Boehringer Trayenta Duo

2,5mg + 1000mg, caixa com 60 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Cloridrato De Metformina + Linagliptina
Classe Terapêutica
:
Associações de Inibidores DPP-IV com Biguanidas
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Diabetes
Especialidade
:
Endocrinologia

Bula do medicamento

Trayenta Duo, para o que é indicado e para o que serve?

Trayenta Duo é indicado como adjuvante da dieta e do exercício, para melhorar o controle glicêmico (nível sanguíneo de açúcar) em pacientes com diabetes mellitus tipo 2, em que a dose máxima tolerada de metformina sozinha não proporciona um controle adequado ou em pacientes que já estão sendo tratados com a combinação linagliptina e metformina e apresentam controle adequado. Pode ser utilizado em associação à sulfonilureia (como terapia de associação tripla) como adjuvante à dieta e exercício físico em pacientes em que as doses máximas toleradas de metformina e da sulfonilureia não proporcionam um controle glicêmico adequado.

Pode ser utilizado em associação à insulina (como terapia de associação tripla) como adjuvante à dieta e exercício físico para melhorar o controle glicêmico em pacientes quando a insulina e metformina isoladamente não proporcionam um controle glicêmico adequado. Também pode ser utilizado em combinação com um inibidor de SGLT-2 (ou seja, terapia de combinação tripla) como adjuvante à dieta e exercício físico em pacientes não controlados adequadamente com as doses máximas de metformina e do inibidor de SGLT-2.

Quais as contraindicações do Trayenta Duo?

Você não deve usar Trayenta Duo se tiver as seguintes condições:

  • <li>Alergia &#xE0; linagliptina e/ou ao <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-metformina/bula" target="_blank">cloridrato de metformina</a> ou a qualquer um dos componentes da f&#xF3;rmula; qualquer tipo de acidose metab&#xF3;lica aguda, como acidose l&#xE1;ctica e cetoacidose diab&#xE9;tica (doen&#xE7;a em que o sangue fica repleto de cetonas, que s&#xE3;o subst&#xE2;ncias que o corpo produz quando utiliza gordura em vez de <a href="https://consultaremedios.com.br/glicose/bula" target="_blank">glicose</a> para obter energia, devido &#xE0; aus&#xEA;ncia de insulina); pr&#xE9;coma diab&#xE9;tico; insufici&#xEA;ncia renal grave (depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina do sangue &lt; 30 mL/min ou taxa de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular estimada &lt; 30 mL/min/1,73 m<sup>2</sup>); condi&#xE7;&#xF5;es agudas que alterem a fun&#xE7;&#xE3;o dos rins como <a href="https://minutosaudavel.com.br/desidratacao/" rel="noopener" target="_blank">desidrata&#xE7;&#xE3;o</a>, infec&#xE7;&#xE3;o grave, choque (redu&#xE7;&#xE3;o muito grande da irriga&#xE7;&#xE3;o de sangue nos tecidos), uso de medicamentos com contraste &#xE0; base de <a href="https://consultaremedios.com.br/b/iodo" target="_blank"/><a href="https://consultaremedios.com.br/iodo/pa" target="_blank">iodo</a>; doen&#xE7;as que causem falta de irriga&#xE7;&#xE3;o sangu&#xED;nea nos tecidos (como mau funcionamento do cora&#xE7;&#xE3;o ou pulm&#xF5;es, <a href="https://minutosaudavel.com.br/infarto/" rel="noopener" target="_blank">infarto</a> recente ou choque); mau funcionamento do <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c" target="_blank">f&#xED;gado</a>; intoxica&#xE7;&#xE3;o por &#xE1;lcool e <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alcoolismo/c" target="_blank">alcoolismo</a>.</li>

Como usar o Trayenta Duo?

Para abrir o frasco, pressione a tampa para baixo e gire-a ao mesmo tempo. Fechar firmemente após o uso.

O comprimido de Trayenta Duo deve ser ingerido por via oral. A dose recomendada para pacientes com função renal normal (taxa de filtração glomerular (TFG) > 90 mL/min) é um comprimido de 2,5/500 mg, 2,5/850 mg ou 2,5/1000 mg duas vezes ao dia conforme prescrito pelo seu médico, juntamente com as refeições para reduzir os efeitos indesejáveis no sistema digestivo associados à metformina.

Seu médico prescreverá Trayenta Duo tanto sozinho quanto em combinação a outro antidiabético da classe das sulfonilureias, se necessário. É importante que você continue a seguir a dieta e/ou exercício indicados enquanto estiver em tratamento com Trayenta Duo.

A dose diária máxima recomendada de Trayenta Duo é de 5 mg de linagliptina e de 2000 mg de metformina.

Pacientes com controle inadequado do diabetes na dose máxima tolerada de metformina isoladamente

  • <li>A dose inicial padr&#xE3;o &#xE9; de linagliptina 2,5 mg, duas vezes ao dia (dose di&#xE1;ria total de 5 mg) mais a dose de metformina que j&#xE1; est&#xE1; sendo utilizada.</li>

Pacientes migrando da administração de linagliptina e metformina em comprimidos separados para associação em dose fixa

  • <li>Trayenta Duo deve ser iniciado nas doses de linagliptina e metformina que j&#xE1; est&#xE3;o sendo utilizadas.</li>

Pacientes inadequadamente controlados com a terapia de associação dupla com a dose máxima tolerada de metformina e uma sulfonilureia

  • <li>Dose de 2,5 mg de linagliptina, duas vezes ao dia (dose di&#xE1;ria total de 5 mg) e uma dose de metformina similar &#xE0; dose que j&#xE1; est&#xE1; sendo utilizada. Quando Trayenta Duo &#xE9; utilizado em associa&#xE7;&#xE3;o com uma sulfonilureia, uma dose menor desta pode ser necess&#xE1;ria para reduzir o risco de <a href="https://minutosaudavel.com.br/hipoglicemia/" rel="noopener" target="_blank">hipoglicemia</a>.</li>

Para pacientes inadequadamente controlados com a terapia de associação dupla com insulina e a dose máxima tolerada de metformina

  • <li>Dose de 2,5 mg duas vezes ao dia (dose di&#xE1;ria total de 5 mg) e uma dose de metformina similar &#xE0; dose que j&#xE1; est&#xE1; sendo utilizada. Quando Trayenta Duo &#xE9; utilizado em associa&#xE7;&#xE3;o com a insulina, uma dose menor de insulina pode ser necess&#xE1;ria para reduzir o risco de hipoglicemia.</li>

Disfunção renal

  • <li>O&amp;nbsp;m&#xE9;dico dever&#xE1; monitorar a fun&#xE7;&#xE3;o renal do paciente antes de iniciar o tratamento com medicamentos que cont&#xE9;m metformina e, depois, pelo menos uma vez ao ano.</li>

Esse monitoramento deve ser mais frequente para pacientes com maior risco de piora da função dos rins e em idosos.

Trayenta Duo paode ser empregado em pacientes com disfunção renal moderada estágio 3 (depuração de creatinina entre 30 e 59 mL/min ou taxa de filtração glomerular estimada [TFGe] entre 30 e 59 mL/min/1,73 m2 ) somente na ausência de outras condições que possam aumentar o risco de acidose láctica e com os seguintes ajustes na posologia:
  • <li>A dose inicial &#xE9; de 500 mg ou 850 mg de cloridrato de metformina ao dia. A dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria recomendada &#xE9; de 1000 mg.</li>

Para os pacientes com TFG < 60 mL/min o médico deverá avaliar os fatores que podem aumentar o risco de acidose láctica antes de iniciar o tratamento com metformina.

A função renal deve ser rigorosamente monitorada a cada 3-6 meses em pacientes com depuração de creatinina entre 45 e 59 mL/min ou TFGe entre 45 e 59 mL/min/1,73 m2 e a cada 3 meses em pacientes com depuração de creatinina entre 30 e 44 mL/min ou TFGe entre 30 e 44 mL/min/1,73 m2.

Caso a depuração de creatinina ou a TFGe caiam para valores abaixo de 45 mL/min ou 45 mL/min/1,73m2, respectivamente, devem ser avaliados os benefícios e os riscos da continuidade do tratamento com metformina.

Caso a depuração de creatinina ou a TFGe caiam para valores abaixo de 30 mL/min ou 30 mL/min/1,73m2, respectivamente, o tratamento com metformina deve ser interrompido imediatamente.

Caso a concentração adequada de Trayenta Duo não esteja disponível, deve-se administrar as substâncias separadamente ao invés da apresentação em dose fixa combinada.

Trayenta Duo é contraindicado em pacientes com mau funcionamento do fígado devido à metformina.

Idosos devem ter sua função dos rins monitorada regularmente.

Não é recomendado para uso em crianças abaixo de 18 anos devido à falta de dados sobre segurança e eficácia nessa população.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Trayenta Duo funciona?

Trayenta Duo atua no tratamento do diabetes mellitus tipo 2 através da associação de dois componentes:

  • <li>Linagliptina e cloridrato de metformina.</li>

A linagliptina faz o pâncreas produzir maior quantidade de insulina e menor quantidade do hormônio glucagon, ajudando assim a controlar o nível de açúcar no sangue. Esse componente inibe a enzima dipeptidil peptidase-4 (DPP4), responsável pela inativação dos hormônios incretínicos, como o peptídeo glucagon símile 1 (GLP-1). O GLP-1 é liberado pelo intestino após ingestão de alimentos e estimula a secreção de insulina pelo pâncreas. Assim, ao inibir a DPP-4, a linagliptina permite que o hormônio GLP-1 atue por mais tempo, liberando insulina conforme necessidade de seu organismo.

O cloridrato de metformina atua impedindo o aumento do nível de açúcar no sangue, reduzindo a produção de glicose pelo fígado, aumentando a captação de glicose nos tecidos periféricos e/ou retardando a absorção de glicose no intestino. Não estimula a secreção de insulina e, portanto, tem baixo risco de produzir hipoglicemia (queda nos níveis de açúcar no sangue).

Após administração oral, Trayenta Duo é rapidamente absorvido e chega à corrente sanguínea. A linagliptina e o cloridrato de metformina atingem o pico de maior concentração no sangue 1,5 hora e 2,5 horas após tomada da dose, respectivamente.

Quais cuidados devo ter ao usar o Trayenta Duo?

Trayenta Duo não deve ser usado em pacientes com diabetes mellitus tipo 1 (ou seja, se seu corpo não produz insulina).

Se houver suspeita de inflamação aguda do pâncreas, deve-se descontinuar o uso de Trayenta Duo.

A linagliptina ou metformina em uso isolado não estão associadas a episódios de hipoglicemia, em geral.

Em estudos clínicos nos quais os pacientes usaram linagliptina associada a agentes que têm baixo risco de causar hipoglicemia (por exemplo, metformina, tiazolidinedionas), o número de episódios de hipoglicemia relatados com linagliptina foi similar ao número de episódios nos pacientes que tomaram placebo.

As sulfonilureias (como glimepirida) são conhecidas por causar hipoglicemia. Portanto, é preciso ter cuidado ao tomar este medicamento em associação a sulfonilureia. Pode ser necessário reduzir a dose da sulfonilureia.

A insulina é conhecida por causar hipoglicemia. Portanto, aconselha-se cautela quando Trayenta Duo for utilizado em combinação com insulina. Neste caso, pode-se considerar uma redução na dose de insulina.

Acidose láctica

Os pacientes e/ou cuidadores devem estar atentos sobre o risco de acidose láctica, caracterizada por dispneia acidótica (falta de ar por acúmulo de ácido no sangue), dor abdominal, cãibras musculares, astenia (sensação de fraqueza), hipotermia (queda da temperatura do corpo) seguida de coma. Em caso de suspeita dos sintomas, você deve parar de tomar metformina e procurar atendimento médico imediatamente.

Seu médico deverá fazer seu diagnóstico, baseando-se também em achados laboratoriais.

A acidose láctica é uma complicação metabólica muito rara, porém grave, que ocorre com maior frequência em casos de piora do funcionamento dos rins, doença cardiorrespiratória (doença do coração e/ou dos pulmões) ou sepse (infecção generalizada grave). Quando há piora da função renal, ocorre acúmulo de metformina, o que aumenta o risco de acidose láctica.

Em caso de desidratação (como casos de diarreia grave ou vômitos, febre ou ingestão reduzida de líquidos), o uso da metformina deve ser temporariamente interrompido e o paciente deve entrar em contato com o médico.

Os medicamentos que podem prejudicar gravemente a função renal tais como anti-hipertensivos (como captopril, losartana, nifedipina), diuréticos (como hidroclorotiazida, furosemida), e anti-inflamatórios não esteroides (como diclofenaco, ibuprofeno), devem ser iniciados com precaução em pacientes tratados com metformina.

Outros fatores de risco para acidose láctica são: consumo excessivo de álcool, mau funcionamento do fígado, controle inadequado do diabetes, cetose, jejum prolongado, e condições associadas à falta de irrigação sanguínea nos tecidos (como mau funcionamento do coração e infarto agudo do miocárdio), bem como a utilização ao mesmo tempo de medicamentos que possam causar acidose láctica (como, por exemplo, uso de anti-inflamatórios não esteroides como diclofenaco, ibuprofeno).

Exames de imagem

  • <li>Seu m&#xE9;dico dever&#xE1; descontinuar seu tratamento com Trayenta Duo antes ou no momento da realiza&#xE7;&#xE3;o de exames de imagem que utilizem contraste &#xE0; base de iodo, e o medicamento n&#xE3;o dever&#xE1; ser reiniciado at&#xE9; ao menos 48 horas ap&#xF3;s o exame, e somente ap&#xF3;s avalia&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins.</li>

Função renal

  • <li>A fun&#xE7;&#xE3;o dos rins (taxa de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular) deve ser monitorada antes do in&#xED;cio do tratamento e tamb&#xE9;m regularmente durante o tratamento com esse medicamento. Trayenta Duo &#xE9; contraindicado para pacientes com insufici&#xEA;ncia renal grave (taxa de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular &lt; 30 mL/min) e deve ser temporariamente descontinuado caso o paciente apresente altera&#xE7;&#xF5;es na fun&#xE7;&#xE3;o dos rins.</li>

Função cardíaca

  • <li>Pacientes com <a href="https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/" rel="noopener" target="_blank">insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> (mau funcionamento do cora&#xE7;&#xE3;o) tem maior risco de diminui&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins e redu&#xE7;&#xE3;o da irriga&#xE7;&#xE3;o de sangue nos tecidos. Em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca est&#xE1;vel, Trayenta Duo pode ser usado com um monitoramento regular das fun&#xE7;&#xF5;es dos rins e do cora&#xE7;&#xE3;o. Trayenta Duo n&#xE3;o deve ser utilizado em caso de insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca aguda ou inst&#xE1;vel.</li>

Cirurgias

  • <li>Nos casos de cirurgias sob efeito de anestesia geral, raquidiana ou peridural, o tratamento com metformina dever&#xE1; ser descontinuado no momento da cirurgia e n&#xE3;o poder&#xE1; ser reiniciado antes de 48 horas ap&#xF3;s a cirurgia ou rein&#xED;cio da alimenta&#xE7;&#xE3;o, e somente se a fun&#xE7;&#xE3;o dos rins tiver sido reavaliada e se mostrar estabelecida. Nesses casos, seu m&#xE9;dico saber&#xE1; avaliar o momento correto de voltar o tratamento com Trayenta Duo.</li>

Artralgia

  • <li>Artralgia grave e debilitante foi reportada em pacientes que utilizam medicamentos da mesma classe de Trayenta Duo. Portanto, informe seu m&#xE9;dico caso sinta dores graves nas articula&#xE7;&#xF5;es, para que ele avalie a necessidade de descontinuar o uso do medicamento, se apropriado.</li>

Se houver suspeita de penfigoide bolhoso (bolhas grandes e muito firmes e que demoram muitos dias para se romper), deve-se descontinuar o uso de Trayenta Duo.

Não há estudos sobre os efeitos na capacidade de dirigir e operar máquinas.

Fertilidade, gravidez e amamentação

O uso de Trayenta Duo não é recomendado durante a gravidez, por não haver estudos suficientes com essa população. Caso você tenha diabetes e planeje engravidar, seu médico avaliará o melhor tratamento alternativo para controlar seu nível de açúcar no sangue.

A metformina é excretada no leite humano, mas não se sabe sobre a linagliptina. Trayenta Duo não deve ser usado durante a amamentação.

Nenhum estudo sobre o efeito na fertilidade humana foi conduzido com Trayenta Duo.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Trayenta Duo?

  • <li>Rea&#xE7;&#xF5;es comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): diarreia**, lipase aumentada (enzima que pode ser verificada com exame de sangue para diagnosticar alguma altera&#xE7;&#xE3;o no p&#xE2;ncreas).</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): nasofaringite (infec&#xE7;&#xE3;o de nariz e faringe)*, hipersensibilidade (alergia)*, <a href="https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/tosse/c" target="_blank">tosse</a>*, diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite**, n&#xE1;usea (enjoo)**, v&#xF4;mito**, prurido (coceira)**, <em>rash </em>(vermelhid&#xE3;o)***, amilase aumentada (enzima que pode ser verificada com exame de sangue para diagnosticar alguma altera&#xE7;&#xE3;o no p&#xE2;ncreas).</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): <a href="https://minutosaudavel.com.br/angioedema-o-que-e-complicacoes-como-tratar-e-muito-mais/" rel="noopener" target="_blank">angioedema</a> (vermelhid&#xE3;o na pele e incha&#xE7;o das mucosas, como l&#xED;ngua e l&#xE1;bios)***, <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a> (placas avermelhadas e elevadas na pele, geralmente com coceira) ** e *** , ulcera&#xE7;&#xE3;o de boca (feridas na boca)***, penfigoide bolhoso (bolhas grandes e muito firmes e que demoram muitos dias para se romper)***.</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es com frequ&#xEA;ncia desconhecida (n&#xE3;o &#xE9; poss&#xED;vel determinar a partir dos dados dispon&#xED;veis): <a href="https://minutosaudavel.com.br/pancreatite/" rel="noopener" target="_blank">pancreatite</a> (inflama&#xE7;&#xE3;o do p&#xE2;ncreas)*.</li>

*Reações adversas também relatadas em pacientes tratados com linagliptina isoladamente.
**Reações adversas também relatadas em pacientes que receberam metformina isoladamente.
***Reações adversas identificadas em experiência pós-comercialização com linagliptina.

Distúrbios gastrointestinais como dor abdominal, enjoo, vômitos, diarreia e diminuição do apetite ocorrem mais frequentemente durante o início da terapia com cloridrato de metformina e se resolvem espontaneamente na maioria dos casos. Para prevenção, recomenda-se que Trayenta Duo seja tomado em 2 doses diárias durante ou após as refeições.

Para a combinação deste medicamento com sulfonilureia a reação adversa adicional mais frequente (muito comum) foi a hipoglicemia, sendo que nenhum dos episódios de hipoglicemia foi classificado como grave (requerendo assistência).

Quando a linagliptina e a metformina foram usadas com insulina, hipoglicemia foi relatada como muito comum.

Constipação foi identificada como uma reação adversa adicional com esta combinação (reação incomum).

Informações adicionais sobre os componentes individuais:

  • <li>Todos os efeitos indesej&#xE1;veis relatados em pacientes que receberam tratamento com linagliptina isoladamente foram observados com Trayenta Duo e j&#xE1; est&#xE3;o inclu&#xED;dos nas rea&#xE7;&#xF5;es adversas listadas acima.</li>

As reações adversas à metformina já conhecidas e não observadas até então são:

  • <li>Acidose l&#xE1;ctica, teste de absor&#xE7;&#xE3;o de <a href="https://minutosaudavel.com.br/vitamina-b12/" rel="noopener" target="_blank">vitamina B12</a> anormal, altera&#xE7;&#xF5;es de paladar, dor abdominal, teste de fun&#xE7;&#xE3;o do f&#xED;gado anormal, <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/hepatite/c" target="_blank">hepatite</a> (inflama&#xE7;&#xE3;o no f&#xED;gado), vermelhid&#xE3;o na pele e urtic&#xE1;ria (placas avermelhadas e elevadas na pele, geralmente com coceira).</li>

O tratamento de longo prazo com metformina pode, muito raramente, resultar em falta de vitamina B12 (levando a complicações, como anemia megaloblástica).

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Trayenta Duo?

Continue tomando as próximas doses regularmente no horário habitual. Não duplique a dose na próxima tomada. Neste caso, a dose perdida deve ser pulada.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Trayenta Duo?

Cada comprimido revestido de Trayenta Duo 2,5/500 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Linagliptina</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">2,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Cloridrato de metformina</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">500 mg(correspondentes a 390 mg de metformina)</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: arginina, amido, copovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo, propilenoglicol, hipromelose e talco.

Cada comprimido revestido de Trayenta Duo 2,5/850 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:235px\"> <p style=\"text-align:center\">Linagliptina</p> </td> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">2,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:235px\"> <p style=\"text-align:center\">Cloridrato de metformina</p> </td> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">850 mg de cloridrato de metformina (correspondentes a 663 mg de metformina)</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: arginina, amido, copovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo e vermelho, propilenoglicol, hipromelose e talco.

Cada comprimido revestido de Trayenta Duo 2,5/1000 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:238px\"> <p style=\"text-align:center\">Linagliptina</p> </td> <td style=\"width:231px\"> <p style=\"text-align:center\">2,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:238px\"> <p style=\"text-align:center\">Cloridrato de metformina</p> </td> <td style=\"width:231px\"> <p style=\"text-align:center\">1000 mg de cloridrato de metformina (correspondentes a 780 mg de metformina)</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: arginina, amido, copovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, dióxido de titânio, óxido de ferro vermelho, propilenoglicol, hipromelose e talco.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Trayenta Duo maior do que a recomendada?

A superdose de cloridrato de metformina (um dos componentes de Trayenta Duo) pode levar à acidose láctica, que é uma emergência médica, devendo ser tratada no hospital.

Na eventualidade de uma superdose, você deve procurar auxílio médico imediatamente

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Trayenta Duo com outros remédios?

Você deve informar ao seu médico sobre todos os medicamentos que está usando. Você não deve começar a tomar nenhum medicamento sem conversar com seu médico.

Linagliptina

  • <li>N&#xE3;o se observou nenhuma intera&#xE7;&#xE3;o clinicamente significativa que necessite ajuste de dose em diversos estudos realizados. A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de linagliptina com v&#xE1;rios medicamentos comumente utilizados por diab&#xE9;ticos e com problemas card&#xED;acos (metformina, <a href="https://consultaremedios.com.br/glibenclamida/bula" target="_blank">glibenclamida</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/sinvastatina/bula" target="_blank">sinvastatina</a>, pioglitazona, <a href="https://consultaremedios.com.br/varfarina-sodica/bula" target="_blank">varfarina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">digoxina</a>), <a href="https://consultaremedios.com.br/b/contraceptivos-orais" target="_blank">contraceptivos orais</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/ritonavir/bula" target="_blank">ritonavir</a> (medicamento para tratamento de infec&#xE7;&#xE3;o pelo v&#xED;rus <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/dsts/hiv-aids/c" target="_blank">HIV</a>) e <a href="https://consultaremedios.com.br/rifampicina/bula" target="_blank">rifampicina</a> (medicamento antibacteriano potente) n&#xE3;o afetou a efic&#xE1;cia dos medicamentos. A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de uma refei&#xE7;&#xE3;o rica em gorduras com linagliptina n&#xE3;o teve efeito clinicamente relevante sobre a sua concentra&#xE7;&#xE3;o sangu&#xED;nea.</li>

Metformina

  • <li>N&#xE3;o &#xE9; recomendado o uso de metformina juntamente com &#xE1;lcool. O consumo excessivo de &#xE1;lcool est&#xE1; associado com um aumento do risco de acidose l&#xE1;ctica, especialmente na condi&#xE7;&#xE3;o de jejum, <a href="https://minutosaudavel.com.br/desnutricao/" rel="noopener" target="_blank">desnutri&#xE7;&#xE3;o</a> ou mau funcionamento do f&#xED;gado.</li>

O uso de Trayenta Duo deverá ser interrompido antes de, ou no momento da realização de procedimentos de imagem, e não deve ser reiniciado até 48 horas após o exame, e desde que a função renal tenha sido reavaliada e se encontre estável.

Alguns medicamentos podem afetar negativamente a função renal, o que pode aumentar o risco de acidose láctica, como os anti-inflamatórios não esteroides (por exemplo, diclofenaco, ibuprofeno), inibidores seletivos da ciclooxigenase-2, inibidores da ECA (como ramipril e enalapril), antagonistas dos receptores da angiotensina II (como losartana), diuréticos (como hidroclorotiazida, furosemida). Informe seu médico se você utiliza esses medicamentos para que seja feito um controle rigoroso da função renal.

A metformina se liga aos transportadores de cátions orgânicos (OCT) e sua administração com outras substâncias que interferem nesses transportadores pode alterar a ação da metformina como, por exemplo:

  • <li>O uso de metformina juntamente com o medicamento <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-verapamil/bula" target="_blank">verapamil</a> pode diminuir o efeito da metformina; a rifampicina pode aumentar a absor&#xE7;&#xE3;o de metformina no est&#xF4;mago e intestino e assim aumentar o efeito da metformina; medicamentos como <a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">cimetidina</a>, dolutegravir, <a href="https://consultaremedios.com.br/ranolazina/bula" target="_blank">ranolazina</a>, trimetoprima, vendetanibe e <a href="https://consultaremedios.com.br/isavuconazol/pa" target="_blank">isavuconazol</a> podem diminuir a elimina&#xE7;&#xE3;o de&amp;nbsp;metformina pelos rins e assim aumentar a concentra&#xE7;&#xE3;o de metformina no sangue; os medicamentos <a href="https://consultaremedios.com.br/crizotinibe/bula" target="_blank">crizotinibe</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/olaparibe/bula" target="_blank">olaparibe</a> podem interferir no efeito da metformina e tamb&#xE9;m na sua elimina&#xE7;&#xE3;o pelos rins.</li>

Deve-se ter cuidado principalmente em casos de pacientes com mau funcionamento dos rins, pois no caso do uso desses medicamentos juntamente com metformina, a concentração de metformina no sangue pode aumentar. Se necessário, seu médico poderá fazer o ajuste na quantidade utilizada de metformina.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Trayenta Duo (Cloridrato de Metformina + Linagliptina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Estudos Cl&#xED;nicos</h3> <h4>Linagliptina como terapia associada &#xE0; metformina</h4> <p>A efic&#xE1;cia e a seguran&#xE7;a da terapia com linagliptina em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina em pacientes com controle glic&#xEA;mico insatisfat&#xF3;rio em monoterapia com metformina foram avaliadas em um estudo duplo-cego, controlado por placebo, com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. A linagliptina associada &#xE0; metformina forneceu melhora significativa na HbA1c (altera&#xE7;&#xE3;o de -0,64% em compara&#xE7;&#xE3;o a placebo), a partir de uma HbA1c basal m&#xE9;dia de 8%. A linagliptina tamb&#xE9;m mostrou melhora significativa na glicemia de jejum (GJ) de -21,1 mg/dL e na glicemia p&#xF3;s-prandial de 2 horas (GPP) de -67,1 mg/dL em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo, assim como levou uma maior propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes a atingir uma HbA1c alvo &lt;7,0%, (28,3% em linagliptina <em>versus</em> 11,4% em placebo). A incid&#xEA;ncia de hipoglicemia observada em pacientes tratados com linagliptina foi similar &#xE0;quela com placebo. O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos.<sup>1</sup></p> <p>Em um estudo de terapia inicial controlado por placebo, de desenho fatorial, com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o, linagliptina 2,5 mg administrada duas vezes ao dia em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina (500 mg ou 1000 mg duas vezes ao dia)&amp;nbsp;proporcionou melhora significativa nos par&#xE2;metros glic&#xEA;micos comparado com ambas as monoterapias, conforme resumido na tabela 1 (n&#xED;vel basal m&#xE9;dio de HbA1c de 8,65%).</p> <p><strong>Tabela 1. Par&#xE2;metros glic&#xEA;micos na visita final (estudo de 24 semanas) para grupos tratados com linagliptina e metformina isoladamente e em associa&#xE7;&#xE3;o em pacientes com diabetes </strong><em><strong>mellitus</strong>&amp;nbsp;</em><strong>tipo 2 n&#xE3;o adequadamente controlados com dieta e exerc&#xED;cios</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">&amp;nbsp;</td> <td style=\"text-align:center; width:136px\"><strong>Placebo</strong></td> <td style=\"text-align:center\"><strong>Linagliptina<br> 5 mg<br> uma vez ao<br> dia*</br></br></br></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:138px\"><strong>Metformina<br> 500 mg<br> duas vezes<br> ao dia</br></br></br></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:145px\"><strong>Linagliptina<br> 2,5 mg<br> duas vezes ao<br> dia*<br> +<br> Metformina<br> 500 mg<br> duas vezes ao<br> dia</br></br></br></br></br></br></br></br></strong></td> <td style=\"text-align:center\"><strong>Metformina<br> 1000 mg<br> duas vezes<br> ao dia</br></br></br></strong></td> <td style=\"text-align:center\"><strong>Linagliptina<br> 2,5 mg<br> duas vezes<br> ao dia*<br> +<br> Metformina<br> 1000 mg<br> duas vezes<br> ao dia</br></br></br></br></br></br></br></br></strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"7\" style=\"text-align:center\"><strong>HbA1c (%)</strong></td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">N&#xFA;mero de<br> pacientes</br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">n = 65</td> <td style=\"text-align:center\">n = 135</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">n = 141</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">n = 137</td> <td style=\"text-align:center\">n = 138</td> <td style=\"text-align:center\">n = 140</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Valor basal<br> (m&#xE9;dia)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">8,7</td> <td style=\"text-align:center\">8,7</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">8,7</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">8,7</td> <td style=\"text-align:center\">8,5</td> <td style=\"text-align:center\">8,7</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Altera&#xE7;&#xE3;o em<br> rela&#xE7;&#xE3;o ao valor<br> basal (m&#xE9;dia<br> ajustada)</br></br></br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">0,1</td> <td style=\"text-align:center\">-0,5</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">-0,6</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">-1,2</td> <td style=\"text-align:center\">-1,1</td> <td style=\"text-align:center\">-1,6</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Diferen&#xE7;a em<br> rela&#xE7;&#xE3;o ao placebo<br> (m&#xE9;dia ajustada)<br> (IC de 95%)</br></br></br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">-</td> <td style=\"text-align:center\">-0,6<br> (-0,9, -0,3)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">-0,8<br> (-1,0, -0,5)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">-1,3<br> (-1,6, -1,1)</br></td> <td style=\"text-align:center\">-1,2<br> (-1,5, 0,9)</br></td> <td style=\"text-align:center\">-1,7<br> (-2,0, -1,4)</br></td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Pacientes (n, %)<br> que atingiram<br> HbA1c &lt;7%</br></br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">7 (10,8)</td> <td style=\"text-align:center\">14 (10,4)</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">27 (19,1)</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">42 (30,7)</td> <td style=\"text-align:center\">43 (31,2)</td> <td style=\"text-align:center\">76 (54,3)</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Pacientes (%) que<br> receberam<br> medica&#xE7;&#xE3;o de<br> resgate</br></br></br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">29,2</td> <td style=\"text-align:center\">11,1</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">13,5</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">7,3</td> <td style=\"text-align:center\">8,0</td> <td style=\"text-align:center\">4,3</td> </tr> <tr> <td colspan=\"7\" style=\"text-align:center\"><strong>GJ (mg/dL)</strong></td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">N&#xFA;mero de<br> pacientes</br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">n = 61</td> <td style=\"text-align:center\">n = 134</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">n = 136</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">n = 135</td> <td style=\"text-align:center\">n = 132</td> <td style=\"text-align:center\">n = 136</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Valor basal<br> (m&#xE9;dia)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">203</td> <td style=\"text-align:center\">195</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">191</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">199</td> <td style=\"text-align:center\">191</td> <td style=\"text-align:center\">196</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Altera&#xE7;&#xE3;o em<br> rela&#xE7;&#xE3;o ao valor<br> basal (m&#xE9;dia<br> ajustada)</br></br></br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">10</td> <td style=\"text-align:center\">-9</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">-16</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">-33</td> <td style=\"text-align:center\">-32</td> <td style=\"text-align:center\">-49</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Diferen&#xE7;a em<br> rela&#xE7;&#xE3;o ao placebo<br> (m&#xE9;dia ajustada)<br> (IC de 95%)</br></br></br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">--</td> <td style=\"text-align:center\">-19<br> (-31, -6)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">-26<br> (-38, -14)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">-43<br> (-56, -31)</br></td> <td style=\"text-align:center\">-42<br> (-55, -30)</br></td> <td style=\"text-align:center\">-60<br> (-72, -47)</br></td> </tr> </tbody> </table> <p>*Dose di&#xE1;ria total de linagliptina &#xE9; equivalente a 5 mg.</p> <p>Redu&#xE7;&#xF5;es m&#xE9;dias na HbA1c em rela&#xE7;&#xE3;o ao basal foram, em geral, maiores para pacientes com valores de HbA1c basais mais altos. Os efeitos nos lip&#xED;dios plasm&#xE1;ticos foram, em geral, neutros. A redu&#xE7;&#xE3;o do peso corporal com a combina&#xE7;&#xE3;o de linagliptina e metformina foi similar &#xE0;quela observada para metformina isolada ou placebo; n&#xE3;o houve altera&#xE7;&#xE3;o em rela&#xE7;&#xE3;o ao basal para pacientes com linagliptina isolada. A incid&#xEA;ncia de hipoglicemia foi similar entre os grupos de tratamento (placebo 1,4%, linagliptina 5 mg 0%, metformina 2,1% e linagliptina 2,5 mg mais metformina duas vezes ao dia 1,4%).</p> <p>Al&#xE9;m disso, esse estudo incluiu pacientes (n=66) com <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hiperglicemia-sintomas-tratamento-e-consequencias/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hiperglicemia</a> mais grave (HbA1c basal &#x2265;11%), que foram tratados de forma aberta com linagliptina 2,5 mg e metformina 1000 mg duas vezes ao dia. Neste grupo de pacientes, o valor basal m&#xE9;dio de HbA1c foi 11,8% e a glicemia de jejum m&#xE9;dia foi 261,8 mg/dL. Redu&#xE7;&#xF5;es m&#xE9;dias em rela&#xE7;&#xE3;o&amp;nbsp;ao basal de -3,74% na HbA1c (n=48) e de -81,2 mg/dL na glicemia de jejum (n=41) foram observadas nos pacientes que completaram o per&#xED;odo de 24 semanas do estudo sem necessidade de terapia de resgate (n=48). Na an&#xE1;lise da &#xFA;ltima observa&#xE7;&#xE3;o (LOCF) incluindo todos os pacientes com medidas de desfechos prim&#xE1;rios (n=65) at&#xE9; a &#xFA;ltima observa&#xE7;&#xE3;o &#x201C;sem terapia de resgate&#x201D;, as altera&#xE7;&#xF5;es em rela&#xE7;&#xE3;o ao basal foram -3,19% para HbA1c e -73,6 mg/dL para glicemia de jejum.<sup>2</sup></p> <p>A efic&#xE1;cia e a seguran&#xE7;a da linagliptina 2,5 mg duas vezes ao dia <em>versus</em> 5 mg uma vez ao dia em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina em pacientes com controle glic&#xEA;mico insatisfat&#xF3;rio em monoterapia com metformina foram avaliadas em um estudo duplo-cego controlado por placebo de 12 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. Linagliptina (2,5 mg duas vezes ao dia e 5 mg uma vez ao dia) associada &#xE0; metformina proporcionou melhora significativa nos par&#xE2;metros glic&#xEA;micos comparada com o placebo. Linagliptina 5 mg uma vez ao dia e 2,5 mg duas vezes ao dia proporcionaram redu&#xE7;&#xF5;es compar&#xE1;veis (IC: -0,07; 0,19) e significativas de HbA1c de -0,80% (em rela&#xE7;&#xE3;o do basal de 7,98%) e -0,74 (em rela&#xE7;&#xE3;o do basal de 7,96%), comparado ao placebo, respectivamente.</p> <p>A incid&#xEA;ncia observada de hipoglicemia em pacientes tratados com linagliptina foi semelhante ao placebo (2,2% com linagliptina de 2,5 mg duas vezes ao dia, 0,9% com linagliptina de 5 mg uma vez ao dia e 2,3% com placebo).</p> <p>O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos. <sup>3</sup></p> <h4>Linagliptina como terapia associada &#xE0; combina&#xE7;&#xE3;o de metformina e sulfonilureia</h4> <p>Um estudo controlado por placebo, com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o, foi conduzido para avaliar a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da linagliptina 5 mg em rela&#xE7;&#xE3;o a placebo, em pacientes n&#xE3;o suficientemente controlados com uma associa&#xE7;&#xE3;o de metformina mais uma sulfonilureia. A linagliptina mostrou melhora significativa na HbA1c (altera&#xE7;&#xE3;o de -0,62% em compara&#xE7;&#xE3;o a placebo), a partir de uma HbA1c basal m&#xE9;dia de 8,14%.</p> <p>A linagliptina tamb&#xE9;m demonstrou melhora significativa na propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes atingindo uma HbA1c alvo de &lt;7,0% (31,2% em linagliptina <em>versus</em> 9,2% em placebo) e tamb&#xE9;m na glicemia de jejum com uma redu&#xE7;&#xE3;o de -12,7 mg/dL em compara&#xE7;&#xE3;o a placebo. O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos.<sup> 4</sup></p> <h4>Linagliptina em associa&#xE7;&#xE3;o &#xE0; metformina e insulina</h4> <p>Um estudo controlado por placebo de 24 semanas foi conduzido para avaliar a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da linagliptina (5 mg uma vez ao dia) associada &#xE0; insulina, com ou sem metformina. Neste estudo, 83% dos pacientes estavam tomando metformina em combina&#xE7;&#xE3;o com insulina. A linagliptina em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina mais insulina proporcionou melhoras significativas na HbA1c neste subgrupo com -0,68 (IC: -0,78; -0,57) de m&#xE9;dia basal ajustada (HbA1c basal m&#xE9;dia de 8,28%) em compara&#xE7;&#xE3;o a placebo em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina mais insulina. N&#xE3;o houve altera&#xE7;&#xE3;o significativa do peso corporal em ambos os grupos. <sup>5</sup></p> <h4>Linagliptina como terapia associada &#xE0; combina&#xE7;&#xE3;o de metformina e <a href=\"https://consultaremedios.com.br/empagliflozina/bula\" target=\"_blank\">empagliflozina</a></h4> <p>Em pacientes n&#xE3;o controlados adequadamente com metformina e empagliflozina (10 mg (n = 247) ou 25 mg (n = 217)), tratamento de 24 semanas com terapia associada &#xE0; linagliptina 5 mg mostrou redu&#xE7;&#xF5;es na m&#xE9;dia ajustada de HbA1c a partir do basal em -0,53% (diferen&#xE7;a significativa para a associa&#xE7;&#xE3;o ao placebo de -0,32% (IC 95% -0,25; - 0,13) e -0,58% (diferen&#xE7;a significativa para a associa&#xE7;&#xE3;o ao placebo de -0,47% (IC 95% -0,66; -0,28), respectivamente. Uma maior propor&#xE7;&#xE3;o estatisticamente significativa de pacientes com uma HbA1c basal &#x2265;7,0% e tratada com 5 mg de linagliptina alcan&#xE7;ou um alvo de HbA1c &lt;7% em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo.</p> <p>Nos subgrupos pr&#xE9;-especificados de pacientes com HbA1c basal maior ou igual a 8,5% (n = 66 e n = 42 pacientes tratados com metformina mais empagliflozina 10 mg ou 25 mg, respectivamente), redu&#xE7;&#xF5;es na m&#xE9;dia ajustada de HbA1c a partir do basal at&#xE9; 24 semanas em associa&#xE7;&#xE3;o com linagliptina 5 mg foram de -0,97% (p = 0,0875, para a diferen&#xE7;a da associa&#xE7;&#xE3;o ao placebo) e de -1,16% (p = 0,0046 para a diferen&#xE7;a da associa&#xE7;&#xE3;o ao placebo), respectivamente.<sup>6</sup></p> <h4>Dados de 24 meses de linagliptina como terapia associada &#xE0; metformina, em compara&#xE7;&#xE3;o &#xE0; glimepirida</h4> <p>Em um estudo comparando a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da adi&#xE7;&#xE3;o de linagliptina 5 mg ou glimepirida (um agente da classe das sulfonilureias) em pacientes com controle glic&#xEA;mico inadequado em uso de metformina em monoterapia, a linagliptina foi similar &#xE0; glimepirida na redu&#xE7;&#xE3;o da HbA1c, com uma diferen&#xE7;a m&#xE9;dia entre os tratamentos quanto &#xE0; queda da HbA1c a partir do valor basal at&#xE9; 104 semanas de +0,20% para linagliptina, em compara&#xE7;&#xE3;o a glimepirida.</p> <p>Neste estudo, a raz&#xE3;o entre pr&#xF3;-insulina e insulina, um marcador da efici&#xEA;ncia da s&#xED;ntese e libera&#xE7;&#xE3;o da insulina, mostrou uma melhora estatisticamente significativa com linagliptina, em compara&#xE7;&#xE3;o ao tratamento com glimepirida. A incid&#xEA;ncia de hipoglicemia no grupo com linagliptina (7,5%) foi significativamente mais baixa que aquela no grupo com glimepirida (36,1%). Os pacientes tratados com linagliptina exibiram uma redu&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia significativa no peso corporal, em compara&#xE7;&#xE3;o a um ganho de peso significativo nos pacientes que receberam glimepirida (-1,39 vs. +1,29 kg).<sup>7</sup></p> <h4>Linagliptina como terapia associada a pacientes idosos (com idade superior a 70 anos) com diabetes tipo 2</h4> <p>A efic&#xE1;cia e a seguran&#xE7;a da linagliptina em pacientes idosos (com idade superior a 70 anos) diab&#xE9;ticos tipo 2 foram avaliadas em um estudo duplo-cego com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. As doses dos medicamentos antidiab&#xE9;ticos utilizados como terapia de base foram mantidas est&#xE1;veis durante as primeiras 12 semanas, e ap&#xF3;s este per&#xED;odo permitiu-se ajustes das mesmas. Os pacientes receberam metformina e/ou sulfonilureia e/ou insulina como terapia de base. A linagliptina promoveu melhora significativa na HbA1c de -0,64% (95% IC -0,81, -0,48; p&lt;0,0001) em compara&#xE7;&#xE3;o com o placebo ap&#xF3;s 24 semanas, a partir de uma HbA1c basal de 7,8%.</p> <p>A linagliptina tamb&#xE9;m demonstrou melhora significativa na glicemia de jejum de -20,7 mg/dL (95% IC -30,2, -11,2; p&lt;0,0001) em compara&#xE7;&#xE3;o com o placebo. O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos. De forma geral, a incid&#xEA;ncia de hipoglicemia foi compar&#xE1;vel entre a linagliptina (2 de 45 pacientes, 4,4%) e placebo (nenhum de 22 pacientes, 0%) com terapia de base de metformina isolada. As taxas de hipoglicemia tamb&#xE9;m foram compar&#xE1;veis na terapia de base de insulina com ou sem metformina (13 de 35 pacientes, 37,1% tratados com linagliptina, e 6 de 15 pacientes, 40,0% tratados com placebo). No entanto, em uma terapia de base de sulfonilureia com ou sem metformina, relatou-se hipoglicemia em uma propor&#xE7;&#xE3;o maior de pacientes tratados com linagliptina (24 de 82 pacientes, 29,3%) comparado ao placebo (7 de 42 pacientes, 16,7%). N&#xE3;o houve diferen&#xE7;a nos eventos hipoglic&#xEA;micos graves entre a linagliptina e o placebo. <sup>8</sup></p> <p>Em uma an&#xE1;lise conjunta dos pacientes idosos (idade &#x2265; 70 anos) com diabetes tipo 2 (n = 183) que estavam tomando metformina e insulina basal como terapia de base, a linagliptina em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina mais insulina resultou em melhoras significativas na HbA1c com -0,81 (IC: -1,01, -0,61) de redu&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia ajustada a partir do basal (HbA1c basal m&#xE9;dia 8,13%) em compara&#xE7;&#xE3;o com placebo em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina mais insulina. N&#xE3;o houve diferen&#xE7;a clinicamente significativa na incid&#xEA;ncia de epis&#xF3;dios de hipoglicemia, em pacientes &#x2265; 70 anos (37,2% em linagliptina em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina e insulina <em>versus</em> 39,8% no grupo placebo em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina e insulina). <sup>5</sup></p> <h4>Linagliptina e associa&#xE7;&#xE3;o inicial com linagliptina e metformina (como combina&#xE7;&#xE3;o livre) em pacientes virgens de tratamento rec&#xE9;m-diagnosticados com hiperglicemia acentuada</h4> <p>A efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da associa&#xE7;&#xE3;o inicial de linagliptina 5 mg, uma vez por dia, e metformina, duas vezes ao dia (aumento gradual da dose nas primeiras 6 semanas at&#xE9; 1500 mg ou 2000 mg/d), em compara&#xE7;&#xE3;o com linagliptina 5 mg uma vez ao dia foram avaliadas num estudo de 24 semanas em pacientes virgens de tratamento rec&#xE9;mdiagnosticados com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2 e hiperglicemia acentuada (HbA1c basal 8,5 - 12,0%).</p> <p>Ap&#xF3;s 24 semanas tanto a linagliptina em monoterapia, bem como a associa&#xE7;&#xE3;o de linagliptina e metformina reduziram significativamente a HbA1c em -2,0% e -2,8% respectivamente, a partir de uma HbA1c basal de 9,9% e 9,8%, respectivamente. A diferen&#xE7;a entre os tratamentos, de -0,8% (95% IC -1,1 at&#xE9; -0,5), mostrou superioridade para a associa&#xE7;&#xE3;o em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; monoterapia (p &lt;0,0001). Notavelmente, 40% e 61% dos pacientes em monoterapia e terapia associada alcan&#xE7;aram HbA1c &lt;7,0%, respectivamente. <sup>9</sup></p> <h4>Risco cardiovascular</h4> <p>O tratamento com linagliptina n&#xE3;o foi associado a um aumento no risco cardiovascular em uma metan&#xE1;lise pr&#xE9;especificada e prospectiva de eventos cardiovasculares independentemente considerados, a partir de 19 estudos cl&#xED;nicos envolvendo 9.459 pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2. O desfecho prim&#xE1;rio (uma combina&#xE7;&#xE3;o de: ocorr&#xEA;ncia ou tempo para a primeira ocorr&#xEA;ncia de morte cardiovascular, infarto do mioc&#xE1;rdio n&#xE3;o fatal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/acidente-vascular-cerebral/c\" target=\"_blank\">acidente vascular cerebral</a> n&#xE3;o fatal ou hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/angina-instavel\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/angina/c\" target=\"_blank\">angina</a> inst&#xE1;vel) n&#xE3;o foi significativamente mais baixo para linagliptina <em>versus</em> comparadores ativos e placebo combinados [Raz&#xE3;o de risco 0,78 (95% de intervalo de confian&#xE7;a 0,55; 1,12)]. No total, ocorreram 60 eventos prim&#xE1;rios com a linagliptina e 62 com os comparadores.<sup> 10</sup></p> <p>Foi observada a ocorr&#xEA;ncia de eventos cardiovasculares a uma taxa similar entre a linagliptina e o placebo [Raz&#xE3;o de risco 1,09 (95% de intervalo de confian&#xE7;a 0,68; 1,75)]. Em estudos controlados com placebo, no total ocorreram 43 eventos prim&#xE1;rios (1,03%) com a linagliptina e 29 (1,35%) com o placebo. <sup>10</sup></p> <h4>Bioequival&#xEA;ncia</h4> <p>Os estudos de bioequival&#xEA;ncia em volunt&#xE1;rios saud&#xE1;veis demonstraram que os comprimidos de associa&#xE7;&#xE3;o de Cloridrato de Metformina + Linagliptina (linagliptina/cloridrato de metformina) s&#xE3;o bioequivalentes &#xE0; coadministra&#xE7;&#xE3;o de linagliptina e cloridrato de metformina como comprimidos individuais. <sup>11</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o dos comprimidos de Cloridrato de Metformina + Linagliptina 2,5/1000 mg com alimento n&#xE3;o resultou em altera&#xE7;&#xE3;o na exposi&#xE7;&#xE3;o geral de linagliptina. Com metformina, n&#xE3;o houve altera&#xE7;&#xE3;o na ASC (&#xE1;rea sob a curva ou AUC), no entanto, o pico m&#xE9;dio de concentra&#xE7;&#xE3;o s&#xE9;rica de metformina foi reduzido em 18% quando administrada com alimento. Foi observado atraso no tempo para atingir o pico m&#xE9;dio de concentra&#xE7;&#xF5;es s&#xE9;ricas em 2 horas para metformina em condi&#xE7;&#xF5;es com alimento. Essas altera&#xE7;&#xF5;es n&#xE3;o parecem ser clinicamente significativas. <sup>12</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Taskinen MR, Rosenstock J, Tamminen I, et al. Safety and efficacy of linagliptin as add-on therapy to metformin in patients with type 2 diabetes: a randomized, double-blind, placebo-controlled study. Diabetes Obes Metab. 2011;13(1):65-74.<br> 2. Haak T, Meinicke T, Jones R, et al. Initial combination of linagliptin and metformin improves glycaemic control in type 2 diabetes: a randomized, double-blind, placebo-controlled study. Diabetes Obes Metab. 2012;14(6):565-74.<br> 3. Ross SA, Rafeiro E, Meinicke T, et al. Efficacy and safety of linagliptin 2.5 mg twice daily <em>versus</em> 5 mg once daily in patients with type 2 diabetes inadequately controlled on metformin: a randomised, double-blind, placebo-controlled trial. Curr Med Res Opin. 2012;28(9):1465-74.<br> 4. Owens DR, Swallow R, Dugi KA, et al. Efficacy and safety of linagliptin in persons with type 2 diabetes inadequately controlled by a combination of metformin and sulphonylurea: a 24-week randomized study. Diabet Med. 2011;28(11):1352-61.<br> 5. Yki-j&#xE4;rvinen H, Rosenstock J, Dur&#xE1;n-garcia S, et al. Effects of adding linagliptin to basal insulin regimen for inadequately controlled type 2 diabetes: a &#x2265;52-week randomized, double-blind study. Diabetes Care. 2013;36(12):3875-81.<br> 6. Tinahones FJ, Gallwitz B, Nordaby M, et al. Linagliptin as add-on to empagliflozin and metformin in patients with type 2 diabetes: Two 24-week randomized, double-blind, double-dummy, parallel-group trials. Diabetes Obes Metab. 2016. DOI: 10.1111/dom.12814.<br> 7. Gallwitz B, Rosenstock J, Rauch T, et al. 2-year efficacy and safety of linagliptin compared with glimepiride in patients with type 2 diabetes inadequately controlled on metformin: a randomised, double-blind, noninferiority trial. Lancet. 2012;380(9840):475-83.<br> 8. Barnett AH, Huisman H, Jones R, et al. Linagliptin for patients aged 70 years or older with type 2 diabetes inadequately controlled with common antidiabetes treatments: a randomised, double-blind, placebo-controlled trial. Lancet. 2013;382(9902):1413-23.<br> 9. Ross SA, Caballero AE, Del prato S, et al. Initial combination of linagliptin and metformin compared with linagliptin monotherapy in patients with newly diagnosed type 2 diabetes and marked hyperglycaemia: a randomized, double-blind, active-controlled, parallel group, multinational clinical trial. Diabetes Obes Metab. 2015;17(2):136-44.<br> 10. Johansen OE, Neubacher D, Von eynatten M, et al. Cardiovascular safety with linagliptin in patients with type 2 diabetes <em>mellitus</em>: a pre-specified, prospective, and adjudicated meta-analysis of a phase 3 programme. Cardiovasc Diabetol. 2012;11:3.<br> 11. Buschke S, Ring A, Friedrich C, et al. Linagliptin fixed-dose combination with metformin is bioequivalent to co-administration of linagliptin and metformin as individual tablets. Int J Clin Pharmacol Ther. 2014;52(7):537- 48.<br> 12. Scheen AJ. Linagliptin plus metformin: a pharmacokinetic and pharmacodynamic evaluation. Expert Opin Drug Metab Toxicol. 2013;9(3):363-77.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas&amp;nbsp;</h2> <hr> <h3>Farmacodin&#xE2;mica</h3> <p>A linagliptina &#xE9; um inibidor da enzima DPP-4 (dipeptidil peptidase 4), uma enzima que est&#xE1; envolvida na inativa&#xE7;&#xE3;o dos horm&#xF4;nios incretinas GLP-1 e GIP (pept&#xED;deo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/glucagon/bula\" target=\"_blank\">glucagon</a> s&#xED;mile 1 e polipept&#xED;dio insulinotr&#xF3;pico dependente da <a href=\"https://consultaremedios.com.br/glicose/bula\" target=\"_blank\">glicose</a>). Estes horm&#xF4;nios s&#xE3;o rapidamente degradados pela enzima DPP-4. Ambos os horm&#xF4;nios incretinas est&#xE3;o envolvidos na regula&#xE7;&#xE3;o fisiol&#xF3;gica da homeostase de glicose. As incretinas s&#xE3;o secretadas em baixos n&#xED;veis basais ao longo do dia e os n&#xED;veis aumentam imediatamente ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o de uma refei&#xE7;&#xE3;o. GLP-1 e GIP aumentam a bioss&#xED;ntese de insulina e a secre&#xE7;&#xE3;o das c&#xE9;lulas beta pancre&#xE1;ticas na presen&#xE7;a de n&#xED;veis sangu&#xED;neos normais e elevados de glicose. Al&#xE9;m disso, o GLP-1 tamb&#xE9;m reduz a secre&#xE7;&#xE3;o de glucagon pelas c&#xE9;lulas alfa pancre&#xE1;ticas, resultando numa redu&#xE7;&#xE3;o da produ&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica de glicose. A linagliptina liga-se de forma muito eficaz &#xE0; enzima DPP-4 de maneira revers&#xED;vel e, dessa forma, leva a um aumento sustentado e um prolongamento dos n&#xED;veis de incretina ativa.</p> <p>A linagliptina aumenta a secre&#xE7;&#xE3;o de insulina e reduz a secre&#xE7;&#xE3;o de glucagon de forma dependente da glicose, resultando dessa maneira, em uma melhora global na homeostase glic&#xEA;mica. A linagliptina se liga seletivamente &#xE0; enzima DPP-4 e exibe uma seletividade &gt;10.000 vezes <em>versus</em> as enzimas DPP-8 e DPP-9 <em>in vitro</em>.</p> <p>O cloridrato de metformina &#xE9; uma biguanida com efeitos anti-hiperglicemiantes, reduzindo a glicemia basal e p&#xF3;sprandial. Ele n&#xE3;o estimula a secre&#xE7;&#xE3;o de insulina e, portanto, tem baixo risco de causar hipoglicemia.</p> <h4>O cloridrato de metformina pode agir por meio de 3 mecanismos:</h4> <ul> <li>Reduzindo a produ&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica de glicose, por inibi&#xE7;&#xE3;o da gliconeog&#xEA;nese e glicogen&#xF3;lise;</li> <li>Aumentando a sensibilidade &#xE0; insulina no m&#xFA;sculo, melhorando a capta&#xE7;&#xE3;o e a utiliza&#xE7;&#xE3;o perif&#xE9;rica de glicose;</li> <li>Retardando a absor&#xE7;&#xE3;o intestinal de glicose.</li> </ul> <p>O cloridrato de metformina estimula a s&#xED;ntese intracelular de glicog&#xEA;nio, agindo na enzima glicog&#xEA;nio sintase.</p> <p>Tamb&#xE9;m aumenta a capacidade de transporte de todos os tipos de transportadores de membrana de glicose (GLUTs) conhecidos at&#xE9; o momento.</p> <p>Em humanos, independentemente de sua a&#xE7;&#xE3;o sobre a glicemia, o cloridrato de metformina apresenta efeitos favor&#xE1;veis sobre o metabolismo de lip&#xED;deos. Isto foi demonstrado em doses terap&#xEA;uticas nos estudos cl&#xED;nicos controlados de m&#xE9;dio e longo prazo: o cloridrato de metformina reduz os n&#xED;veis de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/colesterol/c\" target=\"_blank\">colesterol</a> total, colesterol LDL e de triglic&#xE9;rides.</p> <h3>Farmacocin&#xE9;tica</h3> <p>As seguintes informa&#xE7;&#xF5;es refletem as propriedades farmacocin&#xE9;ticas das subst&#xE2;ncias ativas individuais de Cloridrato de Metformina + Linagliptina.</p> <h4>Linagliptina</h4> <p>A farmacocin&#xE9;tica da linagliptina foi extensamente caracterizada em indiv&#xED;duos sadios e pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2. Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de uma dose de 5 mg em volunt&#xE1;rios sadios, a linagliptina foi rapidamente absorvida, com o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica (T<sub>m&#xE1;x m&#xE9;dio</sub>) ocorrendo 1,5 horas ap&#xF3;s a dose.</p> <p>As concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas de linagliptina declinam pelo menos de maneira bif&#xE1;sica, com uma prolongada meia vida terminal (meia vida terminal para linagliptina maior que 100 horas), que est&#xE1; principalmente relacionada &#xE0; forte e satur&#xE1;vel liga&#xE7;&#xE3;o da linagliptina &#xE0; enzima DPP-4 e n&#xE3;o contribui para o ac&#xFA;mulo do f&#xE1;rmaco. A meia vida efetiva para acumula&#xE7;&#xE3;o da linagliptina, conforme determinada a partir da administra&#xE7;&#xE3;o oral de m&#xFA;ltiplas doses de 5 mg de linagliptina, &#xE9; de, aproximadamente, 12 horas. As concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas do estado de equil&#xED;brio s&#xE3;o atingidas ap&#xF3;s a terceira dose, em um regime de 5 mg de linagliptina uma vez ao dia.</p> <p>A ASC plasm&#xE1;tica da linagliptina aumentou aproximadamente 33% ap&#xF3;s doses de 5 mg no estado de equil&#xED;brio, em compara&#xE7;&#xE3;o &#xE0; primeira dose. Os coeficientes intra e interindiv&#xED;duos de varia&#xE7;&#xE3;o para a ASC da linagliptina foram pequenos (12,6% e 28,5%, respectivamente). A ASC plasm&#xE1;tica da linagliptina aumentou de uma maneira menor e proporcional &#xE0; dose. A farmacocin&#xE9;tica da linagliptina foi geralmente similar em indiv&#xED;duos sadios e em pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2.</p> <h5>Absor&#xE7;&#xE3;o</h5> <p>A biodisponibilidade absoluta da linagliptina &#xE9; de, aproximadamente, 30%. A coadministra&#xE7;&#xE3;o de refei&#xE7;&#xE3;o rica em gorduras com linagliptina n&#xE3;o teve efeito clinicamente relevante sobre a sua farmacocin&#xE9;tica, por isso a mesma pode ser administrada com ou sem alimentos. Estudos <em>in vitro</em> indicaram que a linagliptina &#xE9; um substrato da glicoprote&#xED;na-P (P-gp) e da isozima CYP3A4. Ritonavir, um potente inibidor da glicoprote&#xED;na-P e da isozima CYP3A4, levou a um aumento de duas vezes na exposi&#xE7;&#xE3;o (ASC) e a m&#xFA;ltipla coadministra&#xE7;&#xE3;o de linagliptina com rifampicina, um potente indutor da P-gp e da isozima CYP3A4, resultou em uma redu&#xE7;&#xE3;o de cerca de 40% na ASC no estado de equil&#xED;brio, presumivelmente por aumentar/reduzir a biodisponibilidade da linagliptina pela inibi&#xE7;&#xE3;o/indu&#xE7;&#xE3;o da glicoprote&#xED;na-P.</p> <h5>Distribui&#xE7;&#xE3;o</h5> <p>Como resultado da liga&#xE7;&#xE3;o aos tecidos, o volume aparente m&#xE9;dio de distribui&#xE7;&#xE3;o no estado de equil&#xED;brio, ap&#xF3;s uma dose intravenosa &#xFA;nica de 5 mg de linagliptina a indiv&#xED;duos sadios, &#xE9; de, aproximadamente, 1.110 litros; o que indica que a linagliptina se distribui extensamente pelos tecidos. A liga&#xE7;&#xE3;o da linagliptina &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> plasm&#xE1;ticas &#xE9; dependente da concentra&#xE7;&#xE3;o, diminuindo de cerca de 99% a 1 nmol/L, para 75-89% a &#x2265;30 nmol/L; o que reflete a satura&#xE7;&#xE3;o da liga&#xE7;&#xE3;o &#xE0; enzima DPP-4 com o aumento da concentra&#xE7;&#xE3;o de linagliptina. Em concentra&#xE7;&#xF5;es elevadas, quando a enzima DPP-4 est&#xE1; completamente saturada, 70-80% da linagliptina est&#xE1; ligada a outras prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas que n&#xE3;o a DPP-4, consequentemente 30-20% est&#xE1; livre no plasma.</p> <h5>Metabolismo</h5> <p>Ap&#xF3;s uma dose oral de 10 mg de linagliptina [14C], aproximadamente 5% da radiatividade foi excretada na urina. O metabolismo desempenha um papel secund&#xE1;rio na elimina&#xE7;&#xE3;o da linagliptina. Foi detectado, no estado de equil&#xED;brio da linagliptina, um metab&#xF3;lito principal com uma exposi&#xE7;&#xE3;o relativa de 13,3%, o qual mostrou ser farmacologicamente inativo e, dessa maneira, n&#xE3;o contribuir para a atividade inibidora da DPP-4 plasm&#xE1;tica exercida pela linagliptina.</p> <h5>Excre&#xE7;&#xE3;o</h5> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o de uma dose oral de linagliptina [14C] em indiv&#xED;duos sadios, aproximadamente 85% da radioatividade administrada foi eliminada nas fezes (80%) ou urina (5%) ap&#xF3;s 4 dias da dose. A depura&#xE7;&#xE3;o renal no estado de equil&#xED;brio foi de, aproximadamente, 70 mL/minuto.</p> <h5>Popula&#xE7;&#xF5;es Especiais</h5> <h6>Disfun&#xE7;&#xE3;o renal</h6> <p>Um estudo dose m&#xFA;ltipla, aberto, foi conduzido para avaliar a farmacocin&#xE9;tica da linagliptina (dose de 5 mg) em pacientes com v&#xE1;rios graus de disfun&#xE7;&#xE3;o renal cr&#xF4;nica em compara&#xE7;&#xE3;o a volunt&#xE1;rios com fun&#xE7;&#xE3;o renal normal. O estudo incluiu pacientes com disfun&#xE7;&#xE3;o renal classificada de acordo com a depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina como&amp;nbsp;leve (50 a &lt;80 mL/minuto), moderada (30 a &lt;50 mL/minuto) e grave (&lt;30 mL/minuto), bem como pacientes com doen&#xE7;a renal terminal sob <a href=\"https://consultaremedios.com.br/produtos-hospitalares/hemodialise/c\" target=\"_blank\">hemodi&#xE1;lise</a>. Al&#xE9;m disso, pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2 e insufici&#xEA;ncia renal grave (&lt;30 mL/minuto) foram comparados a pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2 com fun&#xE7;&#xE3;o renal normal. A depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina foi medida atrav&#xE9;s da medida de creatinina em urina de 24 horas ou estimada a partir da creatinina s&#xE9;rica com base na f&#xF3;rmula de <em>Cockcroft-Gault</em>:</p> <p>CrCl = [140 - idade (anos)] x peso (kg) [x 0,85 para pacientes do sexo feminino] / [72 x creatinina s&#xE9;rica (mg/dL)].</p> <p>Sob condi&#xE7;&#xF5;es de estado de equil&#xED;brio, a exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; linagliptina em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal leve foi compar&#xE1;vel &#xE0;quela nos indiv&#xED;duos sadios. Na insufici&#xEA;ncia renal moderada, um aumento moderado na exposi&#xE7;&#xE3;o, de cerca de 1,7 vezes, foi observado em compara&#xE7;&#xE3;o ao controle. A exposi&#xE7;&#xE3;o em pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2 com insufici&#xEA;ncia renal grave foi aumentada em cerca de 1,4 vezes comparada a pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2 com fun&#xE7;&#xE3;o renal normal. A previs&#xE3;o da ASC da linagliptina no estado de equil&#xED;brio, em pacientes com doen&#xE7;a renal terminal sob hemodi&#xE1;lise, indicou exposi&#xE7;&#xE3;o compar&#xE1;vel &#xE0;quela de pacientes com insufici&#xEA;ncia renal moderada ou grave.</p> <p>Al&#xE9;m disso, n&#xE3;o se espera que a linagliptina seja eliminada em grau terapeuticamente significativo por hemodi&#xE1;lise ou di&#xE1;lise peritoneal. Portanto, nenhum ajuste de dose da linagliptina &#xE9; necess&#xE1;rio em pacientes com qualquer grau de disfun&#xE7;&#xE3;o renal. Al&#xE9;m disso, disfun&#xE7;&#xE3;o renal leve n&#xE3;o teve efeito sobre a farmacocin&#xE9;tica da linagliptina em pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2, conforme avaliado pela an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica populacional.</p> <h6>Disfun&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica</h6> <p>Em pacientes com disfun&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica leve, moderada e grave (segundo a classifica&#xE7;&#xE3;o de Child-Pugh), a ASC e C<sub>m&#xE1;x</sub> m&#xE9;dias da linagliptina mostraram-se similares &#xE0;quelas dos correspondentes controles sadios, ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o de m&#xFA;ltiplas doses de 5 mg de linagliptina. Nenhum ajuste de dose da linagliptina &#xE9; necess&#xE1;rio para pacientes com disfun&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica leve, moderada ou grave.</p> <h6><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/como-calcular-imc/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">&#xCD;ndice de Massa Corporal</a> (IMC)</h6> <p>Nenhum ajuste de dose &#xE9; necess&#xE1;rio com base no IMC. O &#xED;ndice de massa corporal n&#xE3;o teve efeito clinicamente relevante sobre a farmacocin&#xE9;tica da linagliptina, com base em uma an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica populacional de dados de Fase I e Fase II.</p> <h6>Sexo</h6> <p>Nenhum ajuste de dose &#xE9; necess&#xE1;rio com base no sexo. O sexo n&#xE3;o teve efeito clinicamente relevante sobre a farmacocin&#xE9;tica da linagliptina, com base em uma an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica populacional de dados de Fase I e de Fase II.</p> <h6>Idosos</h6> <p>Nenhum ajuste de dose &#xE9; requerido com base na idade, j&#xE1; que a idade n&#xE3;o teve um impacto clinicamente relevante sobre a farmacocin&#xE9;tica da linagliptina com base em uma an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica populacional de dados de Fase I e de Fase II. Indiv&#xED;duos idosos (65 a 80 anos de idade) tiveram concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas de linagliptina compar&#xE1;veis &#xE0;s de indiv&#xED;duos mais jovens.</p> <h6>Crian&#xE7;as</h6> <p>Ainda n&#xE3;o foram realizados estudos caracterizando a farmacocin&#xE9;tica da linagliptina em pacientes pedi&#xE1;tricos.</p> <h6>Ra&#xE7;a</h6> <p>Nenhum ajuste de dose &#xE9; necess&#xE1;rio com base na ra&#xE7;a. A ra&#xE7;a n&#xE3;o teve efeito &#xF3;bvio sobre as concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas de linagliptina com base em uma an&#xE1;lise composta de dados farmacocin&#xE9;ticos dispon&#xED;veis, incluindo pacientes de origem caucasiana, hisp&#xE2;nica, afro-americana e asi&#xE1;tica. Al&#xE9;m disso, as caracter&#xED;sticas farmacocin&#xE9;ticas da linagliptina mostraram-se similares nos estudos de Fase I com volunt&#xE1;rios sadios japoneses, chineses e caucasianos e com pacientes diab&#xE9;ticos tipo 2 afro-americanos.</p> <h4>Metformina</h4> <h5>Absor&#xE7;&#xE3;o</h5> <p>Ap&#xF3;s uma dose oral de metformina, T<sub>m&#xE1;x</sub> foi atingido em 2,5 horas. A biodisponibilidade absoluta de um comprimido de 500 mg ou 850 mg de cloridrato de metformina &#xE9; de aproximadamente 50-60% em volunt&#xE1;rios saud&#xE1;veis. Ap&#xF3;s uma dose oral, a fra&#xE7;&#xE3;o n&#xE3;o absorvida recuperada nas fezes foi de 20-30%.</p> <p>Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral, a absor&#xE7;&#xE3;o de cloridrato de metformina &#xE9; satur&#xE1;vel e incompleta. &#xC9; assumido que a farmacocin&#xE9;tica da absor&#xE7;&#xE3;o do cloridrato de metformina n&#xE3;o seja linear.</p> <p>Nas doses e esquemas de administra&#xE7;&#xE3;o de dose recomendadas de cloridrato de metformina, as concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas do estado de equil&#xED;brio s&#xE3;o atingidas dentro de 24 a 48 horas e s&#xE3;o geralmente menores que 1 micrograma/mL. Em estudos cl&#xED;nicos controlados, os n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos m&#xE1;ximos (C<sub>m&#xE1;x</sub>) de cloridrato de metformina n&#xE3;o ultrapassaram 5 microgramas/mL, mesmo nas doses m&#xE1;ximas.</p> <p>O alimento reduz a extens&#xE3;o e atrasa ligeiramente a absor&#xE7;&#xE3;o de cloridrato de metformina. Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o de uma dose de 850 mg, foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 40% do pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica, uma redu&#xE7;&#xE3;o de 25% na ASC (&#xE1;rea sob a curva) e um prolongamento de 35 minutos do tempo at&#xE9; o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica. A relev&#xE2;ncia cl&#xED;nica dessas redu&#xE7;&#xF5;es &#xE9; desconhecida.</p> <h5>Distribui&#xE7;&#xE3;o</h5> <p>A liga&#xE7;&#xE3;o &#xE0; prote&#xED;na plasm&#xE1;tica &#xE9; insignificante. O cloridrato de metformina se distribui nos eritr&#xF3;citos.</p> <p>O pico sangu&#xED;neo &#xE9; menor do que o pico plasm&#xE1;tico e aparece aproximadamente ao mesmo tempo. As hem&#xE1;cias, mais provavelmente, representam um compartimento secund&#xE1;rio de distribui&#xE7;&#xE3;o. O volume m&#xE9;dio de distribui&#xE7;&#xE3;o (Vd) variou entre 63-276 L.</p> <h5>Metabolismo</h5> <p>O cloridrato de metformina &#xE9; excretado inalterado na urina. N&#xE3;o foram identificados metab&#xF3;litos em humanos.</p> <h5>Elimina&#xE7;&#xE3;o</h5> <p>A depura&#xE7;&#xE3;o renal de cloridrato de metformina &#xE9; &gt; 400 mL/min, indicando que o cloridrato de metformina &#xE9; eliminado por filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular e secre&#xE7;&#xE3;o tubular. Ap&#xF3;s uma dose oral, a meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o terminal aparente &#xE9; de aproximadamente 6,5 horas.</p> <p>Se houver comprometimento na fun&#xE7;&#xE3;o renal, a depura&#xE7;&#xE3;o renal &#xE9; reduzida proporcionalmente &#xE0; creatinina e, portanto, a meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; prolongada, levando a n&#xED;veis elevados de cloridrato de metformina no plasma.</p> <h5>Popula&#xE7;&#xF5;es especiais</h5> <h6>Pedi&#xE1;trica</h6> <p>Estudo de dose &#xFA;nica: Ap&#xF3;s doses &#xFA;nicas de metformina de 500 mg, os pacientes pedi&#xE1;tricos demonstraram um perfil farmacocin&#xE9;tico semelhante ao observado em adultos saud&#xE1;veis.</p> <p>Estudo de doses m&#xFA;ltiplas: Os dados est&#xE3;o restritos a um estudo. Ap&#xF3;s doses repetidas de 500 mg, duas vezes ao dia por 7 dias em pacientes pedi&#xE1;tricos, o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica (C<sub>m&#xE1;x</sub>) e a exposi&#xE7;&#xE3;o sist&#xEA;mica (ASC0-t) foram reduzidos em aproximadamente 33% e 40%, respectivamente, em compara&#xE7;&#xE3;o aos adultos diab&#xE9;ticos que receberam doses repetidas de 500 mg, duas vezes ao dia, por 14 dias. Como a dose &#xE9; individualmente titulada com base no controle glic&#xEA;mico, estas observa&#xE7;&#xF5;es s&#xE3;o de relev&#xE2;ncia cl&#xED;nica limitada.</p> <h6>Disfun&#xE7;&#xE3;o Renal</h6> <p>Os dados dispon&#xED;veis em indiv&#xED;duos com disfun&#xE7;&#xE3;o renal moderada s&#xE3;o escassos e n&#xE3;o podem ser feitas estimativas confi&#xE1;veis da exposi&#xE7;&#xE3;o sist&#xEA;mica &#xE0; metformina nesse subgrupo quando comparado com indiv&#xED;duos com fun&#xE7;&#xE3;o renal normal. Portanto, a adequa&#xE7;&#xE3;o da dose deve ser feita a partir das considera&#xE7;&#xF5;es de efic&#xE1;cia/tolerabilidade cl&#xED;nica.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Trayenta Duo?

