Blau Linatron

300mg/mL, caixa com 50 ampolas com 2mL de solução de uso intravenoso ou intramuscular

Princípio ativo
:
Cloridrato De Lincomicina
Classe Terapêutica
:
Macrolideos E Similares
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca 2 vias (Antibiótico - Venda Sob Prescrição Médica mediante Retenção da Receita)
Categoria
:
Antibióticos
Especialidade
:
Infectologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Linatron, para o que é indicado e para o que serve?

Linatron® é indicado no tratamento de infecções graves causadas por bactérias aeróbias Gram-positivas (tipo de microrganismo), incluindo estreptococos, estafilococos (inclusive estafilococos produtores de penicilinase) e pneumococos.

Quais as contraindicações do Linatron?

Linatron® é contraindicado a pacientes com hipersensibilidade (alergia) conhecida à lincomicina, à clindamicina ou a qualquer outro componente do produto.

Este medicamento é contraindicado para menores de 1 mês de idade.

Como usar o Linatron?

Linatron® solução injetável pode ser usado em injeções intramuscular (dentro do músculo) ou intravenosa (dentro das veias). Linatron® não deve ser administrado na forma de “bolus” (de uma vez), e sim lentamente.

Seu médico determinará a duração do tratamento e a quantidade de medicamento administrada por dia, e monitorará sua resposta e condições. Em geral, a duração do tratamento deve ser baseada na resposta clínica do paciente. A dose recomendada de Linatron® para adultos é de 600 mg (2 mL) a cada 24 horas por via intramuscular ou 600-1000 mg por via intravenosa a cada 8 ou 12 horas. Dependendo da gravidade da infecção a dose intramuscular pode chegar a 600 mg a cada 12 horas (ou mais frequente). Em infecções que ameacem a vida, doses de até 8 g diárias têm sido administradas por via intravenosa. A dose recomendada de Linatron® para crianças acima de 1 mês de idade é de 10 mg para cada quilo de peso a cada 24 horas, por via intramuscular. Em infecções graves a dose pode ser de 10 mg para cada quilo de peso a cada 12 horas; ou mais frequentemente. Por via intravenosa a dose é de 10 a 20 mg por quilo de peso por dia, dependendo da gravidade da infecção. A dose de Linatron® precisa ser ajustada se você tiver insuficiência (redução da função) hepática (do fígado) ou renal (dos rins). Se você tem qualquer um desses problemas comunique ao seu médico.

Instruções para preparo da medicação: diluição e índices de infusão

Doses de até 1 g devem ser diluídas em pelo menos 100 mL de uma solução adequada, e administradas por infusão de, pelo menos, 1 hora de duração.

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:173px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Dose</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:135px\"><strong>Volume de diluente</strong></td> <td style=\"width:170px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Tempo de administra&#xE7;&#xE3;o</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:173px\"> <p style=\"text-align:center\">600 mg</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:135px\">100 mL</td> <td style=\"text-align:center; width:170px\">1 h</td> </tr> <tr> <td style=\"width:173px\"> <p style=\"text-align:center\">1 g&amp;nbsp;</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:135px\">100 mL</td> <td style=\"text-align:center; width:170px\">1 h</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:173px\">2 g</td> <td style=\"text-align:center; width:135px\">200 mL</td> <td style=\"text-align:center; width:170px\">2 h</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:173px\">3 g</td> <td style=\"text-align:center; width:135px\">300 mL</td> <td style=\"text-align:center; width:170px\">3 h</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:173px\">4 g</td> <td style=\"text-align:center; width:135px\">400 mL</td> <td style=\"text-align:center; width:170px\">4 h</td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Linatron funciona?

Linatron® é um antibiótico (medicamento que combate infecções) bacteriostático (que impede que as bactérias produzam proteínas que são a base do seu crescimento e reprodução).

Quais cuidados devo ter ao usar o Linatron?

