;sio no sangue).</li> <li>Hiper-hidrata&#xE7;&#xE3;o/hipervolemia e, por exemplo, estado congestivo, incluindo congest&#xE3;o pulmonar e incha&#xE7;o.</li>

Os efeitos acima não só resultam da administração de fluido livre de eletrólitos, mas também da administração de glicose.

Além destes:

Um aumento na concentração de glicose no soro é associado com um aumento da osmolaridade do soro.

Diurese osmótica associada com hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) pode causar ou contribuir para o desenvolvimento de desidratação e de perdas de eletrólitos.

A hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) também provoca um desvio intracelular de água, levando a uma diminuição das concentrações de sódio extracelular e hiponatremia (diminuição de sódio no sangue).

Uma vez que a glicose na solução de glicose é metabolizada, a infusão de solução de glicose corresponde ao aumento da carga de água livre do corpo, possivelmente levando à hiponatremia hiposmótica.

Hiponatremia hiposmótica pode levar a dores de cabeça, náuseas, convulsões, sonolência, coma, inchaço cerebral e morte. Encefalopatia hiponatrêmica sintomática aguda é considerada uma emergência médica.

O risco para o desenvolvimento de hiponatremia hiposmótica é aumentada, por exemplo:
  • <li>Em crian&#xE7;as.</li> <li>Em pacientes idosos.</li> <li>Em mulheres.</li> <li>P&#xF3;s-operat&#xF3;rio.</li> <li>Em pessoas com sede psicog&#xEA;nica.</li>
O risco de desenvolver encefalopatia como uma complicação de hiponatremia hiposmótica é aumentada, por exemplo:
  • <li>Em pacientes pedi&#xE1;tricos (&#x2264; 16 anos de idade).</li> <li>Em mulheres (em particular, as mulheres na pr&#xE9;-menopausa).</li> <li>Em pacientes com hipoxemia (diminui&#xE7;&#xE3;o da concentra&#xE7;&#xE3;o de oxig&#xEA;nio no sangue).</li> <li>Em pacientes com doen&#xE7;a do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/c" target="_blank">sistema nervoso central</a> subjacente.</li>

Avaliação clínica e determinações laboratoriais periódicas podem ser necessárias para monitorar as alterações no equilíbrio de fluidos, eletrólitos e equilíbrio ácido-base durante a terapia parenteral prolongada ou sempre que o estado do paciente ou a taxa de administração requeiram tal avaliação.

O cuidado especial é recomendado em pacientes com risco aumentado de distúrbios de água e eletrólitos que podem ser agravados por: aumento da carga de água livre, hiperglicemia ou administração de insulina eventualmente exigida.

Medidas preventivas e corretivas devem ser instituídas conforme clinicamente indicadas.

Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue)

  • <li>A administra&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de solu&#xE7;&#xF5;es de glicose pode produzir hiperglicemia substancial e uma s&#xED;ndrome hiperosmolar (aumento da osmolaridade).</li> <li>A fim de evitar a hiperglicemia, a taxa de perfus&#xE3;o n&#xE3;o deve exceder &#xE0; capacidade do paciente em metabolizar a glicose.</li> <li>Para reduzir o risco de complica&#xE7;&#xF5;es associadas &#xE0; hiperglicemia, a taxa de infus&#xE3;o deve ser ajustada e/ou insulina administrada, se os n&#xED;veis de glicose no sangue forem superiores aos n&#xED;veis considerados aceit&#xE1;veis para o paciente individualmente.</li>
A solução de glicose intravenosa deve ser administrada com precaução em pacientes com:
  • <li>Toler&#xE2;ncia &#xE0; glicose debilitada (tal como na diabetes<em> mellitu</em>s, disfun&#xE7;&#xE3;o renal, ou na presen&#xE7;a de sepsia, trauma, ou choque).</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/desnutricao/" rel="noopener" target="_blank">Desnutri&#xE7;&#xE3;o</a> grave (risco de precipitar uma s&#xED;ndrome de realimenta&#xE7;&#xE3;o).</li> <li>Defici&#xEA;ncia de tiamina, por exemplo, em pacientes com <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alcoolismo/c" target="_blank">alcoolismo</a> cr&#xF4;nico (risco de acidose l&#xE1;ctica grave devido &#xE0; metaboliza&#xE7;&#xE3;o oxidativa prejudicada de piruvato).</li> <li>Dist&#xFA;rbios de &#xE1;gua e eletr&#xF3;litos que podem ser agravados pelo aumento da glicose e/ou carga de &#xE1;gua livre.</li>
Outros grupos de pacientes em que a solução de glicose deve ser cuidadosa:
  • <li>Pacientes com <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/acidente-vascular-cerebral/c" target="_blank">acidente vascular cerebral</a> isqu&#xEA;mico. Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) tem comprometido no aumento da les&#xE3;o cerebral isqu&#xEA;mica e prejudica a recupera&#xE7;&#xE3;o ap&#xF3;s o acidente vascular cerebral isqu&#xEA;mico agudo.</li> <li>Pacientes com les&#xE3;o cerebral traum&#xE1;tica grave (em particular durante as primeiras 24 horas ap&#xF3;s o trauma).</li> <li>Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) precoce tem sido associada a maus resultados em pacientes com ftraumatismo cranioencef&#xE1;lico grave.</li> <li>Rec&#xE9;m-nascidos.</li>

Administração intravenosa prolongada de glicose e hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) associada pode resultar na diminuição da taxa de secreção de insulina estimulada pela glicose.

Síndrome de realimentação

Pacientes gravemente subnutridos podem resultar na síndrome de realimentação, que é caracterizada pelo deslocamento de potássio, fósforo e magnésio intracelularmente e o paciente torna se anabólico. A deficiência de tiamina e retenção de líquidos também podem se desenvolver. Monitoramento cuidadoso e aumento do consumo de nutrientes lentamente, evitando superalimentação, podem prevenir essas complicações.

Exclusivo Glicose 50%

Distúrbios hepáticos

Distúrbios hepatobiliares incluindo colestase, esteatose hepática, fibrose e cirrose, possivelmente levando à insuficiência hepática, bem como colecistite e colelitíase são conhecidos por se desenvolverem em alguns pacientes em nutrição parenteral. A etiologia desses distúrbios é provavelmente multifatorial e pode diferir entre pacientes. Os pacientes que desenvolvem parâmetros laboratoriais anormais ou outros sinais de distúrbios hepatobiliares devem ser avaliados no início por um médico experiente em doenças do fígado, a fim de identificar possíveis causadores e fatores contribuintes e possíveis intervenções terapêuticas e profiláticas.

Infecção do cateter e sepse

Infecção e sepse podem ocorrer como resultado do uso de cateteres intravenosos para administrar soluções parenterais, falta de manutenção de cateteres ou soluções contaminadas.

Imunossupressão e outros fatores, como a hiperglicemia, a desnutrição e/ou seu estado de doença subjacente podem predispor o paciente a complicações infecciosas.

Cuidados sintomáticos e monitoramento laboratorial de febre/calafrios, leucocitose, complicações técnicas como dispositivo de acesso e hiperglicemia podem ajudar a reconhecer infecções precoces.

A ocorrência de complicações sépticas pode ser diminuída com técnica asséptica na colocação do cateter, manutenção, bemcomo a técnica asséptica empreparação da solução nutricional.

Precipitados

Precipitados vasculares pulmonares têm sido relatados em pacientes recebendo nutrição parenteral. Em alguns casos, ocorreram resultados fatais. Adição excessiva de cálcio e de fosfato aumenta o risco da formação de precipitados de fosfato de cálcio.

Os precipitados foram relatados, mesmo na ausência de sal de fosfato na solução. Também tem sido relatada a precipitação distal para o filtro emlinha e suspeita de formação de precipitado na corrente sanguínea.

Em adição ao controle da solução, o equipo de infusão e o cateter devem também serem verificados periodicamente para precipitados.

Se ocorrerem sinais de desconforto pulmonar, a perfusão deve ser interrompida e avaliação médica iniciada.

Interações com medicamentos

Não são conhecidas interações medicamentosas ate o momento. Nenhum estudo foi conduzido pela Baxter Hospitalar Ltda.

Ambos os efeitos na glicose e efeitos no balanço de água e eletrólitos devem ser considerados quando a solução de glicose for utilizada em pacientes tratados com outras substâncias que afetam o controle da glicose no sangue, ou balanço de água e eletrólitos.

Para minimizar o risco de possíveis incompatibilidades da mistura das soluções de glicose com outras medicações que possam ser prescritas, deve ser verificada a presença de turbidez ou precipitação imediatamente após a mistura, antes e durante a administração. Em caso de dúvida, consulte um farmacêutico.

Atenção: Este medicamento contém açúcar (glicose), portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Glicose - Baxter?

As reações adversas podem ocorrer devido à solução ou a técnica de administração e incluem febre, infecção no ponto de injeção, trombose venosa ou flebite (Inflamação da parede interna de uma veia) irradiando-se a partir do ponto de injeção, extravasamento e hipervolemia. Se ocorrer reação adversa, suspender a infusão, avaliar o paciente, aplicar terapêutica corretiva apropriada e guardar o restante da solução para posterior investigação, se necessário.

Algumas destas reações podem ser devido aos produtos de degradação presentes após autoclavação. A infusão intravenosa pode conduzir ao desenvolvimento de distúrbios líquidos e eletrólitos incluindo a hipocalemia (diminuição de potássio no sangue), o hipomagnesemia (diminuição do magnésio no sangue), e a hipofosfatemia (diminuição do fosfato no sangue).

As reações Adversas listadas abaixo são baseadas em notificações pós-comercialização, listados por sistemas MedDRA (SOC), sempre que possível, por termo preferido e por ordem de gravidade.

Distúrbios do sistema imunológico

Reações de hipersensibilidade/infusão, incluindo anafiláticas/anafilactóides, incluindo reações com manifestações leves, como por exemplo, coceira e reações com manifestações graves, como por exemplo, broncoespasmo (contração do músculo dos brônquios), cianose (coloração azulada da pele e mucosas), angioedema (inchaço da derme) e hipotensão (pressão arterial abaixo dos valores normais); Pirexia (febre) e arrepios.

Distúrbios do metabolismo e nutrição

Hiperglicemia (aumento da glicemia no sangue).

Distúrbios cutâneos e tecido subcutâneo

Erupções cutâneas.

Distúrbios gerais e do local da administração

Reações no local de injeção, incluindo, flebite (Inflamação da parede interna de uma veia) e eritema (coloração avermelhada da pele).

Outras Reações Adversas

Outras reações adversas notificadas envolvendo solução de glicose injetável incluem:

Hiponatremia (diminuição de sódio no sangue), que pode ser sintomático.

Para solução de glicose 10% e 50%:

Tromboflebite (Estado em que a inflamação da parede da veia precede a formação de trombo) no local de infusão (associado comsoluções Hiperosmolares).

As reações adversas notificadas com a nutrição parenteral para o qual o componente glicose pode desempenhar um papel causal ou contributivo incluem:
  • <li>Insufici&#xEA;ncia do f&#xED;gado, cirrose e, fibrose do f&#xED;gado, colestase, esteatose do f&#xED;gado, bilirrubina sangu&#xED;nea, aumento das enzimas do f&#xED;gado, aumento da colecistite (inflama&#xE7;&#xE3;o aguda da ves&#xED;cula biliar), colelit&#xED;ase (forma&#xE7;&#xE3;o de c&#xE1;lculos no interior da ves&#xED;cula biliar).</li> <li>Precipitados vasculares nos pulm&#xF5;es.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe tambéma empresa do seu serviço de atendimento.

População Especial

Uso em crianças

Um estudo placebo-controlado realizado em mulheres saudáveis, que se encontravam em estagio final de gestação, verificou que a administração de 100g de glicose uma hora antes do fim da gestação, não provocou nenhum efeito adverso nos níveis ácido-base do feto. Os fetos com malformação foram excluídos. Entretanto,&nbsp;os autores advertiram que, em concentrações de glicose mais elevadas na mãe (como pode ser encontrado em grávidas diabéticas), mudanças consistentes na acidose metabólica fetal, podem ocorrer, e que o teste da tolerância da glicose pode também ser perigoso aos fetos com retardo do crescimento.

O cuidado deve ser exercitado no tratamento dos neonatos, especialmente os recém-nascidos precoces, cuja função dos rins pode estar imatura e cuja habilidade de excretar cargas do liquido e do soluto pode estar limitada.

A taxa e o volume de infusão dependem da idade, do peso, das condições clinicas e metabólicas do paciente, bem como da terapia concomitante e deve ser determinado por um médico com experiência em terapia pediátrica de fluidos intravenosos.

Problemas relacionados coma glicemia empacientes pediátricos

Recém-nascidos, especialmente aqueles que nasceram prematuros e com baixo peso, estão em maior risco de desenvolver hipo ou hiperglicemia (diminuição ou aumento da glicemia no sangue). É necessário um monitoramento cuidadoso durante o tratamento com soluções de glicose intravenosas para garantir o controle glicêmico adequado, para evitar possíveis efeitos adversos em longo prazo.

Hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) no recém-nascido pode causar:
  • <li>Convuls&#xF5;es prolongadas.</li> <li>Coma.</li> <li>Les&#xE3;o no c&#xE9;rebro.</li>
Hiperglicemia tem sido associada com:
  • <li>Les&#xE3;o cerebral, incluindo sangramento intraventricular.</li> <li>Infec&#xE7;&#xE3;o de bact&#xE9;rias e fungos de in&#xED;cio tardio.</li> <li>Retinopatia da prematuridade (doen&#xE7;a da retina).</li> <li>Enterocolite necrosante (Inflama&#xE7;&#xE3;o do intestino delgado e grosso).</li> <li>Aumento da necessidade de oxig&#xEA;nio.</li> <li>Tempo de interna&#xE7;&#xE3;o prolongado.</li> <li>Morte.</li>
Problemas relacionados coma hiponatremia (diminuição de sódio no sangue) empacientes pediátricos
  • <li>Crian&#xE7;as (incluindo rec&#xE9;m-nascidos e crian&#xE7;as mais velhas) est&#xE3;o em maior risco de desenvolver hiponatremia hiposm&#xF3;tica, bem como de desenvolver encefalopatia hiponatr&#xEA;mica.</li> <li>Hiponatremia hiposm&#xF3;tica pode levar a dores de cabe&#xE7;a, n&#xE1;useas, convuls&#xF5;es, sonol&#xEA;ncia, coma, incha&#xE7;o cerebral e morte, por conseguinte, encefalopatia hiponatremica com sintoma aguda &#xE9; considerada uma emerg&#xEA;ncia m&#xE9;dica.</li> <li>Concentra&#xE7;&#xF5;es de eletr&#xF3;litos do plasma devem ser cuidadosamente monitoradas para a popula&#xE7;&#xE3;o pedi&#xE1;trica (em crian&#xE7;as).</li> <li>Corre&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de hiponatremia hiposm&#xF3;tico &#xE9; potencialmente perigosa (risco de complica&#xE7;&#xF5;es neurol&#xF3;gicas graves). Dosagem, taxa e dura&#xE7;&#xE3;o da administra&#xE7;&#xE3;o devem ser determinadas por um m&#xE9;dico experiente terapia pedi&#xE1;trica de fluidos intravenosos.</li>

Uso em idosos

No geral, a seleção da dose para um paciente idoso devera ser mais criteriosa. Sabe-se que estas drogas são excretadas substancialmente pelos rins, e o risco de reações tóxicas das soluções de glicose pode ser maior nos pacientes com função renal comprometida. Os pacientes idosos são mais prováveis de ter distúrbios no coração, no fígado, nos rins entre outros e terapias com medicamentos ao mesmo tempo. Por isso, cuidado deve ser tomado na seleção do tipo, dose, taxa e volume de infusão. Pode ser útil monitorar a função dos rins.

Gravidez e Amamentação

As soluções de glicose são usadas geralmente como líquidos de hidratação e como veículos para outras drogas. Estudos da reprodução animal não foram conduzidos com injeções de glicose.

Também não há fundamentação cientifica conclusiva de que as injeções de glicose causem dano fetal quando administradas a uma mulher grávida ou afetem a capacidade de reprodução.

Portanto, as injeções de glicose devem ser dadas as gestantes somente se realmente necessário. O médico deve considerar cuidadosamente o risco e benefício potencial para cada paciente antes da administração.

Estudos verificaram que quando administrada durante o trabalho de parto, a carga de glicose da mãe pode conduzir no feto, a hiperglicemia (aumento da glicose no sangue), a hiperinsulinemia (aumento da insulina no sangue), e a acidose do feto, com hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) no recém-nascido subsequente e icterícia (pigmentação amarelada da pele e mucosas). Outros estudos não encontraram nenhuma evidencia de tal efeito, especialmente se o feto é bem oxigenado, e relataram que o número dos pacientes incluídos emtais relatórios foi frequentemente pequeno e os critérios de seleção não homogêneos.

Infusão intravenosa de glicose intraparto materno pode resultar na produção de insulina no feto, com um risco associado de aumento da glicose no sangue do feto e acidose metabólica, bem como a hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) de rebote no recém-nascido.

Categoria “C” de risco na gravidez.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Capacidade de operar e dirigir máquinas

Não há efeitos conhecidos na capacidade de dirigir automóveis ou operar máquinas pesadas.

Qual a composição do Glicose - Baxter?

Apresentações

Solução injetável.

Glicose monoidratada 5%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 100, 250, 500 ou 1000mL.

Glicose monoidratada 10%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 250 ou 500mL.

Glicose monoidratada 50%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 1000mL.

Via intravenosa.

Uso adulto e pediátrico.

Composição

Cada 100 mL de solução de glicose 5% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">4,5g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/produtos-hospitalares/agua-para-injetaveis-diluentes/c\" target=\"_blank\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis</a> q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 5,0g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

170 Kcal/L.

Osmolaridade:

252mOsm/L.

pH:

3,5 – 6,5.

Cada 100 mL de solução de glicose 10% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">9g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 10,0g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

340 Kcal/L.

Osmolaridade:

505mOsm/L.

pH:

3,5 – 6,5.

Cada 100 mL de solução de glicose 50% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">45g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 50g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

1710 Kcal/L.

50mg/mL, caixa com 1 bolsa de sistema fechado com 1000mL de solução de uso intravenoso (embalagem hospitalar)

Princípio ativo
:
Glicose
Classe Terapêutica
:
Soluções Carbohidratos <10%
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Dispensação Sob Prescrição Médica Restrito a Hospitais)
Categoria
:
Reidratantes
Especialidade
:
Endocrinologia

Bula do medicamento

Glicose - Baxter, para o que é indicado e para o que serve?

Este medicamento é usado como fonte de água, calorias e diurese osmótica. Este medicamento é usado em casos de desidratação, reposição de calorias, nas hipoglicemias (diminuição da glicemia no sangue) (diminuição de glicose no sangue) e como veículo para diluição de medicamentos compatíveis. A solução de glicose 5% é frequentemente a concentração empregada na redução de fluido, sendo usualmente administrada através de uma veia periférica. Já as soluções de glicose de concentrações mais elevadas, como a glicose 10%, por serem hiperosmóticas, são usadas geralmente como uma fonte de carboidratos. Desta maneira, a glicose é a fonte preferida de carboidratos em regimes parenterais de nutrição, sendo frequentemente usada também em soluções de re-hidratação para prevenção e/ou tratamento da desidratação (diminuição de água no corpo), ocasionada pela diarreia.

Exclusivo Glicose 10% e 50%

As soluções injetáveis de glicose, nas concentrações hipertônicas (concentração acima de 5% de glicose) são indicadas como componente calórico em um regime de nutrição parenteral.

Essas soluções, quando associadas a uma fonte apropriada de proteína (nitrogênio), são usadas na prevenção da perda de nitrogênio ou no tratamento de balanço negativo de nitrogênio para pacientes onde:
  • <li>O trato alimentar n&#xE3;o pode ou n&#xE3;o deve ser usado;</li> <li>A absor&#xE7;&#xE3;o gastrointestinal de prote&#xED;na esta prejudicada, ou;</li> <li>Os requisitos metab&#xF3;licos para <a href="https://minutosaudavel.com.br/proteinas/" rel="noopener" target="_blank">prote&#xED;nas</a> est&#xE3;o substancialmente aumentados, como no caso de <a href="https://minutosaudavel.com.br/queimaduras/" rel="noopener" target="_blank">queimaduras</a> extensas.</li>

Como o&nbsp;Glicose Baxter funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>As solu&#xE7;&#xF5;es injet&#xE1;veis de glicose s&#xE3;o est&#xE9;reis e sem pirog&#xEA;nios e usadas no restabelecimento de fluido e suprimento cal&#xF3;rico. A glicose &#xE9; um nutriente facilmente metabolizado pelo organismo para fornecimento de energia, dispensando em alguns casos o uso de lip&#xED;dios e prote&#xED;nas como fontes de energia, evitando, assim, acidose e cetose resultantes de seus metabolismos. A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; &#xFA;til como fonte de &#xE1;gua e calorias e &#xE9; capaz de induzir diurese dependendo das condi&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas do paciente. As solu&#xE7;&#xF5;es de glicose em concentra&#xE7;&#xF5;es isot&#xF4;nicas (solu&#xE7;&#xE3;o parenteral de glicose 5%) s&#xE3;o adequadas para manuten&#xE7;&#xE3;o das necessidades de &#xE1;gua quando o s&#xF3;dio n&#xE3;o &#xE9; necess&#xE1;rio ou deve ser evitado.</p> <p>A glicose &#xE9; metabolizada atrav&#xE9;s do acido pir&#xFA;vico ou l&#xE1;tico em di&#xF3;xido de carbono e &#xE1;gua com libera&#xE7;&#xE3;o de energia. A glicose &#xE9; usada, distribu&#xED;da e estocada nos tecidos. Todas as c&#xE9;lulas do corpo s&#xE3;o capazes de oxidar a glicose, sendo a mesma a principal fonte de energia no metabolismo celular.</p> <p>Uma vez dentro da c&#xE9;lula, a glicose &#xE9; prontamente fosforilada, formando a glicose-6-fosfato, que logo se polimeriza em glicog&#xEA;nio, ou &#xE9; catabolizada. A glicose pode ainda ser convertida em gordura, atrav&#xE9;s da AcetilCoA. Requer, por isso, constante equil&#xED;brio entre as necessidades metab&#xF3;licas do organismo e a sua oferta.</p> <p>A glicose atinge o seu pico plasm&#xE1;tico 40 minutos ap&#xF3;s sua administra&#xE7;&#xE3;o em pacientes hiperglic&#xEA;micos (aumento da glicemia no sangue).</p> "}

Quais as contraindicações do Glicose - Baxter?

Este medicamento não deve ser usado em administrações juntamente com a infusão de sangue devido a possibilidade de coagulação.

A solução de glicose não deve ser usado nas seguintes situações:

Hiper-hidratação (aumento de água no corpo), hiperglicemia (aumento da glicemia no sangue), diabetes, acidose, desidratação hipotônica, hipocalemia (quantidade abaixo do normal de potássio no sangue) e hipersensibilidade ao produto.

O uso de solução de glicose hipertônica (concentração acima de 5% de glicose) é contra indicado em pacientes com hemorragia intracraniana ou intra-espinhal, delirium tremens em pacientes desidratados, síndrome de má absorção glicose-galactose e aos pacientes com hipersensibilidade a produtos derivados de milho.

As soluções de glicose não devem ser administradas em pacientes com insuficiência renal e após ataque isquêmico (infartos ou acidentes vasculares cerebrais).

Como usar o Glicose - Baxter?

A solução somente deve ter uso intravenoso e individualizado. Solução de uso único. Descartar qualquer porção não utilizada da solução.

A dosagem e a taxa de infusão devem ser determinadas por um medico e é dependente da idade, do peso, das condições clinicas e metabólicas do paciente, bem como da terapia concomitante e das determinações em laboratório. Em pacientes pediátricos, consultar o médico com experiência em terapia pediátrica de fluidos intravenosos.

Antes de serem administradas as soluções parenterais devem ser inspecionadas visualmente para se observar a presença de partículas, turvação na solução, fissuras e quaisquer violações na embalagem primaria. Não administrar a solução se a mesma não estiver límpida e os selos intactos.

A solução é acondicionada em bolsas plásticas flexíveis Viaflex em Sistema Fechado&nbsp;para administração intravenosa usando equipo estéril.

Atenção: não usar embalagens primárias em conexões em serie. Tal procedimento pode causar embolia gasosa devido ao ar residual aspirado da primeira embalagem antes que a administração de fluido da segunda embalagemseja completada.

A pressurização da bolsa contendo a solução para aumentar a taxa de fluxo pode resultar na embolia gasosa, se o ar residual no recipiente não estiver totalmente evacuado antes da administração.

A utilização de um equipo de administração intravenoso com entrada de ar, com a abertura na posição aberta, pode resultar em embolia gasosa. Os equipos de administração intravenosos com entrada de ar, com a abertura na posição aberta, não devemser utilizados com recipientes de plástico flexíveis.

A suplementação de eletrólitos pode ser indicada de acordo com as necessidades clínicas do paciente.

A utilização de um filtro em linha é recomendada durante a administração de todas as soluções parenterais sempre que possível.

A administração de soluções hiperosmolares podemcausar irritação venosa e flebite.

Não perfurar a embalagem, pois há comprometimento da esterilidade do produto e risco de contaminação.

Para a solução de glicose 10% e 50%

A osmolaridade de uma solução de infusão final misturada deve ser levada em conta quando a administração periférica é considerada. Deve ser considerado um aumento gradual da taxa de fluxo quando se inicia a administração de produtos contendo glicose.

Para a solução de glicose 50%

Como indicado em uma base individual, as vitaminas, os oligoelementos e outros componentes (incluindo aminoácidos e lipídios) podem ser adicionados ao regime parenteral para atender as necessidades de nutrientes e prevenir deficiências e complicações de desenvolvimento.

Diluir a solução de glicose antes da utilização a uma concentração que irá, quando administrada com um aminoácido (nitrogênio) fonte, resultar em uma caloria apropriada para uma proporção de nitrogênio e a uma osmolaridade de acordo coma via de administração.

Para reduzir o risco de hipoglicemia, após a interrupção, um decréscimo gradual na velocidade de fluxo, antes de parar a infusão deve ser considerado.

Para abrir

Segurar o invólucro protetor (sobrebolsa) com ambas as mãos, rasgando-o no sentido do picote, de cima para baixo, e retirar a bolsa contendo solução. Pequenas gotículas entre a bolsa e a sobrebolsa podem estar presentes e é característica do produto e processo produtivo. Alguma opacidade do plástico da bolsa pode ser observada devido ao processo de esterilização. Isto é normal e não afeta a qualidade ou segurança da solução. A opacidade irá diminuir gradualmente.

Verificar se existem vazamentos mínimos comprimindo a embalagem primária com firmeza.

Se for observado vazamento de solução descartar a bolsa, pois a sua esterilidade pode estar comprometida.

No preparo e administração das soluções parenterais, devem ser seguidas as recomendações da Comissão de Controle de Infecção em Serviços de Saúde quanto a desinfecção do ambiente e de superfícies, higienização das mãos, uso de EPIs e desinfecção de ampolas, frascos, pontos de adição dos medicamentos e conexões das linhas de infusão.

Nota: Manter a bolsa em seu invólucro protetor (sobrebolsa) até o momento do uso.

Após a abertura da sobrebolsa, a solução deve ser utilizada em:
  • <li>15 dias para bolsas de 50 mL e 100 mL.</li> <li>30 dias para bolsas de 250 mL, 500 mL e 1000 mL.</li>

Preparação para Administração

{"tag":"ol","value":" <li>Remover o protetor do tubo de sa&#xED;da da solu&#xE7;&#xE3;o no fundo da embalagem.</li> <li>Fazer a assepsia da embalagem prim&#xE1;ria utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Suspender a embalagem pela al&#xE7;a de sustenta&#xE7;&#xE3;o.</li> <li>Conectar o equipo de infus&#xE3;o da solu&#xE7;&#xE3;o. Consultar as instru&#xE7;&#xF5;es de uso do equipo.</li> <li>Administrar a solu&#xE7;&#xE3;o, por gotejamento cont&#xED;nuo, conforme prescri&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica.</li> "}

Se for necessária medicação suplementar, seguir as instruções descritas a seguir antes de preparar a bolsa para administração.

Para adição de medicamentos

Ao introduzir medicamentos aditivos, utilizar técnica asséptica.

Atenção: Verificar se há incompatibilidade entre o medicamento e a solução e, quando for o caso, se há incompatibilidade entre os medicamentos. Medicamentos incompatíveis com a solução de glicose não devem ser utilizados. Ao introduzir medicamentos aditivos, a bula do medicamento a ser adicionado e outras literaturas relevantes devem ser consultadas. Antes de adicionar um medicamento, verificar também se ele é solúvel e estável em água ao pH da solução de glicose.

Apenas as embalagens que possuem dois sítios, um sítio para o equipo e um sítio próprio para a administração de medicamentos, poderão permitir a adição de medicamentos nas soluções parenterais.

Para administração de medicamentos antes da administração da solução parenteral:
{"tag":"ol","value":" <li>Preparar a superf&#xED;cie do tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico fazendo sua assepsia utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Utilizando seringa com agulha calibre 19 a 22 ga, perfurar o tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico que fecha o tubo e injetar.</li> <li>Misturar completamente a solu&#xE7;&#xE3;o com o medicamento.</li> <li>Para medicamentos com alta densidade, como por exemplo, a solu&#xE7;&#xE3;o de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloreto-de-potassio/bula\" target=\"_blank\">cloreto de pot&#xE1;ssio</a>, pressionar o tubo de medica&#xE7;&#xE3;o enquanto o mesmo estiver na perpendicular e misturar completamente.</li> <li>P&#xF3;s liofilizados devem ser reconstitu&#xED;dos/suspendidos no diluente est&#xE9;ril e apirog&#xEA;nico adequado antes de ser adicionados a solu&#xE7;&#xE3;o parenteral.</li> "}

Para administração de medicamentos durante a administração da solução parenteral:
{"tag":"ol","value":" <li>Fechar a <a href=\"https://consultaremedios.com.br/maquiagem/acessorios/pinca/c\" target=\"_blank\">pin&#xE7;a</a> do equipo de infus&#xE3;o.</li> <li>Preparar a superf&#xED;cie do tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico fazendo sua assepsia utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Utilizando seringa com agulha calibre 19 a 22 ga, perfurar o tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico que fecha o tubo e injetar.</li> <li>Remover a bolsa do suporte e/ou colocar na posi&#xE7;&#xE3;o vertical com os tubos para cima.</li> <li>Esvaziar ambos os tubos apertando-os enquanto a bolsa estiver com os tubos para cima.</li> <li>Misturar completamente a solu&#xE7;&#xE3;o com medicamento.</li> <li>Retornar a bolsa a posi&#xE7;&#xE3;o de infus&#xE3;o e prosseguir a administra&#xE7;&#xE3;o.</li> "}

Após a adição do medicamento, verificar possível alteração de cor da solução e/ou presença de precipitados, complexos insolúveis ou cristais.

Nota: Não armazenar as soluções parenterais adicionadas de medicamentos.

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Posologia do&nbsp;Glicose Baxter

{"tag":"hr","value":" <p>O preparo e administra&#xE7;&#xE3;o da solu&#xE7;&#xE3;o parenteral deve obedecer a prescri&#xE7;&#xE3;o, precedida de criteriosa avalia&#xE7;&#xE3;o, pelo farmac&#xEA;utico, da compatibilidade f&#xED;sico-qu&#xED;mica e da intera&#xE7;&#xE3;o medicamentosa que possam ocorrer entre os seus componentes.</p> <p>A dose de glicose &#xE9; vari&#xE1;vel e dependente das necessidades do paciente. As concentra&#xE7;&#xF5;es de glicose no plasma devem ser monitoradas, a taxa m&#xE1;xima que pode ser infundida sem causar glicos&#xFA;ria (presen&#xE7;a de glicose na urina) e 0,5 g/kg de peso corporal/hora.</p> <p>No entanto, o ideal &#xE9; que a solu&#xE7;&#xE3;o de glicose intravenosa seja fornecida em uma taxa de aproximadamente a 7 mg/kg/minuto.</p> <p>O uso da solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; indicado para corre&#xE7;&#xE3;o de hipoglicemia (diminui&#xE7;&#xE3;o da glicemia no sangue) <a href=\"https://consultaremedios.com.br/infantil/c\" target=\"_blank\">infantil</a>, podendo ser utilizada emnutri&#xE7;&#xE3;o parenteral de crian&#xE7;as.</p> <p>A dose e a taxa de infus&#xE3;o intravenosa de glicose devem ser selecionadas com cuidado em pacientes pedi&#xE1;tricos, particularmente nos rec&#xE9;m-nascidos e nas crian&#xE7;as com baixo peso ao nascer porque aumenta o risco de hiperglicemia/hipoglicemia (aumento/diminui&#xE7;&#xE3;o da glicemia no sangue).</p> <p>A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose 5% pode ser administrada em pacientes diab&#xE9;ticos, mesmo em coma, por&#xE9;m, &#xE9; fundamental o controle adequado da cetose e, se necess&#xE1;rio, deve-se recorrer a administra&#xE7;&#xE3;o de insulina.</p> <p>A avalia&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica e as determina&#xE7;&#xF5;es laboratoriais peri&#xF3;dicas s&#xE3;o necess&#xE1;rias para monitorar mudan&#xE7;as em concentra&#xE7;&#xF5;es da glicose e do eletr&#xF3;lito do sangue, e o balan&#xE7;o do l&#xED;quido e de eletr&#xF3;litos durante a terapia parenteral prolongada ou sempre que a condi&#xE7;&#xE3;o do paciente permitir tal avalia&#xE7;&#xE3;o.</p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Glicose - Baxter?

Deve-se considerar para fins de administração, dados clínicos e laboratoriais, como níveis de glicose e glicose na urina. Outro aspecto refere-se a suspensão abrupta de tratamentos prolongados, condição em que se elevam os níveis de insulina circulante, podendo desencadear uma hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) momentânea pós-suspensão.

Deve-se ter cuidado também com a administração prolongada ou a infusão rápida de grandes volumes de soluções isosmóticas, devido a possível ocorrência de inchaço pulmonar, hipopotassemia (quantidade abaixo do normal de potássio no sangue), hiper-hidratação e intoxicação hídrica, ocasionados pelo aumento do volume do liquido extracelular.

A monitoração frequente de concentrações de glicose, de eletrólitos particularmente de potássio no plasma faz-se necessário antes, durante e após a administração da solução de glicose.

A solução de glicose não deve ser usada como diluente para o sangue, pois causa aglutinação dos eritrócitos e, provavelmente, hemólise (destruição dos glóbulos vermelhos do sangue). Da mesma maneira, as soluções de glicose sem eletrólitos não devem ser administradas ao mesmo tempo com a infusão de sangue devido da possibilidade de coagulação.

A monitoração frequente de concentrações de glicose no plasma é necessária quando a glicose intravenosa é administrada em pacientes crianças, particularmente nos recém-nascidos e nas crianças com baixo peso ao nascer devido ao risco aumentado de hiperglicemia/hipoglicemia (aumento/diminuição da glicemia no sangue).

A administração excessiva ou rápida da solução de glicose neste tipo de paciente pode causar aumento da osmolaridade do soro e umpossível sangramento intracerebral.

Agir com precaução no fornecimento de carboidratos na presença de acidose por lactato, e também nos pacientes com hipervolemia (quantidade de sangue superior à normal), insuficiência dos rins, obstrução do intervalo urinário ou descompensarão cardíaca eminente.

As soluções injetáveis de glicose devem ser usadas com cuidado em pacientes com Diabetes mellitus subclinica ou evidente, ou intolerância a carboidratos, bem como em lactentes de mães diabéticas.

A administração de soluções de glicose deve ser realizada com cautela em pacientes diabéticos, pois uma infusão rápida pode causar hiperglicemia (aumento de glicose no sangue), assim como em pacientes mal nutridos com deficiência de tiamina, intolerância a carboidratos, septicemia (presença de germes ou substâncias sépticas no sangue). A administração intravenosa da glicose aos pacientes com deficiência de tiamina e outras vitaminas do complexo B pode precipitar o desenvolvimento da encefalopatia de Wernicke.

As soluções de glicose não devem ser administradas em pacientes com insuficiência dos rins e após ataque isquêmico.

Reações de Hipersensibilidade

  • <li>Rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade/infus&#xE3;o, incluindo rea&#xE7;&#xF5;es anafil&#xE1;ticas/anafilact&#xF3;ides t&#xEA;m sido reportadas com solu&#xE7;&#xE3;o de glicose 5 e 10%.</li> <li>A infus&#xE3;o deve ser imediatamente interrompida se quaisquer sinais ou sintomas de uma rea&#xE7;&#xE3;o suspeita de hipersensibilidade se desenvolver. Medidas terap&#xEA;uticas adequadas devem ser institu&#xED;das conforme clinicamente indicadas.</li> <li>As solu&#xE7;&#xF5;es que cont&#xEA;m glicose devem ser usadas com cautela em pacientes com alergia conhecida a milho ou produtos derivados de milho.</li>

Diluição e outros efeitos emeletrólitos séricos

Dependendo do volume e taxa de infusão e, dependendo da condição clínica do paciente e sua capacidade de metabolizar a glicose, a administração intravenosa de glicose pode causar:

  • <li>Hiperosmolaridade (aumento da osmolaridade), diurese (produ&#xE7;&#xE3;o de urina pelo rim) e desidrata&#xE7;&#xE3;o osm&#xF3;tica.</li> <li>Hiposmolaridade (diminui&#xE7;&#xE3;o da osmolaridade).</li>
Distúrbios hidroeletrolíticos, como:
  • <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/hiponatremia/" rel="noopener" target="_blank">Hiponatremia</a> (diminui&#xE7;&#xE3;o de s&#xF3;dio no sangue).</li> <li>Hipocalemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de pot&#xE1;ssio no sangue).</li> <li>Hipofosfatemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de f&#xF3;sforo no sangue).</li> <li>Hipomagnesemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de magn&#xE9;sio no sangue).</li> <li>Hiper-hidrata&#xE7;&#xE3;o/hipervolemia e, por exemplo, estado congestivo, incluindo congest&#xE3;o pulmonar e incha&#xE7;o.</li>

Os efeitos acima não só resultam da administração de fluido livre de eletrólitos, mas também da administração de glicose.

Além destes:

Um aumento na concentração de glicose no soro é associado com um aumento da osmolaridade do soro.

Diurese osmótica associada com hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) pode causar ou contribuir para o desenvolvimento de desidratação e de perdas de eletrólitos.

A hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) também provoca um desvio intracelular de água, levando a uma diminuição das concentrações de sódio extracelular e hiponatremia (diminuição de sódio no sangue).

Uma vez que a glicose na solução de glicose é metabolizada, a infusão de solução de glicose corresponde ao aumento da carga de água livre do corpo, possivelmente levando à hiponatremia hiposmótica.

Hiponatremia hiposmótica pode levar a dores de cabeça, náuseas, convulsões, sonolência, coma, inchaço cerebral e morte. Encefalopatia hiponatrêmica sintomática aguda é considerada uma emergência médica.

O risco para o desenvolvimento de hiponatremia hiposmótica é aumentada, por exemplo:
  • <li>Em crian&#xE7;as.</li> <li>Em pacientes idosos.</li> <li>Em mulheres.</li> <li>P&#xF3;s-operat&#xF3;rio.</li> <li>Em pessoas com sede psicog&#xEA;nica.</li>
O risco de desenvolver encefalopatia como uma complicação de hiponatremia hiposmótica é aumentada, por exemplo:
  • <li>Em pacientes pedi&#xE1;tricos (&#x2264; 16 anos de idade).</li> <li>Em mulheres (em particular, as mulheres na pr&#xE9;-menopausa).</li> <li>Em pacientes com hipoxemia (diminui&#xE7;&#xE3;o da concentra&#xE7;&#xE3;o de oxig&#xEA;nio no sangue).</li> <li>Em pacientes com doen&#xE7;a do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/c" target="_blank">sistema nervoso central</a> subjacente.</li>

Avaliação clínica e determinações laboratoriais periódicas podem ser necessárias para monitorar as alterações no equilíbrio de fluidos, eletrólitos e equilíbrio ácido-base durante a terapia parenteral prolongada ou sempre que o estado do paciente ou a taxa de administração requeiram tal avaliação.

O cuidado especial é recomendado em pacientes com risco aumentado de distúrbios de água e eletrólitos que podem ser agravados por: aumento da carga de água livre, hiperglicemia ou administração de insulina eventualmente exigida.

Medidas preventivas e corretivas devem ser instituídas conforme clinicamente indicadas.

Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue)

  • <li>A administra&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de solu&#xE7;&#xF5;es de glicose pode produzir hiperglicemia substancial e uma s&#xED;ndrome hiperosmolar (aumento da osmolaridade).</li> <li>A fim de evitar a hiperglicemia, a taxa de perfus&#xE3;o n&#xE3;o deve exceder &#xE0; capacidade do paciente em metabolizar a glicose.</li> <li>Para reduzir o risco de complica&#xE7;&#xF5;es associadas &#xE0; hiperglicemia, a taxa de infus&#xE3;o deve ser ajustada e/ou insulina administrada, se os n&#xED;veis de glicose no sangue forem superiores aos n&#xED;veis considerados aceit&#xE1;veis para o paciente individualmente.</li>
A solução de glicose intravenosa deve ser administrada com precaução em pacientes com:
  • <li>Toler&#xE2;ncia &#xE0; glicose debilitada (tal como na diabetes<em> mellitu</em>s, disfun&#xE7;&#xE3;o renal, ou na presen&#xE7;a de sepsia, trauma, ou choque).</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/desnutricao/" rel="noopener" target="_blank">Desnutri&#xE7;&#xE3;o</a> grave (risco de precipitar uma s&#xED;ndrome de realimenta&#xE7;&#xE3;o).</li> <li>Defici&#xEA;ncia de tiamina, por exemplo, em pacientes com <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alcoolismo/c" target="_blank">alcoolismo</a> cr&#xF4;nico (risco de acidose l&#xE1;ctica grave devido &#xE0; metaboliza&#xE7;&#xE3;o oxidativa prejudicada de piruvato).</li> <li>Dist&#xFA;rbios de &#xE1;gua e eletr&#xF3;litos que podem ser agravados pelo aumento da glicose e/ou carga de &#xE1;gua livre.</li>
Outros grupos de pacientes em que a solução de glicose deve ser cuidadosa:
  • <li>Pacientes com <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/acidente-vascular-cerebral/c" target="_blank">acidente vascular cerebral</a> isqu&#xEA;mico. Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) tem comprometido no aumento da les&#xE3;o cerebral isqu&#xEA;mica e prejudica a recupera&#xE7;&#xE3;o ap&#xF3;s o acidente vascular cerebral isqu&#xEA;mico agudo.</li> <li>Pacientes com les&#xE3;o cerebral traum&#xE1;tica grave (em particular durante as primeiras 24 horas ap&#xF3;s o trauma).</li> <li>Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) precoce tem sido associada a maus resultados em pacientes com ftraumatismo cranioencef&#xE1;lico grave.</li> <li>Rec&#xE9;m-nascidos.</li>

Administração intravenosa prolongada de glicose e hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) associada pode resultar na diminuição da taxa de secreção de insulina estimulada pela glicose.

Síndrome de realimentação

Pacientes gravemente subnutridos podem resultar na síndrome de realimentação, que é caracterizada pelo deslocamento de potássio, fósforo e magnésio intracelularmente e o paciente torna se anabólico. A deficiência de tiamina e retenção de líquidos também podem se desenvolver. Monitoramento cuidadoso e aumento do consumo de nutrientes lentamente, evitando superalimentação, podem prevenir essas complicações.

Exclusivo Glicose 50%

Distúrbios hepáticos

Distúrbios hepatobiliares incluindo colestase, esteatose hepática, fibrose e cirrose, possivelmente levando à insuficiência hepática, bem como colecistite e colelitíase são conhecidos por se desenvolverem em alguns pacientes em nutrição parenteral. A etiologia desses distúrbios é provavelmente multifatorial e pode diferir entre pacientes. Os pacientes que desenvolvem parâmetros laboratoriais anormais ou outros sinais de distúrbios hepatobiliares devem ser avaliados no início por um médico experiente em doenças do fígado, a fim de identificar possíveis causadores e fatores contribuintes e possíveis intervenções terapêuticas e profiláticas.

Infecção do cateter e sepse

Infecção e sepse podem ocorrer como resultado do uso de cateteres intravenosos para administrar soluções parenterais, falta de manutenção de cateteres ou soluções contaminadas.

Imunossupressão e outros fatores, como a hiperglicemia, a desnutrição e/ou seu estado de doença subjacente podem predispor o paciente a complicações infecciosas.

Cuidados sintomáticos e monitoramento laboratorial de febre/calafrios, leucocitose, complicações técnicas como dispositivo de acesso e hiperglicemia podem ajudar a reconhecer infecções precoces.

A ocorrência de complicações sépticas pode ser diminuída com técnica asséptica na colocação do cateter, manutenção, bemcomo a técnica asséptica empreparação da solução nutricional.

Precipitados

Precipitados vasculares pulmonares têm sido relatados em pacientes recebendo nutrição parenteral. Em alguns casos, ocorreram resultados fatais. Adição excessiva de cálcio e de fosfato aumenta o risco da formação de precipitados de fosfato de cálcio.

Os precipitados foram relatados, mesmo na ausência de sal de fosfato na solução. Também tem sido relatada a precipitação distal para o filtro emlinha e suspeita de formação de precipitado na corrente sanguínea.

Em adição ao controle da solução, o equipo de infusão e o cateter devem também serem verificados periodicamente para precipitados.

Se ocorrerem sinais de desconforto pulmonar, a perfusão deve ser interrompida e avaliação médica iniciada.

Interações com medicamentos

Não são conhecidas interações medicamentosas ate o momento. Nenhum estudo foi conduzido pela Baxter Hospitalar Ltda.

Ambos os efeitos na glicose e efeitos no balanço de água e eletrólitos devem ser considerados quando a solução de glicose for utilizada em pacientes tratados com outras substâncias que afetam o controle da glicose no sangue, ou balanço de água e eletrólitos.

Para minimizar o risco de possíveis incompatibilidades da mistura das soluções de glicose com outras medicações que possam ser prescritas, deve ser verificada a presença de turbidez ou precipitação imediatamente após a mistura, antes e durante a administração. Em caso de dúvida, consulte um farmacêutico.

Atenção: Este medicamento contém açúcar (glicose), portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Glicose - Baxter?

As reações adversas podem ocorrer devido à solução ou a técnica de administração e incluem febre, infecção no ponto de injeção, trombose venosa ou flebite (Inflamação da parede interna de uma veia) irradiando-se a partir do ponto de injeção, extravasamento e hipervolemia. Se ocorrer reação adversa, suspender a infusão, avaliar o paciente, aplicar terapêutica corretiva apropriada e guardar o restante da solução para posterior investigação, se necessário.

Algumas destas reações podem ser devido aos produtos de degradação presentes após autoclavação. A infusão intravenosa pode conduzir ao desenvolvimento de distúrbios líquidos e eletrólitos incluindo a hipocalemia (diminuição de potássio no sangue), o hipomagnesemia (diminuição do magnésio no sangue), e a hipofosfatemia (diminuição do fosfato no sangue).

As reações Adversas listadas abaixo são baseadas em notificações pós-comercialização, listados por sistemas MedDRA (SOC), sempre que possível, por termo preferido e por ordem de gravidade.

Distúrbios do sistema imunológico

Reações de hipersensibilidade/infusão, incluindo anafiláticas/anafilactóides, incluindo reações com manifestações leves, como por exemplo, coceira e reações com manifestações graves, como por exemplo, broncoespasmo (contração do músculo dos brônquios), cianose (coloração azulada da pele e mucosas), angioedema (inchaço da derme) e hipotensão (pressão arterial abaixo dos valores normais); Pirexia (febre) e arrepios.

Distúrbios do metabolismo e nutrição

Hiperglicemia (aumento da glicemia no sangue).

Distúrbios cutâneos e tecido subcutâneo

Erupções cutâneas.

Distúrbios gerais e do local da administração

Reações no local de injeção, incluindo, flebite (Inflamação da parede interna de uma veia) e eritema (coloração avermelhada da pele).

Outras Reações Adversas

Outras reações adversas notificadas envolvendo solução de glicose injetável incluem:

Hiponatremia (diminuição de sódio no sangue), que pode ser sintomático.

Para solução de glicose 10% e 50%:

Tromboflebite (Estado em que a inflamação da parede da veia precede a formação de trombo) no local de infusão (associado comsoluções Hiperosmolares).

As reações adversas notificadas com a nutrição parenteral para o qual o componente glicose pode desempenhar um papel causal ou contributivo incluem:
  • <li>Insufici&#xEA;ncia do f&#xED;gado, cirrose e, fibrose do f&#xED;gado, colestase, esteatose do f&#xED;gado, bilirrubina sangu&#xED;nea, aumento das enzimas do f&#xED;gado, aumento da colecistite (inflama&#xE7;&#xE3;o aguda da ves&#xED;cula biliar), colelit&#xED;ase (forma&#xE7;&#xE3;o de c&#xE1;lculos no interior da ves&#xED;cula biliar).</li> <li>Precipitados vasculares nos pulm&#xF5;es.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe tambéma empresa do seu serviço de atendimento.

População Especial

Uso em crianças

Um estudo placebo-controlado realizado em mulheres saudáveis, que se encontravam em estagio final de gestação, verificou que a administração de 100g de glicose uma hora antes do fim da gestação, não provocou nenhum efeito adverso nos níveis ácido-base do feto. Os fetos com malformação foram excluídos. Entretanto,&nbsp;os autores advertiram que, em concentrações de glicose mais elevadas na mãe (como pode ser encontrado em grávidas diabéticas), mudanças consistentes na acidose metabólica fetal, podem ocorrer, e que o teste da tolerância da glicose pode também ser perigoso aos fetos com retardo do crescimento.

O cuidado deve ser exercitado no tratamento dos neonatos, especialmente os recém-nascidos precoces, cuja função dos rins pode estar imatura e cuja habilidade de excretar cargas do liquido e do soluto pode estar limitada.

A taxa e o volume de infusão dependem da idade, do peso, das condições clinicas e metabólicas do paciente, bem como da terapia concomitante e deve ser determinado por um médico com experiência em terapia pediátrica de fluidos intravenosos.

Problemas relacionados coma glicemia empacientes pediátricos

Recém-nascidos, especialmente aqueles que nasceram prematuros e com baixo peso, estão em maior risco de desenvolver hipo ou hiperglicemia (diminuição ou aumento da glicemia no sangue). É necessário um monitoramento cuidadoso durante o tratamento com soluções de glicose intravenosas para garantir o controle glicêmico adequado, para evitar possíveis efeitos adversos em longo prazo.

Hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) no recém-nascido pode causar:
  • <li>Convuls&#xF5;es prolongadas.</li> <li>Coma.</li> <li>Les&#xE3;o no c&#xE9;rebro.</li>
Hiperglicemia tem sido associada com:
  • <li>Les&#xE3;o cerebral, incluindo sangramento intraventricular.</li> <li>Infec&#xE7;&#xE3;o de bact&#xE9;rias e fungos de in&#xED;cio tardio.</li> <li>Retinopatia da prematuridade (doen&#xE7;a da retina).</li> <li>Enterocolite necrosante (Inflama&#xE7;&#xE3;o do intestino delgado e grosso).</li> <li>Aumento da necessidade de oxig&#xEA;nio.</li> <li>Tempo de interna&#xE7;&#xE3;o prolongado.</li> <li>Morte.</li>
Problemas relacionados coma hiponatremia (diminuição de sódio no sangue) empacientes pediátricos
  • <li>Crian&#xE7;as (incluindo rec&#xE9;m-nascidos e crian&#xE7;as mais velhas) est&#xE3;o em maior risco de desenvolver hiponatremia hiposm&#xF3;tica, bem como de desenvolver encefalopatia hiponatr&#xEA;mica.</li> <li>Hiponatremia hiposm&#xF3;tica pode levar a dores de cabe&#xE7;a, n&#xE1;useas, convuls&#xF5;es, sonol&#xEA;ncia, coma, incha&#xE7;o cerebral e morte, por conseguinte, encefalopatia hiponatremica com sintoma aguda &#xE9; considerada uma emerg&#xEA;ncia m&#xE9;dica.</li> <li>Concentra&#xE7;&#xF5;es de eletr&#xF3;litos do plasma devem ser cuidadosamente monitoradas para a popula&#xE7;&#xE3;o pedi&#xE1;trica (em crian&#xE7;as).</li> <li>Corre&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de hiponatremia hiposm&#xF3;tico &#xE9; potencialmente perigosa (risco de complica&#xE7;&#xF5;es neurol&#xF3;gicas graves). Dosagem, taxa e dura&#xE7;&#xE3;o da administra&#xE7;&#xE3;o devem ser determinadas por um m&#xE9;dico experiente terapia pedi&#xE1;trica de fluidos intravenosos.</li>

Uso em idosos

No geral, a seleção da dose para um paciente idoso devera ser mais criteriosa. Sabe-se que estas drogas são excretadas substancialmente pelos rins, e o risco de reações tóxicas das soluções de glicose pode ser maior nos pacientes com função renal comprometida. Os pacientes idosos são mais prováveis de ter distúrbios no coração, no fígado, nos rins entre outros e terapias com medicamentos ao mesmo tempo. Por isso, cuidado deve ser tomado na seleção do tipo, dose, taxa e volume de infusão. Pode ser útil monitorar a função dos rins.

Gravidez e Amamentação

As soluções de glicose são usadas geralmente como líquidos de hidratação e como veículos para outras drogas. Estudos da reprodução animal não foram conduzidos com injeções de glicose.

Também não há fundamentação cientifica conclusiva de que as injeções de glicose causem dano fetal quando administradas a uma mulher grávida ou afetem a capacidade de reprodução.

Portanto, as injeções de glicose devem ser dadas as gestantes somente se realmente necessário. O médico deve considerar cuidadosamente o risco e benefício potencial para cada paciente antes da administração.

Estudos verificaram que quando administrada durante o trabalho de parto, a carga de glicose da mãe pode conduzir no feto, a hiperglicemia (aumento da glicose no sangue), a hiperinsulinemia (aumento da insulina no sangue), e a acidose do feto, com hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) no recém-nascido subsequente e icterícia (pigmentação amarelada da pele e mucosas). Outros estudos não encontraram nenhuma evidencia de tal efeito, especialmente se o feto é bem oxigenado, e relataram que o número dos pacientes incluídos emtais relatórios foi frequentemente pequeno e os critérios de seleção não homogêneos.

Infusão intravenosa de glicose intraparto materno pode resultar na produção de insulina no feto, com um risco associado de aumento da glicose no sangue do feto e acidose metabólica, bem como a hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) de rebote no recém-nascido.

Categoria “C” de risco na gravidez.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Capacidade de operar e dirigir máquinas

Não há efeitos conhecidos na capacidade de dirigir automóveis ou operar máquinas pesadas.

Qual a composição do Glicose - Baxter?

Apresentações

Solução injetável.

Glicose monoidratada 5%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 100, 250, 500 ou 1000mL.

Glicose monoidratada 10%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 250 ou 500mL.

Glicose monoidratada 50%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 1000mL.

Via intravenosa.

Uso adulto e pediátrico.

Composição

Cada 100 mL de solução de glicose 5% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">4,5g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/produtos-hospitalares/agua-para-injetaveis-diluentes/c\" target=\"_blank\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis</a> q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 5,0g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

170 Kcal/L.

Osmolaridade:

252mOsm/L.

pH:

3,5 – 6,5.

Cada 100 mL de solução de glicose 10% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">9g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 10,0g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

340 Kcal/L.

Osmolaridade:

505mOsm/L.

pH:

3,5 – 6,5.

Cada 100 mL de solução de glicose 50% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">45g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 50g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

1710 Kcal/L.

Osmolaridade:

2520mOsm/L.

pH:

3,5 – 6,5.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Glicose - Baxter maior do que a recomendada?

A infusão de grandes volumes da solução de glicose pode causar hiperglicemia (aumento da glicose no sangue), efeitos adversos no balanço da água e eletrólitos e complicações correspondentes.

Por exemplo, hiperglicemia (aumento da glicose no sangue) e hiponatremia (diminuição de sódio no sangue) severas e suas complicações, podem ser fatal. A infusão muito rápida de glicose pode ocasionar distúrbios neurológicos como depressão e coma, devidos aos fenômenos de hiperosmolaridade, principalmente em portadores de doenças no néfron crônicas. Nestes casos, instalar uma terapia de apoio, conforme as necessidades.

Intervenções incluem descontinuação da administração da solução, redução da dose, administração de insulina e outras medidas conforme indicadas para a condição clínica específica.

A superdosagem clinicamente significativa de solução de glicose pode ser uma emergência médica.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagemou bula do medicamento, se possível.

Emcaso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Glicose - Baxter com outros remédios?

Não são conhecidas interações medicamentosas até o momento.

Para minimizar o risco de possíveis incompatibilidades da mistura das soluções de glicose com outras medicações que possam ser prescritas, deve ser verificada a presença de turbidez ou precipitação imediatamente após a mistura, antes e durante a administração.

Em caso de dúvida, consulte um farmacêutico.

Qual a ação da substância do Glicose - Baxter (Glicose)?

Características Farmacológicas

{"tag":"hr","value":" <p>As solu&#xE7;&#xF5;es injet&#xE1;veis de glicose s&#xE3;o est&#xE9;reis e apirog&#xEA;nicas e usadas no restabelecimento de fluido e suprimento cal&#xF3;rico.</p> <p>A glicose &#xE9; um nutriente facilmente metabolizado pelo organismo para fornecimento de energia, dispensando em alguns casos o uso de lip&#xED;dios e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> como fontes de energia, evitando, assim, acidose e cetose resultantes de seus metabolismos. A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; &#xFA;til como fonte de &#xE1;gua e calorias e &#xE9; capaz de induzir diurese dependendo das condi&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas do paciente. As solu&#xE7;&#xF5;es de glicose em concentra&#xE7;&#xF5;es isot&#xF4;nicas (solu&#xE7;&#xE3;o parenteral de glicose 5%) s&#xE3;o adequadas para manuten&#xE7;&#xE3;o das necessidades de &#xE1;gua quando o s&#xF3;dio n&#xE3;o &#xE9; necess&#xE1;rio ou deve ser evitado.</p> <p>A glicose &#xE9; metabolizada atrav&#xE9;s do &#xE1;cido pir&#xFA;vico ou l&#xE1;tico em di&#xF3;xido de carbono e &#xE1;gua com libera&#xE7;&#xE3;o de energia. A glicose &#xE9; usada, distribu&#xED;da e estocada nos tecidos. Todas as c&#xE9;lulas do corpo s&#xE3;o capazes de oxidar a glicose, sendo a mesma a principal fonte de energia no metabolismo celular. Uma vez dentro da c&#xE9;lula, a glicose &#xE9; prontamente fosforilada, formando a glicose -6-fosfato, que logo se polimeriza em glicog&#xEA;nio, ou &#xE9; catabolizada. A glicose pode ainda ser convertida em gordura, atrav&#xE9;s da Acetil-CoA. Requer, por isso, constante equil&#xED;brio entre as necessidades metab&#xF3;licas do organismo e a sua oferta.</p> <p>A glicose atinge o seu pico plasm&#xE1;tico 40 minutos ap&#xF3;s sua administra&#xE7;&#xE3;o em pacientes hipoglic&#xEA;micos.</p> "}

Como devo armazenar o Glicose - Baxter?

A exposição de produtos farmacêuticos ao calor deve ser evitada. Conservar em temperatura ambiente (15°C - 30°C).

Não armazenar as soluções parenterais adicionadas de medicamentos.

O prazo de validade deste produto é de:

Glicose 5% e 10%

18 meses após a data de fabricação para Glicose 5% em bolsas plásticas flexíveis Viaflex de 100mL, 250mL, 500mL e 1000mL e para Glicose 10% em bolsas plásticas flexíveis Viaflex de 500mL.

24 meses após a data de fabricação para Glicose 10% em bolsas plásticas flexíveis Viaflex de 250mL.

Glicose 50%

O prazo de validade deste produto é de 12 meses após a data de fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento como prazo de validade vencido. Guarde-o emsua embalagem original.

Características físicas

A solução de glicose é límpida, estéril e apirogênica.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres Legais do Glicose - Baxter

Reg.MS. Nº 1.0683.0070

Farm. Resp.:
Luiz Gustavo Tancsik
CRF/SP N° 67.982

Registrado por:
Baxter Hospitalar Ltda.
Rua Henri Dunant, 1.383- Torre B, 12º andar
Conj. 1201 e 1204
São Paulo – SP – Brasil.
CNPJ: 49.351.786/0001-80




Fabricado e embalado por:
Baxter Hospitalar Ltda.
Avenida Engenheiro Eusébio Stevaux, 2555
São Paulo - SP - Brasil.
CNPJ 49.351.786/0002-61
Indústria Brasileira.




Uso restrito a hospitais.

Venda sob prescrição médica.

50mg/mL, caixa com 1 bolsa de sistema fechado com 50mL de solução de uso intravenoso (embalagem hospitalar)

Princípio ativo
:
Glicose
Classe Terapêutica
:
Soluções Carbohidratos <10%
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Dispensação Sob Prescrição Médica Restrito a Hospitais)
Categoria
:
Reidratantes
Especialidade
:
Endocrinologia

Bula do medicamento

Glicose - Baxter, para o que é indicado e para o que serve?

Este medicamento é usado como fonte de água, calorias e diurese osmótica. Este medicamento é usado em casos de desidratação, reposição de calorias, nas hipoglicemias (diminuição da glicemia no sangue) (diminuição de glicose no sangue) e como veículo para diluição de medicamentos compatíveis. A solução de glicose 5% é frequentemente a concentração empregada na redução de fluido, sendo usualmente administrada através de uma veia periférica. Já as soluções de glicose de concentrações mais elevadas, como a glicose 10%, por serem hiperosmóticas, são usadas geralmente como uma fonte de carboidratos. Desta maneira, a glicose é a fonte preferida de carboidratos em regimes parenterais de nutrição, sendo frequentemente usada também em soluções de re-hidratação para prevenção e/ou tratamento da desidratação (diminuição de água no corpo), ocasionada pela diarreia.

Exclusivo Glicose 10% e 50%

As soluções injetáveis de glicose, nas concentrações hipertônicas (concentração acima de 5% de glicose) são indicadas como componente calórico em um regime de nutrição parenteral.

Essas soluções, quando associadas a uma fonte apropriada de proteína (nitrogênio), são usadas na prevenção da perda de nitrogênio ou no tratamento de balanço negativo de nitrogênio para pacientes onde:
  • <li>O trato alimentar n&#xE3;o pode ou n&#xE3;o deve ser usado;</li> <li>A absor&#xE7;&#xE3;o gastrointestinal de prote&#xED;na esta prejudicada, ou;</li> <li>Os requisitos metab&#xF3;licos para <a href="https://minutosaudavel.com.br/proteinas/" rel="noopener" target="_blank">prote&#xED;nas</a> est&#xE3;o substancialmente aumentados, como no caso de <a href="https://minutosaudavel.com.br/queimaduras/" rel="noopener" target="_blank">queimaduras</a> extensas.</li>

Como o&nbsp;Glicose Baxter funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>As solu&#xE7;&#xF5;es injet&#xE1;veis de glicose s&#xE3;o est&#xE9;reis e sem pirog&#xEA;nios e usadas no restabelecimento de fluido e suprimento cal&#xF3;rico. A glicose &#xE9; um nutriente facilmente metabolizado pelo organismo para fornecimento de energia, dispensando em alguns casos o uso de lip&#xED;dios e prote&#xED;nas como fontes de energia, evitando, assim, acidose e cetose resultantes de seus metabolismos. A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; &#xFA;til como fonte de &#xE1;gua e calorias e &#xE9; capaz de induzir diurese dependendo das condi&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas do paciente. As solu&#xE7;&#xF5;es de glicose em concentra&#xE7;&#xF5;es isot&#xF4;nicas (solu&#xE7;&#xE3;o parenteral de glicose 5%) s&#xE3;o adequadas para manuten&#xE7;&#xE3;o das necessidades de &#xE1;gua quando o s&#xF3;dio n&#xE3;o &#xE9; necess&#xE1;rio ou deve ser evitado.</p> <p>A glicose &#xE9; metabolizada atrav&#xE9;s do acido pir&#xFA;vico ou l&#xE1;tico em di&#xF3;xido de carbono e &#xE1;gua com libera&#xE7;&#xE3;o de energia. A glicose &#xE9; usada, distribu&#xED;da e estocada nos tecidos. Todas as c&#xE9;lulas do corpo s&#xE3;o capazes de oxidar a glicose, sendo a mesma a principal fonte de energia no metabolismo celular.</p> <p>Uma vez dentro da c&#xE9;lula, a glicose &#xE9; prontamente fosforilada, formando a glicose-6-fosfato, que logo se polimeriza em glicog&#xEA;nio, ou &#xE9; catabolizada. A glicose pode ainda ser convertida em gordura, atrav&#xE9;s da AcetilCoA. Requer, por isso, constante equil&#xED;brio entre as necessidades metab&#xF3;licas do organismo e a sua oferta.</p> <p>A glicose atinge o seu pico plasm&#xE1;tico 40 minutos ap&#xF3;s sua administra&#xE7;&#xE3;o em pacientes hiperglic&#xEA;micos (aumento da glicemia no sangue).</p> "}

Quais as contraindicações do Glicose - Baxter?

