Cazi Dantalin

100mg, caixa com 25 comprimidos

Princípio ativo
:
Fenitoína
Classe Terapêutica
:
Antiepilépticos
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
C1 Branca 2 vias (Venda Sob Prescrição Médica - Este medicamento pode causar Dependência Física ou Psíquica)
Categoria
:
Convulsão E Epilepsia
Especialidade
:
Neurocirurgia e Neurologia

Bula do medicamento

Dantalin, para o que é indicado e para o que serve?

Dantalin é destinado ao tratamento de:

  • <li>Crises convulsivas (contra&#xE7;&#xF5;es s&#xFA;bitas e sem controle dos m&#xFA;sculos devido a altera&#xE7;&#xF5;es no c&#xE9;rebro) durante ou ap&#xF3;s neurocirurgia.</li> <li>Crises convulsivas, crises t&#xF4;nico-cl&#xF4;nicas (convuls&#xF5;es motoras que podem se repetir) generalizadas e crise parcial complexa (estado parado seguido de movimentos mastigat&#xF3;rios e fora de controle) (lobo psicomotor e temporal).</li> <li>Estado de mal epil&#xE9;ptico (ataques epil&#xE9;pticos prolongados e repetidos).</li>

Como o Dantalin funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>A <a href=\"https://consultaremedios.com.br/fenitoina/bula\" target=\"_blank\">fenito&#xED;na</a> &#xE9; um medicamento que pode ser utilizado no tratamento da <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-epilepsia-tipos-causas-sintomas-remedios-tem-cura/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">epilepsia</a> (transtorno caracterizado por epis&#xF3;dios recorrentes de altera&#xE7;&#xE3;o na fun&#xE7;&#xE3;o do c&#xE9;rebro devido &#xE0; s&#xFA;bita descarga dos neur&#xF4;nios, excessiva e desordenada). O principal local de a&#xE7;&#xE3;o parece ser a regi&#xE3;o do c&#xE9;rebro que inibe a propaga&#xE7;&#xE3;o das crises epil&#xE9;pticas. Ap&#xF3;s o uso oral, a fenito&#xED;na atinge n&#xED;veis terap&#xEA;uticos em pelo menos 7 a 10 dias ap&#xF3;s o in&#xED;cio do tratamento com doses recomendadas de 300 mg/dia.</p> "}

Quais as contraindicações do Dantalin?

Dantalin é contraindicado em pacientes que tenham apresentado reações intensas ao medicamento ou a outras hidantoínas.

Como usar o Dantalin?

Pacientes recebendo fenitoína devem ser alertados da importância de respeitarem estritamente o regime de dose prescrito e informarem aos seus médicos sobre qualquer condição clínica que o impossibilite de tomar o medicamento por via oral como prescrito (por ex. cirurgias).

Você deve tomar os comprimidos com líquido, por via oral.

Posologia do&nbsp;Dantalin

{"tag":"hr","value":" <p>Com o esquema posol&#xF3;gico, por via oral, os n&#xED;veis de efic&#xE1;cia se estabelecem em m&#xE9;dia ap&#xF3;s uma semana.</p> <p>Quando for necess&#xE1;rio efeito imediato, como nos controles de uma crise aguda e no estado de mal epil&#xE9;ptico, recomenda-se a forma injet&#xE1;vel, preferencialmente pela via intravenosa.</p> <p>As doses orais devem ser tomadas preferencialmente durante ou ap&#xF3;s as refei&#xE7;&#xF5;es. A interrup&#xE7;&#xE3;o do tratamento deve ser feita de forma gradual.</p> <h3>Uso adulto</h3> <h4>Crises convulsivas durante ou ap&#xF3;s neurocirurgia</h4> <h5>Tratamento e profilaxia</h5> <p>100 mg tr&#xEA;s vezes ao dia. Dose usual de manuten&#xE7;&#xE3;o de 300 a 400 mg/dia (dose m&#xE1;xima de 600 mg/dia).</p> <h4>Crises convulsivas, crises t&#xF4;nico-cl&#xF4;nicas generalizadas e crise parcial complexa (lobo psicomotor e temporal)</h4> <p>100 mg tr&#xEA;s vezes ao dia, dose de manuten&#xE7;&#xE3;o usual de 300 &#x2013; 400 mg/dia (dose m&#xE1;xima de 600 mg/dia).</p> <h4>Estado de mal epil&#xE9;ptico</h4> <p>Dose de ataque de 10 &#x2013; 15 mg/kg IV (n&#xE3;o exceder 50 mg/min), seguido por dose de manuten&#xE7;&#xE3;o de 100 mg por via oral ou intravenosa a cada 6 a 8 horas.</p> <h3>Uso em crian&#xE7;as</h3> <p>Crian&#xE7;as com mais de 6 anos e adolescentes podem necessitar da dose m&#xED;nima de adulto (300 mg/dia).</p> <h4>Crises convulsivas durante ou ap&#xF3;s neurocirurgia</h4> <h5>Tramento e profilaxia</h5> <p>5 mg/kg/dia divididos igualmente em&amp;nbsp;duas ou tr&#xEA;s administra&#xE7;&#xF5;es, at&#xE9; um m&#xE1;ximo de 300 mg/dia; a dose de manuten&#xE7;&#xE3;o usual &#xE9; de 4 a 8 mg/kg/dia</p> <p><strong>Crian&#xE7;as com mais de 6 anos podem necessitar da dose m&#xED;nima de adulto (300 mg/dia).</strong></p> <h4>Crises convulsivas, crises t&#xF4;nico-cl&#xF4;nicas generalizadas e crise parcial complexa (lobo psicomotor e temporal)</h4> <p>5mg/kg/dia divididos igualmente em duas ou tr&#xEA;s administra&#xE7;&#xF5;es, at&#xE9; um m&#xE1;ximo de 300 mg/dia; a dose de manuten&#xE7;&#xE3;o usual &#xE9; de 4 a 8 mg/kg/dia.</p> <p><strong>Crian&#xE7;as com mais de 6 anos podem necessitar da dose m&#xED;nima de adulto (300 mg/dia).</strong></p> <h3>Pacientes idosos</h3> <p>Inicialmente 3 mg/kg/dia em doses divididas; a dose deve ser ajustada de acordo com as concentra&#xE7;&#xF5;es s&#xE9;ricas de hidanto&#xED;na e de acordo com a resposta do paciente.</p> <p>A elimina&#xE7;&#xE3;o da fenito&#xED;na tende a diminuir com o aumento da idade. Portanto, pacientes idosos podem requerer doses menores.</p> <h3>Hipoalbuminemia</h3> <p>Pacientes hipoalbumin&#xEA;micos (estado, cujo n&#xED;vel de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/albumina-serica\" target=\"_blank\">albumina s&#xE9;rica</a> est&#xE1; abaixo do normal) concentra&#xE7;&#xE3;o de fenito&#xED;na s&#xE9;rica normal em pacientes n&#xE3;o hipoalbumin&#xEA;micos = concentra&#xE7;&#xE3;o de fenito&#xED;na s&#xE9;rica<br> observada em pacientes hipoalbumin&#xEA;micos, dividido por 0,25 vezes a concentra&#xE7;&#xE3;o de albumina mais 0,1.</br></p> <h3>Pacientes com doen&#xE7;a hep&#xE1;tica</h3> <p>Pode haver um aumento da concentra&#xE7;&#xE3;o de fenito&#xED;na livre em pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica (redu&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o do <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>); a an&#xE1;lise das concentra&#xE7;&#xF5;es de fenito&#xED;na livre pode ser &#xFA;til neste pacientes.</p> <h3>Gravidez</h3> <p>As necessidades de fenito&#xED;na s&#xE3;o maiores durante a gravidez, requerendo um aumento na dose em algumas pacientes. Ap&#xF3;s o parto, a dose deve ser reduzida para evitar toxicidade.</p> <h3>Pacientes com insufici&#xEA;ncia renal (redu&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins)</h3> <p>Pode haver um aumento da concentra&#xE7;&#xE3;o de fenito&#xED;na livre em pacientes com doen&#xE7;a renal; a an&#xE1;lise das concentra&#xE7;&#xF5;es de fenito&#xED;na livre pode ser &#xFA;til nestes pacientes.</p> <p>N&#xE3;o h&#xE1; estudos dos efeitos de Dantalin administrado por vias n&#xE3;o recomendadas. Portanto, por seguran&#xE7;a e para garantir a efic&#xE1;cia deste medicamento, a administra&#xE7;&#xE3;o deve ser somente por via oral, conforme recomendado pelo m&#xE9;dico.</p> <p><strong>Siga a orienta&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico, respeitando sempre os hor&#xE1;rios, as doses e a dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento.</strong></p> <p><strong>N&#xE3;o interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu m&#xE9;dico.</strong></p> <h2>O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Dantalin?</h2> <hr> <p>Caso esque&#xE7;a de administrar uma dose, administre-a assim que poss&#xED;vel. No entanto, se estiver pr&#xF3;ximo do hor&#xE1;rio da dose seguinte, espere por este hor&#xE1;rio, respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo tempo.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico.</strong></p> </hr>"}

Quais cuidados devo ter ao usar o Dantalin?

Os medicamentos que tratam a epilepsia não devem ter seu uso interrompido abruptamente devido ao possível aumento na frequência de crises, incluindo status epilepticus (quadro onde o paciente passa a ter crises convulsivas constantes).

Quando, a critério médico, houver necessidade de redução da dose, descontinuação do tratamento ou substituição por uma terapia alternativa, esta deve ser feita gradualmente. Entretanto, no evento de reação alérgica ou reação de hipersensibilidade (alergia ou intolerância), uma rápida substituição para uma terapia alternativa pode ser necessária. Neste caso, a terapia alternativa deve ser um medicamento antiepiléptico (que trata a epilepsia) não pertencente à classe das hidantoínas.

Converse com seu médico caso você tenha tido pressão baixa, insuficiência cardíaca (condição em que o coração é incapaz de bombear sangue suficiente para satisfazer as necessidades do corpo) ou infarto do miocárdio (lesão de parte do músculo cardíaco por falta de oxigênio).

Reações na pele com risco para a vida (Síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica) tem sido reportadas com o uso do Dantalin. Se os sinais ou sintomas da Sindrome de Stevens-Johnson ou da necrólise epidérmica tóxica (como por exemplo: rash (lesões avermelhadas) ou lesões de pele na forma de bolhas e que também podem acometer a mucosa surgirem, o tratamento com Dantalin deve ser interrompido. Se o rash for do tipo moderado (semelhante ao sarampo ou escarlatiniforme), o tratamento pode ser retomado após regressão completa do rash. Caso o rash reapareça ao reiniciar o tratamento, Dantalin ou outra fenitoína estão contraindicados.

Complicações hematopoiéticas (alterações na quantidade e/ou qualidade das células do sangue) algumas fatais, foram ocasionalmente relatadas como associadas à administração de fenitoína. Informe imediatamente seu médico se ocorrer trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas&nbsp;sanguíneas), granuloma (lesão inflamatória) da medula óssea reversível, leucopenia (redução dos glóbulos brancos no sangue), granulocitopenia (diminuição na contagem de granulócitos – células específicas dentro do grupo de células brancas (basófilos, eosinófilos e neutrófilos), agranulocitose (ausência de granulócitos) e pancitopenia (diminuição global das células do sangue (glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas) com ou sem supressão da medula óssea.&nbsp;

Um número de relatos sugeriu a existência de uma relação entre a administração de fenitoína e o desenvolvimento de linfadenopatia (local ou generalizada), incluindo hiperplasia (aumento na quantidade de células em um tecido ou órgão, sem formação de tumor) de nódulo linfático benigno, pseudolinfoma (infiltração benigna das células linfóides), linfoma (doença neoplásica do tecido linfóide) e doença de Hodgkin (doença maligna caracterizada por aumento progressivo de linfonodos, baço, e geralmente tecido linfóide). Embora uma relação causa-efeito não tenha sido estabelecida, a ocorrência de linfadenopatia indica a necessidade em diferenciar esta doença de outros tipos de doença de nódulo linfático. O comprometimento dos nódulos linfáticos pode ocorrer com ou sem sinais e sintomas semelhantes à doença do soro (reação alérgica que apresenta vários sintomas), como por exemplo, febre, rash (erupção cutânea) e comprometimento hepático (do fígado).

Em todos os casos de linfadenopatia recomenda-se acompanhamento médico por período prolongado e todo esforço deve ser empregado para se alcançar o controle das crises utilizando-se medicamentos antiepilépticos alternativos.

Uma pequena porcentagem de pacientes tratados com fenitoína demonstrou ter metabolização lenta do medicamento. O lento metabolismo pode ser justificado pela disponibilidade enzimática limitada e falta de indução. Isto parece ser geneticamente determinado.

A fenitoína e outras hidantoínas são contraindicadas em pacientes que apresentaram hipersensibilidade à fenitoína. Além disso, deve-se ter cautela ao utilizar medicamentos com estruturas similares (ex. barbitúricos, succinimidas, oxazolidinedionas e outros componentes relacionados) nestes mesmos pacientes.

Dantalin deve ser administrado com cautela em casos de discrasias sanguíneas (qualquer alteração envolvendo os elementos celulares do sangue, glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas), doença cardiovascular, diabetes mellitus, funções hepática, renal ou tireoideana prejudicadas.

Considerando os relatos isolados associando a fenitoína à exacerbação da porfiria (doença metabólica que se manifesta através de problemas na pele e/ou com complicações neurológicas), deve-se ter cautela quando Dantalin for utilizado em pacientes com esta doença.

Relatou-se hiperglicemia (aumento na taxa de açúcar no sangue) resultante de efeito inibitório da fenitoína na liberação de insulina. A fenitoína pode também aumentar as concentrações séricas de glicose em pacientes diabéticos.

A osteomalácia (amolecimento e enfraquecimento do osso) foi associada ao tratamento com fenitoína devido à interferência da fenitoína no metabolismo da Vitamina D.

A fenitoína não está indicada para crises devido à hipoglicemia (diminuição da taxa de açúcar no sangue) ou a outras causas metabólicas. Procedimentos adequados de diagnóstico devem ser realizados nestes casos.

As concentrações plasmáticas de fenitoína acima do intervalo considerado ideal podem produzir estado de confusão mental como delírio, psicose (alterações do comportamento) ou encefalopatia (comprometimento da função do cérebro), ou raramente, disfunção cerebelar irreversível. Portanto, recomenda-se o monitoramento dos níveis plasmáticos aos primeiros sinais de toxicidade aguda. A redução da dose de Dantalin está indicada se a concentração de fenitoína for excessiva; caso os sintomas persistam, o tratamento com Dantalin deve ser descontinuado. Foram relatados comportamentos ou intenções suicidas em pacientes tratados com medicamentos antiepilépticos em várias indicações. O mecanismo deste efeito não é conhecido e os dados disponíveis não excluem a possibilidade de um efeito aumentado para a fenitoína. Portanto, os pacientes devem ser monitorados quanto aos sinais de comportamento ou intenções suicidas e um tratamento adequado deve ser considerado. Informe ao médico caso surjam sinais de comportamento ou intenções suicidas.

