Blau Atropion

0,25mg/mL, caixa com 100 ampolas com 1mL de solução de uso intravenoso

Princípio ativo
:
Sulfato De Atropina
Classe Terapêutica
:
Antiespasmódicos e Anticolinérgicos Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Testes E Diagnósticos
Especialidade
:
Clínica Médica

Bula do medicamento

Atropion, para o que é indicado e para o que serve?

Atropion® é indicado para o bloqueio temporário de efeitos muscarínicos graves ou potencialmente letais, por exemplo, como um agente contra a salivação, um agente contra o sistema nervoso mediado pelo nervo vago, um antídoto para intoxicação por organofosforados, carbamatos ou cogumelos muscarínicos e para tratar ritmo cardíaco lento (bradicardia) sintomático.

Quais as contraindicações do Atropion?

Seu uso é contraindicado em casos de alergia ao medicamento ou a qualquer componente da formulação.

Contraindicado em pacientes com asma, glaucoma ou tendência ao glaucoma (elevação da pressão dentro dos olhos), adesão entre íris e o cristalino, taquicardia (aumento da frequência cardíaca), estado cardiovascular instável em hemorragia aguda, isquemia do miocárdio, enfermidades obstrutivas gastrintestinais e geniturinárias, íleo paralítico, atonia intestinal em pacientes geriátricos ou debilitados, colite ulcerativa severa, megacólon tóxico associado à colite ulcerativa, enfermidades hepáticas e renais severas, miastenia grave.

Como usar o Atropion?

O profissional da saúde deverá inspecionar, antes de sua utilização, se a solução no interior da ampola está na forma líquida, livre de fragmentos ou de alguma substância que possa comprometer a eficácia e a segurança do medicamento. O profissional não deverá utilizar o produto ao verificar qualquer alteração que possa prejudicar o paciente.

Deve ser administrado por profissionais experientes e em locais onde contenham os equipamentos necessários para emergências.

Administração

O Atropion® é apresentado em ampolas de 1 mL contendo 0,25 mg ou 0,50 mg de sulfato de atropina, para administração parenteral (IV, IM ou por via subcutânea).

A administração desse medicamento somente deve ser realizada por profissionais da saúde experientes e em ambiente hospitalar.

Conservação depois de aberto

O eventual conteúdo remanescente na ampola, após a definição da posologia, deve ser desprezado.

Em geral, a administração intravenosa é preferida, mas a administração subcutânea, intramuscular, endotraqueal e intraóssea é possível.

A posologia deve ser estabelecida a critério médico.

A injeção intravenosa deve ser feita lentamente.

De modo geral, recomenda-se:

Dosagem em adultos

Tabela 1: Dosagem recomendada em pacientes adultos

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:138px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Uso</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:133px\"><strong>Dose inicial</strong></td> <td style=\"width:168px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Tratamento continuado</strong></p> </td> </tr> <tr> <td rowspan=\"2\" style=\"width:138px\"> <p style=\"text-align:center\">Antisialogogo ou outro antivagal (pr&#xE9;-anestesia e durante cirurgia)</p> </td> <td rowspan=\"2\" style=\"text-align:center; width:133px\">0,5 a 1 mg IV/IM/SC 30 a 60 minutos pr&#xE9;operat&#xF3;rio</td> <td style=\"width:168px\"> <p style=\"text-align:center\">Repita conforme a necessidade a cada 4-6 horas</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:168px\"> <p style=\"text-align:center\">Dose total m&#xE1;xima: 3 mg</p> </td> </tr> <tr> <td rowspan=\"3\" style=\"width:138px\"> <p style=\"text-align:center\">Envenenamento por organofosforados, carbamatos ou cogumelos muscar&#xED;nicos</p> </td> <td rowspan=\"3\" style=\"text-align:center; width:133px\">1 a 6 mg IV/IM/ET dependendo da gravidade dos sintomas</td> <td style=\"width:168px\"> <p style=\"text-align:center\">Repita conforme a necessidade a cada 3 a 5 minutos. A dose pode ser dobrada a cada administra&#xE7;&#xE3;o at&#xE9; obten&#xE7;&#xE3;o da resposta (broncoespasmo reduzido, oxigena&#xE7;&#xE3;o melhorada e secagem das secre&#xE7;&#xF5;es pulmonares)</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:168px\"> <p style=\"text-align:center\">Dose de manuten&#xE7;&#xE3;o: Administrar 10% a 20% da dose de carga necess&#xE1;ria para obten&#xE7;&#xE3;o da resposta em infus&#xE3;o cont&#xED;nua por hora e titular</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:168px\"> <p style=\"text-align:center\">Dose total m&#xE1;xima: n&#xE3;o h&#xE1; dose total m&#xE1;xima</p> </td> </tr> <tr> <td rowspan=\"2\" style=\"width:138px\"> <p style=\"text-align:center\">Bradicardia sintom&#xE1;tica*</p> </td> <td rowspan=\"2\" style=\"text-align:center; width:133px\">0,5 mg IV/IM ou 1 a 2 mg ET diluindo em n&#xE3;o mais de 10 mL de &#xE1;gua est&#xE9;ril para inje&#xE7;&#xE3;o ou <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloreto-de-sodio/bula\" target=\"_blank\">cloreto de s&#xF3;dio</a> a 0,9%</td> <td style=\"width:168px\"> <p style=\"text-align:center\">Conforme a necessidade a cada 3 a 5 minutos</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:168px\"> <p style=\"text-align:center\">Dose total m&#xE1;xima: 3 mg</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

IV=intravenoso;
IM=intramuscular;
SC=subcutâneo;
ET=endotraqueal;
*Não confie na atropina no bloqueio AV de segundo grau ou de terceiro grau tipo II com complexos QRS largos, pois essas bradiarritmias provavelmente não respondem à reversão dos efeitos colinérgicos pela atropina. A atropina não tem efeito sobre a bradicardia em pacientes com corações transplantados.



Dosagem em pacientes pediátricos

Tabela 2: Dosagem recomendada em pacientes pediátricos

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:155px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Uso</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:144px\"><strong>Dose inicial</strong></td> <td colspan=\"2\" style=\"width:162px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Tratamento continuado</strong></p> </td> </tr> <tr> <td rowspan=\"2\" style=\"width:155px\"> <p style=\"text-align:center\">Antisialogogo ou outro antivagal (pr&#xE9;-anestesia e durante a cirurgia)*</p> </td> <td rowspan=\"2\" style=\"text-align:center; width:144px\">0,02 mg/kg IV/IM/SC 30-60 minutos no pr&#xE9;operat&#xF3;rio</td> <td colspan=\"2\" style=\"width:162px\"> <p style=\"text-align:center\">Repita conforme a necessidade a cada 4-6 horas</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:61px\"> <p style=\"text-align:center\">Dose &#xFA;nica m&#xE1;xima: Menos de 12 anos: 0,5 mg; 12 anos e mais: 1 mg</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">Dose total m&#xE1;xima: Menos de 12 anos: 1 mg; 12 anos e mais: 2 mg</p> </td> </tr> <tr> <td rowspan=\"3\" style=\"width:155px\"> <p style=\"text-align:center\">Envenenamento por organofosforado, carbamato ou cogumelos muscar&#xED;nico</p> </td> <td rowspan=\"3\" style=\"text-align:center; width:144px\">0,02 a 0,06 mg/Kg IV/IM/IO/ET</td> <td colspan=\"2\" style=\"width:162px\"> <p style=\"text-align:center\">Repita conforme a necessidade a cada 5 minutos.&amp;nbsp;A dose pode ser dobrada com cada administra&#xE7;&#xE3;o at&#xE9; a obten&#xE7;&#xE3;o da resposta (broncoespasmo reduzido, oxigena&#xE7;&#xE3;o melhorada e secagem das secre&#xE7;&#xF5;es pulmonares).</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"2\" style=\"width:162px\"> <p style=\"text-align:center\">Dose de manuten&#xE7;&#xE3;o: Administrar 10% a 20% da dose de carga necess&#xE1;ria para obten&#xE7;&#xE3;o da resposta em infus&#xE3;o cont&#xED;nua por hora e titular conforme a necessidade</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"2\" style=\"width:162px\"> <p style=\"text-align:center\">Dose total m&#xE1;xima: n&#xE3;o h&#xE1; dose total m&#xE1;xima</p> </td> </tr> <tr> <td rowspan=\"2\" style=\"width:155px\"> <p style=\"text-align:center\">Bradicardia sintom&#xE1;tica devido ao aumento do tom vagal ou bloqueio de condu&#xE7;&#xE3;o AV prim&#xE1;rio (n&#xE3;o secund&#xE1;rio a hip&#xF3;xia )**</p> </td> <td rowspan=\"2\" style=\"text-align:center; width:144px\">0,02 mg/Kg IV/IO ou 0,04 a 0,06 mg/Kg via tubo endotraqueal seguido de 1 a 5 mL descarga de solu&#xE7;&#xE3;o salina normal seguido por 5 ventila&#xE7;&#xF5;es</td> <td colspan=\"2\" style=\"width:162px\"> <p style=\"text-align:center\">Repita conforme a necessidade a cada 5 minutos</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"2\" style=\"width:162px\"> <p style=\"text-align:center\">Dose &#xFA;nica m&#xE1;xima: Menos de 12 anos: 0,5 mg; 12 anos e mais: 1 mg</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

