Bayer Cipro

500mg, caixa com 14 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Cloridrato De Ciprofloxacino
Classe Terapêutica
:
Fluorquinolonas Orais
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca 2 vias (Antibiótico - Venda Sob Prescrição Médica mediante Retenção da Receita)
Categoria
:
Antibióticos
Especialidade
:
Gastroenterologia, Oftalmologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Cipro, para o que é indicado e para o que serve?

As indicações de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) são as seguintes:

Adultos
Para o tratamento de infecções complicadas e não complicadas causadas por microrganismos sensíveis ao ciprofloxacino:
  • <li>Do trato respirat&#xF3;rio. Muitos dos microrganismos, p. ex. <em>Klebsiella, Enterobacter, Proteus, E. coli, Pseudomonas, Haemophilus, Moraxella, Legionella </em>e <em>Staphylococcus</em> reagem com muita sensibilidade ao Cipro<sup>&#xAE;</sup> (cloridrato de ciprofloxacino). A maioria dos casos de <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/pneumonia/c" target="_blank">pneumonia</a> que n&#xE3;o necessitam de tratamento hospitalar &#xE9; causada por Streptococcus pneumoniae. Nesses casos, Cipro<sup>&#xAE;</sup> (cloridrato de ciprofloxacino) n&#xE3;o &#xE9; o medicamento de primeira escolha;</li> <li>Do ouvido m&#xE9;dio (<a href="https://consultaremedios.com.br/doenca-nos-ouvidos/otite/c" target="_blank">otite</a> m&#xE9;dia) e dos seios paranasais (<a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/sinusite/c" target="_blank">sinusite</a>), especialmente se causadas por <em>Pseudomonas </em>ou <em>Staphylococcus</em>;</li> <li>Dos olhos;</li> <li>Dos rins e/ou do trato urin&#xE1;rio eferente;</li> <li>Dos &#xF3;rg&#xE3;os reprodutores, inclusive inflama&#xE7;&#xE3;o dos ov&#xE1;rios e das tubas uterinas (anexite), <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/dsts/gonorreia/c" target="_blank">gonorreia</a> e infec&#xE7;&#xF5;es da pr&#xF3;stata (prostatite);</li> <li>Da cavidade abdominal, p. ex. do est&#xF4;mago e intestino (trato gastrintestinal), do trato biliar e da membrana serosa que reveste internamente as paredes do abdome (perit&#xF4;nio);</li> <li>Da pele e de tecidos moles;</li> <li>Dos ossos e articula&#xE7;&#xF5;es.</li>
Infecção generalizada (septicemia)

Infecções ou risco de infecção (profilaxia) em pacientes com sistema imunológico comprometido, por exemplo, pacientes em tratamento com medicamentos que inibem as defesas imunológicas naturais do organismo ou pacientes com número reduzido de glóbulos brancos do sangue.

Eliminação seletiva de bactérias do intestino durante tratamento com medicamentos que inibem o sistema imunológico do organismo.

Descontaminação intestinal seletiva em pacientes sob tratamento com imunossupressores. Cipro®&nbsp;(cloridrato de ciprofloxacino) não é eficaz contra Treponema pallidum (causador da sífilis).

Crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos

Para infecção aguda na fibrose cística (distúrbio hereditário que aumenta a produção e a viscosidade das secreções nos brônquios e no trato digestivo) causada por Pseudomonas aeruginosa se não houver possibilidade de outros tratamentos injetáveis mais eficazes. Não se recomenda Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) para outras indicações.

Antraz por inalação (após exposição) em adultos e crianças

Para reduzir a incidência ou progressão da doença após inalação de bacilos de antraz (Bacillus anthracis).

Como o Cipro funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>O ciprofloxacino, componente ativo de Cipro<sup>&#xAE;</sup> (cloridrato de ciprofloxacino), pertence ao grupo das quinolonas. As quinolonas bloqueiam determinadas enzimas de bact&#xE9;rias que t&#xEA;m um papel fundamental no metabolismo e na reprodu&#xE7;&#xE3;o bacteriana, matando as bact&#xE9;rias causadoras da doen&#xE7;a.</p> "}

Quais as contraindicações do Cipro?

Não use Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) nas seguintes situações:

  • <li>Alergia (hipersensibilidade) &#xE0; subst&#xE2;ncia ativa ciprofloxacino, aos medicamentos contendo outras quinolonas ou a qualquer componente da f&#xF3;rmula. Sinais de alergia podem incluir coceira, vermelhid&#xE3;o na pele, dificuldade para respirar ou incha&#xE7;o das m&#xE3;os, garganta, boca ou p&#xE1;lpebra;</li> <li>Uso concomitante de tizanidina.</li>

Como usar o Cipro?

Não altere a dose nem a duração do tratamento indicados por seu médico. Os comprimidos devem ser ingeridos inteiros, com líquido. Não é preciso tomar o comprimido junto com as refeições. Tomar os comprimidos com estômago vazio acelera a absorção. Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) não deve ser tomado com laticínios ou bebidas enriquecidas com minerais (por exemplo, leite, iogurte ou suco de laranja enriquecido com cálcio). No entanto, a absorção não é afetada significativamente por refeições que contenham cálcio.

Se estiver tomando também medicamentos ou suplementos contendo minerais como o cálcio, magnésio, alumínio, assim como certos tipos de antiácidos usados para tratamento de indigestão, Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) deverá ser tomado 1 a 2 horas antes ou pelo menos 4 horas depois desses produtos.

Se o paciente não for capaz de engolir os comprimidos, recomenda-se iniciar o tratamento com ciprofloxacino injetável para terapia intravenosa.

A dosagem geralmente recomendada pelo médico é a seguinte:

Adultos

Dose diária recomendada de ciprofloxacino oral em adultos

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"width:790px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Indica&#xE7;&#xF5;es</strong></p> </td> <td style=\"width:436px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Dose di&#xE1;ria para adultos de ciprofloxacino (mg) via oral</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"width:790px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xF5;es do trato respirat&#xF3;rio (dependendo da gravidade e do microrganismo)</p> </td> <td style=\"width:436px\"> <p style=\"text-align:center\">2 x 250 mg a 500 mg</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:407px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xF5;es do trato urin&#xE1;rio</p> </td> <td style=\"width:378px\"> <p style=\"text-align:center\">Aguda, n&#xE3;o complicada</p> </td> <td style=\"width:436px\"> <p style=\"text-align:center\">1 a 2 x 250 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:378px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-urinario/cistite/c\" target=\"_blank\">Cistite</a> em mulheres (antes da <a href=\"https://consultaremedios.com.br/saude-da-mulher/menopausa/c\" target=\"_blank\">menopausa</a>)</p> </td> <td style=\"width:436px\"> <p style=\"text-align:center\">Dose &#xFA;nica 250 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:378px\"> <p style=\"text-align:center\">Complicada</p> </td> <td style=\"width:436px\"> <p style=\"text-align:center\">2 x 250 mg a 500 mg</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:407px\"> <p style=\"text-align:center\">Gonorreia</p> </td> <td style=\"width:378px\"> <p style=\"text-align:center\">Extragenital</p> </td> <td style=\"width:436px\"> <p style=\"text-align:center\">Dose &#xFA;nica 250 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:378px\"> <p style=\"text-align:center\">Aguda, n&#xE3;o complicada</p> </td> <td style=\"width:436px\"> <p style=\"text-align:center\">Dose &#xFA;nica 250 mg</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"width:790px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c\" target=\"_blank\">Diarreia</a></p> </td> <td style=\"width:436px\"> <p style=\"text-align:center\">1 a 2 x 500 mg</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"width:790px\"> <p style=\"text-align:center\">Outras infec&#xE7;&#xF5;es</p> </td> <td style=\"width:436px\"> <p style=\"text-align:center\">2 x 500 mg</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"5\" style=\"width:407px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xF5;es graves, com risco para a vida:<br> Principalmente quando<br> causadas por<br> <em>Pseudomonas,<br> Staphylococcus</br></em> ou<br> <em>Streptococcus</em></br></br></br></br></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:378px\"> <p>Pneumonia estreptoc&#xF3;cica</p> </td> <td colspan=\"1\" rowspan=\"5\" style=\"width:436px\"> <p style=\"text-align:center\">2 x 750 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:378px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xF5;es recorrentes em fibrose c&#xED;stica</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:378px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xF5;es &#xF3;sseas e das articula&#xE7;&#xF5;es</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:378px\"> <p style=\"text-align:center\">Septicemia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:378px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/peritonite/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Peritonite</a></p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}
Crianças e adolescentes

A dose oral recomendada para infecção aguda causada por P. aeruginosa em pacientes (idade entre 5 e 17 anos) com mucoviscidose é 20 mg de ciprofloxacino/kg de peso corpóreo 2 x por dia (máximo 1.500 mg de ciprofloxacino/dia).

Antraz
Adultos

500 mg de ciprofloxacino duas vezes por dia.

Crianças

15 mg de ciprofloxacino/kg de peso corpóreo duas vezes por dia. A dose máxima para crianças não deve exceder 500 mg (dose máxima diária: 1000 mg).

O tratamento deve começar imediatamente após a suspeita ou confirmação da inalação dos patógenos de antraz.

Se o paciente não for capaz de engolir os comprimidos, recomenda-se iniciar o tratamento com Cipro® (ciprofloxacino) solução para infusão para terapia intravenosa.

Informações adicionais para populações especiais

Pacientes idosos

Pacientes idosos devem receber a menor dose de acordo com a gravidade da doença e com a sua função renal.

Pacientes com mau funcionamento dos rins e do fígado
Adultos
  • <li>Recomendam-se as seguintes doses para a disfun&#xE7;&#xE3;o renal moderada ou grave: depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina entre 30 e 60 mL/min (creatinina s&#xE9;rica entre 1,4 e 1,9 mg/100 mL), a dose m&#xE1;xima para administra&#xE7;&#xE3;o oral &#xE9; de 1000 mg de ciprofloxacino por dia. Depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina inferior a 30 mL/min (creatinina s&#xE9;rica igual ou superior a 2 mg/100 mL), a dose m&#xE1;xima para administra&#xE7;&#xE3;o oral &#xE9; de 500 mg de ciprofloxacino por dia;</li> <li>Disfun&#xE7;&#xE3;o renal e sob <a href="https://consultaremedios.com.br/produtos-hospitalares/hemodialise/c" target="_blank">hemodi&#xE1;lise</a> &#xE9; a mesma dose ap&#xF3;s cada sess&#xE3;o de di&#xE1;lise que os pacientes com disfun&#xE7;&#xE3;o renal moderada ou grave;</li> <li>Disfun&#xE7;&#xE3;o renal e em di&#xE1;lise peritoneal ambulatorial cont&#xED;nua (DPAC): administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg de ciprofloxacino oral (ou 2 x 250 mg);</li> <li>N&#xE3;o &#xE9; preciso ajustar a dose em caso de mau funcionamento do f&#xED;gado;</li> <li>Em caso de mau funcionamento do f&#xED;gado e dos rins, a dose deve ser a mesma usada para disfun&#xE7;&#xE3;o renal (veja item 1). Pode ser necess&#xE1;rio monitorar a concentra&#xE7;&#xE3;o de ciprofloxacino no sangue.</li>
Crianças e adolescentes

Doses em crianças e adolescentes com funções renal e/ou hepática alteradas não foram estudadas.

Duração do tratamento

A duração do tratamento depende da gravidade da doença e do curso clínico e bacteriológico. Em geral, o tratamento deve sempre prosseguir por pelo menos 3 dias após a febre e os sinais clínicos terem desaparecido.

Em geral, a duração média do tratamento é:
Adultos
  • <li>1 dia para gonorreia e cistite agudas n&#xE3;o complicadas;</li> <li>At&#xE9; 7 dias para infec&#xE7;&#xF5;es dos rins, trato urin&#xE1;rio e cavidade abdominal;</li> <li>Em pacientes com baixa resist&#xEA;ncia (sistema imunol&#xF3;gico comprometido), o tratamento deve prosseguir enquanto a contagem total de gl&#xF3;bulos brancos estiver reduzida (fase neutrop&#xEA;nica);</li> <li>No m&#xE1;ximo 2 meses para <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-osteomielite-diagnostico-tratamento-tem-cura-pode-matar/" rel="noopener" target="_blank">osteomielite</a> (infec&#xE7;&#xE3;o &#xF3;ssea);</li> <li>7-14 dias para todas as outras infec&#xE7;&#xF5;es.</li>

Em infecções estreptocócicas, o tratamento deve continuar por pelo menos 10 dias, por risco de complicações tardias.

Igualmente, as infecções por Chlamydia spp. devem ser tratadas durante pelo menos 10 dias.

Crianças e adolescentes com idade entre 5 e 17 anos

10 - 14 dias para episódios de infecção aguda de fibrose cística causada por Pseudomonas aeruginosa.

Antraz

60 dias de tratamento para terapia imediata e para tratamento de infecções após a inalação de patógenos de antraz.

Efeitos da descontinuação do tratamento com Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino)

Se você quiser interromper o tratamento com Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) ou parar de tomá-lo antes do previsto por se sentir melhor ou porque está sofrendo efeitos colaterais, fale antes com seu médico. Se você parar de tomar Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) sem antes falar com seu médico, as bactérias que causaram a infecção poderão recomeçar a se reproduzir e sua condição poderá piorar bastante.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Cipro?&nbsp;

{"tag":"hr","value":" <p>Tome a dose assim que poss&#xED;vel e, em seguida, continue tomando conforme prescrito.</p> <p>Entretanto, se estiver pr&#xF3;ximo da hora da dose seguinte, n&#xE3;o tome a dose esquecida e continue como habitual. N&#xE3;o tome duas doses para compensar a dose esquecida. Certifiquese de completar o tratamento. Converse com seu m&#xE9;dico.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Cipro?

Caso apresente qualquer uma destas condições descritas abaixo, durante o tratamento com Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino), informe seu médico imediatamente. O seu médico decidirá se o tratamento com Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) deverá ser interrompido.

Para o tratamento de infecções graves, infecções por Staphylococcus e infecções por bactérias anaeróbias, o Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) deve ser utilizado em associação a um antibiótico apropriado.

O Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) não é recomendado para o tratamento de pneumonia causada por Streptococcus pneumoniae devido à eficácia limitada contra este agente bacteriano.

As infecções dos órgãos genitais podem ser causadas por isolados de Neisseria gonorrhoeae resistentes à fluoroquinolonas. É muito importante obter informações locais sobre a prevalência de resistência ao ciprofloxacino e confirmar a sensibilidade por meio de exames laboratoriais.

O Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) está associado a casos de prolongamento do intervalo QT (uma alteração do eletrocardiograma). As mulheres podem ser mais sensíveis aos medicamentos que prolonguem o intervalo QTc, uma vez que tendem a ter um intervalo QTc basal mais longo em comparação aos homens. Pacientes idosos podem também ser mais sensíveis aos efeitos associados ao medicamento sobre o intervalo QT. Deve-se ter cautela ao utilizar Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) junto com medicamentos que podem resultar em prolongamento do intervalo QT (por exemplo, antiarrítmicos de classe III ou IA, antidepressivos tricíclicos, antibióticos macrolídeos, antipsicóticos) ou em pacientes com fatores de risco para prolongamento QT ou “torsades de pointes” (uma alteração específica do eletrocardiograma), por exemplo, síndrome congênita do QT longo, desequilíbrio eletrolítico (sais do organismo) não corrigido, como hipocalemia (baixo nível de potássio no sangue) ou hipomagnesemia (baixo nível de magnésio no sangue) e doenças cardíacas como insuficiência cardíaca, infarto do miocárdio ou bradicardia (ritmo dos batimentos cardíacos muito lento).

Estudos epidemiológicos relatam um aumento do risco de aneurisma (dilatação anormal de artérias) e dissecção (lesão da parede do vaso) da aorta após a ingestão de fluoroquinolonas, particularmente na população idosa. Portanto, as fluoroquinolonas devem ser usadas apenas após avaliação cuidadosa do benefício-risco e após consideração de outras opções terapêuticas em pacientes com história familiar positiva de aneurisma, ou em pacientes diagnosticados com aneurisma aórtico préexistente e/ou dissecção aórtica, ou na presença de outros fatores de risco ou condições predisponentes para aneurisma e dissecção da aorta (por exemplo, síndrome de Marfan, síndrome de Ehlers-Danlos vascular (distúrbios hereditários do tecido conjuntivo), arterite de Takayasu, arterite de células gigantes (doenças caracterizadas por inflamação das artérias), doença de Behçet (doença que pode causar inflamação das artérias e formação de aneurismas), hipertensão (pressão arterial elevada), aterosclerose conhecida (depósitos de gordura nas paredes dos vasos com formação de placas, que estreitam a luz da artéria e dificultam a passagem do sangue)).

Em caso de dor súbita abdominal, no peito ou nas costas, consulte imediatamente um médico.Em alguns casos, pode ocorrer reação alérgica grave ou súbita (reação/choque anafilático, angioedema), mesmo com uma única dose, há uma pequena chance que você apresente reação alérgica grave com os seguintes sintomas: aperto no peito, sensação&nbsp;de tontura, doente ou fraco, ou sentir tonturas quando ficar de pé. Se isto ocorrer, informe imediatamente seu médico, pois o tratamento com Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) deverá ser interrompido. Em casos muito raros, pode ocorrer inchaço da face, garganta e dificuldade para respirar, podendo progredir para choque, com risco para a vida, às vezes após a primeira administração. Nesses casos, pare imediatamente o uso de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) e informe seu médico.

Se ocorrer diarreia durante o tratamento com Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino), converse com seu médico antes de tomar antidiarreicos.

Informe que está utilizando Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino), caso realize exame de sangue ou urina.

Casos de problemas no fígado (necrose hepática e insuficiência hepática) com risco para a vida têm sido relatados com Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino). No caso de qualquer sinal e sintoma de doença no fígado (como anorexia (diminuição do apetite), icterícia (coloração amarelada da pele), urina escura, prurido (coceira) ou abdômen tenso) pare imediatamente o uso de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) e informe seu médico.

Pode ocorrer aumento temporário das enzimas do fígado (transaminases, fosfatase alcalina) ou icterícia colestática (cor amarelada da pele decorrente de acúmulo de pigmentos biliares), especialmente em pacientes que já apresentaram alguma doença no fígado, que forem tratados com Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino).

Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) deve ser usado com cautela em pacientes com miastenia grave (doença muscular) porque os sintomas podem ser exacerbados. Podem ocorrer tendinite e ruptura do tendão (predominantemente do tendão de Aquiles) com Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino), algumas vezes bilateral, mesmo dentro das primeiras 48 horas de tratamento. Podem ocorrer inflamação e ruptura de tendão mesmo até vários meses após a descontinuação da terapia com Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino). O risco de doença nos tendões pode estar aumentado em pacientes idosos ou pacientes tratados concomitantemente com corticosteroides.

Na suspeita de inflamação de tendão, deve-se parar imediatamente o uso de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino), consultar o médico e o membro acometido deve ser mantido em repouso evitando esforço físico, até avaliação médica. Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) deve ser usado com cautela nos pacientes com antecedentes de distúrbios de tendão relacionados a tratamentos com quinolonas.

Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino), assim como outros medicamentos da mesma classe, é conhecido por desencadear convulsões ou diminuir o limiar convulsivo.

Caso sofra de epilepsia, tendência a convulsões ou tenha apresentado convulsões no passado, redução do fluxo sanguíneo cerebral, traumatismo craniano ou antecedente de derrame, Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) deve ser administrado somente se os benefícios do tratamento forem superiores aos possíveis riscos. Esses pacientes correm risco de efeitos indesejáveis no sistema nervoso central. Caso isto ocorra, interrompa o uso de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) e informe imediatamente seu médico.

Casos de estados epilépticos têm sido relatados. Se ocorrerem convulsões pare imediatamente o uso de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) e informe o médico. Podem ocorrer reações psiquiátricas após a primeira administração de fluoroquinolonas, incluindo ciprofloxacino.

Em casos raros, podem ocorrer depressão ou reações psicóticas, que podem evoluir para ideias/pensamentos suicidas e comportamento autodestrutivo, como tentativa de suicídio ou suicídio. Nesses casos pare imediatamente o uso de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) e informe o médico.

Têm sido relatados casos de polineuropatia sensorial ou sensoriomotora, resultando em sensações cutâneas subjetivas, perda ou diminuição de sensibilidade, alteração na sensibilidade dos sentidos ou fraqueza em pacientes recebendo fluoroquinolonas, incluindo Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino). Caso você desenvolva sintomas neurológicos, tais como dor, queimação, formigamento, dormência ou fraqueza pare imediatamente o uso de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) e informe o médico.

O ciprofloxacino pode induzir reações de sensibilidade à luz, portanto, os pacientes devem evitar a exposição direta e excessiva ao sol ou à luz ultravioleta (UV). Se aparecerem reações cutâneas similares a queimaduras solares, pare imediatamente o uso de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) e informe o médico.

Você deve procurar um oftalmologista imediatamente em caso de alterações na visão ou algum sintoma ocular.

Gravidez

Não é recomendado o uso de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) durante a gravidez.

Estudos realizados com animais não evidenciaram malformações do feto, porém não se pode excluir que o medicamento possa causar lesões na cartilagem articular de organismos imaturos.

Informe seu médico se você estiver grávida ou desejar engravidar.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Amamentação

Não é recomendado o uso de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) durante a amamentação, pois o ciprofloxacino é excretado no leite materno e pode ser prejudicial para seu bebê, devido ao risco de dano articular ao feto.

Crianças e adolescentes

Como ocorre com outros antibióticos quinolônicos, o ciprofloxacino pode causar lesão nas articulações que suportam o peso em animais imaturos. Os dados de segurança em menores de 18 anos que sofriam principalmente de fibrose cística não&nbsp;evidenciaram lesão de articulação/cartilagem.

Na faixa etária de 5 a 17 anos pode ser usado no caso específico descrito abaixo:

Dados atuais confirmam o uso de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) para o tratamento de infecção aguda na fibrose cística causada por Pseudomonas aeruginosa em crianças e adolescentes de 5 a 17 anos. Atualmente a experiência disponível sobre o uso em crianças e adolescentes com outras infecções e crianças com menos de 5 anos é insuficiente. Portanto, não deve ser usado para outras infecções e em menores de 5 anos.

Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) pode ser usado por idosos na menor dose possível estabelecida pelo médico.

Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e operar máquinas

As substâncias do tipo fluoroquinolonas, incluindo o ciprofloxacino, podem prejudicar a habilidade do paciente para dirigir veículos e operar máquinas, devido a uma possível redução de atenção. Em caso de dúvidas, consulte seu médico. Isso ocorre principalmente com o uso em conjunto com bebidas alcoólicas.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Cipro?

Como todo medicamento, Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) pode ocasionar reações adversas, embora nem todas as pessoas as apresentem. Se você apresentar sintomas de hipersensibilidade (grave, reação alérgica súbita) como coceira, erupção na pele, dificuldade em respirar ou inchaço nas mãos, garganta, boca ou pálpebras, interrompa o tratamento com Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) e procure imediatamente seu médico ou o hospital mais próximo.

A frequência é indicada da seguinte forma:

  • <li>Muito comum (maior ou igual a 10%);</li> <li>Comum (entre 1% e 10%);</li> <li>Incomum (entre 0,1% e 1%);</li> <li>Rara (entre 0,01% e 0,1%);</li> <li>Muito rara (inferior a 0,01%);</li> <li>Frequ&#xEA;ncia desconhecida (n&#xE3;o pode ser estimada a partir dos dados dispon&#xED;veis).</li>

Se qualquer uma dessas reações se tornar grave ou se você notar qualquer reação adversa não mencionada nesta bula, informe seu médico ou farmacêutico.

Infecções e infestações

Reações incomuns

Superinfecções micóticas (infecção por fungos, junto com infecção bacteriana ou após esta).

Reações raras

Colite (inflamação do intestino grosso) associada ao uso de antibiótico (muito raramente, com possível evolução fatal).

Distúrbios do sistema linfático e sanguíneo

Reações incomuns

Aumento de um tipo de glóbulos brancos do sangue, os eosinófilos (eosinofilia).

Reações raras

Redução dos glóbulos brancos (leucopenia) ou apenas dos glóbulos brancos chamados neutrófilos (neutropenia), redução de glóbulos vermelhos (anemia) ou de plaquetas (trombocitopenia), aumento de glóbulos brancos do sangue (leucocitose) e aumento persistente das plaquetas no sangue (plaquetose).

Reações muito raras

Aumento da destruição dos glóbulos vermelhos (anemia hemolítica), redução de todas as células sanguíneas (pancitopenia com possível risco para a vida), ausência dos glóbulos brancos chamados neutrófilos, com possíveis sintomas de calafrios, febre (agranulocitose), função da medula óssea reduzida (com possível risco para a vida).

Distúrbios imunológicos

Reações raras

Reação alérgica e inchaço alérgico/angioedema.

Reações muito raras

Reação alérgica intensa e choque alérgico (por exemplo, inchaço do rosto, da laringe; dificuldade de respirar que pode levar a choque, queda brusca da pressão arterial, com risco para a vida) e reações similares àquelas associadas com doença do soro (por exemplo, febre, alergia, inchaço dos gânglios linfáticos, vermelhidão da pele , inchaço).

Distúrbios metabólicos e nutricionais

Reações incomuns

Diminuição do apetite e da ingestão de alimentos.

Reações raras

Aumento da concentração de açúcar no sangue (hiperglicemia), diminuição da concentração de açúcar no sangue (hipoglicemia).

Distúrbios psiquiátricos

Reações incomuns

Hiperatividade psicomotora/agitação.

Reações raras

Confusão mental, desorientação, ansiedade, sonhos anormais, depressão* e alucinações.

Reações muito raras

Reações psicóticas*.

*Potencialmente culminando em comportamentos autodestrutivos, como ideias/pensamentos suicidas e tentativa de suicídio ou suicídio.

Distúrbios do sistema nervoso

Reações incomuns

Dor de cabeça, tontura, distúrbios do sono, alteração do paladar.

Reações raras

Sensações anormais, como por exemplo, de formigamento, dormência (parestesia, disestesia), tremores, convulsões (incluindo estado epilético), diminuição da sensibilidade geral (hipoestesia), tonturas giratórias (vertigem).

Reações muito raras

Enxaqueca, distúrbios da coordenação, alteração do olfato, aumento da sensibilidade geral ou específica (hiperestesia), aumento da pressão intracraniana (pseudotumor cerebral).

Reações de frequência desconhecida

Neuropatia periférica e polineuropatia (doenças que afetam um ou vários nervos).

Distúrbios da visão

Reações raras

Alterações da visão.

Reações muito raras

Distorção visual das cores.

Distúrbios da audição e do labirinto

Reações raras

Zumbido e perda da audição.

Reações muito raras

Alterações da audição.

Distúrbios cardíacos

Reações raras

Taquicardia (aumento da frequência cardíaca).

Reações de frequência desconhecida

Alteração no eletrocardiograma chamada prolongamento do intervalo QT, alteração no ritmo do coração (arritmia ventricular), “torsades de pointes”* (uma alteração específica do eletrocardiograma).

*Estas reações foram relatadas durante o período de observação pós-comercialização e foram observadas predominantemente entre pacientes com mais fatores de risco para prolongamento do intervalo QT.

Distúrbios vasculares

Reações raras

Dilatação dos vasos sanguíneos, pressão arterial baixa e desmaio (síncope).

Reações muito raras

Inflamação dos vasos sanguíneos (vasculite).

Distúrbios respiratórios

Reações raras

Falta de ar (dispneia), incluindo condição asmática.

Distúrbios gastrintestinais

Reações comuns

Enjoo e diarreia.

Reações incomuns

Vômitos, dores gastrintestinais e abdominais, dispepsia (má digestão) e gases.

Reações muito raras

Pancreatite (inflamação do pâncreas).

Distúrbios hepatobiliares

Reações incomuns

Aumento das transaminases (enzimas do fígado) e aumento da bilirrubina.

Reações raras

Comprometimento do funcionamento do fígado, icterícia (coloração amarelada da pele) e hepatite (inflamação do fígado) não infecciosa.

Reações muito raras

Morte das células do fígado que muito raramente evolui para insuficiência hepática com risco para a vida.

Lesões da pele e do tecido subcutâneo

Reações incomuns

Vermelhidão da pele (rash cutâneo), coceira e urticária (reação alérgica de pele).

Reações raras

Sensibilidade à luz e formação de bolhas.

Reações muito raras

Hemorragias pontilhadas da pele (petéquias), eritema nodoso e eritema multiforme (lesões de pele), síndrome de Stevens-Johnson (reação grave de pele caracterizada por bolhas), com potencial risco para a vida, e necrólise epidérmica tóxica (reações graves de pele, com potencial risco para a vida).

Reações de frequência desconhecida

Pustulose exantemática generalizada aguda (reação cutânea grave).

Distúrbios ósseos, do tecido conjuntivo e musculoesqueléticos

Reações incomuns

Dor nas articulações.

Reações raras

Dor muscular, inflamação nas articulações (artrite), aumento do tônus muscular e cãibras.

Reações muito raras

Fraqueza muscular, inflamação dos tendões (tendinite), rupturas de tendões (predominantemente do tendão de Aquiles) e piora dos sintomas da miastenia grave (doença muscular grave).

Distúrbios renais e urinários

Reações incomuns

Alteração do funcionamento dos rins.

Reações raras

Inflamação dos rins (nefrite túbulo-intersticial), insuficiência renal (alteração da função dos rins), presença de sangue e de cristais na urina.

Distúrbios gerais

Reações incomuns

Dor inespecífica, mal-estar geral, febre.

Reações raras

Inchaço, transpiração excessiva.

Reações muito raras

Alterações do modo de andar.

Investigações

Reações incomuns

Aumento da enzima hepática fosfatase alcalina no sangue.