Você deve saber que a maioria dos antibióticos, inclusive Linatron®, pode levar ao aparecimento de colite pseudomembranosa, (infecção do intestino por bactéria da espécie C. dificille) um tipo potencialmente grave de diarreia. Avise seu médico se apresentar diarreia durante e após o tratamento com Linatron®.

Linatron® deve ser utilizado durante a gravidez e durante a amamentação apenas se claramente necessário, pois é necessário avaliar se o risco de eventos adversos graves no feto compensam os benefícios do tratamento da mãe com essa medicação.

Efeitos na Habilidade de Dirigir e Operar Máquinas

Nenhum estudo foi conduzido para determinar o efeito do Linatron® na habilidade de dirigir e usar máquinas.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Linatron® contêm álcool benzílico que tem sido associado com eventos adversos graves, incluindo a “Síndrome de Gasping” (alteração do ritmo respiratório) e morte em pacientes pediátricos.

Linatron® é excretado pelo leite materno, como há riscos de eventos adversos graves em lactentes.

Linatron® não deve ser utilizado no tratamento de meningite (infecção das meninges, membranas que envolvem o sistema nervoso central, cérebro e medula espinal), pois não penetra adequadamente no sistema nervoso central.

Pacientes com disfunção renal e hepática precisam de uso cauteloso de Linatron® que exige a avaliação dos níveis sanguíneos da medicação e ajuste da dose. Se você tem qualquer um desses problemas comunique ao seu médico ou ao cirurgião-dentista.

A dose de lincomicina deve ser determinada cuidadosamente em pacientes com disfunção renal grave ou disfunção hepática e os níveis séricos de lincomicina devem ser monitorados durante a terapia com altas doses.

Durante terapia prolongada, recomenda-se monitorar as funções renal, hepática e hematológica.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Linatron?

Podem ocorrer as seguintes reações desagradáveis ao usar Linatron:

Reações Comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Diarreia, náusea (enjoo) e vômito.

Reações Incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Infecção vaginal, rash (erupção cutânea) e urticária (alergia da pele).

Reação Rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Prurido (coceira).

Reações com frequência não conhecida

Colite pseudomembranosa (infecção do intestino por bactéria da espécie C. difficile), colite por Clostridium difficile, pancitopenia (diminuição de todas as células do sangue), agranulocitose (ausência de células de defesa -&nbsp;neutrófilos, basófilos e eosinófilos), anemia aplástica (diminuição da produção de glóbulos vermelhos do sangue), neutropenia (diminuição de um tipo de células de defesa no sangue -&nbsp;neutrófilos), leucopenia (redução de células de defesa no sangue), púrpura trombocitopênica (doença que causa diminuição das células de coagulação do sangue -&nbsp;plaquetas), reação anafilática (reações alérgicas graves), angioedema (inchaço das partes mais profundas da pele ou da mucosa, geralmente de origem alérgica), doença do soro (reação alérgica após infusão de substância biológica), parada cardiorrespiratória após administração intravenosa muito rápida, hipotensão (pressão baixa) após administração parenteral muito rápida, tromboflebite (inflamação da veia com formação de coágulos) relatada com injeção intravenosa, esofagite (inflamação do esôfago) relatada com preparação oral, desconforto abdominal, icterícia (coloração amarelada da pele e mucosas por acúmulo de pigmentos biliares), anormalidades nos testes de função hepática (elevação da transaminase sérica que é uma substância produzida pelo fígado), necrólise epidérmica tóxica (reação alérgica grave que evolui com bolhas e descamação da pele e mucosas como a boca), síndrome de Stevens-Johnson (reação alérgica grave com bolhas na pele e mucosas), pustulose exantemática generalizada aguda (quadro de febre associado à vermelhidão e inchaço juntos com bolhas na pele com saída de secreção purulenta), dermatite bolhosa (inflamação da pele com presença de bolhas), dermatite esfoliativa (descamação da pele), eritema multiforme (manchas vermelhas, bolhas e ulcerações em todo o corpo), abscesso estéril no local da injeção, enduração, dor e irritação no local da injeção, todos em caso de injeção intramuscular.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Linatron?