IV=intravenoso;
IM=intramuscular;
SC=subcutâneo;
IO=intraósseo;
ET=endotraqueal;
*Evidências disponíveis não apoiam o uso rotineiro de atropina na intubação de emergência de bebês e crianças gravemente doentes, exceto em intubações de emergência específicas quando há maior risco de bradicardia.
**A atropina não tem efeito sobre a bradicardia em pacientes com corações transplantados.





Dosagem em pacientes com cardiopatia isquêmica

Limite a dose total de sulfato de atropina a 0,03 a 0,04 mg/kg.

Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo tempo.&nbsp;

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Atropion funciona?

A atropina pertence a um grupo de fármacos designados por anticolinérgicos. Estas substâncias se opõem aos efeitos da acetilcolina, principal mediador químico do sistema nervoso parassimpático e, consequentemente, aos efeitos do sistema nervoso parassimpático. A atropina exerce múltiplos efeitos periféricos no organismo, atuando sobre vários órgãos e sistemas. A atropina pode ser utilizada em distúrbios dos aparelhos cardiocirculatório, respiratório e digestivo, do sistema nervoso central e do olho.

Quais cuidados devo ter ao usar o Atropion?

O uso prolongado de substâncias que agem sobre os receptores muscarínicos, por diminuir o fluxo salivar, contribui para o desenvolvimento de cáries, enfermidade periodontal e candidíase oral.

Pode ocorrer um rápido aumento de temperatura, principalmente em crianças e em áreas com temperatura elevada, devido à diminuição da sudorese.

Não se recomenda o uso do medicamento na presença de diarreia que pode ser o sinal inicial de uma obstrução intestinal incompleta. Podem ocorrer alterações psicóticas em indivíduos sensíveis, especialmente em pacientes&nbsp;geriátricos, com sintomas decorrentes de alterações no Sistema Nervoso Central. Usar com cautela na úlcera gástrica devido a um possível retardamento no esvaziamento gástrico.

Atropion® deve ser administrado somente por profissionais experientes em locais que possuam prontidão para emergências.

Tolerância

Com o uso contínuo e/ou de pequenas doses pode se desenvolver tolerância, diminuindo algumas das reações adversas, mas reduzindo, também, a eficácia do medicamento.

Dependência

Não há dados que indiquem que a atropina, por qualquer via de administração, cause dependência física ao nível do sistema nervoso central ou dependência psíquica, contudo, a interrupção abrupta dos antimuscarínicos pode produzir sintomas semelhantes aos de uma síndrome de abstinência, o que é indicativo de dependência física, a nível periférico.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Efeito na habilidade de dirigir ou operar máquinas

Pode ocorrer sonolência, tontura e visão distorcida. Os pacientes devem ser alertados para redobrar os cuidados ao dirigir ou ao executarem atividades potencialmente perigosas.

Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco

Uso em crianças

Crianças pequenas são extremamente sensíveis aos efeitos adversos da atropina, doses moderadas podem causar febre atropínica. A dose de cerca de 10 mg pode ser letal em crianças. O seu uso nestes pacientes deve ser acompanhado de estreita vigilância.

A segurança em crianças e neonatos não está completamente elucidada. Deve-se estar atento quanto a qualquer alteração que a criança possa apresentar.

Uso em idosos

Utilizar com cautela em pacientes idosos, devido a maior sensibilidade destes aos efeitos adversos do medicamento. Pode ocorrer precipitação de glaucoma não diagnosticado, excitação, agitação, sonolência ou confusão.

Outros grupos de risco

Pode ser necessária redução nas dosagens em pacientes de olhos claros, geriátricos, com síndrome de Down, lesão cerebral e paralisia cerebral, devido à possibilidade de exacerbação dos efeitos da atropina, com consequente aumento das reações adversas.

Recomenda-se a monitorização da pressão ocular em tratamentos prolongados.

Hipersensibilidade

A atropina pode causar reações alérgicas (anafilaxia).

Agravamento da cardiopatia isquêmica

Em pacientes com doença cardíaca isquêmica, a dose total deve ser restrita a 2 a 3 mg (máximo 0,03 a 0,04 mg/kg) para evitar taquicardia induzida por atropina, aumento da demanda do músculo cardíaco por oxigênio e potencial para piorar a isquemia cardíaca ou aumentar o tamanho do infarto.

Glaucoma agudo

A atropina pode precipitar o glaucoma (aumento da pressão dentro dos olhos) agudo.

Obstrução pilórica

A atropina pode converter estenose pilórica (estomago) orgânica parcial em obstrução completa.

Retenção urinária completa

A atropina pode levar à retenção urinária completa em pacientes com aumento da próstata (hipertrofia prostática).

Tampões viscerais

A atropina pode causar espessamento das secreções brônquicas e formação de tampões viscerais em pacientes com doença pulmonar crônica.

Uso em populações específicas

Gravidez
Mulheres grávidas

A atropina atravessa facilmente a barreira placentária e entra na circulação fetal, mas não é encontrada no líquido amniótico.

Resumo de risco

Dados disponíveis limitados com o uso de injeção de sulfato de atropina em mulheres grávidas são insuficientes para informar um risco associado a medicamentos de resultados adversos do desenvolvimento.

Existem riscos para a mãe e o feto associados a eventos muscarínicos graves ou de risco à vida não tratados.

Estudos de reprodução animal não foram realizados com injeção de sulfato de Atropina.

O risco estimado de antecedentes de grandes defeitos congênitos e aborto espontâneo para a população indicada é desconhecido, as gravidezes têm um risco de antecedentes de defeitos congênitos, perda ou outros resultados adversos.

Considerações clínicas
Risco materno e/ou embrionário/fetal associado à doença

Eventos muscarínicos graves ou de risco à vida, como intoxicação aguda por organofosforados e bradicardia sintomática, são emergências médicas na gravidez, que podem ser fatais se não forem tratados. A terapia de sustentação da vida da gestante não deve ser suspensa devido a potenciais preocupações quanto aos efeitos da atropina sobre o feto.

Dados em humanos

Não há estudos adequados e bem controlados disponíveis sobre o uso da atropina em mulheres grávidas. Em um estudo de 401 gestações no primeiro trimestre e 797 gestações no segundo ou terceiro trimestres, o uso da atropina não foi associado a um risco aumentado de malformação congênita. Em um estudo de vigilância, 381 recém-nascidos foram expostos à atropina durante o primeiro trimestre; 18 grandes defeitos congênitos foram observados quando 16 eram esperados. Nenhum padrão específico de defeito congênito grave foi identificado.

Em outro estudo de vigilância de 50 gestações no primeiro trimestre, o uso da atropina não foi associado a um risco aumentado de malformações. As limitações metodológicas desses estudos observacionais, incluindo a incapacidade de controlar a dosagem e o tempo de exposição à atropina, a doença materna subjacente ou o uso concomitante de medicamentos maternos, não podem estabelecer ou excluir definitivamente qualquer risco associado a medicamentos durante a gravidez

Lactação
Lactantes

Traços são encontrados em várias secreções, incluindo o leite.

