Boehringer Trayenta

5mg, caixa com 10 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Linagliptina
Classe Terapêutica
:
Antidiabéticos Inibidores Dpp-Iv Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Diabetes
Especialidade
:
Endocrinologia

Bula do medicamento

Trayenta, para o que é indicado e para o que serve?

Trayenta é indicado para o tratamento do diabetes mellitus do tipo 2, para melhorar o controle glicêmico (nível sanguíneo de açúcar) em conjunto com dieta e exercícios. Pode ser utilizado sozinho ou associado à metformina, sulfonilureias, tiazolidinedionas, insulina (com ou sem metformina), metformina mais sulfonilureias ou metformina mais inibidores de SGLT-2.

Quais as contraindicações do Trayenta?

Você não deve usar Trayenta se tiver alergia à linagliptina ou a qualquer um dos componentes da fórmula.

Como usar o Trayenta?

O comprimido de Trayenta deve ser ingerido por via oral. A dose recomendada é um comprimido de 5 mg uma vez ao dia, a qualquer hora do dia, com ou sem alimentos.

Não há necessidade de ajuste de dose para pacientes com disfunção renal, disfunção hepática e idosos. A experiência com doentes com mais de 80 anos é limitada, consequentemente, estes doentes devem ser tratados com cuidado. Não é indicado para uso em pacientes pediátricos e adolescentes abaixo de 18 anos devido à falta de dados sobre segurança e eficácia nessa população.

Insulina e sulfonilureias são conhecidas por causar hipoglicemia. Portanto, é preciso ter cuidado ao tomar linagliptina em associação a insulina ou sulfonilureia. Pode ser necessário reduzir a dose da insulina ou da sulfonilureia.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Trayenta funciona?

Trayenta atua no tratamento do diabetes mellitus do tipo 2 fazendo o pâncreas produzir maior quantidade de insulina e menor quantidade do hormônio glucagon, ajudando assim a controlar o seu nível de açúcar no sangue. Trayenta é um medicamento que inibe a enzima dipeptidil peptidase-4 (DPP-4), responsável pela inativação dos hormônios incretínicos, como o peptídeo glucagon símile 1 (GLP-1). O GLP-1 é liberado pelo intestino após ingestão de alimentos e estimula a secreção de insulina pelo pâncreas. Assim, ao inibir a DPP-4, Trayenta permite que o hormônio GLP-1 atue por mais tempo, liberando insulina conforme necessidade de seu organismo. Seu médico prescreverá Trayenta tanto sozinho quanto em combinação a outro antidiabético, se necessário.

É importante que você continue a seguir a dieta e/ou os exercícios indicados enquanto estiver em tratamento com Trayenta.

Após administração oral, com ou sem alimentos, Trayenta é rapidamente absorvido e chega à corrente sanguínea, atingindo o pico de maior concentração no sangue 1,5 horas após tomada da dose.

Quais cuidados devo ter ao usar o Trayenta?

Trayenta não deve ser usado em pacientes com diabetes mellitus do tipo 1 (ou seja, se seu corpo não produz insulina) nem para o tratamento de uma condição chamada cetoacidose diabética.

Se houver suspeita de inflamação aguda do pâncreas, deve-se descontinuar o uso de Trayenta.

Pacientes que usaram linagliptina sozinha tiveram número de episódios de hipoglicemia (queda nos níveis de açúcar no sangue) similar a pacientes que usaram placebo.

Em estudos clínicos nos quais os pacientes usaram linagliptina associada a agentes que tem baixo risco de causar hipoglicemia (por exemplo, metformina, tiazolidinedionas), o número de episódios de hipoglicemia relatados com linagliptina foi similar ao número de episódios nos pacientes que tomaram placebo.

Insulina e sulfonilureias são conhecidas por causar hipoglicemia. Portanto, é preciso ter cuidado ao tomar linagliptina em associação a insulina ou sulfonilureia. Pode ser necessário reduzir a dose da insulina ou da sulfonilureia.

Se houver suspeita de penfigoide bolhoso (bolhas grandes e muito firmes e que demoram muitos dias para se romper), deve-se descontinuar o uso de Trayenta.

Artralgia grave e debilitante foi reportada em pacientes que utilizam medicamentos da mesma classe de Trayenta (inibidores da DPP-4). Portanto, informe seu médico caso sinta dores graves nas articulações, para que ele avalie a necessidade de descontinuar o uso do medicamento, se apropriado.

Capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Não há estudos sobre os efeitos na capacidade de dirigir e operar máquinas.

Gravidez e Amamentação

O uso de Trayenta não é recomendado durante a gravidez, por não haver estudos suficientes com essa população.

Dados farmacodinâmicos/toxicológicos disponíveis em animais têm mostrado excreção da linagliptina no leite. Não se sabe se Trayenta é excretado no leite humano. É necessário ter precaução ao administrar Trayenta a mulheres que estão amamentando.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Trayenta?

A linagliptina foi estudada para o tratamento de pacientes com diabetes tipo 2 tanto sozinha quanto em combinação a outros antidiabéticos. As reações adversas relatadas abaixo são apresentadas de acordo com a frequência. Foram reportadas reações adversas em pacientes que receberam Trayenta 5 mg diariamente como monoterapia ou como associação terapêutica em estudos clínicos e reações adversas identificadas na experiência pós-comercialização.

  • <li>Rea&#xE7;&#xF5;es muito comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): hipoglicemia (queda dos n&#xED;veis de a&#xE7;&#xFA;car no sangue), quando usada em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina e sulfonilureia;</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): lipase aumentada (enzima que pode ser verificada em exame de sangue para diagnosticar alguma altera&#xE7;&#xE3;o no p&#xE2;ncreas), aumento de peso (quando usada em combina&#xE7;&#xE3;o com pioglitazona);</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): nasofaringite (infec&#xE7;&#xE3;o de vias a&#xE9;reas superiores - nariz e faringe), hipersensibilidade (alergia), <a href="https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/tosse/c" target="_blank">tosse</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/pancreatite/" rel="noopener" target="_blank">pancreatite</a> (inflama&#xE7;&#xE3;o no p&#xE2;ncreas), <a href="https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/" rel="noopener" target="_blank">constipa&#xE7;&#xE3;o</a> (quando usada em combina&#xE7;&#xE3;o com insulina), <em>rash </em>(vermelhid&#xE3;o), amilase aumentada (enzima que pode ser verificada em exame de sangue para diagnosticar alguma altera&#xE7;&#xE3;o no p&#xE2;ncreas);</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): <a href="https://minutosaudavel.com.br/angioedema-o-que-e-complicacoes-como-tratar-e-muito-mais/" rel="noopener" target="_blank">angioedema</a> (incha&#xE7;o da l&#xED;ngua, l&#xE1;bios e garganta), <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a> (placas avermelhadas e elevadas na pele, geralmente com coceira), ulcera&#xE7;&#xE3;o da boca (feridas na boca), penfigoide bolhoso (bolhas grandes e muito firmes e que demoram muitos dias para se romper);</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es com frequ&#xEA;ncia desconhecida (n&#xE3;o pode ser estimada a partir dos dados dispon&#xED;veis): hipertrigliceridemia (aumento dos n&#xED;veis de triglic&#xE9;rides no sangue), quando usada em combina&#xE7;&#xE3;o com sulfonilureia; hiperlipidemia (aumento dos n&#xED;veis de gordura no sangue - <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/colesterol/c" target="_blank">colesterol</a> e triglic&#xE9;rides), quando usada em combina&#xE7;&#xE3;o com pioglitazona.</li>

O evento adverso mais frequentemente relatado foi a queda dos níveis de açúcar no sangue (hipoglicemia), observada sob a combinação tripla linagliptina mais metformina mais sulfonilureia, 22,9% comparada a 14,8% de ocorrência em pacientes que usaram placebo.

Os episódios de hipoglicemia nos estudos controlados por placebo foram leves, moderados ou graves.

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Trayenta?

Se uma dose for esquecida, deve ser tomada assim que você se recordar. Não se deve tomar uma dose duplicada no mesmo dia.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Trayenta?

Cada comprimido revestido de Trayenta contém:

5 mg de linagliptina.

Excipientes: manitol, amido pré-gelatinizado, amido, copovidona, estearato de magnésio, Opadry® rosa (hipromelose, dióxido de titânio, talco, macrogol, óxido de ferro vermelho).

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Trayenta maior do que a recomendada?

Durante os estudos clínicos em indivíduos sadios, doses únicas de até 600 mg de linagliptina (equivalentes a 120 vezes a dose recomendada) foram bem toleradas. Não há experiência com doses acima de 600 mg em humanos.

Na eventualidade de uma superdose, você deve procurar auxílio médico imediatamente.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Trayenta com outros remédios?

Você deve informar ao seu médico sobre todos os medicamentos que está usando. Você não deve começar a tomar nenhum medicamento sem conversar com seu médico.

Nenhuma interação clinicamente significativa que necessite ajuste de dose foi observada em diversos estudos realizados.

A administração concomitante de linagliptina com vários medicamentos comumente utilizados por diabéticos e com problemas cardíacos (metformina, glibenclamida, sinvastatina, pioglitazona, varfarina, digoxina) e também com contraceptivos orais não causou efeito relevante sobre a absorção e concentração sanguínea de nenhum dos medicamentos.

O ritonavir é um medicamento antirretroviral utilizado para tratamento de infecção pelo vírus HIV e é conhecido por ser um potente inibidor da isozima CYP3A4 e da glicoproteína-P (proteínas do fígado e intestino que são responsáveis por metabolizar e transportar diversas substâncias). Administração concomitante de linagliptina e ritonavir não causou alterações farmacocinéticas clinicamente relevantes, e por isso, não são esperadas interações medicamentosas com outros medicamentos que também inibem estes sistemas, e um ajuste de dose não seria requerido. A rifampicina é um medicamento antibacteriano potente indutor da glicoproteína-P e da isozima CYP3A4. Estudos de administração múltipla de linagliptina com rifampicina mostraram uma diminuição na concentração sanguínea de linagliptina e redução da inibição da DPP-4 em 30% nos menores níveis de concentração de linagliptina. Assim sendo, espera-se que a linagliptina em combinação com indutores fortes da glicoproteína-P seja clinicamente eficaz, embora a eficácia plena possa não ser atingida.

A biodisponibilidade absoluta da linagliptina é de aproximadamente 30%. Como a administração concomitante de uma refeição rica em gorduras com linagliptina não teve efeito clinicamente relevante sobre a sua concentração sanguínea, a linagliptina pode ser administrada com ou sem alimentos.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Trayenta com alimentos?

A biodisponibilidade absoluta da Linagliptina é de aproximadamente 30%. Como a coadministração de uma refeição rica em gorduras com Linagliptina não exerceu efeito clinicamente relevante sobre a farmacocinética, a Linagliptina pode ser administrada com ou sem alimentos.