Mantenha em temperatura ambiente (15 °C a 30 °C), protegido da umidade.

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Características do medicamento

Trayenta Duo&nbsp;2,5/500 mg

O comprimido de Trayenta Duo 2,5/500 mg é amarelo claro, oval, biconvexo, com o símbolo da empresa Boehringer Ingelheim em uma face e D2/500 na outra.

Trayenta Duo&nbsp;2,5/850 mg

O comprimido de Trayenta Duo 2,5/850 mg é laranja claro, oval, biconvexo, com o símbolo da empresa Boehringer Ingelheim em uma face e D2/850 na outra.

Trayenta Duo&nbsp;2,5/1000 mg

O comprimido de Trayenta Duo 2,5/1000 mg é rosa claro, oval, biconvexo, com o símbolo da empresa Boehringer Ingelheim em uma face e D2/1000 na outra.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Trayenta Duo

Comprimidos revestidos de 2,5/500 mg, 2,5/850 mg ou 2,5/1000 mg

  • <li>Bl&#xED;steres com 60 comprimidos.</li> <li>Frascos com 60 comprimidos.</li>

Uso oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Trayenta Duo

MS – 1.0367.0170

Farm. Resp.:
Ana Carolina Scandura Cardillo
CRF-SP 22440

Importado e embalado por:
Boehringer Ingelheim do Brasil Quím. e Farm. Ltda
Rod. Régis Bittencourt, km 286
Itapecerica da Serra - SP
CNPJ 60.831.658/0021-10
Indústria Brasileira




SAC
0800-7016633

Fabricado por (embalagem frasco):
Boehringer Ingelheim Promeco S.A de C.V.
Cidade do México, México.

Fabricado por (embalagem blíster):

Boehringer Ingelheim Pharma GmbH & Co. KG
Ingelheim am Rhein, Alemanha

Venda sob prescrição médica.

2,5mg + 850mg, caixa com 60 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Cloridrato De Metformina + Linagliptina
Classe Terapêutica
:
Associações de Inibidores DPP-IV com Biguanidas
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Diabetes
Especialidade
:
Endocrinologia

Bula do medicamento

Trayenta Duo, para o que é indicado e para o que serve?

Trayenta Duo é indicado como adjuvante da dieta e do exercício, para melhorar o controle glicêmico (nível sanguíneo de açúcar) em pacientes com diabetes mellitus tipo 2, em que a dose máxima tolerada de metformina sozinha não proporciona um controle adequado ou em pacientes que já estão sendo tratados com a combinação linagliptina e metformina e apresentam controle adequado. Pode ser utilizado em associação à sulfonilureia (como terapia de associação tripla) como adjuvante à dieta e exercício físico em pacientes em que as doses máximas toleradas de metformina e da sulfonilureia não proporcionam um controle glicêmico adequado.

Pode ser utilizado em associação à insulina (como terapia de associação tripla) como adjuvante à dieta e exercício físico para melhorar o controle glicêmico em pacientes quando a insulina e metformina isoladamente não proporcionam um controle glicêmico adequado. Também pode ser utilizado em combinação com um inibidor de SGLT-2 (ou seja, terapia de combinação tripla) como adjuvante à dieta e exercício físico em pacientes não controlados adequadamente com as doses máximas de metformina e do inibidor de SGLT-2.

Quais as contraindicações do Trayenta Duo?

Você não deve usar Trayenta Duo se tiver as seguintes condições:

  • <li>Alergia &#xE0; linagliptina e/ou ao <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-metformina/bula" target="_blank">cloridrato de metformina</a> ou a qualquer um dos componentes da f&#xF3;rmula; qualquer tipo de acidose metab&#xF3;lica aguda, como acidose l&#xE1;ctica e cetoacidose diab&#xE9;tica (doen&#xE7;a em que o sangue fica repleto de cetonas, que s&#xE3;o subst&#xE2;ncias que o corpo produz quando utiliza gordura em vez de <a href="https://consultaremedios.com.br/glicose/bula" target="_blank">glicose</a> para obter energia, devido &#xE0; aus&#xEA;ncia de insulina); pr&#xE9;coma diab&#xE9;tico; insufici&#xEA;ncia renal grave (depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina do sangue &lt; 30 mL/min ou taxa de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular estimada &lt; 30 mL/min/1,73 m<sup>2</sup>); condi&#xE7;&#xF5;es agudas que alterem a fun&#xE7;&#xE3;o dos rins como <a href="https://minutosaudavel.com.br/desidratacao/" rel="noopener" target="_blank">desidrata&#xE7;&#xE3;o</a>, infec&#xE7;&#xE3;o grave, choque (redu&#xE7;&#xE3;o muito grande da irriga&#xE7;&#xE3;o de sangue nos tecidos), uso de medicamentos com contraste &#xE0; base de <a href="https://consultaremedios.com.br/b/iodo" target="_blank"/><a href="https://consultaremedios.com.br/iodo/pa" target="_blank">iodo</a>; doen&#xE7;as que causem falta de irriga&#xE7;&#xE3;o sangu&#xED;nea nos tecidos (como mau funcionamento do cora&#xE7;&#xE3;o ou pulm&#xF5;es, <a href="https://minutosaudavel.com.br/infarto/" rel="noopener" target="_blank">infarto</a> recente ou choque); mau funcionamento do <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c" target="_blank">f&#xED;gado</a>; intoxica&#xE7;&#xE3;o por &#xE1;lcool e <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alcoolismo/c" target="_blank">alcoolismo</a>.</li>

Como usar o Trayenta Duo?

Para abrir o frasco, pressione a tampa para baixo e gire-a ao mesmo tempo. Fechar firmemente após o uso.

O comprimido de Trayenta Duo deve ser ingerido por via oral. A dose recomendada para pacientes com função renal normal (taxa de filtração glomerular (TFG) > 90 mL/min) é um comprimido de 2,5/500 mg, 2,5/850 mg ou 2,5/1000 mg duas vezes ao dia conforme prescrito pelo seu médico, juntamente com as refeições para reduzir os efeitos indesejáveis no sistema digestivo associados à metformina.

Seu médico prescreverá Trayenta Duo tanto sozinho quanto em combinação a outro antidiabético da classe das sulfonilureias, se necessário. É importante que você continue a seguir a dieta e/ou exercício indicados enquanto estiver em tratamento com Trayenta Duo.

A dose diária máxima recomendada de Trayenta Duo é de 5 mg de linagliptina e de 2000 mg de metformina.

Pacientes com controle inadequado do diabetes na dose máxima tolerada de metformina isoladamente

  • <li>A dose inicial padr&#xE3;o &#xE9; de linagliptina 2,5 mg, duas vezes ao dia (dose di&#xE1;ria total de 5 mg) mais a dose de metformina que j&#xE1; est&#xE1; sendo utilizada.</li>

Pacientes migrando da administração de linagliptina e metformina em comprimidos separados para associação em dose fixa

  • <li>Trayenta Duo deve ser iniciado nas doses de linagliptina e metformina que j&#xE1; est&#xE3;o sendo utilizadas.</li>

Pacientes inadequadamente controlados com a terapia de associação dupla com a dose máxima tolerada de metformina e uma sulfonilureia

  • <li>Dose de 2,5 mg de linagliptina, duas vezes ao dia (dose di&#xE1;ria total de 5 mg) e uma dose de metformina similar &#xE0; dose que j&#xE1; est&#xE1; sendo utilizada. Quando Trayenta Duo &#xE9; utilizado em associa&#xE7;&#xE3;o com uma sulfonilureia, uma dose menor desta pode ser necess&#xE1;ria para reduzir o risco de <a href="https://minutosaudavel.com.br/hipoglicemia/" rel="noopener" target="_blank">hipoglicemia</a>.</li>

Para pacientes inadequadamente controlados com a terapia de associação dupla com insulina e a dose máxima tolerada de metformina

  • <li>Dose de 2,5 mg duas vezes ao dia (dose di&#xE1;ria total de 5 mg) e uma dose de metformina similar &#xE0; dose que j&#xE1; est&#xE1; sendo utilizada. Quando Trayenta Duo &#xE9; utilizado em associa&#xE7;&#xE3;o com a insulina, uma dose menor de insulina pode ser necess&#xE1;ria para reduzir o risco de hipoglicemia.</li>

Disfunção renal

  • <li>O&amp;nbsp;m&#xE9;dico dever&#xE1; monitorar a fun&#xE7;&#xE3;o renal do paciente antes de iniciar o tratamento com medicamentos que cont&#xE9;m metformina e, depois, pelo menos uma vez ao ano.</li>

Esse monitoramento deve ser mais frequente para pacientes com maior risco de piora da função dos rins e em idosos.

Trayenta Duo paode ser empregado em pacientes com disfunção renal moderada estágio 3 (depuração de creatinina entre 30 e 59 mL/min ou taxa de filtração glomerular estimada [TFGe] entre 30 e 59 mL/min/1,73 m2 ) somente na ausência de outras condições que possam aumentar o risco de acidose láctica e com os seguintes ajustes na posologia:
  • <li>A dose inicial &#xE9; de 500 mg ou 850 mg de cloridrato de metformina ao dia. A dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria recomendada &#xE9; de 1000 mg.</li>

Para os pacientes com TFG < 60 mL/min o médico deverá avaliar os fatores que podem aumentar o risco de acidose láctica antes de iniciar o tratamento com metformina.

A função renal deve ser rigorosamente monitorada a cada 3-6 meses em pacientes com depuração de creatinina entre 45 e 59 mL/min ou TFGe entre 45 e 59 mL/min/1,73 m2 e a cada 3 meses em pacientes com depuração de creatinina entre 30 e 44 mL/min ou TFGe entre 30 e 44 mL/min/1,73 m2.

Caso a depuração de creatinina ou a TFGe caiam para valores abaixo de 45 mL/min ou 45 mL/min/1,73m2, respectivamente, devem ser avaliados os benefícios e os riscos da continuidade do tratamento com metformina.

Caso a depuração de creatinina ou a TFGe caiam para valores abaixo de 30 mL/min ou 30 mL/min/1,73m2, respectivamente, o tratamento com metformina deve ser interrompido imediatamente.

Caso a concentração adequada de Trayenta Duo não esteja disponível, deve-se administrar as substâncias separadamente ao invés da apresentação em dose fixa combinada.

Trayenta Duo é contraindicado em pacientes com mau funcionamento do fígado devido à metformina.

Idosos devem ter sua função dos rins monitorada regularmente.

Não é recomendado para uso em crianças abaixo de 18 anos devido à falta de dados sobre segurança e eficácia nessa população.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Trayenta Duo funciona?

Trayenta Duo atua no tratamento do diabetes mellitus tipo 2 através da associação de dois componentes:

  • <li>Linagliptina e cloridrato de metformina.</li>

A linagliptina faz o pâncreas produzir maior quantidade de insulina e menor quantidade do hormônio glucagon, ajudando assim a controlar o nível de açúcar no sangue. Esse componente inibe a enzima dipeptidil peptidase-4 (DPP4), responsável pela inativação dos hormônios incretínicos, como o peptídeo glucagon símile 1 (GLP-1). O GLP-1 é liberado pelo intestino após ingestão de alimentos e estimula a secreção de insulina pelo pâncreas. Assim, ao inibir a DPP-4, a linagliptina permite que o hormônio GLP-1 atue por mais tempo, liberando insulina conforme necessidade de seu organismo.

O cloridrato de metformina atua impedindo o aumento do nível de açúcar no sangue, reduzindo a produção de glicose pelo fígado, aumentando a captação de glicose nos tecidos periféricos e/ou retardando a absorção de glicose no intestino. Não estimula a secreção de insulina e, portanto, tem baixo risco de produzir hipoglicemia (queda nos níveis de açúcar no sangue).

Após administração oral, Trayenta Duo é rapidamente absorvido e chega à corrente sanguínea. A linagliptina e o cloridrato de metformina atingem o pico de maior concentração no sangue 1,5 hora e 2,5 horas após tomada da dose, respectivamente.

Quais cuidados devo ter ao usar o Trayenta Duo?

Trayenta Duo não deve ser usado em pacientes com diabetes mellitus tipo 1 (ou seja, se seu corpo não produz insulina).

Se houver suspeita de inflamação aguda do pâncreas, deve-se descontinuar o uso de Trayenta Duo.

A linagliptina ou metformina em uso isolado não estão associadas a episódios de hipoglicemia, em geral.

Em estudos clínicos nos quais os pacientes usaram linagliptina associada a agentes que têm baixo risco de causar hipoglicemia (por exemplo, metformina, tiazolidinedionas), o número de episódios de hipoglicemia relatados com linagliptina foi similar ao número de episódios nos pacientes que tomaram placebo.

As sulfonilureias (como glimepirida) são conhecidas por causar hipoglicemia. Portanto, é preciso ter cuidado ao tomar este medicamento em associação a sulfonilureia. Pode ser necessário reduzir a dose da sulfonilureia.

A insulina é conhecida por causar hipoglicemia. Portanto, aconselha-se cautela quando Trayenta Duo for utilizado em combinação com insulina. Neste caso, pode-se considerar uma redução na dose de insulina.

Acidose láctica

Os pacientes e/ou cuidadores devem estar atentos sobre o risco de acidose láctica, caracterizada por dispneia acidótica (falta de ar por acúmulo de ácido no sangue), dor abdominal, cãibras musculares, astenia (sensação de fraqueza), hipotermia (queda da temperatura do corpo) seguida de coma. Em caso de suspeita dos sintomas, você deve parar de tomar metformina e procurar atendimento médico imediatamente.

Seu médico deverá fazer seu diagnóstico, baseando-se também em achados laboratoriais.

A acidose láctica é uma complicação metabólica muito rara, porém grave, que ocorre com maior frequência em casos de piora do funcionamento dos rins, doença cardiorrespiratória (doença do coração e/ou dos pulmões) ou sepse (infecção generalizada grave). Quando há piora da função renal, ocorre acúmulo de metformina, o que aumenta o risco de acidose láctica.

Em caso de desidratação (como casos de diarreia grave ou vômitos, febre ou ingestão reduzida de líquidos), o uso da metformina deve ser temporariamente interrompido e o paciente deve entrar em contato com o médico.

Os medicamentos que podem prejudicar gravemente a função renal tais como anti-hipertensivos (como captopril, losartana, nifedipina), diuréticos (como hidroclorotiazida, furosemida), e anti-inflamatórios não esteroides (como diclofenaco, ibuprofeno), devem ser iniciados com precaução em pacientes tratados com metformina.

Outros fatores de risco para acidose láctica são: consumo excessivo de álcool, mau funcionamento do fígado, controle inadequado do diabetes, cetose, jejum prolongado, e condições associadas à falta de irrigação sanguínea nos tecidos (como mau funcionamento do coração e infarto agudo do miocárdio), bem como a utilização ao mesmo tempo de medicamentos que possam causar acidose láctica (como, por exemplo, uso de anti-inflamatórios não esteroides como diclofenaco, ibuprofeno).

Exames de imagem

  • <li>Seu m&#xE9;dico dever&#xE1; descontinuar seu tratamento com Trayenta Duo antes ou no momento da realiza&#xE7;&#xE3;o de exames de imagem que utilizem contraste &#xE0; base de iodo, e o medicamento n&#xE3;o dever&#xE1; ser reiniciado at&#xE9; ao menos 48 horas ap&#xF3;s o exame, e somente ap&#xF3;s avalia&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins.</li>

Função renal

  • <li>A fun&#xE7;&#xE3;o dos rins (taxa de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular) deve ser monitorada antes do in&#xED;cio do tratamento e tamb&#xE9;m regularmente durante o tratamento com esse medicamento. Trayenta Duo &#xE9; contraindicado para pacientes com insufici&#xEA;ncia renal grave (taxa de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular &lt; 30 mL/min) e deve ser temporariamente descontinuado caso o paciente apresente altera&#xE7;&#xF5;es na fun&#xE7;&#xE3;o dos rins.</li>

Função cardíaca

  • <li>Pacientes com <a href="https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/" rel="noopener" target="_blank">insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> (mau funcionamento do cora&#xE7;&#xE3;o) tem maior risco de diminui&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins e redu&#xE7;&#xE3;o da irriga&#xE7;&#xE3;o de sangue nos tecidos. Em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca est&#xE1;vel, Trayenta Duo pode ser usado com um monitoramento regular das fun&#xE7;&#xF5;es dos rins e do cora&#xE7;&#xE3;o. Trayenta Duo n&#xE3;o deve ser utilizado em caso de insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca aguda ou inst&#xE1;vel.</li>

Cirurgias

  • <li>Nos casos de cirurgias sob efeito de anestesia geral, raquidiana ou peridural, o tratamento com metformina dever&#xE1; ser descontinuado no momento da cirurgia e n&#xE3;o poder&#xE1; ser reiniciado antes de 48 horas ap&#xF3;s a cirurgia ou rein&#xED;cio da alimenta&#xE7;&#xE3;o, e somente se a fun&#xE7;&#xE3;o dos rins tiver sido reavaliada e se mostrar estabelecida. Nesses casos, seu m&#xE9;dico saber&#xE1; avaliar o momento correto de voltar o tratamento com Trayenta Duo.</li>

Artralgia

  • <li>Artralgia grave e debilitante foi reportada em pacientes que utilizam medicamentos da mesma classe de Trayenta Duo. Portanto, informe seu m&#xE9;dico caso sinta dores graves nas articula&#xE7;&#xF5;es, para que ele avalie a necessidade de descontinuar o uso do medicamento, se apropriado.</li>

Se houver suspeita de penfigoide bolhoso (bolhas grandes e muito firmes e que demoram muitos dias para se romper), deve-se descontinuar o uso de Trayenta Duo.

Não há estudos sobre os efeitos na capacidade de dirigir e operar máquinas.

Fertilidade, gravidez e amamentação

O uso de Trayenta Duo não é recomendado durante a gravidez, por não haver estudos suficientes com essa população. Caso você tenha diabetes e planeje engravidar, seu médico avaliará o melhor tratamento alternativo para controlar seu nível de açúcar no sangue.

A metformina é excretada no leite humano, mas não se sabe sobre a linagliptina. Trayenta Duo não deve ser usado durante a amamentação.

Nenhum estudo sobre o efeito na fertilidade humana foi conduzido com Trayenta Duo.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Trayenta Duo?

  • <li>Rea&#xE7;&#xF5;es comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): diarreia**, lipase aumentada (enzima que pode ser verificada com exame de sangue para diagnosticar alguma altera&#xE7;&#xE3;o no p&#xE2;ncreas).</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): nasofaringite (infec&#xE7;&#xE3;o de nariz e faringe)*, hipersensibilidade (alergia)*, <a href="https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/tosse/c" target="_blank">tosse</a>*, diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite**, n&#xE1;usea (enjoo)**, v&#xF4;mito**, prurido (coceira)**, <em>rash </em>(vermelhid&#xE3;o)***, amilase aumentada (enzima que pode ser verificada com exame de sangue para diagnosticar alguma altera&#xE7;&#xE3;o no p&#xE2;ncreas).</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): <a href="https://minutosaudavel.com.br/angioedema-o-que-e-complicacoes-como-tratar-e-muito-mais/" rel="noopener" target="_blank">angioedema</a> (vermelhid&#xE3;o na pele e incha&#xE7;o das mucosas, como l&#xED;ngua e l&#xE1;bios)***, <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a> (placas avermelhadas e elevadas na pele, geralmente com coceira) ** e *** , ulcera&#xE7;&#xE3;o de boca (feridas na boca)***, penfigoide bolhoso (bolhas grandes e muito firmes e que demoram muitos dias para se romper)***.</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es com frequ&#xEA;ncia desconhecida (n&#xE3;o &#xE9; poss&#xED;vel determinar a partir dos dados dispon&#xED;veis): <a href="https://minutosaudavel.com.br/pancreatite/" rel="noopener" target="_blank">pancreatite</a> (inflama&#xE7;&#xE3;o do p&#xE2;ncreas)*.</li>

*Reações adversas também relatadas em pacientes tratados com linagliptina isoladamente.
**Reações adversas também relatadas em pacientes que receberam metformina isoladamente.
***Reações adversas identificadas em experiência pós-comercialização com linagliptina.

Distúrbios gastrointestinais como dor abdominal, enjoo, vômitos, diarreia e diminuição do apetite ocorrem mais frequentemente durante o início da terapia com cloridrato de metformina e se resolvem espontaneamente na maioria dos casos. Para prevenção, recomenda-se que Trayenta Duo seja tomado em 2 doses diárias durante ou após as refeições.

Para a combinação deste medicamento com sulfonilureia a reação adversa adicional mais frequente (muito comum) foi a hipoglicemia, sendo que nenhum dos episódios de hipoglicemia foi classificado como grave (requerendo assistência).

Quando a linagliptina e a metformina foram usadas com insulina, hipoglicemia foi relatada como muito comum.

Constipação foi identificada como uma reação adversa adicional com esta combinação (reação incomum).

Informações adicionais sobre os componentes individuais:

  • <li>Todos os efeitos indesej&#xE1;veis relatados em pacientes que receberam tratamento com linagliptina isoladamente foram observados com Trayenta Duo e j&#xE1; est&#xE3;o inclu&#xED;dos nas rea&#xE7;&#xF5;es adversas listadas acima.</li>

As reações adversas à metformina já conhecidas e não observadas até então são:

  • <li>Acidose l&#xE1;ctica, teste de absor&#xE7;&#xE3;o de <a href="https://minutosaudavel.com.br/vitamina-b12/" rel="noopener" target="_blank">vitamina B12</a> anormal, altera&#xE7;&#xF5;es de paladar, dor abdominal, teste de fun&#xE7;&#xE3;o do f&#xED;gado anormal, <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/hepatite/c" target="_blank">hepatite</a> (inflama&#xE7;&#xE3;o no f&#xED;gado), vermelhid&#xE3;o na pele e urtic&#xE1;ria (placas avermelhadas e elevadas na pele, geralmente com coceira).</li>

O tratamento de longo prazo com metformina pode, muito raramente, resultar em falta de vitamina B12 (levando a complicações, como anemia megaloblástica).

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Trayenta Duo?

Continue tomando as próximas doses regularmente no horário habitual. Não duplique a dose na próxima tomada. Neste caso, a dose perdida deve ser pulada.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Trayenta Duo?

Cada comprimido revestido de Trayenta Duo 2,5/500 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Linagliptina</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">2,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Cloridrato de metformina</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">500 mg(correspondentes a 390 mg de metformina)</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: arginina, amido, copovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo, propilenoglicol, hipromelose e talco.

Cada comprimido revestido de Trayenta Duo 2,5/850 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:235px\"> <p style=\"text-align:center\">Linagliptina</p> </td> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">2,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:235px\"> <p style=\"text-align:center\">Cloridrato de metformina</p> </td> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">850 mg de cloridrato de metformina (correspondentes a 663 mg de metformina)</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: arginina, amido, copovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo e vermelho, propilenoglicol, hipromelose e talco.

Cada comprimido revestido de Trayenta Duo 2,5/1000 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:238px\"> <p style=\"text-align:center\">Linagliptina</p> </td> <td style=\"width:231px\"> <p style=\"text-align:center\">2,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:238px\"> <p style=\"text-align:center\">Cloridrato de metformina</p> </td> <td style=\"width:231px\"> <p style=\"text-align:center\">1000 mg de cloridrato de metformina (correspondentes a 780 mg de metformina)</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: arginina, amido, copovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, dióxido de titânio, óxido de ferro vermelho, propilenoglicol, hipromelose e talco.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Trayenta Duo maior do que a recomendada?

A superdose de cloridrato de metformina (um dos componentes de Trayenta Duo) pode levar à acidose láctica, que é uma emergência médica, devendo ser tratada no hospital.

Na eventualidade de uma superdose, você deve procurar auxílio médico imediatamente

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Trayenta Duo com outros remédios?

Você deve informar ao seu médico sobre todos os medicamentos que está usando. Você não deve começar a tomar nenhum medicamento sem conversar com seu médico.

Linagliptina

  • <li>N&#xE3;o se observou nenhuma intera&#xE7;&#xE3;o clinicamente significativa que necessite ajuste de dose em diversos estudos realizados. A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de linagliptina com v&#xE1;rios medicamentos comumente utilizados por diab&#xE9;ticos e com problemas card&#xED;acos (metformina, <a href="https://consultaremedios.com.br/glibenclamida/bula" target="_blank">glibenclamida</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/sinvastatina/bula" target="_blank">sinvastatina</a>, pioglitazona, <a href="https://consultaremedios.com.br/varfarina-sodica/bula" target="_blank">varfarina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">digoxina</a>), <a href="https://consultaremedios.com.br/b/contraceptivos-orais" target="_blank">contraceptivos orais</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/ritonavir/bula" target="_blank">ritonavir</a> (medicamento para tratamento de infec&#xE7;&#xE3;o pelo v&#xED;rus <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/dsts/hiv-aids/c" target="_blank">HIV</a>) e <a href="https://consultaremedios.com.br/rifampicina/bula" target="_blank">rifampicina</a> (medicamento antibacteriano potente) n&#xE3;o afetou a efic&#xE1;cia dos medicamentos. A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de uma refei&#xE7;&#xE3;o rica em gorduras com linagliptina n&#xE3;o teve efeito clinicamente relevante sobre a sua concentra&#xE7;&#xE3;o sangu&#xED;nea.</li>

Metformina

  • <li>N&#xE3;o &#xE9; recomendado o uso de metformina juntamente com &#xE1;lcool. O consumo excessivo de &#xE1;lcool est&#xE1; associado com um aumento do risco de acidose l&#xE1;ctica, especialmente na condi&#xE7;&#xE3;o de jejum, <a href="https://minutosaudavel.com.br/desnutricao/" rel="noopener" target="_blank">desnutri&#xE7;&#xE3;o</a> ou mau funcionamento do f&#xED;gado.</li>

O uso de Trayenta Duo deverá ser interrompido antes de, ou no momento da realização de procedimentos de imagem, e não deve ser reiniciado até 48 horas após o exame, e desde que a função renal tenha sido reavaliada e se encontre estável.

Alguns medicamentos podem afetar negativamente a função renal, o que pode aumentar o risco de acidose láctica, como os anti-inflamatórios não esteroides (por exemplo, diclofenaco, ibuprofeno), inibidores seletivos da ciclooxigenase-2, inibidores da ECA (como ramipril e enalapril), antagonistas dos receptores da angiotensina II (como losartana), diuréticos (como hidroclorotiazida, furosemida). Informe seu médico se você utiliza esses medicamentos para que seja feito um controle rigoroso da função renal.

A metformina se liga aos transportadores de cátions orgânicos (OCT) e sua administração com outras substâncias que interferem nesses transportadores pode alterar a ação da metformina como, por exemplo:

  • <li>O uso de metformina juntamente com o medicamento <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-verapamil/bula" target="_blank">verapamil</a> pode diminuir o efeito da metformina; a rifampicina pode aumentar a absor&#xE7;&#xE3;o de metformina no est&#xF4;mago e intestino e assim aumentar o efeito da metformina; medicamentos como <a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">cimetidina</a>, dolutegravir, <a href="https://consultaremedios.com.br/ranolazina/bula" target="_blank">ranolazina</a>, trimetoprima, vendetanibe e <a href="https://consultaremedios.com.br/isavuconazol/pa" target="_blank">isavuconazol</a> podem diminuir a elimina&#xE7;&#xE3;o de&amp;nbsp;metformina pelos rins e assim aumentar a concentra&#xE7;&#xE3;o de metformina no sangue; os medicamentos <a href="https://consultaremedios.com.br/crizotinibe/bula" target="_blank">crizotinibe</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/olaparibe/bula" target="_blank">olaparibe</a> podem interferir no efeito da metformina e tamb&#xE9;m na sua elimina&#xE7;&#xE3;o pelos rins.</li>

Deve-se ter cuidado principalmente em casos de pacientes com mau funcionamento dos rins, pois no caso do uso desses medicamentos juntamente com metformina, a concentração de metformina no sangue pode aumentar. Se necessário, seu médico poderá fazer o ajuste na quantidade utilizada de metformina.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Trayenta Duo (Cloridrato de Metformina + Linagliptina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Estudos Cl&#xED;nicos</h3> <h4>Linagliptina como terapia associada &#xE0; metformina</h4> <p>A efic&#xE1;cia e a seguran&#xE7;a da terapia com linagliptina em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina em pacientes com controle glic&#xEA;mico insatisfat&#xF3;rio em monoterapia com metformina foram avaliadas em um estudo duplo-cego, controlado por placebo, com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. A linagliptina associada &#xE0; metformina forneceu melhora significativa na HbA1c (altera&#xE7;&#xE3;o de -0,64% em compara&#xE7;&#xE3;o a placebo), a partir de uma HbA1c basal m&#xE9;dia de 8%. A linagliptina tamb&#xE9;m mostrou melhora significativa na glicemia de jejum (GJ) de -21,1 mg/dL e na glicemia p&#xF3;s-prandial de 2 horas (GPP) de -67,1 mg/dL em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo, assim como levou uma maior propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes a atingir uma HbA1c alvo &lt;7,0%, (28,3% em linagliptina <em>versus</em> 11,4% em placebo). A incid&#xEA;ncia de hipoglicemia observada em pacientes tratados com linagliptina foi similar &#xE0;quela com placebo. O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos.<sup>1</sup></p> <p>Em um estudo de terapia inicial controlado por placebo, de desenho fatorial, com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o, linagliptina 2,5 mg administrada duas vezes ao dia em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina (500 mg ou 1000 mg duas vezes ao dia)&amp;nbsp;proporcionou melhora significativa nos par&#xE2;metros glic&#xEA;micos comparado com ambas as monoterapias, conforme resumido na tabela 1 (n&#xED;vel basal m&#xE9;dio de HbA1c de 8,65%).</p> <p><strong>Tabela 1. Par&#xE2;metros glic&#xEA;micos na visita final (estudo de 24 semanas) para grupos tratados com linagliptina e metformina isoladamente e em associa&#xE7;&#xE3;o em pacientes com diabetes </strong><em><strong>mellitus</strong>&amp;nbsp;</em><strong>tipo 2 n&#xE3;o adequadamente controlados com dieta e exerc&#xED;cios</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">&amp;nbsp;</td> <td style=\"text-align:center; width:136px\"><strong>Placebo</strong></td></tr></tbody></table>"}

Apresentações do Trayenta Duo

Comprimidos revestidos de 2,5/500 mg, 2,5/850 mg ou 2,5/1000 mg

  • <li>Bl&#xED;steres com 60 comprimidos.</li> <li>Frascos com 60 comprimidos.</li>

Uso oral.

Uso adulto.

2,5mg + 500mg, caixa com 60 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Cloridrato De Metformina + Linagliptina
Classe Terapêutica
:
Associações de Inibidores DPP-IV com Biguanidas
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Diabetes
Especialidade
:
Endocrinologia

Bula do medicamento

Trayenta Duo, para o que é indicado e para o que serve?

Trayenta Duo é indicado como adjuvante da dieta e do exercício, para melhorar o controle glicêmico (nível sanguíneo de açúcar) em pacientes com diabetes mellitus tipo 2, em que a dose máxima tolerada de metformina sozinha não proporciona um controle adequado ou em pacientes que já estão sendo tratados com a combinação linagliptina e metformina e apresentam controle adequado. Pode ser utilizado em associação à sulfonilureia (como terapia de associação tripla) como adjuvante à dieta e exercício físico em pacientes em que as doses máximas toleradas de metformina e da sulfonilureia não proporcionam um controle glicêmico adequado.

Pode ser utilizado em associação à insulina (como terapia de associação tripla) como adjuvante à dieta e exercício físico para melhorar o controle glicêmico em pacientes quando a insulina e metformina isoladamente não proporcionam um controle glicêmico adequado. Também pode ser utilizado em combinação com um inibidor de SGLT-2 (ou seja, terapia de combinação tripla) como adjuvante à dieta e exercício físico em pacientes não controlados adequadamente com as doses máximas de metformina e do inibidor de SGLT-2.

Quais as contraindicações do Trayenta Duo?

Você não deve usar Trayenta Duo se tiver as seguintes condições:

  • <li>Alergia &#xE0; linagliptina e/ou ao <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-metformina/bula" target="_blank">cloridrato de metformina</a> ou a qualquer um dos componentes da f&#xF3;rmula; qualquer tipo de acidose metab&#xF3;lica aguda, como acidose l&#xE1;ctica e cetoacidose diab&#xE9;tica (doen&#xE7;a em que o sangue fica repleto de cetonas, que s&#xE3;o subst&#xE2;ncias que o corpo produz quando utiliza gordura em vez de <a href="https://consultaremedios.com.br/glicose/bula" target="_blank">glicose</a> para obter energia, devido &#xE0; aus&#xEA;ncia de insulina); pr&#xE9;coma diab&#xE9;tico; insufici&#xEA;ncia renal grave (depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina do sangue &lt; 30 mL/min ou taxa de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular estimada &lt; 30 mL/min/1,73 m<sup>2</sup>); condi&#xE7;&#xF5;es agudas que alterem a fun&#xE7;&#xE3;o dos rins como <a href="https://minutosaudavel.com.br/desidratacao/" rel="noopener" target="_blank">desidrata&#xE7;&#xE3;o</a>, infec&#xE7;&#xE3;o grave, choque (redu&#xE7;&#xE3;o muito grande da irriga&#xE7;&#xE3;o de sangue nos tecidos), uso de medicamentos com contraste &#xE0; base de <a href="https://consultaremedios.com.br/b/iodo" target="_blank"/><a href="https://consultaremedios.com.br/iodo/pa" target="_blank">iodo</a>; doen&#xE7;as que causem falta de irriga&#xE7;&#xE3;o sangu&#xED;nea nos tecidos (como mau funcionamento do cora&#xE7;&#xE3;o ou pulm&#xF5;es, <a href="https://minutosaudavel.com.br/infarto/" rel="noopener" target="_blank">infarto</a> recente ou choque); mau funcionamento do <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c" target="_blank">f&#xED;gado</a>; intoxica&#xE7;&#xE3;o por &#xE1;lcool e <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alcoolismo/c" target="_blank">alcoolismo</a>.</li>

Como usar o Trayenta Duo?

Para abrir o frasco, pressione a tampa para baixo e gire-a ao mesmo tempo. Fechar firmemente após o uso.

O comprimido de Trayenta Duo deve ser ingerido por via oral. A dose recomendada para pacientes com função renal normal (taxa de filtração glomerular (TFG) > 90 mL/min) é um comprimido de 2,5/500 mg, 2,5/850 mg ou 2,5/1000 mg duas vezes ao dia conforme prescrito pelo seu médico, juntamente com as refeições para reduzir os efeitos indesejáveis no sistema digestivo associados à metformina.

Seu médico prescreverá Trayenta Duo tanto sozinho quanto em combinação a outro antidiabético da classe das sulfonilureias, se necessário. É importante que você continue a seguir a dieta e/ou exercício indicados enquanto estiver em tratamento com Trayenta Duo.

A dose diária máxima recomendada de Trayenta Duo é de 5 mg de linagliptina e de 2000 mg de metformina.

Pacientes com controle inadequado do diabetes na dose máxima tolerada de metformina isoladamente

  • <li>A dose inicial padr&#xE3;o &#xE9; de linagliptina 2,5 mg, duas vezes ao dia (dose di&#xE1;ria total de 5 mg) mais a dose de metformina que j&#xE1; est&#xE1; sendo utilizada.</li>

Pacientes migrando da administração de linagliptina e metformina em comprimidos separados para associação em dose fixa

  • <li>Trayenta Duo deve ser iniciado nas doses de linagliptina e metformina que j&#xE1; est&#xE3;o sendo utilizadas.</li>

Pacientes inadequadamente controlados com a terapia de associação dupla com a dose máxima tolerada de metformina e uma sulfonilureia

  • <li>Dose de 2,5 mg de linagliptina, duas vezes ao dia (dose di&#xE1;ria total de 5 mg) e uma dose de metformina similar &#xE0; dose que j&#xE1; est&#xE1; sendo utilizada. Quando Trayenta Duo &#xE9; utilizado em associa&#xE7;&#xE3;o com uma sulfonilureia, uma dose menor desta pode ser necess&#xE1;ria para reduzir o risco de <a href="https://minutosaudavel.com.br/hipoglicemia/" rel="noopener" target="_blank">hipoglicemia</a>.</li>

Para pacientes inadequadamente controlados com a terapia de associação dupla com insulina e a dose máxima tolerada de metformina

  • <li>Dose de 2,5 mg duas vezes ao dia (dose di&#xE1;ria total de 5 mg) e uma dose de metformina similar &#xE0; dose que j&#xE1; est&#xE1; sendo utilizada. Quando Trayenta Duo &#xE9; utilizado em associa&#xE7;&#xE3;o com a insulina, uma dose menor de insulina pode ser necess&#xE1;ria para reduzir o risco de hipoglicemia.</li>

Disfunção renal

  • <li>O&amp;nbsp;m&#xE9;dico dever&#xE1; monitorar a fun&#xE7;&#xE3;o renal do paciente antes de iniciar o tratamento com medicamentos que cont&#xE9;m metformina e, depois, pelo menos uma vez ao ano.</li>

Esse monitoramento deve ser mais frequente para pacientes com maior risco de piora da função dos rins e em idosos.

Trayenta Duo paode ser empregado em pacientes com disfunção renal moderada estágio 3 (depuração de creatinina entre 30 e 59 mL/min ou taxa de filtração glomerular estimada [TFGe] entre 30 e 59 mL/min/1,73 m2 ) somente na ausência de outras condições que possam aumentar o risco de acidose láctica e com os seguintes ajustes na posologia:
  • <li>A dose inicial &#xE9; de 500 mg ou 850 mg de cloridrato de metformina ao dia. A dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria recomendada &#xE9; de 1000 mg.</li>

Para os pacientes com TFG < 60 mL/min o médico deverá avaliar os fatores que podem aumentar o risco de acidose láctica antes de iniciar o tratamento com metformina.

A função renal deve ser rigorosamente monitorada a cada 3-6 meses em pacientes com depuração de creatinina entre 45 e 59 mL/min ou TFGe entre 45 e 59 mL/min/1,73 m2 e a cada 3 meses em pacientes com depuração de creatinina entre 30 e 44 mL/min ou TFGe entre 30 e 44 mL/min/1,73 m2.

Caso a depuração de creatinina ou a TFGe caiam para valores abaixo de 45 mL/min ou 45 mL/min/1,73m2, respectivamente, devem ser avaliados os benefícios e os riscos da continuidade do tratamento com metformina.

Caso a depuração de creatinina ou a TFGe caiam para valores abaixo de 30 mL/min ou 30 mL/min/1,73m2, respectivamente, o tratamento com metformina deve ser interrompido imediatamente.

Caso a concentração adequada de Trayenta Duo não esteja disponível, deve-se administrar as substâncias separadamente ao invés da apresentação em dose fixa combinada.

Trayenta Duo é contraindicado em pacientes com mau funcionamento do fígado devido à metformina.

Idosos devem ter sua função dos rins monitorada regularmente.

Não é recomendado para uso em crianças abaixo de 18 anos devido à falta de dados sobre segurança e eficácia nessa população.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Trayenta Duo funciona?

Trayenta Duo atua no tratamento do diabetes mellitus tipo 2 através da associação de dois componentes:

  • <li>Linagliptina e cloridrato de metformina.</li>

A linagliptina faz o pâncreas produzir maior quantidade de insulina e menor quantidade do hormônio glucagon, ajudando assim a controlar o nível de açúcar no sangue. Esse componente inibe a enzima dipeptidil peptidase-4 (DPP4), responsável pela inativação dos hormônios incretínicos, como o peptídeo glucagon símile 1 (GLP-1). O GLP-1 é liberado pelo intestino após ingestão de alimentos e estimula a secreção de insulina pelo pâncreas. Assim, ao inibir a DPP-4, a linagliptina permite que o hormônio GLP-1 atue por mais tempo, liberando insulina conforme necessidade de seu organismo.

O cloridrato de metformina atua impedindo o aumento do nível de açúcar no sangue, reduzindo a produção de glicose pelo fígado, aumentando a captação de glicose nos tecidos periféricos e/ou retardando a absorção de glicose no intestino. Não estimula a secreção de insulina e, portanto, tem baixo risco de produzir hipoglicemia (queda nos níveis de açúcar no sangue).

Após administração oral, Trayenta Duo é rapidamente absorvido e chega à corrente sanguínea. A linagliptina e o cloridrato de metformina atingem o pico de maior concentração no sangue 1,5 hora e 2,5 horas após tomada da dose, respectivamente.

Quais cuidados devo ter ao usar o Trayenta Duo?

Trayenta Duo não deve ser usado em pacientes com diabetes mellitus tipo 1 (ou seja, se seu corpo não produz insulina).

Se houver suspeita de inflamação aguda do pâncreas, deve-se descontinuar o uso de Trayenta Duo.

A linagliptina ou metformina em uso isolado não estão associadas a episódios de hipoglicemia, em geral.

Em estudos clínicos nos quais os pacientes usaram linagliptina associada a agentes que têm baixo risco de causar hipoglicemia (por exemplo, metformina, tiazolidinedionas), o número de episódios de hipoglicemia relatados com linagliptina foi similar ao número de episódios nos pacientes que tomaram placebo.

As sulfonilureias (como glimepirida) são conhecidas por causar hipoglicemia. Portanto, é preciso ter cuidado ao tomar este medicamento em associação a sulfonilureia. Pode ser necessário reduzir a dose da sulfonilureia.

A insulina é conhecida por causar hipoglicemia. Portanto, aconselha-se cautela quando Trayenta Duo for utilizado em combinação com insulina. Neste caso, pode-se considerar uma redução na dose de insulina.

Acidose láctica

Os pacientes e/ou cuidadores devem estar atentos sobre o risco de acidose láctica, caracterizada por dispneia acidótica (falta de ar por acúmulo de ácido no sangue), dor abdominal, cãibras musculares, astenia (sensação de fraqueza), hipotermia (queda da temperatura do corpo) seguida de coma. Em caso de suspeita dos sintomas, você deve parar de tomar metformina e procurar atendimento médico imediatamente.

Seu médico deverá fazer seu diagnóstico, baseando-se também em achados laboratoriais.

A acidose láctica é uma complicação metabólica muito rara, porém grave, que ocorre com maior frequência em casos de piora do funcionamento dos rins, doença cardiorrespiratória (doença do coração e/ou dos pulmões) ou sepse (infecção generalizada grave). Quando há piora da função renal, ocorre acúmulo de metformina, o que aumenta o risco de acidose láctica.

Em caso de desidratação (como casos de diarreia grave ou vômitos, febre ou ingestão reduzida de líquidos), o uso da metformina deve ser temporariamente interrompido e o paciente deve entrar em contato com o médico.

Os medicamentos que podem prejudicar gravemente a função renal tais como anti-hipertensivos (como captopril, losartana, nifedipina), diuréticos (como hidroclorotiazida, furosemida), e anti-inflamatórios não esteroides (como diclofenaco, ibuprofeno), devem ser iniciados com precaução em pacientes tratados com metformina.

Outros fatores de risco para acidose láctica são: consumo excessivo de álcool, mau funcionamento do fígado, controle inadequado do diabetes, cetose, jejum prolongado, e condições associadas à falta de irrigação sanguínea nos tecidos (como mau funcionamento do coração e infarto agudo do miocárdio), bem como a utilização ao mesmo tempo de medicamentos que possam causar acidose láctica (como, por exemplo, uso de anti-inflamatórios não esteroides como diclofenaco, ibuprofeno).

Exames de imagem

  • <li>Seu m&#xE9;dico dever&#xE1; descontinuar seu tratamento com Trayenta Duo antes ou no momento da realiza&#xE7;&#xE3;o de exames de imagem que utilizem contraste &#xE0; base de iodo, e o medicamento n&#xE3;o dever&#xE1; ser reiniciado at&#xE9; ao menos 48 horas ap&#xF3;s o exame, e somente ap&#xF3;s avalia&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins.</li>

Função renal

  • <li>A fun&#xE7;&#xE3;o dos rins (taxa de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular) deve ser monitorada antes do in&#xED;cio do tratamento e tamb&#xE9;m regularmente durante o tratamento com esse medicamento. Trayenta Duo &#xE9; contraindicado para pacientes com insufici&#xEA;ncia renal grave (taxa de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular &lt; 30 mL/min) e deve ser temporariamente descontinuado caso o paciente apresente altera&#xE7;&#xF5;es na fun&#xE7;&#xE3;o dos rins.</li>

Função cardíaca

  • <li>Pacientes com <a href="https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/" rel="noopener" target="_blank">insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> (mau funcionamento do cora&#xE7;&#xE3;o) tem maior risco de diminui&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins e redu&#xE7;&#xE3;o da irriga&#xE7;&#xE3;o de sangue nos tecidos. Em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca est&#xE1;vel, Trayenta Duo pode ser usado com um monitoramento regular das fun&#xE7;&#xF5;es dos rins e do cora&#xE7;&#xE3;o. Trayenta Duo n&#xE3;o deve ser utilizado em caso de insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca aguda ou inst&#xE1;vel.</li>

Cirurgias

  • <li>Nos casos de cirurgias sob efeito de anestesia geral, raquidiana ou peridural, o tratamento com metformina dever&#xE1; ser descontinuado no momento da cirurgia e n&#xE3;o poder&#xE1; ser reiniciado antes de 48 horas ap&#xF3;s a cirurgia ou rein&#xED;cio da alimenta&#xE7;&#xE3;o, e somente se a fun&#xE7;&#xE3;o dos rins tiver sido reavaliada e se mostrar estabelecida. Nesses casos, seu m&#xE9;dico saber&#xE1; avaliar o momento correto de voltar o tratamento com Trayenta Duo.</li>

Artralgia

  • <li>Artralgia grave e debilitante foi reportada em pacientes que utilizam medicamentos da mesma classe de Trayenta Duo. Portanto, informe seu m&#xE9;dico caso sinta dores graves nas articula&#xE7;&#xF5;es, para que ele avalie a necessidade de descontinuar o uso do medicamento, se apropriado.</li>

Se houver suspeita de penfigoide bolhoso (bolhas grandes e muito firmes e que demoram muitos dias para se romper), deve-se descontinuar o uso de Trayenta Duo.

