Brasterápica Defull

1000UI, caixa com 500 comprimidos revestidos (embalagem hospitalar)

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Defull, para o que é indicado e para o que serve?

Cápsula

Este é um medicamento à base de Colecalciferol (Vitamina D), com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Comprimido / Gotas

Colecalciferol (Vitamina D) é indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas.

Este medicamento é destinado à prevenção e ao tratamento auxiliar na desmineralização óssea pré e pósmenopausa, e na prevenção de raquitismo.

Quais as contraindicações do Defull?

Cápsula / Comprimido

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D, elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Gotas

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também nos casos de hipervitaminose D, hipercalcemia ou osteodistrofia renal com hiperfostatemia.

Este medicamento é contraindicado para crianças com peso inferior a 3,3kg.

Como usar o Defull?

Cápsula / Comprimido

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Colecalciferol (Vitamina D).

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de Colecalciferol (Vitamina D), sempre a critério do médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Gotas

{"tag":"ol","value":" <li>Rompa o lacre da tampa.</li> <li>Vire o frasco e mant&#xEA;-lo na posi&#xE7;&#xE3;o vertical. Para come&#xE7;ar o gotejamento, bater levemente com o dedo no fundo do frasco.</li> "}

Risco de uso por via de administração não recomendada

Não há estudos dos efeitos de Colecalciferol (Vitamina D)&nbsp;administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para eficácia desta apresentação, a administração deve ser somente pela via oral.

Não administre medicamentos diretamente na boca das crianças, utilize uma colher para pingar as gotinhas.

Lactentes (crianças de 0 a 2 anos)

A posologia para lactentes é de 40U.I. por quilograma de peso. Cada gota possui 132U.I.

Para recém-nascidos (peso em torno de 3,5Kg), recomenda-se 1 gota ao dia, no máximo.

Dose Diária máxima para lactantes:

40U.I./Kg, até o limite de 400U.I.*

*Corresponde a 200% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

Pediátrico (acima de 2 anos) e adulto

Até 6 gotas (800U.I. de Vitamina D3) uma vez ao dia.

Dose Diária máxima para uso pediátrico e adulto:

800U.I.**

**Corresponde a 400% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:198px\"><strong>-</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:139px\"><strong>N&#xBA; de gotas/dia</strong></td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>% IDR</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Lactentes</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 3 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">200%</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pedi&#xE1;trico (acima de 2 anos) e Adultos</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 6 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">400%</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Quais cuidados devo ter ao usar o Defull?

Pacientes com arteriosclerose, insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia e insuficiência renal devem utilizar o medicamento sob orientação médica, avaliando o risco/benefício da administração do Colecalciferol (Vitamina D). Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquido e, se necessário glicocorticoides.

A administração deve ser cuidadosamente avaliada em pacientes com condições cardíacas preexistentes, arteriosclerose e insuficiência renal, em razão de uma potencial exacerbação relacionada aos efeitos da hipercalcemia persistente durante o uso terapêutico.

Uma avaliação cuidadosa deve ser realizada também em pacientes com doença hepática com prejuízo da capacidade de absorção; com hiperfosfatemia, em razão do risco de calcificação metastática e normalização dos níveis de fosfato antes da terapia; em bebês e crianças, pelo risco de hipersensibilidade a pequenas doses de Colecalciferol (Vitamina D); na sarcoidose ou outra doença granulomatosa, por possível aumento da hiperlipidemia, pois há um potencial para elevação dos níveis de LDL; em pacientes com osteodistrofia renal ou outras condições que requerem altas doses de Colecalciferol (Vitamina D) pura ou quando há uso concomitante de preparações contendo cálcio ou outras preparações vitamínicas contendo Colecalciferol (Vitamina D) ou análogos.

Gravidez - Categoria de risco A

Em estudos controlados em mulheres grávidas, o fármaco não demonstrou risco para o feto no primeiro trimestre da gravidez. Não há evidências de risco nos trimestres posteriores, sendo remota a possibilidade de dano fetal.

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais do Colecalciferol (Vitamina D) recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Colecalciferol (Vitamina D) do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição à luz solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Defull?

No caso do desenvolvimento de reação de hipersensibilidade, as manifestações clínicas são semelhantes às descritas para os quadros de hipervitaminose D.

Ao classificar a frequência da das reações de Colecalciferol (Vitamina D), utilizamos os seguintes parâmetros:

Reações comuns (>1/100 e <1/10)

Secura da boca, cefaleia, polidipsia, poliúria, perda de apetite, náuseas, vômitos, fadiga, sensação de fraqueza, dor muscular, prurido e perda de peso.

Reações raras (>0,01% e ≤0,1%)

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos, podem provocar&nbsp;sintomas tóxicos como: hipercalcemia, vômitos, dores abdominais, polidipsia, poliúria, diarreias e eventual desidratação.

Com o uso prolongado da vitamina D alterações endócrinas e metabólicas podem ocorrer:

Nefrocalcinose/insuficiência renal e hipertensão arterial. Efeitos dislipidêmicos do colecalciferol, caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificação de Eventos Adversos a Medicamentos –VIGIMED, disponível em http://portal.anvisa.gov.br/vigimed, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Defull com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com Colecalciferol (Vitamina D) pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de Colecalciferol (Vitamina D) e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com Colecalciferol (Vitamina D), aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade do Colecalciferol (Vitamina D).

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.&nbsp;

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso do Colecalciferol (Vitamina D) são:

Alterações endócrinas e metabólicas

A toxicidade pelo Colecalciferol (Vitamina D), incluindo a nefrocalcinose/insuficiência renal (depósito de cálcio no rim), pressão alta e psicose podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis. A hipervitaminose D é reversível com a descontinuação do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave.

Anormalidades das gorduras do sangue

Efeitos dislipidêmicos (alteração do metabolismo das gorduras) do Colecalciferol (Vitamina D), caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as Vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Interação alimentícia: posso usar o Defull com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Defull (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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Effects of a short-term vitamin D(3) and calcium supplementation on blood pressure and parathyroid hormone levels in elderly women. J Clin Endocrinol Metab. 2001;86(4):1633-7.<br> 19. Kulie T, et al. Vitamin D: an evidence-based review. J Am Board Fam Med. 2009;22(6):698-706.<br> 20. Grant WB, et al. An estimate of cancer mortality rate reductions in Europe and the US with 1,000 IU of oral vitamin D per day. Recent Results Cancer Res. 2007;174:225-34.<br> 21. Chen P, et al. Meta-analysis of vitamin D, calcium and the prevention of breast cancer. Breast Cancer Res Treat. 2010;121(2):469-77.<br> 22. Marques CD, et al. The importance of vitamin D levels in autoimmune diseases. Rev Bras Reumatol. 2010;50(1):67-80.<br> 23. Bischoff-Ferrari HA, et al. Effect of Vitamin D on falls: a meta-analysis. JAMA. 2004,291(16):1999-2006.<br> 24. Institute of Medicine (US) Standing Committee on the Scientific Evaluation of Dietary Reference Intakes. Dietary Reference Intakes for calcium and vitamin D. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

1000UI, caixa com 30 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Defull, para o que é indicado e para o que serve?

Cápsula

Este é um medicamento à base de Colecalciferol (Vitamina D), com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Comprimido / Gotas

Colecalciferol (Vitamina D) é indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas.

Este medicamento é destinado à prevenção e ao tratamento auxiliar na desmineralização óssea pré e pósmenopausa, e na prevenção de raquitismo.

Quais as contraindicações do Defull?

Cápsula / Comprimido

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D, elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Gotas

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também nos casos de hipervitaminose D, hipercalcemia ou osteodistrofia renal com hiperfostatemia.

Este medicamento é contraindicado para crianças com peso inferior a 3,3kg.

Como usar o Defull?

Cápsula / Comprimido

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Colecalciferol (Vitamina D).

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de Colecalciferol (Vitamina D), sempre a critério do médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Gotas

{"tag":"ol","value":" <li>Rompa o lacre da tampa.</li> <li>Vire o frasco e mant&#xEA;-lo na posi&#xE7;&#xE3;o vertical. Para come&#xE7;ar o gotejamento, bater levemente com o dedo no fundo do frasco.</li> "}

Risco de uso por via de administração não recomendada

Não há estudos dos efeitos de Colecalciferol (Vitamina D)&nbsp;administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para eficácia desta apresentação, a administração deve ser somente pela via oral.

Não administre medicamentos diretamente na boca das crianças, utilize uma colher para pingar as gotinhas.

Lactentes (crianças de 0 a 2 anos)

A posologia para lactentes é de 40U.I. por quilograma de peso. Cada gota possui 132U.I.

Para recém-nascidos (peso em torno de 3,5Kg), recomenda-se 1 gota ao dia, no máximo.

Dose Diária máxima para lactantes:

40U.I./Kg, até o limite de 400U.I.*

*Corresponde a 200% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

Pediátrico (acima de 2 anos) e adulto

Até 6 gotas (800U.I. de Vitamina D3) uma vez ao dia.

Dose Diária máxima para uso pediátrico e adulto:

800U.I.**

**Corresponde a 400% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:198px\"><strong>-</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:139px\"><strong>N&#xBA; de gotas/dia</strong></td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>% IDR</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Lactentes</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 3 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">200%</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pedi&#xE1;trico (acima de 2 anos) e Adultos</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 6 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">400%</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Quais cuidados devo ter ao usar o Defull?

Pacientes com arteriosclerose, insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia e insuficiência renal devem utilizar o medicamento sob orientação médica, avaliando o risco/benefício da administração do Colecalciferol (Vitamina D). Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquido e, se necessário glicocorticoides.

A administração deve ser cuidadosamente avaliada em pacientes com condições cardíacas preexistentes, arteriosclerose e insuficiência renal, em razão de uma potencial exacerbação relacionada aos efeitos da hipercalcemia persistente durante o uso terapêutico.

Uma avaliação cuidadosa deve ser realizada também em pacientes com doença hepática com prejuízo da capacidade de absorção; com hiperfosfatemia, em razão do risco de calcificação metastática e normalização dos níveis de fosfato antes da terapia; em bebês e crianças, pelo risco de hipersensibilidade a pequenas doses de Colecalciferol (Vitamina D); na sarcoidose ou outra doença granulomatosa, por possível aumento da hiperlipidemia, pois há um potencial para elevação dos níveis de LDL; em pacientes com osteodistrofia renal ou outras condições que requerem altas doses de Colecalciferol (Vitamina D) pura ou quando há uso concomitante de preparações contendo cálcio ou outras preparações vitamínicas contendo Colecalciferol (Vitamina D) ou análogos.

Gravidez - Categoria de risco A

Em estudos controlados em mulheres grávidas, o fármaco não demonstrou risco para o feto no primeiro trimestre da gravidez. Não há evidências de risco nos trimestres posteriores, sendo remota a possibilidade de dano fetal.

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais do Colecalciferol (Vitamina D) recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Colecalciferol (Vitamina D) do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição à luz solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Defull?

No caso do desenvolvimento de reação de hipersensibilidade, as manifestações clínicas são semelhantes às descritas para os quadros de hipervitaminose D.

Ao classificar a frequência da das reações de Colecalciferol (Vitamina D), utilizamos os seguintes parâmetros:

Reações comuns (>1/100 e <1/10)

Secura da boca, cefaleia, polidipsia, poliúria, perda de apetite, náuseas, vômitos, fadiga, sensação de fraqueza, dor muscular, prurido e perda de peso.

Reações raras (>0,01% e ≤0,1%)

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos, podem provocar&nbsp;sintomas tóxicos como: hipercalcemia, vômitos, dores abdominais, polidipsia, poliúria, diarreias e eventual desidratação.

Com o uso prolongado da vitamina D alterações endócrinas e metabólicas podem ocorrer:

Nefrocalcinose/insuficiência renal e hipertensão arterial. Efeitos dislipidêmicos do colecalciferol, caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificação de Eventos Adversos a Medicamentos –VIGIMED, disponível em http://portal.anvisa.gov.br/vigimed, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Defull com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com Colecalciferol (Vitamina D) pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de Colecalciferol (Vitamina D) e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com Colecalciferol (Vitamina D), aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade do Colecalciferol (Vitamina D).

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.&nbsp;

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso do Colecalciferol (Vitamina D) são:

Alterações endócrinas e metabólicas

A toxicidade pelo Colecalciferol (Vitamina D), incluindo a nefrocalcinose/insuficiência renal (depósito de cálcio no rim), pressão alta e psicose podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis. A hipervitaminose D é reversível com a descontinuação do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave.

Anormalidades das gorduras do sangue

Efeitos dislipidêmicos (alteração do metabolismo das gorduras) do Colecalciferol (Vitamina D), caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as Vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Interação alimentícia: posso usar o Defull com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Defull (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

1000UI, caixa com 120 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Defull, para o que é indicado e para o que serve?

Cápsula

Este é um medicamento à base de Colecalciferol (Vitamina D), com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Comprimido / Gotas

Colecalciferol (Vitamina D) é indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas.

Este medicamento é destinado à prevenção e ao tratamento auxiliar na desmineralização óssea pré e pósmenopausa, e na prevenção de raquitismo.

Quais as contraindicações do Defull?

Cápsula / Comprimido

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D, elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Gotas

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também nos casos de hipervitaminose D, hipercalcemia ou osteodistrofia renal com hiperfostatemia.

Este medicamento é contraindicado para crianças com peso inferior a 3,3kg.

Como usar o Defull?

Cápsula / Comprimido

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Colecalciferol (Vitamina D).

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de Colecalciferol (Vitamina D), sempre a critério do médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Gotas

{"tag":"ol","value":" <li>Rompa o lacre da tampa.</li> <li>Vire o frasco e mant&#xEA;-lo na posi&#xE7;&#xE3;o vertical. Para come&#xE7;ar o gotejamento, bater levemente com o dedo no fundo do frasco.</li> "}

Risco de uso por via de administração não recomendada

Não há estudos dos efeitos de Colecalciferol (Vitamina D)&nbsp;administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para eficácia desta apresentação, a administração deve ser somente pela via oral.

Não administre medicamentos diretamente na boca das crianças, utilize uma colher para pingar as gotinhas.

Lactentes (crianças de 0 a 2 anos)

A posologia para lactentes é de 40U.I. por quilograma de peso. Cada gota possui 132U.I.

Para recém-nascidos (peso em torno de 3,5Kg), recomenda-se 1 gota ao dia, no máximo.

Dose Diária máxima para lactantes:

40U.I./Kg, até o limite de 400U.I.*

*Corresponde a 200% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

Pediátrico (acima de 2 anos) e adulto

Até 6 gotas (800U.I. de Vitamina D3) uma vez ao dia.

Dose Diária máxima para uso pediátrico e adulto:

800U.I.**

**Corresponde a 400% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:198px\"><strong>-</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:139px\"><strong>N&#xBA; de gotas/dia</strong></td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>% IDR</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Lactentes</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 3 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">200%</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pedi&#xE1;trico (acima de 2 anos) e Adultos</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 6 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">400%</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Quais cuidados devo ter ao usar o Defull?