Resumo de risco

Quantidades vestigiais de atropina foram relatadas no leite humano após ingestão oral. Não existem dados disponíveis sobre os níveis de atropina no leite humano após injeção intravenosa, sobre os efeitos no lactente amamentado ou sobre os efeitos na produção de leite. A falta de dados clínicos durante a lactação impede uma clara determinação do risco da atropina para um lactente durante a lactação.

Considerações clínicas
Minimizando a exposição

A meia-vida de eliminação da atropina é mais do que dobrada em crianças com menos de 2 anos de idade.

Para minimizar a exposição potencial do lactente à injeção de sulfato de atropina, uma mulher pode bombear e descartar o leite por 24 horas após o uso, antes de retomar a amamentação do bebê.

Uso geriátrico

Uma avaliação da literatura atual não revelou experiência clínica identificando diferenças na resposta entre pacientes idosos e mais jovens. Em geral, a escolha da dose para um paciente idoso deve ser cautelosa, geralmente começando no limite inferior do intervalo de dosagem, refletindo a maior frequência de diminuição da função hepática, renal ou cardíaca e de doença concomitante ou outra terapia medicamentosa.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Atropion?

  • <li>Hipersensibilidade: A atropina pode causar anafilaxia;</li> <li>Agravamento da cardiopatia isqu&#xEA;mica: Em pacientes com cardiopatia isqu&#xEA;mica, a dose total deve ser restrita a 2 a 3 mg (m&#xE1;ximo 0,03 a 0,04 mg/kg) para evitar taquicardia induzida por atropina, aumento da demanda mioc&#xE1;rdica de oxig&#xEA;nio e potencial para piorar a isquemia card&#xED;aca ou aumentar o tamanho do infarto;</li> <li>Glaucoma agudo: A atropina pode precipitar o glaucoma agudo;</li> <li>Obstru&#xE7;&#xE3;o pil&#xF3;rica:A atropina pode converter estenose pil&#xF3;rica org&#xE2;nica parcial em obstru&#xE7;&#xE3;o completa;</li> <li>Reten&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria completa: A atropina pode levar &#xE0; reten&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria completa em pacientes com hipertrofia prost&#xE1;tica;</li> <li>Tamp&#xF5;es viscerais:&amp;nbsp;A atropina pode causar espessamento das secre&#xE7;&#xF5;es br&#xF4;nquicas e forma&#xE7;&#xE3;o de tamp&#xF5;es viscerais em pacientes com doen&#xE7;a pulmonar cr&#xF4;nica. As rea&#xE7;&#xF5;es adversas foram identificadas durante o uso p&#xF3;s-aprova&#xE7;&#xE3;o do sulfato de atropina. Visto que essas rea&#xE7;&#xF5;es s&#xE3;o relatadas voluntariamente por uma popula&#xE7;&#xE3;o de tamanho incerto, nem sempre &#xE9; poss&#xED;vel estimar com seguran&#xE7;a sua frequ&#xEA;ncia ou estabelecer uma rela&#xE7;&#xE3;o causal com a exposi&#xE7;&#xE3;o ao medicamento. A maioria dos efeitos colaterais da atropina est&#xE1; diretamente relacionada &#xE0; sua a&#xE7;&#xE3;o antimuscar&#xED;nica. Boca seca, vis&#xE3;o turva, <a href="https://minutosaudavel.com.br/fotofobia/" rel="noopener" target="_blank">fotofobia</a> e taquicardia ocorrem com frequ&#xEA;ncia. Anidrose pode produzir intoler&#xE2;ncia ao calor. <a href="https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/" rel="noopener" target="_blank">Constipa&#xE7;&#xE3;o</a> e dificuldade na mic&#xE7;&#xE3;o podem ocorrer. Rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade ocasionais foram observadas, incluindo erup&#xE7;&#xF5;es cut&#xE2;neas graves. &#xCD;leo paral&#xED;tico pode ocorrer. Exacerba&#xE7;&#xE3;o de refluxo foi relatado. Doses maiores ou t&#xF3;xicas podem produzir efeitos t&#xE3;o centrais como a inquieta&#xE7;&#xE3;o, tremores, <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-fadiga-muscular-cronica-adrenal-etc-e-como-tratar/" rel="noopener" target="_blank">fadiga</a>, dificuldades locomotoras, del&#xED;rio, seguidos de alucina&#xE7;&#xF5;es, <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a> e em &#xFA;ltima an&#xE1;lise, paralisia medular e morte. Grandes doses tamb&#xE9;m podem levar ao colapso circulat&#xF3;rio. Nesses casos, o decl&#xED;nio da press&#xE3;o arterial e a morte por insufici&#xEA;ncia respirat&#xF3;ria podem ocorrer ap&#xF3;s paralisia e coma;</li> <li>Gastrintestinais: xerostomia, n&#xE1;usea, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/nauseas/c" target="_blank">v&#xF4;mito</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-disfagia-causas-sintomas-tratamento-tem-cura/" rel="noopener" target="_blank">disfagia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/azia/c" target="_blank">azia</a>, constipa&#xE7;&#xE3;o e &#xED;leo paral&#xED;tico;</li> <li>Geniturin&#xE1;rio: reten&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria e impot&#xEA;ncia;</li> <li>Ocular: vis&#xE3;o distorcida, midr&#xED;ase, fotofobia, cicloplegia e aumento da press&#xE3;o ocular;</li> <li>Cardiovascular: palpita&#xE7;&#xE3;o, bradicardia (baixas doses de atropina) e taquicardia (altas doses);</li> <li>Sistema Nervoso Central: <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/dor-de-cabeca-e-enxaqueca/c" target="_blank">cefaleia</a>, sonol&#xEA;ncia, fadiga, desorienta&#xE7;&#xE3;o, nervosismo, <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/insonia/c" target="_blank">ins&#xF4;nia</a>, perda tempor&#xE1;ria da mem&#xF3;ria, confus&#xE3;o mental e excita&#xE7;&#xE3;o, especialmente em pacientes geri&#xE1;tricos. Altas doses podem ocasionar estimula&#xE7;&#xE3;o do Sistema Nervoso Central (inquieta&#xE7;&#xE3;o e tremores);</li> <li>Hipersensibilidade: rea&#xE7;&#xF5;es al&#xE9;rgicas severas incluindo anafilaxia, <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a> e outras manifesta&#xE7;&#xF5;es cut&#xE2;neas;</li> <li>Outros: supress&#xE3;o da lacta&#xE7;&#xE3;o, congest&#xE3;o nasal e diminui&#xE7;&#xE3;o da sudorese.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Atropion?

Caso haja esquecimento de administração de uma dose, esta deverá ser feita assim que possível, respeitandose, a seguir, o intervalo determinado pela posologia e as orientações médica.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Atropion?

Cada mL da solução injetável de 0,25 mg/mL contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de atropina monoidratada (equivalente a 0,25 mg de sulfato de atropina)</p> </td> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">0,2566 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">1 mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;solução de ácido sulfúrico e água para injetáveis.

Cada mL da solução injetável de 0,50 mg/mL contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de atropina monoidratada (equivalente a 0,50 mg de sulfato de atropina)</p> </td> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">0,513 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">1 mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;solução de ácido sulfúrico e água para injetáveis.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Atropion maior do que a recomendada?

A dosagem excessiva pode causar palpitações, pupilas dilatadas, dificuldade para engolir, pele seca e quente, sede, tontura, agitação, tremores, fadiga e ataxia. Doses tóxicas levam a inquietação e excitação, alucinações, delírio e coma. Depressão e colapso circulatório ocorrem apenas com intoxicação grave. Nesses casos, a pressão&nbsp;arterial diminui e a morte por insuficiência respiratória pode ocorrer após paralisia e coma.

A dose fatal de atropina para adultos não é conhecida. Em populações pediátricas, 10 mg ou menos podem ser fatais.

No caso de superdosagem tóxica, pode ser administrado um barbitúrico de ação curta ou diazepam, conforme necessário, para controlar a excitação e as convulsões acentuadas. Doses elevadas para sedação devem ser evitadas, pois a ação depressora central pode coincidir com a depressão que ocorre tardiamente no envenenamento por atropina.

Estimulantes centrais não são recomendados.

A fisostigmina, administrada como antídoto de atropina por injeção intravenosa lenta de 1 a 4 mg (0,5 a 1 mg em populações pediátricas), elimina rapidamente o delírio e o coma causados por grandes doses de atropina.

