Belfar Dexaglós

0,1mg/mL, caixa com 1 frasco com 100mL de elixir

Princípio ativo
:
Dexametasona
Classe Terapêutica
:
Corticosteróides Orais Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Corticoide
Especialidade
:
Alergia e Imunologia, Dermatologia, Endocrinologia, Gastroenterologia, Hemoterapia, Imunologia clínica, Oftalmologia, Otorrinolaringologia, Pneumologia, Reumatologia, Clínica Médica e Neurologia

Bula do medicamento

Dexaglós, para o que é indicado e para o que serve?

Este medicamento é destinado ao tratamento de condições nas quais os efeitos anti-inflamatórios e imunossupressores (diminuição da atividade de defesa do organismo) dos corticosteroides (classe medicamentosa de dexametasona) são desejados, incluindo distúrbios reumáticos/artríticos, cutâneos (da pele), oculares, glandulares, pulmonares, sanguíneos e gastrintestinais.

Como o Dexaglós funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>Dexagl&#xF3;s elixir &#xE9; um glicocorticoide sint&#xE9;tico usado principalmente por seus potentes efeitos anti-inflamat&#xF3;rios. Embora sua atividade anti-inflamat&#xF3;ria seja acentuada, mesmo com doses baixas, seu efeito no metabolismo eletrol&#xED;tico (das subst&#xE2;ncias eletrol&#xED;ticas como os sais do organismo) &#xE9; leve.</p> <p>Dexagl&#xF3;s &#xE9; usado principalmente em afec&#xE7;&#xF5;es al&#xE9;rgicas e inflamat&#xF3;rias e outras doen&#xE7;as que respondem aos glicocorticoides.</p> "}

Quais as contraindicações do Dexaglós?

Dexaglós elixir é contraindicado nos casos de infecções fúngicas sistêmicas (infecções no organismo, causadas por fungos), hipersensibilidade (alergia) a sulfitos ou a qualquer outro componente do medicamento e administração de vacinas de vírus vivo.

Como usar o Dexaglós?

Dexaglós elixir deve ser tomado por via oral.

A segurança e eficácia de Dexaglós somente é garantida na administração por via oral.

Dexaglós deve ser utilizado apenas sob orientação médica.

O tratamento é regido pelos seguintes princípios gerais: as necessidades posológicas são variáveis e individualizadas segundo a gravidade da moléstia e a sua resposta. A dose inicial usual varia de 0,75 a 15mg por dia, dependendo da doença que está sendo tratada (para os lactentes e demais crianças as doses recomendadas terão, usualmente, de ser reduzidas, mas a posologia deve ser ditada mais pela gravidade da afecção que pela idade ou peso corpóreo).

A terapia corticosteroide é adjuvante, e não-substituta à terapia convencional adequada, que deve ser instituída segundo a indicação.

Deve-se reduzir a posologia ou cessar gradualmente o tratamento, quando a administração for mantida por mais do que alguns dias.

Em afecções agudas em que é urgente o alívio imediato, são permitidas grandes doses e podem ser imperativas por um curto período. Quando os sintomas tiverem sido suprimidos adequadamente, a posologia deve ser mantida na mínima quantidade capaz de proporcionar alívio sem excessivos efeitos hormonais.

Durante tratamento prolongado deve-se proceder, em intervalos regulares, a exames clínicos de rotina tais como: o exame de urina, a glicerina duas horas após refeição, a determinação da pressão arterial, do peso corpóreo e a radiografia do tórax.

Quando se utilizam grandes doses são aconselháveis determinações periódicas do potássio sérico.

Com adequado ajuste posológico, desde que orientado pelo médico, os pacientes podem mudar de qualquer outro glicocorticoide para Dexaglós.

Caso pare de tomar Dexaglós após terapia prolongada, você poderá experimentar sintomas de dependência incluindo febre, dor muscular, dor nas articulações e desconforto geral.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Dexaglós?

{"tag":"hr","value":" <p>Deve-se tomar Dexagl&#xF3;s conforme a prescri&#xE7;&#xE3;o. Se voc&#xEA; deixou de tomar uma dose, dever&#xE1; tomar a dose seguinte como de costume, isto &#xE9;, na hora regular e sem duplicar a dose.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Dexaglós?