Qual a ação da substância do Trayenta (Linagliptina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Estudos Cl&#xED;nicos</h3> <h4>Monoterapia com Linagliptina</h4> <p>A efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da Linagliptina em monoterapia foram avaliadas em um estudo duplo-cego controlado por placebo, de 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. O tratamento com Linagliptina 5 mg uma vez ao dia mostrou uma melhora significativa na HbA1c (<a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hemoglobina-glicada-e-valores-de-referencia-do-exame/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hemoglobina glicada</a>) (altera&#xE7;&#xE3;o de -0,69% em compara&#xE7;&#xE3;o com o placebo), em pacientes com HbA1c basal de aproximadamente 8%.</p> <p>A Linagliptina tamb&#xE9;m demonstrou melhoras significativas na glicemia de jejum (altera&#xE7;&#xE3;o de -23,3 mg/dL em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo), na glicemia p&#xF3;s-prandial de 2 horas e uma maior propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes atingiu um alvo de HbA1c &lt;7,0%, em compara&#xE7;&#xE3;o com o placebo.</p> <p>A melhora na HbA1c n&#xE3;o foi afetada pelo sexo, idade, ra&#xE7;a, IMC basal, presen&#xE7;a de s&#xED;ndrome metab&#xF3;lica ou &#xED;ndice padr&#xE3;o de resist&#xEA;ncia &#xE0; insulina (HOMA-IR). O tratamento di&#xE1;rio com Linagliptina 5 mg melhorou significativamente os marcadores intermedi&#xE1;rios da fun&#xE7;&#xE3;o da c&#xE9;lula beta, incluindo HOMA (Modelo de Avalia&#xE7;&#xE3;o de Homeostase), raz&#xE3;o entre pr&#xF3;-insulina e insulina e avalia&#xE7;&#xE3;o da responsividade da c&#xE9;lula beta ao teste de toler&#xE2;ncia &#xE0; refei&#xE7;&#xE3;o frequentemente realizado. A incid&#xEA;ncia observada de hipoglicemia em pacientes tratados com Linagliptina foi similar &#xE0;quela com placebo.</p> <p>O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos.<sup>1</sup></p> <h4>Monoterapia com Linagliptina para pacientes intolerantes &#xE0; metformina</h4> <p>A efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da monoterapia com Linagliptina foram tamb&#xE9;m avaliadas em pacientes nos quais a terapia com metformina &#xE9; inapropriada devido &#xE0; intolerabilidade ou contraindica&#xE7;&#xE3;o, em um estudo duplo-cego, controlado por placebo, com 18 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o, prolongado por um per&#xED;odo de seguran&#xE7;a de 34 semanas (no qual os pacientes em uso de placebo passaram a usar glimepirida). A Linagliptina levou a melhora significativa na HbA1c (altera&#xE7;&#xE3;o de -0,60% em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo), a partir de uma HbA1c basal m&#xE9;dia de 8,09%. A altera&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia da HbA1c em rela&#xE7;&#xE3;o ao valor basal permaneceu constante com o uso da Linagliptina a partir da 18&#xAA; semana at&#xE9; a 52&#xAA; semana. A Linagliptina tamb&#xE9;m mostrou melhora significativa na glicemia de jejum (altera&#xE7;&#xE3;o de -20,5 mg/dL em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo), e uma maior propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes atingiu um alvo de HbA1c &lt;7,0%, em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo. A incid&#xEA;ncia observada de hipoglicemia nos pacientes tratados com Linagliptina foi similar &#xE0;quela com placebo e foi menor do que a verificada com glimepirida durante o per&#xED;odo de seguran&#xE7;a. O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos durante as 18 semanas controladas por placebo, e os pacientes tratados com glimepirida apresentaram um aumento do peso corporal ao longo do per&#xED;odo de seguran&#xE7;a. <sup>2</sup></p> <h4>Dados de compara&#xE7;&#xE3;o entre a monoterapia com Linagliptina durante 12 semanas e placebo, e dados de compara&#xE7;&#xE3;o entre a monoterapia com Linagliptina durante 26 semanas e um inibidor da &#x3B1;-glicosidase (voglibose)</h4> <p>&amp;nbsp;A efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da monoterapia com Linagliptina foram tamb&#xE9;m avaliadas em pacientes japoneses, em um estudo duplo-cego versus placebo com 12 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o, e outro estudo versus voglibose (inibidor da &#x3B1;-glicosidase) com 26 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. A Linagliptina (5 mg) levou a melhora significativa na HbA1c (altera&#xE7;&#xE3;o de -0,87% em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo) ap&#xF3;s 12 semanas, a partir de uma HbA1c basal m&#xE9;dia de 8,0%. A Linagliptina (5 mg) mostrou tamb&#xE9;m fornecer&amp;nbsp;melhora significativa na HbA1c em compara&#xE7;&#xE3;o &#xE0; voglibose (altera&#xE7;&#xE3;o de -0,32% em compara&#xE7;&#xE3;o &#xE0; voglibose) ap&#xF3;s 26 semanas, a partir de uma HbA1c basal m&#xE9;dia de 8,0%. A Linagliptina tamb&#xE9;m demonstrou melhora significativa na glicemia de jejum (altera&#xE7;&#xE3;o de -19,7 mg/dL em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo e -6,9 mg/dL em compara&#xE7;&#xE3;o a voglibose) e uma maior propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes atingiu o alvo de HbA1c &lt;7,0%, em compara&#xE7;&#xE3;o a ambos, placebo e voglibose. A incid&#xEA;ncia observada de hipoglicemia nos pacientes tratados com Linagliptina foi similar &#xE0;quela com placebo e com voglibose. O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos Linagliptina (5 mg) e placebo, ap&#xF3;s 12 semanas de tratamento. Os pacientes tratados com Linagliptina (5 mg) exibiram uma pequena redu&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia no peso corporal em rela&#xE7;&#xE3;o ao basal (- 0,16 kg) ap&#xF3;s 26 semanas, em compara&#xE7;&#xE3;o a uma redu&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia significativamente maior no peso corporal dos pacientes que receberam voglibose (-1,04 kg).<sup>3</sup></p> <h4>Linagliptina como terapia associada &#xE0; metformina</h4> <p>A efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da terapia com Linagliptina em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina foram avaliadas em um estudo duplocego, controlado por placebo, com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. A Linagliptina forneceu melhora significativa na HbA1c (altera&#xE7;&#xE3;o de -0,64% em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo), a partir de uma HbA1c basal m&#xE9;dia de 8%. A Linagliptina tamb&#xE9;m mostrou melhoras significativas na glicemia de jejum (-21,1 mg/dL), glicemia p&#xF3;s-prandial de 2 horas (-67,1 mg/dL) em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo e uma maior propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes atingiu o alvo de HbA1c &lt;7,0% (28,3% com Linagliptina versus 11,4% com placebo).</p> <p>A incid&#xEA;ncia observada de hipoglicemia em pacientes tratados com Linagliptina foi similar &#xE0;quela com placebo. O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos.<sup>4 </sup></p> <p>A efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a de Linagliptina associada &#xE0; metformina foram avaliadas em um estudo de terapia inicial de desenho fatorial, controlado por placebo, com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. A Linagliptina 2,5 mg administrada duas vezes ao dia em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina (500 mg ou 1000 mg duas vezes ao dia) proporcionou melhora significativa nos par&#xE2;metros glic&#xEA;micos comparado com ambas as monoterapias (HbA1c basal m&#xE9;dia de 8,65%).</p> <p>A diferen&#xE7;a de tratamento m&#xE9;dia na HbA1c do valor basal at&#xE9; a semana 24 (&#xFA;ltima observa&#xE7;&#xE3;o) entre a terapia de associa&#xE7;&#xE3;o de Linagliptina e metformina versus a monoterapia com metformina foi -0,51% (IC 95% -0,73, -0,30; p&lt;0,0001) para Linagliptina 2,5 mg + metformina 1000 mg duas vezes ao dia comparada com metformina 1000 mg duas vezes ao dia e -0,58% (IC 95% -0,79, -0,36; p&lt;0,0001) para Linagliptina 2,5 mg + metformina 500 mg duas vezes ao dia comparado com metformina 500 mg duas vezes ao dia. A altera&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia corrigida por placebo da HbA1c em rela&#xE7;&#xE3;o ao basal para Linagliptina 2,5/metformina 1000 mg duas vezes ao dia foi de 1,71%, o que levou &#xE0; meta de HbA1c (&lt;7,0%) em 53,6% dos pacientes (comparado a 30,7% na monoterapia com metformina 1000 mg duas vezes ao dia). Redu&#xE7;&#xF5;es m&#xE9;dias na HbA1c em rela&#xE7;&#xE3;o ao basal foram, em geral, maiores para pacientes com valores basais de HbA1c mais altos.</p> <p>Os efeitos nos lip&#xED;dios plasm&#xE1;ticos foram, em geral, neutros. A redu&#xE7;&#xE3;o do peso corporal com a combina&#xE7;&#xE3;o de Linagliptina e metformina foi similar &#xE0;quela observada com a metformina isolada ou placebo; n&#xE3;o houve altera&#xE7;&#xE3;o em rela&#xE7;&#xE3;o ao peso basal em pacientes com Linagliptina isolada. A incid&#xEA;ncia de hipoglicemia foi similar entre os grupos de tratamento (placebo 1,4%, Linagliptina 5 mg 0%, metformina 2,1% e Linagliptina 2,5 mg mais metformina duas vezes ao dia 1,4%). Al&#xE9;m disso, esse estudo incluiu pacientes (n=66) com <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hiperglicemia-sintomas-tratamento-e-consequencias/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hiperglicemia</a> mais grave (HbA1c basal &#x2265;11%), que foram tratados de forma aberta com Linagliptina 2,5 mg e metformina 1000 mg duas vezes ao dia. Neste grupo de pacientes, o valor basal m&#xE9;dio de HbA1c foi 11,8% e a glicemia de jejum m&#xE9;dia foi 261,8 mg/dL. Uma redu&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia em rela&#xE7;&#xE3;o ao basal de - 3,74% na HbA1c (n=48) e de -81,2 mg/dL para glicemia de jejum (n=41) foi observada para pacientes que completaram o per&#xED;odo de 24 semanas do estudo sem necessidade de terapia de resgate. Na an&#xE1;lise da &#xFA;ltima observa&#xE7;&#xE3;o incluindo todos os pacientes com medidas de desfecho prim&#xE1;rio (n=65) at&#xE9; a &#xFA;ltima observa&#xE7;&#xE3;o &#x201C;sem terapia de resgate&#x201D;, as altera&#xE7;&#xF5;es em rela&#xE7;&#xE3;o ao basal foram de -3,19% na HbA1c e -73,6 mg/dL na glicemia de jejum.<sup>5 </sup></p> <p>A efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a de Linagliptina 2,5 mg duas vezes ao dia versus 5 mg uma vez ao dia em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina em pacientes com controle glic&#xEA;mico insatisfat&#xF3;rio em monoterapia com metformina foram avaliadas em um estudo duplo-cego controlado por placebo de 12 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. A Linagliptina (2,5 mg duas vezes ao dia e 5 mg uma vez ao dia) adicionada &#xE0; metforrmina proporcionou melhora significativa nos par&#xE2;metros glic&#xEA;micos comparado com o placebo. A Linagliptina 5 mg uma vez ao dia e 2,5 mg duas vezes ao dia proporcionaram redu&#xE7;&#xF5;es compar&#xE1;veis (IC: -0,07; 0,19) e significativas na HbA1c de -0,80% (em rela&#xE7;&#xE3;o do basal 7,98%), e -0,74 (em rela&#xE7;&#xE3;o do basal 7,96%) em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo. A incid&#xEA;ncia de hipoglicemia observada em pacientes tratados com Linagliptina foi similar ao placebo.</p> <p>O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos.<sup>6</sup></p> <h4>Linagliptina como terapia associada &#xE0; sulfonilureia</h4> <p>A efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da terapia com Linagliptina em combina&#xE7;&#xE3;o com sulfonilureia foram avaliadas em um estudo duplocego, controlado por placebo, com 18 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. A Linagliptina mostrou melhora significativa na HbA1c (altera&#xE7;&#xE3;o de -0,47% em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo), a partir de uma HbA1c basal m&#xE9;dia de 8,6%. A Linagliptina tamb&#xE9;m mostrou melhora significativa na propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes atingindo o alvo de HbA1c &lt;7,0%. O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos.<sup>7</sup></p> <h4>Linagliptina como terapia associada &#xE0; insulina</h4> <p>A efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da adi&#xE7;&#xE3;o de Linagliptina 5 mg &#xE0; terapia com insulina isolada ou em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina e/ou pioglitazona foram avaliadas em um estudo duplo-cego, controlado por placebo, com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. A diferen&#xE7;a m&#xE9;dia na HbA1c do basal at&#xE9; a semana 24 (&#xFA;ltima observa&#xE7;&#xE3;o) entre os tratamentos com Linagliptina e placebo foi de -0,65% (95% IC -0,74, -0,55; p&lt;0,0001), a partir de uma HbA1c basal m&#xE9;dia de 8,3%. Redu&#xE7;&#xF5;es na HbA1c basal m&#xE9;dia foram geralmente maiores em pacientes com valores mais altos de HbA1c basal m&#xE9;dia. A altera&#xE7;&#xE3;o na HbA1c basal m&#xE9;dia foi sustentada com o uso de Linagliptina da semana 12 &#xE0; semana 24. A Linagliptina tamb&#xE9;m mostrou melhoras significativas na glicemia de jejum de -11,25 mg/dL (95% IC -16,14, -6,36; p&lt;0,0001) em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo, e uma maior propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes atingiram o alvo de HbA1c &lt;7,0% em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo. Isso foi atingido com uma dose est&#xE1;vel de insulina. Ap&#xF3;s 24 semanas de tratamento, a dose m&#xE9;dia di&#xE1;ria de insulina basal foi de 42 unidades em pacientes tratados com Linagliptina e de 40 unidades em pacientes tratados com placebo. A altera&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia do basal &#xE0; semana 24 com rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; dose di&#xE1;ria de insulina foi de 1,3 UI no grupo com placebo e de 0,6 UI no grupo com Linagliptina.</p> <p>O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos. Efeitos nos lip&#xED;deos plasm&#xE1;ticos foram neutros. A incid&#xEA;ncia de hipoglicemia foi similar entre os grupos de tratamento (22,2% Linagliptina; 21,2% placebo).