Este medicamento não deve ser usado em administrações juntamente com a infusão de sangue devido a possibilidade de coagulação.

A solução de glicose não deve ser usado nas seguintes situações:

Hiper-hidratação (aumento de água no corpo), hiperglicemia (aumento da glicemia no sangue), diabetes, acidose, desidratação hipotônica, hipocalemia (quantidade abaixo do normal de potássio no sangue) e hipersensibilidade ao produto.

O uso de solução de glicose hipertônica (concentração acima de 5% de glicose) é contra indicado em pacientes com hemorragia intracraniana ou intra-espinhal, delirium tremens em pacientes desidratados, síndrome de má absorção glicose-galactose e aos pacientes com hipersensibilidade a produtos derivados de milho.

As soluções de glicose não devem ser administradas em pacientes com insuficiência renal e após ataque isquêmico (infartos ou acidentes vasculares cerebrais).

Como usar o Glicose - Baxter?

A solução somente deve ter uso intravenoso e individualizado. Solução de uso único. Descartar qualquer porção não utilizada da solução.

A dosagem e a taxa de infusão devem ser determinadas por um medico e é dependente da idade, do peso, das condições clinicas e metabólicas do paciente, bem como da terapia concomitante e das determinações em laboratório. Em pacientes pediátricos, consultar o médico com experiência em terapia pediátrica de fluidos intravenosos.

Antes de serem administradas as soluções parenterais devem ser inspecionadas visualmente para se observar a presença de partículas, turvação na solução, fissuras e quaisquer violações na embalagem primaria. Não administrar a solução se a mesma não estiver límpida e os selos intactos.

A solução é acondicionada em bolsas plásticas flexíveis Viaflex em Sistema Fechado&nbsp;para administração intravenosa usando equipo estéril.

Atenção: não usar embalagens primárias em conexões em serie. Tal procedimento pode causar embolia gasosa devido ao ar residual aspirado da primeira embalagem antes que a administração de fluido da segunda embalagemseja completada.

A pressurização da bolsa contendo a solução para aumentar a taxa de fluxo pode resultar na embolia gasosa, se o ar residual no recipiente não estiver totalmente evacuado antes da administração.

A utilização de um equipo de administração intravenoso com entrada de ar, com a abertura na posição aberta, pode resultar em embolia gasosa. Os equipos de administração intravenosos com entrada de ar, com a abertura na posição aberta, não devemser utilizados com recipientes de plástico flexíveis.

A suplementação de eletrólitos pode ser indicada de acordo com as necessidades clínicas do paciente.

A utilização de um filtro em linha é recomendada durante a administração de todas as soluções parenterais sempre que possível.

A administração de soluções hiperosmolares podemcausar irritação venosa e flebite.

Não perfurar a embalagem, pois há comprometimento da esterilidade do produto e risco de contaminação.

Para a solução de glicose 10% e 50%

A osmolaridade de uma solução de infusão final misturada deve ser levada em conta quando a administração periférica é considerada. Deve ser considerado um aumento gradual da taxa de fluxo quando se inicia a administração de produtos contendo glicose.

Para a solução de glicose 50%

Como indicado em uma base individual, as vitaminas, os oligoelementos e outros componentes (incluindo aminoácidos e lipídios) podem ser adicionados ao regime parenteral para atender as necessidades de nutrientes e prevenir deficiências e complicações de desenvolvimento.

Diluir a solução de glicose antes da utilização a uma concentração que irá, quando administrada com um aminoácido (nitrogênio) fonte, resultar em uma caloria apropriada para uma proporção de nitrogênio e a uma osmolaridade de acordo coma via de administração.

Para reduzir o risco de hipoglicemia, após a interrupção, um decréscimo gradual na velocidade de fluxo, antes de parar a infusão deve ser considerado.

Para abrir

Segurar o invólucro protetor (sobrebolsa) com ambas as mãos, rasgando-o no sentido do picote, de cima para baixo, e retirar a bolsa contendo solução. Pequenas gotículas entre a bolsa e a sobrebolsa podem estar presentes e é característica do produto e processo produtivo. Alguma opacidade do plástico da bolsa pode ser observada devido ao processo de esterilização. Isto é normal e não afeta a qualidade ou segurança da solução. A opacidade irá diminuir gradualmente.

Verificar se existem vazamentos mínimos comprimindo a embalagem primária com firmeza.

Se for observado vazamento de solução descartar a bolsa, pois a sua esterilidade pode estar comprometida.

No preparo e administração das soluções parenterais, devem ser seguidas as recomendações da Comissão de Controle de Infecção em Serviços de Saúde quanto a desinfecção do ambiente e de superfícies, higienização das mãos, uso de EPIs e desinfecção de ampolas, frascos, pontos de adição dos medicamentos e conexões das linhas de infusão.

Nota: Manter a bolsa em seu invólucro protetor (sobrebolsa) até o momento do uso.

Após a abertura da sobrebolsa, a solução deve ser utilizada em:
  • <li>15 dias para bolsas de 50 mL e 100 mL.</li> <li>30 dias para bolsas de 250 mL, 500 mL e 1000 mL.</li>

Preparação para Administração

{"tag":"ol","value":" <li>Remover o protetor do tubo de sa&#xED;da da solu&#xE7;&#xE3;o no fundo da embalagem.</li> <li>Fazer a assepsia da embalagem prim&#xE1;ria utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Suspender a embalagem pela al&#xE7;a de sustenta&#xE7;&#xE3;o.</li> <li>Conectar o equipo de infus&#xE3;o da solu&#xE7;&#xE3;o. Consultar as instru&#xE7;&#xF5;es de uso do equipo.</li> <li>Administrar a solu&#xE7;&#xE3;o, por gotejamento cont&#xED;nuo, conforme prescri&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica.</li> "}

Se for necessária medicação suplementar, seguir as instruções descritas a seguir antes de preparar a bolsa para administração.

Para adição de medicamentos

Ao introduzir medicamentos aditivos, utilizar técnica asséptica.

Atenção: Verificar se há incompatibilidade entre o medicamento e a solução e, quando for o caso, se há incompatibilidade entre os medicamentos. Medicamentos incompatíveis com a solução de glicose não devem ser utilizados. Ao introduzir medicamentos aditivos, a bula do medicamento a ser adicionado e outras literaturas relevantes devem ser consultadas. Antes de adicionar um medicamento, verificar também se ele é solúvel e estável em água ao pH da solução de glicose.

Apenas as embalagens que possuem dois sítios, um sítio para o equipo e um sítio próprio para a administração de medicamentos, poderão permitir a adição de medicamentos nas soluções parenterais.

Para administração de medicamentos antes da administração da solução parenteral:
{"tag":"ol","value":" <li>Preparar a superf&#xED;cie do tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico fazendo sua assepsia utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Utilizando seringa com agulha calibre 19 a 22 ga, perfurar o tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico que fecha o tubo e injetar.</li> <li>Misturar completamente a solu&#xE7;&#xE3;o com o medicamento.</li> <li>Para medicamentos com alta densidade, como por exemplo, a solu&#xE7;&#xE3;o de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloreto-de-potassio/bula\" target=\"_blank\">cloreto de pot&#xE1;ssio</a>, pressionar o tubo de medica&#xE7;&#xE3;o enquanto o mesmo estiver na perpendicular e misturar completamente.</li> <li>P&#xF3;s liofilizados devem ser reconstitu&#xED;dos/suspendidos no diluente est&#xE9;ril e apirog&#xEA;nico adequado antes de ser adicionados a solu&#xE7;&#xE3;o parenteral.</li> "}

Para administração de medicamentos durante a administração da solução parenteral:
{"tag":"ol","value":" <li>Fechar a <a href=\"https://consultaremedios.com.br/maquiagem/acessorios/pinca/c\" target=\"_blank\">pin&#xE7;a</a> do equipo de infus&#xE3;o.</li> <li>Preparar a superf&#xED;cie do tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico fazendo sua assepsia utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Utilizando seringa com agulha calibre 19 a 22 ga, perfurar o tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico que fecha o tubo e injetar.</li> <li>Remover a bolsa do suporte e/ou colocar na posi&#xE7;&#xE3;o vertical com os tubos para cima.</li> <li>Esvaziar ambos os tubos apertando-os enquanto a bolsa estiver com os tubos para cima.</li> <li>Misturar completamente a solu&#xE7;&#xE3;o com medicamento.</li> <li>Retornar a bolsa a posi&#xE7;&#xE3;o de infus&#xE3;o e prosseguir a administra&#xE7;&#xE3;o.</li> "}

Após a adição do medicamento, verificar possível alteração de cor da solução e/ou presença de precipitados, complexos insolúveis ou cristais.

Nota: Não armazenar as soluções parenterais adicionadas de medicamentos.

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Posologia do&nbsp;Glicose Baxter

{"tag":"hr","value":" <p>O preparo e administra&#xE7;&#xE3;o da solu&#xE7;&#xE3;o parenteral deve obedecer a prescri&#xE7;&#xE3;o, precedida de criteriosa avalia&#xE7;&#xE3;o, pelo farmac&#xEA;utico, da compatibilidade f&#xED;sico-qu&#xED;mica e da intera&#xE7;&#xE3;o medicamentosa que possam ocorrer entre os seus componentes.</p> <p>A dose de glicose &#xE9; vari&#xE1;vel e dependente das necessidades do paciente. As concentra&#xE7;&#xF5;es de glicose no plasma devem ser monitoradas, a taxa m&#xE1;xima que pode ser infundida sem causar glicos&#xFA;ria (presen&#xE7;a de glicose na urina) e 0,5 g/kg de peso corporal/hora.</p> <p>No entanto, o ideal &#xE9; que a solu&#xE7;&#xE3;o de glicose intravenosa seja fornecida em uma taxa de aproximadamente a 7 mg/kg/minuto.</p> <p>O uso da solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; indicado para corre&#xE7;&#xE3;o de hipoglicemia (diminui&#xE7;&#xE3;o da glicemia no sangue) <a href=\"https://consultaremedios.com.br/infantil/c\" target=\"_blank\">infantil</a>, podendo ser utilizada emnutri&#xE7;&#xE3;o parenteral de crian&#xE7;as.</p> <p>A dose e a taxa de infus&#xE3;o intravenosa de glicose devem ser selecionadas com cuidado em pacientes pedi&#xE1;tricos, particularmente nos rec&#xE9;m-nascidos e nas crian&#xE7;as com baixo peso ao nascer porque aumenta o risco de hiperglicemia/hipoglicemia (aumento/diminui&#xE7;&#xE3;o da glicemia no sangue).</p> <p>A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose 5% pode ser administrada em pacientes diab&#xE9;ticos, mesmo em coma, por&#xE9;m, &#xE9; fundamental o controle adequado da cetose e, se necess&#xE1;rio, deve-se recorrer a administra&#xE7;&#xE3;o de insulina.</p> <p>A avalia&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica e as determina&#xE7;&#xF5;es laboratoriais peri&#xF3;dicas s&#xE3;o necess&#xE1;rias para monitorar mudan&#xE7;as em concentra&#xE7;&#xF5;es da glicose e do eletr&#xF3;lito do sangue, e o balan&#xE7;o do l&#xED;quido e de eletr&#xF3;litos durante a terapia parenteral prolongada ou sempre que a condi&#xE7;&#xE3;o do paciente permitir tal avalia&#xE7;&#xE3;o.</p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Glicose - Baxter?

Deve-se considerar para fins de administração, dados clínicos e laboratoriais, como níveis de glicose e glicose na urina. Outro aspecto refere-se a suspensão abrupta de tratamentos prolongados, condição em que se elevam os níveis de insulina circulante, podendo desencadear uma hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) momentânea pós-suspensão.

Deve-se ter cuidado também com a administração prolongada ou a infusão rápida de grandes volumes de soluções isosmóticas, devido a possível ocorrência de inchaço pulmonar, hipopotassemia (quantidade abaixo do normal de potássio no sangue), hiper-hidratação e intoxicação hídrica, ocasionados pelo aumento do volume do liquido extracelular.

A monitoração frequente de concentrações de glicose, de eletrólitos particularmente de potássio no plasma faz-se necessário antes, durante e após a administração da solução de glicose.

A solução de glicose não deve ser usada como diluente para o sangue, pois causa aglutinação dos eritrócitos e, provavelmente, hemólise (destruição dos glóbulos vermelhos do sangue). Da mesma maneira, as soluções de glicose sem eletrólitos não devem ser administradas ao mesmo tempo com a infusão de sangue devido da possibilidade de coagulação.

A monitoração frequente de concentrações de glicose no plasma é necessária quando a glicose intravenosa é administrada em pacientes crianças, particularmente nos recém-nascidos e nas crianças com baixo peso ao nascer devido ao risco aumentado de hiperglicemia/hipoglicemia (aumento/diminuição da glicemia no sangue).

A administração excessiva ou rápida da solução de glicose neste tipo de paciente pode causar aumento da osmolaridade do soro e umpossível sangramento intracerebral.

Agir com precaução no fornecimento de carboidratos na presença de acidose por lactato, e também nos pacientes com hipervolemia (quantidade de sangue superior à normal), insuficiência dos rins, obstrução do intervalo urinário ou descompensarão cardíaca eminente.

As soluções injetáveis de glicose devem ser usadas com cuidado em pacientes com Diabetes mellitus subclinica ou evidente, ou intolerância a carboidratos, bem como em lactentes de mães diabéticas.

A administração de soluções de glicose deve ser realizada com cautela em pacientes diabéticos, pois uma infusão rápida pode causar hiperglicemia (aumento de glicose no sangue), assim como em pacientes mal nutridos com deficiência de tiamina, intolerância a carboidratos, septicemia (presença de germes ou substâncias sépticas no sangue). A administração intravenosa da glicose aos pacientes com deficiência de tiamina e outras vitaminas do complexo B pode precipitar o desenvolvimento da encefalopatia de Wernicke.

As soluções de glicose não devem ser administradas em pacientes com insuficiência dos rins e após ataque isquêmico.

Reações de Hipersensibilidade

  • <li>Rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade/infus&#xE3;o, incluindo rea&#xE7;&#xF5;es anafil&#xE1;ticas/anafilact&#xF3;ides t&#xEA;m sido reportadas com solu&#xE7;&#xE3;o de glicose 5 e 10%.</li> <li>A infus&#xE3;o deve ser imediatamente interrompida se quaisquer sinais ou sintomas de uma rea&#xE7;&#xE3;o suspeita de hipersensibilidade se desenvolver. Medidas terap&#xEA;uticas adequadas devem ser institu&#xED;das conforme clinicamente indicadas.</li> <li>As solu&#xE7;&#xF5;es que cont&#xEA;m glicose devem ser usadas com cautela em pacientes com alergia conhecida a milho ou produtos derivados de milho.</li>

Diluição e outros efeitos emeletrólitos séricos

Dependendo do volume e taxa de infusão e, dependendo da condição clínica do paciente e sua capacidade de metabolizar a glicose, a administração intravenosa de glicose pode causar:

  • <li>Hiperosmolaridade (aumento da osmolaridade), diurese (produ&#xE7;&#xE3;o de urina pelo rim) e desidrata&#xE7;&#xE3;o osm&#xF3;tica.</li> <li>Hiposmolaridade (diminui&#xE7;&#xE3;o da osmolaridade).</li>
Distúrbios hidroeletrolíticos, como:
  • <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/hiponatremia/" rel="noopener" target="_blank">Hiponatremia</a> (diminui&#xE7;&#xE3;o de s&#xF3;dio no sangue).</li> <li>Hipocalemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de pot&#xE1;ssio no sangue).</li> <li>Hipofosfatemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de f&#xF3;sforo no sangue).</li> <li>Hipomagnesemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de magn&#xE9;sio no sangue).</li> <li>Hiper-hidrata&#xE7;&#xE3;o/hipervolemia e, por exemplo, estado congestivo, incluindo congest&#xE3;o pulmonar e incha&#xE7;o.</li>

Os efeitos acima não só resultam da administração de fluido livre de eletrólitos, mas também da administração de glicose.

Além destes:

Um aumento na concentração de glicose no soro é associado com um aumento da osmolaridade do soro.

Diurese osmótica associada com hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) pode causar ou contribuir para o desenvolvimento de desidratação e de perdas de eletrólitos.

A hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) também provoca um desvio intracelular de água, levando a uma diminuição das concentrações de sódio extracelular e hiponatremia (diminuição de sódio no sangue).

Uma vez que a glicose na solução de glicose é metabolizada, a infusão de solução de glicose corresponde ao aumento da carga de água livre do corpo, possivelmente levando à hiponatremia hiposmótica.

Hiponatremia hiposmótica pode levar a dores de cabeça, náuseas, convulsões, sonolência, coma, inchaço cerebral e morte. Encefalopatia hiponatrêmica sintomática aguda é considerada uma emergência médica.

O risco para o desenvolvimento de hiponatremia hiposmótica é aumentada, por exemplo:
  • <li>Em crian&#xE7;as.</li> <li>Em pacientes idosos.</li> <li>Em mulheres.</li> <li>P&#xF3;s-operat&#xF3;rio.</li> <li>Em pessoas com sede psicog&#xEA;nica.</li>
O risco de desenvolver encefalopatia como uma complicação de hiponatremia hiposmótica é aumentada, por exemplo:
  • <li>Em pacientes pedi&#xE1;tricos (&#x2264; 16 anos de idade).</li> <li>Em mulheres (em particular, as mulheres na pr&#xE9;-menopausa).</li> <li>Em pacientes com hipoxemia (diminui&#xE7;&#xE3;o da concentra&#xE7;&#xE3;o de oxig&#xEA;nio no sangue).</li> <li>Em pacientes com doen&#xE7;a do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/c" target="_blank">sistema nervoso central</a> subjacente.</li>

Avaliação clínica e determinações laboratoriais periódicas podem ser necessárias para monitorar as alterações no equilíbrio de fluidos, eletrólitos e equilíbrio ácido-base durante a terapia parenteral prolongada ou sempre que o estado do paciente ou a taxa de administração requeiram tal avaliação.

O cuidado especial é recomendado em pacientes com risco aumentado de distúrbios de água e eletrólitos que podem ser agravados por: aumento da carga de água livre, hiperglicemia ou administração de insulina eventualmente exigida.

Medidas preventivas e corretivas devem ser instituídas conforme clinicamente indicadas.

Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue)

  • <li>A administra&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de solu&#xE7;&#xF5;es de glicose pode produzir hiperglicemia substancial e uma s&#xED;ndrome hiperosmolar (aumento da osmolaridade).</li> <li>A fim de evitar a hiperglicemia, a taxa de perfus&#xE3;o n&#xE3;o deve exceder &#xE0; capacidade do paciente em metabolizar a glicose.</li> <li>Para reduzir o risco de complica&#xE7;&#xF5;es associadas &#xE0; hiperglicemia, a taxa de infus&#xE3;o deve ser ajustada e/ou insulina administrada, se os n&#xED;veis de glicose no sangue forem superiores aos n&#xED;veis considerados aceit&#xE1;veis para o paciente individualmente.</li>
A solução de glicose intravenosa deve ser administrada com precaução em pacientes com:
  • <li>Toler&#xE2;ncia &#xE0; glicose debilitada (tal como na diabetes<em> mellitu</em>s, disfun&#xE7;&#xE3;o renal, ou na presen&#xE7;a de sepsia, trauma, ou choque).</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/desnutricao/" rel="noopener" target="_blank">Desnutri&#xE7;&#xE3;o</a> grave (risco de precipitar uma s&#xED;ndrome de realimenta&#xE7;&#xE3;o).</li> <li>Defici&#xEA;ncia de tiamina, por exemplo, em pacientes com <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alcoolismo/c" target="_blank">alcoolismo</a> cr&#xF4;nico (risco de acidose l&#xE1;ctica grave devido &#xE0; metaboliza&#xE7;&#xE3;o oxidativa prejudicada de piruvato).</li> <li>Dist&#xFA;rbios de &#xE1;gua e eletr&#xF3;litos que podem ser agravados pelo aumento da glicose e/ou carga de &#xE1;gua livre.</li>
Outros grupos de pacientes em que a solução de glicose deve ser cuidadosa:
  • <li>Pacientes com <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/acidente-vascular-cerebral/c" target="_blank">acidente vascular cerebral</a> isqu&#xEA;mico. Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) tem comprometido no aumento da les&#xE3;o cerebral isqu&#xEA;mica e prejudica a recupera&#xE7;&#xE3;o ap&#xF3;s o acidente vascular cerebral isqu&#xEA;mico agudo.</li> <li>Pacientes com les&#xE3;o cerebral traum&#xE1;tica grave (em particular durante as primeiras 24 horas ap&#xF3;s o trauma).</li> <li>Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) precoce tem sido associada a maus resultados em pacientes com ftraumatismo cranioencef&#xE1;lico grave.</li> <li>Rec&#xE9;m-nascidos.</li>

Administração intravenosa prolongada de glicose e hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) associada pode resultar na diminuição da taxa de secreção de insulina estimulada pela glicose.

Síndrome de realimentação

Pacientes gravemente subnutridos podem resultar na síndrome de realimentação, que é caracterizada pelo deslocamento de potássio, fósforo e magnésio intracelularmente e o paciente torna se anabólico. A deficiência de tiamina e retenção de líquidos também podem se desenvolver. Monitoramento cuidadoso e aumento do consumo de nutrientes lentamente, evitando superalimentação, podem prevenir essas complicações.

Exclusivo Glicose 50%

Distúrbios hepáticos

Distúrbios hepatobiliares incluindo colestase, esteatose hepática, fibrose e cirrose, possivelmente levando à insuficiência hepática, bem como colecistite e colelitíase são conhecidos por se desenvolverem em alguns pacientes em nutrição parenteral. A etiologia desses distúrbios é provavelmente multifatorial e pode diferir entre pacientes. Os pacientes que desenvolvem parâmetros laboratoriais anormais ou outros sinais de distúrbios hepatobiliares devem ser avaliados no início por um médico experiente em doenças do fígado, a fim de identificar possíveis causadores e fatores contribuintes e possíveis intervenções terapêuticas e profiláticas.

Infecção do cateter e sepse

Infecção e sepse podem ocorrer como resultado do uso de cateteres intravenosos para administrar soluções parenterais, falta de manutenção de cateteres ou soluções contaminadas.

Imunossupressão e outros fatores, como a hiperglicemia, a desnutrição e/ou seu estado de doença subjacente podem predispor o paciente a complicações infecciosas.

Cuidados sintomáticos e monitoramento laboratorial de febre/calafrios, leucocitose, complicações técnicas como dispositivo de acesso e hiperglicemia podem ajudar a reconhecer infecções precoces.

A ocorrência de complicações sépticas pode ser diminuída com técnica asséptica na colocação do cateter, manutenção, bemcomo a técnica asséptica empreparação da solução nutricional.

Precipitados

Precipitados vasculares pulmonares têm sido relatados em pacientes recebendo nutrição parenteral. Em alguns casos, ocorreram resultados fatais. Adição excessiva de cálcio e de fosfato aumenta o risco da formação de precipitados de fosfato de cálcio.

Os precipitados foram relatados, mesmo na ausência de sal de fosfato na solução. Também tem sido relatada a precipitação distal para o filtro emlinha e suspeita de formação de precipitado na corrente sanguínea.

Em adição ao controle da solução, o equipo de infusão e o cateter devem também serem verificados periodicamente para precipitados.

Se ocorrerem sinais de desconforto pulmonar, a perfusão deve ser interrompida e avaliação médica iniciada.

Interações com medicamentos

Não são conhecidas interações medicamentosas ate o momento. Nenhum estudo foi conduzido pela Baxter Hospitalar Ltda.

Ambos os efeitos na glicose e efeitos no balanço de água e eletrólitos devem ser considerados quando a solução de glicose for utilizada em pacientes tratados com outras substâncias que afetam o controle da glicose no sangue, ou balanço de água e eletrólitos.

Para minimizar o risco de possíveis incompatibilidades da mistura das soluções de glicose com outras medicações que possam ser prescritas, deve ser verificada a presença de turbidez ou precipitação imediatamente após a mistura, antes e durante a administração. Em caso de dúvida, consulte um farmacêutico.

Atenção: Este medicamento contém açúcar (glicose), portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Glicose - Baxter?

As reações adversas podem ocorrer devido à solução ou a técnica de administração e incluem febre, infecção no ponto de injeção, trombose venosa ou flebite (Inflamação da parede interna de uma veia) irradiando-se a partir do ponto de injeção, extravasamento e hipervolemia. Se ocorrer reação adversa, suspender a infusão, avaliar o paciente, aplicar terapêutica corretiva apropriada e guardar o restante da solução para posterior investigação, se necessário.

Algumas destas reações podem ser devido aos produtos de degradação presentes após autoclavação. A infusão intravenosa pode conduzir ao desenvolvimento de distúrbios líquidos e eletrólitos incluindo a hipocalemia (diminuição de potássio no sangue), o hipomagnesemia (diminuição do magnésio no sangue), e a hipofosfatemia (diminuição do fosfato no sangue).

As reações Adversas listadas abaixo são baseadas em notificações pós-comercialização, listados por sistemas MedDRA (SOC), sempre que possível, por termo preferido e por ordem de gravidade.

Distúrbios do sistema imunológico

Reações de hipersensibilidade/infusão, incluindo anafiláticas/anafilactóides, incluindo reações com manifestações leves, como por exemplo, coceira e reações com manifestações graves, como por exemplo, broncoespasmo (contração do músculo dos brônquios), cianose (coloração azulada da pele e mucosas), angioedema (inchaço da derme) e hipotensão (pressão arterial abaixo dos valores normais); Pirexia (febre) e arrepios.

Distúrbios do metabolismo e nutrição

Hiperglicemia (aumento da glicemia no sangue).

Distúrbios cutâneos e tecido subcutâneo

Erupções cutâneas.

Distúrbios gerais e do local da administração

Reações no local de injeção, incluindo, flebite (Inflamação da parede interna de uma veia) e eritema (coloração avermelhada da pele).

Outras Reações Adversas

Outras reações adversas notificadas envolvendo solução de glicose injetável incluem:

Hiponatremia (diminuição de sódio no sangue), que pode ser sintomático.

Para solução de glicose 10% e 50%:

Tromboflebite (Estado em que a inflamação da parede da veia precede a formação de trombo) no local de infusão (associado comsoluções Hiperosmolares).

As reações adversas notificadas com a nutrição parenteral para o qual o componente glicose pode desempenhar um papel causal ou contributivo incluem:
  • <li>Insufici&#xEA;ncia do f&#xED;gado, cirrose e, fibrose do f&#xED;gado, colestase, esteatose do f&#xED;gado, bilirrubina sangu&#xED;nea, aumento das enzimas do f&#xED;gado, aumento da colecistite (inflama&#xE7;&#xE3;o aguda da ves&#xED;cula biliar), colelit&#xED;ase (forma&#xE7;&#xE3;o de c&#xE1;lculos no interior da ves&#xED;cula biliar).</li> <li>Precipitados vasculares nos pulm&#xF5;es.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe tambéma empresa do seu serviço de atendimento.

População Especial

Uso em crianças

Um estudo placebo-controlado realizado em mulheres saudáveis, que se encontravam em estagio final de gestação, verificou que a administração de 100g de glicose uma hora antes do fim da gestação, não provocou nenhum efeito adverso nos níveis ácido-base do feto. Os fetos com malformação foram excluídos. Entretanto,&nbsp;os autores advertiram que, em concentrações de glicose mais elevadas na mãe (como pode ser encontrado em grávidas diabéticas), mudanças consistentes na acidose metabólica fetal, podem ocorrer, e que o teste da tolerância da glicose pode também ser perigoso aos fetos com retardo do crescimento.

O cuidado deve ser exercitado no tratamento dos neonatos, especialmente os recém-nascidos precoces, cuja função dos rins pode estar imatura e cuja habilidade de excretar cargas do liquido e do soluto pode estar limitada.

A taxa e o volume de infusão dependem da idade, do peso, das condições clinicas e metabólicas do paciente, bem como da terapia concomitante e deve ser determinado por um médico com experiência em terapia pediátrica de fluidos intravenosos.

Problemas relacionados coma glicemia empacientes pediátricos

Recém-nascidos, especialmente aqueles que nasceram prematuros e com baixo peso, estão em maior risco de desenvolver hipo ou hiperglicemia (diminuição ou aumento da glicemia no sangue). É necessário um monitoramento cuidadoso durante o tratamento com soluções de glicose intravenosas para garantir o controle glicêmico adequado, para evitar possíveis efeitos adversos em longo prazo.

Hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) no recém-nascido pode causar:
  • <li>Convuls&#xF5;es prolongadas.</li> <li>Coma.</li> <li>Les&#xE3;o no c&#xE9;rebro.</li>
Hiperglicemia tem sido associada com:
  • <li>Les&#xE3;o cerebral, incluindo sangramento intraventricular.</li> <li>Infec&#xE7;&#xE3;o de bact&#xE9;rias e fungos de in&#xED;cio tardio.</li> <li>Retinopatia da prematuridade (doen&#xE7;a da retina).</li> <li>Enterocolite necrosante (Inflama&#xE7;&#xE3;o do intestino delgado e grosso).</li> <li>Aumento da necessidade de oxig&#xEA;nio.</li> <li>Tempo de interna&#xE7;&#xE3;o prolongado.</li> <li>Morte.</li>
Problemas relacionados coma hiponatremia (diminuição de sódio no sangue) empacientes pediátricos
  • <li>Crian&#xE7;as (incluindo rec&#xE9;m-nascidos e crian&#xE7;as mais velhas) est&#xE3;o em maior risco de desenvolver hiponatremia hiposm&#xF3;tica, bem como de desenvolver encefalopatia hiponatr&#xEA;mica.</li> <li>Hiponatremia hiposm&#xF3;tica pode levar a dores de cabe&#xE7;a, n&#xE1;useas, convuls&#xF5;es, sonol&#xEA;ncia, coma, incha&#xE7;o cerebral e morte, por conseguinte, encefalopatia hiponatremica com sintoma aguda &#xE9; considerada uma emerg&#xEA;ncia m&#xE9;dica.</li> <li>Concentra&#xE7;&#xF5;es de eletr&#xF3;litos do plasma devem ser cuidadosamente monitoradas para a popula&#xE7;&#xE3;o pedi&#xE1;trica (em crian&#xE7;as).</li> <li>Corre&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de hiponatremia hiposm&#xF3;tico &#xE9; potencialmente perigosa (risco de complica&#xE7;&#xF5;es neurol&#xF3;gicas graves). Dosagem, taxa e dura&#xE7;&#xE3;o da administra&#xE7;&#xE3;o devem ser determinadas por um m&#xE9;dico experiente terapia pedi&#xE1;trica de fluidos intravenosos.</li>

Uso em idosos

No geral, a seleção da dose para um paciente idoso devera ser mais criteriosa. Sabe-se que estas drogas são excretadas substancialmente pelos rins, e o risco de reações tóxicas das soluções de glicose pode ser maior nos pacientes com função renal comprometida. Os pacientes idosos são mais prováveis de ter distúrbios no coração, no fígado, nos rins entre outros e terapias com medicamentos ao mesmo tempo. Por isso, cuidado deve ser tomado na seleção do tipo, dose, taxa e volume de infusão. Pode ser útil monitorar a função dos rins.

Gravidez e Amamentação

As soluções de glicose são usadas geralmente como líquidos de hidratação e como veículos para outras drogas. Estudos da reprodução animal não foram conduzidos com injeções de glicose.

Também não há fundamentação cientifica conclusiva de que as injeções de glicose causem dano fetal quando administradas a uma mulher grávida ou afetem a capacidade de reprodução.

Portanto, as injeções de glicose devem ser dadas as gestantes somente se realmente necessário. O médico deve considerar cuidadosamente o risco e benefício potencial para cada paciente antes da administração.

Estudos verificaram que quando administrada durante o trabalho de parto, a carga de glicose da mãe pode conduzir no feto, a hiperglicemia (aumento da glicose no sangue), a hiperinsulinemia (aumento da insulina no sangue), e a acidose do feto, com hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) no recém-nascido subsequente e icterícia (pigmentação amarelada da pele e mucosas). Outros estudos não encontraram nenhuma evidencia de tal efeito, especialmente se o feto é bem oxigenado, e relataram que o número dos pacientes incluídos emtais relatórios foi frequentemente pequeno e os critérios de seleção não homogêneos.

Infusão intravenosa de glicose intraparto materno pode resultar na produção de insulina no feto, com um risco associado de aumento da glicose no sangue do feto e acidose metabólica, bem como a hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) de rebote no recém-nascido.

Categoria “C” de risco na gravidez.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Capacidade de operar e dirigir máquinas

Não há efeitos conhecidos na capacidade de dirigir automóveis ou operar máquinas pesadas.

Qual a composição do Glicose - Baxter?

Apresentações

Solução injetável.

Glicose monoidratada 5%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 100, 250, 500 ou 1000mL.

Glicose monoidratada 10%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 250 ou 500mL.

Glicose monoidratada 50%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 1000mL.

Via intravenosa.

Uso adulto e pediátrico.

Composição

Cada 100 mL de solução de glicose 5% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">4,5g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/produtos-hospitalares/agua-para-injetaveis-diluentes/c\" target=\"_blank\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis</a> q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 5,0g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

170 Kcal/L.

Osmolaridade:

252mOsm/L.

pH:

3,5 – 6,5.

Cada 100 mL de solução de glicose 10% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">9g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 10,0g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

340 Kcal/L.

Osmolaridade:

505mOsm/L.

pH:

3,5 – 6,5.

Cada 100 mL de solução de glicose 50% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">45g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 50g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

1710 Kcal/L.

Osmolaridade:

2520mOsm/L.

pH:

3,5 – 6,5.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Glicose - Baxter maior do que a recomendada?

A infusão de grandes volumes da solução de glicose pode causar hiperglicemia (aumento da glicose no sangue), efeitos adversos no balanço da água e eletrólitos e complicações correspondentes.

Por exemplo, hiperglicemia (aumento da glicose no sangue) e hiponatremia (diminuição de sódio no sangue) severas e suas complicações, podem ser fatal. A infusão muito rápida de glicose pode ocasionar distúrbios neurológicos como depressão e coma, devidos aos fenômenos de hiperosmolaridade, principalmente em portadores de doenças no néfron crônicas. Nestes casos, instalar uma terapia de apoio, conforme as necessidades.

Intervenções incluem descontinuação da administração da solução, redução da dose, administração de insulina e outras medidas conforme indicadas para a condição clínica específica.

A superdosagem clinicamente significativa de solução de glicose pode ser uma emergência médica.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagemou bula do medicamento, se possível.

Emcaso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Glicose - Baxter com outros remédios?

Não são conhecidas interações medicamentosas até o momento.

Para minimizar o risco de possíveis incompatibilidades da mistura das soluções de glicose com outras medicações que possam ser prescritas, deve ser verificada a presença de turbidez ou precipitação imediatamente após a mistura, antes e durante a administração.

Em caso de dúvida, consulte um farmacêutico.

Qual a ação da substância do Glicose - Baxter (Glicose)?

Características Farmacológicas

{"tag":"hr","value":" <p>As solu&#xE7;&#xF5;es injet&#xE1;veis de glicose s&#xE3;o est&#xE9;reis e apirog&#xEA;nicas e usadas no restabelecimento de fluido e suprimento cal&#xF3;rico.</p> <p>A glicose &#xE9; um nutriente facilmente metabolizado pelo organismo para fornecimento de energia, dispensando em alguns casos o uso de lip&#xED;dios e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> como fontes de energia, evitando, assim, acidose e cetose resultantes de seus metabolismos. A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; &#xFA;til como fonte de &#xE1;gua e calorias e &#xE9; capaz de induzir diurese dependendo das condi&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas do paciente. As solu&#xE7;&#xF5;es de glicose em concentra&#xE7;&#xF5;es isot&#xF4;nicas (solu&#xE7;&#xE3;o parenteral de glicose 5%) s&#xE3;o adequadas para manuten&#xE7;&#xE3;o das necessidades de &#xE1;gua quando o s&#xF3;dio n&#xE3;o &#xE9; necess&#xE1;rio ou deve ser evitado.</p> <p>A glicose &#xE9; metabolizada atrav&#xE9;s do &#xE1;cido pir&#xFA;vico ou l&#xE1;tico em di&#xF3;xido de carbono e &#xE1;gua com libera&#xE7;&#xE3;o de energia. A glicose &#xE9; usada, distribu&#xED;da e estocada nos tecidos. Todas as c&#xE9;lulas do corpo s&#xE3;o capazes de oxidar a glicose, sendo a mesma a principal fonte de energia no metabolismo celular. Uma vez dentro da c&#xE9;lula, a glicose &#xE9; prontamente fosforilada, formando a glicose -6-fosfato, que logo se polimeriza em glicog&#xEA;nio, ou &#xE9; catabolizada. A glicose pode ainda ser convertida em gordura, atrav&#xE9;s da Acetil-CoA. Requer, por isso, constante equil&#xED;brio entre as necessidades metab&#xF3;licas do organismo e a sua oferta.</p> <p>A glicose atinge o seu pico plasm&#xE1;tico 40 minutos ap&#xF3;s sua administra&#xE7;&#xE3;o em pacientes hipoglic&#xEA;micos.</p> "}

Como devo armazenar o Glicose - Baxter?

A exposição de produtos farmacêuticos ao calor deve ser evitada. Conservar em temperatura ambiente (15°C - 30°C).

Não armazenar as soluções parenterais adicionadas de medicamentos.

O prazo de validade deste produto é de:

Glicose 5% e 10%

18 meses após a data de fabricação para Glicose 5% em bolsas plásticas flexíveis Viaflex de 100mL, 250mL, 500mL e 1000mL e para Glicose 10% em bolsas plásticas flexíveis Viaflex de 500mL.

24 meses após a data de fabricação para Glicose 10% em bolsas plásticas flexíveis Viaflex de 250mL.

Glicose 50%

O prazo de validade deste produto é de 12 meses após a data de fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento como prazo de validade vencido. Guarde-o emsua embalagem original.

Características físicas

A solução de glicose é límpida, estéril e apirogênica.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres Legais do Glicose - Baxter

Reg.MS. Nº 1.0683.0070

Farm. Resp.:
Luiz Gustavo Tancsik
CRF/SP N° 67.982

Registrado por:
Baxter Hospitalar Ltda.
Rua Henri Dunant, 1.383- Torre B, 12º andar
Conj. 1201 e 1204
São Paulo – SP – Brasil.
CNPJ: 49.351.786/0001-80




Fabricado e embalado por:
Baxter Hospitalar Ltda.
Avenida Engenheiro Eusébio Stevaux, 2555
São Paulo - SP - Brasil.
CNPJ 49.351.786/0002-61
Indústria Brasileira.




Uso restrito a hospitais.

Venda sob prescrição médica.

100mg/mL, caixa com 1 bolsa de sistema fechado com 500mL de solução de uso intravenoso (embalagem hospitalar)

Princípio ativo
:
Glicose
Classe Terapêutica
:
Soluções Carbohidratos <10%
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Dispensação Sob Prescrição Médica Restrito a Hospitais)
Categoria
:
Reidratantes
Especialidade
:
Endocrinologia

Bula do medicamento

Glicose - Baxter, para o que é indicado e para o que serve?

Este medicamento é usado como fonte de água, calorias e diurese osmótica. Este medicamento é usado em casos de desidratação, reposição de calorias, nas hipoglicemias (diminuição da glicemia no sangue) (diminuição de glicose no sangue) e como veículo para diluição de medicamentos compatíveis. A solução de glicose 5% é frequentemente a concentração empregada na redução de fluido, sendo usualmente administrada através de uma veia periférica. Já as soluções de glicose de concentrações mais elevadas, como a glicose 10%, por serem hiperosmóticas, são usadas geralmente como uma fonte de carboidratos. Desta maneira, a glicose é a fonte preferida de carboidratos em regimes parenterais de nutrição, sendo frequentemente usada também em soluções de re-hidratação para prevenção e/ou tratamento da desidratação (diminuição de água no corpo), ocasionada pela diarreia.

Exclusivo Glicose 10% e 50%

As soluções injetáveis de glicose, nas concentrações hipertônicas (concentração acima de 5% de glicose) são indicadas como componente calórico em um regime de nutrição parenteral.

Essas soluções, quando associadas a uma fonte apropriada de proteína (nitrogênio), são usadas na prevenção da perda de nitrogênio ou no tratamento de balanço negativo de nitrogênio para pacientes onde:
  • <li>O trato alimentar n&#xE3;o pode ou n&#xE3;o deve ser usado;</li> <li>A absor&#xE7;&#xE3;o gastrointestinal de prote&#xED;na esta prejudicada, ou;</li> <li>Os requisitos metab&#xF3;licos para <a href="https://minutosaudavel.com.br/proteinas/" rel="noopener" target="_blank">prote&#xED;nas</a> est&#xE3;o substancialmente aumentados, como no caso de <a href="https://minutosaudavel.com.br/queimaduras/" rel="noopener" target="_blank">queimaduras</a> extensas.</li>

Como o&nbsp;Glicose Baxter funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>As solu&#xE7;&#xF5;es injet&#xE1;veis de glicose s&#xE3;o est&#xE9;reis e sem pirog&#xEA;nios e usadas no restabelecimento de fluido e suprimento cal&#xF3;rico. A glicose &#xE9; um nutriente facilmente metabolizado pelo organismo para fornecimento de energia, dispensando em alguns casos o uso de lip&#xED;dios e prote&#xED;nas como fontes de energia, evitando, assim, acidose e cetose resultantes de seus metabolismos. A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; &#xFA;til como fonte de &#xE1;gua e calorias e &#xE9; capaz de induzir diurese dependendo das condi&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas do paciente. As solu&#xE7;&#xF5;es de glicose em concentra&#xE7;&#xF5;es isot&#xF4;nicas (solu&#xE7;&#xE3;o parenteral de glicose 5%) s&#xE3;o adequadas para manuten&#xE7;&#xE3;o das necessidades de &#xE1;gua quando o s&#xF3;dio n&#xE3;o &#xE9; necess&#xE1;rio ou deve ser evitado.</p> <p>A glicose &#xE9; metabolizada atrav&#xE9;s do acido pir&#xFA;vico ou l&#xE1;tico em di&#xF3;xido de carbono e &#xE1;gua com libera&#xE7;&#xE3;o de energia. A glicose &#xE9; usada, distribu&#xED;da e estocada nos tecidos. Todas as c&#xE9;lulas do corpo s&#xE3;o capazes de oxidar a glicose, sendo a mesma a principal fonte de energia no metabolismo celular.</p> <p>Uma vez dentro da c&#xE9;lula, a glicose &#xE9; prontamente fosforilada, formando a glicose-6-fosfato, que logo se polimeriza em glicog&#xEA;nio, ou &#xE9; catabolizada. A glicose pode ainda ser convertida em gordura, atrav&#xE9;s da AcetilCoA. Requer, por isso, constante equil&#xED;brio entre as necessidades metab&#xF3;licas do organismo e a sua oferta.</p> <p>A glicose atinge o seu pico plasm&#xE1;tico 40 minutos ap&#xF3;s sua administra&#xE7;&#xE3;o em pacientes hiperglic&#xEA;micos (aumento da glicemia no sangue).</p> "}

Quais as contraindicações do Glicose - Baxter?

Este medicamento não deve ser usado em administrações juntamente com a infusão de sangue devido a possibilidade de coagulação.

A solução de glicose não deve ser usado nas seguintes situações:

Hiper-hidratação (aumento de água no corpo), hiperglicemia (aumento da glicemia no sangue), diabetes, acidose, desidratação hipotônica, hipocalemia (quantidade abaixo do normal de potássio no sangue) e hipersensibilidade ao produto.

O uso de solução de glicose hipertônica (concentração acima de 5% de glicose) é contra indicado em pacientes com hemorragia intracraniana ou intra-espinhal, delirium tremens em pacientes desidratados, síndrome de má absorção glicose-galactose e aos pacientes com hipersensibilidade a produtos derivados de milho.

As soluções de glicose não devem ser administradas em pacientes com insuficiência renal e após ataque isquêmico (infartos ou acidentes vasculares cerebrais).

Como usar o Glicose - Baxter?

A solução somente deve ter uso intravenoso e individualizado. Solução de uso único. Descartar qualquer porção não utilizada da solução.

A dosagem e a taxa de infusão devem ser determinadas por um medico e é dependente da idade, do peso, das condições clinicas e metabólicas do paciente, bem como da terapia concomitante e das determinações em laboratório. Em pacientes pediátricos, consultar o médico com experiência em terapia pediátrica de fluidos intravenosos.

Antes de serem administradas as soluções parenterais devem ser inspecionadas visualmente para se observar a presença de partículas, turvação na solução, fissuras e quaisquer violações na embalagem primaria. Não administrar a solução se a mesma não estiver límpida e os selos intactos.

A solução é acondicionada em bolsas plásticas flexíveis Viaflex em Sistema Fechado&nbsp;para administração intravenosa usando equipo estéril.

Atenção: não usar embalagens primárias em conexões em serie. Tal procedimento pode causar embolia gasosa devido ao ar residual aspirado da primeira embalagem antes que a administração de fluido da segunda embalagemseja completada.

A pressurização da bolsa contendo a solução para aumentar a taxa de fluxo pode resultar na embolia gasosa, se o ar residual no recipiente não estiver totalmente evacuado antes da administração.

A utilização de um equipo de administração intravenoso com entrada de ar, com a abertura na posição aberta, pode resultar em embolia gasosa. Os equipos de administração intravenosos com entrada de ar, com a abertura na posição aberta, não devemser utilizados com recipientes de plástico flexíveis.

A suplementação de eletrólitos pode ser indicada de acordo com as necessidades clínicas do paciente.

A utilização de um filtro em linha é recomendada durante a administração de todas as soluções parenterais sempre que possível.

A administração de soluções hiperosmolares podemcausar irritação venosa e flebite.

Não perfurar a embalagem, pois há comprometimento da esterilidade do produto e risco de contaminação.

Para a solução de glicose 10% e 50%

A osmolaridade de uma solução de infusão final misturada deve ser levada em conta quando a administração periférica é considerada. Deve ser considerado um aumento gradual da taxa de fluxo quando se inicia a administração de produtos contendo glicose.

Para a solução de glicose 50%

Como indicado em uma base individual, as vitaminas, os oligoelementos e outros componentes (incluindo aminoácidos e lipídios) podem ser adicionados ao regime parenteral para atender as necessidades de nutrientes e prevenir deficiências e complicações de desenvolvimento.

Diluir a solução de glicose antes da utilização a uma concentração que irá, quando administrada com um aminoácido (nitrogênio) fonte, resultar em uma caloria apropriada para uma proporção de nitrogênio e a uma osmolaridade de acordo coma via de administração.

Para reduzir o risco de hipoglicemia, após a interrupção, um decréscimo gradual na velocidade de fluxo, antes de parar a infusão deve ser considerado.

Para abrir

Segurar o invólucro protetor (sobrebolsa) com ambas as mãos, rasgando-o no sentido do picote, de cima para baixo, e retirar a bolsa contendo solução. Pequenas gotículas entre a bolsa e a sobrebolsa podem estar presentes e é característica do produto e processo produtivo. Alguma opacidade do plástico da bolsa pode ser observada devido ao processo de esterilização. Isto é normal e não afeta a qualidade ou segurança da solução. A opacidade irá diminuir gradualmente.

Verificar se existem vazamentos mínimos comprimindo a embalagem primária com firmeza.

Se for observado vazamento de solução descartar a bolsa, pois a sua esterilidade pode estar comprometida.

No preparo e administração das soluções parenterais, devem ser seguidas as recomendações da Comissão de Controle de Infecção em Serviços de Saúde quanto a desinfecção do ambiente e de superfícies, higienização das mãos, uso de EPIs e desinfecção de ampolas, frascos, pontos de adição dos medicamentos e conexões das linhas de infusão.

Nota: Manter a bolsa em seu invólucro protetor (sobrebolsa) até o momento do uso.

Após a abertura da sobrebolsa, a solução deve ser utilizada em:
  • <li>15 dias para bolsas de 50 mL e 100 mL.</li> <li>30 dias para bolsas de 250 mL, 500 mL e 1000 mL.</li>

Preparação para Administração

{"tag":"ol","value":" <li>Remover o protetor do tubo de sa&#xED;da da solu&#xE7;&#xE3;o no fundo da embalagem.</li> <li>Fazer a assepsia da embalagem prim&#xE1;ria utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Suspender a embalagem pela al&#xE7;a de sustenta&#xE7;&#xE3;o.</li> <li>Conectar o equipo de infus&#xE3;o da solu&#xE7;&#xE3;o. Consultar as instru&#xE7;&#xF5;es de uso do equipo.</li> <li>Administrar a solu&#xE7;&#xE3;o, por gotejamento cont&#xED;nuo, conforme prescri&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica.</li> "}

Se for necessária medicação suplementar, seguir as instruções descritas a seguir antes de preparar a bolsa para administração.

Para adição de medicamentos

Ao introduzir medicamentos aditivos, utilizar técnica asséptica.

Atenção: Verificar se há incompatibilidade entre o medicamento e a solução e, quando for o caso, se há incompatibilidade entre os medicamentos. Medicamentos incompatíveis com a solução de glicose não devem ser utilizados. Ao introduzir medicamentos aditivos, a bula do medicamento a ser adicionado e outras literaturas relevantes devem ser consultadas. Antes de adicionar um medicamento, verificar também se ele é solúvel e estável em água ao pH da solução de glicose.

Apenas as embalagens que possuem dois sítios, um sítio para o equipo e um sítio próprio para a administração de medicamentos, poderão permitir a adição de medicamentos nas soluções parenterais.

Para administração de medicamentos antes da administração da solução parenteral:
{"tag":"ol","value":" <li>Preparar a superf&#xED;cie do tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico fazendo sua assepsia utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Utilizando seringa com agulha calibre 19 a 22 ga, perfurar o tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico que fecha o tubo e injetar.</li> <li>Misturar completamente a solu&#xE7;&#xE3;o com o medicamento.</li> <li>Para medicamentos com alta densidade, como por exemplo, a solu&#xE7;&#xE3;o de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloreto-de-potassio/bula\" target=\"_blank\">cloreto de pot&#xE1;ssio</a>, pressionar o tubo de medica&#xE7;&#xE3;o enquanto o mesmo estiver na perpendicular e misturar completamente.</li> <li>P&#xF3;s liofilizados devem ser reconstitu&#xED;dos/suspendidos no diluente est&#xE9;ril e apirog&#xEA;nico adequado antes de ser adicionados a solu&#xE7;&#xE3;o parenteral.</li> "}

Para administração de medicamentos durante a administração da solução parenteral:
{"tag":"ol","value":" <li>Fechar a <a href=\"https://consultaremedios.com.br/maquiagem/acessorios/pinca/c\" target=\"_blank\">pin&#xE7;a</a> do equipo de infus&#xE3;o.</li> <li>Preparar a superf&#xED;cie do tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico fazendo sua assepsia utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Utilizando seringa com agulha calibre 19 a 22 ga, perfurar o tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico que fecha o tubo e injetar.</li> <li>Remover a bolsa do suporte e/ou colocar na posi&#xE7;&#xE3;o vertical com os tubos para cima.</li> <li>Esvaziar ambos os tubos apertando-os enquanto a bolsa estiver com os tubos para cima.</li> <li>Misturar completamente a solu&#xE7;&#xE3;o com medicamento.</li> <li>Retornar a bolsa a posi&#xE7;&#xE3;o de infus&#xE3;o e prosseguir a administra&#xE7;&#xE3;o.</li> "}

Após a adição do medicamento, verificar possível alteração de cor da solução e/ou presença de precipitados, complexos insolúveis ou cristais.

Nota: Não armazenar as soluções parenterais adicionadas de medicamentos.

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Posologia do&nbsp;Glicose Baxter

{"tag":"hr","value":" <p>O preparo e administra&#xE7;&#xE3;o da solu&#xE7;&#xE3;o parenteral deve obedecer a prescri&#xE7;&#xE3;o, precedida de criteriosa avalia&#xE7;&#xE3;o, pelo farmac&#xEA;utico, da compatibilidade f&#xED;sico-qu&#xED;mica e da intera&#xE7;&#xE3;o medicamentosa que possam ocorrer entre os seus componentes.</p> <p>A dose de glicose &#xE9; vari&#xE1;vel e dependente das necessidades do paciente. As concentra&#xE7;&#xF5;es de glicose no plasma devem ser monitoradas, a taxa m&#xE1;xima que pode ser infundida sem causar glicos&#xFA;ria (presen&#xE7;a de glicose na urina) e 0,5 g/kg de peso corporal/hora.</p> <p>No entanto, o ideal &#xE9; que a solu&#xE7;&#xE3;o de glicose intravenosa seja fornecida em uma taxa de aproximadamente a 7 mg/kg/minuto.</p> <p>O uso da solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; indicado para corre&#xE7;&#xE3;o de hipoglicemia (diminui&#xE7;&#xE3;o da glicemia no sangue) <a href=\"https://consultaremedios.com.br/infantil/c\" target=\"_blank\">infantil</a>, podendo ser utilizada emnutri&#xE7;&#xE3;o parenteral de crian&#xE7;as.</p> <p>A dose e a taxa de infus&#xE3;o intravenosa de glicose devem ser selecionadas com cuidado em pacientes pedi&#xE1;tricos, particularmente nos rec&#xE9;m-nascidos e nas crian&#xE7;as com baixo peso ao nascer porque aumenta o risco de hiperglicemia/hipoglicemia (aumento/diminui&#xE7;&#xE3;o da glicemia no sangue).</p> <p>A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose 5% pode ser administrada em pacientes diab&#xE9;ticos, mesmo em coma, por&#xE9;m, &#xE9; fundamental o controle adequado da cetose e, se necess&#xE1;rio, deve-se recorrer a administra&#xE7;&#xE3;o de insulina.</p> <p>A avalia&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica e as determina&#xE7;&#xF5;es laboratoriais peri&#xF3;dicas s&#xE3;o necess&#xE1;rias para monitorar mudan&#xE7;as em concentra&#xE7;&#xF5;es da glicose e do eletr&#xF3;lito do sangue, e o balan&#xE7;o do l&#xED;quido e de eletr&#xF3;litos durante a terapia parenteral prolongada ou sempre que a condi&#xE7;&#xE3;o do paciente permitir tal avalia&#xE7;&#xE3;o.</p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Glicose - Baxter?

Deve-se considerar para fins de administração, dados clínicos e laboratoriais, como níveis de glicose e glicose na urina. Outro aspecto refere-se a suspensão abrupta de tratamentos prolongados, condição em que se elevam os níveis de insulina circulante, podendo desencadear uma hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) momentânea pós-suspensão.

Deve-se ter cuidado também com a administração prolongada ou a infusão rápida de grandes volumes de soluções isosmóticas, devido a possível ocorrência de inchaço pulmonar, hipopotassemia (quantidade abaixo do normal de potássio no sangue), hiper-hidratação e intoxicação hídrica, ocasionados pelo aumento do volume do liquido extracelular.

A monitoração frequente de concentrações de glicose, de eletrólitos particularmente de potássio no plasma faz-se necessário antes, durante e após a administração da solução de glicose.

A solução de glicose não deve ser usada como diluente para o sangue, pois causa aglutinação dos eritrócitos e, provavelmente, hemólise (destruição dos glóbulos vermelhos do sangue). Da mesma maneira, as soluções de glicose sem eletrólitos não devem ser administradas ao mesmo tempo com a infusão de sangue devido da possibilidade de coagulação.

A monitoração frequente de concentrações de glicose no plasma é necessária quando a glicose intravenosa é administrada em pacientes crianças, particularmente nos recém-nascidos e nas crianças com baixo peso ao nascer devido ao risco aumentado de hiperglicemia/hipoglicemia (aumento/diminuição da glicemia no sangue).

A administração excessiva ou rápida da solução de glicose neste tipo de paciente pode causar aumento da osmolaridade do soro e umpossível sangramento intracerebral.

Agir com precaução no fornecimento de carboidratos na presença de acidose por lactato, e também nos pacientes com hipervolemia (quantidade de sangue superior à normal), insuficiência dos rins, obstrução do intervalo urinário ou descompensarão cardíaca eminente.

As soluções injetáveis de glicose devem ser usadas com cuidado em pacientes com Diabetes mellitus subclinica ou evidente, ou intolerância a carboidratos, bem como em lactentes de mães diabéticas.

A administração de soluções de glicose deve ser realizada com cautela em pacientes diabéticos, pois uma infusão rápida pode causar hiperglicemia (aumento de glicose no sangue), assim como em pacientes mal nutridos com deficiência de tiamina, intolerância a carboidratos, septicemia (presença de germes ou substâncias sépticas no sangue). A administração intravenosa da glicose aos pacientes com deficiência de tiamina e outras vitaminas do complexo B pode precipitar o desenvolvimento da encefalopatia de Wernicke.

As soluções de glicose não devem ser administradas em pacientes com insuficiência dos rins e após ataque isquêmico.

Reações de Hipersensibilidade

  • <li>Rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade/infus&#xE3;o, incluindo rea&#xE7;&#xF5;es anafil&#xE1;ticas/anafilact&#xF3;ides t&#xEA;m sido reportadas com solu&#xE7;&#xE3;o de glicose 5 e 10%.</li> <li>A infus&#xE3;o deve ser imediatamente interrompida se quaisquer sinais ou sintomas de uma rea&#xE7;&#xE3;o suspeita de hipersensibilidade se desenvolver. Medidas terap&#xEA;uticas adequadas devem ser institu&#xED;das conforme clinicamente indicadas.</li> <li>As solu&#xE7;&#xF5;es que cont&#xEA;m glicose devem ser usadas com cautela em pacientes com alergia conhecida a milho ou produtos derivados de milho.</li>

Diluição e outros efeitos emeletrólitos séricos

Dependendo do volume e taxa de infusão e, dependendo da condição clínica do paciente e sua capacidade de metabolizar a glicose, a administração intravenosa de glicose pode causar:

  • <li>Hiperosmolaridade (aumento da osmolaridade), diurese (produ&#xE7;&#xE3;o de urina pelo rim) e desidrata&#xE7;&#xE3;o osm&#xF3;tica.</li> <li>Hiposmolaridade (diminui&#xE7;&#xE3;o da osmolaridade).</li>
Distúrbios hidroeletrolíticos, como:
  • <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/hiponatremia/" rel="noopener" target="_blank">Hiponatremia</a> (diminui&#xE7;&#xE3;o de s&#xF3;dio no sangue).</li> <li>Hipocalemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de pot&#xE1;ssio no sangue).</li> <li>Hipofosfatemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de f&#xF3;sforo no sangue).</li> <li>Hipomagnesemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de magn&#xE9;sio no sangue).</li> <li>Hiper-hidrata&#xE7;&#xE3;o/hipervolemia e, por exemplo, estado congestivo, incluindo congest&#xE3;o pulmonar e incha&#xE7;o.</li>

Os efeitos acima não só resultam da administração de fluido livre de eletrólitos, mas também da administração de glicose.

Além destes:

Um aumento na concentração de glicose no soro é associado com um aumento da osmolaridade do soro.

Diurese osmótica associada com hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) pode causar ou contribuir para o desenvolvimento de desidratação e de perdas de eletrólitos.

A hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) também provoca um desvio intracelular de água, levando a uma diminuição das concentrações de sódio extracelular e hiponatremia (diminuição de sódio no sangue).

Uma vez que a glicose na solução de glicose é metabolizada, a infusão de solução de glicose corresponde ao aumento da carga de água livre do corpo, possivelmente levando à hiponatremia hiposmótica.

Hiponatremia hiposmótica pode levar a dores de cabeça, náuseas, convulsões, sonolência, coma, inchaço cerebral e morte. Encefalopatia hiponatrêmica sintomática aguda é considerada uma emergência médica.

O risco para o desenvolvimento de hiponatremia hiposmótica é aumentada, por exemplo:
  • <li>Em crian&#xE7;as.</li> <li>Em pacientes idosos.</li> <li>Em mulheres.</li> <li>P&#xF3;s-operat&#xF3;rio.</li> <li>Em pessoas com sede psicog&#xEA;nica.</li>
O risco de desenvolver encefalopatia como uma complicação de hiponatremia hiposmótica é aumentada, por exemplo:
  • <li>Em pacientes pedi&#xE1;tricos (&#x2264; 16 anos de idade).</li> <li>Em mulheres (em particular, as mulheres na pr&#xE9;-menopausa).</li> <li>Em pacientes com hipoxemia (diminui&#xE7;&#xE3;o da concentra&#xE7;&#xE3;o de oxig&#xEA;nio no sangue).</li> <li>Em pacientes com doen&#xE7;a do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/c" target="_blank">sistema nervoso central</a> subjacente.</li>

Avaliação clínica e determinações laboratoriais periódicas podem ser necessárias para monitorar as alterações no equilíbrio de fluidos, eletrólitos e equilíbrio ácido-base durante a terapia parenteral prolongada ou sempre que o estado do paciente ou a taxa de administração requeiram tal avaliação.

O cuidado especial é recomendado em pacientes com risco aumentado de distúrbios de água e eletrólitos que podem ser agravados por: aumento da carga de água livre, hiperglicemia ou administração de insulina eventualmente exigida.

Medidas preventivas e corretivas devem ser instituídas conforme clinicamente indicadas.

Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue)

  • <li>A administra&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de solu&#xE7;&#xF5;es de glicose pode produzir hiperglicemia substancial e uma s&#xED;ndrome hiperosmolar (aumento da osmolaridade).</li> <li>A fim de evitar a hiperglicemia, a taxa de perfus&#xE3;o n&#xE3;o deve exceder &#xE0; capacidade do paciente em metabolizar a glicose.</li> <li>Para reduzir o risco de complica&#xE7;&#xF5;es associadas &#xE0; hiperglicemia, a taxa de infus&#xE3;o deve ser ajustada e/ou insulina administrada, se os n&#xED;veis de glicose no sangue forem superiores aos n&#xED;veis considerados aceit&#xE1;veis para o paciente individualmente.</li>
A solução de glicose intravenosa deve ser administrada com precaução em pacientes com:
  • <li>Toler&#xE2;ncia &#xE0; glicose debilitada (tal como na diabetes<em> mellitu</em>s, disfun&#xE7;&#xE3;o renal, ou na presen&#xE7;a de sepsia, trauma, ou choque).</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/desnutricao/" rel="noopener" target="_blank">Desnutri&#xE7;&#xE3;o</a> grave (risco de precipitar uma s&#xED;ndrome de realimenta&#xE7;&#xE3;o).</li> <li>Defici&#xEA;ncia de tiamina, por exemplo, em pacientes com <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alcoolismo/c" target="_blank">alcoolismo</a> cr&#xF4;nico (risco de acidose l&#xE1;ctica grave devido &#xE0; metaboliza&#xE7;&#xE3;o oxidativa prejudicada de piruvato).</li> <li>Dist&#xFA;rbios de &#xE1;gua e eletr&#xF3;litos que podem ser agravados pelo aumento da glicose e/ou carga de &#xE1;gua livre.</li>
Outros grupos de pacientes em que a solução de glicose deve ser cuidadosa:
  • <li>Pacientes com <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/acidente-vascular-cerebral/c" target="_blank">acidente vascular cerebral</a> isqu&#xEA;mico. Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) tem comprometido no aumento da les&#xE3;o cerebral isqu&#xEA;mica e prejudica a recupera&#xE7;&#xE3;o ap&#xF3;s o acidente vascular cerebral isqu&#xEA;mico agudo.</li> <li>Pacientes com les&#xE3;o cerebral traum&#xE1;tica grave (em particular durante as primeiras 24 horas ap&#xF3;s o trauma).</li> <li>Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) precoce tem sido associada a maus resultados em pacientes com ftraumatismo cranioencef&#xE1;lico grave.</li> <li>Rec&#xE9;m-nascidos.</li>

Administração intravenosa prolongada de glicose e hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) associada pode resultar na diminuição da taxa de secreção de insulina estimulada pela glicose.