Visto que a fisostigmina é rapidamente destruída, o paciente pode voltar a entrar em coma após uma ou duas horas, e doses repetidas podem ser necessárias.

Respiração artificial com oxigênio pode ser necessária. Sacos de gelo e esponjas de álcool ajudam a reduzir a febre, especialmente em populações pediátricas.

A atropina não é removida por diálise.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Atropion com outros remédios?

A administração subsequente pode intensificar os efeitos dos medicamentos de ação antimuscarínica, como os antidepressivos tricíclicos, os IMAO, a amantadina e os anti-histamínicos.

Pode ocorrer interação com o ciclopropano, ocasionando arritmias ventriculares.

A atropina pode diminuir a absorção do cetoconazol; recomenda-se administrar atropina somente após 2 horas, em pacientes que fazem o uso de cetoconazol.

Pode ocorrer interferência com a ação antiglaucomatosa do carbacol, pilocarpina ou outros medicamentos oftálmicos do tipo inibidores da colinesterase. O atenolol pode ter seus efeitos aumentados quando usado simultaneamente com anticolinérgicos.

Interferência a exames laboratoriais

Os antimuscarínicos podem antagonizar o efeito da pentagastrina e da histamina na avaliação da função secretória ácida gástrica. Não se recomenda o seu uso pelo menos durante as 24 horas anteriores à avaliação.

A atropina utiliza o mesmo mecanismo tubular renal de secreção da fenossulfoftaleína, produzindo diminuição da excreção urinária desta. Pacientes submetidos à avaliação nefrológica não devem tomar atropina simultaneamente.

Mexiletina

A injeção de sulfato de atropina diminuiu a taxa de absorção da mexiletina sem alterar a biodisponibilidade oral relativa; esse atraso na absorção de mexiletina foi revertido pela combinação de atropina e metoclopramida intravenosa durante o pré-tratamento para anestesia.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Atropion (Sulfato de Atropina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <p>A atropina &#xE9; eficaz como pr&#xE9; anestesia por inibir as secre&#xE7;&#xF5;es e ressecar as vias respirat&#xF3;rias e as mucosas reduzindo tamb&#xE9;m a secre&#xE7;&#xE3;o g&#xE1;strica.</p> <p>A secre&#xE7;&#xE3;o durante as fases cef&#xE1;licas e de jejum &#xE9; reduzida acentuadamente por esse f&#xE1;rmaco<sup>1,2</sup>.</p> <p>Possui efic&#xE1;cia na altera&#xE7;&#xE3;o da frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca sendo considerada como o tratamento inicial em pacientes com infarto agudo do mioc&#xE1;rdio, restabelecendo a frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca em um n&#xED;vel suficiente para manter um status hemodin&#xE2;mico apropriado<sup>3 </sup>.</p> <p>A atropina em doses suficientes antagoniza efetivamente as a&#xE7;&#xF5;es nos locais de liga&#xE7;&#xE3;o dos receptores muscar&#xED;nicos, sendo eficaz como ant&#xED;doto na intoxica&#xE7;&#xE3;o por inseticidas organofosforados<sup>3,4</sup>.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Souza, J. A.; Souza, J.; Fahl, A. A. Redu&#xE7;&#xE3;o do fluxo salivar em cirurgia buco maxilo-facial / Reduction of salivation in bucomaxilofacial surgery, RGO (Porto Alegre); 1989; 37(2):87-90.<br> 2. Gallimore D. Understanding the drugs used during cardiac arrest response. Nurs Times; 2006;102(23):24-6.<br> 3. Balali-mood, M.; Shariat, M. Treatment of organophosphate poisoning. Experience of nerve agents and acute pesticide poisoning on the effects of oximes. J Physiol Paris. 1998; 92(5-6):375-8.<br> 4. Joan, H. B.; Palmer, T. Agonistas e antagonistas dos receptores muscar&#xED;nicos. c.7, p.119-131. apud Hardman, J. G.; Limbird L. E.; Gilman, A. G.; Goodman &amp; Gilman, As bases farmacol&#xF3;gicas da terap&#xEA;utica. 10&#xB0; ed. RJ, 2003.</br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Caracter&#xED;sticas Gerais</h3> <h4>O sulfato de atropina, USP, &#xE9; quimicamente designado 1&#x3B1; H, 5&#x3B1; H-Tropan-3-&#x3B1;-ol (&#xB1;)-tropato (&#xE9;ster), sulfato (2:1) (sal) monoidrato, (C<sub>17</sub>H<sub>23</sub>NO<sub>3</sub>)<sub>2</sub>. H<sub>2</sub>SO<sub>4</sub> &#xB7; H<sub>2</sub>O, cristais incolores ou p&#xF3; branco cristalino muito sol&#xFA;vel em &#xE1;gua. Ele possui a seguinte f&#xF3;rmula estrutural:</h4> <p style=\"text-align:center\"><img alt=\"\" src=\"https://uploads.consultaremedios.com.br/ckeditor_assets/pictures/5d5ecfa82265a6002c5971e6/original_Sulfato-de-Atropina-1-Consulta-Remedios.PNG?1566494632\" style=\"width:30%\"/></p> <p>A atropina, um alcaloide da beladona que ocorre naturalmente, &#xE9; uma mistura rac&#xEA;mica de partes iguais de d- e 1-hioscinamina, cuja atividade se deve quase inteiramente ao is&#xF4;mero levogiro do f&#xE1;rmaco.</p> <h3>Mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o</h3> <p>A atropina &#xE9; um agente antimuscar&#xED;nico, uma vez que antagoniza as a&#xE7;&#xF5;es semelhantes &#xE0; muscarina da acetilcolina e outros &#xE9;steres de colina.</p> <p>A atropina inibe as a&#xE7;&#xF5;es muscar&#xED;nicas da acetilcolina nas estruturas inervadas pelos nervos colin&#xE9;rgicos p&#xF3;s-ganglionares e nos m&#xFA;sculos lisos que respondem &#xE0; acetilcolina end&#xF3;gena, mas n&#xE3;o s&#xE3;o t&#xE3;o inervados. Como com outros agentes antimuscar&#xED;nicos, a principal a&#xE7;&#xE3;o da atropina &#xE9; um antagonismo competitivo ou super&#xE1;vel, que pode ser superada aumentando a concentra&#xE7;&#xE3;o de acetilcolina nos locais receptores do org&#xE3;o efetor (por exemplo, usando agentes anticolinester&#xE1;sicos que inibem a destrui&#xE7;&#xE3;o enzim&#xE1;tica da acetilcolina). Os receptores antagonizados pela atropina s&#xE3;o as estruturas perif&#xE9;ricas que s&#xE3;o estimuladas ou inibidas pela muscarina (isto &#xE9;, gl&#xE2;ndulas ex&#xF3;crinas e m&#xFA;sculo liso e card&#xED;aco). As respostas &#xE0; estimula&#xE7;&#xE3;o nervosa colin&#xE9;rgica p&#xF3;s-ganglionar tamb&#xE9;m podem ser inibidas pela atropina, mas isso ocorre com menos facilidade do que com respostas a &#xE9;steres de colina injetados (ex&#xF3;genos).</p> <h3>Farmacodin&#xE2;mica</h3> <p>A inibi&#xE7;&#xE3;o parassimp&#xE1;tica induzida pela atropina pode ser precedida por uma fase transit&#xF3;ria da estimula&#xE7;&#xE3;o, especialmente no cora&#xE7;&#xE3;o, onde pequenas doses primeiro retardam a frequ&#xEA;ncia antes que a taquicardia caracter&#xED;stica se desenvolva devido &#xE0; paralisia do controle vagal. A atropina exerce um efeito mais potente e prolongado no cora&#xE7;&#xE3;o, intestino e m&#xFA;sculo br&#xF4;nquico do que a escopolamina, mas sua a&#xE7;&#xE3;o na &#xED;ris, corpo ciliar e certas gl&#xE2;ndulas secretoras &#xE9; mais fraca do que a da escopolamina. Diferentemente da &#xFA;ltima, a atropina em doses cl&#xED;nicas n&#xE3;o deprime o sistema nervoso central, mas pode estimular a medula e os centros cerebrais superiores.</p> <p>Embora uma excita&#xE7;&#xE3;o vagal leve ocorra, a frequ&#xEA;ncia respirat&#xF3;ria aumentada e (&#xE0;s vezes) a profundidade aumentada da respira&#xE7;&#xE3;o produzida pela atropina s&#xE3;o mais provavelmente o resultado da dilata&#xE7;&#xE3;o bronquiolar.</p> <p>Consequentemente, a atropina &#xE9; um estimulante respirat&#xF3;rio n&#xE3;o confi&#xE1;vel e doses grandes ou repetidas podem deprimir a respira&#xE7;&#xE3;o.</p> <p>Doses adequadas de atropina abolem v&#xE1;rios tipos de desacelera&#xE7;&#xE3;o card&#xED;aca reflexa vagal ou assistolia. O f&#xE1;rmaco tamb&#xE9;m previne ou abole bradicardia ou assistolia produzidas pela inje&#xE7;&#xE3;o de &#xE9;steres de colina, agentes anticolinester&#xE1;sicos ou outras drogas parassimpaticomim&#xE9;ticas, e parada card&#xED;aca produzida pela estimula&#xE7;&#xE3;o do vago. A atropina tamb&#xE9;m pode diminuir o grau de bloqueio parcial do cora&#xE7;&#xE3;o quando a atividade vagal &#xE9; um fator etiol&#xF3;gico. Em alguns pacientes com bloqueio card&#xED;aco completo, a frequ&#xEA;ncia idioventricular pode ser acelerada pela atropina; em outros, a frequ&#xEA;ncia &#xE9; estabilizada. Ocasionalmente, uma dose grande pode causar bloqueio atrioventricular (A-V) e ritmo nodal.</p> <p>A atropina em doses cl&#xED;nicas neutraliza a dilata&#xE7;&#xE3;o perif&#xE9;rica e a diminui&#xE7;&#xE3;o abrupta da press&#xE3;o arterial produzida por &#xE9;steres de colina. No entanto, quando administrada isoladamente, a atropina n&#xE3;o exerce um efeito marcante ou uniforme nos vasos sangu&#xED;neos ou na press&#xE3;o sangu&#xED;nea.</p> <p>Doses sist&#xEA;micas elevam levemente as press&#xF5;es sist&#xF3;lica e diast&#xF3;lica mais baixa e podem produzir <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hipotens&#xE3;o</a> postural significativa. Essas doses tamb&#xE9;m aumentam ligeiramente o d&#xE9;bito card&#xED;aco e diminuem a press&#xE3;o venosa central. Ocasionalmente, doses terap&#xEA;uticas dilatam os vasos sangu&#xED;neos cut&#xE2;neos, especialmente na &#xE1;rea de &#x201C;blush&#x201D; (rubor de atropina), e podem causar &#x201C;febre&#x201D; por atropina devido &#xE0; supress&#xE3;o da atividade da gl&#xE2;ndula sudor&#xED;para em lactentes e crian&#xE7;as pequenas.</p> <p>Os efeitos da atropina intravenosa sobre a frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca (frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca m&#xE1;xima) e fluxo salivar (fluxo m&#xED;nimo) ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o IV (infus&#xE3;o r&#xE1;pida e constante ao longo de 3 min.) s&#xE3;o atrasados em 7 a 8 minutos ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o da droga e ambos os efeitos s&#xE3;o n&#xE3;o lineares em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; quantidade de f&#xE1;rmaco no compartimento perif&#xE9;rico. Altera&#xE7;&#xF5;es nos n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de atropina ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o intramuscular (doses de 0,5 a 4 mg) e na frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca est&#xE3;o intimamente sobrepostas, mas o curso temporal das altera&#xE7;&#xF5;es nos n&#xED;veis de atropina e comprometimento comportamental indica que a farmacocin&#xE9;tica n&#xE3;o &#xE9; o principal mecanismo limitante de taxa do efeito da atropina no sistema nervoso central.</p> <h3>Farmacocin&#xE9;tica</h3> <h4>Absor&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o intramuscular, a atropina &#xE9; absorvida com pico de concentra&#xE7;&#xE3;o ocorrendo 30 min ap&#xF3;s a inje&#xE7;&#xE3;o.</p> <h5>Efeitos do exerc&#xED;cio:</h5> <p>O exerc&#xED;cio ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o intramuscular de atropina aumenta significativamente a absor&#xE7;&#xE3;o de atropina devido ao aumento da perfus&#xE3;o no m&#xFA;sculo, com um aumento na ASC de aproximadamente 20% e uma Cm&#xE1;x de aproximadamente 80%.</p> <h4>Distribui&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>A atropina &#xE9; distribu&#xED;da por todo o corpo. A liga&#xE7;&#xE3;o &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> plasm&#xE1;ticas da atropina &#xE9; de cerca de 44% e satur&#xE1;vel no intervalo de concentra&#xE7;&#xE3;o de 2 a 20 mcg/ml.</p> <h4>Elimina&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>A farmacocin&#xE9;tica da atropina &#xE9; n&#xE3;o linear ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa de 0,5 a 4 mg. A atropina desaparece do sangue ap&#xF3;s a inje&#xE7;&#xE3;o com uma meia-vida plasm&#xE1;tica de cerca de 2-4 horas. Grande parte do f&#xE1;rmaco &#xE9; destru&#xED;da pela hidr&#xF3;lise enzim&#xE1;tica, particularmente no <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, com 13% a 50% sendo excretada inalterada na urina.</p> <h4>Metabolismo</h4> <p>Os principais metab&#xF3;litos da atropina s&#xE3;o noratropina, atropina-n-&#xF3;xido, tropina e &#xE1;cido tr&#xF3;pico. O metabolismo da atropina &#xE9; inibido por pesticidas organofosforados.</p> <h4>Pacientes pedi&#xE1;tricos e geri&#xE1;tricos</h4> <p>A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o da atropina &#xE9; mais do que duplicada em crian&#xE7;as menores de dois anos e em idosos (&gt;65 anos) em compara&#xE7;&#xE3;o com outros grupos et&#xE1;rios.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Atropion?