Pacientes com arteriosclerose, insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia e insuficiência renal devem utilizar o medicamento sob orientação médica, avaliando o risco/benefício da administração do Colecalciferol (Vitamina D). Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquido e, se necessário glicocorticoides.

A administração deve ser cuidadosamente avaliada em pacientes com condições cardíacas preexistentes, arteriosclerose e insuficiência renal, em razão de uma potencial exacerbação relacionada aos efeitos da hipercalcemia persistente durante o uso terapêutico.

Uma avaliação cuidadosa deve ser realizada também em pacientes com doença hepática com prejuízo da capacidade de absorção; com hiperfosfatemia, em razão do risco de calcificação metastática e normalização dos níveis de fosfato antes da terapia; em bebês e crianças, pelo risco de hipersensibilidade a pequenas doses de Colecalciferol (Vitamina D); na sarcoidose ou outra doença granulomatosa, por possível aumento da hiperlipidemia, pois há um potencial para elevação dos níveis de LDL; em pacientes com osteodistrofia renal ou outras condições que requerem altas doses de Colecalciferol (Vitamina D) pura ou quando há uso concomitante de preparações contendo cálcio ou outras preparações vitamínicas contendo Colecalciferol (Vitamina D) ou análogos.

Gravidez - Categoria de risco A

Em estudos controlados em mulheres grávidas, o fármaco não demonstrou risco para o feto no primeiro trimestre da gravidez. Não há evidências de risco nos trimestres posteriores, sendo remota a possibilidade de dano fetal.

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais do Colecalciferol (Vitamina D) recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Colecalciferol (Vitamina D) do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição à luz solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Defull?

No caso do desenvolvimento de reação de hipersensibilidade, as manifestações clínicas são semelhantes às descritas para os quadros de hipervitaminose D.

Ao classificar a frequência da das reações de Colecalciferol (Vitamina D), utilizamos os seguintes parâmetros:

Reações comuns (>1/100 e <1/10)

Secura da boca, cefaleia, polidipsia, poliúria, perda de apetite, náuseas, vômitos, fadiga, sensação de fraqueza, dor muscular, prurido e perda de peso.

Reações raras (>0,01% e ≤0,1%)

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos, podem provocar&nbsp;sintomas tóxicos como: hipercalcemia, vômitos, dores abdominais, polidipsia, poliúria, diarreias e eventual desidratação.

Com o uso prolongado da vitamina D alterações endócrinas e metabólicas podem ocorrer:

Nefrocalcinose/insuficiência renal e hipertensão arterial. Efeitos dislipidêmicos do colecalciferol, caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificação de Eventos Adversos a Medicamentos –VIGIMED, disponível em http://portal.anvisa.gov.br/vigimed, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Defull com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com Colecalciferol (Vitamina D) pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de Colecalciferol (Vitamina D) e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com Colecalciferol (Vitamina D), aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade do Colecalciferol (Vitamina D).

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.&nbsp;

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso do Colecalciferol (Vitamina D) são:

Alterações endócrinas e metabólicas

A toxicidade pelo Colecalciferol (Vitamina D), incluindo a nefrocalcinose/insuficiência renal (depósito de cálcio no rim), pressão alta e psicose podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis. A hipervitaminose D é reversível com a descontinuação do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave.

Anormalidades das gorduras do sangue

Efeitos dislipidêmicos (alteração do metabolismo das gorduras) do Colecalciferol (Vitamina D), caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as Vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Interação alimentícia: posso usar o Defull com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Defull (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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Effects of a short-term vitamin D(3) and calcium supplementation on blood pressure and parathyroid hormone levels in elderly women. J Clin Endocrinol Metab. 2001;86(4):1633-7.<br> 19. Kulie T, et al. Vitamin D: an evidence-based review. J Am Board Fam Med. 2009;22(6):698-706.<br> 20. Grant WB, et al. An estimate of cancer mortality rate reductions in Europe and the US with 1,000 IU of oral vitamin D per day. Recent Results Cancer Res. 2007;174:225-34.<br> 21. Chen P, et al. Meta-analysis of vitamin D, calcium and the prevention of breast cancer. Breast Cancer Res Treat. 2010;121(2):469-77.<br> 22. Marques CD, et al. The importance of vitamin D levels in autoimmune diseases. Rev Bras Reumatol. 2010;50(1):67-80.<br> 23. Bischoff-Ferrari HA, et al. Effect of Vitamin D on falls: a meta-analysis. JAMA. 2004,291(16):1999-2006.<br> 24. Institute of Medicine (US) Standing Committee on the Scientific Evaluation of Dietary Reference Intakes. Dietary Reference Intakes for calcium and vitamin D. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

1000UI, caixa com 60 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Defull, para o que é indicado e para o que serve?

Cápsula

Este é um medicamento à base de Colecalciferol (Vitamina D), com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Comprimido / Gotas

Colecalciferol (Vitamina D) é indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas.

Este medicamento é destinado à prevenção e ao tratamento auxiliar na desmineralização óssea pré e pósmenopausa, e na prevenção de raquitismo.

Quais as contraindicações do Defull?

Cápsula / Comprimido

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D, elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Gotas

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também nos casos de hipervitaminose D, hipercalcemia ou osteodistrofia renal com hiperfostatemia.

Este medicamento é contraindicado para crianças com peso inferior a 3,3kg.

Como usar o Defull?

Cápsula / Comprimido

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Colecalciferol (Vitamina D).

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de Colecalciferol (Vitamina D), sempre a critério do médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Gotas

{"tag":"ol","value":" <li>Rompa o lacre da tampa.</li> <li>Vire o frasco e mant&#xEA;-lo na posi&#xE7;&#xE3;o vertical. Para come&#xE7;ar o gotejamento, bater levemente com o dedo no fundo do frasco.</li> "}

Risco de uso por via de administração não recomendada

Não há estudos dos efeitos de Colecalciferol (Vitamina D)&nbsp;administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para eficácia desta apresentação, a administração deve ser somente pela via oral.

Não administre medicamentos diretamente na boca das crianças, utilize uma colher para pingar as gotinhas.

Lactentes (crianças de 0 a 2 anos)

A posologia para lactentes é de 40U.I. por quilograma de peso. Cada gota possui 132U.I.

Para recém-nascidos (peso em torno de 3,5Kg), recomenda-se 1 gota ao dia, no máximo.

Dose Diária máxima para lactantes:

40U.I./Kg, até o limite de 400U.I.*

*Corresponde a 200% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

Pediátrico (acima de 2 anos) e adulto

Até 6 gotas (800U.I. de Vitamina D3) uma vez ao dia.

Dose Diária máxima para uso pediátrico e adulto:

800U.I.**

**Corresponde a 400% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:198px\"><strong>-</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:139px\"><strong>N&#xBA; de gotas/dia</strong></td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>% IDR</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Lactentes</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 3 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">200%</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pedi&#xE1;trico (acima de 2 anos) e Adultos</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 6 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">400%</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Quais cuidados devo ter ao usar o Defull?

Pacientes com arteriosclerose, insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia e insuficiência renal devem utilizar o medicamento sob orientação médica, avaliando o risco/benefício da administração do Colecalciferol (Vitamina D). Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquido e, se necessário glicocorticoides.

A administração deve ser cuidadosamente avaliada em pacientes com condições cardíacas preexistentes, arteriosclerose e insuficiência renal, em razão de uma potencial exacerbação relacionada aos efeitos da hipercalcemia persistente durante o uso terapêutico.

Uma avaliação cuidadosa deve ser realizada também em pacientes com doença hepática com prejuízo da capacidade de absorção; com hiperfosfatemia, em razão do risco de calcificação metastática e normalização dos níveis de fosfato antes da terapia; em bebês e crianças, pelo risco de hipersensibilidade a pequenas doses de Colecalciferol (Vitamina D); na sarcoidose ou outra doença granulomatosa, por possível aumento da hiperlipidemia, pois há um potencial para elevação dos níveis de LDL; em pacientes com osteodistrofia renal ou outras condições que requerem altas doses de Colecalciferol (Vitamina D) pura ou quando há uso concomitante de preparações contendo cálcio ou outras preparações vitamínicas contendo Colecalciferol (Vitamina D) ou análogos.

Gravidez - Categoria de risco A

Em estudos controlados em mulheres grávidas, o fármaco não demonstrou risco para o feto no primeiro trimestre da gravidez. Não há evidências de risco nos trimestres posteriores, sendo remota a possibilidade de dano fetal.

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais do Colecalciferol (Vitamina D) recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Colecalciferol (Vitamina D) do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição à luz solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Defull?

No caso do desenvolvimento de reação de hipersensibilidade, as manifestações clínicas são semelhantes às descritas para os quadros de hipervitaminose D.

Ao classificar a frequência da das reações de Colecalciferol (Vitamina D), utilizamos os seguintes parâmetros:

Reações comuns (>1/100 e <1/10)

Secura da boca, cefaleia, polidipsia, poliúria, perda de apetite, náuseas, vômitos, fadiga, sensação de fraqueza, dor muscular, prurido e perda de peso.

Reações raras (>0,01% e ≤0,1%)

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos, podem provocar&nbsp;sintomas tóxicos como: hipercalcemia, vômitos, dores abdominais, polidipsia, poliúria, diarreias e eventual desidratação.

Com o uso prolongado da vitamina D alterações endócrinas e metabólicas podem ocorrer:

Nefrocalcinose/insuficiência renal e hipertensão arterial. Efeitos dislipidêmicos do colecalciferol, caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificação de Eventos Adversos a Medicamentos –VIGIMED, disponível em http://portal.anvisa.gov.br/vigimed, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Defull com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com Colecalciferol (Vitamina D) pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de Colecalciferol (Vitamina D) e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com Colecalciferol (Vitamina D), aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade do Colecalciferol (Vitamina D).

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.&nbsp;

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso do Colecalciferol (Vitamina D) são:

Alterações endócrinas e metabólicas

A toxicidade pelo Colecalciferol (Vitamina D), incluindo a nefrocalcinose/insuficiência renal (depósito de cálcio no rim), pressão alta e psicose podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis. A hipervitaminose D é reversível com a descontinuação do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave.

Anormalidades das gorduras do sangue

Efeitos dislipidêmicos (alteração do metabolismo das gorduras) do Colecalciferol (Vitamina D), caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as Vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Interação alimentícia: posso usar o Defull com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Defull (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. 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Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

1000UI, caixa com 200 comprimidos revestidos (embalagem hospitalar)

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Defull, para o que é indicado e para o que serve?

Cápsula

Este é um medicamento à base de Colecalciferol (Vitamina D), com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Comprimido / Gotas

Colecalciferol (Vitamina D) é indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas.

Este medicamento é destinado à prevenção e ao tratamento auxiliar na desmineralização óssea pré e pósmenopausa, e na prevenção de raquitismo.

Quais as contraindicações do Defull?

Cápsula / Comprimido

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D, elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Gotas

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também nos casos de hipervitaminose D, hipercalcemia ou osteodistrofia renal com hiperfostatemia.

Este medicamento é contraindicado para crianças com peso inferior a 3,3kg.

Como usar o Defull?

Cápsula / Comprimido

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Colecalciferol (Vitamina D).

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de Colecalciferol (Vitamina D), sempre a critério do médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Gotas

{"tag":"ol","value":" <li>Rompa o lacre da tampa.</li> <li>Vire o frasco e mant&#xEA;-lo na posi&#xE7;&#xE3;o vertical. Para come&#xE7;ar o gotejamento, bater levemente com o dedo no fundo do frasco.</li> "}

Risco de uso por via de administração não recomendada

Não há estudos dos efeitos de Colecalciferol (Vitamina D)&nbsp;administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para eficácia desta apresentação, a administração deve ser somente pela via oral.

Não administre medicamentos diretamente na boca das crianças, utilize uma colher para pingar as gotinhas.

Lactentes (crianças de 0 a 2 anos)

A posologia para lactentes é de 40U.I. por quilograma de peso. Cada gota possui 132U.I.

Para recém-nascidos (peso em torno de 3,5Kg), recomenda-se 1 gota ao dia, no máximo.

Dose Diária máxima para lactantes:

40U.I./Kg, até o limite de 400U.I.*

*Corresponde a 200% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

Pediátrico (acima de 2 anos) e adulto

Até 6 gotas (800U.I. de Vitamina D3) uma vez ao dia.

Dose Diária máxima para uso pediátrico e adulto:

800U.I.**

**Corresponde a 400% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:198px\"><strong>-</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:139px\"><strong>N&#xBA; de gotas/dia</strong></td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>% IDR</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Lactentes</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 3 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">200%</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pedi&#xE1;trico (acima de 2 anos) e Adultos</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 6 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">400%</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Quais cuidados devo ter ao usar o Defull?

Pacientes com arteriosclerose, insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia e insuficiência renal devem utilizar o medicamento sob orientação médica, avaliando o risco/benefício da administração do Colecalciferol (Vitamina D). Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquido e, se necessário glicocorticoides.

A administração deve ser cuidadosamente avaliada em pacientes com condições cardíacas preexistentes, arteriosclerose e insuficiência renal, em razão de uma potencial exacerbação relacionada aos efeitos da hipercalcemia persistente durante o uso terapêutico.

Uma avaliação cuidadosa deve ser realizada também em pacientes com doença hepática com prejuízo da capacidade de absorção; com hiperfosfatemia, em razão do risco de calcificação metastática e normalização dos níveis de fosfato antes da terapia; em bebês e crianças, pelo risco de hipersensibilidade a pequenas doses de Colecalciferol (Vitamina D); na sarcoidose ou outra doença granulomatosa, por possível aumento da hiperlipidemia, pois há um potencial para elevação dos níveis de LDL; em pacientes com osteodistrofia renal ou outras condições que requerem altas doses de Colecalciferol (Vitamina D) pura ou quando há uso concomitante de preparações contendo cálcio ou outras preparações vitamínicas contendo Colecalciferol (Vitamina D) ou análogos.

Gravidez - Categoria de risco A

Em estudos controlados em mulheres grávidas, o fármaco não demonstrou risco para o feto no primeiro trimestre da gravidez. Não há evidências de risco nos trimestres posteriores, sendo remota a possibilidade de dano fetal.

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais do Colecalciferol (Vitamina D) recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Colecalciferol (Vitamina D) do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição à luz solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Defull?

No caso do desenvolvimento de reação de hipersensibilidade, as manifestações clínicas são semelhantes às descritas para os quadros de hipervitaminose D.

Ao classificar a frequência da das reações de Colecalciferol (Vitamina D), utilizamos os seguintes parâmetros:

Reações comuns (>1/100 e <1/10)

Secura da boca, cefaleia, polidipsia, poliúria, perda de apetite, náuseas, vômitos, fadiga, sensação de fraqueza, dor muscular, prurido e perda de peso.