<sup>8</sup></p> <h4>Linagliptina como terapia associada &#xE0; combina&#xE7;&#xE3;o de metformina e sulfonilureia</h4> <p>Um estudo controlado por placebo, com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o, foi conduzido para avaliar a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a de Linagliptina 5 mg em rela&#xE7;&#xE3;o ao placebo em pacientes n&#xE3;o suficientemente tratados com uma combina&#xE7;&#xE3;o de metformina com uma sulfonilureia.</p> <p>A Linagliptina mostrou melhora significativa na HbA1c (altera&#xE7;&#xE3;o de -0,62% em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo), a partir de uma HbA1c basal m&#xE9;dia de 8,14%. A Linagliptina tamb&#xE9;m mostrou melhora significativa na propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes atingindo o alvo de HbA1c &lt;7,0%, e tamb&#xE9;m na glicemia de jejum (-12,7 mg/dL), em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo. O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos. <sup>9</sup></p> <h4>Linagliptina como terapia associada &#xE0; combina&#xE7;&#xE3;o de metformina e empagliflozina</h4> <p>Em pacientes n&#xE3;o controlados adequadamente com metformina e empagliflozina (10 mg (n = 247) ou 25 mg (n = 217)), tratamento de 24 semanas com terapia associada &#xE0; Linagliptina 5 mg mostrou redu&#xE7;&#xF5;es na m&#xE9;dia ajustada de HbA1c a partir do basal em -0,53% (diferen&#xE7;a significativa para a associa&#xE7;&#xE3;o ao placebo de -0,32% (IC 95% -0,25; -0,13) e -0,58% (diferen&#xE7;a significativa para a associa&#xE7;&#xE3;o ao placebo de -0,47% (IC 95% -0,66; -0,28), respectivamente. Uma maior propor&#xE7;&#xE3;o estatisticamente significativa de pacientes com uma HbA1c basal &#x2265;7,0% e tratada com 5 mg de Linagliptina alcan&#xE7;ou um alvo de HbA1c &lt;7% em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo.</p> <p>Nos subgrupos pr&#xE9;-especificados de pacientes com HbA1c basal maior ou igual a 8,5% (n = 66 e n = 42 pacientes tratados com metformina mais empagliflozina 10 mg ou 25 mg, respectivamente), redu&#xE7;&#xF5;es na m&#xE9;dia ajustada de HbA1c a partir do basal at&#xE9; 24 semanas em associa&#xE7;&#xE3;o com Linagliptina 5 mg foram de -0,97% (p = 0,0875, para a diferen&#xE7;a da associa&#xE7;&#xE3;o ao placebo) e de -1,16% (p = 0,0046 para a diferen&#xE7;a da associa&#xE7;&#xE3;o ao placebo), respectivamente.<sup>10</sup></p> <h4>Linagliptina como terapia inicial em combina&#xE7;&#xE3;o com pioglitazona</h4> <p>Em um estudo controlado por placebo, com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o, envolvendo terapia inicial com Linagliptina 5 mg em combina&#xE7;&#xE3;o com pioglitazona (30 mg), a terapia inicial com Linagliptina e pioglitazona mostrou melhora significativa na HbA1c em compara&#xE7;&#xE3;o com pioglitazona e placebo (-0,51%), a partir de uma HbA1c basal m&#xE9;dia de 8,6%. A combina&#xE7;&#xE3;o inicial de Linagliptina e pioglitazona tamb&#xE9;m mostrou melhora significativa na glicemia de jejum (altera&#xE7;&#xE3;o de -14,2 mg/dL em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo), e uma maior propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes eram suscet&#xED;veis de atingir a meta de HbA1c (&lt;7%) e uma redu&#xE7;&#xE3;o na HbA1c de &#x2265;0,5%. O peso corporal aumentou significativamente mais com a terapia inicial com Linagliptina e pioglitazona, em compara&#xE7;&#xE3;o com pioglitazona e placebo (1,1 kg). <sup>11</sup></p> <h4>Dados de 24 meses de Linagliptina como terapia associada &#xE0; metformina, em compara&#xE7;&#xE3;o &#xE0; glimepirida</h4> <p>Em um estudo comparando a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da adi&#xE7;&#xE3;o de Linagliptina 5 mg ou glimepirida (um agente da classe das sulfonilureias) em pacientes com controle glic&#xEA;mico inadequado em uso de metformina em monoterapia, a Linagliptina foi similar &#xE0; glimepirida na redu&#xE7;&#xE3;o da HbA1c, com uma diferen&#xE7;a m&#xE9;dia entre os tratamentos a partir do valor basal at&#xE9; 104 semanas de +0,20% na HbA1c para Linagliptina, em compara&#xE7;&#xE3;o a glimepirida.</p> <p>Neste estudo, a raz&#xE3;o entre pr&#xF3;-insulina e insulina, um marcador da efici&#xEA;ncia da s&#xED;ntese e libera&#xE7;&#xE3;o da insulina, mostrou uma melhora estatisticamente significativa com Linagliptina, em compara&#xE7;&#xE3;o ao tratamento com glimepirida. A incid&#xEA;ncia de hipoglicemia no grupo com Linagliptina (7,5%) foi significativamente mais baixa que aquela no grupo com glimepirida (36,1%). Os pacientes tratados com Linagliptina exibiram uma redu&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia significativa no peso corporal, em compara&#xE7;&#xE3;o a um ganho de peso significativo nos pacientes que receberam glimepirida (-1,39 vs. +1,29 kg). <sup>12</sup></p> <h4>Linagliptina como terapia associada a pacientes com disfun&#xE7;&#xE3;o renal grave, estudo de 12 semanas, controlado por placebo (terapia de base est&#xE1;vel) e extens&#xE3;o de 40 semanas controlado por placebo (terapia de base ajust&#xE1;vel)</h4> <p>A efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a de Linagliptina tamb&#xE9;m foram avaliadas em pacientes diab&#xE9;ticos tipo 2 com disfun&#xE7;&#xE3;o renal grave em um estudo duplo-cego versus placebo com 12 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o, nas quais as terapias antidiab&#xE9;ticas de base foram mantidas est&#xE1;veis. Os pacientes estavam com uma variedade de terapias de base, incluindo insulina, sulfonilureia, glinidas e pioglitazona. Houve um per&#xED;odo de extens&#xE3;o de 40 semanas, nas quais ajustes nas doses dos antibiab&#xE9;ticos na terapia de base foram permitidos.</p> <p>A Linagliptina proporcionou melhora significativa na HbA1c (altera&#xE7;&#xE3;o de -0,59% em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo) em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; HbA1c basal m&#xE9;dia de 8,2%. Uma propor&#xE7;&#xE3;o maior de pacientes alcan&#xE7;ou o alvo de HbA1c &lt; 7,0%, em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo. A diferen&#xE7;a na HbA1c observada em rela&#xE7;&#xE3;o ao placebo foi -0,72% ap&#xF3;s 52 semanas.</p> <p>O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos. A incid&#xEA;ncia de hipoglicemia observada nos pacientes tratados com Linagliptina foi maior que para o placebo, devido a um maior n&#xFA;mero de eventos hipoglic&#xEA;micos assintom&#xE1;ticos. Este fato pode ser atribu&#xED;do &#xE0;s terapias antidiab&#xE9;ticas de base (insulina e sulfonilureia ou glinidas). N&#xE3;o houve diferen&#xE7;a entre os grupos com rela&#xE7;&#xE3;o aos eventos hipoglic&#xEA;micos graves. <sup>13</sup></p> <h4>Linagliptina como terapia associada a pacientes idosos (com idade superior a 70 anos) com diabetes tipo 2</h4> <p>A efic&#xE1;cia e a seguran&#xE7;a da Linagliptina em idosos (com idade superior a 70 anos) diab&#xE9;ticos tipo 2 foram avaliadas em um estudo duplo-cego <em>versus </em>placebo com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. Os pacientes receberam metformina e/ou sulfonilureia e/ou insulina como terapia de base. As doses de medicamentos antidiab&#xE9;ticos de base ficaram est&#xE1;veis durante as primeiras 12 semanas e ap&#xF3;s, ajustes foram permitidos. A Linagliptina promoveu melhora significativa na HbA1c de -0,64% (95% IC - 0,81, -0,48; p&lt;0,0001) em compara&#xE7;&#xE3;o com o placebo ap&#xF3;s 24 semanas, a partir de uma HbA1c basal de 7,8%. A Linagliptina tamb&#xE9;m demonstrou melhora significativa na glicemia de jejum de -20,7 mg/dL (95% IC -30,2, -11,2; p&lt;0,0001) em compara&#xE7;&#xE3;o com o placebo. O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos. Taxas de hipoglicemia tamb&#xE9;m foram compar&#xE1;veis no caso de insulina associada ou n&#xE3;o &#xE0; metformina (13 de 35 pacientes, 37,1% tratados com Linagliptina e 6 de 15 pacientes, 40,0% tratados com placebo). No entanto, no caso de sulfonilureia associada ou n&#xE3;o &#xE0; metformina, a hipoglicemia foi relatada em uma maior propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes tratados com Linagliptina (24 de 82 pacientes, 29,3%) em compara&#xE7;&#xE3;o com o placebo (7 de 42 pacientes, 16,7%). N&#xE3;o houve diferen&#xE7;a no n&#xFA;mero de eventos hipoglic&#xEA;micos graves entre os grupos.<sup>14</sup></p> <h4>Linagliptina e a associa&#xE7;&#xE3;o inicial com Linagliptina e metformina em pacientes virgens de tratamento rec&#xE9;mdiagnosticados com hiperglicemia acentuada</h4> <p>A efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da associa&#xE7;&#xE3;o inicial de Linagliptina 5 mg, uma vez por dia, e metformina, duas vezes ao dia (aumento gradual da dose nas primeiras 6 semanas at&#xE9; 1500 mg ou 2000 mg por dia), em compara&#xE7;&#xE3;o com Linagliptina 5 mg uma vez ao dia foram avaliadas num estudo de 24 semanas em pacientes virgens de tratamento rec&#xE9;m-diagnosticados com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2 e hiperglicemia acentuada (HbA1c basal 8,5-12,0%). Ap&#xF3;s 24 semanas tanto a Linagliptina em monoterapia, bem como a associa&#xE7;&#xE3;o de Linagliptina e metformina reduziram significativamente a HbA1c em -2,0% e -2,8% respectivamente, a partir de uma HbA1c basal de 9,9% e 9,8%, respectivamente. A diferen&#xE7;a entre os tratamentos, de -0,8% (95% IC - 1,1 at&#xE9; -0,5), mostrou superioridade para a associa&#xE7;&#xE3;o inicial em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; monoterapia (p &lt;0,0001). Notavelmente, 40% e 61% dos pacientes em monoterapia e terapia associada alcan&#xE7;aram HbA1c &lt;7,0%, respectivamente.<sup>15</sup></p> <h4>Risco cardiovascular</h4> <p>O tratamento com Linagliptina n&#xE3;o foi associado a um aumento no risco cardiovascular em uma metan&#xE1;lise prospectiva de eventos cardiovasculares independentemente considerados, a partir de 19 estudos cl&#xED;nicos (com varia&#xE7;&#xE3;o de 18 semanas a 24 meses de dura&#xE7;&#xE3;o) envolvendo 9.459 pacientes com diabetes <em>mellitus </em>do tipo 2. O desfecho prim&#xE1;rio (uma combina&#xE7;&#xE3;o de: ocorr&#xEA;ncia ou tempo para a primeira ocorr&#xEA;ncia de morte cardiovascular, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/infarto/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">infarto</a> do mioc&#xE1;rdio n&#xE3;o fatal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/acidente-vascular-cerebral/c\" target=\"_blank\">acidente vascular cerebral</a> n&#xE3;o fatal ou hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/angina-instavel\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/angina/c\" target=\"_blank\">angina</a> inst&#xE1;vel) n&#xE3;o foi significativamente mais baixo para Linagliptina versus comparadores ativos e placebo combinados [Raz&#xE3;o de risco 0,78 (95% de intervalo de confian&#xE7;a 0,55; 1,12)]. No total, ocorreram 60 eventos prim&#xE1;rios com a Linagliptina e 62 com os comparadores.<sup>15 </sup></p> <p>Foi observada a ocorr&#xEA;ncia de eventos cardiovasculares a uma taxa similar entre a Linagliptina e o placebo [Raz&#xE3;o de risco 1,09 (95% de intervalo de confian&#xE7;a 0,68; 1,75)]. Em estudos controlados com placebo, no total ocorreram 43 eventos prim&#xE1;rios (1,03%) com a Linagliptina e 29 (1,35%) com o placebo.<sup>16</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\"><sup>1.</sup> Del prato S, Barnett AH, Huisman H, et al. Effect of linagliptin monotherapy on glycaemic control and markers of &#x3B2;cell function in patients with inadequately controlled type 2 diabetes: a randomized controlled trial. Diabetes Obes Metab. 2011;13(3):258-67.<br> <sup>2.</sup> Barnett AH, Patel S, Harper R, et al. Linagliptin monotherapy in type 2 diabetes patients for whom metformin is inappropriate: an 18-week randomized, double-blind, placebo-controlled phase III trial with a 34-week activecontrolled extension. Diabetes Obes Metab. 2012;14(12):1145-54.<br> <sup>3.</sup> Araki E, Kawamori R, Inagaki N, et al. Long-term safety of linagliptin monotherapy in Japanese patients with type 2 diabetes. Diabetes Obes Metab. 2013;15(4):364-71.<br> <sup>4.</sup> Taskinen MR, Rosenstock J, Tamminen I, et al. Safety and efficacy of linagliptin as add-on therapy to metformin in patients with type 2 diabetes: a randomized, double-blind, placebo-controlled study. Diabetes Obes Metab. 2011;13(1):65-74.<br> <sup>5.</sup> Haak T, Meinicke T, Jones R, et al. Initial combination of linagliptin and metformin improves glycaemic control in type 2 diabetes: a randomized, double-blind, placebo-controlled study. Diabetes Obes Metab. 2012;14(6):565-74.<br> <sup>6.</sup> Ross SA, Rafeiro E, Meinicke T, et al. Efficacy and safety of linagliptin 2.5 mg twice daily versus 5 mg once daily in patients with type 2 diabetes inadequately controlled on metformin: a randomised, double-blind, placebo-controlled trial. Curr Med Res Opin. 2012;28(9):1465-74.<br> <sup>7.</sup> Lewin AJ, Arvay L, Liu D, et al. Efficacy and tolerability of linagliptin added to a sulfonylurea regimen in patients with inadequately controlled type 2 diabetes <em>mellitus</em>: an 18-week, multicenter, randomized, double-blind, placebocontrolled trial. Clin Ther. 2012;34(9):1909-19.e15.<br> <sup>8.</sup> Yki-j&#xE4;rvinen H, Rosenstock J, Dur&#xE1;n-garcia S, et al. Effects of adding linagliptin to basal insulin regimen for inadequately controlled type 2 diabetes: a &#x2265;52-week randomized, double-blind study. Diabetes Care. 2013;36(12):3875-81.<br> <sup>9. </sup>Owens DR, Swallow R, Dugi KA, et al. Efficacy and safety of linagliptin in persons with type 2 diabetes inadequately controlled by a combination of metformin and sulphonylurea: a 24-week randomized study. Diabet Med. 2011;28(11):1352-61.<br> <sup>10.</sup> Tinahones FJ, Gallwitz B, Nordaby M, et al. Linagliptin as add-on to empagliflozin and metformin in patients with type 2 diabetes: Two 24-week randomized, double-blind, double-dummy, parallel-group trials. Diabetes Obes Metab. 