Blau Furosetron

10mg/mL, caixa com 50 ampolas com 2mL de solução de uso intravenoso ou intramuscular

Princípio ativo
:
Furosemida
Classe Terapêutica
:
Diuréticos De Alça Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Diuréticos
Especialidade
:
Cardiologia e Nefrologia

Bula do medicamento

Furosetron, para o que é indicado e para o que serve?

Furosetron® é indicado nos casos de:

  • <li>Incha&#xE7;o devido a doen&#xE7;as do cora&#xE7;&#xE3;o e doen&#xE7;as do <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c" target="_blank">f&#xED;gado</a> (ex: <a href="https://minutosaudavel.com.br/ascite/" rel="noopener" target="_blank">ascite</a>);</li> <li>Incha&#xE7;o devido a doen&#xE7;as dos rins, <a href="https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/" rel="noopener" target="_blank">insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> aguda (redu&#xE7;&#xE3;o grave da fun&#xE7;&#xE3;o do cora&#xE7;&#xE3;o), especialmente no incha&#xE7;o pulmonar (administra&#xE7;&#xE3;o conjunta com outras medidas terap&#xEA;uticas);</li> <li>Elimina&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria reduzida devido &#xE0; gestose &#x2013; doen&#xE7;a hipertensiva que pode ocorrer no &#xFA;ltimo trimestre da gesta&#xE7;&#xE3;o, mais comum em mulheres na primeira gravidez (ap&#xF3;s restaura&#xE7;&#xE3;o do volume de l&#xED;quidos ao normal);</li> <li>Incha&#xE7;os cerebrais como medida de suporte;</li> <li>Incha&#xE7;os devido a <a href="https://minutosaudavel.com.br/queimaduras/" rel="noopener" target="_blank">queimaduras</a>;</li> <li>Crises hipertensivas (em adi&#xE7;&#xE3;o a outras medidas anti-hipertensivas);</li> <li>Indu&#xE7;&#xE3;o de diurese for&#xE7;ada (facilita a elimina&#xE7;&#xE3;o da urina) em envenenamentos.</li>

Como o Furosetron funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>Furosetron<sup>&#xAE; </sup>apresenta efeito diur&#xE9;tico (promove a excre&#xE7;&#xE3;o da urina) e anti-hipertensivo (auxilia no tratamento da <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c\" target=\"_blank\">press&#xE3;o alta</a>). O in&#xED;cio da a&#xE7;&#xE3;o ocorre em 15 minutos ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa do produto.</p> "}

Quais as contraindicações do Furosetron?

Furosetron® solução injetável não deve ser usado em pacientes com:

  • <li>Insufici&#xEA;ncia dos rins com an&#xFA;ria (parada total da elimina&#xE7;&#xE3;o de urina);</li> <li>Pr&#xE9;-coma e coma devido a problemas associado com encefalopatia do f&#xED;gado (disfun&#xE7;&#xE3;o do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/c" target="_blank">sistema nervoso central</a> em associa&#xE7;&#xE3;o com fal&#xEA;ncia do f&#xED;gado);</li> <li>Hipopotassemia severa (redu&#xE7;&#xE3;o nos n&#xED;veis de pot&#xE1;ssio no sangue) (vide item Quais os males que este medicamento pode me causar?);</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/hiponatremia/" rel="noopener" target="_blank">Hiponatremia</a> severa (redu&#xE7;&#xE3;o nos n&#xED;veis de s&#xF3;dio no sangue);</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/desidratacao/" rel="noopener" target="_blank">Desidrata&#xE7;&#xE3;o</a> ou hipovolemia (diminui&#xE7;&#xE3;o do volume l&#xED;quido circulante nos vasos sangu&#xED;neos), com ou sem queda da press&#xE3;o sangu&#xED;nea;</li> <li>Alergia &#xE0; <a href="https://consultaremedios.com.br/furosemida/bula" target="_blank">furosemida</a>, &#xE0;s sulfonamidas ou a qualquer componente da f&#xF3;rmula.</li>

Este medicamento é contraindicado para uso por lactantes.

Não há contraindicação relativa a faixas etárias.

Como usar o Furosetron?

A administração intravenosa de furosemida é indicada em todos os casos onde a administração oral (furosemida comprimidos) não é possível ou é ineficaz (por exemplo: absorção intestinal prejudicada) ou em casos onde um rápido efeito é necessário.

A administração intravenosa deve ser realizada lentamente, não excedendo a velocidade de infusão de 4 mg/min. Em pacientes com insuficiência renal severa (creatinina sérica > 5 mg/dL), recomenda-se não exceder a velocidade de infusão de 2,5 mg/min.

A administração intramuscular deve ser restrita a casos excepcionais nos quais a administração oral (furosemida comprimidos) ou intravenosa (furosemida solução injetável) não são possíveis. A administração intramuscular não é adequada ao tratamento de condições agudas como edema pulmonar.

A substituição da administração parenteral (furosemida solução injetável) para oral (furosemida comprimidos) deve ser realizada assim que possível.

A solução injetável de Furosetron® tem pH aproximado a 9 sem capacidade de tamponamento. Por esta razão, o ingrediente ativo pode precipitar em valores de pH inferiores a 7. Portanto, no caso de diluição de Furosetron® solução injetável, deve-se ter cautela para que o pH da solução esteja dentro de uma variação de levemente alcalino para neutro. Solução salina normal é adequada como diluente.

Furosetron® solução injetável não deve ser misturado com outros medicamentos na mesma seringa de injeção ou durante infusão.