Não há estudos sobre os efeitos na capacidade de dirigir e operar máquinas.

Fertilidade, gravidez e amamentação

O uso de Trayenta Duo não é recomendado durante a gravidez, por não haver estudos suficientes com essa população. Caso você tenha diabetes e planeje engravidar, seu médico avaliará o melhor tratamento alternativo para controlar seu nível de açúcar no sangue.

A metformina é excretada no leite humano, mas não se sabe sobre a linagliptina. Trayenta Duo não deve ser usado durante a amamentação.

Nenhum estudo sobre o efeito na fertilidade humana foi conduzido com Trayenta Duo.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Trayenta Duo?

  • <li>Rea&#xE7;&#xF5;es comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): diarreia**, lipase aumentada (enzima que pode ser verificada com exame de sangue para diagnosticar alguma altera&#xE7;&#xE3;o no p&#xE2;ncreas).</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): nasofaringite (infec&#xE7;&#xE3;o de nariz e faringe)*, hipersensibilidade (alergia)*, <a href="https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/tosse/c" target="_blank">tosse</a>*, diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite**, n&#xE1;usea (enjoo)**, v&#xF4;mito**, prurido (coceira)**, <em>rash </em>(vermelhid&#xE3;o)***, amilase aumentada (enzima que pode ser verificada com exame de sangue para diagnosticar alguma altera&#xE7;&#xE3;o no p&#xE2;ncreas).</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): <a href="https://minutosaudavel.com.br/angioedema-o-que-e-complicacoes-como-tratar-e-muito-mais/" rel="noopener" target="_blank">angioedema</a> (vermelhid&#xE3;o na pele e incha&#xE7;o das mucosas, como l&#xED;ngua e l&#xE1;bios)***, <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a> (placas avermelhadas e elevadas na pele, geralmente com coceira) ** e *** , ulcera&#xE7;&#xE3;o de boca (feridas na boca)***, penfigoide bolhoso (bolhas grandes e muito firmes e que demoram muitos dias para se romper)***.</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es com frequ&#xEA;ncia desconhecida (n&#xE3;o &#xE9; poss&#xED;vel determinar a partir dos dados dispon&#xED;veis): <a href="https://minutosaudavel.com.br/pancreatite/" rel="noopener" target="_blank">pancreatite</a> (inflama&#xE7;&#xE3;o do p&#xE2;ncreas)*.</li>

*Reações adversas também relatadas em pacientes tratados com linagliptina isoladamente.
**Reações adversas também relatadas em pacientes que receberam metformina isoladamente.
***Reações adversas identificadas em experiência pós-comercialização com linagliptina.

Distúrbios gastrointestinais como dor abdominal, enjoo, vômitos, diarreia e diminuição do apetite ocorrem mais frequentemente durante o início da terapia com cloridrato de metformina e se resolvem espontaneamente na maioria dos casos. Para prevenção, recomenda-se que Trayenta Duo seja tomado em 2 doses diárias durante ou após as refeições.

Para a combinação deste medicamento com sulfonilureia a reação adversa adicional mais frequente (muito comum) foi a hipoglicemia, sendo que nenhum dos episódios de hipoglicemia foi classificado como grave (requerendo assistência).

Quando a linagliptina e a metformina foram usadas com insulina, hipoglicemia foi relatada como muito comum.

Constipação foi identificada como uma reação adversa adicional com esta combinação (reação incomum).

Informações adicionais sobre os componentes individuais:

  • <li>Todos os efeitos indesej&#xE1;veis relatados em pacientes que receberam tratamento com linagliptina isoladamente foram observados com Trayenta Duo e j&#xE1; est&#xE3;o inclu&#xED;dos nas rea&#xE7;&#xF5;es adversas listadas acima.</li>

As reações adversas à metformina já conhecidas e não observadas até então são:

  • <li>Acidose l&#xE1;ctica, teste de absor&#xE7;&#xE3;o de <a href="https://minutosaudavel.com.br/vitamina-b12/" rel="noopener" target="_blank">vitamina B12</a> anormal, altera&#xE7;&#xF5;es de paladar, dor abdominal, teste de fun&#xE7;&#xE3;o do f&#xED;gado anormal, <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/hepatite/c" target="_blank">hepatite</a> (inflama&#xE7;&#xE3;o no f&#xED;gado), vermelhid&#xE3;o na pele e urtic&#xE1;ria (placas avermelhadas e elevadas na pele, geralmente com coceira).</li>

O tratamento de longo prazo com metformina pode, muito raramente, resultar em falta de vitamina B12 (levando a complicações, como anemia megaloblástica).

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Trayenta Duo?

Continue tomando as próximas doses regularmente no horário habitual. Não duplique a dose na próxima tomada. Neste caso, a dose perdida deve ser pulada.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Trayenta Duo?

Cada comprimido revestido de Trayenta Duo 2,5/500 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Linagliptina</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">2,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Cloridrato de metformina</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">500 mg(correspondentes a 390 mg de metformina)</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: arginina, amido, copovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo, propilenoglicol, hipromelose e talco.

Cada comprimido revestido de Trayenta Duo 2,5/850 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:235px\"> <p style=\"text-align:center\">Linagliptina</p> </td> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">2,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:235px\"> <p style=\"text-align:center\">Cloridrato de metformina</p> </td> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">850 mg de cloridrato de metformina (correspondentes a 663 mg de metformina)</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: arginina, amido, copovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo e vermelho, propilenoglicol, hipromelose e talco.

Cada comprimido revestido de Trayenta Duo 2,5/1000 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:238px\"> <p style=\"text-align:center\">Linagliptina</p> </td> <td style=\"width:231px\"> <p style=\"text-align:center\">2,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:238px\"> <p style=\"text-align:center\">Cloridrato de metformina</p> </td> <td style=\"width:231px\"> <p style=\"text-align:center\">1000 mg de cloridrato de metformina (correspondentes a 780 mg de metformina)</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: arginina, amido, copovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, dióxido de titânio, óxido de ferro vermelho, propilenoglicol, hipromelose e talco.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Trayenta Duo maior do que a recomendada?

A superdose de cloridrato de metformina (um dos componentes de Trayenta Duo) pode levar à acidose láctica, que é uma emergência médica, devendo ser tratada no hospital.

Na eventualidade de uma superdose, você deve procurar auxílio médico imediatamente

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Trayenta Duo com outros remédios?

Você deve informar ao seu médico sobre todos os medicamentos que está usando. Você não deve começar a tomar nenhum medicamento sem conversar com seu médico.

Linagliptina

  • <li>N&#xE3;o se observou nenhuma intera&#xE7;&#xE3;o clinicamente significativa que necessite ajuste de dose em diversos estudos realizados. A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de linagliptina com v&#xE1;rios medicamentos comumente utilizados por diab&#xE9;ticos e com problemas card&#xED;acos (metformina, <a href="https://consultaremedios.com.br/glibenclamida/bula" target="_blank">glibenclamida</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/sinvastatina/bula" target="_blank">sinvastatina</a>, pioglitazona, <a href="https://consultaremedios.com.br/varfarina-sodica/bula" target="_blank">varfarina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">digoxina</a>), <a href="https://consultaremedios.com.br/b/contraceptivos-orais" target="_blank">contraceptivos orais</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/ritonavir/bula" target="_blank">ritonavir</a> (medicamento para tratamento de infec&#xE7;&#xE3;o pelo v&#xED;rus <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/dsts/hiv-aids/c" target="_blank">HIV</a>) e <a href="https://consultaremedios.com.br/rifampicina/bula" target="_blank">rifampicina</a> (medicamento antibacteriano potente) n&#xE3;o afetou a efic&#xE1;cia dos medicamentos. A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de uma refei&#xE7;&#xE3;o rica em gorduras com linagliptina n&#xE3;o teve efeito clinicamente relevante sobre a sua concentra&#xE7;&#xE3;o sangu&#xED;nea.</li>

Metformina

  • <li>N&#xE3;o &#xE9; recomendado o uso de metformina juntamente com &#xE1;lcool. O consumo excessivo de &#xE1;lcool est&#xE1; associado com um aumento do risco de acidose l&#xE1;ctica, especialmente na condi&#xE7;&#xE3;o de jejum, <a href="https://minutosaudavel.com.br/desnutricao/" rel="noopener" target="_blank">desnutri&#xE7;&#xE3;o</a> ou mau funcionamento do f&#xED;gado.</li>

O uso de Trayenta Duo deverá ser interrompido antes de, ou no momento da realização de procedimentos de imagem, e não deve ser reiniciado até 48 horas após o exame, e desde que a função renal tenha sido reavaliada e se encontre estável.

Alguns medicamentos podem afetar negativamente a função renal, o que pode aumentar o risco de acidose láctica, como os anti-inflamatórios não esteroides (por exemplo, diclofenaco, ibuprofeno), inibidores seletivos da ciclooxigenase-2, inibidores da ECA (como ramipril e enalapril), antagonistas dos receptores da angiotensina II (como losartana), diuréticos (como hidroclorotiazida, furosemida). Informe seu médico se você utiliza esses medicamentos para que seja feito um controle rigoroso da função renal.

A metformina se liga aos transportadores de cátions orgânicos (OCT) e sua administração com outras substâncias que interferem nesses transportadores pode alterar a ação da metformina como, por exemplo:

  • <li>O uso de metformina juntamente com o medicamento <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-verapamil/bula" target="_blank">verapamil</a> pode diminuir o efeito da metformina; a rifampicina pode aumentar a absor&#xE7;&#xE3;o de metformina no est&#xF4;mago e intestino e assim aumentar o efeito da metformina; medicamentos como <a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">cimetidina</a>, dolutegravir, <a href="https://consultaremedios.com.br/ranolazina/bula" target="_blank">ranolazina</a>, trimetoprima, vendetanibe e <a href="https://consultaremedios.com.br/isavuconazol/pa" target="_blank">isavuconazol</a> podem diminuir a elimina&#xE7;&#xE3;o de&amp;nbsp;metformina pelos rins e assim aumentar a concentra&#xE7;&#xE3;o de metformina no sangue; os medicamentos <a href="https://consultaremedios.com.br/crizotinibe/bula" target="_blank">crizotinibe</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/olaparibe/bula" target="_blank">olaparibe</a> podem interferir no efeito da metformina e tamb&#xE9;m na sua elimina&#xE7;&#xE3;o pelos rins.</li>

Deve-se ter cuidado principalmente em casos de pacientes com mau funcionamento dos rins, pois no caso do uso desses medicamentos juntamente com metformina, a concentração de metformina no sangue pode aumentar. Se necessário, seu médico poderá fazer o ajuste na quantidade utilizada de metformina.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Trayenta Duo (Cloridrato de Metformina + Linagliptina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Estudos Cl&#xED;nicos</h3> <h4>Linagliptina como terapia associada &#xE0; metformina</h4> <p>A efic&#xE1;cia e a seguran&#xE7;a da terapia com linagliptina em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina em pacientes com controle glic&#xEA;mico insatisfat&#xF3;rio em monoterapia com metformina foram avaliadas em um estudo duplo-cego, controlado por placebo, com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. A linagliptina associada &#xE0; metformina forneceu melhora significativa na HbA1c (altera&#xE7;&#xE3;o de -0,64% em compara&#xE7;&#xE3;o a placebo), a partir de uma HbA1c basal m&#xE9;dia de 8%. A linagliptina tamb&#xE9;m mostrou melhora significativa na glicemia de jejum (GJ) de -21,1 mg/dL e na glicemia p&#xF3;s-prandial de 2 horas (GPP) de -67,1 mg/dL em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo, assim como levou uma maior propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes a atingir uma HbA1c alvo &lt;7,0%, (28,3% em linagliptina <em>versus</em> 11,4% em placebo). A incid&#xEA;ncia de hipoglicemia observada em pacientes tratados com linagliptina foi similar &#xE0;quela com placebo. O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos.<sup>1</sup></p> <p>Em um estudo de terapia inicial controlado por placebo, de desenho fatorial, com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o, linagliptina 2,5 mg administrada duas vezes ao dia em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina (500 mg ou 1000 mg duas vezes ao dia)&amp;nbsp;proporcionou melhora significativa nos par&#xE2;metros glic&#xEA;micos comparado com ambas as monoterapias, conforme resumido na tabela 1 (n&#xED;vel basal m&#xE9;dio de HbA1c de 8,65%).</p> <p><strong>Tabela 1. Par&#xE2;metros glic&#xEA;micos na visita final (estudo de 24 semanas) para grupos tratados com linagliptina e metformina isoladamente e em associa&#xE7;&#xE3;o em pacientes com diabetes </strong><em><strong>mellitus</strong>&amp;nbsp;</em><strong>tipo 2 n&#xE3;o adequadamente controlados com dieta e exerc&#xED;cios</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">&amp;nbsp;</td> <td style=\"text-align:center; width:136px\"><strong>Placebo</strong></td> <td style=\"text-align:center\"><strong>Linagliptina<br> 5 mg<br> uma vez ao<br> dia*</br></br></br></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:138px\"><strong>Metformina<br> 500 mg<br> duas vezes<br> ao dia</br></br></br></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:145px\"><strong>Linagliptina<br> 2,5 mg<br> duas vezes ao<br> dia*<br> +<br> Metformina<br> 500 mg<br> duas vezes ao<br> dia</br></br></br></br></br></br></br></br></strong></td> <td style=\"text-align:center\"/></tr></tbody></table>"}

Apresentações do Trayenta Duo

Comprimidos revestidos de 2,5/500 mg, 2,5/850 mg ou 2,5/1000 mg

  • <li>Bl&#xED;steres com 60 comprimidos.</li> <li>Frascos com 60 comprimidos.</li>

Uso oral.

Uso adulto.

2,5mg + 850mg, caixa com 20 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Cloridrato De Metformina + Linagliptina
Classe Terapêutica
:
Associações de Inibidores DPP-IV com Biguanidas
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Diabetes
Especialidade
:
Endocrinologia

Bula do medicamento

Trayenta Duo, para o que é indicado e para o que serve?

Trayenta Duo é indicado como adjuvante da dieta e do exercício, para melhorar o controle glicêmico (nível sanguíneo de açúcar) em pacientes com diabetes mellitus tipo 2, em que a dose máxima tolerada de metformina sozinha não proporciona um controle adequado ou em pacientes que já estão sendo tratados com a combinação linagliptina e metformina e apresentam controle adequado. Pode ser utilizado em associação à sulfonilureia (como terapia de associação tripla) como adjuvante à dieta e exercício físico em pacientes em que as doses máximas toleradas de metformina e da sulfonilureia não proporcionam um controle glicêmico adequado.

Pode ser utilizado em associação à insulina (como terapia de associação tripla) como adjuvante à dieta e exercício físico para melhorar o controle glicêmico em pacientes quando a insulina e metformina isoladamente não proporcionam um controle glicêmico adequado. Também pode ser utilizado em combinação com um inibidor de SGLT-2 (ou seja, terapia de combinação tripla) como adjuvante à dieta e exercício físico em pacientes não controlados adequadamente com as doses máximas de metformina e do inibidor de SGLT-2.

Quais as contraindicações do Trayenta Duo?

Você não deve usar Trayenta Duo se tiver as seguintes condições:

  • <li>Alergia &#xE0; linagliptina e/ou ao <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-metformina/bula" target="_blank">cloridrato de metformina</a> ou a qualquer um dos componentes da f&#xF3;rmula; qualquer tipo de acidose metab&#xF3;lica aguda, como acidose l&#xE1;ctica e cetoacidose diab&#xE9;tica (doen&#xE7;a em que o sangue fica repleto de cetonas, que s&#xE3;o subst&#xE2;ncias que o corpo produz quando utiliza gordura em vez de <a href="https://consultaremedios.com.br/glicose/bula" target="_blank">glicose</a> para obter energia, devido &#xE0; aus&#xEA;ncia de insulina); pr&#xE9;coma diab&#xE9;tico; insufici&#xEA;ncia renal grave (depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina do sangue &lt; 30 mL/min ou taxa de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular estimada &lt; 30 mL/min/1,73 m<sup>2</sup>); condi&#xE7;&#xF5;es agudas que alterem a fun&#xE7;&#xE3;o dos rins como <a href="https://minutosaudavel.com.br/desidratacao/" rel="noopener" target="_blank">desidrata&#xE7;&#xE3;o</a>, infec&#xE7;&#xE3;o grave, choque (redu&#xE7;&#xE3;o muito grande da irriga&#xE7;&#xE3;o de sangue nos tecidos), uso de medicamentos com contraste &#xE0; base de <a href="https://consultaremedios.com.br/b/iodo" target="_blank"/><a href="https://consultaremedios.com.br/iodo/pa" target="_blank">iodo</a>; doen&#xE7;as que causem falta de irriga&#xE7;&#xE3;o sangu&#xED;nea nos tecidos (como mau funcionamento do cora&#xE7;&#xE3;o ou pulm&#xF5;es, <a href="https://minutosaudavel.com.br/infarto/" rel="noopener" target="_blank">infarto</a> recente ou choque); mau funcionamento do <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c" target="_blank">f&#xED;gado</a>; intoxica&#xE7;&#xE3;o por &#xE1;lcool e <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alcoolismo/c" target="_blank">alcoolismo</a>.</li>

Como usar o Trayenta Duo?

Para abrir o frasco, pressione a tampa para baixo e gire-a ao mesmo tempo. Fechar firmemente após o uso.

O comprimido de Trayenta Duo deve ser ingerido por via oral. A dose recomendada para pacientes com função renal normal (taxa de filtração glomerular (TFG) > 90 mL/min) é um comprimido de 2,5/500 mg, 2,5/850 mg ou 2,5/1000 mg duas vezes ao dia conforme prescrito pelo seu médico, juntamente com as refeições para reduzir os efeitos indesejáveis no sistema digestivo associados à metformina.

Seu médico prescreverá Trayenta Duo tanto sozinho quanto em combinação a outro antidiabético da classe das sulfonilureias, se necessário. É importante que você continue a seguir a dieta e/ou exercício indicados enquanto estiver em tratamento com Trayenta Duo.

A dose diária máxima recomendada de Trayenta Duo é de 5 mg de linagliptina e de 2000 mg de metformina.

Pacientes com controle inadequado do diabetes na dose máxima tolerada de metformina isoladamente

  • <li>A dose inicial padr&#xE3;o &#xE9; de linagliptina 2,5 mg, duas vezes ao dia (dose di&#xE1;ria total de 5 mg) mais a dose de metformina que j&#xE1; est&#xE1; sendo utilizada.</li>

Pacientes migrando da administração de linagliptina e metformina em comprimidos separados para associação em dose fixa

  • <li>Trayenta Duo deve ser iniciado nas doses de linagliptina e metformina que j&#xE1; est&#xE3;o sendo utilizadas.</li>

Pacientes inadequadamente controlados com a terapia de associação dupla com a dose máxima tolerada de metformina e uma sulfonilureia

  • <li>Dose de 2,5 mg de linagliptina, duas vezes ao dia (dose di&#xE1;ria total de 5 mg) e uma dose de metformina similar &#xE0; dose que j&#xE1; est&#xE1; sendo utilizada. Quando Trayenta Duo &#xE9; utilizado em associa&#xE7;&#xE3;o com uma sulfonilureia, uma dose menor desta pode ser necess&#xE1;ria para reduzir o risco de <a href="https://minutosaudavel.com.br/hipoglicemia/" rel="noopener" target="_blank">hipoglicemia</a>.</li>

Para pacientes inadequadamente controlados com a terapia de associação dupla com insulina e a dose máxima tolerada de metformina

  • <li>Dose de 2,5 mg duas vezes ao dia (dose di&#xE1;ria total de 5 mg) e uma dose de metformina similar &#xE0; dose que j&#xE1; est&#xE1; sendo utilizada. Quando Trayenta Duo &#xE9; utilizado em associa&#xE7;&#xE3;o com a insulina, uma dose menor de insulina pode ser necess&#xE1;ria para reduzir o risco de hipoglicemia.</li>

Disfunção renal

  • <li>O&amp;nbsp;m&#xE9;dico dever&#xE1; monitorar a fun&#xE7;&#xE3;o renal do paciente antes de iniciar o tratamento com medicamentos que cont&#xE9;m metformina e, depois, pelo menos uma vez ao ano.</li>

Esse monitoramento deve ser mais frequente para pacientes com maior risco de piora da função dos rins e em idosos.

Trayenta Duo paode ser empregado em pacientes com disfunção renal moderada estágio 3 (depuração de creatinina entre 30 e 59 mL/min ou taxa de filtração glomerular estimada [TFGe] entre 30 e 59 mL/min/1,73 m2 ) somente na ausência de outras condições que possam aumentar o risco de acidose láctica e com os seguintes ajustes na posologia:
  • <li>A dose inicial &#xE9; de 500 mg ou 850 mg de cloridrato de metformina ao dia. A dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria recomendada &#xE9; de 1000 mg.</li>

Para os pacientes com TFG < 60 mL/min o médico deverá avaliar os fatores que podem aumentar o risco de acidose láctica antes de iniciar o tratamento com metformina.

A função renal deve ser rigorosamente monitorada a cada 3-6 meses em pacientes com depuração de creatinina entre 45 e 59 mL/min ou TFGe entre 45 e 59 mL/min/1,73 m2 e a cada 3 meses em pacientes com depuração de creatinina entre 30 e 44 mL/min ou TFGe entre 30 e 44 mL/min/1,73 m2.

Caso a depuração de creatinina ou a TFGe caiam para valores abaixo de 45 mL/min ou 45 mL/min/1,73m2, respectivamente, devem ser avaliados os benefícios e os riscos da continuidade do tratamento com metformina.

Caso a depuração de creatinina ou a TFGe caiam para valores abaixo de 30 mL/min ou 30 mL/min/1,73m2, respectivamente, o tratamento com metformina deve ser interrompido imediatamente.

Caso a concentração adequada de Trayenta Duo não esteja disponível, deve-se administrar as substâncias separadamente ao invés da apresentação em dose fixa combinada.

Trayenta Duo é contraindicado em pacientes com mau funcionamento do fígado devido à metformina.

Idosos devem ter sua função dos rins monitorada regularmente.

Não é recomendado para uso em crianças abaixo de 18 anos devido à falta de dados sobre segurança e eficácia nessa população.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Trayenta Duo funciona?

Trayenta Duo atua no tratamento do diabetes mellitus tipo 2 através da associação de dois componentes:

  • <li>Linagliptina e cloridrato de metformina.</li>

A linagliptina faz o pâncreas produzir maior quantidade de insulina e menor quantidade do hormônio glucagon, ajudando assim a controlar o nível de açúcar no sangue. Esse componente inibe a enzima dipeptidil peptidase-4 (DPP4), responsável pela inativação dos hormônios incretínicos, como o peptídeo glucagon símile 1 (GLP-1). O GLP-1 é liberado pelo intestino após ingestão de alimentos e estimula a secreção de insulina pelo pâncreas. Assim, ao inibir a DPP-4, a linagliptina permite que o hormônio GLP-1 atue por mais tempo, liberando insulina conforme necessidade de seu organismo.

O cloridrato de metformina atua impedindo o aumento do nível de açúcar no sangue, reduzindo a produção de glicose pelo fígado, aumentando a captação de glicose nos tecidos periféricos e/ou retardando a absorção de glicose no intestino. Não estimula a secreção de insulina e, portanto, tem baixo risco de produzir hipoglicemia (queda nos níveis de açúcar no sangue).

Após administração oral, Trayenta Duo é rapidamente absorvido e chega à corrente sanguínea. A linagliptina e o cloridrato de metformina atingem o pico de maior concentração no sangue 1,5 hora e 2,5 horas após tomada da dose, respectivamente.

Quais cuidados devo ter ao usar o Trayenta Duo?

Trayenta Duo não deve ser usado em pacientes com diabetes mellitus tipo 1 (ou seja, se seu corpo não produz insulina).

Se houver suspeita de inflamação aguda do pâncreas, deve-se descontinuar o uso de Trayenta Duo.

A linagliptina ou metformina em uso isolado não estão associadas a episódios de hipoglicemia, em geral.

Em estudos clínicos nos quais os pacientes usaram linagliptina associada a agentes que têm baixo risco de causar hipoglicemia (por exemplo, metformina, tiazolidinedionas), o número de episódios de hipoglicemia relatados com linagliptina foi similar ao número de episódios nos pacientes que tomaram placebo.

As sulfonilureias (como glimepirida) são conhecidas por causar hipoglicemia. Portanto, é preciso ter cuidado ao tomar este medicamento em associação a sulfonilureia. Pode ser necessário reduzir a dose da sulfonilureia.

A insulina é conhecida por causar hipoglicemia. Portanto, aconselha-se cautela quando Trayenta Duo for utilizado em combinação com insulina. Neste caso, pode-se considerar uma redução na dose de insulina.

Acidose láctica

Os pacientes e/ou cuidadores devem estar atentos sobre o risco de acidose láctica, caracterizada por dispneia acidótica (falta de ar por acúmulo de ácido no sangue), dor abdominal, cãibras musculares, astenia (sensação de fraqueza), hipotermia (queda da temperatura do corpo) seguida de coma. Em caso de suspeita dos sintomas, você deve parar de tomar metformina e procurar atendimento médico imediatamente.

Seu médico deverá fazer seu diagnóstico, baseando-se também em achados laboratoriais.

A acidose láctica é uma complicação metabólica muito rara, porém grave, que ocorre com maior frequência em casos de piora do funcionamento dos rins, doença cardiorrespiratória (doença do coração e/ou dos pulmões) ou sepse (infecção generalizada grave). Quando há piora da função renal, ocorre acúmulo de metformina, o que aumenta o risco de acidose láctica.

Em caso de desidratação (como casos de diarreia grave ou vômitos, febre ou ingestão reduzida de líquidos), o uso da metformina deve ser temporariamente interrompido e o paciente deve entrar em contato com o médico.

Os medicamentos que podem prejudicar gravemente a função renal tais como anti-hipertensivos (como captopril, losartana, nifedipina), diuréticos (como hidroclorotiazida, furosemida), e anti-inflamatórios não esteroides (como diclofenaco, ibuprofeno), devem ser iniciados com precaução em pacientes tratados com metformina.

Outros fatores de risco para acidose láctica são: consumo excessivo de álcool, mau funcionamento do fígado, controle inadequado do diabetes, cetose, jejum prolongado, e condições associadas à falta de irrigação sanguínea nos tecidos (como mau funcionamento do coração e infarto agudo do miocárdio), bem como a utilização ao mesmo tempo de medicamentos que possam causar acidose láctica (como, por exemplo, uso de anti-inflamatórios não esteroides como diclofenaco, ibuprofeno).

Exames de imagem

  • <li>Seu m&#xE9;dico dever&#xE1; descontinuar seu tratamento com Trayenta Duo antes ou no momento da realiza&#xE7;&#xE3;o de exames de imagem que utilizem contraste &#xE0; base de iodo, e o medicamento n&#xE3;o dever&#xE1; ser reiniciado at&#xE9; ao menos 48 horas ap&#xF3;s o exame, e somente ap&#xF3;s avalia&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins.</li>

Função renal

  • <li>A fun&#xE7;&#xE3;o dos rins (taxa de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular) deve ser monitorada antes do in&#xED;cio do tratamento e tamb&#xE9;m regularmente durante o tratamento com esse medicamento. Trayenta Duo &#xE9; contraindicado para pacientes com insufici&#xEA;ncia renal grave (taxa de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular &lt; 30 mL/min) e deve ser temporariamente descontinuado caso o paciente apresente altera&#xE7;&#xF5;es na fun&#xE7;&#xE3;o dos rins.</li>

Função cardíaca

  • <li>Pacientes com <a href="https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/" rel="noopener" target="_blank">insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> (mau funcionamento do cora&#xE7;&#xE3;o) tem maior risco de diminui&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins e redu&#xE7;&#xE3;o da irriga&#xE7;&#xE3;o de sangue nos tecidos. Em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca est&#xE1;vel, Trayenta Duo pode ser usado com um monitoramento regular das fun&#xE7;&#xF5;es dos rins e do cora&#xE7;&#xE3;o. Trayenta Duo n&#xE3;o deve ser utilizado em caso de insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca aguda ou inst&#xE1;vel.</li>

Cirurgias

  • <li>Nos casos de cirurgias sob efeito de anestesia geral, raquidiana ou peridural, o tratamento com metformina dever&#xE1; ser descontinuado no momento da cirurgia e n&#xE3;o poder&#xE1; ser reiniciado antes de 48 horas ap&#xF3;s a cirurgia ou rein&#xED;cio da alimenta&#xE7;&#xE3;o, e somente se a fun&#xE7;&#xE3;o dos rins tiver sido reavaliada e se mostrar estabelecida. Nesses casos, seu m&#xE9;dico saber&#xE1; avaliar o momento correto de voltar o tratamento com Trayenta Duo.</li>

Artralgia

  • <li>Artralgia grave e debilitante foi reportada em pacientes que utilizam medicamentos da mesma classe de Trayenta Duo. Portanto, informe seu m&#xE9;dico caso sinta dores graves nas articula&#xE7;&#xF5;es, para que ele avalie a necessidade de descontinuar o uso do medicamento, se apropriado.</li>

Se houver suspeita de penfigoide bolhoso (bolhas grandes e muito firmes e que demoram muitos dias para se romper), deve-se descontinuar o uso de Trayenta Duo.

Não há estudos sobre os efeitos na capacidade de dirigir e operar máquinas.

Fertilidade, gravidez e amamentação

O uso de Trayenta Duo não é recomendado durante a gravidez, por não haver estudos suficientes com essa população. Caso você tenha diabetes e planeje engravidar, seu médico avaliará o melhor tratamento alternativo para controlar seu nível de açúcar no sangue.

A metformina é excretada no leite humano, mas não se sabe sobre a linagliptina. Trayenta Duo não deve ser usado durante a amamentação.

Nenhum estudo sobre o efeito na fertilidade humana foi conduzido com Trayenta Duo.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Trayenta Duo?

  • <li>Rea&#xE7;&#xF5;es comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): diarreia**, lipase aumentada (enzima que pode ser verificada com exame de sangue para diagnosticar alguma altera&#xE7;&#xE3;o no p&#xE2;ncreas).</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): nasofaringite (infec&#xE7;&#xE3;o de nariz e faringe)*, hipersensibilidade (alergia)*, <a href="https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/tosse/c" target="_blank">tosse</a>*, diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite**, n&#xE1;usea (enjoo)**, v&#xF4;mito**, prurido (coceira)**, <em>rash </em>(vermelhid&#xE3;o)***, amilase aumentada (enzima que pode ser verificada com exame de sangue para diagnosticar alguma altera&#xE7;&#xE3;o no p&#xE2;ncreas).</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): <a href="https://minutosaudavel.com.br/angioedema-o-que-e-complicacoes-como-tratar-e-muito-mais/" rel="noopener" target="_blank">angioedema</a> (vermelhid&#xE3;o na pele e incha&#xE7;o das mucosas, como l&#xED;ngua e l&#xE1;bios)***, <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a> (placas avermelhadas e elevadas na pele, geralmente com coceira) ** e *** , ulcera&#xE7;&#xE3;o de boca (feridas na boca)***, penfigoide bolhoso (bolhas grandes e muito firmes e que demoram muitos dias para se romper)***.</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es com frequ&#xEA;ncia desconhecida (n&#xE3;o &#xE9; poss&#xED;vel determinar a partir dos dados dispon&#xED;veis): <a href="https://minutosaudavel.com.br/pancreatite/" rel="noopener" target="_blank">pancreatite</a> (inflama&#xE7;&#xE3;o do p&#xE2;ncreas)*.</li>

*Reações adversas também relatadas em pacientes tratados com linagliptina isoladamente.
**Reações adversas também relatadas em pacientes que receberam metformina isoladamente.
***Reações adversas identificadas em experiência pós-comercialização com linagliptina.

Distúrbios gastrointestinais como dor abdominal, enjoo, vômitos, diarreia e diminuição do apetite ocorrem mais frequentemente durante o início da terapia com cloridrato de metformina e se resolvem espontaneamente na maioria dos casos. Para prevenção, recomenda-se que Trayenta Duo seja tomado em 2 doses diárias durante ou após as refeições.

Para a combinação deste medicamento com sulfonilureia a reação adversa adicional mais frequente (muito comum) foi a hipoglicemia, sendo que nenhum dos episódios de hipoglicemia foi classificado como grave (requerendo assistência).

Quando a linagliptina e a metformina foram usadas com insulina, hipoglicemia foi relatada como muito comum.

Constipação foi identificada como uma reação adversa adicional com esta combinação (reação incomum).

Informações adicionais sobre os componentes individuais:

  • <li>Todos os efeitos indesej&#xE1;veis relatados em pacientes que receberam tratamento com linagliptina isoladamente foram observados com Trayenta Duo e j&#xE1; est&#xE3;o inclu&#xED;dos nas rea&#xE7;&#xF5;es adversas listadas acima.</li>

As reações adversas à metformina já conhecidas e não observadas até então são:

  • <li>Acidose l&#xE1;ctica, teste de absor&#xE7;&#xE3;o de <a href="https://minutosaudavel.com.br/vitamina-b12/" rel="noopener" target="_blank">vitamina B12</a> anormal, altera&#xE7;&#xF5;es de paladar, dor abdominal, teste de fun&#xE7;&#xE3;o do f&#xED;gado anormal, <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/hepatite/c" target="_blank">hepatite</a> (inflama&#xE7;&#xE3;o no f&#xED;gado), vermelhid&#xE3;o na pele e urtic&#xE1;ria (placas avermelhadas e elevadas na pele, geralmente com coceira).</li>

O tratamento de longo prazo com metformina pode, muito raramente, resultar em falta de vitamina B12 (levando a complicações, como anemia megaloblástica).

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Trayenta Duo?

Continue tomando as próximas doses regularmente no horário habitual. Não duplique a dose na próxima tomada. Neste caso, a dose perdida deve ser pulada.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Trayenta Duo?

Cada comprimido revestido de Trayenta Duo 2,5/500 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Linagliptina</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">2,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Cloridrato de metformina</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">500 mg(correspondentes a 390 mg de metformina)</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: arginina, amido, copovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo, propilenoglicol, hipromelose e talco.

Cada comprimido revestido de Trayenta Duo 2,5/850 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:235px\"> <p style=\"text-align:center\">Linagliptina</p> </td> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">2,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:235px\"> <p style=\"text-align:center\">Cloridrato de metformina</p> </td> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">850 mg de cloridrato de metformina (correspondentes a 663 mg de metformina)</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: arginina, amido, copovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo e vermelho, propilenoglicol, hipromelose e talco.

Cada comprimido revestido de Trayenta Duo 2,5/1000 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:238px\"> <p style=\"text-align:center\">Linagliptina</p> </td> <td style=\"width:231px\"> <p style=\"text-align:center\">2,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:238px\"> <p style=\"text-align:center\">Cloridrato de metformina</p> </td> <td style=\"width:231px\"> <p style=\"text-align:center\">1000 mg de cloridrato de metformina (correspondentes a 780 mg de metformina)</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: arginina, amido, copovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, dióxido de titânio, óxido de ferro vermelho, propilenoglicol, hipromelose e talco.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Trayenta Duo maior do que a recomendada?

A superdose de cloridrato de metformina (um dos componentes de Trayenta Duo) pode levar à acidose láctica, que é uma emergência médica, devendo ser tratada no hospital.

Na eventualidade de uma superdose, você deve procurar auxílio médico imediatamente

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Trayenta Duo com outros remédios?

Você deve informar ao seu médico sobre todos os medicamentos que está usando. Você não deve começar a tomar nenhum medicamento sem conversar com seu médico.

Linagliptina

  • <li>N&#xE3;o se observou nenhuma intera&#xE7;&#xE3;o clinicamente significativa que necessite ajuste de dose em diversos estudos realizados. A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de linagliptina com v&#xE1;rios medicamentos comumente utilizados por diab&#xE9;ticos e com problemas card&#xED;acos (metformina, <a href="https://consultaremedios.com.br/glibenclamida/bula" target="_blank">glibenclamida</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/sinvastatina/bula" target="_blank">sinvastatina</a>, pioglitazona, <a href="https://consultaremedios.com.br/varfarina-sodica/bula" target="_blank">varfarina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">digoxina</a>), <a href="https://consultaremedios.com.br/b/contraceptivos-orais" target="_blank">contraceptivos orais</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/ritonavir/bula" target="_blank">ritonavir</a> (medicamento para tratamento de infec&#xE7;&#xE3;o pelo v&#xED;rus <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/dsts/hiv-aids/c" target="_blank">HIV</a>) e <a href="https://consultaremedios.com.br/rifampicina/bula" target="_blank">rifampicina</a> (medicamento antibacteriano potente) n&#xE3;o afetou a efic&#xE1;cia dos medicamentos. A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de uma refei&#xE7;&#xE3;o rica em gorduras com linagliptina n&#xE3;o teve efeito clinicamente relevante sobre a sua concentra&#xE7;&#xE3;o sangu&#xED;nea.</li>

Metformina

  • <li>N&#xE3;o &#xE9; recomendado o uso de metformina juntamente com &#xE1;lcool. O consumo excessivo de &#xE1;lcool est&#xE1; associado com um aumento do risco de acidose l&#xE1;ctica, especialmente na condi&#xE7;&#xE3;o de jejum, <a href="https://minutosaudavel.com.br/desnutricao/" rel="noopener" target="_blank">desnutri&#xE7;&#xE3;o</a> ou mau funcionamento do f&#xED;gado.</li>

O uso de Trayenta Duo deverá ser interrompido antes de, ou no momento da realização de procedimentos de imagem, e não deve ser reiniciado até 48 horas após o exame, e desde que a função renal tenha sido reavaliada e se encontre estável.

Alguns medicamentos podem afetar negativamente a função renal, o que pode aumentar o risco de acidose láctica, como os anti-inflamatórios não esteroides (por exemplo, diclofenaco, ibuprofeno), inibidores seletivos da ciclooxigenase-2, inibidores da ECA (como ramipril e enalapril), antagonistas dos receptores da angiotensina II (como losartana), diuréticos (como hidroclorotiazida, furosemida). Informe seu médico se você utiliza esses medicamentos para que seja feito um controle rigoroso da função renal.

A metformina se liga aos transportadores de cátions orgânicos (OCT) e sua administração com outras substâncias que interferem nesses transportadores pode alterar a ação da metformina como, por exemplo:

  • <li>O uso de metformina juntamente com o medicamento <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-verapamil/bula" target="_blank">verapamil</a> pode diminuir o efeito da metformina; a rifampicina pode aumentar a absor&#xE7;&#xE3;o de metformina no est&#xF4;mago e intestino e assim aumentar o efeito da metformina; medicamentos como <a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">cimetidina</a>, dolutegravir, <a href="https://consultaremedios.com.br/ranolazina/bula" target="_blank">ranolazina</a>, trimetoprima, vendetanibe e <a href="https://consultaremedios.com.br/isavuconazol/pa" target="_blank">isavuconazol</a> podem diminuir a elimina&#xE7;&#xE3;o de&amp;nbsp;metformina pelos rins e assim aumentar a concentra&#xE7;&#xE3;o de metformina no sangue; os medicamentos <a href="https://consultaremedios.com.br/crizotinibe/bula" target="_blank">crizotinibe</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/olaparibe/bula" target="_blank">olaparibe</a> podem interferir no efeito da metformina e tamb&#xE9;m na sua elimina&#xE7;&#xE3;o pelos rins.</li>

Deve-se ter cuidado principalmente em casos de pacientes com mau funcionamento dos rins, pois no caso do uso desses medicamentos juntamente com metformina, a concentração de metformina no sangue pode aumentar. Se necessário, seu médico poderá fazer o ajuste na quantidade utilizada de metformina.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Trayenta Duo (Cloridrato de Metformina + Linagliptina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Estudos Cl&#xED;nicos</h3> <h4>Linagliptina como terapia associada &#xE0; metformina</h4> <p>A efic&#xE1;cia e a seguran&#xE7;a da terapia com linagliptina em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina em pacientes com controle glic&#xEA;mico insatisfat&#xF3;rio em monoterapia com metformina foram avaliadas em um estudo duplo-cego, controlado por placebo, com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. A linagliptina associada &#xE0; metformina forneceu melhora significativa na HbA1c (altera&#xE7;&#xE3;o de -0,64% em compara&#xE7;&#xE3;o a placebo), a partir de uma HbA1c basal m&#xE9;dia de 8%. A linagliptina tamb&#xE9;m mostrou melhora significativa na glicemia de jejum (GJ) de -21,1 mg/dL e na glicemia p&#xF3;s-prandial de 2 horas (GPP) de -67,1 mg/dL em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo, assim como levou uma maior propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes a atingir uma HbA1c alvo &lt;7,0%, (28,3% em linagliptina <em>versus</em> 11,4% em placebo). A incid&#xEA;ncia de hipoglicemia observada em pacientes tratados com linagliptina foi similar &#xE0;quela com placebo. O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos.<sup>1</sup></p> <p>Em um estudo de terapia inicial controlado por placebo, de desenho fatorial, com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o, linagliptina 2,5 mg administrada duas vezes ao dia em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina (500 mg ou 1000 mg duas vezes ao dia)&amp;nbsp;proporcionou melhora significativa nos par&#xE2;metros glic&#xEA;micos comparado com ambas as monoterapias, conforme resumido na tabela 1 (n&#xED;vel basal m&#xE9;dio de HbA1c de 8,65%).</p> <p><strong>Tabela 1. Par&#xE2;metros glic&#xEA;micos na visita final (estudo de 24 semanas) para grupos tratados com linagliptina e metformina isoladamente e em associa&#xE7;&#xE3;o em pacientes com diabetes </strong><em><strong>mellitus</strong>&amp;nbsp;</em><strong>tipo 2 n&#xE3;o adequadamente controlados com dieta e exerc&#xED;cios</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">&amp;nbsp;</td> <td style=\"text-align:center; width:136px\"><strong>Placebo</strong></td> <td style=\"text-align:center\"><strong>Linagliptina<br> 5 mg<br> uma vez ao<br> dia*</br></br></br></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:138px\"><strong>Metformina<br> 500 mg<br> duas vezes<br> ao dia</br></br></br></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:145px\"><strong>Linagliptina<br> 2,5 mg<br> duas vezes ao<br> dia*<br> +<br> Metformina<br> 500 mg<br> duas vezes ao<br> dia</br></br></br></br></br></br></br></br></strong></td> <td style=\"text-align:center\"><strong>Metformina<br> 1000 mg<br> duas vezes<br> ao dia</br></br></br></strong></td> <td style=\"text-align:center\"><strong>Linagliptina<br> 2,5 mg<br> duas vezes<br> ao dia*<br> +<br> Metformina<br> 1000 mg<br> duas vezes<br> ao dia</br></br></br></br></br></br></br></br></strong></td></tr></tbody></table>"}

Apresentações do Trayenta Duo

Comprimidos revestidos de 2,5/500 mg, 2,5/850 mg ou 2,5/1000 mg

  • <li>Bl&#xED;steres com 60 comprimidos.</li> <li>Frascos com 60 comprimidos.</li>

Uso oral.

Uso adulto.

2,5mg + 500mg, caixa com 20 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Cloridrato De Metformina + Linagliptina
Classe Terapêutica
:
Associações de Inibidores DPP-IV com Biguanidas
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Diabetes
Especialidade
:
Endocrinologia

Bula do medicamento

Trayenta Duo, para o que é indicado e para o que serve?

Trayenta Duo é indicado como adjuvante da dieta e do exercício, para melhorar o controle glicêmico (nível sanguíneo de açúcar) em pacientes com diabetes mellitus tipo 2, em que a dose máxima tolerada de metformina sozinha não proporciona um controle adequado ou em pacientes que já estão sendo tratados com a combinação linagliptina e metformina e apresentam controle adequado. Pode ser utilizado em associação à sulfonilureia (como terapia de associação tripla) como adjuvante à dieta e exercício físico em pacientes em que as doses máximas toleradas de metformina e da sulfonilureia não proporcionam um controle glicêmico adequado.

Pode ser utilizado em associação à insulina (como terapia de associação tripla) como adjuvante à dieta e exercício físico para melhorar o controle glicêmico em pacientes quando a insulina e metformina isoladamente não proporcionam um controle glicêmico adequado. Também pode ser utilizado em combinação com um inibidor de SGLT-2 (ou seja, terapia de combinação tripla) como adjuvante à dieta e exercício físico em pacientes não controlados adequadamente com as doses máximas de metformina e do inibidor de SGLT-2.

Quais as contraindicações do Trayenta Duo?

Você não deve usar Trayenta Duo se tiver as seguintes condições:

  • <li>Alergia &#xE0; linagliptina e/ou ao <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-metformina/bula" target="_blank">cloridrato de metformina</a> ou a qualquer um dos componentes da f&#xF3;rmula; qualquer tipo de acidose metab&#xF3;lica aguda, como acidose l&#xE1;ctica e cetoacidose diab&#xE9;tica (doen&#xE7;a em que o sangue fica repleto de cetonas, que s&#xE3;o subst&#xE2;ncias que o corpo produz quando utiliza gordura em vez de <a href="https://consultaremedios.com.br/glicose/bula" target="_blank">glicose</a> para obter energia, devido &#xE0; aus&#xEA;ncia de insulina); pr&#xE9;coma diab&#xE9;tico; insufici&#xEA;ncia renal grave (depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina do sangue &lt; 30 mL/min ou taxa de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular estimada &lt; 30 mL/min/1,73 m<sup>2</sup>); condi&#xE7;&#xF5;es agudas que alterem a fun&#xE7;&#xE3;o dos rins como <a href="https://minutosaudavel.com.br/desidratacao/" rel="noopener" target="_blank">desidrata&#xE7;&#xE3;o</a>, infec&#xE7;&#xE3;o grave, choque (redu&#xE7;&#xE3;o muito grande da irriga&#xE7;&#xE3;o de sangue nos tecidos), uso de medicamentos com contraste &#xE0; base de <a href="https://consultaremedios.com.br/b/iodo" target="_blank"/><a href="https://consultaremedios.com.br/iodo/pa" target="_blank">iodo</a>; doen&#xE7;as que causem falta de irriga&#xE7;&#xE3;o sangu&#xED;nea nos tecidos (como mau funcionamento do cora&#xE7;&#xE3;o ou pulm&#xF5;es, <a href="https://minutosaudavel.com.br/infarto/" rel="noopener" target="_blank">infarto</a> recente ou choque); mau funcionamento do <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c" target="_blank">f&#xED;gado</a>; intoxica&#xE7;&#xE3;o por &#xE1;lcool e <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alcoolismo/c" target="_blank">alcoolismo</a>.</li>

Como usar o Trayenta Duo?

Para abrir o frasco, pressione a tampa para baixo e gire-a ao mesmo tempo. Fechar firmemente após o uso.

O comprimido de Trayenta Duo deve ser ingerido por via oral. A dose recomendada para pacientes com função renal normal (taxa de filtração glomerular (TFG) > 90 mL/min) é um comprimido de 2,5/500 mg, 2,5/850 mg ou 2,5/1000 mg duas vezes ao dia conforme prescrito pelo seu médico, juntamente com as refeições para reduzir os efeitos indesejáveis no sistema digestivo associados à metformina.

Seu médico prescreverá Trayenta Duo tanto sozinho quanto em combinação a outro antidiabético da classe das sulfonilureias, se necessário. É importante que você continue a seguir a dieta e/ou exercício indicados enquanto estiver em tratamento com Trayenta Duo.

A dose diária máxima recomendada de Trayenta Duo é de 5 mg de linagliptina e de 2000 mg de metformina.

Pacientes com controle inadequado do diabetes na dose máxima tolerada de metformina isoladamente

  • <li>A dose inicial padr&#xE3;o &#xE9; de linagliptina 2,5 mg, duas vezes ao dia (dose di&#xE1;ria total de 5 mg) mais a dose de metformina que j&#xE1; est&#xE1; sendo utilizada.</li>

Pacientes migrando da administração de linagliptina e metformina em comprimidos separados para associação em dose fixa

  • <li>Trayenta Duo deve ser iniciado nas doses de linagliptina e metformina que j&#xE1; est&#xE3;o sendo utilizadas.</li>

Pacientes inadequadamente controlados com a terapia de associação dupla com a dose máxima tolerada de metformina e uma sulfonilureia

  • <li>Dose de 2,5 mg de linagliptina, duas vezes ao dia (dose di&#xE1;ria total de 5 mg) e uma dose de metformina similar &#xE0; dose que j&#xE1; est&#xE1; sendo utilizada. Quando Trayenta Duo &#xE9; utilizado em associa&#xE7;&#xE3;o com uma sulfonilureia, uma dose menor desta pode ser necess&#xE1;ria para reduzir o risco de <a href="https://minutosaudavel.com.br/hipoglicemia/" rel="noopener" target="_blank">hipoglicemia</a>.</li>

Para pacientes inadequadamente controlados com a terapia de associação dupla com insulina e a dose máxima tolerada de metformina

  • <li>Dose de 2,5 mg duas vezes ao dia (dose di&#xE1;ria total de 5 mg) e uma dose de metformina similar &#xE0; dose que j&#xE1; est&#xE1; sendo utilizada. Quando Trayenta Duo &#xE9; utilizado em associa&#xE7;&#xE3;o com a insulina, uma dose menor de insulina pode ser necess&#xE1;ria para reduzir o risco de hipoglicemia.</li>

Disfunção renal

  • <li>O&amp;nbsp;m&#xE9;dico dever&#xE1; monitorar a fun&#xE7;&#xE3;o renal do paciente antes de iniciar o tratamento com medicamentos que cont&#xE9;m metformina e, depois, pelo menos uma vez ao ano.</li>

Esse monitoramento deve ser mais frequente para pacientes com maior risco de piora da função dos rins e em idosos.

Trayenta Duo paode ser empregado em pacientes com disfunção renal moderada estágio 3 (depuração de creatinina entre 30 e 59 mL/min ou taxa de filtração glomerular estimada [TFGe] entre 30 e 59 mL/min/1,73 m2 ) somente na ausência de outras condições que possam aumentar o risco de acidose láctica e com os seguintes ajustes na posologia:
  • <li>A dose inicial &#xE9; de 500 mg ou 850 mg de cloridrato de metformina ao dia. A dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria recomendada &#xE9; de 1000 mg.</li>

Para os pacientes com TFG < 60 mL/min o médico deverá avaliar os fatores que podem aumentar o risco de acidose láctica antes de iniciar o tratamento com metformina.

A função renal deve ser rigorosamente monitorada a cada 3-6 meses em pacientes com depuração de creatinina entre 45 e 59 mL/min ou TFGe entre 45 e 59 mL/min/1,73 m2 e a cada 3 meses em pacientes com depuração de creatinina entre 30 e 44 mL/min ou TFGe entre 30 e 44 mL/min/1,73 m2.

Caso a depuração de creatinina ou a TFGe caiam para valores abaixo de 45 mL/min ou 45 mL/min/1,73m2, respectivamente, devem ser avaliados os benefícios e os riscos da continuidade do tratamento com metformina.

Caso a depuração de creatinina ou a TFGe caiam para valores abaixo de 30 mL/min ou 30 mL/min/1,73m2, respectivamente, o tratamento com metformina deve ser interrompido imediatamente.

Caso a concentração adequada de Trayenta Duo não esteja disponível, deve-se administrar as substâncias separadamente ao invés da apresentação em dose fixa combinada.

Trayenta Duo é contraindicado em pacientes com mau funcionamento do fígado devido à metformina.

Idosos devem ter sua função dos rins monitorada regularmente.

Não é recomendado para uso em crianças abaixo de 18 anos devido à falta de dados sobre segurança e eficácia nessa população.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Trayenta Duo funciona?

Trayenta Duo atua no tratamento do diabetes mellitus tipo 2 através da associação de dois componentes:

  • <li>Linagliptina e cloridrato de metformina.</li>

A linagliptina faz o pâncreas produzir maior quantidade de insulina e menor quantidade do hormônio glucagon, ajudando assim a controlar o nível de açúcar no sangue. Esse componente inibe a enzima dipeptidil peptidase-4 (DPP4), responsável pela inativação dos hormônios incretínicos, como o peptídeo glucagon símile 1 (GLP-1). O GLP-1 é liberado pelo intestino após ingestão de alimentos e estimula a secreção de insulina pelo pâncreas. Assim, ao inibir a DPP-4, a linagliptina permite que o hormônio GLP-1 atue por mais tempo, liberando insulina conforme necessidade de seu organismo.

O cloridrato de metformina atua impedindo o aumento do nível de açúcar no sangue, reduzindo a produção de glicose pelo fígado, aumentando a captação de glicose nos tecidos periféricos e/ou retardando a absorção de glicose no intestino. Não estimula a secreção de insulina e, portanto, tem baixo risco de produzir hipoglicemia (queda nos níveis de açúcar no sangue).

Após administração oral, Trayenta Duo é rapidamente absorvido e chega à corrente sanguínea. A linagliptina e o cloridrato de metformina atingem o pico de maior concentração no sangue 1,5 hora e 2,5 horas após tomada da dose, respectivamente.

Quais cuidados devo ter ao usar o Trayenta Duo?

Trayenta Duo não deve ser usado em pacientes com diabetes mellitus tipo 1 (ou seja, se seu corpo não produz insulina).

Se houver suspeita de inflamação aguda do pâncreas, deve-se descontinuar o uso de Trayenta Duo.

A linagliptina ou metformina em uso isolado não estão associadas a episódios de hipoglicemia, em geral.

Em estudos clínicos nos quais os pacientes usaram linagliptina associada a agentes que têm baixo risco de causar hipoglicemia (por exemplo, metformina, tiazolidinedionas), o número de episódios de hipoglicemia relatados com linagliptina foi similar ao número de episódios nos pacientes que tomaram placebo.

As sulfonilureias (como glimepirida) são conhecidas por causar hipoglicemia. Portanto, é preciso ter cuidado ao tomar este medicamento em associação a sulfonilureia. Pode ser necessário reduzir a dose da sulfonilureia.

A insulina é conhecida por causar hipoglicemia. Portanto, aconselha-se cautela quando Trayenta Duo for utilizado em combinação com insulina. Neste caso, pode-se considerar uma redução na dose de insulina.

Acidose láctica

Os pacientes e/ou cuidadores devem estar atentos sobre o risco de acidose láctica, caracterizada por dispneia acidótica (falta de ar por acúmulo de ácido no sangue), dor abdominal, cãibras musculares, astenia (sensação de fraqueza), hipotermia (queda da temperatura do corpo) seguida de coma. Em caso de suspeita dos sintomas, você deve parar de tomar metformina e procurar atendimento médico imediatamente.

Seu médico deverá fazer seu diagnóstico, baseando-se também em achados laboratoriais.

A acidose láctica é uma complicação metabólica muito rara, porém grave, que ocorre com maior frequência em casos de piora do funcionamento dos rins, doença cardiorrespiratória (doença do coração e/ou dos pulmões) ou sepse (infecção generalizada grave). Quando há piora da função renal, ocorre acúmulo de metformina, o que aumenta o risco de acidose láctica.

Em caso de desidratação (como casos de diarreia grave ou vômitos, febre ou ingestão reduzida de líquidos), o uso da metformina deve ser temporariamente interrompido e o paciente deve entrar em contato com o médico.

Os medicamentos que podem prejudicar gravemente a função renal tais como anti-hipertensivos (como captopril, losartana, nifedipina), diuréticos (como hidroclorotiazida, furosemida), e anti-inflamatórios não esteroides (como diclofenaco, ibuprofeno), devem ser iniciados com precaução em pacientes tratados com metformina.

Outros fatores de risco para acidose láctica são: consumo excessivo de álcool, mau funcionamento do fígado, controle inadequado do diabetes, cetose, jejum prolongado, e condições associadas à falta de irrigação sanguínea nos tecidos (como mau funcionamento do coração e infarto agudo do miocárdio), bem como a utilização ao mesmo tempo de medicamentos que possam causar acidose láctica (como, por exemplo, uso de anti-inflamatórios não esteroides como diclofenaco, ibuprofeno).

Exames de imagem

  • <li>Seu m&#xE9;dico dever&#xE1; descontinuar seu tratamento com Trayenta Duo antes ou no momento da realiza&#xE7;&#xE3;o de exames de imagem que utilizem contraste &#xE0; base de iodo, e o medicamento n&#xE3;o dever&#xE1; ser reiniciado at&#xE9; ao menos 48 horas ap&#xF3;s o exame, e somente ap&#xF3;s avalia&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins.</li>

Função renal

  • <li>A fun&#xE7;&#xE3;o dos rins (taxa de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular) deve ser monitorada antes do in&#xED;cio do tratamento e tamb&#xE9;m regularmente durante o tratamento com esse medicamento. Trayenta Duo &#xE9; contraindicado para pacientes com insufici&#xEA;ncia renal grave (taxa de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular &lt; 30 mL/min) e deve ser temporariamente descontinuado caso o paciente apresente altera&#xE7;&#xF5;es na fun&#xE7;&#xE3;o dos rins.</li>

Função cardíaca

  • <li>Pacientes com <a href="https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/" rel="noopener" target="_blank">insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> (mau funcionamento do cora&#xE7;&#xE3;o) tem maior risco de diminui&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins e redu&#xE7;&#xE3;o da irriga&#xE7;&#xE3;o de sangue nos tecidos. Em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca est&#xE1;vel, Trayenta Duo pode ser usado com um monitoramento regular das fun&#xE7;&#xF5;es dos rins e do cora&#xE7;&#xE3;o. Trayenta Duo n&#xE3;o deve ser utilizado em caso de insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca aguda ou inst&#xE1;vel.</li>

Cirurgias

  • <li>Nos casos de cirurgias sob efeito de anestesia geral, raquidiana ou peridural, o tratamento com metformina dever&#xE1; ser descontinuado no momento da cirurgia e n&#xE3;o poder&#xE1; ser reiniciado antes de 48 horas ap&#xF3;s a cirurgia ou rein&#xED;cio da alimenta&#xE7;&#xE3;o, e somente se a fun&#xE7;&#xE3;o dos rins tiver sido reavaliada e se mostrar estabelecida. Nesses casos, seu m&#xE9;dico saber&#xE1; avaliar o momento correto de voltar o tratamento com Trayenta Duo.</li>

Artralgia

  • <li>Artralgia grave e debilitante foi reportada em pacientes que utilizam medicamentos da mesma classe de Trayenta Duo. Portanto, informe seu m&#xE9;dico caso sinta dores graves nas articula&#xE7;&#xF5;es, para que ele avalie a necessidade de descontinuar o uso do medicamento, se apropriado.</li>

Se houver suspeita de penfigoide bolhoso (bolhas grandes e muito firmes e que demoram muitos dias para se romper), deve-se descontinuar o uso de Trayenta Duo.