Reações raras (>0,01% e ≤0,1%)

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos, podem provocar&nbsp;sintomas tóxicos como: hipercalcemia, vômitos, dores abdominais, polidipsia, poliúria, diarreias e eventual desidratação.

Com o uso prolongado da vitamina D alterações endócrinas e metabólicas podem ocorrer:

Nefrocalcinose/insuficiência renal e hipertensão arterial. Efeitos dislipidêmicos do colecalciferol, caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificação de Eventos Adversos a Medicamentos –VIGIMED, disponível em http://portal.anvisa.gov.br/vigimed, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Defull com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com Colecalciferol (Vitamina D) pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de Colecalciferol (Vitamina D) e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com Colecalciferol (Vitamina D), aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade do Colecalciferol (Vitamina D).

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.&nbsp;

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso do Colecalciferol (Vitamina D) são:

Alterações endócrinas e metabólicas

A toxicidade pelo Colecalciferol (Vitamina D), incluindo a nefrocalcinose/insuficiência renal (depósito de cálcio no rim), pressão alta e psicose podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis. A hipervitaminose D é reversível com a descontinuação do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave.

Anormalidades das gorduras do sangue

Efeitos dislipidêmicos (alteração do metabolismo das gorduras) do Colecalciferol (Vitamina D), caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as Vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Interação alimentícia: posso usar o Defull com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Defull (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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Effects of a short-term vitamin D(3) and calcium supplementation on blood pressure and parathyroid hormone levels in elderly women. J Clin Endocrinol Metab. 2001;86(4):1633-7.<br> 19. Kulie T, et al. Vitamin D: an evidence-based review. J Am Board Fam Med. 2009;22(6):698-706.<br> 20. Grant WB, et al. An estimate of cancer mortality rate reductions in Europe and the US with 1,000 IU of oral vitamin D per day. Recent Results Cancer Res. 2007;174:225-34.<br> 21. Chen P, et al. Meta-analysis of vitamin D, calcium and the prevention of breast cancer. Breast Cancer Res Treat. 2010;121(2):469-77.<br> 22. Marques CD, et al. The importance of vitamin D levels in autoimmune diseases. Rev Bras Reumatol. 2010;50(1):67-80.<br> 23. Bischoff-Ferrari HA, et al. Effect of Vitamin D on falls: a meta-analysis. JAMA. 2004,291(16):1999-2006.<br> 24. Institute of Medicine (US) Standing Committee on the Scientific Evaluation of Dietary Reference Intakes. Dietary Reference Intakes for calcium and vitamin D. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

7.000UI, caixa com 4 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Defull, para o que é indicado e para o que serve?

Cápsula

Este é um medicamento à base de Colecalciferol (Vitamina D), com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Comprimido / Gotas

Colecalciferol (Vitamina D) é indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas.

Este medicamento é destinado à prevenção e ao tratamento auxiliar na desmineralização óssea pré e pósmenopausa, e na prevenção de raquitismo.

Quais as contraindicações do Defull?

Cápsula / Comprimido

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D, elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Gotas

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também nos casos de hipervitaminose D, hipercalcemia ou osteodistrofia renal com hiperfostatemia.

Este medicamento é contraindicado para crianças com peso inferior a 3,3kg.

Como usar o Defull?

Cápsula / Comprimido

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Colecalciferol (Vitamina D).

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de Colecalciferol (Vitamina D), sempre a critério do médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Gotas

{"tag":"ol","value":" <li>Rompa o lacre da tampa.</li> <li>Vire o frasco e mant&#xEA;-lo na posi&#xE7;&#xE3;o vertical. Para come&#xE7;ar o gotejamento, bater levemente com o dedo no fundo do frasco.</li> "}

Risco de uso por via de administração não recomendada

Não há estudos dos efeitos de Colecalciferol (Vitamina D)&nbsp;administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para eficácia desta apresentação, a administração deve ser somente pela via oral.

Não administre medicamentos diretamente na boca das crianças, utilize uma colher para pingar as gotinhas.

Lactentes (crianças de 0 a 2 anos)

A posologia para lactentes é de 40U.I. por quilograma de peso. Cada gota possui 132U.I.

Para recém-nascidos (peso em torno de 3,5Kg), recomenda-se 1 gota ao dia, no máximo.

Dose Diária máxima para lactantes:

40U.I./Kg, até o limite de 400U.I.*

*Corresponde a 200% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

Pediátrico (acima de 2 anos) e adulto

Até 6 gotas (800U.I. de Vitamina D3) uma vez ao dia.

Dose Diária máxima para uso pediátrico e adulto:

800U.I.**

**Corresponde a 400% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:198px\"><strong>-</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:139px\"><strong>N&#xBA; de gotas/dia</strong></td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>% IDR</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Lactentes</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 3 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">200%</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pedi&#xE1;trico (acima de 2 anos) e Adultos</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 6 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">400%</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Quais cuidados devo ter ao usar o Defull?

Pacientes com arteriosclerose, insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia e insuficiência renal devem utilizar o medicamento sob orientação médica, avaliando o risco/benefício da administração do Colecalciferol (Vitamina D). Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquido e, se necessário glicocorticoides.

A administração deve ser cuidadosamente avaliada em pacientes com condições cardíacas preexistentes, arteriosclerose e insuficiência renal, em razão de uma potencial exacerbação relacionada aos efeitos da hipercalcemia persistente durante o uso terapêutico.

Uma avaliação cuidadosa deve ser realizada também em pacientes com doença hepática com prejuízo da capacidade de absorção; com hiperfosfatemia, em razão do risco de calcificação metastática e normalização dos níveis de fosfato antes da terapia; em bebês e crianças, pelo risco de hipersensibilidade a pequenas doses de Colecalciferol (Vitamina D); na sarcoidose ou outra doença granulomatosa, por possível aumento da hiperlipidemia, pois há um potencial para elevação dos níveis de LDL; em pacientes com osteodistrofia renal ou outras condições que requerem altas doses de Colecalciferol (Vitamina D) pura ou quando há uso concomitante de preparações contendo cálcio ou outras preparações vitamínicas contendo Colecalciferol (Vitamina D) ou análogos.

Gravidez - Categoria de risco A

Em estudos controlados em mulheres grávidas, o fármaco não demonstrou risco para o feto no primeiro trimestre da gravidez. Não há evidências de risco nos trimestres posteriores, sendo remota a possibilidade de dano fetal.

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais do Colecalciferol (Vitamina D) recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Colecalciferol (Vitamina D) do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição à luz solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Defull?

No caso do desenvolvimento de reação de hipersensibilidade, as manifestações clínicas são semelhantes às descritas para os quadros de hipervitaminose D.

Ao classificar a frequência da das reações de Colecalciferol (Vitamina D), utilizamos os seguintes parâmetros:

Reações comuns (>1/100 e <1/10)

Secura da boca, cefaleia, polidipsia, poliúria, perda de apetite, náuseas, vômitos, fadiga, sensação de fraqueza, dor muscular, prurido e perda de peso.

Reações raras (>0,01% e ≤0,1%)

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos, podem provocar&nbsp;sintomas tóxicos como: hipercalcemia, vômitos, dores abdominais, polidipsia, poliúria, diarreias e eventual desidratação.

Com o uso prolongado da vitamina D alterações endócrinas e metabólicas podem ocorrer:

Nefrocalcinose/insuficiência renal e hipertensão arterial. Efeitos dislipidêmicos do colecalciferol, caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificação de Eventos Adversos a Medicamentos –VIGIMED, disponível em http://portal.anvisa.gov.br/vigimed, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Defull com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com Colecalciferol (Vitamina D) pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de Colecalciferol (Vitamina D) e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com Colecalciferol (Vitamina D), aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade do Colecalciferol (Vitamina D).

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.&nbsp;

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso do Colecalciferol (Vitamina D) são:

Alterações endócrinas e metabólicas

A toxicidade pelo Colecalciferol (Vitamina D), incluindo a nefrocalcinose/insuficiência renal (depósito de cálcio no rim), pressão alta e psicose podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis. A hipervitaminose D é reversível com a descontinuação do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave.

Anormalidades das gorduras do sangue

Efeitos dislipidêmicos (alteração do metabolismo das gorduras) do Colecalciferol (Vitamina D), caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as Vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Interação alimentícia: posso usar o Defull com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Defull (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

7.000UI, caixa com 8 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Defull, para o que é indicado e para o que serve?

Cápsula

Este é um medicamento à base de Colecalciferol (Vitamina D), com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Comprimido / Gotas

Colecalciferol (Vitamina D) é indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas.

Este medicamento é destinado à prevenção e ao tratamento auxiliar na desmineralização óssea pré e pósmenopausa, e na prevenção de raquitismo.

Quais as contraindicações do Defull?

Cápsula / Comprimido

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D, elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Gotas

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também nos casos de hipervitaminose D, hipercalcemia ou osteodistrofia renal com hiperfostatemia.

Este medicamento é contraindicado para crianças com peso inferior a 3,3kg.

Como usar o Defull?

Cápsula / Comprimido

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Colecalciferol (Vitamina D).

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de Colecalciferol (Vitamina D), sempre a critério do médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Gotas

{"tag":"ol","value":" <li>Rompa o lacre da tampa.</li> <li>Vire o frasco e mant&#xEA;-lo na posi&#xE7;&#xE3;o vertical. Para come&#xE7;ar o gotejamento, bater levemente com o dedo no fundo do frasco.</li> "}

Risco de uso por via de administração não recomendada

Não há estudos dos efeitos de Colecalciferol (Vitamina D)&nbsp;administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para eficácia desta apresentação, a administração deve ser somente pela via oral.

Não administre medicamentos diretamente na boca das crianças, utilize uma colher para pingar as gotinhas.

Lactentes (crianças de 0 a 2 anos)

A posologia para lactentes é de 40U.I. por quilograma de peso. Cada gota possui 132U.I.

Para recém-nascidos (peso em torno de 3,5Kg), recomenda-se 1 gota ao dia, no máximo.

Dose Diária máxima para lactantes:

40U.I./Kg, até o limite de 400U.I.*

*Corresponde a 200% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

Pediátrico (acima de 2 anos) e adulto

Até 6 gotas (800U.I. de Vitamina D3) uma vez ao dia.

Dose Diária máxima para uso pediátrico e adulto:

800U.I.**

**Corresponde a 400% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:198px\"><strong>-</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:139px\"><strong>N&#xBA; de gotas/dia</strong></td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>% IDR</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Lactentes</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 3 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">200%</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pedi&#xE1;trico (acima de 2 anos) e Adultos</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 6 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">400%</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Quais cuidados devo ter ao usar o Defull?

Pacientes com arteriosclerose, insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia e insuficiência renal devem utilizar o medicamento sob orientação médica, avaliando o risco/benefício da administração do Colecalciferol (Vitamina D). Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquido e, se necessário glicocorticoides.

A administração deve ser cuidadosamente avaliada em pacientes com condições cardíacas preexistentes, arteriosclerose e insuficiência renal, em razão de uma potencial exacerbação relacionada aos efeitos da hipercalcemia persistente durante o uso terapêutico.

Uma avaliação cuidadosa deve ser realizada também em pacientes com doença hepática com prejuízo da capacidade de absorção; com hiperfosfatemia, em razão do risco de calcificação metastática e normalização dos níveis de fosfato antes da terapia; em bebês e crianças, pelo risco de hipersensibilidade a pequenas doses de Colecalciferol (Vitamina D); na sarcoidose ou outra doença granulomatosa, por possível aumento da hiperlipidemia, pois há um potencial para elevação dos níveis de LDL; em pacientes com osteodistrofia renal ou outras condições que requerem altas doses de Colecalciferol (Vitamina D) pura ou quando há uso concomitante de preparações contendo cálcio ou outras preparações vitamínicas contendo Colecalciferol (Vitamina D) ou análogos.

Gravidez - Categoria de risco A

Em estudos controlados em mulheres grávidas, o fármaco não demonstrou risco para o feto no primeiro trimestre da gravidez. Não há evidências de risco nos trimestres posteriores, sendo remota a possibilidade de dano fetal.

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais do Colecalciferol (Vitamina D) recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Colecalciferol (Vitamina D) do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição à luz solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Defull?

No caso do desenvolvimento de reação de hipersensibilidade, as manifestações clínicas são semelhantes às descritas para os quadros de hipervitaminose D.

Ao classificar a frequência da das reações de Colecalciferol (Vitamina D), utilizamos os seguintes parâmetros:

Reações comuns (>1/100 e <1/10)

Secura da boca, cefaleia, polidipsia, poliúria, perda de apetite, náuseas, vômitos, fadiga, sensação de fraqueza, dor muscular, prurido e perda de peso.

Reações raras (>0,01% e ≤0,1%)

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos, podem provocar&nbsp;sintomas tóxicos como: hipercalcemia, vômitos, dores abdominais, polidipsia, poliúria, diarreias e eventual desidratação.

Com o uso prolongado da vitamina D alterações endócrinas e metabólicas podem ocorrer:

Nefrocalcinose/insuficiência renal e hipertensão arterial. Efeitos dislipidêmicos do colecalciferol, caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificação de Eventos Adversos a Medicamentos –VIGIMED, disponível em http://portal.anvisa.gov.br/vigimed, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Defull com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com Colecalciferol (Vitamina D) pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de Colecalciferol (Vitamina D) e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com Colecalciferol (Vitamina D), aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade do Colecalciferol (Vitamina D).

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.&nbsp;

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso do Colecalciferol (Vitamina D) são:

Alterações endócrinas e metabólicas

A toxicidade pelo Colecalciferol (Vitamina D), incluindo a nefrocalcinose/insuficiência renal (depósito de cálcio no rim), pressão alta e psicose podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis. A hipervitaminose D é reversível com a descontinuação do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave.

Anormalidades das gorduras do sangue

Efeitos dislipidêmicos (alteração do metabolismo das gorduras) do Colecalciferol (Vitamina D), caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as Vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Interação alimentícia: posso usar o Defull com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Defull (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

7.000UI, caixa com 10 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Defull, para o que é indicado e para o que serve?

Cápsula

Este é um medicamento à base de Colecalciferol (Vitamina D), com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Comprimido / Gotas

Colecalciferol (Vitamina D) é indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas.

Este medicamento é destinado à prevenção e ao tratamento auxiliar na desmineralização óssea pré e pósmenopausa, e na prevenção de raquitismo.

Quais as contraindicações do Defull?

Cápsula / Comprimido

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D, elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Gotas

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também nos casos de hipervitaminose D, hipercalcemia ou osteodistrofia renal com hiperfostatemia.

Este medicamento é contraindicado para crianças com peso inferior a 3,3kg.

Como usar o Defull?

Cápsula / Comprimido

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Colecalciferol (Vitamina D).