O plano de tratamento por via intravenosa e intramuscular é definido pelo médico que acompanha o seu caso. Se você esquecer de aplicar Linatron® no horário estabelecido pelo seu médico, aplique-o assim que lembrar.

Porém, se o horário estiver muito próximo da próxima dose contate o médico para redefinir o plano de tratamento. Neste caso, não aplique o medicamento duas vezes para compensar doses esquecidas. O esquecimento da dose pode comprometer o resultado do tratamento.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Linatron?

Cada mL da solução injetável contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:522px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-lincomicina/bula\" target=\"_blank\">Cloridrato de lincomicina</a> monoidratada (equivalente a 300 mg de lincomicina base)</p> </td> <td style=\"width:305px\"> <p style=\"text-align:center\">340,20 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:522px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:305px\"> <p style=\"text-align:center\">1 mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;álcool benzílico, ácido clorídrico, hidróxido de sódio e água para injetáveis.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Linatron maior do que a recomendada?

Diálise (filtração do sangue) por qualquer via não é eficaz para remoção do Linatron do sangue.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Linatron com outros remédios?

Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova.

O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Linatron (Cloridrato de Lincomicina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <p>O Cloridrato de Lincomicina&amp;nbsp;apresenta efic&#xE1;cia no tratamento de diversas infec&#xE7;&#xF5;es graves causadas por bact&#xE9;rias aer&#xF3;bias Gram-positivas, incluindo <em>estreptococos</em>, <em>estafilococos </em>(inclusive estafilococos produtores de penicilinase) e <em>pneumococos</em>. As taxas de efic&#xE1;cia atingiram 88,8% num estudo de 150 pacientes com infec&#xE7;&#xE3;o de tecidos moles tratados com Cloridrato de Lincomicina.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Sp&#xED;zek J, Rezanka T. Lincomycin, clindamycin and their applications. Appl Microbiol Biotechnol. 2004 May; 64(4):455-64. Epub 2004 Feb 5.<br> 2. Greval RS, Goyal SC, Sofat JR. A pilot study of parenteral lincomycin therapy in soft tissue infections. Indian J Med Sci. 1991 Aug;45(8):209-11, 208.</br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <p>O Cloridrato de Lincomicina &#xE9; um agente antibi&#xF3;tico da classe das lincosamidas.</p> <h3>Propriedades farmacodin&#xE2;micas</h3> <h4>Modo de a&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>A lincomicina &#xE9; um antibi&#xF3;tico produzido por fermenta&#xE7;&#xE3;o de <em>Streptomyces lincolnensis</em>. A lincomicina inibe a s&#xED;ntese de prote&#xED;nas bacterianas por liga&#xE7;&#xE3;o &#xE0; subunidade 50S do ribossoma bacteriano. A lincomicina &#xE9; predominantemente bacteriost&#xE1;tica <em>in vitro</em>. A atividade antibacteriana da lincomicina parece estar melhor correlacionada com o per&#xED;odo de tempo em que a concentra&#xE7;&#xE3;o de ingrediente ativo permanece acima da MIC do organismo infectante.</p> <h4>Mecanismo de resist&#xEA;ncia</h4> <p>A resist&#xEA;ncia cruzada entre a lincomicina e a clindamicina &#xE9; completa. A resist&#xEA;ncia em estafilococos e estreptococos &#xE9; mais frequentemente devido &#xE0; metila&#xE7;&#xE3;o de nucleot&#xED;deos espec&#xED;ficos no ARN 23S da subunidade ribossomal 50S, que pode determinar a resist&#xEA;ncia cruzada aos macr&#xF3;lidos e estreptograminas B (fen&#xF3;tipo MLSB). Os isolados resistentes aos macr&#xF3;lidos destes organismos devem ser testados quanto &#xE0; resist&#xEA;ncia induzida &#xE0; lincomicina / clindamicina utilizando o teste da zona D.