Cifarma Capsfen

600mg, caixa com 30 cápsulas gelatinosas moles

Princípio ativo
:
Ibuprofeno
Classe Terapêutica
:
Anti-Reumáticos Não Esteroidais Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Analgésico E Antitérmico
Especialidade
:
Clínica Médica

Bula do medicamento

Capsfen, para o que é indicado e para o que serve?

Capsfen® é indicado no alívio dos sinais e sintomas de artrite reumatoide, osteoartrite, reumatismo articular, nos traumas relacionados ao sistema musculoesquelético, quando estiverem presentes componentes inflamatórios e dolorosos. Capsfen® está indicado ainda no alívio da dor após procedimentos cirúrgicos em odontologia, ginecologia, ortopedia, traumatologia e otorrinolaringologia.

Como o Capsfen funciona? 

{"tag":"hr","value":" <p>Capsfen<sup>&#xAE;</sup> &#xE9; um medicamento com a&#xE7;&#xE3;o anti-inflamat&#xF3;ria, analg&#xE9;sica e antipir&#xE9;tica.</p> "}

Quais as contraindicações do Capsfen?

  • <li>Em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal grave;</li> <li>Em pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica grave;</li> <li>Em pacientes com <a href="https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/" rel="noopener" target="_blank">insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> grave.</li>

Capsfen® é contraindicado a pacientes que apresentam hipersensibilidade ao ibuprofeno, a qualquer componente da fórmula ou a outros anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) tais como ácido acetilsalicílico, nimesulida e diclofenaco sódico. Existe potencial de sensibilidade cruzada com ácido acetilsalicílico e outros AINEs.

Contraindicado também para pacientes que apresentam a tríade do ácido acetilsalicílico (asma brônquica, rinite e intolerância ao ácido acetilsalicílico). Nesses pacientes foram registradas reações anafilactoides e reações asmáticas fatais.

No tratamento da dor perioperatória de cirurgia de revascularização do miocárdio (by-pass).

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Como usar o Capsfen?

Efeitos indesejáveis podem ser minimizados usando-se a menor dose eficaz de Capsfen® dentro do menor tempo necessário para controlar os sintomas.

Não se deve exceder a dose diária total de 3.200 mg. Na ocorrência de distúrbios gastrintestinais, administrar Capsfen® com as refeições ou leite. Em condições crônicas, os resultados terapêuticos são observados no prazo de alguns dias a 1 semana, porém na maioria dos casos esses efeitos são observados ao fim de 2 semanas de administração.

A dose recomendada é de 600 mg, via oral, 3 ou 4 vezes ao dia. A posologia de Capsfen® deve ser adequada a cada caso clínico, e pode ser diminuída ou aumentada a partir da dose inicial sugerida, dependendo da gravidade dos sintomas, seja no início da terapia ou de acordo com a resposta obtida.

Nos casos de artrite reumatóide juvenil, recomenda-se administrar 30 - 40 mg/kg/dia, em doses divididas.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Capsfen?&nbsp;

{"tag":"hr","value":" <p>A interrup&#xE7;&#xE3;o do tratamento com o ibuprofeno provoca o retorno &#xE0;s mesmas condi&#xE7;&#xF5;es de antes do tratamento. Procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico para dar continuidade ao tratamento. Ou, caso tenha qualquer d&#xFA;vida, entre em contato com nossa Central de Atendimento ao Consumidor, no telefone constante da embalagem.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Capsfen?

Deve-se evitar o uso concomitante de Capsfen® com anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), tais como ácido acetilsalicílico, nimesulida, diclofenaco sódico ou potássico e outros, incluindo inibidores da cicloxigenase-2 (COX-2) como celecoxibe e parecoxibe.

Efeitos cardíacos

Os AINEs podem causar um aumento no risco de eventos trombóticos cardiovasculares graves, infarto do miocárdio e derrame, que podem ser fatais. O risco pode aumentar com a duração do uso. Pacientes com doença cardiovascular conhecida podem estar sob um risco maior. A fim de minimizar o risco potencial para um evento cardiovascular em pacientes tratados com Capsfen®, a menor dose eficaz deve ser usada pelo menor tempo possível. Médicos e pacientes devem estar alertas para o desenvolvimento de tais eventos,mesmo na ausência de sintomas cardiovasculares prévios. Os pacientes devem ser informados sobre os sinais e/ou sintomas de toxicidade cardiovascular grave e as medidas a serem tomadas se isso ocorrer.