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de Colecalciferol (Vitamina D), sempre a critério do médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Gotas

{"tag":"ol","value":" <li>Rompa o lacre da tampa.</li> <li>Vire o frasco e mant&#xEA;-lo na posi&#xE7;&#xE3;o vertical. Para come&#xE7;ar o gotejamento, bater levemente com o dedo no fundo do frasco.</li> "}

Risco de uso por via de administração não recomendada

Não há estudos dos efeitos de Colecalciferol (Vitamina D)&nbsp;administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para eficácia desta apresentação, a administração deve ser somente pela via oral.

Não administre medicamentos diretamente na boca das crianças, utilize uma colher para pingar as gotinhas.

Lactentes (crianças de 0 a 2 anos)

A posologia para lactentes é de 40U.I. por quilograma de peso. Cada gota possui 132U.I.

Para recém-nascidos (peso em torno de 3,5Kg), recomenda-se 1 gota ao dia, no máximo.

Dose Diária máxima para lactantes:

40U.I./Kg, até o limite de 400U.I.*

*Corresponde a 200% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

Pediátrico (acima de 2 anos) e adulto

Até 6 gotas (800U.I. de Vitamina D3) uma vez ao dia.

Dose Diária máxima para uso pediátrico e adulto:

800U.I.**

**Corresponde a 400% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:198px\"><strong>-</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:139px\"><strong>N&#xBA; de gotas/dia</strong></td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>% IDR</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Lactentes</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 3 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">200%</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pedi&#xE1;trico (acima de 2 anos) e Adultos</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 6 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">400%</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Quais cuidados devo ter ao usar o Defull?

Pacientes com arteriosclerose, insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia e insuficiência renal devem utilizar o medicamento sob orientação médica, avaliando o risco/benefício da administração do Colecalciferol (Vitamina D). Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquido e, se necessário glicocorticoides.

A administração deve ser cuidadosamente avaliada em pacientes com condições cardíacas preexistentes, arteriosclerose e insuficiência renal, em razão de uma potencial exacerbação relacionada aos efeitos da hipercalcemia persistente durante o uso terapêutico.

Uma avaliação cuidadosa deve ser realizada também em pacientes com doença hepática com prejuízo da capacidade de absorção; com hiperfosfatemia, em razão do risco de calcificação metastática e normalização dos níveis de fosfato antes da terapia; em bebês e crianças, pelo risco de hipersensibilidade a pequenas doses de Colecalciferol (Vitamina D); na sarcoidose ou outra doença granulomatosa, por possível aumento da hiperlipidemia, pois há um potencial para elevação dos níveis de LDL; em pacientes com osteodistrofia renal ou outras condições que requerem altas doses de Colecalciferol (Vitamina D) pura ou quando há uso concomitante de preparações contendo cálcio ou outras preparações vitamínicas contendo Colecalciferol (Vitamina D) ou análogos.

Gravidez - Categoria de risco A

Em estudos controlados em mulheres grávidas, o fármaco não demonstrou risco para o feto no primeiro trimestre da gravidez. Não há evidências de risco nos trimestres posteriores, sendo remota a possibilidade de dano fetal.

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais do Colecalciferol (Vitamina D) recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Colecalciferol (Vitamina D) do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição à luz solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Defull?

No caso do desenvolvimento de reação de hipersensibilidade, as manifestações clínicas são semelhantes às descritas para os quadros de hipervitaminose D.

Ao classificar a frequência da das reações de Colecalciferol (Vitamina D), utilizamos os seguintes parâmetros:

Reações comuns (>1/100 e <1/10)

Secura da boca, cefaleia, polidipsia, poliúria, perda de apetite, náuseas, vômitos, fadiga, sensação de fraqueza, dor muscular, prurido e perda de peso.

Reações raras (>0,01% e ≤0,1%)

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos, podem provocar&nbsp;sintomas tóxicos como: hipercalcemia, vômitos, dores abdominais, polidipsia, poliúria, diarreias e eventual desidratação.

Com o uso prolongado da vitamina D alterações endócrinas e metabólicas podem ocorrer:

Nefrocalcinose/insuficiência renal e hipertensão arterial. Efeitos dislipidêmicos do colecalciferol, caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificação de Eventos Adversos a Medicamentos –VIGIMED, disponível em http://portal.anvisa.gov.br/vigimed, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Defull com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com Colecalciferol (Vitamina D) pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de Colecalciferol (Vitamina D) e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com Colecalciferol (Vitamina D), aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade do Colecalciferol (Vitamina D).

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.&nbsp;

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso do Colecalciferol (Vitamina D) são:

Alterações endócrinas e metabólicas

A toxicidade pelo Colecalciferol (Vitamina D), incluindo a nefrocalcinose/insuficiência renal (depósito de cálcio no rim), pressão alta e psicose podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis. A hipervitaminose D é reversível com a descontinuação do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave.

Anormalidades das gorduras do sangue

Efeitos dislipidêmicos (alteração do metabolismo das gorduras) do Colecalciferol (Vitamina D), caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as Vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Interação alimentícia: posso usar o Defull com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Defull (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

7.000UI, caixa com 12 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Defull, para o que é indicado e para o que serve?

Cápsula

Este é um medicamento à base de Colecalciferol (Vitamina D), com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Comprimido / Gotas

Colecalciferol (Vitamina D) é indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas.

Este medicamento é destinado à prevenção e ao tratamento auxiliar na desmineralização óssea pré e pósmenopausa, e na prevenção de raquitismo.

Quais as contraindicações do Defull?

Cápsula / Comprimido

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D, elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Gotas

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também nos casos de hipervitaminose D, hipercalcemia ou osteodistrofia renal com hiperfostatemia.

Este medicamento é contraindicado para crianças com peso inferior a 3,3kg.

Como usar o Defull?

Cápsula / Comprimido

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Colecalciferol (Vitamina D).

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de Colecalciferol (Vitamina D), sempre a critério do médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Gotas

{"tag":"ol","value":" <li>Rompa o lacre da tampa.</li> <li>Vire o frasco e mant&#xEA;-lo na posi&#xE7;&#xE3;o vertical. Para come&#xE7;ar o gotejamento, bater levemente com o dedo no fundo do frasco.</li> "}

Risco de uso por via de administração não recomendada

Não há estudos dos efeitos de Colecalciferol (Vitamina D)&nbsp;administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para eficácia desta apresentação, a administração deve ser somente pela via oral.

Não administre medicamentos diretamente na boca das crianças, utilize uma colher para pingar as gotinhas.

Lactentes (crianças de 0 a 2 anos)

A posologia para lactentes é de 40U.I. por quilograma de peso. Cada gota possui 132U.I.

Para recém-nascidos (peso em torno de 3,5Kg), recomenda-se 1 gota ao dia, no máximo.

Dose Diária máxima para lactantes:

40U.I./Kg, até o limite de 400U.I.*

*Corresponde a 200% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

Pediátrico (acima de 2 anos) e adulto

Até 6 gotas (800U.I. de Vitamina D3) uma vez ao dia.

Dose Diária máxima para uso pediátrico e adulto:

800U.I.**

**Corresponde a 400% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:198px\"><strong>-</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:139px\"><strong>N&#xBA; de gotas/dia</strong></td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>% IDR</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Lactentes</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 3 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">200%</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pedi&#xE1;trico (acima de 2 anos) e Adultos</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 6 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">400%</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Quais cuidados devo ter ao usar o Defull?

Pacientes com arteriosclerose, insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia e insuficiência renal devem utilizar o medicamento sob orientação médica, avaliando o risco/benefício da administração do Colecalciferol (Vitamina D). Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquido e, se necessário glicocorticoides.

A administração deve ser cuidadosamente avaliada em pacientes com condições cardíacas preexistentes, arteriosclerose e insuficiência renal, em razão de uma potencial exacerbação relacionada aos efeitos da hipercalcemia persistente durante o uso terapêutico.

Uma avaliação cuidadosa deve ser realizada também em pacientes com doença hepática com prejuízo da capacidade de absorção; com hiperfosfatemia, em razão do risco de calcificação metastática e normalização dos níveis de fosfato antes da terapia; em bebês e crianças, pelo risco de hipersensibilidade a pequenas doses de Colecalciferol (Vitamina D); na sarcoidose ou outra doença granulomatosa, por possível aumento da hiperlipidemia, pois há um potencial para elevação dos níveis de LDL; em pacientes com osteodistrofia renal ou outras condições que requerem altas doses de Colecalciferol (Vitamina D) pura ou quando há uso concomitante de preparações contendo cálcio ou outras preparações vitamínicas contendo Colecalciferol (Vitamina D) ou análogos.

Gravidez - Categoria de risco A

Em estudos controlados em mulheres grávidas, o fármaco não demonstrou risco para o feto no primeiro trimestre da gravidez. Não há evidências de risco nos trimestres posteriores, sendo remota a possibilidade de dano fetal.

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais do Colecalciferol (Vitamina D) recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Colecalciferol (Vitamina D) do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição à luz solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Defull?

No caso do desenvolvimento de reação de hipersensibilidade, as manifestações clínicas são semelhantes às descritas para os quadros de hipervitaminose D.

Ao classificar a frequência da das reações de Colecalciferol (Vitamina D), utilizamos os seguintes parâmetros:

Reações comuns (>1/100 e <1/10)

Secura da boca, cefaleia, polidipsia, poliúria, perda de apetite, náuseas, vômitos, fadiga, sensação de fraqueza, dor muscular, prurido e perda de peso.

Reações raras (>0,01% e ≤0,1%)

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos, podem provocar&nbsp;sintomas tóxicos como: hipercalcemia, vômitos, dores abdominais, polidipsia, poliúria, diarreias e eventual desidratação.

Com o uso prolongado da vitamina D alterações endócrinas e metabólicas podem ocorrer:

Nefrocalcinose/insuficiência renal e hipertensão arterial. Efeitos dislipidêmicos do colecalciferol, caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificação de Eventos Adversos a Medicamentos –VIGIMED, disponível em http://portal.anvisa.gov.br/vigimed, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Defull com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com Colecalciferol (Vitamina D) pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de Colecalciferol (Vitamina D) e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com Colecalciferol (Vitamina D), aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade do Colecalciferol (Vitamina D).

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.&nbsp;

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso do Colecalciferol (Vitamina D) são:

Alterações endócrinas e metabólicas

A toxicidade pelo Colecalciferol (Vitamina D), incluindo a nefrocalcinose/insuficiência renal (depósito de cálcio no rim), pressão alta e psicose podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis. A hipervitaminose D é reversível com a descontinuação do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave.

Anormalidades das gorduras do sangue

Efeitos dislipidêmicos (alteração do metabolismo das gorduras) do Colecalciferol (Vitamina D), caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as Vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Interação alimentícia: posso usar o Defull com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Defull (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

7.000UI, caixa com 30 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Defull, para o que é indicado e para o que serve?

Cápsula

Este é um medicamento à base de Colecalciferol (Vitamina D), com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Comprimido / Gotas

Colecalciferol (Vitamina D) é indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas.

Este medicamento é destinado à prevenção e ao tratamento auxiliar na desmineralização óssea pré e pósmenopausa, e na prevenção de raquitismo.

Quais as contraindicações do Defull?

Cápsula / Comprimido

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D, elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Gotas

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também nos casos de hipervitaminose D, hipercalcemia ou osteodistrofia renal com hiperfostatemia.

Este medicamento é contraindicado para crianças com peso inferior a 3,3kg.

Como usar o Defull?

Cápsula / Comprimido

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Colecalciferol (Vitamina D).

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de Colecalciferol (Vitamina D), sempre a critério do médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Gotas

{"tag":"ol","value":" <li>Rompa o lacre da tampa.</li> <li>Vire o frasco e mant&#xEA;-lo na posi&#xE7;&#xE3;o vertical. Para come&#xE7;ar o gotejamento, bater levemente com o dedo no fundo do frasco.</li> "}

Risco de uso por via de administração não recomendada

Não há estudos dos efeitos de Colecalciferol (Vitamina D)&nbsp;administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para eficácia desta apresentação, a administração deve ser somente pela via oral.

Não administre medicamentos diretamente na boca das crianças, utilize uma colher para pingar as gotinhas.

Lactentes (crianças de 0 a 2 anos)

A posologia para lactentes é de 40U.I. por quilograma de peso. Cada gota possui 132U.I.

Para recém-nascidos (peso em torno de 3,5Kg), recomenda-se 1 gota ao dia, no máximo.

Dose Diária máxima para lactantes:

40U.I./Kg, até o limite de 400U.I.*

*Corresponde a 200% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

Pediátrico (acima de 2 anos) e adulto

Até 6 gotas (800U.I. de Vitamina D3) uma vez ao dia.

Dose Diária máxima para uso pediátrico e adulto:

800U.I.**

**Corresponde a 400% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:198px\"><strong>-</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:139px\"><strong>N&#xBA; de gotas/dia</strong></td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>% IDR</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Lactentes</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 3 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">200%</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pedi&#xE1;trico (acima de 2 anos) e Adultos</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 6 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">400%</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Quais cuidados devo ter ao usar o Defull?

Pacientes com arteriosclerose, insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia e insuficiência renal devem utilizar o medicamento sob orientação médica, avaliando o risco/benefício da administração do Colecalciferol (Vitamina D). Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquido e, se necessário glicocorticoides.

A administração deve ser cuidadosamente avaliada em pacientes com condições cardíacas preexistentes, arteriosclerose e insuficiência renal, em razão de uma potencial exacerbação relacionada aos efeitos da hipercalcemia persistente durante o uso terapêutico.

Uma avaliação cuidadosa deve ser realizada também em pacientes com doença hepática com prejuízo da capacidade de absorção; com hiperfosfatemia, em razão do risco de calcificação metastática e normalização dos níveis de fosfato antes da terapia; em bebês e crianças, pelo risco de hipersensibilidade a pequenas doses de Colecalciferol (Vitamina D); na sarcoidose ou outra doença granulomatosa, por possível aumento da hiperlipidemia, pois há um potencial para elevação dos níveis de LDL; em pacientes com osteodistrofia renal ou outras condições que requerem altas doses de Colecalciferol (Vitamina D) pura ou quando há uso concomitante de preparações contendo cálcio ou outras preparações vitamínicas contendo Colecalciferol (Vitamina D) ou análogos.

Gravidez - Categoria de risco A

Em estudos controlados em mulheres grávidas, o fármaco não demonstrou risco para o feto no primeiro trimestre da gravidez. Não há evidências de risco nos trimestres posteriores, sendo remota a possibilidade de dano fetal.

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais do Colecalciferol (Vitamina D) recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Colecalciferol (Vitamina D) do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição à luz solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Defull?

No caso do desenvolvimento de reação de hipersensibilidade, as manifestações clínicas são semelhantes às descritas para os quadros de hipervitaminose D.