Faça uma boa higiene dentária durante o tratamento com Dantalin, a fim de minimizar o desenvolvimento de hiperplasia gengival (aumento não inflamatório das gengivas produzido por fatores outros que a irritação local) e suas complicações.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Dantalin?

  • <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li>

Sistema Nervoso Central

As manifestações mais comuns observadas com o uso de fenitoína estão relacionadas a este sistema e são normalmente relacionadas à dose. Estas incluem nistagmo (movimento não controlado, rápido e repetitivo do globo ocular), ataxia (falta de coordenação dos movimentos e equilíbrio), dificuldade na fala, redução na coordenação e confusão mental. Foram também observadas vertigem (tontura), insônia (dificuldade para dormir), nervosismo transitório, contração da musculatura e cefaleia (dor de cabeça). Foram também relatados raros casos de discinesia (movimentos sem controle e anormais do corpo) induzida por fenitoína, incluindo coreia (movimentos de convulsão), distonia (contrações sem controle dos músculos), tremor e asterixe (movimentos anormais que afetam principalmente as extremidades, tronco ou mandíbula), similares aqueles induzidos pela fenotiazina e outros fármacos neurolépticos.

Polineuropatia periférica (doença dos nervos periféricos múltiplos simultaneamente) predominantemente sensorial foi observada nos pacientes recebendo tratamento a longo prazo com a fenitoína.

Distúrbios cognitivos tais como comprometimento da memória, amnésia, distúrbios de atenção e afasia (perturbação da formulação e compreensão da linguagem).

Sistema gastrintestinal

Náusea (enjoo), vômitos, constipação (prisão de ventre), hepatite tóxica (inflamação do fígado) e dano hepático (do fígado).

Sistema tegumentar (pele e tecido subcutâneo)

Manifestações dermatológicas algumas vezes acompanhadas de febre incluíram rash morbiliforme e escarlatiniforme. O rash morbiliforme (semelhante ao sarampo) é o mais comum; outros tipos de dermatites são observados mais raramente. Outras formas mais graves que podem ser fatais incluíram dermatite bolhosa (manifestação com bolhas na pele), esfoliativa (alteração da pele acompanhada de descamação) ou purpúrica (extravasamento de sangue para fora dos capilares da pele ou mucosa formando manchas roxas), lúpus eritematoso (doença multissistêmica auto-imune), Síndrome de Stevens-Jonhson (forma grave de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e grandes áreas do corpo) e necrólise epidérmica tóxica (quadro grave com erupção generalizada na pele, bolhas rasas extensas e áreas de necrose).

Sistema hemopoiético (sangue)

Complicações hemopoiéticas (das células do sangue), algumas fatais, foram ocasionalmente relatadas em associação com o uso de fenitoína. Estas incluíram trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas sanguíneas), leucopenia granulocitopenia, agranulocitose e pancitopenia com ou sem supressão da medula óssea. Embora tenham ocorrido macrocitose (aumento na quantidade de macrócitos no sangue) e anemia megaloblástica (com aumento na quantidade de megaloblastos), estas condições correspondem geralmente à terapia com ácido fólico. Foram relatados casos de linfadenopatia incluindo hiperplasiade nódulo linfático benigna, pseudolinfoma, linfoma e doença de Hodgkin.

Sistema do tecido conjuntivo e musculoesquelético

Acentuação das características faciais, aumento dos lábios, hiperplasia gengival, hipertricose (crescimento excessivo de pelo em locais inadequados, como nas extremidades, cabeça e costas) e doença de Peyronie (caracterizada por endurecimento do pênis que pode causar uma deformidade dolorosa).

Osteopenia (fraqueza dos ossos, mas não tão intensa quanto à osteoporose), osteoporose (doença caracterizada por fragilidade dos ossos), fraturas e diminuição da densidade mineral óssea, em pacientes em tratamento de longo prazo com Dantalin.

Sistema Cardiovascular

Parada cardíaca e periarterite nodosa (inflamação que leva a morte celular e ocorre principalmente nas artérias onde podem ocorrer dilatação e rompimento das mesmas) foram relatados com o tratamento oral de fenitoína.

Sistema Imunológico

Síndrome de hipersensibilidade (no qual se pode incluir, mas não se limitar aos sintomas tais como artralgia (dor nas articulações), eosinofilia, febre, disfunção hepática, linfadenopatia ou rash), lúpus eritematoso sistêmico (doença multissistêmica auto-imune), anormalidades de imunoglobulinas (proteínas que atuam na proteção do organismo).

Os eventos adversos clínicos adversos mais comumente observados com o uso de Dantalin em estudos clínicos&nbsp;foram:

Nistagmo (movimento involuntários dos olhos), vertigem (tontura), prurido (coceira), parestesia (sensações como ardor, formigamento e coceira, percebidos na pele), cefaleia, sonolência e ataxia (falta de coordenação dos movimentos). Com duas exceções, estes eventos são comumente associados à administração intravenosa ou intramuscular da fenitoína.

Eventos adversos ou alterações clínicas laboratoriais concomitantes sugerindo processo alérgico não foram observados.

Informe ao seu médico ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.&nbsp;

População Especial

Insuficiência hepática

Converse com seu médico caso você apresente efeitos tóxicos no fígado com o uso deste medicamento e insuficiência hepática aguda (diminuição súbita da função do fígado). Estes incidentes foram associados com uma síndrome de hipersensibilidade caracterizada por febre, erupções na pele e linfadenopatia (aparecimento de íngua), e normalmente&nbsp;ocorrem dentro dos 2 primeiros meses de tratamento. Outras manifestações comuns incluem icterícia (cor amarelada da pele e olhos), hepatomegalia (aumento de volume do fígado), níveis elevados de transaminase sérica (um marcador da função das células do fígado), leucocitose (aumento transitório no número dos glóbulos brancos, que são as células de defesa do sangue) e eosinofilia (aumento do número de eosinófilos, células específicas dentro do grupo de células brancas presentes no sangue).

A evolução clínica de hepatotoxicidade aguda de fenitoína varia de recuperação imediata á óbito (morte). Nestes pacientes com hepatotoxicidade aguda, o tratamento com Dantalin deve ser imediatamente descontinuado e não deve ser administrado novamente.

O fígado é o principal órgão de transformação da fenitoína; portanto converse com o seu médico caso você tenha insuficiência hepática, seja idoso, ou esteja gravemente doente, pois poderá apresentar sinais precoces de toxicidade.

Gravidez e amamentação

Diversos relatos sugerem que o uso de medicamentos antiepilépticos por mulheres epilépticas pode levar a efeitos teratogênicos (que causa malformação durante a gestação) em crianças nascidas destas mulheres. A maioria dos casos está relacionada à fenitoína e ao fenobarbital, que são os medicamentos para tratar a convulsão mais comumente indicados pelos médicos.

Relatos informais ou menos sistemáticos sugerem uma possível associação similar com o uso de todos os medicamentos anticonvulsivantes conhecidos. Uma relação causa-efeito definitiva não foi estabelecida uma vez que fatores genéticos ou a própria epilepsia podem ter papel importante na causa de anomalias (malformação) congênitas (ao nascimento). A grande maioria das gestantes epilépticas tratadas com medicamento antiepiléptico tem bebês normais. Deve-se estar atento ao fato de que o tratamento antiepiléptico não deve ser interrompido em pacientes nas quais o medicamento previne a ocorrência de crises epilépticas de grande mal (que acometem todo o corpo), devido à alta possibilidade de antecipação do estado de mal epiléptico acompanhado de hipóxia (falta de oxigênio em um ou mais tecidos) e de risco de morte. Em casos particulares, nos quais a gravidade e frequência das crises são tais que a retirada do medicamento não representa ameaça séria ao paciente, deve-se considerar a interrupção do tratamento antes ou durante a gravidez, embora não exista segurança que mesmo crises epilépticas menores não representem algum perigo ao desenvolvimento do feto.

Riscos à gestante

Durante a gravidez pode ocorrer um aumento na frequência das crises epilépticas em uma grande proporção de pacientes, devido a alterações farmacocinéticas da fenitoína. Por isso, recomenda-se um monitoramento frequente dos níveis plasmáticos de fenitoína em mulheres grávidas como guia para um ajuste posológico adequado. Contudo, após o parto, o paciente deverá verificar com seu médico a posologia a ser administrada. Converse com seu médico, caso tenha epilepsia e tenha suspeita de gravidez. O médico deverá aconselhar você durante a gravidez e avaliar a relação risco/benefício.

Pode ocorrer um distúrbio de sangramento grave (que implica em risco de morte) relacionado a níveis reduzidos coagulação que dependem da vitamina K em recém-nascidos cujas mães usaram fenitoína durante a gravidez.

Esta condição pode ser prevenida através do uso de vitamina K pela mãe antes do parto, e pelo recém-nascido após o parto.

Embora a fenitoína seja excretada no leite materno, há baixo risco aos recém-nascidos, desde que os níveis de fenitoína na mãe sejam mantidos dentro da faixa terapêutica (dose indicada para o tratamento).

Informe o seu médico se você está amamentando.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Pacientes idosos

Pacientes idosos podem requerer doses menores. Converse com o seu médico.

Qual a composição do Dantalin?

Cada comprimido contém:

100mg de Fenitoína.

Excipientes: estearato de magnésio, croscarmelose sódica, dióxido de silício, manitol, amido, gelatina, metilparabeno, propilparabeno e água purificada.

Apresentação do&nbsp;Dantalin

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimidos</h3> <p>Embalagem com 25 comprimidos.</p> <p><strong>Uso oral.</strong></p> <p><strong>Uso adulto e pedi&#xE1;trico.</strong></p> <p><strong>Medicamento similar equivalente ao medicamento de refer&#xEA;ncia.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Dantalin maior do que a recomendada?

A dose letal em pacientes pediátricos, ainda não é conhecida.

A dose letal em adultos é estimada em 2 a 5 g. Os sintomas iniciais são nistagmo, ataxia e disartria (dificuldade de articular as palavras). Outros sinais são&nbsp;tremor, hiperreflexia (síndrome associada com danos à medula espinal), letargia (estado geral de lentidão, desatenção ou desinteresse), fala arrastada, náuseas, vômitos. O paciente pode tornarse comatoso (em estado de coma) e hipotensivo (pressão baixa). A morte ocorre em decorrência da depressão respiratória e circulatória.

Existem variações acentuadas entre os indivíduos em relação aos níveis séricos de fenitoína em que pode ocorrer toxicidade. Diversas manifestações clínicas podem acontecer dependendo das concentrações de fenitoína no sangue.

Entre elas temos o nistagmo, a ataxia, a disartria (dificuldade em falar) e letargia (lentidão). Caso qualquer manifestação dessas apareça, o médico deve ser comunicado.

O tratamento não é específico já que não existe um antídoto conhecido.

O funcionamento adequado dos sistemas respiratório e circulatório deve ser cuidadosamente monitorado e, se necessário, deverão ser instituídas medidas de suporte adequadas.

Se o reflexo de vômito estiver ausente, as vias aéreas devem ser mantidas desobstruídas. Pode ser necessário o uso de oxigênio, vasopressores e ventilação assistida para depressões do SNC, respiratória e cardiovascular.

Finalmente, pode-se considerar o uso da hemodiálise uma vez que a fenitoína não é completamente ligada às proteínas plasmáticas (do sangue).

Transfusões sanguíneas totais têm sido utilizadas no tratamento de intoxicações severas em pacientes pediátricos.

Na superdosagem aguda, deve-se considerar a possibilidade da presença de outros depressores do SNC, incluindo o álcool.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Dantalin com outros remédios?

Ácido valpróico

Quando coadministrado com a fenitoína, o ácido valpróico reduz a concentração plasmática total de fenitoína. Além disso, o ácido valpróico aumenta a forma livre da fenitoína com possíveis sintomas de superdose (o ácido valpróico desloca a fenitoína de seus sítios de ligação às proteínas plasmáticas e reduz seu catabolismo hepático (do fígado)). Portanto, recomenda-se monitoramento clinico e quando os níveis plasmáticos de fenitoína forem determinados, a forma livre deve ser avaliada. Os níveis de metabólitos do ácido valpróico podem ser aumentados no caso de uso concomitante com a fenitoína. Portanto, se você estiver sendo tratado com estes dois fármacos você deve ser cuidadosamente monitorado para sinais de hiperamonemia (excesso de amônia no organismo).

Azapropazona

A azapropazona aumenta o risco de toxicidade, uma vez que o uso concomitante aumenta a quantidade da fenitoína no sangue. Informe ao seu médico, caso você também faça uso do medicamento azapropazona. O uso da azapropazona deve ser evitada nos pacientes que recebem tratamento com a fenitoína.

Barbituratos

Informe ao seu médico, caso você faça uso de barbiturato, visto que os pacientes ratados com fenitoína e um barbiturato devem ser observados quanto aos sinais de intoxicação com fenitoína caso o barbiturato seja retirado. O fenobarbital pode reduzir a absorção oral da fenitoína.

Beclamida

Casos individuais de leucopenia reversível foram associados com altas doses de beclamida (1,5 a 5 g por dia) usada junto com outros anticonvulsivantes (medicamentos que tratam a convulsão) como barbitúricos e fenitoína.

Informe ao seu médico se está fazendo uso de beclamida.

Ciprofloxacino

Quando coadministrado com a fenitoína, pode levar a uma diminuição da concentração dos níveis de fenitoína no sangue.

Cloranfenicol

Informe ao seu médico, caso você faça uso do medicamento cloranfenicol. Os pacientes recebendo simultaneamente fenitoína e cloranfenicol devem ser rigorosamente observados quanto aos sinais de intoxicação com a fenitoína, uma vez que o cloranfenicol reduz o metabolismo da fenitoína. A dose de anticonvulsivante deve ser reduzida, se necessário. A possibilidade de se usar um antibiótico alternativo deve ser considerada.

Corticosteroides

A fenitoína aumenta o clearance (eliminação) do corticosteroide reduzindo sua eficácia. A eficácia terapêutica do agente corticosteroide deve ser monitorada; pode ser necessário um aumento na dose do corticosteroide da ordem de 2 vezes ou mais durante tratamento combinado com a fenitoína. Recomenda-se monitoramento periódico dos níveis de fenitoína uma vez que doses maiores de fenitoína também podem ser necessárias, considerando que o corticosteroide pode aumentar ou reduzir os níveis de fenitoína.

Delavirdina

O uso em associação de delavirdina e fenitoína não é recomendado devido à redução da quantidade no sangue da delavirdina observados nesta situação, em decorrência da indução do metabolismo da delavirdina.

Diltiazem

Quando coadministrado com a fenitoína este medicamento pode aumentar a concentração de fenitoína no sangue. Recomenda-se que a concentração plasmática de fenitoína seja monitorada.

Dissulfiram

Este fármaco inibe o metabolismo hepático (no fígado) da fenitoína. Caso você faça uso de dissulfiram e fenitoína, converse com seu médico, pois ele deverá monitorá-lo. A redução da dose de fenitoína pode ser necessária em alguns pacientes.

Estatinas metabolizadas pelo CYP3A4, como em particular atorvastatina, sinvastatina, lovastatina, fluvastatina e cerivastatina

A fenitoína pode diminuir a eficácia destes medicamentos. Portanto, informe ao seu médico, caso você faça uso destes medicamentos.

