Chemicaltech Dosataxel

40mg/mL, caixa com 1 frasco-ampola com 0,5mL de solução de uso intravenoso + 1 ampola com 1,5mL de diluente (embalagem hospitalar)

Princípio ativo
:
Docetaxel
Classe Terapêutica
:
Agentes Antineoplásicos Taxanos
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Dispensação Sob Prescrição Médica Restrito a Hospitais)
Categoria
:
Câncer
Especialidade
:
Oncologia

Bula do medicamento

Dosataxel, para o que é indicado e para o que serve?

Câncer de mama adjuvante

Em associação com doxorrubicina e ciclofosfamida é indicado para o tratamento adjuvante (após a cirurgia) de pacientes com câncer de mama operável, com linfonodo positivo (cujas células cancerosas já atingiram os linfonodos).

Em associação com doxorrubicina e ciclofosfamida é indicado para o tratamento adjuvante (após a cirurgia) de pacientes com câncer de mama operável, linfonodo-negativo (cujas células cancerosas ainda não atingiram os linfonodos) e que tenham um ou mais fatores de alto risco, tais como&nbsp;tamanho do tumor > 2 cm, idade < 35 anos, status de receptor hormonal negativo, tumor grau 2 ou 3.

Em associação com doxorrubicina e ciclofosfamida seguida de docetaxel em associação com trastuzumabe (AC-TH) é indicado para o tratamento adjuvante (após a cirurgia) de pacientes com câncer de mama operável cujos tumores superexpressam o receptor tipo 2 do fator de crescimento epidérmico humano (HER2).

Em associação com trastuzumabe e carboplatina (TCH) é indicado para o tratamento adjuvante (após a cirurgia) de pacientes com câncer de mama operável cujos tumores superexpressam HER2.

Câncer de mama metastático

Em associação com doxorrubicina é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de mama localmente avançado ou com metástase (tumor espalhado para outras partes do corpo) que não receberam quimioterapia anterior para esta condição.

Em monoterapia é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de mama localmente avançado ou com metástase após falha de terapia citotóxica. Quimioterapia anterior deve ter incluído a administração de antraciclina ou agente alquilante.

Em associação com capecitabina é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de mama localmente avançado ou com metástase após falha de quimioterapia citotóxica. Terapia anterior deve ter incluído a administração de antraciclina.

Em associação com trastuzumabe é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de mama com metástase cujos tumores superexpressam o receptor tipo 2 do fator de crescimento epidérmico humano (HER2) e que anteriormente não receberam quimioterapia para doença com metástase.

Câncer de pulmão de não pequenas células

É indicado para o tratamento de pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células localmente avançado ou com metástase, mesmo após falha de quimioterapia anterior.

Em associação com cisplatina é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células inoperável, localmente avançado ou com metástase que não tenham recebido quimioterapia para esta condição previamente.

Câncer de ovário

Tratamento de tumor maligno metastático de ovário após falha de quimioterapia de primeira linha ou subsequente.

Câncer de próstata

Em associação com prednisona ou prednisolona é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de próstata com metástase androgênio independente (que não respondem ao tratamento hormonal).

Adenocarcinoma gástrico

Em associação com cisplatina e 5-fluoruracila é indicado para o tratamento de pacientes com tumor maligno avançado no estômago, incluindo a junção gastroesofágica (região que une estômago e esôfago), que não receberam quimioterapia anterior para a doença avançada.

Câncer de cabeça e pescoço

Em associação com cisplatina e 5-fluoruracila é indicado para o tratamento de indução de pacientes com tumor maligno de células escamosas de cabeça e pescoço localmente avançado na cavidade oral, orofaringe, hipofaringe e laringe.

Como o&nbsp;Dosataxel funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>O princ&#xED;pio ativo de Dosataxel (docetaxel) atua nos processos celulares impedindo que as c&#xE9;lulas consigam terminar o processo de divis&#xE3;o e multiplica&#xE7;&#xE3;o celular, reduzindo assim a prolifera&#xE7;&#xE3;o das c&#xE9;lulas tumorais.</p> "}

Quais as contraindicações do Dosataxel?

Dosataxel não deve ser utilizado nos seguintes casos:

  • <li>Em pacientes com hist&#xF3;ria de rea&#xE7;&#xF5;es al&#xE9;rgicas severas ao <a href="https://consultaremedios.com.br/docetaxel/bula" target="_blank">docetaxel</a> ou ao polissorbato 80;</li> <li>Em pacientes com contagem do n&#xFA;mero de neutr&#xF3;filos (quantidade de certo tipo de c&#xE9;lulas brancas do sangue) &lt; 1.500 c&#xE9;lulas/mm<sup>3</sup>;</li> <li>Em mulheres gr&#xE1;vidas;</li> <li>Em pacientes com redu&#xE7;&#xE3;o severa da fun&#xE7;&#xE3;o do <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c" target="_blank">f&#xED;gado</a>;</li> <li>Quando houver contraindica&#xE7;&#xF5;es a outros f&#xE1;rmacos, estas tamb&#xE9;m s&#xE3;o aplicadas quando associados com Dosataxel.</li>

Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes pediátricos.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem&nbsp;orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Como usar o Dosataxel?

Por ser um medicamento que deve ser manipulado e administrado exclusivamente por profissionais especializados, as orientações para manipulação, diluição, preparo da infusão intravenosa, administração e descarte do medicamento, bem como as posologias para os diferentes focos e períodos de tratamento estão contidas no texto de bula destinado aos profissionais de saúde.

Em caso de dúvidas, consulte o seu médico.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Dosataxel?

{"tag":"hr","value":" <p>Seu m&#xE9;dico ter&#xE1; as instru&#xE7;&#xF5;es de quando administrar este medicamento para voc&#xEA;. Entretanto, se voc&#xEA; acha que uma dose n&#xE3;o foi administrada, converse com seu m&#xE9;dico.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Dosataxel?

Dosataxel deve ser administrado somente sob a supervisão médica com experiência na utilização de medicamentos utilizados no tratamento do câncer.

Deverão estar disponíveis recursos de suporte apropriados, devido à possibilidade da ocorrência de reações alérgicas. Durante a administração, recomenda-se a realização de cuidadosa monitorização das funções vitais.

Um corticosteroide oral (veja a seguir para câncer de próstata), como dexametasona 16 mg/dia (por exemplo,&nbsp;8 mg, 2 vezes ao dia) durante 3 dias, com início no dia anterior à administração de Dosataxel, a menos que contraindicado, pode reduzir a incidência e a severidade da retenção de líquidos, assim como a severidade das reações alérgicas.

Dosataxel pode causar eventos adversos sérios, incluindo morte.

A chance de morte em pessoas recebendo Dosataxel é mais alta se o paciente:

  • <li>Tem problemas relacionados ao f&#xED;gado;</li> <li>Recebe doses elevadas de Dosataxel;</li> <li>Tem c&#xE2;ncer de pulm&#xE3;o de n&#xE3;o pequenas c&#xE9;lulas e foi tratado com medicamentos quimioter&#xE1;picos que contenham platina.</li>

Este medicamento reduz o número de alguns tipos de células do sangue em seu corpo. Devido a isso, você pode sangrar ou ter infecções mais facilmente. Para evitar esses problemas, evite o contato com pessoas próximas que estão doentes ou que tenham infecções. Lave as mãos frequentemente. Evite os esportes brutos ou outras situações onde você poderia se machucar, cortar ou ferir. Escove seus dentes delicadamente. Tenha cuidado ao usar objetos cortantes, incluindo navalhas e alicates de unha.

Converse com seu médico antes de vacinar-se contra a gripe ou com outras vacinas enquanto estiver recebendo este medicamento. Vacinas podem não funcionar tão bem, ou deixá-lo doente (com infecções graves ou fatais) enquanto estiver usando este medicamento.

O regime de pré-tratamento para câncer de próstata é dexametasona oral 8 mg, 12 horas, 3 horas e 1 hora antes da infusão de Dosataxel.

Reações alérgicas

Deve-se observar rigorosamente a ocorrência de reações alérgicas, especialmente durante a primeira e a segunda administração. Podem ocorrer reações alérgicas minutos após o início da administração de Dosataxel, sendo que devem estar disponíveis recursos para o tratamento da pressão baixa e contração dos brônquios e bronquíolos. Em pacientes que receberam pré medicação, ocorreram reações severas como erupções cutâneas e vermelhidão generalizada, pressão muito baixa, contração dos brônquios e bronquíolos ou muito raramente reação alérgica grave e fatal.

Reações alérgicas requerem interrupção imediata do tratamento e terapia apropriada. O retratamento com Dosataxel não é indicado caso ocorram reações alérgicas severas.

Neutropenia (diminuição do número de neutrófilos no sangue)

O estágio extremo da neutropenia ocorreu com uma mediana de 7 dias, porém, este intervalo pode ser menor em pacientes pré-tratados por longos períodos. Deve-se realizar frequente monitorização do exame de sangue completo em pacientes recebendo tratamento com docetaxel.

O tratamento deve ser retomado somente quando a contagem de neutrófilos retomar a um nível > 1.500 células/mm3.

Os pacientes tratados com Dosataxel em associação com cisplatina e 5-fluoruracila devem receber G-CSF (fator de estimulação de colônias de granulócitos) preventivo para aliviar o risco de neutropenia complicada (acompanhada de febre, prolongada ou infecção com neutropenia) e devem ser rigorosamente monitorizados.

Os pacientes tratados com Dosataxel em associação com doxorrubicina e ciclofosfamida (TAC) devem receber G-CSF (fator de estimulação de colônias de granulócitos) preventivo primário para diminuir o risco de neutropenia complicada (acompanhada de febre, prolongada ou infecção neutropênica) e devem ser rigorosamente monitorizados.

Reações na pele

Foi observada vermelhidão na pele, localizada nas extremidades (palma das mãos e planta dos pés), com inchaço seguido por descamação.

Sistema nervoso

O desenvolvimento de sinais e/ou sintomas neurossensoriais severos (da função da sensibilidade do sistema nervoso periférico) tem sido observado e requer uma redução de dose.

Graves sintomas neurossensoriais foram relatados, tais como parestesia (sensações cutâneas subjetivas como por ex., frio, calor, formigamento, pressão), disestesia (enfraquecimento ou alteração na sensibilidade dos sentidos, sobretudo do tato, entorpecimento), dor, podendo ser necessária a redução da dose ou interrupção do tratamento.

Toxicidade cardíaca (do coração)

Foi observada redução da função cardíaca em pacientes que receberam a associação de docetaxel e trastuzumabe, particularmente após quimioterapia contendo antraciclina (doxorrubicina ou epirrubicina). Tal reação mostrouse de moderada a severa e foi associada com morte.

Distúrbios da visão

Edema Macular Cistoide (EMC) (edema na mácula na retina que pode levar a alterações visuais) tem sido reportado em pacientes tratados com docetaxel, bem como com outros taxanos. Pacientes com visão comprometida devem ser submetidos a um exame oftalmológico completo. Em caso de diagnóstico de EMC, o tratamento com docetaxel deve ser descontinuado e tratamento apropriado deve ser iniciado.

Leucemia

No tratamento adjuvante do câncer de mama, o risco de mielodisplasia tardia ou leucemia mieloide (tipos decâncer da medula óssea) requer acompanhamento através de exame de sangue.

Excipientes

A quantidade de etanol no Dosataxel pode ser prejudicial em pacientes que sofrem de alcoolismo e também deve ser considerada nos pacientes do grupo de risco, como pacientes com redução da função do fígado ou com epilepsia.

Devem ser considerados possíveis efeitos sobre o Sistema Nervoso Central.

A quantidade de etanol no Dosataxel pode alterar o efeito de outros medicamentos.

Risco de uso por via de administração não recomendada

Não há estudos dos efeitos de docetaxel administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente pela via intravenosa.

Retenção de líquidos

Pacientes com retenção severa de líquidos, como presença de líquido na região da membrana que reveste os pulmões e cavidade do tórax, na membrana que reveste o coração e na cavidade abdominal devem ser rigorosamente monitorizados.

Pacientes com redução da função do fígado

Pacientes com níveis de enzimas hepáticas acima do limite normal têm maior risco de desenvolver reações adversas severas e devem ser rigorosamente monitorizados.

No caso de alterações bastante elevadas nos níveis de certas enzimas hepáticas e de bilirrubina, não é recomendado ajuste de dose e docetaxel não deve ser utilizado, salvo se estritamente indicado pelo médico.

Converse com o seu médico caso você tenha alguma doença do fígado.

Não existem dados disponíveis em pacientes com redução da função do fígado, tratados com docetaxel em associação.

Interação medicamento-medicamento

O metabolismo do docetaxel pode ser modificado pela administração concomitante de medicamentos que interagem com o citocromo P450-3A, tais como ciclosporina, terfenadina, cetoconazol, eritromicina e troleandomicina. Portanto, deve-se ter cautela quando da administração concomitante destas substâncias, visto que existe risco de interação significativa.

Deve-se ter cautela ao administrar cetoconazol a pacientes como terapia concomitante visto que existe risco de interação significante.

O docetaxel deve ser administrado com cautela caso o paciente receba concomitantemente inibidores de protease (ritonavir).

Informe o seu médico se você está tomando, ou tomou recentemente, qualquer outro medicamento, incluindo medicamentos obtidos sem prescrição médica.

Dosataxel ou a outra medicação podem não funcionar tão bem quanto esperado e você pode estar mais susceptível a eventos adversos.

Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Dosataxel?

As reações adversas consideradas possíveis ou provavelmente relacionadas à administração de docetaxel foram observadas em pacientes tratados com docetaxel isoladamente (monoterapia) ou em associação, com parâmetros da função do fígado normais.

A seguinte taxa de frequência é utilizada para as reações adversas:

  • <li>Muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento);</li> <li>Comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento);</li> <li>Incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento);</li> <li>Rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento);</li> <li>Muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li>

Reações relacionadas ao sangue

Diminuição da produção de células sanguíneas e outras reações adversas relacionadas ao sangue incluem:
Muito comuns:

Neutropenia (diminuição do número de neutrófilos no sangue) (96,6% dos casos) foi a reação adversa mais frequente em pacientes que não receberam fator estimulador de colônias de granulócitos e mostrou-se reversível e não cumulativa (atingiu-se o valor extremo inferior em média no sétimo dia e a duração mediana da neutropenia severa foi de sete dias); neutropenia grau 3/4 (32%) em pacientes tratadas com docetaxel e trastuzumabe; neutropenia febril (11,8%), infecções (20%) e anemia (< 11 g/dL);&nbsp;90,4% foram as reações ocorridas em pacientes tratados com docetaxel em monoterapia na dose de 100 mg/m2.

Comuns:

Infecções severas (4,6%) associadas com a contagem de neutrófilos < 500 células/mm3, trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas no sangue) (7,8%), hemorragia (2,4%) (raramente associada com trombocitopenia severa, infecções severas (5,7%, incluindo infecção generalizada e pneumonia, fatal em 1,7%) e anemia severa (8,9% (< 8 g/dL) ocorreram em pacientes tratados com docetaxel em monoterapia na dose de 100 mg/m2).

Incomum:

Trombocitopenia severa (0,2%).

Reações alérgicas

Muito comuns

Reações alérgicas (25,9%), ocorrendo geralmente dentro de poucos minutos após o início da administração de docetaxel, usualmente de intensidade leve a moderada. Os sintomas frequentemente relatados com o uso de docetaxel em monoterapia na dose de 100 mg/m2 foram vermelhidão, erupção na pele com ou sem coceira, aperto no peito, dor lombar, falta de ar e febre medicamentosa ou calafrio.

Comuns

Reações alérgicas severas (5,3%), que desapareceram após descontinuação da administração e emprego de tratamento apropriado.

Reações da pele

Muito comuns

Alterações nas unhas (27,9%) caracterizadas por alteração na cor, dor e descolamento; reações reversíveis na pele (56,6%) geralmente consideradas de intensidade leve a moderada. As reações foram caracterizadas por erupção na pele, incluindo erupções localizadas principalmente nos pés e mãos, mas também nos braços, face ou tórax, e frequentemente associadas com coceira.

Geralmente ocorreram erupções dentro de uma semana após a administração de docetaxel.

Comuns

Sintomas severos como erupções seguidas por descamação, que raramente causaram a interrupção do tratamento com docetaxel. E em monoterapia na dose de 100 mg/m2, foram relatados com menor frequência (5,9%). Em alguns casos vários fatores como infecções simultâneas, uso concomitante de medicamentos e doenças pré-existentes pode ter contribuído para o desenvolvimento destas reações.

Retenção de líquidos

Reações adversas relacionadas à retenção de líquidos foram obtidas de 92 pacientes tratados com 100 mg/m2 de docetaxel em monoterapia (utilizado isoladamente).

Muito comum

Retenção de líquidos em 64,1% dos pacientes que receberam 3 dias de pré-medicação.

Comuns

Retenção severa de líquidos (6,5%) em pacientes que receberam 3 dias de pré-medicação. Foram relatados eventos como inchaço periférico e com menor frequência presença de líquido na região da membrana que recobre o pulmão e cavidade do tórax, na membrana que recobre o coração, na cavidade abdominal e aumento de peso. O inchaço periférico geralmente inicia-se nas extremidades inferiores e pode generalizar-se com um aumento de peso igual ou superior a 3 kg. A retenção de líquidos é cumulativa em incidência e severidade.

A retenção de líquidos não tem sido acompanhada por episódios agudos de diminuição do volume urinário ou pressão baixa.

Reações do aparelho digestivo

As seguintes reações gastrintestinais foram relatadas em pacientes que receberam docetaxel em monoterapia na dose de 100 mg/m2:
Muito comuns:

Enjoo (40,5%), vômito (24,5%), diarreia (40,6%), anorexia (16,8%), estomatite (inflamação na mucosa da boca) (41,8%), perversão do paladar (10,1%).

Comuns:

Enjoo severo (4%), vômito severo (3%), diarreia severa (4%), dor abdominal (7,3%, sendo 1% dos casos severa), prisão de ventre severa (9,8%), estomatite severa (5,3%), esofagite (inflamação do esôfago) (1%), sangramento do aparelho digestivo (1,4%).

Incomuns:

Prisão de ventre severa (0,2%), esofagite (0,4%), sangramento severo do aparelho digestivo (0,3%).

Rara:

Perversão severa do paladar (0,07%).

Reações do sistema nervoso

Muito comuns

Sinais e/ou sintomas neurossensoriais de intensidade leve a moderada ocorreram em 50% dos pacientes no braço de docetaxel 100 mg/m2 em monoterapia; eventos neuromotores (relacionados ao movimento) (13,8%) principalmente caracterizados por fraqueza.

Comuns

Sintomas neurossensoriais severos (sensação anormal de ardor, formigamento ou coceira, percebida nas extremidades e sem motivo aparente e dor incluindo ardor) foram observados em 4,1% dos pacientes com câncer de mama com metástase, necessitando interrupção do tratamento em 2% dos casos; eventos neuromotores severos (4% dos casos) principalmente caracterizados por fraqueza. Quando estes sintomas ocorrerem, a dose deve ser ajustada.

Em caso de persistência dos sintomas, o tratamento deve ser interrompido.

Reações cardiovasculares (relacionadas ao coração e ao sistema vascular)

Os eventos cardiovasculares em pacientes que receberam docetaxel em monoterapia na dose de 100 mg/m2&nbsp;consistiram em:
Muito comuns:

Pressão baixa (3,8%), disritmia (4,1%) e pressão alta (2,4%). Na terapia combinada com docetaxel no tratamento adjuvante do câncer de mama foram relatadas disritmia, todos os graus (3,9%); pressão baixa, todos os graus (1,5%) e insuficiência cardíaca congestiva (incapacidade do coração de bombear o sangue em direção ao resto do corpo) (2,3% numa mediana de 70 meses de acompanhamento). Um paciente morreu devido à insuficiência cardíaca. Incomuns: insuficiência cardíaca (incapacidade do coração em desempenhar suas funções) (0,5%).