Ao classificar a frequência da das reações de Colecalciferol (Vitamina D), utilizamos os seguintes parâmetros:

Reações comuns (>1/100 e <1/10)

Secura da boca, cefaleia, polidipsia, poliúria, perda de apetite, náuseas, vômitos, fadiga, sensação de fraqueza, dor muscular, prurido e perda de peso.

Reações raras (>0,01% e ≤0,1%)

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos, podem provocar&nbsp;sintomas tóxicos como: hipercalcemia, vômitos, dores abdominais, polidipsia, poliúria, diarreias e eventual desidratação.

Com o uso prolongado da vitamina D alterações endócrinas e metabólicas podem ocorrer:

Nefrocalcinose/insuficiência renal e hipertensão arterial. Efeitos dislipidêmicos do colecalciferol, caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificação de Eventos Adversos a Medicamentos –VIGIMED, disponível em http://portal.anvisa.gov.br/vigimed, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Defull com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com Colecalciferol (Vitamina D) pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de Colecalciferol (Vitamina D) e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com Colecalciferol (Vitamina D), aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade do Colecalciferol (Vitamina D).

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.&nbsp;

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso do Colecalciferol (Vitamina D) são:

Alterações endócrinas e metabólicas

A toxicidade pelo Colecalciferol (Vitamina D), incluindo a nefrocalcinose/insuficiência renal (depósito de cálcio no rim), pressão alta e psicose podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis. A hipervitaminose D é reversível com a descontinuação do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave.

Anormalidades das gorduras do sangue

Efeitos dislipidêmicos (alteração do metabolismo das gorduras) do Colecalciferol (Vitamina D), caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as Vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Interação alimentícia: posso usar o Defull com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Defull (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

10.000UI, caixa com 4 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Defull, para o que é indicado e para o que serve?

Cápsula

Este é um medicamento à base de Colecalciferol (Vitamina D), com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Comprimido / Gotas

Colecalciferol (Vitamina D) é indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas.

Este medicamento é destinado à prevenção e ao tratamento auxiliar na desmineralização óssea pré e pósmenopausa, e na prevenção de raquitismo.

Quais as contraindicações do Defull?

Cápsula / Comprimido

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D, elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Gotas

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também nos casos de hipervitaminose D, hipercalcemia ou osteodistrofia renal com hiperfostatemia.

Este medicamento é contraindicado para crianças com peso inferior a 3,3kg.

Como usar o Defull?

Cápsula / Comprimido

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Colecalciferol (Vitamina D).

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de Colecalciferol (Vitamina D), sempre a critério do médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Gotas

{"tag":"ol","value":" <li>Rompa o lacre da tampa.</li> <li>Vire o frasco e mant&#xEA;-lo na posi&#xE7;&#xE3;o vertical. Para come&#xE7;ar o gotejamento, bater levemente com o dedo no fundo do frasco.</li> "}

Risco de uso por via de administração não recomendada

Não há estudos dos efeitos de Colecalciferol (Vitamina D)&nbsp;administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para eficácia desta apresentação, a administração deve ser somente pela via oral.

Não administre medicamentos diretamente na boca das crianças, utilize uma colher para pingar as gotinhas.

Lactentes (crianças de 0 a 2 anos)

A posologia para lactentes é de 40U.I. por quilograma de peso. Cada gota possui 132U.I.

Para recém-nascidos (peso em torno de 3,5Kg), recomenda-se 1 gota ao dia, no máximo.

Dose Diária máxima para lactantes:

40U.I./Kg, até o limite de 400U.I.*

*Corresponde a 200% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

Pediátrico (acima de 2 anos) e adulto

Até 6 gotas (800U.I. de Vitamina D3) uma vez ao dia.

Dose Diária máxima para uso pediátrico e adulto:

800U.I.**

**Corresponde a 400% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:198px\"><strong>-</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:139px\"><strong>N&#xBA; de gotas/dia</strong></td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>% IDR</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Lactentes</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 3 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">200%</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pedi&#xE1;trico (acima de 2 anos) e Adultos</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 6 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">400%</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Quais cuidados devo ter ao usar o Defull?

Pacientes com arteriosclerose, insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia e insuficiência renal devem utilizar o medicamento sob orientação médica, avaliando o risco/benefício da administração do Colecalciferol (Vitamina D). Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquido e, se necessário glicocorticoides.

A administração deve ser cuidadosamente avaliada em pacientes com condições cardíacas preexistentes, arteriosclerose e insuficiência renal, em razão de uma potencial exacerbação relacionada aos efeitos da hipercalcemia persistente durante o uso terapêutico.

Uma avaliação cuidadosa deve ser realizada também em pacientes com doença hepática com prejuízo da capacidade de absorção; com hiperfosfatemia, em razão do risco de calcificação metastática e normalização dos níveis de fosfato antes da terapia; em bebês e crianças, pelo risco de hipersensibilidade a pequenas doses de Colecalciferol (Vitamina D); na sarcoidose ou outra doença granulomatosa, por possível aumento da hiperlipidemia, pois há um potencial para elevação dos níveis de LDL; em pacientes com osteodistrofia renal ou outras condições que requerem altas doses de Colecalciferol (Vitamina D) pura ou quando há uso concomitante de preparações contendo cálcio ou outras preparações vitamínicas contendo Colecalciferol (Vitamina D) ou análogos.

Gravidez - Categoria de risco A

Em estudos controlados em mulheres grávidas, o fármaco não demonstrou risco para o feto no primeiro trimestre da gravidez. Não há evidências de risco nos trimestres posteriores, sendo remota a possibilidade de dano fetal.

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais do Colecalciferol (Vitamina D) recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Colecalciferol (Vitamina D) do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição à luz solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Defull?

No caso do desenvolvimento de reação de hipersensibilidade, as manifestações clínicas são semelhantes às descritas para os quadros de hipervitaminose D.

Ao classificar a frequência da das reações de Colecalciferol (Vitamina D), utilizamos os seguintes parâmetros:

Reações comuns (>1/100 e <1/10)

Secura da boca, cefaleia, polidipsia, poliúria, perda de apetite, náuseas, vômitos, fadiga, sensação de fraqueza, dor muscular, prurido e perda de peso.

Reações raras (>0,01% e ≤0,1%)

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos, podem provocar&nbsp;sintomas tóxicos como: hipercalcemia, vômitos, dores abdominais, polidipsia, poliúria, diarreias e eventual desidratação.

Com o uso prolongado da vitamina D alterações endócrinas e metabólicas podem ocorrer:

Nefrocalcinose/insuficiência renal e hipertensão arterial. Efeitos dislipidêmicos do colecalciferol, caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificação de Eventos Adversos a Medicamentos –VIGIMED, disponível em http://portal.anvisa.gov.br/vigimed, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Defull com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com Colecalciferol (Vitamina D) pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de Colecalciferol (Vitamina D) e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com Colecalciferol (Vitamina D), aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade do Colecalciferol (Vitamina D).

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.&nbsp;

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso do Colecalciferol (Vitamina D) são:

Alterações endócrinas e metabólicas

A toxicidade pelo Colecalciferol (Vitamina D), incluindo a nefrocalcinose/insuficiência renal (depósito de cálcio no rim), pressão alta e psicose podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis. A hipervitaminose D é reversível com a descontinuação do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave.

Anormalidades das gorduras do sangue

Efeitos dislipidêmicos (alteração do metabolismo das gorduras) do Colecalciferol (Vitamina D), caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as Vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Interação alimentícia: posso usar o Defull com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Defull (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

10.000UI, caixa com 8 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Defull, para o que é indicado e para o que serve?

Cápsula

Este é um medicamento à base de Colecalciferol (Vitamina D), com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Comprimido / Gotas

Colecalciferol (Vitamina D) é indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas.

Este medicamento é destinado à prevenção e ao tratamento auxiliar na desmineralização óssea pré e pósmenopausa, e na prevenção de raquitismo.

Quais as contraindicações do Defull?

Cápsula / Comprimido

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D, elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Gotas

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também nos casos de hipervitaminose D, hipercalcemia ou osteodistrofia renal com hiperfostatemia.

Este medicamento é contraindicado para crianças com peso inferior a 3,3kg.

Como usar o Defull?

Cápsula / Comprimido

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Colecalciferol (Vitamina D).

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de Colecalciferol (Vitamina D), sempre a critério do médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Gotas

{"tag":"ol","value":" <li>Rompa o lacre da tampa.</li> <li>Vire o frasco e mant&#xEA;-lo na posi&#xE7;&#xE3;o vertical. Para come&#xE7;ar o gotejamento, bater levemente com o dedo no fundo do frasco.</li> "}

Risco de uso por via de administração não recomendada

Não há estudos dos efeitos de Colecalciferol (Vitamina D)&nbsp;administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para eficácia desta apresentação, a administração deve ser somente pela via oral.

Não administre medicamentos diretamente na boca das crianças, utilize uma colher para pingar as gotinhas.

Lactentes (crianças de 0 a 2 anos)

A posologia para lactentes é de 40U.I. por quilograma de peso. Cada gota possui 132U.I.

Para recém-nascidos (peso em torno de 3,5Kg), recomenda-se 1 gota ao dia, no máximo.

Dose Diária máxima para lactantes:

40U.I./Kg, até o limite de 400U.I.*

*Corresponde a 200% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

Pediátrico (acima de 2 anos) e adulto

Até 6 gotas (800U.I. de Vitamina D3) uma vez ao dia.

Dose Diária máxima para uso pediátrico e adulto:

800U.I.**

**Corresponde a 400% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:198px\"><strong>-</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:139px\"><strong>N&#xBA; de gotas/dia</strong></td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>% IDR</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Lactentes</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 3 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">200%</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pedi&#xE1;trico (acima de 2 anos) e Adultos</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 6 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">400%</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Quais cuidados devo ter ao usar o Defull?

Pacientes com arteriosclerose, insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia e insuficiência renal devem utilizar o medicamento sob orientação médica, avaliando o risco/benefício da administração do Colecalciferol (Vitamina D). Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquido e, se necessário glicocorticoides.

A administração deve ser cuidadosamente avaliada em pacientes com condições cardíacas preexistentes, arteriosclerose e insuficiência renal, em razão de uma potencial exacerbação relacionada aos efeitos da hipercalcemia persistente durante o uso terapêutico.

Uma avaliação cuidadosa deve ser realizada também em pacientes com doença hepática com prejuízo da capacidade de absorção; com hiperfosfatemia, em razão do risco de calcificação metastática e normalização dos níveis de fosfato antes da terapia; em bebês e crianças, pelo risco de hipersensibilidade a pequenas doses de Colecalciferol (Vitamina D); na sarcoidose ou outra doença granulomatosa, por possível aumento da hiperlipidemia, pois há um potencial para elevação dos níveis de LDL; em pacientes com osteodistrofia renal ou outras condições que requerem altas doses de Colecalciferol (Vitamina D) pura ou quando há uso concomitante de preparações contendo cálcio ou outras preparações vitamínicas contendo Colecalciferol (Vitamina D) ou análogos.

Gravidez - Categoria de risco A

Em estudos controlados em mulheres grávidas, o fármaco não demonstrou risco para o feto no primeiro trimestre da gravidez. Não há evidências de risco nos trimestres posteriores, sendo remota a possibilidade de dano fetal.

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais do Colecalciferol (Vitamina D) recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Colecalciferol (Vitamina D) do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição à luz solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Defull?

No caso do desenvolvimento de reação de hipersensibilidade, as manifestações clínicas são semelhantes às descritas para os quadros de hipervitaminose D.

Ao classificar a frequência da das reações de Colecalciferol (Vitamina D), utilizamos os seguintes parâmetros:

Reações comuns (>1/100 e <1/10)

Secura da boca, cefaleia, polidipsia, poliúria, perda de apetite, náuseas, vômitos, fadiga, sensação de fraqueza, dor muscular, prurido e perda de peso.

Reações raras (>0,01% e ≤0,1%)

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos, podem provocar&nbsp;sintomas tóxicos como: hipercalcemia, vômitos, dores abdominais, polidipsia, poliúria, diarreias e eventual desidratação.

Com o uso prolongado da vitamina D alterações endócrinas e metabólicas podem ocorrer:

Nefrocalcinose/insuficiência renal e hipertensão arterial. Efeitos dislipidêmicos do colecalciferol, caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificação de Eventos Adversos a Medicamentos –VIGIMED, disponível em http://portal.anvisa.gov.br/vigimed, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Defull com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com Colecalciferol (Vitamina D) pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de Colecalciferol (Vitamina D) e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com Colecalciferol (Vitamina D), aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade do Colecalciferol (Vitamina D).

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.&nbsp;

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso do Colecalciferol (Vitamina D) são:

Alterações endócrinas e metabólicas

A toxicidade pelo Colecalciferol (Vitamina D), incluindo a nefrocalcinose/insuficiência renal (depósito de cálcio no rim), pressão alta e psicose podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis. A hipervitaminose D é reversível com a descontinuação do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave.

Anormalidades das gorduras do sangue

Efeitos dislipidêmicos (alteração do metabolismo das gorduras) do Colecalciferol (Vitamina D), caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as Vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Interação alimentícia: posso usar o Defull com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Defull (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

10.000UI, caixa com 10 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Defull, para o que é indicado e para o que serve?

Cápsula

Este é um medicamento à base de Colecalciferol (Vitamina D), com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Comprimido / Gotas

Colecalciferol (Vitamina D) é indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas.

Este medicamento é destinado à prevenção e ao tratamento auxiliar na desmineralização óssea pré e pósmenopausa, e na prevenção de raquitismo.

Quais as contraindicações do Defull?

Cápsula / Comprimido

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D, elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Gotas

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também nos casos de hipervitaminose D, hipercalcemia ou osteodistrofia renal com hiperfostatemia.

Este medicamento é contraindicado para crianças com peso inferior a 3,3kg.

Como usar o Defull?

Cápsula / Comprimido

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Colecalciferol (Vitamina D).

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de Colecalciferol (Vitamina D), sempre a critério do médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Gotas

{"tag":"ol","value":" <li>Rompa o lacre da tampa.</li> <li>Vire o frasco e mant&#xEA;-lo na posi&#xE7;&#xE3;o vertical. Para come&#xE7;ar o gotejamento, bater levemente com o dedo no fundo do frasco.</li> "}

Risco de uso por via de administração não recomendada

Não há estudos dos efeitos de Colecalciferol (Vitamina D)&nbsp;administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para eficácia desta apresentação, a administração deve ser somente pela via oral.

Não administre medicamentos diretamente na boca das crianças, utilize uma colher para pingar as gotinhas.

Lactentes (crianças de 0 a 2 anos)

A posologia para lactentes é de 40U.I. por quilograma de peso. Cada gota possui 132U.I.

Para recém-nascidos (peso em torno de 3,5Kg), recomenda-se 1 gota ao dia, no máximo.