Fenilbutazona

Este fármaco aumenta o risco de toxicidade com a fenitoína, uma vez que reduz o metabolismo hepático da fenitoína e altera a fixação às proteínas plasmáticas.

Converse com seu médico, caso você faça uso de fenilbutazona e fenitoína, o médico irá monitorá-lo quanto á sinais de intoxicação da fenitoína.

Fluoracila e/ou prodrogas (como tegafur, gimeracila e oteracila)

Quando coadministrados com a fenitoína podem aumentar a concentração plasmática da fenitoína.

Folatos

Os folatos reduzem a eficácia da fenitoína. O uso concomitante do ácido fólico com a fenitoína resultou num aumento da frequência de crises convulsivas e na redução dos níveis de fenitoína em alguns pacientes. A fenitoína tem potencial de diminuir os níveis plasmáticos de folato e, portanto, deve ser evitada durante a gravidez.

Hidróxido de alumínio

A administração simultânea da fenitoína com hidróxido de alumínio pode acarretar na diminuição da concentração sérica (quantidade no sangue) da fenitoína.

Imatinibe

O uso concomitante de imatinibe e fenitoína reduz as concentrações plasmáticas do imatinibe devido à indução do seu metabolismo. Informe ao seu médico, caso você faça uso deste medicamento.

Irinotecano

O uso concomitante de irinotecano e fenitoína reduz a exposição ao irinotecano e ao seu metabólito ativo.

Informe ao seu médico, caso você faça uso deste medicamento.

Isoniazida

Informe ao seu médico, caso faça uso de isoniazida e fenitoína. Os pacientes recebendo ambos os fármacos devem ser rigorosamente observados quanto aos sinais de toxicidade da fenitoína.

Lidocaína

A lidocaína e a fenitoína pertencem à classe dos antiarrítmicos IB (medicamentos usados para arritmia (descompasso dos batimentos do coração). O uso concomitante pode resultar em depressão cardíaca aditiva. Além disso, existem evidências de que a fenitoína possa estimular o metabolismo no fígado da lidocaína resultando em uma redução da concentração sérica da lidocaína. O uso combinado deve ser administrado com cautela. O status cardíaco do paciente deve ser monitorado. Se possível, o tratamento concomitante deve ser evitado em pacientes com doença cardíaca conhecida.

Lopinavir

O uso concomitante de fenitoína e lopinavir pode resultar numa redução da concentração plasmática do lopinavir e pode causar redução na concentração da fenitoína. Informe ao seu médico, caso você faça uso deste medicamento.

Metotrexato

A administração concomitante de metotrexato e fenitoína reduz a eficácia da fenitoína devido à redução da sua absorção gástrica (no estômago). Além disso, há um aumento no risco de toxicidade do metotrexato.

Informe ao seu médico, caso você faça uso deste medicamento.

Posaconazol

A coadministração com a fenitoína, pode resultar na redução da concentração de posaconazol e no aumento da concentração de fenitoína. O uso concomitante de fenitoína e posaconazol deve ser evitado a menos que o potencial benefício justifique claramente o potencial risco. Informe ao seu médico, caso você faça uso deste medicamento.

Quetiapina

A coadministração de quetiapina e fenitoína reduz a eficácia da quetiapina. Pode ser necessário aumentar as doses de quetiapina para manter o controle dos sintomas psicóticos nos pacientes recebendo tratamento combinado.

Informe ao seu médico, caso você faça uso deste medicamento.

Salicilatos

Altas doses de salicilatos podem aumentar a concentração da fenitoína livre (ativa) no plasma. Entretanto, em geral não há necessidade de alteração da dose da fenitoína na maioria dos pacientes. Altas doses de salicilatos devem ser administradas com cautela a pacientes em tratamento com fenitoína, especialmente se os pacientes parecem propensos à intoxicação. Informe ao seu médico, caso você faça uso deste medicamento.

Sulfonamidas

Podem aumentar os riscos de toxicidade da fenitoína. Pode ser necessária uma redução na dose de fenitoína durante tratamento concomitante. Informe ao seu médico, caso você faça uso deste medicamento.

100mg, caixa com 30 comprimidos

Princípio ativo
:
Fenitoína
Classe Terapêutica
:
Antiepilépticos
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
C1 Branca 2 vias (Venda Sob Prescrição Médica - Este medicamento pode causar Dependência Física ou Psíquica)
Categoria
:
Convulsão E Epilepsia
Especialidade
:
Neurocirurgia e Neurologia

Bula do medicamento

Dantalin, para o que é indicado e para o que serve?

Dantalin é destinado ao tratamento de:

  • <li>Crises convulsivas (contra&#xE7;&#xF5;es s&#xFA;bitas e sem controle dos m&#xFA;sculos devido a altera&#xE7;&#xF5;es no c&#xE9;rebro) durante ou ap&#xF3;s neurocirurgia.</li> <li>Crises convulsivas, crises t&#xF4;nico-cl&#xF4;nicas (convuls&#xF5;es motoras que podem se repetir) generalizadas e crise parcial complexa (estado parado seguido de movimentos mastigat&#xF3;rios e fora de controle) (lobo psicomotor e temporal).</li> <li>Estado de mal epil&#xE9;ptico (ataques epil&#xE9;pticos prolongados e repetidos).</li>

Como o Dantalin funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>A <a href=\"https://consultaremedios.com.br/fenitoina/bula\" target=\"_blank\">fenito&#xED;na</a> &#xE9; um medicamento que pode ser utilizado no tratamento da <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-epilepsia-tipos-causas-sintomas-remedios-tem-cura/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">epilepsia</a> (transtorno caracterizado por epis&#xF3;dios recorrentes de altera&#xE7;&#xE3;o na fun&#xE7;&#xE3;o do c&#xE9;rebro devido &#xE0; s&#xFA;bita descarga dos neur&#xF4;nios, excessiva e desordenada). O principal local de a&#xE7;&#xE3;o parece ser a regi&#xE3;o do c&#xE9;rebro que inibe a propaga&#xE7;&#xE3;o das crises epil&#xE9;pticas. Ap&#xF3;s o uso oral, a fenito&#xED;na atinge n&#xED;veis terap&#xEA;uticos em pelo menos 7 a 10 dias ap&#xF3;s o in&#xED;cio do tratamento com doses recomendadas de 300 mg/dia.</p> "}

Quais as contraindicações do Dantalin?

Dantalin é contraindicado em pacientes que tenham apresentado reações intensas ao medicamento ou a outras hidantoínas.

Como usar o Dantalin?

Pacientes recebendo fenitoína devem ser alertados da importância de respeitarem estritamente o regime de dose prescrito e informarem aos seus médicos sobre qualquer condição clínica que o impossibilite de tomar o medicamento por via oral como prescrito (por ex. cirurgias).

Você deve tomar os comprimidos com líquido, por via oral.

Posologia do&nbsp;Dantalin

{"tag":"hr","value":" <p>Com o esquema posol&#xF3;gico, por via oral, os n&#xED;veis de efic&#xE1;cia se estabelecem em m&#xE9;dia ap&#xF3;s uma semana.</p> <p>Quando for necess&#xE1;rio efeito imediato, como nos controles de uma crise aguda e no estado de mal epil&#xE9;ptico, recomenda-se a forma injet&#xE1;vel, preferencialmente pela via intravenosa.</p> <p>As doses orais devem ser tomadas preferencialmente durante ou ap&#xF3;s as refei&#xE7;&#xF5;es. A interrup&#xE7;&#xE3;o do tratamento deve ser feita de forma gradual.</p> <h3>Uso adulto</h3> <h4>Crises convulsivas durante ou ap&#xF3;s neurocirurgia</h4> <h5>Tratamento e profilaxia</h5> <p>100 mg tr&#xEA;s vezes ao dia. Dose usual de manuten&#xE7;&#xE3;o de 300 a 400 mg/dia (dose m&#xE1;xima de 600 mg/dia).</p> <h4>Crises convulsivas, crises t&#xF4;nico-cl&#xF4;nicas generalizadas e crise parcial complexa (lobo psicomotor e temporal)</h4> <p>100 mg tr&#xEA;s vezes ao dia, dose de manuten&#xE7;&#xE3;o usual de 300 &#x2013; 400 mg/dia (dose m&#xE1;xima de 600 mg/dia).</p> <h4>Estado de mal epil&#xE9;ptico</h4> <p>Dose de ataque de 10 &#x2013; 15 mg/kg IV (n&#xE3;o exceder 50 mg/min), seguido por dose de manuten&#xE7;&#xE3;o de 100 mg por via oral ou intravenosa a cada 6 a 8 horas.</p> <h3>Uso em crian&#xE7;as</h3> <p>Crian&#xE7;as com mais de 6 anos e adolescentes podem necessitar da dose m&#xED;nima de adulto (300 mg/dia).</p> <h4>Crises convulsivas durante ou ap&#xF3;s neurocirurgia</h4> <h5>Tramento e profilaxia</h5> <p>5 mg/kg/dia divididos igualmente em&amp;nbsp;duas ou tr&#xEA;s administra&#xE7;&#xF5;es, at&#xE9; um m&#xE1;ximo de 300 mg/dia; a dose de manuten&#xE7;&#xE3;o usual &#xE9; de 4 a 8 mg/kg/dia</p> <p><strong>Crian&#xE7;as com mais de 6 anos podem necessitar da dose m&#xED;nima de adulto (300 mg/dia).</strong></p> <h4>Crises convulsivas, crises t&#xF4;nico-cl&#xF4;nicas generalizadas e crise parcial complexa (lobo psicomotor e temporal)</h4> <p>5mg/kg/dia divididos igualmente em duas ou tr&#xEA;s administra&#xE7;&#xF5;es, at&#xE9; um m&#xE1;ximo de 300 mg/dia; a dose de manuten&#xE7;&#xE3;o usual &#xE9; de 4 a 8 mg/kg/dia.</p> <p><strong>Crian&#xE7;as com mais de 6 anos podem necessitar da dose m&#xED;nima de adulto (300 mg/dia).</strong></p> <h3>Pacientes idosos</h3> <p>Inicialmente 3 mg/kg/dia em doses divididas; a dose deve ser ajustada de acordo com as concentra&#xE7;&#xF5;es s&#xE9;ricas de hidanto&#xED;na e de acordo com a resposta do paciente.</p> <p>A elimina&#xE7;&#xE3;o da fenito&#xED;na tende a diminuir com o aumento da idade. Portanto, pacientes idosos podem requerer doses menores.</p> <h3>Hipoalbuminemia</h3> <p>Pacientes hipoalbumin&#xEA;micos (estado, cujo n&#xED;vel de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/albumina-serica\" target=\"_blank\">albumina s&#xE9;rica</a> est&#xE1; abaixo do normal) concentra&#xE7;&#xE3;o de fenito&#xED;na s&#xE9;rica normal em pacientes n&#xE3;o hipoalbumin&#xEA;micos = concentra&#xE7;&#xE3;o de fenito&#xED;na s&#xE9;rica<br> observada em pacientes hipoalbumin&#xEA;micos, dividido por 0,25 vezes a concentra&#xE7;&#xE3;o de albumina mais 0,1.</br></p> <h3>Pacientes com doen&#xE7;a hep&#xE1;tica</h3> <p>Pode haver um aumento da concentra&#xE7;&#xE3;o de fenito&#xED;na livre em pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica (redu&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o do <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>); a an&#xE1;lise das concentra&#xE7;&#xF5;es de fenito&#xED;na livre pode ser &#xFA;til neste pacientes.</p> <h3>Gravidez</h3> <p>As necessidades de fenito&#xED;na s&#xE3;o maiores durante a gravidez, requerendo um aumento na dose em algumas pacientes. Ap&#xF3;s o parto, a dose deve ser reduzida para evitar toxicidade.</p> <h3>Pacientes com insufici&#xEA;ncia renal (redu&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins)</h3> <p>Pode haver um aumento da concentra&#xE7;&#xE3;o de fenito&#xED;na livre em pacientes com doen&#xE7;a renal; a an&#xE1;lise das concentra&#xE7;&#xF5;es de fenito&#xED;na livre pode ser &#xFA;til nestes pacientes.</p> <p>N&#xE3;o h&#xE1; estudos dos efeitos de Dantalin administrado por vias n&#xE3;o recomendadas. Portanto, por seguran&#xE7;a e para garantir a efic&#xE1;cia deste medicamento, a administra&#xE7;&#xE3;o deve ser somente por via oral, conforme recomendado pelo m&#xE9;dico.</p> <p><strong>Siga a orienta&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico, respeitando sempre os hor&#xE1;rios, as doses e a dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento.</strong></p> <p><strong>N&#xE3;o interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu m&#xE9;dico.</strong></p> <h2>O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Dantalin?</h2> <hr> <p>Caso esque&#xE7;a de administrar uma dose, administre-a assim que poss&#xED;vel. No entanto, se estiver pr&#xF3;ximo do hor&#xE1;rio da dose seguinte, espere por este hor&#xE1;rio, respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo tempo.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico.</strong></p> </hr>"}

Quais cuidados devo ter ao usar o Dantalin?

Os medicamentos que tratam a epilepsia não devem ter seu uso interrompido abruptamente devido ao possível aumento na frequência de crises, incluindo status epilepticus (quadro onde o paciente passa a ter crises convulsivas constantes).

Quando, a critério médico, houver necessidade de redução da dose, descontinuação do tratamento ou substituição por uma terapia alternativa, esta deve ser feita gradualmente. Entretanto, no evento de reação alérgica ou reação de hipersensibilidade (alergia ou intolerância), uma rápida substituição para uma terapia alternativa pode ser necessária. Neste caso, a terapia alternativa deve ser um medicamento antiepiléptico (que trata a epilepsia) não pertencente à classe das hidantoínas.

Converse com seu médico caso você tenha tido pressão baixa, insuficiência cardíaca (condição em que o coração é incapaz de bombear sangue suficiente para satisfazer as necessidades do corpo) ou infarto do miocárdio (lesão de parte do músculo cardíaco por falta de oxigênio).

Reações na pele com risco para a vida (Síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica) tem sido reportadas com o uso do Dantalin. Se os sinais ou sintomas da Sindrome de Stevens-Johnson ou da necrólise epidérmica tóxica (como por exemplo: rash (lesões avermelhadas) ou lesões de pele na forma de bolhas e que também podem acometer a mucosa surgirem, o tratamento com Dantalin deve ser interrompido. Se o rash for do tipo moderado (semelhante ao sarampo ou escarlatiniforme), o tratamento pode ser retomado após regressão completa do rash. Caso o rash reapareça ao reiniciar o tratamento, Dantalin ou outra fenitoína estão contraindicados.