Conservar em temperatura ambiente entre 15°C e 30°C e proteger da luz.

Prazo de validade: 24 meses após a data de fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas

Solução incolor, límpida, inodora, isenta de partículas visíveis.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Atropion

Solução injetável nas concentrações de 0,25 mg/mL ou 0,50 mg/mL

Embalagens contendo 100 ampolas de 1 mL.

Via de administração: intravenosa, intramuscular, subcutânea, intraóssea e endotraqueal.

Uso adulto e pediátrico.

Dizeres Legais do Atropion

Reg. MS nº 1.1637.0088

Farm. Resp.:
Eliza Yukie Saito
CRF-SP n° 10.878

Registrado por:
Blau Farmacêutica S.A.
CNPJ 58.430.828/0001-60
Rodovia Raposo Tavares Km 30,5 n° 2833 - Prédio 100
CEP 06705-030
Cotia – SP
Indústria Brasileira





Fabricado por:
Blau Farmacêutica S.A.
CNPJ 58.430.828/0013-01
Rua Adherbal Stresser, n° 84
CEP 05566-000
São Paulo – SP
Indústria Brasileira





Venda sob prescrição médica.

0,5mg/mL, caixa com 100 ampolas com 1mL de solução de uso intravenoso

Princípio ativo
:
Sulfato De Atropina
Classe Terapêutica
:
Antiespasmódicos e Anticolinérgicos Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Testes E Diagnósticos
Especialidade
:
Clínica Médica

Bula do medicamento

Atropion, para o que é indicado e para o que serve?

Atropion® é indicado para o bloqueio temporário de efeitos muscarínicos graves ou potencialmente letais, por exemplo, como um agente contra a salivação, um agente contra o sistema nervoso mediado pelo nervo vago, um antídoto para intoxicação por organofosforados, carbamatos ou cogumelos muscarínicos e para tratar ritmo cardíaco lento (bradicardia) sintomático.

Quais as contraindicações do Atropion?

Seu uso é contraindicado em casos de alergia ao medicamento ou a qualquer componente da formulação.

Contraindicado em pacientes com asma, glaucoma ou tendência ao glaucoma (elevação da pressão dentro dos olhos), adesão entre íris e o cristalino, taquicardia (aumento da frequência cardíaca), estado cardiovascular instável em hemorragia aguda, isquemia do miocárdio, enfermidades obstrutivas gastrintestinais e geniturinárias, íleo paralítico, atonia intestinal em pacientes geriátricos ou debilitados, colite ulcerativa severa, megacólon tóxico associado à colite ulcerativa, enfermidades hepáticas e renais severas, miastenia grave.