Reações raras

Alteração no exame de coagulação (nível anormal de protrombina) e aumento da amilase (enzima que avalia a função do pâncreas).

Reações de frequência desconhecida

Aumento da razão normalizada internacional (RNI) que avalia a coagulação sanguínea (em pacientes tratados com antagonistas de vitamina K).

As seguintes reações adversas tiveram categoria de frequência mais elevada nos subgrupos de pacientes recebendo tratamento intravenoso ou sequencial (intravenoso para oral):

Comum (entre 1 e 10 a cada 100 pessoas podem apresentá-las)

Vômito; aumento transitório das transaminases (enzimas do fígado); vermelhidão da pele (erupção na pela).

Incomum (entre 1 e 10 a cada 1.000&nbsp;pessoas podem apresentá-las)

Trombocitopenia (redução das plaquetas, células responsáveis pela coagulação); plaquetose (aumento persistente das plaquetas no sangue); confusão mental e desorientação; alucinações;&nbsp;sensações anormais, como por exemplo, de formigamento, dormência (parestesia, disestesia); convulsões (ataques prolongados, repetidos ou contínuos); vertigem; alterações da visão; perda de audição; aumento da frequência cardíaca; vasodilatação (dilatação dos vasos sanguíneos); hipotensão (diminuição da pressão arterial); alteração hepática (do fígado); icterícia (coloração amarelada da pele); insuficiência renal (mau funcionamento dos rins); edema (inchaço).

Rara (entre 1 e 10 a cada 10.000 pessoas podem apresentá-las)

Pancitopenia (perigosa queda no número de glóbulos vermelhos, brancos e plaquetas, com possível risco para a vida ); função da medula óssea reduzida; choque anafilático (reação alérgica grave, com possível risco para a vida); reações psicóticas (distúrbios mentais, potencialmente levando à comportamentos autodestrutivos, como ideias/pensamentos suicidas e tentativa de suicídio ou suicídio, ou alucinações); enxaqueca; distúrbios do olfato; audição alterada; vasculite (inflamação da parede dos vasos); pancreatite (inflamação do pâncreas); necrose hepática (morte de células do fígado, que muito raramente evolui para insuficiência hepática com risco para a vida); petéquias (hemorragias pontilhadas da pele); ruptura de tendão (predominantemente do tendão de Aquiles - o tendão grande que fica na parte de trás do tornozelo).

Crianças

A incidência de artropatia (inflamação das articulações), mencionada acima, refere-se a dados coletados em estudos com adultos. Em crianças, artropatia é relatada frequentemente.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

Qual a composição do Cipro?

Cipro® 500 mg - 1 comprimido revestido contém:

582 mg de cloridrato de ciprofloxacino monoidratado, equivalentes a 500 mg de ciprofloxacino.

Excipientes: celulose microcristalina, amido, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, hipromelose, macrogol e dióxido de titânio.

Apresentação do&nbsp;Cipro

{"tag":"hr","value":" <p>Cipro<sup>&#xAE;</sup> (cloridrato de ciprofloxacino) &#xE9; apresentado sob a forma de comprimidos revestidos, na concentra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg, em embalagens contendo 6 e 14 comprimidos revestidos.</p> <p><strong>Uso oral.</strong></p> <p><strong>Uso adulto.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Cipro maior do que a recomendada?

Há relatos de alguns casos de toxicidade renal reversível após superdose aguda. Nesses casos, a função renal deve ser monitorada pelo médico. Os pacientes devem ser mantidos bem hidratados. A administração de produtos que contêm magnésio ou cálcio neutraliza o ácido do estômago e reduz a absorção de ciprofloxacino.Caso você ingira uma quantidade do medicamento maior do que a prescrita, consulte seu médico imediatamente, pois este medicamento pode causar dano renal.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Cipro com outros remédios?

A seguir, constam alguns medicamentos cujo efeito pode ser alterado se tomados com Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) ou que podem influenciar o efeito de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino). Fale com seu médico caso esteja tomando algum desses medicamentos.

Medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT: Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino), como outros medicamentos da mesma classe (fluoroquinolonas), deve ser utilizado com cautela em pacientes que estejam recebendo medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT (por exemplo, antiarrítmicos de classe III ou IA, antidepressivos tricíclicos, antibióticos macrolídeos, antipsicóticos).

Produtos contendo ferro, magnésio, alumínio ou cálcio: o uso simultâneo com antiácidos, produtos contendo ferro, magnésio, alumínio ou cálcio (por exemplo, suplementos minerais) reduz a absorção de ciprofloxacino. O mesmo acontece com sucralfato (usado para tratamento de azia, indigestão ou úlcera no estômago ou intestino) ou antiácidos (usados para indigestão), didanosina (usado no tratamento da AIDS), polímeros ligantes de fosfato, por exemplo, sevelâmer e carbonato de lantânio (para diminuição dos níveis de fosfato em pacientes com problemas nos rins), soluções nutrientes.

Bebidas e laticínios enriquecidos com minerais, por exemplo, leite, iogurte, suco de laranja enriquecido com cálcio, devem ser evitados, pois podem reduzir a absorção de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino). Contudo, o cálcio da dieta, proveniente da alimentação normal, não afeta significativamente a absorção. Por isso, Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) deve ser tomado 1 a 2 horas antes ou não menos que 4 horas depois desses produtos. Esta restrição não inclui os antiácidos bloqueadores de receptores H2 (por exemplo, cimetidina, ranitidina). O uso simultâneo de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) e probenecida (tratamento&nbsp;complementar de infecções, por exemplo, gota) aumenta a concentração de ciprofloxacino no sangue.

A metoclopramida (utilizada para náuseas e vômitos) acelera a absorção de ciprofloxacino, que atinge a concentração máxima no sangue mais rapidamente que o usual.

O uso simultâneo de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) e omeprazol (utilizado para azia, indigestão, úlceras no estômago ou intestino) pode levar a uma leve diminuição do efeito do ciprofloxacino.

Não se deve administrar Cipro®&nbsp;(cloridrato de ciprofloxacino) com tizanidina (relaxante muscular), pois pode ocorrer um aumento indesejável nas concentrações de tizanidina no sangue, associado aos efeitos colaterais clinicamente importantes induzidos por esta, como queda da pressão e sonolência.

A teofilina (medicamento para a asma) quando usada em conjunto com o Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino), pode ter sua concentração aumentada no sangue, o que favorece um aumento da frequência dos efeitos indesejáveis induzidos pela teofilina.

Em casos muito raros, esses efeitos indesejáveis podem colocar a vida em risco ou ser fatais. Se o uso de ambos for inevitável, a concentração de teofilina no sangue deve ser observada e a dose reduzida conforme a necessidade. Foi relatado que o uso de ciprofloxacino e medicamentos contendo derivados da xantina, como por exemplo, cafeína e pentoxifilina (oxpentifilina) (para distúrbios circulatórios), elevou a concentração destas substâncias no sangue. Fale com seu médico.

Em pacientes recebendo Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) e fenitoína (antiepilético) ao mesmo tempo, foi observado nível alterado (diminuído ou aumentado) de fenitoína no sangue. É recomendado o monitoramento da terapia com fenitoína, incluindo medições de concentração de fenitoína no sangue, durante e imediatamente após a administração simultânea de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) e fenitoína, para evitar a perda do controle de convulsões associadas aos níveis diminuídos de fenitoína e para evitar efeitos indesejáveis relacionados à superdose de fenitoína quando o Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) é descontinuado em pacientes que estejam recebendo ambos.

O uso simultâneo com Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) pode retardar a excreção do metotrexato (imunossupressor usado para o tratamento de alguns tipos de câncer, psoríase e artrite reumatoide), aumentando o nível sanguíneo deste.

Anti-inflamatórios não-esteroides, por exemplo, o ibuprofeno (para dor, febre ou inflamação): estudos em animais mostraram que o uso combinado de doses muito altas de quinolonas e certos anti-inflamatórios não-esteroides podem desencadear convulsões. Isto não se refere aos que contêm ácido acetilsalicílico.

Observou-se em alguns casos aumento transitório da concentração de creatinina no sangue, que avalia a função renal, ao se administrar Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) simultaneamente com ciclosporina (imunossupressor usado em doenças de pele, artrite reumatoide e transplante de órgãos). Nesses casos é necessário controlar frequentemente (duas vezes por semana) a concentração de creatinina.

A administração simultânea de ciprofloxacino com substâncias antagonistas da vitamina K, como por exemplo, varfarina, acenocumarol, femprocumona, fluindiona, pode aumentar os efeitos anticoagulantes destas. Fale com seu médico.

O uso simultâneo de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) e antidiabéticos orais (para diminuição dos níveis de açúcar no sangue) principalmente sulfonilureias, como por exemplo, glibenclamida, glimepiridina, pode provocar diminuição de açúcar no sangue (hipoglicemia), possivelmente por intensificar a ação do antidiabético oral.

O uso simultâneo de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) e duloxetina (antidepressivo, dano ou incontinência do nervo causado pela diabetes) pode levar a um aumento da duloxetina no sangue.

No uso concomitante de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) com ropinirol (medicamento para doença de Parkinson), seu médico deverá monitorar os efeitos indesejáveis e realizar o ajuste de dose de ropinirol.

No uso de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) com lidocaína (para doenças cardíacas e anestésico local), podem ocorrer interações entre estas substâncias, acompanhadas de efeitos secundários. A concentração de clozapina (antipsicótico, usado na esquizofrenia) no sangue aumenta se administrada junto com Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino). Seu médico deverá monitorar e ajustar a dose de clozapina apropriadamente durante e logo após a administração simultânea destas substâncias.

O uso simultâneo de sildenafila (por exemplo, para disfunção erétil) e ciprofloxacino mostrou aumentar a concentração de sildenafila no sangue, por isso, seu médico deverá considerar os riscos e benefícios ao recomendar o uso conjunto destas substâncias.

Foi demonstrado em estudos clínicos que a fluvoxamina, potente inibidor da isoenzima 1A2 do CYP450, aumentou a agomelatina (medicamento utilizado para depressão) no sangue. Apesar de não haver dados clínicos disponíveis para uma possível interação com ciprofloxacino, inibidor moderado da isoenzima 1A2 do CYP450, efeitos similares podem ser esperados na administração concomitante. A coadministração do ciprofloxacino pode aumentar os níveis sanguíneos de zolpidem (medicamento utilizado para distúrbios do sono). O uso concomitante não é recomendado.

Informe ao seu médico se você estiver usando ou usou recentemente qualquer outro medicamento, inclusive aqueles adquiridos sem prescrição médica.

Interações com exames

O ciprofloxacino demonstrou em testes in vitro capacidade de interferir no teste de cultura de um tipo de bactéria – Mycobacterium tuberculosis – causando resultado falso negativo em pacientes fazendo uso de ciprofloxacino. Fale com seu médico ou laboratório que você está tomando ciprofloxacino.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Cipro com alimentos?

Comprimido 500mg

A administração concomitante de Cloridrato de Ciprofloxacino e laticínios ou bebidas enriquecidas com minerais (por exemplo, leite, iogurte, suco de laranja enriquecido com cálcio) deve ser evitada porque a absorção do Cloridrato de Ciprofloxacino pode ser reduzida. Contudo, o cálcio da dieta, proveniente da alimentação normal, não afeta significativamente a absorção.