Deve-se utilizar a menor dose possível de corticosteroides para controlar afecção em tratamento e, quando possível a redução posológica, esta deve ser gradual.

Os corticosteroides podem exacerbar infecções fúngicas (por fungos) sistêmicas e portanto não devem ser usados na presença de tais infecções a menos que sejam necessárias para controlar reações da droga devido à anfotericina b (medicamento usado para inibir o crescimento dos fungos). Além disso, existem casos relatados em que o uso concomitante de anfotericina b e hidrocortisona foi seguido de aumento do coração e insuficiência congestiva (incapacidade do coração efetuar as suas funções de forma adequada).

Relatos da literatura sugerem uma aparente associação entre o uso de corticosteroides e ruptura da parede livre do ventrículo esquerdo após infarto recente do miocárdio; portanto, terapêutica com corticosteroides deve ser utilizada com muita cautela nestes pacientes.

Doses médias e grandes de hidrocortisona ou cortisona podem causar elevação da pressão arterial, retenção de sal e água e maior excreção de potássio. Tais efeitos são menos prováveis de ocorrerem com os derivados sintéticos (dexametasona), salvo quando se utilizam grandes doses. Pode ser necessária a restrição dietética de sal e suplementação de potássio. Todos os corticosteroides aumentam a excreção de cálcio. A insuficiência adrenocortical secundária induzida por drogas pode resultar da retirada muito rápida de corticosteroide e pode ser minimizada pela redução posológica gradual.

Este tipo de insuficiência relativa pode persistir por meses após a cessação do tratamento. Por isso, em qualquer situação de estresse que ocorra durante esse período, deve-se reinstituir a terapia corticosteroide ou pode haver a necessidade de aumentar a posologia em uso. Dada a possibilidade de prejudicar a secreção mineralocorticoide, deve-se administrar conjuntamente sal e/ou mineralocorticoide. Após terapia prolongada, a retirada dos corticosteroides pode resultar em síndrome da retirada de corticosteroides, compreendendo febre, mialgia (dor muscular), artralgia (dor nas articulações) e mal estar. Isso pode ocorrer mesmo em pacientes sem sinais de insuficiência das suprarrenais (glândula responsável pela produção de alguns hormônios).

A administração das vacinas com vírus vivos é contraindicada caso esteja recebendo doses imunossupressoras de corticosteroides. Se forem administradas vacinas com vírus ou bactérias inativadas em indivíduos recebendo doses imunossupressoras de corticosteroides, a resposta esperada de anticorpos séricos pode não ser obtida. Entretanto, pode realizar-se processos de imunização em pacientes que estejam recebendo corticosteroides como terapia de substituição como, por exemplo: na doença de Addison (doença rara onde as glândulas adrenais não produzem hormônio cortisol e, algumas vezes, a aldosterona, em quantidade suficiente).

O uso de Dexaglós na tuberculose ativa deve restringir-se aos casos de doença fulminante ou disseminada, em que se usa o corticosteroide para o controle da doença, em conjunto com o adequado tratamento antituberculoso. Se houver indicação de corticosteroides em pacientes com tuberculose latente ou reação à tuberculina, torna-se necessária estreita observação, dada a possibilidade de ocorrer reativação da moléstia.

Durante tratamento corticosteroide prolongado, esses pacientes devem receber quimioprofilaxia.

Medicamentos imunossupressores podem ativar focos primários de tuberculose.

Os esteroides devem ser utilizados com cautela em colite ulcerativa inespecífica (inflamação dos intestinos com formação de feridas), se houver probabilidade de iminente perfuração, abscessos ou outras infecções piogênicas (com pús), diverticulite(inflamação de parte do intestino grosso), anastomose intestinal recente (ligação de partes do intestino), úlcera péptica ativa ou latente, insuficiência renal (dos rins), hipertensão (aumento da pressão arterial), osteoporose e minia grave (doença que acomete os nervos e músculos causando cansaço). Sinais de irritação do peritônio, após perfuração gastrintestinal, em pacientes recebendo grandes doses de corticosteroides, podem ser mínimos ou ausentes. Tem sido relatada embolia gordurosa (rompimento de vasos com mistura da medula óssea com o sangue, obstruindo os vasos capilares) como possível complicação do hipercortisonismo (aumento da produção do hormônio cortisol).