Síndrome de realimentação

Pacientes gravemente subnutridos podem resultar na síndrome de realimentação, que é caracterizada pelo deslocamento de potássio, fósforo e magnésio intracelularmente e o paciente torna se anabólico. A deficiência de tiamina e retenção de líquidos também podem se desenvolver. Monitoramento cuidadoso e aumento do consumo de nutrientes lentamente, evitando superalimentação, podem prevenir essas complicações.

Exclusivo Glicose 50%

Distúrbios hepáticos

Distúrbios hepatobiliares incluindo colestase, esteatose hepática, fibrose e cirrose, possivelmente levando à insuficiência hepática, bem como colecistite e colelitíase são conhecidos por se desenvolverem em alguns pacientes em nutrição parenteral. A etiologia desses distúrbios é provavelmente multifatorial e pode diferir entre pacientes. Os pacientes que desenvolvem parâmetros laboratoriais anormais ou outros sinais de distúrbios hepatobiliares devem ser avaliados no início por um médico experiente em doenças do fígado, a fim de identificar possíveis causadores e fatores contribuintes e possíveis intervenções terapêuticas e profiláticas.

Infecção do cateter e sepse

Infecção e sepse podem ocorrer como resultado do uso de cateteres intravenosos para administrar soluções parenterais, falta de manutenção de cateteres ou soluções contaminadas.

Imunossupressão e outros fatores, como a hiperglicemia, a desnutrição e/ou seu estado de doença subjacente podem predispor o paciente a complicações infecciosas.

Cuidados sintomáticos e monitoramento laboratorial de febre/calafrios, leucocitose, complicações técnicas como dispositivo de acesso e hiperglicemia podem ajudar a reconhecer infecções precoces.

A ocorrência de complicações sépticas pode ser diminuída com técnica asséptica na colocação do cateter, manutenção, bemcomo a técnica asséptica empreparação da solução nutricional.

Precipitados

Precipitados vasculares pulmonares têm sido relatados em pacientes recebendo nutrição parenteral. Em alguns casos, ocorreram resultados fatais. Adição excessiva de cálcio e de fosfato aumenta o risco da formação de precipitados de fosfato de cálcio.

Os precipitados foram relatados, mesmo na ausência de sal de fosfato na solução. Também tem sido relatada a precipitação distal para o filtro emlinha e suspeita de formação de precipitado na corrente sanguínea.

Em adição ao controle da solução, o equipo de infusão e o cateter devem também serem verificados periodicamente para precipitados.

Se ocorrerem sinais de desconforto pulmonar, a perfusão deve ser interrompida e avaliação médica iniciada.

Interações com medicamentos

Não são conhecidas interações medicamentosas ate o momento. Nenhum estudo foi conduzido pela Baxter Hospitalar Ltda.

Ambos os efeitos na glicose e efeitos no balanço de água e eletrólitos devem ser considerados quando a solução de glicose for utilizada em pacientes tratados com outras substâncias que afetam o controle da glicose no sangue, ou balanço de água e eletrólitos.

Para minimizar o risco de possíveis incompatibilidades da mistura das soluções de glicose com outras medicações que possam ser prescritas, deve ser verificada a presença de turbidez ou precipitação imediatamente após a mistura, antes e durante a administração. Em caso de dúvida, consulte um farmacêutico.

Atenção: Este medicamento contém açúcar (glicose), portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Glicose - Baxter?

As reações adversas podem ocorrer devido à solução ou a técnica de administração e incluem febre, infecção no ponto de injeção, trombose venosa ou flebite (Inflamação da parede interna de uma veia) irradiando-se a partir do ponto de injeção, extravasamento e hipervolemia. Se ocorrer reação adversa, suspender a infusão, avaliar o paciente, aplicar terapêutica corretiva apropriada e guardar o restante da solução para posterior investigação, se necessário.

Algumas destas reações podem ser devido aos produtos de degradação presentes após autoclavação. A infusão intravenosa pode conduzir ao desenvolvimento de distúrbios líquidos e eletrólitos incluindo a hipocalemia (diminuição de potássio no sangue), o hipomagnesemia (diminuição do magnésio no sangue), e a hipofosfatemia (diminuição do fosfato no sangue).

As reações Adversas listadas abaixo são baseadas em notificações pós-comercialização, listados por sistemas MedDRA (SOC), sempre que possível, por termo preferido e por ordem de gravidade.

Distúrbios do sistema imunológico

Reações de hipersensibilidade/infusão, incluindo anafiláticas/anafilactóides, incluindo reações com manifestações leves, como por exemplo, coceira e reações com manifestações graves, como por exemplo, broncoespasmo (contração do músculo dos brônquios), cianose (coloração azulada da pele e mucosas), angioedema (inchaço da derme) e hipotensão (pressão arterial abaixo dos valores normais); Pirexia (febre) e arrepios.

Distúrbios do metabolismo e nutrição

Hiperglicemia (aumento da glicemia no sangue).

Distúrbios cutâneos e tecido subcutâneo

Erupções cutâneas.

Distúrbios gerais e do local da administração

Reações no local de injeção, incluindo, flebite (Inflamação da parede interna de uma veia) e eritema (coloração avermelhada da pele).

Outras Reações Adversas

Outras reações adversas notificadas envolvendo solução de glicose injetável incluem:

Hiponatremia (diminuição de sódio no sangue), que pode ser sintomático.

Para solução de glicose 10% e 50%:

Tromboflebite (Estado em que a inflamação da parede da veia precede a formação de trombo) no local de infusão (associado comsoluções Hiperosmolares).

As reações adversas notificadas com a nutrição parenteral para o qual o componente glicose pode desempenhar um papel causal ou contributivo incluem:
  • <li>Insufici&#xEA;ncia do f&#xED;gado, cirrose e, fibrose do f&#xED;gado, colestase, esteatose do f&#xED;gado, bilirrubina sangu&#xED;nea, aumento das enzimas do f&#xED;gado, aumento da colecistite (inflama&#xE7;&#xE3;o aguda da ves&#xED;cula biliar), colelit&#xED;ase (forma&#xE7;&#xE3;o de c&#xE1;lculos no interior da ves&#xED;cula biliar).</li> <li>Precipitados vasculares nos pulm&#xF5;es.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe tambéma empresa do seu serviço de atendimento.

População Especial

Uso em crianças

Um estudo placebo-controlado realizado em mulheres saudáveis, que se encontravam em estagio final de gestação, verificou que a administração de 100g de glicose uma hora antes do fim da gestação, não provocou nenhum efeito adverso nos níveis ácido-base do feto. Os fetos com malformação foram excluídos. Entretanto,&nbsp;os autores advertiram que, em concentrações de glicose mais elevadas na mãe (como pode ser encontrado em grávidas diabéticas), mudanças consistentes na acidose metabólica fetal, podem ocorrer, e que o teste da tolerância da glicose pode também ser perigoso aos fetos com retardo do crescimento.

O cuidado deve ser exercitado no tratamento dos neonatos, especialmente os recém-nascidos precoces, cuja função dos rins pode estar imatura e cuja habilidade de excretar cargas do liquido e do soluto pode estar limitada.

A taxa e o volume de infusão dependem da idade, do peso, das condições clinicas e metabólicas do paciente, bem como da terapia concomitante e deve ser determinado por um médico com experiência em terapia pediátrica de fluidos intravenosos.

Problemas relacionados coma glicemia empacientes pediátricos

Recém-nascidos, especialmente aqueles que nasceram prematuros e com baixo peso, estão em maior risco de desenvolver hipo ou hiperglicemia (diminuição ou aumento da glicemia no sangue). É necessário um monitoramento cuidadoso durante o tratamento com soluções de glicose intravenosas para garantir o controle glicêmico adequado, para evitar possíveis efeitos adversos em longo prazo.

Hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) no recém-nascido pode causar:
  • <li>Convuls&#xF5;es prolongadas.</li> <li>Coma.</li> <li>Les&#xE3;o no c&#xE9;rebro.</li>
Hiperglicemia tem sido associada com:
  • <li>Les&#xE3;o cerebral, incluindo sangramento intraventricular.</li> <li>Infec&#xE7;&#xE3;o de bact&#xE9;rias e fungos de in&#xED;cio tardio.</li> <li>Retinopatia da prematuridade (doen&#xE7;a da retina).</li> <li>Enterocolite necrosante (Inflama&#xE7;&#xE3;o do intestino delgado e grosso).</li> <li>Aumento da necessidade de oxig&#xEA;nio.</li> <li>Tempo de interna&#xE7;&#xE3;o prolongado.</li> <li>Morte.</li>
Problemas relacionados coma hiponatremia (diminuição de sódio no sangue) empacientes pediátricos
  • <li>Crian&#xE7;as (incluindo rec&#xE9;m-nascidos e crian&#xE7;as mais velhas) est&#xE3;o em maior risco de desenvolver hiponatremia hiposm&#xF3;tica, bem como de desenvolver encefalopatia hiponatr&#xEA;mica.</li> <li>Hiponatremia hiposm&#xF3;tica pode levar a dores de cabe&#xE7;a, n&#xE1;useas, convuls&#xF5;es, sonol&#xEA;ncia, coma, incha&#xE7;o cerebral e morte, por conseguinte, encefalopatia hiponatremica com sintoma aguda &#xE9; considerada uma emerg&#xEA;ncia m&#xE9;dica.</li> <li>Concentra&#xE7;&#xF5;es de eletr&#xF3;litos do plasma devem ser cuidadosamente monitoradas para a popula&#xE7;&#xE3;o pedi&#xE1;trica (em crian&#xE7;as).</li> <li>Corre&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de hiponatremia hiposm&#xF3;tico &#xE9; potencialmente perigosa (risco de complica&#xE7;&#xF5;es neurol&#xF3;gicas graves). Dosagem, taxa e dura&#xE7;&#xE3;o da administra&#xE7;&#xE3;o devem ser determinadas por um m&#xE9;dico experiente terapia pedi&#xE1;trica de fluidos intravenosos.</li>

Uso em idosos

No geral, a seleção da dose para um paciente idoso devera ser mais criteriosa. Sabe-se que estas drogas são excretadas substancialmente pelos rins, e o risco de reações tóxicas das soluções de glicose pode ser maior nos pacientes com função renal comprometida. Os pacientes idosos são mais prováveis de ter distúrbios no coração, no fígado, nos rins entre outros e terapias com medicamentos ao mesmo tempo. Por isso, cuidado deve ser tomado na seleção do tipo, dose, taxa e volume de infusão. Pode ser útil monitorar a função dos rins.

Gravidez e Amamentação

As soluções de glicose são usadas geralmente como líquidos de hidratação e como veículos para outras drogas. Estudos da reprodução animal não foram conduzidos com injeções de glicose.

Também não há fundamentação cientifica conclusiva de que as injeções de glicose causem dano fetal quando administradas a uma mulher grávida ou afetem a capacidade de reprodução.

Portanto, as injeções de glicose devem ser dadas as gestantes somente se realmente necessário. O médico deve considerar cuidadosamente o risco e benefício potencial para cada paciente antes da administração.

Estudos verificaram que quando administrada durante o trabalho de parto, a carga de glicose da mãe pode conduzir no feto, a hiperglicemia (aumento da glicose no sangue), a hiperinsulinemia (aumento da insulina no sangue), e a acidose do feto, com hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) no recém-nascido subsequente e icterícia (pigmentação amarelada da pele e mucosas). Outros estudos não encontraram nenhuma evidencia de tal efeito, especialmente se o feto é bem oxigenado, e relataram que o número dos pacientes incluídos emtais relatórios foi frequentemente pequeno e os critérios de seleção não homogêneos.

Infusão intravenosa de glicose intraparto materno pode resultar na produção de insulina no feto, com um risco associado de aumento da glicose no sangue do feto e acidose metabólica, bem como a hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) de rebote no recém-nascido.

Categoria “C” de risco na gravidez.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Capacidade de operar e dirigir máquinas

Não há efeitos conhecidos na capacidade de dirigir automóveis ou operar máquinas pesadas.

Qual a composição do Glicose - Baxter?

Apresentações

Solução injetável.

Glicose monoidratada 5%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 100, 250, 500 ou 1000mL.

Glicose monoidratada 10%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 250 ou 500mL.

Glicose monoidratada 50%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 1000mL.

Via intravenosa.

Uso adulto e pediátrico.

Composição

Cada 100 mL de solução de glicose 5% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">4,5g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/produtos-hospitalares/agua-para-injetaveis-diluentes/c\" target=\"_blank\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis</a> q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 5,0g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

170 Kcal/L.

Osmolaridade:

252mOsm/L.

pH:

3,5 – 6,5.

Cada 100 mL de solução de glicose 10% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">9g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 10,0g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

340 Kcal/L.

Osmolaridade:

505mOsm/L.

pH:

3,5 – 6,5.

Cada 100 mL de solução de glicose 50% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">45g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 50g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

1710 Kcal/L.

Osmolaridade:

2520mOsm/L.

pH:

3,5 – 6,5.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Glicose - Baxter maior do que a recomendada?

A infusão de grandes volumes da solução de glicose pode causar hiperglicemia (aumento da glicose no sangue), efeitos adversos no balanço da água e eletrólitos e complicações correspondentes.

Por exemplo, hiperglicemia (aumento da glicose no sangue) e hiponatremia (diminuição de sódio no sangue) severas e suas complicações, podem ser fatal. A infusão muito rápida de glicose pode ocasionar distúrbios neurológicos como depressão e coma, devidos aos fenômenos de hiperosmolaridade, principalmente em portadores de doenças no néfron crônicas. Nestes casos, instalar uma terapia de apoio, conforme as necessidades.

Intervenções incluem descontinuação da administração da solução, redução da dose, administração de insulina e outras medidas conforme indicadas para a condição clínica específica.

A superdosagem clinicamente significativa de solução de glicose pode ser uma emergência médica.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagemou bula do medicamento, se possível.

Emcaso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Glicose - Baxter com outros remédios?

Não são conhecidas interações medicamentosas até o momento.

Para minimizar o risco de possíveis incompatibilidades da mistura das soluções de glicose com outras medicações que possam ser prescritas, deve ser verificada a presença de turbidez ou precipitação imediatamente após a mistura, antes e durante a administração.

Em caso de dúvida, consulte um farmacêutico.

Qual a ação da substância do Glicose - Baxter (Glicose)?

Características Farmacológicas

{"tag":"hr","value":" <p>As solu&#xE7;&#xF5;es injet&#xE1;veis de glicose s&#xE3;o est&#xE9;reis e apirog&#xEA;nicas e usadas no restabelecimento de fluido e suprimento cal&#xF3;rico.</p> <p>A glicose &#xE9; um nutriente facilmente metabolizado pelo organismo para fornecimento de energia, dispensando em alguns casos o uso de lip&#xED;dios e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> como fontes de energia, evitando, assim, acidose e cetose resultantes de seus metabolismos. A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; &#xFA;til como fonte de &#xE1;gua e calorias e &#xE9; capaz de induzir diurese dependendo das condi&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas do paciente. As solu&#xE7;&#xF5;es de glicose em concentra&#xE7;&#xF5;es isot&#xF4;nicas (solu&#xE7;&#xE3;o parenteral de glicose 5%) s&#xE3;o adequadas para manuten&#xE7;&#xE3;o das necessidades de &#xE1;gua quando o s&#xF3;dio n&#xE3;o &#xE9; necess&#xE1;rio ou deve ser evitado.</p> <p>A glicose &#xE9; metabolizada atrav&#xE9;s do &#xE1;cido pir&#xFA;vico ou l&#xE1;tico em di&#xF3;xido de carbono e &#xE1;gua com libera&#xE7;&#xE3;o de energia. A glicose &#xE9; usada, distribu&#xED;da e estocada nos tecidos. Todas as c&#xE9;lulas do corpo s&#xE3;o capazes de oxidar a glicose, sendo a mesma a principal fonte de energia no metabolismo celular. Uma vez dentro da c&#xE9;lula, a glicose &#xE9; prontamente fosforilada, formando a glicose -6-fosfato, que logo se polimeriza em glicog&#xEA;nio, ou &#xE9; catabolizada. A glicose pode ainda ser convertida em gordura, atrav&#xE9;s da Acetil-CoA. Requer, por isso, constante equil&#xED;brio entre as necessidades metab&#xF3;licas do organismo e a sua oferta.</p> <p>A glicose atinge o seu pico plasm&#xE1;tico 40 minutos ap&#xF3;s sua administra&#xE7;&#xE3;o em pacientes hipoglic&#xEA;micos.</p> "}

Como devo armazenar o Glicose - Baxter?

A exposição de produtos farmacêuticos ao calor deve ser evitada. Conservar em temperatura ambiente (15°C - 30°C).

Não armazenar as soluções parenterais adicionadas de medicamentos.

O prazo de validade deste produto é de:

Glicose 5% e 10%

18 meses após a data de fabricação para Glicose 5% em bolsas plásticas flexíveis Viaflex de 100mL, 250mL, 500mL e 1000mL e para Glicose 10% em bolsas plásticas flexíveis Viaflex de 500mL.

24 meses após a data de fabricação para Glicose 10% em bolsas plásticas flexíveis Viaflex de 250mL.

Glicose 50%

O prazo de validade deste produto é de 12 meses após a data de fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento como prazo de validade vencido. Guarde-o emsua embalagem original.

Características físicas

A solução de glicose é límpida, estéril e apirogênica.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

100mg/mL, caixa com 1 bolsa de sistema fechado com 1000mL de solução de uso intravenoso (embalagem hospitalar)

Princípio ativo
:
Glicose
Classe Terapêutica
:
Soluções Carbohidratos <10%
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Dispensação Sob Prescrição Médica Restrito a Hospitais)
Categoria
:
Reidratantes
Especialidade
:
Endocrinologia

Bula do medicamento

Glicose - Baxter, para o que é indicado e para o que serve?

Este medicamento é usado como fonte de água, calorias e diurese osmótica. Este medicamento é usado em casos de desidratação, reposição de calorias, nas hipoglicemias (diminuição da glicemia no sangue) (diminuição de glicose no sangue) e como veículo para diluição de medicamentos compatíveis. A solução de glicose 5% é frequentemente a concentração empregada na redução de fluido, sendo usualmente administrada através de uma veia periférica. Já as soluções de glicose de concentrações mais elevadas, como a glicose 10%, por serem hiperosmóticas, são usadas geralmente como uma fonte de carboidratos. Desta maneira, a glicose é a fonte preferida de carboidratos em regimes parenterais de nutrição, sendo frequentemente usada também em soluções de re-hidratação para prevenção e/ou tratamento da desidratação (diminuição de água no corpo), ocasionada pela diarreia.

Exclusivo Glicose 10% e 50%

As soluções injetáveis de glicose, nas concentrações hipertônicas (concentração acima de 5% de glicose) são indicadas como componente calórico em um regime de nutrição parenteral.

Essas soluções, quando associadas a uma fonte apropriada de proteína (nitrogênio), são usadas na prevenção da perda de nitrogênio ou no tratamento de balanço negativo de nitrogênio para pacientes onde:
  • <li>O trato alimentar n&#xE3;o pode ou n&#xE3;o deve ser usado;</li> <li>A absor&#xE7;&#xE3;o gastrointestinal de prote&#xED;na esta prejudicada, ou;</li> <li>Os requisitos metab&#xF3;licos para <a href="https://minutosaudavel.com.br/proteinas/" rel="noopener" target="_blank">prote&#xED;nas</a> est&#xE3;o substancialmente aumentados, como no caso de <a href="https://minutosaudavel.com.br/queimaduras/" rel="noopener" target="_blank">queimaduras</a> extensas.</li>

Como o&nbsp;Glicose Baxter funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>As solu&#xE7;&#xF5;es injet&#xE1;veis de glicose s&#xE3;o est&#xE9;reis e sem pirog&#xEA;nios e usadas no restabelecimento de fluido e suprimento cal&#xF3;rico. A glicose &#xE9; um nutriente facilmente metabolizado pelo organismo para fornecimento de energia, dispensando em alguns casos o uso de lip&#xED;dios e prote&#xED;nas como fontes de energia, evitando, assim, acidose e cetose resultantes de seus metabolismos. A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; &#xFA;til como fonte de &#xE1;gua e calorias e &#xE9; capaz de induzir diurese dependendo das condi&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas do paciente. As solu&#xE7;&#xF5;es de glicose em concentra&#xE7;&#xF5;es isot&#xF4;nicas (solu&#xE7;&#xE3;o parenteral de glicose 5%) s&#xE3;o adequadas para manuten&#xE7;&#xE3;o das necessidades de &#xE1;gua quando o s&#xF3;dio n&#xE3;o &#xE9; necess&#xE1;rio ou deve ser evitado.</p> <p>A glicose &#xE9; metabolizada atrav&#xE9;s do acido pir&#xFA;vico ou l&#xE1;tico em di&#xF3;xido de carbono e &#xE1;gua com libera&#xE7;&#xE3;o de energia. A glicose &#xE9; usada, distribu&#xED;da e estocada nos tecidos. Todas as c&#xE9;lulas do corpo s&#xE3;o capazes de oxidar a glicose, sendo a mesma a principal fonte de energia no metabolismo celular.</p> <p>Uma vez dentro da c&#xE9;lula, a glicose &#xE9; prontamente fosforilada, formando a glicose-6-fosfato, que logo se polimeriza em glicog&#xEA;nio, ou &#xE9; catabolizada. A glicose pode ainda ser convertida em gordura, atrav&#xE9;s da AcetilCoA. Requer, por isso, constante equil&#xED;brio entre as necessidades metab&#xF3;licas do organismo e a sua oferta.</p> <p>A glicose atinge o seu pico plasm&#xE1;tico 40 minutos ap&#xF3;s sua administra&#xE7;&#xE3;o em pacientes hiperglic&#xEA;micos (aumento da glicemia no sangue).</p> "}

Quais as contraindicações do Glicose - Baxter?

Este medicamento não deve ser usado em administrações juntamente com a infusão de sangue devido a possibilidade de coagulação.

A solução de glicose não deve ser usado nas seguintes situações:

Hiper-hidratação (aumento de água no corpo), hiperglicemia (aumento da glicemia no sangue), diabetes, acidose, desidratação hipotônica, hipocalemia (quantidade abaixo do normal de potássio no sangue) e hipersensibilidade ao produto.

O uso de solução de glicose hipertônica (concentração acima de 5% de glicose) é contra indicado em pacientes com hemorragia intracraniana ou intra-espinhal, delirium tremens em pacientes desidratados, síndrome de má absorção glicose-galactose e aos pacientes com hipersensibilidade a produtos derivados de milho.

As soluções de glicose não devem ser administradas em pacientes com insuficiência renal e após ataque isquêmico (infartos ou acidentes vasculares cerebrais).

Como usar o Glicose - Baxter?

A solução somente deve ter uso intravenoso e individualizado. Solução de uso único. Descartar qualquer porção não utilizada da solução.

A dosagem e a taxa de infusão devem ser determinadas por um medico e é dependente da idade, do peso, das condições clinicas e metabólicas do paciente, bem como da terapia concomitante e das determinações em laboratório. Em pacientes pediátricos, consultar o médico com experiência em terapia pediátrica de fluidos intravenosos.

Antes de serem administradas as soluções parenterais devem ser inspecionadas visualmente para se observar a presença de partículas, turvação na solução, fissuras e quaisquer violações na embalagem primaria. Não administrar a solução se a mesma não estiver límpida e os selos intactos.

A solução é acondicionada em bolsas plásticas flexíveis Viaflex em Sistema Fechado&nbsp;para administração intravenosa usando equipo estéril.

Atenção: não usar embalagens primárias em conexões em serie. Tal procedimento pode causar embolia gasosa devido ao ar residual aspirado da primeira embalagem antes que a administração de fluido da segunda embalagemseja completada.

A pressurização da bolsa contendo a solução para aumentar a taxa de fluxo pode resultar na embolia gasosa, se o ar residual no recipiente não estiver totalmente evacuado antes da administração.

A utilização de um equipo de administração intravenoso com entrada de ar, com a abertura na posição aberta, pode resultar em embolia gasosa. Os equipos de administração intravenosos com entrada de ar, com a abertura na posição aberta, não devemser utilizados com recipientes de plástico flexíveis.

A suplementação de eletrólitos pode ser indicada de acordo com as necessidades clínicas do paciente.

A utilização de um filtro em linha é recomendada durante a administração de todas as soluções parenterais sempre que possível.

A administração de soluções hiperosmolares podemcausar irritação venosa e flebite.

Não perfurar a embalagem, pois há comprometimento da esterilidade do produto e risco de contaminação.

Para a solução de glicose 10% e 50%

A osmolaridade de uma solução de infusão final misturada deve ser levada em conta quando a administração periférica é considerada. Deve ser considerado um aumento gradual da taxa de fluxo quando se inicia a administração de produtos contendo glicose.

Para a solução de glicose 50%

Como indicado em uma base individual, as vitaminas, os oligoelementos e outros componentes (incluindo aminoácidos e lipídios) podem ser adicionados ao regime parenteral para atender as necessidades de nutrientes e prevenir deficiências e complicações de desenvolvimento.

Diluir a solução de glicose antes da utilização a uma concentração que irá, quando administrada com um aminoácido (nitrogênio) fonte, resultar em uma caloria apropriada para uma proporção de nitrogênio e a uma osmolaridade de acordo coma via de administração.

Para reduzir o risco de hipoglicemia, após a interrupção, um decréscimo gradual na velocidade de fluxo, antes de parar a infusão deve ser considerado.

Para abrir

Segurar o invólucro protetor (sobrebolsa) com ambas as mãos, rasgando-o no sentido do picote, de cima para baixo, e retirar a bolsa contendo solução. Pequenas gotículas entre a bolsa e a sobrebolsa podem estar presentes e é característica do produto e processo produtivo. Alguma opacidade do plástico da bolsa pode ser observada devido ao processo de esterilização. Isto é normal e não afeta a qualidade ou segurança da solução. A opacidade irá diminuir gradualmente.

Verificar se existem vazamentos mínimos comprimindo a embalagem primária com firmeza.

Se for observado vazamento de solução descartar a bolsa, pois a sua esterilidade pode estar comprometida.

No preparo e administração das soluções parenterais, devem ser seguidas as recomendações da Comissão de Controle de Infecção em Serviços de Saúde quanto a desinfecção do ambiente e de superfícies, higienização das mãos, uso de EPIs e desinfecção de ampolas, frascos, pontos de adição dos medicamentos e conexões das linhas de infusão.

Nota: Manter a bolsa em seu invólucro protetor (sobrebolsa) até o momento do uso.

Após a abertura da sobrebolsa, a solução deve ser utilizada em:
  • <li>15 dias para bolsas de 50 mL e 100 mL.</li> <li>30 dias para bolsas de 250 mL, 500 mL e 1000 mL.</li>

Preparação para Administração

{"tag":"ol","value":" <li>Remover o protetor do tubo de sa&#xED;da da solu&#xE7;&#xE3;o no fundo da embalagem.</li> <li>Fazer a assepsia da embalagem prim&#xE1;ria utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Suspender a embalagem pela al&#xE7;a de sustenta&#xE7;&#xE3;o.</li> <li>Conectar o equipo de infus&#xE3;o da solu&#xE7;&#xE3;o. Consultar as instru&#xE7;&#xF5;es de uso do equipo.</li> <li>Administrar a solu&#xE7;&#xE3;o, por gotejamento cont&#xED;nuo, conforme prescri&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica.</li> "}

Se for necessária medicação suplementar, seguir as instruções descritas a seguir antes de preparar a bolsa para administração.

Para adição de medicamentos

Ao introduzir medicamentos aditivos, utilizar técnica asséptica.

Atenção: Verificar se há incompatibilidade entre o medicamento e a solução e, quando for o caso, se há incompatibilidade entre os medicamentos. Medicamentos incompatíveis com a solução de glicose não devem ser utilizados. Ao introduzir medicamentos aditivos, a bula do medicamento a ser adicionado e outras literaturas relevantes devem ser consultadas. Antes de adicionar um medicamento, verificar também se ele é solúvel e estável em água ao pH da solução de glicose.

Apenas as embalagens que possuem dois sítios, um sítio para o equipo e um sítio próprio para a administração de medicamentos, poderão permitir a adição de medicamentos nas soluções parenterais.

Para administração de medicamentos antes da administração da solução parenteral:
{"tag":"ol","value":" <li>Preparar a superf&#xED;cie do tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico fazendo sua assepsia utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Utilizando seringa com agulha calibre 19 a 22 ga, perfurar o tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico que fecha o tubo e injetar.</li> <li>Misturar completamente a solu&#xE7;&#xE3;o com o medicamento.</li> <li>Para medicamentos com alta densidade, como por exemplo, a solu&#xE7;&#xE3;o de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloreto-de-potassio/bula\" target=\"_blank\">cloreto de pot&#xE1;ssio</a>, pressionar o tubo de medica&#xE7;&#xE3;o enquanto o mesmo estiver na perpendicular e misturar completamente.</li> <li>P&#xF3;s liofilizados devem ser reconstitu&#xED;dos/suspendidos no diluente est&#xE9;ril e apirog&#xEA;nico adequado antes de ser adicionados a solu&#xE7;&#xE3;o parenteral.</li> "}

Para administração de medicamentos durante a administração da solução parenteral:
{"tag":"ol","value":" <li>Fechar a <a href=\"https://consultaremedios.com.br/maquiagem/acessorios/pinca/c\" target=\"_blank\">pin&#xE7;a</a> do equipo de infus&#xE3;o.</li> <li>Preparar a superf&#xED;cie do tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico fazendo sua assepsia utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Utilizando seringa com agulha calibre 19 a 22 ga, perfurar o tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico que fecha o tubo e injetar.</li> <li>Remover a bolsa do suporte e/ou colocar na posi&#xE7;&#xE3;o vertical com os tubos para cima.</li> <li>Esvaziar ambos os tubos apertando-os enquanto a bolsa estiver com os tubos para cima.</li> <li>Misturar completamente a solu&#xE7;&#xE3;o com medicamento.</li> <li>Retornar a bolsa a posi&#xE7;&#xE3;o de infus&#xE3;o e prosseguir a administra&#xE7;&#xE3;o.</li> "}

Após a adição do medicamento, verificar possível alteração de cor da solução e/ou presença de precipitados, complexos insolúveis ou cristais.

Nota: Não armazenar as soluções parenterais adicionadas de medicamentos.

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Posologia do&nbsp;Glicose Baxter

{"tag":"hr","value":" <p>O preparo e administra&#xE7;&#xE3;o da solu&#xE7;&#xE3;o parenteral deve obedecer a prescri&#xE7;&#xE3;o, precedida de criteriosa avalia&#xE7;&#xE3;o, pelo farmac&#xEA;utico, da compatibilidade f&#xED;sico-qu&#xED;mica e da intera&#xE7;&#xE3;o medicamentosa que possam ocorrer entre os seus componentes.</p> <p>A dose de glicose &#xE9; vari&#xE1;vel e dependente das necessidades do paciente. As concentra&#xE7;&#xF5;es de glicose no plasma devem ser monitoradas, a taxa m&#xE1;xima que pode ser infundida sem causar glicos&#xFA;ria (presen&#xE7;a de glicose na urina) e 0,5 g/kg de peso corporal/hora.</p> <p>No entanto, o ideal &#xE9; que a solu&#xE7;&#xE3;o de glicose intravenosa seja fornecida em uma taxa de aproximadamente a 7 mg/kg/minuto.</p> <p>O uso da solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; indicado para corre&#xE7;&#xE3;o de hipoglicemia (diminui&#xE7;&#xE3;o da glicemia no sangue) <a href=\"https://consultaremedios.com.br/infantil/c\" target=\"_blank\">infantil</a>, podendo ser utilizada emnutri&#xE7;&#xE3;o parenteral de crian&#xE7;as.</p> <p>A dose e a taxa de infus&#xE3;o intravenosa de glicose devem ser selecionadas com cuidado em pacientes pedi&#xE1;tricos, particularmente nos rec&#xE9;m-nascidos e nas crian&#xE7;as com baixo peso ao nascer porque aumenta o risco de hiperglicemia/hipoglicemia (aumento/diminui&#xE7;&#xE3;o da glicemia no sangue).</p> <p>A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose 5% pode ser administrada em pacientes diab&#xE9;ticos, mesmo em coma, por&#xE9;m, &#xE9; fundamental o controle adequado da cetose e, se necess&#xE1;rio, deve-se recorrer a administra&#xE7;&#xE3;o de insulina.</p> <p>A avalia&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica e as determina&#xE7;&#xF5;es laboratoriais peri&#xF3;dicas s&#xE3;o necess&#xE1;rias para monitorar mudan&#xE7;as em concentra&#xE7;&#xF5;es da glicose e do eletr&#xF3;lito do sangue, e o balan&#xE7;o do l&#xED;quido e de eletr&#xF3;litos durante a terapia parenteral prolongada ou sempre que a condi&#xE7;&#xE3;o do paciente permitir tal avalia&#xE7;&#xE3;o.</p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Glicose - Baxter?

Deve-se considerar para fins de administração, dados clínicos e laboratoriais, como níveis de glicose e glicose na urina. Outro aspecto refere-se a suspensão abrupta de tratamentos prolongados, condição em que se elevam os níveis de insulina circulante, podendo desencadear uma hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) momentânea pós-suspensão.

Deve-se ter cuidado também com a administração prolongada ou a infusão rápida de grandes volumes de soluções isosmóticas, devido a possível ocorrência de inchaço pulmonar, hipopotassemia (quantidade abaixo do normal de potássio no sangue), hiper-hidratação e intoxicação hídrica, ocasionados pelo aumento do volume do liquido extracelular.

A monitoração frequente de concentrações de glicose, de eletrólitos particularmente de potássio no plasma faz-se necessário antes, durante e após a administração da solução de glicose.

A solução de glicose não deve ser usada como diluente para o sangue, pois causa aglutinação dos eritrócitos e, provavelmente, hemólise (destruição dos glóbulos vermelhos do sangue). Da mesma maneira, as soluções de glicose sem eletrólitos não devem ser administradas ao mesmo tempo com a infusão de sangue devido da possibilidade de coagulação.

A monitoração frequente de concentrações de glicose no plasma é necessária quando a glicose intravenosa é administrada em pacientes crianças, particularmente nos recém-nascidos e nas crianças com baixo peso ao nascer devido ao risco aumentado de hiperglicemia/hipoglicemia (aumento/diminuição da glicemia no sangue).

A administração excessiva ou rápida da solução de glicose neste tipo de paciente pode causar aumento da osmolaridade do soro e umpossível sangramento intracerebral.

Agir com precaução no fornecimento de carboidratos na presença de acidose por lactato, e também nos pacientes com hipervolemia (quantidade de sangue superior à normal), insuficiência dos rins, obstrução do intervalo urinário ou descompensarão cardíaca eminente.

As soluções injetáveis de glicose devem ser usadas com cuidado em pacientes com Diabetes mellitus subclinica ou evidente, ou intolerância a carboidratos, bem como em lactentes de mães diabéticas.

A administração de soluções de glicose deve ser realizada com cautela em pacientes diabéticos, pois uma infusão rápida pode causar hiperglicemia (aumento de glicose no sangue), assim como em pacientes mal nutridos com deficiência de tiamina, intolerância a carboidratos, septicemia (presença de germes ou substâncias sépticas no sangue). A administração intravenosa da glicose aos pacientes com deficiência de tiamina e outras vitaminas do complexo B pode precipitar o desenvolvimento da encefalopatia de Wernicke.

As soluções de glicose não devem ser administradas em pacientes com insuficiência dos rins e após ataque isquêmico.

Reações de Hipersensibilidade

  • <li>Rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade/infus&#xE3;o, incluindo rea&#xE7;&#xF5;es anafil&#xE1;ticas/anafilact&#xF3;ides t&#xEA;m sido reportadas com solu&#xE7;&#xE3;o de glicose 5 e 10%.</li> <li>A infus&#xE3;o deve ser imediatamente interrompida se quaisquer sinais ou sintomas de uma rea&#xE7;&#xE3;o suspeita de hipersensibilidade se desenvolver. Medidas terap&#xEA;uticas adequadas devem ser institu&#xED;das conforme clinicamente indicadas.</li> <li>As solu&#xE7;&#xF5;es que cont&#xEA;m glicose devem ser usadas com cautela em pacientes com alergia conhecida a milho ou produtos derivados de milho.</li>

Diluição e outros efeitos emeletrólitos séricos

Dependendo do volume e taxa de infusão e, dependendo da condição clínica do paciente e sua capacidade de metabolizar a glicose, a administração intravenosa de glicose pode causar:

  • <li>Hiperosmolaridade (aumento da osmolaridade), diurese (produ&#xE7;&#xE3;o de urina pelo rim) e desidrata&#xE7;&#xE3;o osm&#xF3;tica.</li> <li>Hiposmolaridade (diminui&#xE7;&#xE3;o da osmolaridade).</li>
Distúrbios hidroeletrolíticos, como:
  • <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/hiponatremia/" rel="noopener" target="_blank">Hiponatremia</a> (diminui&#xE7;&#xE3;o de s&#xF3;dio no sangue).</li> <li>Hipocalemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de pot&#xE1;ssio no sangue).</li> <li>Hipofosfatemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de f&#xF3;sforo no sangue).</li> <li>Hipomagnesemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de magn&#xE9;sio no sangue).</li> <li>Hiper-hidrata&#xE7;&#xE3;o/hipervolemia e, por exemplo, estado congestivo, incluindo congest&#xE3;o pulmonar e incha&#xE7;o.</li>

Os efeitos acima não só resultam da administração de fluido livre de eletrólitos, mas também da administração de glicose.

Além destes:

Um aumento na concentração de glicose no soro é associado com um aumento da osmolaridade do soro.

Diurese osmótica associada com hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) pode causar ou contribuir para o desenvolvimento de desidratação e de perdas de eletrólitos.

A hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) também provoca um desvio intracelular de água, levando a uma diminuição das concentrações de sódio extracelular e hiponatremia (diminuição de sódio no sangue).

Uma vez que a glicose na solução de glicose é metabolizada, a infusão de solução de glicose corresponde ao aumento da carga de água livre do corpo, possivelmente levando à hiponatremia hiposmótica.

Hiponatremia hiposmótica pode levar a dores de cabeça, náuseas, convulsões, sonolência, coma, inchaço cerebral e morte. Encefalopatia hiponatrêmica sintomática aguda é considerada uma emergência médica.

O risco para o desenvolvimento de hiponatremia hiposmótica é aumentada, por exemplo:
  • <li>Em crian&#xE7;as.</li> <li>Em pacientes idosos.</li> <li>Em mulheres.</li> <li>P&#xF3;s-operat&#xF3;rio.</li> <li>Em pessoas com sede psicog&#xEA;nica.</li>
O risco de desenvolver encefalopatia como uma complicação de hiponatremia hiposmótica é aumentada, por exemplo:
  • <li>Em pacientes pedi&#xE1;tricos (&#x2264; 16 anos de idade).</li> <li>Em mulheres (em particular, as mulheres na pr&#xE9;-menopausa).</li> <li>Em pacientes com hipoxemia (diminui&#xE7;&#xE3;o da concentra&#xE7;&#xE3;o de oxig&#xEA;nio no sangue).</li> <li>Em pacientes com doen&#xE7;a do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/c" target="_blank">sistema nervoso central</a> subjacente.</li>

Avaliação clínica e determinações laboratoriais periódicas podem ser necessárias para monitorar as alterações no equilíbrio de fluidos, eletrólitos e equilíbrio ácido-base durante a terapia parenteral prolongada ou sempre que o estado do paciente ou a taxa de administração requeiram tal avaliação.

O cuidado especial é recomendado em pacientes com risco aumentado de distúrbios de água e eletrólitos que podem ser agravados por: aumento da carga de água livre, hiperglicemia ou administração de insulina eventualmente exigida.

Medidas preventivas e corretivas devem ser instituídas conforme clinicamente indicadas.

Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue)

  • <li>A administra&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de solu&#xE7;&#xF5;es de glicose pode produzir hiperglicemia substancial e uma s&#xED;ndrome hiperosmolar (aumento da osmolaridade).</li> <li>A fim de evitar a hiperglicemia, a taxa de perfus&#xE3;o n&#xE3;o deve exceder &#xE0; capacidade do paciente em metabolizar a glicose.</li> <li>Para reduzir o risco de complica&#xE7;&#xF5;es associadas &#xE0; hiperglicemia, a taxa de infus&#xE3;o deve ser ajustada e/ou insulina administrada, se os n&#xED;veis de glicose no sangue forem superiores aos n&#xED;veis considerados aceit&#xE1;veis para o paciente individualmente.</li>
A solução de glicose intravenosa deve ser administrada com precaução em pacientes com:
  • <li>Toler&#xE2;ncia &#xE0; glicose debilitada (tal como na diabetes<em> mellitu</em>s, disfun&#xE7;&#xE3;o renal, ou na presen&#xE7;a de sepsia, trauma, ou choque).</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/desnutricao/" rel="noopener" target="_blank">Desnutri&#xE7;&#xE3;o</a> grave (risco de precipitar uma s&#xED;ndrome de realimenta&#xE7;&#xE3;o).</li> <li>Defici&#xEA;ncia de tiamina, por exemplo, em pacientes com <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alcoolismo/c" target="_blank">alcoolismo</a> cr&#xF4;nico (risco de acidose l&#xE1;ctica grave devido &#xE0; metaboliza&#xE7;&#xE3;o oxidativa prejudicada de piruvato).</li> <li>Dist&#xFA;rbios de &#xE1;gua e eletr&#xF3;litos que podem ser agravados pelo aumento da glicose e/ou carga de &#xE1;gua livre.</li>
Outros grupos de pacientes em que a solução de glicose deve ser cuidadosa:
  • <li>Pacientes com <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/acidente-vascular-cerebral/c" target="_blank">acidente vascular cerebral</a> isqu&#xEA;mico. Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) tem comprometido no aumento da les&#xE3;o cerebral isqu&#xEA;mica e prejudica a recupera&#xE7;&#xE3;o ap&#xF3;s o acidente vascular cerebral isqu&#xEA;mico agudo.</li> <li>Pacientes com les&#xE3;o cerebral traum&#xE1;tica grave (em particular durante as primeiras 24 horas ap&#xF3;s o trauma).</li> <li>Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) precoce tem sido associada a maus resultados em pacientes com ftraumatismo cranioencef&#xE1;lico grave.</li> <li>Rec&#xE9;m-nascidos.</li>

Administração intravenosa prolongada de glicose e hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) associada pode resultar na diminuição da taxa de secreção de insulina estimulada pela glicose.

Síndrome de realimentação

Pacientes gravemente subnutridos podem resultar na síndrome de realimentação, que é caracterizada pelo deslocamento de potássio, fósforo e magnésio intracelularmente e o paciente torna se anabólico. A deficiência de tiamina e retenção de líquidos também podem se desenvolver. Monitoramento cuidadoso e aumento do consumo de nutrientes lentamente, evitando superalimentação, podem prevenir essas complicações.

Exclusivo Glicose 50%

Distúrbios hepáticos

Distúrbios hepatobiliares incluindo colestase, esteatose hepática, fibrose e cirrose, possivelmente levando à insuficiência hepática, bem como colecistite e colelitíase são conhecidos por se desenvolverem em alguns pacientes em nutrição parenteral. A etiologia desses distúrbios é provavelmente multifatorial e pode diferir entre pacientes. Os pacientes que desenvolvem parâmetros laboratoriais anormais ou outros sinais de distúrbios hepatobiliares devem ser avaliados no início por um médico experiente em doenças do fígado, a fim de identificar possíveis causadores e fatores contribuintes e possíveis intervenções terapêuticas e profiláticas.

Infecção do cateter e sepse

Infecção e sepse podem ocorrer como resultado do uso de cateteres intravenosos para administrar soluções parenterais, falta de manutenção de cateteres ou soluções contaminadas.

Imunossupressão e outros fatores, como a hiperglicemia, a desnutrição e/ou seu estado de doença subjacente podem predispor o paciente a complicações infecciosas.

Cuidados sintomáticos e monitoramento laboratorial de febre/calafrios, leucocitose, complicações técnicas como dispositivo de acesso e hiperglicemia podem ajudar a reconhecer infecções precoces.

A ocorrência de complicações sépticas pode ser diminuída com técnica asséptica na colocação do cateter, manutenção, bemcomo a técnica asséptica empreparação da solução nutricional.

Precipitados

Precipitados vasculares pulmonares têm sido relatados em pacientes recebendo nutrição parenteral. Em alguns casos, ocorreram resultados fatais. Adição excessiva de cálcio e de fosfato aumenta o risco da formação de precipitados de fosfato de cálcio.

Os precipitados foram relatados, mesmo na ausência de sal de fosfato na solução. Também tem sido relatada a precipitação distal para o filtro emlinha e suspeita de formação de precipitado na corrente sanguínea.

Em adição ao controle da solução, o equipo de infusão e o cateter devem também serem verificados periodicamente para precipitados.

Se ocorrerem sinais de desconforto pulmonar, a perfusão deve ser interrompida e avaliação médica iniciada.

Interações com medicamentos

Não são conhecidas interações medicamentosas ate o momento. Nenhum estudo foi conduzido pela Baxter Hospitalar Ltda.

Ambos os efeitos na glicose e efeitos no balanço de água e eletrólitos devem ser considerados quando a solução de glicose for utilizada em pacientes tratados com outras substâncias que afetam o controle da glicose no sangue, ou balanço de água e eletrólitos.

Para minimizar o risco de possíveis incompatibilidades da mistura das soluções de glicose com outras medicações que possam ser prescritas, deve ser verificada a presença de turbidez ou precipitação imediatamente após a mistura, antes e durante a administração. Em caso de dúvida, consulte um farmacêutico.

Atenção: Este medicamento contém açúcar (glicose), portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Glicose - Baxter?

As reações adversas podem ocorrer devido à solução ou a técnica de administração e incluem febre, infecção no ponto de injeção, trombose venosa ou flebite (Inflamação da parede interna de uma veia) irradiando-se a partir do ponto de injeção, extravasamento e hipervolemia. Se ocorrer reação adversa, suspender a infusão, avaliar o paciente, aplicar terapêutica corretiva apropriada e guardar o restante da solução para posterior investigação, se necessário.

Algumas destas reações podem ser devido aos produtos de degradação presentes após autoclavação. A infusão intravenosa pode conduzir ao desenvolvimento de distúrbios líquidos e eletrólitos incluindo a hipocalemia (diminuição de potássio no sangue), o hipomagnesemia (diminuição do magnésio no sangue), e a hipofosfatemia (diminuição do fosfato no sangue).

As reações Adversas listadas abaixo são baseadas em notificações pós-comercialização, listados por sistemas MedDRA (SOC), sempre que possível, por termo preferido e por ordem de gravidade.

Distúrbios do sistema imunológico

Reações de hipersensibilidade/infusão, incluindo anafiláticas/anafilactóides, incluindo reações com manifestações leves, como por exemplo, coceira e reações com manifestações graves, como por exemplo, broncoespasmo (contração do músculo dos brônquios), cianose (coloração azulada da pele e mucosas), angioedema (inchaço da derme) e hipotensão (pressão arterial abaixo dos valores normais); Pirexia (febre) e arrepios.

Distúrbios do metabolismo e nutrição

Hiperglicemia (aumento da glicemia no sangue).

Distúrbios cutâneos e tecido subcutâneo

Erupções cutâneas.

Distúrbios gerais e do local da administração

Reações no local de injeção, incluindo, flebite (Inflamação da parede interna de uma veia) e eritema (coloração avermelhada da pele).

Outras Reações Adversas

Outras reações adversas notificadas envolvendo solução de glicose injetável incluem:

Hiponatremia (diminuição de sódio no sangue), que pode ser sintomático.

Para solução de glicose 10% e 50%:

Tromboflebite (Estado em que a inflamação da parede da veia precede a formação de trombo) no local de infusão (associado comsoluções Hiperosmolares).

As reações adversas notificadas com a nutrição parenteral para o qual o componente glicose pode desempenhar um papel causal ou contributivo incluem:
  • <li>Insufici&#xEA;ncia do f&#xED;gado, cirrose e, fibrose do f&#xED;gado, colestase, esteatose do f&#xED;gado, bilirrubina sangu&#xED;nea, aumento das enzimas do f&#xED;gado, aumento da colecistite (inflama&#xE7;&#xE3;o aguda da ves&#xED;cula biliar), colelit&#xED;ase (forma&#xE7;&#xE3;o de c&#xE1;lculos no interior da ves&#xED;cula biliar).</li> <li>Precipitados vasculares nos pulm&#xF5;es.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe tambéma empresa do seu serviço de atendimento.

População Especial

Uso em crianças

Um estudo placebo-controlado realizado em mulheres saudáveis, que se encontravam em estagio final de gestação, verificou que a administração de 100g de glicose uma hora antes do fim da gestação, não provocou nenhum efeito adverso nos níveis ácido-base do feto. Os fetos com malformação foram excluídos. Entretanto,&nbsp;os autores advertiram que, em concentrações de glicose mais elevadas na mãe (como pode ser encontrado em grávidas diabéticas), mudanças consistentes na acidose metabólica fetal, podem ocorrer, e que o teste da tolerância da glicose pode também ser perigoso aos fetos com retardo do crescimento.

O cuidado deve ser exercitado no tratamento dos neonatos, especialmente os recém-nascidos precoces, cuja função dos rins pode estar imatura e cuja habilidade de excretar cargas do liquido e do soluto pode estar limitada.

A taxa e o volume de infusão dependem da idade, do peso, das condições clinicas e metabólicas do paciente, bem como da terapia concomitante e deve ser determinado por um médico com experiência em terapia pediátrica de fluidos intravenosos.

Problemas relacionados coma glicemia empacientes pediátricos

Recém-nascidos, especialmente aqueles que nasceram prematuros e com baixo peso, estão em maior risco de desenvolver hipo ou hiperglicemia (diminuição ou aumento da glicemia no sangue). É necessário um monitoramento cuidadoso durante o tratamento com soluções de glicose intravenosas para garantir o controle glicêmico adequado, para evitar possíveis efeitos adversos em longo prazo.

Hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) no recém-nascido pode causar:
  • <li>Convuls&#xF5;es prolongadas.</li> <li>Coma.</li> <li>Les&#xE3;o no c&#xE9;rebro.</li>
Hiperglicemia tem sido associada com:
  • <li>Les&#xE3;o cerebral, incluindo sangramento intraventricular.</li> <li>Infec&#xE7;&#xE3;o de bact&#xE9;rias e fungos de in&#xED;cio tardio.</li> <li>Retinopatia da prematuridade (doen&#xE7;a da retina).</li> <li>Enterocolite necrosante (Inflama&#xE7;&#xE3;o do intestino delgado e grosso).</li> <li>Aumento da necessidade de oxig&#xEA;nio.</li> <li>Tempo de interna&#xE7;&#xE3;o prolongado.</li> <li>Morte.</li>
Problemas relacionados coma hiponatremia (diminuição de sódio no sangue) empacientes pediátricos
  • <li>Crian&#xE7;as (incluindo rec&#xE9;m-nascidos e crian&#xE7;as mais velhas) est&#xE3;o em maior risco de desenvolver hiponatremia hiposm&#xF3;tica, bem como de desenvolver encefalopatia hiponatr&#xEA;mica.</li> <li>Hiponatremia hiposm&#xF3;tica pode levar a dores de cabe&#xE7;a, n&#xE1;useas, convuls&#xF5;es, sonol&#xEA;ncia, coma, incha&#xE7;o cerebral e morte, por conseguinte, encefalopatia hiponatremica com sintoma aguda &#xE9; considerada uma emerg&#xEA;ncia m&#xE9;dica.</li> <li>Concentra&#xE7;&#xF5;es de eletr&#xF3;litos do plasma devem ser cuidadosamente monitoradas para a popula&#xE7;&#xE3;o pedi&#xE1;trica (em crian&#xE7;as).</li> <li>Corre&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de hiponatremia hiposm&#xF3;tico &#xE9; potencialmente perigosa (risco de complica&#xE7;&#xF5;es neurol&#xF3;gicas graves). Dosagem, taxa e dura&#xE7;&#xE3;o da administra&#xE7;&#xE3;o devem ser determinadas por um m&#xE9;dico experiente terapia pedi&#xE1;trica de fluidos intravenosos.</li>

Uso em idosos

No geral, a seleção da dose para um paciente idoso devera ser mais criteriosa. Sabe-se que estas drogas são excretadas substancialmente pelos rins, e o risco de reações tóxicas das soluções de glicose pode ser maior nos pacientes com função renal comprometida. Os pacientes idosos são mais prováveis de ter distúrbios no coração, no fígado, nos rins entre outros e terapias com medicamentos ao mesmo tempo. Por isso, cuidado deve ser tomado na seleção do tipo, dose, taxa e volume de infusão. Pode ser útil monitorar a função dos rins.

Gravidez e Amamentação

As soluções de glicose são usadas geralmente como líquidos de hidratação e como veículos para outras drogas. Estudos da reprodução animal não foram conduzidos com injeções de glicose.

Também não há fundamentação cientifica conclusiva de que as injeções de glicose causem dano fetal quando administradas a uma mulher grávida ou afetem a capacidade de reprodução.

Portanto, as injeções de glicose devem ser dadas as gestantes somente se realmente necessário. O médico deve considerar cuidadosamente o risco e benefício potencial para cada paciente antes da administração.

Estudos verificaram que quando administrada durante o trabalho de parto, a carga de glicose da mãe pode conduzir no feto, a hiperglicemia (aumento da glicose no sangue), a hiperinsulinemia (aumento da insulina no sangue), e a acidose do feto, com hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) no recém-nascido subsequente e icterícia (pigmentação amarelada da pele e mucosas). Outros estudos não encontraram nenhuma evidencia de tal efeito, especialmente se o feto é bem oxigenado, e relataram que o número dos pacientes incluídos emtais relatórios foi frequentemente pequeno e os critérios de seleção não homogêneos.

Infusão intravenosa de glicose intraparto materno pode resultar na produção de insulina no feto, com um risco associado de aumento da glicose no sangue do feto e acidose metabólica, bem como a hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) de rebote no recém-nascido.

Categoria “C” de risco na gravidez.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Capacidade de operar e dirigir máquinas

Não há efeitos conhecidos na capacidade de dirigir automóveis ou operar máquinas pesadas.

Qual a composição do Glicose - Baxter?

Apresentações

Solução injetável.

Glicose monoidratada 5%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 100, 250, 500 ou 1000mL.

Glicose monoidratada 10%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 250 ou 500mL.

Glicose monoidratada 50%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 1000mL.

Via intravenosa.

Uso adulto e pediátrico.

Composição

Cada 100 mL de solução de glicose 5% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">4,5g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/produtos-hospitalares/agua-para-injetaveis-diluentes/c\" target=\"_blank\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis</a> q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 5,0g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

170 Kcal/L.

Osmolaridade:

252mOsm/L.

pH:

3,5 – 6,5.

Cada 100 mL de solução de glicose 10% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">9g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 10,0g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

340 Kcal/L.

Osmolaridade:

505mOsm/L.

pH:

3,5 – 6,5.

Cada 100 mL de solução de glicose 50% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">45g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 50g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

1710 Kcal/L.

50mg/mL, caixa com 1 bolsa de sistema fechado com 500mL de solução de uso intravenoso (embalagem hospitalar)

Princípio ativo
:
Glicose
Classe Terapêutica
:
Soluções Carbohidratos <10%
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Dispensação Sob Prescrição Médica Restrito a Hospitais)
Categoria
:
Reidratantes
Especialidade
:
Endocrinologia

Bula do medicamento

Glicose - Baxter, para o que é indicado e para o que serve?

Este medicamento é usado como fonte de água, calorias e diurese osmótica. Este medicamento é usado em casos de desidratação, reposição de calorias, nas hipoglicemias (diminuição da glicemia no sangue) (diminuição de glicose no sangue) e como veículo para diluição de medicamentos compatíveis. A solução de glicose 5% é frequentemente a concentração empregada na redução de fluido, sendo usualmente administrada através de uma veia periférica. Já as soluções de glicose de concentrações mais elevadas, como a glicose 10%, por serem hiperosmóticas, são usadas geralmente como uma fonte de carboidratos. Desta maneira, a glicose é a fonte preferida de carboidratos em regimes parenterais de nutrição, sendo frequentemente usada também em soluções de re-hidratação para prevenção e/ou tratamento da desidratação (diminuição de água no corpo), ocasionada pela diarreia.

Exclusivo Glicose 10% e 50%

As soluções injetáveis de glicose, nas concentrações hipertônicas (concentração acima de 5% de glicose) são indicadas como componente calórico em um regime de nutrição parenteral.

Essas soluções, quando associadas a uma fonte apropriada de proteína (nitrogênio), são usadas na prevenção da perda de nitrogênio ou no tratamento de balanço negativo de nitrogênio para pacientes onde:
  • <li>O trato alimentar n&#xE3;o pode ou n&#xE3;o deve ser usado;</li> <li>A absor&#xE7;&#xE3;o gastrointestinal de prote&#xED;na esta prejudicada, ou;</li> <li>Os requisitos metab&#xF3;licos para <a href="https://minutosaudavel.com.br/proteinas/" rel="noopener" target="_blank">prote&#xED;nas</a> est&#xE3;o substancialmente aumentados, como no caso de <a href="https://minutosaudavel.com.br/queimaduras/" rel="noopener" target="_blank">queimaduras</a> extensas.</li>

Como o&nbsp;Glicose Baxter funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>As solu&#xE7;&#xF5;es injet&#xE1;veis de glicose s&#xE3;o est&#xE9;reis e sem pirog&#xEA;nios e usadas no restabelecimento de fluido e suprimento cal&#xF3;rico. A glicose &#xE9; um nutriente facilmente metabolizado pelo organismo para fornecimento de energia, dispensando em alguns casos o uso de lip&#xED;dios e prote&#xED;nas como fontes de energia, evitando, assim, acidose e cetose resultantes de seus metabolismos. A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; &#xFA;til como fonte de &#xE1;gua e calorias e &#xE9; capaz de induzir diurese dependendo das condi&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas do paciente. As solu&#xE7;&#xF5;es de glicose em concentra&#xE7;&#xF5;es isot&#xF4;nicas (solu&#xE7;&#xE3;o parenteral de glicose 5%) s&#xE3;o adequadas para manuten&#xE7;&#xE3;o das necessidades de &#xE1;gua quando o s&#xF3;dio n&#xE3;o &#xE9; necess&#xE1;rio ou deve ser evitado.</p> <p>A glicose &#xE9; metabolizada atrav&#xE9;s do acido pir&#xFA;vico ou l&#xE1;tico em di&#xF3;xido de carbono e &#xE1;gua com libera&#xE7;&#xE3;o de energia. A glicose &#xE9; usada, distribu&#xED;da e estocada nos tecidos. Todas as c&#xE9;lulas do corpo s&#xE3;o capazes de oxidar a glicose, sendo a mesma a principal fonte de energia no metabolismo celular.</p> <p>Uma vez dentro da c&#xE9;lula, a glicose &#xE9; prontamente fosforilada, formando a glicose-6-fosfato, que logo se polimeriza em glicog&#xEA;nio, ou &#xE9; catabolizada. A glicose pode ainda ser convertida em gordura, atrav&#xE9;s da AcetilCoA. Requer, por isso, constante equil&#xED;brio entre as necessidades metab&#xF3;licas do organismo e a sua oferta.</p> <p>A glicose atinge o seu pico plasm&#xE1;tico 40 minutos ap&#xF3;s sua administra&#xE7;&#xE3;o em pacientes hiperglic&#xEA;micos (aumento da glicemia no sangue).</p> "}

Quais as contraindicações do Glicose - Baxter?

Este medicamento não deve ser usado em administrações juntamente com a infusão de sangue devido a possibilidade de coagulação.

A solução de glicose não deve ser usado nas seguintes situações:

Hiper-hidratação (aumento de água no corpo), hiperglicemia (aumento da glicemia no sangue), diabetes, acidose, desidratação hipotônica, hipocalemia (quantidade abaixo do normal de potássio no sangue) e hipersensibilidade ao produto.

O uso de solução de glicose hipertônica (concentração acima de 5% de glicose) é contra indicado em pacientes com hemorragia intracraniana ou intra-espinhal, delirium tremens em pacientes desidratados, síndrome de má absorção glicose-galactose e aos pacientes com hipersensibilidade a produtos derivados de milho.

As soluções de glicose não devem ser administradas em pacientes com insuficiência renal e após ataque isquêmico (infartos ou acidentes vasculares cerebrais).

Como usar o Glicose - Baxter?

A solução somente deve ter uso intravenoso e individualizado. Solução de uso único. Descartar qualquer porção não utilizada da solução.

A dosagem e a taxa de infusão devem ser determinadas por um medico e é dependente da idade, do peso, das condições clinicas e metabólicas do paciente, bem como da terapia concomitante e das determinações em laboratório. Em pacientes pediátricos, consultar o médico com experiência em terapia pediátrica de fluidos intravenosos.

Antes de serem administradas as soluções parenterais devem ser inspecionadas visualmente para se observar a presença de partículas, turvação na solução, fissuras e quaisquer violações na embalagem primaria. Não administrar a solução se a mesma não estiver límpida e os selos intactos.

A solução é acondicionada em bolsas plásticas flexíveis Viaflex em Sistema Fechado&nbsp;para administração intravenosa usando equipo estéril.

Atenção: não usar embalagens primárias em conexões em serie. Tal procedimento pode causar embolia gasosa devido ao ar residual aspirado da primeira embalagem antes que a administração de fluido da segunda embalagemseja completada.

A pressurização da bolsa contendo a solução para aumentar a taxa de fluxo pode resultar na embolia gasosa, se o ar residual no recipiente não estiver totalmente evacuado antes da administração.

A utilização de um equipo de administração intravenoso com entrada de ar, com a abertura na posição aberta, pode resultar em embolia gasosa. Os equipos de administração intravenosos com entrada de ar, com a abertura na posição aberta, não devemser utilizados com recipientes de plástico flexíveis.

A suplementação de eletrólitos pode ser indicada de acordo com as necessidades clínicas do paciente.

A utilização de um filtro em linha é recomendada durante a administração de todas as soluções parenterais sempre que possível.

A administração de soluções hiperosmolares podemcausar irritação venosa e flebite.

Não perfurar a embalagem, pois há comprometimento da esterilidade do produto e risco de contaminação.

Para a solução de glicose 10% e 50%

A osmolaridade de uma solução de infusão final misturada deve ser levada em conta quando a administração periférica é considerada. Deve ser considerado um aumento gradual da taxa de fluxo quando se inicia a administração de produtos contendo glicose.

Para a solução de glicose 50%

Como indicado em uma base individual, as vitaminas, os oligoelementos e outros componentes (incluindo aminoácidos e lipídios) podem ser adicionados ao regime parenteral para atender as necessidades de nutrientes e prevenir deficiências e complicações de desenvolvimento.

Diluir a solução de glicose antes da utilização a uma concentração que irá, quando administrada com um aminoácido (nitrogênio) fonte, resultar em uma caloria apropriada para uma proporção de nitrogênio e a uma osmolaridade de acordo coma via de administração.

Para reduzir o risco de hipoglicemia, após a interrupção, um decréscimo gradual na velocidade de fluxo, antes de parar a infusão deve ser considerado.

Para abrir

Segurar o invólucro protetor (sobrebolsa) com ambas as mãos, rasgando-o no sentido do picote, de cima para baixo, e retirar a bolsa contendo solução. Pequenas gotículas entre a bolsa e a sobrebolsa podem estar presentes e é característica do produto e processo produtivo. Alguma opacidade do plástico da bolsa pode ser observada devido ao processo de esterilização. Isto é normal e não afeta a qualidade ou segurança da solução. A opacidade irá diminuir gradualmente.

Verificar se existem vazamentos mínimos comprimindo a embalagem primária com firmeza.

Se for observado vazamento de solução descartar a bolsa, pois a sua esterilidade pode estar comprometida.

No preparo e administração das soluções parenterais, devem ser seguidas as recomendações da Comissão de Controle de Infecção em Serviços de Saúde quanto a desinfecção do ambiente e de superfícies, higienização das mãos, uso de EPIs e desinfecção de ampolas, frascos, pontos de adição dos medicamentos e conexões das linhas de infusão.

Nota: Manter a bolsa em seu invólucro protetor (sobrebolsa) até o momento do uso.