Complicações hematopoiéticas (alterações na quantidade e/ou qualidade das células do sangue) algumas fatais, foram ocasionalmente relatadas como associadas à administração de fenitoína. Informe imediatamente seu médico se ocorrer trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas&nbsp;sanguíneas), granuloma (lesão inflamatória) da medula óssea reversível, leucopenia (redução dos glóbulos brancos no sangue), granulocitopenia (diminuição na contagem de granulócitos – células específicas dentro do grupo de células brancas (basófilos, eosinófilos e neutrófilos), agranulocitose (ausência de granulócitos) e pancitopenia (diminuição global das células do sangue (glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas) com ou sem supressão da medula óssea.&nbsp;

Um número de relatos sugeriu a existência de uma relação entre a administração de fenitoína e o desenvolvimento de linfadenopatia (local ou generalizada), incluindo hiperplasia (aumento na quantidade de células em um tecido ou órgão, sem formação de tumor) de nódulo linfático benigno, pseudolinfoma (infiltração benigna das células linfóides), linfoma (doença neoplásica do tecido linfóide) e doença de Hodgkin (doença maligna caracterizada por aumento progressivo de linfonodos, baço, e geralmente tecido linfóide). Embora uma relação causa-efeito não tenha sido estabelecida, a ocorrência de linfadenopatia indica a necessidade em diferenciar esta doença de outros tipos de doença de nódulo linfático. O comprometimento dos nódulos linfáticos pode ocorrer com ou sem sinais e sintomas semelhantes à doença do soro (reação alérgica que apresenta vários sintomas), como por exemplo, febre, rash (erupção cutânea) e comprometimento hepático (do fígado).

Em todos os casos de linfadenopatia recomenda-se acompanhamento médico por período prolongado e todo esforço deve ser empregado para se alcançar o controle das crises utilizando-se medicamentos antiepilépticos alternativos.

Uma pequena porcentagem de pacientes tratados com fenitoína demonstrou ter metabolização lenta do medicamento. O lento metabolismo pode ser justificado pela disponibilidade enzimática limitada e falta de indução. Isto parece ser geneticamente determinado.

A fenitoína e outras hidantoínas são contraindicadas em pacientes que apresentaram hipersensibilidade à fenitoína. Além disso, deve-se ter cautela ao utilizar medicamentos com estruturas similares (ex. barbitúricos, succinimidas, oxazolidinedionas e outros componentes relacionados) nestes mesmos pacientes.

Dantalin deve ser administrado com cautela em casos de discrasias sanguíneas (qualquer alteração envolvendo os elementos celulares do sangue, glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas), doença cardiovascular, diabetes mellitus, funções hepática, renal ou tireoideana prejudicadas.

Considerando os relatos isolados associando a fenitoína à exacerbação da porfiria (doença metabólica que se manifesta através de problemas na pele e/ou com complicações neurológicas), deve-se ter cautela quando Dantalin for utilizado em pacientes com esta doença.

Relatou-se hiperglicemia (aumento na taxa de açúcar no sangue) resultante de efeito inibitório da fenitoína na liberação de insulina. A fenitoína pode também aumentar as concentrações séricas de glicose em pacientes diabéticos.

A osteomalácia (amolecimento e enfraquecimento do osso) foi associada ao tratamento com fenitoína devido à interferência da fenitoína no metabolismo da Vitamina D.

A fenitoína não está indicada para crises devido à hipoglicemia (diminuição da taxa de açúcar no sangue) ou a outras causas metabólicas. Procedimentos adequados de diagnóstico devem ser realizados nestes casos.

As concentrações plasmáticas de fenitoína acima do intervalo considerado ideal podem produzir estado de confusão mental como delírio, psicose (alterações do comportamento) ou encefalopatia (comprometimento da função do cérebro), ou raramente, disfunção cerebelar irreversível. Portanto, recomenda-se o monitoramento dos níveis plasmáticos aos primeiros sinais de toxicidade aguda. A redução da dose de Dantalin está indicada se a concentração de fenitoína for excessiva; caso os sintomas persistam, o tratamento com Dantalin deve ser descontinuado. Foram relatados comportamentos ou intenções suicidas em pacientes tratados com medicamentos antiepilépticos em várias indicações. O mecanismo deste efeito não é conhecido e os dados disponíveis não excluem a possibilidade de um efeito aumentado para a fenitoína. Portanto, os pacientes devem ser monitorados quanto aos sinais de comportamento ou intenções suicidas e um tratamento adequado deve ser considerado. Informe ao médico caso surjam sinais de comportamento ou intenções suicidas.

Faça uma boa higiene dentária durante o tratamento com Dantalin, a fim de minimizar o desenvolvimento de hiperplasia gengival (aumento não inflamatório das gengivas produzido por fatores outros que a irritação local) e suas complicações.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Dantalin?

  • <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li>

Sistema Nervoso Central

As manifestações mais comuns observadas com o uso de fenitoína estão relacionadas a este sistema e são normalmente relacionadas à dose. Estas incluem nistagmo (movimento não controlado, rápido e repetitivo do globo ocular), ataxia (falta de coordenação dos movimentos e equilíbrio), dificuldade na fala, redução na coordenação e confusão mental. Foram também observadas vertigem (tontura), insônia (dificuldade para dormir), nervosismo transitório, contração da musculatura e cefaleia (dor de cabeça). Foram também relatados raros casos de discinesia (movimentos sem controle e anormais do corpo) induzida por fenitoína, incluindo coreia (movimentos de convulsão), distonia (contrações sem controle dos músculos), tremor e asterixe (movimentos anormais que afetam principalmente as extremidades, tronco ou mandíbula), similares aqueles induzidos pela fenotiazina e outros fármacos neurolépticos.

Polineuropatia periférica (doença dos nervos periféricos múltiplos simultaneamente) predominantemente sensorial foi observada nos pacientes recebendo tratamento a longo prazo com a fenitoína.

Distúrbios cognitivos tais como comprometimento da memória, amnésia, distúrbios de atenção e afasia (perturbação da formulação e compreensão da linguagem).

Sistema gastrintestinal

Náusea (enjoo), vômitos, constipação (prisão de ventre), hepatite tóxica (inflamação do fígado) e dano hepático (do fígado).

Sistema tegumentar (pele e tecido subcutâneo)

Manifestações dermatológicas algumas vezes acompanhadas de febre incluíram rash morbiliforme e escarlatiniforme. O rash morbiliforme (semelhante ao sarampo) é o mais comum; outros tipos de dermatites são observados mais raramente. Outras formas mais graves que podem ser fatais incluíram dermatite bolhosa (manifestação com bolhas na pele), esfoliativa (alteração da pele acompanhada de descamação) ou purpúrica (extravasamento de sangue para fora dos capilares da pele ou mucosa formando manchas roxas), lúpus eritematoso (doença multissistêmica auto-imune), Síndrome de Stevens-Jonhson (forma grave de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e grandes áreas do corpo) e necrólise epidérmica tóxica (quadro grave com erupção generalizada na pele, bolhas rasas extensas e áreas de necrose).

Sistema hemopoiético (sangue)

Complicações hemopoiéticas (das células do sangue), algumas fatais, foram ocasionalmente relatadas em associação com o uso de fenitoína. Estas incluíram trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas sanguíneas), leucopenia granulocitopenia, agranulocitose e pancitopenia com ou sem supressão da medula óssea. Embora tenham ocorrido macrocitose (aumento na quantidade de macrócitos no sangue) e anemia megaloblástica (com aumento na quantidade de megaloblastos), estas condições correspondem geralmente à terapia com ácido fólico. Foram relatados casos de linfadenopatia incluindo hiperplasiade nódulo linfático benigna, pseudolinfoma, linfoma e doença de Hodgkin.

Sistema do tecido conjuntivo e musculoesquelético

Acentuação das características faciais, aumento dos lábios, hiperplasia gengival, hipertricose (crescimento excessivo de pelo em locais inadequados, como nas extremidades, cabeça e costas) e doença de Peyronie (caracterizada por endurecimento do pênis que pode causar uma deformidade dolorosa).

Osteopenia (fraqueza dos ossos, mas não tão intensa quanto à osteoporose), osteoporose (doença caracterizada por fragilidade dos ossos), fraturas e diminuição da densidade mineral óssea, em pacientes em tratamento de longo prazo com Dantalin.

Sistema Cardiovascular

Parada cardíaca e periarterite nodosa (inflamação que leva a morte celular e ocorre principalmente nas artérias onde podem ocorrer dilatação e rompimento das mesmas) foram relatados com o tratamento oral de fenitoína.

Sistema Imunológico

Síndrome de hipersensibilidade (no qual se pode incluir, mas não se limitar aos sintomas tais como artralgia (dor nas articulações), eosinofilia, febre, disfunção hepática, linfadenopatia ou rash), lúpus eritematoso sistêmico (doença multissistêmica auto-imune), anormalidades de imunoglobulinas (proteínas que atuam na proteção do organismo).

Os eventos adversos clínicos adversos mais comumente observados com o uso de Dantalin em estudos clínicos&nbsp;foram:

Nistagmo (movimento involuntários dos olhos), vertigem (tontura), prurido (coceira), parestesia (sensações como ardor, formigamento e coceira, percebidos na pele), cefaleia, sonolência e ataxia (falta de coordenação dos movimentos). Com duas exceções, estes eventos são comumente associados à administração intravenosa ou intramuscular da fenitoína.

Eventos adversos ou alterações clínicas laboratoriais concomitantes sugerindo processo alérgico não foram observados.

Informe ao seu médico ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.&nbsp;

População Especial

Insuficiência hepática

Converse com seu médico caso você apresente efeitos tóxicos no fígado com o uso deste medicamento e insuficiência hepática aguda (diminuição súbita da função do fígado). Estes incidentes foram associados com uma síndrome de hipersensibilidade caracterizada por febre, erupções na pele e linfadenopatia (aparecimento de íngua), e normalmente&nbsp;ocorrem dentro dos 2 primeiros meses de tratamento. Outras manifestações comuns incluem icterícia (cor amarelada da pele e olhos), hepatomegalia (aumento de volume do fígado), níveis elevados de transaminase sérica (um marcador da função das células do fígado), leucocitose (aumento transitório no número dos glóbulos brancos, que são as células de defesa do sangue) e eosinofilia (aumento do número de eosinófilos, células específicas dentro do grupo de células brancas presentes no sangue).

A evolução clínica de hepatotoxicidade aguda de fenitoína varia de recuperação imediata á óbito (morte). Nestes pacientes com hepatotoxicidade aguda, o tratamento com Dantalin deve ser imediatamente descontinuado e não deve ser administrado novamente.

O fígado é o principal órgão de transformação da fenitoína; portanto converse com o seu médico caso você tenha insuficiência hepática, seja idoso, ou esteja gravemente doente, pois poderá apresentar sinais precoces de toxicidade.

Gravidez e amamentação

Diversos relatos sugerem que o uso de medicamentos antiepilépticos por mulheres epilépticas pode levar a efeitos teratogênicos (que causa malformação durante a gestação) em crianças nascidas destas mulheres. A maioria dos casos está relacionada à fenitoína e ao fenobarbital, que são os medicamentos para tratar a convulsão mais comumente indicados pelos médicos.

Relatos informais ou menos sistemáticos sugerem uma possível associação similar com o uso de todos os medicamentos anticonvulsivantes conhecidos. Uma relação causa-efeito definitiva não foi estabelecida uma vez que fatores genéticos ou a própria epilepsia podem ter papel importante na causa de anomalias (malformação) congênitas (ao nascimento). A grande maioria das gestantes epilépticas tratadas com medicamento antiepiléptico tem bebês normais. Deve-se estar atento ao fato de que o tratamento antiepiléptico não deve ser interrompido em pacientes nas quais o medicamento previne a ocorrência de crises epilépticas de grande mal (que acometem todo o corpo), devido à alta possibilidade de antecipação do estado de mal epiléptico acompanhado de hipóxia (falta de oxigênio em um ou mais tecidos) e de risco de morte. Em casos particulares, nos quais a gravidade e frequência das crises são tais que a retirada do medicamento não representa ameaça séria ao paciente, deve-se considerar a interrupção do tratamento antes ou durante a gravidez, embora não exista segurança que mesmo crises epilépticas menores não representem algum perigo ao desenvolvimento do feto.

Riscos à gestante

Durante a gravidez pode ocorrer um aumento na frequência das crises epilépticas em uma grande proporção de pacientes, devido a alterações farmacocinéticas da fenitoína. Por isso, recomenda-se um monitoramento frequente dos níveis plasmáticos de fenitoína em mulheres grávidas como guia para um ajuste posológico adequado. Contudo, após o parto, o paciente deverá verificar com seu médico a posologia a ser administrada. Converse com seu médico, caso tenha epilepsia e tenha suspeita de gravidez. O médico deverá aconselhar você durante a gravidez e avaliar a relação risco/benefício.

Pode ocorrer um distúrbio de sangramento grave (que implica em risco de morte) relacionado a níveis reduzidos coagulação que dependem da vitamina K em recém-nascidos cujas mães usaram fenitoína durante a gravidez.

Esta condição pode ser prevenida através do uso de vitamina K pela mãe antes do parto, e pelo recém-nascido após o parto.

Embora a fenitoína seja excretada no leite materno, há baixo risco aos recém-nascidos, desde que os níveis de fenitoína na mãe sejam mantidos dentro da faixa terapêutica (dose indicada para o tratamento).

Informe o seu médico se você está amamentando.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Pacientes idosos

Pacientes idosos podem requerer doses menores. Converse com o seu médico.

Qual a composição do Dantalin?

Cada comprimido contém:

100mg de Fenitoína.

Excipientes: estearato de magnésio, croscarmelose sódica, dióxido de silício, manitol, amido, gelatina, metilparabeno, propilparabeno e água purificada.

Apresentação do&nbsp;Dantalin

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimidos</h3> <p>Embalagem com 25 comprimidos.</p> <p><strong>Uso oral.</strong></p> <p><strong>Uso adulto e pedi&#xE1;trico.</strong></p> <p><strong>Medicamento similar equivalente ao medicamento de refer&#xEA;ncia.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Dantalin maior do que a recomendada?

A dose letal em pacientes pediátricos, ainda não é conhecida.

A dose letal em adultos é estimada em 2 a 5 g. Os sintomas iniciais são nistagmo, ataxia e disartria (dificuldade de articular as palavras). Outros sinais são&nbsp;tremor, hiperreflexia (síndrome associada com danos à medula espinal), letargia (estado geral de lentidão, desatenção ou desinteresse), fala arrastada, náuseas, vômitos. O paciente pode tornarse comatoso (em estado de coma) e hipotensivo (pressão baixa). A morte ocorre em decorrência da depressão respiratória e circulatória.

Existem variações acentuadas entre os indivíduos em relação aos níveis séricos de fenitoína em que pode ocorrer toxicidade. Diversas manifestações clínicas podem acontecer dependendo das concentrações de fenitoína no sangue.

Entre elas temos o nistagmo, a ataxia, a disartria (dificuldade em falar) e letargia (lentidão). Caso qualquer manifestação dessas apareça, o médico deve ser comunicado.

O tratamento não é específico já que não existe um antídoto conhecido.

O funcionamento adequado dos sistemas respiratório e circulatório deve ser cuidadosamente monitorado e, se necessário, deverão ser instituídas medidas de suporte adequadas.

Se o reflexo de vômito estiver ausente, as vias aéreas devem ser mantidas desobstruídas. Pode ser necessário o uso de oxigênio, vasopressores e ventilação assistida para depressões do SNC, respiratória e cardiovascular.