Não há estudos sobre os efeitos na capacidade de dirigir e operar máquinas.

Fertilidade, gravidez e amamentação

O uso de Trayenta Duo não é recomendado durante a gravidez, por não haver estudos suficientes com essa população. Caso você tenha diabetes e planeje engravidar, seu médico avaliará o melhor tratamento alternativo para controlar seu nível de açúcar no sangue.

A metformina é excretada no leite humano, mas não se sabe sobre a linagliptina. Trayenta Duo não deve ser usado durante a amamentação.

Nenhum estudo sobre o efeito na fertilidade humana foi conduzido com Trayenta Duo.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Trayenta Duo?

  • <li>Rea&#xE7;&#xF5;es comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): diarreia**, lipase aumentada (enzima que pode ser verificada com exame de sangue para diagnosticar alguma altera&#xE7;&#xE3;o no p&#xE2;ncreas).</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): nasofaringite (infec&#xE7;&#xE3;o de nariz e faringe)*, hipersensibilidade (alergia)*, <a href="https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/tosse/c" target="_blank">tosse</a>*, diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite**, n&#xE1;usea (enjoo)**, v&#xF4;mito**, prurido (coceira)**, <em>rash </em>(vermelhid&#xE3;o)***, amilase aumentada (enzima que pode ser verificada com exame de sangue para diagnosticar alguma altera&#xE7;&#xE3;o no p&#xE2;ncreas).</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): <a href="https://minutosaudavel.com.br/angioedema-o-que-e-complicacoes-como-tratar-e-muito-mais/" rel="noopener" target="_blank">angioedema</a> (vermelhid&#xE3;o na pele e incha&#xE7;o das mucosas, como l&#xED;ngua e l&#xE1;bios)***, <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a> (placas avermelhadas e elevadas na pele, geralmente com coceira) ** e *** , ulcera&#xE7;&#xE3;o de boca (feridas na boca)***, penfigoide bolhoso (bolhas grandes e muito firmes e que demoram muitos dias para se romper)***.</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es com frequ&#xEA;ncia desconhecida (n&#xE3;o &#xE9; poss&#xED;vel determinar a partir dos dados dispon&#xED;veis): <a href="https://minutosaudavel.com.br/pancreatite/" rel="noopener" target="_blank">pancreatite</a> (inflama&#xE7;&#xE3;o do p&#xE2;ncreas)*.</li>

*Reações adversas também relatadas em pacientes tratados com linagliptina isoladamente.
**Reações adversas também relatadas em pacientes que receberam metformina isoladamente.
***Reações adversas identificadas em experiência pós-comercialização com linagliptina.

Distúrbios gastrointestinais como dor abdominal, enjoo, vômitos, diarreia e diminuição do apetite ocorrem mais frequentemente durante o início da terapia com cloridrato de metformina e se resolvem espontaneamente na maioria dos casos. Para prevenção, recomenda-se que Trayenta Duo seja tomado em 2 doses diárias durante ou após as refeições.

Para a combinação deste medicamento com sulfonilureia a reação adversa adicional mais frequente (muito comum) foi a hipoglicemia, sendo que nenhum dos episódios de hipoglicemia foi classificado como grave (requerendo assistência).

Quando a linagliptina e a metformina foram usadas com insulina, hipoglicemia foi relatada como muito comum.

Constipação foi identificada como uma reação adversa adicional com esta combinação (reação incomum).

Informações adicionais sobre os componentes individuais:

  • <li>Todos os efeitos indesej&#xE1;veis relatados em pacientes que receberam tratamento com linagliptina isoladamente foram observados com Trayenta Duo e j&#xE1; est&#xE3;o inclu&#xED;dos nas rea&#xE7;&#xF5;es adversas listadas acima.</li>

As reações adversas à metformina já conhecidas e não observadas até então são:

  • <li>Acidose l&#xE1;ctica, teste de absor&#xE7;&#xE3;o de <a href="https://minutosaudavel.com.br/vitamina-b12/" rel="noopener" target="_blank">vitamina B12</a> anormal, altera&#xE7;&#xF5;es de paladar, dor abdominal, teste de fun&#xE7;&#xE3;o do f&#xED;gado anormal, <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/hepatite/c" target="_blank">hepatite</a> (inflama&#xE7;&#xE3;o no f&#xED;gado), vermelhid&#xE3;o na pele e urtic&#xE1;ria (placas avermelhadas e elevadas na pele, geralmente com coceira).</li>

O tratamento de longo prazo com metformina pode, muito raramente, resultar em falta de vitamina B12 (levando a complicações, como anemia megaloblástica).

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Trayenta Duo?

Continue tomando as próximas doses regularmente no horário habitual. Não duplique a dose na próxima tomada. Neste caso, a dose perdida deve ser pulada.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Trayenta Duo?

Cada comprimido revestido de Trayenta Duo 2,5/500 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Linagliptina</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">2,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Cloridrato de metformina</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">500 mg(correspondentes a 390 mg de metformina)</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: arginina, amido, copovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo, propilenoglicol, hipromelose e talco.

Cada comprimido revestido de Trayenta Duo 2,5/850 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:235px\"> <p style=\"text-align:center\">Linagliptina</p> </td> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">2,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:235px\"> <p style=\"text-align:center\">Cloridrato de metformina</p> </td> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">850 mg de cloridrato de metformina (correspondentes a 663 mg de metformina)</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: arginina, amido, copovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo e vermelho, propilenoglicol, hipromelose e talco.

Cada comprimido revestido de Trayenta Duo 2,5/1000 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:238px\"> <p style=\"text-align:center\">Linagliptina</p> </td> <td style=\"width:231px\"> <p style=\"text-align:center\">2,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:238px\"> <p style=\"text-align:center\">Cloridrato de metformina</p> </td> <td style=\"width:231px\"> <p style=\"text-align:center\">1000 mg de cloridrato de metformina (correspondentes a 780 mg de metformina)</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: arginina, amido, copovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, dióxido de titânio, óxido de ferro vermelho, propilenoglicol, hipromelose e talco.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Trayenta Duo maior do que a recomendada?

A superdose de cloridrato de metformina (um dos componentes de Trayenta Duo) pode levar à acidose láctica, que é uma emergência médica, devendo ser tratada no hospital.

Na eventualidade de uma superdose, você deve procurar auxílio médico imediatamente

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Trayenta Duo com outros remédios?

Você deve informar ao seu médico sobre todos os medicamentos que está usando. Você não deve começar a tomar nenhum medicamento sem conversar com seu médico.

Linagliptina

  • <li>N&#xE3;o se observou nenhuma intera&#xE7;&#xE3;o clinicamente significativa que necessite ajuste de dose em diversos estudos realizados. A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de linagliptina com v&#xE1;rios medicamentos comumente utilizados por diab&#xE9;ticos e com problemas card&#xED;acos (metformina, <a href="https://consultaremedios.com.br/glibenclamida/bula" target="_blank">glibenclamida</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/sinvastatina/bula" target="_blank">sinvastatina</a>, pioglitazona, <a href="https://consultaremedios.com.br/varfarina-sodica/bula" target="_blank">varfarina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">digoxina</a>), <a href="https://consultaremedios.com.br/b/contraceptivos-orais" target="_blank">contraceptivos orais</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/ritonavir/bula" target="_blank">ritonavir</a> (medicamento para tratamento de infec&#xE7;&#xE3;o pelo v&#xED;rus <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/dsts/hiv-aids/c" target="_blank">HIV</a>) e <a href="https://consultaremedios.com.br/rifampicina/bula" target="_blank">rifampicina</a> (medicamento antibacteriano potente) n&#xE3;o afetou a efic&#xE1;cia dos medicamentos. A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de uma refei&#xE7;&#xE3;o rica em gorduras com linagliptina n&#xE3;o teve efeito clinicamente relevante sobre a sua concentra&#xE7;&#xE3;o sangu&#xED;nea.</li>

Metformina

  • <li>N&#xE3;o &#xE9; recomendado o uso de metformina juntamente com &#xE1;lcool. O consumo excessivo de &#xE1;lcool est&#xE1; associado com um aumento do risco de acidose l&#xE1;ctica, especialmente na condi&#xE7;&#xE3;o de jejum, <a href="https://minutosaudavel.com.br/desnutricao/" rel="noopener" target="_blank">desnutri&#xE7;&#xE3;o</a> ou mau funcionamento do f&#xED;gado.</li>

O uso de Trayenta Duo deverá ser interrompido antes de, ou no momento da realização de procedimentos de imagem, e não deve ser reiniciado até 48 horas após o exame, e desde que a função renal tenha sido reavaliada e se encontre estável.

Alguns medicamentos podem afetar negativamente a função renal, o que pode aumentar o risco de acidose láctica, como os anti-inflamatórios não esteroides (por exemplo, diclofenaco, ibuprofeno), inibidores seletivos da ciclooxigenase-2, inibidores da ECA (como ramipril e enalapril), antagonistas dos receptores da angiotensina II (como losartana), diuréticos (como hidroclorotiazida, furosemida). Informe seu médico se você utiliza esses medicamentos para que seja feito um controle rigoroso da função renal.

A metformina se liga aos transportadores de cátions orgânicos (OCT) e sua administração com outras substâncias que interferem nesses transportadores pode alterar a ação da metformina como, por exemplo:

  • <li>O uso de metformina juntamente com o medicamento <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-verapamil/bula" target="_blank">verapamil</a> pode diminuir o efeito da metformina; a rifampicina pode aumentar a absor&#xE7;&#xE3;o de metformina no est&#xF4;mago e intestino e assim aumentar o efeito da metformina; medicamentos como <a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">cimetidina</a>, dolutegravir, <a href="https://consultaremedios.com.br/ranolazina/bula" target="_blank">ranolazina</a>, trimetoprima, vendetanibe e <a href="https://consultaremedios.com.br/isavuconazol/pa" target="_blank">isavuconazol</a> podem diminuir a elimina&#xE7;&#xE3;o de&amp;nbsp;metformina pelos rins e assim aumentar a concentra&#xE7;&#xE3;o de metformina no sangue; os medicamentos <a href="https://consultaremedios.com.br/crizotinibe/bula" target="_blank">crizotinibe</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/olaparibe/bula" target="_blank">olaparibe</a> podem interferir no efeito da metformina e tamb&#xE9;m na sua elimina&#xE7;&#xE3;o pelos rins.</li>

Deve-se ter cuidado principalmente em casos de pacientes com mau funcionamento dos rins, pois no caso do uso desses medicamentos juntamente com metformina, a concentração de metformina no sangue pode aumentar. Se necessário, seu médico poderá fazer o ajuste na quantidade utilizada de metformina.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Trayenta Duo (Cloridrato de Metformina + Linagliptina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Estudos Cl&#xED;nicos</h3> <h4>Linagliptina como terapia associada &#xE0; metformina</h4> <p>A efic&#xE1;cia e a seguran&#xE7;a da terapia com linagliptina em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina em pacientes com controle glic&#xEA;mico insatisfat&#xF3;rio em monoterapia com metformina foram avaliadas em um estudo duplo-cego, controlado por placebo, com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. A linagliptina associada &#xE0; metformina forneceu melhora significativa na HbA1c (altera&#xE7;&#xE3;o de -0,64% em compara&#xE7;&#xE3;o a placebo), a partir de uma HbA1c basal m&#xE9;dia de 8%. A linagliptina tamb&#xE9;m mostrou melhora significativa na glicemia de jejum (GJ) de -21,1 mg/dL e na glicemia p&#xF3;s-prandial de 2 horas (GPP) de -67,1 mg/dL em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo, assim como levou uma maior propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes a atingir uma HbA1c alvo &lt;7,0%, (28,3% em linagliptina <em>versus</em> 11,4% em placebo). A incid&#xEA;ncia de hipoglicemia observada em pacientes tratados com linagliptina foi similar &#xE0;quela com placebo. O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos.<sup>1</sup></p> <p>Em um estudo de terapia inicial controlado por placebo, de desenho fatorial, com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o, linagliptina 2,5 mg administrada duas vezes ao dia em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina (500 mg ou 1000 mg duas vezes ao dia)&amp;nbsp;proporcionou melhora significativa nos par&#xE2;metros glic&#xEA;micos comparado com ambas as monoterapias, conforme resumido na tabela 1 (n&#xED;vel basal m&#xE9;dio de HbA1c de 8,65%).</p> <p><strong>Tabela 1. Par&#xE2;metros glic&#xEA;micos na visita final (estudo de 24 semanas) para grupos tratados com linagliptina e metformina isoladamente e em associa&#xE7;&#xE3;o em pacientes com diabetes </strong><em><strong>mellitus</strong>&amp;nbsp;</em><strong>tipo 2 n&#xE3;o adequadamente controlados com dieta e exerc&#xED;cios</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">&amp;nbsp;</td> <td style=\"text-align:center; width:136px\"><strong>Placebo</strong></td> <td style=\"text-align:center\"><strong>Linagliptina<br> 5 mg<br> uma vez ao<br> dia*</br></br></br></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:138px\"><strong>Metformina<br> 500 mg<br> duas vezes<br> ao dia</br></br></br></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:145px\"><strong>Linagliptina<br> 2,5 mg<br> duas vezes ao<br> dia*<br> +<br> Metformina<br> 500 mg<br> duas vezes ao<br> dia</br></br></br></br></br></br></br></br></strong></td> <td style=\"text-align:center\"><strong>Metformina<br> 1000 mg<br> duas vezes<br> ao dia</br></br></br></strong></td> <td style=\"text-align:center\"><strong>Linagliptina<br> 2,5 mg<br> duas vezes<br> ao dia*<br> +<br> Metformina<br> 1000 mg<br> duas vezes<br> ao dia</br></br></br></br></br></br></br></br></strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"7\" style=\"text-align:center\"><strong>HbA1c (%)</strong></td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">N&#xFA;mero de<br> pacientes</br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">n = 65</td> <td style=\"text-align:center\">n = 135</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">n = 141</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">n = 137</td> <td style=\"text-align:center\">n = 138</td> <td style=\"text-align:center\">n = 140</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Valor basal<br> (m&#xE9;dia)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">8,7</td> <td style=\"text-align:center\">8,7</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">8,7</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">8,7</td> <td style=\"text-align:center\">8,5</td> <td style=\"text-align:center\">8,7</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Altera&#xE7;&#xE3;o em<br> rela&#xE7;&#xE3;o ao valor<br> basal (m&#xE9;dia<br> ajustada)</br></br></br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">0,1</td> <td style=\"text-align:center\">-0,5</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">-0,6</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">-1,2</td> <td style=\"text-align:center\">-1,1</td> <td style=\"text-align:center\">-1,6</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Diferen&#xE7;a em<br> rela&#xE7;&#xE3;o ao placebo<br> (m&#xE9;dia ajustada)<br> (IC de 95%)</br></br></br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">-</td> <td style=\"text-align:center\">-0,6<br> (-0,9, -0,3)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">-0,8<br> (-1,0, -0,5)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">-1,3<br> (-1,6, -1,1)</br></td> <td style=\"text-align:center\">-1,2<br> (-1,5, 0,9)</br></td> <td style=\"text-align:center\">-1,7<br> (-2,0, -1,4)</br></td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Pacientes (n, %)<br> que atingiram<br> HbA1c &lt;7%</br></br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">7 (10,8)</td> <td style=\"text-align:center\">14 (10,4)</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">27 (19,1)</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">42 (30,7)</td> <td style=\"text-align:center\">43 (31,2)</td> <td style=\"text-align:center\">76 (54,3)</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Pacientes (%) que<br> receberam<br> medica&#xE7;&#xE3;o de<br> resgate</br></br></br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">29,2</td> <td style=\"text-align:center\">11,1</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">13,5</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">7,3</td> <td style=\"text-align:center\">8,0</td> <td style=\"text-align:center\">4,3</td> </tr> <tr> <td colspan=\"7\" style=\"text-align:center\"><strong>GJ (mg/dL)</strong></td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">N&#xFA;mero de<br> pacientes</br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">n = 61</td> <td style=\"text-align:center\">n = 134</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">n = 136</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">n = 135</td> <td style=\"text-align:center\">n = 132</td> <td style=\"text-align:center\">n = 136</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Valor basal<br> (m&#xE9;dia)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">203</td> <td style=\"text-align:center\">195</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">191</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">199</td> <td style=\"text-align:center\">191</td> <td style=\"text-align:center\">196</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Altera&#xE7;&#xE3;o em<br> rela&#xE7;&#xE3;o ao valor<br> basal (m&#xE9;dia<br> ajustada)</br></br></br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">10</td> <td style=\"text-align:center\">-9</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">-16</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">-33</td> <td style=\"text-align:center\">-32</td> <td style=\"text-align:center\">-49</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Diferen&#xE7;a em<br> rela&#xE7;&#xE3;o ao placebo<br> (m&#xE9;dia ajustada)<br> (IC de 95%)</br></br></br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">--</td> <td style=\"text-align:center\">-19<br> (-31, -6)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">-26<br> (-38, -14)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">-43<br> (-56, -31)</br></td> <td style=\"text-align:center\">-42<br> (-55, -30)</br></td> <td style=\"text-align:center\">-60<br> (-72, -47)</br></td> </tr> </tbody> </table> <p>*Dose di&#xE1;ria total de linagliptina &#xE9; equivalente a 5 mg.</p> <p>Redu&#xE7;&#xF5;es m&#xE9;dias na HbA1c em rela&#xE7;&#xE3;o ao basal foram, em geral, maiores para pacientes com valores de HbA1c basais mais altos. Os efeitos nos lip&#xED;dios plasm&#xE1;ticos foram, em geral, neutros. A redu&#xE7;&#xE3;o do peso corporal com a combina&#xE7;&#xE3;o de linagliptina e metformina foi similar &#xE0;quela observada para metformina isolada ou placebo; n&#xE3;o houve altera&#xE7;&#xE3;o em rela&#xE7;&#xE3;o ao basal para pacientes com linagliptina isolada. A incid&#xEA;ncia de hipoglicemia foi similar entre os grupos de tratamento (placebo 1,4%, linagliptina 5 mg 0%, metformina 2,1% e linagliptina 2,5 mg mais metformina duas vezes ao dia 1,4%).</p> <p>Al&#xE9;m disso, esse estudo incluiu pacientes (n=66) com <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hiperglicemia-sintomas-tratamento-e-consequencias/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hiperglicemia</a> mais grave (HbA1c basal &#x2265;11%), que foram tratados de forma aberta com linagliptina 2,5 mg e metformina 1000 mg duas vezes ao dia. Neste grupo de pacientes, o valor basal m&#xE9;dio de HbA1c foi 11,8% e a glicemia de jejum m&#xE9;dia foi 261,8 mg/dL. Redu&#xE7;&#xF5;es m&#xE9;dias em rela&#xE7;&#xE3;o&amp;nbsp;ao basal de -3,74% na HbA1c (n=48) e de -81,2 mg/dL na glicemia de jejum (n=41) foram observadas nos pacientes que completaram o per&#xED;odo de 24 semanas do estudo sem necessidade de terapia de resgate (n=48). Na an&#xE1;lise da &#xFA;ltima observa&#xE7;&#xE3;o (LOCF) incluindo todos os pacientes com medidas de desfechos prim&#xE1;rios (n=65) at&#xE9; a &#xFA;ltima observa&#xE7;&#xE3;o &#x201C;sem terapia de resgate&#x201D;, as altera&#xE7;&#xF5;es em rela&#xE7;&#xE3;o ao basal foram -3,19% para HbA1c e -73,6 mg/dL para glicemia de jejum.<sup>2</sup></p> <p>A efic&#xE1;cia e a seguran&#xE7;a da linagliptina 2,5 mg duas vezes ao dia <em>versus</em> 5 mg uma vez ao dia em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina em pacientes com controle glic&#xEA;mico insatisfat&#xF3;rio em monoterapia com metformina foram avaliadas em um estudo duplo-cego controlado por placebo de 12 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. Linagliptina (2,5 mg duas vezes ao dia e 5 mg uma vez ao dia) associada &#xE0; metformina proporcionou melhora significativa nos par&#xE2;metros glic&#xEA;micos comparada com o placebo. Linagliptina 5 mg uma vez ao dia e 2,5 mg duas vezes ao dia proporcionaram redu&#xE7;&#xF5;es compar&#xE1;veis (IC: -0,07; 0,19) e significativas de HbA1c de -0,80% (em rela&#xE7;&#xE3;o do basal de 7,98%) e -0,74 (em rela&#xE7;&#xE3;o do basal de 7,96%), comparado ao placebo, respectivamente.</p> <p>A incid&#xEA;ncia observada de hipoglicemia em pacientes tratados com linagliptina foi semelhante ao placebo (2,2% com linagliptina de 2,5 mg duas vezes ao dia, 0,9% com linagliptina de 5 mg uma vez ao dia e 2,3% com placebo).</p> <p>O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos. <sup>3</sup></p> <h4>Linagliptina como terapia associada &#xE0; combina&#xE7;&#xE3;o de metformina e sulfonilureia</h4> <p>Um estudo controlado por placebo, com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o, foi conduzido para avaliar a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da linagliptina 5 mg em rela&#xE7;&#xE3;o a placebo, em pacientes n&#xE3;o suficientemente controlados com uma associa&#xE7;&#xE3;o de metformina mais uma sulfonilureia. A linagliptina mostrou melhora significativa na HbA1c (altera&#xE7;&#xE3;o de -0,62% em compara&#xE7;&#xE3;o a placebo), a partir de uma HbA1c basal m&#xE9;dia de 8,14%.</p> <p>A linagliptina tamb&#xE9;m demonstrou melhora significativa na propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes atingindo uma HbA1c alvo de &lt;7,0% (31,2% em linagliptina <em>versus</em> 9,2% em placebo) e tamb&#xE9;m na glicemia de jejum com uma redu&#xE7;&#xE3;o de -12,7 mg/dL em compara&#xE7;&#xE3;o a placebo. O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos.<sup> 4</sup></p> <h4>Linagliptina em associa&#xE7;&#xE3;o &#xE0; metformina e insulina</h4> <p>Um estudo controlado por placebo de 24 semanas foi conduzido para avaliar a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da linagliptina (5 mg uma vez ao dia) associada &#xE0; insulina, com ou sem metformina. Neste estudo, 83% dos pacientes estavam tomando metformina em combina&#xE7;&#xE3;o com insulina. A linagliptina em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina mais insulina proporcionou melhoras significativas na HbA1c neste subgrupo com -0,68 (IC: -0,78; -0,57) de m&#xE9;dia basal ajustada (HbA1c basal m&#xE9;dia de 8,28%) em compara&#xE7;&#xE3;o a placebo em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina mais insulina. N&#xE3;o houve altera&#xE7;&#xE3;o significativa do peso corporal em ambos os grupos. <sup>5</sup></p> <h4>Linagliptina como terapia associada &#xE0; combina&#xE7;&#xE3;o de metformina e <a href=\"https://consultaremedios.com.br/empagliflozina/bula\" target=\"_blank\">empagliflozina</a></h4> <p>Em pacientes n&#xE3;o controlados adequadamente com metformina e empagliflozina (10 mg (n = 247) ou 25 mg (n = 217)), tratamento de 24 semanas com terapia associada &#xE0; linagliptina 5 mg mostrou redu&#xE7;&#xF5;es na m&#xE9;dia ajustada de HbA1c a partir do basal em -0,53% (diferen&#xE7;a significativa para a associa&#xE7;&#xE3;o ao placebo de -0,32% (IC 95% -0,25; - 0,13) e -0,58% (diferen&#xE7;a significativa para a associa&#xE7;&#xE3;o ao placebo de -0,47% (IC 95% -0,66; -0,28), respectivamente. Uma maior propor&#xE7;&#xE3;o estatisticamente significativa de pacientes com uma HbA1c basal &#x2265;7,0% e tratada com 5 mg de linagliptina alcan&#xE7;ou um alvo de HbA1c &lt;7% em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo.</p> <p>Nos subgrupos pr&#xE9;-especificados de pacientes com HbA1c basal maior ou igual a 8,5% (n = 66 e n = 42 pacientes tratados com metformina mais empagliflozina 10 mg ou 25 mg, respectivamente), redu&#xE7;&#xF5;es na m&#xE9;dia ajustada de HbA1c a partir do basal at&#xE9; 24 semanas em associa&#xE7;&#xE3;o com linagliptina 5 mg foram de -0,97% (p = 0,0875, para a diferen&#xE7;a da associa&#xE7;&#xE3;o ao placebo) e de -1,16% (p = 0,0046 para a diferen&#xE7;a da associa&#xE7;&#xE3;o ao placebo), respectivamente.<sup>6</sup></p> <h4>Dados de 24 meses de linagliptina como terapia associada &#xE0; metformina, em compara&#xE7;&#xE3;o &#xE0; glimepirida</h4> <p>Em um estudo comparando a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da adi&#xE7;&#xE3;o de linagliptina 5 mg ou glimepirida (um agente da classe das sulfonilureias) em pacientes com controle glic&#xEA;mico inadequado em uso de metformina em monoterapia, a linagliptina foi similar &#xE0; glimepirida na redu&#xE7;&#xE3;o da HbA1c, com uma diferen&#xE7;a m&#xE9;dia entre os tratamentos quanto &#xE0; queda da HbA1c a partir do valor basal at&#xE9; 104 semanas de +0,20% para linagliptina, em compara&#xE7;&#xE3;o a glimepirida.</p> <p>Neste estudo, a raz&#xE3;o entre pr&#xF3;-insulina e insulina, um marcador da efici&#xEA;ncia da s&#xED;ntese e libera&#xE7;&#xE3;o da insulina, mostrou uma melhora estatisticamente significativa com linagliptina, em compara&#xE7;&#xE3;o ao tratamento com glimepirida. A incid&#xEA;ncia de hipoglicemia no grupo com linagliptina (7,5%) foi significativamente mais baixa que aquela no grupo com glimepirida (36,1%). Os pacientes tratados com linagliptina exibiram uma redu&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia significativa no peso corporal, em compara&#xE7;&#xE3;o a um ganho de peso significativo nos pacientes que receberam glimepirida (-1,39 vs. +1,29 kg).<sup>7</sup></p> <h4>Linagliptina como terapia associada a pacientes idosos (com idade superior a 70 anos) com diabetes tipo 2</h4> <p>A efic&#xE1;cia e a seguran&#xE7;a da linagliptina em pacientes idosos (com idade superior a 70 anos) diab&#xE9;ticos tipo 2 foram avaliadas em um estudo duplo-cego com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. As doses dos medicamentos antidiab&#xE9;ticos utilizados como terapia de base foram mantidas est&#xE1;veis durante as primeiras 12 semanas, e ap&#xF3;s este per&#xED;odo permitiu-se ajustes das mesmas. Os pacientes receberam metformina e/ou sulfonilureia e/ou insulina como terapia de base. A linagliptina promoveu melhora significativa na HbA1c de -0,64% (95% IC -0,81, -0,48; p&lt;0,0001) em compara&#xE7;&#xE3;o com o placebo ap&#xF3;s 24 semanas, a partir de uma HbA1c basal de 7,8%.</p> <p>A linagliptina tamb&#xE9;m demonstrou melhora significativa na glicemia de jejum de -20,7 mg/dL (95% IC -30,2, -11,2; p&lt;0,0001) em compara&#xE7;&#xE3;o com o placebo. O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos. De forma geral, a incid&#xEA;ncia de hipoglicemia foi compar&#xE1;vel entre a linagliptina (2 de 45 pacientes, 4,4%) e placebo (nenhum de 22 pacientes, 0%) com terapia de base de metformina isolada. As taxas de hipoglicemia tamb&#xE9;m foram compar&#xE1;veis na terapia de base de insulina com ou sem metformina (13 de 35 pacientes, 37,1% tratados com linagliptina, e 6 de 15 pacientes, 40,0% tratados com placebo). No entanto, em uma terapia de base de sulfonilureia com ou sem metformina, relatou-se hipoglicemia em uma propor&#xE7;&#xE3;o maior de pacientes tratados com linagliptina (24 de 82 pacientes, 29,3%) comparado ao placebo (7 de 42 pacientes, 16,7%). N&#xE3;o houve diferen&#xE7;a nos eventos hipoglic&#xEA;micos graves entre a linagliptina e o placebo. <sup>8</sup></p> <p>Em uma an&#xE1;lise conjunta dos pacientes idosos (idade &#x2265; 70 anos) com diabetes tipo 2 (n = 183) que estavam tomando metformina e insulina basal como terapia de base, a linagliptina em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina mais insulina resultou em melhoras significativas na HbA1c com -0,81 (IC: -1,01, -0,61) de redu&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia ajustada a partir do basal (HbA1c basal m&#xE9;dia 8,13%) em compara&#xE7;&#xE3;o com placebo em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina mais insulina. N&#xE3;o houve diferen&#xE7;a clinicamente significativa na incid&#xEA;ncia de epis&#xF3;dios de hipoglicemia, em pacientes &#x2265; 70 anos (37,2% em linagliptina em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina e insulina <em>versus</em> 39,8% no grupo placebo em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina e insulina). <sup>5</sup></p> <h4>Linagliptina e associa&#xE7;&#xE3;o inicial com linagliptina e metformina (como combina&#xE7;&#xE3;o livre) em pacientes virgens de tratamento rec&#xE9;m-diagnosticados com hiperglicemia acentuada</h4> <p>A efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da associa&#xE7;&#xE3;o inicial de linagliptina 5 mg, uma vez por dia, e metformina, duas vezes ao dia (aumento gradual da dose nas primeiras 6 semanas at&#xE9; 1500 mg ou 2000 mg/d), em compara&#xE7;&#xE3;o com linagliptina 5 mg uma vez ao dia foram avaliadas num estudo de 24 semanas em pacientes virgens de tratamento rec&#xE9;mdiagnosticados com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2 e hiperglicemia acentuada (HbA1c basal 8,5 - 12,0%).</p> <p>Ap&#xF3;s 24 semanas tanto a linagliptina em monoterapia, bem como a associa&#xE7;&#xE3;o de linagliptina e metformina reduziram significativamente a HbA1c em -2,0% e -2,8% respectivamente, a partir de uma HbA1c basal de 9,9% e 9,8%, respectivamente. A diferen&#xE7;a entre os tratamentos, de -0,8% (95% IC -1,1 at&#xE9; -0,5), mostrou superioridade para a associa&#xE7;&#xE3;o em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; monoterapia (p &lt;0,0001). Notavelmente, 40% e 61% dos pacientes em monoterapia e terapia associada alcan&#xE7;aram HbA1c &lt;7,0%, respectivamente. <sup>9</sup></p> <h4>Risco cardiovascular</h4> <p>O tratamento com linagliptina n&#xE3;o foi associado a um aumento no risco cardiovascular em uma metan&#xE1;lise pr&#xE9;especificada e prospectiva de eventos cardiovasculares independentemente considerados, a partir de 19 estudos cl&#xED;nicos envolvendo 9.459 pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2. O desfecho prim&#xE1;rio (uma combina&#xE7;&#xE3;o de: ocorr&#xEA;ncia ou tempo para a primeira ocorr&#xEA;ncia de morte cardiovascular, infarto do mioc&#xE1;rdio n&#xE3;o fatal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/acidente-vascular-cerebral/c\" target=\"_blank\">acidente vascular cerebral</a> n&#xE3;o fatal ou hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/angina-instavel\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/angina/c\" target=\"_blank\">angina</a> inst&#xE1;vel) n&#xE3;o foi significativamente mais baixo para linagliptina <em>versus</em> comparadores ativos e placebo combinados [Raz&#xE3;o de risco 0,78 (95% de intervalo de confian&#xE7;a 0,55; 1,12)]. No total, ocorreram 60 eventos prim&#xE1;rios com a linagliptina e 62 com os comparadores.<sup> 10</sup></p> <p>Foi observada a ocorr&#xEA;ncia de eventos cardiovasculares a uma taxa similar entre a linagliptina e o placebo [Raz&#xE3;o de risco 1,09 (95% de intervalo de confian&#xE7;a 0,68; 1,75)]. Em estudos controlados com placebo, no total ocorreram 43 eventos prim&#xE1;rios (1,03%) com a linagliptina e 29 (1,35%) com o placebo. <sup>10</sup></p> <h4>Bioequival&#xEA;ncia</h4> <p>Os estudos de bioequival&#xEA;ncia em volunt&#xE1;rios saud&#xE1;veis demonstraram que os comprimidos de associa&#xE7;&#xE3;o de Cloridrato de Metformina + Linagliptina (linagliptina/cloridrato de metformina) s&#xE3;o bioequivalentes &#xE0; coadministra&#xE7;&#xE3;o de linagliptina e cloridrato de metformina como comprimidos individuais. <sup>11</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o dos comprimidos de Cloridrato de Metformina + Linagliptina 2,5/1000 mg com alimento n&#xE3;o resultou em altera&#xE7;&#xE3;o na exposi&#xE7;&#xE3;o geral de linagliptina. Com metformina, n&#xE3;o houve altera&#xE7;&#xE3;o na ASC (&#xE1;rea sob a curva ou AUC), no entanto, o pico m&#xE9;dio de concentra&#xE7;&#xE3;o s&#xE9;rica de metformina foi reduzido em 18% quando administrada com alimento. Foi observado atraso no tempo para atingir o pico m&#xE9;dio de concentra&#xE7;&#xF5;es s&#xE9;ricas em 2 horas para metformina em condi&#xE7;&#xF5;es com alimento. Essas altera&#xE7;&#xF5;es n&#xE3;o parecem ser clinicamente significativas. <sup>12</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Taskinen MR, Rosenstock J, Tamminen I, et al. Safety and efficacy of linagliptin as add-on therapy to metformin in patients with type 2 diabetes: a randomized, double-blind, placebo-controlled study. Diabetes Obes Metab. 2011;13(1):65-74.<br> 2. Haak T, Meinicke T, Jones R, et al. Initial combination of linagliptin and metformin improves glycaemic control in type 2 diabetes: a randomized, double-blind, placebo-controlled study. Diabetes Obes Metab. 2012;14(6):565-74.<br> 3. Ross SA, Rafeiro E, Meinicke T, et al. Efficacy and safety of linagliptin 2.5 mg twice daily <em>versus</em> 5 mg once daily in patients with type 2 diabetes inadequately controlled on metformin: a randomised, double-blind, placebo-controlled trial. Curr Med Res Opin. 2012;28(9):1465-74.<br> 4. Owens DR, Swallow R, Dugi KA, et al. Efficacy and safety of linagliptin in persons with type 2 diabetes inadequately controlled by a combination of metformin and sulphonylurea: a 24-week randomized study. Diabet Med. 2011;28(11):1352-61.<br> 5. Yki-j&#xE4;rvinen H, Rosenstock J, Dur&#xE1;n-garcia S, et al. Effects of adding linagliptin to basal insulin regimen for inadequately controlled type 2 diabetes: a &#x2265;52-week randomized, double-blind study. Diabetes Care. 2013;36(12):3875-81.<br> 6. Tinahones FJ, Gallwitz B, Nordaby M, et al. Linagliptin as add-on to empagliflozin and metformin in patients with type 2 diabetes: Two 24-week randomized, double-blind, double-dummy, parallel-group trials. Diabetes Obes Metab. 2016. DOI: 10.1111/dom.12814.<br> 7. Gallwitz B, Rosenstock J, Rauch T, et al. 2-year efficacy and safety of linagliptin compared with glimepiride in patients with type 2 diabetes inadequately controlled on metformin: a randomised, double-blind, noninferiority trial. Lancet. 2012;380(9840):475-83.<br> 8. Barnett AH, Huisman H, Jones R, et al. Linagliptin for patients aged 70 years or older with type 2 diabetes inadequately controlled with common antidiabetes treatments: a randomised, double-blind, placebo-controlled trial. Lancet. 2013;382(9902):1413-23.<br> 9. Ross SA, Caballero AE, Del prato S, et al. Initial combination of linagliptin and metformin compared with linagliptin monotherapy in patients with newly diagnosed type 2 diabetes and marked hyperglycaemia: a randomized, double-blind, active-controlled, parallel group, multinational clinical trial. Diabetes Obes Metab. 2015;17(2):136-44.<br> 10. Johansen OE, Neubacher D, Von eynatten M, et al. Cardiovascular safety with linagliptin in patients with type 2 diabetes <em>mellitus</em>: a pre-specified, prospective, and adjudicated meta-analysis of a phase 3 programme. Cardiovasc Diabetol. 2012;11:3.<br> 11. Buschke S, Ring A, Friedrich C, et al. Linagliptin fixed-dose combination with metformin is bioequivalent to co-administration of linagliptin and metformin as individual tablets. Int J Clin Pharmacol Ther. 2014;52(7):537- 48.<br> 12. Scheen AJ. Linagliptin plus metformin: a pharmacokinetic and pharmacodynamic evaluation. Expert Opin Drug Metab Toxicol. 2013;9(3):363-77.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas&amp;nbsp;</h2> <hr> <h3>Farmacodin&#xE2;mica</h3> <p>A linagliptina &#xE9; um inibidor da enzima DPP-4 (dipeptidil peptidase 4), uma enzima que est&#xE1; envolvida na inativa&#xE7;&#xE3;o dos horm&#xF4;nios incretinas GLP-1 e GIP (pept&#xED;deo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/glucagon/bula\" target=\"_blank\">glucagon</a> s&#xED;mile 1 e polipept&#xED;dio insulinotr&#xF3;pico dependente da <a href=\"https://consultaremedios.com.br/glicose/bula\" target=\"_blank\">glicose</a>). Estes horm&#xF4;nios s&#xE3;o rapidamente degradados pela enzima DPP-4. Ambos os horm&#xF4;nios incretinas est&#xE3;o envolvidos na regula&#xE7;&#xE3;o fisiol&#xF3;gica da homeostase de glicose. As incretinas s&#xE3;o secretadas em baixos n&#xED;veis basais ao longo do dia e os n&#xED;veis aumentam imediatamente ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o de uma refei&#xE7;&#xE3;o. GLP-1 e GIP aumentam a bioss&#xED;ntese de insulina e a secre&#xE7;&#xE3;o das c&#xE9;lulas beta pancre&#xE1;ticas na presen&#xE7;a de n&#xED;veis sangu&#xED;neos normais e elevados de glicose. Al&#xE9;m disso, o GLP-1 tamb&#xE9;m reduz a secre&#xE7;&#xE3;o de glucagon pelas c&#xE9;lulas alfa pancre&#xE1;ticas, resultando numa redu&#xE7;&#xE3;o da produ&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica de glicose. A linagliptina liga-se de forma muito eficaz &#xE0; enzima DPP-4 de maneira revers&#xED;vel e, dessa forma, leva a um aumento sustentado e um prolongamento dos n&#xED;veis de incretina ativa.</p> <p>A linagliptina aumenta a secre&#xE7;&#xE3;o de insulina e reduz a secre&#xE7;&#xE3;o de glucagon de forma dependente da glicose, resultando dessa maneira, em uma melhora global na homeostase glic&#xEA;mica. A linagliptina se liga seletivamente &#xE0; enzima DPP-4 e exibe uma seletividade &gt;10.000 vezes <em>versus</em> as enzimas DPP-8 e DPP-9 <em>in vitro</em>.</p> <p>O cloridrato de metformina &#xE9; uma biguanida com efeitos anti-hiperglicemiantes, reduzindo a glicemia basal e p&#xF3;sprandial. Ele n&#xE3;o estimula a secre&#xE7;&#xE3;o de insulina e, portanto, tem baixo risco de causar hipoglicemia.</p> <h4>O cloridrato de metformina pode agir por meio de 3 mecanismos:</h4> <ul> <li>Reduzindo a produ&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica de glicose, por inibi&#xE7;&#xE3;o da gliconeog&#xEA;nese e glicogen&#xF3;lise;</li> <li>Aumentando a sensibilidade &#xE0; insulina no m&#xFA;sculo, melhorando a capta&#xE7;&#xE3;o e a utiliza&#xE7;&#xE3;o perif&#xE9;rica de glicose;</li> <li>Retardando a absor&#xE7;&#xE3;o intestinal de glicose.</li> </ul> <p>O cloridrato de metformina estimula a s&#xED;ntese intracelular de glicog&#xEA;nio, agindo na enzima glicog&#xEA;nio sintase.</p> <p>Tamb&#xE9;m aumenta a capacidade de transporte de todos os tipos de transportadores de membrana de glicose (GLUTs) conhecidos at&#xE9; o momento.</p> <p>Em humanos, independentemente de sua a&#xE7;&#xE3;o sobre a glicemia, o cloridrato de metformina apresenta efeitos favor&#xE1;veis sobre o metabolismo de lip&#xED;deos. Isto foi demonstrado em doses terap&#xEA;uticas nos estudos cl&#xED;nicos controlados de m&#xE9;dio e longo prazo: o cloridrato de metformina reduz os n&#xED;veis de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/colesterol/c\" target=\"_blank\">colesterol</a> total, colesterol LDL e de triglic&#xE9;rides.</p> <h3>Farmacocin&#xE9;tica</h3> <p>As seguintes informa&#xE7;&#xF5;es refletem as propriedades farmacocin&#xE9;ticas das subst&#xE2;ncias ativas individuais de Cloridrato de Metformina + Linagliptina.</p> <h4>Linagliptina</h4> <p>A farmacocin&#xE9;tica da linagliptina foi extensamente caracterizada em indiv&#xED;duos sadios e pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2. Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de uma dose de 5 mg em volunt&#xE1;rios sadios, a linagliptina foi rapidamente absorvida, com o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica (T<sub>m&#xE1;x m&#xE9;dio</sub>) ocorrendo 1,5 horas ap&#xF3;s a dose.</p> </hr>"}

Apresentações do Trayenta Duo

Comprimidos revestidos de 2,5/500 mg, 2,5/850 mg ou 2,5/1000 mg

  • <li>Bl&#xED;steres com 60 comprimidos.</li> <li>Frascos com 60 comprimidos.</li>

Uso oral.

Uso adulto.

2,5mg + 1000mg, caixa com 20 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Cloridrato De Metformina + Linagliptina
Classe Terapêutica
:
Associações de Inibidores DPP-IV com Biguanidas
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Diabetes
Especialidade
:
Endocrinologia

Bula do medicamento

Trayenta Duo, para o que é indicado e para o que serve?

Trayenta Duo é indicado como adjuvante da dieta e do exercício, para melhorar o controle glicêmico (nível sanguíneo de açúcar) em pacientes com diabetes mellitus tipo 2, em que a dose máxima tolerada de metformina sozinha não proporciona um controle adequado ou em pacientes que já estão sendo tratados com a combinação linagliptina e metformina e apresentam controle adequado. Pode ser utilizado em associação à sulfonilureia (como terapia de associação tripla) como adjuvante à dieta e exercício físico em pacientes em que as doses máximas toleradas de metformina e da sulfonilureia não proporcionam um controle glicêmico adequado.

Pode ser utilizado em associação à insulina (como terapia de associação tripla) como adjuvante à dieta e exercício físico para melhorar o controle glicêmico em pacientes quando a insulina e metformina isoladamente não proporcionam um controle glicêmico adequado. Também pode ser utilizado em combinação com um inibidor de SGLT-2 (ou seja, terapia de combinação tripla) como adjuvante à dieta e exercício físico em pacientes não controlados adequadamente com as doses máximas de metformina e do inibidor de SGLT-2.

Quais as contraindicações do Trayenta Duo?

Você não deve usar Trayenta Duo se tiver as seguintes condições:

  • <li>Alergia &#xE0; linagliptina e/ou ao <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-metformina/bula" target="_blank">cloridrato de metformina</a> ou a qualquer um dos componentes da f&#xF3;rmula; qualquer tipo de acidose metab&#xF3;lica aguda, como acidose l&#xE1;ctica e cetoacidose diab&#xE9;tica (doen&#xE7;a em que o sangue fica repleto de cetonas, que s&#xE3;o subst&#xE2;ncias que o corpo produz quando utiliza gordura em vez de <a href="https://consultaremedios.com.br/glicose/bula" target="_blank">glicose</a> para obter energia, devido &#xE0; aus&#xEA;ncia de insulina); pr&#xE9;coma diab&#xE9;tico; insufici&#xEA;ncia renal grave (depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina do sangue &lt; 30 mL/min ou taxa de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular estimada &lt; 30 mL/min/1,73 m<sup>2</sup>); condi&#xE7;&#xF5;es agudas que alterem a fun&#xE7;&#xE3;o dos rins como <a href="https://minutosaudavel.com.br/desidratacao/" rel="noopener" target="_blank">desidrata&#xE7;&#xE3;o</a>, infec&#xE7;&#xE3;o grave, choque (redu&#xE7;&#xE3;o muito grande da irriga&#xE7;&#xE3;o de sangue nos tecidos), uso de medicamentos com contraste &#xE0; base de <a href="https://consultaremedios.com.br/b/iodo" target="_blank"/><a href="https://consultaremedios.com.br/iodo/pa" target="_blank">iodo</a>; doen&#xE7;as que causem falta de irriga&#xE7;&#xE3;o sangu&#xED;nea nos tecidos (como mau funcionamento do cora&#xE7;&#xE3;o ou pulm&#xF5;es, <a href="https://minutosaudavel.com.br/infarto/" rel="noopener" target="_blank">infarto</a> recente ou choque); mau funcionamento do <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c" target="_blank">f&#xED;gado</a>; intoxica&#xE7;&#xE3;o por &#xE1;lcool e <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alcoolismo/c" target="_blank">alcoolismo</a>.</li>

Como usar o Trayenta Duo?

Para abrir o frasco, pressione a tampa para baixo e gire-a ao mesmo tempo. Fechar firmemente após o uso.

O comprimido de Trayenta Duo deve ser ingerido por via oral. A dose recomendada para pacientes com função renal normal (taxa de filtração glomerular (TFG) > 90 mL/min) é um comprimido de 2,5/500 mg, 2,5/850 mg ou 2,5/1000 mg duas vezes ao dia conforme prescrito pelo seu médico, juntamente com as refeições para reduzir os efeitos indesejáveis no sistema digestivo associados à metformina.

Seu médico prescreverá Trayenta Duo tanto sozinho quanto em combinação a outro antidiabético da classe das sulfonilureias, se necessário. É importante que você continue a seguir a dieta e/ou exercício indicados enquanto estiver em tratamento com Trayenta Duo.

A dose diária máxima recomendada de Trayenta Duo é de 5 mg de linagliptina e de 2000 mg de metformina.

Pacientes com controle inadequado do diabetes na dose máxima tolerada de metformina isoladamente

  • <li>A dose inicial padr&#xE3;o &#xE9; de linagliptina 2,5 mg, duas vezes ao dia (dose di&#xE1;ria total de 5 mg) mais a dose de metformina que j&#xE1; est&#xE1; sendo utilizada.</li>

Pacientes migrando da administração de linagliptina e metformina em comprimidos separados para associação em dose fixa

  • <li>Trayenta Duo deve ser iniciado nas doses de linagliptina e metformina que j&#xE1; est&#xE3;o sendo utilizadas.</li>

Pacientes inadequadamente controlados com a terapia de associação dupla com a dose máxima tolerada de metformina e uma sulfonilureia

  • <li>Dose de 2,5 mg de linagliptina, duas vezes ao dia (dose di&#xE1;ria total de 5 mg) e uma dose de metformina similar &#xE0; dose que j&#xE1; est&#xE1; sendo utilizada. Quando Trayenta Duo &#xE9; utilizado em associa&#xE7;&#xE3;o com uma sulfonilureia, uma dose menor desta pode ser necess&#xE1;ria para reduzir o risco de <a href="https://minutosaudavel.com.br/hipoglicemia/" rel="noopener" target="_blank">hipoglicemia</a>.</li>

Para pacientes inadequadamente controlados com a terapia de associação dupla com insulina e a dose máxima tolerada de metformina

  • <li>Dose de 2,5 mg duas vezes ao dia (dose di&#xE1;ria total de 5 mg) e uma dose de metformina similar &#xE0; dose que j&#xE1; est&#xE1; sendo utilizada. Quando Trayenta Duo &#xE9; utilizado em associa&#xE7;&#xE3;o com a insulina, uma dose menor de insulina pode ser necess&#xE1;ria para reduzir o risco de hipoglicemia.</li>

Disfunção renal

  • <li>O&amp;nbsp;m&#xE9;dico dever&#xE1; monitorar a fun&#xE7;&#xE3;o renal do paciente antes de iniciar o tratamento com medicamentos que cont&#xE9;m metformina e, depois, pelo menos uma vez ao ano.</li>

Esse monitoramento deve ser mais frequente para pacientes com maior risco de piora da função dos rins e em idosos.

Trayenta Duo paode ser empregado em pacientes com disfunção renal moderada estágio 3 (depuração de creatinina entre 30 e 59 mL/min ou taxa de filtração glomerular estimada [TFGe] entre 30 e 59 mL/min/1,73 m2 ) somente na ausência de outras condições que possam aumentar o risco de acidose láctica e com os seguintes ajustes na posologia:
  • <li>A dose inicial &#xE9; de 500 mg ou 850 mg de cloridrato de metformina ao dia. A dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria recomendada &#xE9; de 1000 mg.</li>

Para os pacientes com TFG < 60 mL/min o médico deverá avaliar os fatores que podem aumentar o risco de acidose láctica antes de iniciar o tratamento com metformina.

A função renal deve ser rigorosamente monitorada a cada 3-6 meses em pacientes com depuração de creatinina entre 45 e 59 mL/min ou TFGe entre 45 e 59 mL/min/1,73 m2 e a cada 3 meses em pacientes com depuração de creatinina entre 30 e 44 mL/min ou TFGe entre 30 e 44 mL/min/1,73 m2.

Caso a depuração de creatinina ou a TFGe caiam para valores abaixo de 45 mL/min ou 45 mL/min/1,73m2, respectivamente, devem ser avaliados os benefícios e os riscos da continuidade do tratamento com metformina.

Caso a depuração de creatinina ou a TFGe caiam para valores abaixo de 30 mL/min ou 30 mL/min/1,73m2, respectivamente, o tratamento com metformina deve ser interrompido imediatamente.

Caso a concentração adequada de Trayenta Duo não esteja disponível, deve-se administrar as substâncias separadamente ao invés da apresentação em dose fixa combinada.

Trayenta Duo é contraindicado em pacientes com mau funcionamento do fígado devido à metformina.

Idosos devem ter sua função dos rins monitorada regularmente.

Não é recomendado para uso em crianças abaixo de 18 anos devido à falta de dados sobre segurança e eficácia nessa população.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Trayenta Duo funciona?

Trayenta Duo atua no tratamento do diabetes mellitus tipo 2 através da associação de dois componentes:

  • <li>Linagliptina e cloridrato de metformina.</li>

A linagliptina faz o pâncreas produzir maior quantidade de insulina e menor quantidade do hormônio glucagon, ajudando assim a controlar o nível de açúcar no sangue. Esse componente inibe a enzima dipeptidil peptidase-4 (DPP4), responsável pela inativação dos hormônios incretínicos, como o peptídeo glucagon símile 1 (GLP-1). O GLP-1 é liberado pelo intestino após ingestão de alimentos e estimula a secreção de insulina pelo pâncreas. Assim, ao inibir a DPP-4, a linagliptina permite que o hormônio GLP-1 atue por mais tempo, liberando insulina conforme necessidade de seu organismo.

O cloridrato de metformina atua impedindo o aumento do nível de açúcar no sangue, reduzindo a produção de glicose pelo fígado, aumentando a captação de glicose nos tecidos periféricos e/ou retardando a absorção de glicose no intestino. Não estimula a secreção de insulina e, portanto, tem baixo risco de produzir hipoglicemia (queda nos níveis de açúcar no sangue).

Após administração oral, Trayenta Duo é rapidamente absorvido e chega à corrente sanguínea. A linagliptina e o cloridrato de metformina atingem o pico de maior concentração no sangue 1,5 hora e 2,5 horas após tomada da dose, respectivamente.

Quais cuidados devo ter ao usar o Trayenta Duo?

Trayenta Duo não deve ser usado em pacientes com diabetes mellitus tipo 1 (ou seja, se seu corpo não produz insulina).

Se houver suspeita de inflamação aguda do pâncreas, deve-se descontinuar o uso de Trayenta Duo.

A linagliptina ou metformina em uso isolado não estão associadas a episódios de hipoglicemia, em geral.

Em estudos clínicos nos quais os pacientes usaram linagliptina associada a agentes que têm baixo risco de causar hipoglicemia (por exemplo, metformina, tiazolidinedionas), o número de episódios de hipoglicemia relatados com linagliptina foi similar ao número de episódios nos pacientes que tomaram placebo.

As sulfonilureias (como glimepirida) são conhecidas por causar hipoglicemia. Portanto, é preciso ter cuidado ao tomar este medicamento em associação a sulfonilureia. Pode ser necessário reduzir a dose da sulfonilureia.

A insulina é conhecida por causar hipoglicemia. Portanto, aconselha-se cautela quando Trayenta Duo for utilizado em combinação com insulina. Neste caso, pode-se considerar uma redução na dose de insulina.

Acidose láctica

Os pacientes e/ou cuidadores devem estar atentos sobre o risco de acidose láctica, caracterizada por dispneia acidótica (falta de ar por acúmulo de ácido no sangue), dor abdominal, cãibras musculares, astenia (sensação de fraqueza), hipotermia (queda da temperatura do corpo) seguida de coma. Em caso de suspeita dos sintomas, você deve parar de tomar metformina e procurar atendimento médico imediatamente.

Seu médico deverá fazer seu diagnóstico, baseando-se também em achados laboratoriais.

A acidose láctica é uma complicação metabólica muito rara, porém grave, que ocorre com maior frequência em casos de piora do funcionamento dos rins, doença cardiorrespiratória (doença do coração e/ou dos pulmões) ou sepse (infecção generalizada grave). Quando há piora da função renal, ocorre acúmulo de metformina, o que aumenta o risco de acidose láctica.

Em caso de desidratação (como casos de diarreia grave ou vômitos, febre ou ingestão reduzida de líquidos), o uso da metformina deve ser temporariamente interrompido e o paciente deve entrar em contato com o médico.

Os medicamentos que podem prejudicar gravemente a função renal tais como anti-hipertensivos (como captopril, losartana, nifedipina), diuréticos (como hidroclorotiazida, furosemida), e anti-inflamatórios não esteroides (como diclofenaco, ibuprofeno), devem ser iniciados com precaução em pacientes tratados com metformina.

Outros fatores de risco para acidose láctica são: consumo excessivo de álcool, mau funcionamento do fígado, controle inadequado do diabetes, cetose, jejum prolongado, e condições associadas à falta de irrigação sanguínea nos tecidos (como mau funcionamento do coração e infarto agudo do miocárdio), bem como a utilização ao mesmo tempo de medicamentos que possam causar acidose láctica (como, por exemplo, uso de anti-inflamatórios não esteroides como diclofenaco, ibuprofeno).

Exames de imagem

  • <li>Seu m&#xE9;dico dever&#xE1; descontinuar seu tratamento com Trayenta Duo antes ou no momento da realiza&#xE7;&#xE3;o de exames de imagem que utilizem contraste &#xE0; base de iodo, e o medicamento n&#xE3;o dever&#xE1; ser reiniciado at&#xE9; ao menos 48 horas ap&#xF3;s o exame, e somente ap&#xF3;s avalia&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins.</li>

Função renal

  • <li>A fun&#xE7;&#xE3;o dos rins (taxa de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular) deve ser monitorada antes do in&#xED;cio do tratamento e tamb&#xE9;m regularmente durante o tratamento com esse medicamento. Trayenta Duo &#xE9; contraindicado para pacientes com insufici&#xEA;ncia renal grave (taxa de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular &lt; 30 mL/min) e deve ser temporariamente descontinuado caso o paciente apresente altera&#xE7;&#xF5;es na fun&#xE7;&#xE3;o dos rins.</li>

Função cardíaca

  • <li>Pacientes com <a href="https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/" rel="noopener" target="_blank">insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> (mau funcionamento do cora&#xE7;&#xE3;o) tem maior risco de diminui&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins e redu&#xE7;&#xE3;o da irriga&#xE7;&#xE3;o de sangue nos tecidos. Em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca est&#xE1;vel, Trayenta Duo pode ser usado com um monitoramento regular das fun&#xE7;&#xF5;es dos rins e do cora&#xE7;&#xE3;o. Trayenta Duo n&#xE3;o deve ser utilizado em caso de insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca aguda ou inst&#xE1;vel.</li>

Cirurgias

  • <li>Nos casos de cirurgias sob efeito de anestesia geral, raquidiana ou peridural, o tratamento com metformina dever&#xE1; ser descontinuado no momento da cirurgia e n&#xE3;o poder&#xE1; ser reiniciado antes de 48 horas ap&#xF3;s a cirurgia ou rein&#xED;cio da alimenta&#xE7;&#xE3;o, e somente se a fun&#xE7;&#xE3;o dos rins tiver sido reavaliada e se mostrar estabelecida. Nesses casos, seu m&#xE9;dico saber&#xE1; avaliar o momento correto de voltar o tratamento com Trayenta Duo.</li>

Artralgia

  • <li>Artralgia grave e debilitante foi reportada em pacientes que utilizam medicamentos da mesma classe de Trayenta Duo. Portanto, informe seu m&#xE9;dico caso sinta dores graves nas articula&#xE7;&#xF5;es, para que ele avalie a necessidade de descontinuar o uso do medicamento, se apropriado.</li>

Se houver suspeita de penfigoide bolhoso (bolhas grandes e muito firmes e que demoram muitos dias para se romper), deve-se descontinuar o uso de Trayenta Duo.

Não há estudos sobre os efeitos na capacidade de dirigir e operar máquinas.

Fertilidade, gravidez e amamentação

O uso de Trayenta Duo não é recomendado durante a gravidez, por não haver estudos suficientes com essa população. Caso você tenha diabetes e planeje engravidar, seu médico avaliará o melhor tratamento alternativo para controlar seu nível de açúcar no sangue.

A metformina é excretada no leite humano, mas não se sabe sobre a linagliptina. Trayenta Duo não deve ser usado durante a amamentação.

Nenhum estudo sobre o efeito na fertilidade humana foi conduzido com Trayenta Duo.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Trayenta Duo?