Reações relacionadas ao fígado

Comuns

Em pacientes tratados com 100 mg/m2 de docetaxel isoladamente, foram observados aumentos dos níveis sanguíneos das enzimas transaminases (TGP/TGO), da bilirrubina (pigmento amarelo produto da degradação da hemoglobina) e da enzima fosfatase alcalina, superiores a 2,5 vezes o limite superior da normalidade, em menos de 5% dos pacientes.

Outros

Em pacientes tratados com docetaxel em monoterapia na dose de 100 mg/m2 ocorreram as seguintes reações:
Muito comuns:

Perda de cabelo (79%), fraqueza (62,6%, sendo severa em 11,2% dos casos), dor muscular (20%), falta de ar (16,1%), dor generalizada ou localizada (16,5%).

Comuns:

Dor nas articulações (8,6%), falta de ar severa (2,7%), dor torácica (4,5%) sem qualquer envolvimento respiratório ou cardíaco; reações no local de administração, geralmente leves, ocorreram em 5,6% dos pacientes e consistiram de alteração da cor, inflamação, vermelhidão ou secura da pele, inflamação da veia ou extravasamento e inchaço da veia.

Incomuns:

Perda de cabelo severa (0,5%), dor generalizada ou localizada severa (0,8%), dor torácica severa (0,4%) sem qualquer envolvimento respiratório ou cardíaco.

De uma forma geral, os padrões de eventos adversos observados nos pacientes tratados com docetaxel em terapia combinada com doxorrubicina são similares àqueles observados em pacientes tratados com docetaxel isoladamente.

Terapia combinada com docetaxel no tratamento adjuvante (após a cirurgia) do câncer de mama operável linfonodo positivo (cujas células cancerosas já atingiram os linfonodos), e linfonodo negativo (cujas células cancerosas ainda não atingiram os linfonodos) de alto risco

Eventos adversos clinicamente importantes relacionados ao tratamento em pacientes recebendo docetaxel em associação com doxorrubicina e ciclofosfamida - TAC [estudoTAX 316]

Os dados a seguir referem-se a eventos adversos emergentes relacionados ao tratamento de 744 pacientes com câncer de mama linfonodo-positivo que foram tratados com docetaxel 75 mg/m2 a cada 3 semanas em associação com doxorrubicina e ciclofosfamida (estudo TAX 316). Tais eventos estão classificados em quaisquer eventos e eventos de Grau 3/4.

Muito comuns:

Anemia (diminuição de glóbulos vermelhos do sangue) (92,1%), neutropenia (diminuição do número de neutrófilos no sangue) (71,8%, G3/4: 65,3%), febre na ausência de infecção (36,6%), trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas no sangue) (39,5%), infecção (29,2%), neutropenia febril (24,6%), infecção neutropênica (17,3%), inchaço periférico (26,6%), ganho de peso (12,5%), neuropatia sensorial periférica (doença que afeta os nervos sensoriais periféricos) (23,1%), perda de cabelo (97,7%), alterações na pele (16,1%), alterações nas unhas (18,4%), enjoo (80,4%), estomatite (68,4%), vômito (42,5%), diarreia (30,9%), perversão do paladar (27,3%), prisão de ventre (24,5%), anorexia (19,9%), ausência de menstruação (26,2%), fraqueza (79,2%; G3/4: 11,0%), dor muscular (22,8%), dor nas articulações (15,1%), lacrimejamento (10,1%), fogacho (21,4%).

Comuns:

Reações alérgicas (9,0%), anemia G3/4 (4,2%), trombocitopenia G3/4 (2,0%), infecção G3/4 (3,2%), neuropatia periférica motora (doença que afeta os nervos periféricos motores) (2,7%), enjoo G3/4 (5,1%), estomatite G3/4 (7,1%), vômito G3/4 (4,3%), diarreia G3/4 (3,2%), anorexia G3/4 (2,2%), dor abdominal (6,5%), tosse (3,0%), arritmia cardíaca (2,8%), pressão baixa (1,5%), conjuntivite (3,8%), perda de peso (2,6%).

Incomuns:

Inchaço periférico G3/4 (0,4%), linfoedema (inchaço decorrente de alterações na circulação linfática) (0,3%), perda de peso G3/4 (0,3%), desmaio (0,4%), alterações na pele G3/4 (0,7%), alterações nas unhas G3/4 (0,4%), perversão do paladar G3/4 (0,7%), prisão de ventre G3/4 (0,4%), dor abdominal G3/4 (0,5%), arritmia cardíaca G3/4 (0,3%), inflamação das veias (0,9%), dor muscular G3/4 (0,8%), dor nas articulações G3/4 (0,4%), lacrimejamento G3/4 (0,1%), reações alérgicas G3/4 (0,9%), sonolência (0,3%), fogacho G3/4(0,9%).

Foram observadas as reações adversas abaixo nos pacientes durante o período do estudo.

Febre e Infecção - Muito comuns:

Febre na ausência de infecção (36,6%), infecção (29,2%).

Febre e Infecção - Comuns:

Infecção G3/4 (3,2%).

Não houve óbito devido à infecção generalizada durante o período do estudo.

Eventos no aparelho digestivo:

Além dos eventos do aparelho digestivo mencionados acima, sete pacientes apresentaram perfuração ampla do intestino/inflamação do intestino. Dois desses pacientes requereram interrupção do tratamento; não houve óbitos devido a esses eventos durante o período do estudo.

Foram relatadas as reações cardiovasculares emergentes abaixo devido ao tratamento durante o período do estudo.

Eventos cardiovasculares - Comuns:

Arritmia (descompasso dos movimentos do coração), todos os: graus (6,2%), pressão baixa, todos os graus (1,9%) e insuficiência cardíaca congestiva (3,5%).

Vinte e seis pacientes no grupo TAC desenvolveram insuficiência cardíaca congestiva durante o período do estudo, sendo a maioria dos casos reportada no período de acompanhamento.

Dois pacientes do grupo TAC e 4 pacientes no grupo FAC faleceram devido a insuficiência cardíaca congestiva.

O risco de insuficiência cardíaca congestiva é mais alto no grupo TAC no primeiro ano de uso do medicamento.

Leucemia Mieloide Aguda (LMA) / Síndrome Mielodisplástica (tipos de câncer da medula óssea) - Incomum:

A LMA ocorreu em 0,4% dos pacientes que receberam docetaxel, doxorrubicina e ciclofosfamida e em 0,1% dos pacientes que receberam fluoruracila, doxorrubicina e ciclofosfamida.

Um paciente do grupo TAC faleceu devido a LMA durante o período de acompanhamento.

Outras reações persistentes (eventos aversos mais comuns que persistem durante o período de acompanhamento do grupo TAC) - Muito comum:

Perda de cabelo (92,3%), fraqueza (31,7%), ausência de menstruação (27,2%).

Dentre os eventos adversos que persistiram no período de acompanhamento em mais que 1% dos pacientes, a maioria dos eventos foram revertidos, no entanto, a ausência de menstruação (59,9%) e o linfoedema (54,5%) foram persistentes nos pacientes do grupo TAC.

Eventos adversos clinicamente importantes relacionados ao tratamento em pacientes recebendo docetaxel em associação com doxorrubicina e ciclofosfamida (GEICAM 9805)

O texto a seguir apresenta eventos adversos emergentes observados em 532 pacientes com câncer de mama linfonodo negativo que foram tratados com docetaxel 75 mg/m2 a cada 3 semanas em associação com doxorrubicina 50 mg/m2 e ciclofosfamida 500 mg/m2 (GEICAM 9805). Tais eventos estão classificados em quaisquer eventos e eventos de Grau 3/4.

Muito comuns:

Anemia (94,7%), neutropenia (71,1%, G3/4: 50,8%), pirexia (febre na ausência de infecção) (17,9%), trombocitopenia (12,0%), infecção (15,4%), inchaço periférico (16,4%), neuropatia sensorial periférica (doença que afeta os nervos sensoriais periféricos) (14,7%), perda de cabelo (95,3%), alterações na pele (16,5%), alterações nas unhas (19,7%), enjoo (70,7%), estomatite (54,5%), vômito (54,3%), diarreia (26,3%), perversão do paladar (15,8%), prisão de ventre (19,7%), anorexia (16,2%), dor abdominal (12,0%), ausência de menstruação (20,3%), fogacho (13,3%), fraqueza (72,0%), dor muscular (19,4%), dor nas articulações (16,4%), conjuntivite (20,1%).

Comuns:

Anemia G3/4 (1,3%), trombocitopenia G3/4 (1,1%), infecção G3/4 (1,1%), neutropenia febril (9,6%), infecção neutropênica (6,6%, G3/4: 1,3%), reações alérgicas (3,6%), ganho de peso (3,4%), neuropatia motora periférica (doença que afeta os nervos motores periféricos) (2,3%), enjoo G3/4 (4,9%), estomatite G3/4 (4,5%), vômito G3/4 (4,1%), diarreia G3/4 (3,6%), tosse (2,1%), arritmia (2,1%), inflamação das veias (1,1%), fraqueza G3/4 (8,5%), lacrimejamento (5,1%).

Incomuns:

Reações alérgicas G3/4 (0,2%), linfedema (0,8%), perda de peso (0,8%), neuropatia sensorial periférica G3/4 (0,2%), sonolência (0,2%), neurotoxicidade (0,6%), desmaio (0,6%), perda de cabelo G3/4 (0,2%), alterações na pele G3/4 (0,6%), alterações nas unhas G3/4 (0,6%), perversão do paladar G3/4 (0,6%), prisão de ventre G3/4 (0,8%), anorexia G3/4 (0,6%), dor abdominal G3/4 (0,2%), arritmia G3/4 (0,2%), pressão baixa (0,8%), dor muscular G3/4 (0,6%), conjuntivite G3/4 (0,2%).

Os dados a seguir demonstram que a incidência de neutropenia grau 4, neutropenia febril e infecção neutropênica foi diminuída em pacientes que receberam tratamento preventivo primário com G-CSF após obrigatoriedade desse tratamento no braço TAC.

Complicações neutropênicas em pacientes recebendo TAC com ou sem terapia preventiva primária com G-CSF (GEICAM 9805)

Com profilaxia primária com G-CSF -&nbsp;N = 421, n(%)
Muito comum:

Neutropenia grau 4 - 135 (32,1%).

Comuns:

Neutropenia febril -&nbsp;23 (5,5%); infecção neutropênica: 21 (5,0%); infecção neutropênica grau 3/4 -&nbsp;5 (1,2%).

Sem profilaxia primária com G-CSF -&nbsp;N = 111, n(%)
Muito comuns:

Neutropenia grau 4 -&nbsp;104 (93,7%); neutropenia febril -&nbsp;28 (25,2%); infecção neutropênica -&nbsp;14 (12,6%).

Comum:

Infecção neutropênica grau 3/4 -&nbsp;2 (1,8%).

Dos 532 pacientes tratados com TAC, 28,2% apresentaram eventos adversos severos e relacionados ao tratamento.

Reduções de dose devido à toxicidade ao sangue ocorreram em 1,5% dos ciclos. 4,7% dos pacientes descontinuaram o tratamento devido a eventos adversos; febre na ausência de infecção e neutropenia sendo as razões mais comuns para descontinuação. Não houve óbito no período de 30 dias após o último tratamento do estudo. Nenhum óbito foi considerado como relacionado ao docetaxel.

Febre e infecção

Não houve óbitos devido à infecção generalizada.

Eventos no aparelho digestivo

Não foram relatados casos de inflamação do intestino/perfuração ampla do intestino. Outros eventos no aparelho digestivo estão relatados acima.

Eventos cardiovasculares

Em uma mediana de 77 meses de acompanhamento, foi relatado um caso de insuficiência cardíaca congestiva (ICC). A condição foi resolvida.

Leucemia Aguda / Síndrome Mielodisplástica (tipos de câncer da medula óssea)

Em um período mediano de 77 meses de acompanhamento, leucemia aguda ocorreu em um de 532 (0,2%) pacientes que receberam docetaxel, doxorrubicina e ciclofosfamida, tratando-se, portanto, de uma reação incomum. Não houve casos relatados de pacientes que receberam fluoruracila, doxorrubicina e ciclofosfamida.

Nenhum paciente foi diagnosticado com síndrome mielodisplástica em nenhum dos grupos de tratamento.

Outras reações persistentes

Os&nbsp;eventos abaixo foram observados em um tempo mediano de 77 meses de acompanhamento.

Muito comuns:

Ausência de menstruação (7/18), linfoedema (4/5), neuropatia sensorial periférica (3/10).

Comum:

Perda de cabelo (3/49).

Terapia combinada com docetaxel e capecitabina para câncer de mama

Para a terapia com associação de docetaxel e capecitabina, os efeitos indesejáveis mais frequentes relacionados ao tratamento (5%) relatados no estudo de fase III em pacientes com câncer de mama com falha ao tratamento com antraciclina estão apresentados abaixo.

Resumo de eventos adversos ao menos remotamente relatados em 5% de pacientes tratados em associação com docetaxel e capecitabina
Muito comuns:

Estomatite (67%, G3/4: 18%), diarreia (64%, G3/4: 14%), enjoo (43%), vômito (33%), prisão de ventre (14%), dor abdominal (14%), má digestão (12%), síndrome mão-pé (63%, G3: 24%), perda de cabelo (41%), alterações nas unhas (14%), astenia (23%), febre (21%), fadiga (21%), fraqueza (13%), perversão do paladar (15%), sensação anormal como ardor, formigamento e coceira, percebidos na pele e sem motivo aparente (11%), anorexia (12%), diminuição do apetite (10%), lacrimejamento aumentado (12%), dor muscular (14%), dor nas articulações (11%), inchaço do membro inferior (14%), dor de garganta (11%).

Comuns:

Enjoo (G3/4: 6%), vômito (G3/4: 4%), prisão de ventre (G3/4: 1%), dor abdominal (G3/4: 2%), dor abdominal superior (9%), boca seca (5%), perda de cabelo (G3/4: 6%), alterações nas unhas (G3/4: 2%), dermatite (8%), erupção na pele com vermelhidão (8%), descoloração das unhas (6%), descolamento das unhas (5%, G3/4: 1%), astenia (G3/4: 3%), febre (G3/4: 1%), fadiga (G3/4: 4%), fraqueza (G3/4: 1%), dor no membro (9%), sonolência anormal (6%), dor (6%), vertigem (9%), dor de cabeça (7%), neuropatia periférica (doença que afeta os nervos periféricos) (5%), anorexia (G3/4: 1%), desidratação (8%, G3/4: 2%), diminuição de peso (6%), dor muscular (G3/4: 2%), dor nas articulações (G3/4: 1%), dor nas costas (7%, G3/4: 1%), inchaço do membro inferior (G3/4: 1%), dor de garganta (G3/4: 2%), falta de ar (7%, G3/4: 1%), tosse (6%), sangramento nasal (5%), candidíase oral (6%).

Incomuns:

Erupção na pele com vermelhidão (G3/4: <1), dor no membro (G3/4: <1), perversão do paladar (G3/4: <1), sensação anormal como ardor, formigamento e coceira, percebidos na pele e sem motivo aparente (G3/4: <1), dor de cabeça (G3/4: <1), tosse (G3/4: <1), sangramento nasal (G3/4: <1), candidíase oral (G3/4: <1).

As frequentes anormalidades de grau 3 e 4, quando da combinação de docetaxel e capecitabina, foram:
Muito comuns:

Neutropenia (63%), anemia (10%).

Comuns:

Trombocitopenia (3%), aumento do pigmento amarelo (bilirrubina) no sangue (9%).

Terapia combinada com docetaxel e trastuzumabe para câncer de mama

Os dados abaixo mostram os eventos adversos (todos os graus), que foram relatados em 10% de pacientes tratados com docetaxel e trastuzumabe para câncer de mama metastático.

Muito comuns

Astenia (45%), fadiga (24%), inflamação na mucosa (23%), febre (29%), dor (12%), dor no peito (11%), gripe como doença (12%), calafrios (11%), perda de cabelo (67%), alterações nas unhas (17%), erupção (24%), vermelhidão (23%), inchaço periférico (40%), aumento de peso (15%), linfedema (11%), enjoo (43%), diarreia (43%), vômito (29%), prisão de ventre (27%), estomatite (20%), dor abdominal (12%), má digestão (14%), sensação anormal como ardor, formigamento e coceira, percebidos na pele e sem motivo aparente (32%), dor de cabeça (21%), perversão do paladar (14%), perda ou diminuição de sensibilidade (11%), neutropenia febril* ou infecção generalizada causada por neutropenia (23%), infecção da mucosa da garganta próxima ao nariz (15%), dor muscular (27%), dor nas articulações (27%), dor nas extremidades (16%), dor nas costas (10%), dor óssea (14%), tosse (13%), falta de ar (14%), dor na faringe e na laringe (16%), sangramento nasal (18%), corrimento nasal (12%), lacrimejamento aumentado (21%), conjuntivite (12%), anorexia (22%), insônia (11%), toxicidade às unhas (11%).

Comum

Sonolência anormal (7%).

*Esses números incluem pacientes com termos preferidos neutropenia febril, infecção generalizada causada por neutropenia ou neutropenia que foi associado com febre (e uso de antibiótico). Houve uma incidência aumentada de eventos adversos graves (EASs) (40% versus 31%) e eventos adversos (EAs) de grau 4 (34% versus 23%) no braço associado comparado à monoterapia com docetaxel.

Toxicidade relacionada ao coração

Foi relatada insuficiência cardíaca sintomática em 2,2% das pacientes que receberam docetaxel e trastuzumabe comparado a 0% das pacientes tratadas somente com docetaxel. No braço com docetaxel e trastuzumabe, 64% receberam anteriormente uma antraciclina como terapia adjuvante, comparada com 55% no braço com docetaxel isolado.

Toxicidade relacionada ao sangue

Foi relatada neutropenia grau 3/4 em 32% das pacientes tratadas com docetaxel e trastuzumabe.

Terapia combinada com docetaxel para o tratamento adjuvante de pacientes com câncer de mama operável cujos tumores superexpressam HER2 e que receberam ou AC-TH ou TCH

Eventos adversos (EAs) relacionados ao tratamento do estudo, ocorrendo em qualquer período durante o estudo.

Segurança populacional (incidência ≥ 5% para os EAs não cardíacos; incidência ≥ 1% para os EAs cardíacos).

Pacientes que receberam AC-TH
Muito comuns:

Perda de cabelo (98,0%), hemoglobinab&nbsp;(97,0%), enjoo (87,2%), leucócitosb (87,0%, G3/4: 60,2%), neutrófilosb (86,3%, G3/4: 71,3%), fadiga (81,3%), estomatite/faringite (65,0%), vômito (55,3%), TGP (ALT – enzima do fígado)b (54,2%), retenção de líquidob,c (52,2%), dor muscular (50,9%), diarreia (45,3%), neuropatia sensorial (44,8%), TGO (AST – enzima do fígado)b&nbsp;(42,5%), dor nas articulações (39,7%), alterações nas unhas (39,6%), plaquetas (32,8%), fluxo menstrual irregular (29,1%, G3/4: 19,9%), perversão do paladar (27,2%), prisão de ventre (27,1%), erupção/descamação (25,9%), fogachos/rubor (21,5%), lacrimejamento (21,3%), fosfatase alcalinab (19,3%), anorexia (19,2%), má digestão/azia (19,0%), dor de cabeça (16,4%), falta de ar (15,5%), aumento de peso (14,9%), infecção sem neutropenia (12,6%), dor abdominal ou cólica (12,4%), insônia (11,1%), neutropenia acompanhada de febre (10,9%, G3/4: 10,9%), febre (sem neutropenia) (10,9%).