Dose Diária máxima para lactantes:

40U.I./Kg, até o limite de 400U.I.*

*Corresponde a 200% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

Pediátrico (acima de 2 anos) e adulto

Até 6 gotas (800U.I. de Vitamina D3) uma vez ao dia.

Dose Diária máxima para uso pediátrico e adulto:

800U.I.**

**Corresponde a 400% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:198px\"><strong>-</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:139px\"><strong>N&#xBA; de gotas/dia</strong></td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>% IDR</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Lactentes</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 3 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">200%</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pedi&#xE1;trico (acima de 2 anos) e Adultos</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 6 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">400%</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Quais cuidados devo ter ao usar o Defull?

Pacientes com arteriosclerose, insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia e insuficiência renal devem utilizar o medicamento sob orientação médica, avaliando o risco/benefício da administração do Colecalciferol (Vitamina D). Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquido e, se necessário glicocorticoides.

A administração deve ser cuidadosamente avaliada em pacientes com condições cardíacas preexistentes, arteriosclerose e insuficiência renal, em razão de uma potencial exacerbação relacionada aos efeitos da hipercalcemia persistente durante o uso terapêutico.

Uma avaliação cuidadosa deve ser realizada também em pacientes com doença hepática com prejuízo da capacidade de absorção; com hiperfosfatemia, em razão do risco de calcificação metastática e normalização dos níveis de fosfato antes da terapia; em bebês e crianças, pelo risco de hipersensibilidade a pequenas doses de Colecalciferol (Vitamina D); na sarcoidose ou outra doença granulomatosa, por possível aumento da hiperlipidemia, pois há um potencial para elevação dos níveis de LDL; em pacientes com osteodistrofia renal ou outras condições que requerem altas doses de Colecalciferol (Vitamina D) pura ou quando há uso concomitante de preparações contendo cálcio ou outras preparações vitamínicas contendo Colecalciferol (Vitamina D) ou análogos.

Gravidez - Categoria de risco A

Em estudos controlados em mulheres grávidas, o fármaco não demonstrou risco para o feto no primeiro trimestre da gravidez. Não há evidências de risco nos trimestres posteriores, sendo remota a possibilidade de dano fetal.

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais do Colecalciferol (Vitamina D) recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Colecalciferol (Vitamina D) do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição à luz solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Defull?

No caso do desenvolvimento de reação de hipersensibilidade, as manifestações clínicas são semelhantes às descritas para os quadros de hipervitaminose D.

Ao classificar a frequência da das reações de Colecalciferol (Vitamina D), utilizamos os seguintes parâmetros:

Reações comuns (>1/100 e <1/10)

Secura da boca, cefaleia, polidipsia, poliúria, perda de apetite, náuseas, vômitos, fadiga, sensação de fraqueza, dor muscular, prurido e perda de peso.

Reações raras (>0,01% e ≤0,1%)

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos, podem provocar&nbsp;sintomas tóxicos como: hipercalcemia, vômitos, dores abdominais, polidipsia, poliúria, diarreias e eventual desidratação.

Com o uso prolongado da vitamina D alterações endócrinas e metabólicas podem ocorrer:

Nefrocalcinose/insuficiência renal e hipertensão arterial. Efeitos dislipidêmicos do colecalciferol, caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificação de Eventos Adversos a Medicamentos –VIGIMED, disponível em http://portal.anvisa.gov.br/vigimed, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Defull com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com Colecalciferol (Vitamina D) pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de Colecalciferol (Vitamina D) e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com Colecalciferol (Vitamina D), aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade do Colecalciferol (Vitamina D).

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.&nbsp;

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso do Colecalciferol (Vitamina D) são:

Alterações endócrinas e metabólicas

A toxicidade pelo Colecalciferol (Vitamina D), incluindo a nefrocalcinose/insuficiência renal (depósito de cálcio no rim), pressão alta e psicose podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis. A hipervitaminose D é reversível com a descontinuação do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave.

Anormalidades das gorduras do sangue

Efeitos dislipidêmicos (alteração do metabolismo das gorduras) do Colecalciferol (Vitamina D), caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as Vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Interação alimentícia: posso usar o Defull com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Defull (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

10.000UI, caixa com 12 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Defull, para o que é indicado e para o que serve?

Cápsula

Este é um medicamento à base de Colecalciferol (Vitamina D), com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Comprimido / Gotas

Colecalciferol (Vitamina D) é indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas.

Este medicamento é destinado à prevenção e ao tratamento auxiliar na desmineralização óssea pré e pósmenopausa, e na prevenção de raquitismo.

Quais as contraindicações do Defull?

Cápsula / Comprimido

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D, elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Gotas

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também nos casos de hipervitaminose D, hipercalcemia ou osteodistrofia renal com hiperfostatemia.

Este medicamento é contraindicado para crianças com peso inferior a 3,3kg.

Como usar o Defull?

Cápsula / Comprimido

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Colecalciferol (Vitamina D).

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de Colecalciferol (Vitamina D), sempre a critério do médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Gotas

{"tag":"ol","value":" <li>Rompa o lacre da tampa.</li> <li>Vire o frasco e mant&#xEA;-lo na posi&#xE7;&#xE3;o vertical. Para come&#xE7;ar o gotejamento, bater levemente com o dedo no fundo do frasco.</li> "}

Risco de uso por via de administração não recomendada

Não há estudos dos efeitos de Colecalciferol (Vitamina D)&nbsp;administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para eficácia desta apresentação, a administração deve ser somente pela via oral.

Não administre medicamentos diretamente na boca das crianças, utilize uma colher para pingar as gotinhas.

Lactentes (crianças de 0 a 2 anos)

A posologia para lactentes é de 40U.I. por quilograma de peso. Cada gota possui 132U.I.

Para recém-nascidos (peso em torno de 3,5Kg), recomenda-se 1 gota ao dia, no máximo.

Dose Diária máxima para lactantes:

40U.I./Kg, até o limite de 400U.I.*

*Corresponde a 200% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

Pediátrico (acima de 2 anos) e adulto

Até 6 gotas (800U.I. de Vitamina D3) uma vez ao dia.

Dose Diária máxima para uso pediátrico e adulto:

800U.I.**

**Corresponde a 400% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:198px\"><strong>-</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:139px\"><strong>N&#xBA; de gotas/dia</strong></td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>% IDR</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Lactentes</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 3 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">200%</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pedi&#xE1;trico (acima de 2 anos) e Adultos</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 6 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">400%</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Quais cuidados devo ter ao usar o Defull?

Pacientes com arteriosclerose, insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia e insuficiência renal devem utilizar o medicamento sob orientação médica, avaliando o risco/benefício da administração do Colecalciferol (Vitamina D). Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquido e, se necessário glicocorticoides.

A administração deve ser cuidadosamente avaliada em pacientes com condições cardíacas preexistentes, arteriosclerose e insuficiência renal, em razão de uma potencial exacerbação relacionada aos efeitos da hipercalcemia persistente durante o uso terapêutico.

Uma avaliação cuidadosa deve ser realizada também em pacientes com doença hepática com prejuízo da capacidade de absorção; com hiperfosfatemia, em razão do risco de calcificação metastática e normalização dos níveis de fosfato antes da terapia; em bebês e crianças, pelo risco de hipersensibilidade a pequenas doses de Colecalciferol (Vitamina D); na sarcoidose ou outra doença granulomatosa, por possível aumento da hiperlipidemia, pois há um potencial para elevação dos níveis de LDL; em pacientes com osteodistrofia renal ou outras condições que requerem altas doses de Colecalciferol (Vitamina D) pura ou quando há uso concomitante de preparações contendo cálcio ou outras preparações vitamínicas contendo Colecalciferol (Vitamina D) ou análogos.

Gravidez - Categoria de risco A

Em estudos controlados em mulheres grávidas, o fármaco não demonstrou risco para o feto no primeiro trimestre da gravidez. Não há evidências de risco nos trimestres posteriores, sendo remota a possibilidade de dano fetal.

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais do Colecalciferol (Vitamina D) recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Colecalciferol (Vitamina D) do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição à luz solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Defull?

No caso do desenvolvimento de reação de hipersensibilidade, as manifestações clínicas são semelhantes às descritas para os quadros de hipervitaminose D.

Ao classificar a frequência da das reações de Colecalciferol (Vitamina D), utilizamos os seguintes parâmetros:

Reações comuns (>1/100 e <1/10)

Secura da boca, cefaleia, polidipsia, poliúria, perda de apetite, náuseas, vômitos, fadiga, sensação de fraqueza, dor muscular, prurido e perda de peso.

Reações raras (>0,01% e ≤0,1%)

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos, podem provocar&nbsp;sintomas tóxicos como: hipercalcemia, vômitos, dores abdominais, polidipsia, poliúria, diarreias e eventual desidratação.

Com o uso prolongado da vitamina D alterações endócrinas e metabólicas podem ocorrer:

Nefrocalcinose/insuficiência renal e hipertensão arterial. Efeitos dislipidêmicos do colecalciferol, caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificação de Eventos Adversos a Medicamentos –VIGIMED, disponível em http://portal.anvisa.gov.br/vigimed, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Defull com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com Colecalciferol (Vitamina D) pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de Colecalciferol (Vitamina D) e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com Colecalciferol (Vitamina D), aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade do Colecalciferol (Vitamina D).

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.&nbsp;

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso do Colecalciferol (Vitamina D) são:

Alterações endócrinas e metabólicas

A toxicidade pelo Colecalciferol (Vitamina D), incluindo a nefrocalcinose/insuficiência renal (depósito de cálcio no rim), pressão alta e psicose podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis. A hipervitaminose D é reversível com a descontinuação do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave.

Anormalidades das gorduras do sangue

Efeitos dislipidêmicos (alteração do metabolismo das gorduras) do Colecalciferol (Vitamina D), caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as Vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Interação alimentícia: posso usar o Defull com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Defull (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

10.000UI, caixa com 30 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Defull, para o que é indicado e para o que serve?

Cápsula

Este é um medicamento à base de Colecalciferol (Vitamina D), com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Comprimido / Gotas

Colecalciferol (Vitamina D) é indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas.

Este medicamento é destinado à prevenção e ao tratamento auxiliar na desmineralização óssea pré e pósmenopausa, e na prevenção de raquitismo.

Quais as contraindicações do Defull?

Cápsula / Comprimido

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D, elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Gotas

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também nos casos de hipervitaminose D, hipercalcemia ou osteodistrofia renal com hiperfostatemia.

Este medicamento é contraindicado para crianças com peso inferior a 3,3kg.

Como usar o Defull?

Cápsula / Comprimido

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Colecalciferol (Vitamina D).

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de Colecalciferol (Vitamina D), sempre a critério do médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Gotas

{"tag":"ol","value":" <li>Rompa o lacre da tampa.</li> <li>Vire o frasco e mant&#xEA;-lo na posi&#xE7;&#xE3;o vertical. Para come&#xE7;ar o gotejamento, bater levemente com o dedo no fundo do frasco.</li> "}

Risco de uso por via de administração não recomendada

Não há estudos dos efeitos de Colecalciferol (Vitamina D)&nbsp;administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para eficácia desta apresentação, a administração deve ser somente pela via oral.

Não administre medicamentos diretamente na boca das crianças, utilize uma colher para pingar as gotinhas.

Lactentes (crianças de 0 a 2 anos)

A posologia para lactentes é de 40U.I. por quilograma de peso. Cada gota possui 132U.I.

Para recém-nascidos (peso em torno de 3,5Kg), recomenda-se 1 gota ao dia, no máximo.

Dose Diária máxima para lactantes:

40U.I./Kg, até o limite de 400U.I.*

*Corresponde a 200% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

Pediátrico (acima de 2 anos) e adulto

Até 6 gotas (800U.I. de Vitamina D3) uma vez ao dia.

Dose Diária máxima para uso pediátrico e adulto:

800U.I.**

**Corresponde a 400% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:198px\"><strong>-</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:139px\"><strong>N&#xBA; de gotas/dia</strong></td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>% IDR</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Lactentes</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 3 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">200%</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pedi&#xE1;trico (acima de 2 anos) e Adultos</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 6 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">400%</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Quais cuidados devo ter ao usar o Defull?

Pacientes com arteriosclerose, insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia e insuficiência renal devem utilizar o medicamento sob orientação médica, avaliando o risco/benefício da administração do Colecalciferol (Vitamina D). Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquido e, se necessário glicocorticoides.

A administração deve ser cuidadosamente avaliada em pacientes com condições cardíacas preexistentes, arteriosclerose e insuficiência renal, em razão de uma potencial exacerbação relacionada aos efeitos da hipercalcemia persistente durante o uso terapêutico.

Uma avaliação cuidadosa deve ser realizada também em pacientes com doença hepática com prejuízo da capacidade de absorção; com hiperfosfatemia, em razão do risco de calcificação metastática e normalização dos níveis de fosfato antes da terapia; em bebês e crianças, pelo risco de hipersensibilidade a pequenas doses de Colecalciferol (Vitamina D); na sarcoidose ou outra doença granulomatosa, por possível aumento da hiperlipidemia, pois há um potencial para elevação dos níveis de LDL; em pacientes com osteodistrofia renal ou outras condições que requerem altas doses de Colecalciferol (Vitamina D) pura ou quando há uso concomitante de preparações contendo cálcio ou outras preparações vitamínicas contendo Colecalciferol (Vitamina D) ou análogos.

Gravidez - Categoria de risco A

Em estudos controlados em mulheres grávidas, o fármaco não demonstrou risco para o feto no primeiro trimestre da gravidez. Não há evidências de risco nos trimestres posteriores, sendo remota a possibilidade de dano fetal.

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais do Colecalciferol (Vitamina D) recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Colecalciferol (Vitamina D) do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição à luz solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Defull?

No caso do desenvolvimento de reação de hipersensibilidade, as manifestações clínicas são semelhantes às descritas para os quadros de hipervitaminose D.

Ao classificar a frequência da das reações de Colecalciferol (Vitamina D), utilizamos os seguintes parâmetros:

Reações comuns (>1/100 e <1/10)

Secura da boca, cefaleia, polidipsia, poliúria, perda de apetite, náuseas, vômitos, fadiga, sensação de fraqueza, dor muscular, prurido e perda de peso.

Reações raras (>0,01% e ≤0,1%)

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos, podem provocar&nbsp;sintomas tóxicos como: hipercalcemia, vômitos, dores abdominais, polidipsia, poliúria, diarreias e eventual desidratação.

Com o uso prolongado da vitamina D alterações endócrinas e metabólicas podem ocorrer:

Nefrocalcinose/insuficiência renal e hipertensão arterial. Efeitos dislipidêmicos do colecalciferol, caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificação de Eventos Adversos a Medicamentos –VIGIMED, disponível em http://portal.anvisa.gov.br/vigimed, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Defull com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com Colecalciferol (Vitamina D) pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de Colecalciferol (Vitamina D) e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com Colecalciferol (Vitamina D), aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade do Colecalciferol (Vitamina D).