  • <li>Rea&#xE7;&#xF5;es comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): diarreia**, lipase aumentada (enzima que pode ser verificada com exame de sangue para diagnosticar alguma altera&#xE7;&#xE3;o no p&#xE2;ncreas).</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): nasofaringite (infec&#xE7;&#xE3;o de nariz e faringe)*, hipersensibilidade (alergia)*, <a href="https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/tosse/c" target="_blank">tosse</a>*, diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite**, n&#xE1;usea (enjoo)**, v&#xF4;mito**, prurido (coceira)**, <em>rash </em>(vermelhid&#xE3;o)***, amilase aumentada (enzima que pode ser verificada com exame de sangue para diagnosticar alguma altera&#xE7;&#xE3;o no p&#xE2;ncreas).</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): <a href="https://minutosaudavel.com.br/angioedema-o-que-e-complicacoes-como-tratar-e-muito-mais/" rel="noopener" target="_blank">angioedema</a> (vermelhid&#xE3;o na pele e incha&#xE7;o das mucosas, como l&#xED;ngua e l&#xE1;bios)***, <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a> (placas avermelhadas e elevadas na pele, geralmente com coceira) ** e *** , ulcera&#xE7;&#xE3;o de boca (feridas na boca)***, penfigoide bolhoso (bolhas grandes e muito firmes e que demoram muitos dias para se romper)***.</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es com frequ&#xEA;ncia desconhecida (n&#xE3;o &#xE9; poss&#xED;vel determinar a partir dos dados dispon&#xED;veis): <a href="https://minutosaudavel.com.br/pancreatite/" rel="noopener" target="_blank">pancreatite</a> (inflama&#xE7;&#xE3;o do p&#xE2;ncreas)*.</li>

*Reações adversas também relatadas em pacientes tratados com linagliptina isoladamente.
**Reações adversas também relatadas em pacientes que receberam metformina isoladamente.
***Reações adversas identificadas em experiência pós-comercialização com linagliptina.

Distúrbios gastrointestinais como dor abdominal, enjoo, vômitos, diarreia e diminuição do apetite ocorrem mais frequentemente durante o início da terapia com cloridrato de metformina e se resolvem espontaneamente na maioria dos casos. Para prevenção, recomenda-se que Trayenta Duo seja tomado em 2 doses diárias durante ou após as refeições.

Para a combinação deste medicamento com sulfonilureia a reação adversa adicional mais frequente (muito comum) foi a hipoglicemia, sendo que nenhum dos episódios de hipoglicemia foi classificado como grave (requerendo assistência).

Quando a linagliptina e a metformina foram usadas com insulina, hipoglicemia foi relatada como muito comum.

Constipação foi identificada como uma reação adversa adicional com esta combinação (reação incomum).

Informações adicionais sobre os componentes individuais:

  • <li>Todos os efeitos indesej&#xE1;veis relatados em pacientes que receberam tratamento com linagliptina isoladamente foram observados com Trayenta Duo e j&#xE1; est&#xE3;o inclu&#xED;dos nas rea&#xE7;&#xF5;es adversas listadas acima.</li>

As reações adversas à metformina já conhecidas e não observadas até então são:

  • <li>Acidose l&#xE1;ctica, teste de absor&#xE7;&#xE3;o de <a href="https://minutosaudavel.com.br/vitamina-b12/" rel="noopener" target="_blank">vitamina B12</a> anormal, altera&#xE7;&#xF5;es de paladar, dor abdominal, teste de fun&#xE7;&#xE3;o do f&#xED;gado anormal, <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/hepatite/c" target="_blank">hepatite</a> (inflama&#xE7;&#xE3;o no f&#xED;gado), vermelhid&#xE3;o na pele e urtic&#xE1;ria (placas avermelhadas e elevadas na pele, geralmente com coceira).</li>

O tratamento de longo prazo com metformina pode, muito raramente, resultar em falta de vitamina B12 (levando a complicações, como anemia megaloblástica).

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Trayenta Duo?

Continue tomando as próximas doses regularmente no horário habitual. Não duplique a dose na próxima tomada. Neste caso, a dose perdida deve ser pulada.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Trayenta Duo?

Cada comprimido revestido de Trayenta Duo 2,5/500 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Linagliptina</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">2,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Cloridrato de metformina</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">500 mg(correspondentes a 390 mg de metformina)</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: arginina, amido, copovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo, propilenoglicol, hipromelose e talco.

Cada comprimido revestido de Trayenta Duo 2,5/850 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:235px\"> <p style=\"text-align:center\">Linagliptina</p> </td> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">2,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:235px\"> <p style=\"text-align:center\">Cloridrato de metformina</p> </td> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">850 mg de cloridrato de metformina (correspondentes a 663 mg de metformina)</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: arginina, amido, copovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo e vermelho, propilenoglicol, hipromelose e talco.

Cada comprimido revestido de Trayenta Duo 2,5/1000 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:238px\"> <p style=\"text-align:center\">Linagliptina</p> </td> <td style=\"width:231px\"> <p style=\"text-align:center\">2,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:238px\"> <p style=\"text-align:center\">Cloridrato de metformina</p> </td> <td style=\"width:231px\"> <p style=\"text-align:center\">1000 mg de cloridrato de metformina (correspondentes a 780 mg de metformina)</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: arginina, amido, copovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, dióxido de titânio, óxido de ferro vermelho, propilenoglicol, hipromelose e talco.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Trayenta Duo maior do que a recomendada?

A superdose de cloridrato de metformina (um dos componentes de Trayenta Duo) pode levar à acidose láctica, que é uma emergência médica, devendo ser tratada no hospital.

Na eventualidade de uma superdose, você deve procurar auxílio médico imediatamente

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Trayenta Duo com outros remédios?

Você deve informar ao seu médico sobre todos os medicamentos que está usando. Você não deve começar a tomar nenhum medicamento sem conversar com seu médico.

Linagliptina

  • <li>N&#xE3;o se observou nenhuma intera&#xE7;&#xE3;o clinicamente significativa que necessite ajuste de dose em diversos estudos realizados. A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de linagliptina com v&#xE1;rios medicamentos comumente utilizados por diab&#xE9;ticos e com problemas card&#xED;acos (metformina, <a href="https://consultaremedios.com.br/glibenclamida/bula" target="_blank">glibenclamida</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/sinvastatina/bula" target="_blank">sinvastatina</a>, pioglitazona, <a href="https://consultaremedios.com.br/varfarina-sodica/bula" target="_blank">varfarina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">digoxina</a>), <a href="https://consultaremedios.com.br/b/contraceptivos-orais" target="_blank">contraceptivos orais</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/ritonavir/bula" target="_blank">ritonavir</a> (medicamento para tratamento de infec&#xE7;&#xE3;o pelo v&#xED;rus <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/dsts/hiv-aids/c" target="_blank">HIV</a>) e <a href="https://consultaremedios.com.br/rifampicina/bula" target="_blank">rifampicina</a> (medicamento antibacteriano potente) n&#xE3;o afetou a efic&#xE1;cia dos medicamentos. A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de uma refei&#xE7;&#xE3;o rica em gorduras com linagliptina n&#xE3;o teve efeito clinicamente relevante sobre a sua concentra&#xE7;&#xE3;o sangu&#xED;nea.</li>

Metformina

  • <li>N&#xE3;o &#xE9; recomendado o uso de metformina juntamente com &#xE1;lcool. O consumo excessivo de &#xE1;lcool est&#xE1; associado com um aumento do risco de acidose l&#xE1;ctica, especialmente na condi&#xE7;&#xE3;o de jejum, <a href="https://minutosaudavel.com.br/desnutricao/" rel="noopener" target="_blank">desnutri&#xE7;&#xE3;o</a> ou mau funcionamento do f&#xED;gado.</li>

O uso de Trayenta Duo deverá ser interrompido antes de, ou no momento da realização de procedimentos de imagem, e não deve ser reiniciado até 48 horas após o exame, e desde que a função renal tenha sido reavaliada e se encontre estável.

Alguns medicamentos podem afetar negativamente a função renal, o que pode aumentar o risco de acidose láctica, como os anti-inflamatórios não esteroides (por exemplo, diclofenaco, ibuprofeno), inibidores seletivos da ciclooxigenase-2, inibidores da ECA (como ramipril e enalapril), antagonistas dos receptores da angiotensina II (como losartana), diuréticos (como hidroclorotiazida, furosemida). Informe seu médico se você utiliza esses medicamentos para que seja feito um controle rigoroso da função renal.

A metformina se liga aos transportadores de cátions orgânicos (OCT) e sua administração com outras substâncias que interferem nesses transportadores pode alterar a ação da metformina como, por exemplo:

  • <li>O uso de metformina juntamente com o medicamento <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-verapamil/bula" target="_blank">verapamil</a> pode diminuir o efeito da metformina; a rifampicina pode aumentar a absor&#xE7;&#xE3;o de metformina no est&#xF4;mago e intestino e assim aumentar o efeito da metformina; medicamentos como <a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">cimetidina</a>, dolutegravir, <a href="https://consultaremedios.com.br/ranolazina/bula" target="_blank">ranolazina</a>, trimetoprima, vendetanibe e <a href="https://consultaremedios.com.br/isavuconazol/pa" target="_blank">isavuconazol</a> podem diminuir a elimina&#xE7;&#xE3;o de&amp;nbsp;metformina pelos rins e assim aumentar a concentra&#xE7;&#xE3;o de metformina no sangue; os medicamentos <a href="https://consultaremedios.com.br/crizotinibe/bula" target="_blank">crizotinibe</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/olaparibe/bula" target="_blank">olaparibe</a> podem interferir no efeito da metformina e tamb&#xE9;m na sua elimina&#xE7;&#xE3;o pelos rins.</li>

Deve-se ter cuidado principalmente em casos de pacientes com mau funcionamento dos rins, pois no caso do uso desses medicamentos juntamente com metformina, a concentração de metformina no sangue pode aumentar. Se necessário, seu médico poderá fazer o ajuste na quantidade utilizada de metformina.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Trayenta Duo (Cloridrato de Metformina + Linagliptina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Estudos Cl&#xED;nicos</h3> <h4>Linagliptina como terapia associada &#xE0; metformina</h4> <p>A efic&#xE1;cia e a seguran&#xE7;a da terapia com linagliptina em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina em pacientes com controle glic&#xEA;mico insatisfat&#xF3;rio em monoterapia com metformina foram avaliadas em um estudo duplo-cego, controlado por placebo, com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. A linagliptina associada &#xE0; metformina forneceu melhora significativa na HbA1c (altera&#xE7;&#xE3;o de -0,64% em compara&#xE7;&#xE3;o a placebo), a partir de uma HbA1c basal m&#xE9;dia de 8%. A linagliptina tamb&#xE9;m mostrou melhora significativa na glicemia de jejum (GJ) de -21,1 mg/dL e na glicemia p&#xF3;s-prandial de 2 horas (GPP) de -67,1 mg/dL em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo, assim como levou uma maior propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes a atingir uma HbA1c alvo &lt;7,0%, (28,3% em linagliptina <em>versus</em> 11,4% em placebo). A incid&#xEA;ncia de hipoglicemia observada em pacientes tratados com linagliptina foi similar &#xE0;quela com placebo. O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos.<sup>1</sup></p> <p>Em um estudo de terapia inicial controlado por placebo, de desenho fatorial, com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o, linagliptina 2,5 mg administrada duas vezes ao dia em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina (500 mg ou 1000 mg duas vezes ao dia)&amp;nbsp;proporcionou melhora significativa nos par&#xE2;metros glic&#xEA;micos comparado com ambas as monoterapias, conforme resumido na tabela 1 (n&#xED;vel basal m&#xE9;dio de HbA1c de 8,65%).</p> <p><strong>Tabela 1. Par&#xE2;metros glic&#xEA;micos na visita final (estudo de 24 semanas) para grupos tratados com linagliptina e metformina isoladamente e em associa&#xE7;&#xE3;o em pacientes com diabetes </strong><em><strong>mellitus</strong>&amp;nbsp;</em><strong>tipo 2 n&#xE3;o adequadamente controlados com dieta e exerc&#xED;cios</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">&amp;nbsp;</td> <td style=\"text-align:center; width:136px\"><strong>Placebo</strong></td> <td style=\"text-align:center\"><strong>Linagliptina<br> 5 mg<br> uma vez ao<br> dia*</br></br></br></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:138px\"><strong>Metformina<br> 500 mg<br> duas vezes<br> ao dia</br></br></br></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:145px\"><strong>Linagliptina<br> 2,5 mg<br> duas vezes ao<br> dia*<br> +<br> Metformina<br> 500 mg<br> duas vezes ao<br> dia</br></br></br></br></br></br></br></br></strong></td> <td style=\"text-align:center\"><strong>Metformina<br> 1000 mg<br> duas vezes<br> ao dia</br></br></br></strong></td> <td style=\"text-align:center\"><strong>Linagliptina<br> 2,5 mg<br> duas vezes<br> ao dia*<br> +<br> Metformina<br> 1000 mg<br> duas vezes<br> ao dia</br></br></br></br></br></br></br></br></strong></td></tr></tbody></table>"}

Apresentações do Trayenta Duo

Comprimidos revestidos de 2,5/500 mg, 2,5/850 mg ou 2,5/1000 mg

  • <li>Bl&#xED;steres com 60 comprimidos.</li> <li>Frascos com 60 comprimidos.</li>

Uso oral.

Uso adulto.

2,5mg + 850mg, caixa com 60 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Cloridrato De Metformina + Linagliptina
Classe Terapêutica
:
Associações de Inibidores DPP-IV com Biguanidas
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Diabetes
Especialidade
:
Endocrinologia

Bula do medicamento

Trayenta Duo, para o que é indicado e para o que serve?

Trayenta Duo é indicado como adjuvante da dieta e do exercício, para melhorar o controle glicêmico (nível sanguíneo de açúcar) em pacientes com diabetes mellitus tipo 2, em que a dose máxima tolerada de metformina sozinha não proporciona um controle adequado ou em pacientes que já estão sendo tratados com a combinação linagliptina e metformina e apresentam controle adequado. Pode ser utilizado em associação à sulfonilureia (como terapia de associação tripla) como adjuvante à dieta e exercício físico em pacientes em que as doses máximas toleradas de metformina e da sulfonilureia não proporcionam um controle glicêmico adequado.

Pode ser utilizado em associação à insulina (como terapia de associação tripla) como adjuvante à dieta e exercício físico para melhorar o controle glicêmico em pacientes quando a insulina e metformina isoladamente não proporcionam um controle glicêmico adequado. Também pode ser utilizado em combinação com um inibidor de SGLT-2 (ou seja, terapia de combinação tripla) como adjuvante à dieta e exercício físico em pacientes não controlados adequadamente com as doses máximas de metformina e do inibidor de SGLT-2.

Quais as contraindicações do Trayenta Duo?

Você não deve usar Trayenta Duo se tiver as seguintes condições:

  • <li>Alergia &#xE0; linagliptina e/ou ao <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-metformina/bula" target="_blank">cloridrato de metformina</a> ou a qualquer um dos componentes da f&#xF3;rmula; qualquer tipo de acidose metab&#xF3;lica aguda, como acidose l&#xE1;ctica e cetoacidose diab&#xE9;tica (doen&#xE7;a em que o sangue fica repleto de cetonas, que s&#xE3;o subst&#xE2;ncias que o corpo produz quando utiliza gordura em vez de <a href="https://consultaremedios.com.br/glicose/bula" target="_blank">glicose</a> para obter energia, devido &#xE0; aus&#xEA;ncia de insulina); pr&#xE9;coma diab&#xE9;tico; insufici&#xEA;ncia renal grave (depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina do sangue &lt; 30 mL/min ou taxa de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular estimada &lt; 30 mL/min/1,73 m<sup>2</sup>); condi&#xE7;&#xF5;es agudas que alterem a fun&#xE7;&#xE3;o dos rins como <a href="https://minutosaudavel.com.br/desidratacao/" rel="noopener" target="_blank">desidrata&#xE7;&#xE3;o</a>, infec&#xE7;&#xE3;o grave, choque (redu&#xE7;&#xE3;o muito grande da irriga&#xE7;&#xE3;o de sangue nos tecidos), uso de medicamentos com contraste &#xE0; base de <a href="https://consultaremedios.com.br/b/iodo" target="_blank"/><a href="https://consultaremedios.com.br/iodo/pa" target="_blank">iodo</a>; doen&#xE7;as que causem falta de irriga&#xE7;&#xE3;o sangu&#xED;nea nos tecidos (como mau funcionamento do cora&#xE7;&#xE3;o ou pulm&#xF5;es, <a href="https://minutosaudavel.com.br/infarto/" rel="noopener" target="_blank">infarto</a> recente ou choque); mau funcionamento do <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c" target="_blank">f&#xED;gado</a>; intoxica&#xE7;&#xE3;o por &#xE1;lcool e <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alcoolismo/c" target="_blank">alcoolismo</a>.</li>

Como usar o Trayenta Duo?

Para abrir o frasco, pressione a tampa para baixo e gire-a ao mesmo tempo. Fechar firmemente após o uso.

O comprimido de Trayenta Duo deve ser ingerido por via oral. A dose recomendada para pacientes com função renal normal (taxa de filtração glomerular (TFG) > 90 mL/min) é um comprimido de 2,5/500 mg, 2,5/850 mg ou 2,5/1000 mg duas vezes ao dia conforme prescrito pelo seu médico, juntamente com as refeições para reduzir os efeitos indesejáveis no sistema digestivo associados à metformina.

Seu médico prescreverá Trayenta Duo tanto sozinho quanto em combinação a outro antidiabético da classe das sulfonilureias, se necessário. É importante que você continue a seguir a dieta e/ou exercício indicados enquanto estiver em tratamento com Trayenta Duo.

A dose diária máxima recomendada de Trayenta Duo é de 5 mg de linagliptina e de 2000 mg de metformina.

Pacientes com controle inadequado do diabetes na dose máxima tolerada de metformina isoladamente

  • <li>A dose inicial padr&#xE3;o &#xE9; de linagliptina 2,5 mg, duas vezes ao dia (dose di&#xE1;ria total de 5 mg) mais a dose de metformina que j&#xE1; est&#xE1; sendo utilizada.</li>

Pacientes migrando da administração de linagliptina e metformina em comprimidos separados para associação em dose fixa

  • <li>Trayenta Duo deve ser iniciado nas doses de linagliptina e metformina que j&#xE1; est&#xE3;o sendo utilizadas.</li>

Pacientes inadequadamente controlados com a terapia de associação dupla com a dose máxima tolerada de metformina e uma sulfonilureia

  • <li>Dose de 2,5 mg de linagliptina, duas vezes ao dia (dose di&#xE1;ria total de 5 mg) e uma dose de metformina similar &#xE0; dose que j&#xE1; est&#xE1; sendo utilizada. Quando Trayenta Duo &#xE9; utilizado em associa&#xE7;&#xE3;o com uma sulfonilureia, uma dose menor desta pode ser necess&#xE1;ria para reduzir o risco de <a href="https://minutosaudavel.com.br/hipoglicemia/" rel="noopener" target="_blank">hipoglicemia</a>.</li>

Para pacientes inadequadamente controlados com a terapia de associação dupla com insulina e a dose máxima tolerada de metformina

  • <li>Dose de 2,5 mg duas vezes ao dia (dose di&#xE1;ria total de 5 mg) e uma dose de metformina similar &#xE0; dose que j&#xE1; est&#xE1; sendo utilizada. Quando Trayenta Duo &#xE9; utilizado em associa&#xE7;&#xE3;o com a insulina, uma dose menor de insulina pode ser necess&#xE1;ria para reduzir o risco de hipoglicemia.</li>

Disfunção renal

  • <li>O&amp;nbsp;m&#xE9;dico dever&#xE1; monitorar a fun&#xE7;&#xE3;o renal do paciente antes de iniciar o tratamento com medicamentos que cont&#xE9;m metformina e, depois, pelo menos uma vez ao ano.</li>

Esse monitoramento deve ser mais frequente para pacientes com maior risco de piora da função dos rins e em idosos.

Trayenta Duo paode ser empregado em pacientes com disfunção renal moderada estágio 3 (depuração de creatinina entre 30 e 59 mL/min ou taxa de filtração glomerular estimada [TFGe] entre 30 e 59 mL/min/1,73 m2 ) somente na ausência de outras condições que possam aumentar o risco de acidose láctica e com os seguintes ajustes na posologia:
  • <li>A dose inicial &#xE9; de 500 mg ou 850 mg de cloridrato de metformina ao dia. A dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria recomendada &#xE9; de 1000 mg.</li>

Para os pacientes com TFG < 60 mL/min o médico deverá avaliar os fatores que podem aumentar o risco de acidose láctica antes de iniciar o tratamento com metformina.

A função renal deve ser rigorosamente monitorada a cada 3-6 meses em pacientes com depuração de creatinina entre 45 e 59 mL/min ou TFGe entre 45 e 59 mL/min/1,73 m2 e a cada 3 meses em pacientes com depuração de creatinina entre 30 e 44 mL/min ou TFGe entre 30 e 44 mL/min/1,73 m2.

Caso a depuração de creatinina ou a TFGe caiam para valores abaixo de 45 mL/min ou 45 mL/min/1,73m2, respectivamente, devem ser avaliados os benefícios e os riscos da continuidade do tratamento com metformina.

Caso a depuração de creatinina ou a TFGe caiam para valores abaixo de 30 mL/min ou 30 mL/min/1,73m2, respectivamente, o tratamento com metformina deve ser interrompido imediatamente.

Caso a concentração adequada de Trayenta Duo não esteja disponível, deve-se administrar as substâncias separadamente ao invés da apresentação em dose fixa combinada.

Trayenta Duo é contraindicado em pacientes com mau funcionamento do fígado devido à metformina.

Idosos devem ter sua função dos rins monitorada regularmente.

Não é recomendado para uso em crianças abaixo de 18 anos devido à falta de dados sobre segurança e eficácia nessa população.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Trayenta Duo funciona?

Trayenta Duo atua no tratamento do diabetes mellitus tipo 2 através da associação de dois componentes:

  • <li>Linagliptina e cloridrato de metformina.</li>

A linagliptina faz o pâncreas produzir maior quantidade de insulina e menor quantidade do hormônio glucagon, ajudando assim a controlar o nível de açúcar no sangue. Esse componente inibe a enzima dipeptidil peptidase-4 (DPP4), responsável pela inativação dos hormônios incretínicos, como o peptídeo glucagon símile 1 (GLP-1). O GLP-1 é liberado pelo intestino após ingestão de alimentos e estimula a secreção de insulina pelo pâncreas. Assim, ao inibir a DPP-4, a linagliptina permite que o hormônio GLP-1 atue por mais tempo, liberando insulina conforme necessidade de seu organismo.

O cloridrato de metformina atua impedindo o aumento do nível de açúcar no sangue, reduzindo a produção de glicose pelo fígado, aumentando a captação de glicose nos tecidos periféricos e/ou retardando a absorção de glicose no intestino. Não estimula a secreção de insulina e, portanto, tem baixo risco de produzir hipoglicemia (queda nos níveis de açúcar no sangue).

Após administração oral, Trayenta Duo é rapidamente absorvido e chega à corrente sanguínea. A linagliptina e o cloridrato de metformina atingem o pico de maior concentração no sangue 1,5 hora e 2,5 horas após tomada da dose, respectivamente.

Quais cuidados devo ter ao usar o Trayenta Duo?

Trayenta Duo não deve ser usado em pacientes com diabetes mellitus tipo 1 (ou seja, se seu corpo não produz insulina).

Se houver suspeita de inflamação aguda do pâncreas, deve-se descontinuar o uso de Trayenta Duo.

A linagliptina ou metformina em uso isolado não estão associadas a episódios de hipoglicemia, em geral.

Em estudos clínicos nos quais os pacientes usaram linagliptina associada a agentes que têm baixo risco de causar hipoglicemia (por exemplo, metformina, tiazolidinedionas), o número de episódios de hipoglicemia relatados com linagliptina foi similar ao número de episódios nos pacientes que tomaram placebo.

As sulfonilureias (como glimepirida) são conhecidas por causar hipoglicemia. Portanto, é preciso ter cuidado ao tomar este medicamento em associação a sulfonilureia. Pode ser necessário reduzir a dose da sulfonilureia.

A insulina é conhecida por causar hipoglicemia. Portanto, aconselha-se cautela quando Trayenta Duo for utilizado em combinação com insulina. Neste caso, pode-se considerar uma redução na dose de insulina.

Acidose láctica

Os pacientes e/ou cuidadores devem estar atentos sobre o risco de acidose láctica, caracterizada por dispneia acidótica (falta de ar por acúmulo de ácido no sangue), dor abdominal, cãibras musculares, astenia (sensação de fraqueza), hipotermia (queda da temperatura do corpo) seguida de coma. Em caso de suspeita dos sintomas, você deve parar de tomar metformina e procurar atendimento médico imediatamente.

Seu médico deverá fazer seu diagnóstico, baseando-se também em achados laboratoriais.

A acidose láctica é uma complicação metabólica muito rara, porém grave, que ocorre com maior frequência em casos de piora do funcionamento dos rins, doença cardiorrespiratória (doença do coração e/ou dos pulmões) ou sepse (infecção generalizada grave). Quando há piora da função renal, ocorre acúmulo de metformina, o que aumenta o risco de acidose láctica.

Em caso de desidratação (como casos de diarreia grave ou vômitos, febre ou ingestão reduzida de líquidos), o uso da metformina deve ser temporariamente interrompido e o paciente deve entrar em contato com o médico.

Os medicamentos que podem prejudicar gravemente a função renal tais como anti-hipertensivos (como captopril, losartana, nifedipina), diuréticos (como hidroclorotiazida, furosemida), e anti-inflamatórios não esteroides (como diclofenaco, ibuprofeno), devem ser iniciados com precaução em pacientes tratados com metformina.

Outros fatores de risco para acidose láctica são: consumo excessivo de álcool, mau funcionamento do fígado, controle inadequado do diabetes, cetose, jejum prolongado, e condições associadas à falta de irrigação sanguínea nos tecidos (como mau funcionamento do coração e infarto agudo do miocárdio), bem como a utilização ao mesmo tempo de medicamentos que possam causar acidose láctica (como, por exemplo, uso de anti-inflamatórios não esteroides como diclofenaco, ibuprofeno).

Exames de imagem

  • <li>Seu m&#xE9;dico dever&#xE1; descontinuar seu tratamento com Trayenta Duo antes ou no momento da realiza&#xE7;&#xE3;o de exames de imagem que utilizem contraste &#xE0; base de iodo, e o medicamento n&#xE3;o dever&#xE1; ser reiniciado at&#xE9; ao menos 48 horas ap&#xF3;s o exame, e somente ap&#xF3;s avalia&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins.</li>

Função renal

  • <li>A fun&#xE7;&#xE3;o dos rins (taxa de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular) deve ser monitorada antes do in&#xED;cio do tratamento e tamb&#xE9;m regularmente durante o tratamento com esse medicamento. Trayenta Duo &#xE9; contraindicado para pacientes com insufici&#xEA;ncia renal grave (taxa de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular &lt; 30 mL/min) e deve ser temporariamente descontinuado caso o paciente apresente altera&#xE7;&#xF5;es na fun&#xE7;&#xE3;o dos rins.</li>

Função cardíaca

  • <li>Pacientes com <a href="https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/" rel="noopener" target="_blank">insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> (mau funcionamento do cora&#xE7;&#xE3;o) tem maior risco de diminui&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins e redu&#xE7;&#xE3;o da irriga&#xE7;&#xE3;o de sangue nos tecidos. Em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca est&#xE1;vel, Trayenta Duo pode ser usado com um monitoramento regular das fun&#xE7;&#xF5;es dos rins e do cora&#xE7;&#xE3;o. Trayenta Duo n&#xE3;o deve ser utilizado em caso de insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca aguda ou inst&#xE1;vel.</li>

Cirurgias

  • <li>Nos casos de cirurgias sob efeito de anestesia geral, raquidiana ou peridural, o tratamento com metformina dever&#xE1; ser descontinuado no momento da cirurgia e n&#xE3;o poder&#xE1; ser reiniciado antes de 48 horas ap&#xF3;s a cirurgia ou rein&#xED;cio da alimenta&#xE7;&#xE3;o, e somente se a fun&#xE7;&#xE3;o dos rins tiver sido reavaliada e se mostrar estabelecida. Nesses casos, seu m&#xE9;dico saber&#xE1; avaliar o momento correto de voltar o tratamento com Trayenta Duo.</li>

Artralgia

  • <li>Artralgia grave e debilitante foi reportada em pacientes que utilizam medicamentos da mesma classe de Trayenta Duo. Portanto, informe seu m&#xE9;dico caso sinta dores graves nas articula&#xE7;&#xF5;es, para que ele avalie a necessidade de descontinuar o uso do medicamento, se apropriado.</li>

Se houver suspeita de penfigoide bolhoso (bolhas grandes e muito firmes e que demoram muitos dias para se romper), deve-se descontinuar o uso de Trayenta Duo.

Não há estudos sobre os efeitos na capacidade de dirigir e operar máquinas.

Fertilidade, gravidez e amamentação

O uso de Trayenta Duo não é recomendado durante a gravidez, por não haver estudos suficientes com essa população. Caso você tenha diabetes e planeje engravidar, seu médico avaliará o melhor tratamento alternativo para controlar seu nível de açúcar no sangue.

A metformina é excretada no leite humano, mas não se sabe sobre a linagliptina. Trayenta Duo não deve ser usado durante a amamentação.

Nenhum estudo sobre o efeito na fertilidade humana foi conduzido com Trayenta Duo.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Trayenta Duo?

  • <li>Rea&#xE7;&#xF5;es comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): diarreia**, lipase aumentada (enzima que pode ser verificada com exame de sangue para diagnosticar alguma altera&#xE7;&#xE3;o no p&#xE2;ncreas).</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): nasofaringite (infec&#xE7;&#xE3;o de nariz e faringe)*, hipersensibilidade (alergia)*, <a href="https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/tosse/c" target="_blank">tosse</a>*, diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite**, n&#xE1;usea (enjoo)**, v&#xF4;mito**, prurido (coceira)**, <em>rash </em>(vermelhid&#xE3;o)***, amilase aumentada (enzima que pode ser verificada com exame de sangue para diagnosticar alguma altera&#xE7;&#xE3;o no p&#xE2;ncreas).</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): <a href="https://minutosaudavel.com.br/angioedema-o-que-e-complicacoes-como-tratar-e-muito-mais/" rel="noopener" target="_blank">angioedema</a> (vermelhid&#xE3;o na pele e incha&#xE7;o das mucosas, como l&#xED;ngua e l&#xE1;bios)***, <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a> (placas avermelhadas e elevadas na pele, geralmente com coceira) ** e *** , ulcera&#xE7;&#xE3;o de boca (feridas na boca)***, penfigoide bolhoso (bolhas grandes e muito firmes e que demoram muitos dias para se romper)***.</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es com frequ&#xEA;ncia desconhecida (n&#xE3;o &#xE9; poss&#xED;vel determinar a partir dos dados dispon&#xED;veis): <a href="https://minutosaudavel.com.br/pancreatite/" rel="noopener" target="_blank">pancreatite</a> (inflama&#xE7;&#xE3;o do p&#xE2;ncreas)*.</li>

*Reações adversas também relatadas em pacientes tratados com linagliptina isoladamente.
**Reações adversas também relatadas em pacientes que receberam metformina isoladamente.
***Reações adversas identificadas em experiência pós-comercialização com linagliptina.

Distúrbios gastrointestinais como dor abdominal, enjoo, vômitos, diarreia e diminuição do apetite ocorrem mais frequentemente durante o início da terapia com cloridrato de metformina e se resolvem espontaneamente na maioria dos casos. Para prevenção, recomenda-se que Trayenta Duo seja tomado em 2 doses diárias durante ou após as refeições.

Para a combinação deste medicamento com sulfonilureia a reação adversa adicional mais frequente (muito comum) foi a hipoglicemia, sendo que nenhum dos episódios de hipoglicemia foi classificado como grave (requerendo assistência).

Quando a linagliptina e a metformina foram usadas com insulina, hipoglicemia foi relatada como muito comum.

Constipação foi identificada como uma reação adversa adicional com esta combinação (reação incomum).

Informações adicionais sobre os componentes individuais:

  • <li>Todos os efeitos indesej&#xE1;veis relatados em pacientes que receberam tratamento com linagliptina isoladamente foram observados com Trayenta Duo e j&#xE1; est&#xE3;o inclu&#xED;dos nas rea&#xE7;&#xF5;es adversas listadas acima.</li>

As reações adversas à metformina já conhecidas e não observadas até então são:

  • <li>Acidose l&#xE1;ctica, teste de absor&#xE7;&#xE3;o de <a href="https://minutosaudavel.com.br/vitamina-b12/" rel="noopener" target="_blank">vitamina B12</a> anormal, altera&#xE7;&#xF5;es de paladar, dor abdominal, teste de fun&#xE7;&#xE3;o do f&#xED;gado anormal, <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/hepatite/c" target="_blank">hepatite</a> (inflama&#xE7;&#xE3;o no f&#xED;gado), vermelhid&#xE3;o na pele e urtic&#xE1;ria (placas avermelhadas e elevadas na pele, geralmente com coceira).</li>

O tratamento de longo prazo com metformina pode, muito raramente, resultar em falta de vitamina B12 (levando a complicações, como anemia megaloblástica).

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Trayenta Duo?

Continue tomando as próximas doses regularmente no horário habitual. Não duplique a dose na próxima tomada. Neste caso, a dose perdida deve ser pulada.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Trayenta Duo?

Cada comprimido revestido de Trayenta Duo 2,5/500 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Linagliptina</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">2,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Cloridrato de metformina</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">500 mg(correspondentes a 390 mg de metformina)</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: arginina, amido, copovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo, propilenoglicol, hipromelose e talco.

Cada comprimido revestido de Trayenta Duo 2,5/850 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:235px\"> <p style=\"text-align:center\">Linagliptina</p> </td> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">2,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:235px\"> <p style=\"text-align:center\">Cloridrato de metformina</p> </td> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">850 mg de cloridrato de metformina (correspondentes a 663 mg de metformina)</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: arginina, amido, copovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo e vermelho, propilenoglicol, hipromelose e talco.

Cada comprimido revestido de Trayenta Duo 2,5/1000 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:238px\"> <p style=\"text-align:center\">Linagliptina</p> </td> <td style=\"width:231px\"> <p style=\"text-align:center\">2,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:238px\"> <p style=\"text-align:center\">Cloridrato de metformina</p> </td> <td style=\"width:231px\"> <p style=\"text-align:center\">1000 mg de cloridrato de metformina (correspondentes a 780 mg de metformina)</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: arginina, amido, copovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, dióxido de titânio, óxido de ferro vermelho, propilenoglicol, hipromelose e talco.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Trayenta Duo maior do que a recomendada?

A superdose de cloridrato de metformina (um dos componentes de Trayenta Duo) pode levar à acidose láctica, que é uma emergência médica, devendo ser tratada no hospital.

Na eventualidade de uma superdose, você deve procurar auxílio médico imediatamente

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Trayenta Duo com outros remédios?

Você deve informar ao seu médico sobre todos os medicamentos que está usando. Você não deve começar a tomar nenhum medicamento sem conversar com seu médico.

Linagliptina

  • <li>N&#xE3;o se observou nenhuma intera&#xE7;&#xE3;o clinicamente significativa que necessite ajuste de dose em diversos estudos realizados. A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de linagliptina com v&#xE1;rios medicamentos comumente utilizados por diab&#xE9;ticos e com problemas card&#xED;acos (metformina, <a href="https://consultaremedios.com.br/glibenclamida/bula" target="_blank">glibenclamida</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/sinvastatina/bula" target="_blank">sinvastatina</a>, pioglitazona, <a href="https://consultaremedios.com.br/varfarina-sodica/bula" target="_blank">varfarina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">digoxina</a>), <a href="https://consultaremedios.com.br/b/contraceptivos-orais" target="_blank">contraceptivos orais</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/ritonavir/bula" target="_blank">ritonavir</a> (medicamento para tratamento de infec&#xE7;&#xE3;o pelo v&#xED;rus <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/dsts/hiv-aids/c" target="_blank">HIV</a>) e <a href="https://consultaremedios.com.br/rifampicina/bula" target="_blank">rifampicina</a> (medicamento antibacteriano potente) n&#xE3;o afetou a efic&#xE1;cia dos medicamentos. A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de uma refei&#xE7;&#xE3;o rica em gorduras com linagliptina n&#xE3;o teve efeito clinicamente relevante sobre a sua concentra&#xE7;&#xE3;o sangu&#xED;nea.</li>

Metformina

  • <li>N&#xE3;o &#xE9; recomendado o uso de metformina juntamente com &#xE1;lcool. O consumo excessivo de &#xE1;lcool est&#xE1; associado com um aumento do risco de acidose l&#xE1;ctica, especialmente na condi&#xE7;&#xE3;o de jejum, <a href="https://minutosaudavel.com.br/desnutricao/" rel="noopener" target="_blank">desnutri&#xE7;&#xE3;o</a> ou mau funcionamento do f&#xED;gado.</li>

O uso de Trayenta Duo deverá ser interrompido antes de, ou no momento da realização de procedimentos de imagem, e não deve ser reiniciado até 48 horas após o exame, e desde que a função renal tenha sido reavaliada e se encontre estável.

Alguns medicamentos podem afetar negativamente a função renal, o que pode aumentar o risco de acidose láctica, como os anti-inflamatórios não esteroides (por exemplo, diclofenaco, ibuprofeno), inibidores seletivos da ciclooxigenase-2, inibidores da ECA (como ramipril e enalapril), antagonistas dos receptores da angiotensina II (como losartana), diuréticos (como hidroclorotiazida, furosemida). Informe seu médico se você utiliza esses medicamentos para que seja feito um controle rigoroso da função renal.

A metformina se liga aos transportadores de cátions orgânicos (OCT) e sua administração com outras substâncias que interferem nesses transportadores pode alterar a ação da metformina como, por exemplo:

  • <li>O uso de metformina juntamente com o medicamento <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-verapamil/bula" target="_blank">verapamil</a> pode diminuir o efeito da metformina; a rifampicina pode aumentar a absor&#xE7;&#xE3;o de metformina no est&#xF4;mago e intestino e assim aumentar o efeito da metformina; medicamentos como <a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">cimetidina</a>, dolutegravir, <a href="https://consultaremedios.com.br/ranolazina/bula" target="_blank">ranolazina</a>, trimetoprima, vendetanibe e <a href="https://consultaremedios.com.br/isavuconazol/pa" target="_blank">isavuconazol</a> podem diminuir a elimina&#xE7;&#xE3;o de&amp;nbsp;metformina pelos rins e assim aumentar a concentra&#xE7;&#xE3;o de metformina no sangue; os medicamentos <a href="https://consultaremedios.com.br/crizotinibe/bula" target="_blank">crizotinibe</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/olaparibe/bula" target="_blank">olaparibe</a> podem interferir no efeito da metformina e tamb&#xE9;m na sua elimina&#xE7;&#xE3;o pelos rins.</li>