Posologia do&nbsp;Furosetron

{"tag":"hr","value":" <h3>A menos que seja prescrito de modo diferente, recomenda-se o seguinte esquema:</h3> <h4>Adultos e adolescentes acima de 15 anos</h4> <p>A dose inicial para adultos e adolescentes de 15 anos em diante &#xE9; de 20 a 40 mg (1 a 2 ampolas) de furosemida por via intravenosa ou via intramuscular.</p> <p>Se ap&#xF3;s uma dose &#xFA;nica de 20 a 40 mg de furosemida (1 a 2 ampolas) o efeito diur&#xE9;tico n&#xE3;o for satisfat&#xF3;rio, a dose pode ser gradualmente aumentada, em intervalos de 2 horas, de 20 mg (1 ampola) a cada vez, at&#xE9; que seja obtida diurese satisfat&#xF3;ria. A dose individual assim estabelecida deve depois ser administrada uma ou duas vezes por dia.</p> <p>A dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento deve ser determinada pelo m&#xE9;dico, dependendo da natureza e gravidade da doen&#xE7;a.</p> <h4>Lactentes e crian&#xE7;as abaixo de 15 anos</h4> <p>&#xC9; indicada a administra&#xE7;&#xE3;o parenteral (se necess&#xE1;rio, infus&#xE3;o <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-dos-ossos/gota/c\" target=\"_blank\">gota</a> a gota) somente em condi&#xE7;&#xF5;es de risco de vida.</p> <p>Para inje&#xE7;&#xE3;o intravenosa ou intramuscular, o esquema de posologia &#xE9; de 1 mg de furosemida por kg de peso corporal at&#xE9; um m&#xE1;ximo di&#xE1;rio de 20 mg (1 ampola).</p> <p>A terapia deve ser mudada para administra&#xE7;&#xE3;o oral (furosemida comprimidos) t&#xE3;o logo seja poss&#xED;vel.</p> <h4>Edema pulmonar agudo</h4> <p>Administrar uma dose inicial de 40 mg de furosemida (2 ampolas) por via intravenosa. Se a condi&#xE7;&#xE3;o do paciente requerer, injetar uma dose adicional de 20 a 40 mg de furosemida (1 a 2 ampolas) ap&#xF3;s 20 minutos. A posologia indicada para o tratamento &#xE9; de 100 mg a 300 mg ao dia, por um per&#xED;odo m&#xE1;ximo de 48 horas.</p> <h4>Diurese for&#xE7;ada</h4> <p>Administrar 20 a 40 mg de furosemida (1 a 2 ampolas) em adi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; infus&#xE3;o de solu&#xE7;&#xE3;o de eletr&#xF3;litos.</p> <p>O tratamento posterior depende da elimina&#xE7;&#xE3;o de urina e deve incluir a substitui&#xE7;&#xE3;o de perdas de l&#xED;quido e de eletr&#xF3;litos.</p> <p>No envenenamento com subst&#xE2;ncias &#xE1;cidas ou b&#xE1;sicas, a taxa de elimina&#xE7;&#xE3;o pode ser aumentada ainda mais pela alcaliniza&#xE7;&#xE3;o ou acidifica&#xE7;&#xE3;o da urina, respectivamente. A posologia indicada para o tratamento &#xE9; de 100 mg a 300 mg ao dia, por um per&#xED;odo m&#xE1;ximo de 48 horas.</p> <p>N&#xE3;o h&#xE1; estudos dos efeitos de Furosetron<sup>&#xAE; </sup>administrado por vias n&#xE3;o recomendadas. Portanto, por seguran&#xE7;a e para garantir a efic&#xE1;cia deste medicamento, a administra&#xE7;&#xE3;o deve ser somente pela via intravenosa ou intramuscular, conforme recomendado pelo m&#xE9;dico.</p> <p><strong>Siga a orienta&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico, respeitando sempre os hor&#xE1;rios, as doses e a dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento.</strong></p> <p><strong>N&#xE3;o interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu m&#xE9;dico.</strong></p> <h2>O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Furosetron?</h2> <hr> <p>Caso esque&#xE7;a de administrar uma dose, administre-a assim que poss&#xED;vel. No entanto, se estiver pr&#xF3;ximo do hor&#xE1;rio da dose seguinte, espere por este hor&#xE1;rio, respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia.</p> <p>Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo tempo.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> </hr>"}

Quais cuidados devo ter ao usar o Furosetron?

O fluxo urinário deve ser sempre assegurado.

Em pacientes com obstrução parcial do fluxo urinário (ex: em pacientes com alterações de esvaziamento da bexiga, hiperplasia prostática ou estreitamento da uretra), a produção aumentada de urina pode provocar ou agravar a doença. Deste modo, estes pacientes necessitam de monitorização cuidadosa, especialmente durante a fase inicial do tratamento.

O tratamento com Furosetron® requer uma supervisão médica regular. Uma cuidadosa vigilância se faz necessária principalmente em pacientes com:

  • <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">Hipotens&#xE3;o</a> (press&#xE3;o baixa);</li> <li>Com risco particular de pronunciada queda da press&#xE3;o arterial (ex: pacientes com estenoses significativas das art&#xE9;rias coron&#xE1;rias ou das art&#xE9;rias que suprem o c&#xE9;rebro);</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c" target="_blank">Diabetes</a> <em>mellitus</em> latente ou manifesta -&amp;nbsp;recomenda-se controle regular dos n&#xED;veis de a&#xE7;&#xFA;car no sangue;</li> <li>Gota (doen&#xE7;a caracterizada pela deposi&#xE7;&#xE3;o de cristais de &#xE1;cido &#xFA;rico junto a articula&#xE7;&#xF5;es e em outros &#xF3;rg&#xE3;os)</li> <li>ou hiperuricemia (aumento do &#xE1;cido &#xFA;rico no sangue) - recomenda-se controle regular do &#xE1;cido &#xFA;rico;</li> <li>Insufici&#xEA;ncia dos rins associada &#xE0; doen&#xE7;a severa do f&#xED;gado (s&#xED;ndrome hepatorrenal);</li> <li>Hipoproteinemia (baixos &#xED;ndices de <a href="https://minutosaudavel.com.br/proteinas/" rel="noopener" target="_blank">prote&#xED;nas</a> do sangue), por exemplo, associada &#xE0; s&#xED;ndrome nefr&#xF3;tica (o efeito da furosemida pode estar diminu&#xED;do e sua ototoxicidade potencializada). &#xC9; recomendada a titula&#xE7;&#xE3;o cuidadosa das doses de furosemida.</li>

Durante tratamento com furosemida é geralmente recomendada a monitorização regular dos níveis de sódio, potássio e creatinina no sangue; é necessária monitorização particularmente cuidadosa em casos de pacientes com alto risco de desenvolvimento de alterações dessas substâncias ou em caso de perda adicional significativa de fluidos (ex: devido a vômitos, diarreia ou suor intenso). Hipovolemia (diminuição do volume líquido circulante nos vasos sanguíneos) ou desidratação, bem como qualquer alteração significativa eletrolítica ou ácido – base devem ser corrigidas. Isto pode requerer a descontinuação temporária do medicamento.

Existe a possibilidade de agravar ou iniciar manifestação de lúpus eritematoso sistêmico (doença que apresenta manifestações na pele, coração, rins, articulações, entre outras).

Alterações na capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas

Alguns efeitos adversos (ex: queda acentuada indesejável da pressão sanguínea) podem prejudicar a capacidade em se concentrar e reagir e, portanto, constitui um risco em situações em que suas habilidades são especialmente importantes, como dirigir ou operar máquinas.

Sensibilidade cruzada

Pacientes hipersensíveis (alérgicos) a antibióticos do tipo sulfonamidas ou sulfonilureias podem apresentar sensibilidade cruzada com o medicamento.