Retenção de líquido/edema

Assim como com outros fármacos conhecidos por inibir a síntese de prostaglandinas, foram observados retenção de líquidos e edema em alguns pacientes usando AINEs, incluindo Capsfen®. Portanto, Capsfen® deve ser usado com cautela em pacientes com função cardíaca comprometida e outras condições que predisponham a, ou piorem pela retenção de líquidos. Os pacientes com insuficiência cardíaca congestiva preexistente ou hipertensão devem ser cuidadosamente monitorados.

Efeitos gastrintestinais

Os AINEs, incluindo Capsfen®, podem causar eventos gastrintestinais graves incluindo inflamação, sangramento, ulceração e perfuração do estômago, intestino delgado ou grosso, que podem ser fatais. Quando sangramento ou ulceração gastrintestinal ocorre em pacientes recebendo Capsfen®, o tratamento deve ser descontinuado. A maioria dos pacientes sob risco de desenvolver esses tipos de complicações gastrintestinais com AINEs são os idosos, pacientes com doença cardiovascular, pacientes usando ácido acetilsalicílico concomitante, ou pacientes com história prévia de, ou com doença gastrintestinal ativa, tais como ulceração, sangramento gastrintestinal ou condições inflamatórias. Portanto, Capsfen® deve ser administrado com cautela nesses pacientes.

Efeitos hepáticos

Da mesma forma que com outros anti-inflamatórios não esteroides, podem ocorrer elevações limítrofes em um ou mais testes laboratoriais hepáticos em até 15% dos pacientes. Essas anormalidades podem progredir, permanecer essencialmente inalteradas ou serem transitórias com a continuidade do tratamento. Pacientes com sinais e/ou sintomas sugerindo disfunção hepática ou com testes hepáticos anormais, devem ser avaliados quanto a evidências de desenvolvimento de reações hepáticas mais graves durante terapia com Capsfen®.

Foram relatadas reações hepáticas graves, inclusive icterícia e casos de hepatite fatal, com o uso de Capsfen® ou outros anti-inflamatórios não esteroides. Embora tais reações sejam raras, caso os testes hepáticos anormais persistam ou piorem, caso se desenvolvam sinais e sintomas clínicos consistentes com doença hepática, ou se ocorrerem manifestações sistêmicas (por exemplo: eosinofilia, rash), o tratamento com Capsfen® deve ser suspenso.

Efeitos oftalmológicos

Foram relatados diminuição da acuidade visual e/ou visão turva, escotomas e/ou alterações na "visão em cores". Se o paciente desenvolver quaisquer dessas reações durante o tratamento com Capsfen®, o medicamento deve ser descontinuado e o paciente submetido a um exame oftalmológico que inclua testes de campo visual central e visão de cores.

Reações cutâneas

Reações cutâneas graves, algumas delas fatais, incluindo dermatite esfoliativa, síndrome de Stevens-Johnson (que se caracteriza por descamação da pele acompanhada de bolhas) e necrólise epidérmica tóxica, foram relatadas muito raramente em associação com o uso de AINEs, incluindo Capsfen®. Os pacientes parecem estar sob um risco maior de desenvolverem esses eventos no início do tratamento, com o início do evento ocorrendo, na maioria dos casos, dentro do primeiro mês de tratamento. Capsfen® deve ser descontinuado ao primeiro sinal de rash cutâneo (manchas avermelhadas isoladas ou em toda extensão do corpo, podendo ou não apresentar relevo), lesões na mucosa ou qualquer outro sinal de hipersensibilidade.