Qual a ação da substância do Cipro (Cloridrato de Ciprofloxacino)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Pomada Oft&#xE1;lmica / Solu&#xE7;&#xE3;o Oft&#xE1;lmica</h3> <p>Foram realizados dois estudos multic&#xEA;ntricos, prospectivos, duplo-cegos e randomizados. No primeiro estudo, a efic&#xE1;cia da ciprofloxacina foi comparada com placebo (ve&#xED;culo da ciprofloxacina). No segundo estudo a ciprofloxacina foi comparada com a <a href=\"https://consultaremedios.com.br/tobramicina/bula\" target=\"_blank\">tobramicina</a>. Os resultados mostraram que no primeiro estudo a ciprofloxacina foi significativamente mais eficaz do que o placebo (p &lt; 0,001). No segundo estudo, a ciprofloxacina e a tobramicina foram igualmente eficazes. A ciprofloxacina aplicada topicamente erradicou ou reduziu todas as esp&#xE9;cies bacterianas isoladas, confirmando sua utilidade no tratamento das infec&#xE7;&#xF5;es oculares externas.<sup>1</sup></p> <p>Em um outro estudo aberto, multic&#xEA;ntrico, prospectivo, Leibowitz HM. estudou a efic&#xE1;cia da ciprofloxacina no tratamento das ceratites bacterianas.<sup>2</sup></p> <p>Os pacientes foram tratados com ciprofloxacina em compara&#xE7;&#xE3;o com outros antibi&#xF3;ticos utilizados rotineiramente.</p> <p>O tratamento com a ciprofloxacina atingiu um &#xED;ndice de sucesso de 91,9% entre todos os pacientes tratados apenas com aplica&#xE7;&#xE3;o t&#xF3;pica de ciprofloxacina. Os resultados mostraram que os sintomas e sinais desapareceram ou melhoraram durante o tratamento com a ciprofloxacina, ou seja, a ciprofloxacina se mostrou igualmente eficaz na capacidade de erradicar as infec&#xE7;&#xF5;es bacterianas da c&#xF3;rnea. O estudo conclui que a ciprofloxacina, tanto do ponto de vista cl&#xED;nico quanto microbiol&#xF3;gico, &#xE9; segura e eficaz como monoterapia nas &#xFA;lceras de c&#xF3;rnea bacterianas.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1 Leibowitz HM. Antibacterial effectiveness of ciprofloxacin 0,3% ophthalmic solution in the treatment of bacterial conjunctivitis. A J Ophthalmol. 1991, 112:29S-33S.<br> 2 Leibowitz HM. Clinical evaluation of ciprofloxacin 0,3% ophthalmic solution for treatment of bacterial keratitis. A J Ophthalmol. 1991, 112:34S-47S.</br></span></p> <h3>Comprimido 500mg</h3> <p>Os resultados das experi&#xEA;ncias cl&#xED;nicas realizadas e documentadas demonstraram que os microrganismos causadores das infec&#xE7;&#xF5;es foram erradicados em 81,9% dos casos.<sup>1</sup></p> <p>Clinicamente, quase 94,2% dos pacientes apresentaram melhora acentuada ou recupera&#xE7;&#xE3;o completa.<sup>1</sup></p> <p>Os resultados das pesquisas cl&#xED;nicas confirmam a excelente atividade <em>in vitro</em> do Cloridrato de Ciprofloxacino. Os microrganismos mais comuns foram E. coli e <em>Pseudomonas aeruginosa</em>.<sup>1</sup> Os percentuais de erradica&#xE7;&#xE3;o para os pat&#xF3;genos gramnegativos, tais como a <em>E. coli</em> (95%), <em>Proteus sp</em> (97 - 100%), <em>Salmonella sp</em> (100%), <em>Haemophilus influenzae</em> (95%) e tamb&#xE9;m para os organismos gram positivos, <em>Streptococcus pneumoniae</em> (&gt;80%) e <em>Staphylococcus sp</em> (&gt;80%) em particular, juntamente com os resultados favor&#xE1;veis contra <em>Pseudomonas aeruginosa</em> (74%), alcan&#xE7;ados com tratamento via oral, demonstram o amplo espectro de atividade do Cloridrato de Ciprofloxacino.<sup>1,16</sup></p> <p><strong>Os &#xED;ndices de cura ou melhora das condi&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas encontrados nas diferentes infec&#xE7;&#xF5;es foram os seguintes:</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:604px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Trato respirat&#xF3;rio inferior e superior</strong></p> </td> <td style=\"width:622px\"> <p style=\"text-align:center\">&gt;85%<sup>2,3</sup></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:604px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Trato urin&#xE1;rio n&#xE3;o complicadas</strong></p> </td> <td style=\"width:622px\"> <p style=\"text-align:center\">&gt;90%<sup>4</sup></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:604px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Trato urin&#xE1;rio complicadas</strong></p> </td> <td style=\"width:622px\"> <p style=\"text-align:center\">97 - 100%<sup>5</sup></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:604px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pele e tecidos moles</strong></p> </td> <td style=\"width:622px\"> <p style=\"text-align:center\">90%<sup>1,6</sup></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:604px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Ossos e articula&#xE7;&#xF5;es</strong></p> </td> <td style=\"width:622px\"> <p style=\"text-align:center\">75%<sup>7,8</sup></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:604px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Gastrintestinais</strong></p> </td> <td style=\"width:622px\"> <p style=\"text-align:center\">100%<sup>9,10</sup></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:604px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Bacteremia/septicemia</strong></p> </td> <td style=\"width:622px\"> <p style=\"text-align:center\">94%<sup>11</sup></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:604px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Ginecol&#xF3;gicas</strong></p> </td> <td style=\"width:622px\"> <p style=\"text-align:center\">92%<sup>12</sup></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:604px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Otite maligna externa</strong></p> </td> <td style=\"width:622px\"> <p style=\"text-align:center\">90%<sup>13,15</sup></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:604px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Prostatite cr&#xF4;nica</strong></p> </td> <td style=\"width:622px\"> <p style=\"text-align:center\">84 - 91%<sup>14</sup></p> </td> </tr> </tbody> </table> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Schacht P, Arcieri G, Branolte J, et al. Worldwide clinical data on efficacy and safety of ciprofloxacin. Infection 1988; 16 (Suppl.1): 29-44.<br> 2. Moller M. Ciprofloxacin therapy in outpatients with lower respiratory tract infections. International Journal of Clinical Practice 1990; 6 (Suppl. 1): 72-76.<br> 3. Piccirillo JF, Parnes SM. Ciprofloxacin for the treatment of chronic ear disease. Laryngoscope 99 1990; 510-513.<br> 4. Abbas AMA, Chandra V, Dongaonkar PP, et al. Ciprofloxacion versus amoxycillin/clavulanic acid in the treatment of urinary tract infections on general practice. Journal of Antimicrobial Chemotherapy 1989; 24: 235-239.<br> 5. Fass RJ. Efficacy and safety of oral ciprofloxacin for treatment of serius urinary tract infections. Antimicrobial Agents and Chemotherapy 1987; 31: 148-150.<br> 6. Campoli-Richards DM, Monk JP, Price A, et al. Ciprofloxacin. A review of its antibacterial activity, pharmacokinetic proprerties and therapeutic use. Drugs 1988; 35: 373-447.<br> 7. Norrby SR. Ciprofloxacin in the treatment of acute and chronic osteomyelitis: a review. Scandinavian Journal of Infection Diseases 1989; 60 (Suppl.): 74-78.<br> 8. Trexler Hessen M, Levison ME. Ciprofloxacin for the treatment of osteomyelitis: a review. Journal of Foot Surgery 1989; 28: 100-105.<br> 9. Pithie AD, Wood MJ. Treatment of typhoid fever and infections diarrhoea with ciprofloxacin, Journal of Antimicrobial Chemotherapy 1990; 26 (Suppl. F): 47-53.<br> 10. Stanley PJ, Flegg PJ, Mandai BK, et ai. Open study of ciprofloxacin in enteric fever. Journal of Antimicrobial Chemotherapy 1989; 23: 789-791.<br> 11. Bouza E, D&#xED;az-L&#xF3;pez MD, Bernaldo de Quir&#xF3;s JCL, et al. The Spanish Group for the Study of Ciprofloxacin. Ciprofloxacin in patients with bacteremic infection. American Journal of Medicine 1989; 87 (Suppl. 5A): 228-331.<br> 12. Fischbach F, Deckardt R, Graeff H, et al. Comparison of ciprofloxacin metronidazole versus cefoxitin/doxycycline in the treatment of pelvic inflammatory disease. Proceedings of the 3rd International Symposium on New Quinolones, Vancouver, 12-14 Jul, 1990, European Journal of Clinical Microbiology and Infectious Diseases, pp. 11-13, 1990.<br> 13. Levenson MJ, Parisier SC, Dolitsky J, et al. Ciprofloxacin: drug of choice in the treatment of malignant externel otitis (MEO). Laryngoscope 1991; 101: 821-824.<br> 14. Langemeyer TNM, et al. Treatment of chronic bacterial prostatitis with ciprofloxacin. Phamaceutisch Weekblad Scientific 1987; 9 (Suppl.): 78-81.<br> 15. Gehanno P. Ciprofloxacin in the treatment of malignant external otitis. Chemotherapy 1994; 40 (Suppl. 1): 35-40.<br> 16. Gelfand S. M., M.D., Simmons P. B., M.D., Craft B. R., R.N., Grogan J.T., M.T.- A.S.C.P. et al. Brief Report: Clinical Study of Intravenous and Oral Ciprofloxacin in Complicated Bacterial Infections. The American Journal of Medicine 1989; 87 (suppl. 5A): 235-237.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h3>Solu&#xE7;&#xE3;o Otol&#xF3;gica</h3> <p>Altug Ozagr e co-autores<sup>1</sup> avaliaram a efic&#xE1;cia da solu&#xE7;&#xE3;o otol&#xF3;gica de Cloridrato de Ciprofloxacino em compara&#xE7;&#xE3;o ao <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sulfato-de-gentamicina/bula\" target=\"_blank\">sulfato de gentamicina</a> em 40 pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/otite-media-cronica\" target=\"_blank\">otite m&#xE9;dia cr&#xF4;nica</a>. Os pacientes foram divididos em 2 grupos de 20 pacientes cada.</p> <p>Todos os pacientes foram tratados randomicamente com uma das duas medica&#xE7;&#xF5;es na posologia de 5 gotas intra-auricular 3 vezes ao dia por 10 dias. O agente etiol&#xF3;gico mais freq&#xFC;ente foi a <em>Pseudomonas SP</em>. O estudo mostrou que o Cloridrato de Ciprofloxacino administrado localmente foi efetivo no tratamento de otite m&#xE9;dia cr&#xF4;nica em todos os pacientes. Os autores conclu&#xED;ram que a prepara&#xE7;&#xE3;o otol&#xF3;gica de Cloridrato de Ciprofloxacino &#xE9; eficaz e bem tolerada; n&#xE3;o apresentou nenhum caso de ototoxicidade, o qual pode ser um fator limitante na cl&#xED;nica m&#xE9;dica di&#xE1;ria.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1 Otolaryngal Head Neck Surgery 1997; 117:405-8.</span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Pomada Of&#xE1;lmica / Solu&#xE7;&#xE3;o Oft&#xE1;lmica</h3> <p>O Cloridrato de Ciprofloxacino &#xE9; um antibi&#xF3;tico pertencente ao grupo das quinolonas. Seu mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o decorre do bloqueio de DNA girase, resultando em efeito bactericida contra amplo espectro de bact&#xE9;rias Grampositivas e Gram-negativas.</p> <h3>Comprimido</h3> <h4>Propriedades farmacodin&#xE2;micas</h4> <p>O Cloridrato de Ciprofloxacino &#xE9; um agente antibacteriano quinol&#xF4;nico sint&#xE9;tico, de amplo espectro (c&#xF3;digo ATC: J01MA02).</p> <h5>Mecanismo de A&#xE7;&#xE3;o:</h5> <p>O Cloridrato de Ciprofloxacino tem atividade <em>in vitro</em> contra uma ampla gama de microrganismos gram-negativos e gram-positivos. A a&#xE7;&#xE3;o bactericida do Cloridrato de Ciprofloxacino resulta da inibi&#xE7;&#xE3;o da topoisomerase bacteriana do tipo II (DNA girase) e topoisomerase IV, necess&#xE1;rias para a replica&#xE7;&#xE3;o, transcri&#xE7;&#xE3;o, reparo e recombina&#xE7;&#xE3;o do DNA bacteriano.</p> <h5>Mecanismo de Resist&#xEA;ncia:</h5> <p>A resist&#xEA;ncia <em>in vitro</em> ao Cloridrato de Ciprofloxacino &#xE9; frequente por muta&#xE7;&#xE3;o das topoisomerases bacterianas e se desenvolve lentamente em v&#xE1;rias etapas. A resist&#xEA;ncia ao Cloridrato de Ciprofloxacino devida a muta&#xE7;&#xF5;es espont&#xE2;neas ocorre com uma frequ&#xEA;ncia entre &lt;10-9 e 10-6. A resist&#xEA;ncia cruzada entre as fluoroquinolonas aparece, quando a resist&#xEA;ncia surge por muta&#xE7;&#xE3;o. As muta&#xE7;&#xF5;es &#xFA;nicas podem reduzir a sensibilidade, em lugar de produzir resist&#xEA;ncia cl&#xED;nica, mas as muta&#xE7;&#xF5;es m&#xFA;ltiplas, em geral levam &#xE0; resist&#xEA;ncia cl&#xED;nica ao Cloridrato de Ciprofloxacino e &#xE0; resist&#xEA;ncia cruzada entre as quinolonas. A impermeabilidade bacteriana e/ou express&#xE3;o das bombas de efluxo podem afetar a sensibilidade ao Cloridrato de Ciprofloxacino. Est&#xE1; relatada resist&#xEA;ncia mediada por plasm&#xED;deos e codificada por gene qnr. Os mecanismos de resist&#xEA;ncia que inativam as penicilinas, as cefalosporinas, os aminoglicos&#xED;deos, os macrol&#xED;deos e as tetraciclinas podem n&#xE3;o interferir na atividade antibacteriana do Cloridrato de Ciprofloxacino e n&#xE3;o se conhece nenhuma resist&#xEA;ncia cruzada entre o Cloridrato de Ciprofloxacino e outros grupos antimicrobianos.</p> <p>Os microrganismos resistentes a esses medicamentos podem ser sens&#xED;veis ao Cloridrato de Ciprofloxacino.</p> <p>A concentra&#xE7;&#xE3;o bactericida m&#xED;nima (CBM) geralmente n&#xE3;o excede a concentra&#xE7;&#xE3;o inibit&#xF3;ria m&#xED;nima (CIM) em mais que o dobro.</p> <h5>Sensibilidade <em>in vitro</em> ao Cloridrato de Ciprofloxacino:</h5> <p>A preval&#xEA;ncia da resist&#xEA;ncia adquirida pode variar segundo a regi&#xE3;o geogr&#xE1;fica e o tempo para determinadas esp&#xE9;cies, e &#xE9; desej&#xE1;vel dispor de informa&#xE7;&#xE3;o local de resist&#xEA;ncia, principalmente quando se tratar de infec&#xE7;&#xF5;es graves. Quando necess&#xE1;rio, deve-se solicitar o conselho de um especialista se a preval&#xEA;ncia local da resist&#xEA;ncia &#xE9; tal que seja questionada a utilidade do preparado, pelo menos frente a determinados tipos de infec&#xE7;&#xE3;o.