2016. DOI: 10.1111/dom.12814.<br> <sup>11. </sup>Gomis R, Espadero RM, Jones R, et al. Efficacy and safety of initial combination therapy with linagliptin and pioglitazone in patients with inadequately controlled type 2 diabetes: a randomized, double-blind, placebo-controlled study. Diabetes Obes Metab. 2011;13(7):653-61.<br> <sup>12.</sup> Gallwitz B, Rosenstock J, Rauch T, et al. 2-year efficacy and safety of linagliptin compared with glimepiride in patients with type 2 diabetes inadequately controlled on metformin: a randomised, double-blind, non-inferiority trial. Lancet. 2012;380(9840):475-83.<br> <sup>13.</sup> Von websky K, Reichetzeder C, Hocher B. Linagliptin as add-on therapy to insulin for patients with type 2 diabetes. Vasc Health Risk Manag. 2013;9:681-94.<br> <sup>14.</sup> Barnett AH, Huisman H, Jones R, et al. Linagliptin for patients aged 70 years or older with type 2 diabetes inadequately controlled with common antidiabetes treatments: a randomised, double-blind, placebo-controlled trial. Lancet. 2013;382(9902):1413-23.<br> <sup>15. </sup>Ross SA, Caballero AE, Del prato S, et al. Initial combination of linagliptin and metformin compared with linagliptin monotherapy in patients with newly diagnosed type 2 diabetes and marked hyperglycaemia: a randomized, doubleblind, active-controlled, parallel group, multinational clinical trial. Diabetes Obes Metab. 2015;17(2):136-44.<br> <sup>16. </sup>Johansen OE, Neubacher D, Von eynatten M, et al. Cardiovascular safety with linagliptin in patients with type 2 diabetes <em>mellitus</em>: a pre-specified, prospective, and adjudicated meta-analysis of a phase 3 programme. Cardiovasc Diabetol. 2012;11:3.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Farmacodin&#xE2;mica</h3> <p>A Linagliptina &#xE9; um inibidor da enzima DPP-4 (dipeptidil peptidase 4), uma enzima que est&#xE1; envolvida na inativa&#xE7;&#xE3;o dos horm&#xF4;nios incretinas GLP-1 e GIP (pept&#xED;deo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/glucagon/bula\" target=\"_blank\">glucagon</a> s&#xED;mile 1 e polipept&#xED;deo insulinotr&#xF3;pico dependente da <a href=\"https://consultaremedios.com.br/glicose/bula\" target=\"_blank\">glicose</a>).</p> <p>Estes horm&#xF4;nios s&#xE3;o rapidamente degradados pela enzima DPP-4. Ambos os horm&#xF4;nios incretinas est&#xE3;o envolvidos na regula&#xE7;&#xE3;o fisiol&#xF3;gica da homeostase de glicose. As incretinas s&#xE3;o secretadas em baixos n&#xED;veis basais ao longo do dia e os n&#xED;veis aumentam imediatamente ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o de uma refei&#xE7;&#xE3;o. GLP-1 e GIP aumentam a bioss&#xED;ntese de insulina e a secre&#xE7;&#xE3;o das c&#xE9;lulas beta pancre&#xE1;ticas, na presen&#xE7;a de n&#xED;veis sangu&#xED;neos normais e elevados de glicose. Al&#xE9;m disso, o GLP-1 tamb&#xE9;m reduz a secre&#xE7;&#xE3;o de glucagon pelas c&#xE9;lulas alfa pancre&#xE1;ticas, resultando numa redu&#xE7;&#xE3;o na produ&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica de glicose. A Linagliptina liga-se de forma muito eficaz &#xE0; enzima DPP-4 de maneira revers&#xED;vel e, dessa forma, leva a um aumento sustentado e um prolongamento dos n&#xED;veis de incretina ativa. A Linagliptina aumenta a secre&#xE7;&#xE3;o de insulina e reduz a secre&#xE7;&#xE3;o de glucagon de forma dependente da glicose, resultando dessa maneira, em uma melhora global na homeostase glic&#xEA;mica. A Linagliptina se liga seletivamente &#xE0; enzima DPP-4 e exibe uma seletividade &gt;10.000 vezes versus as enzimas DPP-8 e DPP-9 <em>in vitro</em>.</p> <h3>Farmacocin&#xE9;tica</h3> <p>A farmacocin&#xE9;tica da Linagliptina foi extensamente caracterizada em indiv&#xED;duos sadios e em pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2. Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de uma dose de 5 mg em volunt&#xE1;rios sadios ou pacientes, a Linagliptina foi rapidamente absorvida, com o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica (t<sub>m&#xE1;x mediano</sub>) ocorrendo 1,5 horas ap&#xF3;s a dose.</p> <p>As concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas de Linagliptina declinam pelo menos de maneira bif&#xE1;sica, com uma prolongada meia vida terminal (meia vida terminal para Linagliptina maior que 100 horas), que est&#xE1; principalmente relacionada &#xE0; forte e satur&#xE1;vel liga&#xE7;&#xE3;o da Linagliptina &#xE0; enzima DPP-4 e n&#xE3;o contribui para o ac&#xFA;mulo do f&#xE1;rmaco. A meia vida efetiva para acumula&#xE7;&#xE3;o da Linagliptina, conforme determinada a partir da administra&#xE7;&#xE3;o oral de m&#xFA;ltiplas doses de 5 mg de Linagliptina, &#xE9; de, aproximadamente, 12 horas. As concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas do estado de equil&#xED;brio s&#xE3;o atingidas ap&#xF3;s a terceira dose, em um regime de 5 mg de Linagliptina uma vez ao dia. A ASC plasm&#xE1;tica da Linagliptina aumentou aproximadamente 33% ap&#xF3;s doses de 5 mg no estado de equil&#xED;brio, em compara&#xE7;&#xE3;o &#xE0; primeira dose. Os coeficientes intra e inter indiv&#xED;duos de varia&#xE7;&#xE3;o para a ASC da Linagliptina foram pequenos (12,6% e 28,5%, respectivamente). A ASC plasm&#xE1;tica da Linagliptina aumentou de uma maneira menor que proporcional &#xE0; dose. A farmacocin&#xE9;tica da Linagliptina foi geralmente similar em indiv&#xED;duos sadios e em pacientes com diabetes <em>mellitus</em> do tipo 2.</p> <h4>Absor&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>A biodisponibilidade absoluta da Linagliptina &#xE9; de, aproximadamente, 30%. A coadministra&#xE7;&#xE3;o de refei&#xE7;&#xE3;o rica em gorduras com Linagliptina n&#xE3;o teve efeito clinicamente relevante sobre a sua farmacocin&#xE9;tica, por isso a mesma pode ser administrada com ou sem alimentos. Estudos <em>in vitro</em> indicaram que a Linagliptina &#xE9; um substrato da glicoprote&#xED;na-P (Pgp) e da CYP3A4. O ritonavir, um potente inibidor da glicoprote&#xED;na-P e da CYP3A4, levou a um aumento de duas vezes na exposi&#xE7;&#xE3;o (ASC) e a m&#xFA;ltipla coadministra&#xE7;&#xE3;o de Linagliptina com rifampicina, um potente indutor da P-gp e da isozima CYP3A4, resultou em uma redu&#xE7;&#xE3;o de cerca de 40% na ASC no estado de equil&#xED;brio, presumivelmente por aumentar/reduzir a biodisponibilidade da Linagliptina pela inibi&#xE7;&#xE3;o/indu&#xE7;&#xE3;o da glicoprote&#xED;na-P.</p> <h4>Distribui&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>Como resultado da liga&#xE7;&#xE3;o aos tecidos, o volume aparente m&#xE9;dio de distribui&#xE7;&#xE3;o no estado de equil&#xED;brio, ap&#xF3;s uma dose intravenosa &#xFA;nica de 5 mg de Linagliptina a indiv&#xED;duos sadios, &#xE9; de, aproximadamente, 1.110 litros; o que indica que a Linagliptina se distribui extensamente pelos tecidos. A liga&#xE7;&#xE3;o da Linagliptina &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> plasm&#xE1;ticas &#xE9; dependente da concentra&#xE7;&#xE3;o, diminuindo de cerca de 99% a 1 nmol/L, para 75-89% a &#x2265;30 nmol/L; o que reflete a satura&#xE7;&#xE3;o da liga&#xE7;&#xE3;o &#xE0; DPP-4 com o aumento da concentra&#xE7;&#xE3;o de Linagliptina. Em concentra&#xE7;&#xF5;es elevadas, quando DPP-4 est&#xE1; completamente saturada, 70-80% da Linagliptina est&#xE1; ligada a outras prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas que n&#xE3;o a DPP-4, consequentemente 20-30% est&#xE1; livre no plasma.</p> <h4>Metabolismo</h4> <p>Ap&#xF3;s uma dose oral de 10 mg de Linagliptina [<sup>14</sup>C], aproximadamente 5% da radioatividade foi excretada na urina. O metabolismo desempenha um papel secund&#xE1;rio na elimina&#xE7;&#xE3;o da Linagliptina. Foi detectado, no estado de equil&#xED;brio da Linagliptina, um metab&#xF3;lito principal com uma exposi&#xE7;&#xE3;o relativa de 13,3%; o qual mostrou estar farmacologicamente inativo e, dessa maneira, n&#xE3;o contribuir para a atividade inibidora da DPP-4 plasm&#xE1;tica exercida pela Linagliptina.</p> <h4>Excre&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o de uma dose oral de Linagliptina [<sup>14</sup>C] a indiv&#xED;duos sadios, aproximadamente 85% da radioatividade administrada foi eliminada nas fezes (80%) ou urina (5%) em 4 dias da dose. A depura&#xE7;&#xE3;o renal no estado de equil&#xED;brio foi de, aproximadamente, 70 mL/minuto.</p> <h4>Popula&#xE7;&#xF5;es Especiais</h4> <h5>Disfun&#xE7;&#xE3;o renal</h5> <p>Um estudo dose m&#xFA;ltipla, aberto, foi conduzido para avaliar a farmacocin&#xE9;tica da Linagliptina (dose de 5 mg) em pacientes com v&#xE1;rios graus de disfun&#xE7;&#xE3;o renal cr&#xF4;nica em compara&#xE7;&#xE3;o a volunt&#xE1;rios com fun&#xE7;&#xE3;o renal normal. O estudo incluiu pacientes com disfun&#xE7;&#xE3;o renal classificada de acordo com a depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina como leve (50 a &lt;80 mL/minuto), moderada (30 a &lt;50 mL/minuto) e grave (&lt;30 mL/minuto), bem como pacientes com doen&#xE7;a renal terminal sob <a href=\"https://consultaremedios.com.br/produtos-hospitalares/hemodialise/c\" target=\"_blank\">hemodi&#xE1;lise</a>. Al&#xE9;m disso, pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2 e disfun&#xE7;&#xE3;o renal grave (&lt;30 mL/minuto) foram comparados a pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2 com fun&#xE7;&#xE3;o renal normal. A depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina foi medida atrav&#xE9;s da medida de depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina em urina de 24 horas ou estimada a partir da creatinina s&#xE9;rica com base na f&#xF3;rmula de Cockcroft-Gault:</p> <p>CrCl = [140 - idade (anos)] x peso (kg) {x 0,85 para pacientes do sexo feminino}/ [72 x creatinina s&#xE9;rica (mg/dL)].</p> <p>Sob condi&#xE7;&#xF5;es de estado de equil&#xED;brio, a exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; Linagliptina em pacientes com disfun&#xE7;&#xE3;o renal leve foi compar&#xE1;vel aquela nos indiv&#xED;duos sadios. Na disfun&#xE7;&#xE3;o renal moderada, um aumento moderado na exposi&#xE7;&#xE3;o, de cerca de 1,7 vezes, foi observado em compara&#xE7;&#xE3;o ao controle. A exposi&#xE7;&#xE3;o em pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2 com disfun&#xE7;&#xE3;o renal grave foi aumentada em cerca de 1,4 vezes comparada a pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2 com fun&#xE7;&#xE3;o renal normal.</p> <p>A previs&#xE3;o da ASC da Linagliptina no estado de equil&#xED;brio, em pacientes com doen&#xE7;a renal terminal, indicou exposi&#xE7;&#xE3;o compar&#xE1;vel &#xE0;quela de pacientes com disfun&#xE7;&#xE3;o renal moderada ou grave. Al&#xE9;m disso, n&#xE3;o se espera que a Linagliptina seja eliminada em grau terapeuticamente significativo por hemodi&#xE1;lise ou di&#xE1;lise peritoneal. Portanto, nenhum ajuste de dose da Linagliptina &#xE9; necess&#xE1;rio em pacientes com qualquer grau de disfun&#xE7;&#xE3;o renal. Al&#xE9;m disso, disfun&#xE7;&#xE3;o renal leve n&#xE3;o teve efeito sobre a farmacocin&#xE9;tica da Linagliptina em pacientes com diabetes <em>mellitus</em> do tipo 2, conforme avaliado pela an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica populacional.</p> <h5>Disfun&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica</h5> <p>Em pacientes com disfun&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica leve, moderada e grave (segundo a classifica&#xE7;&#xE3;o de ChildPugh), a ASC e C<sub>max</sub> m&#xE9;dias da Linagliptina mostraram-se similares &#xE0;quelas dos correspondentes controles sadios, ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o de m&#xFA;ltiplas doses de 5 mg de Linagliptina. Nenhum ajuste de dose da Linagliptina &#xE9; necess&#xE1;rio para pacientes com disfun&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica leve, moderada ou grave.</p> <h5><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/como-calcular-imc/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">&#xCD;ndice de Massa Corporal</a> (IMC)</h5> <p>Nenhum ajuste de dose &#xE9; necess&#xE1;rio com base no IMC. O &#xED;ndice de massa corporal n&#xE3;o teve efeito clinicamente relevante sobre a farmacocin&#xE9;tica da Linagliptina, com base em uma an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica populacional de dados de Fase I e Fase II.</p> <h5>G&#xEA;nero</h5> <p>Nenhum ajuste de dose &#xE9; necess&#xE1;rio com base no sexo dos indiv&#xED;duos. O g&#xEA;nero n&#xE3;o teve efeito clinicamente relevante sobre a farmacocin&#xE9;tica da Linagliptina, com base em uma an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica populacional de dados de Fase I e de Fase II.</p> <h5>Pacientes idosos</h5> <p>Nenhum ajuste de dose &#xE9; requerido com base na idade, j&#xE1; que a idade n&#xE3;o teve um impacto clinicamente relevante sobre a farmacocin&#xE9;tica da Linagliptina com base em uma an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica populacional de dados de Fase I e de Fase II. Indiv&#xED;duos idosos (65 a 80 anos de idade) tiveram concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas de Linagliptina compar&#xE1;veis &#xE0;s de indiv&#xED;duos mais jovens.</p> <h5>Pacientes pedi&#xE1;tricos</h5> <p>Ainda n&#xE3;o foram realizados estudos caracterizando a farmacocin&#xE9;tica da Linagliptina em pacientes pedi&#xE1;tricos.</p> <h5>Ra&#xE7;a</h5> <p>Nenhum ajuste de dose &#xE9; necess&#xE1;rio com base na ra&#xE7;a. A ra&#xE7;a n&#xE3;o teve efeito &#xF3;bvio sobre as concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas de Linagliptina com base em uma an&#xE1;lise composta de dados farmacocin&#xE9;ticos dispon&#xED;veis, incluindo pacientes de origem caucasiana, hisp&#xE2;nica, afro-americana e asi&#xE1;tica. Al&#xE9;m disso, as caracter&#xED;sticas farmacocin&#xE9;ticas da Linagliptina mostraram-se similares nos estudos de Fase I com volunt&#xE1;rios sadios japoneses, chineses e caucasianos e com pacientes diab&#xE9;ticos tipo 2 afro-americanos.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Trayenta?