Efeitos renais

Em raros casos, os AINEs, incluindo Capsfen®, podem causar nefrite intersticial, glomerulite, necrose papilar e síndrome nefrótica. Os AINEs inibem a síntese de prostaglandinas renais que atuam como auxiliares na manutenção da perfusão renal em pacientes cujo fluxo sanguíneo renal e volume sanguíneo são reduzidos. Nesses pacientes, a administração de um AINE pode precipitar uma descompensação renal evidente, que é tipicamente seguida pela recuperação retornando-se ao estado pré-tratamento com a descontinuação do tratamento de AINEs. Os pacientes que correm maior risco são aqueles com insuficiência cardíaca congestiva, cirrose hepática, síndrome nefrótica e doença renal evidente. Tais pacientes devem ser cuidadosamente monitorados durante o tratamento com AINEs.

Como o ibuprofeno é eliminado principalmente pelos rins, pacientes com função renal significativamente prejudicada devem ser cuidadosamente monitorados e uma redução na dose deve ser antecipada para evitar acúmulo do fármaco. Os pacientes com alto risco de desenvolverem disfunção renal com o uso crônico de Capsfen® devem ter a função renal avaliada periodicamente.

Hipersensibilidade

Cerca de 10% dos pacientes asmáticos podem ter asma sensível ao ácido acetilsalicílico. O uso de ácido acetilsalicílico em pacientes com asma sensível a esse medicamento foi associado a broncospasmo grave, que pode ser fatal. Foi registrada reatividade cruzada, incluindo broncospasmo, entre ácido acetilsalicílico e outros medicamentos anti-inflamatórios não esteroides em pacientes com sensibilidade ao ácido acetilsalicílico; portanto, Capsfen® não deve ser administrado a pacientes com esse tipo de sensibilidade ao ácido acetilsalicílico e deve ser usado com cautela em todos os pacientes com asma preexistente.

Podem ocorrer reações anafilactoides mesmo em pacientes sem exposição prévia ao ibuprofeno.

Capsfen®, como outros agentes anti-inflamatórios não esteroides, pode inibir a agregação plaquetária, embora esse efeito seja quantitativamente menor e tenha menor duração que o observado com o ácido acetilsalicílico. Foi demonstrado que Capsfen® prolonga o tempo de sangramento (porém dentro dos limites normais) em indivíduos normais. Como esse efeito pode ser mais acentuado em pacientes com distúrbios hemostáticos subjacentes, Capsfen® deve ser usado com cautela em indivíduos com defeitos intrínsecos da coagulação e naqueles utilizando anticoagulantes.

A atividade antipirética e anti-inflamatória do ibuprofeno pode reduzir a febre e a inflamação, diminuindo assim a utilidade desses sinais como meio de diagnóstico na detecção de complicações de presumíveis condições dolorosas não infecciosas e não inflamatórias.

Relatou-se, raramente, meningite asséptica com febre e coma, em pacientes em terapia com Capsfen®. Embora sua ocorrência seja mais provável em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico e doenças do tecido conjuntivo relacionadas, ela foi relatada em pacientes que não apresentavam doença crônica subjacente. Se forem observados sinais ou sintomas de meningite em um paciente em tratamento com Capsfen®, deve-se considerar a possibilidade de relação com o tratamento.

Efeitos na Habilidade de Dirigir e Operar Máquinas

O efeito de Capsfen® na habilidade de dirigir e operar máquinas não foi estudado.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Capsfen?

A probabilidade de relação causal com o ibuprofeno existe para as seguintes reações adversas:

Infecções e infestações

Cistite, rinite.

Distúrbios do sangue e do sistema linfático

Agranulocitose, anemia aplástica, eosinofilia, anemia hemolítica (algumas vezes Coombs positivo), neutropenia, pancitopenia, trombocitopenia com ou sem púrpura.

Distúrbios do sistema imune

Reações anafilactoides, anafilaxia.

Distúrbios metabólicos e nutricionais

Redução do apetite, retenção de líquidos (geralmente responde prontamente à descontinuação do medicamento).

Distúrbios psiquiátricos

Confusão, depressão, labilidade emocional, insônia, nervosismo.

Distúrbios do sistema nervoso

Meningite asséptica com febre e coma, convulsões, tontura, cefaleia, sonolência.

Distúrbios visuais

Ambliopia (visão embaçada e/ou diminuída, escotoma e/ou alterações na visão de cores), olhos secos.

Distúrbios do ouvido e labirinto

Perda da audição e zumbido.