Comuns:

Hemoglobinab (G3/4: 3,2%), enjoo (G3/4: 5,3%), fadiga (G3/4: 6,6%), estomatite/faringite (G3/4: 3,0%), vômito (G3/4: 6,4%), TGP (ALT)b (G3/4: 1,8%), retenção de líquidob,c (G3/4: 1,5%), dor muscular (G3/4: 4,9%), diarreia (G3/4: 5,1%), neuropatia sensorial (G3/4: 1,9%), dor nas articulações (G3/4: 3,0%), plaquetasb (G3/4: 1,2%), erupção/descamação (G3/4: 1,3%), falta de ar (G3/4: 1,5%), infecção sem neutropenia (G3/4: 1,9%), reação alérgica (9,8%, G3/4: 1,4%), dor óssea (9,7%), infecção com neutropenia (9,2%, G3/4: 9,2%), dord (8,1%), conjuntivite (8,1%), vertigem/tonteira (7,3%), creatininab (6,7%), reação mão-pé (6,7%, G3/4: 1,4%), sangramento nasal (6,7%), perda de peso (6,6%), pele seca (6,5%), tosse (6,2%), rinited (6,0%), tremor/calafrio (5,9%), infecção com contagem absoluta de neutrófilos desconhecida (5,5%,&nbsp;G3/4: 5,5%), neuropatia-motora (5,3%), bilirrubinab (5,1%), reação no local da injeção (4,7%), boca seca (4,0%), função cardíaca ventricular esquerda (3,5%), palpitações (3,4%) taquicardia sinusal (1,8%).

Incomuns:

TGO (AST)b (G3/4: 0,8%) prisão de ventre (G3/4: 0,9%), lacrimejamento (G3/4: 0,3%), fosfatase alcalinab (G3/4: 0,3%), anorexia (G3/4: 0,5%), má digestão/azia (G3/4: 0,3%), dor de cabeça (G3/4: 0,6%), aumento de peso (G3/4: 0,3%), dor abdominal ou cólica (G3/4: 0,4%), insônia (G3/4: 0,1%), febre (sem neutropenia) (G3/4: 0,4%), dor óssea (G3/4: 0,4%), dord (G3/4: 0,4%), vertigem/tonteira (G3/4: 0,7%), creatininab (G3/4: 0,5%), tosse (G3/4: 0,2%), rinited (G3/4: 0,1%), neuropatia-motora (G3/4: 0,4%), bilirrubinab (G3/4: 0,4%), reação no local da injeção (G3/4: 0,1%), função cardíaca ventricular esquerda (G3/4: 0,5%), pressão baixa (0,9%).

Pacientes que receberam TCH
Muito comuns:

Perda de cabelo (95,8%), hemoglobinab (96,3%), enjoo (80,8%), leucócitosb (83,0%, G3/4: 48,0%), neutrófilosb (81,3%, G3/4: 65,9%), fadiga (80,4%), estomatite/faringite (51,8%), vômito (39,4%), TGP (ALT – enzima do fígado)b (53,1%), retenção de líquidob,c (51,0%), dor muscular (33,4%), diarreia (55,8%), neuropatia sensorial (29,9%), TGO (AST – enzima do fígado)b&nbsp;(38,0%), dor nas articulações (21,8%), alterações nas unhas (23,3%), plaquetasb (63,2%), fluxo menstrual irregular (32,2%, G3/4: 21,4%), perversão do paladar (29,5%), prisão de ventre (22,0%), erupção/descamação (22,8%), fogachos/rubor (18,2%), lacrimejamento (10,3%), fosfatase alcalinab (20,4%), anorexia (21,0%), má digestão/azia (20,0%), dor de cabeça (15,2%), falta de ar (14,9%), aumento de peso (14,6%), dor abdominal ou cólica (13,4%), reação alérgica (13,2%).

Comuns:

Hemoglobinab (G3/4: 5,8%), enjoo (G3/4: 4,6%), fadiga (G3/4: 6,9%), estomatite/faringite (G3/4: 1,4%), vômito (G3/4: 3,0%), TGP (ALT)b (G3/4: 2,4%), retenção de líquidob,c (G3/4: 1,4%), dor muscular (G3/4: 1,4%), diarreia (G3/4: 4,9%), TGO (AST)b (G3/4: 1,0%), dor nas articulações (G3/4: 1,0%), plaquetasb (G3/4: 5,4%), falta de ar (G3/4: 1,7%), infecção sem neutropenia (9,3%, G3/4: 1,5%), insônia (8,8%), neutropenia febril (9,8%, G3/4: 9,8%), febre sem neutropenia (6,6%), reação alérgica (G3/4: 2,5%), dor nos ossos (6,3%), infecção com neutropenia grau 3/4 (7,7%, G3/4: 7,7%), dord (5,4%), conjuntivite (3,3%), vertigem/tonteira (6,6%), creatininab (9,7%), reação mão-pé (2,7%), sangramento nasal (9,8%), perda de peso (5,3%), pele seca (3,9%), tosse (3,4%), rinited (4,5%), tremor/calafrio (5,1%), infecção com contagem absoluta de neutrófilos desconhecida (3,6%, G3/4: 3,6%), neuropatia-motora (3,6%), bilirrubinab (5,8%), reação no local da injeção (5,8%), boca seca (2,7%), função cardíaca ventricular esquerda (1,4%), palpitações (4,5%) taquicardia sinusal (2,2%), pressão baixa (1,2%).

Incomuns:

Neuropatia sensorial (G3/4: 0,6%), prisão de ventre (G3/4: 0,6%), erupção/descamação (G3/4: 0,4%), fosfatase alcalinab (G3/4: 0,3%), anorexia (G3/4: 0,5%), má digestão/azia (G3/4: 0,4%), dor de cabeça (G3/4: 0,3%), aumento de peso (G3/4: 0,2%), dor abdominal ou cólica (G3/4: 0,5%), febre (sem neutropenia) (G3/4: 0,3%), dor óssea (G3/4: 0,1%), vertigem/tonteira (G3/4: 0,4%), creatininab (G3/4: 0,6%), sangramento nasal (G3/4: 0,4%), perda de peso (G 3/4: 0,1%), neuropatia-motora (G3/4: 0,3%), bilirrubinab (G3/4: 0,4%), reação no local da injeção (G3/4: 0,2%), função cardíaca ventricular esquerda (G3/4: 0,1%), pressão baixa (G3/4: 0,2%).

AC-TH: Doxorrubicina e ciclofosfamida, seguida de docetaxel em associação com trastuzumabe.
TCH: Docetaxel em associação com trastuzumabe e carboplatina.
b: Independente de causalidade.
c: Eventos adversos (EAs) retenção de líquido são definidos como somente inchaço ou somente aumento de peso ou somente inchaço no pulmão ou aumento de peso e inchaço ou inchaço e inchaço no pulmão ou inchaço + aumento de peso + inchaço no pulmão. Retenção de líquido corresponde a inchaço no termo NCI-CTC.
d: Termo COSTART. Os 3 anos de incidência cumulativa de todos os eventos cardíacos sintomáticos foi 2,36% e 1,16% nos braços AC-TH e TCH, respectivamente (versus 0,52% no braço controle AC-T). Os 3 anos de incidência cumulativa de eventos ICC (insuficiência cardíaca congestiva) (Grau 3 ou 4) foi 1,9% e 0,4% nos braços AC-TH e TCH, respectivamente (versus 0,3% no braço controle AC-T).



Terapia combinada com docetaxel em câncer de pulmão de não-pequenas células (CPNPC)

Eventos adversos clinicamente importantes relacionados ao tratamento em pacientes com câncer de pulmão de células não pequenas recebendo docetaxel em associação com cisplatina (Cis)
Muito comuns:

Neutropeniad,c (91,1%, G3/4: 74,8%), anemia (88,6%), trombocitopeniac (14,9%), infecção (14,3%), febre na ausência de infecção (17,2%), reação alérgicaa (10,6%), alterações nas unhasb (13,3%), pele (11,1%), retenção de líquidob (25,9%), enjoo/vômito (73,9%, G3/4: 12,1%), diarreia (41,1%), anorexiab (28,8%), estomatite (23,4%), neurossensorial (40,4%), neuromotor (12,8%), perda de cabelo (73,6%), asteniab (51,5%), dor muscularb (13,8%).

Comuns:

Anemia (G3/4: 6,9%), trombocitopeniac (G3/4: 2,7%), infecção (G3/4: 5,7%), febre na ausência de infecção (G3/4: 1,2%), neutropenia febrilc (4,9%), reações alérgicasa (G3/4: 2,5%), diarreia (G3/4: 6,4%), anorexiab&nbsp;(todos os EAs severos) (4,9%), estomatite (G3/4: 2,0%), prisão de ventre (9,4%), neurossensorial (G3/4: 3,7%), neuromotor (G3/4: 2,0%), asteniab (todos os EAs severos) (9,9%), reações no local de infusão (6,2%), dor (5,4%).

Incomuns:

Alterações nas unhasb (todos os EAs severos) (0,7%), retenção de líquidob (todos os EAs severos) (0,7%), perda de cabelo (G3: 0,7%), dor muscularb (todos os EAs severos) (0,5%).

a: Substitui o termo NCI “alergia”.
b: Termo COSTART e sistema de graduação c Incidências são apresentadas independente de relação.
d: Ciclos onde pacientes receberam GCSF foram considerados não avaliáveis para neutropenia, a menos que neutropenia fosse equivalente a Grau 4.

Terapia associada com docetaxel em pacientes com câncer de próstata

Eventos adversos clinicamente importantes relacionados ao tratamento em pacientes com câncer de próstata que receberam docetaxel em associação com prednisona ou prednisolona (estudo TAX327)

Os dados abaixo estão baseados na experiência de pacientes que foram tratados com docetaxel 75 mg/m2 a cada 3 semanas em associação com prednisona ou prednisolona 5 mg oral duas vezes ao dia (TAX 327). Tais eventos estão classificados em quaisquer eventos e eventos de Grau 3/4 (G3/4).

Muito comuns:

Anemia (66,5%), infecção (12,0%), neutropenia (40,9%; G3/4: 32,0%), retenção de líquidos (24,4%), neuropatia sensorial (27,4%), preda de cabelo (65,1%), alterações nas unhas (28,3%), enjoo (35,5%), diarreia (24,1%), estomatite/faringite (17,8%), distúrbios do paladar (17,5%), vômito (13,3%), anorexia (12,7%), fadiga (42,8%).

Comuns:

Anemia G3/4 (4,9%), infecção G3/4 (3,3%), trombocitopenia (3,4%), neutropenia febril (2,7%), sangramento nasal (3,0%), reações alérgicas (6,9%), neuropatia sensorial G3/4 (1,2%), neuropatia motora (3,9%), erupções na pele/descamação (3,3%), enjoo G3/4 (2,4%), diarreia G3/4 (1,2%), vômito G3/4 (1,2%), tosse (1,2%), falta de ar (4,5%), função do ventrículo esquerdo do coração (3,9%), fadiga G3/4 (3,9%), dor muscular (6,9%), lacrimejamento (9,3%), dor nas articulações (3,0%).

Incomuns:

Trombocitopenia G3/4 (0,6%), reações alérgicas G3/4 (0,6%), retenção de líquidos G3/4 (0,6%), erupções na pele/descamação G3/4 (0,3%), estomatite/faringite G3/4 (0,9%), anorexia G3/4 (0,6%), falta de ar G3/4 (0,6%), função do ventrículo esquerdo do coração G3/4 (0,3%), dor muscular G3/4 (0,3%), lacrimejamento G3/4 (0,6%), dor nas articulações G3/4 (0,3%).

Terapia combinada com docetaxel no adenocarcinoma gástrico

Eventos adversos clinicamente importantes relacionados ao tratamento em pacientes com adenocarcinoma gástrico recebendo docetaxel em combinação com cisplatina e 5-fluoruracila (estudoTAX 325)

Os dados abaixo&nbsp;estão baseados na experiência de 221 pacientes com adenocarcinoma gástrico avançado e nenhuma história de quimioterapia prévia para a doença avançada, que foram tratados com docetaxel 75 mg/m2 em associação com cisplatina e 5-fluoruracila (TAX 325). Tais eventos estão classificados em quaisquer eventos e eventos de Grau 3/4 (G3/4).

Muito comuns:

Anemia (96,8%; G3/4: 18,2%), neutropenia (95,5%, G3/4: 82,3%), febre na ausência de infecção (30,8%), trombocitopenia (25,5%), infecção (16,7%, G3/4: 12,7%), neutropenia febril (15,9%), infecção neutropênica (14,1%), retenção de líquidos (14,9%), letargia (56,1%, G3/4: 18,6%), neurossensorial (38,0%), perda de cabelo (66,5%), enjoo (71,9%, G3/4: 14,5%), vômito (61,1%, G3/4: 14,5%), anorexia (44,8%, G3/4: 10,4%), estomatite (59,3%, G3/4: 20,8%), diarreia (74,7%, G3/4: 19,5%), prisão de ventre (10,0%).

Comuns:

Febre na ausência de infecção G3/4 (1,8%), trombocitopenia G3/4 (7,7%), reações alérgicas (9,0%, G3/4: 1,8%), neurossensorial G3/4 (7,7%), neuromotor (relacionado ao movimento) (6,3%, G3/4: 1,8%), tontura (8,1%, G3/4: 2,7%), perda de cabelo (5,0%), erupção/coceira (8,1%), alterações nas unhas (8,1%), descamação da pele (1,8%), inflamação do esôfago/dificuldade para engolir/dor para engolir (9,0%), dor no aparelho digestivo/cãibra (7,7%, G3/4: 1,4%), disritmias cardíacas (1,8%), lacrimejamento (8,1%), audição alterada (4,1%).

Incomuns:

Erupção/coceira G3/4 (0,5%), prisão de ventre (0,9%), inflamação do esôfago/dificuldade para engolir/dor para engolir (0,9%), disritmias cardíacas G3/4 (0,9%).

Neutropenia febril ou infecção neutropênica

Muito comuns

A neutropenia febril e/ou infecção neutropênica ocorreram em 28,6% dos pacientes independente da utilização do G-CSF. O G-CSF foi utilizado para a profilaxia secundária em somente 18,6% dos pacientes (10% dos ciclos) para o braço TCF.

A neutropenia febril e/ou infecção neutropênica ocorreram em valores mais baixos, 12,2% quando os pacientes receberam G-CSF profilático e 26,9% sem G-CSF profilático.

Terapia combinada com docetaxel para câncer de cabeça e pescoço (CECCP)

Eventos adversos clinicamente importantes relacionados ao tratamento em pacientes com CECCP recebendo docetaxel em associação com cisplatina e 5-fluoruracila (estudo TAX 323)

São apresentados, abaixo, os dados de segurança obtidos em 174 pacientes com carcinoma de células escamosas inoperável de cabeça e pescoço localmente avançado (CECCP), que foram tratados com docetaxel 75 mg/m2 em associação com cisplatina e 5-fluorouracil.

Muito comuns:

Neutropenia (93,1%, G3/4: 76,3%), anemia (89,1%), trombocitopenia (23,6%), infecção (15,5%), febre na ausência de infecção (14,4%), infecção neutropênica (11,0%), retenção de líquido (20,1%), retenção de líquido (somente inchaço) (12,6%), sonolência anormal (37,9%), neurossensorial (16,7%), perda de cabelo (79,9%, G3/4: 10,9%), enjoo (43,7%), estomatite (42,0%), diarreia (29,3%), vômito (25,9%), anorexia (15,5%), perversão do paladar e do olfato (10,3%).

Comuns:

Anemia (G3/4: 9,2%), trombocitopenia (G3/4: 5,2%), infecção (G3/4: 6,3%), neutropenia febril (5,2%), alergia (2,9%), retenção de líquido (somente aumento de peso) (5,7%), sonolência anormal (G3/4: 3,4%), vertigem (1,1%), erupção/coceira (8,6%), pele seca (5,2%), descamação (4,0%), estomatite (G3/4: 4,0%), diarreia (G3/4: 2,9%), prisão de ventre (6,9%), esofagite / disfagia (dificuldade para engolir) / odinofagia (dor para engolir) (5,7%), dor gastrintestinal/cólica (5,2%), azia (4,0%), sangramento gastrintestinal (1,1%), isquemia do miocárdio (1,7%, G3/4: 1,7%), venoso (1,1%), dor muscular (6,3%), dor do câncer (1,1%), lacrimejamento (1,7%), conjuntivite (1,1%), audição alterada (5,7%), perda de peso (9,8%).

Incomuns:

Febre na ausência de infecção (G3/4: 0,6%), neurossensorial (G3/4: 0,6%), descamação (G3/4: 0,6%), enjoo (G3/4: 0,6%), vômito (G3/4: 0,6%), anorexia (G3/4: 0,6%), esofagite / disfagia / odinofagia (G3/4: 0,6%), sangramento gastrintestinal (G3/4: 0,6%), disritmia cardíaca (0,6%, G3/4: 0,6%), venoso (G3/4: 0,6%), dor muscular (G3/4: 0,6%), dor do câncer (G3/4: 0,6%).

a&nbsp;Neutropenia febril: febre grau ≥ 2 concomitante com neutropenia grau 4 requerendo antibióticos IV e/ou hospitalização.

Eventos adversos (EAs) clinicamente importantes relacionados ao tratamento em pacientes com CECCP recebendo docetaxel em associação com cisplatina e 5-fluoruracila (estudo TAX 324)

São apresentados, abaixo, os dados de segurança obtidos em 251 pacientes com tumor maligno de células escamosas de cabeça e pescoço localmente avançado que foram tratados com docetaxel 75 mg/m2 em associação com cisplatina e 5-fluoruracila.

Muito comuns:

Neutropenia (94,8%, G3/4: 83,5%), anemia (90,0%, G3/4: 12,4%), trombocitopenia (27,5%), infecção (13,1%), febre na ausência de infecção (26,3%), neutropenia febril (12,1%), retenção de líquido (13,1%), retenção de líquido (somente inchaço) (12,0%), sonolência anormal (58,6%), neurossensorial (11,6%), perda de cabelo (67,7%), erupção/coceira (12,7%), enjoo (75,7%, G3/4: 13,9%), estomatite (64,5%, G3/4: 20,7%), diarreia (42,2%), vômito (56,2%), anorexia (37,8%, G3/4: 12,0%), prisão de ventre (13,9%), esofagite/disfagia/odinofagia (21,9%, G3/4: 12,0%), perversão do paladar e do olfato (19,5%), audição alterada (11,2%), perda de peso (11,2%).

Comuns:

Trombocitopenia (G3/4: 4,0%), infecção (G3/4: 3,6%), febre na ausência de infecção (G3/4: 3,6%), infecção neutropênica (6,5%), retenção de líquido (G3/4: 1,2%), retenção de líquido (somente inchaço) (G3/4: 1,2%), sonolência anormal (G3/4: 4,0%), neurossensorial (G3/4: 1,2%), neuromotor (7,2%), vertigem (9,6%, G3/4: 2,0%), perda de cabelo (G3/4: 4,0%), pele seca (2,8%), descamação (2,0%), diarreia (G3/4: 6,8%), vômito (G3/4: 8,4%), dor gastrintestinal, cólica (6,0%, G3/4: 1,2%), azia (8,8%), sangramento gastrintestinal (2,0%), disritmia cardíaca (3,2%), dor muscular (5,2%), dor do câncer (3,2%, G3/4: 1,2%), lacrimejamento (1,6%), audição alterada (G3/4: 1,2%). Incomuns: alergia (0,4%), retenção de líquido (somente ganho de peso) (0,4%), neuromotor (G3/4: 0,4%), pele seca (G3/4: 0,4%), prisão de ventre (G3/4: 0,4%), azia (G3/4: 0,8%), sangramento gastrintestinal (G3/4: 0,4%), perversão do paladar e do olfato (G3/4: 0,4%), disritmia cardíaca (G3/4: 0,2%), isquemia do miocárdio (0,8%, G3/4: 0,8%), distúrbio venoso (0,8%, G3/4: 0,4%), dor muscular (G3/4: 0,4%), conjuntivite (0,8%).