Após a abertura da sobrebolsa, a solução deve ser utilizada em:
  • <li>15 dias para bolsas de 50 mL e 100 mL.</li> <li>30 dias para bolsas de 250 mL, 500 mL e 1000 mL.</li>

Preparação para Administração

{"tag":"ol","value":" <li>Remover o protetor do tubo de sa&#xED;da da solu&#xE7;&#xE3;o no fundo da embalagem.</li> <li>Fazer a assepsia da embalagem prim&#xE1;ria utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Suspender a embalagem pela al&#xE7;a de sustenta&#xE7;&#xE3;o.</li> <li>Conectar o equipo de infus&#xE3;o da solu&#xE7;&#xE3;o. Consultar as instru&#xE7;&#xF5;es de uso do equipo.</li> <li>Administrar a solu&#xE7;&#xE3;o, por gotejamento cont&#xED;nuo, conforme prescri&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica.</li> "}

Se for necessária medicação suplementar, seguir as instruções descritas a seguir antes de preparar a bolsa para administração.

Para adição de medicamentos

Ao introduzir medicamentos aditivos, utilizar técnica asséptica.

Atenção: Verificar se há incompatibilidade entre o medicamento e a solução e, quando for o caso, se há incompatibilidade entre os medicamentos. Medicamentos incompatíveis com a solução de glicose não devem ser utilizados. Ao introduzir medicamentos aditivos, a bula do medicamento a ser adicionado e outras literaturas relevantes devem ser consultadas. Antes de adicionar um medicamento, verificar também se ele é solúvel e estável em água ao pH da solução de glicose.

Apenas as embalagens que possuem dois sítios, um sítio para o equipo e um sítio próprio para a administração de medicamentos, poderão permitir a adição de medicamentos nas soluções parenterais.

Para administração de medicamentos antes da administração da solução parenteral:
{"tag":"ol","value":" <li>Preparar a superf&#xED;cie do tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico fazendo sua assepsia utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Utilizando seringa com agulha calibre 19 a 22 ga, perfurar o tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico que fecha o tubo e injetar.</li> <li>Misturar completamente a solu&#xE7;&#xE3;o com o medicamento.</li> <li>Para medicamentos com alta densidade, como por exemplo, a solu&#xE7;&#xE3;o de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloreto-de-potassio/bula\" target=\"_blank\">cloreto de pot&#xE1;ssio</a>, pressionar o tubo de medica&#xE7;&#xE3;o enquanto o mesmo estiver na perpendicular e misturar completamente.</li> <li>P&#xF3;s liofilizados devem ser reconstitu&#xED;dos/suspendidos no diluente est&#xE9;ril e apirog&#xEA;nico adequado antes de ser adicionados a solu&#xE7;&#xE3;o parenteral.</li> "}

Para administração de medicamentos durante a administração da solução parenteral:
{"tag":"ol","value":" <li>Fechar a <a href=\"https://consultaremedios.com.br/maquiagem/acessorios/pinca/c\" target=\"_blank\">pin&#xE7;a</a> do equipo de infus&#xE3;o.</li> <li>Preparar a superf&#xED;cie do tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico fazendo sua assepsia utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Utilizando seringa com agulha calibre 19 a 22 ga, perfurar o tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico que fecha o tubo e injetar.</li> <li>Remover a bolsa do suporte e/ou colocar na posi&#xE7;&#xE3;o vertical com os tubos para cima.</li> <li>Esvaziar ambos os tubos apertando-os enquanto a bolsa estiver com os tubos para cima.</li> <li>Misturar completamente a solu&#xE7;&#xE3;o com medicamento.</li> <li>Retornar a bolsa a posi&#xE7;&#xE3;o de infus&#xE3;o e prosseguir a administra&#xE7;&#xE3;o.</li> "}

Após a adição do medicamento, verificar possível alteração de cor da solução e/ou presença de precipitados, complexos insolúveis ou cristais.

Nota: Não armazenar as soluções parenterais adicionadas de medicamentos.

&nbsp;

Posologia do&nbsp;Glicose Baxter

{"tag":"hr","value":" <p>O preparo e administra&#xE7;&#xE3;o da solu&#xE7;&#xE3;o parenteral deve obedecer a prescri&#xE7;&#xE3;o, precedida de criteriosa avalia&#xE7;&#xE3;o, pelo farmac&#xEA;utico, da compatibilidade f&#xED;sico-qu&#xED;mica e da intera&#xE7;&#xE3;o medicamentosa que possam ocorrer entre os seus componentes.</p> <p>A dose de glicose &#xE9; vari&#xE1;vel e dependente das necessidades do paciente. As concentra&#xE7;&#xF5;es de glicose no plasma devem ser monitoradas, a taxa m&#xE1;xima que pode ser infundida sem causar glicos&#xFA;ria (presen&#xE7;a de glicose na urina) e 0,5 g/kg de peso corporal/hora.</p> <p>No entanto, o ideal &#xE9; que a solu&#xE7;&#xE3;o de glicose intravenosa seja fornecida em uma taxa de aproximadamente a 7 mg/kg/minuto.</p> <p>O uso da solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; indicado para corre&#xE7;&#xE3;o de hipoglicemia (diminui&#xE7;&#xE3;o da glicemia no sangue) <a href=\"https://consultaremedios.com.br/infantil/c\" target=\"_blank\">infantil</a>, podendo ser utilizada emnutri&#xE7;&#xE3;o parenteral de crian&#xE7;as.</p> <p>A dose e a taxa de infus&#xE3;o intravenosa de glicose devem ser selecionadas com cuidado em pacientes pedi&#xE1;tricos, particularmente nos rec&#xE9;m-nascidos e nas crian&#xE7;as com baixo peso ao nascer porque aumenta o risco de hiperglicemia/hipoglicemia (aumento/diminui&#xE7;&#xE3;o da glicemia no sangue).</p> <p>A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose 5% pode ser administrada em pacientes diab&#xE9;ticos, mesmo em coma, por&#xE9;m, &#xE9; fundamental o controle adequado da cetose e, se necess&#xE1;rio, deve-se recorrer a administra&#xE7;&#xE3;o de insulina.</p> <p>A avalia&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica e as determina&#xE7;&#xF5;es laboratoriais peri&#xF3;dicas s&#xE3;o necess&#xE1;rias para monitorar mudan&#xE7;as em concentra&#xE7;&#xF5;es da glicose e do eletr&#xF3;lito do sangue, e o balan&#xE7;o do l&#xED;quido e de eletr&#xF3;litos durante a terapia parenteral prolongada ou sempre que a condi&#xE7;&#xE3;o do paciente permitir tal avalia&#xE7;&#xE3;o.</p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Glicose - Baxter?

Deve-se considerar para fins de administração, dados clínicos e laboratoriais, como níveis de glicose e glicose na urina. Outro aspecto refere-se a suspensão abrupta de tratamentos prolongados, condição em que se elevam os níveis de insulina circulante, podendo desencadear uma hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) momentânea pós-suspensão.

Deve-se ter cuidado também com a administração prolongada ou a infusão rápida de grandes volumes de soluções isosmóticas, devido a possível ocorrência de inchaço pulmonar, hipopotassemia (quantidade abaixo do normal de potássio no sangue), hiper-hidratação e intoxicação hídrica, ocasionados pelo aumento do volume do liquido extracelular.

A monitoração frequente de concentrações de glicose, de eletrólitos particularmente de potássio no plasma faz-se necessário antes, durante e após a administração da solução de glicose.

A solução de glicose não deve ser usada como diluente para o sangue, pois causa aglutinação dos eritrócitos e, provavelmente, hemólise (destruição dos glóbulos vermelhos do sangue). Da mesma maneira, as soluções de glicose sem eletrólitos não devem ser administradas ao mesmo tempo com a infusão de sangue devido da possibilidade de coagulação.

A monitoração frequente de concentrações de glicose no plasma é necessária quando a glicose intravenosa é administrada em pacientes crianças, particularmente nos recém-nascidos e nas crianças com baixo peso ao nascer devido ao risco aumentado de hiperglicemia/hipoglicemia (aumento/diminuição da glicemia no sangue).

A administração excessiva ou rápida da solução de glicose neste tipo de paciente pode causar aumento da osmolaridade do soro e umpossível sangramento intracerebral.

Agir com precaução no fornecimento de carboidratos na presença de acidose por lactato, e também nos pacientes com hipervolemia (quantidade de sangue superior à normal), insuficiência dos rins, obstrução do intervalo urinário ou descompensarão cardíaca eminente.

As soluções injetáveis de glicose devem ser usadas com cuidado em pacientes com Diabetes mellitus subclinica ou evidente, ou intolerância a carboidratos, bem como em lactentes de mães diabéticas.

A administração de soluções de glicose deve ser realizada com cautela em pacientes diabéticos, pois uma infusão rápida pode causar hiperglicemia (aumento de glicose no sangue), assim como em pacientes mal nutridos com deficiência de tiamina, intolerância a carboidratos, septicemia (presença de germes ou substâncias sépticas no sangue). A administração intravenosa da glicose aos pacientes com deficiência de tiamina e outras vitaminas do complexo B pode precipitar o desenvolvimento da encefalopatia de Wernicke.

As soluções de glicose não devem ser administradas em pacientes com insuficiência dos rins e após ataque isquêmico.

Reações de Hipersensibilidade

  • <li>Rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade/infus&#xE3;o, incluindo rea&#xE7;&#xF5;es anafil&#xE1;ticas/anafilact&#xF3;ides t&#xEA;m sido reportadas com solu&#xE7;&#xE3;o de glicose 5 e 10%.</li> <li>A infus&#xE3;o deve ser imediatamente interrompida se quaisquer sinais ou sintomas de uma rea&#xE7;&#xE3;o suspeita de hipersensibilidade se desenvolver. Medidas terap&#xEA;uticas adequadas devem ser institu&#xED;das conforme clinicamente indicadas.</li> <li>As solu&#xE7;&#xF5;es que cont&#xEA;m glicose devem ser usadas com cautela em pacientes com alergia conhecida a milho ou produtos derivados de milho.</li>

Diluição e outros efeitos emeletrólitos séricos

Dependendo do volume e taxa de infusão e, dependendo da condição clínica do paciente e sua capacidade de metabolizar a glicose, a administração intravenosa de glicose pode causar:

  • <li>Hiperosmolaridade (aumento da osmolaridade), diurese (produ&#xE7;&#xE3;o de urina pelo rim) e desidrata&#xE7;&#xE3;o osm&#xF3;tica.</li> <li>Hiposmolaridade (diminui&#xE7;&#xE3;o da osmolaridade).</li>
Distúrbios hidroeletrolíticos, como:
  • <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/hiponatremia/" rel="noopener" target="_blank">Hiponatremia</a> (diminui&#xE7;&#xE3;o de s&#xF3;dio no sangue).</li> <li>Hipocalemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de pot&#xE1;ssio no sangue).</li> <li>Hipofosfatemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de f&#xF3;sforo no sangue).</li> <li>Hipomagnesemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de magn&#xE9;sio no sangue).</li> <li>Hiper-hidrata&#xE7;&#xE3;o/hipervolemia e, por exemplo, estado congestivo, incluindo congest&#xE3;o pulmonar e incha&#xE7;o.</li>

Os efeitos acima não só resultam da administração de fluido livre de eletrólitos, mas também da administração de glicose.

Além destes:

Um aumento na concentração de glicose no soro é associado com um aumento da osmolaridade do soro.

Diurese osmótica associada com hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) pode causar ou contribuir para o desenvolvimento de desidratação e de perdas de eletrólitos.

A hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) também provoca um desvio intracelular de água, levando a uma diminuição das concentrações de sódio extracelular e hiponatremia (diminuição de sódio no sangue).

Uma vez que a glicose na solução de glicose é metabolizada, a infusão de solução de glicose corresponde ao aumento da carga de água livre do corpo, possivelmente levando à hiponatremia hiposmótica.

Hiponatremia hiposmótica pode levar a dores de cabeça, náuseas, convulsões, sonolência, coma, inchaço cerebral e morte. Encefalopatia hiponatrêmica sintomática aguda é considerada uma emergência médica.

O risco para o desenvolvimento de hiponatremia hiposmótica é aumentada, por exemplo:
  • <li>Em crian&#xE7;as.</li> <li>Em pacientes idosos.</li> <li>Em mulheres.</li> <li>P&#xF3;s-operat&#xF3;rio.</li> <li>Em pessoas com sede psicog&#xEA;nica.</li>
O risco de desenvolver encefalopatia como uma complicação de hiponatremia hiposmótica é aumentada, por exemplo:
  • <li>Em pacientes pedi&#xE1;tricos (&#x2264; 16 anos de idade).</li> <li>Em mulheres (em particular, as mulheres na pr&#xE9;-menopausa).</li> <li>Em pacientes com hipoxemia (diminui&#xE7;&#xE3;o da concentra&#xE7;&#xE3;o de oxig&#xEA;nio no sangue).</li> <li>Em pacientes com doen&#xE7;a do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/c" target="_blank">sistema nervoso central</a> subjacente.</li>

Avaliação clínica e determinações laboratoriais periódicas podem ser necessárias para monitorar as alterações no equilíbrio de fluidos, eletrólitos e equilíbrio ácido-base durante a terapia parenteral prolongada ou sempre que o estado do paciente ou a taxa de administração requeiram tal avaliação.

O cuidado especial é recomendado em pacientes com risco aumentado de distúrbios de água e eletrólitos que podem ser agravados por: aumento da carga de água livre, hiperglicemia ou administração de insulina eventualmente exigida.

Medidas preventivas e corretivas devem ser instituídas conforme clinicamente indicadas.

Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue)

  • <li>A administra&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de solu&#xE7;&#xF5;es de glicose pode produzir hiperglicemia substancial e uma s&#xED;ndrome hiperosmolar (aumento da osmolaridade).</li> <li>A fim de evitar a hiperglicemia, a taxa de perfus&#xE3;o n&#xE3;o deve exceder &#xE0; capacidade do paciente em metabolizar a glicose.</li> <li>Para reduzir o risco de complica&#xE7;&#xF5;es associadas &#xE0; hiperglicemia, a taxa de infus&#xE3;o deve ser ajustada e/ou insulina administrada, se os n&#xED;veis de glicose no sangue forem superiores aos n&#xED;veis considerados aceit&#xE1;veis para o paciente individualmente.</li>
A solução de glicose intravenosa deve ser administrada com precaução em pacientes com:
  • <li>Toler&#xE2;ncia &#xE0; glicose debilitada (tal como na diabetes<em> mellitu</em>s, disfun&#xE7;&#xE3;o renal, ou na presen&#xE7;a de sepsia, trauma, ou choque).</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/desnutricao/" rel="noopener" target="_blank">Desnutri&#xE7;&#xE3;o</a> grave (risco de precipitar uma s&#xED;ndrome de realimenta&#xE7;&#xE3;o).</li> <li>Defici&#xEA;ncia de tiamina, por exemplo, em pacientes com <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alcoolismo/c" target="_blank">alcoolismo</a> cr&#xF4;nico (risco de acidose l&#xE1;ctica grave devido &#xE0; metaboliza&#xE7;&#xE3;o oxidativa prejudicada de piruvato).</li> <li>Dist&#xFA;rbios de &#xE1;gua e eletr&#xF3;litos que podem ser agravados pelo aumento da glicose e/ou carga de &#xE1;gua livre.</li>
Outros grupos de pacientes em que a solução de glicose deve ser cuidadosa:
  • <li>Pacientes com <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/acidente-vascular-cerebral/c" target="_blank">acidente vascular cerebral</a> isqu&#xEA;mico. Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) tem comprometido no aumento da les&#xE3;o cerebral isqu&#xEA;mica e prejudica a recupera&#xE7;&#xE3;o ap&#xF3;s o acidente vascular cerebral isqu&#xEA;mico agudo.</li> <li>Pacientes com les&#xE3;o cerebral traum&#xE1;tica grave (em particular durante as primeiras 24 horas ap&#xF3;s o trauma).</li> <li>Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) precoce tem sido associada a maus resultados em pacientes com ftraumatismo cranioencef&#xE1;lico grave.</li> <li>Rec&#xE9;m-nascidos.</li>

Administração intravenosa prolongada de glicose e hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) associada pode resultar na diminuição da taxa de secreção de insulina estimulada pela glicose.

Síndrome de realimentação

Pacientes gravemente subnutridos podem resultar na síndrome de realimentação, que é caracterizada pelo deslocamento de potássio, fósforo e magnésio intracelularmente e o paciente torna se anabólico. A deficiência de tiamina e retenção de líquidos também podem se desenvolver. Monitoramento cuidadoso e aumento do consumo de nutrientes lentamente, evitando superalimentação, podem prevenir essas complicações.

Exclusivo Glicose 50%

Distúrbios hepáticos

Distúrbios hepatobiliares incluindo colestase, esteatose hepática, fibrose e cirrose, possivelmente levando à insuficiência hepática, bem como colecistite e colelitíase são conhecidos por se desenvolverem em alguns pacientes em nutrição parenteral. A etiologia desses distúrbios é provavelmente multifatorial e pode diferir entre pacientes. Os pacientes que desenvolvem parâmetros laboratoriais anormais ou outros sinais de distúrbios hepatobiliares devem ser avaliados no início por um médico experiente em doenças do fígado, a fim de identificar possíveis causadores e fatores contribuintes e possíveis intervenções terapêuticas e profiláticas.

Infecção do cateter e sepse

Infecção e sepse podem ocorrer como resultado do uso de cateteres intravenosos para administrar soluções parenterais, falta de manutenção de cateteres ou soluções contaminadas.

Imunossupressão e outros fatores, como a hiperglicemia, a desnutrição e/ou seu estado de doença subjacente podem predispor o paciente a complicações infecciosas.

Cuidados sintomáticos e monitoramento laboratorial de febre/calafrios, leucocitose, complicações técnicas como dispositivo de acesso e hiperglicemia podem ajudar a reconhecer infecções precoces.

A ocorrência de complicações sépticas pode ser diminuída com técnica asséptica na colocação do cateter, manutenção, bemcomo a técnica asséptica empreparação da solução nutricional.

Precipitados

Precipitados vasculares pulmonares têm sido relatados em pacientes recebendo nutrição parenteral. Em alguns casos, ocorreram resultados fatais. Adição excessiva de cálcio e de fosfato aumenta o risco da formação de precipitados de fosfato de cálcio.

Os precipitados foram relatados, mesmo na ausência de sal de fosfato na solução. Também tem sido relatada a precipitação distal para o filtro emlinha e suspeita de formação de precipitado na corrente sanguínea.

Em adição ao controle da solução, o equipo de infusão e o cateter devem também serem verificados periodicamente para precipitados.

Se ocorrerem sinais de desconforto pulmonar, a perfusão deve ser interrompida e avaliação médica iniciada.

Interações com medicamentos

Não são conhecidas interações medicamentosas ate o momento. Nenhum estudo foi conduzido pela Baxter Hospitalar Ltda.

Ambos os efeitos na glicose e efeitos no balanço de água e eletrólitos devem ser considerados quando a solução de glicose for utilizada em pacientes tratados com outras substâncias que afetam o controle da glicose no sangue, ou balanço de água e eletrólitos.

Para minimizar o risco de possíveis incompatibilidades da mistura das soluções de glicose com outras medicações que possam ser prescritas, deve ser verificada a presença de turbidez ou precipitação imediatamente após a mistura, antes e durante a administração. Em caso de dúvida, consulte um farmacêutico.

Atenção: Este medicamento contém açúcar (glicose), portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Glicose - Baxter?

As reações adversas podem ocorrer devido à solução ou a técnica de administração e incluem febre, infecção no ponto de injeção, trombose venosa ou flebite (Inflamação da parede interna de uma veia) irradiando-se a partir do ponto de injeção, extravasamento e hipervolemia. Se ocorrer reação adversa, suspender a infusão, avaliar o paciente, aplicar terapêutica corretiva apropriada e guardar o restante da solução para posterior investigação, se necessário.

Algumas destas reações podem ser devido aos produtos de degradação presentes após autoclavação. A infusão intravenosa pode conduzir ao desenvolvimento de distúrbios líquidos e eletrólitos incluindo a hipocalemia (diminuição de potássio no sangue), o hipomagnesemia (diminuição do magnésio no sangue), e a hipofosfatemia (diminuição do fosfato no sangue).

As reações Adversas listadas abaixo são baseadas em notificações pós-comercialização, listados por sistemas MedDRA (SOC), sempre que possível, por termo preferido e por ordem de gravidade.

Distúrbios do sistema imunológico

Reações de hipersensibilidade/infusão, incluindo anafiláticas/anafilactóides, incluindo reações com manifestações leves, como por exemplo, coceira e reações com manifestações graves, como por exemplo, broncoespasmo (contração do músculo dos brônquios), cianose (coloração azulada da pele e mucosas), angioedema (inchaço da derme) e hipotensão (pressão arterial abaixo dos valores normais); Pirexia (febre) e arrepios.

Distúrbios do metabolismo e nutrição

Hiperglicemia (aumento da glicemia no sangue).

Distúrbios cutâneos e tecido subcutâneo

Erupções cutâneas.

Distúrbios gerais e do local da administração

Reações no local de injeção, incluindo, flebite (Inflamação da parede interna de uma veia) e eritema (coloração avermelhada da pele).

Outras Reações Adversas

Outras reações adversas notificadas envolvendo solução de glicose injetável incluem:

Hiponatremia (diminuição de sódio no sangue), que pode ser sintomático.

Para solução de glicose 10% e 50%:

Tromboflebite (Estado em que a inflamação da parede da veia precede a formação de trombo) no local de infusão (associado comsoluções Hiperosmolares).

As reações adversas notificadas com a nutrição parenteral para o qual o componente glicose pode desempenhar um papel causal ou contributivo incluem:
  • <li>Insufici&#xEA;ncia do f&#xED;gado, cirrose e, fibrose do f&#xED;gado, colestase, esteatose do f&#xED;gado, bilirrubina sangu&#xED;nea, aumento das enzimas do f&#xED;gado, aumento da colecistite (inflama&#xE7;&#xE3;o aguda da ves&#xED;cula biliar), colelit&#xED;ase (forma&#xE7;&#xE3;o de c&#xE1;lculos no interior da ves&#xED;cula biliar).</li> <li>Precipitados vasculares nos pulm&#xF5;es.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe tambéma empresa do seu serviço de atendimento.

População Especial

Uso em crianças

Um estudo placebo-controlado realizado em mulheres saudáveis, que se encontravam em estagio final de gestação, verificou que a administração de 100g de glicose uma hora antes do fim da gestação, não provocou nenhum efeito adverso nos níveis ácido-base do feto. Os fetos com malformação foram excluídos. Entretanto,&nbsp;os autores advertiram que, em concentrações de glicose mais elevadas na mãe (como pode ser encontrado em grávidas diabéticas), mudanças consistentes na acidose metabólica fetal, podem ocorrer, e que o teste da tolerância da glicose pode também ser perigoso aos fetos com retardo do crescimento.

O cuidado deve ser exercitado no tratamento dos neonatos, especialmente os recém-nascidos precoces, cuja função dos rins pode estar imatura e cuja habilidade de excretar cargas do liquido e do soluto pode estar limitada.

A taxa e o volume de infusão dependem da idade, do peso, das condições clinicas e metabólicas do paciente, bem como da terapia concomitante e deve ser determinado por um médico com experiência em terapia pediátrica de fluidos intravenosos.

Problemas relacionados coma glicemia empacientes pediátricos

Recém-nascidos, especialmente aqueles que nasceram prematuros e com baixo peso, estão em maior risco de desenvolver hipo ou hiperglicemia (diminuição ou aumento da glicemia no sangue). É necessário um monitoramento cuidadoso durante o tratamento com soluções de glicose intravenosas para garantir o controle glicêmico adequado, para evitar possíveis efeitos adversos em longo prazo.

Hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) no recém-nascido pode causar:
  • <li>Convuls&#xF5;es prolongadas.</li> <li>Coma.</li> <li>Les&#xE3;o no c&#xE9;rebro.</li>
Hiperglicemia tem sido associada com:
  • <li>Les&#xE3;o cerebral, incluindo sangramento intraventricular.</li> <li>Infec&#xE7;&#xE3;o de bact&#xE9;rias e fungos de in&#xED;cio tardio.</li> <li>Retinopatia da prematuridade (doen&#xE7;a da retina).</li> <li>Enterocolite necrosante (Inflama&#xE7;&#xE3;o do intestino delgado e grosso).</li> <li>Aumento da necessidade de oxig&#xEA;nio.</li> <li>Tempo de interna&#xE7;&#xE3;o prolongado.</li> <li>Morte.</li>
Problemas relacionados coma hiponatremia (diminuição de sódio no sangue) empacientes pediátricos
  • <li>Crian&#xE7;as (incluindo rec&#xE9;m-nascidos e crian&#xE7;as mais velhas) est&#xE3;o em maior risco de desenvolver hiponatremia hiposm&#xF3;tica, bem como de desenvolver encefalopatia hiponatr&#xEA;mica.</li> <li>Hiponatremia hiposm&#xF3;tica pode levar a dores de cabe&#xE7;a, n&#xE1;useas, convuls&#xF5;es, sonol&#xEA;ncia, coma, incha&#xE7;o cerebral e morte, por conseguinte, encefalopatia hiponatremica com sintoma aguda &#xE9; considerada uma emerg&#xEA;ncia m&#xE9;dica.</li> <li>Concentra&#xE7;&#xF5;es de eletr&#xF3;litos do plasma devem ser cuidadosamente monitoradas para a popula&#xE7;&#xE3;o pedi&#xE1;trica (em crian&#xE7;as).</li> <li>Corre&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de hiponatremia hiposm&#xF3;tico &#xE9; potencialmente perigosa (risco de complica&#xE7;&#xF5;es neurol&#xF3;gicas graves). Dosagem, taxa e dura&#xE7;&#xE3;o da administra&#xE7;&#xE3;o devem ser determinadas por um m&#xE9;dico experiente terapia pedi&#xE1;trica de fluidos intravenosos.</li>

Uso em idosos

No geral, a seleção da dose para um paciente idoso devera ser mais criteriosa. Sabe-se que estas drogas são excretadas substancialmente pelos rins, e o risco de reações tóxicas das soluções de glicose pode ser maior nos pacientes com função renal comprometida. Os pacientes idosos são mais prováveis de ter distúrbios no coração, no fígado, nos rins entre outros e terapias com medicamentos ao mesmo tempo. Por isso, cuidado deve ser tomado na seleção do tipo, dose, taxa e volume de infusão. Pode ser útil monitorar a função dos rins.

Gravidez e Amamentação

As soluções de glicose são usadas geralmente como líquidos de hidratação e como veículos para outras drogas. Estudos da reprodução animal não foram conduzidos com injeções de glicose.

Também não há fundamentação cientifica conclusiva de que as injeções de glicose causem dano fetal quando administradas a uma mulher grávida ou afetem a capacidade de reprodução.

Portanto, as injeções de glicose devem ser dadas as gestantes somente se realmente necessário. O médico deve considerar cuidadosamente o risco e benefício potencial para cada paciente antes da administração.

Estudos verificaram que quando administrada durante o trabalho de parto, a carga de glicose da mãe pode conduzir no feto, a hiperglicemia (aumento da glicose no sangue), a hiperinsulinemia (aumento da insulina no sangue), e a acidose do feto, com hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) no recém-nascido subsequente e icterícia (pigmentação amarelada da pele e mucosas). Outros estudos não encontraram nenhuma evidencia de tal efeito, especialmente se o feto é bem oxigenado, e relataram que o número dos pacientes incluídos emtais relatórios foi frequentemente pequeno e os critérios de seleção não homogêneos.

Infusão intravenosa de glicose intraparto materno pode resultar na produção de insulina no feto, com um risco associado de aumento da glicose no sangue do feto e acidose metabólica, bem como a hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) de rebote no recém-nascido.

Categoria “C” de risco na gravidez.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Capacidade de operar e dirigir máquinas

Não há efeitos conhecidos na capacidade de dirigir automóveis ou operar máquinas pesadas.

Qual a composição do Glicose - Baxter?

Apresentações

Solução injetável.

Glicose monoidratada 5%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 100, 250, 500 ou 1000mL.

Glicose monoidratada 10%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 250 ou 500mL.

Glicose monoidratada 50%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 1000mL.

Via intravenosa.

Uso adulto e pediátrico.

Composição

Cada 100 mL de solução de glicose 5% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">4,5g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/produtos-hospitalares/agua-para-injetaveis-diluentes/c\" target=\"_blank\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis</a> q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 5,0g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

170 Kcal/L.

Osmolaridade:

252mOsm/L.

pH:

3,5 – 6,5.

Cada 100 mL de solução de glicose 10% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">9g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 10,0g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

340 Kcal/L.

Osmolaridade:

505mOsm/L.

pH:

3,5 – 6,5.

Cada 100 mL de solução de glicose 50% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">45g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 50g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

1710 Kcal/L.

100mg/mL, caixa com 1 bolsa de sistema fechado com 250mL de solução de uso intravenoso (embalagem hospitalar)

Princípio ativo
:
Glicose
Classe Terapêutica
:
Soluções Carbohidratos <10%
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Dispensação Sob Prescrição Médica Restrito a Hospitais)
Categoria
:
Reidratantes
Especialidade
:
Endocrinologia

Bula do medicamento

Glicose - Baxter, para o que é indicado e para o que serve?

Este medicamento é usado como fonte de água, calorias e diurese osmótica. Este medicamento é usado em casos de desidratação, reposição de calorias, nas hipoglicemias (diminuição da glicemia no sangue) (diminuição de glicose no sangue) e como veículo para diluição de medicamentos compatíveis. A solução de glicose 5% é frequentemente a concentração empregada na redução de fluido, sendo usualmente administrada através de uma veia periférica. Já as soluções de glicose de concentrações mais elevadas, como a glicose 10%, por serem hiperosmóticas, são usadas geralmente como uma fonte de carboidratos. Desta maneira, a glicose é a fonte preferida de carboidratos em regimes parenterais de nutrição, sendo frequentemente usada também em soluções de re-hidratação para prevenção e/ou tratamento da desidratação (diminuição de água no corpo), ocasionada pela diarreia.

Exclusivo Glicose 10% e 50%

As soluções injetáveis de glicose, nas concentrações hipertônicas (concentração acima de 5% de glicose) são indicadas como componente calórico em um regime de nutrição parenteral.

Essas soluções, quando associadas a uma fonte apropriada de proteína (nitrogênio), são usadas na prevenção da perda de nitrogênio ou no tratamento de balanço negativo de nitrogênio para pacientes onde:
  • <li>O trato alimentar n&#xE3;o pode ou n&#xE3;o deve ser usado;</li> <li>A absor&#xE7;&#xE3;o gastrointestinal de prote&#xED;na esta prejudicada, ou;</li> <li>Os requisitos metab&#xF3;licos para <a href="https://minutosaudavel.com.br/proteinas/" rel="noopener" target="_blank">prote&#xED;nas</a> est&#xE3;o substancialmente aumentados, como no caso de <a href="https://minutosaudavel.com.br/queimaduras/" rel="noopener" target="_blank">queimaduras</a> extensas.</li>

Como o&nbsp;Glicose Baxter funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>As solu&#xE7;&#xF5;es injet&#xE1;veis de glicose s&#xE3;o est&#xE9;reis e sem pirog&#xEA;nios e usadas no restabelecimento de fluido e suprimento cal&#xF3;rico. A glicose &#xE9; um nutriente facilmente metabolizado pelo organismo para fornecimento de energia, dispensando em alguns casos o uso de lip&#xED;dios e prote&#xED;nas como fontes de energia, evitando, assim, acidose e cetose resultantes de seus metabolismos. A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; &#xFA;til como fonte de &#xE1;gua e calorias e &#xE9; capaz de induzir diurese dependendo das condi&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas do paciente. As solu&#xE7;&#xF5;es de glicose em concentra&#xE7;&#xF5;es isot&#xF4;nicas (solu&#xE7;&#xE3;o parenteral de glicose 5%) s&#xE3;o adequadas para manuten&#xE7;&#xE3;o das necessidades de &#xE1;gua quando o s&#xF3;dio n&#xE3;o &#xE9; necess&#xE1;rio ou deve ser evitado.</p> <p>A glicose &#xE9; metabolizada atrav&#xE9;s do acido pir&#xFA;vico ou l&#xE1;tico em di&#xF3;xido de carbono e &#xE1;gua com libera&#xE7;&#xE3;o de energia. A glicose &#xE9; usada, distribu&#xED;da e estocada nos tecidos. Todas as c&#xE9;lulas do corpo s&#xE3;o capazes de oxidar a glicose, sendo a mesma a principal fonte de energia no metabolismo celular.</p> <p>Uma vez dentro da c&#xE9;lula, a glicose &#xE9; prontamente fosforilada, formando a glicose-6-fosfato, que logo se polimeriza em glicog&#xEA;nio, ou &#xE9; catabolizada. A glicose pode ainda ser convertida em gordura, atrav&#xE9;s da AcetilCoA. Requer, por isso, constante equil&#xED;brio entre as necessidades metab&#xF3;licas do organismo e a sua oferta.</p> <p>A glicose atinge o seu pico plasm&#xE1;tico 40 minutos ap&#xF3;s sua administra&#xE7;&#xE3;o em pacientes hiperglic&#xEA;micos (aumento da glicemia no sangue).</p> "}

Quais as contraindicações do Glicose - Baxter?

Este medicamento não deve ser usado em administrações juntamente com a infusão de sangue devido a possibilidade de coagulação.

A solução de glicose não deve ser usado nas seguintes situações:

Hiper-hidratação (aumento de água no corpo), hiperglicemia (aumento da glicemia no sangue), diabetes, acidose, desidratação hipotônica, hipocalemia (quantidade abaixo do normal de potássio no sangue) e hipersensibilidade ao produto.

O uso de solução de glicose hipertônica (concentração acima de 5% de glicose) é contra indicado em pacientes com hemorragia intracraniana ou intra-espinhal, delirium tremens em pacientes desidratados, síndrome de má absorção glicose-galactose e aos pacientes com hipersensibilidade a produtos derivados de milho.

As soluções de glicose não devem ser administradas em pacientes com insuficiência renal e após ataque isquêmico (infartos ou acidentes vasculares cerebrais).

Como usar o Glicose - Baxter?

A solução somente deve ter uso intravenoso e individualizado. Solução de uso único. Descartar qualquer porção não utilizada da solução.

A dosagem e a taxa de infusão devem ser determinadas por um medico e é dependente da idade, do peso, das condições clinicas e metabólicas do paciente, bem como da terapia concomitante e das determinações em laboratório. Em pacientes pediátricos, consultar o médico com experiência em terapia pediátrica de fluidos intravenosos.

Antes de serem administradas as soluções parenterais devem ser inspecionadas visualmente para se observar a presença de partículas, turvação na solução, fissuras e quaisquer violações na embalagem primaria. Não administrar a solução se a mesma não estiver límpida e os selos intactos.

A solução é acondicionada em bolsas plásticas flexíveis Viaflex em Sistema Fechado&nbsp;para administração intravenosa usando equipo estéril.

Atenção: não usar embalagens primárias em conexões em serie. Tal procedimento pode causar embolia gasosa devido ao ar residual aspirado da primeira embalagem antes que a administração de fluido da segunda embalagemseja completada.

A pressurização da bolsa contendo a solução para aumentar a taxa de fluxo pode resultar na embolia gasosa, se o ar residual no recipiente não estiver totalmente evacuado antes da administração.

A utilização de um equipo de administração intravenoso com entrada de ar, com a abertura na posição aberta, pode resultar em embolia gasosa. Os equipos de administração intravenosos com entrada de ar, com a abertura na posição aberta, não devemser utilizados com recipientes de plástico flexíveis.

A suplementação de eletrólitos pode ser indicada de acordo com as necessidades clínicas do paciente.

A utilização de um filtro em linha é recomendada durante a administração de todas as soluções parenterais sempre que possível.

A administração de soluções hiperosmolares podemcausar irritação venosa e flebite.

Não perfurar a embalagem, pois há comprometimento da esterilidade do produto e risco de contaminação.

Para a solução de glicose 10% e 50%

A osmolaridade de uma solução de infusão final misturada deve ser levada em conta quando a administração periférica é considerada. Deve ser considerado um aumento gradual da taxa de fluxo quando se inicia a administração de produtos contendo glicose.

Para a solução de glicose 50%

Como indicado em uma base individual, as vitaminas, os oligoelementos e outros componentes (incluindo aminoácidos e lipídios) podem ser adicionados ao regime parenteral para atender as necessidades de nutrientes e prevenir deficiências e complicações de desenvolvimento.

Diluir a solução de glicose antes da utilização a uma concentração que irá, quando administrada com um aminoácido (nitrogênio) fonte, resultar em uma caloria apropriada para uma proporção de nitrogênio e a uma osmolaridade de acordo coma via de administração.

Para reduzir o risco de hipoglicemia, após a interrupção, um decréscimo gradual na velocidade de fluxo, antes de parar a infusão deve ser considerado.

Para abrir

Segurar o invólucro protetor (sobrebolsa) com ambas as mãos, rasgando-o no sentido do picote, de cima para baixo, e retirar a bolsa contendo solução. Pequenas gotículas entre a bolsa e a sobrebolsa podem estar presentes e é característica do produto e processo produtivo. Alguma opacidade do plástico da bolsa pode ser observada devido ao processo de esterilização. Isto é normal e não afeta a qualidade ou segurança da solução. A opacidade irá diminuir gradualmente.

Verificar se existem vazamentos mínimos comprimindo a embalagem primária com firmeza.

Se for observado vazamento de solução descartar a bolsa, pois a sua esterilidade pode estar comprometida.

No preparo e administração das soluções parenterais, devem ser seguidas as recomendações da Comissão de Controle de Infecção em Serviços de Saúde quanto a desinfecção do ambiente e de superfícies, higienização das mãos, uso de EPIs e desinfecção de ampolas, frascos, pontos de adição dos medicamentos e conexões das linhas de infusão.

Nota: Manter a bolsa em seu invólucro protetor (sobrebolsa) até o momento do uso.

Após a abertura da sobrebolsa, a solução deve ser utilizada em:
  • <li>15 dias para bolsas de 50 mL e 100 mL.</li> <li>30 dias para bolsas de 250 mL, 500 mL e 1000 mL.</li>

Preparação para Administração

{"tag":"ol","value":" <li>Remover o protetor do tubo de sa&#xED;da da solu&#xE7;&#xE3;o no fundo da embalagem.</li> <li>Fazer a assepsia da embalagem prim&#xE1;ria utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Suspender a embalagem pela al&#xE7;a de sustenta&#xE7;&#xE3;o.</li> <li>Conectar o equipo de infus&#xE3;o da solu&#xE7;&#xE3;o. Consultar as instru&#xE7;&#xF5;es de uso do equipo.</li> <li>Administrar a solu&#xE7;&#xE3;o, por gotejamento cont&#xED;nuo, conforme prescri&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica.</li> "}

Se for necessária medicação suplementar, seguir as instruções descritas a seguir antes de preparar a bolsa para administração.

Para adição de medicamentos

Ao introduzir medicamentos aditivos, utilizar técnica asséptica.

Atenção: Verificar se há incompatibilidade entre o medicamento e a solução e, quando for o caso, se há incompatibilidade entre os medicamentos. Medicamentos incompatíveis com a solução de glicose não devem ser utilizados. Ao introduzir medicamentos aditivos, a bula do medicamento a ser adicionado e outras literaturas relevantes devem ser consultadas. Antes de adicionar um medicamento, verificar também se ele é solúvel e estável em água ao pH da solução de glicose.

Apenas as embalagens que possuem dois sítios, um sítio para o equipo e um sítio próprio para a administração de medicamentos, poderão permitir a adição de medicamentos nas soluções parenterais.

Para administração de medicamentos antes da administração da solução parenteral:
{"tag":"ol","value":" <li>Preparar a superf&#xED;cie do tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico fazendo sua assepsia utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Utilizando seringa com agulha calibre 19 a 22 ga, perfurar o tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico que fecha o tubo e injetar.</li> <li>Misturar completamente a solu&#xE7;&#xE3;o com o medicamento.</li> <li>Para medicamentos com alta densidade, como por exemplo, a solu&#xE7;&#xE3;o de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloreto-de-potassio/bula\" target=\"_blank\">cloreto de pot&#xE1;ssio</a>, pressionar o tubo de medica&#xE7;&#xE3;o enquanto o mesmo estiver na perpendicular e misturar completamente.</li> <li>P&#xF3;s liofilizados devem ser reconstitu&#xED;dos/suspendidos no diluente est&#xE9;ril e apirog&#xEA;nico adequado antes de ser adicionados a solu&#xE7;&#xE3;o parenteral.</li> "}

Para administração de medicamentos durante a administração da solução parenteral:
{"tag":"ol","value":" <li>Fechar a <a href=\"https://consultaremedios.com.br/maquiagem/acessorios/pinca/c\" target=\"_blank\">pin&#xE7;a</a> do equipo de infus&#xE3;o.</li> <li>Preparar a superf&#xED;cie do tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico fazendo sua assepsia utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Utilizando seringa com agulha calibre 19 a 22 ga, perfurar o tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico que fecha o tubo e injetar.</li> <li>Remover a bolsa do suporte e/ou colocar na posi&#xE7;&#xE3;o vertical com os tubos para cima.</li> <li>Esvaziar ambos os tubos apertando-os enquanto a bolsa estiver com os tubos para cima.</li> <li>Misturar completamente a solu&#xE7;&#xE3;o com medicamento.</li> <li>Retornar a bolsa a posi&#xE7;&#xE3;o de infus&#xE3;o e prosseguir a administra&#xE7;&#xE3;o.</li> "}

Após a adição do medicamento, verificar possível alteração de cor da solução e/ou presença de precipitados, complexos insolúveis ou cristais.

Nota: Não armazenar as soluções parenterais adicionadas de medicamentos.

&nbsp;

Posologia do&nbsp;Glicose Baxter

{"tag":"hr","value":" <p>O preparo e administra&#xE7;&#xE3;o da solu&#xE7;&#xE3;o parenteral deve obedecer a prescri&#xE7;&#xE3;o, precedida de criteriosa avalia&#xE7;&#xE3;o, pelo farmac&#xEA;utico, da compatibilidade f&#xED;sico-qu&#xED;mica e da intera&#xE7;&#xE3;o medicamentosa que possam ocorrer entre os seus componentes.</p> <p>A dose de glicose &#xE9; vari&#xE1;vel e dependente das necessidades do paciente. As concentra&#xE7;&#xF5;es de glicose no plasma devem ser monitoradas, a taxa m&#xE1;xima que pode ser infundida sem causar glicos&#xFA;ria (presen&#xE7;a de glicose na urina) e 0,5 g/kg de peso corporal/hora.</p> <p>No entanto, o ideal &#xE9; que a solu&#xE7;&#xE3;o de glicose intravenosa seja fornecida em uma taxa de aproximadamente a 7 mg/kg/minuto.</p> <p>O uso da solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; indicado para corre&#xE7;&#xE3;o de hipoglicemia (diminui&#xE7;&#xE3;o da glicemia no sangue) <a href=\"https://consultaremedios.com.br/infantil/c\" target=\"_blank\">infantil</a>, podendo ser utilizada emnutri&#xE7;&#xE3;o parenteral de crian&#xE7;as.</p> <p>A dose e a taxa de infus&#xE3;o intravenosa de glicose devem ser selecionadas com cuidado em pacientes pedi&#xE1;tricos, particularmente nos rec&#xE9;m-nascidos e nas crian&#xE7;as com baixo peso ao nascer porque aumenta o risco de hiperglicemia/hipoglicemia (aumento/diminui&#xE7;&#xE3;o da glicemia no sangue).</p> <p>A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose 5% pode ser administrada em pacientes diab&#xE9;ticos, mesmo em coma, por&#xE9;m, &#xE9; fundamental o controle adequado da cetose e, se necess&#xE1;rio, deve-se recorrer a administra&#xE7;&#xE3;o de insulina.</p> <p>A avalia&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica e as determina&#xE7;&#xF5;es laboratoriais peri&#xF3;dicas s&#xE3;o necess&#xE1;rias para monitorar mudan&#xE7;as em concentra&#xE7;&#xF5;es da glicose e do eletr&#xF3;lito do sangue, e o balan&#xE7;o do l&#xED;quido e de eletr&#xF3;litos durante a terapia parenteral prolongada ou sempre que a condi&#xE7;&#xE3;o do paciente permitir tal avalia&#xE7;&#xE3;o.</p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Glicose - Baxter?

Deve-se considerar para fins de administração, dados clínicos e laboratoriais, como níveis de glicose e glicose na urina. Outro aspecto refere-se a suspensão abrupta de tratamentos prolongados, condição em que se elevam os níveis de insulina circulante, podendo desencadear uma hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) momentânea pós-suspensão.

Deve-se ter cuidado também com a administração prolongada ou a infusão rápida de grandes volumes de soluções isosmóticas, devido a possível ocorrência de inchaço pulmonar, hipopotassemia (quantidade abaixo do normal de potássio no sangue), hiper-hidratação e intoxicação hídrica, ocasionados pelo aumento do volume do liquido extracelular.

A monitoração frequente de concentrações de glicose, de eletrólitos particularmente de potássio no plasma faz-se necessário antes, durante e após a administração da solução de glicose.

A solução de glicose não deve ser usada como diluente para o sangue, pois causa aglutinação dos eritrócitos e, provavelmente, hemólise (destruição dos glóbulos vermelhos do sangue). Da mesma maneira, as soluções de glicose sem eletrólitos não devem ser administradas ao mesmo tempo com a infusão de sangue devido da possibilidade de coagulação.

A monitoração frequente de concentrações de glicose no plasma é necessária quando a glicose intravenosa é administrada em pacientes crianças, particularmente nos recém-nascidos e nas crianças com baixo peso ao nascer devido ao risco aumentado de hiperglicemia/hipoglicemia (aumento/diminuição da glicemia no sangue).

A administração excessiva ou rápida da solução de glicose neste tipo de paciente pode causar aumento da osmolaridade do soro e umpossível sangramento intracerebral.

Agir com precaução no fornecimento de carboidratos na presença de acidose por lactato, e também nos pacientes com hipervolemia (quantidade de sangue superior à normal), insuficiência dos rins, obstrução do intervalo urinário ou descompensarão cardíaca eminente.

As soluções injetáveis de glicose devem ser usadas com cuidado em pacientes com Diabetes mellitus subclinica ou evidente, ou intolerância a carboidratos, bem como em lactentes de mães diabéticas.

A administração de soluções de glicose deve ser realizada com cautela em pacientes diabéticos, pois uma infusão rápida pode causar hiperglicemia (aumento de glicose no sangue), assim como em pacientes mal nutridos com deficiência de tiamina, intolerância a carboidratos, septicemia (presença de germes ou substâncias sépticas no sangue). A administração intravenosa da glicose aos pacientes com deficiência de tiamina e outras vitaminas do complexo B pode precipitar o desenvolvimento da encefalopatia de Wernicke.

As soluções de glicose não devem ser administradas em pacientes com insuficiência dos rins e após ataque isquêmico.

Reações de Hipersensibilidade

  • <li>Rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade/infus&#xE3;o, incluindo rea&#xE7;&#xF5;es anafil&#xE1;ticas/anafilact&#xF3;ides t&#xEA;m sido reportadas com solu&#xE7;&#xE3;o de glicose 5 e 10%.</li> <li>A infus&#xE3;o deve ser imediatamente interrompida se quaisquer sinais ou sintomas de uma rea&#xE7;&#xE3;o suspeita de hipersensibilidade se desenvolver. Medidas terap&#xEA;uticas adequadas devem ser institu&#xED;das conforme clinicamente indicadas.</li> <li>As solu&#xE7;&#xF5;es que cont&#xEA;m glicose devem ser usadas com cautela em pacientes com alergia conhecida a milho ou produtos derivados de milho.</li>

Diluição e outros efeitos emeletrólitos séricos

Dependendo do volume e taxa de infusão e, dependendo da condição clínica do paciente e sua capacidade de metabolizar a glicose, a administração intravenosa de glicose pode causar:

  • <li>Hiperosmolaridade (aumento da osmolaridade), diurese (produ&#xE7;&#xE3;o de urina pelo rim) e desidrata&#xE7;&#xE3;o osm&#xF3;tica.</li> <li>Hiposmolaridade (diminui&#xE7;&#xE3;o da osmolaridade).</li>
Distúrbios hidroeletrolíticos, como:
  • <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/hiponatremia/" rel="noopener" target="_blank">Hiponatremia</a> (diminui&#xE7;&#xE3;o de s&#xF3;dio no sangue).</li> <li>Hipocalemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de pot&#xE1;ssio no sangue).</li> <li>Hipofosfatemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de f&#xF3;sforo no sangue).</li> <li>Hipomagnesemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de magn&#xE9;sio no sangue).</li> <li>Hiper-hidrata&#xE7;&#xE3;o/hipervolemia e, por exemplo, estado congestivo, incluindo congest&#xE3;o pulmonar e incha&#xE7;o.</li>

Os efeitos acima não só resultam da administração de fluido livre de eletrólitos, mas também da administração de glicose.

Além destes:

Um aumento na concentração de glicose no soro é associado com um aumento da osmolaridade do soro.

Diurese osmótica associada com hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) pode causar ou contribuir para o desenvolvimento de desidratação e de perdas de eletrólitos.

A hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) também provoca um desvio intracelular de água, levando a uma diminuição das concentrações de sódio extracelular e hiponatremia (diminuição de sódio no sangue).

Uma vez que a glicose na solução de glicose é metabolizada, a infusão de solução de glicose corresponde ao aumento da carga de água livre do corpo, possivelmente levando à hiponatremia hiposmótica.

Hiponatremia hiposmótica pode levar a dores de cabeça, náuseas, convulsões, sonolência, coma, inchaço cerebral e morte. Encefalopatia hiponatrêmica sintomática aguda é considerada uma emergência médica.

O risco para o desenvolvimento de hiponatremia hiposmótica é aumentada, por exemplo:
  • <li>Em crian&#xE7;as.</li> <li>Em pacientes idosos.</li> <li>Em mulheres.</li> <li>P&#xF3;s-operat&#xF3;rio.</li> <li>Em pessoas com sede psicog&#xEA;nica.</li>
O risco de desenvolver encefalopatia como uma complicação de hiponatremia hiposmótica é aumentada, por exemplo:
  • <li>Em pacientes pedi&#xE1;tricos (&#x2264; 16 anos de idade).</li> <li>Em mulheres (em particular, as mulheres na pr&#xE9;-menopausa).</li> <li>Em pacientes com hipoxemia (diminui&#xE7;&#xE3;o da concentra&#xE7;&#xE3;o de oxig&#xEA;nio no sangue).</li> <li>Em pacientes com doen&#xE7;a do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/c" target="_blank">sistema nervoso central</a> subjacente.</li>

Avaliação clínica e determinações laboratoriais periódicas podem ser necessárias para monitorar as alterações no equilíbrio de fluidos, eletrólitos e equilíbrio ácido-base durante a terapia parenteral prolongada ou sempre que o estado do paciente ou a taxa de administração requeiram tal avaliação.

O cuidado especial é recomendado em pacientes com risco aumentado de distúrbios de água e eletrólitos que podem ser agravados por: aumento da carga de água livre, hiperglicemia ou administração de insulina eventualmente exigida.

Medidas preventivas e corretivas devem ser instituídas conforme clinicamente indicadas.

Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue)

  • <li>A administra&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de solu&#xE7;&#xF5;es de glicose pode produzir hiperglicemia substancial e uma s&#xED;ndrome hiperosmolar (aumento da osmolaridade).</li> <li>A fim de evitar a hiperglicemia, a taxa de perfus&#xE3;o n&#xE3;o deve exceder &#xE0; capacidade do paciente em metabolizar a glicose.</li> <li>Para reduzir o risco de complica&#xE7;&#xF5;es associadas &#xE0; hiperglicemia, a taxa de infus&#xE3;o deve ser ajustada e/ou insulina administrada, se os n&#xED;veis de glicose no sangue forem superiores aos n&#xED;veis considerados aceit&#xE1;veis para o paciente individualmente.</li>
A solução de glicose intravenosa deve ser administrada com precaução em pacientes com:
  • <li>Toler&#xE2;ncia &#xE0; glicose debilitada (tal como na diabetes<em> mellitu</em>s, disfun&#xE7;&#xE3;o renal, ou na presen&#xE7;a de sepsia, trauma, ou choque).</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/desnutricao/" rel="noopener" target="_blank">Desnutri&#xE7;&#xE3;o</a> grave (risco de precipitar uma s&#xED;ndrome de realimenta&#xE7;&#xE3;o).</li> <li>Defici&#xEA;ncia de tiamina, por exemplo, em pacientes com <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alcoolismo/c" target="_blank">alcoolismo</a> cr&#xF4;nico (risco de acidose l&#xE1;ctica grave devido &#xE0; metaboliza&#xE7;&#xE3;o oxidativa prejudicada de piruvato).</li> <li>Dist&#xFA;rbios de &#xE1;gua e eletr&#xF3;litos que podem ser agravados pelo aumento da glicose e/ou carga de &#xE1;gua livre.</li>
Outros grupos de pacientes em que a solução de glicose deve ser cuidadosa:
  • <li>Pacientes com <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/acidente-vascular-cerebral/c" target="_blank">acidente vascular cerebral</a> isqu&#xEA;mico. Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) tem comprometido no aumento da les&#xE3;o cerebral isqu&#xEA;mica e prejudica a recupera&#xE7;&#xE3;o ap&#xF3;s o acidente vascular cerebral isqu&#xEA;mico agudo.</li> <li>Pacientes com les&#xE3;o cerebral traum&#xE1;tica grave (em particular durante as primeiras 24 horas ap&#xF3;s o trauma).</li> <li>Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) precoce tem sido associada a maus resultados em pacientes com ftraumatismo cranioencef&#xE1;lico grave.</li> <li>Rec&#xE9;m-nascidos.</li>

Administração intravenosa prolongada de glicose e hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) associada pode resultar na diminuição da taxa de secreção de insulina estimulada pela glicose.

Síndrome de realimentação

Pacientes gravemente subnutridos podem resultar na síndrome de realimentação, que é caracterizada pelo deslocamento de potássio, fósforo e magnésio intracelularmente e o paciente torna se anabólico. A deficiência de tiamina e retenção de líquidos também podem se desenvolver. Monitoramento cuidadoso e aumento do consumo de nutrientes lentamente, evitando superalimentação, podem prevenir essas complicações.

Exclusivo Glicose 50%

Distúrbios hepáticos

Distúrbios hepatobiliares incluindo colestase, esteatose hepática, fibrose e cirrose, possivelmente levando à insuficiência hepática, bem como colecistite e colelitíase são conhecidos por se desenvolverem em alguns pacientes em nutrição parenteral. A etiologia desses distúrbios é provavelmente multifatorial e pode diferir entre pacientes. Os pacientes que desenvolvem parâmetros laboratoriais anormais ou outros sinais de distúrbios hepatobiliares devem ser avaliados no início por um médico experiente em doenças do fígado, a fim de identificar possíveis causadores e fatores contribuintes e possíveis intervenções terapêuticas e profiláticas.

Infecção do cateter e sepse

Infecção e sepse podem ocorrer como resultado do uso de cateteres intravenosos para administrar soluções parenterais, falta de manutenção de cateteres ou soluções contaminadas.

Imunossupressão e outros fatores, como a hiperglicemia, a desnutrição e/ou seu estado de doença subjacente podem predispor o paciente a complicações infecciosas.

Cuidados sintomáticos e monitoramento laboratorial de febre/calafrios, leucocitose, complicações técnicas como dispositivo de acesso e hiperglicemia podem ajudar a reconhecer infecções precoces.

A ocorrência de complicações sépticas pode ser diminuída com técnica asséptica na colocação do cateter, manutenção, bemcomo a técnica asséptica empreparação da solução nutricional.

Precipitados

Precipitados vasculares pulmonares têm sido relatados em pacientes recebendo nutrição parenteral. Em alguns casos, ocorreram resultados fatais. Adição excessiva de cálcio e de fosfato aumenta o risco da formação de precipitados de fosfato de cálcio.

Os precipitados foram relatados, mesmo na ausência de sal de fosfato na solução. Também tem sido relatada a precipitação distal para o filtro emlinha e suspeita de formação de precipitado na corrente sanguínea.

Em adição ao controle da solução, o equipo de infusão e o cateter devem também serem verificados periodicamente para precipitados.

Se ocorrerem sinais de desconforto pulmonar, a perfusão deve ser interrompida e avaliação médica iniciada.

Interações com medicamentos

Não são conhecidas interações medicamentosas ate o momento. Nenhum estudo foi conduzido pela Baxter Hospitalar Ltda.

Ambos os efeitos na glicose e efeitos no balanço de água e eletrólitos devem ser considerados quando a solução de glicose for utilizada em pacientes tratados com outras substâncias que afetam o controle da glicose no sangue, ou balanço de água e eletrólitos.

Para minimizar o risco de possíveis incompatibilidades da mistura das soluções de glicose com outras medicações que possam ser prescritas, deve ser verificada a presença de turbidez ou precipitação imediatamente após a mistura, antes e durante a administração. Em caso de dúvida, consulte um farmacêutico.

Atenção: Este medicamento contém açúcar (glicose), portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Glicose - Baxter?

As reações adversas podem ocorrer devido à solução ou a técnica de administração e incluem febre, infecção no ponto de injeção, trombose venosa ou flebite (Inflamação da parede interna de uma veia) irradiando-se a partir do ponto de injeção, extravasamento e hipervolemia. Se ocorrer reação adversa, suspender a infusão, avaliar o paciente, aplicar terapêutica corretiva apropriada e guardar o restante da solução para posterior investigação, se necessário.

Algumas destas reações podem ser devido aos produtos de degradação presentes após autoclavação. A infusão intravenosa pode conduzir ao desenvolvimento de distúrbios líquidos e eletrólitos incluindo a hipocalemia (diminuição de potássio no sangue), o hipomagnesemia (diminuição do magnésio no sangue), e a hipofosfatemia (diminuição do fosfato no sangue).

As reações Adversas listadas abaixo são baseadas em notificações pós-comercialização, listados por sistemas MedDRA (SOC), sempre que possível, por termo preferido e por ordem de gravidade.

Distúrbios do sistema imunológico

Reações de hipersensibilidade/infusão, incluindo anafiláticas/anafilactóides, incluindo reações com manifestações leves, como por exemplo, coceira e reações com manifestações graves, como por exemplo, broncoespasmo (contração do músculo dos brônquios), cianose (coloração azulada da pele e mucosas), angioedema (inchaço da derme) e hipotensão (pressão arterial abaixo dos valores normais); Pirexia (febre) e arrepios.

Distúrbios do metabolismo e nutrição

Hiperglicemia (aumento da glicemia no sangue).

Distúrbios cutâneos e tecido subcutâneo

Erupções cutâneas.

Distúrbios gerais e do local da administração

Reações no local de injeção, incluindo, flebite (Inflamação da parede interna de uma veia) e eritema (coloração avermelhada da pele).

Outras Reações Adversas

Outras reações adversas notificadas envolvendo solução de glicose injetável incluem:

Hiponatremia (diminuição de sódio no sangue), que pode ser sintomático.

Para solução de glicose 10% e 50%:

Tromboflebite (Estado em que a inflamação da parede da veia precede a formação de trombo) no local de infusão (associado comsoluções Hiperosmolares).

As reações adversas notificadas com a nutrição parenteral para o qual o componente glicose pode desempenhar um papel causal ou contributivo incluem:
  • <li>Insufici&#xEA;ncia do f&#xED;gado, cirrose e, fibrose do f&#xED;gado, colestase, esteatose do f&#xED;gado, bilirrubina sangu&#xED;nea, aumento das enzimas do f&#xED;gado, aumento da colecistite (inflama&#xE7;&#xE3;o aguda da ves&#xED;cula biliar), colelit&#xED;ase (forma&#xE7;&#xE3;o de c&#xE1;lculos no interior da ves&#xED;cula biliar).</li> <li>Precipitados vasculares nos pulm&#xF5;es.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe tambéma empresa do seu serviço de atendimento.

População Especial

Uso em crianças

Um estudo placebo-controlado realizado em mulheres saudáveis, que se encontravam em estagio final de gestação, verificou que a administração de 100g de glicose uma hora antes do fim da gestação, não provocou nenhum efeito adverso nos níveis ácido-base do feto. Os fetos com malformação foram excluídos. Entretanto,&nbsp;os autores advertiram que, em concentrações de glicose mais elevadas na mãe (como pode ser encontrado em grávidas diabéticas), mudanças consistentes na acidose metabólica fetal, podem ocorrer, e que o teste da tolerância da glicose pode também ser perigoso aos fetos com retardo do crescimento.

O cuidado deve ser exercitado no tratamento dos neonatos, especialmente os recém-nascidos precoces, cuja função dos rins pode estar imatura e cuja habilidade de excretar cargas do liquido e do soluto pode estar limitada.

A taxa e o volume de infusão dependem da idade, do peso, das condições clinicas e metabólicas do paciente, bem como da terapia concomitante e deve ser determinado por um médico com experiência em terapia pediátrica de fluidos intravenosos.

Problemas relacionados coma glicemia empacientes pediátricos

Recém-nascidos, especialmente aqueles que nasceram prematuros e com baixo peso, estão em maior risco de desenvolver hipo ou hiperglicemia (diminuição ou aumento da glicemia no sangue). É necessário um monitoramento cuidadoso durante o tratamento com soluções de glicose intravenosas para garantir o controle glicêmico adequado, para evitar possíveis efeitos adversos em longo prazo.

Hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) no recém-nascido pode causar:
  • <li>Convuls&#xF5;es prolongadas.</li> <li>Coma.</li> <li>Les&#xE3;o no c&#xE9;rebro.</li>
Hiperglicemia tem sido associada com:
  • <li>Les&#xE3;o cerebral, incluindo sangramento intraventricular.</li> <li>Infec&#xE7;&#xE3;o de bact&#xE9;rias e fungos de in&#xED;cio tardio.</li> <li>Retinopatia da prematuridade (doen&#xE7;a da retina).</li> <li>Enterocolite necrosante (Inflama&#xE7;&#xE3;o do intestino delgado e grosso).</li> <li>Aumento da necessidade de oxig&#xEA;nio.</li> <li>Tempo de interna&#xE7;&#xE3;o prolongado.</li> <li>Morte.</li>
Problemas relacionados coma hiponatremia (diminuição de sódio no sangue) empacientes pediátricos
  • <li>Crian&#xE7;as (incluindo rec&#xE9;m-nascidos e crian&#xE7;as mais velhas) est&#xE3;o em maior risco de desenvolver hiponatremia hiposm&#xF3;tica, bem como de desenvolver encefalopatia hiponatr&#xEA;mica.</li> <li>Hiponatremia hiposm&#xF3;tica pode levar a dores de cabe&#xE7;a, n&#xE1;useas, convuls&#xF5;es, sonol&#xEA;ncia, coma, incha&#xE7;o cerebral e morte, por conseguinte, encefalopatia hiponatremica com sintoma aguda &#xE9; considerada uma emerg&#xEA;ncia m&#xE9;dica.</li> <li>Concentra&#xE7;&#xF5;es de eletr&#xF3;litos do plasma devem ser cuidadosamente monitoradas para a popula&#xE7;&#xE3;o pedi&#xE1;trica (em crian&#xE7;as).</li> <li>Corre&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de hiponatremia hiposm&#xF3;tico &#xE9; potencialmente perigosa (risco de complica&#xE7;&#xF5;es neurol&#xF3;gicas graves). Dosagem, taxa e dura&#xE7;&#xE3;o da administra&#xE7;&#xE3;o devem ser determinadas por um m&#xE9;dico experiente terapia pedi&#xE1;trica de fluidos intravenosos.</li>

Uso em idosos

No geral, a seleção da dose para um paciente idoso devera ser mais criteriosa. Sabe-se que estas drogas são excretadas substancialmente pelos rins, e o risco de reações tóxicas das soluções de glicose pode ser maior nos pacientes com função renal comprometida. Os pacientes idosos são mais prováveis de ter distúrbios no coração, no fígado, nos rins entre outros e terapias com medicamentos ao mesmo tempo. Por isso, cuidado deve ser tomado na seleção do tipo, dose, taxa e volume de infusão. Pode ser útil monitorar a função dos rins.

Gravidez e Amamentação

As soluções de glicose são usadas geralmente como líquidos de hidratação e como veículos para outras drogas. Estudos da reprodução animal não foram conduzidos com injeções de glicose.

Também não há fundamentação cientifica conclusiva de que as injeções de glicose causem dano fetal quando administradas a uma mulher grávida ou afetem a capacidade de reprodução.