Deve-se ter cuidado principalmente em casos de pacientes com mau funcionamento dos rins, pois no caso do uso desses medicamentos juntamente com metformina, a concentração de metformina no sangue pode aumentar. Se necessário, seu médico poderá fazer o ajuste na quantidade utilizada de metformina.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Trayenta Duo (Cloridrato de Metformina + Linagliptina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Estudos Cl&#xED;nicos</h3> <h4>Linagliptina como terapia associada &#xE0; metformina</h4> <p>A efic&#xE1;cia e a seguran&#xE7;a da terapia com linagliptina em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina em pacientes com controle glic&#xEA;mico insatisfat&#xF3;rio em monoterapia com metformina foram avaliadas em um estudo duplo-cego, controlado por placebo, com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. A linagliptina associada &#xE0; metformina forneceu melhora significativa na HbA1c (altera&#xE7;&#xE3;o de -0,64% em compara&#xE7;&#xE3;o a placebo), a partir de uma HbA1c basal m&#xE9;dia de 8%. A linagliptina tamb&#xE9;m mostrou melhora significativa na glicemia de jejum (GJ) de -21,1 mg/dL e na glicemia p&#xF3;s-prandial de 2 horas (GPP) de -67,1 mg/dL em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo, assim como levou uma maior propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes a atingir uma HbA1c alvo &lt;7,0%, (28,3% em linagliptina <em>versus</em> 11,4% em placebo). A incid&#xEA;ncia de hipoglicemia observada em pacientes tratados com linagliptina foi similar &#xE0;quela com placebo. O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos.<sup>1</sup></p> <p>Em um estudo de terapia inicial controlado por placebo, de desenho fatorial, com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o, linagliptina 2,5 mg administrada duas vezes ao dia em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina (500 mg ou 1000 mg duas vezes ao dia)&amp;nbsp;proporcionou melhora significativa nos par&#xE2;metros glic&#xEA;micos comparado com ambas as monoterapias, conforme resumido na tabela 1 (n&#xED;vel basal m&#xE9;dio de HbA1c de 8,65%).</p> <p><strong>Tabela 1. Par&#xE2;metros glic&#xEA;micos na visita final (estudo de 24 semanas) para grupos tratados com linagliptina e metformina isoladamente e em associa&#xE7;&#xE3;o em pacientes com diabetes </strong><em><strong>mellitus</strong>&amp;nbsp;</em><strong>tipo 2 n&#xE3;o adequadamente controlados com dieta e exerc&#xED;cios</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">&amp;nbsp;</td> <td style=\"text-align:center; width:136px\"><strong>Placebo</strong></td> <td style=\"text-align:center\"><strong>Linagliptina<br> 5 mg<br> uma vez ao<br> dia*</br></br></br></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:138px\"><strong>Metformina<br> 500 mg<br> duas vezes<br> ao dia</br></br></br></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:145px\"><strong>Linagliptina<br> 2,5 mg<br> duas vezes ao<br> dia*<br> +<br> Metformina<br> 500 mg<br> duas vezes ao<br> dia</br></br></br></br></br></br></br></br></strong></td> <td style=\"text-align:center\"><strong>Metformina<br> 1000 mg<br> duas vezes<br> ao dia</br></br></br></strong></td> <td style=\"text-align:center\"><strong>Linagliptina<br> 2,5 mg<br> duas vezes<br> ao dia*<br> +<br> Metformina<br> 1000 mg<br> duas vezes<br> ao dia</br></br></br></br></br></br></br></br></strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"7\" style=\"text-align:center\"><strong>HbA1c (%)</strong></td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">N&#xFA;mero de<br> pacientes</br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">n = 65</td> <td style=\"text-align:center\">n = 135</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">n = 141</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">n = 137</td> <td style=\"text-align:center\">n = 138</td> <td style=\"text-align:center\">n = 140</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Valor basal<br> (m&#xE9;dia)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">8,7</td> <td style=\"text-align:center\">8,7</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">8,7</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">8,7</td> <td style=\"text-align:center\">8,5</td> <td style=\"text-align:center\">8,7</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Altera&#xE7;&#xE3;o em<br> rela&#xE7;&#xE3;o ao valor<br> basal (m&#xE9;dia<br> ajustada)</br></br></br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">0,1</td> <td style=\"text-align:center\">-0,5</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">-0,6</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">-1,2</td> <td style=\"text-align:center\">-1,1</td> <td style=\"text-align:center\">-1,6</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Diferen&#xE7;a em<br> rela&#xE7;&#xE3;o ao placebo<br> (m&#xE9;dia ajustada)<br> (IC de 95%)</br></br></br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">-</td> <td style=\"text-align:center\">-0,6<br> (-0,9, -0,3)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">-0,8<br> (-1,0, -0,5)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">-1,3<br> (-1,6, -1,1)</br></td> <td style=\"text-align:center\">-1,2<br> (-1,5, 0,9)</br></td> <td style=\"text-align:center\">-1,7<br> (-2,0, -1,4)</br></td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Pacientes (n, %)<br> que atingiram<br> HbA1c &lt;7%</br></br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">7 (10,8)</td> <td style=\"text-align:center\">14 (10,4)</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">27 (19,1)</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">42 (30,7)</td> <td style=\"text-align:center\">43 (31,2)</td> <td style=\"text-align:center\">76 (54,3)</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Pacientes (%) que<br> receberam<br> medica&#xE7;&#xE3;o de<br> resgate</br></br></br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">29,2</td> <td style=\"text-align:center\">11,1</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">13,5</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">7,3</td> <td style=\"text-align:center\">8,0</td> <td style=\"text-align:center\">4,3</td> </tr> <tr> <td colspan=\"7\" style=\"text-align:center\"><strong>GJ (mg/dL)</strong></td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">N&#xFA;mero de<br> pacientes</br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">n = 61</td> <td style=\"text-align:center\">n = 134</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">n = 136</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">n = 135</td> <td style=\"text-align:center\">n = 132</td> <td style=\"text-align:center\">n = 136</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Valor basal<br> (m&#xE9;dia)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">203</td> <td style=\"text-align:center\">195</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">191</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">199</td> <td style=\"text-align:center\">191</td> <td style=\"text-align:center\">196</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Altera&#xE7;&#xE3;o em<br> rela&#xE7;&#xE3;o ao valor<br> basal (m&#xE9;dia<br> ajustada)</br></br></br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">10</td> <td style=\"text-align:center\">-9</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">-16</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">-33</td> <td style=\"text-align:center\">-32</td> <td style=\"text-align:center\">-49</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Diferen&#xE7;a em<br> rela&#xE7;&#xE3;o ao placebo<br> (m&#xE9;dia ajustada)<br> (IC de 95%)</br></br></br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">--</td> <td style=\"text-align:center\">-19<br> (-31, -6)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">-26<br> (-38, -14)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">-43<br> (-56, -31)</br></td> <td style=\"text-align:center\">-42<br> (-55, -30)</br></td> <td style=\"text-align:center\">-60<br> (-72, -47)</br></td> </tr> </tbody> </table> <p>*Dose di&#xE1;ria total de linagliptina &#xE9; equivalente a 5 mg.</p> <p>Redu&#xE7;&#xF5;es m&#xE9;dias na HbA1c em rela&#xE7;&#xE3;o ao basal foram, em geral, maiores para pacientes com valores de HbA1c basais mais altos. Os efeitos nos lip&#xED;dios plasm&#xE1;ticos foram, em geral, neutros. A redu&#xE7;&#xE3;o do peso corporal com a combina&#xE7;&#xE3;o de linagliptina e metformina foi similar &#xE0;quela observada para metformina isolada ou placebo; n&#xE3;o houve altera&#xE7;&#xE3;o em rela&#xE7;&#xE3;o ao basal para pacientes com linagliptina isolada. A incid&#xEA;ncia de hipoglicemia foi similar entre os grupos de tratamento (placebo 1,4%, linagliptina 5 mg 0%, metformina 2,1% e linagliptina 2,5 mg mais metformina duas vezes ao dia 1,4%).</p> <p>Al&#xE9;m disso, esse estudo incluiu pacientes (n=66) com <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hiperglicemia-sintomas-tratamento-e-consequencias/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hiperglicemia</a> mais grave (HbA1c basal &#x2265;11%), que foram tratados de forma aberta com linagliptina 2,5 mg e metformina 1000 mg duas vezes ao dia. Neste grupo de pacientes, o valor basal m&#xE9;dio de HbA1c foi 11,8% e a glicemia de jejum m&#xE9;dia foi 261,8 mg/dL. Redu&#xE7;&#xF5;es m&#xE9;dias em rela&#xE7;&#xE3;o&amp;nbsp;ao basal de -3,74% na HbA1c (n=48) e de -81,2 mg/dL na glicemia de jejum (n=41) foram observadas nos pacientes que completaram o per&#xED;odo de 24 semanas do estudo sem necessidade de terapia de resgate (n=48). Na an&#xE1;lise da &#xFA;ltima observa&#xE7;&#xE3;o (LOCF) incluindo todos os pacientes com medidas de desfechos prim&#xE1;rios (n=65) at&#xE9; a &#xFA;ltima observa&#xE7;&#xE3;o &#x201C;sem terapia de resgate&#x201D;, as altera&#xE7;&#xF5;es em rela&#xE7;&#xE3;o ao basal foram -3,19% para HbA1c e -73,6 mg/dL para glicemia de jejum.<sup>2</sup></p> <p>A efic&#xE1;cia e a seguran&#xE7;a da linagliptina 2,5 mg duas vezes ao dia <em>versus</em> 5 mg uma vez ao dia em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina em pacientes com controle glic&#xEA;mico insatisfat&#xF3;rio em monoterapia com metformina foram avaliadas em um estudo duplo-cego controlado por placebo de 12 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. Linagliptina (2,5 mg duas vezes ao dia e 5 mg uma vez ao dia) associada &#xE0; metformina proporcionou melhora significativa nos par&#xE2;metros glic&#xEA;micos comparada com o placebo. Linagliptina 5 mg uma vez ao dia e 2,5 mg duas vezes ao dia proporcionaram redu&#xE7;&#xF5;es compar&#xE1;veis (IC: -0,07; 0,19) e significativas de HbA1c de -0,80% (em rela&#xE7;&#xE3;o do basal de 7,98%) e -0,74 (em rela&#xE7;&#xE3;o do basal de 7,96%), comparado ao placebo, respectivamente.</p> <p>A incid&#xEA;ncia observada de hipoglicemia em pacientes tratados com linagliptina foi semelhante ao placebo (2,2% com linagliptina de 2,5 mg duas vezes ao dia, 0,9% com linagliptina de 5 mg uma vez ao dia e 2,3% com placebo).</p> <p>O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos. <sup>3</sup></p> <h4>Linagliptina como terapia associada &#xE0; combina&#xE7;&#xE3;o de metformina e sulfonilureia</h4> <p>Um estudo controlado por placebo, com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o, foi conduzido para avaliar a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da linagliptina 5 mg em rela&#xE7;&#xE3;o a placebo, em pacientes n&#xE3;o suficientemente controlados com uma associa&#xE7;&#xE3;o de metformina mais uma sulfonilureia. A linagliptina mostrou melhora significativa na HbA1c (altera&#xE7;&#xE3;o de -0,62% em compara&#xE7;&#xE3;o a placebo), a partir de uma HbA1c basal m&#xE9;dia de 8,14%.</p> <p>A linagliptina tamb&#xE9;m demonstrou melhora significativa na propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes atingindo uma HbA1c alvo de &lt;7,0% (31,2% em linagliptina <em>versus</em> 9,2% em placebo) e tamb&#xE9;m na glicemia de jejum com uma redu&#xE7;&#xE3;o de -12,7 mg/dL em compara&#xE7;&#xE3;o a placebo. O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos.<sup> 4</sup></p> <h4>Linagliptina em associa&#xE7;&#xE3;o &#xE0; metformina e insulina</h4> <p>Um estudo controlado por placebo de 24 semanas foi conduzido para avaliar a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da linagliptina (5 mg uma vez ao dia) associada &#xE0; insulina, com ou sem metformina. Neste estudo, 83% dos pacientes estavam tomando metformina em combina&#xE7;&#xE3;o com insulina. A linagliptina em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina mais insulina proporcionou melhoras significativas na HbA1c neste subgrupo com -0,68 (IC: -0,78; -0,57) de m&#xE9;dia basal ajustada (HbA1c basal m&#xE9;dia de 8,28%) em compara&#xE7;&#xE3;o a placebo em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina mais insulina. N&#xE3;o houve altera&#xE7;&#xE3;o significativa do peso corporal em ambos os grupos. <sup>5</sup></p> <h4>Linagliptina como terapia associada &#xE0; combina&#xE7;&#xE3;o de metformina e <a href=\"https://consultaremedios.com.br/empagliflozina/bula\" target=\"_blank\">empagliflozina</a></h4> <p>Em pacientes n&#xE3;o controlados adequadamente com metformina e empagliflozina (10 mg (n = 247) ou 25 mg (n = 217)), tratamento de 24 semanas com terapia associada &#xE0; linagliptina 5 mg mostrou redu&#xE7;&#xF5;es na m&#xE9;dia ajustada de HbA1c a partir do basal em -0,53% (diferen&#xE7;a significativa para a associa&#xE7;&#xE3;o ao placebo de -0,32% (IC 95% -0,25; - 0,13) e -0,58% (diferen&#xE7;a significativa para a associa&#xE7;&#xE3;o ao placebo de -0,47% (IC 95% -0,66; -0,28), respectivamente. Uma maior propor&#xE7;&#xE3;o estatisticamente significativa de pacientes com uma HbA1c basal &#x2265;7,0% e tratada com 5 mg de linagliptina alcan&#xE7;ou um alvo de HbA1c &lt;7% em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo.</p> <p>Nos subgrupos pr&#xE9;-especificados de pacientes com HbA1c basal maior ou igual a 8,5% (n = 66 e n = 42 pacientes tratados com metformina mais empagliflozina 10 mg ou 25 mg, respectivamente), redu&#xE7;&#xF5;es na m&#xE9;dia ajustada de HbA1c a partir do basal at&#xE9; 24 semanas em associa&#xE7;&#xE3;o com linagliptina 5 mg foram de -0,97% (p = 0,0875, para a diferen&#xE7;a da associa&#xE7;&#xE3;o ao placebo) e de -1,16% (p = 0,0046 para a diferen&#xE7;a da associa&#xE7;&#xE3;o ao placebo), respectivamente.<sup>6</sup></p> <h4>Dados de 24 meses de linagliptina como terapia associada &#xE0; metformina, em compara&#xE7;&#xE3;o &#xE0; glimepirida</h4> <p>Em um estudo comparando a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da adi&#xE7;&#xE3;o de linagliptina 5 mg ou glimepirida (um agente da classe das sulfonilureias) em pacientes com controle glic&#xEA;mico inadequado em uso de metformina em monoterapia, a linagliptina foi similar &#xE0; glimepirida na redu&#xE7;&#xE3;o da HbA1c, com uma diferen&#xE7;a m&#xE9;dia entre os tratamentos quanto &#xE0; queda da HbA1c a partir do valor basal at&#xE9; 104 semanas de +0,20% para linagliptina, em compara&#xE7;&#xE3;o a glimepirida.</p> <p>Neste estudo, a raz&#xE3;o entre pr&#xF3;-insulina e insulina, um marcador da efici&#xEA;ncia da s&#xED;ntese e libera&#xE7;&#xE3;o da insulina, mostrou uma melhora estatisticamente significativa com linagliptina, em compara&#xE7;&#xE3;o ao tratamento com glimepirida. A incid&#xEA;ncia de hipoglicemia no grupo com linagliptina (7,5%) foi significativamente mais baixa que aquela no grupo com glimepirida (36,1%). Os pacientes tratados com linagliptina exibiram uma redu&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia significativa no peso corporal, em compara&#xE7;&#xE3;o a um ganho de peso significativo nos pacientes que receberam glimepirida (-1,39 vs. +1,29 kg).<sup>7</sup></p> <h4>Linagliptina como terapia associada a pacientes idosos (com idade superior a 70 anos) com diabetes tipo 2</h4> <p>A efic&#xE1;cia e a seguran&#xE7;a da linagliptina em pacientes idosos (com idade superior a 70 anos) diab&#xE9;ticos tipo 2 foram avaliadas em um estudo duplo-cego com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. As doses dos medicamentos antidiab&#xE9;ticos utilizados como terapia de base foram mantidas est&#xE1;veis durante as primeiras 12 semanas, e ap&#xF3;s este per&#xED;odo permitiu-se ajustes das mesmas. Os pacientes receberam metformina e/ou sulfonilureia e/ou insulina como terapia de base. A linagliptina promoveu melhora significativa na HbA1c de -0,64% (95% IC -0,81, -0,48; p&lt;0,0001) em compara&#xE7;&#xE3;o com o placebo ap&#xF3;s 24 semanas, a partir de uma HbA1c basal de 7,8%.</p> <p>A linagliptina tamb&#xE9;m demonstrou melhora significativa na glicemia de jejum de -20,7 mg/dL (95% IC -30,2, -11,2; p&lt;0,0001) em compara&#xE7;&#xE3;o com o placebo. O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos. De forma geral, a incid&#xEA;ncia de hipoglicemia foi compar&#xE1;vel entre a linagliptina (2 de 45 pacientes, 4,4%) e placebo (nenhum de 22 pacientes, 0%) com terapia de base de metformina isolada. As taxas de hipoglicemia tamb&#xE9;m foram compar&#xE1;veis na terapia de base de insulina com ou sem metformina (13 de 35 pacientes, 37,1% tratados com linagliptina, e 6 de 15 pacientes, 40,0% tratados com placebo). No entanto, em uma terapia de base de sulfonilureia com ou sem metformina, relatou-se hipoglicemia em uma propor&#xE7;&#xE3;o maior de pacientes tratados com linagliptina (24 de 82 pacientes, 29,3%) comparado ao placebo (7 de 42 pacientes, 16,7%). N&#xE3;o houve diferen&#xE7;a nos eventos hipoglic&#xEA;micos graves entre a linagliptina e o placebo. <sup>8</sup></p> <p>Em uma an&#xE1;lise conjunta dos pacientes idosos (idade &#x2265; 70 anos) com diabetes tipo 2 (n = 183) que estavam tomando metformina e insulina basal como terapia de base, a linagliptina em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina mais insulina resultou em melhoras significativas na HbA1c com -0,81 (IC: -1,01, -0,61) de redu&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia ajustada a partir do basal (HbA1c basal m&#xE9;dia 8,13%) em compara&#xE7;&#xE3;o com placebo em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina mais insulina. N&#xE3;o houve diferen&#xE7;a clinicamente significativa na incid&#xEA;ncia de epis&#xF3;dios de hipoglicemia, em pacientes &#x2265; 70 anos (37,2% em linagliptina em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina e insulina <em>versus</em> 39,8% no grupo placebo em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina e insulina). <sup>5</sup></p> <h4>Linagliptina e associa&#xE7;&#xE3;o inicial com linagliptina e metformina (como combina&#xE7;&#xE3;o livre) em pacientes virgens de tratamento rec&#xE9;m-diagnosticados com hiperglicemia acentuada</h4> <p>A efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da associa&#xE7;&#xE3;o inicial de linagliptina 5 mg, uma vez por dia, e metformina, duas vezes ao dia (aumento gradual da dose nas primeiras 6 semanas at&#xE9; 1500 mg ou 2000 mg/d), em compara&#xE7;&#xE3;o com linagliptina 5 mg uma vez ao dia foram avaliadas num estudo de 24 semanas em pacientes virgens de tratamento rec&#xE9;mdiagnosticados com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2 e hiperglicemia acentuada (HbA1c basal 8,5 - 12,0%).</p> <p>Ap&#xF3;s 24 semanas tanto a linagliptina em monoterapia, bem como a associa&#xE7;&#xE3;o de linagliptina e metformina reduziram significativamente a HbA1c em -2,0% e -2,8% respectivamente, a partir de uma HbA1c basal de 9,9% e 9,8%, respectivamente. A diferen&#xE7;a entre os tratamentos, de -0,8% (95% IC -1,1 at&#xE9; -0,5), mostrou superioridade para a associa&#xE7;&#xE3;o em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; monoterapia (p &lt;0,0001). Notavelmente, 40% e 61% dos pacientes em monoterapia e terapia associada alcan&#xE7;aram HbA1c &lt;7,0%, respectivamente. <sup>9</sup></p> <h4>Risco cardiovascular</h4> <p>O tratamento com linagliptina n&#xE3;o foi associado a um aumento no risco cardiovascular em uma metan&#xE1;lise pr&#xE9;especificada e prospectiva de eventos cardiovasculares independentemente considerados, a partir de 19 estudos cl&#xED;nicos envolvendo 9.459 pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2. O desfecho prim&#xE1;rio (uma combina&#xE7;&#xE3;o de: ocorr&#xEA;ncia ou tempo para a primeira ocorr&#xEA;ncia de morte cardiovascular, infarto do mioc&#xE1;rdio n&#xE3;o fatal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/acidente-vascular-cerebral/c\" target=\"_blank\">acidente vascular cerebral</a> n&#xE3;o fatal ou hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/angina-instavel\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/angina/c\" target=\"_blank\">angina</a> inst&#xE1;vel) n&#xE3;o foi significativamente mais baixo para linagliptina <em>versus</em> comparadores ativos e placebo combinados [Raz&#xE3;o de risco 0,78 (95% de intervalo de confian&#xE7;a 0,55; 1,12)]. No total, ocorreram 60 eventos prim&#xE1;rios com a linagliptina e 62 com os comparadores.<sup> 10</sup></p> <p>Foi observada a ocorr&#xEA;ncia de eventos cardiovasculares a uma taxa similar entre a linagliptina e o placebo [Raz&#xE3;o de risco 1,09 (95% de intervalo de confian&#xE7;a 0,68; 1,75)]. Em estudos controlados com placebo, no total ocorreram 43 eventos prim&#xE1;rios (1,03%) com a linagliptina e 29 (1,35%) com o placebo. <sup>10</sup></p> <h4>Bioequival&#xEA;ncia</h4> <p>Os estudos de bioequival&#xEA;ncia em volunt&#xE1;rios saud&#xE1;veis demonstraram que os comprimidos de associa&#xE7;&#xE3;o de Cloridrato de Metformina + Linagliptina (linagliptina/cloridrato de metformina) s&#xE3;o bioequivalentes &#xE0; coadministra&#xE7;&#xE3;o de linagliptina e cloridrato de metformina como comprimidos individuais. <sup>11</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o dos comprimidos de Cloridrato de Metformina + Linagliptina 2,5/1000 mg com alimento n&#xE3;o resultou em altera&#xE7;&#xE3;o na exposi&#xE7;&#xE3;o geral de linagliptina. Com metformina, n&#xE3;o houve altera&#xE7;&#xE3;o na ASC (&#xE1;rea sob a curva ou AUC), no entanto, o pico m&#xE9;dio de concentra&#xE7;&#xE3;o s&#xE9;rica de metformina foi reduzido em 18% quando administrada com alimento. Foi observado atraso no tempo para atingir o pico m&#xE9;dio de concentra&#xE7;&#xF5;es s&#xE9;ricas em 2 horas para metformina em condi&#xE7;&#xF5;es com alimento. Essas altera&#xE7;&#xF5;es n&#xE3;o parecem ser clinicamente significativas. <sup>12</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Taskinen MR, Rosenstock J, Tamminen I, et al. Safety and efficacy of linagliptin as add-on therapy to metformin in patients with type 2 diabetes: a randomized, double-blind, placebo-controlled study. Diabetes Obes Metab. 2011;13(1):65-74.<br> 2. Haak T, Meinicke T, Jones R, et al. Initial combination of linagliptin and metformin improves glycaemic control in type 2 diabetes: a randomized, double-blind, placebo-controlled study. Diabetes Obes Metab. 2012;14(6):565-74.<br> 3. Ross SA, Rafeiro E, Meinicke T, et al. Efficacy and safety of linagliptin 2.5 mg twice daily <em>versus</em> 5 mg once daily in patients with type 2 diabetes inadequately controlled on metformin: a randomised, double-blind, placebo-controlled trial. Curr Med Res Opin. 2012;28(9):1465-74.<br> 4. Owens DR, Swallow R, Dugi KA, et al. Efficacy and safety of linagliptin in persons with type 2 diabetes inadequately controlled by a combination of metformin and sulphonylurea: a 24-week randomized study. Diabet Med. 2011;28(11):1352-61.<br> 5. Yki-j&#xE4;rvinen H, Rosenstock J, Dur&#xE1;n-garcia S, et al. Effects of adding linagliptin to basal insulin regimen for inadequately controlled type 2 diabetes: a &#x2265;52-week randomized, double-blind study. Diabetes Care. 2013;36(12):3875-81.<br> 6. Tinahones FJ, Gallwitz B, Nordaby M, et al. Linagliptin as add-on to empagliflozin and metformin in patients with type 2 diabetes: Two 24-week randomized, double-blind, double-dummy, parallel-group trials. Diabetes Obes Metab. 2016. DOI: 10.1111/dom.12814.<br> 7. Gallwitz B, Rosenstock J, Rauch T, et al. 2-year efficacy and safety of linagliptin compared with glimepiride in patients with type 2 diabetes inadequately controlled on metformin: a randomised, double-blind, noninferiority trial. Lancet. 2012;380(9840):475-83.<br> 8. Barnett AH, Huisman H, Jones R, et al. Linagliptin for patients aged 70 years or older with type 2 diabetes inadequately controlled with common antidiabetes treatments: a randomised, double-blind, placebo-controlled trial. Lancet. 2013;382(9902):1413-23.<br> 9. Ross SA, Caballero AE, Del prato S, et al. Initial combination of linagliptin and metformin compared with linagliptin monotherapy in patients with newly diagnosed type 2 diabetes and marked hyperglycaemia: a randomized, double-blind, active-controlled, parallel group, multinational clinical trial. Diabetes Obes Metab. 2015;17(2):136-44.<br> 10. Johansen OE, Neubacher D, Von eynatten M, et al. Cardiovascular safety with linagliptin in patients with type 2 diabetes <em>mellitus</em>: a pre-specified, prospective, and adjudicated meta-analysis of a phase 3 programme. Cardiovasc Diabetol. 2012;11:3.<br> 11. Buschke S, Ring A, Friedrich C, et al. Linagliptin fixed-dose combination with metformin is bioequivalent to co-administration of linagliptin and metformin as individual tablets. Int J Clin Pharmacol Ther. 2014;52(7):537- 48.<br> 12. Scheen AJ. Linagliptin plus metformin: a pharmacokinetic and pharmacodynamic evaluation. Expert Opin Drug Metab Toxicol. 2013;9(3):363-77.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas&amp;nbsp;</h2> <hr> <h3>Farmacodin&#xE2;mica</h3> <p>A linagliptina &#xE9; um inibidor da enzima DPP-4 (dipeptidil peptidase 4), uma enzima que est&#xE1; envolvida na inativa&#xE7;&#xE3;o dos horm&#xF4;nios incretinas GLP-1 e GIP (pept&#xED;deo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/glucagon/bula\" target=\"_blank\">glucagon</a> s&#xED;mile 1 e polipept&#xED;dio insulinotr&#xF3;pico dependente da <a href=\"https://consultaremedios.com.br/glicose/bula\" target=\"_blank\">glicose</a>). Estes horm&#xF4;nios s&#xE3;o rapidamente degradados pela enzima DPP-4. Ambos os horm&#xF4;nios incretinas est&#xE3;o envolvidos na regula&#xE7;&#xE3;o fisiol&#xF3;gica da homeostase de glicose. As incretinas s&#xE3;o secretadas em baixos n&#xED;veis basais ao longo do dia e os n&#xED;veis aumentam imediatamente ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o de uma refei&#xE7;&#xE3;o. GLP-1 e GIP aumentam a bioss&#xED;ntese de insulina e a secre&#xE7;&#xE3;o das c&#xE9;lulas beta pancre&#xE1;ticas na presen&#xE7;a de n&#xED;veis sangu&#xED;neos normais e elevados de glicose. Al&#xE9;m disso, o GLP-1 tamb&#xE9;m reduz a secre&#xE7;&#xE3;o de glucagon pelas c&#xE9;lulas alfa pancre&#xE1;ticas, resultando numa redu&#xE7;&#xE3;o da produ&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica de glicose. A linagliptina liga-se de forma muito eficaz &#xE0; enzima DPP-4 de maneira revers&#xED;vel e, dessa forma, leva a um aumento sustentado e um prolongamento dos n&#xED;veis de incretina ativa.</p> <p>A linagliptina aumenta a secre&#xE7;&#xE3;o de insulina e reduz a secre&#xE7;&#xE3;o de glucagon de forma dependente da glicose, resultando dessa maneira, em uma melhora global na homeostase glic&#xEA;mica. A linagliptina se liga seletivamente &#xE0; enzima DPP-4 e exibe uma seletividade &gt;10.000 vezes <em>versus</em> as enzimas DPP-8 e DPP-9 <em>in vitro</em>.</p> <p>O cloridrato de metformina &#xE9; uma biguanida com efeitos anti-hiperglicemiantes, reduzindo a glicemia basal e p&#xF3;sprandial. Ele n&#xE3;o estimula a secre&#xE7;&#xE3;o de insulina e, portanto, tem baixo risco de causar hipoglicemia.</p> <h4>O cloridrato de metformina pode agir por meio de 3 mecanismos:</h4> <ul> <li>Reduzindo a produ&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica de glicose, por inibi&#xE7;&#xE3;o da gliconeog&#xEA;nese e glicogen&#xF3;lise;</li> <li>Aumentando a sensibilidade &#xE0; insulina no m&#xFA;sculo, melhorando a capta&#xE7;&#xE3;o e a utiliza&#xE7;&#xE3;o perif&#xE9;rica de glicose;</li> <li>Retardando a absor&#xE7;&#xE3;o intestinal de glicose.</li> </ul> <p>O cloridrato de metformina estimula a s&#xED;ntese intracelular de glicog&#xEA;nio, agindo na enzima glicog&#xEA;nio sintase.</p> <p>Tamb&#xE9;m aumenta a capacidade de transporte de todos os tipos de transportadores de membrana de glicose (GLUTs) conhecidos at&#xE9; o momento.</p> <p>Em humanos, independentemente de sua a&#xE7;&#xE3;o sobre a glicemia, o cloridrato de metformina apresenta efeitos favor&#xE1;veis sobre o metabolismo de lip&#xED;deos. Isto foi demonstrado em doses terap&#xEA;uticas nos estudos cl&#xED;nicos controlados de m&#xE9;dio e longo prazo: o cloridrato de metformina reduz os n&#xED;veis de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/colesterol/c\" target=\"_blank\">colesterol</a> total, colesterol LDL e de triglic&#xE9;rides.</p> <h3>Farmacocin&#xE9;tica</h3> <p>As seguintes informa&#xE7;&#xF5;es refletem as propriedades farmacocin&#xE9;ticas das subst&#xE2;ncias ativas individuais de Cloridrato de Metformina + Linagliptina.</p> <h4>Linagliptina</h4> <p>A farmacocin&#xE9;tica da linagliptina foi extensamente caracterizada em indiv&#xED;duos sadios e pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2. Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de uma dose de 5 mg em volunt&#xE1;rios sadios, a linagliptina foi rapidamente absorvida, com o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica (T<sub>m&#xE1;x m&#xE9;dio</sub>) ocorrendo 1,5 horas ap&#xF3;s a dose.</p> <p>As concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas de linagliptina declinam pelo menos de maneira bif&#xE1;sica, com uma prolongada meia vida terminal (meia vida terminal para linagliptina maior que 100 horas), que est&#xE1; principalmente relacionada &#xE0; forte e satur&#xE1;vel liga&#xE7;&#xE3;o da linagliptina &#xE0; enzima DPP-4 e n&#xE3;o contribui para o ac&#xFA;mulo do f&#xE1;rmaco. A meia vida efetiva para acumula&#xE7;&#xE3;o da linagliptina, conforme determinada a partir da administra&#xE7;&#xE3;o oral de m&#xFA;ltiplas doses de 5 mg de linagliptina, &#xE9; de, aproximadamente, 12 horas. As concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas do estado de equil&#xED;brio s&#xE3;o atingidas ap&#xF3;s a terceira dose, em um regime de 5 mg de linagliptina uma vez ao dia.</p> <p>A ASC plasm&#xE1;tica da linagliptina aumentou aproximadamente 33% ap&#xF3;s doses de 5 mg no estado de equil&#xED;brio, em compara&#xE7;&#xE3;o &#xE0; primeira dose. Os coeficientes intra e interindiv&#xED;duos de varia&#xE7;&#xE3;o para a ASC da linagliptina foram pequenos (12,6% e 28,5%, respectivamente). A ASC plasm&#xE1;tica da linagliptina aumentou de uma maneira menor e proporcional &#xE0; dose. A farmacocin&#xE9;tica da linagliptina foi geralmente similar em indiv&#xED;duos sadios e em pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2.</p> <h5>Absor&#xE7;&#xE3;o</h5> <p>A biodisponibilidade absoluta da linagliptina &#xE9; de, aproximadamente, 30%. A coadministra&#xE7;&#xE3;o de refei&#xE7;&#xE3;o rica em gorduras com linagliptina n&#xE3;o teve efeito clinicamente relevante sobre a sua farmacocin&#xE9;tica, por isso a mesma pode ser administrada com ou sem alimentos. Estudos <em>in vitro</em> indicaram que a linagliptina &#xE9; um substrato da glicoprote&#xED;na-P (P-gp) e da isozima CYP3A4. Ritonavir, um potente inibidor da glicoprote&#xED;na-P e da isozima CYP3A4, levou a um aumento de duas vezes na exposi&#xE7;&#xE3;o (ASC) e a m&#xFA;ltipla coadministra&#xE7;&#xE3;o de linagliptina com rifampicina, um potente indutor da P-gp e da isozima CYP3A4, resultou em uma redu&#xE7;&#xE3;o de cerca de 40% na ASC no estado de equil&#xED;brio, presumivelmente por aumentar/reduzir a biodisponibilidade da linagliptina pela inibi&#xE7;&#xE3;o/indu&#xE7;&#xE3;o da glicoprote&#xED;na-P.</p> <h5>Distribui&#xE7;&#xE3;o</h5> <p>Como resultado da liga&#xE7;&#xE3;o aos tecidos, o volume aparente m&#xE9;dio de distribui&#xE7;&#xE3;o no estado de equil&#xED;brio, ap&#xF3;s uma dose intravenosa &#xFA;nica de 5 mg de linagliptina a indiv&#xED;duos sadios, &#xE9; de, aproximadamente, 1.110 litros; o que indica que a linagliptina se distribui extensamente pelos tecidos. A liga&#xE7;&#xE3;o da linagliptina &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> plasm&#xE1;ticas &#xE9; dependente da concentra&#xE7;&#xE3;o, diminuindo de cerca de 99% a 1 nmol/L, para 75-89% a &#x2265;30 nmol/L; o que reflete a satura&#xE7;&#xE3;o da liga&#xE7;&#xE3;o &#xE0; enzima DPP-4 com o aumento da concentra&#xE7;&#xE3;o de linagliptina. Em concentra&#xE7;&#xF5;es elevadas, quando a enzima DPP-4 est&#xE1; completamente saturada, 70-80% da linagliptina est&#xE1; ligada a outras prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas que n&#xE3;o a DPP-4, consequentemente 30-20% est&#xE1; livre no plasma.</p> <h5>Metabolismo</h5> <p>Ap&#xF3;s uma dose oral de 10 mg de linagliptina [14C], aproximadamente 5% da radiatividade foi excretada na urina. O metabolismo desempenha um papel secund&#xE1;rio na elimina&#xE7;&#xE3;o da linagliptina. Foi detectado, no estado de equil&#xED;brio da linagliptina, um metab&#xF3;lito principal com uma exposi&#xE7;&#xE3;o relativa de 13,3%, o qual mostrou ser farmacologicamente inativo e, dessa maneira, n&#xE3;o contribuir para a atividade inibidora da DPP-4 plasm&#xE1;tica exercida pela linagliptina.</p> <h5>Excre&#xE7;&#xE3;o</h5> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o de uma dose oral de linagliptina [14C] em indiv&#xED;duos sadios, aproximadamente 85% da radioatividade administrada foi eliminada nas fezes (80%) ou urina (5%) ap&#xF3;s 4 dias da dose. A depura&#xE7;&#xE3;o renal no estado de equil&#xED;brio foi de, aproximadamente, 70 mL/minuto.</p> <h5>Popula&#xE7;&#xF5;es Especiais</h5> <h6>Disfun&#xE7;&#xE3;o renal</h6> <p>Um estudo dose m&#xFA;ltipla, aberto, foi conduzido para avaliar a farmacocin&#xE9;tica da linagliptina (dose de 5 mg) em pacientes com v&#xE1;rios graus de disfun&#xE7;&#xE3;o renal cr&#xF4;nica em compara&#xE7;&#xE3;o a volunt&#xE1;rios com fun&#xE7;&#xE3;o renal normal. O estudo incluiu pacientes com disfun&#xE7;&#xE3;o renal classificada de acordo com a depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina como&amp;nbsp;leve (50 a &lt;80 mL/minuto), moderada (30 a &lt;50 mL/minuto) e grave (&lt;30 mL/minuto), bem como pacientes com doen&#xE7;a renal terminal sob <a href=\"https://consultaremedios.com.br/produtos-hospitalares/hemodialise/c\" target=\"_blank\">hemodi&#xE1;lise</a>. Al&#xE9;m disso, pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2 e insufici&#xEA;ncia renal grave (&lt;30 mL/minuto) foram comparados a pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2 com fun&#xE7;&#xE3;o renal normal. A depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina foi medida atrav&#xE9;s da medida de creatinina em urina de 24 horas ou estimada a partir da creatinina s&#xE9;rica com base na f&#xF3;rmula de <em>Cockcroft-Gault</em>:</p> <p>CrCl = [140 - idade (anos)] x peso (kg) [x 0,85 para pacientes do sexo feminino] / [72 x creatinina s&#xE9;rica (mg/dL)].</p> <p>Sob condi&#xE7;&#xF5;es de estado de equil&#xED;brio, a exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; linagliptina em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal leve foi compar&#xE1;vel &#xE0;quela nos indiv&#xED;duos sadios. Na insufici&#xEA;ncia renal moderada, um aumento moderado na exposi&#xE7;&#xE3;o, de cerca de 1,7 vezes, foi observado em compara&#xE7;&#xE3;o ao controle. A exposi&#xE7;&#xE3;o em pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2 com insufici&#xEA;ncia renal grave foi aumentada em cerca de 1,4 vezes comparada a pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2 com fun&#xE7;&#xE3;o renal normal. A previs&#xE3;o da ASC da linagliptina no estado de equil&#xED;brio, em pacientes com doen&#xE7;a renal terminal sob hemodi&#xE1;lise, indicou exposi&#xE7;&#xE3;o compar&#xE1;vel &#xE0;quela de pacientes com insufici&#xEA;ncia renal moderada ou grave.</p> <p>Al&#xE9;m disso, n&#xE3;o se espera que a linagliptina seja eliminada em grau terapeuticamente significativo por hemodi&#xE1;lise ou di&#xE1;lise peritoneal. Portanto, nenhum ajuste de dose da linagliptina &#xE9; necess&#xE1;rio em pacientes com qualquer grau de disfun&#xE7;&#xE3;o renal. Al&#xE9;m disso, disfun&#xE7;&#xE3;o renal leve n&#xE3;o teve efeito sobre a farmacocin&#xE9;tica da linagliptina em pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2, conforme avaliado pela an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica populacional.</p> <h6>Disfun&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica</h6> <p>Em pacientes com disfun&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica leve, moderada e grave (segundo a classifica&#xE7;&#xE3;o de Child-Pugh), a ASC e C<sub>m&#xE1;x</sub> m&#xE9;dias da linagliptina mostraram-se similares &#xE0;quelas dos correspondentes controles sadios, ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o de m&#xFA;ltiplas doses de 5 mg de linagliptina. Nenhum ajuste de dose da linagliptina &#xE9; necess&#xE1;rio para pacientes com disfun&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica leve, moderada ou grave.</p> <h6><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/como-calcular-imc/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">&#xCD;ndice de Massa Corporal</a> (IMC)</h6> <p>Nenhum ajuste de dose &#xE9; necess&#xE1;rio com base no IMC. O &#xED;ndice de massa corporal n&#xE3;o teve efeito clinicamente relevante sobre a farmacocin&#xE9;tica da linagliptina, com base em uma an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica populacional de dados de Fase I e Fase II.</p> <h6>Sexo</h6> <p>Nenhum ajuste de dose &#xE9; necess&#xE1;rio com base no sexo. O sexo n&#xE3;o teve efeito clinicamente relevante sobre a farmacocin&#xE9;tica da linagliptina, com base em uma an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica populacional de dados de Fase I e de Fase II.</p> <h6>Idosos</h6> <p>Nenhum ajuste de dose &#xE9; requerido com base na idade, j&#xE1; que a idade n&#xE3;o teve um impacto clinicamente relevante sobre a farmacocin&#xE9;tica da linagliptina com base em uma an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica populacional de dados de Fase I e de Fase II. Indiv&#xED;duos idosos (65 a 80 anos de idade) tiveram concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas de linagliptina compar&#xE1;veis &#xE0;s de indiv&#xED;duos mais jovens.</p> <h6>Crian&#xE7;as</h6> <p>Ainda n&#xE3;o foram realizados estudos caracterizando a farmacocin&#xE9;tica da linagliptina em pacientes pedi&#xE1;tricos.</p> <h6>Ra&#xE7;a</h6> <p>Nenhum ajuste de dose &#xE9; necess&#xE1;rio com base na ra&#xE7;a. A ra&#xE7;a n&#xE3;o teve efeito &#xF3;bvio sobre as concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas de linagliptina com base em uma an&#xE1;lise composta de dados farmacocin&#xE9;ticos dispon&#xED;veis, incluindo pacientes de origem caucasiana, hisp&#xE2;nica, afro-americana e asi&#xE1;tica. Al&#xE9;m disso, as caracter&#xED;sticas farmacocin&#xE9;ticas da linagliptina mostraram-se similares nos estudos de Fase I com volunt&#xE1;rios sadios japoneses, chineses e caucasianos e com pacientes diab&#xE9;ticos tipo 2 afro-americanos.</p> <h4>Metformina</h4> <h5>Absor&#xE7;&#xE3;o</h5> <p>Ap&#xF3;s uma dose oral de metformina, T<sub>m&#xE1;x</sub> foi atingido em 2,5 horas. A biodisponibilidade absoluta de um comprimido de 500 mg ou 850 mg de cloridrato de metformina &#xE9; de aproximadamente 50-60% em volunt&#xE1;rios saud&#xE1;veis. Ap&#xF3;s uma dose oral, a fra&#xE7;&#xE3;o n&#xE3;o absorvida recuperada nas fezes foi de 20-30%.</p> <p>Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral, a absor&#xE7;&#xE3;o de cloridrato de metformina &#xE9; satur&#xE1;vel e incompleta. &#xC9; assumido que a farmacocin&#xE9;tica da absor&#xE7;&#xE3;o do cloridrato de metformina n&#xE3;o seja linear.</p> <p>Nas doses e esquemas de administra&#xE7;&#xE3;o de dose recomendadas de cloridrato de metformina, as concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas do estado de equil&#xED;brio s&#xE3;o atingidas dentro de 24 a 48 horas e s&#xE3;o geralmente menores que 1 micrograma/mL. Em estudos cl&#xED;nicos controlados, os n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos m&#xE1;ximos (C<sub>m&#xE1;x</sub>) de cloridrato de metformina n&#xE3;o ultrapassaram 5 microgramas/mL, mesmo nas doses m&#xE1;ximas.</p> <p>O alimento reduz a extens&#xE3;o e atrasa ligeiramente a absor&#xE7;&#xE3;o de cloridrato de metformina. Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o de uma dose de 850 mg, foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 40% do pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica, uma redu&#xE7;&#xE3;o de 25% na ASC (&#xE1;rea sob a curva) e um prolongamento de 35 minutos do tempo at&#xE9; o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica. A relev&#xE2;ncia cl&#xED;nica dessas redu&#xE7;&#xF5;es &#xE9; desconhecida.</p> <h5>Distribui&#xE7;&#xE3;o</h5> <p>A liga&#xE7;&#xE3;o &#xE0; prote&#xED;na plasm&#xE1;tica &#xE9; insignificante. O cloridrato de metformina se distribui nos eritr&#xF3;citos.</p> <p>O pico sangu&#xED;neo &#xE9; menor do que o pico plasm&#xE1;tico e aparece aproximadamente ao mesmo tempo. As hem&#xE1;cias, mais provavelmente, representam um compartimento secund&#xE1;rio de distribui&#xE7;&#xE3;o. O volume m&#xE9;dio de distribui&#xE7;&#xE3;o (Vd) variou entre 63-276 L.</p> <h5>Metabolismo</h5> <p>O cloridrato de metformina &#xE9; excretado inalterado na urina. N&#xE3;o foram identificados metab&#xF3;litos em humanos.</p> <h5>Elimina&#xE7;&#xE3;o</h5> <p>A depura&#xE7;&#xE3;o renal de cloridrato de metformina &#xE9; &gt; 400 mL/min, indicando que o cloridrato de metformina &#xE9; eliminado por filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular e secre&#xE7;&#xE3;o tubular. Ap&#xF3;s uma dose oral, a meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o terminal aparente &#xE9; de aproximadamente 6,5 horas.</p> <p>Se houver comprometimento na fun&#xE7;&#xE3;o renal, a depura&#xE7;&#xE3;o renal &#xE9; reduzida proporcionalmente &#xE0; creatinina e, portanto, a meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; prolongada, levando a n&#xED;veis elevados de cloridrato de metformina no plasma.</p> <h5>Popula&#xE7;&#xF5;es especiais</h5> <h6>Pedi&#xE1;trica</h6> <p>Estudo de dose &#xFA;nica: Ap&#xF3;s doses &#xFA;nicas de metformina de 500 mg, os pacientes pedi&#xE1;tricos demonstraram um perfil farmacocin&#xE9;tico semelhante ao observado em adultos saud&#xE1;veis.</p> <p>Estudo de doses m&#xFA;ltiplas: Os dados est&#xE3;o restritos a um estudo. Ap&#xF3;s doses repetidas de 500 mg, duas vezes ao dia por 7 dias em pacientes pedi&#xE1;tricos, o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica (C<sub>m&#xE1;x</sub>) e a exposi&#xE7;&#xE3;o sist&#xEA;mica (ASC0-t) foram reduzidos em aproximadamente 33% e 40%, respectivamente, em compara&#xE7;&#xE3;o aos adultos diab&#xE9;ticos que receberam doses repetidas de 500 mg, duas vezes ao dia, por 14 dias. Como a dose &#xE9; individualmente titulada com base no controle glic&#xEA;mico, estas observa&#xE7;&#xF5;es s&#xE3;o de relev&#xE2;ncia cl&#xED;nica limitada.</p> <h6>Disfun&#xE7;&#xE3;o Renal</h6> <p>Os dados dispon&#xED;veis em indiv&#xED;duos com disfun&#xE7;&#xE3;o renal moderada s&#xE3;o escassos e n&#xE3;o podem ser feitas estimativas confi&#xE1;veis da exposi&#xE7;&#xE3;o sist&#xEA;mica &#xE0; metformina nesse subgrupo quando comparado com indiv&#xED;duos com fun&#xE7;&#xE3;o renal normal. Portanto, a adequa&#xE7;&#xE3;o da dose deve ser feita a partir das considera&#xE7;&#xF5;es de efic&#xE1;cia/tolerabilidade cl&#xED;nica.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Trayenta Duo?

Mantenha em temperatura ambiente (15 °C a 30 °C), protegido da umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Trayenta Duo&nbsp;2,5/500 mg

O comprimido de Trayenta Duo 2,5/500 mg é amarelo claro, oval, biconvexo, com o símbolo da empresa Boehringer Ingelheim em uma face e D2/500 na outra.

Trayenta Duo&nbsp;2,5/850 mg

O comprimido de Trayenta Duo 2,5/850 mg é laranja claro, oval, biconvexo, com o símbolo da empresa Boehringer Ingelheim em uma face e D2/850 na outra.

Trayenta Duo&nbsp;2,5/1000 mg

O comprimido de Trayenta Duo 2,5/1000 mg é rosa claro, oval, biconvexo, com o símbolo da empresa Boehringer Ingelheim em uma face e D2/1000 na outra.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Trayenta Duo

Comprimidos revestidos de 2,5/500 mg, 2,5/850 mg ou 2,5/1000 mg

  • <li>Bl&#xED;steres com 60 comprimidos.</li> <li>Frascos com 60 comprimidos.</li>

Uso oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Trayenta Duo

MS – 1.0367.0170

Farm. Resp.:
Ana Carolina Scandura Cardillo
CRF-SP 22440

Importado e embalado por:
Boehringer Ingelheim do Brasil Quím. e Farm. Ltda
Rod. Régis Bittencourt, km 286
Itapecerica da Serra - SP
CNPJ 60.831.658/0021-10
Indústria Brasileira




SAC
0800-7016633

Fabricado por (embalagem frasco):
Boehringer Ingelheim Promeco S.A de C.V.
Cidade do México, México.

Fabricado por (embalagem blíster):

Boehringer Ingelheim Pharma GmbH & Co. KG
Ingelheim am Rhein, Alemanha

Venda sob prescrição médica.

2,5mg + 1000mg, caixa com 60 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Cloridrato De Metformina + Linagliptina
Classe Terapêutica
:
Associações de Inibidores DPP-IV com Biguanidas
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Diabetes
Especialidade
:
Endocrinologia

Bula do medicamento

Trayenta Duo, para o que é indicado e para o que serve?

Trayenta Duo é indicado como adjuvante da dieta e do exercício, para melhorar o controle glicêmico (nível sanguíneo de açúcar) em pacientes com diabetes mellitus tipo 2, em que a dose máxima tolerada de metformina sozinha não proporciona um controle adequado ou em pacientes que já estão sendo tratados com a combinação linagliptina e metformina e apresentam controle adequado. Pode ser utilizado em associação à sulfonilureia (como terapia de associação tripla) como adjuvante à dieta e exercício físico em pacientes em que as doses máximas toleradas de metformina e da sulfonilureia não proporcionam um controle glicêmico adequado.

Pode ser utilizado em associação à insulina (como terapia de associação tripla) como adjuvante à dieta e exercício físico para melhorar o controle glicêmico em pacientes quando a insulina e metformina isoladamente não proporcionam um controle glicêmico adequado. Também pode ser utilizado em combinação com um inibidor de SGLT-2 (ou seja, terapia de combinação tripla) como adjuvante à dieta e exercício físico em pacientes não controlados adequadamente com as doses máximas de metformina e do inibidor de SGLT-2.

Quais as contraindicações do Trayenta Duo?

Você não deve usar Trayenta Duo se tiver as seguintes condições:

  • <li>Alergia &#xE0; linagliptina e/ou ao <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-metformina/bula" target="_blank">cloridrato de metformina</a> ou a qualquer um dos componentes da f&#xF3;rmula; qualquer tipo de acidose metab&#xF3;lica aguda, como acidose l&#xE1;ctica e cetoacidose diab&#xE9;tica (doen&#xE7;a em que o sangue fica repleto de cetonas, que s&#xE3;o subst&#xE2;ncias que o corpo produz quando utiliza gordura em vez de <a href="https://consultaremedios.com.br/glicose/bula" target="_blank">glicose</a> para obter energia, devido &#xE0; aus&#xEA;ncia de insulina); pr&#xE9;coma diab&#xE9;tico; insufici&#xEA;ncia renal grave (depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina do sangue &lt; 30 mL/min ou taxa de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular estimada &lt; 30 mL/min/1,73 m<sup>2</sup>); condi&#xE7;&#xF5;es agudas que alterem a fun&#xE7;&#xE3;o dos rins como <a href="https://minutosaudavel.com.br/desidratacao/" rel="noopener" target="_blank">desidrata&#xE7;&#xE3;o</a>, infec&#xE7;&#xE3;o grave, choque (redu&#xE7;&#xE3;o muito grande da irriga&#xE7;&#xE3;o de sangue nos tecidos), uso de medicamentos com contraste &#xE0; base de <a href="https://consultaremedios.com.br/b/iodo" target="_blank"/><a href="https://consultaremedios.com.br/iodo/pa" target="_blank">iodo</a>; doen&#xE7;as que causem falta de irriga&#xE7;&#xE3;o sangu&#xED;nea nos tecidos (como mau funcionamento do cora&#xE7;&#xE3;o ou pulm&#xF5;es, <a href="https://minutosaudavel.com.br/infarto/" rel="noopener" target="_blank">infarto</a> recente ou choque); mau funcionamento do <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c" target="_blank">f&#xED;gado</a>; intoxica&#xE7;&#xE3;o por &#xE1;lcool e <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alcoolismo/c" target="_blank">alcoolismo</a>.</li>

Como usar o Trayenta Duo?

Para abrir o frasco, pressione a tampa para baixo e gire-a ao mesmo tempo. Fechar firmemente após o uso.

O comprimido de Trayenta Duo deve ser ingerido por via oral. A dose recomendada para pacientes com função renal normal (taxa de filtração glomerular (TFG) > 90 mL/min) é um comprimido de 2,5/500 mg, 2,5/850 mg ou 2,5/1000 mg duas vezes ao dia conforme prescrito pelo seu médico, juntamente com as refeições para reduzir os efeitos indesejáveis no sistema digestivo associados à metformina.

Seu médico prescreverá Trayenta Duo tanto sozinho quanto em combinação a outro antidiabético da classe das sulfonilureias, se necessário. É importante que você continue a seguir a dieta e/ou exercício indicados enquanto estiver em tratamento com Trayenta Duo.

A dose diária máxima recomendada de Trayenta Duo é de 5 mg de linagliptina e de 2000 mg de metformina.

Pacientes com controle inadequado do diabetes na dose máxima tolerada de metformina isoladamente

  • <li>A dose inicial padr&#xE3;o &#xE9; de linagliptina 2,5 mg, duas vezes ao dia (dose di&#xE1;ria total de 5 mg) mais a dose de metformina que j&#xE1; est&#xE1; sendo utilizada.</li>

Pacientes migrando da administração de linagliptina e metformina em comprimidos separados para associação em dose fixa

  • <li>Trayenta Duo deve ser iniciado nas doses de linagliptina e metformina que j&#xE1; est&#xE3;o sendo utilizadas.</li>

Pacientes inadequadamente controlados com a terapia de associação dupla com a dose máxima tolerada de metformina e uma sulfonilureia

  • <li>Dose de 2,5 mg de linagliptina, duas vezes ao dia (dose di&#xE1;ria total de 5 mg) e uma dose de metformina similar &#xE0; dose que j&#xE1; est&#xE1; sendo utilizada. Quando Trayenta Duo &#xE9; utilizado em associa&#xE7;&#xE3;o com uma sulfonilureia, uma dose menor desta pode ser necess&#xE1;ria para reduzir o risco de <a href="https://minutosaudavel.com.br/hipoglicemia/" rel="noopener" target="_blank">hipoglicemia</a>.</li>

Para pacientes inadequadamente controlados com a terapia de associação dupla com insulina e a dose máxima tolerada de metformina

  • <li>Dose de 2,5 mg duas vezes ao dia (dose di&#xE1;ria total de 5 mg) e uma dose de metformina similar &#xE0; dose que j&#xE1; est&#xE1; sendo utilizada. Quando Trayenta Duo &#xE9; utilizado em associa&#xE7;&#xE3;o com a insulina, uma dose menor de insulina pode ser necess&#xE1;ria para reduzir o risco de hipoglicemia.</li>

Disfunção renal

  • <li>O&amp;nbsp;m&#xE9;dico dever&#xE1; monitorar a fun&#xE7;&#xE3;o renal do paciente antes de iniciar o tratamento com medicamentos que cont&#xE9;m metformina e, depois, pelo menos uma vez ao ano.</li>

Esse monitoramento deve ser mais frequente para pacientes com maior risco de piora da função dos rins e em idosos.

Trayenta Duo paode ser empregado em pacientes com disfunção renal moderada estágio 3 (depuração de creatinina entre 30 e 59 mL/min ou taxa de filtração glomerular estimada [TFGe] entre 30 e 59 mL/min/1,73 m2 ) somente na ausência de outras condições que possam aumentar o risco de acidose láctica e com os seguintes ajustes na posologia:
  • <li>A dose inicial &#xE9; de 500 mg ou 850 mg de cloridrato de metformina ao dia. A dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria recomendada &#xE9; de 1000 mg.</li>

Para os pacientes com TFG < 60 mL/min o médico deverá avaliar os fatores que podem aumentar o risco de acidose láctica antes de iniciar o tratamento com metformina.

A função renal deve ser rigorosamente monitorada a cada 3-6 meses em pacientes com depuração de creatinina entre 45 e 59 mL/min ou TFGe entre 45 e 59 mL/min/1,73 m2 e a cada 3 meses em pacientes com depuração de creatinina entre 30 e 44 mL/min ou TFGe entre 30 e 44 mL/min/1,73 m2.

Caso a depuração de creatinina ou a TFGe caiam para valores abaixo de 45 mL/min ou 45 mL/min/1,73m2, respectivamente, devem ser avaliados os benefícios e os riscos da continuidade do tratamento com metformina.

Caso a depuração de creatinina ou a TFGe caiam para valores abaixo de 30 mL/min ou 30 mL/min/1,73m2, respectivamente, o tratamento com metformina deve ser interrompido imediatamente.

Caso a concentração adequada de Trayenta Duo não esteja disponível, deve-se administrar as substâncias separadamente ao invés da apresentação em dose fixa combinada.

Trayenta Duo é contraindicado em pacientes com mau funcionamento do fígado devido à metformina.

Idosos devem ter sua função dos rins monitorada regularmente.

Não é recomendado para uso em crianças abaixo de 18 anos devido à falta de dados sobre segurança e eficácia nessa população.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Trayenta Duo funciona?

Trayenta Duo atua no tratamento do diabetes mellitus tipo 2 através da associação de dois componentes:

  • <li>Linagliptina e cloridrato de metformina.</li>

A linagliptina faz o pâncreas produzir maior quantidade de insulina e menor quantidade do hormônio glucagon, ajudando assim a controlar o nível de açúcar no sangue. Esse componente inibe a enzima dipeptidil peptidase-4 (DPP4), responsável pela inativação dos hormônios incretínicos, como o peptídeo glucagon símile 1 (GLP-1). O GLP-1 é liberado pelo intestino após ingestão de alimentos e estimula a secreção de insulina pelo pâncreas. Assim, ao inibir a DPP-4, a linagliptina permite que o hormônio GLP-1 atue por mais tempo, liberando insulina conforme necessidade de seu organismo.

O cloridrato de metformina atua impedindo o aumento do nível de açúcar no sangue, reduzindo a produção de glicose pelo fígado, aumentando a captação de glicose nos tecidos periféricos e/ou retardando a absorção de glicose no intestino. Não estimula a secreção de insulina e, portanto, tem baixo risco de produzir hipoglicemia (queda nos níveis de açúcar no sangue).

Após administração oral, Trayenta Duo é rapidamente absorvido e chega à corrente sanguínea. A linagliptina e o cloridrato de metformina atingem o pico de maior concentração no sangue 1,5 hora e 2,5 horas após tomada da dose, respectivamente.

Quais cuidados devo ter ao usar o Trayenta Duo?

Trayenta Duo não deve ser usado em pacientes com diabetes mellitus tipo 1 (ou seja, se seu corpo não produz insulina).

Se houver suspeita de inflamação aguda do pâncreas, deve-se descontinuar o uso de Trayenta Duo.

A linagliptina ou metformina em uso isolado não estão associadas a episódios de hipoglicemia, em geral.

Em estudos clínicos nos quais os pacientes usaram linagliptina associada a agentes que têm baixo risco de causar hipoglicemia (por exemplo, metformina, tiazolidinedionas), o número de episódios de hipoglicemia relatados com linagliptina foi similar ao número de episódios nos pacientes que tomaram placebo.

As sulfonilureias (como glimepirida) são conhecidas por causar hipoglicemia. Portanto, é preciso ter cuidado ao tomar este medicamento em associação a sulfonilureia. Pode ser necessário reduzir a dose da sulfonilureia.

A insulina é conhecida por causar hipoglicemia. Portanto, aconselha-se cautela quando Trayenta Duo for utilizado em combinação com insulina. Neste caso, pode-se considerar uma redução na dose de insulina.

Acidose láctica

Os pacientes e/ou cuidadores devem estar atentos sobre o risco de acidose láctica, caracterizada por dispneia acidótica (falta de ar por acúmulo de ácido no sangue), dor abdominal, cãibras musculares, astenia (sensação de fraqueza), hipotermia (queda da temperatura do corpo) seguida de coma. Em caso de suspeita dos sintomas, você deve parar de tomar metformina e procurar atendimento médico imediatamente.

Seu médico deverá fazer seu diagnóstico, baseando-se também em achados laboratoriais.

A acidose láctica é uma complicação metabólica muito rara, porém grave, que ocorre com maior frequência em casos de piora do funcionamento dos rins, doença cardiorrespiratória (doença do coração e/ou dos pulmões) ou sepse (infecção generalizada grave). Quando há piora da função renal, ocorre acúmulo de metformina, o que aumenta o risco de acidose láctica.

Em caso de desidratação (como casos de diarreia grave ou vômitos, febre ou ingestão reduzida de líquidos), o uso da metformina deve ser temporariamente interrompido e o paciente deve entrar em contato com o médico.

Os medicamentos que podem prejudicar gravemente a função renal tais como anti-hipertensivos (como captopril, losartana, nifedipina), diuréticos (como hidroclorotiazida, furosemida), e anti-inflamatórios não esteroides (como diclofenaco, ibuprofeno), devem ser iniciados com precaução em pacientes tratados com metformina.

Outros fatores de risco para acidose láctica são: consumo excessivo de álcool, mau funcionamento do fígado, controle inadequado do diabetes, cetose, jejum prolongado, e condições associadas à falta de irrigação sanguínea nos tecidos (como mau funcionamento do coração e infarto agudo do miocárdio), bem como a utilização ao mesmo tempo de medicamentos que possam causar acidose láctica (como, por exemplo, uso de anti-inflamatórios não esteroides como diclofenaco, ibuprofeno).

Exames de imagem

  • <li>Seu m&#xE9;dico dever&#xE1; descontinuar seu tratamento com Trayenta Duo antes ou no momento da realiza&#xE7;&#xE3;o de exames de imagem que utilizem contraste &#xE0; base de iodo, e o medicamento n&#xE3;o dever&#xE1; ser reiniciado at&#xE9; ao menos 48 horas ap&#xF3;s o exame, e somente ap&#xF3;s avalia&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins.</li>

Função renal

  • <li>A fun&#xE7;&#xE3;o dos rins (taxa de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular) deve ser monitorada antes do in&#xED;cio do tratamento e tamb&#xE9;m regularmente durante o tratamento com esse medicamento. Trayenta Duo &#xE9; contraindicado para pacientes com insufici&#xEA;ncia renal grave (taxa de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular &lt; 30 mL/min) e deve ser temporariamente descontinuado caso o paciente apresente altera&#xE7;&#xF5;es na fun&#xE7;&#xE3;o dos rins.</li>

Função cardíaca

  • <li>Pacientes com <a href="https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/" rel="noopener" target="_blank">insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> (mau funcionamento do cora&#xE7;&#xE3;o) tem maior risco de diminui&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins e redu&#xE7;&#xE3;o da irriga&#xE7;&#xE3;o de sangue nos tecidos. Em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca est&#xE1;vel, Trayenta Duo pode ser usado com um monitoramento regular das fun&#xE7;&#xF5;es dos rins e do cora&#xE7;&#xE3;o. Trayenta Duo n&#xE3;o deve ser utilizado em caso de insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca aguda ou inst&#xE1;vel.</li>

Cirurgias

  • <li>Nos casos de cirurgias sob efeito de anestesia geral, raquidiana ou peridural, o tratamento com metformina dever&#xE1; ser descontinuado no momento da cirurgia e n&#xE3;o poder&#xE1; ser reiniciado antes de 48 horas ap&#xF3;s a cirurgia ou rein&#xED;cio da alimenta&#xE7;&#xE3;o, e somente se a fun&#xE7;&#xE3;o dos rins tiver sido reavaliada e se mostrar estabelecida. Nesses casos, seu m&#xE9;dico saber&#xE1; avaliar o momento correto de voltar o tratamento com Trayenta Duo.</li>

Artralgia

  • <li>Artralgia grave e debilitante foi reportada em pacientes que utilizam medicamentos da mesma classe de Trayenta Duo. Portanto, informe seu m&#xE9;dico caso sinta dores graves nas articula&#xE7;&#xF5;es, para que ele avalie a necessidade de descontinuar o uso do medicamento, se apropriado.</li>

Se houver suspeita de penfigoide bolhoso (bolhas grandes e muito firmes e que demoram muitos dias para se romper), deve-se descontinuar o uso de Trayenta Duo.

Não há estudos sobre os efeitos na capacidade de dirigir e operar máquinas.

Fertilidade, gravidez e amamentação

O uso de Trayenta Duo não é recomendado durante a gravidez, por não haver estudos suficientes com essa população. Caso você tenha diabetes e planeje engravidar, seu médico avaliará o melhor tratamento alternativo para controlar seu nível de açúcar no sangue.

A metformina é excretada no leite humano, mas não se sabe sobre a linagliptina. Trayenta Duo não deve ser usado durante a amamentação.

Nenhum estudo sobre o efeito na fertilidade humana foi conduzido com Trayenta Duo.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Trayenta Duo?

  • <li>Rea&#xE7;&#xF5;es comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): diarreia**, lipase aumentada (enzima que pode ser verificada com exame de sangue para diagnosticar alguma altera&#xE7;&#xE3;o no p&#xE2;ncreas).</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): nasofaringite (infec&#xE7;&#xE3;o de nariz e faringe)*, hipersensibilidade (alergia)*, <a href="https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/tosse/c" target="_blank">tosse</a>*, diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite**, n&#xE1;usea (enjoo)**, v&#xF4;mito**, prurido (coceira)**, <em>rash </em>(vermelhid&#xE3;o)***, amilase aumentada (enzima que pode ser verificada com exame de sangue para diagnosticar alguma altera&#xE7;&#xE3;o no p&#xE2;ncreas).</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): <a href="https://minutosaudavel.com.br/angioedema-o-que-e-complicacoes-como-tratar-e-muito-mais/" rel="noopener" target="_blank">angioedema</a> (vermelhid&#xE3;o na pele e incha&#xE7;o das mucosas, como l&#xED;ngua e l&#xE1;bios)***, <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a> (placas avermelhadas e elevadas na pele, geralmente com coceira) ** e *** , ulcera&#xE7;&#xE3;o de boca (feridas na boca)***, penfigoide bolhoso (bolhas grandes e muito firmes e que demoram muitos dias para se romper)***.</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es com frequ&#xEA;ncia desconhecida (n&#xE3;o &#xE9; poss&#xED;vel determinar a partir dos dados dispon&#xED;veis): <a href="https://minutosaudavel.com.br/pancreatite/" rel="noopener" target="_blank">pancreatite</a> (inflama&#xE7;&#xE3;o do p&#xE2;ncreas)*.</li>

*Reações adversas também relatadas em pacientes tratados com linagliptina isoladamente.
**Reações adversas também relatadas em pacientes que receberam metformina isoladamente.
***Reações adversas identificadas em experiência pós-comercialização com linagliptina.

Distúrbios gastrointestinais como dor abdominal, enjoo, vômitos, diarreia e diminuição do apetite ocorrem mais frequentemente durante o início da terapia com cloridrato de metformina e se resolvem espontaneamente na maioria dos casos. Para prevenção, recomenda-se que Trayenta Duo seja tomado em 2 doses diárias durante ou após as refeições.

Para a combinação deste medicamento com sulfonilureia a reação adversa adicional mais frequente (muito comum) foi a hipoglicemia, sendo que nenhum dos episódios de hipoglicemia foi classificado como grave (requerendo assistência).

Quando a linagliptina e a metformina foram usadas com insulina, hipoglicemia foi relatada como muito comum.

Constipação foi identificada como uma reação adversa adicional com esta combinação (reação incomum).

Informações adicionais sobre os componentes individuais:

  • <li>Todos os efeitos indesej&#xE1;veis relatados em pacientes que receberam tratamento com linagliptina isoladamente foram observados com Trayenta Duo e j&#xE1; est&#xE3;o inclu&#xED;dos nas rea&#xE7;&#xF5;es adversas listadas acima.</li>

As reações adversas à metformina já conhecidas e não observadas até então são:

  • <li>Acidose l&#xE1;ctica, teste de absor&#xE7;&#xE3;o de <a href="https://minutosaudavel.com.br/vitamina-b12/" rel="noopener" target="_blank">vitamina B12</a> anormal, altera&#xE7;&#xF5;es de paladar, dor abdominal, teste de fun&#xE7;&#xE3;o do f&#xED;gado anormal, <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/hepatite/c" target="_blank">hepatite</a> (inflama&#xE7;&#xE3;o no f&#xED;gado), vermelhid&#xE3;o na pele e urtic&#xE1;ria (placas avermelhadas e elevadas na pele, geralmente com coceira).</li>

O tratamento de longo prazo com metformina pode, muito raramente, resultar em falta de vitamina B12 (levando a complicações, como anemia megaloblástica).

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Trayenta Duo?

Continue tomando as próximas doses regularmente no horário habitual. Não duplique a dose na próxima tomada. Neste caso, a dose perdida deve ser pulada.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Trayenta Duo?

Cada comprimido revestido de Trayenta Duo 2,5/500 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Linagliptina</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">2,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Cloridrato de metformina</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">500 mg(correspondentes a 390 mg de metformina)</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: arginina, amido, copovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo, propilenoglicol, hipromelose e talco.

Cada comprimido revestido de Trayenta Duo 2,5/850 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:235px\"> <p style=\"text-align:center\">Linagliptina</p> </td> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">2,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:235px\"> <p style=\"text-align:center\">Cloridrato de metformina</p> </td> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">850 mg de cloridrato de metformina (correspondentes a 663 mg de metformina)</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: arginina, amido, copovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo e vermelho, propilenoglicol, hipromelose e talco.

Cada comprimido revestido de Trayenta Duo 2,5/1000 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:238px\"> <p style=\"text-align:center\">Linagliptina</p> </td> <td style=\"width:231px\"> <p style=\"text-align:center\">2,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:238px\"> <p style=\"text-align:center\">Cloridrato de metformina</p> </td> <td style=\"width:231px\"> <p style=\"text-align:center\">1000 mg de cloridrato de metformina (correspondentes a 780 mg de metformina)</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: arginina, amido, copovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, dióxido de titânio, óxido de ferro vermelho, propilenoglicol, hipromelose e talco.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Trayenta Duo maior do que a recomendada?

A superdose de cloridrato de metformina (um dos componentes de Trayenta Duo) pode levar à acidose láctica, que é uma emergência médica, devendo ser tratada no hospital.

Na eventualidade de uma superdose, você deve procurar auxílio médico imediatamente

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Trayenta Duo com outros remédios?

Você deve informar ao seu médico sobre todos os medicamentos que está usando. Você não deve começar a tomar nenhum medicamento sem conversar com seu médico.

Linagliptina

  • <li>N&#xE3;o se observou nenhuma intera&#xE7;&#xE3;o clinicamente significativa que necessite ajuste de dose em diversos estudos realizados. A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de linagliptina com v&#xE1;rios medicamentos comumente utilizados por diab&#xE9;ticos e com problemas card&#xED;acos (metformina, <a href="https://consultaremedios.com.br/glibenclamida/bula" target="_blank">glibenclamida</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/sinvastatina/bula" target="_blank">sinvastatina</a>, pioglitazona, <a href="https://consultaremedios.com.br/varfarina-sodica/bula" target="_blank">varfarina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">digoxina</a>), <a href="https://consultaremedios.com.br/b/contraceptivos-orais" target="_blank">contraceptivos orais</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/ritonavir/bula" target="_blank">ritonavir</a> (medicamento para tratamento de infec&#xE7;&#xE3;o pelo v&#xED;rus <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/dsts/hiv-aids/c" target="_blank">HIV</a>) e <a href="https://consultaremedios.com.br/rifampicina/bula" target="_blank">rifampicina</a> (medicamento antibacteriano potente) n&#xE3;o afetou a efic&#xE1;cia dos medicamentos. A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de uma refei&#xE7;&#xE3;o rica em gorduras com linagliptina n&#xE3;o teve efeito clinicamente relevante sobre a sua concentra&#xE7;&#xE3;o sangu&#xED;nea.</li>

Metformina

  • <li>N&#xE3;o &#xE9; recomendado o uso de metformina juntamente com &#xE1;lcool. O consumo excessivo de &#xE1;lcool est&#xE1; associado com um aumento do risco de acidose l&#xE1;ctica, especialmente na condi&#xE7;&#xE3;o de jejum, <a href="https://minutosaudavel.com.br/desnutricao/" rel="noopener" target="_blank">desnutri&#xE7;&#xE3;o</a> ou mau funcionamento do f&#xED;gado.</li>

O uso de Trayenta Duo deverá ser interrompido antes de, ou no momento da realização de procedimentos de imagem, e não deve ser reiniciado até 48 horas após o exame, e desde que a função renal tenha sido reavaliada e se encontre estável.

Alguns medicamentos podem afetar negativamente a função renal, o que pode aumentar o risco de acidose láctica, como os anti-inflamatórios não esteroides (por exemplo, diclofenaco, ibuprofeno), inibidores seletivos da ciclooxigenase-2, inibidores da ECA (como ramipril e enalapril), antagonistas dos receptores da angiotensina II (como losartana), diuréticos (como hidroclorotiazida, furosemida). Informe seu médico se você utiliza esses medicamentos para que seja feito um controle rigoroso da função renal.