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.&nbsp;

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso do Colecalciferol (Vitamina D) são:

Alterações endócrinas e metabólicas

A toxicidade pelo Colecalciferol (Vitamina D), incluindo a nefrocalcinose/insuficiência renal (depósito de cálcio no rim), pressão alta e psicose podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis. A hipervitaminose D é reversível com a descontinuação do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave.

Anormalidades das gorduras do sangue

Efeitos dislipidêmicos (alteração do metabolismo das gorduras) do Colecalciferol (Vitamina D), caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as Vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Interação alimentícia: posso usar o Defull com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Defull (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

50.000UI, caixa com 4 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Defull, para o que é indicado e para o que serve?

Cápsula

Este é um medicamento à base de Colecalciferol (Vitamina D), com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Comprimido / Gotas

Colecalciferol (Vitamina D) é indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas.

Este medicamento é destinado à prevenção e ao tratamento auxiliar na desmineralização óssea pré e pósmenopausa, e na prevenção de raquitismo.

Quais as contraindicações do Defull?

Cápsula / Comprimido

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D, elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Gotas

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também nos casos de hipervitaminose D, hipercalcemia ou osteodistrofia renal com hiperfostatemia.

Este medicamento é contraindicado para crianças com peso inferior a 3,3kg.

Como usar o Defull?

Cápsula / Comprimido

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Colecalciferol (Vitamina D).

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de Colecalciferol (Vitamina D), sempre a critério do médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Gotas

{"tag":"ol","value":" <li>Rompa o lacre da tampa.</li> <li>Vire o frasco e mant&#xEA;-lo na posi&#xE7;&#xE3;o vertical. Para come&#xE7;ar o gotejamento, bater levemente com o dedo no fundo do frasco.</li> "}

Risco de uso por via de administração não recomendada

Não há estudos dos efeitos de Colecalciferol (Vitamina D)&nbsp;administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para eficácia desta apresentação, a administração deve ser somente pela via oral.

Não administre medicamentos diretamente na boca das crianças, utilize uma colher para pingar as gotinhas.

Lactentes (crianças de 0 a 2 anos)

A posologia para lactentes é de 40U.I. por quilograma de peso. Cada gota possui 132U.I.

Para recém-nascidos (peso em torno de 3,5Kg), recomenda-se 1 gota ao dia, no máximo.

Dose Diária máxima para lactantes:

40U.I./Kg, até o limite de 400U.I.*

*Corresponde a 200% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

Pediátrico (acima de 2 anos) e adulto

Até 6 gotas (800U.I. de Vitamina D3) uma vez ao dia.

Dose Diária máxima para uso pediátrico e adulto:

800U.I.**

**Corresponde a 400% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:198px\"><strong>-</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:139px\"><strong>N&#xBA; de gotas/dia</strong></td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>% IDR</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Lactentes</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 3 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">200%</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pedi&#xE1;trico (acima de 2 anos) e Adultos</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 6 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">400%</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Quais cuidados devo ter ao usar o Defull?

Pacientes com arteriosclerose, insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia e insuficiência renal devem utilizar o medicamento sob orientação médica, avaliando o risco/benefício da administração do Colecalciferol (Vitamina D). Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquido e, se necessário glicocorticoides.

A administração deve ser cuidadosamente avaliada em pacientes com condições cardíacas preexistentes, arteriosclerose e insuficiência renal, em razão de uma potencial exacerbação relacionada aos efeitos da hipercalcemia persistente durante o uso terapêutico.

Uma avaliação cuidadosa deve ser realizada também em pacientes com doença hepática com prejuízo da capacidade de absorção; com hiperfosfatemia, em razão do risco de calcificação metastática e normalização dos níveis de fosfato antes da terapia; em bebês e crianças, pelo risco de hipersensibilidade a pequenas doses de Colecalciferol (Vitamina D); na sarcoidose ou outra doença granulomatosa, por possível aumento da hiperlipidemia, pois há um potencial para elevação dos níveis de LDL; em pacientes com osteodistrofia renal ou outras condições que requerem altas doses de Colecalciferol (Vitamina D) pura ou quando há uso concomitante de preparações contendo cálcio ou outras preparações vitamínicas contendo Colecalciferol (Vitamina D) ou análogos.

Gravidez - Categoria de risco A

Em estudos controlados em mulheres grávidas, o fármaco não demonstrou risco para o feto no primeiro trimestre da gravidez. Não há evidências de risco nos trimestres posteriores, sendo remota a possibilidade de dano fetal.

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais do Colecalciferol (Vitamina D) recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Colecalciferol (Vitamina D) do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição à luz solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Defull?

No caso do desenvolvimento de reação de hipersensibilidade, as manifestações clínicas são semelhantes às descritas para os quadros de hipervitaminose D.

Ao classificar a frequência da das reações de Colecalciferol (Vitamina D), utilizamos os seguintes parâmetros:

Reações comuns (>1/100 e <1/10)

Secura da boca, cefaleia, polidipsia, poliúria, perda de apetite, náuseas, vômitos, fadiga, sensação de fraqueza, dor muscular, prurido e perda de peso.

Reações raras (>0,01% e ≤0,1%)

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos, podem provocar&nbsp;sintomas tóxicos como: hipercalcemia, vômitos, dores abdominais, polidipsia, poliúria, diarreias e eventual desidratação.

Com o uso prolongado da vitamina D alterações endócrinas e metabólicas podem ocorrer:

Nefrocalcinose/insuficiência renal e hipertensão arterial. Efeitos dislipidêmicos do colecalciferol, caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificação de Eventos Adversos a Medicamentos –VIGIMED, disponível em http://portal.anvisa.gov.br/vigimed, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Defull com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com Colecalciferol (Vitamina D) pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de Colecalciferol (Vitamina D) e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com Colecalciferol (Vitamina D), aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade do Colecalciferol (Vitamina D).

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.&nbsp;

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso do Colecalciferol (Vitamina D) são:

Alterações endócrinas e metabólicas

A toxicidade pelo Colecalciferol (Vitamina D), incluindo a nefrocalcinose/insuficiência renal (depósito de cálcio no rim), pressão alta e psicose podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis. A hipervitaminose D é reversível com a descontinuação do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave.

Anormalidades das gorduras do sangue

Efeitos dislipidêmicos (alteração do metabolismo das gorduras) do Colecalciferol (Vitamina D), caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as Vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Interação alimentícia: posso usar o Defull com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Defull (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

50.000UI, caixa com 8 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Defull, para o que é indicado e para o que serve?

Cápsula

Este é um medicamento à base de Colecalciferol (Vitamina D), com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Comprimido / Gotas

Colecalciferol (Vitamina D) é indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas.

Este medicamento é destinado à prevenção e ao tratamento auxiliar na desmineralização óssea pré e pósmenopausa, e na prevenção de raquitismo.

Quais as contraindicações do Defull?

Cápsula / Comprimido

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D, elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Gotas

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também nos casos de hipervitaminose D, hipercalcemia ou osteodistrofia renal com hiperfostatemia.

Este medicamento é contraindicado para crianças com peso inferior a 3,3kg.

Como usar o Defull?

Cápsula / Comprimido

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Colecalciferol (Vitamina D).

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de Colecalciferol (Vitamina D), sempre a critério do médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Gotas

{"tag":"ol","value":" <li>Rompa o lacre da tampa.</li> <li>Vire o frasco e mant&#xEA;-lo na posi&#xE7;&#xE3;o vertical. Para come&#xE7;ar o gotejamento, bater levemente com o dedo no fundo do frasco.</li> "}

Risco de uso por via de administração não recomendada

Não há estudos dos efeitos de Colecalciferol (Vitamina D)&nbsp;administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para eficácia desta apresentação, a administração deve ser somente pela via oral.

Não administre medicamentos diretamente na boca das crianças, utilize uma colher para pingar as gotinhas.

Lactentes (crianças de 0 a 2 anos)

A posologia para lactentes é de 40U.I. por quilograma de peso. Cada gota possui 132U.I.

Para recém-nascidos (peso em torno de 3,5Kg), recomenda-se 1 gota ao dia, no máximo.

Dose Diária máxima para lactantes:

40U.I./Kg, até o limite de 400U.I.*

*Corresponde a 200% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

Pediátrico (acima de 2 anos) e adulto

Até 6 gotas (800U.I. de Vitamina D3) uma vez ao dia.

Dose Diária máxima para uso pediátrico e adulto:

800U.I.**

**Corresponde a 400% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:198px\"><strong>-</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:139px\"><strong>N&#xBA; de gotas/dia</strong></td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>% IDR</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Lactentes</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 3 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">200%</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pedi&#xE1;trico (acima de 2 anos) e Adultos</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 6 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">400%</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Quais cuidados devo ter ao usar o Defull?

Pacientes com arteriosclerose, insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia e insuficiência renal devem utilizar o medicamento sob orientação médica, avaliando o risco/benefício da administração do Colecalciferol (Vitamina D). Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquido e, se necessário glicocorticoides.

A administração deve ser cuidadosamente avaliada em pacientes com condições cardíacas preexistentes, arteriosclerose e insuficiência renal, em razão de uma potencial exacerbação relacionada aos efeitos da hipercalcemia persistente durante o uso terapêutico.

Uma avaliação cuidadosa deve ser realizada também em pacientes com doença hepática com prejuízo da capacidade de absorção; com hiperfosfatemia, em razão do risco de calcificação metastática e normalização dos níveis de fosfato antes da terapia; em bebês e crianças, pelo risco de hipersensibilidade a pequenas doses de Colecalciferol (Vitamina D); na sarcoidose ou outra doença granulomatosa, por possível aumento da hiperlipidemia, pois há um potencial para elevação dos níveis de LDL; em pacientes com osteodistrofia renal ou outras condições que requerem altas doses de Colecalciferol (Vitamina D) pura ou quando há uso concomitante de preparações contendo cálcio ou outras preparações vitamínicas contendo Colecalciferol (Vitamina D) ou análogos.

Gravidez - Categoria de risco A

Em estudos controlados em mulheres grávidas, o fármaco não demonstrou risco para o feto no primeiro trimestre da gravidez. Não há evidências de risco nos trimestres posteriores, sendo remota a possibilidade de dano fetal.

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais do Colecalciferol (Vitamina D) recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Colecalciferol (Vitamina D) do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição à luz solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Defull?

No caso do desenvolvimento de reação de hipersensibilidade, as manifestações clínicas são semelhantes às descritas para os quadros de hipervitaminose D.

Ao classificar a frequência da das reações de Colecalciferol (Vitamina D), utilizamos os seguintes parâmetros:

Reações comuns (>1/100 e <1/10)

Secura da boca, cefaleia, polidipsia, poliúria, perda de apetite, náuseas, vômitos, fadiga, sensação de fraqueza, dor muscular, prurido e perda de peso.

Reações raras (>0,01% e ≤0,1%)

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos, podem provocar&nbsp;sintomas tóxicos como: hipercalcemia, vômitos, dores abdominais, polidipsia, poliúria, diarreias e eventual desidratação.

Com o uso prolongado da vitamina D alterações endócrinas e metabólicas podem ocorrer:

Nefrocalcinose/insuficiência renal e hipertensão arterial. Efeitos dislipidêmicos do colecalciferol, caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificação de Eventos Adversos a Medicamentos –VIGIMED, disponível em http://portal.anvisa.gov.br/vigimed, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Defull com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com Colecalciferol (Vitamina D) pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de Colecalciferol (Vitamina D) e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com Colecalciferol (Vitamina D), aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade do Colecalciferol (Vitamina D).

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.&nbsp;

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso do Colecalciferol (Vitamina D) são:

Alterações endócrinas e metabólicas

A toxicidade pelo Colecalciferol (Vitamina D), incluindo a nefrocalcinose/insuficiência renal (depósito de cálcio no rim), pressão alta e psicose podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis. A hipervitaminose D é reversível com a descontinuação do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave.

Anormalidades das gorduras do sangue

Efeitos dislipidêmicos (alteração do metabolismo das gorduras) do Colecalciferol (Vitamina D), caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as Vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Interação alimentícia: posso usar o Defull com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Defull (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

50.000UI, caixa com 10 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Defull, para o que é indicado e para o que serve?

Cápsula

Este é um medicamento à base de Colecalciferol (Vitamina D), com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Comprimido / Gotas

Colecalciferol (Vitamina D) é indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas.

Este medicamento é destinado à prevenção e ao tratamento auxiliar na desmineralização óssea pré e pósmenopausa, e na prevenção de raquitismo.

Quais as contraindicações do Defull?

Cápsula / Comprimido

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D, elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Gotas

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também nos casos de hipervitaminose D, hipercalcemia ou osteodistrofia renal com hiperfostatemia.

Este medicamento é contraindicado para crianças com peso inferior a 3,3kg.

Como usar o Defull?

Cápsula / Comprimido

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Colecalciferol (Vitamina D).

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de Colecalciferol (Vitamina D), sempre a critério do médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Gotas

{"tag":"ol","value":" <li>Rompa o lacre da tampa.</li> <li>Vire o frasco e mant&#xEA;-lo na posi&#xE7;&#xE3;o vertical. Para come&#xE7;ar o gotejamento, bater levemente com o dedo no fundo do frasco.</li> "}

Risco de uso por via de administração não recomendada

Não há estudos dos efeitos de Colecalciferol (Vitamina D)&nbsp;administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para eficácia desta apresentação, a administração deve ser somente pela via oral.

Não administre medicamentos diretamente na boca das crianças, utilize uma colher para pingar as gotinhas.

Lactentes (crianças de 0 a 2 anos)

A posologia para lactentes é de 40U.I. por quilograma de peso. Cada gota possui 132U.I.

Para recém-nascidos (peso em torno de 3,5Kg), recomenda-se 1 gota ao dia, no máximo.

Dose Diária máxima para lactantes:

40U.I./Kg, até o limite de 400U.I.*

*Corresponde a 200% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

Pediátrico (acima de 2 anos) e adulto

Até 6 gotas (800U.I. de Vitamina D3) uma vez ao dia.

Dose Diária máxima para uso pediátrico e adulto:

800U.I.**

**Corresponde a 400% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:198px\"><strong>-</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:139px\"><strong>N&#xBA; de gotas/dia</strong></td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>% IDR</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Lactentes</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 3 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">200%</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pedi&#xE1;trico (acima de 2 anos) e Adultos</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 6 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">400%</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Quais cuidados devo ter ao usar o Defull?

Pacientes com arteriosclerose, insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia e insuficiência renal devem utilizar o medicamento sob orientação médica, avaliando o risco/benefício da administração do Colecalciferol (Vitamina D). Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquido e, se necessário glicocorticoides.

A administração deve ser cuidadosamente avaliada em pacientes com condições cardíacas preexistentes, arteriosclerose e insuficiência renal, em razão de uma potencial exacerbação relacionada aos efeitos da hipercalcemia persistente durante o uso terapêutico.