Finalmente, pode-se considerar o uso da hemodiálise uma vez que a fenitoína não é completamente ligada às proteínas plasmáticas (do sangue).

Transfusões sanguíneas totais têm sido utilizadas no tratamento de intoxicações severas em pacientes pediátricos.

Na superdosagem aguda, deve-se considerar a possibilidade da presença de outros depressores do SNC, incluindo o álcool.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Dantalin com outros remédios?

Ácido valpróico

Quando coadministrado com a fenitoína, o ácido valpróico reduz a concentração plasmática total de fenitoína. Além disso, o ácido valpróico aumenta a forma livre da fenitoína com possíveis sintomas de superdose (o ácido valpróico desloca a fenitoína de seus sítios de ligação às proteínas plasmáticas e reduz seu catabolismo hepático (do fígado)). Portanto, recomenda-se monitoramento clinico e quando os níveis plasmáticos de fenitoína forem determinados, a forma livre deve ser avaliada. Os níveis de metabólitos do ácido valpróico podem ser aumentados no caso de uso concomitante com a fenitoína. Portanto, se você estiver sendo tratado com estes dois fármacos você deve ser cuidadosamente monitorado para sinais de hiperamonemia (excesso de amônia no organismo).

Azapropazona

A azapropazona aumenta o risco de toxicidade, uma vez que o uso concomitante aumenta a quantidade da fenitoína no sangue. Informe ao seu médico, caso você também faça uso do medicamento azapropazona. O uso da azapropazona deve ser evitada nos pacientes que recebem tratamento com a fenitoína.

Barbituratos

Informe ao seu médico, caso você faça uso de barbiturato, visto que os pacientes ratados com fenitoína e um barbiturato devem ser observados quanto aos sinais de intoxicação com fenitoína caso o barbiturato seja retirado. O fenobarbital pode reduzir a absorção oral da fenitoína.

Beclamida

Casos individuais de leucopenia reversível foram associados com altas doses de beclamida (1,5 a 5 g por dia) usada junto com outros anticonvulsivantes (medicamentos que tratam a convulsão) como barbitúricos e fenitoína.

Informe ao seu médico se está fazendo uso de beclamida.

Ciprofloxacino

Quando coadministrado com a fenitoína, pode levar a uma diminuição da concentração dos níveis de fenitoína no sangue.

Cloranfenicol

Informe ao seu médico, caso você faça uso do medicamento cloranfenicol. Os pacientes recebendo simultaneamente fenitoína e cloranfenicol devem ser rigorosamente observados quanto aos sinais de intoxicação com a fenitoína, uma vez que o cloranfenicol reduz o metabolismo da fenitoína. A dose de anticonvulsivante deve ser reduzida, se necessário. A possibilidade de se usar um antibiótico alternativo deve ser considerada.

Corticosteroides

A fenitoína aumenta o clearance (eliminação) do corticosteroide reduzindo sua eficácia. A eficácia terapêutica do agente corticosteroide deve ser monitorada; pode ser necessário um aumento na dose do corticosteroide da ordem de 2 vezes ou mais durante tratamento combinado com a fenitoína. Recomenda-se monitoramento periódico dos níveis de fenitoína uma vez que doses maiores de fenitoína também podem ser necessárias, considerando que o corticosteroide pode aumentar ou reduzir os níveis de fenitoína.

Delavirdina

O uso em associação de delavirdina e fenitoína não é recomendado devido à redução da quantidade no sangue da delavirdina observados nesta situação, em decorrência da indução do metabolismo da delavirdina.

Diltiazem

Quando coadministrado com a fenitoína este medicamento pode aumentar a concentração de fenitoína no sangue. Recomenda-se que a concentração plasmática de fenitoína seja monitorada.

Dissulfiram

Este fármaco inibe o metabolismo hepático (no fígado) da fenitoína. Caso você faça uso de dissulfiram e fenitoína, converse com seu médico, pois ele deverá monitorá-lo. A redução da dose de fenitoína pode ser necessária em alguns pacientes.

Estatinas metabolizadas pelo CYP3A4, como em particular atorvastatina, sinvastatina, lovastatina, fluvastatina e cerivastatina

A fenitoína pode diminuir a eficácia destes medicamentos. Portanto, informe ao seu médico, caso você faça uso destes medicamentos.

Fenilbutazona

Este fármaco aumenta o risco de toxicidade com a fenitoína, uma vez que reduz o metabolismo hepático da fenitoína e altera a fixação às proteínas plasmáticas.

Converse com seu médico, caso você faça uso de fenilbutazona e fenitoína, o médico irá monitorá-lo quanto á sinais de intoxicação da fenitoína.

Fluoracila e/ou prodrogas (como tegafur, gimeracila e oteracila)

Quando coadministrados com a fenitoína podem aumentar a concentração plasmática da fenitoína.

Folatos

Os folatos reduzem a eficácia da fenitoína. O uso concomitante do ácido fólico com a fenitoína resultou num aumento da frequência de crises convulsivas e na redução dos níveis de fenitoína em alguns pacientes. A fenitoína tem potencial de diminuir os níveis plasmáticos de folato e, portanto, deve ser evitada durante a gravidez.

Hidróxido de alumínio

A administração simultânea da fenitoína com hidróxido de alumínio pode acarretar na diminuição da concentração sérica (quantidade no sangue) da fenitoína.

Imatinibe

O uso concomitante de imatinibe e fenitoína reduz as concentrações plasmáticas do imatinibe devido à indução do seu metabolismo. Informe ao seu médico, caso você faça uso deste medicamento.

Irinotecano

O uso concomitante de irinotecano e fenitoína reduz a exposição ao irinotecano e ao seu metabólito ativo.

Informe ao seu médico, caso você faça uso deste medicamento.

Isoniazida

Informe ao seu médico, caso faça uso de isoniazida e fenitoína. Os pacientes recebendo ambos os fármacos devem ser rigorosamente observados quanto aos sinais de toxicidade da fenitoína.

Lidocaína

A lidocaína e a fenitoína pertencem à classe dos antiarrítmicos IB (medicamentos usados para arritmia (descompasso dos batimentos do coração). O uso concomitante pode resultar em depressão cardíaca aditiva. Além disso, existem evidências de que a fenitoína possa estimular o metabolismo no fígado da lidocaína resultando em uma redução da concentração sérica da lidocaína. O uso combinado deve ser administrado com cautela. O status cardíaco do paciente deve ser monitorado. Se possível, o tratamento concomitante deve ser evitado em pacientes com doença cardíaca conhecida.

Lopinavir

O uso concomitante de fenitoína e lopinavir pode resultar numa redução da concentração plasmática do lopinavir e pode causar redução na concentração da fenitoína. Informe ao seu médico, caso você faça uso deste medicamento.

Metotrexato

A administração concomitante de metotrexato e fenitoína reduz a eficácia da fenitoína devido à redução da sua absorção gástrica (no estômago). Além disso, há um aumento no risco de toxicidade do metotrexato.

Informe ao seu médico, caso você faça uso deste medicamento.

Posaconazol

A coadministração com a fenitoína, pode resultar na redução da concentração de posaconazol e no aumento da concentração de fenitoína. O uso concomitante de fenitoína e posaconazol deve ser evitado a menos que o potencial benefício justifique claramente o potencial risco. Informe ao seu médico, caso você faça uso deste medicamento.

Quetiapina

A coadministração de quetiapina e fenitoína reduz a eficácia da quetiapina. Pode ser necessário aumentar as doses de quetiapina para manter o controle dos sintomas psicóticos nos pacientes recebendo tratamento combinado.

Informe ao seu médico, caso você faça uso deste medicamento.

Salicilatos

Altas doses de salicilatos podem aumentar a concentração da fenitoína livre (ativa) no plasma. Entretanto, em geral não há necessidade de alteração da dose da fenitoína na maioria dos pacientes. Altas doses de salicilatos devem ser administradas com cautela a pacientes em tratamento com fenitoína, especialmente se os pacientes parecem propensos à intoxicação. Informe ao seu médico, caso você faça uso deste medicamento.

Sulfonamidas

Podem aumentar os riscos de toxicidade da fenitoína. Pode ser necessária uma redução na dose de fenitoína durante tratamento concomitante. Informe ao seu médico, caso você faça uso deste medicamento.

Tacrolimo

Quando estes fármacos são utilizados concomitantemente, os pacientes devem ser monitorados quanto à redução das concentrações plasmáticas do tacrolimo e consequente redução de sua eficácia. Informe ao seu médico, caso você faça uso deste medicamento.

Tipranavir

Recomenda-se cautela quando a fenitoína for prescrita a pacientes que estejam recebendo tipranavir. Informe ao seu médico, caso você faça uso deste medicamento.

Voriconazol

A fenitoína, quando administrada concomitantemente com o voriconazol, induz o metabolismo do voriconazol reduzindo o metabolismo da fenitoína. Recomenda-se um monitoramento frequente das concentrações de fenitoína e dos eventos adversos relacionados a fenitoína durante a coadministração. A fenitoína pode ser coadministrada com o voriconazol, se a dose de manutenção do voriconazol for aumentada de 4 mg/kg para 5 mg/kg por via intravenosa a cada 12 horas, ou de 200 mg para 400 mg por via oral a cada 12 horas (100 mg para 200 mg oral a cada 12 horas em pacientes com menos de 40 kg). Informe ao seu médico, caso você faça uso deste medicamento.

Erva de São João

O uso em associação com a fenitoína reduz a eficácia da fenitoína. O uso concomitante deve ser evitado. Caso o paciente continue o tratamento com Erva de São João durante terapia com a fenitoína, ele deve tomá-la de uma fonte confiável que assegure uma quantidade estável de ingrediente ativo. Além disso, os níveis de fenitoína devem ser monitorados e estabilizados e os sintomas de ausência de (aumento de crises epilépticas) devem ser&nbsp;cuidadosamente monitorados. Informe ao seu médico, caso você faça uso deste medicamento.&nbsp;

Etanol

A ingestão aguda de álcool pode aumentar as concentrações plasmáticas de fenitoína, enquanto que seu uso crônico pode diminuí-las. Os pacientes epilépticos que fazem uso crônico do álcool devem ser rigorosamente observados quanto ao decréscimo dos efeitos anticonvulsivantes. É necessário um acompanhamento rotineiro da concentração plasmática da fenitoína.

Interações entre Preparações Nutricionais/Alimentação Enteral

Relatos da literatura sugerem que pacientes que receberam preparações nutricionais enteral e/ou equivalentes de suplementos nutricionais têm níveis plasmáticos de fenitoína menores que os esperados. Portanto, sugere-se que Dantalin não seja administrado concomitantemente com preparação nutricional enteral. Nestes pacientes, pode ser necessária a monitoração mais frequente dos níveis séricos de fenitoína.

Interações com Testes Laboratoriais

A fenitoína pode causar diminuição dos níveis séricos de T4. Também pode produzir valores menores que os normais para teste de metirapona ou dexametasona. A fenitoína pode causar níveis séricos aumentados de glicose, fosfatase alcalina e gama glutamil transpeptidase. Deve-se ter cautela quando métodos imunoanalíticos forem utilizados para mensurar as concentrações&nbsp;plasmáticas de fenitoína.

Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.&nbsp;

Interação alimentícia: posso usar o Dantalin com alimentos?

Medicamento – alimento

Interações entre Preparações Nutricionais/Alimentação Enteral

Relatos da literatura sugerem que pacientes que receberam preparações nutricionais enteral e/ou equivalentes de suplementos nutricionais têm níveis plasmáticos de Fenitoína menores que os esperados. Portanto, sugere-se que Fenitoína não seja administrado concomitantemente com preparação nutricional enteral. Nestes pacientes, pode ser necessária a monitoração mais frequente dos níveis séricos de Fenitoína.