Os eventos adversos clinicamente importantes foram determinados baseados na frequência, severidade e impacto clínico do evento adverso.

a&nbsp;Neutropenia febril: febre grau ≥ 2 concomitante com neutropenia grau 4 requerendo antibióticos IV e/ou hospitalização.

Experiência pós-comercialização

Reações alérgicas

Foram relatados raros casos de reação alérgica grave. Estes casos, muito raramente, resultaram em um efeito fatal em pacientes que receberam pré-medicação.

Reações na pele

Casos muito raros de lúpus eritematoso cutâneo (doença multissistêmica autoimune) e erupções bolhosas como eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson (forma grave de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e grandes áreas do corpo), necrólise epidérmica tóxica (grandes extensões da pele ficam vermelhas e morrem) e alterações parecidas com endurecimento da pele usualmente precedido por inchaço em extremidades decorrente de alterações na circulação linfática têm sido relatados com docetaxel.

Em alguns casos vários fatores como infecções simultâneas, uso concomitante de medicamentos e doenças pré-existentes pode ter contribuído para o desenvolvimento destas reações.

Retenção de líquidos

Desidratação e acúmulo anormal de líquido nos pulmões têm sido raramente relatados.

Reações do aparelho digestivo

Foram relatados raros casos de desidratação resultante de eventos do aparelho digestivo, perfuração, inflamação causada por interferência no fluxo sanguíneo para o intestino grosso, inflamação de porções do intestino em associação a neutropenia, além de casos raros de obstrução do íleo e do intestino.

Reações do sistema nervoso

Raramente foram observados casos de convulsão ou perda transitória da consciência com a administração de docetaxel.

Algumas vezes estas reações aparecem durante a administração do medicamento.

Reações cardiovasculares

Foram relatados raramente episódios de obstrução de um vaso sanguíneo por um coágulo de sangue e infarto do miocárdio.

Reações relacionadas ao fígado

Foram relatados casos muito raros de hepatite, algumas vezes fatal, principalmente em pacientes com distúrbios preexistentes do fígado.

Distúrbios auditivos e do labirinto

Foram relatados raros casos de dano à audição, distúrbios auditivos e/ou perda na audição, incluindo casos associados com outras drogas que causam dano ao sistema auditivo.

Distúrbios da visão

Foram relatados raros casos de lacrimejamento com ou sem conjuntivite e casos muito raros de obstrução do canal lacrimal resultando no lacrimejamento excessivo, principalmente em pacientes recebendo terapia combinada com outros agentes antitumorais.

Foram relatados raros casos de distúrbios visuais transitórios (flashes, feixes de luz e sensação de luzes piscando), ocorrendo tipicamente durante a administração do medicamento e em associação com reações alérgicas. Estes raros casos foram reversíveis com a interrupção da administração.

Casos de Edema Macular Cistoide (EMC) têm sido reportados em pacientes tratados com docetaxel, bem como com outros taxanos.

Distúrbios respiratórios, do tórax e do mediastino

Casos de síndrome de dificuldade respiratória aguda, pneumonia intersticial/ pneumonite, doença intersticial pulmonar, fibrose pulmonar, insuficiência respiratória (dificuldade respiratória) e fenômenos de reaparecimento dos efeitos da radiação foram relatados raramente podendo ser fatais.

Foram relatados raros casos de pneumonite actínica (decorrente de exposição à radiação) em pacientes recebendo radioterapia concomitante.

Distúrbios do sangue e do sistema linfático

Foram relatados casos muito raros de leucemia mieloide aguda e síndrome mielodisplástica (tipos de câncer da medula óssea) em associação com docetaxel quando utilizado em combinação com outros agentes quimioterápicos e/ou radioterapia.

Foi relatada coagulação intravascular disseminada (CID – desordem que altera todo o sistema de coagulação do sangue), geralmente em associação com infecção generalizada ou redução da função de múltiplos órgãos.

Desordens dos rins e da urina

Foram relatadas redução da função e falência dos rins. A maioria desses casos foi associada com drogas concomitantes que causam dano aos rins.

Distúrbios do metabolismo e nutrição

Casos de hiponatremia (redução dos níveis de sódio no sangue) têm sido reportados, na sua maioria associados com desidratação, vômitos e pneumonia.

Informe ao seu médico ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

População Especial

Capacidade de dirigir e operar máquinas

A quantidade de etanol no Dosataxel pode prejudicar a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas.

Uso na Gravidez e amamentação

O docetaxel pode causar dano ao feto quando administrado a mulheres grávidas. Portanto, Dosataxel&nbsp;não deve ser utilizado durante a gravidez.

Devido às potenciais reações adversas do Dosataxel em bebês recebendo leite materno, a amamentação deve ser descontinuada durante o tratamento com Dosataxel.

A quantidade de etanol no Dosataxel pode ser prejudicial em mulheres grávidas ou que estejam amamentando e&nbsp;em crianças.

Mulheres em idade fértil que estejam em tratamento com docetaxel devem evitar a gravidez e informar imediatamente o médico caso isto ocorra.

Uso em Pacientes pediátricos

A eficácia não foi estabelecida em crianças.

Uso em Pacientes idosos

Existe um maior risco de ocorrência de reações adversas sérias decorrentes do tratamento e também interrupção do tratamento em pacientes idosos com mais de 60 anos do que naqueles com menos de 60 anos, tratados com Dosataxel e capecitabina.

Com relação aos regimes de tratamento com docetaxel em associação com doxorrubicina e ciclofosfamida e trastuzumabe (AC-TH) e docetaxel em associação com carboplatina e trastuzumabe (TCH), não foi possível obter conclusões a respeito dos eventos adversos por idade, pelo baixo número de pacientes destas idades nos estudos clínicos.

Em estudos com pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células tratados com docetaxel e cisplatina e que receberam quimioterapia prévia não foi observada nenhuma diferença total na efetividade quando pacientes mais idosos foram comparados aos pacientes mais jovens. Nos pacientes idosos no grupo docetaxel + cisplatina, houve uma maior tendência à diarreia e neurotoxicidade de grau 3/4 (ambas mais frequentes e graves) em comparação ao grupo vinorelbina + cisplatina.

No estudo com pacientes com câncer de próstata tratados com docetaxel e prednisona ou prednisolona, não foram identificadas diferenças na eficácia entre pacientes idosos e mais jovens.

Em pacientes tratados com docetaxel a cada 3 semanas, a incidência de anemia (diminuição de glóbulos vermelhos do sangue), infecção, alterações nas unhas, anorexia e perda de peso ocorreu em proporção > 10% maior que em pacientes com 65 anos ou mais comparados a pacientes mais jovens.

No estudo com pacientes com câncer gástrico tratados com docetaxel em associação com cisplatina e 5-fluoruracila (TCF), o número de pacientes que tinham 65 anos de idade ou mais foi insuficiente para determinar se eles reagem diferentemente dos pacientes mais jovens. Entretanto, a incidência de eventos adversos sérios foi mais elevada nos pacientes idosos comparada aos pacientes mais jovens. A incidência dos eventos adversos (todos os graus)&nbsp;sonolência anormal, inflamações na mucosa da boca, diarreia, neutropenia (diminuição do número de neutrófilos no sangue) acompanhada de febre/infecção com neutropenia ocorreram nos valores 10% mais elevado em pacientes que tinham 65 anos de idade ou mais comparado aos pacientes mais jovens.

Os pacientes idosos tratados com TCF devem ser rigorosamente monitorizados. Nos estudos com pacientes com câncer de cabeça e pescoço que receberam tratamento de indução com docetaxel em associação com cisplatina e 5-fluoruracila (TPF) não foi possível determinar se pacientes idosos responderam diferentemente dos pacientes mais jovens.

Qual a composição do Dosataxel?

Apresentações

Solução concentrada para infusão com 20 mg de docetaxel anidro em frasco-ampola (dose única) de 0,5 ml acompanhada de frasco-ampola dose única com 1,5 ml de diluente.

Solução concentrada para infusão com 80 mg de docetaxel anidro em frasco-ampola (dose única) de 2,0 ml acompanhada de frasco-ampola dose única com 6,0 ml de diluente.

Uso exclusivo intravenoso.

Uso adulto.

Composição

Dosataxel 20mg
Cada 0,5 ml de solução concentrada contém:

20 mg de docetaxel anidro.

O diluente contém:

1,5 ml.

Dosataxel 80mg
Cada 2 ml de solução concentrada contém:

80 mg de docetaxel anidro.

O diluente contém:

6,0 ml.

Excipientes: polissorbato 80, álcool etílico e água para injetáveis.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Dosataxel maior do que a recomendada?

Poucos casos de superdose com Dosataxel foram relatados. Em caso de superdose, o paciente deve ser mantido em unidade especializada com monitorização cuidadosa das funções vitais. Não existe antídoto que possa ser utilizado em caso de superdose.

As complicações primárias antecipadas da superdose consistem de supressão da medula óssea (diminuição da produção de células sanguíneas), toxicidade ao sistema nervoso periférico e inflamação das mucosas. Os pacientes devem receber tratamento com G-CSF o mais precocemente possível após o diagnóstico de superdose. Se necessário, devem ser empregadas outras medidas apropriadas para alívio dos sintomas.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Dosataxel com outros remédios?

Medicamento-medicamento

Estudos in vitro mostraram que o metabolismo do docetaxel pode ser modificado pela administração concomitante de fármacos que induzem, inibem ou são metabolizados pelo citocromo P450-3A, tais como ciclosporina, terfenadina, cetoconazol, eritromicina e troleandomicina. Como consequência, deve-se ter cautela quando da administração concomitante destas substâncias, visto que existe potencial para uma interação significativa.

O uso concomitante de Docetaxel com potentes inibidores da CYP3A4 (como por exemplo: cetoconazol, itraconazol, claritromicina, indinavir, nefazodona, nelfinavir, ritonavir, saquinavir, telitromicina e voriconazol) deve ser evitado. No caso de coadministração com inibidores da CYP3A4, a ocorrência de reações adversas de Docetaxel pode aumentar, como uma consequência da redução do metabolismo. Se o uso concomitante de um potente inibidor do CYP3A4 (por exemplo, cetoconazol, itraconazol, claritromicina, indinavir, nefazodona, nelfinavir, ritonavir, saquinavir, telitromicina e voriconazol) não pode ser evitado, é necessária uma supervisão médica rigorosa e ajuste de dose de Docetaxel durante o tratamento com o potente inibidor de CYP3A4 (vide Advertências e Precauções). Em um estudo farmacocinético com 7 pacientes, a coadministração de docetaxel com o cetoconazol, potente inibidor da CYP3A4, levou a uma redução significativa do clearance de docetaxel em 49%.

O docetaxel liga-se altamente às proteínas plasmáticas (> 95%). Embora a possibilidade de interação in vivo de docetaxel com medicamentos administrados concomitantemente não tenha sido investigada formalmente, fármacos com alta ligação às proteínas in vitro, tais como eritromicina, difenidramina, propranolol, propafenona, fenitoína, salicilato, sulfametoxazol e valproato de sódio, não afetaram a ligação do docetaxel às proteínas plasmáticas. Além disto, a dexametasona não afetou&nbsp;a ligação do docetaxel às proteínas plasmáticas. O docetaxel não influenciou a ligação da digitoxina às proteínas plasmáticas.

Outros medicamentos, incluindo aqueles obtidos sem prescrição médica, podem interferir no efeito do docetaxel. Docetaxel ou a outra medicação podem ter sua eficácia reduzida e o paciente pode estar mais susceptível a eventos adversos.

Qual a ação da substância do Dosataxel (Docetaxel)?