Portanto, as injeções de glicose devem ser dadas as gestantes somente se realmente necessário. O médico deve considerar cuidadosamente o risco e benefício potencial para cada paciente antes da administração.

Estudos verificaram que quando administrada durante o trabalho de parto, a carga de glicose da mãe pode conduzir no feto, a hiperglicemia (aumento da glicose no sangue), a hiperinsulinemia (aumento da insulina no sangue), e a acidose do feto, com hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) no recém-nascido subsequente e icterícia (pigmentação amarelada da pele e mucosas). Outros estudos não encontraram nenhuma evidencia de tal efeito, especialmente se o feto é bem oxigenado, e relataram que o número dos pacientes incluídos emtais relatórios foi frequentemente pequeno e os critérios de seleção não homogêneos.

Infusão intravenosa de glicose intraparto materno pode resultar na produção de insulina no feto, com um risco associado de aumento da glicose no sangue do feto e acidose metabólica, bem como a hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) de rebote no recém-nascido.

Categoria “C” de risco na gravidez.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Capacidade de operar e dirigir máquinas

Não há efeitos conhecidos na capacidade de dirigir automóveis ou operar máquinas pesadas.

Qual a composição do Glicose - Baxter?

Apresentações

Solução injetável.

Glicose monoidratada 5%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 100, 250, 500 ou 1000mL.

Glicose monoidratada 10%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 250 ou 500mL.

Glicose monoidratada 50%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 1000mL.

Via intravenosa.

Uso adulto e pediátrico.

Composição

Cada 100 mL de solução de glicose 5% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">4,5g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/produtos-hospitalares/agua-para-injetaveis-diluentes/c\" target=\"_blank\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis</a> q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 5,0g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

170 Kcal/L.

Osmolaridade:

252mOsm/L.

pH:

3,5 – 6,5.

Cada 100 mL de solução de glicose 10% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">9g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 10,0g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

340 Kcal/L.

Osmolaridade:

505mOsm/L.

pH:

3,5 – 6,5.

Cada 100 mL de solução de glicose 50% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">45g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 50g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

1710 Kcal/L.

50mg/mL, caixa com 72 bolsas de sistema fechado com 100mL de solução de uso intravenoso (embalagem hospitalar)

Princípio ativo
:
Glicose
Classe Terapêutica
:
Soluções Carbohidratos <10%
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Dispensação Sob Prescrição Médica Restrito a Hospitais)
Categoria
:
Reidratantes
Especialidade
:
Endocrinologia

Bula do medicamento

Glicose - Baxter, para o que é indicado e para o que serve?

Este medicamento é usado como fonte de água, calorias e diurese osmótica. Este medicamento é usado em casos de desidratação, reposição de calorias, nas hipoglicemias (diminuição da glicemia no sangue) (diminuição de glicose no sangue) e como veículo para diluição de medicamentos compatíveis. A solução de glicose 5% é frequentemente a concentração empregada na redução de fluido, sendo usualmente administrada através de uma veia periférica. Já as soluções de glicose de concentrações mais elevadas, como a glicose 10%, por serem hiperosmóticas, são usadas geralmente como uma fonte de carboidratos. Desta maneira, a glicose é a fonte preferida de carboidratos em regimes parenterais de nutrição, sendo frequentemente usada também em soluções de re-hidratação para prevenção e/ou tratamento da desidratação (diminuição de água no corpo), ocasionada pela diarreia.

Exclusivo Glicose 10% e 50%

As soluções injetáveis de glicose, nas concentrações hipertônicas (concentração acima de 5% de glicose) são indicadas como componente calórico em um regime de nutrição parenteral.

Essas soluções, quando associadas a uma fonte apropriada de proteína (nitrogênio), são usadas na prevenção da perda de nitrogênio ou no tratamento de balanço negativo de nitrogênio para pacientes onde:
  • <li>O trato alimentar n&#xE3;o pode ou n&#xE3;o deve ser usado;</li> <li>A absor&#xE7;&#xE3;o gastrointestinal de prote&#xED;na esta prejudicada, ou;</li> <li>Os requisitos metab&#xF3;licos para <a href="https://minutosaudavel.com.br/proteinas/" rel="noopener" target="_blank">prote&#xED;nas</a> est&#xE3;o substancialmente aumentados, como no caso de <a href="https://minutosaudavel.com.br/queimaduras/" rel="noopener" target="_blank">queimaduras</a> extensas.</li>

Como o&nbsp;Glicose Baxter funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>As solu&#xE7;&#xF5;es injet&#xE1;veis de glicose s&#xE3;o est&#xE9;reis e sem pirog&#xEA;nios e usadas no restabelecimento de fluido e suprimento cal&#xF3;rico. A glicose &#xE9; um nutriente facilmente metabolizado pelo organismo para fornecimento de energia, dispensando em alguns casos o uso de lip&#xED;dios e prote&#xED;nas como fontes de energia, evitando, assim, acidose e cetose resultantes de seus metabolismos. A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; &#xFA;til como fonte de &#xE1;gua e calorias e &#xE9; capaz de induzir diurese dependendo das condi&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas do paciente. As solu&#xE7;&#xF5;es de glicose em concentra&#xE7;&#xF5;es isot&#xF4;nicas (solu&#xE7;&#xE3;o parenteral de glicose 5%) s&#xE3;o adequadas para manuten&#xE7;&#xE3;o das necessidades de &#xE1;gua quando o s&#xF3;dio n&#xE3;o &#xE9; necess&#xE1;rio ou deve ser evitado.</p> <p>A glicose &#xE9; metabolizada atrav&#xE9;s do acido pir&#xFA;vico ou l&#xE1;tico em di&#xF3;xido de carbono e &#xE1;gua com libera&#xE7;&#xE3;o de energia. A glicose &#xE9; usada, distribu&#xED;da e estocada nos tecidos. Todas as c&#xE9;lulas do corpo s&#xE3;o capazes de oxidar a glicose, sendo a mesma a principal fonte de energia no metabolismo celular.</p> <p>Uma vez dentro da c&#xE9;lula, a glicose &#xE9; prontamente fosforilada, formando a glicose-6-fosfato, que logo se polimeriza em glicog&#xEA;nio, ou &#xE9; catabolizada. A glicose pode ainda ser convertida em gordura, atrav&#xE9;s da AcetilCoA. Requer, por isso, constante equil&#xED;brio entre as necessidades metab&#xF3;licas do organismo e a sua oferta.</p> <p>A glicose atinge o seu pico plasm&#xE1;tico 40 minutos ap&#xF3;s sua administra&#xE7;&#xE3;o em pacientes hiperglic&#xEA;micos (aumento da glicemia no sangue).</p> "}

Quais as contraindicações do Glicose - Baxter?

Este medicamento não deve ser usado em administrações juntamente com a infusão de sangue devido a possibilidade de coagulação.

A solução de glicose não deve ser usado nas seguintes situações:

Hiper-hidratação (aumento de água no corpo), hiperglicemia (aumento da glicemia no sangue), diabetes, acidose, desidratação hipotônica, hipocalemia (quantidade abaixo do normal de potássio no sangue) e hipersensibilidade ao produto.

O uso de solução de glicose hipertônica (concentração acima de 5% de glicose) é contra indicado em pacientes com hemorragia intracraniana ou intra-espinhal, delirium tremens em pacientes desidratados, síndrome de má absorção glicose-galactose e aos pacientes com hipersensibilidade a produtos derivados de milho.

As soluções de glicose não devem ser administradas em pacientes com insuficiência renal e após ataque isquêmico (infartos ou acidentes vasculares cerebrais).

Como usar o Glicose - Baxter?

A solução somente deve ter uso intravenoso e individualizado. Solução de uso único. Descartar qualquer porção não utilizada da solução.

A dosagem e a taxa de infusão devem ser determinadas por um medico e é dependente da idade, do peso, das condições clinicas e metabólicas do paciente, bem como da terapia concomitante e das determinações em laboratório. Em pacientes pediátricos, consultar o médico com experiência em terapia pediátrica de fluidos intravenosos.

Antes de serem administradas as soluções parenterais devem ser inspecionadas visualmente para se observar a presença de partículas, turvação na solução, fissuras e quaisquer violações na embalagem primaria. Não administrar a solução se a mesma não estiver límpida e os selos intactos.

A solução é acondicionada em bolsas plásticas flexíveis Viaflex em Sistema Fechado&nbsp;para administração intravenosa usando equipo estéril.

Atenção: não usar embalagens primárias em conexões em serie. Tal procedimento pode causar embolia gasosa devido ao ar residual aspirado da primeira embalagem antes que a administração de fluido da segunda embalagemseja completada.

A pressurização da bolsa contendo a solução para aumentar a taxa de fluxo pode resultar na embolia gasosa, se o ar residual no recipiente não estiver totalmente evacuado antes da administração.

A utilização de um equipo de administração intravenoso com entrada de ar, com a abertura na posição aberta, pode resultar em embolia gasosa. Os equipos de administração intravenosos com entrada de ar, com a abertura na posição aberta, não devemser utilizados com recipientes de plástico flexíveis.

A suplementação de eletrólitos pode ser indicada de acordo com as necessidades clínicas do paciente.

A utilização de um filtro em linha é recomendada durante a administração de todas as soluções parenterais sempre que possível.

A administração de soluções hiperosmolares podemcausar irritação venosa e flebite.

Não perfurar a embalagem, pois há comprometimento da esterilidade do produto e risco de contaminação.

Para a solução de glicose 10% e 50%

A osmolaridade de uma solução de infusão final misturada deve ser levada em conta quando a administração periférica é considerada. Deve ser considerado um aumento gradual da taxa de fluxo quando se inicia a administração de produtos contendo glicose.

Para a solução de glicose 50%

Como indicado em uma base individual, as vitaminas, os oligoelementos e outros componentes (incluindo aminoácidos e lipídios) podem ser adicionados ao regime parenteral para atender as necessidades de nutrientes e prevenir deficiências e complicações de desenvolvimento.

Diluir a solução de glicose antes da utilização a uma concentração que irá, quando administrada com um aminoácido (nitrogênio) fonte, resultar em uma caloria apropriada para uma proporção de nitrogênio e a uma osmolaridade de acordo coma via de administração.

Para reduzir o risco de hipoglicemia, após a interrupção, um decréscimo gradual na velocidade de fluxo, antes de parar a infusão deve ser considerado.

Para abrir

Segurar o invólucro protetor (sobrebolsa) com ambas as mãos, rasgando-o no sentido do picote, de cima para baixo, e retirar a bolsa contendo solução. Pequenas gotículas entre a bolsa e a sobrebolsa podem estar presentes e é característica do produto e processo produtivo. Alguma opacidade do plástico da bolsa pode ser observada devido ao processo de esterilização. Isto é normal e não afeta a qualidade ou segurança da solução. A opacidade irá diminuir gradualmente.

Verificar se existem vazamentos mínimos comprimindo a embalagem primária com firmeza.

Se for observado vazamento de solução descartar a bolsa, pois a sua esterilidade pode estar comprometida.

No preparo e administração das soluções parenterais, devem ser seguidas as recomendações da Comissão de Controle de Infecção em Serviços de Saúde quanto a desinfecção do ambiente e de superfícies, higienização das mãos, uso de EPIs e desinfecção de ampolas, frascos, pontos de adição dos medicamentos e conexões das linhas de infusão.

Nota: Manter a bolsa em seu invólucro protetor (sobrebolsa) até o momento do uso.

Após a abertura da sobrebolsa, a solução deve ser utilizada em:
  • <li>15 dias para bolsas de 50 mL e 100 mL.</li> <li>30 dias para bolsas de 250 mL, 500 mL e 1000 mL.</li>

Preparação para Administração

{"tag":"ol","value":" <li>Remover o protetor do tubo de sa&#xED;da da solu&#xE7;&#xE3;o no fundo da embalagem.</li> <li>Fazer a assepsia da embalagem prim&#xE1;ria utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Suspender a embalagem pela al&#xE7;a de sustenta&#xE7;&#xE3;o.</li> <li>Conectar o equipo de infus&#xE3;o da solu&#xE7;&#xE3;o. Consultar as instru&#xE7;&#xF5;es de uso do equipo.</li> <li>Administrar a solu&#xE7;&#xE3;o, por gotejamento cont&#xED;nuo, conforme prescri&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica.</li> "}

Se for necessária medicação suplementar, seguir as instruções descritas a seguir antes de preparar a bolsa para administração.

Para adição de medicamentos

Ao introduzir medicamentos aditivos, utilizar técnica asséptica.

Atenção: Verificar se há incompatibilidade entre o medicamento e a solução e, quando for o caso, se há incompatibilidade entre os medicamentos. Medicamentos incompatíveis com a solução de glicose não devem ser utilizados. Ao introduzir medicamentos aditivos, a bula do medicamento a ser adicionado e outras literaturas relevantes devem ser consultadas. Antes de adicionar um medicamento, verificar também se ele é solúvel e estável em água ao pH da solução de glicose.

Apenas as embalagens que possuem dois sítios, um sítio para o equipo e um sítio próprio para a administração de medicamentos, poderão permitir a adição de medicamentos nas soluções parenterais.

Para administração de medicamentos antes da administração da solução parenteral:
{"tag":"ol","value":" <li>Preparar a superf&#xED;cie do tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico fazendo sua assepsia utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Utilizando seringa com agulha calibre 19 a 22 ga, perfurar o tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico que fecha o tubo e injetar.</li> <li>Misturar completamente a solu&#xE7;&#xE3;o com o medicamento.</li> <li>Para medicamentos com alta densidade, como por exemplo, a solu&#xE7;&#xE3;o de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloreto-de-potassio/bula\" target=\"_blank\">cloreto de pot&#xE1;ssio</a>, pressionar o tubo de medica&#xE7;&#xE3;o enquanto o mesmo estiver na perpendicular e misturar completamente.</li> <li>P&#xF3;s liofilizados devem ser reconstitu&#xED;dos/suspendidos no diluente est&#xE9;ril e apirog&#xEA;nico adequado antes de ser adicionados a solu&#xE7;&#xE3;o parenteral.</li> "}

Para administração de medicamentos durante a administração da solução parenteral:
{"tag":"ol","value":" <li>Fechar a <a href=\"https://consultaremedios.com.br/maquiagem/acessorios/pinca/c\" target=\"_blank\">pin&#xE7;a</a> do equipo de infus&#xE3;o.</li> <li>Preparar a superf&#xED;cie do tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico fazendo sua assepsia utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Utilizando seringa com agulha calibre 19 a 22 ga, perfurar o tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico que fecha o tubo e injetar.</li> <li>Remover a bolsa do suporte e/ou colocar na posi&#xE7;&#xE3;o vertical com os tubos para cima.</li> <li>Esvaziar ambos os tubos apertando-os enquanto a bolsa estiver com os tubos para cima.</li> <li>Misturar completamente a solu&#xE7;&#xE3;o com medicamento.</li> <li>Retornar a bolsa a posi&#xE7;&#xE3;o de infus&#xE3;o e prosseguir a administra&#xE7;&#xE3;o.</li> "}

Após a adição do medicamento, verificar possível alteração de cor da solução e/ou presença de precipitados, complexos insolúveis ou cristais.

Nota: Não armazenar as soluções parenterais adicionadas de medicamentos.

&nbsp;

Posologia do&nbsp;Glicose Baxter

{"tag":"hr","value":" <p>O preparo e administra&#xE7;&#xE3;o da solu&#xE7;&#xE3;o parenteral deve obedecer a prescri&#xE7;&#xE3;o, precedida de criteriosa avalia&#xE7;&#xE3;o, pelo farmac&#xEA;utico, da compatibilidade f&#xED;sico-qu&#xED;mica e da intera&#xE7;&#xE3;o medicamentosa que possam ocorrer entre os seus componentes.</p> <p>A dose de glicose &#xE9; vari&#xE1;vel e dependente das necessidades do paciente. As concentra&#xE7;&#xF5;es de glicose no plasma devem ser monitoradas, a taxa m&#xE1;xima que pode ser infundida sem causar glicos&#xFA;ria (presen&#xE7;a de glicose na urina) e 0,5 g/kg de peso corporal/hora.</p> <p>No entanto, o ideal &#xE9; que a solu&#xE7;&#xE3;o de glicose intravenosa seja fornecida em uma taxa de aproximadamente a 7 mg/kg/minuto.</p> <p>O uso da solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; indicado para corre&#xE7;&#xE3;o de hipoglicemia (diminui&#xE7;&#xE3;o da glicemia no sangue) <a href=\"https://consultaremedios.com.br/infantil/c\" target=\"_blank\">infantil</a>, podendo ser utilizada emnutri&#xE7;&#xE3;o parenteral de crian&#xE7;as.</p> <p>A dose e a taxa de infus&#xE3;o intravenosa de glicose devem ser selecionadas com cuidado em pacientes pedi&#xE1;tricos, particularmente nos rec&#xE9;m-nascidos e nas crian&#xE7;as com baixo peso ao nascer porque aumenta o risco de hiperglicemia/hipoglicemia (aumento/diminui&#xE7;&#xE3;o da glicemia no sangue).</p> <p>A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose 5% pode ser administrada em pacientes diab&#xE9;ticos, mesmo em coma, por&#xE9;m, &#xE9; fundamental o controle adequado da cetose e, se necess&#xE1;rio, deve-se recorrer a administra&#xE7;&#xE3;o de insulina.</p> <p>A avalia&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica e as determina&#xE7;&#xF5;es laboratoriais peri&#xF3;dicas s&#xE3;o necess&#xE1;rias para monitorar mudan&#xE7;as em concentra&#xE7;&#xF5;es da glicose e do eletr&#xF3;lito do sangue, e o balan&#xE7;o do l&#xED;quido e de eletr&#xF3;litos durante a terapia parenteral prolongada ou sempre que a condi&#xE7;&#xE3;o do paciente permitir tal avalia&#xE7;&#xE3;o.</p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Glicose - Baxter?

Deve-se considerar para fins de administração, dados clínicos e laboratoriais, como níveis de glicose e glicose na urina. Outro aspecto refere-se a suspensão abrupta de tratamentos prolongados, condição em que se elevam os níveis de insulina circulante, podendo desencadear uma hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) momentânea pós-suspensão.

Deve-se ter cuidado também com a administração prolongada ou a infusão rápida de grandes volumes de soluções isosmóticas, devido a possível ocorrência de inchaço pulmonar, hipopotassemia (quantidade abaixo do normal de potássio no sangue), hiper-hidratação e intoxicação hídrica, ocasionados pelo aumento do volume do liquido extracelular.

A monitoração frequente de concentrações de glicose, de eletrólitos particularmente de potássio no plasma faz-se necessário antes, durante e após a administração da solução de glicose.

A solução de glicose não deve ser usada como diluente para o sangue, pois causa aglutinação dos eritrócitos e, provavelmente, hemólise (destruição dos glóbulos vermelhos do sangue). Da mesma maneira, as soluções de glicose sem eletrólitos não devem ser administradas ao mesmo tempo com a infusão de sangue devido da possibilidade de coagulação.

A monitoração frequente de concentrações de glicose no plasma é necessária quando a glicose intravenosa é administrada em pacientes crianças, particularmente nos recém-nascidos e nas crianças com baixo peso ao nascer devido ao risco aumentado de hiperglicemia/hipoglicemia (aumento/diminuição da glicemia no sangue).

A administração excessiva ou rápida da solução de glicose neste tipo de paciente pode causar aumento da osmolaridade do soro e umpossível sangramento intracerebral.

Agir com precaução no fornecimento de carboidratos na presença de acidose por lactato, e também nos pacientes com hipervolemia (quantidade de sangue superior à normal), insuficiência dos rins, obstrução do intervalo urinário ou descompensarão cardíaca eminente.

As soluções injetáveis de glicose devem ser usadas com cuidado em pacientes com Diabetes mellitus subclinica ou evidente, ou intolerância a carboidratos, bem como em lactentes de mães diabéticas.

A administração de soluções de glicose deve ser realizada com cautela em pacientes diabéticos, pois uma infusão rápida pode causar hiperglicemia (aumento de glicose no sangue), assim como em pacientes mal nutridos com deficiência de tiamina, intolerância a carboidratos, septicemia (presença de germes ou substâncias sépticas no sangue). A administração intravenosa da glicose aos pacientes com deficiência de tiamina e outras vitaminas do complexo B pode precipitar o desenvolvimento da encefalopatia de Wernicke.

As soluções de glicose não devem ser administradas em pacientes com insuficiência dos rins e após ataque isquêmico.

Reações de Hipersensibilidade

  • <li>Rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade/infus&#xE3;o, incluindo rea&#xE7;&#xF5;es anafil&#xE1;ticas/anafilact&#xF3;ides t&#xEA;m sido reportadas com solu&#xE7;&#xE3;o de glicose 5 e 10%.</li> <li>A infus&#xE3;o deve ser imediatamente interrompida se quaisquer sinais ou sintomas de uma rea&#xE7;&#xE3;o suspeita de hipersensibilidade se desenvolver. Medidas terap&#xEA;uticas adequadas devem ser institu&#xED;das conforme clinicamente indicadas.</li> <li>As solu&#xE7;&#xF5;es que cont&#xEA;m glicose devem ser usadas com cautela em pacientes com alergia conhecida a milho ou produtos derivados de milho.</li>

Diluição e outros efeitos emeletrólitos séricos

Dependendo do volume e taxa de infusão e, dependendo da condição clínica do paciente e sua capacidade de metabolizar a glicose, a administração intravenosa de glicose pode causar:

  • <li>Hiperosmolaridade (aumento da osmolaridade), diurese (produ&#xE7;&#xE3;o de urina pelo rim) e desidrata&#xE7;&#xE3;o osm&#xF3;tica.</li> <li>Hiposmolaridade (diminui&#xE7;&#xE3;o da osmolaridade).</li>
Distúrbios hidroeletrolíticos, como:
  • <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/hiponatremia/" rel="noopener" target="_blank">Hiponatremia</a> (diminui&#xE7;&#xE3;o de s&#xF3;dio no sangue).</li> <li>Hipocalemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de pot&#xE1;ssio no sangue).</li> <li>Hipofosfatemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de f&#xF3;sforo no sangue).</li> <li>Hipomagnesemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de magn&#xE9;sio no sangue).</li> <li>Hiper-hidrata&#xE7;&#xE3;o/hipervolemia e, por exemplo, estado congestivo, incluindo congest&#xE3;o pulmonar e incha&#xE7;o.</li>

Os efeitos acima não só resultam da administração de fluido livre de eletrólitos, mas também da administração de glicose.

Além destes:

Um aumento na concentração de glicose no soro é associado com um aumento da osmolaridade do soro.

Diurese osmótica associada com hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) pode causar ou contribuir para o desenvolvimento de desidratação e de perdas de eletrólitos.

A hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) também provoca um desvio intracelular de água, levando a uma diminuição das concentrações de sódio extracelular e hiponatremia (diminuição de sódio no sangue).

Uma vez que a glicose na solução de glicose é metabolizada, a infusão de solução de glicose corresponde ao aumento da carga de água livre do corpo, possivelmente levando à hiponatremia hiposmótica.

Hiponatremia hiposmótica pode levar a dores de cabeça, náuseas, convulsões, sonolência, coma, inchaço cerebral e morte. Encefalopatia hiponatrêmica sintomática aguda é considerada uma emergência médica.

O risco para o desenvolvimento de hiponatremia hiposmótica é aumentada, por exemplo:
  • <li>Em crian&#xE7;as.</li> <li>Em pacientes idosos.</li> <li>Em mulheres.</li> <li>P&#xF3;s-operat&#xF3;rio.</li> <li>Em pessoas com sede psicog&#xEA;nica.</li>
O risco de desenvolver encefalopatia como uma complicação de hiponatremia hiposmótica é aumentada, por exemplo:
  • <li>Em pacientes pedi&#xE1;tricos (&#x2264; 16 anos de idade).</li> <li>Em mulheres (em particular, as mulheres na pr&#xE9;-menopausa).</li> <li>Em pacientes com hipoxemia (diminui&#xE7;&#xE3;o da concentra&#xE7;&#xE3;o de oxig&#xEA;nio no sangue).</li> <li>Em pacientes com doen&#xE7;a do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/c" target="_blank">sistema nervoso central</a> subjacente.</li>

Avaliação clínica e determinações laboratoriais periódicas podem ser necessárias para monitorar as alterações no equilíbrio de fluidos, eletrólitos e equilíbrio ácido-base durante a terapia parenteral prolongada ou sempre que o estado do paciente ou a taxa de administração requeiram tal avaliação.

O cuidado especial é recomendado em pacientes com risco aumentado de distúrbios de água e eletrólitos que podem ser agravados por: aumento da carga de água livre, hiperglicemia ou administração de insulina eventualmente exigida.

Medidas preventivas e corretivas devem ser instituídas conforme clinicamente indicadas.

Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue)

  • <li>A administra&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de solu&#xE7;&#xF5;es de glicose pode produzir hiperglicemia substancial e uma s&#xED;ndrome hiperosmolar (aumento da osmolaridade).</li> <li>A fim de evitar a hiperglicemia, a taxa de perfus&#xE3;o n&#xE3;o deve exceder &#xE0; capacidade do paciente em metabolizar a glicose.</li> <li>Para reduzir o risco de complica&#xE7;&#xF5;es associadas &#xE0; hiperglicemia, a taxa de infus&#xE3;o deve ser ajustada e/ou insulina administrada, se os n&#xED;veis de glicose no sangue forem superiores aos n&#xED;veis considerados aceit&#xE1;veis para o paciente individualmente.</li>
A solução de glicose intravenosa deve ser administrada com precaução em pacientes com:
  • <li>Toler&#xE2;ncia &#xE0; glicose debilitada (tal como na diabetes<em> mellitu</em>s, disfun&#xE7;&#xE3;o renal, ou na presen&#xE7;a de sepsia, trauma, ou choque).</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/desnutricao/" rel="noopener" target="_blank">Desnutri&#xE7;&#xE3;o</a> grave (risco de precipitar uma s&#xED;ndrome de realimenta&#xE7;&#xE3;o).</li> <li>Defici&#xEA;ncia de tiamina, por exemplo, em pacientes com <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alcoolismo/c" target="_blank">alcoolismo</a> cr&#xF4;nico (risco de acidose l&#xE1;ctica grave devido &#xE0; metaboliza&#xE7;&#xE3;o oxidativa prejudicada de piruvato).</li> <li>Dist&#xFA;rbios de &#xE1;gua e eletr&#xF3;litos que podem ser agravados pelo aumento da glicose e/ou carga de &#xE1;gua livre.</li>
Outros grupos de pacientes em que a solução de glicose deve ser cuidadosa:
  • <li>Pacientes com <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/acidente-vascular-cerebral/c" target="_blank">acidente vascular cerebral</a> isqu&#xEA;mico. Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) tem comprometido no aumento da les&#xE3;o cerebral isqu&#xEA;mica e prejudica a recupera&#xE7;&#xE3;o ap&#xF3;s o acidente vascular cerebral isqu&#xEA;mico agudo.</li> <li>Pacientes com les&#xE3;o cerebral traum&#xE1;tica grave (em particular durante as primeiras 24 horas ap&#xF3;s o trauma).</li> <li>Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) precoce tem sido associada a maus resultados em pacientes com ftraumatismo cranioencef&#xE1;lico grave.</li> <li>Rec&#xE9;m-nascidos.</li>

Administração intravenosa prolongada de glicose e hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) associada pode resultar na diminuição da taxa de secreção de insulina estimulada pela glicose.

Síndrome de realimentação

Pacientes gravemente subnutridos podem resultar na síndrome de realimentação, que é caracterizada pelo deslocamento de potássio, fósforo e magnésio intracelularmente e o paciente torna se anabólico. A deficiência de tiamina e retenção de líquidos também podem se desenvolver. Monitoramento cuidadoso e aumento do consumo de nutrientes lentamente, evitando superalimentação, podem prevenir essas complicações.

Exclusivo Glicose 50%

Distúrbios hepáticos

Distúrbios hepatobiliares incluindo colestase, esteatose hepática, fibrose e cirrose, possivelmente levando à insuficiência hepática, bem como colecistite e colelitíase são conhecidos por se desenvolverem em alguns pacientes em nutrição parenteral. A etiologia desses distúrbios é provavelmente multifatorial e pode diferir entre pacientes. Os pacientes que desenvolvem parâmetros laboratoriais anormais ou outros sinais de distúrbios hepatobiliares devem ser avaliados no início por um médico experiente em doenças do fígado, a fim de identificar possíveis causadores e fatores contribuintes e possíveis intervenções terapêuticas e profiláticas.

Infecção do cateter e sepse

Infecção e sepse podem ocorrer como resultado do uso de cateteres intravenosos para administrar soluções parenterais, falta de manutenção de cateteres ou soluções contaminadas.

Imunossupressão e outros fatores, como a hiperglicemia, a desnutrição e/ou seu estado de doença subjacente podem predispor o paciente a complicações infecciosas.

Cuidados sintomáticos e monitoramento laboratorial de febre/calafrios, leucocitose, complicações técnicas como dispositivo de acesso e hiperglicemia podem ajudar a reconhecer infecções precoces.

A ocorrência de complicações sépticas pode ser diminuída com técnica asséptica na colocação do cateter, manutenção, bemcomo a técnica asséptica empreparação da solução nutricional.

Precipitados

Precipitados vasculares pulmonares têm sido relatados em pacientes recebendo nutrição parenteral. Em alguns casos, ocorreram resultados fatais. Adição excessiva de cálcio e de fosfato aumenta o risco da formação de precipitados de fosfato de cálcio.

Os precipitados foram relatados, mesmo na ausência de sal de fosfato na solução. Também tem sido relatada a precipitação distal para o filtro emlinha e suspeita de formação de precipitado na corrente sanguínea.

Em adição ao controle da solução, o equipo de infusão e o cateter devem também serem verificados periodicamente para precipitados.

Se ocorrerem sinais de desconforto pulmonar, a perfusão deve ser interrompida e avaliação médica iniciada.

Interações com medicamentos

Não são conhecidas interações medicamentosas ate o momento. Nenhum estudo foi conduzido pela Baxter Hospitalar Ltda.

Ambos os efeitos na glicose e efeitos no balanço de água e eletrólitos devem ser considerados quando a solução de glicose for utilizada em pacientes tratados com outras substâncias que afetam o controle da glicose no sangue, ou balanço de água e eletrólitos.

Para minimizar o risco de possíveis incompatibilidades da mistura das soluções de glicose com outras medicações que possam ser prescritas, deve ser verificada a presença de turbidez ou precipitação imediatamente após a mistura, antes e durante a administração. Em caso de dúvida, consulte um farmacêutico.

Atenção: Este medicamento contém açúcar (glicose), portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Glicose - Baxter?

As reações adversas podem ocorrer devido à solução ou a técnica de administração e incluem febre, infecção no ponto de injeção, trombose venosa ou flebite (Inflamação da parede interna de uma veia) irradiando-se a partir do ponto de injeção, extravasamento e hipervolemia. Se ocorrer reação adversa, suspender a infusão, avaliar o paciente, aplicar terapêutica corretiva apropriada e guardar o restante da solução para posterior investigação, se necessário.

Algumas destas reações podem ser devido aos produtos de degradação presentes após autoclavação. A infusão intravenosa pode conduzir ao desenvolvimento de distúrbios líquidos e eletrólitos incluindo a hipocalemia (diminuição de potássio no sangue), o hipomagnesemia (diminuição do magnésio no sangue), e a hipofosfatemia (diminuição do fosfato no sangue).

As reações Adversas listadas abaixo são baseadas em notificações pós-comercialização, listados por sistemas MedDRA (SOC), sempre que possível, por termo preferido e por ordem de gravidade.

Distúrbios do sistema imunológico

Reações de hipersensibilidade/infusão, incluindo anafiláticas/anafilactóides, incluindo reações com manifestações leves, como por exemplo, coceira e reações com manifestações graves, como por exemplo, broncoespasmo (contração do músculo dos brônquios), cianose (coloração azulada da pele e mucosas), angioedema (inchaço da derme) e hipotensão (pressão arterial abaixo dos valores normais); Pirexia (febre) e arrepios.

Distúrbios do metabolismo e nutrição

Hiperglicemia (aumento da glicemia no sangue).

Distúrbios cutâneos e tecido subcutâneo

Erupções cutâneas.

Distúrbios gerais e do local da administração

Reações no local de injeção, incluindo, flebite (Inflamação da parede interna de uma veia) e eritema (coloração avermelhada da pele).

Outras Reações Adversas

Outras reações adversas notificadas envolvendo solução de glicose injetável incluem:

Hiponatremia (diminuição de sódio no sangue), que pode ser sintomático.

Para solução de glicose 10% e 50%:

Tromboflebite (Estado em que a inflamação da parede da veia precede a formação de trombo) no local de infusão (associado comsoluções Hiperosmolares).

As reações adversas notificadas com a nutrição parenteral para o qual o componente glicose pode desempenhar um papel causal ou contributivo incluem:
  • <li>Insufici&#xEA;ncia do f&#xED;gado, cirrose e, fibrose do f&#xED;gado, colestase, esteatose do f&#xED;gado, bilirrubina sangu&#xED;nea, aumento das enzimas do f&#xED;gado, aumento da colecistite (inflama&#xE7;&#xE3;o aguda da ves&#xED;cula biliar), colelit&#xED;ase (forma&#xE7;&#xE3;o de c&#xE1;lculos no interior da ves&#xED;cula biliar).</li> <li>Precipitados vasculares nos pulm&#xF5;es.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe tambéma empresa do seu serviço de atendimento.

População Especial

Uso em crianças

Um estudo placebo-controlado realizado em mulheres saudáveis, que se encontravam em estagio final de gestação, verificou que a administração de 100g de glicose uma hora antes do fim da gestação, não provocou nenhum efeito adverso nos níveis ácido-base do feto. Os fetos com malformação foram excluídos. Entretanto,&nbsp;os autores advertiram que, em concentrações de glicose mais elevadas na mãe (como pode ser encontrado em grávidas diabéticas), mudanças consistentes na acidose metabólica fetal, podem ocorrer, e que o teste da tolerância da glicose pode também ser perigoso aos fetos com retardo do crescimento.

O cuidado deve ser exercitado no tratamento dos neonatos, especialmente os recém-nascidos precoces, cuja função dos rins pode estar imatura e cuja habilidade de excretar cargas do liquido e do soluto pode estar limitada.

A taxa e o volume de infusão dependem da idade, do peso, das condições clinicas e metabólicas do paciente, bem como da terapia concomitante e deve ser determinado por um médico com experiência em terapia pediátrica de fluidos intravenosos.

Problemas relacionados coma glicemia empacientes pediátricos

Recém-nascidos, especialmente aqueles que nasceram prematuros e com baixo peso, estão em maior risco de desenvolver hipo ou hiperglicemia (diminuição ou aumento da glicemia no sangue). É necessário um monitoramento cuidadoso durante o tratamento com soluções de glicose intravenosas para garantir o controle glicêmico adequado, para evitar possíveis efeitos adversos em longo prazo.

Hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) no recém-nascido pode causar:
  • <li>Convuls&#xF5;es prolongadas.</li> <li>Coma.</li> <li>Les&#xE3;o no c&#xE9;rebro.</li>
Hiperglicemia tem sido associada com:
  • <li>Les&#xE3;o cerebral, incluindo sangramento intraventricular.</li> <li>Infec&#xE7;&#xE3;o de bact&#xE9;rias e fungos de in&#xED;cio tardio.</li> <li>Retinopatia da prematuridade (doen&#xE7;a da retina).</li> <li>Enterocolite necrosante (Inflama&#xE7;&#xE3;o do intestino delgado e grosso).</li> <li>Aumento da necessidade de oxig&#xEA;nio.</li> <li>Tempo de interna&#xE7;&#xE3;o prolongado.</li> <li>Morte.</li>
Problemas relacionados coma hiponatremia (diminuição de sódio no sangue) empacientes pediátricos
  • <li>Crian&#xE7;as (incluindo rec&#xE9;m-nascidos e crian&#xE7;as mais velhas) est&#xE3;o em maior risco de desenvolver hiponatremia hiposm&#xF3;tica, bem como de desenvolver encefalopatia hiponatr&#xEA;mica.</li> <li>Hiponatremia hiposm&#xF3;tica pode levar a dores de cabe&#xE7;a, n&#xE1;useas, convuls&#xF5;es, sonol&#xEA;ncia, coma, incha&#xE7;o cerebral e morte, por conseguinte, encefalopatia hiponatremica com sintoma aguda &#xE9; considerada uma emerg&#xEA;ncia m&#xE9;dica.</li> <li>Concentra&#xE7;&#xF5;es de eletr&#xF3;litos do plasma devem ser cuidadosamente monitoradas para a popula&#xE7;&#xE3;o pedi&#xE1;trica (em crian&#xE7;as).</li> <li>Corre&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de hiponatremia hiposm&#xF3;tico &#xE9; potencialmente perigosa (risco de complica&#xE7;&#xF5;es neurol&#xF3;gicas graves). Dosagem, taxa e dura&#xE7;&#xE3;o da administra&#xE7;&#xE3;o devem ser determinadas por um m&#xE9;dico experiente terapia pedi&#xE1;trica de fluidos intravenosos.</li>

Uso em idosos

No geral, a seleção da dose para um paciente idoso devera ser mais criteriosa. Sabe-se que estas drogas são excretadas substancialmente pelos rins, e o risco de reações tóxicas das soluções de glicose pode ser maior nos pacientes com função renal comprometida. Os pacientes idosos são mais prováveis de ter distúrbios no coração, no fígado, nos rins entre outros e terapias com medicamentos ao mesmo tempo. Por isso, cuidado deve ser tomado na seleção do tipo, dose, taxa e volume de infusão. Pode ser útil monitorar a função dos rins.

Gravidez e Amamentação

As soluções de glicose são usadas geralmente como líquidos de hidratação e como veículos para outras drogas. Estudos da reprodução animal não foram conduzidos com injeções de glicose.

Também não há fundamentação cientifica conclusiva de que as injeções de glicose causem dano fetal quando administradas a uma mulher grávida ou afetem a capacidade de reprodução.

Portanto, as injeções de glicose devem ser dadas as gestantes somente se realmente necessário. O médico deve considerar cuidadosamente o risco e benefício potencial para cada paciente antes da administração.

Estudos verificaram que quando administrada durante o trabalho de parto, a carga de glicose da mãe pode conduzir no feto, a hiperglicemia (aumento da glicose no sangue), a hiperinsulinemia (aumento da insulina no sangue), e a acidose do feto, com hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) no recém-nascido subsequente e icterícia (pigmentação amarelada da pele e mucosas). Outros estudos não encontraram nenhuma evidencia de tal efeito, especialmente se o feto é bem oxigenado, e relataram que o número dos pacientes incluídos emtais relatórios foi frequentemente pequeno e os critérios de seleção não homogêneos.

Infusão intravenosa de glicose intraparto materno pode resultar na produção de insulina no feto, com um risco associado de aumento da glicose no sangue do feto e acidose metabólica, bem como a hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) de rebote no recém-nascido.

Categoria “C” de risco na gravidez.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Capacidade de operar e dirigir máquinas

Não há efeitos conhecidos na capacidade de dirigir automóveis ou operar máquinas pesadas.

Qual a composição do Glicose - Baxter?

Apresentações

Solução injetável.

Glicose monoidratada 5%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 100, 250, 500 ou 1000mL.

Glicose monoidratada 10%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 250 ou 500mL.

Glicose monoidratada 50%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 1000mL.

Via intravenosa.

Uso adulto e pediátrico.

Composição

Cada 100 mL de solução de glicose 5% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">4,5g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/produtos-hospitalares/agua-para-injetaveis-diluentes/c\" target=\"_blank\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis</a> q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 5,0g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

170 Kcal/L.

Osmolaridade:

252mOsm/L.

pH:

3,5 – 6,5.

Cada 100 mL de solução de glicose 10% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">9g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 10,0g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

340 Kcal/L.

Osmolaridade:

505mOsm/L.

pH:

3,5 – 6,5.

Cada 100 mL de solução de glicose 50% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">45g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 50g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

1710 Kcal/L.

Osmolaridade:

2520mOsm/L.

pH:

3,5 – 6,5.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Glicose - Baxter maior do que a recomendada?

A infusão de grandes volumes da solução de glicose pode causar hiperglicemia (aumento da glicose no sangue), efeitos adversos no balanço da água e eletrólitos e complicações correspondentes.

Por exemplo, hiperglicemia (aumento da glicose no sangue) e hiponatremia (diminuição de sódio no sangue) severas e suas complicações, podem ser fatal. A infusão muito rápida de glicose pode ocasionar distúrbios neurológicos como depressão e coma, devidos aos fenômenos de hiperosmolaridade, principalmente em portadores de doenças no néfron crônicas. Nestes casos, instalar uma terapia de apoio, conforme as necessidades.

Intervenções incluem descontinuação da administração da solução, redução da dose, administração de insulina e outras medidas conforme indicadas para a condição clínica específica.

A superdosagem clinicamente significativa de solução de glicose pode ser uma emergência médica.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagemou bula do medicamento, se possível.

Emcaso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Glicose - Baxter com outros remédios?

Não são conhecidas interações medicamentosas até o momento.

Para minimizar o risco de possíveis incompatibilidades da mistura das soluções de glicose com outras medicações que possam ser prescritas, deve ser verificada a presença de turbidez ou precipitação imediatamente após a mistura, antes e durante a administração.

Em caso de dúvida, consulte um farmacêutico.

Qual a ação da substância do Glicose - Baxter (Glicose)?

Características Farmacológicas

{"tag":"hr","value":" <p>As solu&#xE7;&#xF5;es injet&#xE1;veis de glicose s&#xE3;o est&#xE9;reis e apirog&#xEA;nicas e usadas no restabelecimento de fluido e suprimento cal&#xF3;rico.</p> <p>A glicose &#xE9; um nutriente facilmente metabolizado pelo organismo para fornecimento de energia, dispensando em alguns casos o uso de lip&#xED;dios e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> como fontes de energia, evitando, assim, acidose e cetose resultantes de seus metabolismos. A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; &#xFA;til como fonte de &#xE1;gua e calorias e &#xE9; capaz de induzir diurese dependendo das condi&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas do paciente. As solu&#xE7;&#xF5;es de glicose em concentra&#xE7;&#xF5;es isot&#xF4;nicas (solu&#xE7;&#xE3;o parenteral de glicose 5%) s&#xE3;o adequadas para manuten&#xE7;&#xE3;o das necessidades de &#xE1;gua quando o s&#xF3;dio n&#xE3;o &#xE9; necess&#xE1;rio ou deve ser evitado.</p> <p>A glicose &#xE9; metabolizada atrav&#xE9;s do &#xE1;cido pir&#xFA;vico ou l&#xE1;tico em di&#xF3;xido de carbono e &#xE1;gua com libera&#xE7;&#xE3;o de energia. A glicose &#xE9; usada, distribu&#xED;da e estocada nos tecidos. Todas as c&#xE9;lulas do corpo s&#xE3;o capazes de oxidar a glicose, sendo a mesma a principal fonte de energia no metabolismo celular. Uma vez dentro da c&#xE9;lula, a glicose &#xE9; prontamente fosforilada, formando a glicose -6-fosfato, que logo se polimeriza em glicog&#xEA;nio, ou &#xE9; catabolizada. A glicose pode ainda ser convertida em gordura, atrav&#xE9;s da Acetil-CoA. Requer, por isso, constante equil&#xED;brio entre as necessidades metab&#xF3;licas do organismo e a sua oferta.</p> <p>A glicose atinge o seu pico plasm&#xE1;tico 40 minutos ap&#xF3;s sua administra&#xE7;&#xE3;o em pacientes hipoglic&#xEA;micos.</p> "}

Como devo armazenar o Glicose - Baxter?

A exposição de produtos farmacêuticos ao calor deve ser evitada. Conservar em temperatura ambiente (15°C - 30°C).

Não armazenar as soluções parenterais adicionadas de medicamentos.

O prazo de validade deste produto é de:

Glicose 5% e 10%

18 meses após a data de fabricação para Glicose 5% em bolsas plásticas flexíveis Viaflex de 100mL, 250mL, 500mL e 1000mL e para Glicose 10% em bolsas plásticas flexíveis Viaflex de 500mL.

24 meses após a data de fabricação para Glicose 10% em bolsas plásticas flexíveis Viaflex de 250mL.

Glicose 50%

O prazo de validade deste produto é de 12 meses após a data de fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento como prazo de validade vencido. Guarde-o emsua embalagem original.

Características físicas

A solução de glicose é límpida, estéril e apirogênica.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres Legais do Glicose - Baxter

Reg.MS. Nº 1.0683.0070

Farm. Resp.:
Luiz Gustavo Tancsik
CRF/SP N° 67.982

Registrado por:
Baxter Hospitalar Ltda.
Rua Henri Dunant, 1.383- Torre B, 12º andar
Conj. 1201 e 1204
São Paulo – SP – Brasil.
CNPJ: 49.351.786/0001-80




Fabricado e embalado por:
Baxter Hospitalar Ltda.
Avenida Engenheiro Eusébio Stevaux, 2555
São Paulo - SP - Brasil.
CNPJ 49.351.786/0002-61
Indústria Brasileira.




Uso restrito a hospitais.

Venda sob prescrição médica.

50mg/mL, caixa com 30 bolsas de sistema fechado com 500mL de solução de uso intravenoso (embalagem hospitalar)

Princípio ativo
:
Glicose
Classe Terapêutica
:
Soluções Carbohidratos <10%
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Dispensação Sob Prescrição Médica Restrito a Hospitais)
Categoria
:
Reidratantes
Especialidade
:
Endocrinologia

Bula do medicamento

Glicose - Baxter, para o que é indicado e para o que serve?

Este medicamento é usado como fonte de água, calorias e diurese osmótica. Este medicamento é usado em casos de desidratação, reposição de calorias, nas hipoglicemias (diminuição da glicemia no sangue) (diminuição de glicose no sangue) e como veículo para diluição de medicamentos compatíveis. A solução de glicose 5% é frequentemente a concentração empregada na redução de fluido, sendo usualmente administrada através de uma veia periférica. Já as soluções de glicose de concentrações mais elevadas, como a glicose 10%, por serem hiperosmóticas, são usadas geralmente como uma fonte de carboidratos. Desta maneira, a glicose é a fonte preferida de carboidratos em regimes parenterais de nutrição, sendo frequentemente usada também em soluções de re-hidratação para prevenção e/ou tratamento da desidratação (diminuição de água no corpo), ocasionada pela diarreia.

Exclusivo Glicose 10% e 50%

As soluções injetáveis de glicose, nas concentrações hipertônicas (concentração acima de 5% de glicose) são indicadas como componente calórico em um regime de nutrição parenteral.

Essas soluções, quando associadas a uma fonte apropriada de proteína (nitrogênio), são usadas na prevenção da perda de nitrogênio ou no tratamento de balanço negativo de nitrogênio para pacientes onde:
  • <li>O trato alimentar n&#xE3;o pode ou n&#xE3;o deve ser usado;</li> <li>A absor&#xE7;&#xE3;o gastrointestinal de prote&#xED;na esta prejudicada, ou;</li> <li>Os requisitos metab&#xF3;licos para <a href="https://minutosaudavel.com.br/proteinas/" rel="noopener" target="_blank">prote&#xED;nas</a> est&#xE3;o substancialmente aumentados, como no caso de <a href="https://minutosaudavel.com.br/queimaduras/" rel="noopener" target="_blank">queimaduras</a> extensas.</li>

Como o&nbsp;Glicose Baxter funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>As solu&#xE7;&#xF5;es injet&#xE1;veis de glicose s&#xE3;o est&#xE9;reis e sem pirog&#xEA;nios e usadas no restabelecimento de fluido e suprimento cal&#xF3;rico. A glicose &#xE9; um nutriente facilmente metabolizado pelo organismo para fornecimento de energia, dispensando em alguns casos o uso de lip&#xED;dios e prote&#xED;nas como fontes de energia, evitando, assim, acidose e cetose resultantes de seus metabolismos. A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; &#xFA;til como fonte de &#xE1;gua e calorias e &#xE9; capaz de induzir diurese dependendo das condi&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas do paciente. As solu&#xE7;&#xF5;es de glicose em concentra&#xE7;&#xF5;es isot&#xF4;nicas (solu&#xE7;&#xE3;o parenteral de glicose 5%) s&#xE3;o adequadas para manuten&#xE7;&#xE3;o das necessidades de &#xE1;gua quando o s&#xF3;dio n&#xE3;o &#xE9; necess&#xE1;rio ou deve ser evitado.</p> <p>A glicose &#xE9; metabolizada atrav&#xE9;s do acido pir&#xFA;vico ou l&#xE1;tico em di&#xF3;xido de carbono e &#xE1;gua com libera&#xE7;&#xE3;o de energia. A glicose &#xE9; usada, distribu&#xED;da e estocada nos tecidos. Todas as c&#xE9;lulas do corpo s&#xE3;o capazes de oxidar a glicose, sendo a mesma a principal fonte de energia no metabolismo celular.</p> <p>Uma vez dentro da c&#xE9;lula, a glicose &#xE9; prontamente fosforilada, formando a glicose-6-fosfato, que logo se polimeriza em glicog&#xEA;nio, ou &#xE9; catabolizada. A glicose pode ainda ser convertida em gordura, atrav&#xE9;s da AcetilCoA. Requer, por isso, constante equil&#xED;brio entre as necessidades metab&#xF3;licas do organismo e a sua oferta.</p> <p>A glicose atinge o seu pico plasm&#xE1;tico 40 minutos ap&#xF3;s sua administra&#xE7;&#xE3;o em pacientes hiperglic&#xEA;micos (aumento da glicemia no sangue).</p> "}

Quais as contraindicações do Glicose - Baxter?

Este medicamento não deve ser usado em administrações juntamente com a infusão de sangue devido a possibilidade de coagulação.

A solução de glicose não deve ser usado nas seguintes situações:

Hiper-hidratação (aumento de água no corpo), hiperglicemia (aumento da glicemia no sangue), diabetes, acidose, desidratação hipotônica, hipocalemia (quantidade abaixo do normal de potássio no sangue) e hipersensibilidade ao produto.

O uso de solução de glicose hipertônica (concentração acima de 5% de glicose) é contra indicado em pacientes com hemorragia intracraniana ou intra-espinhal, delirium tremens em pacientes desidratados, síndrome de má absorção glicose-galactose e aos pacientes com hipersensibilidade a produtos derivados de milho.

As soluções de glicose não devem ser administradas em pacientes com insuficiência renal e após ataque isquêmico (infartos ou acidentes vasculares cerebrais).

Como usar o Glicose - Baxter?

A solução somente deve ter uso intravenoso e individualizado. Solução de uso único. Descartar qualquer porção não utilizada da solução.

A dosagem e a taxa de infusão devem ser determinadas por um medico e é dependente da idade, do peso, das condições clinicas e metabólicas do paciente, bem como da terapia concomitante e das determinações em laboratório. Em pacientes pediátricos, consultar o médico com experiência em terapia pediátrica de fluidos intravenosos.

Antes de serem administradas as soluções parenterais devem ser inspecionadas visualmente para se observar a presença de partículas, turvação na solução, fissuras e quaisquer violações na embalagem primaria. Não administrar a solução se a mesma não estiver límpida e os selos intactos.

A solução é acondicionada em bolsas plásticas flexíveis Viaflex em Sistema Fechado&nbsp;para administração intravenosa usando equipo estéril.

Atenção: não usar embalagens primárias em conexões em serie. Tal procedimento pode causar embolia gasosa devido ao ar residual aspirado da primeira embalagem antes que a administração de fluido da segunda embalagemseja completada.

A pressurização da bolsa contendo a solução para aumentar a taxa de fluxo pode resultar na embolia gasosa, se o ar residual no recipiente não estiver totalmente evacuado antes da administração.

A utilização de um equipo de administração intravenoso com entrada de ar, com a abertura na posição aberta, pode resultar em embolia gasosa. Os equipos de administração intravenosos com entrada de ar, com a abertura na posição aberta, não devemser utilizados com recipientes de plástico flexíveis.

A suplementação de eletrólitos pode ser indicada de acordo com as necessidades clínicas do paciente.

A utilização de um filtro em linha é recomendada durante a administração de todas as soluções parenterais sempre que possível.

A administração de soluções hiperosmolares podemcausar irritação venosa e flebite.

Não perfurar a embalagem, pois há comprometimento da esterilidade do produto e risco de contaminação.

Para a solução de glicose 10% e 50%

A osmolaridade de uma solução de infusão final misturada deve ser levada em conta quando a administração periférica é considerada. Deve ser considerado um aumento gradual da taxa de fluxo quando se inicia a administração de produtos contendo glicose.

Para a solução de glicose 50%

Como indicado em uma base individual, as vitaminas, os oligoelementos e outros componentes (incluindo aminoácidos e lipídios) podem ser adicionados ao regime parenteral para atender as necessidades de nutrientes e prevenir deficiências e complicações de desenvolvimento.

Diluir a solução de glicose antes da utilização a uma concentração que irá, quando administrada com um aminoácido (nitrogênio) fonte, resultar em uma caloria apropriada para uma proporção de nitrogênio e a uma osmolaridade de acordo coma via de administração.

Para reduzir o risco de hipoglicemia, após a interrupção, um decréscimo gradual na velocidade de fluxo, antes de parar a infusão deve ser considerado.

Para abrir

Segurar o invólucro protetor (sobrebolsa) com ambas as mãos, rasgando-o no sentido do picote, de cima para baixo, e retirar a bolsa contendo solução. Pequenas gotículas entre a bolsa e a sobrebolsa podem estar presentes e é característica do produto e processo produtivo. Alguma opacidade do plástico da bolsa pode ser observada devido ao processo de esterilização. Isto é normal e não afeta a qualidade ou segurança da solução. A opacidade irá diminuir gradualmente.

Verificar se existem vazamentos mínimos comprimindo a embalagem primária com firmeza.

Se for observado vazamento de solução descartar a bolsa, pois a sua esterilidade pode estar comprometida.

No preparo e administração das soluções parenterais, devem ser seguidas as recomendações da Comissão de Controle de Infecção em Serviços de Saúde quanto a desinfecção do ambiente e de superfícies, higienização das mãos, uso de EPIs e desinfecção de ampolas, frascos, pontos de adição dos medicamentos e conexões das linhas de infusão.

Nota: Manter a bolsa em seu invólucro protetor (sobrebolsa) até o momento do uso.

Após a abertura da sobrebolsa, a solução deve ser utilizada em:
  • <li>15 dias para bolsas de 50 mL e 100 mL.</li> <li>30 dias para bolsas de 250 mL, 500 mL e 1000 mL.</li>

Preparação para Administração

{"tag":"ol","value":" <li>Remover o protetor do tubo de sa&#xED;da da solu&#xE7;&#xE3;o no fundo da embalagem.</li> <li>Fazer a assepsia da embalagem prim&#xE1;ria utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Suspender a embalagem pela al&#xE7;a de sustenta&#xE7;&#xE3;o.</li> <li>Conectar o equipo de infus&#xE3;o da solu&#xE7;&#xE3;o. Consultar as instru&#xE7;&#xF5;es de uso do equipo.</li> <li>Administrar a solu&#xE7;&#xE3;o, por gotejamento cont&#xED;nuo, conforme prescri&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica.</li> "}

Se for necessária medicação suplementar, seguir as instruções descritas a seguir antes de preparar a bolsa para administração.

Para adição de medicamentos

Ao introduzir medicamentos aditivos, utilizar técnica asséptica.

Atenção: Verificar se há incompatibilidade entre o medicamento e a solução e, quando for o caso, se há incompatibilidade entre os medicamentos. Medicamentos incompatíveis com a solução de glicose não devem ser utilizados. Ao introduzir medicamentos aditivos, a bula do medicamento a ser adicionado e outras literaturas relevantes devem ser consultadas. Antes de adicionar um medicamento, verificar também se ele é solúvel e estável em água ao pH da solução de glicose.

Apenas as embalagens que possuem dois sítios, um sítio para o equipo e um sítio próprio para a administração de medicamentos, poderão permitir a adição de medicamentos nas soluções parenterais.

Para administração de medicamentos antes da administração da solução parenteral:
{"tag":"ol","value":" <li>Preparar a superf&#xED;cie do tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico fazendo sua assepsia utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Utilizando seringa com agulha calibre 19 a 22 ga, perfurar o tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico que fecha o tubo e injetar.</li> <li>Misturar completamente a solu&#xE7;&#xE3;o com o medicamento.</li> <li>Para medicamentos com alta densidade, como por exemplo, a solu&#xE7;&#xE3;o de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloreto-de-potassio/bula\" target=\"_blank\">cloreto de pot&#xE1;ssio</a>, pressionar o tubo de medica&#xE7;&#xE3;o enquanto o mesmo estiver na perpendicular e misturar completamente.</li> <li>P&#xF3;s liofilizados devem ser reconstitu&#xED;dos/suspendidos no diluente est&#xE9;ril e apirog&#xEA;nico adequado antes de ser adicionados a solu&#xE7;&#xE3;o parenteral.</li> "}

Para administração de medicamentos durante a administração da solução parenteral:
{"tag":"ol","value":" <li>Fechar a <a href=\"https://consultaremedios.com.br/maquiagem/acessorios/pinca/c\" target=\"_blank\">pin&#xE7;a</a> do equipo de infus&#xE3;o.</li> <li>Preparar a superf&#xED;cie do tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico fazendo sua assepsia utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Utilizando seringa com agulha calibre 19 a 22 ga, perfurar o tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico que fecha o tubo e injetar.</li> <li>Remover a bolsa do suporte e/ou colocar na posi&#xE7;&#xE3;o vertical com os tubos para cima.</li> <li>Esvaziar ambos os tubos apertando-os enquanto a bolsa estiver com os tubos para cima.</li> <li>Misturar completamente a solu&#xE7;&#xE3;o com medicamento.</li> <li>Retornar a bolsa a posi&#xE7;&#xE3;o de infus&#xE3;o e prosseguir a administra&#xE7;&#xE3;o.</li> "}

Após a adição do medicamento, verificar possível alteração de cor da solução e/ou presença de precipitados, complexos insolúveis ou cristais.

Nota: Não armazenar as soluções parenterais adicionadas de medicamentos.

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Posologia do&nbsp;Glicose Baxter

{"tag":"hr","value":" <p>O preparo e administra&#xE7;&#xE3;o da solu&#xE7;&#xE3;o parenteral deve obedecer a prescri&#xE7;&#xE3;o, precedida de criteriosa avalia&#xE7;&#xE3;o, pelo farmac&#xEA;utico, da compatibilidade f&#xED;sico-qu&#xED;mica e da intera&#xE7;&#xE3;o medicamentosa que possam ocorrer entre os seus componentes.</p> <p>A dose de glicose &#xE9; vari&#xE1;vel e dependente das necessidades do paciente. As concentra&#xE7;&#xF5;es de glicose no plasma devem ser monitoradas, a taxa m&#xE1;xima que pode ser infundida sem causar glicos&#xFA;ria (presen&#xE7;a de glicose na urina) e 0,5 g/kg de peso corporal/hora.</p> <p>No entanto, o ideal &#xE9; que a solu&#xE7;&#xE3;o de glicose intravenosa seja fornecida em uma taxa de aproximadamente a 7 mg/kg/minuto.</p> <p>O uso da solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; indicado para corre&#xE7;&#xE3;o de hipoglicemia (diminui&#xE7;&#xE3;o da glicemia no sangue) <a href=\"https://consultaremedios.com.br/infantil/c\" target=\"_blank\">infantil</a>, podendo ser utilizada emnutri&#xE7;&#xE3;o parenteral de crian&#xE7;as.</p> <p>A dose e a taxa de infus&#xE3;o intravenosa de glicose devem ser selecionadas com cuidado em pacientes pedi&#xE1;tricos, particularmente nos rec&#xE9;m-nascidos e nas crian&#xE7;as com baixo peso ao nascer porque aumenta o risco de hiperglicemia/hipoglicemia (aumento/diminui&#xE7;&#xE3;o da glicemia no sangue).</p> <p>A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose 5% pode ser administrada em pacientes diab&#xE9;ticos, mesmo em coma, por&#xE9;m, &#xE9; fundamental o controle adequado da cetose e, se necess&#xE1;rio, deve-se recorrer a administra&#xE7;&#xE3;o de insulina.</p> <p>A avalia&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica e as determina&#xE7;&#xF5;es laboratoriais peri&#xF3;dicas s&#xE3;o necess&#xE1;rias para monitorar mudan&#xE7;as em concentra&#xE7;&#xF5;es da glicose e do eletr&#xF3;lito do sangue, e o balan&#xE7;o do l&#xED;quido e de eletr&#xF3;litos durante a terapia parenteral prolongada ou sempre que a condi&#xE7;&#xE3;o do paciente permitir tal avalia&#xE7;&#xE3;o.</p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Glicose - Baxter?

Deve-se considerar para fins de administração, dados clínicos e laboratoriais, como níveis de glicose e glicose na urina. Outro aspecto refere-se a suspensão abrupta de tratamentos prolongados, condição em que se elevam os níveis de insulina circulante, podendo desencadear uma hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) momentânea pós-suspensão.

Deve-se ter cuidado também com a administração prolongada ou a infusão rápida de grandes volumes de soluções isosmóticas, devido a possível ocorrência de inchaço pulmonar, hipopotassemia (quantidade abaixo do normal de potássio no sangue), hiper-hidratação e intoxicação hídrica, ocasionados pelo aumento do volume do liquido extracelular.

A monitoração frequente de concentrações de glicose, de eletrólitos particularmente de potássio no plasma faz-se necessário antes, durante e após a administração da solução de glicose.

A solução de glicose não deve ser usada como diluente para o sangue, pois causa aglutinação dos eritrócitos e, provavelmente, hemólise (destruição dos glóbulos vermelhos do sangue). Da mesma maneira, as soluções de glicose sem eletrólitos não devem ser administradas ao mesmo tempo com a infusão de sangue devido da possibilidade de coagulação.

A monitoração frequente de concentrações de glicose no plasma é necessária quando a glicose intravenosa é administrada em pacientes crianças, particularmente nos recém-nascidos e nas crianças com baixo peso ao nascer devido ao risco aumentado de hiperglicemia/hipoglicemia (aumento/diminuição da glicemia no sangue).

A administração excessiva ou rápida da solução de glicose neste tipo de paciente pode causar aumento da osmolaridade do soro e umpossível sangramento intracerebral.

Agir com precaução no fornecimento de carboidratos na presença de acidose por lactato, e também nos pacientes com hipervolemia (quantidade de sangue superior à normal), insuficiência dos rins, obstrução do intervalo urinário ou descompensarão cardíaca eminente.

As soluções injetáveis de glicose devem ser usadas com cuidado em pacientes com Diabetes mellitus subclinica ou evidente, ou intolerância a carboidratos, bem como em lactentes de mães diabéticas.

A administração de soluções de glicose deve ser realizada com cautela em pacientes diabéticos, pois uma infusão rápida pode causar hiperglicemia (aumento de glicose no sangue), assim como em pacientes mal nutridos com deficiência de tiamina, intolerância a carboidratos, septicemia (presença de germes ou substâncias sépticas no sangue). A administração intravenosa da glicose aos pacientes com deficiência de tiamina e outras vitaminas do complexo B pode precipitar o desenvolvimento da encefalopatia de Wernicke.

As soluções de glicose não devem ser administradas em pacientes com insuficiência dos rins e após ataque isquêmico.

Reações de Hipersensibilidade

  • <li>Rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade/infus&#xE3;o, incluindo rea&#xE7;&#xF5;es anafil&#xE1;ticas/anafilact&#xF3;ides t&#xEA;m sido reportadas com solu&#xE7;&#xE3;o de glicose 5 e 10%.</li> <li>A infus&#xE3;o deve ser imediatamente interrompida se quaisquer sinais ou sintomas de uma rea&#xE7;&#xE3;o suspeita de hipersensibilidade se desenvolver. Medidas terap&#xEA;uticas adequadas devem ser institu&#xED;das conforme clinicamente indicadas.</li> <li>As solu&#xE7;&#xF5;es que cont&#xEA;m glicose devem ser usadas com cautela em pacientes com alergia conhecida a milho ou produtos derivados de milho.</li>

Diluição e outros efeitos emeletrólitos séricos

Dependendo do volume e taxa de infusão e, dependendo da condição clínica do paciente e sua capacidade de metabolizar a glicose, a administração intravenosa de glicose pode causar:

  • <li>Hiperosmolaridade (aumento da osmolaridade), diurese (produ&#xE7;&#xE3;o de urina pelo rim) e desidrata&#xE7;&#xE3;o osm&#xF3;tica.</li> <li>Hiposmolaridade (diminui&#xE7;&#xE3;o da osmolaridade).</li>
Distúrbios hidroeletrolíticos, como:
  • <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/hiponatremia/" rel="noopener" target="_blank">Hiponatremia</a> (diminui&#xE7;&#xE3;o de s&#xF3;dio no sangue).</li> <li>Hipocalemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de pot&#xE1;ssio no sangue).</li> <li>Hipofosfatemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de f&#xF3;sforo no sangue).</li> <li>Hipomagnesemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de magn&#xE9;sio no sangue).</li> <li>Hiper-hidrata&#xE7;&#xE3;o/hipervolemia e, por exemplo, estado congestivo, incluindo congest&#xE3;o pulmonar e incha&#xE7;o.</li>

Os efeitos acima não só resultam da administração de fluido livre de eletrólitos, mas também da administração de glicose.