A metformina se liga aos transportadores de cátions orgânicos (OCT) e sua administração com outras substâncias que interferem nesses transportadores pode alterar a ação da metformina como, por exemplo:

  • <li>O uso de metformina juntamente com o medicamento <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-verapamil/bula" target="_blank">verapamil</a> pode diminuir o efeito da metformina; a rifampicina pode aumentar a absor&#xE7;&#xE3;o de metformina no est&#xF4;mago e intestino e assim aumentar o efeito da metformina; medicamentos como <a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">cimetidina</a>, dolutegravir, <a href="https://consultaremedios.com.br/ranolazina/bula" target="_blank">ranolazina</a>, trimetoprima, vendetanibe e <a href="https://consultaremedios.com.br/isavuconazol/pa" target="_blank">isavuconazol</a> podem diminuir a elimina&#xE7;&#xE3;o de&amp;nbsp;metformina pelos rins e assim aumentar a concentra&#xE7;&#xE3;o de metformina no sangue; os medicamentos <a href="https://consultaremedios.com.br/crizotinibe/bula" target="_blank">crizotinibe</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/olaparibe/bula" target="_blank">olaparibe</a> podem interferir no efeito da metformina e tamb&#xE9;m na sua elimina&#xE7;&#xE3;o pelos rins.</li>

Deve-se ter cuidado principalmente em casos de pacientes com mau funcionamento dos rins, pois no caso do uso desses medicamentos juntamente com metformina, a concentração de metformina no sangue pode aumentar. Se necessário, seu médico poderá fazer o ajuste na quantidade utilizada de metformina.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Trayenta Duo (Cloridrato de Metformina + Linagliptina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Estudos Cl&#xED;nicos</h3> <h4>Linagliptina como terapia associada &#xE0; metformina</h4> <p>A efic&#xE1;cia e a seguran&#xE7;a da terapia com linagliptina em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina em pacientes com controle glic&#xEA;mico insatisfat&#xF3;rio em monoterapia com metformina foram avaliadas em um estudo duplo-cego, controlado por placebo, com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. A linagliptina associada &#xE0; metformina forneceu melhora significativa na HbA1c (altera&#xE7;&#xE3;o de -0,64% em compara&#xE7;&#xE3;o a placebo), a partir de uma HbA1c basal m&#xE9;dia de 8%. A linagliptina tamb&#xE9;m mostrou melhora significativa na glicemia de jejum (GJ) de -21,1 mg/dL e na glicemia p&#xF3;s-prandial de 2 horas (GPP) de -67,1 mg/dL em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo, assim como levou uma maior propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes a atingir uma HbA1c alvo &lt;7,0%, (28,3% em linagliptina <em>versus</em> 11,4% em placebo). A incid&#xEA;ncia de hipoglicemia observada em pacientes tratados com linagliptina foi similar &#xE0;quela com placebo. O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos.<sup>1</sup></p> <p>Em um estudo de terapia inicial controlado por placebo, de desenho fatorial, com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o, linagliptina 2,5 mg administrada duas vezes ao dia em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina (500 mg ou 1000 mg duas vezes ao dia)&amp;nbsp;proporcionou melhora significativa nos par&#xE2;metros glic&#xEA;micos comparado com ambas as monoterapias, conforme resumido na tabela 1 (n&#xED;vel basal m&#xE9;dio de HbA1c de 8,65%).</p> <p><strong>Tabela 1. Par&#xE2;metros glic&#xEA;micos na visita final (estudo de 24 semanas) para grupos tratados com linagliptina e metformina isoladamente e em associa&#xE7;&#xE3;o em pacientes com diabetes </strong><em><strong>mellitus</strong>&amp;nbsp;</em><strong>tipo 2 n&#xE3;o adequadamente controlados com dieta e exerc&#xED;cios</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">&amp;nbsp;</td> <td style=\"text-align:center; width:136px\"><strong>Placebo</strong></td> <td style=\"text-align:center\"><strong>Linagliptina<br> 5 mg<br> uma vez ao<br> dia*</br></br></br></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:138px\"><strong>Metformina<br> 500 mg<br> duas vezes<br> ao dia</br></br></br></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:145px\"><strong>Linagliptina<br> 2,5 mg<br> duas vezes ao<br> dia*<br> +<br> Metformina<br> 500 mg<br> duas vezes ao<br> dia</br></br></br></br></br></br></br></br></strong></td> <td style=\"text-align:center\"><strong>Metformina<br> 1000 mg<br> duas vezes<br> ao dia</br></br></br></strong></td> <td style=\"text-align:center\"><strong>Linagliptina<br> 2,5 mg<br> duas vezes<br> ao dia*<br> +<br> Metformina<br> 1000 mg<br> duas vezes<br> ao dia</br></br></br></br></br></br></br></br></strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"7\" style=\"text-align:center\"><strong>HbA1c (%)</strong></td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">N&#xFA;mero de<br> pacientes</br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">n = 65</td> <td style=\"text-align:center\">n = 135</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">n = 141</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">n = 137</td> <td style=\"text-align:center\">n = 138</td> <td style=\"text-align:center\">n = 140</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Valor basal<br> (m&#xE9;dia)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">8,7</td> <td style=\"text-align:center\">8,7</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">8,7</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">8,7</td> <td style=\"text-align:center\">8,5</td> <td style=\"text-align:center\">8,7</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Altera&#xE7;&#xE3;o em<br> rela&#xE7;&#xE3;o ao valor<br> basal (m&#xE9;dia<br> ajustada)</br></br></br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">0,1</td> <td style=\"text-align:center\">-0,5</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">-0,6</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">-1,2</td> <td style=\"text-align:center\">-1,1</td> <td style=\"text-align:center\">-1,6</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Diferen&#xE7;a em<br> rela&#xE7;&#xE3;o ao placebo<br> (m&#xE9;dia ajustada)<br> (IC de 95%)</br></br></br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">-</td> <td style=\"text-align:center\">-0,6<br> (-0,9, -0,3)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">-0,8<br> (-1,0, -0,5)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">-1,3<br> (-1,6, -1,1)</br></td> <td style=\"text-align:center\">-1,2<br> (-1,5, 0,9)</br></td> <td style=\"text-align:center\">-1,7<br> (-2,0, -1,4)</br></td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Pacientes (n, %)<br> que atingiram<br> HbA1c &lt;7%</br></br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">7 (10,8)</td> <td style=\"text-align:center\">14 (10,4)</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">27 (19,1)</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">42 (30,7)</td> <td style=\"text-align:center\">43 (31,2)</td> <td style=\"text-align:center\">76 (54,3)</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Pacientes (%) que<br> receberam<br> medica&#xE7;&#xE3;o de<br> resgate</br></br></br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">29,2</td> <td style=\"text-align:center\">11,1</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">13,5</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">7,3</td> <td style=\"text-align:center\">8,0</td> <td style=\"text-align:center\">4,3</td> </tr> <tr> <td colspan=\"7\" style=\"text-align:center\"><strong>GJ (mg/dL)</strong></td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">N&#xFA;mero de<br> pacientes</br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">n = 61</td> <td style=\"text-align:center\">n = 134</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">n = 136</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">n = 135</td> <td style=\"text-align:center\">n = 132</td> <td style=\"text-align:center\">n = 136</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Valor basal<br> (m&#xE9;dia)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">203</td> <td style=\"text-align:center\">195</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">191</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">199</td> <td style=\"text-align:center\">191</td> <td style=\"text-align:center\">196</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Altera&#xE7;&#xE3;o em<br> rela&#xE7;&#xE3;o ao valor<br> basal (m&#xE9;dia<br> ajustada)</br></br></br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">10</td> <td style=\"text-align:center\">-9</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">-16</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">-33</td> <td style=\"text-align:center\">-32</td> <td style=\"text-align:center\">-49</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Diferen&#xE7;a em<br> rela&#xE7;&#xE3;o ao placebo<br> (m&#xE9;dia ajustada)<br> (IC de 95%)</br></br></br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">--</td> <td style=\"text-align:center\">-19<br> (-31, -6)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">-26<br> (-38, -14)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">-43<br> (-56, -31)</br></td> <td style=\"text-align:center\">-42<br> (-55, -30)</br></td> <td style=\"text-align:center\">-60<br> (-72, -47)</br></td> </tr> </tbody> </table> <p>*Dose di&#xE1;ria total de linagliptina &#xE9; equivalente a 5 mg.</p> <p>Redu&#xE7;&#xF5;es m&#xE9;dias na HbA1c em rela&#xE7;&#xE3;o ao basal foram, em geral, maiores para pacientes com valores de HbA1c basais mais altos. Os efeitos nos lip&#xED;dios plasm&#xE1;ticos foram, em geral, neutros. A redu&#xE7;&#xE3;o do peso corporal com a combina&#xE7;&#xE3;o de linagliptina e metformina foi similar &#xE0;quela observada para metformina isolada ou placebo; n&#xE3;o houve altera&#xE7;&#xE3;o em rela&#xE7;&#xE3;o ao basal para pacientes com linagliptina isolada. A incid&#xEA;ncia de hipoglicemia foi similar entre os grupos de tratamento (placebo 1,4%, linagliptina 5 mg 0%, metformina 2,1% e linagliptina 2,5 mg mais metformina duas vezes ao dia 1,4%).</p> <p>Al&#xE9;m disso, esse estudo incluiu pacientes (n=66) com <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hiperglicemia-sintomas-tratamento-e-consequencias/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hiperglicemia</a> mais grave (HbA1c basal &#x2265;11%), que foram tratados de forma aberta com linagliptina 2,5 mg e metformina 1000 mg duas vezes ao dia. Neste grupo de pacientes, o valor basal m&#xE9;dio de HbA1c foi 11,8% e a glicemia de jejum m&#xE9;dia foi 261,8 mg/dL. Redu&#xE7;&#xF5;es m&#xE9;dias em rela&#xE7;&#xE3;o&amp;nbsp;ao basal de -3,74% na HbA1c (n=48) e de -81,2 mg/dL na glicemia de jejum (n=41) foram observadas nos pacientes que completaram o per&#xED;odo de 24 semanas do estudo sem necessidade de terapia de resgate (n=48). Na an&#xE1;lise da &#xFA;ltima observa&#xE7;&#xE3;o (LOCF) incluindo todos os pacientes com medidas de desfechos prim&#xE1;rios (n=65) at&#xE9; a &#xFA;ltima observa&#xE7;&#xE3;o &#x201C;sem terapia de resgate&#x201D;, as altera&#xE7;&#xF5;es em rela&#xE7;&#xE3;o ao basal foram -3,19% para HbA1c e -73,6 mg/dL para glicemia de jejum.<sup>2</sup></p> <p>A efic&#xE1;cia e a seguran&#xE7;a da linagliptina 2,5 mg duas vezes ao dia <em>versus</em> 5 mg uma vez ao dia em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina em pacientes com controle glic&#xEA;mico insatisfat&#xF3;rio em monoterapia com metformina foram avaliadas em um estudo duplo-cego controlado por placebo de 12 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. Linagliptina (2,5 mg duas vezes ao dia e 5 mg uma vez ao dia) associada &#xE0; metformina proporcionou melhora significativa nos par&#xE2;metros glic&#xEA;micos comparada com o placebo. Linagliptina 5 mg uma vez ao dia e 2,5 mg duas vezes ao dia proporcionaram redu&#xE7;&#xF5;es compar&#xE1;veis (IC: -0,07; 0,19) e significativas de HbA1c de -0,80% (em rela&#xE7;&#xE3;o do basal de 7,98%) e -0,74 (em rela&#xE7;&#xE3;o do basal de 7,96%), comparado ao placebo, respectivamente.</p> <p>A incid&#xEA;ncia observada de hipoglicemia em pacientes tratados com linagliptina foi semelhante ao placebo (2,2% com linagliptina de 2,5 mg duas vezes ao dia, 0,9% com linagliptina de 5 mg uma vez ao dia e 2,3% com placebo).</p> <p>O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos. <sup>3</sup></p> <h4>Linagliptina como terapia associada &#xE0; combina&#xE7;&#xE3;o de metformina e sulfonilureia</h4> <p>Um estudo controlado por placebo, com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o, foi conduzido para avaliar a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da linagliptina 5 mg em rela&#xE7;&#xE3;o a placebo, em pacientes n&#xE3;o suficientemente controlados com uma associa&#xE7;&#xE3;o de metformina mais uma sulfonilureia. A linagliptina mostrou melhora significativa na HbA1c (altera&#xE7;&#xE3;o de -0,62% em compara&#xE7;&#xE3;o a placebo), a partir de uma HbA1c basal m&#xE9;dia de 8,14%.</p> <p>A linagliptina tamb&#xE9;m demonstrou melhora significativa na propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes atingindo uma HbA1c alvo de &lt;7,0% (31,2% em linagliptina <em>versus</em> 9,2% em placebo) e tamb&#xE9;m na glicemia de jejum com uma redu&#xE7;&#xE3;o de -12,7 mg/dL em compara&#xE7;&#xE3;o a placebo. O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos.<sup> 4</sup></p> <h4>Linagliptina em associa&#xE7;&#xE3;o &#xE0; metformina e insulina</h4> <p>Um estudo controlado por placebo de 24 semanas foi conduzido para avaliar a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da linagliptina (5 mg uma vez ao dia) associada &#xE0; insulina, com ou sem metformina. Neste estudo, 83% dos pacientes estavam tomando metformina em combina&#xE7;&#xE3;o com insulina. A linagliptina em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina mais insulina proporcionou melhoras significativas na HbA1c neste subgrupo com -0,68 (IC: -0,78; -0,57) de m&#xE9;dia basal ajustada (HbA1c basal m&#xE9;dia de 8,28%) em compara&#xE7;&#xE3;o a placebo em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina mais insulina. N&#xE3;o houve altera&#xE7;&#xE3;o significativa do peso corporal em ambos os grupos. <sup>5</sup></p> <h4>Linagliptina como terapia associada &#xE0; combina&#xE7;&#xE3;o de metformina e <a href=\"https://consultaremedios.com.br/empagliflozina/bula\" target=\"_blank\">empagliflozina</a></h4> <p>Em pacientes n&#xE3;o controlados adequadamente com metformina e empagliflozina (10 mg (n = 247) ou 25 mg (n = 217)), tratamento de 24 semanas com terapia associada &#xE0; linagliptina 5 mg mostrou redu&#xE7;&#xF5;es na m&#xE9;dia ajustada de HbA1c a partir do basal em -0,53% (diferen&#xE7;a significativa para a associa&#xE7;&#xE3;o ao placebo de -0,32% (IC 95% -0,25; - 0,13) e -0,58% (diferen&#xE7;a significativa para a associa&#xE7;&#xE3;o ao placebo de -0,47% (IC 95% -0,66; -0,28), respectivamente. Uma maior propor&#xE7;&#xE3;o estatisticamente significativa de pacientes com uma HbA1c basal &#x2265;7,0% e tratada com 5 mg de linagliptina alcan&#xE7;ou um alvo de HbA1c &lt;7% em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo.</p> <p>Nos subgrupos pr&#xE9;-especificados de pacientes com HbA1c basal maior ou igual a 8,5% (n = 66 e n = 42 pacientes tratados com metformina mais empagliflozina 10 mg ou 25 mg, respectivamente), redu&#xE7;&#xF5;es na m&#xE9;dia ajustada de HbA1c a partir do basal at&#xE9; 24 semanas em associa&#xE7;&#xE3;o com linagliptina 5 mg foram de -0,97% (p = 0,0875, para a diferen&#xE7;a da associa&#xE7;&#xE3;o ao placebo) e de -1,16% (p = 0,0046 para a diferen&#xE7;a da associa&#xE7;&#xE3;o ao placebo), respectivamente.<sup>6</sup></p> <h4>Dados de 24 meses de linagliptina como terapia associada &#xE0; metformina, em compara&#xE7;&#xE3;o &#xE0; glimepirida</h4> <p>Em um estudo comparando a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da adi&#xE7;&#xE3;o de linagliptina 5 mg ou glimepirida (um agente da classe das sulfonilureias) em pacientes com controle glic&#xEA;mico inadequado em uso de metformina em monoterapia, a linagliptina foi similar &#xE0; glimepirida na redu&#xE7;&#xE3;o da HbA1c, com uma diferen&#xE7;a m&#xE9;dia entre os tratamentos quanto &#xE0; queda da HbA1c a partir do valor basal at&#xE9; 104 semanas de +0,20% para linagliptina, em compara&#xE7;&#xE3;o a glimepirida.</p> <p>Neste estudo, a raz&#xE3;o entre pr&#xF3;-insulina e insulina, um marcador da efici&#xEA;ncia da s&#xED;ntese e libera&#xE7;&#xE3;o da insulina, mostrou uma melhora estatisticamente significativa com linagliptina, em compara&#xE7;&#xE3;o ao tratamento com glimepirida. A incid&#xEA;ncia de hipoglicemia no grupo com linagliptina (7,5%) foi significativamente mais baixa que aquela no grupo com glimepirida (36,1%). Os pacientes tratados com linagliptina exibiram uma redu&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia significativa no peso corporal, em compara&#xE7;&#xE3;o a um ganho de peso significativo nos pacientes que receberam glimepirida (-1,39 vs. +1,29 kg).<sup>7</sup></p> <h4>Linagliptina como terapia associada a pacientes idosos (com idade superior a 70 anos) com diabetes tipo 2</h4> <p>A efic&#xE1;cia e a seguran&#xE7;a da linagliptina em pacientes idosos (com idade superior a 70 anos) diab&#xE9;ticos tipo 2 foram avaliadas em um estudo duplo-cego com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. As doses dos medicamentos antidiab&#xE9;ticos utilizados como terapia de base foram mantidas est&#xE1;veis durante as primeiras 12 semanas, e ap&#xF3;s este per&#xED;odo permitiu-se ajustes das mesmas. Os pacientes receberam metformina e/ou sulfonilureia e/ou insulina como terapia de base. A linagliptina promoveu melhora significativa na HbA1c de -0,64% (95% IC -0,81, -0,48; p&lt;0,0001) em compara&#xE7;&#xE3;o com o placebo ap&#xF3;s 24 semanas, a partir de uma HbA1c basal de 7,8%.</p> <p>A linagliptina tamb&#xE9;m demonstrou melhora significativa na glicemia de jejum de -20,7 mg/dL (95% IC -30,2, -11,2; p&lt;0,0001) em compara&#xE7;&#xE3;o com o placebo. O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos. De forma geral, a incid&#xEA;ncia de hipoglicemia foi compar&#xE1;vel entre a linagliptina (2 de 45 pacientes, 4,4%) e placebo (nenhum de 22 pacientes, 0%) com terapia de base de metformina isolada. As taxas de hipoglicemia tamb&#xE9;m foram compar&#xE1;veis na terapia de base de insulina com ou sem metformina (13 de 35 pacientes, 37,1% tratados com linagliptina, e 6 de 15 pacientes, 40,0% tratados com placebo). No entanto, em uma terapia de base de sulfonilureia com ou sem metformina, relatou-se hipoglicemia em uma propor&#xE7;&#xE3;o maior de pacientes tratados com linagliptina (24 de 82 pacientes, 29,3%) comparado ao placebo (7 de 42 pacientes, 16,7%). N&#xE3;o houve diferen&#xE7;a nos eventos hipoglic&#xEA;micos graves entre a linagliptina e o placebo. <sup>8</sup></p> <p>Em uma an&#xE1;lise conjunta dos pacientes idosos (idade &#x2265; 70 anos) com diabetes tipo 2 (n = 183) que estavam tomando metformina e insulina basal como terapia de base, a linagliptina em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina mais insulina resultou em melhoras significativas na HbA1c com -0,81 (IC: -1,01, -0,61) de redu&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia ajustada a partir do basal (HbA1c basal m&#xE9;dia 8,13%) em compara&#xE7;&#xE3;o com placebo em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina mais insulina. N&#xE3;o houve diferen&#xE7;a clinicamente significativa na incid&#xEA;ncia de epis&#xF3;dios de hipoglicemia, em pacientes &#x2265; 70 anos (37,2% em linagliptina em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina e insulina <em>versus</em> 39,8% no grupo placebo em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina e insulina). <sup>5</sup></p> <h4>Linagliptina e associa&#xE7;&#xE3;o inicial com linagliptina e metformina (como combina&#xE7;&#xE3;o livre) em pacientes virgens de tratamento rec&#xE9;m-diagnosticados com hiperglicemia acentuada</h4> <p>A efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da associa&#xE7;&#xE3;o inicial de linagliptina 5 mg, uma vez por dia, e metformina, duas vezes ao dia (aumento gradual da dose nas primeiras 6 semanas at&#xE9; 1500 mg ou 2000 mg/d), em compara&#xE7;&#xE3;o com linagliptina 5 mg uma vez ao dia foram avaliadas num estudo de 24 semanas em pacientes virgens de tratamento rec&#xE9;mdiagnosticados com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2 e hiperglicemia acentuada (HbA1c basal 8,5 - 12,0%).</p> <p>Ap&#xF3;s 24 semanas tanto a linagliptina em monoterapia, bem como a associa&#xE7;&#xE3;o de linagliptina e metformina reduziram significativamente a HbA1c em -2,0% e -2,8% respectivamente, a partir de uma HbA1c basal de 9,9% e 9,8%, respectivamente. A diferen&#xE7;a entre os tratamentos, de -0,8% (95% IC -1,1 at&#xE9; -0,5), mostrou superioridade para a associa&#xE7;&#xE3;o em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; monoterapia (p &lt;0,0001). Notavelmente, 40% e 61% dos pacientes em monoterapia e terapia associada alcan&#xE7;aram HbA1c &lt;7,0%, respectivamente. <sup>9</sup></p> <h4>Risco cardiovascular</h4> <p>O tratamento com linagliptina n&#xE3;o foi associado a um aumento no risco cardiovascular em uma metan&#xE1;lise pr&#xE9;especificada e prospectiva de eventos cardiovasculares independentemente considerados, a partir de 19 estudos cl&#xED;nicos envolvendo 9.459 pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2. O desfecho prim&#xE1;rio (uma combina&#xE7;&#xE3;o de: ocorr&#xEA;ncia ou tempo para a primeira ocorr&#xEA;ncia de morte cardiovascular, infarto do mioc&#xE1;rdio n&#xE3;o fatal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/acidente-vascular-cerebral/c\" target=\"_blank\">acidente vascular cerebral</a> n&#xE3;o fatal ou hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/angina-instavel\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/angina/c\" target=\"_blank\">angina</a> inst&#xE1;vel) n&#xE3;o foi significativamente mais baixo para linagliptina <em>versus</em> comparadores ativos e placebo combinados [Raz&#xE3;o de risco 0,78 (95% de intervalo de confian&#xE7;a 0,55; 1,12)]. No total, ocorreram 60 eventos prim&#xE1;rios com a linagliptina e 62 com os comparadores.<sup> 10</sup></p> <p>Foi observada a ocorr&#xEA;ncia de eventos cardiovasculares a uma taxa similar entre a linagliptina e o placebo [Raz&#xE3;o de risco 1,09 (95% de intervalo de confian&#xE7;a 0,68; 1,75)]. Em estudos controlados com placebo, no total ocorreram 43 eventos prim&#xE1;rios (1,03%) com a linagliptina e 29 (1,35%) com o placebo. <sup>10</sup></p> <h4>Bioequival&#xEA;ncia</h4> <p>Os estudos de bioequival&#xEA;ncia em volunt&#xE1;rios saud&#xE1;veis demonstraram que os comprimidos de associa&#xE7;&#xE3;o de Cloridrato de Metformina + Linagliptina (linagliptina/cloridrato de metformina) s&#xE3;o bioequivalentes &#xE0; coadministra&#xE7;&#xE3;o de linagliptina e cloridrato de metformina como comprimidos individuais. <sup>11</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o dos comprimidos de Cloridrato de Metformina + Linagliptina 2,5/1000 mg com alimento n&#xE3;o resultou em altera&#xE7;&#xE3;o na exposi&#xE7;&#xE3;o geral de linagliptina. Com metformina, n&#xE3;o houve altera&#xE7;&#xE3;o na ASC (&#xE1;rea sob a curva ou AUC), no entanto, o pico m&#xE9;dio de concentra&#xE7;&#xE3;o s&#xE9;rica de metformina foi reduzido em 18% quando administrada com alimento. Foi observado atraso no tempo para atingir o pico m&#xE9;dio de concentra&#xE7;&#xF5;es s&#xE9;ricas em 2 horas para metformina em condi&#xE7;&#xF5;es com alimento. Essas altera&#xE7;&#xF5;es n&#xE3;o parecem ser clinicamente significativas. <sup>12</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Taskinen MR, Rosenstock J, Tamminen I, et al. Safety and efficacy of linagliptin as add-on therapy to metformin in patients with type 2 diabetes: a randomized, double-blind, placebo-controlled study. Diabetes Obes Metab. 2011;13(1):65-74.<br> 2. Haak T, Meinicke T, Jones R, et al. Initial combination of linagliptin and metformin improves glycaemic control in type 2 diabetes: a randomized, double-blind, placebo-controlled study. Diabetes Obes Metab. 2012;14(6):565-74.<br> 3. Ross SA, Rafeiro E, Meinicke T, et al. Efficacy and safety of linagliptin 2.5 mg twice daily <em>versus</em> 5 mg once daily in patients with type 2 diabetes inadequately controlled on metformin: a randomised, double-blind, placebo-controlled trial. Curr Med Res Opin. 2012;28(9):1465-74.<br> 4. Owens DR, Swallow R, Dugi KA, et al. Efficacy and safety of linagliptin in persons with type 2 diabetes inadequately controlled by a combination of metformin and sulphonylurea: a 24-week randomized study. Diabet Med. 2011;28(11):1352-61.<br> 5. Yki-j&#xE4;rvinen H, Rosenstock J, Dur&#xE1;n-garcia S, et al. Effects of adding linagliptin to basal insulin regimen for inadequately controlled type 2 diabetes: a &#x2265;52-week randomized, double-blind study. Diabetes Care. 2013;36(12):3875-81.<br> 6. Tinahones FJ, Gallwitz B, Nordaby M, et al. Linagliptin as add-on to empagliflozin and metformin in patients with type 2 diabetes: Two 24-week randomized, double-blind, double-dummy, parallel-group trials. Diabetes Obes Metab. 2016. DOI: 10.1111/dom.12814.<br> 7. Gallwitz B, Rosenstock J, Rauch T, et al. 2-year efficacy and safety of linagliptin compared with glimepiride in patients with type 2 diabetes inadequately controlled on metformin: a randomised, double-blind, noninferiority trial. Lancet. 2012;380(9840):475-83.<br> 8. Barnett AH, Huisman H, Jones R, et al. Linagliptin for patients aged 70 years or older with type 2 diabetes inadequately controlled with common antidiabetes treatments: a randomised, double-blind, placebo-controlled trial. Lancet. 2013;382(9902):1413-23.<br> 9. Ross SA, Caballero AE, Del prato S, et al. Initial combination of linagliptin and metformin compared with linagliptin monotherapy in patients with newly diagnosed type 2 diabetes and marked hyperglycaemia: a randomized, double-blind, active-controlled, parallel group, multinational clinical trial. Diabetes Obes Metab. 2015;17(2):136-44.<br> 10. Johansen OE, Neubacher D, Von eynatten M, et al. Cardiovascular safety with linagliptin in patients with type 2 diabetes <em>mellitus</em>: a pre-specified, prospective, and adjudicated meta-analysis of a phase 3 programme. Cardiovasc Diabetol. 2012;11:3.<br> 11. Buschke S, Ring A, Friedrich C, et al. Linagliptin fixed-dose combination with metformin is bioequivalent to co-administration of linagliptin and metformin as individual tablets. Int J Clin Pharmacol Ther. 2014;52(7):537- 48.<br> 12. Scheen AJ. Linagliptin plus metformin: a pharmacokinetic and pharmacodynamic evaluation. Expert Opin Drug Metab Toxicol. 2013;9(3):363-77.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas&amp;nbsp;</h2> <hr> <h3>Farmacodin&#xE2;mica</h3> <p>A linagliptina &#xE9; um inibidor da enzima DPP-4 (dipeptidil peptidase 4), uma enzima que est&#xE1; envolvida na inativa&#xE7;&#xE3;o dos horm&#xF4;nios incretinas GLP-1 e GIP (pept&#xED;deo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/glucagon/bula\" target=\"_blank\">glucagon</a> s&#xED;mile 1 e polipept&#xED;dio insulinotr&#xF3;pico dependente da <a href=\"https://consultaremedios.com.br/glicose/bula\" target=\"_blank\">glicose</a>). Estes horm&#xF4;nios s&#xE3;o rapidamente degradados pela enzima DPP-4. Ambos os horm&#xF4;nios incretinas est&#xE3;o envolvidos na regula&#xE7;&#xE3;o fisiol&#xF3;gica da homeostase de glicose. As incretinas s&#xE3;o secretadas em baixos n&#xED;veis basais ao longo do dia e os n&#xED;veis aumentam imediatamente ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o de uma refei&#xE7;&#xE3;o. GLP-1 e GIP aumentam a bioss&#xED;ntese de insulina e a secre&#xE7;&#xE3;o das c&#xE9;lulas beta pancre&#xE1;ticas na presen&#xE7;a de n&#xED;veis sangu&#xED;neos normais e elevados de glicose. Al&#xE9;m disso, o GLP-1 tamb&#xE9;m reduz a secre&#xE7;&#xE3;o de glucagon pelas c&#xE9;lulas alfa pancre&#xE1;ticas, resultando numa redu&#xE7;&#xE3;o da produ&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica de glicose. A linagliptina liga-se de forma muito eficaz &#xE0; enzima DPP-4 de maneira revers&#xED;vel e, dessa forma, leva a um aumento sustentado e um prolongamento dos n&#xED;veis de incretina ativa.</p> <p>A linagliptina aumenta a secre&#xE7;&#xE3;o de insulina e reduz a secre&#xE7;&#xE3;o de glucagon de forma dependente da glicose, resultando dessa maneira, em uma melhora global na homeostase glic&#xEA;mica. A linagliptina se liga seletivamente &#xE0; enzima DPP-4 e exibe uma seletividade &gt;10.000 vezes <em>versus</em> as enzimas DPP-8 e DPP-9 <em>in vitro</em>.</p> <p>O cloridrato de metformina &#xE9; uma biguanida com efeitos anti-hiperglicemiantes, reduzindo a glicemia basal e p&#xF3;sprandial. Ele n&#xE3;o estimula a secre&#xE7;&#xE3;o de insulina e, portanto, tem baixo risco de causar hipoglicemia.</p> <h4>O cloridrato de metformina pode agir por meio de 3 mecanismos:</h4> <ul> <li>Reduzindo a produ&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica de glicose, por inibi&#xE7;&#xE3;o da gliconeog&#xEA;nese e glicogen&#xF3;lise;</li> <li>Aumentando a sensibilidade &#xE0; insulina no m&#xFA;sculo, melhorando a capta&#xE7;&#xE3;o e a utiliza&#xE7;&#xE3;o perif&#xE9;rica de glicose;</li> <li>Retardando a absor&#xE7;&#xE3;o intestinal de glicose.</li> </ul> <p>O cloridrato de metformina estimula a s&#xED;ntese intracelular de glicog&#xEA;nio, agindo na enzima glicog&#xEA;nio sintase.</p> <p>Tamb&#xE9;m aumenta a capacidade de transporte de todos os tipos de transportadores de membrana de glicose (GLUTs) conhecidos at&#xE9; o momento.</p> <p>Em humanos, independentemente de sua a&#xE7;&#xE3;o sobre a glicemia, o cloridrato de metformina apresenta efeitos favor&#xE1;veis sobre o metabolismo de lip&#xED;deos. Isto foi demonstrado em doses terap&#xEA;uticas nos estudos cl&#xED;nicos controlados de m&#xE9;dio e longo prazo: o cloridrato de metformina reduz os n&#xED;veis de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/colesterol/c\" target=\"_blank\">colesterol</a> total, colesterol LDL e de triglic&#xE9;rides.</p> <h3>Farmacocin&#xE9;tica</h3> <p>As seguintes informa&#xE7;&#xF5;es refletem as propriedades farmacocin&#xE9;ticas das subst&#xE2;ncias ativas individuais de Cloridrato de Metformina + Linagliptina.</p> <h4>Linagliptina</h4> <p>A farmacocin&#xE9;tica da linagliptina foi extensamente caracterizada em indiv&#xED;duos sadios e pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2. Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de uma dose de 5 mg em volunt&#xE1;rios sadios, a linagliptina foi rapidamente absorvida, com o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica (T<sub>m&#xE1;x m&#xE9;dio</sub>) ocorrendo 1,5 horas ap&#xF3;s a dose.</p> <p>As concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas de linagliptina declinam pelo menos de maneira bif&#xE1;sica, com uma prolongada meia vida terminal (meia vida terminal para linagliptina maior que 100 horas), que est&#xE1; principalmente relacionada &#xE0; forte e satur&#xE1;vel liga&#xE7;&#xE3;o da linagliptina &#xE0; enzima DPP-4 e n&#xE3;o contribui para o ac&#xFA;mulo do f&#xE1;rmaco. A meia vida efetiva para acumula&#xE7;&#xE3;o da linagliptina, conforme determinada a partir da administra&#xE7;&#xE3;o oral de m&#xFA;ltiplas doses de 5 mg de linagliptina, &#xE9; de, aproximadamente, 12 horas. As concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas do estado de equil&#xED;brio s&#xE3;o atingidas ap&#xF3;s a terceira dose, em um regime de 5 mg de linagliptina uma vez ao dia.</p> <p>A ASC plasm&#xE1;tica da linagliptina aumentou aproximadamente 33% ap&#xF3;s doses de 5 mg no estado de equil&#xED;brio, em compara&#xE7;&#xE3;o &#xE0; primeira dose. Os coeficientes intra e interindiv&#xED;duos de varia&#xE7;&#xE3;o para a ASC da linagliptina foram pequenos (12,6% e 28,5%, respectivamente). A ASC plasm&#xE1;tica da linagliptina aumentou de uma maneira menor e proporcional &#xE0; dose. A farmacocin&#xE9;tica da linagliptina foi geralmente similar em indiv&#xED;duos sadios e em pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2.</p> <h5>Absor&#xE7;&#xE3;o</h5> <p>A biodisponibilidade absoluta da linagliptina &#xE9; de, aproximadamente, 30%. A coadministra&#xE7;&#xE3;o de refei&#xE7;&#xE3;o rica em gorduras com linagliptina n&#xE3;o teve efeito clinicamente relevante sobre a sua farmacocin&#xE9;tica, por isso a mesma pode ser administrada com ou sem alimentos. Estudos <em>in vitro</em> indicaram que a linagliptina &#xE9; um substrato da glicoprote&#xED;na-P (P-gp) e da isozima CYP3A4. Ritonavir, um potente inibidor da glicoprote&#xED;na-P e da isozima CYP3A4, levou a um aumento de duas vezes na exposi&#xE7;&#xE3;o (ASC) e a m&#xFA;ltipla coadministra&#xE7;&#xE3;o de linagliptina com rifampicina, um potente indutor da P-gp e da isozima CYP3A4, resultou em uma redu&#xE7;&#xE3;o de cerca de 40% na ASC no estado de equil&#xED;brio, presumivelmente por aumentar/reduzir a biodisponibilidade da linagliptina pela inibi&#xE7;&#xE3;o/indu&#xE7;&#xE3;o da glicoprote&#xED;na-P.</p> <h5>Distribui&#xE7;&#xE3;o</h5> <p>Como resultado da liga&#xE7;&#xE3;o aos tecidos, o volume aparente m&#xE9;dio de distribui&#xE7;&#xE3;o no estado de equil&#xED;brio, ap&#xF3;s uma dose intravenosa &#xFA;nica de 5 mg de linagliptina a indiv&#xED;duos sadios, &#xE9; de, aproximadamente, 1.110 litros; o que indica que a linagliptina se distribui extensamente pelos tecidos. A liga&#xE7;&#xE3;o da linagliptina &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> plasm&#xE1;ticas &#xE9; dependente da concentra&#xE7;&#xE3;o, diminuindo de cerca de 99% a 1 nmol/L, para 75-89% a &#x2265;30 nmol/L; o que reflete a satura&#xE7;&#xE3;o da liga&#xE7;&#xE3;o &#xE0; enzima DPP-4 com o aumento da concentra&#xE7;&#xE3;o de linagliptina. Em concentra&#xE7;&#xF5;es elevadas, quando a enzima DPP-4 est&#xE1; completamente saturada, 70-80% da linagliptina est&#xE1; ligada a outras prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas que n&#xE3;o a DPP-4, consequentemente 30-20% est&#xE1; livre no plasma.</p> <h5>Metabolismo</h5> <p>Ap&#xF3;s uma dose oral de 10 mg de linagliptina [14C], aproximadamente 5% da radiatividade foi excretada na urina. O metabolismo desempenha um papel secund&#xE1;rio na elimina&#xE7;&#xE3;o da linagliptina. Foi detectado, no estado de equil&#xED;brio da linagliptina, um metab&#xF3;lito principal com uma exposi&#xE7;&#xE3;o relativa de 13,3%, o qual mostrou ser farmacologicamente inativo e, dessa maneira, n&#xE3;o contribuir para a atividade inibidora da DPP-4 plasm&#xE1;tica exercida pela linagliptina.</p> <h5>Excre&#xE7;&#xE3;o</h5> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o de uma dose oral de linagliptina [14C] em indiv&#xED;duos sadios, aproximadamente 85% da radioatividade administrada foi eliminada nas fezes (80%) ou urina (5%) ap&#xF3;s 4 dias da dose. A depura&#xE7;&#xE3;o renal no estado de equil&#xED;brio foi de, aproximadamente, 70 mL/minuto.</p> <h5>Popula&#xE7;&#xF5;es Especiais</h5> <h6>Disfun&#xE7;&#xE3;o renal</h6> <p>Um estudo dose m&#xFA;ltipla, aberto, foi conduzido para avaliar a farmacocin&#xE9;tica da linagliptina (dose de 5 mg) em pacientes com v&#xE1;rios graus de disfun&#xE7;&#xE3;o renal cr&#xF4;nica em compara&#xE7;&#xE3;o a volunt&#xE1;rios com fun&#xE7;&#xE3;o renal normal. O estudo incluiu pacientes com disfun&#xE7;&#xE3;o renal classificada de acordo com a depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina como&amp;nbsp;leve (50 a &lt;80 mL/minuto), moderada (30 a &lt;50 mL/minuto) e grave (&lt;30 mL/minuto), bem como pacientes com doen&#xE7;a renal terminal sob <a href=\"https://consultaremedios.com.br/produtos-hospitalares/hemodialise/c\" target=\"_blank\">hemodi&#xE1;lise</a>. Al&#xE9;m disso, pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2 e insufici&#xEA;ncia renal grave (&lt;30 mL/minuto) foram comparados a pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2 com fun&#xE7;&#xE3;o renal normal. A depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina foi medida atrav&#xE9;s da medida de creatinina em urina de 24 horas ou estimada a partir da creatinina s&#xE9;rica com base na f&#xF3;rmula de <em>Cockcroft-Gault</em>:</p> <p>CrCl = [140 - idade (anos)] x peso (kg) [x 0,85 para pacientes do sexo feminino] / [72 x creatinina s&#xE9;rica (mg/dL)].</p> <p>Sob condi&#xE7;&#xF5;es de estado de equil&#xED;brio, a exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; linagliptina em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal leve foi compar&#xE1;vel &#xE0;quela nos indiv&#xED;duos sadios. Na insufici&#xEA;ncia renal moderada, um aumento moderado na exposi&#xE7;&#xE3;o, de cerca de 1,7 vezes, foi observado em compara&#xE7;&#xE3;o ao controle. A exposi&#xE7;&#xE3;o em pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2 com insufici&#xEA;ncia renal grave foi aumentada em cerca de 1,4 vezes comparada a pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2 com fun&#xE7;&#xE3;o renal normal. A previs&#xE3;o da ASC da linagliptina no estado de equil&#xED;brio, em pacientes com doen&#xE7;a renal terminal sob hemodi&#xE1;lise, indicou exposi&#xE7;&#xE3;o compar&#xE1;vel &#xE0;quela de pacientes com insufici&#xEA;ncia renal moderada ou grave.</p> <p>Al&#xE9;m disso, n&#xE3;o se espera que a linagliptina seja eliminada em grau terapeuticamente significativo por hemodi&#xE1;lise ou di&#xE1;lise peritoneal. Portanto, nenhum ajuste de dose da linagliptina &#xE9; necess&#xE1;rio em pacientes com qualquer grau de disfun&#xE7;&#xE3;o renal. Al&#xE9;m disso, disfun&#xE7;&#xE3;o renal leve n&#xE3;o teve efeito sobre a farmacocin&#xE9;tica da linagliptina em pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2, conforme avaliado pela an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica populacional.</p> <h6>Disfun&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica</h6> <p>Em pacientes com disfun&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica leve, moderada e grave (segundo a classifica&#xE7;&#xE3;o de Child-Pugh), a ASC e C<sub>m&#xE1;x</sub> m&#xE9;dias da linagliptina mostraram-se similares &#xE0;quelas dos correspondentes controles sadios, ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o de m&#xFA;ltiplas doses de 5 mg de linagliptina. Nenhum ajuste de dose da linagliptina &#xE9; necess&#xE1;rio para pacientes com disfun&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica leve, moderada ou grave.</p> <h6><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/como-calcular-imc/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">&#xCD;ndice de Massa Corporal</a> (IMC)</h6> <p>Nenhum ajuste de dose &#xE9; necess&#xE1;rio com base no IMC. O &#xED;ndice de massa corporal n&#xE3;o teve efeito clinicamente relevante sobre a farmacocin&#xE9;tica da linagliptina, com base em uma an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica populacional de dados de Fase I e Fase II.</p> <h6>Sexo</h6> <p>Nenhum ajuste de dose &#xE9; necess&#xE1;rio com base no sexo. O sexo n&#xE3;o teve efeito clinicamente relevante sobre a farmacocin&#xE9;tica da linagliptina, com base em uma an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica populacional de dados de Fase I e de Fase II.</p> <h6>Idosos</h6> <p>Nenhum ajuste de dose &#xE9; requerido com base na idade, j&#xE1; que a idade n&#xE3;o teve um impacto clinicamente relevante sobre a farmacocin&#xE9;tica da linagliptina com base em uma an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica populacional de dados de Fase I e de Fase II. Indiv&#xED;duos idosos (65 a 80 anos de idade) tiveram concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas de linagliptina compar&#xE1;veis &#xE0;s de indiv&#xED;duos mais jovens.</p> <h6>Crian&#xE7;as</h6> <p>Ainda n&#xE3;o foram realizados estudos caracterizando a farmacocin&#xE9;tica da linagliptina em pacientes pedi&#xE1;tricos.</p> <h6>Ra&#xE7;a</h6> <p>Nenhum ajuste de dose &#xE9; necess&#xE1;rio com base na ra&#xE7;a. A ra&#xE7;a n&#xE3;o teve efeito &#xF3;bvio sobre as concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas de linagliptina com base em uma an&#xE1;lise composta de dados farmacocin&#xE9;ticos dispon&#xED;veis, incluindo pacientes de origem caucasiana, hisp&#xE2;nica, afro-americana e asi&#xE1;tica. Al&#xE9;m disso, as caracter&#xED;sticas farmacocin&#xE9;ticas da linagliptina mostraram-se similares nos estudos de Fase I com volunt&#xE1;rios sadios japoneses, chineses e caucasianos e com pacientes diab&#xE9;ticos tipo 2 afro-americanos.</p> <h4>Metformina</h4> <h5>Absor&#xE7;&#xE3;o</h5> <p>Ap&#xF3;s uma dose oral de metformina, T<sub>m&#xE1;x</sub> foi atingido em 2,5 horas. A biodisponibilidade absoluta de um comprimido de 500 mg ou 850 mg de cloridrato de metformina &#xE9; de aproximadamente 50-60% em volunt&#xE1;rios saud&#xE1;veis. Ap&#xF3;s uma dose oral, a fra&#xE7;&#xE3;o n&#xE3;o absorvida recuperada nas fezes foi de 20-30%.</p> <p>Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral, a absor&#xE7;&#xE3;o de cloridrato de metformina &#xE9; satur&#xE1;vel e incompleta. &#xC9; assumido que a farmacocin&#xE9;tica da absor&#xE7;&#xE3;o do cloridrato de metformina n&#xE3;o seja linear.</p> <p>Nas doses e esquemas de administra&#xE7;&#xE3;o de dose recomendadas de cloridrato de metformina, as concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas do estado de equil&#xED;brio s&#xE3;o atingidas dentro de 24 a 48 horas e s&#xE3;o geralmente menores que 1 micrograma/mL. Em estudos cl&#xED;nicos controlados, os n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos m&#xE1;ximos (C<sub>m&#xE1;x</sub>) de cloridrato de metformina n&#xE3;o ultrapassaram 5 microgramas/mL, mesmo nas doses m&#xE1;ximas.</p> <p>O alimento reduz a extens&#xE3;o e atrasa ligeiramente a absor&#xE7;&#xE3;o de cloridrato de metformina. Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o de uma dose de 850 mg, foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 40% do pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica, uma redu&#xE7;&#xE3;o de 25% na ASC (&#xE1;rea sob a curva) e um prolongamento de 35 minutos do tempo at&#xE9; o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica. A relev&#xE2;ncia cl&#xED;nica dessas redu&#xE7;&#xF5;es &#xE9; desconhecida.</p> <h5>Distribui&#xE7;&#xE3;o</h5> <p>A liga&#xE7;&#xE3;o &#xE0; prote&#xED;na plasm&#xE1;tica &#xE9; insignificante. O cloridrato de metformina se distribui nos eritr&#xF3;citos.</p> <p>O pico sangu&#xED;neo &#xE9; menor do que o pico plasm&#xE1;tico e aparece aproximadamente ao mesmo tempo. As hem&#xE1;cias, mais provavelmente, representam um compartimento secund&#xE1;rio de distribui&#xE7;&#xE3;o. O volume m&#xE9;dio de distribui&#xE7;&#xE3;o (Vd) variou entre 63-276 L.</p> <h5>Metabolismo</h5> <p>O cloridrato de metformina &#xE9; excretado inalterado na urina. N&#xE3;o foram identificados metab&#xF3;litos em humanos.</p> <h5>Elimina&#xE7;&#xE3;o</h5> <p>A depura&#xE7;&#xE3;o renal de cloridrato de metformina &#xE9; &gt; 400 mL/min, indicando que o cloridrato de metformina &#xE9; eliminado por filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular e secre&#xE7;&#xE3;o tubular. Ap&#xF3;s uma dose oral, a meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o terminal aparente &#xE9; de aproximadamente 6,5 horas.</p> <p>Se houver comprometimento na fun&#xE7;&#xE3;o renal, a depura&#xE7;&#xE3;o renal &#xE9; reduzida proporcionalmente &#xE0; creatinina e, portanto, a meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; prolongada, levando a n&#xED;veis elevados de cloridrato de metformina no plasma.</p> <h5>Popula&#xE7;&#xF5;es especiais</h5> <h6>Pedi&#xE1;trica</h6> <p>Estudo de dose &#xFA;nica: Ap&#xF3;s doses &#xFA;nicas de metformina de 500 mg, os pacientes pedi&#xE1;tricos demonstraram um perfil farmacocin&#xE9;tico semelhante ao observado em adultos saud&#xE1;veis.</p> <p>Estudo de doses m&#xFA;ltiplas: Os dados est&#xE3;o restritos a um estudo. Ap&#xF3;s doses repetidas de 500 mg, duas vezes ao dia por 7 dias em pacientes pedi&#xE1;tricos, o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica (C<sub>m&#xE1;x</sub>) e a exposi&#xE7;&#xE3;o sist&#xEA;mica (ASC0-t) foram reduzidos em aproximadamente 33% e 40%, respectivamente, em compara&#xE7;&#xE3;o aos adultos diab&#xE9;ticos que receberam doses repetidas de 500 mg, duas vezes ao dia, por 14 dias. Como a dose &#xE9; individualmente titulada com base no controle glic&#xEA;mico, estas observa&#xE7;&#xF5;es s&#xE3;o de relev&#xE2;ncia cl&#xED;nica limitada.</p> <h6>Disfun&#xE7;&#xE3;o Renal</h6> <p>Os dados dispon&#xED;veis em indiv&#xED;duos com disfun&#xE7;&#xE3;o renal moderada s&#xE3;o escassos e n&#xE3;o podem ser feitas estimativas confi&#xE1;veis da exposi&#xE7;&#xE3;o sist&#xEA;mica &#xE0; metformina nesse subgrupo quando comparado com indiv&#xED;duos com fun&#xE7;&#xE3;o renal normal. Portanto, a adequa&#xE7;&#xE3;o da dose deve ser feita a partir das considera&#xE7;&#xF5;es de efic&#xE1;cia/tolerabilidade cl&#xED;nica.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Trayenta Duo?

Mantenha em temperatura ambiente (15 °C a 30 °C), protegido da umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Trayenta Duo&nbsp;2,5/500 mg

O comprimido de Trayenta Duo 2,5/500 mg é amarelo claro, oval, biconvexo, com o símbolo da empresa Boehringer Ingelheim em uma face e D2/500 na outra.

Trayenta Duo&nbsp;2,5/850 mg

O comprimido de Trayenta Duo 2,5/850 mg é laranja claro, oval, biconvexo, com o símbolo da empresa Boehringer Ingelheim em uma face e D2/850 na outra.

Trayenta Duo&nbsp;2,5/1000 mg

O comprimido de Trayenta Duo 2,5/1000 mg é rosa claro, oval, biconvexo, com o símbolo da empresa Boehringer Ingelheim em uma face e D2/1000 na outra.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Trayenta Duo

Comprimidos revestidos de 2,5/500 mg, 2,5/850 mg ou 2,5/1000 mg

  • <li>Bl&#xED;steres com 60 comprimidos.</li> <li>Frascos com 60 comprimidos.</li>

Uso oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Trayenta Duo

MS – 1.0367.0170

Farm. Resp.:
Ana Carolina Scandura Cardillo
CRF-SP 22440

Importado e embalado por:
Boehringer Ingelheim do Brasil Quím. e Farm. Ltda
Rod. Régis Bittencourt, km 286
Itapecerica da Serra - SP
CNPJ 60.831.658/0021-10
Indústria Brasileira




SAC
0800-7016633

Fabricado por (embalagem frasco):
Boehringer Ingelheim Promeco S.A de C.V.
Cidade do México, México.

Fabricado por (embalagem blíster):

Boehringer Ingelheim Pharma GmbH & Co. KG
Ingelheim am Rhein, Alemanha

Venda sob prescrição médica.

2,5mg + 500mg, caixa com 60 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Cloridrato De Metformina + Linagliptina
Classe Terapêutica
:
Associações de Inibidores DPP-IV com Biguanidas
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Diabetes
Especialidade
:
Endocrinologia

Bula do medicamento

Trayenta Duo, para o que é indicado e para o que serve?

Trayenta Duo é indicado como adjuvante da dieta e do exercício, para melhorar o controle glicêmico (nível sanguíneo de açúcar) em pacientes com diabetes mellitus tipo 2, em que a dose máxima tolerada de metformina sozinha não proporciona um controle adequado ou em pacientes que já estão sendo tratados com a combinação linagliptina e metformina e apresentam controle adequado. Pode ser utilizado em associação à sulfonilureia (como terapia de associação tripla) como adjuvante à dieta e exercício físico em pacientes em que as doses máximas toleradas de metformina e da sulfonilureia não proporcionam um controle glicêmico adequado.

Pode ser utilizado em associação à insulina (como terapia de associação tripla) como adjuvante à dieta e exercício físico para melhorar o controle glicêmico em pacientes quando a insulina e metformina isoladamente não proporcionam um controle glicêmico adequado. Também pode ser utilizado em combinação com um inibidor de SGLT-2 (ou seja, terapia de combinação tripla) como adjuvante à dieta e exercício físico em pacientes não controlados adequadamente com as doses máximas de metformina e do inibidor de SGLT-2.

Quais as contraindicações do Trayenta Duo?

Você não deve usar Trayenta Duo se tiver as seguintes condições:

  • <li>Alergia &#xE0; linagliptina e/ou ao <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-metformina/bula" target="_blank">cloridrato de metformina</a> ou a qualquer um dos componentes da f&#xF3;rmula; qualquer tipo de acidose metab&#xF3;lica aguda, como acidose l&#xE1;ctica e cetoacidose diab&#xE9;tica (doen&#xE7;a em que o sangue fica repleto de cetonas, que s&#xE3;o subst&#xE2;ncias que o corpo produz quando utiliza gordura em vez de <a href="https://consultaremedios.com.br/glicose/bula" target="_blank">glicose</a> para obter energia, devido &#xE0; aus&#xEA;ncia de insulina); pr&#xE9;coma diab&#xE9;tico; insufici&#xEA;ncia renal grave (depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina do sangue &lt; 30 mL/min ou taxa de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular estimada &lt; 30 mL/min/1,73 m<sup>2</sup>); condi&#xE7;&#xF5;es agudas que alterem a fun&#xE7;&#xE3;o dos rins como <a href="https://minutosaudavel.com.br/desidratacao/" rel="noopener" target="_blank">desidrata&#xE7;&#xE3;o</a>, infec&#xE7;&#xE3;o grave, choque (redu&#xE7;&#xE3;o muito grande da irriga&#xE7;&#xE3;o de sangue nos tecidos), uso de medicamentos com contraste &#xE0; base de <a href="https://consultaremedios.com.br/b/iodo" target="_blank"/><a href="https://consultaremedios.com.br/iodo/pa" target="_blank">iodo</a>; doen&#xE7;as que causem falta de irriga&#xE7;&#xE3;o sangu&#xED;nea nos tecidos (como mau funcionamento do cora&#xE7;&#xE3;o ou pulm&#xF5;es, <a href="https://minutosaudavel.com.br/infarto/" rel="noopener" target="_blank">infarto</a> recente ou choque); mau funcionamento do <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c" target="_blank">f&#xED;gado</a>; intoxica&#xE7;&#xE3;o por &#xE1;lcool e <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alcoolismo/c" target="_blank">alcoolismo</a>.</li>

Como usar o Trayenta Duo?

Para abrir o frasco, pressione a tampa para baixo e gire-a ao mesmo tempo. Fechar firmemente após o uso.

O comprimido de Trayenta Duo deve ser ingerido por via oral. A dose recomendada para pacientes com função renal normal (taxa de filtração glomerular (TFG) > 90 mL/min) é um comprimido de 2,5/500 mg, 2,5/850 mg ou 2,5/1000 mg duas vezes ao dia conforme prescrito pelo seu médico, juntamente com as refeições para reduzir os efeitos indesejáveis no sistema digestivo associados à metformina.

Seu médico prescreverá Trayenta Duo tanto sozinho quanto em combinação a outro antidiabético da classe das sulfonilureias, se necessário. É importante que você continue a seguir a dieta e/ou exercício indicados enquanto estiver em tratamento com Trayenta Duo.

A dose diária máxima recomendada de Trayenta Duo é de 5 mg de linagliptina e de 2000 mg de metformina.

Pacientes com controle inadequado do diabetes na dose máxima tolerada de metformina isoladamente

  • <li>A dose inicial padr&#xE3;o &#xE9; de linagliptina 2,5 mg, duas vezes ao dia (dose di&#xE1;ria total de 5 mg) mais a dose de metformina que j&#xE1; est&#xE1; sendo utilizada.</li>

Pacientes migrando da administração de linagliptina e metformina em comprimidos separados para associação em dose fixa

  • <li>Trayenta Duo deve ser iniciado nas doses de linagliptina e metformina que j&#xE1; est&#xE3;o sendo utilizadas.</li>

Pacientes inadequadamente controlados com a terapia de associação dupla com a dose máxima tolerada de metformina e uma sulfonilureia

  • <li>Dose de 2,5 mg de linagliptina, duas vezes ao dia (dose di&#xE1;ria total de 5 mg) e uma dose de metformina similar &#xE0; dose que j&#xE1; est&#xE1; sendo utilizada. Quando Trayenta Duo &#xE9; utilizado em associa&#xE7;&#xE3;o com uma sulfonilureia, uma dose menor desta pode ser necess&#xE1;ria para reduzir o risco de <a href="https://minutosaudavel.com.br/hipoglicemia/" rel="noopener" target="_blank">hipoglicemia</a>.</li>

Para pacientes inadequadamente controlados com a terapia de associação dupla com insulina e a dose máxima tolerada de metformina

  • <li>Dose de 2,5 mg duas vezes ao dia (dose di&#xE1;ria total de 5 mg) e uma dose de metformina similar &#xE0; dose que j&#xE1; est&#xE1; sendo utilizada. Quando Trayenta Duo &#xE9; utilizado em associa&#xE7;&#xE3;o com a insulina, uma dose menor de insulina pode ser necess&#xE1;ria para reduzir o risco de hipoglicemia.</li>

Disfunção renal

  • <li>O&amp;nbsp;m&#xE9;dico dever&#xE1; monitorar a fun&#xE7;&#xE3;o renal do paciente antes de iniciar o tratamento com medicamentos que cont&#xE9;m metformina e, depois, pelo menos uma vez ao ano.</li>

Esse monitoramento deve ser mais frequente para pacientes com maior risco de piora da função dos rins e em idosos.

Trayenta Duo paode ser empregado em pacientes com disfunção renal moderada estágio 3 (depuração de creatinina entre 30 e 59 mL/min ou taxa de filtração glomerular estimada [TFGe] entre 30 e 59 mL/min/1,73 m2 ) somente na ausência de outras condições que possam aumentar o risco de acidose láctica e com os seguintes ajustes na posologia:
  • <li>A dose inicial &#xE9; de 500 mg ou 850 mg de cloridrato de metformina ao dia. A dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria recomendada &#xE9; de 1000 mg.</li>

Para os pacientes com TFG < 60 mL/min o médico deverá avaliar os fatores que podem aumentar o risco de acidose láctica antes de iniciar o tratamento com metformina.

A função renal deve ser rigorosamente monitorada a cada 3-6 meses em pacientes com depuração de creatinina entre 45 e 59 mL/min ou TFGe entre 45 e 59 mL/min/1,73 m2 e a cada 3 meses em pacientes com depuração de creatinina entre 30 e 44 mL/min ou TFGe entre 30 e 44 mL/min/1,73 m2.

Caso a depuração de creatinina ou a TFGe caiam para valores abaixo de 45 mL/min ou 45 mL/min/1,73m2, respectivamente, devem ser avaliados os benefícios e os riscos da continuidade do tratamento com metformina.

Caso a depuração de creatinina ou a TFGe caiam para valores abaixo de 30 mL/min ou 30 mL/min/1,73m2, respectivamente, o tratamento com metformina deve ser interrompido imediatamente.

Caso a concentração adequada de Trayenta Duo não esteja disponível, deve-se administrar as substâncias separadamente ao invés da apresentação em dose fixa combinada.

Trayenta Duo é contraindicado em pacientes com mau funcionamento do fígado devido à metformina.

Idosos devem ter sua função dos rins monitorada regularmente.

Não é recomendado para uso em crianças abaixo de 18 anos devido à falta de dados sobre segurança e eficácia nessa população.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Trayenta Duo funciona?

Trayenta Duo atua no tratamento do diabetes mellitus tipo 2 através da associação de dois componentes:

  • <li>Linagliptina e cloridrato de metformina.</li>

A linagliptina faz o pâncreas produzir maior quantidade de insulina e menor quantidade do hormônio glucagon, ajudando assim a controlar o nível de açúcar no sangue. Esse componente inibe a enzima dipeptidil peptidase-4 (DPP4), responsável pela inativação dos hormônios incretínicos, como o peptídeo glucagon símile 1 (GLP-1). O GLP-1 é liberado pelo intestino após ingestão de alimentos e estimula a secreção de insulina pelo pâncreas. Assim, ao inibir a DPP-4, a linagliptina permite que o hormônio GLP-1 atue por mais tempo, liberando insulina conforme necessidade de seu organismo.

O cloridrato de metformina atua impedindo o aumento do nível de açúcar no sangue, reduzindo a produção de glicose pelo fígado, aumentando a captação de glicose nos tecidos periféricos e/ou retardando a absorção de glicose no intestino. Não estimula a secreção de insulina e, portanto, tem baixo risco de produzir hipoglicemia (queda nos níveis de açúcar no sangue).

Após administração oral, Trayenta Duo é rapidamente absorvido e chega à corrente sanguínea. A linagliptina e o cloridrato de metformina atingem o pico de maior concentração no sangue 1,5 hora e 2,5 horas após tomada da dose, respectivamente.

Quais cuidados devo ter ao usar o Trayenta Duo?

Trayenta Duo não deve ser usado em pacientes com diabetes mellitus tipo 1 (ou seja, se seu corpo não produz insulina).

Se houver suspeita de inflamação aguda do pâncreas, deve-se descontinuar o uso de Trayenta Duo.

A linagliptina ou metformina em uso isolado não estão associadas a episódios de hipoglicemia, em geral.

Em estudos clínicos nos quais os pacientes usaram linagliptina associada a agentes que têm baixo risco de causar hipoglicemia (por exemplo, metformina, tiazolidinedionas), o número de episódios de hipoglicemia relatados com linagliptina foi similar ao número de episódios nos pacientes que tomaram placebo.

As sulfonilureias (como glimepirida) são conhecidas por causar hipoglicemia. Portanto, é preciso ter cuidado ao tomar este medicamento em associação a sulfonilureia. Pode ser necessário reduzir a dose da sulfonilureia.

A insulina é conhecida por causar hipoglicemia. Portanto, aconselha-se cautela quando Trayenta Duo for utilizado em combinação com insulina. Neste caso, pode-se considerar uma redução na dose de insulina.

Acidose láctica

Os pacientes e/ou cuidadores devem estar atentos sobre o risco de acidose láctica, caracterizada por dispneia acidótica (falta de ar por acúmulo de ácido no sangue), dor abdominal, cãibras musculares, astenia (sensação de fraqueza), hipotermia (queda da temperatura do corpo) seguida de coma. Em caso de suspeita dos sintomas, você deve parar de tomar metformina e procurar atendimento médico imediatamente.

Seu médico deverá fazer seu diagnóstico, baseando-se também em achados laboratoriais.

A acidose láctica é uma complicação metabólica muito rara, porém grave, que ocorre com maior frequência em casos de piora do funcionamento dos rins, doença cardiorrespiratória (doença do coração e/ou dos pulmões) ou sepse (infecção generalizada grave). Quando há piora da função renal, ocorre acúmulo de metformina, o que aumenta o risco de acidose láctica.

Em caso de desidratação (como casos de diarreia grave ou vômitos, febre ou ingestão reduzida de líquidos), o uso da metformina deve ser temporariamente interrompido e o paciente deve entrar em contato com o médico.

Os medicamentos que podem prejudicar gravemente a função renal tais como anti-hipertensivos (como captopril, losartana, nifedipina), diuréticos (como hidroclorotiazida, furosemida), e anti-inflamatórios não esteroides (como diclofenaco, ibuprofeno), devem ser iniciados com precaução em pacientes tratados com metformina.

Outros fatores de risco para acidose láctica são: consumo excessivo de álcool, mau funcionamento do fígado, controle inadequado do diabetes, cetose, jejum prolongado, e condições associadas à falta de irrigação sanguínea nos tecidos (como mau funcionamento do coração e infarto agudo do miocárdio), bem como a utilização ao mesmo tempo de medicamentos que possam causar acidose láctica (como, por exemplo, uso de anti-inflamatórios não esteroides como diclofenaco, ibuprofeno).

Exames de imagem

  • <li>Seu m&#xE9;dico dever&#xE1; descontinuar seu tratamento com Trayenta Duo antes ou no momento da realiza&#xE7;&#xE3;o de exames de imagem que utilizem contraste &#xE0; base de iodo, e o medicamento n&#xE3;o dever&#xE1; ser reiniciado at&#xE9; ao menos 48 horas ap&#xF3;s o exame, e somente ap&#xF3;s avalia&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins.</li>

Função renal

  • <li>A fun&#xE7;&#xE3;o dos rins (taxa de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular) deve ser monitorada antes do in&#xED;cio do tratamento e tamb&#xE9;m regularmente durante o tratamento com esse medicamento. Trayenta Duo &#xE9; contraindicado para pacientes com insufici&#xEA;ncia renal grave (taxa de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular &lt; 30 mL/min) e deve ser temporariamente descontinuado caso o paciente apresente altera&#xE7;&#xF5;es na fun&#xE7;&#xE3;o dos rins.</li>

Função cardíaca

  • <li>Pacientes com <a href="https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/" rel="noopener" target="_blank">insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> (mau funcionamento do cora&#xE7;&#xE3;o) tem maior risco de diminui&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins e redu&#xE7;&#xE3;o da irriga&#xE7;&#xE3;o de sangue nos tecidos. Em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca est&#xE1;vel, Trayenta Duo pode ser usado com um monitoramento regular das fun&#xE7;&#xF5;es dos rins e do cora&#xE7;&#xE3;o. Trayenta Duo n&#xE3;o deve ser utilizado em caso de insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca aguda ou inst&#xE1;vel.</li>

Cirurgias

  • <li>Nos casos de cirurgias sob efeito de anestesia geral, raquidiana ou peridural, o tratamento com metformina dever&#xE1; ser descontinuado no momento da cirurgia e n&#xE3;o poder&#xE1; ser reiniciado antes de 48 horas ap&#xF3;s a cirurgia ou rein&#xED;cio da alimenta&#xE7;&#xE3;o, e somente se a fun&#xE7;&#xE3;o dos rins tiver sido reavaliada e se mostrar estabelecida. Nesses casos, seu m&#xE9;dico saber&#xE1; avaliar o momento correto de voltar o tratamento com Trayenta Duo.</li>

Artralgia

  • <li>Artralgia grave e debilitante foi reportada em pacientes que utilizam medicamentos da mesma classe de Trayenta Duo. Portanto, informe seu m&#xE9;dico caso sinta dores graves nas articula&#xE7;&#xF5;es, para que ele avalie a necessidade de descontinuar o uso do medicamento, se apropriado.</li>

Se houver suspeita de penfigoide bolhoso (bolhas grandes e muito firmes e que demoram muitos dias para se romper), deve-se descontinuar o uso de Trayenta Duo.