Mantenha em temperatura ambiente (15 °C a 30 °C).

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

O comprimido revestido de Trayenta é vermelho claro, redondo, biconvexo, com bordas chanfradas e com o símbolo da empresa Boehringer Ingelheim em uma face e D5 na outra.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Trayenta

Comprimidos revestidos&nbsp;5 mg

Embalagens com 10 e 30 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Trayenta

MS – 1.0367.0167

Farm. Resp.:
Ana Carolina Scandura Cardillo
CRF-SP 22440

Importado e embalado por:
Boehringer Ingelheim do Brasil Quím. e Farm. Ltda.
Rod. Régis Bittencourt, km 286 Itapecerica da Serra - SP
CNPJ 60.831.658/0021-10
Indústria Brasileira



Fabricado por:
West-Ward Columbus Inc.
Columbus, Estados Unidos da América

SAC:
0800-7016633

Venda sob prescrição médica.

5mg, caixa com 30 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Linagliptina
Classe Terapêutica
:
Antidiabéticos Inibidores Dpp-Iv Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Diabetes
Especialidade
:
Endocrinologia

Bula do medicamento

Trayenta, para o que é indicado e para o que serve?

Trayenta é indicado para o tratamento do diabetes mellitus do tipo 2, para melhorar o controle glicêmico (nível sanguíneo de açúcar) em conjunto com dieta e exercícios. Pode ser utilizado sozinho ou associado à metformina, sulfonilureias, tiazolidinedionas, insulina (com ou sem metformina), metformina mais sulfonilureias ou metformina mais inibidores de SGLT-2.

Quais as contraindicações do Trayenta?

Você não deve usar Trayenta se tiver alergia à linagliptina ou a qualquer um dos componentes da fórmula.

Como usar o Trayenta?

O comprimido de Trayenta deve ser ingerido por via oral. A dose recomendada é um comprimido de 5 mg uma vez ao dia, a qualquer hora do dia, com ou sem alimentos.

Não há necessidade de ajuste de dose para pacientes com disfunção renal, disfunção hepática e idosos. A experiência com doentes com mais de 80 anos é limitada, consequentemente, estes doentes devem ser tratados com cuidado. Não é indicado para uso em pacientes pediátricos e adolescentes abaixo de 18 anos devido à falta de dados sobre segurança e eficácia nessa população.

Insulina e sulfonilureias são conhecidas por causar hipoglicemia. Portanto, é preciso ter cuidado ao tomar linagliptina em associação a insulina ou sulfonilureia. Pode ser necessário reduzir a dose da insulina ou da sulfonilureia.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Trayenta funciona?

Trayenta atua no tratamento do diabetes mellitus do tipo 2 fazendo o pâncreas produzir maior quantidade de insulina e menor quantidade do hormônio glucagon, ajudando assim a controlar o seu nível de açúcar no sangue. Trayenta é um medicamento que inibe a enzima dipeptidil peptidase-4 (DPP-4), responsável pela inativação dos hormônios incretínicos, como o peptídeo glucagon símile 1 (GLP-1). O GLP-1 é liberado pelo intestino após ingestão de alimentos e estimula a secreção de insulina pelo pâncreas. Assim, ao inibir a DPP-4, Trayenta permite que o hormônio GLP-1 atue por mais tempo, liberando insulina conforme necessidade de seu organismo. Seu médico prescreverá Trayenta tanto sozinho quanto em combinação a outro antidiabético, se necessário.

É importante que você continue a seguir a dieta e/ou os exercícios indicados enquanto estiver em tratamento com Trayenta.

Após administração oral, com ou sem alimentos, Trayenta é rapidamente absorvido e chega à corrente sanguínea, atingindo o pico de maior concentração no sangue 1,5 horas após tomada da dose.

Quais cuidados devo ter ao usar o Trayenta?

Trayenta não deve ser usado em pacientes com diabetes mellitus do tipo 1 (ou seja, se seu corpo não produz insulina) nem para o tratamento de uma condição chamada cetoacidose diabética.

Se houver suspeita de inflamação aguda do pâncreas, deve-se descontinuar o uso de Trayenta.

Pacientes que usaram linagliptina sozinha tiveram número de episódios de hipoglicemia (queda nos níveis de açúcar no sangue) similar a pacientes que usaram placebo.

Em estudos clínicos nos quais os pacientes usaram linagliptina associada a agentes que tem baixo risco de causar hipoglicemia (por exemplo, metformina, tiazolidinedionas), o número de episódios de hipoglicemia relatados com linagliptina foi similar ao número de episódios nos pacientes que tomaram placebo.

Insulina e sulfonilureias são conhecidas por causar hipoglicemia. Portanto, é preciso ter cuidado ao tomar linagliptina em associação a insulina ou sulfonilureia. Pode ser necessário reduzir a dose da insulina ou da sulfonilureia.

Se houver suspeita de penfigoide bolhoso (bolhas grandes e muito firmes e que demoram muitos dias para se romper), deve-se descontinuar o uso de Trayenta.

Artralgia grave e debilitante foi reportada em pacientes que utilizam medicamentos da mesma classe de Trayenta (inibidores da DPP-4). Portanto, informe seu médico caso sinta dores graves nas articulações, para que ele avalie a necessidade de descontinuar o uso do medicamento, se apropriado.

Capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Não há estudos sobre os efeitos na capacidade de dirigir e operar máquinas.

Gravidez e Amamentação

O uso de Trayenta não é recomendado durante a gravidez, por não haver estudos suficientes com essa população.

Dados farmacodinâmicos/toxicológicos disponíveis em animais têm mostrado excreção da linagliptina no leite. Não se sabe se Trayenta é excretado no leite humano. É necessário ter precaução ao administrar Trayenta a mulheres que estão amamentando.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Trayenta?

A linagliptina foi estudada para o tratamento de pacientes com diabetes tipo 2 tanto sozinha quanto em combinação a outros antidiabéticos. As reações adversas relatadas abaixo são apresentadas de acordo com a frequência. Foram reportadas reações adversas em pacientes que receberam Trayenta 5 mg diariamente como monoterapia ou como associação terapêutica em estudos clínicos e reações adversas identificadas na experiência pós-comercialização.

  • <li>Rea&#xE7;&#xF5;es muito comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): hipoglicemia (queda dos n&#xED;veis de a&#xE7;&#xFA;car no sangue), quando usada em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina e sulfonilureia;</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): lipase aumentada (enzima que pode ser verificada em exame de sangue para diagnosticar alguma altera&#xE7;&#xE3;o no p&#xE2;ncreas), aumento de peso (quando usada em combina&#xE7;&#xE3;o com pioglitazona);</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): nasofaringite (infec&#xE7;&#xE3;o de vias a&#xE9;reas superiores - nariz e faringe), hipersensibilidade (alergia), <a href="https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/tosse/c" target="_blank">tosse</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/pancreatite/" rel="noopener" target="_blank">pancreatite</a> (inflama&#xE7;&#xE3;o no p&#xE2;ncreas), <a href="https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/" rel="noopener" target="_blank">constipa&#xE7;&#xE3;o</a> (quando usada em combina&#xE7;&#xE3;o com insulina), <em>rash </em>(vermelhid&#xE3;o), amilase aumentada (enzima que pode ser verificada em exame de sangue para diagnosticar alguma altera&#xE7;&#xE3;o no p&#xE2;ncreas);</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): <a href="https://minutosaudavel.com.br/angioedema-o-que-e-complicacoes-como-tratar-e-muito-mais/" rel="noopener" target="_blank">angioedema</a> (incha&#xE7;o da l&#xED;ngua, l&#xE1;bios e garganta), <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a> (placas avermelhadas e elevadas na pele, geralmente com coceira), ulcera&#xE7;&#xE3;o da boca (feridas na boca), penfigoide bolhoso (bolhas grandes e muito firmes e que demoram muitos dias para se romper);</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es com frequ&#xEA;ncia desconhecida (n&#xE3;o pode ser estimada a partir dos dados dispon&#xED;veis): hipertrigliceridemia (aumento dos n&#xED;veis de triglic&#xE9;rides no sangue), quando usada em combina&#xE7;&#xE3;o com sulfonilureia; hiperlipidemia (aumento dos n&#xED;veis de gordura no sangue - <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/colesterol/c" target="_blank">colesterol</a> e triglic&#xE9;rides), quando usada em combina&#xE7;&#xE3;o com pioglitazona.</li>

O evento adverso mais frequentemente relatado foi a queda dos níveis de açúcar no sangue (hipoglicemia), observada sob a combinação tripla linagliptina mais metformina mais sulfonilureia, 22,9% comparada a 14,8% de ocorrência em pacientes que usaram placebo.

Os episódios de hipoglicemia nos estudos controlados por placebo foram leves, moderados ou graves.

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Trayenta?

Se uma dose for esquecida, deve ser tomada assim que você se recordar. Não se deve tomar uma dose duplicada no mesmo dia.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Trayenta?

Cada comprimido revestido de Trayenta contém:

5 mg de linagliptina.

Excipientes: manitol, amido pré-gelatinizado, amido, copovidona, estearato de magnésio, Opadry® rosa (hipromelose, dióxido de titânio, talco, macrogol, óxido de ferro vermelho).

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Trayenta maior do que a recomendada?

Durante os estudos clínicos em indivíduos sadios, doses únicas de até 600 mg de linagliptina (equivalentes a 120 vezes a dose recomendada) foram bem toleradas. Não há experiência com doses acima de 600 mg em humanos.

Na eventualidade de uma superdose, você deve procurar auxílio médico imediatamente.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Trayenta com outros remédios?

Você deve informar ao seu médico sobre todos os medicamentos que está usando. Você não deve começar a tomar nenhum medicamento sem conversar com seu médico.

Nenhuma interação clinicamente significativa que necessite ajuste de dose foi observada em diversos estudos realizados.

A administração concomitante de linagliptina com vários medicamentos comumente utilizados por diabéticos e com problemas cardíacos (metformina, glibenclamida, sinvastatina, pioglitazona, varfarina, digoxina) e também com contraceptivos orais não causou efeito relevante sobre a absorção e concentração sanguínea de nenhum dos medicamentos.

O ritonavir é um medicamento antirretroviral utilizado para tratamento de infecção pelo vírus HIV e é conhecido por ser um potente inibidor da isozima CYP3A4 e da glicoproteína-P (proteínas do fígado e intestino que são responsáveis por metabolizar e transportar diversas substâncias). Administração concomitante de linagliptina e ritonavir não causou alterações farmacocinéticas clinicamente relevantes, e por isso, não são esperadas interações medicamentosas com outros medicamentos que também inibem estes sistemas, e um ajuste de dose não seria requerido. A rifampicina é um medicamento antibacteriano potente indutor da glicoproteína-P e da isozima CYP3A4. Estudos de administração múltipla de linagliptina com rifampicina mostraram uma diminuição na concentração sanguínea de linagliptina e redução da inibição da DPP-4 em 30% nos menores níveis de concentração de linagliptina. Assim sendo, espera-se que a linagliptina em combinação com indutores fortes da glicoproteína-P seja clinicamente eficaz, embora a eficácia plena possa não ser atingida.

A biodisponibilidade absoluta da linagliptina é de aproximadamente 30%. Como a administração concomitante de uma refeição rica em gorduras com linagliptina não teve efeito clinicamente relevante sobre a sua concentração sanguínea, a linagliptina pode ser administrada com ou sem alimentos.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Trayenta com alimentos?

A biodisponibilidade absoluta da Linagliptina é de aproximadamente 30%. Como a coadministração de uma refeição rica em gorduras com Linagliptina não exerceu efeito clinicamente relevante sobre a farmacocinética, a Linagliptina pode ser administrada com ou sem alimentos.