</p> <h4>Metodologia para determinar a susceptibilidade<em> in vitro </em>&#xE0; lincomicina</h4> <p>Os testes de suscetibilidade devem ser realizados utilizando m&#xE9;todos laboratoriais padronizados, tais como os descritos pelo Clinical and Laboratory Standards Institute (CLSI) ou pelo European Committee on Antimicrobial Susceptibility Testing (EUCAST). Como CLSI e EUCAST n&#xE3;o estabeleceram pontos de interrup&#xE7;&#xE3;o de susceptibilidade para a lincomicina, a clindamicina deve ser testada em seu lugar. A resist&#xEA;ncia &#xE0;s lincosamidas pode ser indut&#xED;vel por macr&#xF3;lidos em estafilococos resistentes a macr&#xF3;lidos,<em> Streptococcus pneumoniae</em> e estreptococos beta-hemol&#xED;ticos. Os isolados resistentes aos macr&#xF3;lidos destes organismos devem ser rastreados quanto &#xE0; resist&#xEA;ncia &#xE0; clindamicina induz&#xED;vel utilizando o teste da zona D ou outra metodologia padr&#xE3;o.</p> <p><strong>CLSI e crit&#xE9;rios de interpreta&#xE7;&#xE3;o de susceptibilidade &#xE0; difus&#xE3;o em disco para clindamicina</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:416px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Organismo</strong></p> </td> <td colspan=\"6\" rowspan=\"1\" style=\"width:810px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Crit&#xE9;rios Interpretativos de Susceptibilidade</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"3\" rowspan=\"1\" style=\"width:420px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Concentra&#xE7;&#xF5;es Inibit&#xF3;rias M&#xED;nimas (CIM em &#x3BC;g / mL)</strong></p> </td> <td colspan=\"3\" rowspan=\"1\" style=\"width:385px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Difus&#xE3;o de disco (Di&#xE2;metros de Zona em mm)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:416px\"><strong>-</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:139px\"> <p><strong>S</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:135px\"><strong>I</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:135px\"><strong>R</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:125px\"><strong>S</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:123px\"><strong>I</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:128px\"><strong>R</strong></td> </tr> <tr> <td style=\"width:416px\"> <p style=\"text-align:center\"><em>Staphylococcus</em> spp.</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">&#x2264; 0,5</td> <td style=\"text-align:center; width:135px\">1&#x2013;2</td> <td style=\"text-align:center; width:135px\">&#x2265;4</td> <td style=\"text-align:center; width:125px\">&#x2265;21</td> <td style=\"text-align:center; width:123px\">15&#x2013;20</td> <td style=\"width:128px\"> <p style=\"text-align:center\">&#x2264;14</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:416px\"> <p style=\"text-align:center\"><em>Streptococcus pneumoniae</em>, estreptococos beta-hemol&#xED;ticos e estreptococos do grupo viridans</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">&#x2264;0,25</td> <td style=\"text-align:center; width:135px\">0,5</td> <td style=\"text-align:center; width:135px\">&#x2265;1</td> <td style=\"text-align:center; width:125px\">&#x2265;19</td> <td style=\"text-align:center; width:123px\">16&#x2013;18</td> <td style=\"width:128px\"> <p style=\"text-align:center\">&#x2264;15</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:416px\"> <p style=\"text-align:center\">Bact&#xE9;rias anaer&#xF3;bicas</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">&#x2264;2</td> <td style=\"text-align:center; width:135px\">4</td> <td style=\"text-align:center; width:135px\">&#x2265;8</td> <td style=\"text-align:center; width:125px\">NA</td> <td style=\"text-align:center; width:123px\">NA</td> <td style=\"width:128px\"> <p style=\"text-align:center\">NA</p> </td> </tr> </tbody> </table> <p>Conte&#xFA;do do disco 2 &#x3BC;g.<br> Os crit&#xE9;rios interpretativos de MIC para anaer&#xF3;bios s&#xE3;o baseados em dilui&#xE7;&#xE3;o em &#xE1;gar.<br> NA = n&#xE3;o aplic&#xE1;vel.</br></br></p> <p>A validade dos m&#xE9;todos de dilui&#xE7;&#xE3;o e de difus&#xE3;o em disco deve ser verificada por meio de amostras de controle de qualidade (CQ), conforme indicado pelo CLSI. Os limites aceit&#xE1;veis ao se testar clindamicina contra esses organismos est&#xE3;o listados na tabela abaixo.