</p> <h6>O Cloridrato de Ciprofloxacino tem mostrado atividade <em>in vitro</em> contra cepas sens&#xED;veis dos seguintes microrganismos:</h6> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:322px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Microrganismos gram-positivos aer&#xF3;bios</strong></p> </td> <td style=\"width:904px\"> <p style=\"text-align:center\"><em>Bacillus anthracis, Enterococcus faecalis (muitas cepas s&#xE3;o somente moderadamente sens&#xED;veis), Staphylococcus aureus (isolados sens&#xED;veis &#xE0; meticilina), Staphylococcus saprophyticus, Streptococcus pneumoniae</em></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:322px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Microrganismos gram-negativos aer&#xF3;bios</strong></p> </td> <td style=\"width:904px\"> <p style=\"text-align:center\"><em>Burkholderia cepacia, Klebsiella pneumoniae, Providencia spp., Campylobacter spp., Klebsiella oxytoca, Pseudomonas aeruginosa, Citrobacter freudii, Moraxella catarrhalis, Pseudomonas fluorescens, Enterobacter aerogenes, Morganella morgani,i Serratia marcescens, Enterobacter cloacae, Neisseria gonorrhoeae Shigella spp., Escherichia coli, Proteus mirabilis, Haemophillus influenzae, Proteus vulgaris</em></p> </td> </tr> </tbody> </table> <h6>Os seguintes microrganismos mostram um grau vari&#xE1;vel de sensibilidade ao Cloridrato de Ciprofloxacino:</h6> <p><em>Burkholderia cepacia, Campylobacter spp., Enterococcus faecalis, Morganella morganii, Neisseria gonorrhoeae, Proteus mirabilis, Pseudomonas aeruginosa, Pseudomonas fluorescens, Serratia marcescens.</em></p> <h6>Os seguintes microrganismos s&#xE3;o considerados intrinsecamente resistentes ao Cloridrato de Ciprofloxacino:</h6> <p><em>Staphylococcus aureus</em> (resistente &#xE0; meticilina) e <em>Stenotrophomonas maltophilia</em>.</p> <p>O Cloridrato de Ciprofloxacino mostra atividade contra Bacillus anthracis tanto <em>in vitro</em>, como quando se medem os valores s&#xE9;ricos como marcador suced&#xE2;neo.</p> <h5>Inala&#xE7;&#xE3;o de antraz &#x2013; Informa&#xE7;&#xE3;o adicional:</h5> <p>As concentra&#xE7;&#xF5;es s&#xE9;ricas de Cloridrato de Ciprofloxacino atingidas em humanos servem como um indicativo razoavelmente adequado para prever o benef&#xED;cio cl&#xED;nico e fornecem a base para esta indica&#xE7;&#xE3;o.</p> <p>Em adultos e crian&#xE7;as tratados por via oral e endovenosa, as concentra&#xE7;&#xF5;es de Cloridrato de Ciprofloxacino atingem ou superam as concentra&#xE7;&#xF5;es s&#xE9;ricas m&#xE9;dias de Cloridrato de Ciprofloxacino que proporcionam melhora estatisticamente significativa de sobrevida de macacos Rhesus no modelo de inala&#xE7;&#xE3;o de antraz.</p> <p>Foi realizado um estudo controlado com placebo em macacos Rhesus expostos a uma dose m&#xE9;dia inalada de 11 DL50 (~5,5 x 105) esporos (faixa de 5-30 DL50) de <em>Bacillus anthracis</em>.</p> <p>A concentra&#xE7;&#xE3;o inibit&#xF3;ria m&#xED;nima (CIM) de Cloridrato de Ciprofloxacino para a cepa de antraz usada no estudo foi 0,08 mcg/mL. As concentra&#xE7;&#xF5;es s&#xE9;ricas m&#xE9;dias de Cloridrato de Ciprofloxacino alcan&#xE7;adas no T<sub>m&#xE1;x </sub>esperado (1 hora ap&#xF3;s a dose) por via oral (at&#xE9; alcan&#xE7;ar o estado de equil&#xED;brio), variaram de 0,98 a 1,69 mcg/mL. As concentra&#xE7;&#xF5;es m&#xED;nimas m&#xE9;dias no estado de equil&#xED;brio, 12 horas ap&#xF3;s a dose, variaram de 0,12 a 0,19 mcg/mL. A mortalidade ao antraz nos animais que receberam um regime de 30 dias de Cloridrato de Ciprofloxacino oral, iniciando 24 horas ap&#xF3;s a exposi&#xE7;&#xE3;o, foi significativamente menor (1/9) que no grupo placebo (9/10) [p = 0,001]. No &#xFA;nico animal tratado que n&#xE3;o resistiu ao antraz, o &#xF3;bito ocorreu ap&#xF3;s o per&#xED;odo de 30 dias de administra&#xE7;&#xE3;o do medicamento.</p> <h4>Propriedades farmacocin&#xE9;ticas</h4> <p>A farmacocin&#xE9;tica do Cloridrato de Ciprofloxacino foi avaliada em diferentes popula&#xE7;&#xF5;es humanas. A concentra&#xE7;&#xE3;o s&#xE9;rica m&#xE1;xima m&#xE9;dia no estado de equil&#xED;brio obtida em humanos adultos tratados com 500 mg por via oral de 12 em 12 horas &#xE9; de 2,97 mcg/mL, sendo de 4,56 mcg/mL ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa de 400 mg de 12 em 12 horas. A concentra&#xE7;&#xE3;o s&#xE9;rica m&#xED;nima m&#xE9;dia no estado de equil&#xED;brio em ambos os esquemas &#xE9; 0,2 mcg/mL. Em um estudo de 10 pacientes pedi&#xE1;tricos de 6 a 16 anos, a concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE1;xima m&#xE9;dia alcan&#xE7;ada foi de 8,3 mcg/mL e a concentra&#xE7;&#xE3;o m&#xED;nima variou de 0,09 a 0,26 mcg/mL ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o de duas infus&#xF5;es intravenosas de 10 mg/kg, por 30 minutos, com intervalo de 12 horas. Ap&#xF3;s a segunda infus&#xE3;o intravenosa, os pacientes passaram a receber 15 mg/kg por via oral de 12 em 12 horas, tendo-se atingido a concentra&#xE7;&#xE3;o m&#xE1;xima m&#xE9;dia de 3,6 mcg/mL ap&#xF3;s a primeira dose oral. Os dados de seguran&#xE7;a de longo prazo com administra&#xE7;&#xE3;o de Cloridrato de Ciprofloxacino a pacientes pedi&#xE1;tricos, incluindo os efeitos na cartilagem, s&#xE3;o limitados.</p> <h5>Absor&#xE7;&#xE3;o:</h5> <p>Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral de doses &#xFA;nicas de 250 mg, 500 mg e 750 mg de comprimidos revestidos de&amp;nbsp;Cloridrato de Ciprofloxacino &#xE9; absorvido r&#xE1;pida e amplamente principalmente atrav&#xE9;s do intestino delgado, atingindo as concentra&#xE7;&#xF5;es s&#xE9;ricas m&#xE1;ximas 1 a 2 horas depois.</p> <p>A biodisponibilidade absoluta &#xE9; de aproximadamente 70 &#x2013; 80%. As concentra&#xE7;&#xF5;es s&#xE9;ricas m&#xE1;ximas (C<sub>m&#xE1;x</sub>) e as &#xE1;reas totais sob as curvas das concentra&#xE7;&#xF5;es s&#xE9;ricas em rela&#xE7;&#xE3;o ao tempo (AUC) aumentaram proporcionalmente &#xE0;s doses.</p> <h5>Distribui&#xE7;&#xE3;o:</h5> <p>A liga&#xE7;&#xE3;o prot&#xE9;ica do Cloridrato de Ciprofloxacino &#xE9; baixa (20 &#x2013; 30%) e a subst&#xE2;ncia presente no plasma encontra-se amplamente sob a forma n&#xE3;o ionizada. O Cloridrato de Ciprofloxacino pode difundir-se livremente para o espa&#xE7;o extravascular. O grande volume de distribui&#xE7;&#xE3;o no estado de equil&#xED;brio, de 2-3 L/kg de peso corp&#xF3;reo, mostra que o Cloridrato de Ciprofloxacino penetra nos tecidos e atinge concentra&#xE7;&#xF5;es que claramente excedem os valores s&#xE9;ricos correspondentes.</p> <h5>Metabolismo:</h5> <p>Foram relatadas pequenas concentra&#xE7;&#xF5;es de 4 metab&#xF3;litos, identificados como desetilenociprofloxacino (M1), sulfociprofloxacino (M2), oxociprofloxacino (M3) e formilciprofloxacino (M4). M1 a M3 apresentam atividade antibacteriana <em>in vitro</em> compar&#xE1;vel ou inferior &#xE0; do <a href=\"https://consultaremedios.com.br/acido-nalidixico/bula\" target=\"_blank\">&#xE1;cido nalid&#xED;xico</a>. O M4, o menor em quantidade, apresenta atividade antimicrobiana <em>in vitro</em> quase equivalente &#xE0; do <a href=\"https://consultaremedios.com.br/norfloxacino/bula\" target=\"_blank\">norfloxacino</a>.</p> <h5>Elimina&#xE7;&#xE3;o:</h5> <p>O Cloridrato de Ciprofloxacino &#xE9; amplamente excretado sob forma inalterada pelos rins e, em menor extens&#xE3;o, por via extrarrenal.</p> <h5>Crian&#xE7;as:</h5> <p>Em um estudo com crian&#xE7;as, a C<sub>m&#xE1;x</sub> e a AUC n&#xE3;o foram dependentes da idade. Nenhum aumento not&#xE1;vel de C<sub>m&#xE1;x</sub> e AUC foi observado com doses m&#xFA;ltiplas (10 mg/kg/3 x dia). Em 10 crian&#xE7;as menores de 1 ano com septicemia grave, a C<sub>m&#xE1;x</sub> foi de 6,1 mg/L (faixa de 4,6 &#x2013; 8,3 mg/L) ap&#xF3;s infus&#xE3;o intravenosa de 10 mg/Kg durante 1 hora; e 7,2 mg/L (faixa 4,7 &#x2013; 11,8 mg/L) em crian&#xE7;as de 1 a 5 anos. Os valores da AUC foram de 17,4 mg&#x2022;h/L (faixa 11,8 &#x2013; 32,0 mg&#x2022;h/L) e de 16,5 mg&#x2022;h/L (faixa 11,0 &#x2013; 23,8 mg&#x2022;h/L) nas respectivas faixas et&#xE1;rias. Esses valores est&#xE3;o dentro da faixa relatada para adultos tratados com doses terap&#xEA;uticas. Com base na an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica da popula&#xE7;&#xE3;o pedi&#xE1;trica com infec&#xE7;&#xF5;es diversas, a meia-vida m&#xE9;dia esperada em crian&#xE7;as &#xE9; de aproximadamente 4 a 5 horas.</p> <h4>Dados Pr&#xE9;-Cl&#xED;nicos de Seguran&#xE7;a</h4> <h5>Toxicidade aguda:</h5> <p>A toxicidade aguda do Cloridrato de Ciprofloxacino ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral pode ser classificada como muito baixa. Dependendo da esp&#xE9;cie, a DL50 ap&#xF3;s infus&#xE3;o intravenosa &#xE9; 125 290 mg/kg.</p> <h5>Toxicidade Cr&#xF4;nica - Estudos de Tolerabilidade Cr&#xF4;nica acima de 6 meses</h5> <h6>Administra&#xE7;&#xE3;o oral</h6> <p>Doses at&#xE9; e iguais a 500 mg/kg e 30 mg/kg foram toleradas sem danos por ratos e macacos, respectivamente. Em alguns macacos no grupo de dose m&#xE1;xima (90 mg/kg) foram observadas altera&#xE7;&#xF5;es nos t&#xFA;bulos renais distais.</p> <h6>Administra&#xE7;&#xE3;o parenteral</h6> <p>No grupo de macacos tratados com dose mais alta (20 mg/kg) foram detectadas concentra&#xE7;&#xF5;es de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/ureia/bula\" target=\"_blank\">ureia</a> e creatinina levemente elevadas e altera&#xE7;&#xF5;es nos t&#xFA;bulos renais distais.</p> <h5>Carcinogenicidade:</h5> <p>Nos estudos de carcinogenicidade em camundongos (21 meses) e ratos (24 meses) tratados com doses de at&#xE9; aproximadamente 1000 mg/kg de peso corporal/dia em camundongos e 125 mg/kg de peso corporal/dia em ratos (aumentada para 250 mg/kg de peso corporal/dia ap&#xF3;s 22 semanas), n&#xE3;o se evidenciou potencial carcinog&#xEA;nico de qualquer das doses avaliadas.</p> <h5>Toxicologia da reprodu&#xE7;&#xE3;o:</h5> <h6>Estudos de fertilidade em ratas</h6> <p>O Cloridrato de Ciprofloxacino n&#xE3;o modificou a fertilidade, o desenvolvimento intrauterino e p&#xF3;s-natal das crias, nem a fertilidade da gera&#xE7;&#xE3;o F1.</p> <h6>Estudos de embriotoxicidade</h6> <p>N&#xE3;o se observou ind&#xED;cio de qualquer embriotoxicidade ou teratogenicidade do Cloridrato de Ciprofloxacino.</p> <h6>Desenvolvimento perinatal e p&#xF3;s-natal em ratas</h6> <p>N&#xE3;o se detectaram efeitos no desenvolvimento perinatal ou p&#xF3;s-natal dos animais. A pesquisa histol&#xF3;gica ao fim do per&#xED;odo de cria&#xE7;&#xE3;o n&#xE3;o revelou nenhum sinal de dano articular nas crias.</p> <h5>Mutagenicidade:</h5> <p>Foram realizados oito estudos sobre mutagenicidade <em>in vitro</em> com o Cloridrato de Ciprofloxacino.</p> <p>Embora dois dos oito ensaios <em>in vitro</em> [ensaio de muta&#xE7;&#xE3;o de c&#xE9;lulas de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/linfoma/c\" target=\"_blank\">linfoma</a> de camundongos e o ensaio de reparo de DNA de hepat&#xF3;citos de rato em cultivo prim&#xE1;rio (UDS)] tenham apresentado resultados positivos, todos os sistemas de testes <em>in vivo</em> que cobriam todos os aspectos relevantes resultaram negativos.</p> <h5>Estudos de tolerabilidade articular:</h5> <p>Assim como outros inibidores da girase, o Cloridrato de Ciprofloxacino causa danos nas grandes articula&#xE7;&#xF5;es que suportam peso em animais imaturos. O grau da les&#xE3;o articular varia de acordo com a idade, esp&#xE9;cie e dose; a les&#xE3;o pode ser reduzida eliminando-se a carga articular. Os estudos com animais adultos (rato, c&#xE3;o) n&#xE3;o evidenciaram les&#xF5;es nas cartilagens. Em um estudo com c&#xE3;es jovens Beagle, o Cloridrato de Ciprofloxacino em altas doses (1,3 a 3,5 vezes a dose terap&#xEA;utica), causou les&#xF5;es articulares ap&#xF3;s duas semanas de tratamento, que ainda estavam presentes ap&#xF3;s 5 meses. Com doses terap&#xEA;uticas n&#xE3;o se observaram esses efeitos.</p> <h3>Solu&#xE7;&#xE3;o Otol&#xF3;gica</h3> <p>A a&#xE7;&#xE3;o terap&#xEA;utica t&#xF3;pica de Cloridrato de Ciprofloxacino se deve &#xE0; atividade antibacteriana do Cloridrato de Ciprofloxacino. O Cloridrato de Ciprofloxacino age interferindo na DNA girase, uma enzima essencial para as bact&#xE9;rias na s&#xED;ntese do DNA. Como consequ&#xEA;ncia, a informa&#xE7;&#xE3;o vital dos cromossomos bacterianos n&#xE3;o pode mais ser transcrita causando uma interrup&#xE7;&#xE3;o no metabolismo bacteriano. O Cloridrato de Ciprofloxacino possui alta atividade <em>in vitro</em> contra quase todos os microrganismos Gramnegativos incluindo <em>Pseudomonas aeruginosa</em>, sendo eficaz tamb&#xE9;m contra bact&#xE9;rias Gram-positivas, tais como estafilococos e estreptococos. Os microrganismos anaer&#xF3;bios s&#xE3;o, em geral, menos suscept&#xED;veis. O desenvolvimento de resist&#xEA;ncia ao Cloridrato de Ciprofloxacino n&#xE3;o ocorre com frequ&#xEA;ncia.</p> <p>A resist&#xEA;ncia bacteriana mediada por plasm&#xED;deo parece n&#xE3;o ocorrer com os antibi&#xF3;ticos da classe das quinolonas. O Cloridrato de Ciprofloxacino tem se mostrado como o antibacteriano de maior atividade entre todas as quinolonas. Entretanto, observase uma resist&#xEA;ncia paralela entre este grupo de inibidores de girase. Devido ao seu modo de a&#xE7;&#xE3;o especial, n&#xE3;o h&#xE1; resist&#xEA;ncia cruzada entre o Cloridrato de Ciprofloxacino e outros compostos antibacterianos com estrutura qu&#xED;mica diferente, tais como antibi&#xF3;ticos beta-lact&#xE2;micos, aminoglicos&#xED;deos, tetraciclinas, macrol&#xED;deos e antibi&#xF3;ticos pept&#xED;dicos, bem como sulfonamidas, trimetoprima e derivados do nitrofurano. Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o t&#xF3;pica no ouvido, a absor&#xE7;&#xE3;o sist&#xEA;mica pode ser considerada insignificante. Os n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos n&#xE3;o foram mensur&#xE1;veis 1 hora ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o das gotas no ouvido, mesmo na presen&#xE7;a de perfura&#xE7;&#xE3;o do t&#xED;mpano.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Cipro?