Qual a ação da substância do Trayenta (Linagliptina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Estudos Cl&#xED;nicos</h3> <h4>Monoterapia com Linagliptina</h4> <p>A efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da Linagliptina em monoterapia foram avaliadas em um estudo duplo-cego controlado por placebo, de 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. O tratamento com Linagliptina 5 mg uma vez ao dia mostrou uma melhora significativa na HbA1c (<a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hemoglobina-glicada-e-valores-de-referencia-do-exame/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hemoglobina glicada</a>) (altera&#xE7;&#xE3;o de -0,69% em compara&#xE7;&#xE3;o com o placebo), em pacientes com HbA1c basal de aproximadamente 8%.</p> <p>A Linagliptina tamb&#xE9;m demonstrou melhoras significativas na glicemia de jejum (altera&#xE7;&#xE3;o de -23,3 mg/dL em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo), na glicemia p&#xF3;s-prandial de 2 horas e uma maior propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes atingiu um alvo de HbA1c &lt;7,0%, em compara&#xE7;&#xE3;o com o placebo.</p> <p>A melhora na HbA1c n&#xE3;o foi afetada pelo sexo, idade, ra&#xE7;a, IMC basal, presen&#xE7;a de s&#xED;ndrome metab&#xF3;lica ou &#xED;ndice padr&#xE3;o de resist&#xEA;ncia &#xE0; insulina (HOMA-IR). O tratamento di&#xE1;rio com Linagliptina 5 mg melhorou significativamente os marcadores intermedi&#xE1;rios da fun&#xE7;&#xE3;o da c&#xE9;lula beta, incluindo HOMA (Modelo de Avalia&#xE7;&#xE3;o de Homeostase), raz&#xE3;o entre pr&#xF3;-insulina e insulina e avalia&#xE7;&#xE3;o da responsividade da c&#xE9;lula beta ao teste de toler&#xE2;ncia &#xE0; refei&#xE7;&#xE3;o frequentemente realizado. A incid&#xEA;ncia observada de hipoglicemia em pacientes tratados com Linagliptina foi similar &#xE0;quela com placebo.</p> <p>O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos.<sup>1</sup></p> <h4>Monoterapia com Linagliptina para pacientes intolerantes &#xE0; metformina</h4> <p>A efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da monoterapia com Linagliptina foram tamb&#xE9;m avaliadas em pacientes nos quais a terapia com metformina &#xE9; inapropriada devido &#xE0; intolerabilidade ou contraindica&#xE7;&#xE3;o, em um estudo duplo-cego, controlado por placebo, com 18 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o, prolongado por um per&#xED;odo de seguran&#xE7;a de 34 semanas (no qual os pacientes em uso de placebo passaram a usar glimepirida). A Linagliptina levou a melhora significativa na HbA1c (altera&#xE7;&#xE3;o de -0,60% em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo), a partir de uma HbA1c basal m&#xE9;dia de 8,09%. A altera&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia da HbA1c em rela&#xE7;&#xE3;o ao valor basal permaneceu constante com o uso da Linagliptina a partir da 18&#xAA; semana at&#xE9; a 52&#xAA; semana. A Linagliptina tamb&#xE9;m mostrou melhora significativa na glicemia de jejum (altera&#xE7;&#xE3;o de -20,5 mg/dL em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo), e uma maior propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes atingiu um alvo de HbA1c &lt;7,0%, em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo. A incid&#xEA;ncia observada de hipoglicemia nos pacientes tratados com Linagliptina foi similar &#xE0;quela com placebo e foi menor do que a verificada com glimepirida durante o per&#xED;odo de seguran&#xE7;a. O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos durante as 18 semanas controladas por placebo, e os pacientes tratados com glimepirida apresentaram um aumento do peso corporal ao longo do per&#xED;odo de seguran&#xE7;a. <sup>2</sup></p> <h4>Dados de compara&#xE7;&#xE3;o entre a monoterapia com Linagliptina durante 12 semanas e placebo, e dados de compara&#xE7;&#xE3;o entre a monoterapia com Linagliptina durante 26 semanas e um inibidor da &#x3B1;-glicosidase (voglibose)</h4> <p>&amp;nbsp;A efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da monoterapia com Linagliptina foram tamb&#xE9;m avaliadas em pacientes japoneses, em um estudo duplo-cego versus placebo com 12 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o, e outro estudo versus voglibose (inibidor da &#x3B1;-glicosidase) com 26 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. A Linagliptina (5 mg) levou a melhora significativa na HbA1c (altera&#xE7;&#xE3;o de -0,87% em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo) ap&#xF3;s 12 semanas, a partir de uma HbA1c basal m&#xE9;dia de 8,0%. A Linagliptina (5 mg) mostrou tamb&#xE9;m fornecer&amp;nbsp;melhora significativa na HbA1c em compara&#xE7;&#xE3;o &#xE0; voglibose (altera&#xE7;&#xE3;o de -0,32% em compara&#xE7;&#xE3;o &#xE0; voglibose) ap&#xF3;s 26 semanas, a partir de uma HbA1c basal m&#xE9;dia de 8,0%. A Linagliptina tamb&#xE9;m demonstrou melhora significativa na glicemia de jejum (altera&#xE7;&#xE3;o de -19,7 mg/dL em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo e -6,9 mg/dL em compara&#xE7;&#xE3;o a voglibose) e uma maior propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes atingiu o alvo de HbA1c &lt;7,0%, em compara&#xE7;&#xE3;o a ambos, placebo e voglibose. A incid&#xEA;ncia observada de hipoglicemia nos pacientes tratados com Linagliptina foi similar &#xE0;quela com placebo e com voglibose. O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos Linagliptina (5 mg) e placebo, ap&#xF3;s 12 semanas de tratamento. Os pacientes tratados com Linagliptina (5 mg) exibiram uma pequena redu&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia no peso corporal em rela&#xE7;&#xE3;o ao basal (- 0,16 kg) ap&#xF3;s 26 semanas, em compara&#xE7;&#xE3;o a uma redu&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia significativamente maior no peso corporal dos pacientes que receberam voglibose (-1,04 kg).<sup>3</sup></p> <h4>Linagliptina como terapia associada &#xE0; metformina</h4> <p>A efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da terapia com Linagliptina em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina foram avaliadas em um estudo duplocego, controlado por placebo, com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. A Linagliptina forneceu melhora significativa na HbA1c (altera&#xE7;&#xE3;o de -0,64% em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo), a partir de uma HbA1c basal m&#xE9;dia de 8%. A Linagliptina tamb&#xE9;m mostrou melhoras significativas na glicemia de jejum (-21,1 mg/dL), glicemia p&#xF3;s-prandial de 2 horas (-67,1 mg/dL) em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo e uma maior propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes atingiu o alvo de HbA1c &lt;7,0% (28,3% com Linagliptina versus 11,4% com placebo).</p> <p>A incid&#xEA;ncia observada de hipoglicemia em pacientes tratados com Linagliptina foi similar &#xE0;quela com placebo. O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos.<sup>4 </sup></p> <p>A efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a de Linagliptina associada &#xE0; metformina foram avaliadas em um estudo de terapia inicial de desenho fatorial, controlado por placebo, com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. A Linagliptina 2,5 mg administrada duas vezes ao dia em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina (500 mg ou 1000 mg duas vezes ao dia) proporcionou melhora significativa nos par&#xE2;metros glic&#xEA;micos comparado com ambas as monoterapias (HbA1c basal m&#xE9;dia de 8,65%).</p> <p>A diferen&#xE7;a de tratamento m&#xE9;dia na HbA1c do valor basal at&#xE9; a semana 24 (&#xFA;ltima observa&#xE7;&#xE3;o) entre a terapia de associa&#xE7;&#xE3;o de Linagliptina e metformina versus a monoterapia com metformina foi -0,51% (IC 95% -0,73, -0,30; p&lt;0,0001) para Linagliptina 2,5 mg + metformina 1000 mg duas vezes ao dia comparada com metformina 1000 mg duas vezes ao dia e -0,58% (IC 95% -0,79, -0,36; p&lt;0,0001) para Linagliptina 2,5 mg + metformina 500 mg duas vezes ao dia comparado com metformina 500 mg duas vezes ao dia. A altera&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia corrigida por placebo da HbA1c em rela&#xE7;&#xE3;o ao basal para Linagliptina 2,5/metformina 1000 mg duas vezes ao dia foi de 1,71%, o que levou &#xE0; meta de HbA1c (&lt;7,0%) em 53,6% dos pacientes (comparado a 30,7% na monoterapia com metformina 1000 mg duas vezes ao dia). Redu&#xE7;&#xF5;es m&#xE9;dias na HbA1c em rela&#xE7;&#xE3;o ao basal foram, em geral, maiores para pacientes com valores basais de HbA1c mais altos.</p> <p>Os efeitos nos lip&#xED;dios plasm&#xE1;ticos foram, em geral, neutros. A redu&#xE7;&#xE3;o do peso corporal com a combina&#xE7;&#xE3;o de Linagliptina e metformina foi similar &#xE0;quela observada com a metformina isolada ou placebo; n&#xE3;o houve altera&#xE7;&#xE3;o em rela&#xE7;&#xE3;o ao peso basal em pacientes com Linagliptina isolada. A incid&#xEA;ncia de hipoglicemia foi similar entre os grupos de tratamento (placebo 1,4%, Linagliptina 5 mg 0%, metformina 2,1% e Linagliptina 2,5 mg mais metformina duas vezes ao dia 1,4%). Al&#xE9;m disso, esse estudo incluiu pacientes (n=66) com <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hiperglicemia-sintomas-tratamento-e-consequencias/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hiperglicemia</a> mais grave (HbA1c basal &#x2265;11%), que foram tratados de forma aberta com Linagliptina 2,5 mg e metformina 1000 mg duas vezes ao dia. Neste grupo de pacientes, o valor basal m&#xE9;dio de HbA1c foi 11,8% e a glicemia de jejum m&#xE9;dia foi 261,8 mg/dL. Uma redu&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia em rela&#xE7;&#xE3;o ao basal de - 3,74% na HbA1c (n=48) e de -81,2 mg/dL para glicemia de jejum (n=41) foi observada para pacientes que completaram o per&#xED;odo de 24 semanas do estudo sem necessidade de terapia de resgate. Na an&#xE1;lise da &#xFA;ltima observa&#xE7;&#xE3;o incluindo todos os pacientes com medidas de desfecho prim&#xE1;rio (n=65) at&#xE9; a &#xFA;ltima observa&#xE7;&#xE3;o &#x201C;sem terapia de resgate&#x201D;, as altera&#xE7;&#xF5;es em rela&#xE7;&#xE3;o ao basal foram de -3,19% na HbA1c e -73,6 mg/dL na glicemia de jejum.<sup>5 </sup></p> <p>A efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a de Linagliptina 2,5 mg duas vezes ao dia versus 5 mg uma vez ao dia em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina em pacientes com controle glic&#xEA;mico insatisfat&#xF3;rio em monoterapia com metformina foram avaliadas em um estudo duplo-cego controlado por placebo de 12 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. A Linagliptina (2,5 mg duas vezes ao dia e 5 mg uma vez ao dia) adicionada &#xE0; metforrmina proporcionou melhora significativa nos par&#xE2;metros glic&#xEA;micos comparado com o placebo. A Linagliptina 5 mg uma vez ao dia e 2,5 mg duas vezes ao dia proporcionaram redu&#xE7;&#xF5;es compar&#xE1;veis (IC: -0,07; 0,19) e significativas na HbA1c de -0,80% (em rela&#xE7;&#xE3;o do basal 7,98%), e -0,74 (em rela&#xE7;&#xE3;o do basal 7,96%) em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo. A incid&#xEA;ncia de hipoglicemia observada em pacientes tratados com Linagliptina foi similar ao placebo.</p> <p>O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos.<sup>6</sup></p> <h4>Linagliptina como terapia associada &#xE0; sulfonilureia</h4> <p>A efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da terapia com Linagliptina em combina&#xE7;&#xE3;o com sulfonilureia foram avaliadas em um estudo duplocego, controlado por placebo, com 18 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. A Linagliptina mostrou melhora significativa na HbA1c (altera&#xE7;&#xE3;o de -0,47% em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo), a partir de uma HbA1c basal m&#xE9;dia de 8,6%. A Linagliptina tamb&#xE9;m mostrou melhora significativa na propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes atingindo o alvo de HbA1c &lt;7,0%. O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos.<sup>7</sup></p> <h4>Linagliptina como terapia associada &#xE0; insulina</h4> <p>A efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da adi&#xE7;&#xE3;o de Linagliptina 5 mg &#xE0; terapia com insulina isolada ou em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina e/ou pioglitazona foram avaliadas em um estudo duplo-cego, controlado por placebo, com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. A diferen&#xE7;a m&#xE9;dia na HbA1c do basal at&#xE9; a semana 24 (&#xFA;ltima observa&#xE7;&#xE3;o) entre os tratamentos com Linagliptina e placebo foi de -0,65% (95% IC -0,74, -0,55; p&lt;0,0001), a partir de uma HbA1c basal m&#xE9;dia de 8,3%. Redu&#xE7;&#xF5;es na HbA1c basal m&#xE9;dia foram geralmente maiores em pacientes com valores mais altos de HbA1c basal m&#xE9;dia. A altera&#xE7;&#xE3;o na HbA1c basal m&#xE9;dia foi sustentada com o uso de Linagliptina da semana 12 &#xE0; semana 24. A Linagliptina tamb&#xE9;m mostrou melhoras significativas na glicemia de jejum de -11,25 mg/dL (95% IC -16,14, -6,36; p&lt;0,0001) em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo, e uma maior propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes atingiram o alvo de HbA1c &lt;7,0% em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo. Isso foi atingido com uma dose est&#xE1;vel de insulina. Ap&#xF3;s 24 semanas de tratamento, a dose m&#xE9;dia di&#xE1;ria de insulina basal foi de 42 unidades em pacientes tratados com Linagliptina e de 40 unidades em pacientes tratados com placebo. A altera&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia do basal &#xE0; semana 24 com rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; dose di&#xE1;ria de insulina foi de 1,3 UI no grupo com placebo e de 0,6 UI no grupo com Linagliptina.