Além destes:

Um aumento na concentração de glicose no soro é associado com um aumento da osmolaridade do soro.

Diurese osmótica associada com hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) pode causar ou contribuir para o desenvolvimento de desidratação e de perdas de eletrólitos.

A hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) também provoca um desvio intracelular de água, levando a uma diminuição das concentrações de sódio extracelular e hiponatremia (diminuição de sódio no sangue).

Uma vez que a glicose na solução de glicose é metabolizada, a infusão de solução de glicose corresponde ao aumento da carga de água livre do corpo, possivelmente levando à hiponatremia hiposmótica.

Hiponatremia hiposmótica pode levar a dores de cabeça, náuseas, convulsões, sonolência, coma, inchaço cerebral e morte. Encefalopatia hiponatrêmica sintomática aguda é considerada uma emergência médica.

O risco para o desenvolvimento de hiponatremia hiposmótica é aumentada, por exemplo:
  • <li>Em crian&#xE7;as.</li> <li>Em pacientes idosos.</li> <li>Em mulheres.</li> <li>P&#xF3;s-operat&#xF3;rio.</li> <li>Em pessoas com sede psicog&#xEA;nica.</li>
O risco de desenvolver encefalopatia como uma complicação de hiponatremia hiposmótica é aumentada, por exemplo:
  • <li>Em pacientes pedi&#xE1;tricos (&#x2264; 16 anos de idade).</li> <li>Em mulheres (em particular, as mulheres na pr&#xE9;-menopausa).</li> <li>Em pacientes com hipoxemia (diminui&#xE7;&#xE3;o da concentra&#xE7;&#xE3;o de oxig&#xEA;nio no sangue).</li> <li>Em pacientes com doen&#xE7;a do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/c" target="_blank">sistema nervoso central</a> subjacente.</li>

Avaliação clínica e determinações laboratoriais periódicas podem ser necessárias para monitorar as alterações no equilíbrio de fluidos, eletrólitos e equilíbrio ácido-base durante a terapia parenteral prolongada ou sempre que o estado do paciente ou a taxa de administração requeiram tal avaliação.

O cuidado especial é recomendado em pacientes com risco aumentado de distúrbios de água e eletrólitos que podem ser agravados por: aumento da carga de água livre, hiperglicemia ou administração de insulina eventualmente exigida.

Medidas preventivas e corretivas devem ser instituídas conforme clinicamente indicadas.

Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue)

  • <li>A administra&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de solu&#xE7;&#xF5;es de glicose pode produzir hiperglicemia substancial e uma s&#xED;ndrome hiperosmolar (aumento da osmolaridade).</li> <li>A fim de evitar a hiperglicemia, a taxa de perfus&#xE3;o n&#xE3;o deve exceder &#xE0; capacidade do paciente em metabolizar a glicose.</li> <li>Para reduzir o risco de complica&#xE7;&#xF5;es associadas &#xE0; hiperglicemia, a taxa de infus&#xE3;o deve ser ajustada e/ou insulina administrada, se os n&#xED;veis de glicose no sangue forem superiores aos n&#xED;veis considerados aceit&#xE1;veis para o paciente individualmente.</li>
A solução de glicose intravenosa deve ser administrada com precaução em pacientes com:
  • <li>Toler&#xE2;ncia &#xE0; glicose debilitada (tal como na diabetes<em> mellitu</em>s, disfun&#xE7;&#xE3;o renal, ou na presen&#xE7;a de sepsia, trauma, ou choque).</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/desnutricao/" rel="noopener" target="_blank">Desnutri&#xE7;&#xE3;o</a> grave (risco de precipitar uma s&#xED;ndrome de realimenta&#xE7;&#xE3;o).</li> <li>Defici&#xEA;ncia de tiamina, por exemplo, em pacientes com <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alcoolismo/c" target="_blank">alcoolismo</a> cr&#xF4;nico (risco de acidose l&#xE1;ctica grave devido &#xE0; metaboliza&#xE7;&#xE3;o oxidativa prejudicada de piruvato).</li> <li>Dist&#xFA;rbios de &#xE1;gua e eletr&#xF3;litos que podem ser agravados pelo aumento da glicose e/ou carga de &#xE1;gua livre.</li>
Outros grupos de pacientes em que a solução de glicose deve ser cuidadosa:
  • <li>Pacientes com <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/acidente-vascular-cerebral/c" target="_blank">acidente vascular cerebral</a> isqu&#xEA;mico. Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) tem comprometido no aumento da les&#xE3;o cerebral isqu&#xEA;mica e prejudica a recupera&#xE7;&#xE3;o ap&#xF3;s o acidente vascular cerebral isqu&#xEA;mico agudo.</li> <li>Pacientes com les&#xE3;o cerebral traum&#xE1;tica grave (em particular durante as primeiras 24 horas ap&#xF3;s o trauma).</li> <li>Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) precoce tem sido associada a maus resultados em pacientes com ftraumatismo cranioencef&#xE1;lico grave.</li> <li>Rec&#xE9;m-nascidos.</li>

Administração intravenosa prolongada de glicose e hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) associada pode resultar na diminuição da taxa de secreção de insulina estimulada pela glicose.

Síndrome de realimentação

Pacientes gravemente subnutridos podem resultar na síndrome de realimentação, que é caracterizada pelo deslocamento de potássio, fósforo e magnésio intracelularmente e o paciente torna se anabólico. A deficiência de tiamina e retenção de líquidos também podem se desenvolver. Monitoramento cuidadoso e aumento do consumo de nutrientes lentamente, evitando superalimentação, podem prevenir essas complicações.

Exclusivo Glicose 50%

Distúrbios hepáticos

Distúrbios hepatobiliares incluindo colestase, esteatose hepática, fibrose e cirrose, possivelmente levando à insuficiência hepática, bem como colecistite e colelitíase são conhecidos por se desenvolverem em alguns pacientes em nutrição parenteral. A etiologia desses distúrbios é provavelmente multifatorial e pode diferir entre pacientes. Os pacientes que desenvolvem parâmetros laboratoriais anormais ou outros sinais de distúrbios hepatobiliares devem ser avaliados no início por um médico experiente em doenças do fígado, a fim de identificar possíveis causadores e fatores contribuintes e possíveis intervenções terapêuticas e profiláticas.

Infecção do cateter e sepse

Infecção e sepse podem ocorrer como resultado do uso de cateteres intravenosos para administrar soluções parenterais, falta de manutenção de cateteres ou soluções contaminadas.

Imunossupressão e outros fatores, como a hiperglicemia, a desnutrição e/ou seu estado de doença subjacente podem predispor o paciente a complicações infecciosas.

Cuidados sintomáticos e monitoramento laboratorial de febre/calafrios, leucocitose, complicações técnicas como dispositivo de acesso e hiperglicemia podem ajudar a reconhecer infecções precoces.

A ocorrência de complicações sépticas pode ser diminuída com técnica asséptica na colocação do cateter, manutenção, bemcomo a técnica asséptica empreparação da solução nutricional.

Precipitados

Precipitados vasculares pulmonares têm sido relatados em pacientes recebendo nutrição parenteral. Em alguns casos, ocorreram resultados fatais. Adição excessiva de cálcio e de fosfato aumenta o risco da formação de precipitados de fosfato de cálcio.

Os precipitados foram relatados, mesmo na ausência de sal de fosfato na solução. Também tem sido relatada a precipitação distal para o filtro emlinha e suspeita de formação de precipitado na corrente sanguínea.

Em adição ao controle da solução, o equipo de infusão e o cateter devem também serem verificados periodicamente para precipitados.

Se ocorrerem sinais de desconforto pulmonar, a perfusão deve ser interrompida e avaliação médica iniciada.

Interações com medicamentos

Não são conhecidas interações medicamentosas ate o momento. Nenhum estudo foi conduzido pela Baxter Hospitalar Ltda.

Ambos os efeitos na glicose e efeitos no balanço de água e eletrólitos devem ser considerados quando a solução de glicose for utilizada em pacientes tratados com outras substâncias que afetam o controle da glicose no sangue, ou balanço de água e eletrólitos.

Para minimizar o risco de possíveis incompatibilidades da mistura das soluções de glicose com outras medicações que possam ser prescritas, deve ser verificada a presença de turbidez ou precipitação imediatamente após a mistura, antes e durante a administração. Em caso de dúvida, consulte um farmacêutico.

Atenção: Este medicamento contém açúcar (glicose), portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Glicose - Baxter?

As reações adversas podem ocorrer devido à solução ou a técnica de administração e incluem febre, infecção no ponto de injeção, trombose venosa ou flebite (Inflamação da parede interna de uma veia) irradiando-se a partir do ponto de injeção, extravasamento e hipervolemia. Se ocorrer reação adversa, suspender a infusão, avaliar o paciente, aplicar terapêutica corretiva apropriada e guardar o restante da solução para posterior investigação, se necessário.

Algumas destas reações podem ser devido aos produtos de degradação presentes após autoclavação. A infusão intravenosa pode conduzir ao desenvolvimento de distúrbios líquidos e eletrólitos incluindo a hipocalemia (diminuição de potássio no sangue), o hipomagnesemia (diminuição do magnésio no sangue), e a hipofosfatemia (diminuição do fosfato no sangue).

As reações Adversas listadas abaixo são baseadas em notificações pós-comercialização, listados por sistemas MedDRA (SOC), sempre que possível, por termo preferido e por ordem de gravidade.

Distúrbios do sistema imunológico

Reações de hipersensibilidade/infusão, incluindo anafiláticas/anafilactóides, incluindo reações com manifestações leves, como por exemplo, coceira e reações com manifestações graves, como por exemplo, broncoespasmo (contração do músculo dos brônquios), cianose (coloração azulada da pele e mucosas), angioedema (inchaço da derme) e hipotensão (pressão arterial abaixo dos valores normais); Pirexia (febre) e arrepios.

Distúrbios do metabolismo e nutrição

Hiperglicemia (aumento da glicemia no sangue).

Distúrbios cutâneos e tecido subcutâneo

Erupções cutâneas.

Distúrbios gerais e do local da administração

Reações no local de injeção, incluindo, flebite (Inflamação da parede interna de uma veia) e eritema (coloração avermelhada da pele).

Outras Reações Adversas

Outras reações adversas notificadas envolvendo solução de glicose injetável incluem:

Hiponatremia (diminuição de sódio no sangue), que pode ser sintomático.

Para solução de glicose 10% e 50%:

Tromboflebite (Estado em que a inflamação da parede da veia precede a formação de trombo) no local de infusão (associado comsoluções Hiperosmolares).

As reações adversas notificadas com a nutrição parenteral para o qual o componente glicose pode desempenhar um papel causal ou contributivo incluem:
  • <li>Insufici&#xEA;ncia do f&#xED;gado, cirrose e, fibrose do f&#xED;gado, colestase, esteatose do f&#xED;gado, bilirrubina sangu&#xED;nea, aumento das enzimas do f&#xED;gado, aumento da colecistite (inflama&#xE7;&#xE3;o aguda da ves&#xED;cula biliar), colelit&#xED;ase (forma&#xE7;&#xE3;o de c&#xE1;lculos no interior da ves&#xED;cula biliar).</li> <li>Precipitados vasculares nos pulm&#xF5;es.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe tambéma empresa do seu serviço de atendimento.

População Especial

Uso em crianças

Um estudo placebo-controlado realizado em mulheres saudáveis, que se encontravam em estagio final de gestação, verificou que a administração de 100g de glicose uma hora antes do fim da gestação, não provocou nenhum efeito adverso nos níveis ácido-base do feto. Os fetos com malformação foram excluídos. Entretanto,&nbsp;os autores advertiram que, em concentrações de glicose mais elevadas na mãe (como pode ser encontrado em grávidas diabéticas), mudanças consistentes na acidose metabólica fetal, podem ocorrer, e que o teste da tolerância da glicose pode também ser perigoso aos fetos com retardo do crescimento.

O cuidado deve ser exercitado no tratamento dos neonatos, especialmente os recém-nascidos precoces, cuja função dos rins pode estar imatura e cuja habilidade de excretar cargas do liquido e do soluto pode estar limitada.

A taxa e o volume de infusão dependem da idade, do peso, das condições clinicas e metabólicas do paciente, bem como da terapia concomitante e deve ser determinado por um médico com experiência em terapia pediátrica de fluidos intravenosos.

Problemas relacionados coma glicemia empacientes pediátricos

Recém-nascidos, especialmente aqueles que nasceram prematuros e com baixo peso, estão em maior risco de desenvolver hipo ou hiperglicemia (diminuição ou aumento da glicemia no sangue). É necessário um monitoramento cuidadoso durante o tratamento com soluções de glicose intravenosas para garantir o controle glicêmico adequado, para evitar possíveis efeitos adversos em longo prazo.

Hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) no recém-nascido pode causar:
  • <li>Convuls&#xF5;es prolongadas.</li> <li>Coma.</li> <li>Les&#xE3;o no c&#xE9;rebro.</li>
Hiperglicemia tem sido associada com:
  • <li>Les&#xE3;o cerebral, incluindo sangramento intraventricular.</li> <li>Infec&#xE7;&#xE3;o de bact&#xE9;rias e fungos de in&#xED;cio tardio.</li> <li>Retinopatia da prematuridade (doen&#xE7;a da retina).</li> <li>Enterocolite necrosante (Inflama&#xE7;&#xE3;o do intestino delgado e grosso).</li> <li>Aumento da necessidade de oxig&#xEA;nio.</li> <li>Tempo de interna&#xE7;&#xE3;o prolongado.</li> <li>Morte.</li>
Problemas relacionados coma hiponatremia (diminuição de sódio no sangue) empacientes pediátricos
  • <li>Crian&#xE7;as (incluindo rec&#xE9;m-nascidos e crian&#xE7;as mais velhas) est&#xE3;o em maior risco de desenvolver hiponatremia hiposm&#xF3;tica, bem como de desenvolver encefalopatia hiponatr&#xEA;mica.</li> <li>Hiponatremia hiposm&#xF3;tica pode levar a dores de cabe&#xE7;a, n&#xE1;useas, convuls&#xF5;es, sonol&#xEA;ncia, coma, incha&#xE7;o cerebral e morte, por conseguinte, encefalopatia hiponatremica com sintoma aguda &#xE9; considerada uma emerg&#xEA;ncia m&#xE9;dica.</li> <li>Concentra&#xE7;&#xF5;es de eletr&#xF3;litos do plasma devem ser cuidadosamente monitoradas para a popula&#xE7;&#xE3;o pedi&#xE1;trica (em crian&#xE7;as).</li> <li>Corre&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de hiponatremia hiposm&#xF3;tico &#xE9; potencialmente perigosa (risco de complica&#xE7;&#xF5;es neurol&#xF3;gicas graves). Dosagem, taxa e dura&#xE7;&#xE3;o da administra&#xE7;&#xE3;o devem ser determinadas por um m&#xE9;dico experiente terapia pedi&#xE1;trica de fluidos intravenosos.</li>

Uso em idosos

No geral, a seleção da dose para um paciente idoso devera ser mais criteriosa. Sabe-se que estas drogas são excretadas substancialmente pelos rins, e o risco de reações tóxicas das soluções de glicose pode ser maior nos pacientes com função renal comprometida. Os pacientes idosos são mais prováveis de ter distúrbios no coração, no fígado, nos rins entre outros e terapias com medicamentos ao mesmo tempo. Por isso, cuidado deve ser tomado na seleção do tipo, dose, taxa e volume de infusão. Pode ser útil monitorar a função dos rins.

Gravidez e Amamentação

As soluções de glicose são usadas geralmente como líquidos de hidratação e como veículos para outras drogas. Estudos da reprodução animal não foram conduzidos com injeções de glicose.

Também não há fundamentação cientifica conclusiva de que as injeções de glicose causem dano fetal quando administradas a uma mulher grávida ou afetem a capacidade de reprodução.

Portanto, as injeções de glicose devem ser dadas as gestantes somente se realmente necessário. O médico deve considerar cuidadosamente o risco e benefício potencial para cada paciente antes da administração.

Estudos verificaram que quando administrada durante o trabalho de parto, a carga de glicose da mãe pode conduzir no feto, a hiperglicemia (aumento da glicose no sangue), a hiperinsulinemia (aumento da insulina no sangue), e a acidose do feto, com hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) no recém-nascido subsequente e icterícia (pigmentação amarelada da pele e mucosas). Outros estudos não encontraram nenhuma evidencia de tal efeito, especialmente se o feto é bem oxigenado, e relataram que o número dos pacientes incluídos emtais relatórios foi frequentemente pequeno e os critérios de seleção não homogêneos.

Infusão intravenosa de glicose intraparto materno pode resultar na produção de insulina no feto, com um risco associado de aumento da glicose no sangue do feto e acidose metabólica, bem como a hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) de rebote no recém-nascido.

Categoria “C” de risco na gravidez.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Capacidade de operar e dirigir máquinas

Não há efeitos conhecidos na capacidade de dirigir automóveis ou operar máquinas pesadas.

Qual a composição do Glicose - Baxter?

Apresentações

Solução injetável.

Glicose monoidratada 5%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 100, 250, 500 ou 1000mL.

Glicose monoidratada 10%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 250 ou 500mL.

Glicose monoidratada 50%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 1000mL.

Via intravenosa.

Uso adulto e pediátrico.

Composição

Cada 100 mL de solução de glicose 5% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">4,5g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/produtos-hospitalares/agua-para-injetaveis-diluentes/c\" target=\"_blank\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis</a> q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 5,0g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

170 Kcal/L.

Osmolaridade:

252mOsm/L.

pH:

3,5 – 6,5.

Cada 100 mL de solução de glicose 10% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">9g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 10,0g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

340 Kcal/L.

Osmolaridade:

505mOsm/L.

pH:

3,5 – 6,5.

Cada 100 mL de solução de glicose 50% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">45g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 50g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

1710 Kcal/L.

Osmolaridade:

2520mOsm/L.

pH:

3,5 – 6,5.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Glicose - Baxter maior do que a recomendada?

A infusão de grandes volumes da solução de glicose pode causar hiperglicemia (aumento da glicose no sangue), efeitos adversos no balanço da água e eletrólitos e complicações correspondentes.

Por exemplo, hiperglicemia (aumento da glicose no sangue) e hiponatremia (diminuição de sódio no sangue) severas e suas complicações, podem ser fatal. A infusão muito rápida de glicose pode ocasionar distúrbios neurológicos como depressão e coma, devidos aos fenômenos de hiperosmolaridade, principalmente em portadores de doenças no néfron crônicas. Nestes casos, instalar uma terapia de apoio, conforme as necessidades.

Intervenções incluem descontinuação da administração da solução, redução da dose, administração de insulina e outras medidas conforme indicadas para a condição clínica específica.

A superdosagem clinicamente significativa de solução de glicose pode ser uma emergência médica.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagemou bula do medicamento, se possível.

Emcaso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Glicose - Baxter com outros remédios?

Não são conhecidas interações medicamentosas até o momento.

Para minimizar o risco de possíveis incompatibilidades da mistura das soluções de glicose com outras medicações que possam ser prescritas, deve ser verificada a presença de turbidez ou precipitação imediatamente após a mistura, antes e durante a administração.

Em caso de dúvida, consulte um farmacêutico.

Qual a ação da substância do Glicose - Baxter (Glicose)?

Características Farmacológicas

{"tag":"hr","value":" <p>As solu&#xE7;&#xF5;es injet&#xE1;veis de glicose s&#xE3;o est&#xE9;reis e apirog&#xEA;nicas e usadas no restabelecimento de fluido e suprimento cal&#xF3;rico.</p> <p>A glicose &#xE9; um nutriente facilmente metabolizado pelo organismo para fornecimento de energia, dispensando em alguns casos o uso de lip&#xED;dios e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> como fontes de energia, evitando, assim, acidose e cetose resultantes de seus metabolismos. A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; &#xFA;til como fonte de &#xE1;gua e calorias e &#xE9; capaz de induzir diurese dependendo das condi&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas do paciente. As solu&#xE7;&#xF5;es de glicose em concentra&#xE7;&#xF5;es isot&#xF4;nicas (solu&#xE7;&#xE3;o parenteral de glicose 5%) s&#xE3;o adequadas para manuten&#xE7;&#xE3;o das necessidades de &#xE1;gua quando o s&#xF3;dio n&#xE3;o &#xE9; necess&#xE1;rio ou deve ser evitado.</p> <p>A glicose &#xE9; metabolizada atrav&#xE9;s do &#xE1;cido pir&#xFA;vico ou l&#xE1;tico em di&#xF3;xido de carbono e &#xE1;gua com libera&#xE7;&#xE3;o de energia. A glicose &#xE9; usada, distribu&#xED;da e estocada nos tecidos. Todas as c&#xE9;lulas do corpo s&#xE3;o capazes de oxidar a glicose, sendo a mesma a principal fonte de energia no metabolismo celular. Uma vez dentro da c&#xE9;lula, a glicose &#xE9; prontamente fosforilada, formando a glicose -6-fosfato, que logo se polimeriza em glicog&#xEA;nio, ou &#xE9; catabolizada. A glicose pode ainda ser convertida em gordura, atrav&#xE9;s da Acetil-CoA. Requer, por isso, constante equil&#xED;brio entre as necessidades metab&#xF3;licas do organismo e a sua oferta.</p> <p>A glicose atinge o seu pico plasm&#xE1;tico 40 minutos ap&#xF3;s sua administra&#xE7;&#xE3;o em pacientes hipoglic&#xEA;micos.</p> "}

Como devo armazenar o Glicose - Baxter?

A exposição de produtos farmacêuticos ao calor deve ser evitada. Conservar em temperatura ambiente (15°C - 30°C).

Não armazenar as soluções parenterais adicionadas de medicamentos.

O prazo de validade deste produto é de:

Glicose 5% e 10%

18 meses após a data de fabricação para Glicose 5% em bolsas plásticas flexíveis Viaflex de 100mL, 250mL, 500mL e 1000mL e para Glicose 10% em bolsas plásticas flexíveis Viaflex de 500mL.

24 meses após a data de fabricação para Glicose 10% em bolsas plásticas flexíveis Viaflex de 250mL.

Glicose 50%

O prazo de validade deste produto é de 12 meses após a data de fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento como prazo de validade vencido. Guarde-o emsua embalagem original.

Características físicas

A solução de glicose é límpida, estéril e apirogênica.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres Legais do Glicose - Baxter

Reg.MS. Nº 1.0683.0070

Farm. Resp.:
Luiz Gustavo Tancsik
CRF/SP N° 67.982

Registrado por:
Baxter Hospitalar Ltda.
Rua Henri Dunant, 1.383- Torre B, 12º andar
Conj. 1201 e 1204
São Paulo – SP – Brasil.
CNPJ: 49.351.786/0001-80




Fabricado e embalado por:
Baxter Hospitalar Ltda.
Avenida Engenheiro Eusébio Stevaux, 2555
São Paulo - SP - Brasil.
CNPJ 49.351.786/0002-61
Indústria Brasileira.




Uso restrito a hospitais.

Venda sob prescrição médica.

100mg/mL, caixa com 30 bolsas de sistema fechado com 500mL de solução de uso intravenoso (embalagem hospitalar)

Princípio ativo
:
Glicose
Classe Terapêutica
:
Soluções Carbohidratos <10%
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Dispensação Sob Prescrição Médica Restrito a Hospitais)
Categoria
:
Reidratantes
Especialidade
:
Endocrinologia

Bula do medicamento

Glicose - Baxter, para o que é indicado e para o que serve?

Este medicamento é usado como fonte de água, calorias e diurese osmótica. Este medicamento é usado em casos de desidratação, reposição de calorias, nas hipoglicemias (diminuição da glicemia no sangue) (diminuição de glicose no sangue) e como veículo para diluição de medicamentos compatíveis. A solução de glicose 5% é frequentemente a concentração empregada na redução de fluido, sendo usualmente administrada através de uma veia periférica. Já as soluções de glicose de concentrações mais elevadas, como a glicose 10%, por serem hiperosmóticas, são usadas geralmente como uma fonte de carboidratos. Desta maneira, a glicose é a fonte preferida de carboidratos em regimes parenterais de nutrição, sendo frequentemente usada também em soluções de re-hidratação para prevenção e/ou tratamento da desidratação (diminuição de água no corpo), ocasionada pela diarreia.

Exclusivo Glicose 10% e 50%

As soluções injetáveis de glicose, nas concentrações hipertônicas (concentração acima de 5% de glicose) são indicadas como componente calórico em um regime de nutrição parenteral.

Essas soluções, quando associadas a uma fonte apropriada de proteína (nitrogênio), são usadas na prevenção da perda de nitrogênio ou no tratamento de balanço negativo de nitrogênio para pacientes onde:
  • <li>O trato alimentar n&#xE3;o pode ou n&#xE3;o deve ser usado;</li> <li>A absor&#xE7;&#xE3;o gastrointestinal de prote&#xED;na esta prejudicada, ou;</li> <li>Os requisitos metab&#xF3;licos para <a href="https://minutosaudavel.com.br/proteinas/" rel="noopener" target="_blank">prote&#xED;nas</a> est&#xE3;o substancialmente aumentados, como no caso de <a href="https://minutosaudavel.com.br/queimaduras/" rel="noopener" target="_blank">queimaduras</a> extensas.</li>

Como o&nbsp;Glicose Baxter funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>As solu&#xE7;&#xF5;es injet&#xE1;veis de glicose s&#xE3;o est&#xE9;reis e sem pirog&#xEA;nios e usadas no restabelecimento de fluido e suprimento cal&#xF3;rico. A glicose &#xE9; um nutriente facilmente metabolizado pelo organismo para fornecimento de energia, dispensando em alguns casos o uso de lip&#xED;dios e prote&#xED;nas como fontes de energia, evitando, assim, acidose e cetose resultantes de seus metabolismos. A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; &#xFA;til como fonte de &#xE1;gua e calorias e &#xE9; capaz de induzir diurese dependendo das condi&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas do paciente. As solu&#xE7;&#xF5;es de glicose em concentra&#xE7;&#xF5;es isot&#xF4;nicas (solu&#xE7;&#xE3;o parenteral de glicose 5%) s&#xE3;o adequadas para manuten&#xE7;&#xE3;o das necessidades de &#xE1;gua quando o s&#xF3;dio n&#xE3;o &#xE9; necess&#xE1;rio ou deve ser evitado.</p> <p>A glicose &#xE9; metabolizada atrav&#xE9;s do acido pir&#xFA;vico ou l&#xE1;tico em di&#xF3;xido de carbono e &#xE1;gua com libera&#xE7;&#xE3;o de energia. A glicose &#xE9; usada, distribu&#xED;da e estocada nos tecidos. Todas as c&#xE9;lulas do corpo s&#xE3;o capazes de oxidar a glicose, sendo a mesma a principal fonte de energia no metabolismo celular.</p> <p>Uma vez dentro da c&#xE9;lula, a glicose &#xE9; prontamente fosforilada, formando a glicose-6-fosfato, que logo se polimeriza em glicog&#xEA;nio, ou &#xE9; catabolizada. A glicose pode ainda ser convertida em gordura, atrav&#xE9;s da AcetilCoA. Requer, por isso, constante equil&#xED;brio entre as necessidades metab&#xF3;licas do organismo e a sua oferta.</p> <p>A glicose atinge o seu pico plasm&#xE1;tico 40 minutos ap&#xF3;s sua administra&#xE7;&#xE3;o em pacientes hiperglic&#xEA;micos (aumento da glicemia no sangue).</p> "}

Quais as contraindicações do Glicose - Baxter?

Este medicamento não deve ser usado em administrações juntamente com a infusão de sangue devido a possibilidade de coagulação.

A solução de glicose não deve ser usado nas seguintes situações:

Hiper-hidratação (aumento de água no corpo), hiperglicemia (aumento da glicemia no sangue), diabetes, acidose, desidratação hipotônica, hipocalemia (quantidade abaixo do normal de potássio no sangue) e hipersensibilidade ao produto.

O uso de solução de glicose hipertônica (concentração acima de 5% de glicose) é contra indicado em pacientes com hemorragia intracraniana ou intra-espinhal, delirium tremens em pacientes desidratados, síndrome de má absorção glicose-galactose e aos pacientes com hipersensibilidade a produtos derivados de milho.

As soluções de glicose não devem ser administradas em pacientes com insuficiência renal e após ataque isquêmico (infartos ou acidentes vasculares cerebrais).

Como usar o Glicose - Baxter?

A solução somente deve ter uso intravenoso e individualizado. Solução de uso único. Descartar qualquer porção não utilizada da solução.

A dosagem e a taxa de infusão devem ser determinadas por um medico e é dependente da idade, do peso, das condições clinicas e metabólicas do paciente, bem como da terapia concomitante e das determinações em laboratório. Em pacientes pediátricos, consultar o médico com experiência em terapia pediátrica de fluidos intravenosos.

Antes de serem administradas as soluções parenterais devem ser inspecionadas visualmente para se observar a presença de partículas, turvação na solução, fissuras e quaisquer violações na embalagem primaria. Não administrar a solução se a mesma não estiver límpida e os selos intactos.

A solução é acondicionada em bolsas plásticas flexíveis Viaflex em Sistema Fechado&nbsp;para administração intravenosa usando equipo estéril.

Atenção: não usar embalagens primárias em conexões em serie. Tal procedimento pode causar embolia gasosa devido ao ar residual aspirado da primeira embalagem antes que a administração de fluido da segunda embalagemseja completada.

A pressurização da bolsa contendo a solução para aumentar a taxa de fluxo pode resultar na embolia gasosa, se o ar residual no recipiente não estiver totalmente evacuado antes da administração.

A utilização de um equipo de administração intravenoso com entrada de ar, com a abertura na posição aberta, pode resultar em embolia gasosa. Os equipos de administração intravenosos com entrada de ar, com a abertura na posição aberta, não devemser utilizados com recipientes de plástico flexíveis.

A suplementação de eletrólitos pode ser indicada de acordo com as necessidades clínicas do paciente.

A utilização de um filtro em linha é recomendada durante a administração de todas as soluções parenterais sempre que possível.

A administração de soluções hiperosmolares podemcausar irritação venosa e flebite.

Não perfurar a embalagem, pois há comprometimento da esterilidade do produto e risco de contaminação.

Para a solução de glicose 10% e 50%

A osmolaridade de uma solução de infusão final misturada deve ser levada em conta quando a administração periférica é considerada. Deve ser considerado um aumento gradual da taxa de fluxo quando se inicia a administração de produtos contendo glicose.

Para a solução de glicose 50%

Como indicado em uma base individual, as vitaminas, os oligoelementos e outros componentes (incluindo aminoácidos e lipídios) podem ser adicionados ao regime parenteral para atender as necessidades de nutrientes e prevenir deficiências e complicações de desenvolvimento.

Diluir a solução de glicose antes da utilização a uma concentração que irá, quando administrada com um aminoácido (nitrogênio) fonte, resultar em uma caloria apropriada para uma proporção de nitrogênio e a uma osmolaridade de acordo coma via de administração.

Para reduzir o risco de hipoglicemia, após a interrupção, um decréscimo gradual na velocidade de fluxo, antes de parar a infusão deve ser considerado.

Para abrir

Segurar o invólucro protetor (sobrebolsa) com ambas as mãos, rasgando-o no sentido do picote, de cima para baixo, e retirar a bolsa contendo solução. Pequenas gotículas entre a bolsa e a sobrebolsa podem estar presentes e é característica do produto e processo produtivo. Alguma opacidade do plástico da bolsa pode ser observada devido ao processo de esterilização. Isto é normal e não afeta a qualidade ou segurança da solução. A opacidade irá diminuir gradualmente.

Verificar se existem vazamentos mínimos comprimindo a embalagem primária com firmeza.

Se for observado vazamento de solução descartar a bolsa, pois a sua esterilidade pode estar comprometida.

No preparo e administração das soluções parenterais, devem ser seguidas as recomendações da Comissão de Controle de Infecção em Serviços de Saúde quanto a desinfecção do ambiente e de superfícies, higienização das mãos, uso de EPIs e desinfecção de ampolas, frascos, pontos de adição dos medicamentos e conexões das linhas de infusão.

Nota: Manter a bolsa em seu invólucro protetor (sobrebolsa) até o momento do uso.

Após a abertura da sobrebolsa, a solução deve ser utilizada em:
  • <li>15 dias para bolsas de 50 mL e 100 mL.</li> <li>30 dias para bolsas de 250 mL, 500 mL e 1000 mL.</li>

Preparação para Administração

{"tag":"ol","value":" <li>Remover o protetor do tubo de sa&#xED;da da solu&#xE7;&#xE3;o no fundo da embalagem.</li> <li>Fazer a assepsia da embalagem prim&#xE1;ria utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Suspender a embalagem pela al&#xE7;a de sustenta&#xE7;&#xE3;o.</li> <li>Conectar o equipo de infus&#xE3;o da solu&#xE7;&#xE3;o. Consultar as instru&#xE7;&#xF5;es de uso do equipo.</li> <li>Administrar a solu&#xE7;&#xE3;o, por gotejamento cont&#xED;nuo, conforme prescri&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica.</li> "}

Se for necessária medicação suplementar, seguir as instruções descritas a seguir antes de preparar a bolsa para administração.

Para adição de medicamentos

Ao introduzir medicamentos aditivos, utilizar técnica asséptica.

Atenção: Verificar se há incompatibilidade entre o medicamento e a solução e, quando for o caso, se há incompatibilidade entre os medicamentos. Medicamentos incompatíveis com a solução de glicose não devem ser utilizados. Ao introduzir medicamentos aditivos, a bula do medicamento a ser adicionado e outras literaturas relevantes devem ser consultadas. Antes de adicionar um medicamento, verificar também se ele é solúvel e estável em água ao pH da solução de glicose.

Apenas as embalagens que possuem dois sítios, um sítio para o equipo e um sítio próprio para a administração de medicamentos, poderão permitir a adição de medicamentos nas soluções parenterais.

Para administração de medicamentos antes da administração da solução parenteral:
{"tag":"ol","value":" <li>Preparar a superf&#xED;cie do tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico fazendo sua assepsia utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Utilizando seringa com agulha calibre 19 a 22 ga, perfurar o tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico que fecha o tubo e injetar.</li> <li>Misturar completamente a solu&#xE7;&#xE3;o com o medicamento.</li> <li>Para medicamentos com alta densidade, como por exemplo, a solu&#xE7;&#xE3;o de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloreto-de-potassio/bula\" target=\"_blank\">cloreto de pot&#xE1;ssio</a>, pressionar o tubo de medica&#xE7;&#xE3;o enquanto o mesmo estiver na perpendicular e misturar completamente.</li> <li>P&#xF3;s liofilizados devem ser reconstitu&#xED;dos/suspendidos no diluente est&#xE9;ril e apirog&#xEA;nico adequado antes de ser adicionados a solu&#xE7;&#xE3;o parenteral.</li> "}

Para administração de medicamentos durante a administração da solução parenteral:
{"tag":"ol","value":" <li>Fechar a <a href=\"https://consultaremedios.com.br/maquiagem/acessorios/pinca/c\" target=\"_blank\">pin&#xE7;a</a> do equipo de infus&#xE3;o.</li> <li>Preparar a superf&#xED;cie do tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico fazendo sua assepsia utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Utilizando seringa com agulha calibre 19 a 22 ga, perfurar o tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico que fecha o tubo e injetar.</li> <li>Remover a bolsa do suporte e/ou colocar na posi&#xE7;&#xE3;o vertical com os tubos para cima.</li> <li>Esvaziar ambos os tubos apertando-os enquanto a bolsa estiver com os tubos para cima.</li> <li>Misturar completamente a solu&#xE7;&#xE3;o com medicamento.</li> <li>Retornar a bolsa a posi&#xE7;&#xE3;o de infus&#xE3;o e prosseguir a administra&#xE7;&#xE3;o.</li> "}

Após a adição do medicamento, verificar possível alteração de cor da solução e/ou presença de precipitados, complexos insolúveis ou cristais.

Nota: Não armazenar as soluções parenterais adicionadas de medicamentos.

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Posologia do&nbsp;Glicose Baxter

{"tag":"hr","value":" <p>O preparo e administra&#xE7;&#xE3;o da solu&#xE7;&#xE3;o parenteral deve obedecer a prescri&#xE7;&#xE3;o, precedida de criteriosa avalia&#xE7;&#xE3;o, pelo farmac&#xEA;utico, da compatibilidade f&#xED;sico-qu&#xED;mica e da intera&#xE7;&#xE3;o medicamentosa que possam ocorrer entre os seus componentes.</p> <p>A dose de glicose &#xE9; vari&#xE1;vel e dependente das necessidades do paciente. As concentra&#xE7;&#xF5;es de glicose no plasma devem ser monitoradas, a taxa m&#xE1;xima que pode ser infundida sem causar glicos&#xFA;ria (presen&#xE7;a de glicose na urina) e 0,5 g/kg de peso corporal/hora.</p> <p>No entanto, o ideal &#xE9; que a solu&#xE7;&#xE3;o de glicose intravenosa seja fornecida em uma taxa de aproximadamente a 7 mg/kg/minuto.</p> <p>O uso da solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; indicado para corre&#xE7;&#xE3;o de hipoglicemia (diminui&#xE7;&#xE3;o da glicemia no sangue) <a href=\"https://consultaremedios.com.br/infantil/c\" target=\"_blank\">infantil</a>, podendo ser utilizada emnutri&#xE7;&#xE3;o parenteral de crian&#xE7;as.</p> <p>A dose e a taxa de infus&#xE3;o intravenosa de glicose devem ser selecionadas com cuidado em pacientes pedi&#xE1;tricos, particularmente nos rec&#xE9;m-nascidos e nas crian&#xE7;as com baixo peso ao nascer porque aumenta o risco de hiperglicemia/hipoglicemia (aumento/diminui&#xE7;&#xE3;o da glicemia no sangue).</p> <p>A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose 5% pode ser administrada em pacientes diab&#xE9;ticos, mesmo em coma, por&#xE9;m, &#xE9; fundamental o controle adequado da cetose e, se necess&#xE1;rio, deve-se recorrer a administra&#xE7;&#xE3;o de insulina.</p> <p>A avalia&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica e as determina&#xE7;&#xF5;es laboratoriais peri&#xF3;dicas s&#xE3;o necess&#xE1;rias para monitorar mudan&#xE7;as em concentra&#xE7;&#xF5;es da glicose e do eletr&#xF3;lito do sangue, e o balan&#xE7;o do l&#xED;quido e de eletr&#xF3;litos durante a terapia parenteral prolongada ou sempre que a condi&#xE7;&#xE3;o do paciente permitir tal avalia&#xE7;&#xE3;o.</p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Glicose - Baxter?

Deve-se considerar para fins de administração, dados clínicos e laboratoriais, como níveis de glicose e glicose na urina. Outro aspecto refere-se a suspensão abrupta de tratamentos prolongados, condição em que se elevam os níveis de insulina circulante, podendo desencadear uma hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) momentânea pós-suspensão.

Deve-se ter cuidado também com a administração prolongada ou a infusão rápida de grandes volumes de soluções isosmóticas, devido a possível ocorrência de inchaço pulmonar, hipopotassemia (quantidade abaixo do normal de potássio no sangue), hiper-hidratação e intoxicação hídrica, ocasionados pelo aumento do volume do liquido extracelular.

A monitoração frequente de concentrações de glicose, de eletrólitos particularmente de potássio no plasma faz-se necessário antes, durante e após a administração da solução de glicose.

A solução de glicose não deve ser usada como diluente para o sangue, pois causa aglutinação dos eritrócitos e, provavelmente, hemólise (destruição dos glóbulos vermelhos do sangue). Da mesma maneira, as soluções de glicose sem eletrólitos não devem ser administradas ao mesmo tempo com a infusão de sangue devido da possibilidade de coagulação.

A monitoração frequente de concentrações de glicose no plasma é necessária quando a glicose intravenosa é administrada em pacientes crianças, particularmente nos recém-nascidos e nas crianças com baixo peso ao nascer devido ao risco aumentado de hiperglicemia/hipoglicemia (aumento/diminuição da glicemia no sangue).

A administração excessiva ou rápida da solução de glicose neste tipo de paciente pode causar aumento da osmolaridade do soro e umpossível sangramento intracerebral.

Agir com precaução no fornecimento de carboidratos na presença de acidose por lactato, e também nos pacientes com hipervolemia (quantidade de sangue superior à normal), insuficiência dos rins, obstrução do intervalo urinário ou descompensarão cardíaca eminente.

As soluções injetáveis de glicose devem ser usadas com cuidado em pacientes com Diabetes mellitus subclinica ou evidente, ou intolerância a carboidratos, bem como em lactentes de mães diabéticas.

A administração de soluções de glicose deve ser realizada com cautela em pacientes diabéticos, pois uma infusão rápida pode causar hiperglicemia (aumento de glicose no sangue), assim como em pacientes mal nutridos com deficiência de tiamina, intolerância a carboidratos, septicemia (presença de germes ou substâncias sépticas no sangue). A administração intravenosa da glicose aos pacientes com deficiência de tiamina e outras vitaminas do complexo B pode precipitar o desenvolvimento da encefalopatia de Wernicke.

As soluções de glicose não devem ser administradas em pacientes com insuficiência dos rins e após ataque isquêmico.

Reações de Hipersensibilidade

  • <li>Rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade/infus&#xE3;o, incluindo rea&#xE7;&#xF5;es anafil&#xE1;ticas/anafilact&#xF3;ides t&#xEA;m sido reportadas com solu&#xE7;&#xE3;o de glicose 5 e 10%.</li> <li>A infus&#xE3;o deve ser imediatamente interrompida se quaisquer sinais ou sintomas de uma rea&#xE7;&#xE3;o suspeita de hipersensibilidade se desenvolver. Medidas terap&#xEA;uticas adequadas devem ser institu&#xED;das conforme clinicamente indicadas.</li> <li>As solu&#xE7;&#xF5;es que cont&#xEA;m glicose devem ser usadas com cautela em pacientes com alergia conhecida a milho ou produtos derivados de milho.</li>

Diluição e outros efeitos emeletrólitos séricos

Dependendo do volume e taxa de infusão e, dependendo da condição clínica do paciente e sua capacidade de metabolizar a glicose, a administração intravenosa de glicose pode causar:

  • <li>Hiperosmolaridade (aumento da osmolaridade), diurese (produ&#xE7;&#xE3;o de urina pelo rim) e desidrata&#xE7;&#xE3;o osm&#xF3;tica.</li> <li>Hiposmolaridade (diminui&#xE7;&#xE3;o da osmolaridade).</li>
Distúrbios hidroeletrolíticos, como:
  • <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/hiponatremia/" rel="noopener" target="_blank">Hiponatremia</a> (diminui&#xE7;&#xE3;o de s&#xF3;dio no sangue).</li> <li>Hipocalemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de pot&#xE1;ssio no sangue).</li> <li>Hipofosfatemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de f&#xF3;sforo no sangue).</li> <li>Hipomagnesemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de magn&#xE9;sio no sangue).</li> <li>Hiper-hidrata&#xE7;&#xE3;o/hipervolemia e, por exemplo, estado congestivo, incluindo congest&#xE3;o pulmonar e incha&#xE7;o.</li>

Os efeitos acima não só resultam da administração de fluido livre de eletrólitos, mas também da administração de glicose.

Além destes:

Um aumento na concentração de glicose no soro é associado com um aumento da osmolaridade do soro.

Diurese osmótica associada com hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) pode causar ou contribuir para o desenvolvimento de desidratação e de perdas de eletrólitos.

A hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) também provoca um desvio intracelular de água, levando a uma diminuição das concentrações de sódio extracelular e hiponatremia (diminuição de sódio no sangue).

Uma vez que a glicose na solução de glicose é metabolizada, a infusão de solução de glicose corresponde ao aumento da carga de água livre do corpo, possivelmente levando à hiponatremia hiposmótica.

Hiponatremia hiposmótica pode levar a dores de cabeça, náuseas, convulsões, sonolência, coma, inchaço cerebral e morte. Encefalopatia hiponatrêmica sintomática aguda é considerada uma emergência médica.

O risco para o desenvolvimento de hiponatremia hiposmótica é aumentada, por exemplo:
  • <li>Em crian&#xE7;as.</li> <li>Em pacientes idosos.</li> <li>Em mulheres.</li> <li>P&#xF3;s-operat&#xF3;rio.</li> <li>Em pessoas com sede psicog&#xEA;nica.</li>
O risco de desenvolver encefalopatia como uma complicação de hiponatremia hiposmótica é aumentada, por exemplo:
  • <li>Em pacientes pedi&#xE1;tricos (&#x2264; 16 anos de idade).</li> <li>Em mulheres (em particular, as mulheres na pr&#xE9;-menopausa).</li> <li>Em pacientes com hipoxemia (diminui&#xE7;&#xE3;o da concentra&#xE7;&#xE3;o de oxig&#xEA;nio no sangue).</li> <li>Em pacientes com doen&#xE7;a do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/c" target="_blank">sistema nervoso central</a> subjacente.</li>

Avaliação clínica e determinações laboratoriais periódicas podem ser necessárias para monitorar as alterações no equilíbrio de fluidos, eletrólitos e equilíbrio ácido-base durante a terapia parenteral prolongada ou sempre que o estado do paciente ou a taxa de administração requeiram tal avaliação.

O cuidado especial é recomendado em pacientes com risco aumentado de distúrbios de água e eletrólitos que podem ser agravados por: aumento da carga de água livre, hiperglicemia ou administração de insulina eventualmente exigida.

Medidas preventivas e corretivas devem ser instituídas conforme clinicamente indicadas.

Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue)

  • <li>A administra&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de solu&#xE7;&#xF5;es de glicose pode produzir hiperglicemia substancial e uma s&#xED;ndrome hiperosmolar (aumento da osmolaridade).</li> <li>A fim de evitar a hiperglicemia, a taxa de perfus&#xE3;o n&#xE3;o deve exceder &#xE0; capacidade do paciente em metabolizar a glicose.</li> <li>Para reduzir o risco de complica&#xE7;&#xF5;es associadas &#xE0; hiperglicemia, a taxa de infus&#xE3;o deve ser ajustada e/ou insulina administrada, se os n&#xED;veis de glicose no sangue forem superiores aos n&#xED;veis considerados aceit&#xE1;veis para o paciente individualmente.</li>
A solução de glicose intravenosa deve ser administrada com precaução em pacientes com:
  • <li>Toler&#xE2;ncia &#xE0; glicose debilitada (tal como na diabetes<em> mellitu</em>s, disfun&#xE7;&#xE3;o renal, ou na presen&#xE7;a de sepsia, trauma, ou choque).</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/desnutricao/" rel="noopener" target="_blank">Desnutri&#xE7;&#xE3;o</a> grave (risco de precipitar uma s&#xED;ndrome de realimenta&#xE7;&#xE3;o).</li> <li>Defici&#xEA;ncia de tiamina, por exemplo, em pacientes com <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alcoolismo/c" target="_blank">alcoolismo</a> cr&#xF4;nico (risco de acidose l&#xE1;ctica grave devido &#xE0; metaboliza&#xE7;&#xE3;o oxidativa prejudicada de piruvato).</li> <li>Dist&#xFA;rbios de &#xE1;gua e eletr&#xF3;litos que podem ser agravados pelo aumento da glicose e/ou carga de &#xE1;gua livre.</li>
Outros grupos de pacientes em que a solução de glicose deve ser cuidadosa:
  • <li>Pacientes com <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/acidente-vascular-cerebral/c" target="_blank">acidente vascular cerebral</a> isqu&#xEA;mico. Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) tem comprometido no aumento da les&#xE3;o cerebral isqu&#xEA;mica e prejudica a recupera&#xE7;&#xE3;o ap&#xF3;s o acidente vascular cerebral isqu&#xEA;mico agudo.</li> <li>Pacientes com les&#xE3;o cerebral traum&#xE1;tica grave (em particular durante as primeiras 24 horas ap&#xF3;s o trauma).</li> <li>Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) precoce tem sido associada a maus resultados em pacientes com ftraumatismo cranioencef&#xE1;lico grave.</li> <li>Rec&#xE9;m-nascidos.</li>

Administração intravenosa prolongada de glicose e hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) associada pode resultar na diminuição da taxa de secreção de insulina estimulada pela glicose.

Síndrome de realimentação

Pacientes gravemente subnutridos podem resultar na síndrome de realimentação, que é caracterizada pelo deslocamento de potássio, fósforo e magnésio intracelularmente e o paciente torna se anabólico. A deficiência de tiamina e retenção de líquidos também podem se desenvolver. Monitoramento cuidadoso e aumento do consumo de nutrientes lentamente, evitando superalimentação, podem prevenir essas complicações.

Exclusivo Glicose 50%

Distúrbios hepáticos

Distúrbios hepatobiliares incluindo colestase, esteatose hepática, fibrose e cirrose, possivelmente levando à insuficiência hepática, bem como colecistite e colelitíase são conhecidos por se desenvolverem em alguns pacientes em nutrição parenteral. A etiologia desses distúrbios é provavelmente multifatorial e pode diferir entre pacientes. Os pacientes que desenvolvem parâmetros laboratoriais anormais ou outros sinais de distúrbios hepatobiliares devem ser avaliados no início por um médico experiente em doenças do fígado, a fim de identificar possíveis causadores e fatores contribuintes e possíveis intervenções terapêuticas e profiláticas.

Infecção do cateter e sepse

Infecção e sepse podem ocorrer como resultado do uso de cateteres intravenosos para administrar soluções parenterais, falta de manutenção de cateteres ou soluções contaminadas.

Imunossupressão e outros fatores, como a hiperglicemia, a desnutrição e/ou seu estado de doença subjacente podem predispor o paciente a complicações infecciosas.

Cuidados sintomáticos e monitoramento laboratorial de febre/calafrios, leucocitose, complicações técnicas como dispositivo de acesso e hiperglicemia podem ajudar a reconhecer infecções precoces.

A ocorrência de complicações sépticas pode ser diminuída com técnica asséptica na colocação do cateter, manutenção, bemcomo a técnica asséptica empreparação da solução nutricional.

Precipitados

Precipitados vasculares pulmonares têm sido relatados em pacientes recebendo nutrição parenteral. Em alguns casos, ocorreram resultados fatais. Adição excessiva de cálcio e de fosfato aumenta o risco da formação de precipitados de fosfato de cálcio.

Os precipitados foram relatados, mesmo na ausência de sal de fosfato na solução. Também tem sido relatada a precipitação distal para o filtro emlinha e suspeita de formação de precipitado na corrente sanguínea.

Em adição ao controle da solução, o equipo de infusão e o cateter devem também serem verificados periodicamente para precipitados.

Se ocorrerem sinais de desconforto pulmonar, a perfusão deve ser interrompida e avaliação médica iniciada.

Interações com medicamentos

Não são conhecidas interações medicamentosas ate o momento. Nenhum estudo foi conduzido pela Baxter Hospitalar Ltda.

Ambos os efeitos na glicose e efeitos no balanço de água e eletrólitos devem ser considerados quando a solução de glicose for utilizada em pacientes tratados com outras substâncias que afetam o controle da glicose no sangue, ou balanço de água e eletrólitos.

Para minimizar o risco de possíveis incompatibilidades da mistura das soluções de glicose com outras medicações que possam ser prescritas, deve ser verificada a presença de turbidez ou precipitação imediatamente após a mistura, antes e durante a administração. Em caso de dúvida, consulte um farmacêutico.

Atenção: Este medicamento contém açúcar (glicose), portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Glicose - Baxter?

As reações adversas podem ocorrer devido à solução ou a técnica de administração e incluem febre, infecção no ponto de injeção, trombose venosa ou flebite (Inflamação da parede interna de uma veia) irradiando-se a partir do ponto de injeção, extravasamento e hipervolemia. Se ocorrer reação adversa, suspender a infusão, avaliar o paciente, aplicar terapêutica corretiva apropriada e guardar o restante da solução para posterior investigação, se necessário.

Algumas destas reações podem ser devido aos produtos de degradação presentes após autoclavação. A infusão intravenosa pode conduzir ao desenvolvimento de distúrbios líquidos e eletrólitos incluindo a hipocalemia (diminuição de potássio no sangue), o hipomagnesemia (diminuição do magnésio no sangue), e a hipofosfatemia (diminuição do fosfato no sangue).

As reações Adversas listadas abaixo são baseadas em notificações pós-comercialização, listados por sistemas MedDRA (SOC), sempre que possível, por termo preferido e por ordem de gravidade.

Distúrbios do sistema imunológico

Reações de hipersensibilidade/infusão, incluindo anafiláticas/anafilactóides, incluindo reações com manifestações leves, como por exemplo, coceira e reações com manifestações graves, como por exemplo, broncoespasmo (contração do músculo dos brônquios), cianose (coloração azulada da pele e mucosas), angioedema (inchaço da derme) e hipotensão (pressão arterial abaixo dos valores normais); Pirexia (febre) e arrepios.

Distúrbios do metabolismo e nutrição

Hiperglicemia (aumento da glicemia no sangue).

Distúrbios cutâneos e tecido subcutâneo

Erupções cutâneas.

Distúrbios gerais e do local da administração

Reações no local de injeção, incluindo, flebite (Inflamação da parede interna de uma veia) e eritema (coloração avermelhada da pele).

Outras Reações Adversas

Outras reações adversas notificadas envolvendo solução de glicose injetável incluem:

Hiponatremia (diminuição de sódio no sangue), que pode ser sintomático.

Para solução de glicose 10% e 50%:

Tromboflebite (Estado em que a inflamação da parede da veia precede a formação de trombo) no local de infusão (associado comsoluções Hiperosmolares).

As reações adversas notificadas com a nutrição parenteral para o qual o componente glicose pode desempenhar um papel causal ou contributivo incluem:
  • <li>Insufici&#xEA;ncia do f&#xED;gado, cirrose e, fibrose do f&#xED;gado, colestase, esteatose do f&#xED;gado, bilirrubina sangu&#xED;nea, aumento das enzimas do f&#xED;gado, aumento da colecistite (inflama&#xE7;&#xE3;o aguda da ves&#xED;cula biliar), colelit&#xED;ase (forma&#xE7;&#xE3;o de c&#xE1;lculos no interior da ves&#xED;cula biliar).</li> <li>Precipitados vasculares nos pulm&#xF5;es.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe tambéma empresa do seu serviço de atendimento.

População Especial

Uso em crianças

Um estudo placebo-controlado realizado em mulheres saudáveis, que se encontravam em estagio final de gestação, verificou que a administração de 100g de glicose uma hora antes do fim da gestação, não provocou nenhum efeito adverso nos níveis ácido-base do feto. Os fetos com malformação foram excluídos. Entretanto,&nbsp;os autores advertiram que, em concentrações de glicose mais elevadas na mãe (como pode ser encontrado em grávidas diabéticas), mudanças consistentes na acidose metabólica fetal, podem ocorrer, e que o teste da tolerância da glicose pode também ser perigoso aos fetos com retardo do crescimento.

O cuidado deve ser exercitado no tratamento dos neonatos, especialmente os recém-nascidos precoces, cuja função dos rins pode estar imatura e cuja habilidade de excretar cargas do liquido e do soluto pode estar limitada.

A taxa e o volume de infusão dependem da idade, do peso, das condições clinicas e metabólicas do paciente, bem como da terapia concomitante e deve ser determinado por um médico com experiência em terapia pediátrica de fluidos intravenosos.

Problemas relacionados coma glicemia empacientes pediátricos

Recém-nascidos, especialmente aqueles que nasceram prematuros e com baixo peso, estão em maior risco de desenvolver hipo ou hiperglicemia (diminuição ou aumento da glicemia no sangue). É necessário um monitoramento cuidadoso durante o tratamento com soluções de glicose intravenosas para garantir o controle glicêmico adequado, para evitar possíveis efeitos adversos em longo prazo.

Hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) no recém-nascido pode causar:
  • <li>Convuls&#xF5;es prolongadas.</li> <li>Coma.</li> <li>Les&#xE3;o no c&#xE9;rebro.</li>
Hiperglicemia tem sido associada com:
  • <li>Les&#xE3;o cerebral, incluindo sangramento intraventricular.</li> <li>Infec&#xE7;&#xE3;o de bact&#xE9;rias e fungos de in&#xED;cio tardio.</li> <li>Retinopatia da prematuridade (doen&#xE7;a da retina).</li> <li>Enterocolite necrosante (Inflama&#xE7;&#xE3;o do intestino delgado e grosso).</li> <li>Aumento da necessidade de oxig&#xEA;nio.</li> <li>Tempo de interna&#xE7;&#xE3;o prolongado.</li> <li>Morte.</li>
Problemas relacionados coma hiponatremia (diminuição de sódio no sangue) empacientes pediátricos
  • <li>Crian&#xE7;as (incluindo rec&#xE9;m-nascidos e crian&#xE7;as mais velhas) est&#xE3;o em maior risco de desenvolver hiponatremia hiposm&#xF3;tica, bem como de desenvolver encefalopatia hiponatr&#xEA;mica.</li> <li>Hiponatremia hiposm&#xF3;tica pode levar a dores de cabe&#xE7;a, n&#xE1;useas, convuls&#xF5;es, sonol&#xEA;ncia, coma, incha&#xE7;o cerebral e morte, por conseguinte, encefalopatia hiponatremica com sintoma aguda &#xE9; considerada uma emerg&#xEA;ncia m&#xE9;dica.</li> <li>Concentra&#xE7;&#xF5;es de eletr&#xF3;litos do plasma devem ser cuidadosamente monitoradas para a popula&#xE7;&#xE3;o pedi&#xE1;trica (em crian&#xE7;as).</li> <li>Corre&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de hiponatremia hiposm&#xF3;tico &#xE9; potencialmente perigosa (risco de complica&#xE7;&#xF5;es neurol&#xF3;gicas graves). Dosagem, taxa e dura&#xE7;&#xE3;o da administra&#xE7;&#xE3;o devem ser determinadas por um m&#xE9;dico experiente terapia pedi&#xE1;trica de fluidos intravenosos.</li>

Uso em idosos

No geral, a seleção da dose para um paciente idoso devera ser mais criteriosa. Sabe-se que estas drogas são excretadas substancialmente pelos rins, e o risco de reações tóxicas das soluções de glicose pode ser maior nos pacientes com função renal comprometida. Os pacientes idosos são mais prováveis de ter distúrbios no coração, no fígado, nos rins entre outros e terapias com medicamentos ao mesmo tempo. Por isso, cuidado deve ser tomado na seleção do tipo, dose, taxa e volume de infusão. Pode ser útil monitorar a função dos rins.

Gravidez e Amamentação

As soluções de glicose são usadas geralmente como líquidos de hidratação e como veículos para outras drogas. Estudos da reprodução animal não foram conduzidos com injeções de glicose.

Também não há fundamentação cientifica conclusiva de que as injeções de glicose causem dano fetal quando administradas a uma mulher grávida ou afetem a capacidade de reprodução.

Portanto, as injeções de glicose devem ser dadas as gestantes somente se realmente necessário. O médico deve considerar cuidadosamente o risco e benefício potencial para cada paciente antes da administração.

Estudos verificaram que quando administrada durante o trabalho de parto, a carga de glicose da mãe pode conduzir no feto, a hiperglicemia (aumento da glicose no sangue), a hiperinsulinemia (aumento da insulina no sangue), e a acidose do feto, com hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) no recém-nascido subsequente e icterícia (pigmentação amarelada da pele e mucosas). Outros estudos não encontraram nenhuma evidencia de tal efeito, especialmente se o feto é bem oxigenado, e relataram que o número dos pacientes incluídos emtais relatórios foi frequentemente pequeno e os critérios de seleção não homogêneos.

Infusão intravenosa de glicose intraparto materno pode resultar na produção de insulina no feto, com um risco associado de aumento da glicose no sangue do feto e acidose metabólica, bem como a hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) de rebote no recém-nascido.

Categoria “C” de risco na gravidez.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Capacidade de operar e dirigir máquinas

Não há efeitos conhecidos na capacidade de dirigir automóveis ou operar máquinas pesadas.

Qual a composição do Glicose - Baxter?

Apresentações

Solução injetável.

Glicose monoidratada 5%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 100, 250, 500 ou 1000mL.

Glicose monoidratada 10%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 250 ou 500mL.

Glicose monoidratada 50%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 1000mL.

Via intravenosa.

Uso adulto e pediátrico.

Composição

Cada 100 mL de solução de glicose 5% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">4,5g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/produtos-hospitalares/agua-para-injetaveis-diluentes/c\" target=\"_blank\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis</a> q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 5,0g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

170 Kcal/L.

Osmolaridade:

252mOsm/L.

pH:

3,5 – 6,5.

Cada 100 mL de solução de glicose 10% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">9g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 10,0g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

340 Kcal/L.

Osmolaridade:

505mOsm/L.

pH:

3,5 – 6,5.

Cada 100 mL de solução de glicose 50% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">45g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 50g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

1710 Kcal/L.

Osmolaridade:

2520mOsm/L.

pH:

3,5 – 6,5.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Glicose - Baxter maior do que a recomendada?

A infusão de grandes volumes da solução de glicose pode causar hiperglicemia (aumento da glicose no sangue), efeitos adversos no balanço da água e eletrólitos e complicações correspondentes.

Por exemplo, hiperglicemia (aumento da glicose no sangue) e hiponatremia (diminuição de sódio no sangue) severas e suas complicações, podem ser fatal. A infusão muito rápida de glicose pode ocasionar distúrbios neurológicos como depressão e coma, devidos aos fenômenos de hiperosmolaridade, principalmente em portadores de doenças no néfron crônicas. Nestes casos, instalar uma terapia de apoio, conforme as necessidades.

Intervenções incluem descontinuação da administração da solução, redução da dose, administração de insulina e outras medidas conforme indicadas para a condição clínica específica.

A superdosagem clinicamente significativa de solução de glicose pode ser uma emergência médica.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagemou bula do medicamento, se possível.

Emcaso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Glicose - Baxter com outros remédios?

Não são conhecidas interações medicamentosas até o momento.

Para minimizar o risco de possíveis incompatibilidades da mistura das soluções de glicose com outras medicações que possam ser prescritas, deve ser verificada a presença de turbidez ou precipitação imediatamente após a mistura, antes e durante a administração.

Em caso de dúvida, consulte um farmacêutico.

Qual a ação da substância do Glicose - Baxter (Glicose)?

Características Farmacológicas

{"tag":"hr","value":" <p>As solu&#xE7;&#xF5;es injet&#xE1;veis de glicose s&#xE3;o est&#xE9;reis e apirog&#xEA;nicas e usadas no restabelecimento de fluido e suprimento cal&#xF3;rico.</p> <p>A glicose &#xE9; um nutriente facilmente metabolizado pelo organismo para fornecimento de energia, dispensando em alguns casos o uso de lip&#xED;dios e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> como fontes de energia, evitando, assim, acidose e cetose resultantes de seus metabolismos. A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; &#xFA;til como fonte de &#xE1;gua e calorias e &#xE9; capaz de induzir diurese dependendo das condi&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas do paciente. As solu&#xE7;&#xF5;es de glicose em concentra&#xE7;&#xF5;es isot&#xF4;nicas (solu&#xE7;&#xE3;o parenteral de glicose 5%) s&#xE3;o adequadas para manuten&#xE7;&#xE3;o das necessidades de &#xE1;gua quando o s&#xF3;dio n&#xE3;o &#xE9; necess&#xE1;rio ou deve ser evitado.</p> <p>A glicose &#xE9; metabolizada atrav&#xE9;s do &#xE1;cido pir&#xFA;vico ou l&#xE1;tico em di&#xF3;xido de carbono e &#xE1;gua com libera&#xE7;&#xE3;o de energia. A glicose &#xE9; usada, distribu&#xED;da e estocada nos tecidos. Todas as c&#xE9;lulas do corpo s&#xE3;o capazes de oxidar a glicose, sendo a mesma a principal fonte de energia no metabolismo celular. Uma vez dentro da c&#xE9;lula, a glicose &#xE9; prontamente fosforilada, formando a glicose -6-fosfato, que logo se polimeriza em glicog&#xEA;nio, ou &#xE9; catabolizada. A glicose pode ainda ser convertida em gordura, atrav&#xE9;s da Acetil-CoA. Requer, por isso, constante equil&#xED;brio entre as necessidades metab&#xF3;licas do organismo e a sua oferta.</p> <p>A glicose atinge o seu pico plasm&#xE1;tico 40 minutos ap&#xF3;s sua administra&#xE7;&#xE3;o em pacientes hipoglic&#xEA;micos.</p> "}

Como devo armazenar o Glicose - Baxter?