Nos pacientes com hipotireoidismo (diminuição da função da tireoide) e nos cirróticos há maior efeito dos corticosteroides.

Em alguns pacientes os esteroides podem aumentar ou diminuir a motilidade (movimento) e o número de espermatozoides.

Os corticosteroides podem mascarar alguns sinais de infecção e novas infecções podem aparecer durante o seu uso. Na malária cerebral, o uso de corticosteroides está associado ao prolongamento do coma e a uma maior incidência de pneumonia e sangramento gastrintestinal.

Os corticosteroides podem ativar a amebíase latente.

O uso prolongado dos corticosteroides pode produzir catarata subcapsular posterior (opacidade na parte superior do cristalino), glaucoma (aumento da pressão intra-ocular) com possível lesão dos nervos ópticos e estimular o estabelecimento de infecções oculares secundárias devidas a fungos ou vírus.

Os corticosteroides devem ser usados com cuidado em pacientes com herpes simples oftálmica devido à possibilidade de perfuração corneana.

Atenção diabéticos: este medicamento contém sacarose.

Gravidez e lactação

Não há estudos controlados suficientes com dexametasona em mulheres grávidas para assegurar a segurança do uso deste medicamento durante a gestação. Desta forma, o seu uso durante a gravidez ou na mulher em idade fértil requer que os benefícios previstos sejam confrontados com os possíveis riscos para a mãe e o embrião ou feto.

Crianças nascidas de mães que durante a gravidez tenham recebido doses substanciais de corticosteroides devem ser cuidadosamente observadas quanto a sinais de hipoadrenalismo.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Os corticosteroides aparecem no leite materno e podem inibir o crescimento, interferir na produção endógena de corticosteroides ou causar outros efeitos indesejáveis. Mães que utilizam doses farmacológicas de corticosteroides devem ser advertidas no sentido de não amamentarem.

Dexaglós elixir não deve ser usado durante a amamentação, exceto sob orientação médica.

Este medicamento pode causar doping.

Alguns efeitos adversos relatados com o uso de Dexaglós podem afetar a capacidade de alguns pacientes de conduzir veículos ou operar máquinas.

Este medicamento contém álcool etílico.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Dexaglós?

A literatura cita as seguintes reações adversas, sem frequência conhecida:

Distúrbios líquidos e eletrolíticos

Retenção de sódio, retenção de líquido, insuficiência cardíaca congestiva em pacientes suscetíveis, perda de potássio, alcalose hipocalêmica e hipertensão (aumento da pressão arterial).

Músculo esqueléticas

Fraqueza muscular, miopatia esteróide (doença muscular), perda de massa muscular, osteoporose (doença que atinge os ossos), fraturas por compressão vertebral, necrose asséptica das cabeças femorais e umerais, fratura patológica dos ossos longos e ruptura de tendão.

Gastrintestinais

Úlcera péptica com eventual perfuração e hemorragia subsequentes, perfuração de intestino grosso e delgado, particularmente em pacientes com doença intestinal inflamatória, pancreatite (inflamação do pâncreas), distensão abdominal e esofagite ulcerativa (inflamação do esôfago com formação de ferida).

Dermatológicos

Retardo na cicatrização de feridas, adelgaçamento e fragilidade da pele, acne (espinha), petéquias e equimoses (manchas vermelhas na pele), eritema (vermelhidão), hipersudorese (aumento do suor), possível supressão das reações aos testes cutâneos, reações cutâneas outras, tais como: dermatite alérgica (reação alérgica da pele), urticária (erupção na pele causando coceira) e edema angioneurótico (inchaço súbito da pele e membranas causando coceira e vermelhidão).

Neurológicos

Convulsões, aumento da pressão intracraniana com papiledema (pseudotumor cerebral, geralmente após tratamento), vertigem (enjoo), cefaleia (dor de cabeça), distúrbios psíquicos.

Psiquiátricos

Depressão, euforia e distúrbios psicóticos.