</p> <p>O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos. Efeitos nos lip&#xED;deos plasm&#xE1;ticos foram neutros. A incid&#xEA;ncia de hipoglicemia foi similar entre os grupos de tratamento (22,2% Linagliptina; 21,2% placebo).<sup>8</sup></p> <h4>Linagliptina como terapia associada &#xE0; combina&#xE7;&#xE3;o de metformina e sulfonilureia</h4> <p>Um estudo controlado por placebo, com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o, foi conduzido para avaliar a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a de Linagliptina 5 mg em rela&#xE7;&#xE3;o ao placebo em pacientes n&#xE3;o suficientemente tratados com uma combina&#xE7;&#xE3;o de metformina com uma sulfonilureia.</p> <p>A Linagliptina mostrou melhora significativa na HbA1c (altera&#xE7;&#xE3;o de -0,62% em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo), a partir de uma HbA1c basal m&#xE9;dia de 8,14%. A Linagliptina tamb&#xE9;m mostrou melhora significativa na propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes atingindo o alvo de HbA1c &lt;7,0%, e tamb&#xE9;m na glicemia de jejum (-12,7 mg/dL), em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo. O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos. <sup>9</sup></p> <h4>Linagliptina como terapia associada &#xE0; combina&#xE7;&#xE3;o de metformina e empagliflozina</h4> <p>Em pacientes n&#xE3;o controlados adequadamente com metformina e empagliflozina (10 mg (n = 247) ou 25 mg (n = 217)), tratamento de 24 semanas com terapia associada &#xE0; Linagliptina 5 mg mostrou redu&#xE7;&#xF5;es na m&#xE9;dia ajustada de HbA1c a partir do basal em -0,53% (diferen&#xE7;a significativa para a associa&#xE7;&#xE3;o ao placebo de -0,32% (IC 95% -0,25; -0,13) e -0,58% (diferen&#xE7;a significativa para a associa&#xE7;&#xE3;o ao placebo de -0,47% (IC 95% -0,66; -0,28), respectivamente. Uma maior propor&#xE7;&#xE3;o estatisticamente significativa de pacientes com uma HbA1c basal &#x2265;7,0% e tratada com 5 mg de Linagliptina alcan&#xE7;ou um alvo de HbA1c &lt;7% em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo.</p> <p>Nos subgrupos pr&#xE9;-especificados de pacientes com HbA1c basal maior ou igual a 8,5% (n = 66 e n = 42 pacientes tratados com metformina mais empagliflozina 10 mg ou 25 mg, respectivamente), redu&#xE7;&#xF5;es na m&#xE9;dia ajustada de HbA1c a partir do basal at&#xE9; 24 semanas em associa&#xE7;&#xE3;o com Linagliptina 5 mg foram de -0,97% (p = 0,0875, para a diferen&#xE7;a da associa&#xE7;&#xE3;o ao placebo) e de -1,16% (p = 0,0046 para a diferen&#xE7;a da associa&#xE7;&#xE3;o ao placebo), respectivamente.<sup>10</sup></p> <h4>Linagliptina como terapia inicial em combina&#xE7;&#xE3;o com pioglitazona</h4> <p>Em um estudo controlado por placebo, com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o, envolvendo terapia inicial com Linagliptina 5 mg em combina&#xE7;&#xE3;o com pioglitazona (30 mg), a terapia inicial com Linagliptina e pioglitazona mostrou melhora significativa na HbA1c em compara&#xE7;&#xE3;o com pioglitazona e placebo (-0,51%), a partir de uma HbA1c basal m&#xE9;dia de 8,6%. A combina&#xE7;&#xE3;o inicial de Linagliptina e pioglitazona tamb&#xE9;m mostrou melhora significativa na glicemia de jejum (altera&#xE7;&#xE3;o de -14,2 mg/dL em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo), e uma maior propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes eram suscet&#xED;veis de atingir a meta de HbA1c (&lt;7%) e uma redu&#xE7;&#xE3;o na HbA1c de &#x2265;0,5%. O peso corporal aumentou significativamente mais com a terapia inicial com Linagliptina e pioglitazona, em compara&#xE7;&#xE3;o com pioglitazona e placebo (1,1 kg). <sup>11</sup></p> <h4>Dados de 24 meses de Linagliptina como terapia associada &#xE0; metformina, em compara&#xE7;&#xE3;o &#xE0; glimepirida</h4> <p>Em um estudo comparando a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da adi&#xE7;&#xE3;o de Linagliptina 5 mg ou glimepirida (um agente da classe das sulfonilureias) em pacientes com controle glic&#xEA;mico inadequado em uso de metformina em monoterapia, a Linagliptina foi similar &#xE0; glimepirida na redu&#xE7;&#xE3;o da HbA1c, com uma diferen&#xE7;a m&#xE9;dia entre os tratamentos a partir do valor basal at&#xE9; 104 semanas de +0,20% na HbA1c para Linagliptina, em compara&#xE7;&#xE3;o a glimepirida.</p> <p>Neste estudo, a raz&#xE3;o entre pr&#xF3;-insulina e insulina, um marcador da efici&#xEA;ncia da s&#xED;ntese e libera&#xE7;&#xE3;o da insulina, mostrou uma melhora estatisticamente significativa com Linagliptina, em compara&#xE7;&#xE3;o ao tratamento com glimepirida. A incid&#xEA;ncia de hipoglicemia no grupo com Linagliptina (7,5%) foi significativamente mais baixa que aquela no grupo com glimepirida (36,1%). Os pacientes tratados com Linagliptina exibiram uma redu&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia significativa no peso corporal, em compara&#xE7;&#xE3;o a um ganho de peso significativo nos pacientes que receberam glimepirida (-1,39 vs. +1,29 kg). <sup>12</sup></p> <h4>Linagliptina como terapia associada a pacientes com disfun&#xE7;&#xE3;o renal grave, estudo de 12 semanas, controlado por placebo (terapia de base est&#xE1;vel) e extens&#xE3;o de 40 semanas controlado por placebo (terapia de base ajust&#xE1;vel)</h4> <p>A efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a de Linagliptina tamb&#xE9;m foram avaliadas em pacientes diab&#xE9;ticos tipo 2 com disfun&#xE7;&#xE3;o renal grave em um estudo duplo-cego versus placebo com 12 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o, nas quais as terapias antidiab&#xE9;ticas de base foram mantidas est&#xE1;veis. Os pacientes estavam com uma variedade de terapias de base, incluindo insulina, sulfonilureia, glinidas e pioglitazona. Houve um per&#xED;odo de extens&#xE3;o de 40 semanas, nas quais ajustes nas doses dos antibiab&#xE9;ticos na terapia de base foram permitidos.</p> <p>A Linagliptina proporcionou melhora significativa na HbA1c (altera&#xE7;&#xE3;o de -0,59% em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo) em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; HbA1c basal m&#xE9;dia de 8,2%. Uma propor&#xE7;&#xE3;o maior de pacientes alcan&#xE7;ou o alvo de HbA1c &lt; 7,0%, em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo. A diferen&#xE7;a na HbA1c observada em rela&#xE7;&#xE3;o ao placebo foi -0,72% ap&#xF3;s 52 semanas.</p> <p>O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos. A incid&#xEA;ncia de hipoglicemia observada nos pacientes tratados com Linagliptina foi maior que para o placebo, devido a um maior n&#xFA;mero de eventos hipoglic&#xEA;micos assintom&#xE1;ticos. Este fato pode ser atribu&#xED;do &#xE0;s terapias antidiab&#xE9;ticas de base (insulina e sulfonilureia ou glinidas). N&#xE3;o houve diferen&#xE7;a entre os grupos com rela&#xE7;&#xE3;o aos eventos hipoglic&#xEA;micos graves. <sup>13</sup></p> <h4>Linagliptina como terapia associada a pacientes idosos (com idade superior a 70 anos) com diabetes tipo 2</h4> <p>A efic&#xE1;cia e a seguran&#xE7;a da Linagliptina em idosos (com idade superior a 70 anos) diab&#xE9;ticos tipo 2 foram avaliadas em um estudo duplo-cego <em>versus </em>placebo com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. Os pacientes receberam metformina e/ou sulfonilureia e/ou insulina como terapia de base. As doses de medicamentos antidiab&#xE9;ticos de base ficaram est&#xE1;veis durante as primeiras 12 semanas e ap&#xF3;s, ajustes foram permitidos. A Linagliptina promoveu melhora significativa na HbA1c de -0,64% (95% IC - 0,81, -0,48; p&lt;0,0001) em compara&#xE7;&#xE3;o com o placebo ap&#xF3;s 24 semanas, a partir de uma HbA1c basal de 7,8%. A Linagliptina tamb&#xE9;m demonstrou melhora significativa na glicemia de jejum de -20,7 mg/dL (95% IC -30,2, -11,2; p&lt;0,0001) em compara&#xE7;&#xE3;o com o placebo. O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos. Taxas de hipoglicemia tamb&#xE9;m foram compar&#xE1;veis no caso de insulina associada ou n&#xE3;o &#xE0; metformina (13 de 35 pacientes, 37,1% tratados com Linagliptina e 6 de 15 pacientes, 40,0% tratados com placebo). No entanto, no caso de sulfonilureia associada ou n&#xE3;o &#xE0; metformina, a hipoglicemia foi relatada em uma maior propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes tratados com Linagliptina (24 de 82 pacientes, 29,3%) em compara&#xE7;&#xE3;o com o placebo (7 de 42 pacientes, 16,7%). N&#xE3;o houve diferen&#xE7;a no n&#xFA;mero de eventos hipoglic&#xEA;micos graves entre os grupos.<sup>14</sup></p> <h4>Linagliptina e a associa&#xE7;&#xE3;o inicial com Linagliptina e metformina em pacientes virgens de tratamento rec&#xE9;mdiagnosticados com hiperglicemia acentuada</h4> <p>A efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da associa&#xE7;&#xE3;o inicial de Linagliptina 5 mg, uma vez por dia, e metformina, duas vezes ao dia (aumento gradual da dose nas primeiras 6 semanas at&#xE9; 1500 mg ou 2000 mg por dia), em compara&#xE7;&#xE3;o com Linagliptina 5 mg uma vez ao dia foram avaliadas num estudo de 24 semanas em pacientes virgens de tratamento rec&#xE9;m-diagnosticados com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2 e hiperglicemia acentuada (HbA1c basal 8,5-12,0%). Ap&#xF3;s 24 semanas tanto a Linagliptina em monoterapia, bem como a associa&#xE7;&#xE3;o de Linagliptina e metformina reduziram significativamente a HbA1c em -2,0% e -2,8% respectivamente, a partir de uma HbA1c basal de 9,9% e 9,8%, respectivamente. A diferen&#xE7;a entre os tratamentos, de -0,8% (95% IC - 1,1 at&#xE9; -0,5), mostrou superioridade para a associa&#xE7;&#xE3;o inicial em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; monoterapia (p &lt;0,0001). Notavelmente, 40% e 61% dos pacientes em monoterapia e terapia associada alcan&#xE7;aram HbA1c &lt;7,0%, respectivamente.<sup>15</sup></p> <h4>Risco cardiovascular</h4> <p>O tratamento com Linagliptina n&#xE3;o foi associado a um aumento no risco cardiovascular em uma metan&#xE1;lise prospectiva de eventos cardiovasculares independentemente considerados, a partir de 19 estudos cl&#xED;nicos (com varia&#xE7;&#xE3;o de 18 semanas a 24 meses de dura&#xE7;&#xE3;o) envolvendo 9.459 pacientes com diabetes <em>mellitus </em>do tipo 2. O desfecho prim&#xE1;rio (uma combina&#xE7;&#xE3;o de: ocorr&#xEA;ncia ou tempo para a primeira ocorr&#xEA;ncia de morte cardiovascular, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/infarto/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">infarto</a> do mioc&#xE1;rdio n&#xE3;o fatal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/acidente-vascular-cerebral/c\" target=\"_blank\">acidente vascular cerebral</a> n&#xE3;o fatal ou hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/angina-instavel\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/angina/c\" target=\"_blank\">angina</a> inst&#xE1;vel) n&#xE3;o foi significativamente mais baixo para Linagliptina versus comparadores ativos e placebo combinados [Raz&#xE3;o de risco 0,78 (95% de intervalo de confian&#xE7;a 0,55; 1,12)]. No total, ocorreram 60 eventos prim&#xE1;rios com a Linagliptina e 62 com os comparadores.<sup>15 </sup></p> <p>Foi observada a ocorr&#xEA;ncia de eventos cardiovasculares a uma taxa similar entre a Linagliptina e o placebo [Raz&#xE3;o de risco 1,09 (95% de intervalo de confian&#xE7;a 0,68; 1,75)]. Em estudos controlados com placebo, no total ocorreram 43 eventos prim&#xE1;rios (1,03%) com a Linagliptina e 29 (1,35%) com o placebo.<sup>16</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\"><sup>1.</sup> Del prato S, Barnett AH, Huisman H, et al. Effect of linagliptin monotherapy on glycaemic control and markers of &#x3B2;cell function in patients with inadequately controlled type 2 diabetes: a randomized controlled trial. Diabetes Obes Metab. 2011;13(3):258-67.<br> <sup>2.</sup> Barnett AH, Patel S, Harper R, et al. Linagliptin monotherapy in type 2 diabetes patients for whom metformin is inappropriate: an 18-week randomized, double-blind, placebo-controlled phase III trial with a 34-week activecontrolled extension. Diabetes Obes Metab. 2012;14(12):1145-54.<br> <sup>3.</sup> Araki E, Kawamori R, Inagaki N, et al. Long-term safety of linagliptin monotherapy in Japanese patients with type 2 diabetes. Diabetes Obes Metab. 2013;15(4):364-71.<br> <sup>4.</sup> Taskinen MR, Rosenstock J, Tamminen I, et al. Safety and efficacy of linagliptin as add-on therapy to metformin in patients with type 2 diabetes: a randomized, double-blind, placebo-controlled study. Diabetes Obes Metab. 2011;13(1):65-74.<br> <sup>5.</sup> Haak T, Meinicke T, Jones R, et al. Initial combination of linagliptin and metformin improves glycaemic control in type 2 diabetes: a randomized, double-blind, placebo-controlled study. Diabetes Obes Metab. 2012;14(6):565-74.<br> <sup>6.</sup> Ross SA, Rafeiro E, Meinicke T, et al. 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Efficacy and safety of linagliptin in persons with type 2 diabetes inadequately controlled by a combination of metformin and sulphonylurea: a 24-week randomized study. Diabet Med. 2011;28(11):1352-61.<br> <sup>10.