Como usar o Atropion?

O profissional da saúde deverá inspecionar, antes de sua utilização, se a solução no interior da ampola está na forma líquida, livre de fragmentos ou de alguma substância que possa comprometer a eficácia e a segurança do medicamento. O profissional não deverá utilizar o produto ao verificar qualquer alteração que possa prejudicar o paciente.

Deve ser administrado por profissionais experientes e em locais onde contenham os equipamentos necessários para emergências.

Administração

O Atropion® é apresentado em ampolas de 1 mL contendo 0,25 mg ou 0,50 mg de sulfato de atropina, para administração parenteral (IV, IM ou por via subcutânea).

A administração desse medicamento somente deve ser realizada por profissionais da saúde experientes e em ambiente hospitalar.

Conservação depois de aberto

O eventual conteúdo remanescente na ampola, após a definição da posologia, deve ser desprezado.

Em geral, a administração intravenosa é preferida, mas a administração subcutânea, intramuscular, endotraqueal e intraóssea é possível.

A posologia deve ser estabelecida a critério médico.

A injeção intravenosa deve ser feita lentamente.

De modo geral, recomenda-se:

Dosagem em adultos

Tabela 1: Dosagem recomendada em pacientes adultos

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:138px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Uso</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:133px\"><strong>Dose inicial</strong></td> <td style=\"width:168px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Tratamento continuado</strong></p> </td> </tr> <tr> <td rowspan=\"2\" style=\"width:138px\"> <p style=\"text-align:center\">Antisialogogo ou outro antivagal (pr&#xE9;-anestesia e durante cirurgia)</p> </td> <td rowspan=\"2\" style=\"text-align:center; width:133px\">0,5 a 1 mg IV/IM/SC 30 a 60 minutos pr&#xE9;operat&#xF3;rio</td> <td style=\"width:168px\"> <p style=\"text-align:center\">Repita conforme a necessidade a cada 4-6 horas</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:168px\"> <p style=\"text-align:center\">Dose total m&#xE1;xima: 3 mg</p> </td> </tr> <tr> <td rowspan=\"3\" style=\"width:138px\"> <p style=\"text-align:center\">Envenenamento por organofosforados, carbamatos ou cogumelos muscar&#xED;nicos</p> </td> <td rowspan=\"3\" style=\"text-align:center; width:133px\">1 a 6 mg IV/IM/ET dependendo da gravidade dos sintomas</td> <td style=\"width:168px\"> <p style=\"text-align:center\">Repita conforme a necessidade a cada 3 a 5 minutos. A dose pode ser dobrada a cada administra&#xE7;&#xE3;o at&#xE9; obten&#xE7;&#xE3;o da resposta (broncoespasmo reduzido, oxigena&#xE7;&#xE3;o melhorada e secagem das secre&#xE7;&#xF5;es pulmonares)</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:168px\"> <p style=\"text-align:center\">Dose de manuten&#xE7;&#xE3;o: Administrar 10% a 20% da dose de carga necess&#xE1;ria para obten&#xE7;&#xE3;o da resposta em infus&#xE3;o cont&#xED;nua por hora e titular</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:168px\"> <p style=\"text-align:center\">Dose total m&#xE1;xima: n&#xE3;o h&#xE1; dose total m&#xE1;xima</p> </td> </tr> <tr> <td rowspan=\"2\" style=\"width:138px\"> <p style=\"text-align:center\">Bradicardia sintom&#xE1;tica*</p> </td> <td rowspan=\"2\" style=\"text-align:center; width:133px\">0,5 mg IV/IM ou 1 a 2 mg ET diluindo em n&#xE3;o mais de 10 mL de &#xE1;gua est&#xE9;ril para inje&#xE7;&#xE3;o ou <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloreto-de-sodio/bula\" target=\"_blank\">cloreto de s&#xF3;dio</a> a 0,9%</td> <td style=\"width:168px\"> <p style=\"text-align:center\">Conforme a necessidade a cada 3 a 5 minutos</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:168px\"> <p style=\"text-align:center\">Dose total m&#xE1;xima: 3 mg</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

IV=intravenoso;
IM=intramuscular;
SC=subcutâneo;
ET=endotraqueal;
*Não confie na atropina no bloqueio AV de segundo grau ou de terceiro grau tipo II com complexos QRS largos, pois essas bradiarritmias provavelmente não respondem à reversão dos efeitos colinérgicos pela atropina. A atropina não tem efeito sobre a bradicardia em pacientes com corações transplantados.



Dosagem em pacientes pediátricos

Tabela 2: Dosagem recomendada em pacientes pediátricos

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:155px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Uso</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:144px\"><strong>Dose inicial</strong></td> <td colspan=\"2\" style=\"width:162px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Tratamento continuado</strong></p> </td> </tr> <tr> <td rowspan=\"2\" style=\"width:155px\"> <p style=\"text-align:center\">Antisialogogo ou outro antivagal (pr&#xE9;-anestesia e durante a cirurgia)*</p> </td> <td rowspan=\"2\" style=\"text-align:center; width:144px\">0,02 mg/kg IV/IM/SC 30-60 minutos no pr&#xE9;operat&#xF3;rio</td> <td colspan=\"2\" style=\"width:162px\"> <p style=\"text-align:center\">Repita conforme a necessidade a cada 4-6 horas</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:61px\"> <p style=\"text-align:center\">Dose &#xFA;nica m&#xE1;xima: Menos de 12 anos: 0,5 mg; 12 anos e mais: 1 mg</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">Dose total m&#xE1;xima: Menos de 12 anos: 1 mg; 12 anos e mais: 2 mg</p> </td> </tr> <tr> <td rowspan=\"3\" style=\"width:155px\"> <p style=\"text-align:center\">Envenenamento por organofosforado, carbamato ou cogumelos muscar&#xED;nico</p> </td> <td rowspan=\"3\" style=\"text-align:center; width:144px\">0,02 a 0,06 mg/Kg IV/IM/IO/ET</td> <td colspan=\"2\" style=\"width:162px\"> <p style=\"text-align:center\">Repita conforme a necessidade a cada 5 minutos.&amp;nbsp;A dose pode ser dobrada com cada administra&#xE7;&#xE3;o at&#xE9; a obten&#xE7;&#xE3;o da resposta (broncoespasmo reduzido, oxigena&#xE7;&#xE3;o melhorada e secagem das secre&#xE7;&#xF5;es pulmonares).</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"2\" style=\"width:162px\"> <p style=\"text-align:center\">Dose de manuten&#xE7;&#xE3;o: Administrar 10% a 20% da dose de carga necess&#xE1;ria para obten&#xE7;&#xE3;o da resposta em infus&#xE3;o cont&#xED;nua por hora e titular conforme a necessidade</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"2\" style=\"width:162px\"> <p style=\"text-align:center\">Dose total m&#xE1;xima: n&#xE3;o h&#xE1; dose total m&#xE1;xima</p> </td> </tr> <tr> <td rowspan=\"2\" style=\"width:155px\"> <p style=\"text-align:center\">Bradicardia sintom&#xE1;tica devido ao aumento do tom vagal ou bloqueio de condu&#xE7;&#xE3;o AV prim&#xE1;rio (n&#xE3;o secund&#xE1;rio a hip&#xF3;xia )**</p> </td> <td rowspan=\"2\" style=\"text-align:center; width:144px\">0,02 mg/Kg IV/IO ou 0,04 a 0,06 mg/Kg via tubo endotraqueal seguido de 1 a 5 mL descarga de solu&#xE7;&#xE3;o salina normal seguido por 5 ventila&#xE7;&#xF5;es</td> <td colspan=\"2\" style=\"width:162px\"> <p style=\"text-align:center\">Repita conforme a necessidade a cada 5 minutos</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"2\" style=\"width:162px\"> <p style=\"text-align:center\">Dose &#xFA;nica m&#xE1;xima: Menos de 12 anos: 0,5 mg; 12 anos e mais: 1 mg</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

IV=intravenoso;
IM=intramuscular;
SC=subcutâneo;
IO=intraósseo;
ET=endotraqueal;
*Evidências disponíveis não apoiam o uso rotineiro de atropina na intubação de emergência de bebês e crianças gravemente doentes, exceto em intubações de emergência específicas quando há maior risco de bradicardia.
**A atropina não tem efeito sobre a bradicardia em pacientes com corações transplantados.