Este medicamento pode causar doping.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Furosetron?

A seguinte taxa de frequência é utilizada, quando aplicável:

  • <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o comum (ocorre entre 1% a 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o incomum (ocorre entre 0,1% a 1% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o rara (ocorre entre 0,01% a 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Desconhecido - n&#xE3;o pode ser estimado a partir dos dados dispon&#xED;veis.</li>

Distúrbios metabólico e nutricional&nbsp;

Muito comum

Distúrbios eletrolíticos, incluindo sintomáticos (variação de eletrólitos causando efeitos no organismo); desidratação e hipovolemia, especialmente em pacientes idosos; aumento nos níveis de creatinina e triglicérides no sangue.

Comum

Hiponatremia, hipocloremia (redução nos níveis de cloreto no sangue), hipopotassemia (redução nos níveis de potássio no sangue), aumento nos níveis de colesterol e ácido úrico no sangue, crises de gota e aumento no volume urinário.

Incomum

Tolerância à glicose diminuída; o diabetes mellitus latente pode se manifesta.

Desconhecido

Hipocalcemia (redução nos níveis de cálcio no sangue), hipomagnesemia, aumento nos níveis de ureia no sangue e alcalose metabólica (desequilíbrio ácido-básico no sangue), Síndrome de Bartter (grupo raro de doenças que afetam os rins) no contexto de uso inadequado e/ou a longo prazo da furosemida.

Distúrbios vasculares

Muito comum (para infusão intravenosa)

Hipotensão incluindo hipotensão ortostática (queda significativa da pressão arterial após assumir a posição de pé).

Raro

Vasculite (inflamação da parede de um vaso sanguíneo).

Desconhecido

Trombose.

Distúrbios nos rins e urinário

Comum

Aumento no volume urinário.

Raro

Nefrite tubulointersticial (um tipo de inflamação nos rins).

Desconhecido

Aumento nos níveis de sódio e cloreto na urina, retenção urinária (em pacientes com obstrução parcial do fluxo urinário); nefrocalcinose / nefrolitíase em crianças prematuras e falência renal.

Distúrbios gastrintestinais

Incomum

Náuseas.

Raro

Vômitos, diarreia.

Muito raro

Pancreatite aguda (inflamação no pâncreas).

Distúrbios hepatobiliares

Muito raro

Colestase (parada ou dificuldade da excreção da bile), aumento nas transaminases (uma enzima presente nas células do fígado).

Distúrbios auditivos e do labirinto

Incomum

Alterações na audição, embora geralmente de caráter transitório, particularmente em pacientes com insuficiência renal, hipoproteinemia (ex: síndrome nefrótica) e/ou quando furosemida intravenosa for administrada rapidamente. Casos de surdez, algumas vezes irreversível, foram reportados após administração oral ou IV de furosemida.

Muito raro

Tinido (zumbido no ouvido).

Distúrbios no tecido subcutâneo e pele

Incomum

Prurido, urticária, rash, dermatite bolhosas, eritema multiforme, penfigoide, dermatite esfoliativa, púrpura (erupções cutâneas diversas), reações de fotossensibilidade (sensibilidade exagerada da pele à luz).

Desconhecido

Síndrome de Stevens-Johnson (forma grave de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e grandes áreas do corpo), necrólise epidérmica tóxica (quadro grave, caracterizado por erupção generalizada, com bolhas rasas extensas e áreas de necrose epidérmica), pustulose exantemática generalizada aguda - PEGA (forma grave de reação alérgica caracterizada pelo desenvolvimento abrupto de pústulas não foliculares sobre áreas de vermelhidão, acompanhadas por febre alta e aumento do número de células brancas no sangue), DRESS (rash ao fármaco com eosinofilia (aumento do número de um tipo de célula branca do sangue chamado eosinófilo) e sintomas sistêmicos) e reações liquenoides (reações imunológicas que ocorrem em mucosas).

Distúrbios do sistema imune (de defesa do organismo)

Raro

Reações anafiláticas (reação alérgica grave e imediata que pode levar à morte) ou anafilactoides severas (ex: com choque – colapso circulatório ou estado fisiológico em que existe um fluxo sanguíneo inadequado para os tecidos e células do corpo).

Desconhecido

Agravamento ou início de manifestação de lúpus eritematoso sistêmico.

Raro

Parestesia (sensação anormal como ardor, formigamento e coceira, percebidos na pele e sem motivo aparente).

Comum

Encefalopatia hepática (disfunção do sistema nervoso central em associação com falência do fígado) em pacientes com insuficiência na função do fígado.

Desconhecido

Vertigem (tontura), desmaio ou perda e consciência, cefaleia (dor de cabeça).

Distúrbios do sistema linfático e sanguíneo

Comum

Hemoconcentração.

Incomum

Trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas sanguíneas).

Raro

Leucopenia (redução de células brancas no sangue), eosinofilia.

Muito raro

Agranulocitose (diminuição acentuada na contagem de células brancas do sangue), anemia aplástica (doença em que a medula óssea produz quantidade insuficiente de glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas) ou anemia hemolítica (diminuição do número de glóbulos vermelhos do sangue).

Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo

Desconhecido

Casos de rabdomiólise (lesão muscular que pode levar a insuficiência renal aguda) foram relatados, muitas vezes na situação de hipopotassemia severa (vide item Quando não devo usar este medicamento?).

Distúrbios congênito e genético/familiar

Desconhecido

Risco aumentado de persistência do ducto arterioso quando furosemida for administrada a crianças prematuras durante as primeiras semanas de vida.

Distúrbios gerais e condições no local da administração

Raro

Febre.

Desconhecido

Dor local após injeção intramuscular.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Gravidez e amamentação

A furosemida atravessa a barreira placentária. Portanto, não deve ser administrada durante a gravidez a menos que estritamente indicada e por curtos períodos de tempo. O tratamento durante a gravidez requer controle periódico do crescimento fetal.

No período da amamentação, quando o uso de furosemida for considerado necessário, deve ser lembrado que a furosemida passa para o leite e inibe a lactação. É aconselhável interromper a amamentação durante o uso de furosemida.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Pacientes idosos

Em pacientes idosos, a eliminação de furosemida é diminuída devido à redução na função dos rins. A ação diurética da furosemida pode levar ou contribuir para hipovolemia e desidratação, especialmente em pacientes idosos. A diminuição grave de fluidos pode levar a hemoconcentração (concentração do sangue com aumento da sua densidade e viscosidade) com tendência ao desenvolvimento de tromboses (formação, desenvolvimento ou presença de um trombo ou coágulo no interior de um vaso sanguíneo).