Endócrinos

Irregularidades menstruais, desenvolvimento de estado cushingóide (caracterizado pela face arredondada e distribuição irregular de gordura), supressão do crescimento da criança, ausência secundária da resposta adrenocortical e hipofisária, mormente por ocasião de "stress", como nos traumas na cirurgia ou nas enfermidades, porfiria, hiperglicemia ( aumento da glicose), diminuição da tolerância aos carboidratos, manifestação do diabete melito latente, aumento das necessidades de insulina ou de agentes hipoglicemiantes orais em diabéticos e hirsutismo (crescimento excessivo de pêlos).

Oftálmicos

Catarata subcapsular posterior, aumento da pressão intra-ocular (dentro do olho), glaucoma e exoftalmia (olhos saltados).

Metabólicos

Balanço nitrogenado negativo devido a catabolismo protéico.

Imunológicos

Imunosupressão, reação anafilactóide e candidíase orofaríngea

Hematológico

Diminuição da contagem de linfócitos e contagem anormal de monócitos.

Cardiovasculares

Ruptura do miocárdio após infarto recente do miocárdio.

Outros

Hipersensibilidade, tromboembolia, aumento de peso, aumento de apetite, náusea, mal estar e soluços.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

As mesmas orientações dadas aos adultos devem ser seguidas para os pacientes idosos, crianças e outros grupos de risco.

As crianças de qualquer idade, em tratamento prolongado de corticosteroides, devem ser cuidadosamente observadas quanto ao seu crescimento e desenvolvimento.

Qual a composição do Dexaglós?

Cada mL de Dexaglós contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:674px\"> <p style=\"text-align:center\">Dexametasona</p> </td> <td style=\"width:552px\"> <p style=\"text-align:center\">0,1mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:674px\"> <p style=\"text-align:center\">Ve&#xED;culo q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:552px\"> <p style=\"text-align:center\">1mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Veículo: corante vermelho ponceaux, metilparabeno, propilparabeno, aroma de framboesa, sacarose, álcool etílico, água purificada.

Apresentação do&nbsp;Dexaglós

{"tag":"hr","value":" <h3>Elixir</h3> <p>Embalagem contendo 1 frasco de 100 mL.</p> <p><strong>Uso oral.</strong></p> <p><strong>Uso adulto e pedi&#xE1;trico.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Dexaglós maior do que a recomendada?

São raros os relatos de toxicidade aguda e/ou morte por superdosagem de glicocorticoides. Para a eventualidade de ocorrer superdosagem não há antídoto específico; o tratamento é de suporte e sintomático.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.

Em caso de intoxicação ligue para 08007226001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Dexaglós com outros remédios?

Medicamento - medicamento

Gravidade: Moderada
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:503px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Medicamento</strong></p> </td> <td style=\"width:723px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Efeito da intera&#xE7;&#xE3;o</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:503px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/acido-acetilsalicilico/bula\" target=\"_blank\">&#xC1;cido acetilsalic&#xED;lico</a></p> </td> <td style=\"width:723px\"> <p style=\"text-align:center\">Deve ser utilizado cautelosamente na hipoprotrombinemia (risco aumentado de hemorragia)</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:503px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/fenitoina/bula\" target=\"_blank\">Fenito&#xED;na</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/fenobarbital/bula\" target=\"_blank\">fenobarbital</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/rifampicina/bula\" target=\"_blank\">rifampicina</a></p> </td> <td style=\"width:723px\"> <p style=\"text-align:center\">Diminui&#xE7;&#xE3;o da efic&#xE1;cia de dexametasona</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Medicamento - exame laboratorial e não laboratorial

A difenil-hidantoína (fenitoína), o fenobarbital, a efedrina e a rifampicina podem acentuar a depuração metabólica (metabolismo) dos corticosteroides, suscitando redução dos níveis sanguíneos e diminuição de sua atividade fisiológica, o que exigirá ajuste na posologia do corticosteroide. Essas interações podem interferir nos testes de inibição de dexametasona, que deverão ser interpretados com cautela durante a administração destas drogas.

Foram relatados resultados falso-negativos no teste de supressão de dexametasona em pacientes tratados com indometacina. Além disso, os corticosteroides podem afetar os testes de nitroazultetrazol (NBT) para infecção bacteriana, produzindo falsos resultados negativos.