Os comprimidos devem ser conservados em temperatura ambiente, entre 15ºC e 30ºC.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características organolépticas

Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) 500 mg é um comprimido alongado, de cor branca a levemente amarelada.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Fontes consultadas

Fonte: Bula do Profissional do Medicamento Biamotil® (apresentação de pomada), Ciloxan® (apresentação de solução oftálmica), Cipro® (apresentação de comprimido 500mg), Ciloxan® Otológico (apresentação de solução otológica).

Fonte: Bula do Profissional do Medicamento Cipro®.

Dizeres Legais do Cipro

MS - 1.7056.0103

Farm. Resp.:
Dra. Dirce Eiko Mimura
CRF-SP n° 16532

Fabricado por:
Bayer AG
Leverkusen – Alemanha

Importado por:
Bayer S.A.
Rua Domingos Jorge, n°1.100
04779-900 - Socorro - São Paulo - SP
C.N.P.J. n° 18.459.628/0001-15



SAC:
0800 7021241
sac@bayer.com

Venda sob prescrição médica. Só pode ser vendido com retenção da receita.

500mg, caixa com 6 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Cloridrato De Ciprofloxacino
Classe Terapêutica
:
Fluorquinolonas Orais
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca 2 vias (Antibiótico - Venda Sob Prescrição Médica mediante Retenção da Receita)
Categoria
:
Antibióticos
Especialidade
:
Gastroenterologia, Oftalmologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Cipro, para o que é indicado e para o que serve?

As indicações de Cipro®&nbsp;(cloridrato de ciprofloxacino) são as seguintes:

Adultos
Para o tratamento de infecções complicadas e não complicadas causadas por microrganismos sensíveis ao ciprofloxacino:
  • <li>Do trato respirat&#xF3;rio. Muitos dos microrganismos, p. ex. <em>Klebsiella, Enterobacter, Proteus, E. coli, Pseudomonas, Haemophilus, Moraxella, Legionella </em>e <em>Staphylococcus</em> reagem com muita sensibilidade ao Cipro<sup>&#xAE;</sup> (cloridrato de ciprofloxacino). A maioria dos casos de <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/pneumonia/c" target="_blank">pneumonia</a> que n&#xE3;o necessitam de tratamento hospitalar &#xE9; causada por Streptococcus pneumoniae. Nesses casos, Cipro<sup>&#xAE;</sup> (cloridrato de ciprofloxacino) n&#xE3;o &#xE9; o medicamento de primeira escolha;</li> <li>Do ouvido m&#xE9;dio (<a href="https://consultaremedios.com.br/doenca-nos-ouvidos/otite/c" target="_blank">otite</a> m&#xE9;dia) e dos seios paranasais (<a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/sinusite/c" target="_blank">sinusite</a>), especialmente se causadas por <em>Pseudomonas </em>ou <em>Staphylococcus</em>;</li> <li>Dos olhos;</li> <li>Dos rins e/ou do trato urin&#xE1;rio eferente;</li> <li>Dos &#xF3;rg&#xE3;os reprodutores, inclusive inflama&#xE7;&#xE3;o dos ov&#xE1;rios e das tubas uterinas (anexite), <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/dsts/gonorreia/c" target="_blank">gonorreia</a> e infec&#xE7;&#xF5;es da pr&#xF3;stata (prostatite);</li> <li>Da cavidade abdominal, p. ex. do est&#xF4;mago e intestino (trato gastrintestinal), do trato biliar e da membrana serosa que reveste internamente as paredes do abdome (perit&#xF4;nio);</li> <li>Da pele e de tecidos moles;</li> <li>Dos ossos e articula&#xE7;&#xF5;es.</li>
Infecção generalizada (septicemia)

Infecções ou risco de infecção (profilaxia) em pacientes com sistema imunológico comprometido, por exemplo, pacientes em tratamento com medicamentos que inibem as defesas imunológicas naturais do organismo ou pacientes com número reduzido de glóbulos brancos do sangue.

Eliminação seletiva de bactérias do intestino durante tratamento com medicamentos que inibem o sistema imunológico do organismo.

Descontaminação intestinal seletiva em pacientes sob tratamento com imunossupressores. Cipro®&nbsp;(cloridrato de ciprofloxacino) não é eficaz contra Treponema pallidum (causador da sífilis).

Crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos

Para infecção aguda na fibrose cística (distúrbio hereditário que aumenta a produção e a viscosidade das secreções nos brônquios e no trato digestivo) causada por Pseudomonas aeruginosa se não houver possibilidade de outros tratamentos injetáveis mais eficazes. Não se recomenda Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) para outras indicações.

Antraz por inalação (após exposição) em adultos e crianças

Para reduzir a incidência ou progressão da doença após inalação de bacilos de antraz (Bacillus anthracis).

Como o Cipro funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>O ciprofloxacino, componente ativo de Cipro<sup>&#xAE;</sup> (cloridrato de ciprofloxacino), pertence ao grupo das quinolonas. As quinolonas bloqueiam determinadas enzimas de bact&#xE9;rias que t&#xEA;m um papel fundamental no metabolismo e na reprodu&#xE7;&#xE3;o bacteriana, matando as bact&#xE9;rias causadoras da doen&#xE7;a.</p> "}

Quais as contraindicações do Cipro?

Não use Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) nas seguintes situações:

  • <li>Alergia (hipersensibilidade) &#xE0; subst&#xE2;ncia ativa ciprofloxacino, aos medicamentos contendo outras quinolonas ou a qualquer componente da f&#xF3;rmula. Sinais de alergia podem incluir coceira, vermelhid&#xE3;o na pele, dificuldade para respirar ou incha&#xE7;o das m&#xE3;os, garganta, boca ou p&#xE1;lpebra;</li> <li>Uso concomitante de tizanidina.</li>

Como usar o Cipro?

Não altere a dose nem a duração do tratamento indicados por seu médico. Os comprimidos devem ser ingeridos inteiros, com líquido. Não é preciso tomar o comprimido junto com as refeições. Tomar os comprimidos com estômago vazio acelera a absorção. Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) não deve ser tomado com laticínios ou bebidas enriquecidas com minerais (por exemplo, leite, iogurte ou suco de laranja enriquecido com cálcio). No entanto, a absorção não é afetada significativamente por refeições que contenham cálcio.

Se estiver tomando também medicamentos ou suplementos contendo minerais como o cálcio, magnésio, alumínio, assim como certos tipos de antiácidos usados para tratamento de indigestão, Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) deverá ser tomado 1 a 2 horas antes ou pelo menos 4 horas depois desses produtos.

Se o paciente não for capaz de engolir os comprimidos, recomenda-se iniciar o tratamento com ciprofloxacino injetável para terapia intravenosa.

A dosagem geralmente recomendada pelo médico é a seguinte:

Adultos

Dose diária recomendada de ciprofloxacino oral em adultos

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"width:790px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Indica&#xE7;&#xF5;es</strong></p> </td> <td style=\"width:436px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Dose di&#xE1;ria para adultos de ciprofloxacino (mg) via oral</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"width:790px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xF5;es do trato respirat&#xF3;rio (dependendo da gravidade e do microrganismo)</p> </td> <td style=\"width:436px\"> <p style=\"text-align:center\">2 x 250 mg a 500 mg</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:407px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xF5;es do trato urin&#xE1;rio</p> </td> <td style=\"width:378px\"> <p style=\"text-align:center\">Aguda, n&#xE3;o complicada</p> </td> <td style=\"width:436px\"> <p style=\"text-align:center\">1 a 2 x 250 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:378px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-urinario/cistite/c\" target=\"_blank\">Cistite</a> em mulheres (antes da <a href=\"https://consultaremedios.com.br/saude-da-mulher/menopausa/c\" target=\"_blank\">menopausa</a>)</p> </td> <td style=\"width:436px\"> <p style=\"text-align:center\">Dose &#xFA;nica 250 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:378px\"> <p style=\"text-align:center\">Complicada</p> </td> <td style=\"width:436px\"> <p style=\"text-align:center\">2 x 250 mg a 500 mg</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:407px\"> <p style=\"text-align:center\">Gonorreia</p> </td> <td style=\"width:378px\"> <p style=\"text-align:center\">Extragenital</p> </td> <td style=\"width:436px\"> <p style=\"text-align:center\">Dose &#xFA;nica 250 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:378px\"> <p style=\"text-align:center\">Aguda, n&#xE3;o complicada</p> </td> <td style=\"width:436px\"> <p style=\"text-align:center\">Dose &#xFA;nica 250 mg</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"width:790px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c\" target=\"_blank\">Diarreia</a></p> </td> <td style=\"width:436px\"> <p style=\"text-align:center\">1 a 2 x 500 mg</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"width:790px\"> <p style=\"text-align:center\">Outras infec&#xE7;&#xF5;es</p> </td> <td style=\"width:436px\"> <p style=\"text-align:center\">2 x 500 mg</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"5\" style=\"width:407px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xF5;es graves, com risco para a vida:<br> Principalmente quando<br> causadas por<br> <em>Pseudomonas,<br> Staphylococcus</br></em> ou<br> <em>Streptococcus</em></br></br></br></br></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:378px\"> <p>Pneumonia estreptoc&#xF3;cica</p> </td> <td colspan=\"1\" rowspan=\"5\" style=\"width:436px\"> <p style=\"text-align:center\">2 x 750 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:378px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xF5;es recorrentes em fibrose c&#xED;stica</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:378px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xF5;es &#xF3;sseas e das articula&#xE7;&#xF5;es</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:378px\"> <p style=\"text-align:center\">Septicemia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:378px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/peritonite/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Peritonite</a></p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}
Crianças e adolescentes

A dose oral recomendada para infecção aguda causada por P. aeruginosa em pacientes (idade entre 5 e 17 anos) com mucoviscidose é 20 mg de ciprofloxacino/kg de peso corpóreo 2 x por dia (máximo 1.500 mg de ciprofloxacino/dia).

Antraz
Adultos

500 mg de ciprofloxacino duas vezes por dia.

Crianças

15 mg de ciprofloxacino/kg de peso corpóreo duas vezes por dia. A dose máxima para crianças não deve exceder 500 mg (dose máxima diária: 1000 mg).

O tratamento deve começar imediatamente após a suspeita ou confirmação da inalação dos patógenos de antraz.

Se o paciente não for capaz de engolir os comprimidos, recomenda-se iniciar o tratamento com Cipro® (ciprofloxacino) solução para infusão para terapia intravenosa.

Informações adicionais para populações especiais

Pacientes idosos

Pacientes idosos devem receber a menor dose de acordo com a gravidade da doença e com a sua função renal.

Pacientes com mau funcionamento dos rins e do fígado
Adultos
  • <li>Recomendam-se as seguintes doses para a disfun&#xE7;&#xE3;o renal moderada ou grave: depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina entre 30 e 60 mL/min (creatinina s&#xE9;rica entre 1,4 e 1,9 mg/100 mL), a dose m&#xE1;xima para administra&#xE7;&#xE3;o oral &#xE9; de 1000 mg de ciprofloxacino por dia. Depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina inferior a 30 mL/min (creatinina s&#xE9;rica igual ou superior a 2 mg/100 mL), a dose m&#xE1;xima para administra&#xE7;&#xE3;o oral &#xE9; de 500 mg de ciprofloxacino por dia;</li> <li>Disfun&#xE7;&#xE3;o renal e sob <a href="https://consultaremedios.com.br/produtos-hospitalares/hemodialise/c" target="_blank">hemodi&#xE1;lise</a> &#xE9; a mesma dose ap&#xF3;s cada sess&#xE3;o de di&#xE1;lise que os pacientes com disfun&#xE7;&#xE3;o renal moderada ou grave;</li> <li>Disfun&#xE7;&#xE3;o renal e em di&#xE1;lise peritoneal ambulatorial cont&#xED;nua (DPAC): administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg de ciprofloxacino oral (ou 2 x 250 mg);</li> <li>N&#xE3;o &#xE9; preciso ajustar a dose em caso de mau funcionamento do f&#xED;gado;</li> <li>Em caso de mau funcionamento do f&#xED;gado e dos rins, a dose deve ser a mesma usada para disfun&#xE7;&#xE3;o renal (veja item 1). Pode ser necess&#xE1;rio monitorar a concentra&#xE7;&#xE3;o de ciprofloxacino no sangue.</li>
Crianças e adolescentes

Doses em crianças e adolescentes com funções renal e/ou hepática alteradas não foram estudadas.

Duração do tratamento

A duração do tratamento depende da gravidade da doença e do curso clínico e bacteriológico. Em geral, o tratamento deve sempre prosseguir por pelo menos 3 dias após a febre e os sinais clínicos terem desaparecido.

Em geral, a duração média do tratamento é:
Adultos
  • <li>1 dia para gonorreia e cistite agudas n&#xE3;o complicadas;</li> <li>At&#xE9; 7 dias para infec&#xE7;&#xF5;es dos rins, trato urin&#xE1;rio e cavidade abdominal;</li> <li>Em pacientes com baixa resist&#xEA;ncia (sistema imunol&#xF3;gico comprometido), o tratamento deve prosseguir enquanto a contagem total de gl&#xF3;bulos brancos estiver reduzida (fase neutrop&#xEA;nica);</li> <li>No m&#xE1;ximo 2 meses para <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-osteomielite-diagnostico-tratamento-tem-cura-pode-matar/" rel="noopener" target="_blank">osteomielite</a> (infec&#xE7;&#xE3;o &#xF3;ssea);</li> <li>7-14 dias para todas as outras infec&#xE7;&#xF5;es.</li>

Em infecções estreptocócicas, o tratamento deve continuar por pelo menos 10 dias, por risco de complicações tardias.

Igualmente, as infecções por Chlamydia spp. devem ser tratadas durante pelo menos 10 dias.

Crianças e adolescentes com idade entre 5 e 17 anos

10 - 14 dias para episódios de infecção aguda de fibrose cística causada por Pseudomonas aeruginosa.

Antraz

60 dias de tratamento para terapia imediata e para tratamento de infecções após a inalação de patógenos de antraz.

Efeitos da descontinuação do tratamento com Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino)

Se você quiser interromper o tratamento com Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) ou parar de tomá-lo antes do previsto por se sentir melhor ou porque está sofrendo efeitos colaterais, fale antes com seu médico. Se você parar de tomar Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) sem antes falar com seu médico, as bactérias que causaram a infecção poderão recomeçar a se reproduzir e sua condição poderá piorar bastante.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Cipro?&nbsp;

{"tag":"hr","value":" <p>Tome a dose assim que poss&#xED;vel e, em seguida, continue tomando conforme prescrito.</p> <p>Entretanto, se estiver pr&#xF3;ximo da hora da dose seguinte, n&#xE3;o tome a dose esquecida e continue como habitual. N&#xE3;o tome duas doses para compensar a dose esquecida. Certifiquese de completar o tratamento. Converse com seu m&#xE9;dico.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Cipro?

Caso apresente qualquer uma destas condições descritas abaixo, durante o tratamento com Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino), informe seu médico imediatamente. O seu médico decidirá se o tratamento com Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) deverá ser interrompido.

Para o tratamento de infecções graves, infecções por Staphylococcus e infecções por bactérias anaeróbias, o Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) deve ser utilizado em associação a um antibiótico apropriado.

O Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) não é recomendado para o tratamento de pneumonia causada por Streptococcus pneumoniae devido à eficácia limitada contra este agente bacteriano.