Dosagem em pacientes com cardiopatia isquêmica

Limite a dose total de sulfato de atropina a 0,03 a 0,04 mg/kg.

Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo tempo.&nbsp;

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Atropion funciona?

A atropina pertence a um grupo de fármacos designados por anticolinérgicos. Estas substâncias se opõem aos efeitos da acetilcolina, principal mediador químico do sistema nervoso parassimpático e, consequentemente, aos efeitos do sistema nervoso parassimpático. A atropina exerce múltiplos efeitos periféricos no organismo, atuando sobre vários órgãos e sistemas. A atropina pode ser utilizada em distúrbios dos aparelhos cardiocirculatório, respiratório e digestivo, do sistema nervoso central e do olho.

Quais cuidados devo ter ao usar o Atropion?

O uso prolongado de substâncias que agem sobre os receptores muscarínicos, por diminuir o fluxo salivar, contribui para o desenvolvimento de cáries, enfermidade periodontal e candidíase oral.

Pode ocorrer um rápido aumento de temperatura, principalmente em crianças e em áreas com temperatura elevada, devido à diminuição da sudorese.

Não se recomenda o uso do medicamento na presença de diarreia que pode ser o sinal inicial de uma obstrução intestinal incompleta. Podem ocorrer alterações psicóticas em indivíduos sensíveis, especialmente em pacientes&nbsp;geriátricos, com sintomas decorrentes de alterações no Sistema Nervoso Central. Usar com cautela na úlcera gástrica devido a um possível retardamento no esvaziamento gástrico.

Atropion® deve ser administrado somente por profissionais experientes em locais que possuam prontidão para emergências.

Tolerância

Com o uso contínuo e/ou de pequenas doses pode se desenvolver tolerância, diminuindo algumas das reações adversas, mas reduzindo, também, a eficácia do medicamento.

Dependência

Não há dados que indiquem que a atropina, por qualquer via de administração, cause dependência física ao nível do sistema nervoso central ou dependência psíquica, contudo, a interrupção abrupta dos antimuscarínicos pode produzir sintomas semelhantes aos de uma síndrome de abstinência, o que é indicativo de dependência física, a nível periférico.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Efeito na habilidade de dirigir ou operar máquinas

Pode ocorrer sonolência, tontura e visão distorcida. Os pacientes devem ser alertados para redobrar os cuidados ao dirigir ou ao executarem atividades potencialmente perigosas.

Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco

Uso em crianças

Crianças pequenas são extremamente sensíveis aos efeitos adversos da atropina, doses moderadas podem causar febre atropínica. A dose de cerca de 10 mg pode ser letal em crianças. O seu uso nestes pacientes deve ser acompanhado de estreita vigilância.

A segurança em crianças e neonatos não está completamente elucidada. Deve-se estar atento quanto a qualquer alteração que a criança possa apresentar.

Uso em idosos

Utilizar com cautela em pacientes idosos, devido a maior sensibilidade destes aos efeitos adversos do medicamento. Pode ocorrer precipitação de glaucoma não diagnosticado, excitação, agitação, sonolência ou confusão.

Outros grupos de risco

Pode ser necessária redução nas dosagens em pacientes de olhos claros, geriátricos, com síndrome de Down, lesão cerebral e paralisia cerebral, devido à possibilidade de exacerbação dos efeitos da atropina, com consequente aumento das reações adversas.

Recomenda-se a monitorização da pressão ocular em tratamentos prolongados.

Hipersensibilidade

A atropina pode causar reações alérgicas (anafilaxia).

Agravamento da cardiopatia isquêmica

Em pacientes com doença cardíaca isquêmica, a dose total deve ser restrita a 2 a 3 mg (máximo 0,03 a 0,04 mg/kg) para evitar taquicardia induzida por atropina, aumento da demanda do músculo cardíaco por oxigênio e potencial para piorar a isquemia cardíaca ou aumentar o tamanho do infarto.

Glaucoma agudo

A atropina pode precipitar o glaucoma (aumento da pressão dentro dos olhos) agudo.

Obstrução pilórica

A atropina pode converter estenose pilórica (estomago) orgânica parcial em obstrução completa.

Retenção urinária completa

A atropina pode levar à retenção urinária completa em pacientes com aumento da próstata (hipertrofia prostática).

Tampões viscerais

A atropina pode causar espessamento das secreções brônquicas e formação de tampões viscerais em pacientes com doença pulmonar crônica.

Uso em populações específicas

Gravidez
Mulheres grávidas

A atropina atravessa facilmente a barreira placentária e entra na circulação fetal, mas não é encontrada no líquido amniótico.

Resumo de risco

Dados disponíveis limitados com o uso de injeção de sulfato de atropina em mulheres grávidas são insuficientes para informar um risco associado a medicamentos de resultados adversos do desenvolvimento.

Existem riscos para a mãe e o feto associados a eventos muscarínicos graves ou de risco à vida não tratados.

Estudos de reprodução animal não foram realizados com injeção de sulfato de Atropina.

O risco estimado de antecedentes de grandes defeitos congênitos e aborto espontâneo para a população indicada é desconhecido, as gravidezes têm um risco de antecedentes de defeitos congênitos, perda ou outros resultados adversos.

Considerações clínicas
Risco materno e/ou embrionário/fetal associado à doença

Eventos muscarínicos graves ou de risco à vida, como intoxicação aguda por organofosforados e bradicardia sintomática, são emergências médicas na gravidez, que podem ser fatais se não forem tratados. A terapia de sustentação da vida da gestante não deve ser suspensa devido a potenciais preocupações quanto aos efeitos da atropina sobre o feto.

Dados em humanos

Não há estudos adequados e bem controlados disponíveis sobre o uso da atropina em mulheres grávidas. Em um estudo de 401 gestações no primeiro trimestre e 797 gestações no segundo ou terceiro trimestres, o uso da atropina não foi associado a um risco aumentado de malformação congênita. Em um estudo de vigilância, 381 recém-nascidos foram expostos à atropina durante o primeiro trimestre; 18 grandes defeitos congênitos foram observados quando 16 eram esperados. Nenhum padrão específico de defeito congênito grave foi identificado.

Em outro estudo de vigilância de 50 gestações no primeiro trimestre, o uso da atropina não foi associado a um risco aumentado de malformações. As limitações metodológicas desses estudos observacionais, incluindo a incapacidade de controlar a dosagem e o tempo de exposição à atropina, a doença materna subjacente ou o uso concomitante de medicamentos maternos, não podem estabelecer ou excluir definitivamente qualquer risco associado a medicamentos durante a gravidez

Lactação
Lactantes

Traços são encontrados em várias secreções, incluindo o leite.

Resumo de risco

Quantidades vestigiais de atropina foram relatadas no leite humano após ingestão oral. Não existem dados disponíveis sobre os níveis de atropina no leite humano após injeção intravenosa, sobre os efeitos no lactente amamentado ou sobre os efeitos na produção de leite. A falta de dados clínicos durante a lactação impede uma clara determinação do risco da atropina para um lactente durante a lactação.

Considerações clínicas
Minimizando a exposição

A meia-vida de eliminação da atropina é mais do que dobrada em crianças com menos de 2 anos de idade.

Para minimizar a exposição potencial do lactente à injeção de sulfato de atropina, uma mulher pode bombear e descartar o leite por 24 horas após o uso, antes de retomar a amamentação do bebê.

Uso geriátrico

Uma avaliação da literatura atual não revelou experiência clínica identificando diferenças na resposta entre pacientes idosos e mais jovens. Em geral, a escolha da dose para um paciente idoso deve ser cautelosa, geralmente começando no limite inferior do intervalo de dosagem, refletindo a maior frequência de diminuição da função hepática, renal ou cardíaca e de doença concomitante ou outra terapia medicamentosa.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Atropion?