</sup> Tinahones FJ, Gallwitz B, Nordaby M, et al. Linagliptin as add-on to empagliflozin and metformin in patients with type 2 diabetes: Two 24-week randomized, double-blind, double-dummy, parallel-group trials. Diabetes Obes Metab. 2016. DOI: 10.1111/dom.12814.<br> <sup>11. </sup>Gomis R, Espadero RM, Jones R, et al. Efficacy and safety of initial combination therapy with linagliptin and pioglitazone in patients with inadequately controlled type 2 diabetes: a randomized, double-blind, placebo-controlled study. 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Initial combination of linagliptin and metformin compared with linagliptin monotherapy in patients with newly diagnosed type 2 diabetes and marked hyperglycaemia: a randomized, doubleblind, active-controlled, parallel group, multinational clinical trial. Diabetes Obes Metab. 2015;17(2):136-44.<br> <sup>16. </sup>Johansen OE, Neubacher D, Von eynatten M, et al. Cardiovascular safety with linagliptin in patients with type 2 diabetes <em>mellitus</em>: a pre-specified, prospective, and adjudicated meta-analysis of a phase 3 programme. 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As incretinas s&#xE3;o secretadas em baixos n&#xED;veis basais ao longo do dia e os n&#xED;veis aumentam imediatamente ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o de uma refei&#xE7;&#xE3;o. GLP-1 e GIP aumentam a bioss&#xED;ntese de insulina e a secre&#xE7;&#xE3;o das c&#xE9;lulas beta pancre&#xE1;ticas, na presen&#xE7;a de n&#xED;veis sangu&#xED;neos normais e elevados de glicose. Al&#xE9;m disso, o GLP-1 tamb&#xE9;m reduz a secre&#xE7;&#xE3;o de glucagon pelas c&#xE9;lulas alfa pancre&#xE1;ticas, resultando numa redu&#xE7;&#xE3;o na produ&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica de glicose. A Linagliptina liga-se de forma muito eficaz &#xE0; enzima DPP-4 de maneira revers&#xED;vel e, dessa forma, leva a um aumento sustentado e um prolongamento dos n&#xED;veis de incretina ativa. A Linagliptina aumenta a secre&#xE7;&#xE3;o de insulina e reduz a secre&#xE7;&#xE3;o de glucagon de forma dependente da glicose, resultando dessa maneira, em uma melhora global na homeostase glic&#xEA;mica. A Linagliptina se liga seletivamente &#xE0; enzima DPP-4 e exibe uma seletividade &gt;10.000 vezes versus as enzimas DPP-8 e DPP-9 <em>in vitro</em>.</p> <h3>Farmacocin&#xE9;tica</h3> <p>A farmacocin&#xE9;tica da Linagliptina foi extensamente caracterizada em indiv&#xED;duos sadios e em pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2. Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de uma dose de 5 mg em volunt&#xE1;rios sadios ou pacientes, a Linagliptina foi rapidamente absorvida, com o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica (t<sub>m&#xE1;x mediano</sub>) ocorrendo 1,5 horas ap&#xF3;s a dose.</p> <p>As concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas de Linagliptina declinam pelo menos de maneira bif&#xE1;sica, com uma prolongada meia vida terminal (meia vida terminal para Linagliptina maior que 100 horas), que est&#xE1; principalmente relacionada &#xE0; forte e satur&#xE1;vel liga&#xE7;&#xE3;o da Linagliptina &#xE0; enzima DPP-4 e n&#xE3;o contribui para o ac&#xFA;mulo do f&#xE1;rmaco. A meia vida efetiva para acumula&#xE7;&#xE3;o da Linagliptina, conforme determinada a partir da administra&#xE7;&#xE3;o oral de m&#xFA;ltiplas doses de 5 mg de Linagliptina, &#xE9; de, aproximadamente, 12 horas. As concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas do estado de equil&#xED;brio s&#xE3;o atingidas ap&#xF3;s a terceira dose, em um regime de 5 mg de Linagliptina uma vez ao dia. A ASC plasm&#xE1;tica da Linagliptina aumentou aproximadamente 33% ap&#xF3;s doses de 5 mg no estado de equil&#xED;brio, em compara&#xE7;&#xE3;o &#xE0; primeira dose. Os coeficientes intra e inter indiv&#xED;duos de varia&#xE7;&#xE3;o para a ASC da Linagliptina foram pequenos (12,6% e 28,5%, respectivamente). A ASC plasm&#xE1;tica da Linagliptina aumentou de uma maneira menor que proporcional &#xE0; dose. A farmacocin&#xE9;tica da Linagliptina foi geralmente similar em indiv&#xED;duos sadios e em pacientes com diabetes <em>mellitus</em> do tipo 2.</p> <h4>Absor&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>A biodisponibilidade absoluta da Linagliptina &#xE9; de, aproximadamente, 30%. A coadministra&#xE7;&#xE3;o de refei&#xE7;&#xE3;o rica em gorduras com Linagliptina n&#xE3;o teve efeito clinicamente relevante sobre a sua farmacocin&#xE9;tica, por isso a mesma pode ser administrada com ou sem alimentos. Estudos <em>in vitro</em> indicaram que a Linagliptina &#xE9; um substrato da glicoprote&#xED;na-P (Pgp) e da CYP3A4. O ritonavir, um potente inibidor da glicoprote&#xED;na-P e da CYP3A4, levou a um aumento de duas vezes na exposi&#xE7;&#xE3;o (ASC) e a m&#xFA;ltipla coadministra&#xE7;&#xE3;o de Linagliptina com rifampicina, um potente indutor da P-gp e da isozima CYP3A4, resultou em uma redu&#xE7;&#xE3;o de cerca de 40% na ASC no estado de equil&#xED;brio, presumivelmente por aumentar/reduzir a biodisponibilidade da Linagliptina pela inibi&#xE7;&#xE3;o/indu&#xE7;&#xE3;o da glicoprote&#xED;na-P.</p> <h4>Distribui&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>Como resultado da liga&#xE7;&#xE3;o aos tecidos, o volume aparente m&#xE9;dio de distribui&#xE7;&#xE3;o no estado de equil&#xED;brio, ap&#xF3;s uma dose intravenosa &#xFA;nica de 5 mg de Linagliptina a indiv&#xED;duos sadios, &#xE9; de, aproximadamente, 1.110 litros; o que indica que a Linagliptina se distribui extensamente pelos tecidos. A liga&#xE7;&#xE3;o da Linagliptina &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> plasm&#xE1;ticas &#xE9; dependente da concentra&#xE7;&#xE3;o, diminuindo de cerca de 99% a 1 nmol/L, para 75-89% a &#x2265;30 nmol/L; o que reflete a satura&#xE7;&#xE3;o da liga&#xE7;&#xE3;o &#xE0; DPP-4 com o aumento da concentra&#xE7;&#xE3;o de Linagliptina. Em concentra&#xE7;&#xF5;es elevadas, quando DPP-4 est&#xE1; completamente saturada, 70-80% da Linagliptina est&#xE1; ligada a outras prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas que n&#xE3;o a DPP-4, consequentemente 20-30% est&#xE1; livre no plasma.</p> <h4>Metabolismo</h4> <p>Ap&#xF3;s uma dose oral de 10 mg de Linagliptina [<sup>14</sup>C], aproximadamente 5% da radioatividade foi excretada na urina. O metabolismo desempenha um papel secund&#xE1;rio na elimina&#xE7;&#xE3;o da Linagliptina. Foi detectado, no estado de equil&#xED;brio da Linagliptina, um metab&#xF3;lito principal com uma exposi&#xE7;&#xE3;o relativa de 13,3%; o qual mostrou estar farmacologicamente inativo e, dessa maneira, n&#xE3;o contribuir para a atividade inibidora da DPP-4 plasm&#xE1;tica exercida pela Linagliptina.</p> <h4>Excre&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o de uma dose oral de Linagliptina [<sup>14</sup>C] a indiv&#xED;duos sadios, aproximadamente 85% da radioatividade administrada foi eliminada nas fezes (80%) ou urina (5%) em 4 dias da dose. A depura&#xE7;&#xE3;o renal no estado de equil&#xED;brio foi de, aproximadamente, 70 mL/minuto.</p> <h4>Popula&#xE7;&#xF5;es Especiais</h4> <h5>Disfun&#xE7;&#xE3;o renal</h5> <p>Um estudo dose m&#xFA;ltipla, aberto, foi conduzido para avaliar a farmacocin&#xE9;tica da Linagliptina (dose de 5 mg) em pacientes com v&#xE1;rios graus de disfun&#xE7;&#xE3;o renal cr&#xF4;nica em compara&#xE7;&#xE3;o a volunt&#xE1;rios com fun&#xE7;&#xE3;o renal normal. O estudo incluiu pacientes com disfun&#xE7;&#xE3;o renal classificada de acordo com a depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina como leve (50 a &lt;80 mL/minuto), moderada (30 a &lt;50 mL/minuto) e grave (&lt;30 mL/minuto), bem como pacientes com doen&#xE7;a renal terminal sob <a href=\"https://consultaremedios.com.br/produtos-hospitalares/hemodialise/c\" target=\"_blank\">hemodi&#xE1;lise</a>. Al&#xE9;m disso, pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2 e disfun&#xE7;&#xE3;o renal grave (&lt;30 mL/minuto) foram comparados a pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2 com fun&#xE7;&#xE3;o renal normal. A depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina foi medida atrav&#xE9;s da medida de depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina em urina de 24 horas ou estimada a partir da creatinina s&#xE9;rica com base na f&#xF3;rmula de Cockcroft-Gault:</p> <p>CrCl = [140 - idade (anos)] x peso (kg) {x 0,85 para pacientes do sexo feminino}/ [72 x creatinina s&#xE9;rica (mg/dL)].</p> <p>Sob condi&#xE7;&#xF5;es de estado de equil&#xED;brio, a exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; Linagliptina em pacientes com disfun&#xE7;&#xE3;o renal leve foi compar&#xE1;vel aquela nos indiv&#xED;duos sadios. Na disfun&#xE7;&#xE3;o renal moderada, um aumento moderado na exposi&#xE7;&#xE3;o, de cerca de 1,7 vezes, foi observado em compara&#xE7;&#xE3;o ao controle. A exposi&#xE7;&#xE3;o em pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2 com disfun&#xE7;&#xE3;o renal grave foi aumentada em cerca de 1,4 vezes comparada a pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2 com fun&#xE7;&#xE3;o renal normal.</p> <p>A previs&#xE3;o da ASC da Linagliptina no estado de equil&#xED;brio, em pacientes com doen&#xE7;a renal terminal, indicou exposi&#xE7;&#xE3;o compar&#xE1;vel &#xE0;quela de pacientes com disfun&#xE7;&#xE3;o renal moderada ou grave. Al&#xE9;m disso, n&#xE3;o se espera que a Linagliptina seja eliminada em grau terapeuticamente significativo por hemodi&#xE1;lise ou di&#xE1;lise peritoneal. Portanto, nenhum ajuste de dose da Linagliptina &#xE9; necess&#xE1;rio em pacientes com qualquer grau de disfun&#xE7;&#xE3;o renal. Al&#xE9;m disso, disfun&#xE7;&#xE3;o renal leve n&#xE3;o teve efeito sobre a farmacocin&#xE9;tica da Linagliptina em pacientes com diabetes <em>mellitus</em> do tipo 2, conforme avaliado pela an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica populacional.</p> <h5>Disfun&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica</h5> <p>Em pacientes com disfun&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica leve, moderada e grave (segundo a classifica&#xE7;&#xE3;o de ChildPugh), a ASC e C<sub>max</sub> m&#xE9;dias da Linagliptina mostraram-se similares &#xE0;quelas dos correspondentes controles sadios, ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o de m&#xFA;ltiplas doses de 5 mg de Linagliptina. Nenhum ajuste de dose da Linagliptina &#xE9; necess&#xE1;rio para pacientes com disfun&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica leve, moderada ou grave.</p> <h5><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/como-calcular-imc/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">&#xCD;ndice de Massa Corporal</a> (IMC)</h5> <p>Nenhum ajuste de dose &#xE9; necess&#xE1;rio com base no IMC. O &#xED;ndice de massa corporal n&#xE3;o teve efeito clinicamente relevante sobre a farmacocin&#xE9;tica da Linagliptina, com base em uma an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica populacional de dados de Fase I e Fase II.</p> <h5>G&#xEA;nero</h5> <p>Nenhum ajuste de dose &#xE9; necess&#xE1;rio com base no sexo dos indiv&#xED;duos. O g&#xEA;nero n&#xE3;o teve efeito clinicamente relevante sobre a farmacocin&#xE9;tica da Linagliptina, com base em uma an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica populacional de dados de Fase I e de Fase II.</p> <h5>Pacientes idosos</h5> <p>Nenhum ajuste de dose &#xE9; requerido com base na idade, j&#xE1; que a idade n&#xE3;o teve um impacto clinicamente relevante sobre a farmacocin&#xE9;tica da Linagliptina com base em uma an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica populacional de dados de Fase I e de Fase II. Indiv&#xED;duos idosos (65 a 80 anos de idade) tiveram concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas de Linagliptina compar&#xE1;veis &#xE0;s de indiv&#xED;duos mais jovens.</p> <h5>Pacientes pedi&#xE1;tricos</h5> <p>Ainda n&#xE3;o foram realizados estudos caracterizando a farmacocin&#xE9;tica da Linagliptina em pacientes pedi&#xE1;tricos.</p> <h5>Ra&#xE7;a</h5> <p>Nenhum ajuste de dose &#xE9; necess&#xE1;rio com base na ra&#xE7;a. A ra&#xE7;a n&#xE3;o teve efeito &#xF3;bvio sobre as concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas de Linagliptina com base em uma an&#xE1;lise composta de dados farmacocin&#xE9;ticos dispon&#xED;veis, incluindo pacientes de origem caucasiana, hisp&#xE2;nica, afro-americana e asi&#xE1;tica. Al&#xE9;m disso, as caracter&#xED;sticas farmacocin&#xE9;ticas da Linagliptina mostraram-se similares nos estudos de Fase I com volunt&#xE1;rios sadios japoneses, chineses e caucasianos e com pacientes diab&#xE9;ticos tipo 2 afro-americanos.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Trayenta?

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Características do medicamento

O comprimido revestido de Trayenta é vermelho claro, redondo, biconvexo, com bordas chanfradas e com o símbolo da empresa Boehringer Ingelheim em uma face e D5 na outra.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Trayenta

Comprimidos revestidos&nbsp;5 mg

Embalagens com 10 e 30 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Trayenta

MS – 1.0367.0167

Farm. Resp.:
Ana Carolina Scandura Cardillo
CRF-SP 22440

Importado e embalado por:
Boehringer Ingelheim do Brasil Quím. e Farm. Ltda.
Rod. Régis Bittencourt, km 286 Itapecerica da Serra - SP
CNPJ 60.831.658/0021-10
Indústria Brasileira



Fabricado por:
West-Ward Columbus Inc.
Columbus, Estados Unidos da América

SAC:
0800-7016633

Venda sob prescrição médica.

Fabricante: Boehringer

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