</p> <p><strong>Intervalos de controle de qualidade para os testes de susceptibilidade &#xE0; clindamicina (CLSI)</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:393px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Organismo</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:430px\"><strong>Intervalo M&#xED;nimo de Concentra&#xE7;&#xE3;o Inibit&#xF3;ria (MIC em &#x3BC;g / mL)</strong></td> <td style=\"width:398px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Faixa de Difus&#xE3;o de Disco (Di&#xE2;metros de Zona em mm)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:393px\"> <p style=\"text-align:center\"><em>Staphylococcus aureus</em> ATCC 29213</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:430px\">0,06&#x2013;0,25</td> <td style=\"width:398px\"> <p style=\"text-align:center\">NA</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:393px\"> <p style=\"text-align:center\"><em>Staphylococcus aureus</em> ATCC 25923</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:430px\">NA</td> <td style=\"width:398px\"> <p style=\"text-align:center\">24&#x2013;30</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:393px\"> <p style=\"text-align:center\"><em>Streptococcus pneumoniae</em> ATCC 49619</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:430px\">0,03&#x2013;0,12</td> <td style=\"width:398px\"> <p style=\"text-align:center\">19&#x2013;25</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:393px\"> <p style=\"text-align:center\"><em>Bacteroides fragilis </em>ATCC 25285</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:430px\">0,5&#x2013;2</td> <td style=\"width:398px\"> <p style=\"text-align:center\">NA</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:393px\"> <p style=\"text-align:center\"><em>Bacteroides thetaiotaomicron </em>ATCC 29741</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:430px\">2&#x2013;8</td> <td style=\"width:398px\"> <p style=\"text-align:center\">NA</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:393px\"> <p style=\"text-align:center\"><em>Eggerthella lenta </em>ATCC 43055</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:430px\">0,06&#x2013;0,25</td> <td style=\"width:398px\"> <p style=\"text-align:center\">NA</p> </td> </tr> </tbody> </table> <p>Os intervalos MIC para as bact&#xE9;rias anaer&#xF3;bias s&#xE3;o baseados em dilui&#xE7;&#xE3;o em &#xE1;gar.<br> NA = N&#xE3;o aplic&#xE1;vel.<br> ATCC<sup>&#xAE;</sup> &#xE9; uma marca registrada da American Type Culture Collection.</br></br></p> <p><strong>Dilui&#xE7;&#xE3;o Eucast e crit&#xE9;rios de interpreta&#xE7;&#xE3;o da susceptibilidade &#xE0; difus&#xE3;o em disco para clindamicina</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>Organismo</strong></p> </td> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Concentra&#xE7;&#xF5;es Inibit&#xF3;rias M&#xED;nimas (MIC em &#x3BC;g / mL)</strong></p> </td> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Difus&#xE3;o de disco (Di&#xE2;metros de Zona em mm)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center\"><strong>-</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:222px\"> <p><strong>S</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:203px\"><strong>R</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:189px\"><strong>S</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:183px\"><strong>R</strong></td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\"><em>Staphylococcus</em> spp.