Qual a ação da substância do Dantalin (Fenitoína)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <p>Em um estudo duplo-cego, com um ano de dura&#xE7;&#xE3;o, Fenito&#xED;na e valproato foram igualmente eficazes na preven&#xE7;&#xE3;o de crises convulsivas ap&#xF3;s craniotomia (Beenen et al, 1999). Pacientes submetidos &#xE0; cirurgia de <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/tumor-cerebral/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">tumor cerebral</a>, trauma, ou les&#xF5;es vasculares foram randomizados no p&#xF3;s-operat&#xF3;rio para receber Fenito&#xED;na 100 miligramas (mg) 3 vezes ao dia (n = 50), ou valproato 500 mg 3 vezes ao dia (n = 50). A administra&#xE7;&#xE3;o foi iniciada por via intravenosa ap&#xF3;s a cirurgia e trocada, o mais r&#xE1;pido poss&#xED;vel, por administra&#xE7;&#xE3;o via oral (ou via tubo nasog&#xE1;strico). Sete pacientes de cada grupo apresentaram crises convulsivas. N&#xE3;o foram encontradas diferen&#xE7;as no tempo ou severidade da <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-convulsao-o-que-fazer-causas-sintomas-pode-matar/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">convuls&#xE3;o</a> nos dois grupos. Tamb&#xE9;m n&#xE3;o houve diferen&#xE7;a significativa no n&#xFA;mero de pacientes com necessidade de descontinua&#xE7;&#xE3;o da terapia devido a efeitos adversos (5 no grupo Fenito&#xED;na, 2 no grupo valproato).</p> <p>Testes neuropsicol&#xF3;gicos tamb&#xE9;m mostraram que n&#xE3;o houve diferen&#xE7;a significativa na fun&#xE7;&#xE3;o cognitiva dos grupos Fenito&#xED;na e valproato.</p> <p>Esse estudo mostra que ambos os medicamentos podem ser usados na profilaxia p&#xF3;s-operat&#xF3;ria. Uma vez que 4 pacientes apresentaram sua primeira convuls&#xE3;o no dia da cirurgia, os autores recomendam que a profilaxia seja iniciada na semana anterior &#xE0; cirurgia ou que seja administrada uma dose de ataque ap&#xF3;s a cirurgia.</p> <p>Em um estudo duplo-cego, controlado, a terapia de Fenito&#xED;na reduziu a epilepsia no p&#xF3;s-operat&#xF3;rio seguida de craniotomia (North et al, 1983). As concentra&#xE7;&#xF5;es de Fenito&#xED;na s&#xE9;rica foram mantidas dentro da faixa terap&#xEA;utica. A terapia de Fenito&#xED;na foi mantida por 12 meses, mas a maior prote&#xE7;&#xE3;o ocorreu durante os 3 primeiros meses de terapia.</p> <p>A Fenito&#xED;na &#xE9; eficaz em crises t&#xF4;nico-cl&#xF4;nicas (Grande Mal) e crises parciais complexas (lobo psicomotor, temporal). (AMA Department of Drugs, 1983). Em um estudo randomizado, duplo-cego, com 10 centros, 622 pacientes adultos com crise t&#xF4;nico-cl&#xF4;nica generalizada parcial e/ou secund&#xE1;ria obtiveram um &#xEA;xito maior no uso de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/carbamazepina/bula\" target=\"_blank\">carbamazepina</a> ou Fenito&#xED;na <em>versus </em>fenobarbital ou <a href=\"https://consultaremedios.com.br/primidona/bula\" target=\"_blank\">primidona</a>, durante um estudo de 2 anos (ou at&#xE9; a ocorr&#xEA;ncia de falha ou toxicidade). O insucesso do tratamento incluiu frequ&#xEA;ncia de crises convulsivas, toxicidade sist&#xEA;mica, e neurotoxicidade, como seria observado em ambiente de pr&#xE1;tica m&#xE9;dica. Considerando todos os efeitos colaterais, assim como a efic&#xE1;cia no controle de crises convulsivas, o &#xEA;xito foi maior com carbamazepina ou Fenito&#xED;na, intermedi&#xE1;rio com fenobarbital, e menor com primidona.</p> <p>Todas essas diferen&#xE7;as foram estatisticamente significativas. Carbamazepina e Fenito&#xED;na pareceram ser os agentes &#xFA;nicos globais mais eficazes no tratamento de crises t&#xF4;nico-cl&#xF4;nicas parciais ou generalizadas secund&#xE1;rias, ou ambas. O controle de crises t&#xF4;nico-cl&#xF4;nicas foi semelhante com todos os medicamentos em 12 meses, e foi baixo (47% carbamazepina, 36% fenobarbital, 38% Fenito&#xED;na, 35% primidona). O progn&#xF3;stico para controle completo de crises t&#xF4;nico-cl&#xF4;nicas tamb&#xE9;m foi semelhante com todos os 4 medicamentos (aproximadamente 45%). A carbamazepina foi superior ao fenobarbital no controle de crises parciais, assim como a primidona; a Fenito&#xED;na proporcionou controle intermedi&#xE1;rio. A carbamazepina foi associada com maior controle de crises parciais a cada momento de 6 meses, durante os 36 meses do seguimento. A diferen&#xE7;a mais not&#xE1;vel na avalia&#xE7;&#xE3;o de falha foi vista no uso de primidona, atribu&#xED;da &#xE0; toxicidade aguda (n&#xE1;usea, v&#xF4;mito, tontura e seda&#xE7;&#xE3;o); a diminui&#xE7;&#xE3;o da libido e a impot&#xEA;ncia foram mais comuns em pacientes tratados com primidona. A carbamazepina pode ser prefer&#xED;vel para crian&#xE7;as, adolescentes e mulheres, pois a Fenito&#xED;na foi associada a efeitos colaterais dism&#xF3;rficos.</p> <p>Dificuldades na cogni&#xE7;&#xE3;o foram mais comuns no uso de Fenito&#xED;na comparado ao uso de carbamazepina, e isso tamb&#xE9;m deve ser considerado na sele&#xE7;&#xE3;o. A carbamazepina ou Fenito&#xED;na devem ser indicadas para terapia inicial em adolescentes e adultos com crises t&#xF4;nico-cl&#xF4;nicas parciais ou generalizadas secund&#xE1;rias, ou ambos os tipos (Mattson et al, 1985b).</p> <p>Em um estudo prospectivo com 106 pacientes com hist&#xF3;rico de crises cl&#xF4;nico-t&#xF4;nicas parciais ou mistas n&#xE3;o tratadas, por 6 a 96 meses; os pacientes foram controlados com Fenito&#xED;na ou carbamazepina (monoterapia, com dose baseada nas concentra&#xE7;&#xF5;es s&#xE9;ricas). Vinte e seis pacientes permaneceram livres crises convulsivas por um per&#xED;odo de 2 anos. Uma an&#xE1;lise atuarial demonstrou que 35% dos pacientes poderiam entrar em um per&#xED;odo livre de convuls&#xF5;es, pelo menos 2 anos ap&#xF3;s o in&#xED;cio do tratamento; 73% teriam um per&#xED;odo de 2 anos livre de crises, ao final de 4 anos; e 8% teriam um per&#xED;odo de 2 anos livre de crises, ap&#xF3;s 8 anos de tratamento. A continua&#xE7;&#xE3;o de crises por at&#xE9; 2 anos ap&#xF3;s o in&#xED;cio do tratamento indicou um progn&#xF3;stico falho, e a probabilidade de controle das crises subsequentes diminuiu em 50%.</p> <p>Esse estudo concluiu que o padr&#xE3;o de longo prazo no controle de crises convulsivas &#xE9; amplamente usado durante os primeiros 2 anos de tratamento (Elwes et al, 1984).</p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Propriedades Farmacodin&#xE2;micas</h3> <p>A Fenito&#xED;na &#xE9; um medicamento que pode ser utilizado no tratamento da epilepsia. O principal local de a&#xE7;&#xE3;o parece ser o c&#xF3;rtex motor, onde a extens&#xE3;o da atividade das crises &#xE9; inibida. Possivelmente, pela estimula&#xE7;&#xE3;o da sa&#xED;da de s&#xF3;dio dos neur&#xF4;nios, a Fenito&#xED;na tende a estabilizar o limiar contra a hiperexcitabilidade causada pela estimula&#xE7;&#xE3;o excessiva ou altera&#xE7;&#xF5;es ambientais capazes de reduzir o gradiente da membrana s&#xF3;dica. Isto inclui a redu&#xE7;&#xE3;o de potencializa&#xE7;&#xE3;o p&#xF3;stet&#xE2;nica nas sinapses. A perda da potencializa&#xE7;&#xE3;o p&#xF3;s-tet&#xE2;nica previne os &#x201C;focus&#x201D; das crises corticais pela detona&#xE7;&#xE3;o das &#xE1;reas corticais adjacentes. A Fenito&#xED;na reduz a atividade m&#xE1;xima dos centros tronco-cerebrais respons&#xE1;veis pela fase t&#xF4;nica das crises t&#xF4;nico-cl&#xF4;nicas (crises de grande mal).</p> <h3>Propriedades Farmacocin&#xE9;ticas</h3> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de Fenito&#xED;na, a meia-vida plasm&#xE1;tica em humanos &#xE9;, em m&#xE9;dia, de 22 horas, com uma varia&#xE7;&#xE3;o de 7 a 42 horas. Os n&#xED;veis terap&#xEA;uticos no estado de equil&#xED;brio s&#xE3;o alcan&#xE7;ados em pelo menos 7 a 10 dias (5 a 7 meia-vidas) ap&#xF3;s o in&#xED;cio do tratamento com doses recomendadas de 300 mg/dia.</p> <p>Quando a determina&#xE7;&#xE3;o dos n&#xED;veis s&#xE9;ricos for necess&#xE1;ria, a mesma deve ser obtida pelo menos 5&#x2013;7 meia-vidas ap&#xF3;s o in&#xED;cio do tratamento, varia&#xE7;&#xE3;o da dose, adi&#xE7;&#xE3;o ou retirada de outro medicamento, de modo que o equil&#xED;brio ou estado de equil&#xED;brio j&#xE1; tenha sido alcan&#xE7;ado. Os n&#xED;veis de vale (ou m&#xED;nimos) fornecem informa&#xE7;&#xF5;es sobre a varia&#xE7;&#xE3;o dos n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos clinicamente eficazes e confirmam a ader&#xEA;ncia do paciente ao tratamento e s&#xE3;o obtidos momentos antes da administra&#xE7;&#xE3;o da pr&#xF3;xima dose ao paciente. Os n&#xED;veis de pico indicam um limiar individual para o aparecimento dos efeitos adversos dose-relacionados e s&#xE3;o obtidos no per&#xED;odo esperado de pico de concentra&#xE7;&#xE3;o.</p> <p>O controle &#xF3;timo sem sinais cl&#xED;nicos de toxicidade ocorre frequentemente com n&#xED;veis s&#xE9;ricos entre 10 e 20 mcg/ml, embora alguns casos moderados de epilepsia t&#xF4;nico-cl&#xF4;nica (grande mal) possam ser controlados com n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos menores de Fenito&#xED;na.</p> <p>Na maioria dos pacientes mantidos &#xE0; dose constante, foram alcan&#xE7;ados n&#xED;veis s&#xE9;ricos est&#xE1;veis da Fenito&#xED;na. Pode ocorrer uma ampla variabilidade interpaciente nos n&#xED;veis s&#xE9;ricos de Fenito&#xED;na em doses equivalentes. Pacientes com n&#xED;veis s&#xE9;ricos baixos fora do comum podem n&#xE3;o ter aderido ao tratamento com Fenito&#xED;na ou ent&#xE3;o hipermetaboliz&#xE1;-la. N&#xED;veis elevados fora do comum resultam de doen&#xE7;as hep&#xE1;ticas, defici&#xEA;ncia enzim&#xE1;tica cong&#xEA;nita ou intera&#xE7;&#xF5;es medicamentosas que resultam em interfer&#xEA;ncia metab&#xF3;lica. O paciente com amplas varia&#xE7;&#xF5;es nos n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Fenito&#xED;na, apesar de tratamento com doses padr&#xF5;es, representa uma dificuldade cl&#xED;nica. Nestes pacientes, a determina&#xE7;&#xE3;o dos n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos pode ser particularmente ben&#xE9;fica. Como a Fenito&#xED;na &#xE9; altamente ligada &#xE0;s prote&#xED;nas, os n&#xED;veis de Fenito&#xED;na livre podem ser alterados nos pacientes cujas caracter&#xED;sticas de liga&#xE7;&#xE3;o proteica s&#xE3;o diferentes das normais.</p> <p>A maior parte do f&#xE1;rmaco &#xE9; excretada na bile sob a forma de metab&#xF3;litos inativos que s&#xE3;o ent&#xE3;o reabsorvidos pelo trato intestinal e excretados na urina. A excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria da Fenito&#xED;na e seus metab&#xF3;litos ocorre parcialmente atrav&#xE9;s de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular, por&#xE9;m, de forma mais relevante, atrav&#xE9;s de secre&#xE7;&#xE3;o tubular. Uma vez que a Fenito&#xED;na sofre hidroxila&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica atrav&#xE9;s de um sistema enzim&#xE1;tico que &#xE9; satur&#xE1;vel em n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos elevados, pequenos aumentos de doses podem aumentar a meia-vida e produzir aumento bastante substancial nos n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos, quando estes est&#xE3;o acima da faixa terap&#xEA;utica m&#xE1;xima. O aumento da dose na ordem de 10% ou mais pode aumentar desproporcionalmente o n&#xED;vel do estado de equil&#xED;brio, resultando em intoxica&#xE7;&#xE3;o.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Dantalin?

Dantalin comprimidos deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Dantalin é um comprimido circular, de cor branca e sectado.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Fontes consultadas

Fonte: Bula do Profissional do Medicamento Hidantal® (apresentação comprimido).

Dizeres Legais do Dantalin

Reg. MS nº 1.0715.0095.001-0

Farm. Resp.:
João Carlos S. Coutinho
CRF-SP nº 30.349

Venda sob prescrição médica. Só pode ser vendido com retenção da receita.

Cazi Química Farmacêutica Indústria e Comércio Ltda.
Rua Antonio Lopes, 134 – Jandira – São Paulo
CEP: 06612-090 – Tel. (11) 4707-5155 – SAC 0800-7706632
CNPJ: 44.010.437/0001-81
Indústria Brasileira



100mg, caixa com 500 comprimidos (embalagem hospitalar)

Princípio ativo
:
Fenitoína
Classe Terapêutica
:
Antiepilépticos
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
C1 Branca 2 vias (Venda Sob Prescrição Médica - Este medicamento pode causar Dependência Física ou Psíquica)
Categoria
:
Convulsão E Epilepsia
Especialidade
:
Neurocirurgia e Neurologia

Bula do medicamento

Dantalin, para o que é indicado e para o que serve?

Dantalin é destinado ao tratamento de:

  • <li>Crises convulsivas (contra&#xE7;&#xF5;es s&#xFA;bitas e sem controle dos m&#xFA;sculos devido a altera&#xE7;&#xF5;es no c&#xE9;rebro) durante ou ap&#xF3;s neurocirurgia.</li> <li>Crises convulsivas, crises t&#xF4;nico-cl&#xF4;nicas (convuls&#xF5;es motoras que podem se repetir) generalizadas e crise parcial complexa (estado parado seguido de movimentos mastigat&#xF3;rios e fora de controle) (lobo psicomotor e temporal).</li> <li>Estado de mal epil&#xE9;ptico (ataques epil&#xE9;pticos prolongados e repetidos).</li>

Como o Dantalin funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>A <a href=\"https://consultaremedios.com.br/fenitoina/bula\" target=\"_blank\">fenito&#xED;na</a> &#xE9; um medicamento que pode ser utilizado no tratamento da <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-epilepsia-tipos-causas-sintomas-remedios-tem-cura/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">epilepsia</a> (transtorno caracterizado por epis&#xF3;dios recorrentes de altera&#xE7;&#xE3;o na fun&#xE7;&#xE3;o do c&#xE9;rebro devido &#xE0; s&#xFA;bita descarga dos neur&#xF4;nios, excessiva e desordenada). O principal local de a&#xE7;&#xE3;o parece ser a regi&#xE3;o do c&#xE9;rebro que inibe a propaga&#xE7;&#xE3;o das crises epil&#xE9;pticas. Ap&#xF3;s o uso oral, a fenito&#xED;na atinge n&#xED;veis terap&#xEA;uticos em pelo menos 7 a 10 dias ap&#xF3;s o in&#xED;cio do tratamento com doses recomendadas de 300 mg/dia.</p> "}

Quais as contraindicações do Dantalin?

Dantalin é contraindicado em pacientes que tenham apresentado reações intensas ao medicamento ou a outras hidantoínas.

Como usar o Dantalin?

Pacientes recebendo fenitoína devem ser alertados da importância de respeitarem estritamente o regime de dose prescrito e informarem aos seus médicos sobre qualquer condição clínica que o impossibilite de tomar o medicamento por via oral como prescrito (por ex. cirurgias).

Você deve tomar os comprimidos com líquido, por via oral.