O tempo de protrombina deve ser verificado frequentemente caso esteja recebendo simultaneamente corticosteróides e anticoagulantes cumarínicos, dadas as referências de que os corticosteróides têm alterado a resposta a estes anticoagulantes.

Quando os corticosteróides são administrados simultaneamente com diuréticos espoliadores de potássio, os pacientes devem ser observados estritamente quanto ao seu desenvolvimento de hipocalemia (redução dos níveis de cálcio no sangue).

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Dexaglós (Dexametasona)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <p>Com o objetivo de avaliar a efic&#xE1;cia da dexametasona oral, crian&#xE7;as de 5 a 18 anos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/faringite/c\" target=\"_blank\">faringite</a> moderada a grave (odinofagia ou <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-disfagia-causas-sintomas-tratamento-tem-cura/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">disfagia</a>, eritema faringeal moderado a grave ou incha&#xE7;o), foram randomizadas em um estudo cl&#xED;nico prospectivo, duplo-cego, placebo controlado, para determinar a efic&#xE1;cia de uma dose &#xFA;nica oral de dexametasona na redu&#xE7;&#xE3;o da dor associada &#xE0; faringite.</p> <p>Concluiu-se que crian&#xE7;as com faringite moderada a grave tiveram in&#xED;cio mais precoce do al&#xED;vio da dor e menor tempo de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/dor-de-garganta/c\" target=\"_blank\">dor de garganta</a> quando administrada dexametasona oral.</p> <p>Em um estudo duplo-cego, randomizado, placebo controlado envolvendo 70 crian&#xE7;as com menos de 24 meses, cada paciente recebeu ou 1 dose de 1 mg/kg de dexametasona por via oral ou placebo e foi avaliado a cada hora por um per&#xED;odo de 4 horas para analisar a efic&#xE1;cia da dexametasona oral na <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-bronquiolite-obliterante-e-viral-sintomas-e-tratamento/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">bronquiolite</a> aguda.</p> <p>Os pacientes ambulatoriais com bronquiolite aguda moderada a grave em tratamento com dexametasona oral na fase inicial de 4 horas de terapia, obtiveram benef&#xED;cio em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; signific&#xE2;ncia cl&#xED;nica e a hospitaliza&#xE7;&#xE3;o.</p> <p>Em um estudo cl&#xED;nico prospectivo, randomizado, com crian&#xE7;as (2 a 18 anos) com asma aguda, foi investigado se dois dias de tratamento com dexametasona oral seria mais eficaz que cinco dias de prednisona/prednisolona na melhora dos sintomas e preven&#xE7;&#xE3;o de reca&#xED;da. Concluiu-se que 2 doses de dexametasona proporcionam efic&#xE1;cia semelhante a 5 doses de prednisona/prednisolona.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">Olympia RP, Khine H, Avner JR. Effectiveness of oral dexamethasone in the treatment of moderate to severe pharyngitis in children. Arch Pediatr Adolesc Med. 2005 Mar;159(3):278-82.<br> Schuh S, Coates AL, Binnie R, Allin T, Goia C, Corey M, Dick PT. Efficacy of oral dexamethasone in outpatients with acute bronchiolitis. J Pediatr. 2002 Jan;140(1):27-32.<br> Qureshi F, Zaritsky A, Poirier MP.Comparative efficacy of oral dexamethasone versus oral prednisone in acute pediatric asthma.J Pediatr. 2001 Jul;139(1):20-6.</br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Elixir / Comprimido</h3> <h4>Propriedades farmacodin&#xE2;micas</h4> <p>Dexametasona &#xE9; um glicocortic&#xF3;ide sint&#xE9;tico usado principalmente por seus potentes efeitos antiinflamat&#xF3;rios. Embora sua atividade anti-inflamat&#xF3;ria seja acentuada, mesmo com doses baixas, seu efeito no metabolismo eletrol&#xED;tico &#xE9; leve. Em doses antiinflamat&#xF3;rias equipotentes, a dexamentasona &#xE9; quase completamente isenta da propriedade retentora de s&#xF3;dio, da hidrocortisona e dos derivados intimamente relacionados a ela. Os glicocortic&#xF3;ides provocam profundos e variados efeitos metab&#xF3;licos. Eles tamb&#xE9;m modificam a resposta imunol&#xF3;gica do organismo a diversos est&#xED;mulos.