Resultados da Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>C&#xE2;ncer de mama</h3> <h4>(Martin M, et al. N Engl J Med. 2005 Jun;352(22):2302-13)</h4> <p>Estudo randomizado, aberto, multic&#xEA;ntrico suporta o uso de Docetaxel para o tratamento adjuvante nas pacientes com c&#xE2;ncer de mama oper&#xE1;vel com linfonodo positivo. 1491 pacientes foram randomizadas para receber tanto Docetaxel 75 mg/m<sup>2</sup>, administrado 1 hora ap&#xF3;s doxorrubicina 50 mg/m<sup>2</sup> e ciclofosfamida 500 mg/m<sup>2</sup> (bra&#xE7;o TAC) ou doxorrubicina 50 mg/m<sup>2</sup> seguida de fluoruracila 500 mg/m<sup>2</sup> e ciclofosfamida 500 mg/m<sup>2</sup> (bra&#xE7;o FAC). Foi demonstrada uma sobrevida livre de doen&#xE7;a significativamente mais longa para o bra&#xE7;o TAC comparado com o bra&#xE7;o FAC. A sobrevida global tamb&#xE9;m foi significativamente maior no bra&#xE7;o TAC com as pacientes tratadas com TAC que apresentaram uma redu&#xE7;&#xE3;o de 30% no risco de morte comparado ao FAC (hazard ratio=0,70; 95% CI (0,53-0,91), p=0,008).</p> <h4>(GEICAM 9805) (N Engl J Med. 2010 Dec 2;363(23):2200-10)</h4> <p>Estudo randomizado, aberto, multic&#xEA;ntrico (GEICAM 9805) suportam o uso de Docetaxel para o tratamento adjuvante de pacientes com c&#xE2;ncer de mama oper&#xE1;vel linfonodo-negativo com um ou mais fatores de alto risco. (tamanho do tumor &gt; 2 cm, idade &lt; 35 anos, status negativo do receptor de horm&#xF4;nio, tumor grau 2 ou 3). 1060 pacientes foram randomizadas para receber ou Docetaxel 75 mg/m<sup>2</sup> administrado 1 hora ap&#xF3;s doxorrubicina 50 mg/m<sup>2</sup> e ciclofosfamida 500 mg/m<sup>2</sup> (539 pacientes no bra&#xE7;o TAC), ou doxorrubicina 50 mg/m<sup>2</sup> seguida de fluoruracila 500 mg/m<sup>2</sup> e ciclofosfamida 500 mg/m<sup>2</sup> (521 pacientes no bra&#xE7;o FAC). Foi demonstrada sobrevida livre de doen&#xE7;a significativamente mais longa para o bra&#xE7;o TAC comparado ao bra&#xE7;o FAC. Sobrevida global mediana tamb&#xE9;m foi mais longa no bra&#xE7;o TAC com pacientes tratadas com TAC apresentando uma redu&#xE7;&#xE3;o de 24% no risco de morte em compara&#xE7;&#xE3;o ao FAC, por&#xE9;m sem signific&#xE2;ncia estat&#xED;stica, at&#xE9; o momento do acompanhamento de follow-up do estudo (hazard ratio=0,76, 95% IC (0,46-1,26), p=0,29).</p> <h4>(Estudo BCIRG 006 &#x2013; SABCS 2006, Abstract: 52 e Slamon D, et al. SABCS 2009. Abstract 62)</h4> <p>A efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a de Docetaxel em associa&#xE7;&#xE3;o com trastuzumabe foram avaliadas no tratamento adjuvante para pacientes com c&#xE2;ncer de mama oper&#xE1;vel cujos tumores superexpressam HER2 (com linfonodo positivo e linfonodo negativo de alto risco). Um total de 3.222 mulheres foram randomizadas no estudo e 3.174 foram tratadas com AC-T, ACTH ou TCH. Sobrevida Livre de Doen&#xE7;a (DFS) foi o endpoint prim&#xE1;rio e a Sobrevida Global (OS) foi o endpoint secund&#xE1;rio. Docetaxel e trastuzumabe administrados simultaneamente como parte dos regimes de tratamento adjuvante baseado em antraciclina (AC-TH) ou sem antraciclina (TCH) prolongou significativamente e estatisticamente ambos DFS e OS comparado com o bra&#xE7;o controle (AC-T). A redu&#xE7;&#xE3;o relativa no risco de morte foi 42% (p=0,0024) e 34% (p=0,0182) para os bra&#xE7;os AC-TH e TCH, respectivamente, comparados com o bra&#xE7;o AC-T.</p> <h4>(Nabholtz JM, et al. J Clin Oncol. 2003 May;21(6):968-75)</h4> <p>Estudo fase III randomizado, envolvendo 429 pacientes com c&#xE2;ncer de mama metast&#xE1;tico n&#xE3;o tratados previamente foi realizado com doxorrubicina (50 mg/m<sup>2</sup>) em associa&#xE7;&#xE3;o com docetaxel (75 mg/m<sup>2</sup>) (grupo AT) <em>versus&amp;nbsp;</em>doxorrubicina (60 mg/m<sup>2</sup> ) em associa&#xE7;&#xE3;o com ciclofosfamida (600 mg/m<sup>2</sup>) (grupo AC). O tempo para progress&#xE3;o foi significativamente mais prolongado no grupo do docetaxel comparado ao grupo controle, p = 0,0138. A taxa de resposta global foi significativamente maior no grupo do docetaxel (59,3%) comparado ao grupo controle (46,5%), p=0,009.</p> <h4>(Jones SE, et al. J Clin Oncol. 2005 Aug;23(24):5542-51)</h4> <p>Dois estudos comparativos, fase III randomizados, envolvendo 326 pacientes com c&#xE2;ncer de mama metast&#xE1;tico que falharam aos agentes alquilantes ou 392 que falharam &#xE0;s antraciclinas. Em pacientes que falharam a agentes alquilantes, docetaxel foi comparado &#xE0; doxorrubicina (75 mg/m<sup>2</sup> a cada 3 semanas). O tempo de sobrevida global foi: docetaxel 15 meses <em>versus</em> 14 meses, p=0,38 / A taxa de resposta foi: docetaxel 52% <em>versus</em> 37%, p=0,01 / O tempo de resposta foi: docetaxel 12 semanas <em>versus</em> 23 semanas, p=0,007.</p> <p>Em pacientes que falharam &#xE0; antraciclina, docetaxel foi comparado &#xE0; associa&#xE7;&#xE3;o de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/mitomicina/bula\" target=\"_blank\">mitomicina</a> C e vinblastina (12 mg/m<sup>2</sup> a cada 6 semanas e 6 mg/ m<sup>2</sup> a cada 3 semanas): O tempo de sobrevida global foi: docetaxel 11 meses <em>versus</em> 9 meses, p =0,01 / A taxa de resposta foi: docetaxel 33%<em>versus</em> 12%, p=0,0001.</p> <p>Um estudo de fase III aberto, multic&#xEA;ntrico, randomizado foi conduzido para comparar Docetaxel e paclitaxel no tratamento do c&#xE2;ncer de mama avan&#xE7;ado nas pacientes cuja terapia pr&#xE9;via deveria ter inclu&#xED;do uma antraciclina. Um total de 449 pacientes foram randomizadas para receberem ou Docetaxel 100 mg/m<sup>2</sup> ou paclitaxel 175 mg/m<sup>2</sup>.</p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:325px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Endpoint</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:307px\"><strong>Docetaxel 100 mg/m<sup>2</sup></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:288px\"><strong>Paclitaxel 175 mg/m<sup>2</sup></strong></td> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>Valor de p (n&#xE3;o ajustado)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:325px\"> <p style=\"text-align:center\">Mediana de sobrevida (meses)<br> 95% IC</br></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:307px\">15,3<br> (13,3 &#x2013; 18,5)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:288px\">12,7<br> (10,5 &#x2013; 14,8)</br></td> <td> <p style=\"text-align:center\">0,03</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:325px\"> <p style=\"text-align:center\">* Taxa de resposta global (ORR) (%)<br> 95% IC</br></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:307px\">32,0<br> (25,9 &#x2013; 38,1)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:288px\">25,0<br> (19,3 &#x2013; 30,7)</br></td> <td> <p style=\"text-align:center\">0,10</p> </td> </tr> </tbody> </table> <p>* Endpoint estudo prim&#xE1;rio.</p> <h4>(Shaughnessy J, et al. J Clin Oncol. 2002; 20(12):2812-23)</h4> <p>Estudo cl&#xED;nico fase III controlado, randomizado, multic&#xEA;ntrico suportam o uso de Docetaxel em associa&#xE7;&#xE3;o com capecitabina para o tratamento de pacientes com c&#xE2;ncer de mama localmente avan&#xE7;ado ou metast&#xE1;tico ap&#xF3;s falha de quimioterapia citot&#xF3;xica, incluindo uma antraciclina. Neste estudo, 255 pacientes foram randomizados para tratamento com Docetaxel e capecitabina). Foram randomizados 256 pacientes para o tratamento com Docetaxel em monoterapia. A sobrevida foi superior no grupo da associa&#xE7;&#xE3;o Docetaxel + capecitabina (p=0,0126). Sobrevida mediana foi de 442 dias (Docetaxel + capecitabina) comparada &#xE0; 352 dias (Docetaxel em monoterapia). A taxa de resposta objetiva global em toda popula&#xE7;&#xE3;o randomizada (avalia&#xE7;&#xE3;o do investigador) foi de 41,6% (Docetaxel + capecitabina) comparado &#xE0; 29,7% (Docetaxel em monoterapia); p= 0,0058. Tempo para progress&#xE3;o da doen&#xE7;a ou morte foi superior na associa&#xE7;&#xE3;o Docetaxel + capecitabina (p&lt;0,0001). O tempo mediano para progress&#xE3;o foi 186 dias (Docetaxel + capecitabina) comparado &#xE0; 128 dias (Docetaxel em monoterapia).</p> <h4>(Marty M, et al. J Clin Oncol. 2005 Jul;23(19):4265-74)</h4> <p>Foi estudada a associa&#xE7;&#xE3;o de Docetaxel com trastuzumabe para o tratamento de pacientes com c&#xE2;ncer de mama metast&#xE1;tico cujos tumores superexpressam HER2 e que previamente n&#xE3;o receberam quimioterapia para doen&#xE7;a metast&#xE1;tica. 186 pacientes receberam Docetaxel com ou sem trastuzumabe; 60% das pacientes receberam anteriormente quimioterapia adjuvante baseada em antraciclina.</p> <h5>Os resultados de efic&#xE1;cia est&#xE3;o resumidos na seguinte tabela:</h5> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:442px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:374px\"><strong>Docetaxel em associa&#xE7;&#xE3;o com trastuzumabe<sup>1</sup></strong></td> <td style=\"width:405px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Docetaxel n=94<sup>1</sup></strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:442px\"> <p style=\"text-align:center\">Taxa de resposta (95% IC)</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:374px\">61% (50-71)</td> <td style=\"width:405px\"> <p style=\"text-align:center\">34% (25-45)</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:442px\"> <p style=\"text-align:center\">Sobrevida mediana (meses) (95% IC)</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:374px\">30,5<sup>2</sup>(26,8-ne)</td> <td style=\"width:405px\"> <p style=\"text-align:center\">22,1<sup>2</sup>(17,6-28,9)</p> </td> </tr> </tbody> </table> <p><sup>1</sup> posi&#xE7;&#xE3;o de an&#xE1;lise completa (inten&#xE7;&#xE3;o de tratamento).<br> <sup>2</sup> sobrevida mediana estimada.</br></p> <h3>C&#xE2;ncer de pulm&#xE3;o de n&#xE3;o-pequenas c&#xE9;lulas</h3> <h4>(Roszkowski K et al. Lung Cancer. 2000 Mar;27(3):145-57)</h4> <p>Estudo fase III comparando docetaxel adicionado a melhor tratamento de suporte (BSC) <em>versus</em> melhor tratamento de suporte, &#xE0; pacientes com doen&#xE7;a localmente avan&#xE7;ada (est&#xE1;gio IIIb) e metast&#xE1;tica (IV). A sobrevida global foi significativamente mais prolongada em pacientes no grupo do docetaxel (p=0,026) comparada aos pacientes do grupo que recebeu apenas BSC. A taxa de sobrevida de 1 ano foi de 25 % para docetaxel comparado a 16% para BSC. A taxa de resposta global nos pacientes avali&#xE1;veis foi de 19,6% com uma dura&#xE7;&#xE3;o mediana de resposta de 37,1 semanas.</p> <h4>(Fossella F, et al. J Clin Oncol. 2003 Aug;21(16):3016-24)</h4> <p>Estudo fase III, 1218 pacientes com c&#xE2;ncer de pulm&#xE3;o de n&#xE3;o-pequenas c&#xE9;lulas no est&#xE1;gio IIIB n&#xE3;o ressecado ou IV e sem quimioterapia pr&#xE9;via foram randomizados para receber tanto Docetaxel 75 mg/m<sup>2</sup> por infus&#xE3;o de 1 hora seguido imediatamente por cisplatina (Cis) 75 mg/m<sup>2</sup> por 30-60 minutos a cada 3 semanas, quanto Docetaxel 75 mg/m<sup>2</sup> por infus&#xE3;o de 1 hora seguido imediatamente por carboplatina (Cb) (AUC 6 mg/mL.min) por 30-60 minutos a cada 3 semanas ou vinorelbina (V) 25 mg/m<sup>2</sup> administrado por 6-10 minutos nos dias 1, 8, 15, 22 seguido por Cis 100 mg/m<sup>2</sup> administrado no dia 1 dos ciclos repetidos a cada 4 semanas. A sobrevida mediana no grupo Docetaxel + Cis foi de 11,3 meses comparado com 10,1 meses no grupo V + Cis, a taxa de sobrevida em 2 anos foi 21% e 14% respectivamente. Hazard ratio foi 1,183 a favor de Docetaxel + Cis (95% IC = 1,008 &#x2013; 1,388). A taxa de resposta global foi mais elevada no grupo Docetaxel + Cis comparada ao grupo vinorelbina + cisplatina (31,6% vs. 24,5%). A dura&#xE7;&#xE3;o mediana de resposta foi compar&#xE1;vel entre os 2 grupos (32 semanas vs. 34 semanas), assim como o tempo para progress&#xE3;o mediano (22,0 semanas vs. 23,0 semanas).</p> <h4>(Fossella F, et al. J Clin Oncol. 2000 Jun;18(12):2354-62)</h4> <h5>Em um estudo multic&#xEA;ntrico fase III, 373 pacientes foram randomizados em tr&#xEA;s grupos de tratamento:</h5> <p>A) docetaxel 100 mg/m<sup>2</sup> (D/100) [n=125] por infus&#xE3;o IV de 1 hora a cada 3 semanas ou, B) docetaxel 75 mg/m<sup>2</sup> (D/75) [n=125] por infus&#xE3;o IV de 1 hora a cada 3 semanas; de acordo com escolha do m&#xE9;dico, tanto vinorelbina (30 mg/m<sup>2</sup> [n=89] por infus&#xE3;o IV nos dias 1, 8 e 15 repetidos a 3 semanas), quanto <a href=\"https://consultaremedios.com.br/ifosfamida/bula\" target=\"_blank\">ifosfamida</a> (2 g/m<sup>2</sup> [n=34] nos dias 1, 2 e 3 repetidos a cada 3&amp;nbsp;semanas). A taxa de sobrevida em 1 ano &#xE9; maior em cada grupo do docetaxel (32%) comparado &#xE0; 10% no grupo controle de vinorelbina (V) ou isofosfamida (I). Entre os pacientes que foram acompanhados por no m&#xED;nimo 1 ano antes de quimioterapia subsequente, a sobrevida em 1 ano foi significativamente diferente a favor do grupo do docetaxel (16% com vida) comparado ao grupo V ou I (5% com vida) [p=0,023]. Taxa de resposta para o grupo D/100 foi significativa e estatisticamente maior que o grupo controle V/I na an&#xE1;lise dos pacientes avali&#xE1;veis (11,9% <em>versus</em> 1,0%; p=0,001). No grupo D/75, a taxa de resposta foi tamb&#xE9;m significativa e estatisticamente maior que o grupo controle V/I (7,5% <em>versus</em> 1,0%; p=0,036).</p> <h4>(Shepherd F, et al. J Clin Oncol. 2000 May;18(10):2095-103)</h4> <h5>Em um segundo estudo multic&#xEA;ntrico fase III, 204 pacientes foram randomizados dentro de dois grupos de tratamento:</h5> <p>Docetaxel 100 [n=49] ou 75 [n=55] mg/m<sup>2</sup> de infus&#xE3;o intravenosa de 1 hora a cada 3 semanas comparado a melhor tratamento de suporte (BSC) [n=100]. A sobrevida mediana foi de 7,2 meses para os pacientes tratados nos grupos com docetaxel, comparado &#xE0; 4,6 meses para os pacientes que receberam tratamento de suporte (p=0,14). No entanto, nos pacientes tratados com docetaxel a 75 mg/m<sup>2</sup> , a sobrevida global foi significativamente mais prolongada (p=0,016) em favor do grupo do docetaxel, comparado ao grupo BSC, com sobrevida mediana de 9 meses versus 4,6 meses, respectivamente. A sobrevida em 1 ano foi tamb&#xE9;m significativamente mais prolongada (p=0,016) com docetaxel (40%) comparada ao grupo BSC (16%). A taxa de resposta global foi 7,6% nos pacientes avali&#xE1;veis, e a mediana da dura&#xE7;&#xE3;o de resposta foi de 26,1 semanas.</p> <h3>C&#xE2;ncer de ov&#xE1;rio</h3> <h4>(Aapro MS, et al. Ann Oncol. 1994; 5(5):508 (abstract) / Francis P, et al. J Clin Oncol. 1994 Nov;12(11):2301-8 / ; Piccart MJ, et al. Clin Cancer Res. 1995 May; 87(9):676-81 / Kavanagh JJ, et al. Clin Cancer Res. 1996 May;2(5):837-42)</h4> <p>A seguran&#xE7;a e efic&#xE1;cia de docetaxel foi avaliada em quatro estudos Fase II em mulheres com c&#xE2;ncer de ov&#xE1;rio avan&#xE7;ado refrat&#xE1;rio &#xE0; platina.</p> <p><strong>No total, 340 pacientes foram inclu&#xED;das, todas tendo sido tratadas previamente com cisplatina ou carboplatina e portadoras de doen&#xE7;a recorrente ou progressiva.</strong></p> <p>As taxas de resposta global entre os quatro estudos cl&#xED;nicos individuais variaram de 26 a 40%. Quando os dados de resposta dos quatro estudos foram compilados, houve 14 respostas completas e 79 respostas parciais entre os 315 pacientes avali&#xE1;veis, resultando em uma taxa de resposta global de 30% (IC 95%: 19&#x2013;36%) A dura&#xE7;&#xE3;o mediana da resposta e a sobrevida mediana nos quatro estudos individuais variou de 4,5 a 6,7 meses e de 8 a 10,4 meses, respectivamente.</p> <h3>C&#xE2;ncer de pr&#xF3;stata</h3> <h4>(Tannock IF, et al. N Engl J Med. 2004 Oct;351(15):1502-12)</h4> <h5>C&#xE2;ncer de pr&#xF3;stata metast&#xE1;tico resistente &#xE0; castra&#xE7;&#xE3;o</h5> <p>Estudo fase III (TAX327) multic&#xEA;ntrico randomizado de Docetaxel em associa&#xE7;&#xE3;o com prednisona ou prednisolona em pacientes com c&#xE2;ncer de pr&#xF3;stata metast&#xE1;tico resistente &#xE0; castra&#xE7;&#xE3;o.</p> <h6>Um total de 1006 pacientes com KPS&gt;60 foram randomizados nos seguintes grupos de tratamento:</h6> <p>A) Docetaxel 75 mg/m<sup>2</sup> a cada 3 semanas por 10 ciclos ou B) Docetaxel 30 mg/m<sup>2</sup> administrado semanalmente nas 5 primeiras semanas em um ciclo de 6 semanas por 5 ciclos ou C) Mitoxantrona 12 mg/m<sup>2</sup> a cada 3 semanas por 10 ciclos. Pacientes que receberam docetaxel a cada tr&#xEA;s semanas demonstraram significativo prolongamento da sobrevida global comparada &#xE0;queles tratados com mitoxantrona. O aumento na sobrevida observado no grupo semanal de docetaxel n&#xE3;o foi estatisticamente significativo comparado ao grupo controle mitoxantrona.</p> <p><strong>Endpoints de efic&#xE1;cia para o grupo do Docetaxel comparados ao grupo controle est&#xE3;o resumidos na tabela a seguir:</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:276px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Endpoint</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:318px\"><strong>Docetaxel a cada 3 semanas</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:307px\"><strong>Docetaxel a cada semana</strong></td> <td style=\"width:315px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Mitoxantrona a cada 3 semanas</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:276px\"> <p style=\"text-align:center\">Mediana de sobrevida (meses)</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:318px\">18,9</td> <td style=\"text-align:center; width:307px\">17,4</td> <td style=\"width:315px\"> <p style=\"text-align:center\">16,5</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:276px\"> <p style=\"text-align:center\">Taxa de resposta PSA (%)</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:318px\">45,4</td> <td style=\"text-align:center; width:307px\">47,9</td> <td style=\"width:315px\"> <p style=\"text-align:center\">31,7</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:276px\"> <p style=\"text-align:center\">Taxa de resposta para dor (%)</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:318px\">34,6</td> <td style=\"text-align:center; width:307px\">31,2</td> <td style=\"width:315px\"> <p style=\"text-align:center\">21,7</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:276px\"> <p style=\"text-align:center\">&#xCD;ndice de resposta tumoral (%)</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:318px\">12,1</td> <td style=\"text-align:center; width:307px\">8,2</td> <td style=\"width:315px\"> <p style=\"text-align:center\">6,6</p> </td> </tr> </tbody> </table> <h5>C&#xE2;ncer de pr&#xF3;stata localmente avan&#xE7;ado e de alto risco ou c&#xE2;ncer de pr&#xF3;stata metast&#xE1;tico horm&#xF4;nio-sens&#xED;vel</h5> <p>Estudo fase II-III (STAMPEDE &#x2013; MRC PR08) multic&#xEA;ntrico randomizado de Docetaxel sob cuidados b&#xE1;sicos em pacientes com c&#xE2;ncer de pr&#xF3;stata metast&#xE1;tico horm&#xF4;nio-sens&#xED;vel ou localmente avan&#xE7;ado (alto risco). Um total de 2962 pacientes masculinos foram distribu&#xED;dos em 4 grupos de tratamento, incluindo os seguintes grupos de tratamento de interesse: cuidados b&#xE1;sicos + docetaxel 75 mg/m<sup>2</sup>, administrado a cada 3 semanas por 6 ciclos, e cuidados b&#xE1;sicos isolados.</p> <p>O regime de docetaxel foi administrado em combina&#xE7;&#xE3;o com prednisona ou prednisolona 10 mg por dia continuamente.</p> <p>No geral, 61% dos pacientes que receberam docetaxel em combina&#xE7;&#xE3;o com cuidados b&#xE1;sicos ou cuidados b&#xE1;sicos isolados, apresentavam c&#xE2;ncer de pr&#xF3;stata metast&#xE1;tico.</p> <p>A sobrevida global mediana foi clinicamente e significativamente mais longa no grupo de tratamento de docetaxel do que no grupo cuidados b&#xE1;sicos isolados, com uma m&#xE9;dia de sobrevida global de 10 meses a mais com a adi&#xE7;&#xE3;o de docetaxel aos cuidados b&#xE1;sicos (HR 0,78, p=0,006). Em pacientes com c&#xE2;ncer de pr&#xF3;stata metast&#xE1;tico, a m&#xE9;dia de sobrevida global foi significativamente maior no grupo de tratamento com docetaxel do que no grupo sob cuidados b&#xE1;sicos, com uma m&#xE9;dia de sobrevida global 15 meses maior com a adi&#xE7;&#xE3;o de docetaxel aos cuidados b&#xE1;sicos (HR 0,76, p=0,005).</p> <h6>Endpoints de efic&#xE1;cia para o bra&#xE7;o Docetaxel <em>versus</em> o bra&#xE7;o controle est&#xE3;o resumidos a seguir:</h6> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>Endpoint</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center\"><strong>Docetaxel + cuidados b&#xE1;sicos</strong></td> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>Cuidados b&#xE1;sicos isolado</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">N&#xFA;mero de pacientes</p> </td> <td style=\"text-align:center\">592</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1184</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"3\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Mediana de sobrevida global (meses)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Todos os pacientes</p> </td> <td style=\"text-align:center\">81</td> <td style=\"text-align:center\">71</td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Taxa de risco (hazard ratio)</p> </td> <td style=\"text-align:center\">0,78</td> <td style=\"text-align:center\">-</td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">IC 95 %</p> </td> <td style=\"text-align:center\">(0,66 &#x2013; 0,93)</td> <td style=\"text-align:center\">-</td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">p-valor<sup>a</sup></p> </td> <td style=\"text-align:center\">0,006</td> <td style=\"text-align:center\">-</td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Pacientes com c&#xE2;ncer de pr&#xF3;stata metast&#xE1;tico</p> </td> <td style=\"text-align:center\">60</td> <td> <p style=\"text-align:center\">45</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Taxa de risco (hazard ratio)</p> </td> <td style=\"text-align:center\">0,76</td> <td style=\"text-align:center\">-</td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">IC 95 %</p> </td> <td style=\"text-align:center\">(0,62 &#x2013; 0,92)</td> <td style=\"text-align:center\">-</td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">p-valor<sup>a</sup></p> </td> <td style=\"text-align:center\">0,005</td> <td style=\"text-align:center\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"3\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Sobrevida livre de falha<sup>b</sup></strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">M&#xE9;dia (meses)</p> </td> <td style=\"text-align:center\">37</td> <td style=\"text-align:center\">20</td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Taxa de risco (hazard ratio)</p> </td> <td style=\"text-align:center\">0,61</td> <td style=\"text-align:center\">-</td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">IC 95 %</p> </td> <td style=\"text-align:center\">(0,53 &#x2013; 0,70)</td> <td style=\"text-align:center\">-</td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">p-valor<sup>a</sup></p> </td> <td style=\"text-align:center\">&lt; 0,001</td> <td style=\"text-align:center\">-</td> </tr> </tbody> </table> <p><sup>a</sup> Teste de classifica&#xE7;&#xE3;o log-rank.