Uma avaliação cuidadosa deve ser realizada também em pacientes com doença hepática com prejuízo da capacidade de absorção; com hiperfosfatemia, em razão do risco de calcificação metastática e normalização dos níveis de fosfato antes da terapia; em bebês e crianças, pelo risco de hipersensibilidade a pequenas doses de Colecalciferol (Vitamina D); na sarcoidose ou outra doença granulomatosa, por possível aumento da hiperlipidemia, pois há um potencial para elevação dos níveis de LDL; em pacientes com osteodistrofia renal ou outras condições que requerem altas doses de Colecalciferol (Vitamina D) pura ou quando há uso concomitante de preparações contendo cálcio ou outras preparações vitamínicas contendo Colecalciferol (Vitamina D) ou análogos.

Gravidez - Categoria de risco A

Em estudos controlados em mulheres grávidas, o fármaco não demonstrou risco para o feto no primeiro trimestre da gravidez. Não há evidências de risco nos trimestres posteriores, sendo remota a possibilidade de dano fetal.

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais do Colecalciferol (Vitamina D) recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Colecalciferol (Vitamina D) do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição à luz solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Defull?

No caso do desenvolvimento de reação de hipersensibilidade, as manifestações clínicas são semelhantes às descritas para os quadros de hipervitaminose D.

Ao classificar a frequência da das reações de Colecalciferol (Vitamina D), utilizamos os seguintes parâmetros:

Reações comuns (>1/100 e <1/10)

Secura da boca, cefaleia, polidipsia, poliúria, perda de apetite, náuseas, vômitos, fadiga, sensação de fraqueza, dor muscular, prurido e perda de peso.

Reações raras (>0,01% e ≤0,1%)

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos, podem provocar&nbsp;sintomas tóxicos como: hipercalcemia, vômitos, dores abdominais, polidipsia, poliúria, diarreias e eventual desidratação.

Com o uso prolongado da vitamina D alterações endócrinas e metabólicas podem ocorrer:

Nefrocalcinose/insuficiência renal e hipertensão arterial. Efeitos dislipidêmicos do colecalciferol, caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificação de Eventos Adversos a Medicamentos –VIGIMED, disponível em http://portal.anvisa.gov.br/vigimed, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Defull com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com Colecalciferol (Vitamina D) pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de Colecalciferol (Vitamina D) e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com Colecalciferol (Vitamina D), aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade do Colecalciferol (Vitamina D).

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.&nbsp;

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso do Colecalciferol (Vitamina D) são:

Alterações endócrinas e metabólicas

A toxicidade pelo Colecalciferol (Vitamina D), incluindo a nefrocalcinose/insuficiência renal (depósito de cálcio no rim), pressão alta e psicose podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis. A hipervitaminose D é reversível com a descontinuação do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave.

Anormalidades das gorduras do sangue

Efeitos dislipidêmicos (alteração do metabolismo das gorduras) do Colecalciferol (Vitamina D), caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as Vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Interação alimentícia: posso usar o Defull com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Defull (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

50.000UI, caixa com 12 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Defull, para o que é indicado e para o que serve?

Cápsula

Este é um medicamento à base de Colecalciferol (Vitamina D), com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Comprimido / Gotas

Colecalciferol (Vitamina D) é indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas.

Este medicamento é destinado à prevenção e ao tratamento auxiliar na desmineralização óssea pré e pósmenopausa, e na prevenção de raquitismo.

Quais as contraindicações do Defull?

Cápsula / Comprimido

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D, elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Gotas

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também nos casos de hipervitaminose D, hipercalcemia ou osteodistrofia renal com hiperfostatemia.

Este medicamento é contraindicado para crianças com peso inferior a 3,3kg.

Como usar o Defull?

Cápsula / Comprimido

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Colecalciferol (Vitamina D).

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de Colecalciferol (Vitamina D), sempre a critério do médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Gotas

{"tag":"ol","value":" <li>Rompa o lacre da tampa.</li> <li>Vire o frasco e mant&#xEA;-lo na posi&#xE7;&#xE3;o vertical. Para come&#xE7;ar o gotejamento, bater levemente com o dedo no fundo do frasco.</li> "}

Risco de uso por via de administração não recomendada

Não há estudos dos efeitos de Colecalciferol (Vitamina D)&nbsp;administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para eficácia desta apresentação, a administração deve ser somente pela via oral.

Não administre medicamentos diretamente na boca das crianças, utilize uma colher para pingar as gotinhas.

Lactentes (crianças de 0 a 2 anos)

A posologia para lactentes é de 40U.I. por quilograma de peso. Cada gota possui 132U.I.

Para recém-nascidos (peso em torno de 3,5Kg), recomenda-se 1 gota ao dia, no máximo.

Dose Diária máxima para lactantes:

40U.I./Kg, até o limite de 400U.I.*

*Corresponde a 200% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

Pediátrico (acima de 2 anos) e adulto

Até 6 gotas (800U.I. de Vitamina D3) uma vez ao dia.

Dose Diária máxima para uso pediátrico e adulto:

800U.I.**

**Corresponde a 400% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:198px\"><strong>-</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:139px\"><strong>N&#xBA; de gotas/dia</strong></td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>% IDR</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Lactentes</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 3 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">200%</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pedi&#xE1;trico (acima de 2 anos) e Adultos</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 6 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">400%</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Quais cuidados devo ter ao usar o Defull?

Pacientes com arteriosclerose, insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia e insuficiência renal devem utilizar o medicamento sob orientação médica, avaliando o risco/benefício da administração do Colecalciferol (Vitamina D). Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquido e, se necessário glicocorticoides.

A administração deve ser cuidadosamente avaliada em pacientes com condições cardíacas preexistentes, arteriosclerose e insuficiência renal, em razão de uma potencial exacerbação relacionada aos efeitos da hipercalcemia persistente durante o uso terapêutico.

Uma avaliação cuidadosa deve ser realizada também em pacientes com doença hepática com prejuízo da capacidade de absorção; com hiperfosfatemia, em razão do risco de calcificação metastática e normalização dos níveis de fosfato antes da terapia; em bebês e crianças, pelo risco de hipersensibilidade a pequenas doses de Colecalciferol (Vitamina D); na sarcoidose ou outra doença granulomatosa, por possível aumento da hiperlipidemia, pois há um potencial para elevação dos níveis de LDL; em pacientes com osteodistrofia renal ou outras condições que requerem altas doses de Colecalciferol (Vitamina D) pura ou quando há uso concomitante de preparações contendo cálcio ou outras preparações vitamínicas contendo Colecalciferol (Vitamina D) ou análogos.

Gravidez - Categoria de risco A

Em estudos controlados em mulheres grávidas, o fármaco não demonstrou risco para o feto no primeiro trimestre da gravidez. Não há evidências de risco nos trimestres posteriores, sendo remota a possibilidade de dano fetal.

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais do Colecalciferol (Vitamina D) recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Colecalciferol (Vitamina D) do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição à luz solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Defull?

No caso do desenvolvimento de reação de hipersensibilidade, as manifestações clínicas são semelhantes às descritas para os quadros de hipervitaminose D.

Ao classificar a frequência da das reações de Colecalciferol (Vitamina D), utilizamos os seguintes parâmetros:

Reações comuns (>1/100 e <1/10)

Secura da boca, cefaleia, polidipsia, poliúria, perda de apetite, náuseas, vômitos, fadiga, sensação de fraqueza, dor muscular, prurido e perda de peso.

Reações raras (>0,01% e ≤0,1%)

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos, podem provocar&nbsp;sintomas tóxicos como: hipercalcemia, vômitos, dores abdominais, polidipsia, poliúria, diarreias e eventual desidratação.

Com o uso prolongado da vitamina D alterações endócrinas e metabólicas podem ocorrer:

Nefrocalcinose/insuficiência renal e hipertensão arterial. Efeitos dislipidêmicos do colecalciferol, caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificação de Eventos Adversos a Medicamentos –VIGIMED, disponível em http://portal.anvisa.gov.br/vigimed, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Defull com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com Colecalciferol (Vitamina D) pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de Colecalciferol (Vitamina D) e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com Colecalciferol (Vitamina D), aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade do Colecalciferol (Vitamina D).

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.&nbsp;

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso do Colecalciferol (Vitamina D) são:

Alterações endócrinas e metabólicas

A toxicidade pelo Colecalciferol (Vitamina D), incluindo a nefrocalcinose/insuficiência renal (depósito de cálcio no rim), pressão alta e psicose podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis. A hipervitaminose D é reversível com a descontinuação do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave.

Anormalidades das gorduras do sangue

Efeitos dislipidêmicos (alteração do metabolismo das gorduras) do Colecalciferol (Vitamina D), caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as Vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Interação alimentícia: posso usar o Defull com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Defull (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

50.000UI, caixa com 30 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Defull, para o que é indicado e para o que serve?

Cápsula

Este é um medicamento à base de Colecalciferol (Vitamina D), com altas dosagens, indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Vitamina D.

Comprimido / Gotas

Colecalciferol (Vitamina D) é indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas.

Este medicamento é destinado à prevenção e ao tratamento auxiliar na desmineralização óssea pré e pósmenopausa, e na prevenção de raquitismo.

Quais as contraindicações do Defull?

Cápsula / Comprimido

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D, elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Gotas

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também nos casos de hipervitaminose D, hipercalcemia ou osteodistrofia renal com hiperfostatemia.

Este medicamento é contraindicado para crianças com peso inferior a 3,3kg.

Como usar o Defull?

Cápsula / Comprimido

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalácia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de Colecalciferol (Vitamina D).

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de Colecalciferol (Vitamina D), sempre a critério do médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Gotas

{"tag":"ol","value":" <li>Rompa o lacre da tampa.</li> <li>Vire o frasco e mant&#xEA;-lo na posi&#xE7;&#xE3;o vertical. Para come&#xE7;ar o gotejamento, bater levemente com o dedo no fundo do frasco.</li> "}

Risco de uso por via de administração não recomendada

Não há estudos dos efeitos de Colecalciferol (Vitamina D)&nbsp;administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para eficácia desta apresentação, a administração deve ser somente pela via oral.

Não administre medicamentos diretamente na boca das crianças, utilize uma colher para pingar as gotinhas.

Lactentes (crianças de 0 a 2 anos)

A posologia para lactentes é de 40U.I. por quilograma de peso. Cada gota possui 132U.I.

Para recém-nascidos (peso em torno de 3,5Kg), recomenda-se 1 gota ao dia, no máximo.

Dose Diária máxima para lactantes:

40U.I./Kg, até o limite de 400U.I.*

*Corresponde a 200% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

Pediátrico (acima de 2 anos) e adulto

Até 6 gotas (800U.I. de Vitamina D3) uma vez ao dia.

Dose Diária máxima para uso pediátrico e adulto:

800U.I.**

**Corresponde a 400% da IDR (Ingestão Diária Recomendada) de Vitamina D3.

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:198px\"><strong>-</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:139px\"><strong>N&#xBA; de gotas/dia</strong></td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>% IDR</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Lactentes</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 3 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">200%</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:198px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pedi&#xE1;trico (acima de 2 anos) e Adultos</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:139px\">M&#xE1;ximo de 6 gotas</td> <td style=\"width:145px\"> <p style=\"text-align:center\">400%</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Quais cuidados devo ter ao usar o Defull?

Pacientes com arteriosclerose, insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia e insuficiência renal devem utilizar o medicamento sob orientação médica, avaliando o risco/benefício da administração do Colecalciferol (Vitamina D). Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquido e, se necessário glicocorticoides.

A administração deve ser cuidadosamente avaliada em pacientes com condições cardíacas preexistentes, arteriosclerose e insuficiência renal, em razão de uma potencial exacerbação relacionada aos efeitos da hipercalcemia persistente durante o uso terapêutico.

Uma avaliação cuidadosa deve ser realizada também em pacientes com doença hepática com prejuízo da capacidade de absorção; com hiperfosfatemia, em razão do risco de calcificação metastática e normalização dos níveis de fosfato antes da terapia; em bebês e crianças, pelo risco de hipersensibilidade a pequenas doses de Colecalciferol (Vitamina D); na sarcoidose ou outra doença granulomatosa, por possível aumento da hiperlipidemia, pois há um potencial para elevação dos níveis de LDL; em pacientes com osteodistrofia renal ou outras condições que requerem altas doses de Colecalciferol (Vitamina D) pura ou quando há uso concomitante de preparações contendo cálcio ou outras preparações vitamínicas contendo Colecalciferol (Vitamina D) ou análogos.

Gravidez - Categoria de risco A

Em estudos controlados em mulheres grávidas, o fármaco não demonstrou risco para o feto no primeiro trimestre da gravidez. Não há evidências de risco nos trimestres posteriores, sendo remota a possibilidade de dano fetal.

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais do Colecalciferol (Vitamina D) recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de Colecalciferol (Vitamina D) do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição à luz solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Defull?

No caso do desenvolvimento de reação de hipersensibilidade, as manifestações clínicas são semelhantes às descritas para os quadros de hipervitaminose D.

Ao classificar a frequência da das reações de Colecalciferol (Vitamina D), utilizamos os seguintes parâmetros:

Reações comuns (>1/100 e <1/10)

Secura da boca, cefaleia, polidipsia, poliúria, perda de apetite, náuseas, vômitos, fadiga, sensação de fraqueza, dor muscular, prurido e perda de peso.

Reações raras (>0,01% e ≤0,1%)

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos, podem provocar&nbsp;sintomas tóxicos como: hipercalcemia, vômitos, dores abdominais, polidipsia, poliúria, diarreias e eventual desidratação.

Com o uso prolongado da vitamina D alterações endócrinas e metabólicas podem ocorrer:

Nefrocalcinose/insuficiência renal e hipertensão arterial. Efeitos dislipidêmicos do colecalciferol, caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificação de Eventos Adversos a Medicamentos –VIGIMED, disponível em http://portal.anvisa.gov.br/vigimed, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Defull com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com Colecalciferol (Vitamina D) pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de Colecalciferol (Vitamina D) e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com Colecalciferol (Vitamina D), aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade do Colecalciferol (Vitamina D).

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de Vitaminas lipossolúveis.&nbsp;

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso do Colecalciferol (Vitamina D) são:

Alterações endócrinas e metabólicas

A toxicidade pelo Colecalciferol (Vitamina D), incluindo a nefrocalcinose/insuficiência renal (depósito de cálcio no rim), pressão alta e psicose podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crianças pequenas hipersensíveis. A hipervitaminose D é reversível com a descontinuação do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave.

Anormalidades das gorduras do sangue

Efeitos dislipidêmicos (alteração do metabolismo das gorduras) do Colecalciferol (Vitamina D), caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as Vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Interação alimentícia: posso usar o Defull com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Defull (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

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