As infecções dos órgãos genitais podem ser causadas por isolados de Neisseria gonorrhoeae resistentes à fluoroquinolonas. É muito importante obter informações locais sobre a prevalência de resistência ao ciprofloxacino e confirmar a sensibilidade por meio de exames laboratoriais.

O Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) está associado a casos de prolongamento do intervalo QT (uma alteração do eletrocardiograma). As mulheres podem ser mais sensíveis aos medicamentos que prolonguem o intervalo QTc, uma vez que tendem a ter um intervalo QTc basal mais longo em comparação aos homens. Pacientes idosos podem também ser mais sensíveis aos efeitos associados ao medicamento sobre o intervalo QT. Deve-se ter cautela ao utilizar Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) junto com medicamentos que podem resultar em prolongamento do intervalo QT (por exemplo, antiarrítmicos de classe III ou IA, antidepressivos tricíclicos, antibióticos macrolídeos, antipsicóticos) ou em pacientes com fatores de risco para prolongamento QT ou “torsades de pointes” (uma alteração específica do eletrocardiograma), por exemplo, síndrome congênita do QT longo, desequilíbrio eletrolítico (sais do organismo) não corrigido, como hipocalemia (baixo nível de potássio no sangue) ou hipomagnesemia (baixo nível de magnésio no sangue) e doenças cardíacas como insuficiência cardíaca, infarto do miocárdio ou bradicardia (ritmo dos batimentos cardíacos muito lento).

Estudos epidemiológicos relatam um aumento do risco de aneurisma (dilatação anormal de artérias) e dissecção (lesão da parede do vaso) da aorta após a ingestão de fluoroquinolonas, particularmente na população idosa. Portanto, as fluoroquinolonas devem ser usadas apenas após avaliação cuidadosa do benefício-risco e após consideração de outras opções terapêuticas em pacientes com história familiar positiva de aneurisma, ou em pacientes diagnosticados com aneurisma aórtico préexistente e/ou dissecção aórtica, ou na presença de outros fatores de risco ou condições predisponentes para aneurisma e dissecção da aorta (por exemplo, síndrome de Marfan, síndrome de Ehlers-Danlos vascular (distúrbios hereditários do tecido conjuntivo), arterite de Takayasu, arterite de células gigantes (doenças caracterizadas por inflamação das artérias), doença de Behçet (doença que pode causar inflamação das artérias e formação de aneurismas), hipertensão (pressão arterial elevada), aterosclerose conhecida (depósitos de gordura nas paredes dos vasos com formação de placas, que estreitam a luz da artéria e dificultam a passagem do sangue)).

Em caso de dor súbita abdominal, no peito ou nas costas, consulte imediatamente um médico.Em alguns casos, pode ocorrer reação alérgica grave ou súbita (reação/choque anafilático, angioedema), mesmo com uma única dose, há uma pequena chance que você apresente reação alérgica grave com os seguintes sintomas: aperto no peito, sensação&nbsp;de tontura, doente ou fraco, ou sentir tonturas quando ficar de pé. Se isto ocorrer, informe imediatamente seu médico, pois o tratamento com Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) deverá ser interrompido. Em casos muito raros, pode ocorrer inchaço da face, garganta e dificuldade para respirar, podendo progredir para choque, com risco para a vida, às vezes após a primeira administração. Nesses casos, pare imediatamente o uso de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) e informe seu médico.

Se ocorrer diarreia durante o tratamento com Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino), converse com seu médico antes de tomar antidiarreicos.

Informe que está utilizando Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino), caso realize exame de sangue ou urina.

Casos de problemas no fígado (necrose hepática e insuficiência hepática) com risco para a vida têm sido relatados com Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino). No caso de qualquer sinal e sintoma de doença no fígado (como anorexia (diminuição do apetite), icterícia (coloração amarelada da pele), urina escura, prurido (coceira) ou abdômen tenso) pare imediatamente o uso de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) e informe seu médico.

Pode ocorrer aumento temporário das enzimas do fígado (transaminases, fosfatase alcalina) ou icterícia colestática (cor amarelada da pele decorrente de acúmulo de pigmentos biliares), especialmente em pacientes que já apresentaram alguma doença no fígado, que forem tratados com Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino).

Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) deve ser usado com cautela em pacientes com miastenia grave (doença muscular) porque os sintomas podem ser exacerbados. Podem ocorrer tendinite e ruptura do tendão (predominantemente do tendão de Aquiles) com Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino), algumas vezes bilateral, mesmo dentro das primeiras 48 horas de tratamento. Podem ocorrer inflamação e ruptura de tendão mesmo até vários meses após a descontinuação da terapia com Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino). O risco de doença nos tendões pode estar aumentado em pacientes idosos ou pacientes tratados concomitantemente com corticosteroides.

Na suspeita de inflamação de tendão, deve-se parar imediatamente o uso de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino), consultar o médico e o membro acometido deve ser mantido em repouso evitando esforço físico, até avaliação médica. Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) deve ser usado com cautela nos pacientes com antecedentes de distúrbios de tendão relacionados a tratamentos com quinolonas.

Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino), assim como outros medicamentos da mesma classe, é conhecido por desencadear convulsões ou diminuir o limiar convulsivo.

Caso sofra de epilepsia, tendência a convulsões ou tenha apresentado convulsões no passado, redução do fluxo sanguíneo cerebral, traumatismo craniano ou antecedente de derrame, Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) deve ser administrado somente se os benefícios do tratamento forem superiores aos possíveis riscos. Esses pacientes correm risco de efeitos indesejáveis no sistema nervoso central. Caso isto ocorra, interrompa o uso de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) e informe imediatamente seu médico.

Casos de estados epilépticos têm sido relatados. Se ocorrerem convulsões pare imediatamente o uso de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) e informe o médico. Podem ocorrer reações psiquiátricas após a primeira administração de fluoroquinolonas, incluindo ciprofloxacino.

Em casos raros, podem ocorrer depressão ou reações psicóticas, que podem evoluir para ideias/pensamentos suicidas e comportamento autodestrutivo, como tentativa de suicídio ou suicídio. Nesses casos pare imediatamente o uso de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) e informe o médico.

Têm sido relatados casos de polineuropatia sensorial ou sensoriomotora, resultando em sensações cutâneas subjetivas, perda ou diminuição de sensibilidade, alteração na sensibilidade dos sentidos ou fraqueza em pacientes recebendo fluoroquinolonas, incluindo Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino). Caso você desenvolva sintomas neurológicos, tais como dor, queimação, formigamento, dormência ou fraqueza pare imediatamente o uso de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) e informe o médico.

O ciprofloxacino pode induzir reações de sensibilidade à luz, portanto, os pacientes devem evitar a exposição direta e excessiva ao sol ou à luz ultravioleta (UV). Se aparecerem reações cutâneas similares a queimaduras solares, pare imediatamente o uso de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) e informe o médico.

Você deve procurar um oftalmologista imediatamente em caso de alterações na visão ou algum sintoma ocular.

Gravidez

Não é recomendado o uso de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) durante a gravidez.

Estudos realizados com animais não evidenciaram malformações do feto, porém não se pode excluir que o medicamento possa causar lesões na cartilagem articular de organismos imaturos.

Informe seu médico se você estiver grávida ou desejar engravidar.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Amamentação

Não é recomendado o uso de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) durante a amamentação, pois o ciprofloxacino é excretado no leite materno e pode ser prejudicial para seu bebê, devido ao risco de dano articular ao feto.

Crianças e adolescentes

Como ocorre com outros antibióticos quinolônicos, o ciprofloxacino pode causar lesão nas articulações que suportam o peso em animais imaturos. Os dados de segurança em menores de 18 anos que sofriam principalmente de fibrose cística não&nbsp;evidenciaram lesão de articulação/cartilagem.

Na faixa etária de 5 a 17 anos pode ser usado no caso específico descrito abaixo:

Dados atuais confirmam o uso de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) para o tratamento de infecção aguda na fibrose cística causada por Pseudomonas aeruginosa em crianças e adolescentes de 5 a 17 anos. Atualmente a experiência disponível sobre o uso em crianças e adolescentes com outras infecções e crianças com menos de 5 anos é insuficiente. Portanto, não deve ser usado para outras infecções e em menores de 5 anos.

Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) pode ser usado por idosos na menor dose possível estabelecida pelo médico.

Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e operar máquinas

As substâncias do tipo fluoroquinolonas, incluindo o ciprofloxacino, podem prejudicar a habilidade do paciente para dirigir veículos e operar máquinas, devido a uma possível redução de atenção. Em caso de dúvidas, consulte seu médico. Isso ocorre principalmente com o uso em conjunto com bebidas alcoólicas.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Cipro?

Como todo medicamento, Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) pode ocasionar reações adversas, embora nem todas as pessoas as apresentem. Se você apresentar sintomas de hipersensibilidade (grave, reação alérgica súbita) como coceira, erupção na pele, dificuldade em respirar ou inchaço nas mãos, garganta, boca ou pálpebras, interrompa o tratamento com Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) e procure imediatamente seu médico ou o hospital mais próximo.

A frequência é indicada da seguinte forma:

  • <li>Muito comum (maior ou igual a 10%);</li> <li>Comum (entre 1% e 10%);</li> <li>Incomum (entre 0,1% e 1%);</li> <li>Rara (entre 0,01% e 0,1%);</li> <li>Muito rara (inferior a 0,01%);</li> <li>Frequ&#xEA;ncia desconhecida (n&#xE3;o pode ser estimada a partir dos dados dispon&#xED;veis).</li>

Se qualquer uma dessas reações se tornar grave ou se você notar qualquer reação adversa não mencionada nesta bula, informe seu médico ou farmacêutico.

Infecções e infestações

Reações incomuns

Superinfecções micóticas (infecção por fungos, junto com infecção bacteriana ou após esta).

Reações raras

Colite (inflamação do intestino grosso) associada ao uso de antibiótico (muito raramente, com possível evolução fatal).

Distúrbios do sistema linfático e sanguíneo

Reações incomuns

Aumento de um tipo de glóbulos brancos do sangue, os eosinófilos (eosinofilia).

Reações raras

Redução dos glóbulos brancos (leucopenia) ou apenas dos glóbulos brancos chamados neutrófilos (neutropenia), redução de glóbulos vermelhos (anemia) ou de plaquetas (trombocitopenia), aumento de glóbulos brancos do sangue (leucocitose) e aumento persistente das plaquetas no sangue (plaquetose).

Reações muito raras

Aumento da destruição dos glóbulos vermelhos (anemia hemolítica), redução de todas as células sanguíneas (pancitopenia com possível risco para a vida), ausência dos glóbulos brancos chamados neutrófilos, com possíveis sintomas de calafrios, febre (agranulocitose), função da medula óssea reduzida (com possível risco para a vida).

Distúrbios imunológicos

Reações raras

Reação alérgica e inchaço alérgico/angioedema.

Reações muito raras

Reação alérgica intensa e choque alérgico (por exemplo, inchaço do rosto, da laringe; dificuldade de respirar que pode levar a choque, queda brusca da pressão arterial, com risco para a vida) e reações similares àquelas associadas com doença do soro (por exemplo, febre, alergia, inchaço dos gânglios linfáticos, vermelhidão da pele , inchaço).

Distúrbios metabólicos e nutricionais

Reações incomuns

Diminuição do apetite e da ingestão de alimentos.

Reações raras

Aumento da concentração de açúcar no sangue (hiperglicemia), diminuição da concentração de açúcar no sangue (hipoglicemia).

Distúrbios psiquiátricos

Reações incomuns

Hiperatividade psicomotora/agitação.

Reações raras

Confusão mental, desorientação, ansiedade, sonhos anormais, depressão* e alucinações.

Reações muito raras

Reações psicóticas*.

*Potencialmente culminando em comportamentos autodestrutivos, como ideias/pensamentos suicidas e tentativa de suicídio ou suicídio.

Distúrbios do sistema nervoso

Reações incomuns

Dor de cabeça, tontura, distúrbios do sono, alteração do paladar.

Reações raras

Sensações anormais, como por exemplo, de formigamento, dormência (parestesia, disestesia), tremores, convulsões (incluindo estado epilético), diminuição da sensibilidade geral (hipoestesia), tonturas giratórias (vertigem).

Reações muito raras

Enxaqueca, distúrbios da coordenação, alteração do olfato, aumento da sensibilidade geral ou específica (hiperestesia), aumento da pressão intracraniana (pseudotumor cerebral).

Reações de frequência desconhecida

Neuropatia periférica e polineuropatia (doenças que afetam um ou vários nervos).

Distúrbios da visão

Reações raras

Alterações da visão.

Reações muito raras

Distorção visual das cores.

Distúrbios da audição e do labirinto

Reações raras

Zumbido e perda da audição.

Reações muito raras

Alterações da audição.

Distúrbios cardíacos

Reações raras

Taquicardia (aumento da frequência cardíaca).

Reações de frequência desconhecida

Alteração no eletrocardiograma chamada prolongamento do intervalo QT, alteração no ritmo do coração (arritmia ventricular), “torsades de pointes”* (uma alteração específica do eletrocardiograma).

*Estas reações foram relatadas durante o período de observação pós-comercialização e foram observadas predominantemente entre pacientes com mais fatores de risco para prolongamento do intervalo QT.

Distúrbios vasculares

Reações raras

Dilatação dos vasos sanguíneos, pressão arterial baixa e desmaio (síncope).

Reações muito raras

Inflamação dos vasos sanguíneos (vasculite).

Distúrbios respiratórios

Reações raras

Falta de ar (dispneia), incluindo condição asmática.

Distúrbios gastrintestinais

Reações comuns

Enjoo e diarreia.

Reações incomuns

Vômitos, dores gastrintestinais e abdominais, dispepsia (má digestão) e gases.

Reações muito raras

Pancreatite (inflamação do pâncreas).

Distúrbios hepatobiliares

Reações incomuns

Aumento das transaminases (enzimas do fígado) e aumento da bilirrubina.

Reações raras

Comprometimento do funcionamento do fígado, icterícia (coloração amarelada da pele) e hepatite (inflamação do fígado) não infecciosa.

Reações muito raras

Morte das células do fígado que muito raramente evolui para insuficiência hepática com risco para a vida.

Lesões da pele e do tecido subcutâneo

Reações incomuns

Vermelhidão da pele (rash cutâneo), coceira e urticária (reação alérgica de pele).

Reações raras

Sensibilidade à luz e formação de bolhas.

Reações muito raras

Hemorragias pontilhadas da pele (petéquias), eritema nodoso e eritema multiforme (lesões de pele), síndrome de Stevens-Johnson (reação grave de pele caracterizada por bolhas), com potencial risco para a vida, e necrólise epidérmica tóxica (reações graves de pele, com potencial risco para a vida).

Reações de frequência desconhecida

Pustulose exantemática generalizada aguda (reação cutânea grave).

Distúrbios ósseos, do tecido conjuntivo e musculoesqueléticos

Reações incomuns

Dor nas articulações.

Reações raras

Dor muscular, inflamação nas articulações (artrite), aumento do tônus muscular e cãibras.

Reações muito raras

Fraqueza muscular, inflamação dos tendões (tendinite), rupturas de tendões (predominantemente do tendão de Aquiles) e piora dos sintomas da miastenia grave (doença muscular grave).