<br> <sup>b</sup> Sobrevida livre de falhas: tempo da randomiza&#xE7;&#xE3;o da primeira evid&#xEA;ncia at&#xE9; pelo menos uma das seguintes: falha bioqu&#xED;mica; progress&#xE3;o local, em g&#xE2;nglios linf&#xE1;ticos ou em met&#xE1;stases &#xE0; dist&#xE2;ncia; ou morte por c&#xE2;ncer de pr&#xF3;stata, onde a falha bioqu&#xED;mica foi definida como um aumento do PSA de 50 % acima do nadir dentro de 24 semanas e acima de 4 ng/mL e confirmado por reteste ou tratamento.</br></p> <h5>C&#xE2;ncer de pr&#xF3;stata metast&#xE1;tico horm&#xF4;nio-sens&#xED;vel</h5> <p>A seguran&#xE7;a e efic&#xE1;cia de Docetaxel, administrada no in&#xED;cio da terapia de priva&#xE7;&#xE3;o andr&#xF3;g&#xEA;nica (ADT) em pacientes com c&#xE2;ncer de pr&#xF3;stata sens&#xED;vel a horm&#xF4;nios metast&#xE1;ticos foram avaliadas em um estudo multic&#xEA;ntrico, randomizado de Fase III (CHAARTED - E3805). Um total de 790 homens foram alocados para os 2 grupos de tratamento : ADT + docetaxel 75 mg/m<sup>2&amp;nbsp;</sup>administrado no in&#xED;cio da ADT, administrado a cada 3 semanas durante 6 ciclos; e ADT isolada.</p> <p>A mediana da sobrevida global foi significativamente maior no grupo de tratamento com docetaxel do que no grupo de ADT isolada, com uma m&#xE9;dia de sobrevida global de 13,6 meses a mais com a adi&#xE7;&#xE3;o do docetaxel &#xE0; ADT (taxa de risco 0,61, p&lt; 0,001).</p> <h6>Os endpoints de efic&#xE1;cia para o bra&#xE7;o Docetaxel <em>versus</em> o bra&#xE7;o controle, est&#xE3;o resumidos na tabela a seguir:</h6> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:526px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Endpoint</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:371px\"><strong>Docetaxel + ADT</strong></td> <td style=\"width:324px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>ADT isolada</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:526px\"> <p style=\"text-align:center\">N&#xFA;mero de pacientes</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:371px\">397</td> <td style=\"width:324px\"> <p style=\"text-align:center\">393</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"3\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Mediana de sobrevida global (meses)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:526px\"> <p style=\"text-align:center\">Todos os pacientes</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:371px\">57,6</td> <td style=\"width:324px\"> <p style=\"text-align:center\">44,0</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:526px\"> <p style=\"text-align:center\">Taxa de risco (hazard ratio)</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:371px\">0,61</td> <td style=\"text-align:center; width:324px\">-</td> </tr> <tr> <td style=\"width:526px\"> <p style=\"text-align:center\">IC 95 %</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:371px\">(0,47 &#x2013; 0,80)</td> <td style=\"text-align:center; width:324px\">-</td> </tr> <tr> <td style=\"width:526px\"> <p style=\"text-align:center\">p-valor<sup>a</sup></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:371px\">&lt; 0,001</td> <td style=\"text-align:center; width:324px\">-</td> </tr> <tr> <td style=\"width:526px\"> <p style=\"text-align:center\">Pacientes com doen&#xE7;a de grande volume<sup>b</sup> (meses)</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:371px\">49,2</td> <td style=\"width:324px\"> <p style=\"text-align:center\">32,2</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:526px\"> <p style=\"text-align:center\">Taxa de risco (hazard ratio)</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:371px\">0,60</td> <td style=\"text-align:center; width:324px\">-</td> </tr> <tr> <td style=\"width:526px\"> <p style=\"text-align:center\">IC 95 %</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:371px\">(0,45 &#x2013; 0,81)</td> <td style=\"text-align:center; width:324px\">-</td> </tr> <tr> <td style=\"width:526px\"> <p style=\"text-align:center\">p-valor<sup>a</sup></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:371px\">&lt; 0,001</td> <td style=\"text-align:center; width:324px\">-</td> </tr> <tr> <td style=\"width:526px\"> <p style=\"text-align:center\">N&#xED;vel de PSA &lt; 0,2 ng/mL, em 6 meses &#x2013; N(%)</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:371px\">127(32,0)</td> <td style=\"width:324px\"> <p style=\"text-align:center\">77 (19,6)</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:526px\"> <p style=\"text-align:center\">p-valor<sup>a</sup></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:371px\">&lt; 0,001</td> <td style=\"text-align:center; width:324px\">-</td> </tr> <tr> <td style=\"width:526px\"> <p style=\"text-align:center\">N&#xED;vel de PSA &lt; 0,2 ng/mL, em 12 meses &#x2013; N(%)</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:371px\">110(27,7)</td> <td style=\"width:324px\"> <p style=\"text-align:center\">66(16,8)</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:526px\"> <p style=\"text-align:center\">p-valor<sup>a</sup></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:371px\">&lt; 0,001</td> <td style=\"text-align:center; width:324px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"3\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Tempo do c&#xE2;ncer de pr&#xF3;stata metast&#xE1;tico resistente &#xE0; castra&#xE7;&#xE3;o<sup>c</sup></strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:526px\"> <p style=\"text-align:center\">M&#xE9;dia (meses)</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:371px\">20,2</td> <td style=\"width:324px\"> <p style=\"text-align:center\">11,7</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:526px\"> <p style=\"text-align:center\">IC 95 %</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:371px\">(17,2 &#x2013; 23,6)</td> <td style=\"width:324px\"> <p style=\"text-align:center\">(10,8 &#x2013; 14,7)</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:526px\"> <p style=\"text-align:center\">Taxa de risco (hazard ratio)</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:371px\">0,61</td> <td style=\"text-align:center; width:324px\">-</td> </tr> <tr> <td style=\"width:526px\"> <p style=\"text-align:center\">IC 95 %</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:371px\">(0,51 &#x2013; 0,72)</td> <td style=\"text-align:center; width:324px\">-</td> </tr> <tr> <td style=\"width:526px\"> <p style=\"text-align:center\">p-valor<sup>a</sup></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:371px\">&lt; 0,001</td> <td style=\"text-align:center; width:324px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"3\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Tempo de progress&#xE3;o cl&#xED;nica<sup>d</sup></strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:526px\"> <p style=\"text-align:center\">M&#xE9;dia (meses)</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:371px\">33,0</td> <td style=\"width:324px\"> <p style=\"text-align:center\">19,8</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:526px\"> <p style=\"text-align:center\">IC 95 %</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:371px\">(27,3 &#x2013; 41,2)</td> <td style=\"width:324px\"> <p style=\"text-align:center\">(17,9 &#x2013; 22,8)</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:526px\"> <p style=\"text-align:center\">Taxa de risco (hazard ratio)</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:371px\">0,61</td> <td style=\"text-align:center; width:324px\">-</td> </tr> <tr> <td style=\"width:526px\"> <p style=\"text-align:center\">IC 95 %</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:371px\">(0,50 &#x2013; 0,75)</td> <td style=\"text-align:center; width:324px\">-</td> </tr> <tr> <td style=\"width:526px\"> <p style=\"text-align:center\">p-valor<sup>a</sup></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:371px\">&lt; 0,001</td> <td style=\"text-align:center; width:324px\">-</td> </tr> </tbody> </table> <p><sup>a</sup>Tempo para as vari&#xE1;veis do evento: teste de log-rank estratificado. Vari&#xE1;veis da taxa de resposta: Teste exato de Fischer.<br> <sup>b </sup>A doen&#xE7;a de grande volume foi definida como a presen&#xE7;a de met&#xE1;stases viscerais, ou &#x2265; a 4 les&#xF5;es &#xF3;sseas e no m&#xED;nimo uma les&#xE3;o, al&#xE9;m dos corpos vertebrais ou pelve em oposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; doen&#xE7;a de baixo volume.<br> <sup>c </sup>O tempo para o c&#xE2;ncer de pr&#xF3;stata resistente &#xE0; castra&#xE7;&#xE3;o = tempo at&#xE9; a progress&#xE3;o cl&#xED;nica ou sorol&#xF3;gica com um n&#xED;vel de <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/testosterona/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">testosterona</a> inferior a 50 ng/dL (ou documenta&#xE7;&#xE3;o de origem da castra&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica ou castra&#xE7;&#xE3;o cir&#xFA;rgica). A progress&#xE3;o sorol&#xF3;gica foi definida como um aumento no n&#xED;vel de PSA de mais de 50 % acima do nadir alcan&#xE7;ado ap&#xF3;s o in&#xED;cio da ADT, com dois aumentos com pelo menos 2 semanas de intervalo.<br> <sup>d</sup> Progress&#xE3;o cl&#xED;nica = aumento dos sintomas das met&#xE1;stases &#xF3;sseas; progress&#xE3;o de acordo com os Crit&#xE9;rios de Avalia&#xE7;&#xE3;o de Resposta em Tumores S&#xF3;lidos, vers&#xE3;o 1.0; ou deteriora&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica devido ao c&#xE2;ncer de acordo com a opini&#xE3;o do investigador.</br></br></br></p> <h6>Outros par&#xE2;metros de benef&#xED;cio cl&#xED;nico</h6> <p>N&#xE3;o foram observadas diferen&#xE7;as estat&#xED;sticas entre os grupos de tratamento para Qualidade Global de Vida no estudo TAX 327 (c&#xE2;ncer de pr&#xF3;stata metast&#xE1;tico resistente &#xE0; castra&#xE7;&#xE3;o).</p> <h3>Adenocarcinoma g&#xE1;strico</h3> <h4>(Van Cutsem E, et al. J Clin Oncol. 2006 Nov;24(31):4991-7)</h4> <p>Um estudo randomizado, aberto, multic&#xEA;ntrico foi conduzido para avalia&#xE7;&#xE3;o de seguran&#xE7;a e de efic&#xE1;cia de Docetaxel para o tratamento de pacientes com adenocarcinoma g&#xE1;strico avan&#xE7;ado, incluindo adenocarcinoma da jun&#xE7;&#xE3;o gastroesof&#xE1;gica, que n&#xE3;o receberam quimioterapia pr&#xE9;via para a doen&#xE7;a avan&#xE7;ada. Um total de 445 pacientes com KPS&gt;70 foram tratados com Docetaxel (T) (75 mg/m<sup>2</sup> no dia 1) em combina&#xE7;&#xE3;o com cisplatina (C) (75 mg/m<sup>2</sup> no dia 1) e fluoruracila (F) (750 mg/m<sup>2</sup> por dia por 5 dias) ou cisplatina (100 mg/m<sup>2</sup> no dia 1) e fluoruracila (1000 mg/m<sup>2</sup>&amp;nbsp;por dia por 5 dias). A sobrevida global foi significativamente mais longa (p=0,0201) a favor do bra&#xE7;o TCF com um risco de redu&#xE7;&#xE3;o de mortalidade de 22,7% (sobrevida global mediana de 9,2 meses no bra&#xE7;o TCF <em>versus</em> 8,6 meses no bra&#xE7;o CF). As taxas de resposta global (resposta completa + resposta parcial) foram 36,7% no bra&#xE7;o tratado com TCF e 25,4% no bra&#xE7;o tratado com CF, com uma diferen&#xE7;a estatisticamente significante (p=0,0106).</p> <h3>C&#xE2;ncer de cabe&#xE7;a e pesco&#xE7;o</h3> <h4>(Vermoken J, et al. N Engl J Med. 2007 Oct;357(17):1695-704)</h4> <p>A seguran&#xE7;a e efic&#xE1;cia de Docetaxel no tratamento de indu&#xE7;&#xE3;o de pacientes com carcinoma de c&#xE9;lulas escamosas de cabe&#xE7;a e pesco&#xE7;o (SCCHN) foi avaliada no estudo de fase III, randomizado, aberto, multic&#xEA;ntrico (TAX 323). Neste estudo, 358 pacientes com SCCHN inoper&#xE1;vel localmente avan&#xE7;ado e com estado de desempenho WHO 0 ou 1, foram randomizados para um dos dois bra&#xE7;os de tratamento. Os pacientes no bra&#xE7;o Docetaxel receberam Docetaxel (T) 75 mg/m<sup>2</sup> seguido de cisplatina (P) 75 mg/m<sup>2</sup> no dia 1, seguido de fluoruracila (F) 750 mg/m<sup>2</sup> por dia em infus&#xE3;o cont&#xED;nua nos dias 1-5. Os pacientes no bra&#xE7;o comparador receberam cisplatina (P) 100 mg/m<sup>2</sup> no dia 1, seguido por fluoruracila (F) 1000 mg/m<sup>2</sup> em infus&#xE3;o cont&#xED;nua nos dias 1-5. O endpoint prim&#xE1;rio neste estudo, a sobrevida livre de progress&#xE3;o (PFS) foi significativamente maior no bra&#xE7;o TPF comparado com o bra&#xE7;o PF, p=0,0042 (PFS mediano: 11,4 vs. 8,3 meses, respectivamente) com um tempo de acompanhamento mediano global de 33,7 meses. A sobrevida mediana global foi tamb&#xE9;m, significativamente maior a favor do bra&#xE7;o TPF comparado ao bra&#xE7;o PF (OS mediana: 18,6 vs. 14,5 meses, respectivamente) com uma redu&#xE7;&#xE3;o no risco de mortalidade de 28%, p=0,0128.</p> <h4>(Posner M, et al. N Engl J Med. 2007 Oct;357(17):1695-704)</h4> <p>A seguran&#xE7;a e efic&#xE1;cia de Docetaxel no tratamento de indu&#xE7;&#xE3;o de pacientes com SCCHN localmente avan&#xE7;ado (n&#xE3;o ressec&#xE1;vel, cura cir&#xFA;rgica baixa ou preserva&#xE7;&#xE3;o do &#xF3;rg&#xE3;o) foi avaliado num estudo de fase III, randomizado, multic&#xEA;ntrico, aberto (TAX 324). Neste estudo, 501 pacientes, com SCCHN localmente avan&#xE7;ado e um estado de desempenho WHO de 0 ou 1, foi randomizado para 1 dos 2 bra&#xE7;os. Os pacientes do bra&#xE7;o Docetaxel receberam Docetaxel (T) 75 mg/m<sup>2</sup> por infus&#xE3;o IV no dia 1 seguido de cisplatina (P) 100 mg/m<sup>2</sup> administrada por infus&#xE3;o IV de 30 minutos a tr&#xEA;s horas, seguido por infus&#xE3;o cont&#xED;nua IV de fluoruracila (F) 1000 mg/m<sup>2</sup>/dia do dia 1 ao dia 4. Os pacientes no bra&#xE7;o comparador receberam cisplatina (P) 100 mg/m<sup>2</sup> por infus&#xE3;o IV de 30 minutos a 3 horas no dia 1 seguido por infus&#xE3;o cont&#xED;nua IV de fluoruracila (F) 1000 mg/m<sup>2</sup>/dia do dia 1 ao dia 5. O endpoint de efic&#xE1;cia prim&#xE1;rio neste estudo, sobrevida global (OS) foi significativamente mais longo (teste long-rank, p=0,0058) com o regime contendo Docetaxel comparado ao PF (mediana OS: 70,6 <em>versus</em> 30,1 meses respectivamente), com uma redu&#xE7;&#xE3;o do risco de 30% na mortalidade comparada ao PF (hazard ratio (HR) = 0,70, 95% intervalo de confian&#xE7;a (CI) = 0,54 &#x2013; 0,90). O endpoint secund&#xE1;rio, PFS, demonstrou uma redu&#xE7;&#xE3;o do risco de 29% de progress&#xE3;o ou morte e uma melhora de 22 meses no PFS mediano (35,5 meses para TPF e 13,1 para PF). Isto tamb&#xE9;m foi estatisticamente significante com um HR de 0,71; 95% CI 0,56 &#x2013; 0,90; teste de log-rank p=0,004.</p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Propriedades farmacodin&#xE2;micas</h3> <p>O princ&#xED;pio ativo de Docetaxel atua promovendo a agrega&#xE7;&#xE3;o das tubulinas na forma&#xE7;&#xE3;o de microt&#xFA;bulos est&#xE1;veis, inibindo a sua despolimeriza&#xE7;&#xE3;o, o que promove diminui&#xE7;&#xE3;o expressiva de tubulina livre. A liga&#xE7;&#xE3;o de docetaxel aos microt&#xFA;bulos n&#xE3;o altera o n&#xFA;mero de protofilamentos.</p> <p><em>In vitro</em>, docetaxel mostrou romper a rede de microt&#xFA;bulos nas c&#xE9;lulas, essencial para as fun&#xE7;&#xF5;es celulares vitais durante a int&#xE9;rfase e mitose.</p> <p>O docetaxel mostrou ser citot&#xF3;xico contra v&#xE1;rias linhagens de c&#xE9;lulas tumorais humanas e murinas <em>in vitro</em>, e contra c&#xE9;lulas tumorais humanas de remo&#xE7;&#xE3;o recente em ensaios clonog&#xEA;nicos. O docetaxel atinge altas concentra&#xE7;&#xF5;es intracelulares, com um longo per&#xED;odo de perman&#xEA;ncia na c&#xE9;lula. O docetaxel demonstrou ser ativo em algumas, mas n&#xE3;o em todas, as linhagens celulares que superexpressam p-glicoprote&#xED;na codificada pelo gene de resist&#xEA;ncia a m&#xFA;ltiplos f&#xE1;rmacos. <em>In vivo</em>, docetaxel &#xE9; regime-independente e apresenta um amplo espectro de atividade antitumoral experimental contra tumores murinos e tumores humanos xenotransplantados.</p> <p>Para o tratamento adjuvante de pacientes com c&#xE2;ncer de mama oper&#xE1;vel com linfonodo positivo: o efeito ben&#xE9;fico de TAC (Docetaxel em associa&#xE7;&#xE3;o com doxorrubicina e ciclofosfamida) n&#xE3;o foi provado em pacientes com 4 n&#xF3;dulos ou mais (37% da popula&#xE7;&#xE3;o), embora tenha sido observada uma redu&#xE7;&#xE3;o de 18% do risco de recidiva neste grupo de pacientes. O benef&#xED;cio de TAC nessas pacientes n&#xE3;o foi inteiramente definido ap&#xF3;s o acompanhamento de 55 meses do estudo TAX 316.</p> <h3>Propriedades farmacocin&#xE9;ticas</h3> <p>A farmacocin&#xE9;tica do docetaxel foi avaliada em pacientes com c&#xE2;ncer ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o de 20 a 115 mg/m<sup>2</sup> em estudos de Fase I. O perfil farmacocin&#xE9;tico do docetaxel &#xE9; dose-independente e consistente com um modelo farmacocin&#xE9;tico&amp;nbsp;tricompartimental com meia-vida para as fases &#x3B1;, &#x3B2; e &#x3B3; de 4 min, 36 min e 11,1 h, respectivamente. A fase tardia &#xE9; devida, em parte, ao efluxo relativamente lento de docetaxel dos compartimentos perif&#xE9;ricos.</p> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o de uma dose de 100 mg/m<sup>2</sup> em infus&#xE3;o de 1 hora, obteve-se concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE9;dia de 3,7 &#xB5;g/mL com AUC correspondente de 4,6 h.&#xB5;g/mL. Os valores m&#xE9;dios de <em>clearance</em> corp&#xF3;reo total e volume de distribui&#xE7;&#xE3;o no estado de equil&#xED;brio foram de 21 L/h/m<sup>2</sup> e 113 L, respectivamente. A varia&#xE7;&#xE3;o interindividual do <em>clearance</em> corp&#xF3;reo total foi de aproximadamente 50%. A liga&#xE7;&#xE3;o do docetaxel &#xE0;s prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas &#xE9; &gt; 95%.</p> <p>Foi conduzido um estudo realizado com C14-docetaxel em tr&#xEA;s pacientes com c&#xE2;ncer. No per&#xED;odo de 7 dias, o docetaxel foi eliminado na urina e nas fezes ap&#xF3;s sofrer metabolismo oxidativo do grupo &#xE9;ster terc-butila, mediado pelo citocromo P450. A excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria e fecal foi de aproximadamente 6% e 75% da radioatividade administrada, respectivamente.</p> <p>Aproximadamente 80% da radioatividade recuperada nas fezes &#xE9; excretada durante as primeiras 48 horas na forma de um metab&#xF3;lito principal inativo, tr&#xEA;s metab&#xF3;litos secund&#xE1;rios inativos e uma quantidade muito pequena do f&#xE1;rmaco inalterado.</p> <p>Uma an&#xE1;lise populacional farmacocin&#xE9;tica foi realizada em 577 pacientes que receberam docetaxel. Os par&#xE2;metros farmacocin&#xE9;ticos estimados neste modelo foram muito pr&#xF3;ximos daqueles obtidos nos estudos de Fase I. Os par&#xE2;metros farmacocin&#xE9;ticos do docetaxel n&#xE3;o sofreram altera&#xE7;&#xE3;o com a idade ou o sexo do paciente. Em um pequeno n&#xFA;mero de pacientes (n = 23) com dados bioqu&#xED;micos e cl&#xED;nicos indicadores de altera&#xE7;&#xE3;o leve a moderada da fun&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica (TGP, TGO &gt; 1,5 vezes o limite superior da normalidade, associado com fosfatase alcalina &gt; 2,5 vezes o limite superior da normalidade), o <em>clearance</em> total diminuiu em m&#xE9;dia 27%. O <em>clearance</em> do docetaxel n&#xE3;o foi alterado em pacientes com reten&#xE7;&#xE3;o h&#xED;drica leve a moderada; n&#xE3;o existem informa&#xE7;&#xF5;es dispon&#xED;veis em pacientes com reten&#xE7;&#xE3;o h&#xED;drica severa.</p> <p>Quando utilizado em associa&#xE7;&#xE3;o, docetaxel n&#xE3;o influencia o <em>clearance</em> da doxorrubicina e os n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos do doxorrubicinol (um metab&#xF3;lito da doxorrubicina). Por outro lado, o <em>clearance</em> do docetaxel &#xE9; aumentado enquanto sua efic&#xE1;cia &#xE9; mantida.</p> <p>As farmacocin&#xE9;ticas de docetaxel, doxorrubicina e ciclofosfamida estudadas em 30 pacientes com c&#xE2;ncer de mama n&#xE3;o foram influenciadas por suas administra&#xE7;&#xF5;es concomitantes.</p> <p>Avaliando o efeito da capecitabina na farmacocin&#xE9;tica do docetaxel e o efeito do docetaxel na farmacocin&#xE9;tica da capecitabina nos estudos de fase I, n&#xE3;o foi observado nenhum efeito da capecitabina na farmacocin&#xE9;tica do docetaxel (Cmax e AUC) e nenhum efeito do docetaxel na farmacocin&#xE9;tica do 5&#x2019;DFUR (o metab&#xF3;lito mais importante da capecitabina).</p> <p>O <em>clearance</em> do docetaxel na terapia associada com cisplatina ou carboplatina foi semelhante &#xE0;quele observado ap&#xF3;s a monoterapia com docetaxel. O perfil farmacocin&#xE9;tico da cisplatina administrada logo ap&#xF3;s a infus&#xE3;o de docetaxel &#xE9; semelhante &#xE0;quele observado com a cisplatina isolada.</p> <p>O efeito da prednisona na farmacocin&#xE9;tica do docetaxel administrado com pr&#xE9;-medica&#xE7;&#xE3;o padr&#xE3;o de dexametasona foi estudado em 42 pacientes. N&#xE3;o foi observado nenhum efeito da prednisona na farmacocin&#xE9;tica do docetaxel. A administra&#xE7;&#xE3;o combinada de docetaxel, cisplatina e fluoruracila nos 12 pacientes com tumores s&#xF3;lidos n&#xE3;o apresentaram influ&#xEA;ncia na farmacocin&#xE9;tica de cada droga individualmente.</p> <h3>Dados de seguran&#xE7;a pr&#xE9;-cl&#xED;nica</h3> <h4>Carcinog&#xEA;nese</h4> <p>O potencial carcinog&#xEA;nico do docetaxel ainda n&#xE3;o foi estudado.</p> <h4>Mutagenicidade</h4> <p>O docetaxel mostrou ser mutag&#xEA;nico em testes <em>in vitro</em> de micron&#xFA;cleo e de aberra&#xE7;&#xF5;es cromoss&#xF4;micas em c&#xE9;lulas CHO-K1 e em testes <em>in vivo</em> de micron&#xFA;cleo em camundongo. Contudo, docetaxel n&#xE3;o induziu mutagenicidade no teste de Ames ou no ensaio de muta&#xE7;&#xE3;o g&#xEA;nica CHO/HGPRT. Estes dados s&#xE3;o compat&#xED;veis com a atividade farmacol&#xF3;gica do docetaxel.</p> <h4>Altera&#xE7;&#xE3;o de fertilidade</h4> <p>Estudos de toxicidade em roedores demonstraram efeitos adversos nos test&#xED;culos, sugerindo que o docetaxel pode prejudicar a fertilidade masculina.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Dosataxel?