Não há estudos sobre os efeitos na capacidade de dirigir e operar máquinas.

Fertilidade, gravidez e amamentação

O uso de Trayenta Duo não é recomendado durante a gravidez, por não haver estudos suficientes com essa população. Caso você tenha diabetes e planeje engravidar, seu médico avaliará o melhor tratamento alternativo para controlar seu nível de açúcar no sangue.

A metformina é excretada no leite humano, mas não se sabe sobre a linagliptina. Trayenta Duo não deve ser usado durante a amamentação.

Nenhum estudo sobre o efeito na fertilidade humana foi conduzido com Trayenta Duo.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Trayenta Duo?

  • <li>Rea&#xE7;&#xF5;es comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): diarreia**, lipase aumentada (enzima que pode ser verificada com exame de sangue para diagnosticar alguma altera&#xE7;&#xE3;o no p&#xE2;ncreas).</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): nasofaringite (infec&#xE7;&#xE3;o de nariz e faringe)*, hipersensibilidade (alergia)*, <a href="https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/tosse/c" target="_blank">tosse</a>*, diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite**, n&#xE1;usea (enjoo)**, v&#xF4;mito**, prurido (coceira)**, <em>rash </em>(vermelhid&#xE3;o)***, amilase aumentada (enzima que pode ser verificada com exame de sangue para diagnosticar alguma altera&#xE7;&#xE3;o no p&#xE2;ncreas).</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): <a href="https://minutosaudavel.com.br/angioedema-o-que-e-complicacoes-como-tratar-e-muito-mais/" rel="noopener" target="_blank">angioedema</a> (vermelhid&#xE3;o na pele e incha&#xE7;o das mucosas, como l&#xED;ngua e l&#xE1;bios)***, <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a> (placas avermelhadas e elevadas na pele, geralmente com coceira) ** e *** , ulcera&#xE7;&#xE3;o de boca (feridas na boca)***, penfigoide bolhoso (bolhas grandes e muito firmes e que demoram muitos dias para se romper)***.</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es com frequ&#xEA;ncia desconhecida (n&#xE3;o &#xE9; poss&#xED;vel determinar a partir dos dados dispon&#xED;veis): <a href="https://minutosaudavel.com.br/pancreatite/" rel="noopener" target="_blank">pancreatite</a> (inflama&#xE7;&#xE3;o do p&#xE2;ncreas)*.</li>

*Reações adversas também relatadas em pacientes tratados com linagliptina isoladamente.
**Reações adversas também relatadas em pacientes que receberam metformina isoladamente.
***Reações adversas identificadas em experiência pós-comercialização com linagliptina.

Distúrbios gastrointestinais como dor abdominal, enjoo, vômitos, diarreia e diminuição do apetite ocorrem mais frequentemente durante o início da terapia com cloridrato de metformina e se resolvem espontaneamente na maioria dos casos. Para prevenção, recomenda-se que Trayenta Duo seja tomado em 2 doses diárias durante ou após as refeições.

Para a combinação deste medicamento com sulfonilureia a reação adversa adicional mais frequente (muito comum) foi a hipoglicemia, sendo que nenhum dos episódios de hipoglicemia foi classificado como grave (requerendo assistência).

Quando a linagliptina e a metformina foram usadas com insulina, hipoglicemia foi relatada como muito comum.

Constipação foi identificada como uma reação adversa adicional com esta combinação (reação incomum).

Informações adicionais sobre os componentes individuais:

  • <li>Todos os efeitos indesej&#xE1;veis relatados em pacientes que receberam tratamento com linagliptina isoladamente foram observados com Trayenta Duo e j&#xE1; est&#xE3;o inclu&#xED;dos nas rea&#xE7;&#xF5;es adversas listadas acima.</li>

As reações adversas à metformina já conhecidas e não observadas até então são:

  • <li>Acidose l&#xE1;ctica, teste de absor&#xE7;&#xE3;o de <a href="https://minutosaudavel.com.br/vitamina-b12/" rel="noopener" target="_blank">vitamina B12</a> anormal, altera&#xE7;&#xF5;es de paladar, dor abdominal, teste de fun&#xE7;&#xE3;o do f&#xED;gado anormal, <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/hepatite/c" target="_blank">hepatite</a> (inflama&#xE7;&#xE3;o no f&#xED;gado), vermelhid&#xE3;o na pele e urtic&#xE1;ria (placas avermelhadas e elevadas na pele, geralmente com coceira).</li>

O tratamento de longo prazo com metformina pode, muito raramente, resultar em falta de vitamina B12 (levando a complicações, como anemia megaloblástica).

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Trayenta Duo?

Continue tomando as próximas doses regularmente no horário habitual. Não duplique a dose na próxima tomada. Neste caso, a dose perdida deve ser pulada.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Trayenta Duo?

Cada comprimido revestido de Trayenta Duo 2,5/500 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Linagliptina</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">2,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:229px\"> <p style=\"text-align:center\">Cloridrato de metformina</p> </td> <td style=\"width:240px\"> <p style=\"text-align:center\">500 mg(correspondentes a 390 mg de metformina)</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: arginina, amido, copovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo, propilenoglicol, hipromelose e talco.

Cada comprimido revestido de Trayenta Duo 2,5/850 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:235px\"> <p style=\"text-align:center\">Linagliptina</p> </td> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">2,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:235px\"> <p style=\"text-align:center\">Cloridrato de metformina</p> </td> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">850 mg de cloridrato de metformina (correspondentes a 663 mg de metformina)</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: arginina, amido, copovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo e vermelho, propilenoglicol, hipromelose e talco.

Cada comprimido revestido de Trayenta Duo 2,5/1000 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:238px\"> <p style=\"text-align:center\">Linagliptina</p> </td> <td style=\"width:231px\"> <p style=\"text-align:center\">2,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:238px\"> <p style=\"text-align:center\">Cloridrato de metformina</p> </td> <td style=\"width:231px\"> <p style=\"text-align:center\">1000 mg de cloridrato de metformina (correspondentes a 780 mg de metformina)</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: arginina, amido, copovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, dióxido de titânio, óxido de ferro vermelho, propilenoglicol, hipromelose e talco.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Trayenta Duo maior do que a recomendada?

A superdose de cloridrato de metformina (um dos componentes de Trayenta Duo) pode levar à acidose láctica, que é uma emergência médica, devendo ser tratada no hospital.

Na eventualidade de uma superdose, você deve procurar auxílio médico imediatamente

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Trayenta Duo com outros remédios?

Você deve informar ao seu médico sobre todos os medicamentos que está usando. Você não deve começar a tomar nenhum medicamento sem conversar com seu médico.

Linagliptina

  • <li>N&#xE3;o se observou nenhuma intera&#xE7;&#xE3;o clinicamente significativa que necessite ajuste de dose em diversos estudos realizados. A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de linagliptina com v&#xE1;rios medicamentos comumente utilizados por diab&#xE9;ticos e com problemas card&#xED;acos (metformina, <a href="https://consultaremedios.com.br/glibenclamida/bula" target="_blank">glibenclamida</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/sinvastatina/bula" target="_blank">sinvastatina</a>, pioglitazona, <a href="https://consultaremedios.com.br/varfarina-sodica/bula" target="_blank">varfarina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">digoxina</a>), <a href="https://consultaremedios.com.br/b/contraceptivos-orais" target="_blank">contraceptivos orais</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/ritonavir/bula" target="_blank">ritonavir</a> (medicamento para tratamento de infec&#xE7;&#xE3;o pelo v&#xED;rus <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/dsts/hiv-aids/c" target="_blank">HIV</a>) e <a href="https://consultaremedios.com.br/rifampicina/bula" target="_blank">rifampicina</a> (medicamento antibacteriano potente) n&#xE3;o afetou a efic&#xE1;cia dos medicamentos. A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de uma refei&#xE7;&#xE3;o rica em gorduras com linagliptina n&#xE3;o teve efeito clinicamente relevante sobre a sua concentra&#xE7;&#xE3;o sangu&#xED;nea.</li>

Metformina

  • <li>N&#xE3;o &#xE9; recomendado o uso de metformina juntamente com &#xE1;lcool. O consumo excessivo de &#xE1;lcool est&#xE1; associado com um aumento do risco de acidose l&#xE1;ctica, especialmente na condi&#xE7;&#xE3;o de jejum, <a href="https://minutosaudavel.com.br/desnutricao/" rel="noopener" target="_blank">desnutri&#xE7;&#xE3;o</a> ou mau funcionamento do f&#xED;gado.</li>

O uso de Trayenta Duo deverá ser interrompido antes de, ou no momento da realização de procedimentos de imagem, e não deve ser reiniciado até 48 horas após o exame, e desde que a função renal tenha sido reavaliada e se encontre estável.

Alguns medicamentos podem afetar negativamente a função renal, o que pode aumentar o risco de acidose láctica, como os anti-inflamatórios não esteroides (por exemplo, diclofenaco, ibuprofeno), inibidores seletivos da ciclooxigenase-2, inibidores da ECA (como ramipril e enalapril), antagonistas dos receptores da angiotensina II (como losartana), diuréticos (como hidroclorotiazida, furosemida). Informe seu médico se você utiliza esses medicamentos para que seja feito um controle rigoroso da função renal.

A metformina se liga aos transportadores de cátions orgânicos (OCT) e sua administração com outras substâncias que interferem nesses transportadores pode alterar a ação da metformina como, por exemplo:

  • <li>O uso de metformina juntamente com o medicamento <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-verapamil/bula" target="_blank">verapamil</a> pode diminuir o efeito da metformina; a rifampicina pode aumentar a absor&#xE7;&#xE3;o de metformina no est&#xF4;mago e intestino e assim aumentar o efeito da metformina; medicamentos como <a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">cimetidina</a>, dolutegravir, <a href="https://consultaremedios.com.br/ranolazina/bula" target="_blank">ranolazina</a>, trimetoprima, vendetanibe e <a href="https://consultaremedios.com.br/isavuconazol/pa" target="_blank">isavuconazol</a> podem diminuir a elimina&#xE7;&#xE3;o de&amp;nbsp;metformina pelos rins e assim aumentar a concentra&#xE7;&#xE3;o de metformina no sangue; os medicamentos <a href="https://consultaremedios.com.br/crizotinibe/bula" target="_blank">crizotinibe</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/olaparibe/bula" target="_blank">olaparibe</a> podem interferir no efeito da metformina e tamb&#xE9;m na sua elimina&#xE7;&#xE3;o pelos rins.</li>

Deve-se ter cuidado principalmente em casos de pacientes com mau funcionamento dos rins, pois no caso do uso desses medicamentos juntamente com metformina, a concentração de metformina no sangue pode aumentar. Se necessário, seu médico poderá fazer o ajuste na quantidade utilizada de metformina.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Trayenta Duo (Cloridrato de Metformina + Linagliptina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Estudos Cl&#xED;nicos</h3> <h4>Linagliptina como terapia associada &#xE0; metformina</h4> <p>A efic&#xE1;cia e a seguran&#xE7;a da terapia com linagliptina em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina em pacientes com controle glic&#xEA;mico insatisfat&#xF3;rio em monoterapia com metformina foram avaliadas em um estudo duplo-cego, controlado por placebo, com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. A linagliptina associada &#xE0; metformina forneceu melhora significativa na HbA1c (altera&#xE7;&#xE3;o de -0,64% em compara&#xE7;&#xE3;o a placebo), a partir de uma HbA1c basal m&#xE9;dia de 8%. A linagliptina tamb&#xE9;m mostrou melhora significativa na glicemia de jejum (GJ) de -21,1 mg/dL e na glicemia p&#xF3;s-prandial de 2 horas (GPP) de -67,1 mg/dL em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo, assim como levou uma maior propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes a atingir uma HbA1c alvo &lt;7,0%, (28,3% em linagliptina <em>versus</em> 11,4% em placebo). A incid&#xEA;ncia de hipoglicemia observada em pacientes tratados com linagliptina foi similar &#xE0;quela com placebo. O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos.<sup>1</sup></p> <p>Em um estudo de terapia inicial controlado por placebo, de desenho fatorial, com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o, linagliptina 2,5 mg administrada duas vezes ao dia em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina (500 mg ou 1000 mg duas vezes ao dia)&amp;nbsp;proporcionou melhora significativa nos par&#xE2;metros glic&#xEA;micos comparado com ambas as monoterapias, conforme resumido na tabela 1 (n&#xED;vel basal m&#xE9;dio de HbA1c de 8,65%).</p> <p><strong>Tabela 1. Par&#xE2;metros glic&#xEA;micos na visita final (estudo de 24 semanas) para grupos tratados com linagliptina e metformina isoladamente e em associa&#xE7;&#xE3;o em pacientes com diabetes </strong><em><strong>mellitus</strong>&amp;nbsp;</em><strong>tipo 2 n&#xE3;o adequadamente controlados com dieta e exerc&#xED;cios</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">&amp;nbsp;</td> <td style=\"text-align:center; width:136px\"><strong>Placebo</strong></td> <td style=\"text-align:center\"><strong>Linagliptina<br> 5 mg<br> uma vez ao<br> dia*</br></br></br></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:138px\"><strong>Metformina<br> 500 mg<br> duas vezes<br> ao dia</br></br></br></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:145px\"><strong>Linagliptina<br> 2,5 mg<br> duas vezes ao<br> dia*<br> +<br> Metformina<br> 500 mg<br> duas vezes ao<br> dia</br></br></br></br></br></br></br></br></strong></td> <td style=\"text-align:center\"><strong>Metformina<br> 1000 mg<br> duas vezes<br> ao dia</br></br></br></strong></td> <td style=\"text-align:center\"><strong>Linagliptina<br> 2,5 mg<br> duas vezes<br> ao dia*<br> +<br> Metformina<br> 1000 mg<br> duas vezes<br> ao dia</br></br></br></br></br></br></br></br></strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"7\" style=\"text-align:center\"><strong>HbA1c (%)</strong></td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">N&#xFA;mero de<br> pacientes</br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">n = 65</td> <td style=\"text-align:center\">n = 135</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">n = 141</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">n = 137</td> <td style=\"text-align:center\">n = 138</td> <td style=\"text-align:center\">n = 140</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Valor basal<br> (m&#xE9;dia)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">8,7</td> <td style=\"text-align:center\">8,7</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">8,7</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">8,7</td> <td style=\"text-align:center\">8,5</td> <td style=\"text-align:center\">8,7</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Altera&#xE7;&#xE3;o em<br> rela&#xE7;&#xE3;o ao valor<br> basal (m&#xE9;dia<br> ajustada)</br></br></br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">0,1</td> <td style=\"text-align:center\">-0,5</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">-0,6</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">-1,2</td> <td style=\"text-align:center\">-1,1</td> <td style=\"text-align:center\">-1,6</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Diferen&#xE7;a em<br> rela&#xE7;&#xE3;o ao placebo<br> (m&#xE9;dia ajustada)<br> (IC de 95%)</br></br></br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">-</td> <td style=\"text-align:center\">-0,6<br> (-0,9, -0,3)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">-0,8<br> (-1,0, -0,5)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">-1,3<br> (-1,6, -1,1)</br></td> <td style=\"text-align:center\">-1,2<br> (-1,5, 0,9)</br></td> <td style=\"text-align:center\">-1,7<br> (-2,0, -1,4)</br></td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Pacientes (n, %)<br> que atingiram<br> HbA1c &lt;7%</br></br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">7 (10,8)</td> <td style=\"text-align:center\">14 (10,4)</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">27 (19,1)</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">42 (30,7)</td> <td style=\"text-align:center\">43 (31,2)</td> <td style=\"text-align:center\">76 (54,3)</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Pacientes (%) que<br> receberam<br> medica&#xE7;&#xE3;o de<br> resgate</br></br></br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">29,2</td> <td style=\"text-align:center\">11,1</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">13,5</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">7,3</td> <td style=\"text-align:center\">8,0</td> <td style=\"text-align:center\">4,3</td> </tr> <tr> <td colspan=\"7\" style=\"text-align:center\"><strong>GJ (mg/dL)</strong></td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">N&#xFA;mero de<br> pacientes</br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">n = 61</td> <td style=\"text-align:center\">n = 134</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">n = 136</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">n = 135</td> <td style=\"text-align:center\">n = 132</td> <td style=\"text-align:center\">n = 136</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Valor basal<br> (m&#xE9;dia)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">203</td> <td style=\"text-align:center\">195</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">191</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">199</td> <td style=\"text-align:center\">191</td> <td style=\"text-align:center\">196</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Altera&#xE7;&#xE3;o em<br> rela&#xE7;&#xE3;o ao valor<br> basal (m&#xE9;dia<br> ajustada)</br></br></br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">10</td> <td style=\"text-align:center\">-9</td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">-16</td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">-33</td> <td style=\"text-align:center\">-32</td> <td style=\"text-align:center\">-49</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:146px\">Diferen&#xE7;a em<br> rela&#xE7;&#xE3;o ao placebo<br> (m&#xE9;dia ajustada)<br> (IC de 95%)</br></br></br></td> <td style=\"text-align:center; width:136px\">--</td> <td style=\"text-align:center\">-19<br> (-31, -6)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:138px\">-26<br> (-38, -14)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:145px\">-43<br> (-56, -31)</br></td> <td style=\"text-align:center\">-42<br> (-55, -30)</br></td> <td style=\"text-align:center\">-60<br> (-72, -47)</br></td> </tr> </tbody> </table> <p>*Dose di&#xE1;ria total de linagliptina &#xE9; equivalente a 5 mg.</p> <p>Redu&#xE7;&#xF5;es m&#xE9;dias na HbA1c em rela&#xE7;&#xE3;o ao basal foram, em geral, maiores para pacientes com valores de HbA1c basais mais altos. Os efeitos nos lip&#xED;dios plasm&#xE1;ticos foram, em geral, neutros. A redu&#xE7;&#xE3;o do peso corporal com a combina&#xE7;&#xE3;o de linagliptina e metformina foi similar &#xE0;quela observada para metformina isolada ou placebo; n&#xE3;o houve altera&#xE7;&#xE3;o em rela&#xE7;&#xE3;o ao basal para pacientes com linagliptina isolada. A incid&#xEA;ncia de hipoglicemia foi similar entre os grupos de tratamento (placebo 1,4%, linagliptina 5 mg 0%, metformina 2,1% e linagliptina 2,5 mg mais metformina duas vezes ao dia 1,4%).</p> <p>Al&#xE9;m disso, esse estudo incluiu pacientes (n=66) com <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hiperglicemia-sintomas-tratamento-e-consequencias/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hiperglicemia</a> mais grave (HbA1c basal &#x2265;11%), que foram tratados de forma aberta com linagliptina 2,5 mg e metformina 1000 mg duas vezes ao dia. Neste grupo de pacientes, o valor basal m&#xE9;dio de HbA1c foi 11,8% e a glicemia de jejum m&#xE9;dia foi 261,8 mg/dL. Redu&#xE7;&#xF5;es m&#xE9;dias em rela&#xE7;&#xE3;o&amp;nbsp;ao basal de -3,74% na HbA1c (n=48) e de -81,2 mg/dL na glicemia de jejum (n=41) foram observadas nos pacientes que completaram o per&#xED;odo de 24 semanas do estudo sem necessidade de terapia de resgate (n=48). Na an&#xE1;lise da &#xFA;ltima observa&#xE7;&#xE3;o (LOCF) incluindo todos os pacientes com medidas de desfechos prim&#xE1;rios (n=65) at&#xE9; a &#xFA;ltima observa&#xE7;&#xE3;o &#x201C;sem terapia de resgate&#x201D;, as altera&#xE7;&#xF5;es em rela&#xE7;&#xE3;o ao basal foram -3,19% para HbA1c e -73,6 mg/dL para glicemia de jejum.<sup>2</sup></p> <p>A efic&#xE1;cia e a seguran&#xE7;a da linagliptina 2,5 mg duas vezes ao dia <em>versus</em> 5 mg uma vez ao dia em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina em pacientes com controle glic&#xEA;mico insatisfat&#xF3;rio em monoterapia com metformina foram avaliadas em um estudo duplo-cego controlado por placebo de 12 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. Linagliptina (2,5 mg duas vezes ao dia e 5 mg uma vez ao dia) associada &#xE0; metformina proporcionou melhora significativa nos par&#xE2;metros glic&#xEA;micos comparada com o placebo. Linagliptina 5 mg uma vez ao dia e 2,5 mg duas vezes ao dia proporcionaram redu&#xE7;&#xF5;es compar&#xE1;veis (IC: -0,07; 0,19) e significativas de HbA1c de -0,80% (em rela&#xE7;&#xE3;o do basal de 7,98%) e -0,74 (em rela&#xE7;&#xE3;o do basal de 7,96%), comparado ao placebo, respectivamente.</p> <p>A incid&#xEA;ncia observada de hipoglicemia em pacientes tratados com linagliptina foi semelhante ao placebo (2,2% com linagliptina de 2,5 mg duas vezes ao dia, 0,9% com linagliptina de 5 mg uma vez ao dia e 2,3% com placebo).</p> <p>O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos. <sup>3</sup></p> <h4>Linagliptina como terapia associada &#xE0; combina&#xE7;&#xE3;o de metformina e sulfonilureia</h4> <p>Um estudo controlado por placebo, com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o, foi conduzido para avaliar a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da linagliptina 5 mg em rela&#xE7;&#xE3;o a placebo, em pacientes n&#xE3;o suficientemente controlados com uma associa&#xE7;&#xE3;o de metformina mais uma sulfonilureia. A linagliptina mostrou melhora significativa na HbA1c (altera&#xE7;&#xE3;o de -0,62% em compara&#xE7;&#xE3;o a placebo), a partir de uma HbA1c basal m&#xE9;dia de 8,14%.</p> <p>A linagliptina tamb&#xE9;m demonstrou melhora significativa na propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes atingindo uma HbA1c alvo de &lt;7,0% (31,2% em linagliptina <em>versus</em> 9,2% em placebo) e tamb&#xE9;m na glicemia de jejum com uma redu&#xE7;&#xE3;o de -12,7 mg/dL em compara&#xE7;&#xE3;o a placebo. O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos.<sup> 4</sup></p> <h4>Linagliptina em associa&#xE7;&#xE3;o &#xE0; metformina e insulina</h4> <p>Um estudo controlado por placebo de 24 semanas foi conduzido para avaliar a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da linagliptina (5 mg uma vez ao dia) associada &#xE0; insulina, com ou sem metformina. Neste estudo, 83% dos pacientes estavam tomando metformina em combina&#xE7;&#xE3;o com insulina. A linagliptina em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina mais insulina proporcionou melhoras significativas na HbA1c neste subgrupo com -0,68 (IC: -0,78; -0,57) de m&#xE9;dia basal ajustada (HbA1c basal m&#xE9;dia de 8,28%) em compara&#xE7;&#xE3;o a placebo em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina mais insulina. N&#xE3;o houve altera&#xE7;&#xE3;o significativa do peso corporal em ambos os grupos. <sup>5</sup></p> <h4>Linagliptina como terapia associada &#xE0; combina&#xE7;&#xE3;o de metformina e <a href=\"https://consultaremedios.com.br/empagliflozina/bula\" target=\"_blank\">empagliflozina</a></h4> <p>Em pacientes n&#xE3;o controlados adequadamente com metformina e empagliflozina (10 mg (n = 247) ou 25 mg (n = 217)), tratamento de 24 semanas com terapia associada &#xE0; linagliptina 5 mg mostrou redu&#xE7;&#xF5;es na m&#xE9;dia ajustada de HbA1c a partir do basal em -0,53% (diferen&#xE7;a significativa para a associa&#xE7;&#xE3;o ao placebo de -0,32% (IC 95% -0,25; - 0,13) e -0,58% (diferen&#xE7;a significativa para a associa&#xE7;&#xE3;o ao placebo de -0,47% (IC 95% -0,66; -0,28), respectivamente. Uma maior propor&#xE7;&#xE3;o estatisticamente significativa de pacientes com uma HbA1c basal &#x2265;7,0% e tratada com 5 mg de linagliptina alcan&#xE7;ou um alvo de HbA1c &lt;7% em compara&#xE7;&#xE3;o ao placebo.</p> <p>Nos subgrupos pr&#xE9;-especificados de pacientes com HbA1c basal maior ou igual a 8,5% (n = 66 e n = 42 pacientes tratados com metformina mais empagliflozina 10 mg ou 25 mg, respectivamente), redu&#xE7;&#xF5;es na m&#xE9;dia ajustada de HbA1c a partir do basal at&#xE9; 24 semanas em associa&#xE7;&#xE3;o com linagliptina 5 mg foram de -0,97% (p = 0,0875, para a diferen&#xE7;a da associa&#xE7;&#xE3;o ao placebo) e de -1,16% (p = 0,0046 para a diferen&#xE7;a da associa&#xE7;&#xE3;o ao placebo), respectivamente.<sup>6</sup></p> <h4>Dados de 24 meses de linagliptina como terapia associada &#xE0; metformina, em compara&#xE7;&#xE3;o &#xE0; glimepirida</h4> <p>Em um estudo comparando a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da adi&#xE7;&#xE3;o de linagliptina 5 mg ou glimepirida (um agente da classe das sulfonilureias) em pacientes com controle glic&#xEA;mico inadequado em uso de metformina em monoterapia, a linagliptina foi similar &#xE0; glimepirida na redu&#xE7;&#xE3;o da HbA1c, com uma diferen&#xE7;a m&#xE9;dia entre os tratamentos quanto &#xE0; queda da HbA1c a partir do valor basal at&#xE9; 104 semanas de +0,20% para linagliptina, em compara&#xE7;&#xE3;o a glimepirida.</p> <p>Neste estudo, a raz&#xE3;o entre pr&#xF3;-insulina e insulina, um marcador da efici&#xEA;ncia da s&#xED;ntese e libera&#xE7;&#xE3;o da insulina, mostrou uma melhora estatisticamente significativa com linagliptina, em compara&#xE7;&#xE3;o ao tratamento com glimepirida. A incid&#xEA;ncia de hipoglicemia no grupo com linagliptina (7,5%) foi significativamente mais baixa que aquela no grupo com glimepirida (36,1%). Os pacientes tratados com linagliptina exibiram uma redu&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia significativa no peso corporal, em compara&#xE7;&#xE3;o a um ganho de peso significativo nos pacientes que receberam glimepirida (-1,39 vs. +1,29 kg).<sup>7</sup></p> <h4>Linagliptina como terapia associada a pacientes idosos (com idade superior a 70 anos) com diabetes tipo 2</h4> <p>A efic&#xE1;cia e a seguran&#xE7;a da linagliptina em pacientes idosos (com idade superior a 70 anos) diab&#xE9;ticos tipo 2 foram avaliadas em um estudo duplo-cego com 24 semanas de dura&#xE7;&#xE3;o. As doses dos medicamentos antidiab&#xE9;ticos utilizados como terapia de base foram mantidas est&#xE1;veis durante as primeiras 12 semanas, e ap&#xF3;s este per&#xED;odo permitiu-se ajustes das mesmas. Os pacientes receberam metformina e/ou sulfonilureia e/ou insulina como terapia de base. A linagliptina promoveu melhora significativa na HbA1c de -0,64% (95% IC -0,81, -0,48; p&lt;0,0001) em compara&#xE7;&#xE3;o com o placebo ap&#xF3;s 24 semanas, a partir de uma HbA1c basal de 7,8%.</p> <p>A linagliptina tamb&#xE9;m demonstrou melhora significativa na glicemia de jejum de -20,7 mg/dL (95% IC -30,2, -11,2; p&lt;0,0001) em compara&#xE7;&#xE3;o com o placebo. O peso corporal n&#xE3;o diferiu significativamente entre os grupos. De forma geral, a incid&#xEA;ncia de hipoglicemia foi compar&#xE1;vel entre a linagliptina (2 de 45 pacientes, 4,4%) e placebo (nenhum de 22 pacientes, 0%) com terapia de base de metformina isolada. As taxas de hipoglicemia tamb&#xE9;m foram compar&#xE1;veis na terapia de base de insulina com ou sem metformina (13 de 35 pacientes, 37,1% tratados com linagliptina, e 6 de 15 pacientes, 40,0% tratados com placebo). No entanto, em uma terapia de base de sulfonilureia com ou sem metformina, relatou-se hipoglicemia em uma propor&#xE7;&#xE3;o maior de pacientes tratados com linagliptina (24 de 82 pacientes, 29,3%) comparado ao placebo (7 de 42 pacientes, 16,7%). N&#xE3;o houve diferen&#xE7;a nos eventos hipoglic&#xEA;micos graves entre a linagliptina e o placebo. <sup>8</sup></p> <p>Em uma an&#xE1;lise conjunta dos pacientes idosos (idade &#x2265; 70 anos) com diabetes tipo 2 (n = 183) que estavam tomando metformina e insulina basal como terapia de base, a linagliptina em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina mais insulina resultou em melhoras significativas na HbA1c com -0,81 (IC: -1,01, -0,61) de redu&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia ajustada a partir do basal (HbA1c basal m&#xE9;dia 8,13%) em compara&#xE7;&#xE3;o com placebo em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina mais insulina. N&#xE3;o houve diferen&#xE7;a clinicamente significativa na incid&#xEA;ncia de epis&#xF3;dios de hipoglicemia, em pacientes &#x2265; 70 anos (37,2% em linagliptina em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina e insulina <em>versus</em> 39,8% no grupo placebo em combina&#xE7;&#xE3;o com metformina e insulina). <sup>5</sup></p> <h4>Linagliptina e associa&#xE7;&#xE3;o inicial com linagliptina e metformina (como combina&#xE7;&#xE3;o livre) em pacientes virgens de tratamento rec&#xE9;m-diagnosticados com hiperglicemia acentuada</h4> <p>A efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da associa&#xE7;&#xE3;o inicial de linagliptina 5 mg, uma vez por dia, e metformina, duas vezes ao dia (aumento gradual da dose nas primeiras 6 semanas at&#xE9; 1500 mg ou 2000 mg/d), em compara&#xE7;&#xE3;o com linagliptina 5 mg uma vez ao dia foram avaliadas num estudo de 24 semanas em pacientes virgens de tratamento rec&#xE9;mdiagnosticados com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2 e hiperglicemia acentuada (HbA1c basal 8,5 - 12,0%).</p> <p>Ap&#xF3;s 24 semanas tanto a linagliptina em monoterapia, bem como a associa&#xE7;&#xE3;o de linagliptina e metformina reduziram significativamente a HbA1c em -2,0% e -2,8% respectivamente, a partir de uma HbA1c basal de 9,9% e 9,8%, respectivamente. A diferen&#xE7;a entre os tratamentos, de -0,8% (95% IC -1,1 at&#xE9; -0,5), mostrou superioridade para a associa&#xE7;&#xE3;o em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; monoterapia (p &lt;0,0001). Notavelmente, 40% e 61% dos pacientes em monoterapia e terapia associada alcan&#xE7;aram HbA1c &lt;7,0%, respectivamente. <sup>9</sup></p> <h4>Risco cardiovascular</h4> <p>O tratamento com linagliptina n&#xE3;o foi associado a um aumento no risco cardiovascular em uma metan&#xE1;lise pr&#xE9;especificada e prospectiva de eventos cardiovasculares independentemente considerados, a partir de 19 estudos cl&#xED;nicos envolvendo 9.459 pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2. O desfecho prim&#xE1;rio (uma combina&#xE7;&#xE3;o de: ocorr&#xEA;ncia ou tempo para a primeira ocorr&#xEA;ncia de morte cardiovascular, infarto do mioc&#xE1;rdio n&#xE3;o fatal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/acidente-vascular-cerebral/c\" target=\"_blank\">acidente vascular cerebral</a> n&#xE3;o fatal ou hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/angina-instavel\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/angina/c\" target=\"_blank\">angina</a> inst&#xE1;vel) n&#xE3;o foi significativamente mais baixo para linagliptina <em>versus</em> comparadores ativos e placebo combinados [Raz&#xE3;o de risco 0,78 (95% de intervalo de confian&#xE7;a 0,55; 1,12)]. No total, ocorreram 60 eventos prim&#xE1;rios com a linagliptina e 62 com os comparadores.<sup> 10</sup></p> <p>Foi observada a ocorr&#xEA;ncia de eventos cardiovasculares a uma taxa similar entre a linagliptina e o placebo [Raz&#xE3;o de risco 1,09 (95% de intervalo de confian&#xE7;a 0,68; 1,75)]. Em estudos controlados com placebo, no total ocorreram 43 eventos prim&#xE1;rios (1,03%) com a linagliptina e 29 (1,35%) com o placebo. <sup>10</sup></p> <h4>Bioequival&#xEA;ncia</h4> <p>Os estudos de bioequival&#xEA;ncia em volunt&#xE1;rios saud&#xE1;veis demonstraram que os comprimidos de associa&#xE7;&#xE3;o de Cloridrato de Metformina + Linagliptina (linagliptina/cloridrato de metformina) s&#xE3;o bioequivalentes &#xE0; coadministra&#xE7;&#xE3;o de linagliptina e cloridrato de metformina como comprimidos individuais. <sup>11</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o dos comprimidos de Cloridrato de Metformina + Linagliptina 2,5/1000 mg com alimento n&#xE3;o resultou em altera&#xE7;&#xE3;o na exposi&#xE7;&#xE3;o geral de linagliptina. Com metformina, n&#xE3;o houve altera&#xE7;&#xE3;o na ASC (&#xE1;rea sob a curva ou AUC), no entanto, o pico m&#xE9;dio de concentra&#xE7;&#xE3;o s&#xE9;rica de metformina foi reduzido em 18% quando administrada com alimento. Foi observado atraso no tempo para atingir o pico m&#xE9;dio de concentra&#xE7;&#xF5;es s&#xE9;ricas em 2 horas para metformina em condi&#xE7;&#xF5;es com alimento. Essas altera&#xE7;&#xF5;es n&#xE3;o parecem ser clinicamente significativas. <sup>12</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Taskinen MR, Rosenstock J, Tamminen I, et al. Safety and efficacy of linagliptin as add-on therapy to metformin in patients with type 2 diabetes: a randomized, double-blind, placebo-controlled study. Diabetes Obes Metab. 2011;13(1):65-74.<br> 2. Haak T, Meinicke T, Jones R, et al. Initial combination of linagliptin and metformin improves glycaemic control in type 2 diabetes: a randomized, double-blind, placebo-controlled study. Diabetes Obes Metab. 2012;14(6):565-74.<br> 3. Ross SA, Rafeiro E, Meinicke T, et al. Efficacy and safety of linagliptin 2.5 mg twice daily <em>versus</em> 5 mg once daily in patients with type 2 diabetes inadequately controlled on metformin: a randomised, double-blind, placebo-controlled trial. Curr Med Res Opin. 2012;28(9):1465-74.<br> 4. Owens DR, Swallow R, Dugi KA, et al. Efficacy and safety of linagliptin in persons with type 2 diabetes inadequately controlled by a combination of metformin and sulphonylurea: a 24-week randomized study. Diabet Med. 2011;28(11):1352-61.<br> 5. Yki-j&#xE4;rvinen H, Rosenstock J, Dur&#xE1;n-garcia S, et al. Effects of adding linagliptin to basal insulin regimen for inadequately controlled type 2 diabetes: a &#x2265;52-week randomized, double-blind study. Diabetes Care. 2013;36(12):3875-81.<br> 6. Tinahones FJ, Gallwitz B, Nordaby M, et al. Linagliptin as add-on to empagliflozin and metformin in patients with type 2 diabetes: Two 24-week randomized, double-blind, double-dummy, parallel-group trials. Diabetes Obes Metab. 2016. DOI: 10.1111/dom.12814.<br> 7. Gallwitz B, Rosenstock J, Rauch T, et al. 2-year efficacy and safety of linagliptin compared with glimepiride in patients with type 2 diabetes inadequately controlled on metformin: a randomised, double-blind, noninferiority trial. Lancet. 2012;380(9840):475-83.<br> 8. Barnett AH, Huisman H, Jones R, et al. Linagliptin for patients aged 70 years or older with type 2 diabetes inadequately controlled with common antidiabetes treatments: a randomised, double-blind, placebo-controlled trial. Lancet. 2013;382(9902):1413-23.<br> 9. Ross SA, Caballero AE, Del prato S, et al. Initial combination of linagliptin and metformin compared with linagliptin monotherapy in patients with newly diagnosed type 2 diabetes and marked hyperglycaemia: a randomized, double-blind, active-controlled, parallel group, multinational clinical trial. Diabetes Obes Metab. 2015;17(2):136-44.<br> 10. Johansen OE, Neubacher D, Von eynatten M, et al. Cardiovascular safety with linagliptin in patients with type 2 diabetes <em>mellitus</em>: a pre-specified, prospective, and adjudicated meta-analysis of a phase 3 programme. Cardiovasc Diabetol. 2012;11:3.<br> 11. Buschke S, Ring A, Friedrich C, et al. Linagliptin fixed-dose combination with metformin is bioequivalent to co-administration of linagliptin and metformin as individual tablets. Int J Clin Pharmacol Ther. 2014;52(7):537- 48.<br> 12. Scheen AJ. Linagliptin plus metformin: a pharmacokinetic and pharmacodynamic evaluation. Expert Opin Drug Metab Toxicol. 2013;9(3):363-77.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas&amp;nbsp;</h2> <hr> <h3>Farmacodin&#xE2;mica</h3> <p>A linagliptina &#xE9; um inibidor da enzima DPP-4 (dipeptidil peptidase 4), uma enzima que est&#xE1; envolvida na inativa&#xE7;&#xE3;o dos horm&#xF4;nios incretinas GLP-1 e GIP (pept&#xED;deo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/glucagon/bula\" target=\"_blank\">glucagon</a> s&#xED;mile 1 e polipept&#xED;dio insulinotr&#xF3;pico dependente da <a href=\"https://consultaremedios.com.br/glicose/bula\" target=\"_blank\">glicose</a>). Estes horm&#xF4;nios s&#xE3;o rapidamente degradados pela enzima DPP-4. Ambos os horm&#xF4;nios incretinas est&#xE3;o envolvidos na regula&#xE7;&#xE3;o fisiol&#xF3;gica da homeostase de glicose. As incretinas s&#xE3;o secretadas em baixos n&#xED;veis basais ao longo do dia e os n&#xED;veis aumentam imediatamente ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o de uma refei&#xE7;&#xE3;o. GLP-1 e GIP aumentam a bioss&#xED;ntese de insulina e a secre&#xE7;&#xE3;o das c&#xE9;lulas beta pancre&#xE1;ticas na presen&#xE7;a de n&#xED;veis sangu&#xED;neos normais e elevados de glicose. Al&#xE9;m disso, o GLP-1 tamb&#xE9;m reduz a secre&#xE7;&#xE3;o de glucagon pelas c&#xE9;lulas alfa pancre&#xE1;ticas, resultando numa redu&#xE7;&#xE3;o da produ&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica de glicose. A linagliptina liga-se de forma muito eficaz &#xE0; enzima DPP-4 de maneira revers&#xED;vel e, dessa forma, leva a um aumento sustentado e um prolongamento dos n&#xED;veis de incretina ativa.</p> <p>A linagliptina aumenta a secre&#xE7;&#xE3;o de insulina e reduz a secre&#xE7;&#xE3;o de glucagon de forma dependente da glicose, resultando dessa maneira, em uma melhora global na homeostase glic&#xEA;mica. A linagliptina se liga seletivamente &#xE0; enzima DPP-4 e exibe uma seletividade &gt;10.000 vezes <em>versus</em> as enzimas DPP-8 e DPP-9 <em>in vitro</em>.</p> <p>O cloridrato de metformina &#xE9; uma biguanida com efeitos anti-hiperglicemiantes, reduzindo a glicemia basal e p&#xF3;sprandial. Ele n&#xE3;o estimula a secre&#xE7;&#xE3;o de insulina e, portanto, tem baixo risco de causar hipoglicemia.</p> <h4>O cloridrato de metformina pode agir por meio de 3 mecanismos:</h4> <ul> <li>Reduzindo a produ&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica de glicose, por inibi&#xE7;&#xE3;o da gliconeog&#xEA;nese e glicogen&#xF3;lise;</li> <li>Aumentando a sensibilidade &#xE0; insulina no m&#xFA;sculo, melhorando a capta&#xE7;&#xE3;o e a utiliza&#xE7;&#xE3;o perif&#xE9;rica de glicose;</li> <li>Retardando a absor&#xE7;&#xE3;o intestinal de glicose.</li> </ul> <p>O cloridrato de metformina estimula a s&#xED;ntese intracelular de glicog&#xEA;nio, agindo na enzima glicog&#xEA;nio sintase.</p> <p>Tamb&#xE9;m aumenta a capacidade de transporte de todos os tipos de transportadores de membrana de glicose (GLUTs) conhecidos at&#xE9; o momento.</p> <p>Em humanos, independentemente de sua a&#xE7;&#xE3;o sobre a glicemia, o cloridrato de metformina apresenta efeitos favor&#xE1;veis sobre o metabolismo de lip&#xED;deos. Isto foi demonstrado em doses terap&#xEA;uticas nos estudos cl&#xED;nicos controlados de m&#xE9;dio e longo prazo: o cloridrato de metformina reduz os n&#xED;veis de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/colesterol/c\" target=\"_blank\">colesterol</a> total, colesterol LDL e de triglic&#xE9;rides.</p> <h3>Farmacocin&#xE9;tica</h3> <p>As seguintes informa&#xE7;&#xF5;es refletem as propriedades farmacocin&#xE9;ticas das subst&#xE2;ncias ativas individuais de Cloridrato de Metformina + Linagliptina.</p> <h4>Linagliptina</h4> <p>A farmacocin&#xE9;tica da linagliptina foi extensamente caracterizada em indiv&#xED;duos sadios e pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2. Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de uma dose de 5 mg em volunt&#xE1;rios sadios, a linagliptina foi rapidamente absorvida, com o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica (T<sub>m&#xE1;x m&#xE9;dio</sub>) ocorrendo 1,5 horas ap&#xF3;s a dose.</p> <p>As concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas de linagliptina declinam pelo menos de maneira bif&#xE1;sica, com uma prolongada meia vida terminal (meia vida terminal para linagliptina maior que 100 horas), que est&#xE1; principalmente relacionada &#xE0; forte e satur&#xE1;vel liga&#xE7;&#xE3;o da linagliptina &#xE0; enzima DPP-4 e n&#xE3;o contribui para o ac&#xFA;mulo do f&#xE1;rmaco. A meia vida efetiva para acumula&#xE7;&#xE3;o da linagliptina, conforme determinada a partir da administra&#xE7;&#xE3;o oral de m&#xFA;ltiplas doses de 5 mg de linagliptina, &#xE9; de, aproximadamente, 12 horas. As concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas do estado de equil&#xED;brio s&#xE3;o atingidas ap&#xF3;s a terceira dose, em um regime de 5 mg de linagliptina uma vez ao dia.</p> <p>A ASC plasm&#xE1;tica da linagliptina aumentou aproximadamente 33% ap&#xF3;s doses de 5 mg no estado de equil&#xED;brio, em compara&#xE7;&#xE3;o &#xE0; primeira dose. Os coeficientes intra e interindiv&#xED;duos de varia&#xE7;&#xE3;o para a ASC da linagliptina foram pequenos (12,6% e 28,5%, respectivamente). A ASC plasm&#xE1;tica da linagliptina aumentou de uma maneira menor e proporcional &#xE0; dose. A farmacocin&#xE9;tica da linagliptina foi geralmente similar em indiv&#xED;duos sadios e em pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2.</p> <h5>Absor&#xE7;&#xE3;o</h5> <p>A biodisponibilidade absoluta da linagliptina &#xE9; de, aproximadamente, 30%. A coadministra&#xE7;&#xE3;o de refei&#xE7;&#xE3;o rica em gorduras com linagliptina n&#xE3;o teve efeito clinicamente relevante sobre a sua farmacocin&#xE9;tica, por isso a mesma pode ser administrada com ou sem alimentos. Estudos <em>in vitro</em> indicaram que a linagliptina &#xE9; um substrato da glicoprote&#xED;na-P (P-gp) e da isozima CYP3A4. Ritonavir, um potente inibidor da glicoprote&#xED;na-P e da isozima CYP3A4, levou a um aumento de duas vezes na exposi&#xE7;&#xE3;o (ASC) e a m&#xFA;ltipla coadministra&#xE7;&#xE3;o de linagliptina com rifampicina, um potente indutor da P-gp e da isozima CYP3A4, resultou em uma redu&#xE7;&#xE3;o de cerca de 40% na ASC no estado de equil&#xED;brio, presumivelmente por aumentar/reduzir a biodisponibilidade da linagliptina pela inibi&#xE7;&#xE3;o/indu&#xE7;&#xE3;o da glicoprote&#xED;na-P.</p> <h5>Distribui&#xE7;&#xE3;o</h5> <p>Como resultado da liga&#xE7;&#xE3;o aos tecidos, o volume aparente m&#xE9;dio de distribui&#xE7;&#xE3;o no estado de equil&#xED;brio, ap&#xF3;s uma dose intravenosa &#xFA;nica de 5 mg de linagliptina a indiv&#xED;duos sadios, &#xE9; de, aproximadamente, 1.110 litros; o que indica que a linagliptina se distribui extensamente pelos tecidos. A liga&#xE7;&#xE3;o da linagliptina &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> plasm&#xE1;ticas &#xE9; dependente da concentra&#xE7;&#xE3;o, diminuindo de cerca de 99% a 1 nmol/L, para 75-89% a &#x2265;30 nmol/L; o que reflete a satura&#xE7;&#xE3;o da liga&#xE7;&#xE3;o &#xE0; enzima DPP-4 com o aumento da concentra&#xE7;&#xE3;o de linagliptina. Em concentra&#xE7;&#xF5;es elevadas, quando a enzima DPP-4 est&#xE1; completamente saturada, 70-80% da linagliptina est&#xE1; ligada a outras prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas que n&#xE3;o a DPP-4, consequentemente 30-20% est&#xE1; livre no plasma.</p> <h5>Metabolismo</h5> <p>Ap&#xF3;s uma dose oral de 10 mg de linagliptina [14C], aproximadamente 5% da radiatividade foi excretada na urina. O metabolismo desempenha um papel secund&#xE1;rio na elimina&#xE7;&#xE3;o da linagliptina. Foi detectado, no estado de equil&#xED;brio da linagliptina, um metab&#xF3;lito principal com uma exposi&#xE7;&#xE3;o relativa de 13,3%, o qual mostrou ser farmacologicamente inativo e, dessa maneira, n&#xE3;o contribuir para a atividade inibidora da DPP-4 plasm&#xE1;tica exercida pela linagliptina.</p> <h5>Excre&#xE7;&#xE3;o</h5> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o de uma dose oral de linagliptina [14C] em indiv&#xED;duos sadios, aproximadamente 85% da radioatividade administrada foi eliminada nas fezes (80%) ou urina (5%) ap&#xF3;s 4 dias da dose. A depura&#xE7;&#xE3;o renal no estado de equil&#xED;brio foi de, aproximadamente, 70 mL/minuto.</p> <h5>Popula&#xE7;&#xF5;es Especiais</h5> <h6>Disfun&#xE7;&#xE3;o renal</h6> <p>Um estudo dose m&#xFA;ltipla, aberto, foi conduzido para avaliar a farmacocin&#xE9;tica da linagliptina (dose de 5 mg) em pacientes com v&#xE1;rios graus de disfun&#xE7;&#xE3;o renal cr&#xF4;nica em compara&#xE7;&#xE3;o a volunt&#xE1;rios com fun&#xE7;&#xE3;o renal normal. O estudo incluiu pacientes com disfun&#xE7;&#xE3;o renal classificada de acordo com a depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina como&amp;nbsp;leve (50 a &lt;80 mL/minuto), moderada (30 a &lt;50 mL/minuto) e grave (&lt;30 mL/minuto), bem como pacientes com doen&#xE7;a renal terminal sob <a href=\"https://consultaremedios.com.br/produtos-hospitalares/hemodialise/c\" target=\"_blank\">hemodi&#xE1;lise</a>. Al&#xE9;m disso, pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2 e insufici&#xEA;ncia renal grave (&lt;30 mL/minuto) foram comparados a pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2 com fun&#xE7;&#xE3;o renal normal. A depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina foi medida atrav&#xE9;s da medida de creatinina em urina de 24 horas ou estimada a partir da creatinina s&#xE9;rica com base na f&#xF3;rmula de <em>Cockcroft-Gault</em>:</p> <p>CrCl = [140 - idade (anos)] x peso (kg) [x 0,85 para pacientes do sexo feminino] / [72 x creatinina s&#xE9;rica (mg/dL)].</p> <p>Sob condi&#xE7;&#xF5;es de estado de equil&#xED;brio, a exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; linagliptina em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal leve foi compar&#xE1;vel &#xE0;quela nos indiv&#xED;duos sadios. Na insufici&#xEA;ncia renal moderada, um aumento moderado na exposi&#xE7;&#xE3;o, de cerca de 1,7 vezes, foi observado em compara&#xE7;&#xE3;o ao controle. A exposi&#xE7;&#xE3;o em pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2 com insufici&#xEA;ncia renal grave foi aumentada em cerca de 1,4 vezes comparada a pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2 com fun&#xE7;&#xE3;o renal normal. A previs&#xE3;o da ASC da linagliptina no estado de equil&#xED;brio, em pacientes com doen&#xE7;a renal terminal sob hemodi&#xE1;lise, indicou exposi&#xE7;&#xE3;o compar&#xE1;vel &#xE0;quela de pacientes com insufici&#xEA;ncia renal moderada ou grave.</p> <p>Al&#xE9;m disso, n&#xE3;o se espera que a linagliptina seja eliminada em grau terapeuticamente significativo por hemodi&#xE1;lise ou di&#xE1;lise peritoneal. Portanto, nenhum ajuste de dose da linagliptina &#xE9; necess&#xE1;rio em pacientes com qualquer grau de disfun&#xE7;&#xE3;o renal. Al&#xE9;m disso, disfun&#xE7;&#xE3;o renal leve n&#xE3;o teve efeito sobre a farmacocin&#xE9;tica da linagliptina em pacientes com diabetes <em>mellitus</em> tipo 2, conforme avaliado pela an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica populacional.</p> <h6>Disfun&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica</h6> <p>Em pacientes com disfun&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica leve, moderada e grave (segundo a classifica&#xE7;&#xE3;o de Child-Pugh), a ASC e C<sub>m&#xE1;x</sub> m&#xE9;dias da linagliptina mostraram-se similares &#xE0;quelas dos correspondentes controles sadios, ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o de m&#xFA;ltiplas doses de 5 mg de linagliptina. Nenhum ajuste de dose da linagliptina &#xE9; necess&#xE1;rio para pacientes com disfun&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica leve, moderada ou grave.</p> <h6><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/como-calcular-imc/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">&#xCD;ndice de Massa Corporal</a> (IMC)</h6> <p>Nenhum ajuste de dose &#xE9; necess&#xE1;rio com base no IMC. O &#xED;ndice de massa corporal n&#xE3;o teve efeito clinicamente relevante sobre a farmacocin&#xE9;tica da linagliptina, com base em uma an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica populacional de dados de Fase I e Fase II.</p> <h6>Sexo</h6> <p>Nenhum ajuste de dose &#xE9; necess&#xE1;rio com base no sexo. O sexo n&#xE3;o teve efeito clinicamente relevante sobre a farmacocin&#xE9;tica da linagliptina, com base em uma an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica populacional de dados de Fase I e de Fase II.</p> <h6>Idosos</h6> <p>Nenhum ajuste de dose &#xE9; requerido com base na idade, j&#xE1; que a idade n&#xE3;o teve um impacto clinicamente relevante sobre a farmacocin&#xE9;tica da linagliptina com base em uma an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica populacional de dados de Fase I e de Fase II. Indiv&#xED;duos idosos (65 a 80 anos de idade) tiveram concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas de linagliptina compar&#xE1;veis &#xE0;s de indiv&#xED;duos mais jovens.</p> <h6>Crian&#xE7;as</h6> <p>Ainda n&#xE3;o foram realizados estudos caracterizando a farmacocin&#xE9;tica da linagliptina em pacientes pedi&#xE1;tricos.</p> <h6>Ra&#xE7;a</h6> <p>Nenhum ajuste de dose &#xE9; necess&#xE1;rio com base na ra&#xE7;a. A ra&#xE7;a n&#xE3;o teve efeito &#xF3;bvio sobre as concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas de linagliptina com base em uma an&#xE1;lise composta de dados farmacocin&#xE9;ticos dispon&#xED;veis, incluindo pacientes de origem caucasiana, hisp&#xE2;nica, afro-americana e asi&#xE1;tica. Al&#xE9;m disso, as caracter&#xED;sticas farmacocin&#xE9;ticas da linagliptina mostraram-se similares nos estudos de Fase I com volunt&#xE1;rios sadios japoneses, chineses e caucasianos e com pacientes diab&#xE9;ticos tipo 2 afro-americanos.</p> <h4>Metformina</h4> <h5>Absor&#xE7;&#xE3;o</h5> <p>Ap&#xF3;s uma dose oral de metformina, T<sub>m&#xE1;x</sub> foi atingido em 2,5 horas. A biodisponibilidade absoluta de um comprimido de 500 mg ou 850 mg de cloridrato de metformina &#xE9; de aproximadamente 50-60% em volunt&#xE1;rios saud&#xE1;veis. Ap&#xF3;s uma dose oral, a fra&#xE7;&#xE3;o n&#xE3;o absorvida recuperada nas fezes foi de 20-30%.</p> <p>Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral, a absor&#xE7;&#xE3;o de cloridrato de metformina &#xE9; satur&#xE1;vel e incompleta. &#xC9; assumido que a farmacocin&#xE9;tica da absor&#xE7;&#xE3;o do cloridrato de metformina n&#xE3;o seja linear.</p> <p>Nas doses e esquemas de administra&#xE7;&#xE3;o de dose recomendadas de cloridrato de metformina, as concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas do estado de equil&#xED;brio s&#xE3;o atingidas dentro de 24 a 48 horas e s&#xE3;o geralmente menores que 1 micrograma/mL. Em estudos cl&#xED;nicos controlados, os n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos m&#xE1;ximos (C<sub>m&#xE1;x</sub>) de cloridrato de metformina n&#xE3;o ultrapassaram 5 microgramas/mL, mesmo nas doses m&#xE1;ximas.</p> <p>O alimento reduz a extens&#xE3;o e atrasa ligeiramente a absor&#xE7;&#xE3;o de cloridrato de metformina. Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o de uma dose de 850 mg, foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 40% do pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica, uma redu&#xE7;&#xE3;o de 25% na ASC (&#xE1;rea sob a curva) e um prolongamento de 35 minutos do tempo at&#xE9; o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica. A relev&#xE2;ncia cl&#xED;nica dessas redu&#xE7;&#xF5;es &#xE9; desconhecida.</p> <h5>Distribui&#xE7;&#xE3;o</h5> <p>A liga&#xE7;&#xE3;o &#xE0; prote&#xED;na plasm&#xE1;tica &#xE9; insignificante. O cloridrato de metformina se distribui nos eritr&#xF3;citos.</p> <p>O pico sangu&#xED;neo &#xE9; menor do que o pico plasm&#xE1;tico e aparece aproximadamente ao mesmo tempo. As hem&#xE1;cias, mais provavelmente, representam um compartimento secund&#xE1;rio de distribui&#xE7;&#xE3;o. O volume m&#xE9;dio de distribui&#xE7;&#xE3;o (Vd) variou entre 63-276 L.</p> <h5>Metabolismo</h5> <p>O cloridrato de metformina &#xE9; excretado inalterado na urina. N&#xE3;o foram identificados metab&#xF3;litos em humanos.</p> <h5>Elimina&#xE7;&#xE3;o</h5> <p>A depura&#xE7;&#xE3;o renal de cloridrato de metformina &#xE9; &gt; 400 mL/min, indicando que o cloridrato de metformina &#xE9; eliminado por filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular e secre&#xE7;&#xE3;o tubular. Ap&#xF3;s uma dose oral, a meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o terminal aparente &#xE9; de aproximadamente 6,5 horas.</p> <p>Se houver comprometimento na fun&#xE7;&#xE3;o renal, a depura&#xE7;&#xE3;o renal &#xE9; reduzida proporcionalmente &#xE0; creatinina e, portanto, a meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; prolongada, levando a n&#xED;veis elevados de cloridrato de metformina no plasma.</p> <h5>Popula&#xE7;&#xF5;es especiais</h5> <h6>Pedi&#xE1;trica</h6> <p>Estudo de dose &#xFA;nica: Ap&#xF3;s doses &#xFA;nicas de metformina de 500 mg, os pacientes pedi&#xE1;tricos demonstraram um perfil farmacocin&#xE9;tico semelhante ao observado em adultos saud&#xE1;veis.</p> <p>Estudo de doses m&#xFA;ltiplas: Os dados est&#xE3;o restritos a um estudo. Ap&#xF3;s doses repetidas de 500 mg, duas vezes ao dia por 7 dias em pacientes pedi&#xE1;tricos, o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica (C<sub>m&#xE1;x</sub>) e a exposi&#xE7;&#xE3;o sist&#xEA;mica (ASC0-t) foram reduzidos em aproximadamente 33% e 40%, respectivamente, em compara&#xE7;&#xE3;o aos adultos diab&#xE9;ticos que receberam doses repetidas de 500 mg, duas vezes ao dia, por 14 dias. Como a dose &#xE9; individualmente titulada com base no controle glic&#xEA;mico, estas observa&#xE7;&#xF5;es s&#xE3;o de relev&#xE2;ncia cl&#xED;nica limitada.</p> <h6>Disfun&#xE7;&#xE3;o Renal</h6> <p>Os dados dispon&#xED;veis em indiv&#xED;duos com disfun&#xE7;&#xE3;o renal moderada s&#xE3;o escassos e n&#xE3;o podem ser feitas estimativas confi&#xE1;veis da exposi&#xE7;&#xE3;o sist&#xEA;mica &#xE0; metformina nesse subgrupo quando comparado com indiv&#xED;duos com fun&#xE7;&#xE3;o renal normal. Portanto, a adequa&#xE7;&#xE3;o da dose deve ser feita a partir das considera&#xE7;&#xF5;es de efic&#xE1;cia/tolerabilidade cl&#xED;nica.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Trayenta Duo?

Mantenha em temperatura ambiente (15 °C a 30 °C), protegido da umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Apresentações do Trayenta Duo

Comprimidos revestidos de 2,5/500 mg, 2,5/850 mg ou 2,5/1000 mg

  • <li>Bl&#xED;steres com 60 comprimidos.</li> <li>Frascos com 60 comprimidos.</li>

Uso oral.

Uso adulto.

Fabricante: Boehringer

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