Crianças

Controle cuidadoso é necessário em crianças prematuras pela possibilidade de desenvolvimento de nefrolitíase (formação de pedra nos rins) e nefrocalcinose (deposição sais de cálcio nos tecidos dos rins). Nestes casos, a função dos rins deverá ser controlada e uma ultrassonografia deverá ser realizada.

Caso a furosemida seja administrada a crianças prematuras durante as primeiras semanas de vida pode aumentar o risco de persistência de ducto de Botallo (persistência do canal arterial, um tipo de malformação cardíaca congênita).

Qual a composição do Furosetron?

Cada mL da solução injetável contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center\">Furosemida</td> <td> <p style=\"text-align:center\">10 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center\">Excipientes* q.s.p.</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1 mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Cloreto de sódio, hidróxido de sódio e água para injetáveis.

Apresentação do&nbsp;Furosetron

{"tag":"hr","value":" <p>Solu&#xE7;&#xE3;o injet&#xE1;vel 10 mg/mL. Embalagem contendo 50 ampolas com 2 mL.</p> <p><strong>Via de administra&#xE7;&#xE3;o:&amp;nbsp;intravenosa ou intramuscular.</strong></p> <p><strong>Uso adulto e pedi&#xE1;trico.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Furosetron maior do que a recomendada?

Sintomas

O quadro clínico da superdose aguda e crônica com furosemida depende fundamentalmente da extensão e consequências da perda de eletrólitos e fluidos como, por exemplo, hipovolemia, desidratação, hemoconcentração, arritmias cardíacas (descompasso dos batimentos do coração). Os sintomas destas alterações incluem queda severa da pressão sanguínea (progredindo para choque), insuficiência aguda dos rins, trombose, estado de delírio, paralisia flácida (paralisia na qual os músculos afetados perdem o tônus e pode ocorrer diminuição dos reflexos), apatia (sem emoção, insensível) e confusão.

Tratamento

Não se conhece antídoto específico para a furosemida.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Furosetron com outros remédios?

Medicamento-Medicamento

Associações desaconselhadas
Hidrato de cloral

Sensação de calor, transpiração (suor), agitação, náusea, aumento da pressão arterial (pressão do sangue) e taquicardia (aceleração do ritmo cardíaco) podem ocorrer em casos isolados após a administração intravenosa da furosemida dentro das 24 horas da ingestão de hidrato de cloral. Portanto, não é recomendado o uso concomitante de furosemida e hidrato de cloral.

Antibióticos aminoglicosídicos e outros medicamentos que podem ser tóxicos ao ouvido

A furosemida pode potencializar a ototoxicidade (toxicidade ao ouvido) causada por antibióticos aminoglicosídicos e outros fármacos ototóxicos, visto que os efeitos resultantes sobre a audição podem ser irreversíveis. Esta combinação de fármacos deve ser restrita à indicação médica.

Precauções de uso
Cisplatina

Existe risco de toxicidade ao ouvido quando da administração concomitante de cisplatina e furosemida. Além disto, a toxicidade aos rins da cisplatina pode ser aumentada caso a furosemida não seja administrada em baixas doses (ex: 40 mg em pacientes com função renal normal) e com balanço de fluidos positivo quando utilizada para obter-se diurese (aumento da produção e eliminação da urina) forçada durante o tratamento com cisplatina.

Sais de lítio

A furosemida diminui a excreção de sais de lítio e pode causar aumento dos níveis sanguíneos de lítio, resultando em aumento do risco de toxicidade do lítio, incluindo aumento do risco de efeitos tóxicos do lítio ao coração e ao sistema nervoso. Desta forma, recomenda-se que os níveis sanguíneos de lítio sejam cuidadosamente monitorizados em pacientes que recebem esta combinação.

Medicamentos que inibem a enzima conversora da angiotensina (ECA)

Pacientes que estão recebendo diuréticos podem sofrer queda acentuada da pressão arterial e prejuízo da função dos rins, incluindo casos de insuficiência dos rins, especialmente quando um inibidor da enzima conversora de angiotensina (ECA) ou antagonista do receptor de angiotensina II, é administrado pela primeira vez ou tem sua dose aumentada pela primeira vez. Deve-se considerar interrupção da administração da furosemida temporariamente ou, ao menos, reduzir a dose de furosemida por 3 dias antes de iniciar o tratamento com ou antes de aumentar a dose de um inibidor da ECA ou antagonista do receptor de angiotensina II.

Risperidona

Cautela deve ser adotada e os riscos e benefícios desta combinação ou tratamento concomitante com furosemida ou com outros diuréticos potentes devem ser considerados antes da decisão de uso. Foi observado aumento de mortalidade em pacientes idosos com demência tratados com furosemida mais risperidona.

Portanto, deve ser ponderado o risco-benefício do tratamento concomitante com estas duas medicações. Não houve aumento de mortalidade em pacientes usando outros diuréticos associados à risperidona. Independentemente do tratamento, a desidratação foi um fator de risco para maior mortalidade e, portanto, deve ser evitada em pacientes idosos com demência.

Levotiroxina

Altas doses de furosemida podem inibir a ligação de hormônios tireoidiano às proteínas transportadoras e, assim, levar a um aumento transitório inicial de hormônio tireoidiano livre, seguido de uma redução geral nos níveis de hormônio tireoidiano total. Os níveis de hormônio tireoidiano devem ser monitorados.

Associações a considerar
Anti-inflamatórios não-esteroidais (AINEs)

Agentes anti-inflamatórios não esteroidais (incluindo ácido acetilsalicílico) podem diminuir a ação da furosemida. Em pacientes com diminuição do líquido circulante nos vasos ou desidratação, a administração de AINEs pode causar uma diminuição aguda da função dos rins. A toxicidade do salicilato pode ser aumentada pela furosemida.

Fenitoína

Pode ocorrer diminuição do efeito da furosemida após administração concomitante de fenitoína.

Fármacos tóxicos aos rins

A furosemida pode potencializar os efeitos nocivos de fármacos tóxicos aos rins.

Corticosteroides, carbenoxolona, alcaçuz e laxantes

O uso concomitante de furosemida com corticosteroides, carbenoxolona, alcaçuz em grandes quantidades e o uso prolongado de laxantes, pode aumentar o risco de desenvolvimento de hipopotassemia.

Outros medicamentos, por exemplo, preparações de digitálicos (para tratar doenças do coração) e medicamentos que induzem a síndrome de prolongamento do intervalo QT

Algumas alterações eletrolíticas. (ex: hipopotassemia, hipomagnesemia, ou seja, redução dos níveis de potássio ou de magnésio no sangue, respectivamente) podem aumentar a toxicidade destes fármacos.