Este medicamento deve ser armazenado sob refrigeração (temperatura entre 2ºC e 8ºC), protegido da luz.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas

Solução límpida, viscosa, cor amarelo a amarelo amarronzado, envasado em frascos-ampola de vidro incolor; livre de partículas em suspensão.

Aspecto do diluente

Solução límpida, transparente e incolor, livre de partículas em suspensão, contida em frascos-ampola de vidro incolor.

Após diluição, a solução pré-mistura deve ser utilizada em até oito horas, mantida sob refrigeração (temperatura entre 2°C e 8°C).

Após reconstituição da solução pré-mistura em solução fisiológica 0,9% ou solução glicosada a 5%, a solução para infusão deve ser administrada dentro de um período de cinco horas (incluindo uma hora de infusão), mantida em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C) e sob luminosidade normal.

Antes de usar observe o aspecto do medicamento.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres Legais do Dosataxel

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide cartucho.&nbsp;

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Farm. Resp.
Sheila Barros Matsuoka
CRF-DF nº 2.678

Fabricado por:
Laboratorios IMA S.A.I.C.
Palpa 2870
Buenos Aires - Argentina


Embalado por:
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Chemicaltech Importação, Exportação E Comércio De Produtos Médicos, Farmacêuticos E Hospitalares LTDA.
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Venda sob prescrição médica.

Uso restrito a hospitais.

40mg/mL, caixa com 1 frasco-ampola com 2mL de solução de uso intravenoso + 1 ampola com 6mL de diluente (embalagem hospitalar)

Princípio ativo
:
Docetaxel
Classe Terapêutica
:
Agentes Antineoplásicos Taxanos
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Dispensação Sob Prescrição Médica Restrito a Hospitais)
Categoria
:
Câncer
Especialidade
:
Oncologia

Bula do medicamento

Dosataxel, para o que é indicado e para o que serve?

Câncer de mama adjuvante

Em associação com doxorrubicina e ciclofosfamida é indicado para o tratamento adjuvante (após a cirurgia) de pacientes com câncer de mama operável, com linfonodo positivo (cujas células cancerosas já atingiram os linfonodos).

Em associação com doxorrubicina e ciclofosfamida é indicado para o tratamento adjuvante (após a cirurgia) de pacientes com câncer de mama operável, linfonodo-negativo (cujas células cancerosas ainda não atingiram os linfonodos) e que tenham um ou mais fatores de alto risco, tais como&nbsp;tamanho do tumor > 2 cm, idade < 35 anos, status de receptor hormonal negativo, tumor grau 2 ou 3.

Em associação com doxorrubicina e ciclofosfamida seguida de docetaxel em associação com trastuzumabe (AC-TH) é indicado para o tratamento adjuvante (após a cirurgia) de pacientes com câncer de mama operável cujos tumores superexpressam o receptor tipo 2 do fator de crescimento epidérmico humano (HER2).

Em associação com trastuzumabe e carboplatina (TCH) é indicado para o tratamento adjuvante (após a cirurgia) de pacientes com câncer de mama operável cujos tumores superexpressam HER2.

Câncer de mama metastático

Em associação com doxorrubicina é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de mama localmente avançado ou com metástase (tumor espalhado para outras partes do corpo) que não receberam quimioterapia anterior para esta condição.

Em monoterapia é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de mama localmente avançado ou com metástase após falha de terapia citotóxica. Quimioterapia anterior deve ter incluído a administração de antraciclina ou agente alquilante.

Em associação com capecitabina é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de mama localmente avançado ou com metástase após falha de quimioterapia citotóxica. Terapia anterior deve ter incluído a administração de antraciclina.

Em associação com trastuzumabe é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de mama com metástase cujos tumores superexpressam o receptor tipo 2 do fator de crescimento epidérmico humano (HER2) e que anteriormente não receberam quimioterapia para doença com metástase.

Câncer de pulmão de não pequenas células

É indicado para o tratamento de pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células localmente avançado ou com metástase, mesmo após falha de quimioterapia anterior.

Em associação com cisplatina é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células inoperável, localmente avançado ou com metástase que não tenham recebido quimioterapia para esta condição previamente.

Câncer de ovário

Tratamento de tumor maligno metastático de ovário após falha de quimioterapia de primeira linha ou subsequente.

Câncer de próstata

Em associação com prednisona ou prednisolona é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de próstata com metástase androgênio independente (que não respondem ao tratamento hormonal).

Adenocarcinoma gástrico

Em associação com cisplatina e 5-fluoruracila é indicado para o tratamento de pacientes com tumor maligno avançado no estômago, incluindo a junção gastroesofágica (região que une estômago e esôfago), que não receberam quimioterapia anterior para a doença avançada.

Câncer de cabeça e pescoço

Em associação com cisplatina e 5-fluoruracila é indicado para o tratamento de indução de pacientes com tumor maligno de células escamosas de cabeça e pescoço localmente avançado na cavidade oral, orofaringe, hipofaringe e laringe.

Como o&nbsp;Dosataxel funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>O princ&#xED;pio ativo de Dosataxel (docetaxel) atua nos processos celulares impedindo que as c&#xE9;lulas consigam terminar o processo de divis&#xE3;o e multiplica&#xE7;&#xE3;o celular, reduzindo assim a prolifera&#xE7;&#xE3;o das c&#xE9;lulas tumorais.</p> "}

Quais as contraindicações do Dosataxel?

Dosataxel não deve ser utilizado nos seguintes casos:

  • <li>Em pacientes com hist&#xF3;ria de rea&#xE7;&#xF5;es al&#xE9;rgicas severas ao <a href="https://consultaremedios.com.br/docetaxel/bula" target="_blank">docetaxel</a> ou ao polissorbato 80;</li> <li>Em pacientes com contagem do n&#xFA;mero de neutr&#xF3;filos (quantidade de certo tipo de c&#xE9;lulas brancas do sangue) &lt; 1.500 c&#xE9;lulas/mm<sup>3</sup>;</li> <li>Em mulheres gr&#xE1;vidas;</li> <li>Em pacientes com redu&#xE7;&#xE3;o severa da fun&#xE7;&#xE3;o do <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c" target="_blank">f&#xED;gado</a>;</li> <li>Quando houver contraindica&#xE7;&#xF5;es a outros f&#xE1;rmacos, estas tamb&#xE9;m s&#xE3;o aplicadas quando associados com Dosataxel.</li>

Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes pediátricos.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem&nbsp;orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Como usar o Dosataxel?

Por ser um medicamento que deve ser manipulado e administrado exclusivamente por profissionais especializados, as orientações para manipulação, diluição, preparo da infusão intravenosa, administração e descarte do medicamento, bem como as posologias para os diferentes focos e períodos de tratamento estão contidas no texto de bula destinado aos profissionais de saúde.

Em caso de dúvidas, consulte o seu médico.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Dosataxel?

{"tag":"hr","value":" <p>Seu m&#xE9;dico ter&#xE1; as instru&#xE7;&#xF5;es de quando administrar este medicamento para voc&#xEA;. Entretanto, se voc&#xEA; acha que uma dose n&#xE3;o foi administrada, converse com seu m&#xE9;dico.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Dosataxel?

Dosataxel deve ser administrado somente sob a supervisão médica com experiência na utilização de medicamentos utilizados no tratamento do câncer.

Deverão estar disponíveis recursos de suporte apropriados, devido à possibilidade da ocorrência de reações alérgicas. Durante a administração, recomenda-se a realização de cuidadosa monitorização das funções vitais.

Um corticosteroide oral (veja a seguir para câncer de próstata), como dexametasona 16 mg/dia (por exemplo,&nbsp;8 mg, 2 vezes ao dia) durante 3 dias, com início no dia anterior à administração de Dosataxel, a menos que contraindicado, pode reduzir a incidência e a severidade da retenção de líquidos, assim como a severidade das reações alérgicas.

Dosataxel pode causar eventos adversos sérios, incluindo morte.

A chance de morte em pessoas recebendo Dosataxel é mais alta se o paciente:

  • <li>Tem problemas relacionados ao f&#xED;gado;</li> <li>Recebe doses elevadas de Dosataxel;</li> <li>Tem c&#xE2;ncer de pulm&#xE3;o de n&#xE3;o pequenas c&#xE9;lulas e foi tratado com medicamentos quimioter&#xE1;picos que contenham platina.</li>

Este medicamento reduz o número de alguns tipos de células do sangue em seu corpo. Devido a isso, você pode sangrar ou ter infecções mais facilmente. Para evitar esses problemas, evite o contato com pessoas próximas que estão doentes ou que tenham infecções. Lave as mãos frequentemente. Evite os esportes brutos ou outras situações onde você poderia se machucar, cortar ou ferir. Escove seus dentes delicadamente. Tenha cuidado ao usar objetos cortantes, incluindo navalhas e alicates de unha.

Converse com seu médico antes de vacinar-se contra a gripe ou com outras vacinas enquanto estiver recebendo este medicamento. Vacinas podem não funcionar tão bem, ou deixá-lo doente (com infecções graves ou fatais) enquanto estiver usando este medicamento.

O regime de pré-tratamento para câncer de próstata é dexametasona oral 8 mg, 12 horas, 3 horas e 1 hora antes da infusão de Dosataxel.

Reações alérgicas

Deve-se observar rigorosamente a ocorrência de reações alérgicas, especialmente durante a primeira e a segunda administração. Podem ocorrer reações alérgicas minutos após o início da administração de Dosataxel, sendo que devem estar disponíveis recursos para o tratamento da pressão baixa e contração dos brônquios e bronquíolos. Em pacientes que receberam pré medicação, ocorreram reações severas como erupções cutâneas e vermelhidão generalizada, pressão muito baixa, contração dos brônquios e bronquíolos ou muito raramente reação alérgica grave e fatal.

Reações alérgicas requerem interrupção imediata do tratamento e terapia apropriada. O retratamento com Dosataxel não é indicado caso ocorram reações alérgicas severas.

Neutropenia (diminuição do número de neutrófilos no sangue)

O estágio extremo da neutropenia ocorreu com uma mediana de 7 dias, porém, este intervalo pode ser menor em pacientes pré-tratados por longos períodos. Deve-se realizar frequente monitorização do exame de sangue completo em pacientes recebendo tratamento com docetaxel.

O tratamento deve ser retomado somente quando a contagem de neutrófilos retomar a um nível > 1.500 células/mm3.

Os pacientes tratados com Dosataxel em associação com cisplatina e 5-fluoruracila devem receber G-CSF (fator de estimulação de colônias de granulócitos) preventivo para aliviar o risco de neutropenia complicada (acompanhada de febre, prolongada ou infecção com neutropenia) e devem ser rigorosamente monitorizados.

Os pacientes tratados com Dosataxel em associação com doxorrubicina e ciclofosfamida (TAC) devem receber G-CSF (fator de estimulação de colônias de granulócitos) preventivo primário para diminuir o risco de neutropenia complicada (acompanhada de febre, prolongada ou infecção neutropênica) e devem ser rigorosamente monitorizados.

Reações na pele

Foi observada vermelhidão na pele, localizada nas extremidades (palma das mãos e planta dos pés), com inchaço seguido por descamação.

Sistema nervoso

O desenvolvimento de sinais e/ou sintomas neurossensoriais severos (da função da sensibilidade do sistema nervoso periférico) tem sido observado e requer uma redução de dose.

Graves sintomas neurossensoriais foram relatados, tais como parestesia (sensações cutâneas subjetivas como por ex., frio, calor, formigamento, pressão), disestesia (enfraquecimento ou alteração na sensibilidade dos sentidos, sobretudo do tato, entorpecimento), dor, podendo ser necessária a redução da dose ou interrupção do tratamento.

Toxicidade cardíaca (do coração)

Foi observada redução da função cardíaca em pacientes que receberam a associação de docetaxel e trastuzumabe, particularmente após quimioterapia contendo antraciclina (doxorrubicina ou epirrubicina). Tal reação mostrouse de moderada a severa e foi associada com morte.

Distúrbios da visão

Edema Macular Cistoide (EMC) (edema na mácula na retina que pode levar a alterações visuais) tem sido reportado em pacientes tratados com docetaxel, bem como com outros taxanos. Pacientes com visão comprometida devem ser submetidos a um exame oftalmológico completo. Em caso de diagnóstico de EMC, o tratamento com docetaxel deve ser descontinuado e tratamento apropriado deve ser iniciado.

Leucemia

No tratamento adjuvante do câncer de mama, o risco de mielodisplasia tardia ou leucemia mieloide (tipos decâncer da medula óssea) requer acompanhamento através de exame de sangue.

Excipientes

A quantidade de etanol no Dosataxel pode ser prejudicial em pacientes que sofrem de alcoolismo e também deve ser considerada nos pacientes do grupo de risco, como pacientes com redução da função do fígado ou com epilepsia.

Devem ser considerados possíveis efeitos sobre o Sistema Nervoso Central.

A quantidade de etanol no Dosataxel pode alterar o efeito de outros medicamentos.

Risco de uso por via de administração não recomendada

Não há estudos dos efeitos de docetaxel administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente pela via intravenosa.

Retenção de líquidos

Pacientes com retenção severa de líquidos, como presença de líquido na região da membrana que reveste os pulmões e cavidade do tórax, na membrana que reveste o coração e na cavidade abdominal devem ser rigorosamente monitorizados.

Pacientes com redução da função do fígado

Pacientes com níveis de enzimas hepáticas acima do limite normal têm maior risco de desenvolver reações adversas severas e devem ser rigorosamente monitorizados.

No caso de alterações bastante elevadas nos níveis de certas enzimas hepáticas e de bilirrubina, não é recomendado ajuste de dose e docetaxel não deve ser utilizado, salvo se estritamente indicado pelo médico.

Converse com o seu médico caso você tenha alguma doença do fígado.

Não existem dados disponíveis em pacientes com redução da função do fígado, tratados com docetaxel em associação.

Interação medicamento-medicamento

O metabolismo do docetaxel pode ser modificado pela administração concomitante de medicamentos que interagem com o citocromo P450-3A, tais como ciclosporina, terfenadina, cetoconazol, eritromicina e troleandomicina. Portanto, deve-se ter cautela quando da administração concomitante destas substâncias, visto que existe risco de interação significativa.

Deve-se ter cautela ao administrar cetoconazol a pacientes como terapia concomitante visto que existe risco de interação significante.

O docetaxel deve ser administrado com cautela caso o paciente receba concomitantemente inibidores de protease (ritonavir).

Informe o seu médico se você está tomando, ou tomou recentemente, qualquer outro medicamento, incluindo medicamentos obtidos sem prescrição médica.

Dosataxel ou a outra medicação podem não funcionar tão bem quanto esperado e você pode estar mais susceptível a eventos adversos.

Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Dosataxel?

As reações adversas consideradas possíveis ou provavelmente relacionadas à administração de docetaxel foram observadas em pacientes tratados com docetaxel isoladamente (monoterapia) ou em associação, com parâmetros da função do fígado normais.

A seguinte taxa de frequência é utilizada para as reações adversas:

  • <li>Muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento);</li> <li>Comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento);</li> <li>Incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento);</li> <li>Rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento);</li> <li>Muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li>

Reações relacionadas ao sangue

Diminuição da produção de células sanguíneas e outras reações adversas relacionadas ao sangue incluem:
Muito comuns:

Neutropenia (diminuição do número de neutrófilos no sangue) (96,6% dos casos) foi a reação adversa mais frequente em pacientes que não receberam fator estimulador de colônias de granulócitos e mostrou-se reversível e não cumulativa (atingiu-se o valor extremo inferior em média no sétimo dia e a duração mediana da neutropenia severa foi de sete dias); neutropenia grau 3/4 (32%) em pacientes tratadas com docetaxel e trastuzumabe; neutropenia febril (11,8%), infecções (20%) e anemia (< 11 g/dL);&nbsp;90,4% foram as reações ocorridas em pacientes tratados com docetaxel em monoterapia na dose de 100 mg/m2.