A exposição de produtos farmacêuticos ao calor deve ser evitada. Conservar em temperatura ambiente (15°C - 30°C).

Não armazenar as soluções parenterais adicionadas de medicamentos.

O prazo de validade deste produto é de:

Glicose 5% e 10%

18 meses após a data de fabricação para Glicose 5% em bolsas plásticas flexíveis Viaflex de 100mL, 250mL, 500mL e 1000mL e para Glicose 10% em bolsas plásticas flexíveis Viaflex de 500mL.

24 meses após a data de fabricação para Glicose 10% em bolsas plásticas flexíveis Viaflex de 250mL.

Glicose 50%

O prazo de validade deste produto é de 12 meses após a data de fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento como prazo de validade vencido. Guarde-o emsua embalagem original.

Características físicas

A solução de glicose é límpida, estéril e apirogênica.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres Legais do Glicose - Baxter

Reg.MS. Nº 1.0683.0070

Farm. Resp.:
Luiz Gustavo Tancsik
CRF/SP N° 67.982

Registrado por:
Baxter Hospitalar Ltda.
Rua Henri Dunant, 1.383- Torre B, 12º andar
Conj. 1201 e 1204
São Paulo – SP – Brasil.
CNPJ: 49.351.786/0001-80




Fabricado e embalado por:
Baxter Hospitalar Ltda.
Avenida Engenheiro Eusébio Stevaux, 2555
São Paulo - SP - Brasil.
CNPJ 49.351.786/0002-61
Indústria Brasileira.




Uso restrito a hospitais.

Venda sob prescrição médica.

100mg/mL, caixa com 16 bolsas de sistema fechado com 1000mL de solução de uso intravenoso (embalagem hospitalar)

Princípio ativo
:
Glicose
Classe Terapêutica
:
Soluções Carbohidratos <10%
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Dispensação Sob Prescrição Médica Restrito a Hospitais)
Categoria
:
Reidratantes
Especialidade
:
Endocrinologia

Bula do medicamento

Glicose - Baxter, para o que é indicado e para o que serve?

Este medicamento é usado como fonte de água, calorias e diurese osmótica. Este medicamento é usado em casos de desidratação, reposição de calorias, nas hipoglicemias (diminuição da glicemia no sangue) (diminuição de glicose no sangue) e como veículo para diluição de medicamentos compatíveis. A solução de glicose 5% é frequentemente a concentração empregada na redução de fluido, sendo usualmente administrada através de uma veia periférica. Já as soluções de glicose de concentrações mais elevadas, como a glicose 10%, por serem hiperosmóticas, são usadas geralmente como uma fonte de carboidratos. Desta maneira, a glicose é a fonte preferida de carboidratos em regimes parenterais de nutrição, sendo frequentemente usada também em soluções de re-hidratação para prevenção e/ou tratamento da desidratação (diminuição de água no corpo), ocasionada pela diarreia.

Exclusivo Glicose 10% e 50%

As soluções injetáveis de glicose, nas concentrações hipertônicas (concentração acima de 5% de glicose) são indicadas como componente calórico em um regime de nutrição parenteral.

Essas soluções, quando associadas a uma fonte apropriada de proteína (nitrogênio), são usadas na prevenção da perda de nitrogênio ou no tratamento de balanço negativo de nitrogênio para pacientes onde:
  • <li>O trato alimentar n&#xE3;o pode ou n&#xE3;o deve ser usado;</li> <li>A absor&#xE7;&#xE3;o gastrointestinal de prote&#xED;na esta prejudicada, ou;</li> <li>Os requisitos metab&#xF3;licos para <a href="https://minutosaudavel.com.br/proteinas/" rel="noopener" target="_blank">prote&#xED;nas</a> est&#xE3;o substancialmente aumentados, como no caso de <a href="https://minutosaudavel.com.br/queimaduras/" rel="noopener" target="_blank">queimaduras</a> extensas.</li>

Como o&nbsp;Glicose Baxter funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>As solu&#xE7;&#xF5;es injet&#xE1;veis de glicose s&#xE3;o est&#xE9;reis e sem pirog&#xEA;nios e usadas no restabelecimento de fluido e suprimento cal&#xF3;rico. A glicose &#xE9; um nutriente facilmente metabolizado pelo organismo para fornecimento de energia, dispensando em alguns casos o uso de lip&#xED;dios e prote&#xED;nas como fontes de energia, evitando, assim, acidose e cetose resultantes de seus metabolismos. A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; &#xFA;til como fonte de &#xE1;gua e calorias e &#xE9; capaz de induzir diurese dependendo das condi&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas do paciente. As solu&#xE7;&#xF5;es de glicose em concentra&#xE7;&#xF5;es isot&#xF4;nicas (solu&#xE7;&#xE3;o parenteral de glicose 5%) s&#xE3;o adequadas para manuten&#xE7;&#xE3;o das necessidades de &#xE1;gua quando o s&#xF3;dio n&#xE3;o &#xE9; necess&#xE1;rio ou deve ser evitado.</p> <p>A glicose &#xE9; metabolizada atrav&#xE9;s do acido pir&#xFA;vico ou l&#xE1;tico em di&#xF3;xido de carbono e &#xE1;gua com libera&#xE7;&#xE3;o de energia. A glicose &#xE9; usada, distribu&#xED;da e estocada nos tecidos. Todas as c&#xE9;lulas do corpo s&#xE3;o capazes de oxidar a glicose, sendo a mesma a principal fonte de energia no metabolismo celular.</p> <p>Uma vez dentro da c&#xE9;lula, a glicose &#xE9; prontamente fosforilada, formando a glicose-6-fosfato, que logo se polimeriza em glicog&#xEA;nio, ou &#xE9; catabolizada. A glicose pode ainda ser convertida em gordura, atrav&#xE9;s da AcetilCoA. Requer, por isso, constante equil&#xED;brio entre as necessidades metab&#xF3;licas do organismo e a sua oferta.</p> <p>A glicose atinge o seu pico plasm&#xE1;tico 40 minutos ap&#xF3;s sua administra&#xE7;&#xE3;o em pacientes hiperglic&#xEA;micos (aumento da glicemia no sangue).</p> "}

Quais as contraindicações do Glicose - Baxter?

Este medicamento não deve ser usado em administrações juntamente com a infusão de sangue devido a possibilidade de coagulação.

A solução de glicose não deve ser usado nas seguintes situações:

Hiper-hidratação (aumento de água no corpo), hiperglicemia (aumento da glicemia no sangue), diabetes, acidose, desidratação hipotônica, hipocalemia (quantidade abaixo do normal de potássio no sangue) e hipersensibilidade ao produto.

O uso de solução de glicose hipertônica (concentração acima de 5% de glicose) é contra indicado em pacientes com hemorragia intracraniana ou intra-espinhal, delirium tremens em pacientes desidratados, síndrome de má absorção glicose-galactose e aos pacientes com hipersensibilidade a produtos derivados de milho.

As soluções de glicose não devem ser administradas em pacientes com insuficiência renal e após ataque isquêmico (infartos ou acidentes vasculares cerebrais).

Como usar o Glicose - Baxter?

A solução somente deve ter uso intravenoso e individualizado. Solução de uso único. Descartar qualquer porção não utilizada da solução.

A dosagem e a taxa de infusão devem ser determinadas por um medico e é dependente da idade, do peso, das condições clinicas e metabólicas do paciente, bem como da terapia concomitante e das determinações em laboratório. Em pacientes pediátricos, consultar o médico com experiência em terapia pediátrica de fluidos intravenosos.

Antes de serem administradas as soluções parenterais devem ser inspecionadas visualmente para se observar a presença de partículas, turvação na solução, fissuras e quaisquer violações na embalagem primaria. Não administrar a solução se a mesma não estiver límpida e os selos intactos.

A solução é acondicionada em bolsas plásticas flexíveis Viaflex em Sistema Fechado&nbsp;para administração intravenosa usando equipo estéril.

Atenção: não usar embalagens primárias em conexões em serie. Tal procedimento pode causar embolia gasosa devido ao ar residual aspirado da primeira embalagem antes que a administração de fluido da segunda embalagemseja completada.

A pressurização da bolsa contendo a solução para aumentar a taxa de fluxo pode resultar na embolia gasosa, se o ar residual no recipiente não estiver totalmente evacuado antes da administração.

A utilização de um equipo de administração intravenoso com entrada de ar, com a abertura na posição aberta, pode resultar em embolia gasosa. Os equipos de administração intravenosos com entrada de ar, com a abertura na posição aberta, não devemser utilizados com recipientes de plástico flexíveis.

A suplementação de eletrólitos pode ser indicada de acordo com as necessidades clínicas do paciente.

A utilização de um filtro em linha é recomendada durante a administração de todas as soluções parenterais sempre que possível.

A administração de soluções hiperosmolares podemcausar irritação venosa e flebite.

Não perfurar a embalagem, pois há comprometimento da esterilidade do produto e risco de contaminação.

Para a solução de glicose 10% e 50%

A osmolaridade de uma solução de infusão final misturada deve ser levada em conta quando a administração periférica é considerada. Deve ser considerado um aumento gradual da taxa de fluxo quando se inicia a administração de produtos contendo glicose.

Para a solução de glicose 50%

Como indicado em uma base individual, as vitaminas, os oligoelementos e outros componentes (incluindo aminoácidos e lipídios) podem ser adicionados ao regime parenteral para atender as necessidades de nutrientes e prevenir deficiências e complicações de desenvolvimento.

Diluir a solução de glicose antes da utilização a uma concentração que irá, quando administrada com um aminoácido (nitrogênio) fonte, resultar em uma caloria apropriada para uma proporção de nitrogênio e a uma osmolaridade de acordo coma via de administração.

Para reduzir o risco de hipoglicemia, após a interrupção, um decréscimo gradual na velocidade de fluxo, antes de parar a infusão deve ser considerado.

Para abrir

Segurar o invólucro protetor (sobrebolsa) com ambas as mãos, rasgando-o no sentido do picote, de cima para baixo, e retirar a bolsa contendo solução. Pequenas gotículas entre a bolsa e a sobrebolsa podem estar presentes e é característica do produto e processo produtivo. Alguma opacidade do plástico da bolsa pode ser observada devido ao processo de esterilização. Isto é normal e não afeta a qualidade ou segurança da solução. A opacidade irá diminuir gradualmente.

Verificar se existem vazamentos mínimos comprimindo a embalagem primária com firmeza.

Se for observado vazamento de solução descartar a bolsa, pois a sua esterilidade pode estar comprometida.

No preparo e administração das soluções parenterais, devem ser seguidas as recomendações da Comissão de Controle de Infecção em Serviços de Saúde quanto a desinfecção do ambiente e de superfícies, higienização das mãos, uso de EPIs e desinfecção de ampolas, frascos, pontos de adição dos medicamentos e conexões das linhas de infusão.

Nota: Manter a bolsa em seu invólucro protetor (sobrebolsa) até o momento do uso.

Após a abertura da sobrebolsa, a solução deve ser utilizada em:
  • <li>15 dias para bolsas de 50 mL e 100 mL.</li> <li>30 dias para bolsas de 250 mL, 500 mL e 1000 mL.</li>

Preparação para Administração

{"tag":"ol","value":" <li>Remover o protetor do tubo de sa&#xED;da da solu&#xE7;&#xE3;o no fundo da embalagem.</li> <li>Fazer a assepsia da embalagem prim&#xE1;ria utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Suspender a embalagem pela al&#xE7;a de sustenta&#xE7;&#xE3;o.</li> <li>Conectar o equipo de infus&#xE3;o da solu&#xE7;&#xE3;o. Consultar as instru&#xE7;&#xF5;es de uso do equipo.</li> <li>Administrar a solu&#xE7;&#xE3;o, por gotejamento cont&#xED;nuo, conforme prescri&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica.</li> "}

Se for necessária medicação suplementar, seguir as instruções descritas a seguir antes de preparar a bolsa para administração.

Para adição de medicamentos

Ao introduzir medicamentos aditivos, utilizar técnica asséptica.

Atenção: Verificar se há incompatibilidade entre o medicamento e a solução e, quando for o caso, se há incompatibilidade entre os medicamentos. Medicamentos incompatíveis com a solução de glicose não devem ser utilizados. Ao introduzir medicamentos aditivos, a bula do medicamento a ser adicionado e outras literaturas relevantes devem ser consultadas. Antes de adicionar um medicamento, verificar também se ele é solúvel e estável em água ao pH da solução de glicose.

Apenas as embalagens que possuem dois sítios, um sítio para o equipo e um sítio próprio para a administração de medicamentos, poderão permitir a adição de medicamentos nas soluções parenterais.

Para administração de medicamentos antes da administração da solução parenteral:
{"tag":"ol","value":" <li>Preparar a superf&#xED;cie do tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico fazendo sua assepsia utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Utilizando seringa com agulha calibre 19 a 22 ga, perfurar o tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico que fecha o tubo e injetar.</li> <li>Misturar completamente a solu&#xE7;&#xE3;o com o medicamento.</li> <li>Para medicamentos com alta densidade, como por exemplo, a solu&#xE7;&#xE3;o de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloreto-de-potassio/bula\" target=\"_blank\">cloreto de pot&#xE1;ssio</a>, pressionar o tubo de medica&#xE7;&#xE3;o enquanto o mesmo estiver na perpendicular e misturar completamente.</li> <li>P&#xF3;s liofilizados devem ser reconstitu&#xED;dos/suspendidos no diluente est&#xE9;ril e apirog&#xEA;nico adequado antes de ser adicionados a solu&#xE7;&#xE3;o parenteral.</li> "}

Para administração de medicamentos durante a administração da solução parenteral:
{"tag":"ol","value":" <li>Fechar a <a href=\"https://consultaremedios.com.br/maquiagem/acessorios/pinca/c\" target=\"_blank\">pin&#xE7;a</a> do equipo de infus&#xE3;o.</li> <li>Preparar a superf&#xED;cie do tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico fazendo sua assepsia utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Utilizando seringa com agulha calibre 19 a 22 ga, perfurar o tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico que fecha o tubo e injetar.</li> <li>Remover a bolsa do suporte e/ou colocar na posi&#xE7;&#xE3;o vertical com os tubos para cima.</li> <li>Esvaziar ambos os tubos apertando-os enquanto a bolsa estiver com os tubos para cima.</li> <li>Misturar completamente a solu&#xE7;&#xE3;o com medicamento.</li> <li>Retornar a bolsa a posi&#xE7;&#xE3;o de infus&#xE3;o e prosseguir a administra&#xE7;&#xE3;o.</li> "}

Após a adição do medicamento, verificar possível alteração de cor da solução e/ou presença de precipitados, complexos insolúveis ou cristais.

Nota: Não armazenar as soluções parenterais adicionadas de medicamentos.

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Posologia do&nbsp;Glicose Baxter

{"tag":"hr","value":" <p>O preparo e administra&#xE7;&#xE3;o da solu&#xE7;&#xE3;o parenteral deve obedecer a prescri&#xE7;&#xE3;o, precedida de criteriosa avalia&#xE7;&#xE3;o, pelo farmac&#xEA;utico, da compatibilidade f&#xED;sico-qu&#xED;mica e da intera&#xE7;&#xE3;o medicamentosa que possam ocorrer entre os seus componentes.</p> <p>A dose de glicose &#xE9; vari&#xE1;vel e dependente das necessidades do paciente. As concentra&#xE7;&#xF5;es de glicose no plasma devem ser monitoradas, a taxa m&#xE1;xima que pode ser infundida sem causar glicos&#xFA;ria (presen&#xE7;a de glicose na urina) e 0,5 g/kg de peso corporal/hora.</p> <p>No entanto, o ideal &#xE9; que a solu&#xE7;&#xE3;o de glicose intravenosa seja fornecida em uma taxa de aproximadamente a 7 mg/kg/minuto.</p> <p>O uso da solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; indicado para corre&#xE7;&#xE3;o de hipoglicemia (diminui&#xE7;&#xE3;o da glicemia no sangue) <a href=\"https://consultaremedios.com.br/infantil/c\" target=\"_blank\">infantil</a>, podendo ser utilizada emnutri&#xE7;&#xE3;o parenteral de crian&#xE7;as.</p> <p>A dose e a taxa de infus&#xE3;o intravenosa de glicose devem ser selecionadas com cuidado em pacientes pedi&#xE1;tricos, particularmente nos rec&#xE9;m-nascidos e nas crian&#xE7;as com baixo peso ao nascer porque aumenta o risco de hiperglicemia/hipoglicemia (aumento/diminui&#xE7;&#xE3;o da glicemia no sangue).</p> <p>A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose 5% pode ser administrada em pacientes diab&#xE9;ticos, mesmo em coma, por&#xE9;m, &#xE9; fundamental o controle adequado da cetose e, se necess&#xE1;rio, deve-se recorrer a administra&#xE7;&#xE3;o de insulina.</p> <p>A avalia&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica e as determina&#xE7;&#xF5;es laboratoriais peri&#xF3;dicas s&#xE3;o necess&#xE1;rias para monitorar mudan&#xE7;as em concentra&#xE7;&#xF5;es da glicose e do eletr&#xF3;lito do sangue, e o balan&#xE7;o do l&#xED;quido e de eletr&#xF3;litos durante a terapia parenteral prolongada ou sempre que a condi&#xE7;&#xE3;o do paciente permitir tal avalia&#xE7;&#xE3;o.</p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Glicose - Baxter?

Deve-se considerar para fins de administração, dados clínicos e laboratoriais, como níveis de glicose e glicose na urina. Outro aspecto refere-se a suspensão abrupta de tratamentos prolongados, condição em que se elevam os níveis de insulina circulante, podendo desencadear uma hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) momentânea pós-suspensão.

Deve-se ter cuidado também com a administração prolongada ou a infusão rápida de grandes volumes de soluções isosmóticas, devido a possível ocorrência de inchaço pulmonar, hipopotassemia (quantidade abaixo do normal de potássio no sangue), hiper-hidratação e intoxicação hídrica, ocasionados pelo aumento do volume do liquido extracelular.

A monitoração frequente de concentrações de glicose, de eletrólitos particularmente de potássio no plasma faz-se necessário antes, durante e após a administração da solução de glicose.

A solução de glicose não deve ser usada como diluente para o sangue, pois causa aglutinação dos eritrócitos e, provavelmente, hemólise (destruição dos glóbulos vermelhos do sangue). Da mesma maneira, as soluções de glicose sem eletrólitos não devem ser administradas ao mesmo tempo com a infusão de sangue devido da possibilidade de coagulação.

A monitoração frequente de concentrações de glicose no plasma é necessária quando a glicose intravenosa é administrada em pacientes crianças, particularmente nos recém-nascidos e nas crianças com baixo peso ao nascer devido ao risco aumentado de hiperglicemia/hipoglicemia (aumento/diminuição da glicemia no sangue).

A administração excessiva ou rápida da solução de glicose neste tipo de paciente pode causar aumento da osmolaridade do soro e umpossível sangramento intracerebral.

Agir com precaução no fornecimento de carboidratos na presença de acidose por lactato, e também nos pacientes com hipervolemia (quantidade de sangue superior à normal), insuficiência dos rins, obstrução do intervalo urinário ou descompensarão cardíaca eminente.

As soluções injetáveis de glicose devem ser usadas com cuidado em pacientes com Diabetes mellitus subclinica ou evidente, ou intolerância a carboidratos, bem como em lactentes de mães diabéticas.

A administração de soluções de glicose deve ser realizada com cautela em pacientes diabéticos, pois uma infusão rápida pode causar hiperglicemia (aumento de glicose no sangue), assim como em pacientes mal nutridos com deficiência de tiamina, intolerância a carboidratos, septicemia (presença de germes ou substâncias sépticas no sangue). A administração intravenosa da glicose aos pacientes com deficiência de tiamina e outras vitaminas do complexo B pode precipitar o desenvolvimento da encefalopatia de Wernicke.

As soluções de glicose não devem ser administradas em pacientes com insuficiência dos rins e após ataque isquêmico.

Reações de Hipersensibilidade

  • <li>Rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade/infus&#xE3;o, incluindo rea&#xE7;&#xF5;es anafil&#xE1;ticas/anafilact&#xF3;ides t&#xEA;m sido reportadas com solu&#xE7;&#xE3;o de glicose 5 e 10%.</li> <li>A infus&#xE3;o deve ser imediatamente interrompida se quaisquer sinais ou sintomas de uma rea&#xE7;&#xE3;o suspeita de hipersensibilidade se desenvolver. Medidas terap&#xEA;uticas adequadas devem ser institu&#xED;das conforme clinicamente indicadas.</li> <li>As solu&#xE7;&#xF5;es que cont&#xEA;m glicose devem ser usadas com cautela em pacientes com alergia conhecida a milho ou produtos derivados de milho.</li>

Diluição e outros efeitos emeletrólitos séricos

Dependendo do volume e taxa de infusão e, dependendo da condição clínica do paciente e sua capacidade de metabolizar a glicose, a administração intravenosa de glicose pode causar:

  • <li>Hiperosmolaridade (aumento da osmolaridade), diurese (produ&#xE7;&#xE3;o de urina pelo rim) e desidrata&#xE7;&#xE3;o osm&#xF3;tica.</li> <li>Hiposmolaridade (diminui&#xE7;&#xE3;o da osmolaridade).</li>
Distúrbios hidroeletrolíticos, como:
  • <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/hiponatremia/" rel="noopener" target="_blank">Hiponatremia</a> (diminui&#xE7;&#xE3;o de s&#xF3;dio no sangue).</li> <li>Hipocalemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de pot&#xE1;ssio no sangue).</li> <li>Hipofosfatemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de f&#xF3;sforo no sangue).</li> <li>Hipomagnesemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de magn&#xE9;sio no sangue).</li> <li>Hiper-hidrata&#xE7;&#xE3;o/hipervolemia e, por exemplo, estado congestivo, incluindo congest&#xE3;o pulmonar e incha&#xE7;o.</li>

Os efeitos acima não só resultam da administração de fluido livre de eletrólitos, mas também da administração de glicose.

Além destes:

Um aumento na concentração de glicose no soro é associado com um aumento da osmolaridade do soro.

Diurese osmótica associada com hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) pode causar ou contribuir para o desenvolvimento de desidratação e de perdas de eletrólitos.

A hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) também provoca um desvio intracelular de água, levando a uma diminuição das concentrações de sódio extracelular e hiponatremia (diminuição de sódio no sangue).

Uma vez que a glicose na solução de glicose é metabolizada, a infusão de solução de glicose corresponde ao aumento da carga de água livre do corpo, possivelmente levando à hiponatremia hiposmótica.

Hiponatremia hiposmótica pode levar a dores de cabeça, náuseas, convulsões, sonolência, coma, inchaço cerebral e morte. Encefalopatia hiponatrêmica sintomática aguda é considerada uma emergência médica.

O risco para o desenvolvimento de hiponatremia hiposmótica é aumentada, por exemplo:
  • <li>Em crian&#xE7;as.</li> <li>Em pacientes idosos.</li> <li>Em mulheres.</li> <li>P&#xF3;s-operat&#xF3;rio.</li> <li>Em pessoas com sede psicog&#xEA;nica.</li>
O risco de desenvolver encefalopatia como uma complicação de hiponatremia hiposmótica é aumentada, por exemplo:
  • <li>Em pacientes pedi&#xE1;tricos (&#x2264; 16 anos de idade).</li> <li>Em mulheres (em particular, as mulheres na pr&#xE9;-menopausa).</li> <li>Em pacientes com hipoxemia (diminui&#xE7;&#xE3;o da concentra&#xE7;&#xE3;o de oxig&#xEA;nio no sangue).</li> <li>Em pacientes com doen&#xE7;a do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/c" target="_blank">sistema nervoso central</a> subjacente.</li>

Avaliação clínica e determinações laboratoriais periódicas podem ser necessárias para monitorar as alterações no equilíbrio de fluidos, eletrólitos e equilíbrio ácido-base durante a terapia parenteral prolongada ou sempre que o estado do paciente ou a taxa de administração requeiram tal avaliação.

O cuidado especial é recomendado em pacientes com risco aumentado de distúrbios de água e eletrólitos que podem ser agravados por: aumento da carga de água livre, hiperglicemia ou administração de insulina eventualmente exigida.

Medidas preventivas e corretivas devem ser instituídas conforme clinicamente indicadas.

Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue)

  • <li>A administra&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de solu&#xE7;&#xF5;es de glicose pode produzir hiperglicemia substancial e uma s&#xED;ndrome hiperosmolar (aumento da osmolaridade).</li> <li>A fim de evitar a hiperglicemia, a taxa de perfus&#xE3;o n&#xE3;o deve exceder &#xE0; capacidade do paciente em metabolizar a glicose.</li> <li>Para reduzir o risco de complica&#xE7;&#xF5;es associadas &#xE0; hiperglicemia, a taxa de infus&#xE3;o deve ser ajustada e/ou insulina administrada, se os n&#xED;veis de glicose no sangue forem superiores aos n&#xED;veis considerados aceit&#xE1;veis para o paciente individualmente.</li>
A solução de glicose intravenosa deve ser administrada com precaução em pacientes com:
  • <li>Toler&#xE2;ncia &#xE0; glicose debilitada (tal como na diabetes<em> mellitu</em>s, disfun&#xE7;&#xE3;o renal, ou na presen&#xE7;a de sepsia, trauma, ou choque).</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/desnutricao/" rel="noopener" target="_blank">Desnutri&#xE7;&#xE3;o</a> grave (risco de precipitar uma s&#xED;ndrome de realimenta&#xE7;&#xE3;o).</li> <li>Defici&#xEA;ncia de tiamina, por exemplo, em pacientes com <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alcoolismo/c" target="_blank">alcoolismo</a> cr&#xF4;nico (risco de acidose l&#xE1;ctica grave devido &#xE0; metaboliza&#xE7;&#xE3;o oxidativa prejudicada de piruvato).</li> <li>Dist&#xFA;rbios de &#xE1;gua e eletr&#xF3;litos que podem ser agravados pelo aumento da glicose e/ou carga de &#xE1;gua livre.</li>
Outros grupos de pacientes em que a solução de glicose deve ser cuidadosa:
  • <li>Pacientes com <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/acidente-vascular-cerebral/c" target="_blank">acidente vascular cerebral</a> isqu&#xEA;mico. Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) tem comprometido no aumento da les&#xE3;o cerebral isqu&#xEA;mica e prejudica a recupera&#xE7;&#xE3;o ap&#xF3;s o acidente vascular cerebral isqu&#xEA;mico agudo.</li> <li>Pacientes com les&#xE3;o cerebral traum&#xE1;tica grave (em particular durante as primeiras 24 horas ap&#xF3;s o trauma).</li> <li>Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) precoce tem sido associada a maus resultados em pacientes com ftraumatismo cranioencef&#xE1;lico grave.</li> <li>Rec&#xE9;m-nascidos.</li>

Administração intravenosa prolongada de glicose e hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) associada pode resultar na diminuição da taxa de secreção de insulina estimulada pela glicose.

Síndrome de realimentação

Pacientes gravemente subnutridos podem resultar na síndrome de realimentação, que é caracterizada pelo deslocamento de potássio, fósforo e magnésio intracelularmente e o paciente torna se anabólico. A deficiência de tiamina e retenção de líquidos também podem se desenvolver. Monitoramento cuidadoso e aumento do consumo de nutrientes lentamente, evitando superalimentação, podem prevenir essas complicações.

Exclusivo Glicose 50%

Distúrbios hepáticos

Distúrbios hepatobiliares incluindo colestase, esteatose hepática, fibrose e cirrose, possivelmente levando à insuficiência hepática, bem como colecistite e colelitíase são conhecidos por se desenvolverem em alguns pacientes em nutrição parenteral. A etiologia desses distúrbios é provavelmente multifatorial e pode diferir entre pacientes. Os pacientes que desenvolvem parâmetros laboratoriais anormais ou outros sinais de distúrbios hepatobiliares devem ser avaliados no início por um médico experiente em doenças do fígado, a fim de identificar possíveis causadores e fatores contribuintes e possíveis intervenções terapêuticas e profiláticas.

Infecção do cateter e sepse

Infecção e sepse podem ocorrer como resultado do uso de cateteres intravenosos para administrar soluções parenterais, falta de manutenção de cateteres ou soluções contaminadas.

Imunossupressão e outros fatores, como a hiperglicemia, a desnutrição e/ou seu estado de doença subjacente podem predispor o paciente a complicações infecciosas.

Cuidados sintomáticos e monitoramento laboratorial de febre/calafrios, leucocitose, complicações técnicas como dispositivo de acesso e hiperglicemia podem ajudar a reconhecer infecções precoces.

A ocorrência de complicações sépticas pode ser diminuída com técnica asséptica na colocação do cateter, manutenção, bemcomo a técnica asséptica empreparação da solução nutricional.

Precipitados

Precipitados vasculares pulmonares têm sido relatados em pacientes recebendo nutrição parenteral. Em alguns casos, ocorreram resultados fatais. Adição excessiva de cálcio e de fosfato aumenta o risco da formação de precipitados de fosfato de cálcio.

Os precipitados foram relatados, mesmo na ausência de sal de fosfato na solução. Também tem sido relatada a precipitação distal para o filtro emlinha e suspeita de formação de precipitado na corrente sanguínea.

Em adição ao controle da solução, o equipo de infusão e o cateter devem também serem verificados periodicamente para precipitados.

Se ocorrerem sinais de desconforto pulmonar, a perfusão deve ser interrompida e avaliação médica iniciada.

Interações com medicamentos

Não são conhecidas interações medicamentosas ate o momento. Nenhum estudo foi conduzido pela Baxter Hospitalar Ltda.

Ambos os efeitos na glicose e efeitos no balanço de água e eletrólitos devem ser considerados quando a solução de glicose for utilizada em pacientes tratados com outras substâncias que afetam o controle da glicose no sangue, ou balanço de água e eletrólitos.

Para minimizar o risco de possíveis incompatibilidades da mistura das soluções de glicose com outras medicações que possam ser prescritas, deve ser verificada a presença de turbidez ou precipitação imediatamente após a mistura, antes e durante a administração. Em caso de dúvida, consulte um farmacêutico.

Atenção: Este medicamento contém açúcar (glicose), portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Glicose - Baxter?

As reações adversas podem ocorrer devido à solução ou a técnica de administração e incluem febre, infecção no ponto de injeção, trombose venosa ou flebite (Inflamação da parede interna de uma veia) irradiando-se a partir do ponto de injeção, extravasamento e hipervolemia. Se ocorrer reação adversa, suspender a infusão, avaliar o paciente, aplicar terapêutica corretiva apropriada e guardar o restante da solução para posterior investigação, se necessário.

Algumas destas reações podem ser devido aos produtos de degradação presentes após autoclavação. A infusão intravenosa pode conduzir ao desenvolvimento de distúrbios líquidos e eletrólitos incluindo a hipocalemia (diminuição de potássio no sangue), o hipomagnesemia (diminuição do magnésio no sangue), e a hipofosfatemia (diminuição do fosfato no sangue).

As reações Adversas listadas abaixo são baseadas em notificações pós-comercialização, listados por sistemas MedDRA (SOC), sempre que possível, por termo preferido e por ordem de gravidade.

Distúrbios do sistema imunológico

Reações de hipersensibilidade/infusão, incluindo anafiláticas/anafilactóides, incluindo reações com manifestações leves, como por exemplo, coceira e reações com manifestações graves, como por exemplo, broncoespasmo (contração do músculo dos brônquios), cianose (coloração azulada da pele e mucosas), angioedema (inchaço da derme) e hipotensão (pressão arterial abaixo dos valores normais); Pirexia (febre) e arrepios.

Distúrbios do metabolismo e nutrição

Hiperglicemia (aumento da glicemia no sangue).

Distúrbios cutâneos e tecido subcutâneo

Erupções cutâneas.

Distúrbios gerais e do local da administração

Reações no local de injeção, incluindo, flebite (Inflamação da parede interna de uma veia) e eritema (coloração avermelhada da pele).

Outras Reações Adversas

Outras reações adversas notificadas envolvendo solução de glicose injetável incluem:

Hiponatremia (diminuição de sódio no sangue), que pode ser sintomático.

Para solução de glicose 10% e 50%:

Tromboflebite (Estado em que a inflamação da parede da veia precede a formação de trombo) no local de infusão (associado comsoluções Hiperosmolares).

As reações adversas notificadas com a nutrição parenteral para o qual o componente glicose pode desempenhar um papel causal ou contributivo incluem:
  • <li>Insufici&#xEA;ncia do f&#xED;gado, cirrose e, fibrose do f&#xED;gado, colestase, esteatose do f&#xED;gado, bilirrubina sangu&#xED;nea, aumento das enzimas do f&#xED;gado, aumento da colecistite (inflama&#xE7;&#xE3;o aguda da ves&#xED;cula biliar), colelit&#xED;ase (forma&#xE7;&#xE3;o de c&#xE1;lculos no interior da ves&#xED;cula biliar).</li> <li>Precipitados vasculares nos pulm&#xF5;es.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe tambéma empresa do seu serviço de atendimento.

População Especial

Uso em crianças

Um estudo placebo-controlado realizado em mulheres saudáveis, que se encontravam em estagio final de gestação, verificou que a administração de 100g de glicose uma hora antes do fim da gestação, não provocou nenhum efeito adverso nos níveis ácido-base do feto. Os fetos com malformação foram excluídos. Entretanto,&nbsp;os autores advertiram que, em concentrações de glicose mais elevadas na mãe (como pode ser encontrado em grávidas diabéticas), mudanças consistentes na acidose metabólica fetal, podem ocorrer, e que o teste da tolerância da glicose pode também ser perigoso aos fetos com retardo do crescimento.

O cuidado deve ser exercitado no tratamento dos neonatos, especialmente os recém-nascidos precoces, cuja função dos rins pode estar imatura e cuja habilidade de excretar cargas do liquido e do soluto pode estar limitada.

A taxa e o volume de infusão dependem da idade, do peso, das condições clinicas e metabólicas do paciente, bem como da terapia concomitante e deve ser determinado por um médico com experiência em terapia pediátrica de fluidos intravenosos.

Problemas relacionados coma glicemia empacientes pediátricos

Recém-nascidos, especialmente aqueles que nasceram prematuros e com baixo peso, estão em maior risco de desenvolver hipo ou hiperglicemia (diminuição ou aumento da glicemia no sangue). É necessário um monitoramento cuidadoso durante o tratamento com soluções de glicose intravenosas para garantir o controle glicêmico adequado, para evitar possíveis efeitos adversos em longo prazo.

Hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) no recém-nascido pode causar:
  • <li>Convuls&#xF5;es prolongadas.</li> <li>Coma.</li> <li>Les&#xE3;o no c&#xE9;rebro.</li>
Hiperglicemia tem sido associada com:
  • <li>Les&#xE3;o cerebral, incluindo sangramento intraventricular.</li> <li>Infec&#xE7;&#xE3;o de bact&#xE9;rias e fungos de in&#xED;cio tardio.</li> <li>Retinopatia da prematuridade (doen&#xE7;a da retina).</li> <li>Enterocolite necrosante (Inflama&#xE7;&#xE3;o do intestino delgado e grosso).</li> <li>Aumento da necessidade de oxig&#xEA;nio.</li> <li>Tempo de interna&#xE7;&#xE3;o prolongado.</li> <li>Morte.</li>
Problemas relacionados coma hiponatremia (diminuição de sódio no sangue) empacientes pediátricos
  • <li>Crian&#xE7;as (incluindo rec&#xE9;m-nascidos e crian&#xE7;as mais velhas) est&#xE3;o em maior risco de desenvolver hiponatremia hiposm&#xF3;tica, bem como de desenvolver encefalopatia hiponatr&#xEA;mica.</li> <li>Hiponatremia hiposm&#xF3;tica pode levar a dores de cabe&#xE7;a, n&#xE1;useas, convuls&#xF5;es, sonol&#xEA;ncia, coma, incha&#xE7;o cerebral e morte, por conseguinte, encefalopatia hiponatremica com sintoma aguda &#xE9; considerada uma emerg&#xEA;ncia m&#xE9;dica.</li> <li>Concentra&#xE7;&#xF5;es de eletr&#xF3;litos do plasma devem ser cuidadosamente monitoradas para a popula&#xE7;&#xE3;o pedi&#xE1;trica (em crian&#xE7;as).</li> <li>Corre&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de hiponatremia hiposm&#xF3;tico &#xE9; potencialmente perigosa (risco de complica&#xE7;&#xF5;es neurol&#xF3;gicas graves). Dosagem, taxa e dura&#xE7;&#xE3;o da administra&#xE7;&#xE3;o devem ser determinadas por um m&#xE9;dico experiente terapia pedi&#xE1;trica de fluidos intravenosos.</li>

Uso em idosos

No geral, a seleção da dose para um paciente idoso devera ser mais criteriosa. Sabe-se que estas drogas são excretadas substancialmente pelos rins, e o risco de reações tóxicas das soluções de glicose pode ser maior nos pacientes com função renal comprometida. Os pacientes idosos são mais prováveis de ter distúrbios no coração, no fígado, nos rins entre outros e terapias com medicamentos ao mesmo tempo. Por isso, cuidado deve ser tomado na seleção do tipo, dose, taxa e volume de infusão. Pode ser útil monitorar a função dos rins.

Gravidez e Amamentação

As soluções de glicose são usadas geralmente como líquidos de hidratação e como veículos para outras drogas. Estudos da reprodução animal não foram conduzidos com injeções de glicose.

Também não há fundamentação cientifica conclusiva de que as injeções de glicose causem dano fetal quando administradas a uma mulher grávida ou afetem a capacidade de reprodução.

Portanto, as injeções de glicose devem ser dadas as gestantes somente se realmente necessário. O médico deve considerar cuidadosamente o risco e benefício potencial para cada paciente antes da administração.

Estudos verificaram que quando administrada durante o trabalho de parto, a carga de glicose da mãe pode conduzir no feto, a hiperglicemia (aumento da glicose no sangue), a hiperinsulinemia (aumento da insulina no sangue), e a acidose do feto, com hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) no recém-nascido subsequente e icterícia (pigmentação amarelada da pele e mucosas). Outros estudos não encontraram nenhuma evidencia de tal efeito, especialmente se o feto é bem oxigenado, e relataram que o número dos pacientes incluídos emtais relatórios foi frequentemente pequeno e os critérios de seleção não homogêneos.

Infusão intravenosa de glicose intraparto materno pode resultar na produção de insulina no feto, com um risco associado de aumento da glicose no sangue do feto e acidose metabólica, bem como a hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) de rebote no recém-nascido.

Categoria “C” de risco na gravidez.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Capacidade de operar e dirigir máquinas

Não há efeitos conhecidos na capacidade de dirigir automóveis ou operar máquinas pesadas.

Qual a composição do Glicose - Baxter?

Apresentações

Solução injetável.

Glicose monoidratada 5%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 100, 250, 500 ou 1000mL.

Glicose monoidratada 10%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 250 ou 500mL.

Glicose monoidratada 50%:

50mg/mL, caixa com 96 bolsas de sistema fechado com 50mL de solução de uso intravenoso (embalagem hospitalar)

Princípio ativo
:
Glicose
Classe Terapêutica
:
Soluções Carbohidratos <10%
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Dispensação Sob Prescrição Médica Restrito a Hospitais)
Categoria
:
Reidratantes
Especialidade
:
Endocrinologia

Bula do medicamento

Glicose - Baxter, para o que é indicado e para o que serve?

Este medicamento é usado como fonte de água, calorias e diurese osmótica. Este medicamento é usado em casos de desidratação, reposição de calorias, nas hipoglicemias (diminuição da glicemia no sangue) (diminuição de glicose no sangue) e como veículo para diluição de medicamentos compatíveis. A solução de glicose 5% é frequentemente a concentração empregada na redução de fluido, sendo usualmente administrada através de uma veia periférica. Já as soluções de glicose de concentrações mais elevadas, como a glicose 10%, por serem hiperosmóticas, são usadas geralmente como uma fonte de carboidratos. Desta maneira, a glicose é a fonte preferida de carboidratos em regimes parenterais de nutrição, sendo frequentemente usada também em soluções de re-hidratação para prevenção e/ou tratamento da desidratação (diminuição de água no corpo), ocasionada pela diarreia.

Exclusivo Glicose 10% e 50%

As soluções injetáveis de glicose, nas concentrações hipertônicas (concentração acima de 5% de glicose) são indicadas como componente calórico em um regime de nutrição parenteral.

Essas soluções, quando associadas a uma fonte apropriada de proteína (nitrogênio), são usadas na prevenção da perda de nitrogênio ou no tratamento de balanço negativo de nitrogênio para pacientes onde:
  • <li>O trato alimentar n&#xE3;o pode ou n&#xE3;o deve ser usado;</li> <li>A absor&#xE7;&#xE3;o gastrointestinal de prote&#xED;na esta prejudicada, ou;</li> <li>Os requisitos metab&#xF3;licos para <a href="https://minutosaudavel.com.br/proteinas/" rel="noopener" target="_blank">prote&#xED;nas</a> est&#xE3;o substancialmente aumentados, como no caso de <a href="https://minutosaudavel.com.br/queimaduras/" rel="noopener" target="_blank">queimaduras</a> extensas.</li>

Como o&nbsp;Glicose Baxter funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>As solu&#xE7;&#xF5;es injet&#xE1;veis de glicose s&#xE3;o est&#xE9;reis e sem pirog&#xEA;nios e usadas no restabelecimento de fluido e suprimento cal&#xF3;rico. A glicose &#xE9; um nutriente facilmente metabolizado pelo organismo para fornecimento de energia, dispensando em alguns casos o uso de lip&#xED;dios e prote&#xED;nas como fontes de energia, evitando, assim, acidose e cetose resultantes de seus metabolismos. A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; &#xFA;til como fonte de &#xE1;gua e calorias e &#xE9; capaz de induzir diurese dependendo das condi&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas do paciente. As solu&#xE7;&#xF5;es de glicose em concentra&#xE7;&#xF5;es isot&#xF4;nicas (solu&#xE7;&#xE3;o parenteral de glicose 5%) s&#xE3;o adequadas para manuten&#xE7;&#xE3;o das necessidades de &#xE1;gua quando o s&#xF3;dio n&#xE3;o &#xE9; necess&#xE1;rio ou deve ser evitado.</p> <p>A glicose &#xE9; metabolizada atrav&#xE9;s do acido pir&#xFA;vico ou l&#xE1;tico em di&#xF3;xido de carbono e &#xE1;gua com libera&#xE7;&#xE3;o de energia. A glicose &#xE9; usada, distribu&#xED;da e estocada nos tecidos. Todas as c&#xE9;lulas do corpo s&#xE3;o capazes de oxidar a glicose, sendo a mesma a principal fonte de energia no metabolismo celular.</p> <p>Uma vez dentro da c&#xE9;lula, a glicose &#xE9; prontamente fosforilada, formando a glicose-6-fosfato, que logo se polimeriza em glicog&#xEA;nio, ou &#xE9; catabolizada. A glicose pode ainda ser convertida em gordura, atrav&#xE9;s da AcetilCoA. Requer, por isso, constante equil&#xED;brio entre as necessidades metab&#xF3;licas do organismo e a sua oferta.</p> <p>A glicose atinge o seu pico plasm&#xE1;tico 40 minutos ap&#xF3;s sua administra&#xE7;&#xE3;o em pacientes hiperglic&#xEA;micos (aumento da glicemia no sangue).</p> "}

Quais as contraindicações do Glicose - Baxter?

Este medicamento não deve ser usado em administrações juntamente com a infusão de sangue devido a possibilidade de coagulação.

A solução de glicose não deve ser usado nas seguintes situações:

Hiper-hidratação (aumento de água no corpo), hiperglicemia (aumento da glicemia no sangue), diabetes, acidose, desidratação hipotônica, hipocalemia (quantidade abaixo do normal de potássio no sangue) e hipersensibilidade ao produto.

O uso de solução de glicose hipertônica (concentração acima de 5% de glicose) é contra indicado em pacientes com hemorragia intracraniana ou intra-espinhal, delirium tremens em pacientes desidratados, síndrome de má absorção glicose-galactose e aos pacientes com hipersensibilidade a produtos derivados de milho.

As soluções de glicose não devem ser administradas em pacientes com insuficiência renal e após ataque isquêmico (infartos ou acidentes vasculares cerebrais).

Como usar o Glicose - Baxter?

A solução somente deve ter uso intravenoso e individualizado. Solução de uso único. Descartar qualquer porção não utilizada da solução.

A dosagem e a taxa de infusão devem ser determinadas por um medico e é dependente da idade, do peso, das condições clinicas e metabólicas do paciente, bem como da terapia concomitante e das determinações em laboratório. Em pacientes pediátricos, consultar o médico com experiência em terapia pediátrica de fluidos intravenosos.

Antes de serem administradas as soluções parenterais devem ser inspecionadas visualmente para se observar a presença de partículas, turvação na solução, fissuras e quaisquer violações na embalagem primaria. Não administrar a solução se a mesma não estiver límpida e os selos intactos.

A solução é acondicionada em bolsas plásticas flexíveis Viaflex em Sistema Fechado&nbsp;para administração intravenosa usando equipo estéril.

Atenção: não usar embalagens primárias em conexões em serie. Tal procedimento pode causar embolia gasosa devido ao ar residual aspirado da primeira embalagem antes que a administração de fluido da segunda embalagemseja completada.

A pressurização da bolsa contendo a solução para aumentar a taxa de fluxo pode resultar na embolia gasosa, se o ar residual no recipiente não estiver totalmente evacuado antes da administração.

A utilização de um equipo de administração intravenoso com entrada de ar, com a abertura na posição aberta, pode resultar em embolia gasosa. Os equipos de administração intravenosos com entrada de ar, com a abertura na posição aberta, não devemser utilizados com recipientes de plástico flexíveis.

A suplementação de eletrólitos pode ser indicada de acordo com as necessidades clínicas do paciente.

A utilização de um filtro em linha é recomendada durante a administração de todas as soluções parenterais sempre que possível.

A administração de soluções hiperosmolares podemcausar irritação venosa e flebite.

Não perfurar a embalagem, pois há comprometimento da esterilidade do produto e risco de contaminação.

Para a solução de glicose 10% e 50%

A osmolaridade de uma solução de infusão final misturada deve ser levada em conta quando a administração periférica é considerada. Deve ser considerado um aumento gradual da taxa de fluxo quando se inicia a administração de produtos contendo glicose.

Para a solução de glicose 50%

Como indicado em uma base individual, as vitaminas, os oligoelementos e outros componentes (incluindo aminoácidos e lipídios) podem ser adicionados ao regime parenteral para atender as necessidades de nutrientes e prevenir deficiências e complicações de desenvolvimento.

Diluir a solução de glicose antes da utilização a uma concentração que irá, quando administrada com um aminoácido (nitrogênio) fonte, resultar em uma caloria apropriada para uma proporção de nitrogênio e a uma osmolaridade de acordo coma via de administração.

Para reduzir o risco de hipoglicemia, após a interrupção, um decréscimo gradual na velocidade de fluxo, antes de parar a infusão deve ser considerado.

Para abrir

Segurar o invólucro protetor (sobrebolsa) com ambas as mãos, rasgando-o no sentido do picote, de cima para baixo, e retirar a bolsa contendo solução. Pequenas gotículas entre a bolsa e a sobrebolsa podem estar presentes e é característica do produto e processo produtivo. Alguma opacidade do plástico da bolsa pode ser observada devido ao processo de esterilização. Isto é normal e não afeta a qualidade ou segurança da solução. A opacidade irá diminuir gradualmente.

Verificar se existem vazamentos mínimos comprimindo a embalagem primária com firmeza.

Se for observado vazamento de solução descartar a bolsa, pois a sua esterilidade pode estar comprometida.

No preparo e administração das soluções parenterais, devem ser seguidas as recomendações da Comissão de Controle de Infecção em Serviços de Saúde quanto a desinfecção do ambiente e de superfícies, higienização das mãos, uso de EPIs e desinfecção de ampolas, frascos, pontos de adição dos medicamentos e conexões das linhas de infusão.

Nota: Manter a bolsa em seu invólucro protetor (sobrebolsa) até o momento do uso.

Após a abertura da sobrebolsa, a solução deve ser utilizada em:
  • <li>15 dias para bolsas de 50 mL e 100 mL.</li> <li>30 dias para bolsas de 250 mL, 500 mL e 1000 mL.</li>

Preparação para Administração

{"tag":"ol","value":" <li>Remover o protetor do tubo de sa&#xED;da da solu&#xE7;&#xE3;o no fundo da embalagem.</li> <li>Fazer a assepsia da embalagem prim&#xE1;ria utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Suspender a embalagem pela al&#xE7;a de sustenta&#xE7;&#xE3;o.</li> <li>Conectar o equipo de infus&#xE3;o da solu&#xE7;&#xE3;o. Consultar as instru&#xE7;&#xF5;es de uso do equipo.</li> <li>Administrar a solu&#xE7;&#xE3;o, por gotejamento cont&#xED;nuo, conforme prescri&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica.</li> "}

Se for necessária medicação suplementar, seguir as instruções descritas a seguir antes de preparar a bolsa para administração.

Para adição de medicamentos

Ao introduzir medicamentos aditivos, utilizar técnica asséptica.

Atenção: Verificar se há incompatibilidade entre o medicamento e a solução e, quando for o caso, se há incompatibilidade entre os medicamentos. Medicamentos incompatíveis com a solução de glicose não devem ser utilizados. Ao introduzir medicamentos aditivos, a bula do medicamento a ser adicionado e outras literaturas relevantes devem ser consultadas. Antes de adicionar um medicamento, verificar também se ele é solúvel e estável em água ao pH da solução de glicose.

Apenas as embalagens que possuem dois sítios, um sítio para o equipo e um sítio próprio para a administração de medicamentos, poderão permitir a adição de medicamentos nas soluções parenterais.

Para administração de medicamentos antes da administração da solução parenteral:
{"tag":"ol","value":" <li>Preparar a superf&#xED;cie do tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico fazendo sua assepsia utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Utilizando seringa com agulha calibre 19 a 22 ga, perfurar o tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico que fecha o tubo e injetar.</li> <li>Misturar completamente a solu&#xE7;&#xE3;o com o medicamento.</li> <li>Para medicamentos com alta densidade, como por exemplo, a solu&#xE7;&#xE3;o de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloreto-de-potassio/bula\" target=\"_blank\">cloreto de pot&#xE1;ssio</a>, pressionar o tubo de medica&#xE7;&#xE3;o enquanto o mesmo estiver na perpendicular e misturar completamente.</li> <li>P&#xF3;s liofilizados devem ser reconstitu&#xED;dos/suspendidos no diluente est&#xE9;ril e apirog&#xEA;nico adequado antes de ser adicionados a solu&#xE7;&#xE3;o parenteral.</li> "}

Para administração de medicamentos durante a administração da solução parenteral:
{"tag":"ol","value":" <li>Fechar a <a href=\"https://consultaremedios.com.br/maquiagem/acessorios/pinca/c\" target=\"_blank\">pin&#xE7;a</a> do equipo de infus&#xE3;o.</li> <li>Preparar a superf&#xED;cie do tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico fazendo sua assepsia utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Utilizando seringa com agulha calibre 19 a 22 ga, perfurar o tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico que fecha o tubo e injetar.</li> <li>Remover a bolsa do suporte e/ou colocar na posi&#xE7;&#xE3;o vertical com os tubos para cima.</li> <li>Esvaziar ambos os tubos apertando-os enquanto a bolsa estiver com os tubos para cima.</li> <li>Misturar completamente a solu&#xE7;&#xE3;o com medicamento.</li> <li>Retornar a bolsa a posi&#xE7;&#xE3;o de infus&#xE3;o e prosseguir a administra&#xE7;&#xE3;o.</li> "}

Após a adição do medicamento, verificar possível alteração de cor da solução e/ou presença de precipitados, complexos insolúveis ou cristais.

Nota: Não armazenar as soluções parenterais adicionadas de medicamentos.

&nbsp;

Posologia do&nbsp;Glicose Baxter

{"tag":"hr","value":" <p>O preparo e administra&#xE7;&#xE3;o da solu&#xE7;&#xE3;o parenteral deve obedecer a prescri&#xE7;&#xE3;o, precedida de criteriosa avalia&#xE7;&#xE3;o, pelo farmac&#xEA;utico, da compatibilidade f&#xED;sico-qu&#xED;mica e da intera&#xE7;&#xE3;o medicamentosa que possam ocorrer entre os seus componentes.</p> <p>A dose de glicose &#xE9; vari&#xE1;vel e dependente das necessidades do paciente. As concentra&#xE7;&#xF5;es de glicose no plasma devem ser monitoradas, a taxa m&#xE1;xima que pode ser infundida sem causar glicos&#xFA;ria (presen&#xE7;a de glicose na urina) e 0,5 g/kg de peso corporal/hora.</p> <p>No entanto, o ideal &#xE9; que a solu&#xE7;&#xE3;o de glicose intravenosa seja fornecida em uma taxa de aproximadamente a 7 mg/kg/minuto.</p> <p>O uso da solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; indicado para corre&#xE7;&#xE3;o de hipoglicemia (diminui&#xE7;&#xE3;o da glicemia no sangue) <a href=\"https://consultaremedios.com.br/infantil/c\" target=\"_blank\">infantil</a>, podendo ser utilizada emnutri&#xE7;&#xE3;o parenteral de crian&#xE7;as.</p> <p>A dose e a taxa de infus&#xE3;o intravenosa de glicose devem ser selecionadas com cuidado em pacientes pedi&#xE1;tricos, particularmente nos rec&#xE9;m-nascidos e nas crian&#xE7;as com baixo peso ao nascer porque aumenta o risco de hiperglicemia/hipoglicemia (aumento/diminui&#xE7;&#xE3;o da glicemia no sangue).</p> <p>A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose 5% pode ser administrada em pacientes diab&#xE9;ticos, mesmo em coma, por&#xE9;m, &#xE9; fundamental o controle adequado da cetose e, se necess&#xE1;rio, deve-se recorrer a administra&#xE7;&#xE3;o de insulina.</p> <p>A avalia&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica e as determina&#xE7;&#xF5;es laboratoriais peri&#xF3;dicas s&#xE3;o necess&#xE1;rias para monitorar mudan&#xE7;as em concentra&#xE7;&#xF5;es da glicose e do eletr&#xF3;lito do sangue, e o balan&#xE7;o do l&#xED;quido e de eletr&#xF3;litos durante a terapia parenteral prolongada ou sempre que a condi&#xE7;&#xE3;o do paciente permitir tal avalia&#xE7;&#xE3;o.</p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Glicose - Baxter?

Deve-se considerar para fins de administração, dados clínicos e laboratoriais, como níveis de glicose e glicose na urina. Outro aspecto refere-se a suspensão abrupta de tratamentos prolongados, condição em que se elevam os níveis de insulina circulante, podendo desencadear uma hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) momentânea pós-suspensão.

Deve-se ter cuidado também com a administração prolongada ou a infusão rápida de grandes volumes de soluções isosmóticas, devido a possível ocorrência de inchaço pulmonar, hipopotassemia (quantidade abaixo do normal de potássio no sangue), hiper-hidratação e intoxicação hídrica, ocasionados pelo aumento do volume do liquido extracelular.

A monitoração frequente de concentrações de glicose, de eletrólitos particularmente de potássio no plasma faz-se necessário antes, durante e após a administração da solução de glicose.

A solução de glicose não deve ser usada como diluente para o sangue, pois causa aglutinação dos eritrócitos e, provavelmente, hemólise (destruição dos glóbulos vermelhos do sangue). Da mesma maneira, as soluções de glicose sem eletrólitos não devem ser administradas ao mesmo tempo com a infusão de sangue devido da possibilidade de coagulação.

A monitoração frequente de concentrações de glicose no plasma é necessária quando a glicose intravenosa é administrada em pacientes crianças, particularmente nos recém-nascidos e nas crianças com baixo peso ao nascer devido ao risco aumentado de hiperglicemia/hipoglicemia (aumento/diminuição da glicemia no sangue).

A administração excessiva ou rápida da solução de glicose neste tipo de paciente pode causar aumento da osmolaridade do soro e umpossível sangramento intracerebral.

Agir com precaução no fornecimento de carboidratos na presença de acidose por lactato, e também nos pacientes com hipervolemia (quantidade de sangue superior à normal), insuficiência dos rins, obstrução do intervalo urinário ou descompensarão cardíaca eminente.

As soluções injetáveis de glicose devem ser usadas com cuidado em pacientes com Diabetes mellitus subclinica ou evidente, ou intolerância a carboidratos, bem como em lactentes de mães diabéticas.

A administração de soluções de glicose deve ser realizada com cautela em pacientes diabéticos, pois uma infusão rápida pode causar hiperglicemia (aumento de glicose no sangue), assim como em pacientes mal nutridos com deficiência de tiamina, intolerância a carboidratos, septicemia (presença de germes ou substâncias sépticas no sangue). A administração intravenosa da glicose aos pacientes com deficiência de tiamina e outras vitaminas do complexo B pode precipitar o desenvolvimento da encefalopatia de Wernicke.

As soluções de glicose não devem ser administradas em pacientes com insuficiência dos rins e após ataque isquêmico.

Reações de Hipersensibilidade

  • <li>Rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade/infus&#xE3;o, incluindo rea&#xE7;&#xF5;es anafil&#xE1;ticas/anafilact&#xF3;ides t&#xEA;m sido reportadas com solu&#xE7;&#xE3;o de glicose 5 e 10%.</li> <li>A infus&#xE3;o deve ser imediatamente interrompida se quaisquer sinais ou sintomas de uma rea&#xE7;&#xE3;o suspeita de hipersensibilidade se desenvolver. Medidas terap&#xEA;uticas adequadas devem ser institu&#xED;das conforme clinicamente indicadas.</li> <li>As solu&#xE7;&#xF5;es que cont&#xEA;m glicose devem ser usadas com cautela em pacientes com alergia conhecida a milho ou produtos derivados de milho.</li>

Diluição e outros efeitos emeletrólitos séricos

Dependendo do volume e taxa de infusão e, dependendo da condição clínica do paciente e sua capacidade de metabolizar a glicose, a administração intravenosa de glicose pode causar:

  • <li>Hiperosmolaridade (aumento da osmolaridade), diurese (produ&#xE7;&#xE3;o de urina pelo rim) e desidrata&#xE7;&#xE3;o osm&#xF3;tica.</li> <li>Hiposmolaridade (diminui&#xE7;&#xE3;o da osmolaridade).</li>
Distúrbios hidroeletrolíticos, como:
  • <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/hiponatremia/" rel="noopener" target="_blank">Hiponatremia</a> (diminui&#xE7;&#xE3;o de s&#xF3;dio no sangue).</li> <li>Hipocalemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de pot&#xE1;ssio no sangue).</li> <li>Hipofosfatemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de f&#xF3;sforo no sangue).</li> <li>Hipomagnesemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de magn&#xE9;sio no sangue).</li> <li>Hiper-hidrata&#xE7;&#xE3;o/hipervolemia e, por exemplo, estado congestivo, incluindo congest&#xE3;o pulmonar e incha&#xE7;o.</li>

Os efeitos acima não só resultam da administração de fluido livre de eletrólitos, mas também da administração de glicose.

Além destes:

Um aumento na concentração de glicose no soro é associado com um aumento da osmolaridade do soro.

Diurese osmótica associada com hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) pode causar ou contribuir para o desenvolvimento de desidratação e de perdas de eletrólitos.

A hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) também provoca um desvio intracelular de água, levando a uma diminuição das concentrações de sódio extracelular e hiponatremia (diminuição de sódio no sangue).

Uma vez que a glicose na solução de glicose é metabolizada, a infusão de solução de glicose corresponde ao aumento da carga de água livre do corpo, possivelmente levando à hiponatremia hiposmótica.

Hiponatremia hiposmótica pode levar a dores de cabeça, náuseas, convulsões, sonolência, coma, inchaço cerebral e morte. Encefalopatia hiponatrêmica sintomática aguda é considerada uma emergência médica.

O risco para o desenvolvimento de hiponatremia hiposmótica é aumentada, por exemplo:
  • <li>Em crian&#xE7;as.</li> <li>Em pacientes idosos.</li> <li>Em mulheres.</li> <li>P&#xF3;s-operat&#xF3;rio.</li> <li>Em pessoas com sede psicog&#xEA;nica.</li>
O risco de desenvolver encefalopatia como uma complicação de hiponatremia hiposmótica é aumentada, por exemplo:
  • <li>Em pacientes pedi&#xE1;tricos (&#x2264; 16 anos de idade).</li> <li>Em mulheres (em particular, as mulheres na pr&#xE9;-menopausa).</li> <li>Em pacientes com hipoxemia (diminui&#xE7;&#xE3;o da concentra&#xE7;&#xE3;o de oxig&#xEA;nio no sangue).</li> <li>Em pacientes com doen&#xE7;a do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/c" target="_blank">sistema nervoso central</a> subjacente.</li>

Avaliação clínica e determinações laboratoriais periódicas podem ser necessárias para monitorar as alterações no equilíbrio de fluidos, eletrólitos e equilíbrio ácido-base durante a terapia parenteral prolongada ou sempre que o estado do paciente ou a taxa de administração requeiram tal avaliação.

O cuidado especial é recomendado em pacientes com risco aumentado de distúrbios de água e eletrólitos que podem ser agravados por: aumento da carga de água livre, hiperglicemia ou administração de insulina eventualmente exigida.

Medidas preventivas e corretivas devem ser instituídas conforme clinicamente indicadas.

Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue)

  • <li>A administra&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de solu&#xE7;&#xF5;es de glicose pode produzir hiperglicemia substancial e uma s&#xED;ndrome hiperosmolar (aumento da osmolaridade).</li> <li>A fim de evitar a hiperglicemia, a taxa de perfus&#xE3;o n&#xE3;o deve exceder &#xE0; capacidade do paciente em metabolizar a glicose.</li> <li>Para reduzir o risco de complica&#xE7;&#xF5;es associadas &#xE0; hiperglicemia, a taxa de infus&#xE3;o deve ser ajustada e/ou insulina administrada, se os n&#xED;veis de glicose no sangue forem superiores aos n&#xED;veis considerados aceit&#xE1;veis para o paciente individualmente.</li>
A solução de glicose intravenosa deve ser administrada com precaução em pacientes com:
  • <li>Toler&#xE2;ncia &#xE0; glicose debilitada (tal como na diabetes<em> mellitu</em>s, disfun&#xE7;&#xE3;o renal, ou na presen&#xE7;a de sepsia, trauma, ou choque).</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/desnutricao/" rel="noopener" target="_blank">Desnutri&#xE7;&#xE3;o</a> grave (risco de precipitar uma s&#xED;ndrome de realimenta&#xE7;&#xE3;o).</li> <li>Defici&#xEA;ncia de tiamina, por exemplo, em pacientes com <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alcoolismo/c" target="_blank">alcoolismo</a> cr&#xF4;nico (risco de acidose l&#xE1;ctica grave devido &#xE0; metaboliza&#xE7;&#xE3;o oxidativa prejudicada de piruvato).</li> <li>Dist&#xFA;rbios de &#xE1;gua e eletr&#xF3;litos que podem ser agravados pelo aumento da glicose e/ou carga de &#xE1;gua livre.</li>
Outros grupos de pacientes em que a solução de glicose deve ser cuidadosa:
  • <li>Pacientes com <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/acidente-vascular-cerebral/c" target="_blank">acidente vascular cerebral</a> isqu&#xEA;mico. Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) tem comprometido no aumento da les&#xE3;o cerebral isqu&#xEA;mica e prejudica a recupera&#xE7;&#xE3;o ap&#xF3;s o acidente vascular cerebral isqu&#xEA;mico agudo.</li> <li>Pacientes com les&#xE3;o cerebral traum&#xE1;tica grave (em particular durante as primeiras 24 horas ap&#xF3;s o trauma).</li> <li>Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) precoce tem sido associada a maus resultados em pacientes com ftraumatismo cranioencef&#xE1;lico grave.</li> <li>Rec&#xE9;m-nascidos.</li>

Administração intravenosa prolongada de glicose e hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) associada pode resultar na diminuição da taxa de secreção de insulina estimulada pela glicose.