Medicamentos anti-hipertensivos, diuréticos ou outros que potencialmente diminuem a pressão sanguínea quando administrados concomitantemente com a furosemida podem provocar uma queda mais pronunciada da pressão sanguínea.

Probenecida, metotrexato e outros fármacos, que assim como a furosemida, são secretados significativamente por via tubular renal, podem reduzir o efeito da furosemida. Por outro lado, a furosemida pode diminuir a eliminação renal destes fármacos. Em caso de tratamento com altas doses (particularmente, tanto a furosemida como outros medicamentos), pode haver aumento dos níveis no sangue e dos riscos de efeitos adversos resultantes da furosemida ou do tratamento concomitante.

Antidiabéticos (medicamento para tratar diabetes) e medicamentos hipertensores simpatomiméticos (aumentam a pressão arterial atuando no sistema nervoso simpático, como epinefrina, norepinefrina)

Os efeitos destes fármacos podem ser reduzidos quando administrados com furosemida.

Teofilina ou relaxantes musculares do tipo curare

Os efeitos destes fármacos podem aumentar quando administrados com furosemida.

Cefalosporinas

Insuficiência dos rins pode se desenvolver em pacientes recebendo simultaneamente tratamento com furosemida e altas doses de certas cefalosporinas.

Ciclosporina A

O uso concomitante de ciclosporina A e furosemida está associado com aumento do risco de artrite gotosa (doença reumática caracterizada pelo acúmulo de cristais de ácido úrico junto a articulações e/ou outros órgãos) subsequente à hiperuricemia induzida por furosemida e à insuficiência da ciclosporina na excreção de urato pelos rins.

Pacientes de alto risco para nefropatia por radiocontraste (doença dos rins causada por radiocontraste, uma substância usada para fazer diagnóstico por imagem) tratados com furosemida demonstraram maior incidência de deteriorização na função dos rins após receberem radiocontraste quando comparados a pacientes de alto risco que receberam somente hidratação intravenosa antes de receberem radiocontraste.

Medicamento-Alimento

Não há dados disponíveis até o momento sobre a interação entre alimentos e Furosetron® solução injetável.

Medicamento-Exame laboratorial e não laboratorial

Não há dados disponíveis até o momento sobre a interferência de furosemida em exames laboratoriais.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Furosetron com alimentos?

Comprimido

Pode ocorrer alteração da absorção de Furosemida quando administrada com alimentos, portanto, recomenda-se que os comprimidos sejam tomados com o estômago vazio.

Injetável

Não há dados disponíveis até o momento sobre a interação entre alimentos e Furosemida solução injetável.

Qual a ação da substância do Furosetron (Furosemida)?