Comuns:

Infecções severas (4,6%) associadas com a contagem de neutrófilos < 500 células/mm3, trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas no sangue) (7,8%), hemorragia (2,4%) (raramente associada com trombocitopenia severa, infecções severas (5,7%, incluindo infecção generalizada e pneumonia, fatal em 1,7%) e anemia severa (8,9% (< 8 g/dL) ocorreram em pacientes tratados com docetaxel em monoterapia na dose de 100 mg/m2).

Incomum:

Trombocitopenia severa (0,2%).

Reações alérgicas

Muito comuns

Reações alérgicas (25,9%), ocorrendo geralmente dentro de poucos minutos após o início da administração de docetaxel, usualmente de intensidade leve a moderada. Os sintomas frequentemente relatados com o uso de docetaxel em monoterapia na dose de 100 mg/m2 foram vermelhidão, erupção na pele com ou sem coceira, aperto no peito, dor lombar, falta de ar e febre medicamentosa ou calafrio.

Comuns

Reações alérgicas severas (5,3%), que desapareceram após descontinuação da administração e emprego de tratamento apropriado.

Reações da pele

Muito comuns

Alterações nas unhas (27,9%) caracterizadas por alteração na cor, dor e descolamento; reações reversíveis na pele (56,6%) geralmente consideradas de intensidade leve a moderada. As reações foram caracterizadas por erupção na pele, incluindo erupções localizadas principalmente nos pés e mãos, mas também nos braços, face ou tórax, e frequentemente associadas com coceira.

Geralmente ocorreram erupções dentro de uma semana após a administração de docetaxel.

Comuns

Sintomas severos como erupções seguidas por descamação, que raramente causaram a interrupção do tratamento com docetaxel. E em monoterapia na dose de 100 mg/m2, foram relatados com menor frequência (5,9%). Em alguns casos vários fatores como infecções simultâneas, uso concomitante de medicamentos e doenças pré-existentes pode ter contribuído para o desenvolvimento destas reações.

Retenção de líquidos

Reações adversas relacionadas à retenção de líquidos foram obtidas de 92 pacientes tratados com 100 mg/m2 de docetaxel em monoterapia (utilizado isoladamente).

Muito comum

Retenção de líquidos em 64,1% dos pacientes que receberam 3 dias de pré-medicação.

Comuns

Retenção severa de líquidos (6,5%) em pacientes que receberam 3 dias de pré-medicação. Foram relatados eventos como inchaço periférico e com menor frequência presença de líquido na região da membrana que recobre o pulmão e cavidade do tórax, na membrana que recobre o coração, na cavidade abdominal e aumento de peso. O inchaço periférico geralmente inicia-se nas extremidades inferiores e pode generalizar-se com um aumento de peso igual ou superior a 3 kg. A retenção de líquidos é cumulativa em incidência e severidade.

A retenção de líquidos não tem sido acompanhada por episódios agudos de diminuição do volume urinário ou pressão baixa.

Reações do aparelho digestivo

As seguintes reações gastrintestinais foram relatadas em pacientes que receberam docetaxel em monoterapia na dose de 100 mg/m2:
Muito comuns:

Enjoo (40,5%), vômito (24,5%), diarreia (40,6%), anorexia (16,8%), estomatite (inflamação na mucosa da boca) (41,8%), perversão do paladar (10,1%).

Comuns:

Enjoo severo (4%), vômito severo (3%), diarreia severa (4%), dor abdominal (7,3%, sendo 1% dos casos severa), prisão de ventre severa (9,8%), estomatite severa (5,3%), esofagite (inflamação do esôfago) (1%), sangramento do aparelho digestivo (1,4%).

Incomuns:

Prisão de ventre severa (0,2%), esofagite (0,4%), sangramento severo do aparelho digestivo (0,3%).

Rara:

Perversão severa do paladar (0,07%).

Reações do sistema nervoso

Muito comuns

Sinais e/ou sintomas neurossensoriais de intensidade leve a moderada ocorreram em 50% dos pacientes no braço de docetaxel 100 mg/m2 em monoterapia; eventos neuromotores (relacionados ao movimento) (13,8%) principalmente caracterizados por fraqueza.

Comuns

Sintomas neurossensoriais severos (sensação anormal de ardor, formigamento ou coceira, percebida nas extremidades e sem motivo aparente e dor incluindo ardor) foram observados em 4,1% dos pacientes com câncer de mama com metástase, necessitando interrupção do tratamento em 2% dos casos; eventos neuromotores severos (4% dos casos) principalmente caracterizados por fraqueza. Quando estes sintomas ocorrerem, a dose deve ser ajustada.

Em caso de persistência dos sintomas, o tratamento deve ser interrompido.

Reações cardiovasculares (relacionadas ao coração e ao sistema vascular)

Os eventos cardiovasculares em pacientes que receberam docetaxel em monoterapia na dose de 100 mg/m2&nbsp;consistiram em:
Muito comuns:

Pressão baixa (3,8%), disritmia (4,1%) e pressão alta (2,4%). Na terapia combinada com docetaxel no tratamento adjuvante do câncer de mama foram relatadas disritmia, todos os graus (3,9%); pressão baixa, todos os graus (1,5%) e insuficiência cardíaca congestiva (incapacidade do coração de bombear o sangue em direção ao resto do corpo) (2,3% numa mediana de 70 meses de acompanhamento). Um paciente morreu devido à insuficiência cardíaca. Incomuns: insuficiência cardíaca (incapacidade do coração em desempenhar suas funções) (0,5%).

Reações relacionadas ao fígado

Comuns

Em pacientes tratados com 100 mg/m2 de docetaxel isoladamente, foram observados aumentos dos níveis sanguíneos das enzimas transaminases (TGP/TGO), da bilirrubina (pigmento amarelo produto da degradação da hemoglobina) e da enzima fosfatase alcalina, superiores a 2,5 vezes o limite superior da normalidade, em menos de 5% dos pacientes.

Outros

Em pacientes tratados com docetaxel em monoterapia na dose de 100 mg/m2 ocorreram as seguintes reações:
Muito comuns:

Perda de cabelo (79%), fraqueza (62,6%, sendo severa em 11,2% dos casos), dor muscular (20%), falta de ar (16,1%), dor generalizada ou localizada (16,5%).

Comuns:

Dor nas articulações (8,6%), falta de ar severa (2,7%), dor torácica (4,5%) sem qualquer envolvimento respiratório ou cardíaco; reações no local de administração, geralmente leves, ocorreram em 5,6% dos pacientes e consistiram de alteração da cor, inflamação, vermelhidão ou secura da pele, inflamação da veia ou extravasamento e inchaço da veia.

Incomuns:

Perda de cabelo severa (0,5%), dor generalizada ou localizada severa (0,8%), dor torácica severa (0,4%) sem qualquer envolvimento respiratório ou cardíaco.

De uma forma geral, os padrões de eventos adversos observados nos pacientes tratados com docetaxel em terapia combinada com doxorrubicina são similares àqueles observados em pacientes tratados com docetaxel isoladamente.

Terapia combinada com docetaxel no tratamento adjuvante (após a cirurgia) do câncer de mama operável linfonodo positivo (cujas células cancerosas já atingiram os linfonodos), e linfonodo negativo (cujas células cancerosas ainda não atingiram os linfonodos) de alto risco

Eventos adversos clinicamente importantes relacionados ao tratamento em pacientes recebendo docetaxel em associação com doxorrubicina e ciclofosfamida - TAC [estudoTAX 316]

Os dados a seguir referem-se a eventos adversos emergentes relacionados ao tratamento de 744 pacientes com câncer de mama linfonodo-positivo que foram tratados com docetaxel 75 mg/m2 a cada 3 semanas em associação com doxorrubicina e ciclofosfamida (estudo TAX 316). Tais eventos estão classificados em quaisquer eventos e eventos de Grau 3/4.

Muito comuns:

Anemia (diminuição de glóbulos vermelhos do sangue) (92,1%), neutropenia (diminuição do número de neutrófilos no sangue) (71,8%, G3/4: 65,3%), febre na ausência de infecção (36,6%), trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas no sangue) (39,5%), infecção (29,2%), neutropenia febril (24,6%), infecção neutropênica (17,3%), inchaço periférico (26,6%), ganho de peso (12,5%), neuropatia sensorial periférica (doença que afeta os nervos sensoriais periféricos) (23,1%), perda de cabelo (97,7%), alterações na pele (16,1%), alterações nas unhas (18,4%), enjoo (80,4%), estomatite (68,4%), vômito (42,5%), diarreia (30,9%), perversão do paladar (27,3%), prisão de ventre (24,5%), anorexia (19,9%), ausência de menstruação (26,2%), fraqueza (79,2%; G3/4: 11,0%), dor muscular (22,8%), dor nas articulações (15,1%), lacrimejamento (10,1%), fogacho (21,4%).

Comuns:

Reações alérgicas (9,0%), anemia G3/4 (4,2%), trombocitopenia G3/4 (2,0%), infecção G3/4 (3,2%), neuropatia periférica motora (doença que afeta os nervos periféricos motores) (2,7%), enjoo G3/4 (5,1%), estomatite G3/4 (7,1%), vômito G3/4 (4,3%), diarreia G3/4 (3,2%), anorexia G3/4 (2,2%), dor abdominal (6,5%), tosse (3,0%), arritmia cardíaca (2,8%), pressão baixa (1,5%), conjuntivite (3,8%), perda de peso (2,6%).

Incomuns:

Inchaço periférico G3/4 (0,4%), linfoedema (inchaço decorrente de alterações na circulação linfática) (0,3%), perda de peso G3/4 (0,3%), desmaio (0,4%), alterações na pele G3/4 (0,7%), alterações nas unhas G3/4 (0,4%), perversão do paladar G3/4 (0,7%), prisão de ventre G3/4 (0,4%), dor abdominal G3/4 (0,5%), arritmia cardíaca G3/4 (0,3%), inflamação das veias (0,9%), dor muscular G3/4 (0,8%), dor nas articulações G3/4 (0,4%), lacrimejamento G3/4 (0,1%), reações alérgicas G3/4 (0,9%), sonolência (0,3%), fogacho G3/4(0,9%).

Foram observadas as reações adversas abaixo nos pacientes durante o período do estudo.

Febre e Infecção - Muito comuns:

Febre na ausência de infecção (36,6%), infecção (29,2%).

Febre e Infecção - Comuns:

Infecção G3/4 (3,2%).

Não houve óbito devido à infecção generalizada durante o período do estudo.

Eventos no aparelho digestivo:

Além dos eventos do aparelho digestivo mencionados acima, sete pacientes apresentaram perfuração ampla do intestino/inflamação do intestino. Dois desses pacientes requereram interrupção do tratamento; não houve óbitos devido a esses eventos durante o período do estudo.

Foram relatadas as reações cardiovasculares emergentes abaixo devido ao tratamento durante o período do estudo.

Eventos cardiovasculares - Comuns:

Arritmia (descompasso dos movimentos do coração), todos os: graus (6,2%), pressão baixa, todos os graus (1,9%) e insuficiência cardíaca congestiva (3,5%).

Vinte e seis pacientes no grupo TAC desenvolveram insuficiência cardíaca congestiva durante o período do estudo, sendo a maioria dos casos reportada no período de acompanhamento.

Dois pacientes do grupo TAC e 4 pacientes no grupo FAC faleceram devido a insuficiência cardíaca congestiva.

O risco de insuficiência cardíaca congestiva é mais alto no grupo TAC no primeiro ano de uso do medicamento.

Leucemia Mieloide Aguda (LMA) / Síndrome Mielodisplástica (tipos de câncer da medula óssea) - Incomum:

A LMA ocorreu em 0,4% dos pacientes que receberam docetaxel, doxorrubicina e ciclofosfamida e em 0,1% dos pacientes que receberam fluoruracila, doxorrubicina e ciclofosfamida.

Um paciente do grupo TAC faleceu devido a LMA durante o período de acompanhamento.

Outras reações persistentes (eventos aversos mais comuns que persistem durante o período de acompanhamento do grupo TAC) - Muito comum:

Perda de cabelo (92,3%), fraqueza (31,7%), ausência de menstruação (27,2%).

Dentre os eventos adversos que persistiram no período de acompanhamento em mais que 1% dos pacientes, a maioria dos eventos foram revertidos, no entanto, a ausência de menstruação (59,9%) e o linfoedema (54,5%) foram persistentes nos pacientes do grupo TAC.

Eventos adversos clinicamente importantes relacionados ao tratamento em pacientes recebendo docetaxel em associação com doxorrubicina e ciclofosfamida (GEICAM 9805)

O texto a seguir apresenta eventos adversos emergentes observados em 532 pacientes com câncer de mama linfonodo negativo que foram tratados com docetaxel 75 mg/m2 a cada 3 semanas em associação com doxorrubicina 50 mg/m2 e ciclofosfamida 500 mg/m2 (GEICAM 9805). Tais eventos estão classificados em quaisquer eventos e eventos de Grau 3/4.

Muito comuns:

Anemia (94,7%), neutropenia (71,1%, G3/4: 50,8%), pirexia (febre na ausência de infecção) (17,9%), trombocitopenia (12,0%), infecção (15,4%), inchaço periférico (16,4%), neuropatia sensorial periférica (doença que afeta os nervos sensoriais periféricos) (14,7%), perda de cabelo (95,3%), alterações na pele (16,5%), alterações nas unhas (19,7%), enjoo (70,7%), estomatite (54,5%), vômito (54,3%), diarreia (26,3%), perversão do paladar (15,8%), prisão de ventre (19,7%), anorexia (16,2%), dor abdominal (12,0%), ausência de menstruação (20,3%), fogacho (13,3%), fraqueza (72,0%), dor muscular (19,4%), dor nas articulações (16,4%), conjuntivite (20,1%).

Comuns:

Anemia G3/4 (1,3%), trombocitopenia G3/4 (1,1%), infecção G3/4 (1,1%), neutropenia febril (9,6%), infecção neutropênica (6,6%, G3/4: 1,3%), reações alérgicas (3,6%), ganho de peso (3,4%), neuropatia motora periférica (doença que afeta os nervos motores periféricos) (2,3%), enjoo G3/4 (4,9%), estomatite G3/4 (4,5%), vômito G3/4 (4,1%), diarreia G3/4 (3,6%), tosse (2,1%), arritmia (2,1%), inflamação das veias (1,1%), fraqueza G3/4 (8,5%), lacrimejamento (5,1%).

Incomuns:

Reações alérgicas G3/4 (0,2%), linfedema (0,8%), perda de peso (0,8%), neuropatia sensorial periférica G3/4 (0,2%), sonolência (0,2%), neurotoxicidade (0,6%), desmaio (0,6%), perda de cabelo G3/4 (0,2%), alterações na pele G3/4 (0,6%), alterações nas unhas G3/4 (0,6%), perversão do paladar G3/4 (0,6%), prisão de ventre G3/4 (0,8%), anorexia G3/4 (0,6%), dor abdominal G3/4 (0,2%), arritmia G3/4 (0,2%), pressão baixa (0,8%), dor muscular G3/4 (0,6%), conjuntivite G3/4 (0,2%).

Os dados a seguir demonstram que a incidência de neutropenia grau 4, neutropenia febril e infecção neutropênica foi diminuída em pacientes que receberam tratamento preventivo primário com G-CSF após obrigatoriedade desse tratamento no braço TAC.

Complicações neutropênicas em pacientes recebendo TAC com ou sem terapia preventiva primária com G-CSF (GEICAM 9805)

Com profilaxia primária com G-CSF -&nbsp;N = 421, n(%)
Muito comum:

Neutropenia grau 4 - 135 (32,1%).

Comuns:

Neutropenia febril -&nbsp;23 (5,5%); infecção neutropênica: 21 (5,0%); infecção neutropênica grau 3/4 -&nbsp;5 (1,2%).

Sem profilaxia primária com G-CSF -&nbsp;N = 111, n(%)
Muito comuns:

Neutropenia grau 4 -&nbsp;104 (93,7%); neutropenia febril -&nbsp;28 (25,2%); infecção neutropênica -&nbsp;14 (12,6%).

Comum:

Infecção neutropênica grau 3/4 -&nbsp;2 (1,8%).

Dos 532 pacientes tratados com TAC, 28,2% apresentaram eventos adversos severos e relacionados ao tratamento.

Reduções de dose devido à toxicidade ao sangue ocorreram em 1,5% dos ciclos. 4,7% dos pacientes descontinuaram o tratamento devido a eventos adversos; febre na ausência de infecção e neutropenia sendo as razões mais comuns para descontinuação. Não houve óbito no período de 30 dias após o último tratamento do estudo. Nenhum óbito foi considerado como relacionado ao docetaxel.

Febre e infecção

Não houve óbitos devido à infecção generalizada.

Eventos no aparelho digestivo

Não foram relatados casos de inflamação do intestino/perfuração ampla do intestino. Outros eventos no aparelho digestivo estão relatados acima.

Eventos cardiovasculares

Em uma mediana de 77 meses de acompanhamento, foi relatado um caso de insuficiência cardíaca congestiva (ICC). A condição foi resolvida.

Leucemia Aguda / Síndrome Mielodisplástica (tipos de câncer da medula óssea)

Em um período mediano de 77 meses de acompanhamento, leucemia aguda ocorreu em um de 532 (0,2%) pacientes que receberam docetaxel, doxorrubicina e ciclofosfamida, tratando-se, portanto, de uma reação incomum. Não houve casos relatados de pacientes que receberam fluoruracila, doxorrubicina e ciclofosfamida.

Nenhum paciente foi diagnosticado com síndrome mielodisplástica em nenhum dos grupos de tratamento.

Outras reações persistentes

Os&nbsp;eventos abaixo foram observados em um tempo mediano de 77 meses de acompanhamento.

Muito comuns:

Ausência de menstruação (7/18), linfoedema (4/5), neuropatia sensorial periférica (3/10).

Comum:

Perda de cabelo (3/49).

Terapia combinada com docetaxel e capecitabina para câncer de mama

Para a terapia com associação de docetaxel e capecitabina, os efeitos indesejáveis mais frequentes relacionados ao tratamento (5%) relatados no estudo de fase III em pacientes com câncer de mama com falha ao tratamento com antraciclina estão apresentados abaixo.

Resumo de eventos adversos ao menos remotamente relatados em 5% de pacientes tratados em associação com docetaxel e capecitabina
Muito comuns:

Estomatite (67%, G3/4: 18%), diarreia (64%, G3/4: 14%), enjoo (43%), vômito (33%), prisão de ventre (14%), dor abdominal (14%), má digestão (12%), síndrome mão-pé (63%, G3: 24%), perda de cabelo (41%), alterações nas unhas (14%), astenia (23%), febre (21%), fadiga (21%), fraqueza (13%), perversão do paladar (15%), sensação anormal como ardor, formigamento e coceira, percebidos na pele e sem motivo aparente (11%), anorexia (12%), diminuição do apetite (10%), lacrimejamento aumentado (12%), dor muscular (14%), dor nas articulações (11%), inchaço do membro inferior (14%), dor de garganta (11%).

Comuns:

Enjoo (G3/4: 6%), vômito (G3/4: 4%), prisão de ventre (G3/4: 1%), dor abdominal (G3/4: 2%), dor abdominal superior (9%), boca seca (5%), perda de cabelo (G3/4: 6%), alterações nas unhas (G3/4: 2%),

Fabricante: Chemicaltech

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