</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:222px\">&#x2264; 0,25</td> <td style=\"text-align:center; width:203px\">&gt;0,5</td> <td style=\"text-align:center; width:189px\">&#x2265;22</td> <td style=\"width:183px\"> <p style=\"text-align:center\">&lt;19</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\"><em>Streptococcus groups</em> A, B, C, G</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:222px\">&#x2264;0,5</td> <td style=\"text-align:center; width:203px\">&gt;0,5</td> <td style=\"text-align:center; width:189px\">&#x2265;17</td> <td style=\"width:183px\"> <p style=\"text-align:center\">&lt;17</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\"><em>Streptococcus pneumoniae</em></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:222px\">&#x2264;0,5</td> <td style=\"text-align:center; width:203px\">&gt;0,5</td> <td style=\"text-align:center; width:189px\">&#x2265;19</td> <td style=\"width:183px\"> <p style=\"text-align:center\">&lt;19</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Estreptococos do grupo viridans</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:222px\">&#x2264;0,5</td> <td style=\"text-align:center; width:203px\">&gt;0,5</td> <td style=\"text-align:center; width:189px\">&#x2265;19</td> <td style=\"width:183px\"> <p style=\"text-align:center\">&lt;19</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Gram-positive anaer&#xF3;bios (exceto <em>Clostridium difficile</em>)</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:222px\">&#x2264;4</td> <td style=\"text-align:center; width:203px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:189px\">NA</td> <td style=\"width:183px\"> <p style=\"text-align:center\">NA</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Gram-negative anaer&#xF3;bios</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:222px\">&#x2264;4</td> <td style=\"text-align:center; width:203px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:189px\">NA</td> <td style=\"width:183px\"> <p style=\"text-align:center\">NA</p> </td> </tr> </tbody> </table> <p>Conte&#xFA;do do disco 2 &#x3BC;g.<br> Os crit&#xE9;rios interpretativos de MIC para anaer&#xF3;bios s&#xE3;o baseados em dilui&#xE7;&#xE3;o em &#xE1;gar.<br> NA = n&#xE3;o aplic&#xE1;vel.</br></br></p> <p><strong>Intervalos de controle de qualidade para os testes de susceptibilidade &#xE0; clindamicina (Eucast)</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:383px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Organismo</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:437px\"><strong>Intervalo M&#xED;nimo de Concentra&#xE7;&#xE3;o Inibit&#xF3;ria (MIC em &#x3BC;g/mL)</strong></td> <td style=\"width:401px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Faixa de Difus&#xE3;o de Disco (Di&#xE2;metros de Zona em mm)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:383px\"> <p style=\"text-align:center\"><em>Staphylococcus aureus </em>ATCC 29213</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:437px\">0,06&#x2013;0,25</td> <td style=\"width:401px\"> <p style=\"text-align:center\">23-29</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:383px\"> <p style=\"text-align:center\"><em>Streptococcus pneumoniae</em> ATCC 49619</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:437px\">0,03&#x2013;0,12</td> <td style=\"width:401px\"> <p style=\"text-align:center\">22-28</p> </td> </tr> </tbody> </table> <p>NA = N&#xE3;o aplic&#xE1;vel.<br> ATCC<sup>&#xAE;</sup> &#xE9; uma marca registrada da American Type Culture Collection.</br></p> <h4>Espectro antibacteriano</h4> <p>A preval&#xEA;ncia de resist&#xEA;ncia adquirida pode variar geograficamente e com o tempo, para esp&#xE9;cies selecionadas, e &#xE9; desej&#xE1;vel a informa&#xE7;&#xE3;o local sobre a resist&#xEA;ncia, particularmente no tratamento de infec&#xE7;&#xF5;es graves. Se necess&#xE1;rio, deve-se procurar aconselhamento especializado quando a preval&#xEA;ncia local de resist&#xEA;ncia for tal que a utilidade do agente em pelo menos alguns tipos de infec&#xE7;&#xF5;es seja question&#xE1;vel.</p> <p>A lincomicina &#xE9; resistente cruzada com clindamicina. Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o da susceptibilidade &#xE0; clindamicina / lincomicina ao longo do tempo em particular entre o <em>Staphylococcus aureus</em> resistente &#xE0; meticilina e em algumas esp&#xE9;cies de <em>Clostridium</em>.