Resultado de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <p>O uso da Furosemida tem indica&#xE7;&#xE3;o desde o per&#xED;odo neonatal (Benitz <em>et al</em>, 1995) at&#xE9; a idade adulta (Avery,1981) nos casos de edema das mais variadas formas, insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca, indu&#xE7;&#xE3;o de diurese e crises hipertensivas.</p> <p>O estudo de Magrini F <em>et al</em>. (1987) confirma a efic&#xE1;cia de Furosemida nos casos de insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca e aumento da resist&#xEA;ncia vascular coronariana. O estudo de Paterna S. <em>et al</em> (1999) tamb&#xE9;m mostrou, com muita propriedade, a efic&#xE1;cia e a boa tolerabilidade de Furosemida no tratamento de 30 pacientes adultos, com idades entre 65 e 85 anos portadores de insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva. Este efeito tamb&#xE9;m foi demonstrado no estudo de Gottlieb SS <em>et al</em>. (1998).</p> <p>O benef&#xED;cio e a seguran&#xE7;a do uso de Furosemida em 46 crian&#xE7;as que foram submetidas a cirurgias card&#xED;acas e usaram de forma cont&#xED;nua o medicamento Furosemida foram confirmadas no estudo randomizado de Klinge JM <em>et al</em>. (1997).</p> <p>O estudo randomizado de Van der Vorst MM <em>et al</em> (2006), envolvendo 44 pacientes portadores de insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca nos graus III e IV, demonstrou que Furosemida via oral tamb&#xE9;m &#xE9; eficaz, mesmo em quadros graves, como os envolvidos no estudo. Assim como no estudo de Paterna S <em>et al</em> (1999), Eterno FT <em>et al</em>. (1998) confirmaram que o uso de diur&#xE9;ticos como a Furosemida melhora a compensa&#xE7;&#xE3;o card&#xED;aca, reduz edemas e melhora, em curto prazo, a capacidade f&#xED;sica e a qualidade de vida dos pacientes.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliog&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">(1) Benitz WE &amp; Tatro DS: The Pediatric Drug Handbook, 3rd. Mosby-Year Book, Inc, St Louis, MO, 1995.<br> (2) Avery GB: Neonatology: Pathophysiology and Management of the Newborn, 2nd. JB Lippincott Company, Philadelphia, PA, 1981.<br> (3) Magrini F, et al. Converting-enzyme inhibition and coronary blood flow. Circulation 1987 Jan;75(1 Pt 2):I168- 74.<br> (4) Paterna S, et al. Tolerability and efficacy of high-dose furosemide and small-volume hypertonic saline solution in refractory congestive heart failure. Adv Ther 1999 Sep-Oct;16(5):219-28.<br> (5) Klinge JM, et al. Intermittent administration of furosemide versus continuous infusion in the postoperative management of children following open heart surgery. Intensive Care Med 1997 Jun;23(6):693-7.<br> (6) Van der Vorst MM, et al. Evaluation of furosemide regimens in neonates treated with extracorporeal membrane oxygenation. Crit Care 2006;10(6):R168.<br> (7) Gottlieb SS, et al. The effects of diuresis on the pharmacokinetics of the loop diuretics furosemide and torsemide in patients with heart failure. Am J Med 1998 Jun;104(6):533-8.<br> (8) Eterno FT, et al. Diur&#xE9;ticos melhoram a capacidade funcional em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva. Arq Bras Cardiol 1998;70(5):315-20.</br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Comprimido</h3> <h4>Mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>A Furosemida &#xE9; um diur&#xE9;tico de al&#xE7;a que produz um efeito diur&#xE9;tico potente com in&#xED;cio de a&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pido e de curta dura&#xE7;&#xE3;o. A Furosemida bloqueia o sistema cotransportador de Na<sup>+</sup>K<sup>+</sup>2Cl<sup>-</sup> localizado na membrana celular luminal do ramo ascendente da al&#xE7;a de Henle; portanto, a efic&#xE1;cia da a&#xE7;&#xE3;o salur&#xE9;tica da Furosemida depende do f&#xE1;rmaco alcan&#xE7;ar o l&#xFA;men tubular via um mecanismo de transporte ani&#xF4;nico. A a&#xE7;&#xE3;o diur&#xE9;tica resulta da inibi&#xE7;&#xE3;o da reabsor&#xE7;&#xE3;o de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloreto-de-sodio/bula\" target=\"_blank\">cloreto de s&#xF3;dio</a> neste segmento da al&#xE7;a de Henle. Como resultado, a excre&#xE7;&#xE3;o fracionada de s&#xF3;dio pode alcan&#xE7;ar 35% da filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular de s&#xF3;dio. Os efeitos secund&#xE1;rios do aumento da excre&#xE7;&#xE3;o de s&#xF3;dio s&#xE3;o excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria aumentada (devido ao gradiente osm&#xF3;tico) e aumento da secre&#xE7;&#xE3;o tubular distal de pot&#xE1;ssio. A excre&#xE7;&#xE3;o de &#xED;ons c&#xE1;lcio e magn&#xE9;sio tamb&#xE9;m &#xE9; aumentada.</p> <p>A Furosemida interrompe o mecanismo de retorno (feedback) do t&#xFA;bulo glomerular da m&#xE1;cula densa, com o resultado de n&#xE3;o atenua&#xE7;&#xE3;o da atividade salur&#xE9;tica. A Furosemida causa estimula&#xE7;&#xE3;o dose-dependente do sistema renina-angiotensina-aldosterona.</p> <p>Na insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca, a Furosemida produz uma redu&#xE7;&#xE3;o aguda da pr&#xE9;-carga card&#xED;aca (pela dilata&#xE7;&#xE3;o da capacidade venosa). Este efeito vascular precoce parece ser mediado por prostaglandina e pressup&#xF5;e uma fun&#xE7;&#xE3;o renal adequada com ativa&#xE7;&#xE3;o do sistema renina-angiotensina e s&#xED;ntese de prostaglandina intacta. Al&#xE9;m disso, devido ao seu efeito natriur&#xE9;tico, a Furosemida reduz a reatividade vascular das catecolaminas, que &#xE9; elevada em pacientes hipertensos.</p> <p>A efic&#xE1;cia anti-hipertensiva da Furosemida &#xE9; atribu&#xED;da ao aumento da excre&#xE7;&#xE3;o de s&#xF3;dio, redu&#xE7;&#xE3;o do volume sangu&#xED;neo e redu&#xE7;&#xE3;o da resposta do m&#xFA;sculo liso vascular ao est&#xED;mulo vasoconstritor.</p> <h4>Propriedades farmacodin&#xE2;micas</h4> <p>O efeito diur&#xE9;tico da Furosemida ocorre dentro de 15 minutos ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o da dose intravenosa e dentro de 1 hora ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o da dose oral.</p> <p>O aumento dose-dependente da diurese e natriurese foi demonstrado em indiv&#xED;duos sadios recebendo doses de Furosemida de 10 mg at&#xE9; 100 mg. A dura&#xE7;&#xE3;o da a&#xE7;&#xE3;o &#xE9; de aproximadamente 3 horas ap&#xF3;s uma dose intravenosa de 20 mg e de 3 a 6 horas ap&#xF3;s uma dose oral de 40 mg em indiv&#xED;duos sadios.</p> <p>O efeito da Furosemida &#xE9; reduzido, caso ocorra diminui&#xE7;&#xE3;o da secre&#xE7;&#xE3;o tubular ou da liga&#xE7;&#xE3;o da albumina intratubular ao f&#xE1;rmaco.</p> <h4>Propriedades farmacocin&#xE9;ticas</h4> <p>A Furosemida &#xE9; rapidamente absorvida pelo trato gastrointestinal. O T<sub>m&#xE1;x</sub> &#xE9; de 1 a 1,5 horas para os comprimidos de 40 mg. A absor&#xE7;&#xE3;o do f&#xE1;rmaco demonstra grande variabilidade intra e interindividual.</p> <p>A biodisponibilidade da Furosemida em volunt&#xE1;rios sadios &#xE9; de aproximadamente 50% a 70% para os comprimidos. Em pacientes, a biodisponibilidade do f&#xE1;rmaco &#xE9; influenciada por v&#xE1;rios fatores incluindo doen&#xE7;as de base, e pode ser reduzida a 30% (por exemplo, na s&#xED;ndrome nefr&#xF3;tica).</p> <p>A influ&#xEA;ncia da administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de alimentos na absor&#xE7;&#xE3;o da Furosemida depende da forma farmac&#xEA;utica.</p> <p>O volume de distribui&#xE7;&#xE3;o de Furosemida &#xE9; de 0,1 a 0,2 litros por kg de peso corp&#xF3;reo. O volume de distribui&#xE7;&#xE3;o pode ser maior dependendo da doen&#xE7;a de base.</p> <p>A Furosemida liga-se fortemente &#xE0;s prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas (mais de 98%), principalmente &#xE0; albumina.</p> <p>A Furosemida &#xE9; eliminada principalmente na forma de f&#xE1;rmaco inalterado, primariamente pela secre&#xE7;&#xE3;o no t&#xFA;bulo proximal. Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa, 60 a 70% da dose de Furosemida &#xE9; excretada desta forma. O metab&#xF3;lito glicuronideo da Furosemida equivale a 10 a 20% das subst&#xE2;ncias recuperadas na urina. O restante da dose &#xE9; excretado nas fezes, provavelmente ap&#xF3;s secre&#xE7;&#xE3;o biliar.</p> <p>A Furosemida &#xE9; excretada no leite materno. A Furosemida atravessa a barreira placent&#xE1;ria e &#xE9; transferida ao feto lentamente. Por esta raz&#xE3;o, observa-se no feto e no rec&#xE9;m-nascido as mesmas concentra&#xE7;&#xF5;es de Furosemida que na m&#xE3;e.</p> <h4>Popula&#xE7;&#xF5;es especiais</h4> <h5>Insufici&#xEA;ncia renal:</h5> <p>A biodisponibilidade da Furosemida n&#xE3;o &#xE9; alterada em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal terminal. Em insufici&#xEA;ncia renal, a elimina&#xE7;&#xE3;o de Furosemida &#xE9; diminu&#xED;da e a meia-vida prolongada; a meia-vida terminal pode ser de at&#xE9; 24 horas em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal severa.</p> <p>Na s&#xED;ndrome nefr&#xF3;tica, a redu&#xE7;&#xE3;o na concentra&#xE7;&#xE3;o das prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas leva &#xE0; concentra&#xE7;&#xF5;es mais altas de Furosemida livre. Por outro lado, a efic&#xE1;cia de Furosemida &#xE9; reduzida nestes pacientes devido &#xE0; liga&#xE7;&#xE3;o intratubular da albumina e diminui&#xE7;&#xE3;o da secre&#xE7;&#xE3;o tubular.