Posologia do&nbsp;Dantalin

{"tag":"hr","value":" <p>Com o esquema posol&#xF3;gico, por via oral, os n&#xED;veis de efic&#xE1;cia se estabelecem em m&#xE9;dia ap&#xF3;s uma semana.</p> <p>Quando for necess&#xE1;rio efeito imediato, como nos controles de uma crise aguda e no estado de mal epil&#xE9;ptico, recomenda-se a forma injet&#xE1;vel, preferencialmente pela via intravenosa.</p> <p>As doses orais devem ser tomadas preferencialmente durante ou ap&#xF3;s as refei&#xE7;&#xF5;es. A interrup&#xE7;&#xE3;o do tratamento deve ser feita de forma gradual.</p> <h3>Uso adulto</h3> <h4>Crises convulsivas durante ou ap&#xF3;s neurocirurgia</h4> <h5>Tratamento e profilaxia</h5> <p>100 mg tr&#xEA;s vezes ao dia. Dose usual de manuten&#xE7;&#xE3;o de 300 a 400 mg/dia (dose m&#xE1;xima de 600 mg/dia).</p> <h4>Crises convulsivas, crises t&#xF4;nico-cl&#xF4;nicas generalizadas e crise parcial complexa (lobo psicomotor e temporal)</h4> <p>100 mg tr&#xEA;s vezes ao dia, dose de manuten&#xE7;&#xE3;o usual de 300 &#x2013; 400 mg/dia (dose m&#xE1;xima de 600 mg/dia).</p> <h4>Estado de mal epil&#xE9;ptico</h4> <p>Dose de ataque de 10 &#x2013; 15 mg/kg IV (n&#xE3;o exceder 50 mg/min), seguido por dose de manuten&#xE7;&#xE3;o de 100 mg por via oral ou intravenosa a cada 6 a 8 horas.</p> <h3>Uso em crian&#xE7;as</h3> <p>Crian&#xE7;as com mais de 6 anos e adolescentes podem necessitar da dose m&#xED;nima de adulto (300 mg/dia).</p> <h4>Crises convulsivas durante ou ap&#xF3;s neurocirurgia</h4> <h5>Tramento e profilaxia</h5> <p>5 mg/kg/dia divididos igualmente em&amp;nbsp;duas ou tr&#xEA;s administra&#xE7;&#xF5;es, at&#xE9; um m&#xE1;ximo de 300 mg/dia; a dose de manuten&#xE7;&#xE3;o usual &#xE9; de 4 a 8 mg/kg/dia</p> <p><strong>Crian&#xE7;as com mais de 6 anos podem necessitar da dose m&#xED;nima de adulto (300 mg/dia).</strong></p> <h4>Crises convulsivas, crises t&#xF4;nico-cl&#xF4;nicas generalizadas e crise parcial complexa (lobo psicomotor e temporal)</h4> <p>5mg/kg/dia divididos igualmente em duas ou tr&#xEA;s administra&#xE7;&#xF5;es, at&#xE9; um m&#xE1;ximo de 300 mg/dia; a dose de manuten&#xE7;&#xE3;o usual &#xE9; de 4 a 8 mg/kg/dia.</p> <p><strong>Crian&#xE7;as com mais de 6 anos podem necessitar da dose m&#xED;nima de adulto (300 mg/dia).</strong></p> <h3>Pacientes idosos</h3> <p>Inicialmente 3 mg/kg/dia em doses divididas; a dose deve ser ajustada de acordo com as concentra&#xE7;&#xF5;es s&#xE9;ricas de hidanto&#xED;na e de acordo com a resposta do paciente.</p> <p>A elimina&#xE7;&#xE3;o da fenito&#xED;na tende a diminuir com o aumento da idade. Portanto, pacientes idosos podem requerer doses menores.</p> <h3>Hipoalbuminemia</h3> <p>Pacientes hipoalbumin&#xEA;micos (estado, cujo n&#xED;vel de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/albumina-serica\" target=\"_blank\">albumina s&#xE9;rica</a> est&#xE1; abaixo do normal) concentra&#xE7;&#xE3;o de fenito&#xED;na s&#xE9;rica normal em pacientes n&#xE3;o hipoalbumin&#xEA;micos = concentra&#xE7;&#xE3;o de fenito&#xED;na s&#xE9;rica<br> observada em pacientes hipoalbumin&#xEA;micos, dividido por 0,25 vezes a concentra&#xE7;&#xE3;o de albumina mais 0,1.</br></p> <h3>Pacientes com doen&#xE7;a hep&#xE1;tica</h3> <p>Pode haver um aumento da concentra&#xE7;&#xE3;o de fenito&#xED;na livre em pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica (redu&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o do <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>); a an&#xE1;lise das concentra&#xE7;&#xF5;es de fenito&#xED;na livre pode ser &#xFA;til neste pacientes.</p> <h3>Gravidez</h3> <p>As necessidades de fenito&#xED;na s&#xE3;o maiores durante a gravidez, requerendo um aumento na dose em algumas pacientes. Ap&#xF3;s o parto, a dose deve ser reduzida para evitar toxicidade.</p> <h3>Pacientes com insufici&#xEA;ncia renal (redu&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins)</h3> <p>Pode haver um aumento da concentra&#xE7;&#xE3;o de fenito&#xED;na livre em pacientes com doen&#xE7;a renal; a an&#xE1;lise das concentra&#xE7;&#xF5;es de fenito&#xED;na livre pode ser &#xFA;til nestes pacientes.</p> <p>N&#xE3;o h&#xE1; estudos dos efeitos de Dantalin administrado por vias n&#xE3;o recomendadas. Portanto, por seguran&#xE7;a e para garantir a efic&#xE1;cia deste medicamento, a administra&#xE7;&#xE3;o deve ser somente por via oral, conforme recomendado pelo m&#xE9;dico.</p> <p><strong>Siga a orienta&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico, respeitando sempre os hor&#xE1;rios, as doses e a dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento.</strong></p> <p><strong>N&#xE3;o interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu m&#xE9;dico.</strong></p> <h2>O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Dantalin?</h2> <hr> <p>Caso esque&#xE7;a de administrar uma dose, administre-a assim que poss&#xED;vel. No entanto, se estiver pr&#xF3;ximo do hor&#xE1;rio da dose seguinte, espere por este hor&#xE1;rio, respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo tempo.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico.</strong></p> </hr>"}

Quais cuidados devo ter ao usar o Dantalin?

Os medicamentos que tratam a epilepsia não devem ter seu uso interrompido abruptamente devido ao possível aumento na frequência de crises, incluindo status epilepticus (quadro onde o paciente passa a ter crises convulsivas constantes).

Quando, a critério médico, houver necessidade de redução da dose, descontinuação do tratamento ou substituição por uma terapia alternativa, esta deve ser feita gradualmente. Entretanto, no evento de reação alérgica ou reação de hipersensibilidade (alergia ou intolerância), uma rápida substituição para uma terapia alternativa pode ser necessária. Neste caso, a terapia alternativa deve ser um medicamento antiepiléptico (que trata a epilepsia) não pertencente à classe das hidantoínas.

Converse com seu médico caso você tenha tido pressão baixa, insuficiência cardíaca (condição em que o coração é incapaz de bombear sangue suficiente para satisfazer as necessidades do corpo) ou infarto do miocárdio (lesão de parte do músculo cardíaco por falta de oxigênio).

Reações na pele com risco para a vida (Síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica) tem sido reportadas com o uso do Dantalin. Se os sinais ou sintomas da Sindrome de Stevens-Johnson ou da necrólise epidérmica tóxica (como por exemplo: rash (lesões avermelhadas) ou lesões de pele na forma de bolhas e que também podem acometer a mucosa surgirem, o tratamento com Dantalin deve ser interrompido. Se o rash for do tipo moderado (semelhante ao sarampo ou escarlatiniforme), o tratamento pode ser retomado após regressão completa do rash. Caso o rash reapareça ao reiniciar o tratamento, Dantalin ou outra fenitoína estão contraindicados.

Complicações hematopoiéticas (alterações na quantidade e/ou qualidade das células do sangue) algumas fatais, foram ocasionalmente relatadas como associadas à administração de fenitoína. Informe imediatamente seu médico se ocorrer trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas&nbsp;sanguíneas), granuloma (lesão inflamatória) da medula óssea reversível, leucopenia (redução dos glóbulos brancos no sangue), granulocitopenia (diminuição na contagem de granulócitos – células específicas dentro do grupo de células brancas (basófilos, eosinófilos e neutrófilos), agranulocitose (ausência de granulócitos) e pancitopenia (diminuição global das células do sangue (glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas) com ou sem supressão da medula óssea.&nbsp;

Um número de relatos sugeriu a existência de uma relação entre a administração de fenitoína e o desenvolvimento de linfadenopatia (local ou generalizada), incluindo hiperplasia (aumento na quantidade de células em um tecido ou órgão, sem formação de tumor) de nódulo linfático benigno, pseudolinfoma (infiltração benigna das células linfóides), linfoma (doença neoplásica do tecido linfóide) e doença de Hodgkin (doença maligna caracterizada por aumento progressivo de linfonodos, baço, e geralmente tecido linfóide). Embora uma relação causa-efeito não tenha sido estabelecida, a ocorrência de linfadenopatia indica a necessidade em diferenciar esta doença de outros tipos de doença de nódulo linfático. O comprometimento dos nódulos linfáticos pode ocorrer com ou sem sinais e sintomas semelhantes à doença do soro (reação alérgica que apresenta vários sintomas), como por exemplo, febre, rash (erupção cutânea) e comprometimento hepático (do fígado).

Em todos os casos de linfadenopatia recomenda-se acompanhamento médico por período prolongado e todo esforço deve ser empregado para se alcançar o controle das crises utilizando-se medicamentos antiepilépticos alternativos.

Uma pequena porcentagem de pacientes tratados com fenitoína demonstrou ter metabolização lenta do medicamento. O lento metabolismo pode ser justificado pela disponibilidade enzimática limitada e falta de indução. Isto parece ser geneticamente determinado.

A fenitoína e outras hidantoínas são contraindicadas em pacientes que apresentaram hipersensibilidade à fenitoína. Além disso, deve-se ter cautela ao utilizar medicamentos com estruturas similares (ex. barbitúricos, succinimidas, oxazolidinedionas e outros componentes relacionados) nestes mesmos pacientes.

Dantalin deve ser administrado com cautela em casos de discrasias sanguíneas (qualquer alteração envolvendo os elementos celulares do sangue, glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas), doença cardiovascular, diabetes mellitus, funções hepática, renal ou tireoideana prejudicadas.

Considerando os relatos isolados associando a fenitoína à exacerbação da porfiria (doença metabólica que se manifesta através de problemas na pele e/ou com complicações neurológicas), deve-se ter cautela quando Dantalin for utilizado em pacientes com esta doença.

Relatou-se hiperglicemia (aumento na taxa de açúcar no sangue) resultante de efeito inibitório da fenitoína na liberação de insulina. A fenitoína pode também aumentar as concentrações séricas de glicose em pacientes diabéticos.

A osteomalácia (amolecimento e enfraquecimento do osso) foi associada ao tratamento com fenitoína devido à interferência da fenitoína no metabolismo da Vitamina D.

A fenitoína não está indicada para crises devido à hipoglicemia (diminuição da taxa de açúcar no sangue) ou a outras causas metabólicas. Procedimentos adequados de diagnóstico devem ser realizados nestes casos.

As concentrações plasmáticas de fenitoína acima do intervalo considerado ideal podem produzir estado de confusão mental como delírio, psicose (alterações do comportamento) ou encefalopatia (comprometimento da função do cérebro), ou raramente, disfunção cerebelar irreversível. Portanto, recomenda-se o monitoramento dos níveis plasmáticos aos primeiros sinais de toxicidade aguda. A redução da dose de Dantalin está indicada se a concentração de fenitoína for excessiva; caso os sintomas persistam, o tratamento com Dantalin deve ser descontinuado. Foram relatados comportamentos ou intenções suicidas em pacientes tratados com medicamentos antiepilépticos em várias indicações. O mecanismo deste efeito não é conhecido e os dados disponíveis não excluem a possibilidade de um efeito aumentado para a fenitoína. Portanto, os pacientes devem ser monitorados quanto aos sinais de comportamento ou intenções suicidas e um tratamento adequado deve ser considerado. Informe ao médico caso surjam sinais de comportamento ou intenções suicidas.

Faça uma boa higiene dentária durante o tratamento com Dantalin, a fim de minimizar o desenvolvimento de hiperplasia gengival (aumento não inflamatório das gengivas produzido por fatores outros que a irritação local) e suas complicações.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Dantalin?

  • <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li>

Sistema Nervoso Central

As manifestações mais comuns observadas com o uso de fenitoína estão relacionadas a este sistema e são normalmente relacionadas à dose. Estas incluem nistagmo (movimento não controlado, rápido e repetitivo do globo ocular), ataxia (falta de coordenação dos movimentos e equilíbrio), dificuldade na fala, redução na coordenação e confusão mental. Foram também observadas vertigem (tontura), insônia (dificuldade para dormir), nervosismo transitório, contração da musculatura e cefaleia (dor de cabeça). Foram também relatados raros casos de discinesia (movimentos sem controle e anormais do corpo) induzida por fenitoína, incluindo coreia (movimentos de convulsão), distonia (contrações sem controle dos músculos), tremor e asterixe (movimentos anormais que afetam principalmente as extremidades, tronco ou mandíbula), similares aqueles induzidos pela fenotiazina e outros fármacos neurolépticos.

Polineuropatia periférica (doença dos nervos periféricos múltiplos simultaneamente) predominantemente sensorial foi observada nos pacientes recebendo tratamento a longo prazo com a fenitoína.

Distúrbios cognitivos tais como comprometimento da memória, amnésia, distúrbios de atenção e afasia (perturbação da formulação e compreensão da linguagem).

Sistema gastrintestinal

Náusea (enjoo), vômitos, constipação (prisão de ventre), hepatite tóxica (inflamação do fígado) e dano hepático (do fígado).

Sistema tegumentar (pele e tecido subcutâneo)

Manifestações dermatológicas algumas vezes acompanhadas de febre incluíram rash morbiliforme e escarlatiniforme. O rash morbiliforme (semelhante ao sarampo) é o mais comum; outros tipos de dermatites são observados mais raramente. Outras formas mais graves que podem ser fatais incluíram dermatite bolhosa (manifestação com bolhas na pele), esfoliativa (alteração da pele acompanhada de descamação) ou purpúrica (extravasamento de sangue para fora dos capilares da pele ou mucosa formando manchas roxas), lúpus eritematoso (doença multissistêmica auto-imune), Síndrome de Stevens-Jonhson (forma grave de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e grandes áreas do corpo) e necrólise epidérmica tóxica (quadro grave com erupção generalizada na pele, bolhas rasas extensas e áreas de necrose).

Sistema hemopoiético (sangue)

Complicações hemopoiéticas (das células do sangue), algumas fatais, foram ocasionalmente relatadas em associação com o uso de fenitoína. Estas incluíram trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas sanguíneas), leucopenia granulocitopenia, agranulocitose e pancitopenia com ou sem supressão da medula óssea. Embora tenham ocorrido macrocitose (aumento na quantidade de macrócitos no sangue) e anemia megaloblástica (com aumento na quantidade de megaloblastos), estas condições correspondem geralmente à terapia com ácido fólico. Foram relatados casos de linfadenopatia incluindo hiperplasiade nódulo linfático benigna, pseudolinfoma, linfoma e doença de Hodgkin.

Sistema do tecido conjuntivo e musculoesquelético

Acentuação das características faciais, aumento dos lábios, hiperplasia gengival, hipertricose (crescimento excessivo de pelo em locais inadequados, como nas extremidades, cabeça e costas) e doença de Peyronie (caracterizada por endurecimento do pênis que pode causar uma deformidade dolorosa).

Osteopenia (fraqueza dos ossos, mas não tão intensa quanto à osteoporose), osteoporose (doença caracterizada por fragilidade dos ossos), fraturas e diminuição da densidade mineral óssea, em pacientes em tratamento de longo prazo com Dantalin.

Sistema Cardiovascular

Parada cardíaca e periarterite nodosa (inflamação que leva a morte celular e ocorre principalmente nas artérias onde podem ocorrer dilatação e rompimento das mesmas) foram relatados com o tratamento oral de fenitoína.