</p> <p>A dexametasona possui as mesmas a&#xE7;&#xF5;es e efeitos de outros glicocortic&#xF3;ides b&#xE1;sicos, e encontra-se entre os mais ativos de sua classe. Os glicocortic&#xF3;ides s&#xE3;o ester&#xF3;ides adrenocorticais, tanto de ocorr&#xEA;ncia natural como sint&#xE9;tica, e s&#xE3;o rapidamente absorvidos pelo trato gastrintestinal. Essas subst&#xE2;ncias causam&amp;nbsp;profundos e variados efeitos metab&#xF3;licos e, al&#xE9;m disso, alteram as respostas imunol&#xF3;gicas do organismo a diversos est&#xED;mulos.</p> <p>Os glicocortic&#xF3;ides naturais (hidrocortisona e cortisona), que tamb&#xE9;m possuem propriedades de reten&#xE7;&#xE3;o de sal, s&#xE3;o utilizados como terapia de reposi&#xE7;&#xE3;o nos estados de defici&#xEA;ncia adrenocortical. Seus an&#xE1;logos sint&#xE9;ticos, incluindo a dexametasona, s&#xE3;o usados principalmente por seus efeitos anti-inflamat&#xF3;rios potentes em dist&#xFA;rbios de muitos &#xF3;rg&#xE3;os.</p> <p>A dexametasona possui atividade glicocortic&#xF3;ide predominante com pouca propens&#xE3;o a promover reten&#xE7;&#xE3;o renal de s&#xF3;dio e &#xE1;gua. Portanto, n&#xE3;o proporciona terapia de reposi&#xE7;&#xE3;o completa, e deve ser suplementada com sal e/ou desoxicorticosterona. A cortisona e a hidrocortisona tamb&#xE9;m agem predominantemente como glicocortic&#xF3;ides, embora a a&#xE7;&#xE3;o mineralocortic&#xF3;ide seja maior do que a da dexametasona. Seu uso em pacientes com insufici&#xEA;ncia adrenocortical total tamb&#xE9;m pode requerer suplementa&#xE7;&#xE3;o de sal, desoxicortisona, ou ambos. A fludrocortisona, por outro lado, possui tend&#xEA;ncia a reter mais sal; entretanto, em doses que proporcionam atividade glicocortic&#xF3;ide adequada, pode induzir ao edema.</p> <h4>Propriedades farmacocin&#xE9;ticas</h4> <p>O volume de distribui&#xE7;&#xE3;o da dexametasona &#xE9; de 2 L/Kg.</p> <p>O metabolismo da dexametasona ocorre no <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>.</p> <p>A excre&#xE7;&#xE3;o ocorre em larga escala nos rins, mas tamb&#xE9;m ocorre na bile em menor extens&#xE3;o.</p> <p>A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o da dexametasona &#xE9; de 1,88 a 2,23 horas.</p> <h5><u>Exclusivo Elixir</u></h5> <p>O tempo para atingir o pico da concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o de elixir de dexametasona por via oral &#xE9; de 10 a 60 minutos.</p> <p>A biodisponibilidade da dexametasona oral na forma de elixir &#xE9; 86,1%.</p> <h5><u>Exclusivo Comprimido</u></h5> <p>O tempo para atingir o pico da concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o de comprimidos de dexametasona por via oral &#xE9; de 1 a 2 horas.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Dexaglós?

Conservar o produto em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), protegido da luz.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Dexaglós elixir é um líquido rosa, sabor e odor de framboesa.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres Legais do Dexaglós

Reg. MS 1.0571.0038

Farmacêutico Responsável:
Dr. Rander Maia
CRF-MG 2546

Belfar LTDA.
Rua Alair Marques Rodrigues, 516
Belo Horizonte - MG
CEP 31560-220
C.N.P.J.: 18.324.343/0001-77
Indústria Brasileira
S.A.C.: 0800 310055





Venda sob prescrição médica.

Fabricante: Belfar

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