</p> <p>A Furosemida &#xE9; pouco dialis&#xE1;vel em pacientes sob <a href=\"https://consultaremedios.com.br/produtos-hospitalares/hemodialise/c\" target=\"_blank\">hemodi&#xE1;lise</a>, di&#xE1;lise peritoneal e CAPD (Di&#xE1;lise Peritonial Ambulatorial Cont&#xED;nua).</p> <h5>Insufici&#xEA;ncia Hep&#xE1;tica:</h5> <p>Em insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica, a meia-vida de Furosemida &#xE9; aumentada em 30% a 90%, principalmente devido ao maior volume de distribui&#xE7;&#xE3;o. Al&#xE9;m disso, neste grupo de pacientes existe uma ampla varia&#xE7;&#xE3;o em todos os par&#xE2;metros farmacocin&#xE9;ticos.</p> <h5>Idosos, insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva e hipertens&#xE3;o severa:</h5> <p>Em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva, hipertens&#xE3;o severa ou em pacientes idosos, a elimina&#xE7;&#xE3;o de Furosemida &#xE9; diminu&#xED;da devido &#xE0; redu&#xE7;&#xE3;o na fun&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <h5>Pacientes pedi&#xE1;tricos:</h5> <p>Em crian&#xE7;as prematuras ou nascidas &#xE0; termo, dependendo da maturidade dos rins, a elimina&#xE7;&#xE3;o de Furosemida pode estar diminu&#xED;da. O metabolismo do f&#xE1;rmaco tamb&#xE9;m &#xE9; reduzido caso a capacidade de glucuroniza&#xE7;&#xE3;o da crian&#xE7;a esteja prejudicada. A meia-vida terminal &#xE9; menor do que 12 horas em crian&#xE7;as com mais de 33 semanas de idade p&#xF3;s-concep&#xE7;&#xE3;o. Em crian&#xE7;as com 2 meses ou mais, o &#x201C;<em>clearance</em>&#x201D; terminal &#xE9; o mesmo dos adultos.</p> <h3>Injet&#xE1;vel</h3> <h4>Mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>A Furosemida &#xE9; um diur&#xE9;tico de al&#xE7;a que produz um efeito diur&#xE9;tico potente com in&#xED;cio de a&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pido e de curta dura&#xE7;&#xE3;o. A Furosemida bloqueia o sistema cotransportador de Na<sup>+</sup>K<sup>+</sup>2Cl<sup>-</sup> localizado na membrana celular luminal do ramo ascendente da al&#xE7;a de Henle; portanto, a efic&#xE1;cia da a&#xE7;&#xE3;o salur&#xE9;tica da Furosemida depende do f&#xE1;rmaco alcan&#xE7;ar o l&#xFA;men tubular via um mecanismo de transporte ani&#xF4;nico. A a&#xE7;&#xE3;o diur&#xE9;tica resulta da inibi&#xE7;&#xE3;o da reabsor&#xE7;&#xE3;o de cloreto de s&#xF3;dio neste segmento da al&#xE7;a de Henle. Como resultado, a excre&#xE7;&#xE3;o fracionada de s&#xF3;dio pode alcan&#xE7;ar 35% da filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular de s&#xF3;dio. Os efeitos secund&#xE1;rios do aumento da excre&#xE7;&#xE3;o de s&#xF3;dio s&#xE3;o excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria aumentada (devido ao gradiente osm&#xF3;tico) e aumento da secre&#xE7;&#xE3;o tubular distal de pot&#xE1;ssio. A excre&#xE7;&#xE3;o de &#xED;ons c&#xE1;lcio e magn&#xE9;sio tamb&#xE9;m &#xE9; aumentada.</p> <p>A Furosemida interrompe o mecanismo de retorno (feedback) do t&#xFA;bulo glomerular da m&#xE1;cula densa, com o resultado de n&#xE3;o atenua&#xE7;&#xE3;o da atividade salur&#xE9;tica. A Furosemida causa estimula&#xE7;&#xE3;o dose-dependente do sistema renina-angiotensina-aldosterona.</p> <p>Na insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca, a Furosemida produz uma redu&#xE7;&#xE3;o aguda da pr&#xE9;-carga card&#xED;aca (pela dilata&#xE7;&#xE3;o da capacidade venosa). Este efeito vascular precoce parece ser mediado por prostaglandina e pressup&#xF5;e uma fun&#xE7;&#xE3;o renal adequada com ativa&#xE7;&#xE3;o do sistema renina-angiotensina e s&#xED;ntese de prostaglandina intacta. Al&#xE9;m disso, devido ao seu efeito natriur&#xE9;tico, a Furosemida reduz a reatividade vascular das catecolaminas, que &#xE9; elevada em pacientes hipertensos.</p> <p>A efic&#xE1;cia anti-hipertensiva da Furosemida &#xE9; atribu&#xED;da ao aumento da excre&#xE7;&#xE3;o de s&#xF3;dio, redu&#xE7;&#xE3;o do volume sangu&#xED;neo e redu&#xE7;&#xE3;o da resposta do m&#xFA;sculo liso vascular ao est&#xED;mulo vasoconstritor.</p> <h4>Propriedades farmacodin&#xE2;micas</h4> <p>O efeito diur&#xE9;tico da Furosemida ocorre dentro de 15 minutos ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o da dose intravenosa e dentro de 1 hora ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o da dose oral.</p> <p>O aumento dose-dependente da diurese e natriurese foi demonstrado em indiv&#xED;duos sadios recebendo doses de Furosemida de 10 mg at&#xE9; 100 mg. A dura&#xE7;&#xE3;o da a&#xE7;&#xE3;o &#xE9; de aproximadamente 3 horas ap&#xF3;s uma dose intravenosa de 20 mg e de 3 a 6 horas ap&#xF3;s uma dose oral de 40 mg em indiv&#xED;duos sadios.</p> <p>Em pacientes, a rela&#xE7;&#xE3;o entre as concentra&#xE7;&#xF5;es intratubulares de Furosemida livre (estimadas utilizando-se a taxa de excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de furosemida) e seu efeito natriur&#xE9;tico &#xE9; apresentada na forma de uma curva sigmoide com uma taxa m&#xED;nima efetiva de excre&#xE7;&#xE3;o de Furosemida de aproximadamente 10 &#xB5;g por minuto. Portanto, uma infus&#xE3;o cont&#xED;nua de Furosemida &#xE9; mais efetiva do que repetidas administra&#xE7;&#xF5;es em <em>bolus</em>. Al&#xE9;m disso, n&#xE3;o ocorre aumento significativo do efeito acima de certa dose administrada em <em>bolus</em>. O efeito da Furosemida &#xE9; reduzido, caso ocorra diminui&#xE7;&#xE3;o da secre&#xE7;&#xE3;o tubular ou da liga&#xE7;&#xE3;o da albumina intratubular ao f&#xE1;rmaco.</p> <h4>Propriedades farmacocin&#xE9;ticas</h4> <p>A influ&#xEA;ncia da administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de alimentos na absor&#xE7;&#xE3;o da Furosemida depende da forma farmac&#xEA;utica.</p> <p>O volume de distribui&#xE7;&#xE3;o de Furosemida &#xE9; de 0,1 a 0,2 litros por kg de peso corp&#xF3;reo. O volume de distribui&#xE7;&#xE3;o pode ser maior dependendo da doen&#xE7;a de base.</p> <p>A Furosemida liga-se fortemente &#xE0;s prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas (mais de 98%), principalmente &#xE0; albumina.</p> <p>A Furosemida &#xE9; eliminada principalmente na forma de f&#xE1;rmaco inalterado, primariamente pela secre&#xE7;&#xE3;o no t&#xFA;bulo proximal. Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa, 60 a 70% da dose de Furosemida &#xE9; excretada desta forma. O metab&#xF3;lito glicuronideo da Furosemida equivale a 10 a 20% das subst&#xE2;ncias recuperadas na urina. O restante da dose &#xE9; excretado nas fezes, provavelmente ap&#xF3;s secre&#xE7;&#xE3;o biliar.</p> <p>A meia-vida terminal da Furosemida ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa &#xE9; de aproximadamente 1 a 1,5 horas.</p> <p>A Furosemida &#xE9; excretada no leite materno. A Furosemida atravessa a barreira placent&#xE1;ria e &#xE9; transferida ao feto lentamente. Por esta raz&#xE3;o, observa-se no feto e no rec&#xE9;m-nascido as mesmas concentra&#xE7;&#xF5;es de Furosemida que na m&#xE3;e.</p> <h4>Popula&#xE7;&#xF5;es especiais</h4> <h5>Insufici&#xEA;ncia renal:</h5> <p>A biodisponibilidade da Furosemida n&#xE3;o &#xE9; alterada em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal terminal. Em insufici&#xEA;ncia renal, a elimina&#xE7;&#xE3;o de Furosemida &#xE9; diminu&#xED;da e a meia-vida prolongada; a meia-vida terminal pode ser de at&#xE9; 24 horas em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal severa.</p> <p>Na s&#xED;ndrome nefr&#xF3;tica, a redu&#xE7;&#xE3;o na concentra&#xE7;&#xE3;o das prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas leva &#xE0; concentra&#xE7;&#xF5;es mais altas de Furosemida livre. Por outro lado, a efic&#xE1;cia de Furosemida &#xE9; reduzida nestes pacientes devido &#xE0; liga&#xE7;&#xE3;o intratubular da albumina e diminui&#xE7;&#xE3;o da secre&#xE7;&#xE3;o tubular.</p> <p>A Furosemida &#xE9; pouco dialis&#xE1;vel em pacientes sob hemodi&#xE1;lise, di&#xE1;lise peritoneal e CAPD (Di&#xE1;lise Peritonial Ambulatorial Cont&#xED;nua).</p> <h5>Insufici&#xEA;ncia Hep&#xE1;tica:</h5> <p>Em insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica, a meia-vida de Furosemida &#xE9; aumentada em 30% a 90%, principalmente devido ao maior volume de distribui&#xE7;&#xE3;o. Al&#xE9;m disso, neste grupo de pacientes existe uma ampla varia&#xE7;&#xE3;o em todos os par&#xE2;metros farmacocin&#xE9;ticos.</p> <h5>Idosos, insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva e hipertens&#xE3;o severa:</h5> <p>Em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva, hipertens&#xE3;o severa ou em pacientes idosos, a elimina&#xE7;&#xE3;o de Furosemida &#xE9; diminu&#xED;da devido &#xE0; redu&#xE7;&#xE3;o na fun&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <h5>Pacientes pedi&#xE1;tricos:</h5> <p>Em crian&#xE7;as prematuras ou nascidas &#xE0; termo, dependendo da maturidade dos rins, a elimina&#xE7;&#xE3;o de Furosemida pode estar diminu&#xED;da. O metabolismo do f&#xE1;rmaco tamb&#xE9;m &#xE9; reduzido caso a capacidade de glucuroniza&#xE7;&#xE3;o da crian&#xE7;a esteja prejudicada. A meia-vida terminal &#xE9; menor do que 12 horas em crian&#xE7;as com mais de 33 semanas de idade p&#xF3;s-concep&#xE7;&#xE3;o. Em crian&#xE7;as com 2 meses ou mais, o &#x201C;<em>clearance</em>&#x201D; terminal &#xE9; o mesmo dos adultos.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Furosetron?