Síndrome de realimentação

Pacientes gravemente subnutridos podem resultar na síndrome de realimentação, que é caracterizada pelo deslocamento de potássio, fósforo e magnésio intracelularmente e o paciente torna se anabólico. A deficiência de tiamina e retenção de líquidos também podem se desenvolver. Monitoramento cuidadoso e aumento do consumo de nutrientes lentamente, evitando superalimentação, podem prevenir essas complicações.

Exclusivo Glicose 50%

Distúrbios hepáticos

Distúrbios hepatobiliares incluindo colestase, esteatose hepática, fibrose e cirrose, possivelmente levando à insuficiência hepática, bem como colecistite e colelitíase são conhecidos por se desenvolverem em alguns pacientes em nutrição parenteral. A etiologia desses distúrbios é provavelmente multifatorial e pode diferir entre pacientes. Os pacientes que desenvolvem parâmetros laboratoriais anormais ou outros sinais de distúrbios hepatobiliares devem ser avaliados no início por um médico experiente em doenças do fígado, a fim de identificar possíveis causadores e fatores contribuintes e possíveis intervenções terapêuticas e profiláticas.

Infecção do cateter e sepse

Infecção e sepse podem ocorrer como resultado do uso de cateteres intravenosos para administrar soluções parenterais, falta de manutenção de cateteres ou soluções contaminadas.

Imunossupressão e outros fatores, como a hiperglicemia, a desnutrição e/ou seu estado de doença subjacente podem predispor o paciente a complicações infecciosas.

Cuidados sintomáticos e monitoramento laboratorial de febre/calafrios, leucocitose, complicações técnicas como dispositivo de acesso e hiperglicemia podem ajudar a reconhecer infecções precoces.

A ocorrência de complicações sépticas pode ser diminuída com técnica asséptica na colocação do cateter, manutenção, bemcomo a técnica asséptica empreparação da solução nutricional.

Precipitados

Precipitados vasculares pulmonares têm sido relatados em pacientes recebendo nutrição parenteral. Em alguns casos, ocorreram resultados fatais. Adição excessiva de cálcio e de fosfato aumenta o risco da formação de precipitados de fosfato de cálcio.

Os precipitados foram relatados, mesmo na ausência de sal de fosfato na solução. Também tem sido relatada a precipitação distal para o filtro emlinha e suspeita de formação de precipitado na corrente sanguínea.

Em adição ao controle da solução, o equipo de infusão e o cateter devem também serem verificados periodicamente para precipitados.

Se ocorrerem sinais de desconforto pulmonar, a perfusão deve ser interrompida e avaliação médica iniciada.

Interações com medicamentos

Não são conhecidas interações medicamentosas ate o momento. Nenhum estudo foi conduzido pela Baxter Hospitalar Ltda.

Ambos os efeitos na glicose e efeitos no balanço de água e eletrólitos devem ser considerados quando a solução de glicose for utilizada em pacientes tratados com outras substâncias que afetam o controle da glicose no sangue, ou balanço de água e eletrólitos.

Para minimizar o risco de possíveis incompatibilidades da mistura das soluções de glicose com outras medicações que possam ser prescritas, deve ser verificada a presença de turbidez ou precipitação imediatamente após a mistura, antes e durante a administração. Em caso de dúvida, consulte um farmacêutico.

Atenção: Este medicamento contém açúcar (glicose), portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Glicose - Baxter?

As reações adversas podem ocorrer devido à solução ou a técnica de administração e incluem febre, infecção no ponto de injeção, trombose venosa ou flebite (Inflamação da parede interna de uma veia) irradiando-se a partir do ponto de injeção, extravasamento e hipervolemia. Se ocorrer reação adversa, suspender a infusão, avaliar o paciente, aplicar terapêutica corretiva apropriada e guardar o restante da solução para posterior investigação, se necessário.

Algumas destas reações podem ser devido aos produtos de degradação presentes após autoclavação. A infusão intravenosa pode conduzir ao desenvolvimento de distúrbios líquidos e eletrólitos incluindo a hipocalemia (diminuição de potássio no sangue), o hipomagnesemia (diminuição do magnésio no sangue), e a hipofosfatemia (diminuição do fosfato no sangue).

As reações Adversas listadas abaixo são baseadas em notificações pós-comercialização, listados por sistemas MedDRA (SOC), sempre que possível, por termo preferido e por ordem de gravidade.

Distúrbios do sistema imunológico

Reações de hipersensibilidade/infusão, incluindo anafiláticas/anafilactóides, incluindo reações com manifestações leves, como por exemplo, coceira e reações com manifestações graves, como por exemplo, broncoespasmo (contração do músculo dos brônquios), cianose (coloração azulada da pele e mucosas), angioedema (inchaço da derme) e hipotensão (pressão arterial abaixo dos valores normais); Pirexia (febre) e arrepios.

Distúrbios do metabolismo e nutrição

Hiperglicemia (aumento da glicemia no sangue).

Distúrbios cutâneos e tecido subcutâneo

Erupções cutâneas.

Distúrbios gerais e do local da administração

Reações no local de injeção, incluindo, flebite (Inflamação da parede interna de uma veia) e eritema (coloração avermelhada da pele).

Outras Reações Adversas

Outras reações adversas notificadas envolvendo solução de glicose injetável incluem:

Hiponatremia (diminuição de sódio no sangue), que pode ser sintomático.

Para solução de glicose 10% e 50%:

Tromboflebite (Estado em que a inflamação da parede da veia precede a formação de trombo) no local de infusão (associado comsoluções Hiperosmolares).

As reações adversas notificadas com a nutrição parenteral para o qual o componente glicose pode desempenhar um papel causal ou contributivo incluem:
  • <li>Insufici&#xEA;ncia do f&#xED;gado, cirrose e, fibrose do f&#xED;gado, colestase, esteatose do f&#xED;gado, bilirrubina sangu&#xED;nea, aumento das enzimas do f&#xED;gado, aumento da colecistite (inflama&#xE7;&#xE3;o aguda da ves&#xED;cula biliar), colelit&#xED;ase (forma&#xE7;&#xE3;o de c&#xE1;lculos no interior da ves&#xED;cula biliar).</li> <li>Precipitados vasculares nos pulm&#xF5;es.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe tambéma empresa do seu serviço de atendimento.

População Especial

Uso em crianças

Um estudo placebo-controlado realizado em mulheres saudáveis, que se encontravam em estagio final de gestação, verificou que a administração de 100g de glicose uma hora antes do fim da gestação, não provocou nenhum efeito adverso nos níveis ácido-base do feto. Os fetos com malformação foram excluídos. Entretanto,&nbsp;os autores advertiram que, em concentrações de glicose mais elevadas na mãe (como pode ser encontrado em grávidas diabéticas), mudanças consistentes na acidose metabólica fetal, podem ocorrer, e que o teste da tolerância da glicose pode também ser perigoso aos fetos com retardo do crescimento.

O cuidado deve ser exercitado no tratamento dos neonatos, especialmente os recém-nascidos precoces, cuja função dos rins pode estar imatura e cuja habilidade de excretar cargas do liquido e do soluto pode estar limitada.

A taxa e o volume de infusão dependem da idade, do peso, das condições clinicas e metabólicas do paciente, bem como da terapia concomitante e deve ser determinado por um médico com experiência em terapia pediátrica de fluidos intravenosos.

Problemas relacionados coma glicemia empacientes pediátricos

Recém-nascidos, especialmente aqueles que nasceram prematuros e com baixo peso, estão em maior risco de desenvolver hipo ou hiperglicemia (diminuição ou aumento da glicemia no sangue). É necessário um monitoramento cuidadoso durante o tratamento com soluções de glicose intravenosas para garantir o controle glicêmico adequado, para evitar possíveis efeitos adversos em longo prazo.

Hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) no recém-nascido pode causar:
  • <li>Convuls&#xF5;es prolongadas.</li> <li>Coma.</li> <li>Les&#xE3;o no c&#xE9;rebro.</li>
Hiperglicemia tem sido associada com:
  • <li>Les&#xE3;o cerebral, incluindo sangramento intraventricular.</li> <li>Infec&#xE7;&#xE3;o de bact&#xE9;rias e fungos de in&#xED;cio tardio.</li> <li>Retinopatia da prematuridade (doen&#xE7;a da retina).</li> <li>Enterocolite necrosante (Inflama&#xE7;&#xE3;o do intestino delgado e grosso).</li> <li>Aumento da necessidade de oxig&#xEA;nio.</li> <li>Tempo de interna&#xE7;&#xE3;o prolongado.</li> <li>Morte.</li>
Problemas relacionados coma hiponatremia (diminuição de sódio no sangue) empacientes pediátricos
  • <li>Crian&#xE7;as (incluindo rec&#xE9;m-nascidos e crian&#xE7;as mais velhas) est&#xE3;o em maior risco de desenvolver hiponatremia hiposm&#xF3;tica, bem como de desenvolver encefalopatia hiponatr&#xEA;mica.</li> <li>Hiponatremia hiposm&#xF3;tica pode levar a dores de cabe&#xE7;a, n&#xE1;useas, convuls&#xF5;es, sonol&#xEA;ncia, coma, incha&#xE7;o cerebral e morte, por conseguinte, encefalopatia hiponatremica com sintoma aguda &#xE9; considerada uma emerg&#xEA;ncia m&#xE9;dica.</li> <li>Concentra&#xE7;&#xF5;es de eletr&#xF3;litos do plasma devem ser cuidadosamente monitoradas para a popula&#xE7;&#xE3;o pedi&#xE1;trica (em crian&#xE7;as).</li> <li>Corre&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de hiponatremia hiposm&#xF3;tico &#xE9; potencialmente perigosa (risco de complica&#xE7;&#xF5;es neurol&#xF3;gicas graves). Dosagem, taxa e dura&#xE7;&#xE3;o da administra&#xE7;&#xE3;o devem ser determinadas por um m&#xE9;dico experiente terapia pedi&#xE1;trica de fluidos intravenosos.</li>

Uso em idosos

No geral, a seleção da dose para um paciente idoso devera ser mais criteriosa. Sabe-se que estas drogas são excretadas substancialmente pelos rins, e o risco de reações tóxicas das soluções de glicose pode ser maior nos pacientes com função renal comprometida. Os pacientes idosos são mais prováveis de ter distúrbios no coração, no fígado, nos rins entre outros e terapias com medicamentos ao mesmo tempo. Por isso, cuidado deve ser tomado na seleção do tipo, dose, taxa e volume de infusão. Pode ser útil monitorar a função dos rins.

Gravidez e Amamentação

As soluções de glicose são usadas geralmente como líquidos de hidratação e como veículos para outras drogas. Estudos da reprodução animal não foram conduzidos com injeções de glicose.

Também não há fundamentação cientifica conclusiva de que as injeções de glicose causem dano fetal quando administradas a uma mulher grávida ou afetem a capacidade de reprodução.

Portanto, as injeções de glicose devem ser dadas as gestantes somente se realmente necessário. O médico deve considerar cuidadosamente o risco e benefício potencial para cada paciente antes da administração.

Estudos verificaram que quando administrada durante o trabalho de parto, a carga de glicose da mãe pode conduzir no feto, a hiperglicemia (aumento da glicose no sangue), a hiperinsulinemia (aumento da insulina no sangue), e a acidose do feto, com hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) no recém-nascido subsequente e icterícia (pigmentação amarelada da pele e mucosas). Outros estudos não encontraram nenhuma evidencia de tal efeito, especialmente se o feto é bem oxigenado, e relataram que o número dos pacientes incluídos emtais relatórios foi frequentemente pequeno e os critérios de seleção não homogêneos.

Infusão intravenosa de glicose intraparto materno pode resultar na produção de insulina no feto, com um risco associado de aumento da glicose no sangue do feto e acidose metabólica, bem como a hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) de rebote no recém-nascido.

Categoria “C” de risco na gravidez.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Capacidade de operar e dirigir máquinas

Não há efeitos conhecidos na capacidade de dirigir automóveis ou operar máquinas pesadas.

Qual a composição do Glicose - Baxter?

Apresentações

Solução injetável.

Glicose monoidratada 5%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 100, 250, 500 ou 1000mL.

Glicose monoidratada 10%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 250 ou 500mL.

Glicose monoidratada 50%:

50mg/mL, caixa com 50 bolsas de sistema fechado com 250mL de solução de uso intravenoso (embalagem hospitalar)

Princípio ativo
:
Glicose
Classe Terapêutica
:
Soluções Carbohidratos <10%
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Dispensação Sob Prescrição Médica Restrito a Hospitais)
Categoria
:
Reidratantes
Especialidade
:
Endocrinologia

Bula do medicamento

Glicose - Baxter, para o que é indicado e para o que serve?

Este medicamento é usado como fonte de água, calorias e diurese osmótica. Este medicamento é usado em casos de desidratação, reposição de calorias, nas hipoglicemias (diminuição da glicemia no sangue) (diminuição de glicose no sangue) e como veículo para diluição de medicamentos compatíveis. A solução de glicose 5% é frequentemente a concentração empregada na redução de fluido, sendo usualmente administrada através de uma veia periférica. Já as soluções de glicose de concentrações mais elevadas, como a glicose 10%, por serem hiperosmóticas, são usadas geralmente como uma fonte de carboidratos. Desta maneira, a glicose é a fonte preferida de carboidratos em regimes parenterais de nutrição, sendo frequentemente usada também em soluções de re-hidratação para prevenção e/ou tratamento da desidratação (diminuição de água no corpo), ocasionada pela diarreia.

Exclusivo Glicose 10% e 50%

As soluções injetáveis de glicose, nas concentrações hipertônicas (concentração acima de 5% de glicose) são indicadas como componente calórico em um regime de nutrição parenteral.

Essas soluções, quando associadas a uma fonte apropriada de proteína (nitrogênio), são usadas na prevenção da perda de nitrogênio ou no tratamento de balanço negativo de nitrogênio para pacientes onde:
  • <li>O trato alimentar n&#xE3;o pode ou n&#xE3;o deve ser usado;</li> <li>A absor&#xE7;&#xE3;o gastrointestinal de prote&#xED;na esta prejudicada, ou;</li> <li>Os requisitos metab&#xF3;licos para <a href="https://minutosaudavel.com.br/proteinas/" rel="noopener" target="_blank">prote&#xED;nas</a> est&#xE3;o substancialmente aumentados, como no caso de <a href="https://minutosaudavel.com.br/queimaduras/" rel="noopener" target="_blank">queimaduras</a> extensas.</li>

Como o&nbsp;Glicose Baxter funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>As solu&#xE7;&#xF5;es injet&#xE1;veis de glicose s&#xE3;o est&#xE9;reis e sem pirog&#xEA;nios e usadas no restabelecimento de fluido e suprimento cal&#xF3;rico. A glicose &#xE9; um nutriente facilmente metabolizado pelo organismo para fornecimento de energia, dispensando em alguns casos o uso de lip&#xED;dios e prote&#xED;nas como fontes de energia, evitando, assim, acidose e cetose resultantes de seus metabolismos. A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; &#xFA;til como fonte de &#xE1;gua e calorias e &#xE9; capaz de induzir diurese dependendo das condi&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas do paciente. As solu&#xE7;&#xF5;es de glicose em concentra&#xE7;&#xF5;es isot&#xF4;nicas (solu&#xE7;&#xE3;o parenteral de glicose 5%) s&#xE3;o adequadas para manuten&#xE7;&#xE3;o das necessidades de &#xE1;gua quando o s&#xF3;dio n&#xE3;o &#xE9; necess&#xE1;rio ou deve ser evitado.</p> <p>A glicose &#xE9; metabolizada atrav&#xE9;s do acido pir&#xFA;vico ou l&#xE1;tico em di&#xF3;xido de carbono e &#xE1;gua com libera&#xE7;&#xE3;o de energia. A glicose &#xE9; usada, distribu&#xED;da e estocada nos tecidos. Todas as c&#xE9;lulas do corpo s&#xE3;o capazes de oxidar a glicose, sendo a mesma a principal fonte de energia no metabolismo celular.</p> <p>Uma vez dentro da c&#xE9;lula, a glicose &#xE9; prontamente fosforilada, formando a glicose-6-fosfato, que logo se polimeriza em glicog&#xEA;nio, ou &#xE9; catabolizada. A glicose pode ainda ser convertida em gordura, atrav&#xE9;s da AcetilCoA. Requer, por isso, constante equil&#xED;brio entre as necessidades metab&#xF3;licas do organismo e a sua oferta.</p> <p>A glicose atinge o seu pico plasm&#xE1;tico 40 minutos ap&#xF3;s sua administra&#xE7;&#xE3;o em pacientes hiperglic&#xEA;micos (aumento da glicemia no sangue).</p> "}

Quais as contraindicações do Glicose - Baxter?

Este medicamento não deve ser usado em administrações juntamente com a infusão de sangue devido a possibilidade de coagulação.

A solução de glicose não deve ser usado nas seguintes situações:

Hiper-hidratação (aumento de água no corpo), hiperglicemia (aumento da glicemia no sangue), diabetes, acidose, desidratação hipotônica, hipocalemia (quantidade abaixo do normal de potássio no sangue) e hipersensibilidade ao produto.

O uso de solução de glicose hipertônica (concentração acima de 5% de glicose) é contra indicado em pacientes com hemorragia intracraniana ou intra-espinhal, delirium tremens em pacientes desidratados, síndrome de má absorção glicose-galactose e aos pacientes com hipersensibilidade a produtos derivados de milho.

As soluções de glicose não devem ser administradas em pacientes com insuficiência renal e após ataque isquêmico (infartos ou acidentes vasculares cerebrais).

Como usar o Glicose - Baxter?

A solução somente deve ter uso intravenoso e individualizado. Solução de uso único. Descartar qualquer porção não utilizada da solução.

A dosagem e a taxa de infusão devem ser determinadas por um medico e é dependente da idade, do peso, das condições clinicas e metabólicas do paciente, bem como da terapia concomitante e das determinações em laboratório. Em pacientes pediátricos, consultar o médico com experiência em terapia pediátrica de fluidos intravenosos.

Antes de serem administradas as soluções parenterais devem ser inspecionadas visualmente para se observar a presença de partículas, turvação na solução, fissuras e quaisquer violações na embalagem primaria. Não administrar a solução se a mesma não estiver límpida e os selos intactos.

A solução é acondicionada em bolsas plásticas flexíveis Viaflex em Sistema Fechado&nbsp;para administração intravenosa usando equipo estéril.

Atenção: não usar embalagens primárias em conexões em serie. Tal procedimento pode causar embolia gasosa devido ao ar residual aspirado da primeira embalagem antes que a administração de fluido da segunda embalagemseja completada.

A pressurização da bolsa contendo a solução para aumentar a taxa de fluxo pode resultar na embolia gasosa, se o ar residual no recipiente não estiver totalmente evacuado antes da administração.

A utilização de um equipo de administração intravenoso com entrada de ar, com a abertura na posição aberta, pode resultar em embolia gasosa. Os equipos de administração intravenosos com entrada de ar, com a abertura na posição aberta, não devemser utilizados com recipientes de plástico flexíveis.

A suplementação de eletrólitos pode ser indicada de acordo com as necessidades clínicas do paciente.

A utilização de um filtro em linha é recomendada durante a administração de todas as soluções parenterais sempre que possível.

A administração de soluções hiperosmolares podemcausar irritação venosa e flebite.

Não perfurar a embalagem, pois há comprometimento da esterilidade do produto e risco de contaminação.

Para a solução de glicose 10% e 50%

A osmolaridade de uma solução de infusão final misturada deve ser levada em conta quando a administração periférica é considerada. Deve ser considerado um aumento gradual da taxa de fluxo quando se inicia a administração de produtos contendo glicose.

Para a solução de glicose 50%

Como indicado em uma base individual, as vitaminas, os oligoelementos e outros componentes (incluindo aminoácidos e lipídios) podem ser adicionados ao regime parenteral para atender as necessidades de nutrientes e prevenir deficiências e complicações de desenvolvimento.

Diluir a solução de glicose antes da utilização a uma concentração que irá, quando administrada com um aminoácido (nitrogênio) fonte, resultar em uma caloria apropriada para uma proporção de nitrogênio e a uma osmolaridade de acordo coma via de administração.

Para reduzir o risco de hipoglicemia, após a interrupção, um decréscimo gradual na velocidade de fluxo, antes de parar a infusão deve ser considerado.

Para abrir

Segurar o invólucro protetor (sobrebolsa) com ambas as mãos, rasgando-o no sentido do picote, de cima para baixo, e retirar a bolsa contendo solução. Pequenas gotículas entre a bolsa e a sobrebolsa podem estar presentes e é característica do produto e processo produtivo. Alguma opacidade do plástico da bolsa pode ser observada devido ao processo de esterilização. Isto é normal e não afeta a qualidade ou segurança da solução. A opacidade irá diminuir gradualmente.

Verificar se existem vazamentos mínimos comprimindo a embalagem primária com firmeza.

Se for observado vazamento de solução descartar a bolsa, pois a sua esterilidade pode estar comprometida.

No preparo e administração das soluções parenterais, devem ser seguidas as recomendações da Comissão de Controle de Infecção em Serviços de Saúde quanto a desinfecção do ambiente e de superfícies, higienização das mãos, uso de EPIs e desinfecção de ampolas, frascos, pontos de adição dos medicamentos e conexões das linhas de infusão.

Nota: Manter a bolsa em seu invólucro protetor (sobrebolsa) até o momento do uso.

Após a abertura da sobrebolsa, a solução deve ser utilizada em:
  • <li>15 dias para bolsas de 50 mL e 100 mL.</li> <li>30 dias para bolsas de 250 mL, 500 mL e 1000 mL.</li>

Preparação para Administração

{"tag":"ol","value":" <li>Remover o protetor do tubo de sa&#xED;da da solu&#xE7;&#xE3;o no fundo da embalagem.</li> <li>Fazer a assepsia da embalagem prim&#xE1;ria utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Suspender a embalagem pela al&#xE7;a de sustenta&#xE7;&#xE3;o.</li> <li>Conectar o equipo de infus&#xE3;o da solu&#xE7;&#xE3;o. Consultar as instru&#xE7;&#xF5;es de uso do equipo.</li> <li>Administrar a solu&#xE7;&#xE3;o, por gotejamento cont&#xED;nuo, conforme prescri&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica.</li> "}

Se for necessária medicação suplementar, seguir as instruções descritas a seguir antes de preparar a bolsa para administração.

Para adição de medicamentos

Ao introduzir medicamentos aditivos, utilizar técnica asséptica.

Atenção: Verificar se há incompatibilidade entre o medicamento e a solução e, quando for o caso, se há incompatibilidade entre os medicamentos. Medicamentos incompatíveis com a solução de glicose não devem ser utilizados. Ao introduzir medicamentos aditivos, a bula do medicamento a ser adicionado e outras literaturas relevantes devem ser consultadas. Antes de adicionar um medicamento, verificar também se ele é solúvel e estável em água ao pH da solução de glicose.

Apenas as embalagens que possuem dois sítios, um sítio para o equipo e um sítio próprio para a administração de medicamentos, poderão permitir a adição de medicamentos nas soluções parenterais.

Para administração de medicamentos antes da administração da solução parenteral:
{"tag":"ol","value":" <li>Preparar a superf&#xED;cie do tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico fazendo sua assepsia utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Utilizando seringa com agulha calibre 19 a 22 ga, perfurar o tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico que fecha o tubo e injetar.</li> <li>Misturar completamente a solu&#xE7;&#xE3;o com o medicamento.</li> <li>Para medicamentos com alta densidade, como por exemplo, a solu&#xE7;&#xE3;o de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloreto-de-potassio/bula\" target=\"_blank\">cloreto de pot&#xE1;ssio</a>, pressionar o tubo de medica&#xE7;&#xE3;o enquanto o mesmo estiver na perpendicular e misturar completamente.</li> <li>P&#xF3;s liofilizados devem ser reconstitu&#xED;dos/suspendidos no diluente est&#xE9;ril e apirog&#xEA;nico adequado antes de ser adicionados a solu&#xE7;&#xE3;o parenteral.</li> "}

Para administração de medicamentos durante a administração da solução parenteral:
{"tag":"ol","value":" <li>Fechar a <a href=\"https://consultaremedios.com.br/maquiagem/acessorios/pinca/c\" target=\"_blank\">pin&#xE7;a</a> do equipo de infus&#xE3;o.</li> <li>Preparar a superf&#xED;cie do tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico fazendo sua assepsia utilizando &#xE1;lcool 70%.</li> <li>Utilizando seringa com agulha calibre 19 a 22 ga, perfurar o tubo de l&#xE1;tex sint&#xE9;tico que fecha o tubo e injetar.</li> <li>Remover a bolsa do suporte e/ou colocar na posi&#xE7;&#xE3;o vertical com os tubos para cima.</li> <li>Esvaziar ambos os tubos apertando-os enquanto a bolsa estiver com os tubos para cima.</li> <li>Misturar completamente a solu&#xE7;&#xE3;o com medicamento.</li> <li>Retornar a bolsa a posi&#xE7;&#xE3;o de infus&#xE3;o e prosseguir a administra&#xE7;&#xE3;o.</li> "}

Após a adição do medicamento, verificar possível alteração de cor da solução e/ou presença de precipitados, complexos insolúveis ou cristais.

Nota: Não armazenar as soluções parenterais adicionadas de medicamentos.

&nbsp;

Posologia do&nbsp;Glicose Baxter

{"tag":"hr","value":" <p>O preparo e administra&#xE7;&#xE3;o da solu&#xE7;&#xE3;o parenteral deve obedecer a prescri&#xE7;&#xE3;o, precedida de criteriosa avalia&#xE7;&#xE3;o, pelo farmac&#xEA;utico, da compatibilidade f&#xED;sico-qu&#xED;mica e da intera&#xE7;&#xE3;o medicamentosa que possam ocorrer entre os seus componentes.</p> <p>A dose de glicose &#xE9; vari&#xE1;vel e dependente das necessidades do paciente. As concentra&#xE7;&#xF5;es de glicose no plasma devem ser monitoradas, a taxa m&#xE1;xima que pode ser infundida sem causar glicos&#xFA;ria (presen&#xE7;a de glicose na urina) e 0,5 g/kg de peso corporal/hora.</p> <p>No entanto, o ideal &#xE9; que a solu&#xE7;&#xE3;o de glicose intravenosa seja fornecida em uma taxa de aproximadamente a 7 mg/kg/minuto.</p> <p>O uso da solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; indicado para corre&#xE7;&#xE3;o de hipoglicemia (diminui&#xE7;&#xE3;o da glicemia no sangue) <a href=\"https://consultaremedios.com.br/infantil/c\" target=\"_blank\">infantil</a>, podendo ser utilizada emnutri&#xE7;&#xE3;o parenteral de crian&#xE7;as.</p> <p>A dose e a taxa de infus&#xE3;o intravenosa de glicose devem ser selecionadas com cuidado em pacientes pedi&#xE1;tricos, particularmente nos rec&#xE9;m-nascidos e nas crian&#xE7;as com baixo peso ao nascer porque aumenta o risco de hiperglicemia/hipoglicemia (aumento/diminui&#xE7;&#xE3;o da glicemia no sangue).</p> <p>A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose 5% pode ser administrada em pacientes diab&#xE9;ticos, mesmo em coma, por&#xE9;m, &#xE9; fundamental o controle adequado da cetose e, se necess&#xE1;rio, deve-se recorrer a administra&#xE7;&#xE3;o de insulina.</p> <p>A avalia&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica e as determina&#xE7;&#xF5;es laboratoriais peri&#xF3;dicas s&#xE3;o necess&#xE1;rias para monitorar mudan&#xE7;as em concentra&#xE7;&#xF5;es da glicose e do eletr&#xF3;lito do sangue, e o balan&#xE7;o do l&#xED;quido e de eletr&#xF3;litos durante a terapia parenteral prolongada ou sempre que a condi&#xE7;&#xE3;o do paciente permitir tal avalia&#xE7;&#xE3;o.</p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Glicose - Baxter?

Deve-se considerar para fins de administração, dados clínicos e laboratoriais, como níveis de glicose e glicose na urina. Outro aspecto refere-se a suspensão abrupta de tratamentos prolongados, condição em que se elevam os níveis de insulina circulante, podendo desencadear uma hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) momentânea pós-suspensão.

Deve-se ter cuidado também com a administração prolongada ou a infusão rápida de grandes volumes de soluções isosmóticas, devido a possível ocorrência de inchaço pulmonar, hipopotassemia (quantidade abaixo do normal de potássio no sangue), hiper-hidratação e intoxicação hídrica, ocasionados pelo aumento do volume do liquido extracelular.

A monitoração frequente de concentrações de glicose, de eletrólitos particularmente de potássio no plasma faz-se necessário antes, durante e após a administração da solução de glicose.

A solução de glicose não deve ser usada como diluente para o sangue, pois causa aglutinação dos eritrócitos e, provavelmente, hemólise (destruição dos glóbulos vermelhos do sangue). Da mesma maneira, as soluções de glicose sem eletrólitos não devem ser administradas ao mesmo tempo com a infusão de sangue devido da possibilidade de coagulação.

A monitoração frequente de concentrações de glicose no plasma é necessária quando a glicose intravenosa é administrada em pacientes crianças, particularmente nos recém-nascidos e nas crianças com baixo peso ao nascer devido ao risco aumentado de hiperglicemia/hipoglicemia (aumento/diminuição da glicemia no sangue).

A administração excessiva ou rápida da solução de glicose neste tipo de paciente pode causar aumento da osmolaridade do soro e umpossível sangramento intracerebral.

Agir com precaução no fornecimento de carboidratos na presença de acidose por lactato, e também nos pacientes com hipervolemia (quantidade de sangue superior à normal), insuficiência dos rins, obstrução do intervalo urinário ou descompensarão cardíaca eminente.

As soluções injetáveis de glicose devem ser usadas com cuidado em pacientes com Diabetes mellitus subclinica ou evidente, ou intolerância a carboidratos, bem como em lactentes de mães diabéticas.

A administração de soluções de glicose deve ser realizada com cautela em pacientes diabéticos, pois uma infusão rápida pode causar hiperglicemia (aumento de glicose no sangue), assim como em pacientes mal nutridos com deficiência de tiamina, intolerância a carboidratos, septicemia (presença de germes ou substâncias sépticas no sangue). A administração intravenosa da glicose aos pacientes com deficiência de tiamina e outras vitaminas do complexo B pode precipitar o desenvolvimento da encefalopatia de Wernicke.

As soluções de glicose não devem ser administradas em pacientes com insuficiência dos rins e após ataque isquêmico.

Reações de Hipersensibilidade

  • <li>Rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade/infus&#xE3;o, incluindo rea&#xE7;&#xF5;es anafil&#xE1;ticas/anafilact&#xF3;ides t&#xEA;m sido reportadas com solu&#xE7;&#xE3;o de glicose 5 e 10%.</li> <li>A infus&#xE3;o deve ser imediatamente interrompida se quaisquer sinais ou sintomas de uma rea&#xE7;&#xE3;o suspeita de hipersensibilidade se desenvolver. Medidas terap&#xEA;uticas adequadas devem ser institu&#xED;das conforme clinicamente indicadas.</li> <li>As solu&#xE7;&#xF5;es que cont&#xEA;m glicose devem ser usadas com cautela em pacientes com alergia conhecida a milho ou produtos derivados de milho.</li>

Diluição e outros efeitos emeletrólitos séricos

Dependendo do volume e taxa de infusão e, dependendo da condição clínica do paciente e sua capacidade de metabolizar a glicose, a administração intravenosa de glicose pode causar:

  • <li>Hiperosmolaridade (aumento da osmolaridade), diurese (produ&#xE7;&#xE3;o de urina pelo rim) e desidrata&#xE7;&#xE3;o osm&#xF3;tica.</li> <li>Hiposmolaridade (diminui&#xE7;&#xE3;o da osmolaridade).</li>
Distúrbios hidroeletrolíticos, como:
  • <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/hiponatremia/" rel="noopener" target="_blank">Hiponatremia</a> (diminui&#xE7;&#xE3;o de s&#xF3;dio no sangue).</li> <li>Hipocalemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de pot&#xE1;ssio no sangue).</li> <li>Hipofosfatemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de f&#xF3;sforo no sangue).</li> <li>Hipomagnesemia (diminui&#xE7;&#xE3;o de magn&#xE9;sio no sangue).</li> <li>Hiper-hidrata&#xE7;&#xE3;o/hipervolemia e, por exemplo, estado congestivo, incluindo congest&#xE3;o pulmonar e incha&#xE7;o.</li>

Os efeitos acima não só resultam da administração de fluido livre de eletrólitos, mas também da administração de glicose.

Além destes:

Um aumento na concentração de glicose no soro é associado com um aumento da osmolaridade do soro.

Diurese osmótica associada com hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) pode causar ou contribuir para o desenvolvimento de desidratação e de perdas de eletrólitos.

A hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) também provoca um desvio intracelular de água, levando a uma diminuição das concentrações de sódio extracelular e hiponatremia (diminuição de sódio no sangue).

Uma vez que a glicose na solução de glicose é metabolizada, a infusão de solução de glicose corresponde ao aumento da carga de água livre do corpo, possivelmente levando à hiponatremia hiposmótica.

Hiponatremia hiposmótica pode levar a dores de cabeça, náuseas, convulsões, sonolência, coma, inchaço cerebral e morte. Encefalopatia hiponatrêmica sintomática aguda é considerada uma emergência médica.

O risco para o desenvolvimento de hiponatremia hiposmótica é aumentada, por exemplo:
  • <li>Em crian&#xE7;as.</li> <li>Em pacientes idosos.</li> <li>Em mulheres.</li> <li>P&#xF3;s-operat&#xF3;rio.</li> <li>Em pessoas com sede psicog&#xEA;nica.</li>
O risco de desenvolver encefalopatia como uma complicação de hiponatremia hiposmótica é aumentada, por exemplo:
  • <li>Em pacientes pedi&#xE1;tricos (&#x2264; 16 anos de idade).</li> <li>Em mulheres (em particular, as mulheres na pr&#xE9;-menopausa).</li> <li>Em pacientes com hipoxemia (diminui&#xE7;&#xE3;o da concentra&#xE7;&#xE3;o de oxig&#xEA;nio no sangue).</li> <li>Em pacientes com doen&#xE7;a do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/c" target="_blank">sistema nervoso central</a> subjacente.</li>

Avaliação clínica e determinações laboratoriais periódicas podem ser necessárias para monitorar as alterações no equilíbrio de fluidos, eletrólitos e equilíbrio ácido-base durante a terapia parenteral prolongada ou sempre que o estado do paciente ou a taxa de administração requeiram tal avaliação.

O cuidado especial é recomendado em pacientes com risco aumentado de distúrbios de água e eletrólitos que podem ser agravados por: aumento da carga de água livre, hiperglicemia ou administração de insulina eventualmente exigida.

Medidas preventivas e corretivas devem ser instituídas conforme clinicamente indicadas.

Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue)

  • <li>A administra&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de solu&#xE7;&#xF5;es de glicose pode produzir hiperglicemia substancial e uma s&#xED;ndrome hiperosmolar (aumento da osmolaridade).</li> <li>A fim de evitar a hiperglicemia, a taxa de perfus&#xE3;o n&#xE3;o deve exceder &#xE0; capacidade do paciente em metabolizar a glicose.</li> <li>Para reduzir o risco de complica&#xE7;&#xF5;es associadas &#xE0; hiperglicemia, a taxa de infus&#xE3;o deve ser ajustada e/ou insulina administrada, se os n&#xED;veis de glicose no sangue forem superiores aos n&#xED;veis considerados aceit&#xE1;veis para o paciente individualmente.</li>
A solução de glicose intravenosa deve ser administrada com precaução em pacientes com:
  • <li>Toler&#xE2;ncia &#xE0; glicose debilitada (tal como na diabetes<em> mellitu</em>s, disfun&#xE7;&#xE3;o renal, ou na presen&#xE7;a de sepsia, trauma, ou choque).</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/desnutricao/" rel="noopener" target="_blank">Desnutri&#xE7;&#xE3;o</a> grave (risco de precipitar uma s&#xED;ndrome de realimenta&#xE7;&#xE3;o).</li> <li>Defici&#xEA;ncia de tiamina, por exemplo, em pacientes com <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alcoolismo/c" target="_blank">alcoolismo</a> cr&#xF4;nico (risco de acidose l&#xE1;ctica grave devido &#xE0; metaboliza&#xE7;&#xE3;o oxidativa prejudicada de piruvato).</li> <li>Dist&#xFA;rbios de &#xE1;gua e eletr&#xF3;litos que podem ser agravados pelo aumento da glicose e/ou carga de &#xE1;gua livre.</li>
Outros grupos de pacientes em que a solução de glicose deve ser cuidadosa:
  • <li>Pacientes com <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/acidente-vascular-cerebral/c" target="_blank">acidente vascular cerebral</a> isqu&#xEA;mico. Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) tem comprometido no aumento da les&#xE3;o cerebral isqu&#xEA;mica e prejudica a recupera&#xE7;&#xE3;o ap&#xF3;s o acidente vascular cerebral isqu&#xEA;mico agudo.</li> <li>Pacientes com les&#xE3;o cerebral traum&#xE1;tica grave (em particular durante as primeiras 24 horas ap&#xF3;s o trauma).</li> <li>Hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) precoce tem sido associada a maus resultados em pacientes com ftraumatismo cranioencef&#xE1;lico grave.</li> <li>Rec&#xE9;m-nascidos.</li>

Administração intravenosa prolongada de glicose e hiperglicemia (aumento de glicemia no sangue) associada pode resultar na diminuição da taxa de secreção de insulina estimulada pela glicose.

Síndrome de realimentação

Pacientes gravemente subnutridos podem resultar na síndrome de realimentação, que é caracterizada pelo deslocamento de potássio, fósforo e magnésio intracelularmente e o paciente torna se anabólico. A deficiência de tiamina e retenção de líquidos também podem se desenvolver. Monitoramento cuidadoso e aumento do consumo de nutrientes lentamente, evitando superalimentação, podem prevenir essas complicações.

Exclusivo Glicose 50%

Distúrbios hepáticos

Distúrbios hepatobiliares incluindo colestase, esteatose hepática, fibrose e cirrose, possivelmente levando à insuficiência hepática, bem como colecistite e colelitíase são conhecidos por se desenvolverem em alguns pacientes em nutrição parenteral. A etiologia desses distúrbios é provavelmente multifatorial e pode diferir entre pacientes. Os pacientes que desenvolvem parâmetros laboratoriais anormais ou outros sinais de distúrbios hepatobiliares devem ser avaliados no início por um médico experiente em doenças do fígado, a fim de identificar possíveis causadores e fatores contribuintes e possíveis intervenções terapêuticas e profiláticas.

Infecção do cateter e sepse

Infecção e sepse podem ocorrer como resultado do uso de cateteres intravenosos para administrar soluções parenterais, falta de manutenção de cateteres ou soluções contaminadas.

Imunossupressão e outros fatores, como a hiperglicemia, a desnutrição e/ou seu estado de doença subjacente podem predispor o paciente a complicações infecciosas.

Cuidados sintomáticos e monitoramento laboratorial de febre/calafrios, leucocitose, complicações técnicas como dispositivo de acesso e hiperglicemia podem ajudar a reconhecer infecções precoces.

A ocorrência de complicações sépticas pode ser diminuída com técnica asséptica na colocação do cateter, manutenção, bemcomo a técnica asséptica empreparação da solução nutricional.

Precipitados

Precipitados vasculares pulmonares têm sido relatados em pacientes recebendo nutrição parenteral. Em alguns casos, ocorreram resultados fatais. Adição excessiva de cálcio e de fosfato aumenta o risco da formação de precipitados de fosfato de cálcio.

Os precipitados foram relatados, mesmo na ausência de sal de fosfato na solução. Também tem sido relatada a precipitação distal para o filtro emlinha e suspeita de formação de precipitado na corrente sanguínea.

Em adição ao controle da solução, o equipo de infusão e o cateter devem também serem verificados periodicamente para precipitados.

Se ocorrerem sinais de desconforto pulmonar, a perfusão deve ser interrompida e avaliação médica iniciada.

Interações com medicamentos

Não são conhecidas interações medicamentosas ate o momento. Nenhum estudo foi conduzido pela Baxter Hospitalar Ltda.

Ambos os efeitos na glicose e efeitos no balanço de água e eletrólitos devem ser considerados quando a solução de glicose for utilizada em pacientes tratados com outras substâncias que afetam o controle da glicose no sangue, ou balanço de água e eletrólitos.

Para minimizar o risco de possíveis incompatibilidades da mistura das soluções de glicose com outras medicações que possam ser prescritas, deve ser verificada a presença de turbidez ou precipitação imediatamente após a mistura, antes e durante a administração. Em caso de dúvida, consulte um farmacêutico.

Atenção: Este medicamento contém açúcar (glicose), portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Glicose - Baxter?

As reações adversas podem ocorrer devido à solução ou a técnica de administração e incluem febre, infecção no ponto de injeção, trombose venosa ou flebite (Inflamação da parede interna de uma veia) irradiando-se a partir do ponto de injeção, extravasamento e hipervolemia. Se ocorrer reação adversa, suspender a infusão, avaliar o paciente, aplicar terapêutica corretiva apropriada e guardar o restante da solução para posterior investigação, se necessário.

Algumas destas reações podem ser devido aos produtos de degradação presentes após autoclavação. A infusão intravenosa pode conduzir ao desenvolvimento de distúrbios líquidos e eletrólitos incluindo a hipocalemia (diminuição de potássio no sangue), o hipomagnesemia (diminuição do magnésio no sangue), e a hipofosfatemia (diminuição do fosfato no sangue).

As reações Adversas listadas abaixo são baseadas em notificações pós-comercialização, listados por sistemas MedDRA (SOC), sempre que possível, por termo preferido e por ordem de gravidade.

Distúrbios do sistema imunológico

Reações de hipersensibilidade/infusão, incluindo anafiláticas/anafilactóides, incluindo reações com manifestações leves, como por exemplo, coceira e reações com manifestações graves, como por exemplo, broncoespasmo (contração do músculo dos brônquios), cianose (coloração azulada da pele e mucosas), angioedema (inchaço da derme) e hipotensão (pressão arterial abaixo dos valores normais); Pirexia (febre) e arrepios.

Distúrbios do metabolismo e nutrição

Hiperglicemia (aumento da glicemia no sangue).

Distúrbios cutâneos e tecido subcutâneo

Erupções cutâneas.

Distúrbios gerais e do local da administração

Reações no local de injeção, incluindo, flebite (Inflamação da parede interna de uma veia) e eritema (coloração avermelhada da pele).

Outras Reações Adversas

Outras reações adversas notificadas envolvendo solução de glicose injetável incluem:

Hiponatremia (diminuição de sódio no sangue), que pode ser sintomático.

Para solução de glicose 10% e 50%:

Tromboflebite (Estado em que a inflamação da parede da veia precede a formação de trombo) no local de infusão (associado comsoluções Hiperosmolares).

As reações adversas notificadas com a nutrição parenteral para o qual o componente glicose pode desempenhar um papel causal ou contributivo incluem:
  • <li>Insufici&#xEA;ncia do f&#xED;gado, cirrose e, fibrose do f&#xED;gado, colestase, esteatose do f&#xED;gado, bilirrubina sangu&#xED;nea, aumento das enzimas do f&#xED;gado, aumento da colecistite (inflama&#xE7;&#xE3;o aguda da ves&#xED;cula biliar), colelit&#xED;ase (forma&#xE7;&#xE3;o de c&#xE1;lculos no interior da ves&#xED;cula biliar).</li> <li>Precipitados vasculares nos pulm&#xF5;es.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe tambéma empresa do seu serviço de atendimento.

População Especial

Uso em crianças

Um estudo placebo-controlado realizado em mulheres saudáveis, que se encontravam em estagio final de gestação, verificou que a administração de 100g de glicose uma hora antes do fim da gestação, não provocou nenhum efeito adverso nos níveis ácido-base do feto. Os fetos com malformação foram excluídos. Entretanto,&nbsp;os autores advertiram que, em concentrações de glicose mais elevadas na mãe (como pode ser encontrado em grávidas diabéticas), mudanças consistentes na acidose metabólica fetal, podem ocorrer, e que o teste da tolerância da glicose pode também ser perigoso aos fetos com retardo do crescimento.

O cuidado deve ser exercitado no tratamento dos neonatos, especialmente os recém-nascidos precoces, cuja função dos rins pode estar imatura e cuja habilidade de excretar cargas do liquido e do soluto pode estar limitada.

A taxa e o volume de infusão dependem da idade, do peso, das condições clinicas e metabólicas do paciente, bem como da terapia concomitante e deve ser determinado por um médico com experiência em terapia pediátrica de fluidos intravenosos.

Problemas relacionados coma glicemia empacientes pediátricos

Recém-nascidos, especialmente aqueles que nasceram prematuros e com baixo peso, estão em maior risco de desenvolver hipo ou hiperglicemia (diminuição ou aumento da glicemia no sangue). É necessário um monitoramento cuidadoso durante o tratamento com soluções de glicose intravenosas para garantir o controle glicêmico adequado, para evitar possíveis efeitos adversos em longo prazo.

Hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) no recém-nascido pode causar:
  • <li>Convuls&#xF5;es prolongadas.</li> <li>Coma.</li> <li>Les&#xE3;o no c&#xE9;rebro.</li>
Hiperglicemia tem sido associada com:
  • <li>Les&#xE3;o cerebral, incluindo sangramento intraventricular.</li> <li>Infec&#xE7;&#xE3;o de bact&#xE9;rias e fungos de in&#xED;cio tardio.</li> <li>Retinopatia da prematuridade (doen&#xE7;a da retina).</li> <li>Enterocolite necrosante (Inflama&#xE7;&#xE3;o do intestino delgado e grosso).</li> <li>Aumento da necessidade de oxig&#xEA;nio.</li> <li>Tempo de interna&#xE7;&#xE3;o prolongado.</li> <li>Morte.</li>
Problemas relacionados coma hiponatremia (diminuição de sódio no sangue) empacientes pediátricos
  • <li>Crian&#xE7;as (incluindo rec&#xE9;m-nascidos e crian&#xE7;as mais velhas) est&#xE3;o em maior risco de desenvolver hiponatremia hiposm&#xF3;tica, bem como de desenvolver encefalopatia hiponatr&#xEA;mica.</li> <li>Hiponatremia hiposm&#xF3;tica pode levar a dores de cabe&#xE7;a, n&#xE1;useas, convuls&#xF5;es, sonol&#xEA;ncia, coma, incha&#xE7;o cerebral e morte, por conseguinte, encefalopatia hiponatremica com sintoma aguda &#xE9; considerada uma emerg&#xEA;ncia m&#xE9;dica.</li> <li>Concentra&#xE7;&#xF5;es de eletr&#xF3;litos do plasma devem ser cuidadosamente monitoradas para a popula&#xE7;&#xE3;o pedi&#xE1;trica (em crian&#xE7;as).</li> <li>Corre&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de hiponatremia hiposm&#xF3;tico &#xE9; potencialmente perigosa (risco de complica&#xE7;&#xF5;es neurol&#xF3;gicas graves). Dosagem, taxa e dura&#xE7;&#xE3;o da administra&#xE7;&#xE3;o devem ser determinadas por um m&#xE9;dico experiente terapia pedi&#xE1;trica de fluidos intravenosos.</li>

Uso em idosos

No geral, a seleção da dose para um paciente idoso devera ser mais criteriosa. Sabe-se que estas drogas são excretadas substancialmente pelos rins, e o risco de reações tóxicas das soluções de glicose pode ser maior nos pacientes com função renal comprometida. Os pacientes idosos são mais prováveis de ter distúrbios no coração, no fígado, nos rins entre outros e terapias com medicamentos ao mesmo tempo. Por isso, cuidado deve ser tomado na seleção do tipo, dose, taxa e volume de infusão. Pode ser útil monitorar a função dos rins.

Gravidez e Amamentação

As soluções de glicose são usadas geralmente como líquidos de hidratação e como veículos para outras drogas. Estudos da reprodução animal não foram conduzidos com injeções de glicose.

Também não há fundamentação cientifica conclusiva de que as injeções de glicose causem dano fetal quando administradas a uma mulher grávida ou afetem a capacidade de reprodução.

Portanto, as injeções de glicose devem ser dadas as gestantes somente se realmente necessário. O médico deve considerar cuidadosamente o risco e benefício potencial para cada paciente antes da administração.

Estudos verificaram que quando administrada durante o trabalho de parto, a carga de glicose da mãe pode conduzir no feto, a hiperglicemia (aumento da glicose no sangue), a hiperinsulinemia (aumento da insulina no sangue), e a acidose do feto, com hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) no recém-nascido subsequente e icterícia (pigmentação amarelada da pele e mucosas). Outros estudos não encontraram nenhuma evidencia de tal efeito, especialmente se o feto é bem oxigenado, e relataram que o número dos pacientes incluídos emtais relatórios foi frequentemente pequeno e os critérios de seleção não homogêneos.

Infusão intravenosa de glicose intraparto materno pode resultar na produção de insulina no feto, com um risco associado de aumento da glicose no sangue do feto e acidose metabólica, bem como a hipoglicemia (diminuição da glicemia no sangue) de rebote no recém-nascido.

Categoria “C” de risco na gravidez.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Capacidade de operar e dirigir máquinas

Não há efeitos conhecidos na capacidade de dirigir automóveis ou operar máquinas pesadas.

Qual a composição do Glicose - Baxter?

Apresentações

Solução injetável.

Glicose monoidratada 5%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 100, 250, 500 ou 1000mL.

Glicose monoidratada 10%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 250 ou 500mL.

Glicose monoidratada 50%:

Bolsa plástica flexível Viaflex incolor contendo 1000mL.

Via intravenosa.

Uso adulto e pediátrico.

Composição

Cada 100 mL de solução de glicose 5% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">4,5g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/produtos-hospitalares/agua-para-injetaveis-diluentes/c\" target=\"_blank\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis</a> q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 5,0g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

170 Kcal/L.

Osmolaridade:

252mOsm/L.

pH:

3,5 – 6,5.

Cada 100 mL de solução de glicose 10% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">9g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 10,0g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

340 Kcal/L.

Osmolaridade:

505mOsm/L.

pH:

3,5 – 6,5.

Cada 100 mL de solução de glicose 50% contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">Glicose anidra</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">45g*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:570px\"> <p style=\"text-align:center\">&#xC1;gua para injet&#xE1;veis q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:528px\"> <p style=\"text-align:center\">100mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 50g de glicose monoidratada.

Conteúdo calórico:

1710 Kcal/L.

Osmolaridade:

2520mOsm/L.

pH:

3,5 – 6,5.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Glicose - Baxter maior do que a recomendada?

A infusão de grandes volumes da solução de glicose pode causar hiperglicemia (aumento da glicose no sangue), efeitos adversos no balanço da água e eletrólitos e complicações correspondentes.

Por exemplo, hiperglicemia (aumento da glicose no sangue) e hiponatremia (diminuição de sódio no sangue) severas e suas complicações, podem ser fatal. A infusão muito rápida de glicose pode ocasionar distúrbios neurológicos como depressão e coma, devidos aos fenômenos de hiperosmolaridade, principalmente em portadores de doenças no néfron crônicas. Nestes casos, instalar uma terapia de apoio, conforme as necessidades.

Intervenções incluem descontinuação da administração da solução, redução da dose, administração de insulina e outras medidas conforme indicadas para a condição clínica específica.

A superdosagem clinicamente significativa de solução de glicose pode ser uma emergência médica.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagemou bula do medicamento, se possível.

Emcaso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Glicose - Baxter com outros remédios?

Não são conhecidas interações medicamentosas até o momento.

Para minimizar o risco de possíveis incompatibilidades da mistura das soluções de glicose com outras medicações que possam ser prescritas, deve ser verificada a presença de turbidez ou precipitação imediatamente após a mistura, antes e durante a administração.

Em caso de dúvida, consulte um farmacêutico.

Qual a ação da substância do Glicose - Baxter (Glicose)?

Características Farmacológicas

{"tag":"hr","value":" <p>As solu&#xE7;&#xF5;es injet&#xE1;veis de glicose s&#xE3;o est&#xE9;reis e apirog&#xEA;nicas e usadas no restabelecimento de fluido e suprimento cal&#xF3;rico.</p> <p>A glicose &#xE9; um nutriente facilmente metabolizado pelo organismo para fornecimento de energia, dispensando em alguns casos o uso de lip&#xED;dios e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> como fontes de energia, evitando, assim, acidose e cetose resultantes de seus metabolismos. A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; &#xFA;til como fonte de &#xE1;gua e calorias e &#xE9; capaz de induzir diurese dependendo das condi&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas do paciente. As solu&#xE7;&#xF5;es de glicose em concentra&#xE7;&#xF5;es isot&#xF4;nicas (solu&#xE7;&#xE3;o parenteral de glicose 5%) s&#xE3;o adequadas para manuten&#xE7;&#xE3;o das necessidades de &#xE1;gua quando o s&#xF3;dio n&#xE3;o &#xE9; necess&#xE1;rio ou deve ser evitado.</p> <p>A glicose &#xE9; metabolizada atrav&#xE9;s do &#xE1;cido pir&#xFA;vico ou l&#xE1;tico em di&#xF3;xido de carbono e &#xE1;gua com libera&#xE7;&#xE3;o de energia. A glicose &#xE9; usada, distribu&#xED;da e estocada nos tecidos. Todas as c&#xE9;lulas do corpo s&#xE3;o capazes de oxidar a glicose, sendo a mesma a principal fonte de energia no metabolismo celular. Uma vez dentro da c&#xE9;lula, a glicose &#xE9; prontamente fosforilada, formando a glicose -6-fosfato, que logo se polimeriza em glicog&#xEA;nio, ou &#xE9; catabolizada. A glicose pode ainda ser convertida em gordura, atrav&#xE9;s da Acetil-CoA. Requer, por isso, constante equil&#xED;brio entre as necessidades metab&#xF3;licas do organismo e a sua oferta.</p> <p>A glicose atinge o seu pico plasm&#xE1;tico 40 minutos ap&#xF3;s sua administra&#xE7;&#xE3;o em pacientes hipoglic&#xEA;micos.</p> "}

Como devo armazenar o Glicose - Baxter?

A exposição de produtos farmacêuticos ao calor deve ser evitada. Conservar em temperatura ambiente (15°C - 30°C).

Não armazenar as soluções parenterais adicionadas de medicamentos.

O prazo de validade deste produto é de:

Glicose 5% e 10%

18 meses após a data de fabricação para Glicose 5% em bolsas plásticas flexíveis Viaflex de 100mL, 250mL, 500mL e 1000mL e para Glicose 10% em bolsas plásticas flexíveis Viaflex de 500mL.

24 meses após a data de fabricação para Glicose 10% em bolsas plásticas flexíveis Viaflex de 250mL.

Glicose 50%

O prazo de validade deste produto é de 12 meses após a data de fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento como prazo de validade vencido. Guarde-o emsua embalagem original.

Características físicas

A solução de glicose é límpida, estéril e apirogênica.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres Legais do Glicose - Baxter

Reg.MS. Nº 1.0683.0070

Farm. Resp.:
Luiz Gustavo Tancsik
CRF/SP N° 67.982

Registrado por:
Baxter Hospitalar Ltda.
Rua Henri Dunant, 1.383- Torre B, 12º andar
Conj. 1201 e 1204
São Paulo – SP – Brasil.
CNPJ: 49.351.786/0001-80




Fabricado e embalado por:
Baxter Hospitalar Ltda.
Avenida Engenheiro Eusébio Stevaux, 2555
São Paulo - SP - Brasil.
CNPJ 49.351.786/0002-61
Indústria Brasileira.




Uso restrito a hospitais.

Venda sob prescrição médica.

100mg/mL, caixa com 50 bolsas de sistema fechado com 250mL de solução de uso intravenoso (embalagem hospitalar)

Princípio ativo
:
Glicose
Classe Terapêutica
:
Soluções Carbohidratos <10%
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Dispensação Sob Prescrição Médica Restrito a Hospitais)
Categoria
:
Reidratantes
Especialidade
:
Endocrinologia

Bula do medicamento

Glicose - Baxter, para o que é indicado e para o que serve?

Este medicamento é usado como fonte de água, calorias e diurese osmótica. Este medicamento é usado em casos de desidratação, reposição de calorias, nas hipoglicemias (diminuição da glicemia no sangue) (diminuição de glicose no sangue) e como veículo para diluição de medicamentos compatíveis. A solução de glicose 5% é frequentemente a concentração empregada na redução de fluido, sendo usualmente administrada através de uma veia periférica. Já as soluções de glicose de concentrações mais elevadas, como a glicose 10%, por serem hiperosmóticas, são usadas geralmente como uma fonte de carboidratos. Desta maneira, a glicose é a fonte preferida de carboidratos em regimes parenterais de nutrição, sendo frequentemente usada também em soluções de re-hidratação para prevenção e/ou tratamento da desidratação (diminuição de água no corpo), ocasionada pela diarreia.

Exclusivo Glicose 10% e 50%

As soluções injetáveis de glicose, nas concentrações hipertônicas (concentração acima de 5% de glicose) são indicadas como componente calórico em um regime de nutrição parenteral.

Essas soluções, quando associadas a uma fonte apropriada de proteína (nitrogênio), são usadas na prevenção da perda de nitrogênio ou no tratamento de balanço negativo de nitrogênio para pacientes onde:
  • <li>O trato alimentar n&#xE3;o pode ou n&#xE3;o deve ser usado;</li> <li>A absor&#xE7;&#xE3;o gastrointestinal de prote&#xED;na esta prejudicada, ou;</li> <li>Os requisitos metab&#xF3;licos para <a href="https://minutosaudavel.com.br/proteinas/" rel="noopener" target="_blank">prote&#xED;nas</a> est&#xE3;o substancialmente aumentados, como no caso de <a href="https://minutosaudavel.com.br/queimaduras/" rel="noopener" target="_blank">queimaduras</a> extensas.</li>

Como o&nbsp;Glicose Baxter funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>As solu&#xE7;&#xF5;es injet&#xE1;veis de glicose s&#xE3;o est&#xE9;reis e sem pirog&#xEA;nios e usadas no restabelecimento de fluido e suprimento cal&#xF3;rico. A glicose &#xE9; um nutriente facilmente metabolizado pelo organismo para fornecimento de energia, dispensando em alguns casos o uso de lip&#xED;dios e prote&#xED;nas como fontes de energia, evitando, assim, acidose e cetose resultantes de seus metabolismos. A solu&#xE7;&#xE3;o de glicose &#xE9; &#xFA;til como fonte de &#xE1;gua e calorias e &#xE9; capaz de induzir diurese dependendo das condi&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas do paciente. As solu&#xE7;&#xF5;es de glicose em concentra&#xE7;&#xF5;es isot&#xF4;nicas (solu&#xE7;&#xE3;o parenteral de glicose 5%) s&#xE3;o adequadas para manuten&#xE7;&#xE3;o das necessidades de &#xE1;gua quando o s&#xF3;dio n&#xE3;o &#xE9; necess&#xE1;rio ou deve ser evitado.</p> <p>A glicose &#xE9; metabolizada atrav&#xE9;s do acido pir&#xFA;vico ou l&#xE1;tico em di&#xF3;xido de carbono e &#xE1;gua com libera&#xE7;&#xE3;o de energia. A glicose &#xE9; usada, distribu&#xED;da e estocada nos tecidos. Todas as c&#xE9;lulas do corpo s&#xE3;o capazes de oxidar a glicose, sendo a mesma a principal fonte de energia no metabolismo celular.</p> <p>Uma vez dentro da c&#xE9;lula, a glicose &#xE9; prontamente fosforilada, formando a glicose-6-fosfato, que logo se polimeriza em glicog&#xEA;nio, ou &#xE9; catabolizada. A glicose pode ainda ser convertida em gordura, atrav&#xE9;s da AcetilCoA. Requer, por isso, constante equil&#xED;brio entre as necessidades metab&#xF3;licas do organismo e a sua oferta.</p> <p>A glicose atinge o seu pico plasm&#xE1;tico 40 minutos ap&#xF3;s sua administra&#xE7;&#xE3;o em pacientes hiperglic&#xEA;micos (aumento da glicemia no sangue).</p> "}

Quais as contraindicações do Glicose - Baxter?

Este medicamento não deve ser usado em administrações juntamente com a infusão de sangue devido a possibilidade de coagulação.

A solução de glicose não deve ser usado nas seguintes situações:

Hiper-hidratação (aumento de água no corpo), hiperglicemia (aumento da glicemia no sangue), diabetes, acidose, desidratação hipotônica, hipocalemia (quantidade abaixo do normal de potássio no sangue) e hipersensibilidade ao produto.

O uso de solução de glicose hipertônica (concentração acima de 5% de glicose) é contra indicado em pacientes com hemorragia intracraniana ou intra-espinhal, delirium tremens em pacientes desidratados, síndrome de má absorção glicose-galactose e aos pacientes com hipersensibilidade a produtos derivados de milho.

As soluções de glicose não devem ser administradas em pacientes com insuficiência renal e após ataque isquêmico (infartos ou acidentes vasculares cerebrais).

Como usar o Glicose - Baxter?

A solução somente deve ter uso intravenoso e individualizado. Solução de uso único. Descartar qualquer porção não utilizada da solução.

A dosagem e a taxa de infusão devem ser determinadas por um medico e é dependente da idade, do peso, das condições clinicas e metabólicas do paciente, bem como da terapia concomitante e das determinações em laboratório. Em pacientes pediátricos, consultar o médico com experiência em terapia pediátrica de fluidos intravenosos.

Antes de serem administradas as soluções parenterais devem ser inspecionadas visualmente para se observar a presença de partículas, turvação na solução, fissuras e quaisquer violações na embalagem primaria. Não administrar a solução se a mesma não estiver límpida e os selos intactos.

A solução é acondicionada em bolsas plásticas flexíveis Viaflex em Sistema Fechado&nbsp;para administração intravenosa usando equipo estéril.

Atenção: não usar embalagens primárias em conexões em serie. Tal procedimento pode causar embolia gasosa devido ao ar residual aspirado da primeira embalagem antes que a administração de fluido da segunda embalagemseja completada.

A pressurização da bolsa contendo a solução para aumentar a taxa de fluxo pode resultar na embolia gasosa, se o ar residual no recipiente não estiver totalmente evacuado antes da administração.

A utilização de um equipo de administração intravenoso com entrada de ar, com a abertura na posição aberta, pode resultar em embolia gasosa. Os equipos de administração intravenosos com entrada de ar, com a abertura na posição aberta, não devemser utilizados com recipientes de plástico flexíveis.

A suplementação de eletrólitos pode ser indicada de acordo com as necessidades clínicas do paciente.

A utilização de um filtro em linha é recomendada durante a administração de todas as soluções parenterais sempre que possível.

A administração de soluções hiperosmolares podemcausar irritação venosa e flebite.

Não perfurar a embalagem, pois há comprometimento da esterilidade do produto e risco de contaminação.

Para a solução de glicose 10% e 50%

A osmolaridade de uma solução de infusão final misturada deve ser levada em conta quando a administração periférica é considerada. Deve ser considerado um aumento gradual da taxa de fluxo quando se inicia a administração de produtos contendo glicose.

Para a solução de glicose 50%

Como indicado em uma base individual, as vitaminas, os oligoelementos e outros componentes (incluindo aminoácidos e lipídios) podem ser adicionados ao regime parenteral para atender as necessidades de nutrientes e prevenir deficiências e complicações de desenvolvimento.

Diluir a solução de glicose antes da utilização a uma concentração que irá, quando administrada com um aminoácido (nitrogênio) fonte, resultar em uma caloria apropriada para uma proporção de nitrogênio e a uma osmolaridade de acordo coma via de administração.

Para reduzir o risco de hipoglicemia, após a interrupção, um decréscimo gradual na velocidade de fluxo, antes de parar a infusão deve ser considerado.

Para abrir

Segurar o invólucro protetor (sobrebolsa) com ambas as mãos, rasgando-o no sentido do picote, de cima para baixo, e retirar a bolsa contendo solução. Pequenas gotículas entre a bolsa e a sobrebolsa podem estar presentes e é característica do produto e processo produtivo. Alguma opacidade do plástico da bolsa pode ser observada devido ao processo de esterilização. Isto é normal e não afeta a qualidade ou segurança da solução. A opacidade irá diminuir gradualmente.