</p> <p>Os organismos que s&#xE3;o comumente suscet&#xED;veis &#xE0; lincomicina incluem bact&#xE9;rias gram-positivas aer&#xF3;bias e facultativas: <em>Staphylococcus aureus</em> (apenas cepas sens&#xED;veis &#xE0; meticilina), <em>Streptococcus pneumoniae, Streptococcus pyogenes, Estreptococos do grupo viridans, Corynebacterium diphtheriae</em>.</p> <p>Bact&#xE9;rias anaer&#xF3;bicas e microaer&#xF3;filas: <em>Clostridium perfringens, Clostridium tetani, Propionibacterium acnes</em>.</p> <h3>Propriedades Farmacocin&#xE9;tica</h3> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o intramuscular de dose &#xFA;nica de 600 mg de lincomicina produz n&#xED;veis m&#xE9;dios de picos s&#xE9;ricos de 11,6 &#x3BC;g/mL em 60 minutos e mant&#xE9;m n&#xED;veis terap&#xEA;uticos por 17 a 20 horas para organismos Gram-positivos mais suscet&#xED;veis. A taxa de excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria ap&#xF3;s esta dose varia de 1,8 a 24,8% (em m&#xE9;dia: 10,3 por cento).</p> <p>Uma infus&#xE3;o intravenosa de duas horas de 600 mg de lincomicina atinge os n&#xED;veis m&#xE9;dios de picos s&#xE9;ricos de 15,9 &#x3BC;g/mL e produz n&#xED;veis terap&#xEA;uticos por 14 horas para organismos Gram-positivos mais suscet&#xED;veis. A excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria varia de 4,9 a 23,3% (em m&#xE9;dia: 15,1 por cento).</p> <p>A meia-vida biol&#xF3;gica ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o intramuscular &#xE9; de aproximadamente 5 horas. A meia-vida s&#xE9;rica da lincomicina pode ser prolongada em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal grave em compara&#xE7;&#xE3;o com pacientes com fun&#xE7;&#xE3;o renal normal. Em paciente com fun&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica anormal, a meia-vida s&#xE9;rica pode ser duas vezes mais&amp;nbsp;longa do que nos pacientes com fun&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica normal. A <a href=\"https://consultaremedios.com.br/produtos-hospitalares/hemodialise/c\" target=\"_blank\">hemodi&#xE1;lise</a> e di&#xE1;lise peritoneal n&#xE3;o s&#xE3;o eficazes na remo&#xE7;&#xE3;o de lincomicina do soro.</p> <p>Estudos em n&#xED;vel do tecido indicam que a bile &#xE9; uma importante via de excre&#xE7;&#xE3;o. N&#xED;veis significativos foram demonstrados na maioria dos tecidos do corpo. Embora que a lincomicina parece difundir-se no l&#xED;quido cefalorraquidiano (LCR), os n&#xED;veis de lincomicina no LCR parecem inadequadas para o tratamento de meningite.</p> <h3>Dados de seguran&#xE7;a pr&#xE9;-cl&#xED;nico</h3> <p>Os dados n&#xE3;o cl&#xED;nicos de estudos convencionais sobre toxicidade de administra&#xE7;&#xE3;o repetida, genotoxicidade, carcinogenese, toxicidade reprodutiva e de desenvolvimento n&#xE3;o identificaram riscos particulares para os seres humanos. Nenhuma toxicidade de desenvolvimento foi observada quando doses superiores a 6 vezes a dose m&#xE1;xima recomendada por humanos (MHRD) foram administradas a ratas gr&#xE1;vidas durante o per&#xED;odo de organog&#xEA;nese. N&#xE3;o foram observados efeitos sobre a fertilidade em ratos administrados com lincomicina a 1,2 vezes do MHRD.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Linatron?

Linatron®&nbsp;solução injetável deve ser mantido em temperatura ambiente entre 15°C e 30ºC.

Prazo de validade: 24 meses a partir da data de fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido.

Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Solução límpida, incolor a levemente amarelada com leve odor, isenta de partículas visíveis.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Linatron

Solução injetável de 300 mg/mL

Embalagem com 50 ampolas de 2 mL.

Via de administração: intravenosa ou intramuscular.

Uso adulto e pediátrico (acima de 1 mês de idade).

Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

Dizeres Legais do Linatron

Reg. MS nº 1.1637.0112

Farm. Resp.:
Eliza Yukie Saito
CRF-SP n° 10.878

Registrado por:
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Só pode ser vendido com retenção da receita.

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