Furosetron® solução injetável deve ser mantido em temperatura ambiente entre 15°C e 30ºC, proteger da luz.

Prazo de validade: 36 meses a partir da data de fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido.

Guarde-o em sua embalagem original.

Característica do medicamento

Estabilidade de Furosetron® solução injetável após diluição

Furosetron® solução injetável mantém-se estável por aproximadamente 24 horas, após diluição com solução de cloreto de sódio a 0,9 % ou Solução de Ringer, em temperatura ambiente entre 15°C e 30ºC, protegida da luz.

Características do medicamento

Solução inodora límpida, incolor à levemente amarelada, isenta de partículas visíveis.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres Legais do Furosetron

Reg. MS nº 1.1637.0124

Farm. Resp.:
Eliza Yukie Saito
CRF-SP n° 10.878

Registrado por:
Blau Farmacêutica S.A.
CNPJ 58.430.828/0001-60
Rodovia Raposo Tavares km 30,5 – n° 2833 – Prédio 100
CEP 06705-030
Cotia – SP
Indústria Brasileira





Fabricado por:
Blau Farmacêutica S.A.
CNPJ 58.430.828/0013-01
Rua Adherbal Stresser, 84
CEP 05566-000
São Paulo – SP
Indústria Brasileira





Fabricante: Blau

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