Sistema Imunológico

Síndrome de hipersensibilidade (no qual se pode incluir, mas não se limitar aos sintomas tais como artralgia (dor nas articulações), eosinofilia, febre, disfunção hepática, linfadenopatia ou rash), lúpus eritematoso sistêmico (doença multissistêmica auto-imune), anormalidades de imunoglobulinas (proteínas que atuam na proteção do organismo).

Os eventos adversos clínicos adversos mais comumente observados com o uso de Dantalin em estudos clínicos&nbsp;foram:

Nistagmo (movimento involuntários dos olhos), vertigem (tontura), prurido (coceira), parestesia (sensações como ardor, formigamento e coceira, percebidos na pele), cefaleia, sonolência e ataxia (falta de coordenação dos movimentos). Com duas exceções, estes eventos são comumente associados à administração intravenosa ou intramuscular da fenitoína.

Eventos adversos ou alterações clínicas laboratoriais concomitantes sugerindo processo alérgico não foram observados.

Informe ao seu médico ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.&nbsp;

População Especial

Insuficiência hepática

Converse com seu médico caso você apresente efeitos tóxicos no fígado com o uso deste medicamento e insuficiência hepática aguda (diminuição súbita da função do fígado). Estes incidentes foram associados com uma síndrome de hipersensibilidade caracterizada por febre, erupções na pele e linfadenopatia (aparecimento de íngua), e normalmente&nbsp;ocorrem dentro dos 2 primeiros meses de tratamento. Outras manifestações comuns incluem icterícia (cor amarelada da pele e olhos), hepatomegalia (aumento de volume do fígado), níveis elevados de transaminase sérica (um marcador da função das células do fígado), leucocitose (aumento transitório no número dos glóbulos brancos, que são as células de defesa do sangue) e eosinofilia (aumento do número de eosinófilos, células específicas dentro do grupo de células brancas presentes no sangue).

A evolução clínica de hepatotoxicidade aguda de fenitoína varia de recuperação imediata á óbito (morte). Nestes pacientes com hepatotoxicidade aguda, o tratamento com Dantalin deve ser imediatamente descontinuado e não deve ser administrado novamente.

O fígado é o principal órgão de transformação da fenitoína; portanto converse com o seu médico caso você tenha insuficiência hepática, seja idoso, ou esteja gravemente doente, pois poderá apresentar sinais precoces de toxicidade.

Gravidez e amamentação

Diversos relatos sugerem que o uso de medicamentos antiepilépticos por mulheres epilépticas pode levar a efeitos teratogênicos (que causa malformação durante a gestação) em crianças nascidas destas mulheres. A maioria dos casos está relacionada à fenitoína e ao fenobarbital, que são os medicamentos para tratar a convulsão mais comumente indicados pelos médicos.

Relatos informais ou menos sistemáticos sugerem uma possível associação similar com o uso de todos os medicamentos anticonvulsivantes conhecidos. Uma relação causa-efeito definitiva não foi estabelecida uma vez que fatores genéticos ou a própria epilepsia podem ter papel importante na causa de anomalias (malformação) congênitas (ao nascimento). A grande maioria das gestantes epilépticas tratadas com medicamento antiepiléptico tem bebês normais. Deve-se estar atento ao fato de que o tratamento antiepiléptico não deve ser interrompido em pacientes nas quais o medicamento previne a ocorrência de crises epilépticas de grande mal (que acometem todo o corpo), devido à alta possibilidade de antecipação do estado de mal epiléptico acompanhado de hipóxia (falta de oxigênio em um ou mais tecidos) e de risco de morte. Em casos particulares, nos quais a gravidade e frequência das crises são tais que a retirada do medicamento não representa ameaça séria ao paciente, deve-se considerar a interrupção do tratamento antes ou durante a gravidez, embora não exista segurança que mesmo crises epilépticas menores não representem algum perigo ao desenvolvimento do feto.

Riscos à gestante

Durante a gravidez pode ocorrer um aumento na frequência das crises epilépticas em uma grande proporção de pacientes, devido a alterações farmacocinéticas da fenitoína. Por isso, recomenda-se um monitoramento frequente dos níveis plasmáticos de fenitoína em mulheres grávidas como guia para um ajuste posológico adequado. Contudo, após o parto, o paciente deverá verificar com seu médico a posologia a ser administrada. Converse com seu médico, caso tenha epilepsia e tenha suspeita de gravidez. O médico deverá aconselhar você durante a gravidez e avaliar a relação risco/benefício.

Pode ocorrer um distúrbio de sangramento grave (que implica em risco de morte) relacionado a níveis reduzidos coagulação que dependem da vitamina K em recém-nascidos cujas mães usaram fenitoína durante a gravidez.

Esta condição pode ser prevenida através do uso de vitamina K pela mãe antes do parto, e pelo recém-nascido após o parto.

Embora a fenitoína seja excretada no leite materno, há baixo risco aos recém-nascidos, desde que os níveis de fenitoína na mãe sejam mantidos dentro da faixa terapêutica (dose indicada para o tratamento).

Informe o seu médico se você está amamentando.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Pacientes idosos

Pacientes idosos podem requerer doses menores. Converse com o seu médico.

Qual a composição do Dantalin?

Cada comprimido contém:

100mg de Fenitoína.

Excipientes: estearato de magnésio, croscarmelose sódica, dióxido de silício, manitol, amido, gelatina, metilparabeno, propilparabeno e água purificada.

Apresentação do&nbsp;Dantalin

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimidos</h3> <p>Embalagem com 25 comprimidos.</p> <p><strong>Uso oral.</strong></p> <p><strong>Uso adulto e pedi&#xE1;trico.</strong></p> <p><strong>Medicamento similar equivalente ao medicamento de refer&#xEA;ncia.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Dantalin maior do que a recomendada?

A dose letal em pacientes pediátricos, ainda não é conhecida.

A dose letal em adultos é estimada em 2 a 5 g. Os sintomas iniciais são nistagmo, ataxia e disartria (dificuldade de articular as palavras). Outros sinais são&nbsp;tremor, hiperreflexia (síndrome associada com danos à medula espinal), letargia (estado geral de lentidão, desatenção ou desinteresse), fala arrastada, náuseas, vômitos. O paciente pode tornarse comatoso (em estado de coma) e hipotensivo (pressão baixa). A morte ocorre em decorrência da depressão respiratória e circulatória.

Existem variações acentuadas entre os indivíduos em relação aos níveis séricos de fenitoína em que pode ocorrer toxicidade. Diversas manifestações clínicas podem acontecer dependendo das concentrações de fenitoína no sangue.

Entre elas temos o nistagmo, a ataxia, a disartria (dificuldade em falar) e letargia (lentidão). Caso qualquer manifestação dessas apareça, o médico deve ser comunicado.

O tratamento não é específico já que não existe um antídoto conhecido.

O funcionamento adequado dos sistemas respiratório e circulatório deve ser cuidadosamente monitorado e, se necessário, deverão ser instituídas medidas de suporte adequadas.

Se o reflexo de vômito estiver ausente, as vias aéreas devem ser mantidas desobstruídas. Pode ser necessário o uso de oxigênio, vasopressores e ventilação assistida para depressões do SNC, respiratória e cardiovascular.

Finalmente, pode-se considerar o uso da hemodiálise uma vez que a fenitoína não é completamente ligada às proteínas plasmáticas (do sangue).

Transfusões sanguíneas totais têm sido utilizadas no tratamento de intoxicações severas em pacientes pediátricos.

Na superdosagem aguda, deve-se considerar a possibilidade da presença de outros depressores do SNC, incluindo o álcool.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Dantalin com outros remédios?

Ácido valpróico

Quando coadministrado com a fenitoína, o ácido valpróico reduz a concentração plasmática total de fenitoína. Além disso, o ácido valpróico aumenta a forma livre da fenitoína com possíveis sintomas de superdose (o ácido valpróico desloca a fenitoína de seus sítios de ligação às proteínas plasmáticas e reduz seu catabolismo hepático (do fígado)). Portanto, recomenda-se monitoramento clinico e quando os níveis plasmáticos de fenitoína forem determinados, a forma livre deve ser avaliada. Os níveis de metabólitos do ácido valpróico podem ser aumentados no caso de uso concomitante com a fenitoína. Portanto, se você estiver sendo tratado com estes dois fármacos você deve ser cuidadosamente monitorado para sinais de hiperamonemia (excesso de amônia no organismo).

Azapropazona

A azapropazona aumenta o risco de toxicidade, uma vez que o uso concomitante aumenta a quantidade da fenitoína no sangue. Informe ao seu médico, caso você também faça uso do medicamento azapropazona. O uso da azapropazona deve ser evitada nos pacientes que recebem tratamento com a fenitoína.

Barbituratos

Informe ao seu médico, caso você faça uso de barbiturato, visto que os pacientes ratados com fenitoína e um barbiturato devem ser observados quanto aos sinais de intoxicação com fenitoína caso o barbiturato seja retirado. O fenobarbital pode reduzir a absorção oral da fenitoína.

Beclamida

Casos individuais de leucopenia reversível foram associados com altas doses de beclamida (1,5 a 5 g por dia) usada junto com outros anticonvulsivantes (medicamentos que tratam a convulsão) como barbitúricos e fenitoína.

Informe ao seu médico se está fazendo uso de beclamida.

Ciprofloxacino

Quando coadministrado com a fenitoína, pode levar a uma diminuição da concentração dos níveis de fenitoína no sangue.

Cloranfenicol

Informe ao seu médico, caso você faça uso do medicamento cloranfenicol. Os pacientes recebendo simultaneamente fenitoína e cloranfenicol devem ser rigorosamente observados quanto aos sinais de intoxicação com a fenitoína, uma vez que o cloranfenicol reduz o metabolismo da fenitoína. A dose de anticonvulsivante deve ser reduzida, se necessário. A possibilidade de se usar um antibiótico alternativo deve ser considerada.

Corticosteroides

A fenitoína aumenta o clearance (eliminação) do corticosteroide reduzindo sua eficácia. A eficácia terapêutica do agente corticosteroide deve ser monitorada; pode ser necessário um aumento na dose do corticosteroide da ordem de 2 vezes ou mais durante tratamento combinado com a fenitoína. Recomenda-se monitoramento periódico dos níveis de fenitoína uma vez que doses maiores de fenitoína também podem ser necessárias, considerando que o corticosteroide pode aumentar ou reduzir os níveis de fenitoína.

Delavirdina

O uso em associação de delavirdina e fenitoína não é recomendado devido à redução da quantidade no sangue da delavirdina observados nesta situação, em decorrência da indução do metabolismo da delavirdina.

Diltiazem

Quando coadministrado com a fenitoína este medicamento pode aumentar a concentração de fenitoína no sangue. Recomenda-se que a concentração plasmática de fenitoína seja monitorada.

Dissulfiram

Este fármaco inibe o metabolismo hepático (no fígado) da fenitoína. Caso você faça uso de dissulfiram e fenitoína, converse com seu médico, pois ele deverá monitorá-lo. A redução da dose de fenitoína pode ser necessária em alguns pacientes.

Estatinas metabolizadas pelo CYP3A4, como em particular atorvastatina, sinvastatina, lovastatina, fluvastatina e cerivastatina

A fenitoína pode diminuir a eficácia destes medicamentos. Portanto, informe ao seu médico, caso você faça uso destes medicamentos.

Fenilbutazona

Este fármaco aumenta o risco de toxicidade com a fenitoína, uma vez que reduz o metabolismo hepático da fenitoína e altera a fixação às proteínas plasmáticas.

Converse com seu médico, caso você faça uso de fenilbutazona e fenitoína, o médico irá monitorá-lo quanto á sinais de intoxicação da fenitoína.

Fluoracila e/ou prodrogas (como tegafur, gimeracila e oteracila)

Quando coadministrados com a fenitoína podem aumentar a concentração plasmática da fenitoína.

Folatos

Os folatos reduzem a eficácia da fenitoína. O uso concomitante do ácido fólico com a fenitoína resultou num aumento da frequência de crises convulsivas e na redução dos níveis de fenitoína em alguns pacientes. A fenitoína tem potencial de diminuir os níveis plasmáticos de folato e, portanto, deve ser evitada durante a gravidez.

Hidróxido de alumínio

A administração simultânea da fenitoína com hidróxido de alumínio pode acarretar na diminuição da concentração sérica (quantidade no sangue) da fenitoína.

Imatinibe

O uso concomitante de imatinibe e fenitoína reduz as concentrações plasmáticas do imatinibe devido à indução do seu metabolismo. Informe ao seu médico, caso você faça uso deste medicamento.

Irinotecano

O uso concomitante de irinotecano e fenitoína reduz a exposição ao irinotecano e ao seu metabólito ativo.

Informe ao seu médico, caso você faça uso deste medicamento.

Isoniazida

Informe ao seu médico, caso faça uso de isoniazida e fenitoína. Os pacientes recebendo ambos os fármacos devem ser rigorosamente observados quanto aos sinais de toxicidade da fenitoína.

Lidocaína

A lidocaína e a fenitoína pertencem à classe dos antiarrítmicos IB (medicamentos usados para arritmia (descompasso dos batimentos do coração). O uso concomitante pode resultar em depressão cardíaca aditiva. Além disso, existem evidências de que a fenitoína possa estimular o metabolismo no fígado da lidocaína resultando em uma redução da concentração sérica da lidocaína. O uso combinado deve ser administrado com cautela. O status cardíaco do paciente deve ser monitorado. Se possível, o tratamento concomitante deve ser evitado em pacientes com doença cardíaca conhecida.

Lopinavir

O uso concomitante de fenitoína e lopinavir pode resultar numa redução da concentração plasmática do lopinavir e pode causar redução na concentração da fenitoína. Informe ao seu médico, caso você faça uso deste medicamento.

Metotrexato

A administração concomitante de metotrexato e fenitoína reduz a eficácia da fenitoína devido à redução da sua absorção gástrica (no estômago). Além disso, há um aumento no risco de toxicidade do metotrexato.

Informe ao seu médico, caso você faça uso deste medicamento.

Posaconazol

A coadministração com a fenitoína, pode resultar na redução da concentração de posaconazol e no aumento da concentração de fenitoína. O uso concomitante de fenitoína e posaconazol deve ser evitado a menos que o potencial benefício justifique claramente o potencial risco. Informe ao seu médico, caso você faça uso deste medicamento.

Quetiapina

A coadministração de quetiapina e fenitoína reduz a eficácia da quetiapina. Pode ser necessário aumentar as doses de quetiapina para manter o controle dos sintomas psicóticos nos pacientes recebendo tratamento combinado.

Informe ao seu médico, caso você faça uso deste medicamento.

Salicilatos

Altas doses de salicilatos podem aumentar a concentração da fenitoína livre (ativa) no plasma. Entretanto, em geral não há necessidade de alteração da dose da fenitoína na maioria dos pacientes. Altas doses de salicilatos devem ser administradas com cautela a pacientes em tratamento com fenitoína, especialmente se os pacientes parecem propensos à intoxicação. Informe ao seu médico, caso você faça uso deste medicamento.

Sulfonamidas

Podem aumentar os riscos de toxicidade da fenitoína. Pode ser necessária uma redução na dose de fenitoína durante tratamento concomitante. Informe ao seu médico, caso você faça uso deste medicamento.

Fabricante: Cazi

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