Distúrbios renais e urinários

Reações incomuns

Alteração do funcionamento dos rins.

Reações raras

Inflamação dos rins (nefrite túbulo-intersticial), insuficiência renal (alteração da função dos rins), presença de sangue e de cristais na urina.

Distúrbios gerais

Reações incomuns

Dor inespecífica, mal-estar geral, febre.

Reações raras

Inchaço, transpiração excessiva.

Reações muito raras

Alterações do modo de andar.

Investigações

Reações incomuns

Aumento da enzima hepática fosfatase alcalina no sangue.

Reações raras

Alteração no exame de coagulação (nível anormal de protrombina) e aumento da amilase (enzima que avalia a função do pâncreas).

Reações de frequência desconhecida

Aumento da razão normalizada internacional (RNI) que avalia a coagulação sanguínea (em pacientes tratados com antagonistas de vitamina K).

As seguintes reações adversas tiveram categoria de frequência mais elevada nos subgrupos de pacientes recebendo tratamento intravenoso ou sequencial (intravenoso para oral):

Comum (entre 1 e 10 a cada 100 pessoas podem apresentá-las)

Vômito; aumento transitório das transaminases (enzimas do fígado); vermelhidão da pele (erupção na pela).

Incomum (entre 1 e 10 a cada 1.000&nbsp;pessoas podem apresentá-las)

Trombocitopenia (redução das plaquetas, células responsáveis pela coagulação); plaquetose (aumento persistente das plaquetas no sangue); confusão mental e desorientação; alucinações;&nbsp;sensações anormais, como por exemplo, de formigamento, dormência (parestesia, disestesia); convulsões (ataques prolongados, repetidos ou contínuos); vertigem; alterações da visão; perda de audição; aumento da frequência cardíaca; vasodilatação (dilatação dos vasos sanguíneos); hipotensão (diminuição da pressão arterial); alteração hepática (do fígado); icterícia (coloração amarelada da pele); insuficiência renal (mau funcionamento dos rins); edema (inchaço).

Rara (entre 1 e 10 a cada 10.000 pessoas podem apresentá-las)

Pancitopenia (perigosa queda no número de glóbulos vermelhos, brancos e plaquetas, com possível risco para a vida ); função da medula óssea reduzida; choque anafilático (reação alérgica grave, com possível risco para a vida); reações psicóticas (distúrbios mentais, potencialmente levando à comportamentos autodestrutivos, como ideias/pensamentos suicidas e tentativa de suicídio ou suicídio, ou alucinações); enxaqueca; distúrbios do olfato; audição alterada; vasculite (inflamação da parede dos vasos); pancreatite (inflamação do pâncreas); necrose hepática (morte de células do fígado, que muito raramente evolui para insuficiência hepática com risco para a vida); petéquias (hemorragias pontilhadas da pele); ruptura de tendão (predominantemente do tendão de Aquiles - o tendão grande que fica na parte de trás do tornozelo).

Crianças

A incidência de artropatia (inflamação das articulações), mencionada acima, refere-se a dados coletados em estudos com adultos. Em crianças, artropatia é relatada frequentemente.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

Qual a composição do Cipro?

Cipro® 500 mg - 1 comprimido revestido contém:

582 mg de cloridrato de ciprofloxacino monoidratado, equivalentes a 500 mg de ciprofloxacino.

Excipientes: celulose microcristalina, amido, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, hipromelose, macrogol e dióxido de titânio.

Apresentação do&nbsp;Cipro

{"tag":"hr","value":" <p>Cipro<sup>&#xAE;</sup> (cloridrato de ciprofloxacino) &#xE9; apresentado sob a forma de comprimidos revestidos, na concentra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg, em embalagens contendo 6 e 14 comprimidos revestidos.</p> <p><strong>Uso oral.</strong></p> <p><strong>Uso adulto.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Cipro maior do que a recomendada?

Há relatos de alguns casos de toxicidade renal reversível após superdose aguda. Nesses casos, a função renal deve ser monitorada pelo médico. Os pacientes devem ser mantidos bem hidratados. A administração de produtos que contêm magnésio ou cálcio neutraliza o ácido do estômago e reduz a absorção de ciprofloxacino.Caso você ingira uma quantidade do medicamento maior do que a prescrita, consulte seu médico imediatamente, pois este medicamento pode causar dano renal.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Cipro com outros remédios?

A seguir, constam alguns medicamentos cujo efeito pode ser alterado se tomados com Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) ou que podem influenciar o efeito de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino). Fale com seu médico caso esteja tomando algum desses medicamentos.

Medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT: Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino), como outros medicamentos da mesma classe (fluoroquinolonas), deve ser utilizado com cautela em pacientes que estejam recebendo medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT (por exemplo, antiarrítmicos de classe III ou IA, antidepressivos tricíclicos, antibióticos macrolídeos, antipsicóticos).

Produtos contendo ferro, magnésio, alumínio ou cálcio: o uso simultâneo com antiácidos, produtos contendo ferro, magnésio, alumínio ou cálcio (por exemplo, suplementos minerais) reduz a absorção de ciprofloxacino. O mesmo acontece com sucralfato (usado para tratamento de azia, indigestão ou úlcera no estômago ou intestino) ou antiácidos (usados para indigestão), didanosina (usado no tratamento da AIDS), polímeros ligantes de fosfato, por exemplo, sevelâmer e carbonato de lantânio (para diminuição dos níveis de fosfato em pacientes com problemas nos rins), soluções nutrientes.

Bebidas e laticínios enriquecidos com minerais, por exemplo, leite, iogurte, suco de laranja enriquecido com cálcio, devem ser evitados, pois podem reduzir a absorção de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino). Contudo, o cálcio da dieta, proveniente da alimentação normal, não afeta significativamente a absorção. Por isso, Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) deve ser tomado 1 a 2 horas antes ou não menos que 4 horas depois desses produtos. Esta restrição não inclui os antiácidos bloqueadores de receptores H2 (por exemplo, cimetidina, ranitidina). O uso simultâneo de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) e probenecida (tratamento&nbsp;complementar de infecções, por exemplo, gota) aumenta a concentração de ciprofloxacino no sangue.

A metoclopramida (utilizada para náuseas e vômitos) acelera a absorção de ciprofloxacino, que atinge a concentração máxima no sangue mais rapidamente que o usual.

O uso simultâneo de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) e omeprazol (utilizado para azia, indigestão, úlceras no estômago ou intestino) pode levar a uma leve diminuição do efeito do ciprofloxacino.

Não se deve administrar Cipro®&nbsp;(cloridrato de ciprofloxacino) com tizanidina (relaxante muscular), pois pode ocorrer um aumento indesejável nas concentrações de tizanidina no sangue, associado aos efeitos colaterais clinicamente importantes induzidos por esta, como queda da pressão e sonolência.

A teofilina (medicamento para a asma) quando usada em conjunto com o Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino), pode ter sua concentração aumentada no sangue, o que favorece um aumento da frequência dos efeitos indesejáveis induzidos pela teofilina.

Em casos muito raros, esses efeitos indesejáveis podem colocar a vida em risco ou ser fatais. Se o uso de ambos for inevitável, a concentração de teofilina no sangue deve ser observada e a dose reduzida conforme a necessidade. Foi relatado que o uso de ciprofloxacino e medicamentos contendo derivados da xantina, como por exemplo, cafeína e pentoxifilina (oxpentifilina) (para distúrbios circulatórios), elevou a concentração destas substâncias no sangue. Fale com seu médico.

Em pacientes recebendo Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) e fenitoína (antiepilético) ao mesmo tempo, foi observado nível alterado (diminuído ou aumentado) de fenitoína no sangue. É recomendado o monitoramento da terapia com fenitoína, incluindo medições de concentração de fenitoína no sangue, durante e imediatamente após a administração simultânea de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) e fenitoína, para evitar a perda do controle de convulsões associadas aos níveis diminuídos de fenitoína e para evitar efeitos indesejáveis relacionados à superdose de fenitoína quando o Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) é descontinuado em pacientes que estejam recebendo ambos.

O uso simultâneo com Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) pode retardar a excreção do metotrexato (imunossupressor usado para o tratamento de alguns tipos de câncer, psoríase e artrite reumatoide), aumentando o nível sanguíneo deste.

Anti-inflamatórios não-esteroides, por exemplo, o ibuprofeno (para dor, febre ou inflamação): estudos em animais mostraram que o uso combinado de doses muito altas de quinolonas e certos anti-inflamatórios não-esteroides podem desencadear convulsões. Isto não se refere aos que contêm ácido acetilsalicílico.

Observou-se em alguns casos aumento transitório da concentração de creatinina no sangue, que avalia a função renal, ao se administrar Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) simultaneamente com ciclosporina (imunossupressor usado em doenças de pele, artrite reumatoide e transplante de órgãos). Nesses casos é necessário controlar frequentemente (duas vezes por semana) a concentração de creatinina.

A administração simultânea de ciprofloxacino com substâncias antagonistas da vitamina K, como por exemplo, varfarina, acenocumarol, femprocumona, fluindiona, pode aumentar os efeitos anticoagulantes destas. Fale com seu médico.

O uso simultâneo de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) e antidiabéticos orais (para diminuição dos níveis de açúcar no sangue) principalmente sulfonilureias, como por exemplo, glibenclamida, glimepiridina, pode provocar diminuição de açúcar no sangue (hipoglicemia), possivelmente por intensificar a ação do antidiabético oral.

O uso simultâneo de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) e duloxetina (antidepressivo, dano ou incontinência do nervo causado pela diabetes) pode levar a um aumento da duloxetina no sangue.

No uso concomitante de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) com ropinirol (medicamento para doença de Parkinson), seu médico deverá monitorar os efeitos indesejáveis e realizar o ajuste de dose de ropinirol.

No uso de Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino) com lidocaína (para doenças cardíacas e anestésico local), podem ocorrer interações entre estas substâncias, acompanhadas de efeitos secundários. A concentração de clozapina (antipsicótico, usado na esquizofrenia) no sangue aumenta se administrada junto com Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino). Seu médico deverá monitorar e ajustar a dose de clozapina apropriadamente durante e logo após a administração simultânea destas substâncias.

O uso simultâneo de sildenafila (por exemplo, para disfunção erétil) e ciprofloxacino mostrou aumentar a concentração de sildenafila no sangue, por isso, seu médico deverá considerar os riscos e benefícios ao recomendar o uso conjunto destas substâncias.

Foi demonstrado em estudos clínicos que a fluvoxamina, potente inibidor da isoenzima 1A2 do CYP450, aumentou a agomelatina (medicamento utilizado para depressão) no sangue. Apesar de não haver dados clínicos disponíveis para uma possível interação com ciprofloxacino, inibidor moderado da isoenzima 1A2 do CYP450, efeitos similares podem ser esperados na administração concomitante. A coadministração do ciprofloxacino pode aumentar os níveis sanguíneos de zolpidem (medicamento utilizado para distúrbios do sono). O uso concomitante não é recomendado.

Informe ao seu médico se você estiver usando ou usou recentemente qualquer outro medicamento, inclusive aqueles adquiridos sem prescrição médica.

Interações com exames

O ciprofloxacino demonstrou em testes in vitro capacidade de interferir no teste de cultura de um tipo de bactéria – Mycobacterium tuberculosis – causando resultado falso negativo em pacientes fazendo uso de ciprofloxacino. Fale com seu médico ou laboratório que você está tomando ciprofloxacino.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Cipro com alimentos?

Comprimido 500mg

A administração concomitante de Cloridrato de Ciprofloxacino e laticínios ou bebidas enriquecidas com minerais (por exemplo, leite, iogurte, suco de laranja enriquecido com cálcio) deve ser evitada porque a absorção do Cloridrato de Ciprofloxacino pode ser reduzida. Contudo, o cálcio da dieta, proveniente da alimentação normal, não afeta significativamente a absorção.

Qual a ação da substância do Cipro (Cloridrato de Ciprofloxacino)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Pomada Oft&#xE1;lmica / Solu&#xE7;&#xE3;o Oft&#xE1;lmica</h3> <p>Foram realizados dois estudos multic&#xEA;ntricos, prospectivos, duplo-cegos e randomizados. No primeiro estudo, a efic&#xE1;cia da ciprofloxacina foi comparada com placebo (ve&#xED;culo da ciprofloxacina). No segundo estudo a ciprofloxacina foi comparada com a <a href=\"https://consultaremedios.com.br/tobramicina/bula\" target=\"_blank\">tobramicina</a>. Os resultados mostraram que no primeiro estudo a ciprofloxacina foi significativamente mais eficaz do que o placebo (p &lt; 0,001). No segundo estudo, a ciprofloxacina e a tobramicina foram igualmente eficazes. A ciprofloxacina aplicada topicamente erradicou ou reduziu todas as esp&#xE9;cies bacterianas isoladas, confirmando sua utilidade no tratamento das infec&#xE7;&#xF5;es oculares externas.<sup>1</sup></p> <p>Em um outro estudo aberto, multic&#xEA;ntrico, prospectivo, Leibowitz HM. estudou a efic&#xE1;cia da ciprofloxacina no tratamento das ceratites bacterianas.<sup>2</sup></p> <p>Os pacientes foram tratados com ciprofloxacina em compara&#xE7;&#xE3;o com outros antibi&#xF3;ticos utilizados rotineiramente.</p> <p>O tratamento com a ciprofloxacina atingiu um &#xED;ndice de sucesso de 91,9% entre todos os pacientes tratados apenas com aplica&#xE7;&#xE3;o t&#xF3;pica de ciprofloxacina. Os resultados mostraram que os sintomas e sinais desapareceram ou melhoraram durante o tratamento com a ciprofloxacina, ou seja, a ciprofloxacina se mostrou igualmente eficaz na capacidade de erradicar as infec&#xE7;&#xF5;es bacterianas da c&#xF3;rnea. O estudo conclui que a ciprofloxacina, tanto do ponto de vista cl&#xED;nico quanto microbiol&#xF3;gico, &#xE9; segura e eficaz como monoterapia nas &#xFA;lceras de c&#xF3;rnea bacterianas.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1 Leibowitz HM. Antibacterial effectiveness of ciprofloxacin 0,3% ophthalmic solution in the treatment of bacterial conjunctivitis. A J Ophthalmol. 1991, 112:29S-33S.<br> 2 Leibowitz HM. Clinical evaluation of ciprofloxacin 0,3% ophthalmic solution for treatment of bacterial keratitis. A J Ophthalmol. 1991, 112:34S-47S.</br></span></p> <h3>Comprimido 500mg</h3> <p>Os resultados das experi&#xEA;ncias cl&#xED;nicas realizadas e documentadas demonstraram que os microrganismos causadores das infec&#xE7;&#xF5;es foram erradicados em 81,9% dos casos.<sup>1</sup></p> <p>Clinicamente, quase 94,2% dos pacientes apresentaram melhora acentuada ou recupera&#xE7;&#xE3;o completa.<sup>1</sup></p>"}

Fabricante: Bayer

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