  • <li>Hipersensibilidade: A atropina pode causar anafilaxia;</li> <li>Agravamento da cardiopatia isqu&#xEA;mica: Em pacientes com cardiopatia isqu&#xEA;mica, a dose total deve ser restrita a 2 a 3 mg (m&#xE1;ximo 0,03 a 0,04 mg/kg) para evitar taquicardia induzida por atropina, aumento da demanda mioc&#xE1;rdica de oxig&#xEA;nio e potencial para piorar a isquemia card&#xED;aca ou aumentar o tamanho do infarto;</li> <li>Glaucoma agudo: A atropina pode precipitar o glaucoma agudo;</li> <li>Obstru&#xE7;&#xE3;o pil&#xF3;rica:A atropina pode converter estenose pil&#xF3;rica org&#xE2;nica parcial em obstru&#xE7;&#xE3;o completa;</li> <li>Reten&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria completa: A atropina pode levar &#xE0; reten&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria completa em pacientes com hipertrofia prost&#xE1;tica;</li> <li>Tamp&#xF5;es viscerais:&amp;nbsp;A atropina pode causar espessamento das secre&#xE7;&#xF5;es br&#xF4;nquicas e forma&#xE7;&#xE3;o de tamp&#xF5;es viscerais em pacientes com doen&#xE7;a pulmonar cr&#xF4;nica. As rea&#xE7;&#xF5;es adversas foram identificadas durante o uso p&#xF3;s-aprova&#xE7;&#xE3;o do sulfato de atropina. Visto que essas rea&#xE7;&#xF5;es s&#xE3;o relatadas voluntariamente por uma popula&#xE7;&#xE3;o de tamanho incerto, nem sempre &#xE9; poss&#xED;vel estimar com seguran&#xE7;a sua frequ&#xEA;ncia ou estabelecer uma rela&#xE7;&#xE3;o causal com a exposi&#xE7;&#xE3;o ao medicamento. A maioria dos efeitos colaterais da atropina est&#xE1; diretamente relacionada &#xE0; sua a&#xE7;&#xE3;o antimuscar&#xED;nica. Boca seca, vis&#xE3;o turva, <a href="https://minutosaudavel.com.br/fotofobia/" rel="noopener" target="_blank">fotofobia</a> e taquicardia ocorrem com frequ&#xEA;ncia. Anidrose pode produzir intoler&#xE2;ncia ao calor. <a href="https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/" rel="noopener" target="_blank">Constipa&#xE7;&#xE3;o</a> e dificuldade na mic&#xE7;&#xE3;o podem ocorrer. Rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade ocasionais foram observadas, incluindo erup&#xE7;&#xF5;es cut&#xE2;neas graves. &#xCD;leo paral&#xED;tico pode ocorrer. Exacerba&#xE7;&#xE3;o de refluxo foi relatado. Doses maiores ou t&#xF3;xicas podem produzir efeitos t&#xE3;o centrais como a inquieta&#xE7;&#xE3;o, tremores, <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-fadiga-muscular-cronica-adrenal-etc-e-como-tratar/" rel="noopener" target="_blank">fadiga</a>, dificuldades locomotoras, del&#xED;rio, seguidos de alucina&#xE7;&#xF5;es, <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a> e em &#xFA;ltima an&#xE1;lise, paralisia medular e morte. Grandes doses tamb&#xE9;m podem levar ao colapso circulat&#xF3;rio. Nesses casos, o decl&#xED;nio da press&#xE3;o arterial e a morte por insufici&#xEA;ncia respirat&#xF3;ria podem ocorrer ap&#xF3;s paralisia e coma;</li> <li>Gastrintestinais: xerostomia, n&#xE1;usea, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/nauseas/c" target="_blank">v&#xF4;mito</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-disfagia-causas-sintomas-tratamento-tem-cura/" rel="noopener" target="_blank">disfagia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/azia/c" target="_blank">azia</a>, constipa&#xE7;&#xE3;o e &#xED;leo paral&#xED;tico;</li> <li>Geniturin&#xE1;rio: reten&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria e impot&#xEA;ncia;</li> <li>Ocular: vis&#xE3;o distorcida, midr&#xED;ase, fotofobia, cicloplegia e aumento da press&#xE3;o ocular;</li> <li>Cardiovascular: palpita&#xE7;&#xE3;o, bradicardia (baixas doses de atropina) e taquicardia (altas doses);</li> <li>Sistema Nervoso Central: <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/dor-de-cabeca-e-enxaqueca/c" target="_blank">cefaleia</a>, sonol&#xEA;ncia, fadiga, desorienta&#xE7;&#xE3;o, nervosismo, <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/insonia/c" target="_blank">ins&#xF4;nia</a>, perda tempor&#xE1;ria da mem&#xF3;ria, confus&#xE3;o mental e excita&#xE7;&#xE3;o, especialmente em pacientes geri&#xE1;tricos. Altas doses podem ocasionar estimula&#xE7;&#xE3;o do Sistema Nervoso Central (inquieta&#xE7;&#xE3;o e tremores);</li> <li>Hipersensibilidade: rea&#xE7;&#xF5;es al&#xE9;rgicas severas incluindo anafilaxia, <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a> e outras manifesta&#xE7;&#xF5;es cut&#xE2;neas;</li> <li>Outros: supress&#xE3;o da lacta&#xE7;&#xE3;o, congest&#xE3;o nasal e diminui&#xE7;&#xE3;o da sudorese.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Atropion?

Caso haja esquecimento de administração de uma dose, esta deverá ser feita assim que possível, respeitandose, a seguir, o intervalo determinado pela posologia e as orientações médica.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Atropion?

Cada mL da solução injetável de 0,25 mg/mL contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de atropina monoidratada (equivalente a 0,25 mg de sulfato de atropina)</p> </td> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">0,2566 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">1 mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;solução de ácido sulfúrico e água para injetáveis.

Cada mL da solução injetável de 0,50 mg/mL contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de atropina monoidratada (equivalente a 0,50 mg de sulfato de atropina)</p> </td> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">0,513 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:226px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:218px\"> <p style=\"text-align:center\">1 mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;solução de ácido sulfúrico e água para injetáveis.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Atropion maior do que a recomendada?

A dosagem excessiva pode causar palpitações, pupilas dilatadas, dificuldade para engolir, pele seca e quente, sede, tontura, agitação, tremores, fadiga e ataxia. Doses tóxicas levam a inquietação e excitação, alucinações, delírio e coma. Depressão e colapso circulatório ocorrem apenas com intoxicação grave. Nesses casos, a pressão&nbsp;arterial diminui e a morte por insuficiência respiratória pode ocorrer após paralisia e coma.

A dose fatal de atropina para adultos não é conhecida. Em populações pediátricas, 10 mg ou menos podem ser fatais.

No caso de superdosagem tóxica, pode ser administrado um barbitúrico de ação curta ou diazepam, conforme necessário, para controlar a excitação e as convulsões acentuadas. Doses elevadas para sedação devem ser evitadas, pois a ação depressora central pode coincidir com a depressão que ocorre tardiamente no envenenamento por atropina.

Estimulantes centrais não são recomendados.

A fisostigmina, administrada como antídoto de atropina por injeção intravenosa lenta de 1 a 4 mg (0,5 a 1 mg em populações pediátricas), elimina rapidamente o delírio e o coma causados por grandes doses de atropina.

Visto que a fisostigmina é rapidamente destruída, o paciente pode voltar a entrar em coma após uma ou duas horas, e doses repetidas podem ser necessárias.

Respiração artificial com oxigênio pode ser necessária. Sacos de gelo e esponjas de álcool ajudam a reduzir a febre, especialmente em populações pediátricas.

A atropina não é removida por diálise.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Atropion com outros remédios?

A administração subsequente pode intensificar os efeitos dos medicamentos de ação antimuscarínica, como os antidepressivos tricíclicos, os IMAO, a amantadina e os anti-histamínicos.

Pode ocorrer interação com o ciclopropano, ocasionando arritmias ventriculares.

A atropina pode diminuir a absorção do cetoconazol; recomenda-se administrar atropina somente após 2 horas, em pacientes que fazem o uso de cetoconazol.

Apresentações do Atropion

Solução injetável nas concentrações de 0,25 mg/mL ou 0,50 mg/mL

Embalagens contendo 100 ampolas de 1 mL.

Via de administração: intravenosa, intramuscular, subcutânea, intraóssea e endotraqueal.

Uso adulto e pediátrico.

Fabricante: Blau

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