Distúrbios cardíacos

Insuficiência cardíaca congestiva em pacientes com função cardíaca limítrofe e palpitações.

Distúrbios vasculares

Hipotensão.

Distúrbios respiratórios, torácico e mediastinal

Broncospasmo e dispneia.

Distúrbios gastrintestinais

Cólicas ou dores abdominais, desconforto abdominal, constipação, diarreia, boca seca, duodenite, dispepsia, dor epigástrica, sensação de plenitude do trato gastrintestinal (eructação e flatulência), úlcera gástrica ou duodenal com sangramento e/ou perfuração, gastrite, hemorragia gastrintestinal, úlcera gengival, hematêmese, indigestão, melena, náuseas, esofagite, pancreatite, inflamação do intestino delgado ou grosso, vômito.

Distúrbio hepatobiliar

Insuficiência hepática, necrose hepática, hepatite, síndrome hepatorrenal, icterícia.

Distúrbios da pele e tecido subcutâneo

Alopecia, eritema multiforme, dermatite esfoliativa, síndrome de Lyell (necrólise epidérmica tóxica), reações de fotossensibilidade, prurido, rash (inclusive do tipo maculopapular), síndrome de Stevens-Johnson, urticária, erupções vesículo-bolhosas.

Distúrbios renais e urinários

Insuficiência renal aguda em pacientes com significativa disfunção renal preexistente, azotemia, glomerulite, hematúria, poliúria, necrose papilar renal, necrose tubular.

Distúrbios gerais e no local de administração

Edema.

Laboratorial

Pressão sanguínea elevada, diminuição da hemoglobina e hematócrito, diminuição do clearance de creatinina, teste de função hepática anormal.&nbsp;

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Uso em idosos

A idade avançada exerce mínima influência na farmacocinética do ibuprofeno. Pacientes idosos ou debilitados toleram menos a ulceração e sangramento do que outros indivíduos e a maioria dos relatos espontâneos de eventos gastrintestinais fatais ocorreu na população geriátrica. Alterações, relacionadas à idade, na fisiologia hepática, renal e do SNC, assim como condições de co-morbidades e medicações concomitantes devem ser consideradas antes do início da terapia com Capsfen®. Monitoração cuidadosa e educação do paciente idoso são essenciais.

Uso em crianças

Não foram realizados estudos clínicos controlados para avaliar a segurança e eficácia do ibuprofeno em crianças.

Uso durante a gravidez

Não se recomenda a administração de Capsfen® durante a gravidez. Estudos de reprodução em animais não mostraram evidências de anormalidades no desenvolvimento. Contudo, esses estudos não são sempre preditivos da resposta humana. Não existem estudos adequados e bem controlados, em pacientes grávidas.

Devido aos efeitos conhecidos dos anti-inflamatórios não esteroides sobre o sistema cardiovascular fetal (fechamento do canal arterial), deve-se evitar seu uso durante o período tardio da gravidez.

Da mesma forma que ocorre com outros fármacos que inibem a síntese de prostaglandinas, ocorreu um aumento da incidência de distocia e parto retardado em ratas. Não se recomenda o uso de ibuprofeno durante o trabalho de parto.

Uso durante a lactação

Em número limitado de estudos com um método de detecção de até 1 mcg/mL não se mostrou a presença de ibuprofeno no leite de nutrizes. Entretanto, devido à natureza limitada desses estudos e dos possíveis efeitos adversos dos fármacos inibidores de prostaglandinas em neonatos, Capsfen® não é recomendado no período de amamentação.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Riscos

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>N&#xE3;o use este medicamento em casos de &#xFA;lcera, gastrite, doen&#xE7;a dos rins ou se voc&#xEA; j&#xE1; teve rea&#xE7;&#xE3;o al&#xE9;rgica a antiinflamat&#xF3;rios.</strong></p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Qual a composição do Capsfen?

Cada cápsula gelatinosa mole de Capsfen® contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:238px\"> <p style=\"text-align:center\">Ibuprofeno</p> </td> <td style=\"width:231px\"> <p style=\"text-align:center\">600 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:238px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:231px\"> <p style=\"text-align:center\">1 c&#xE1;psula</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: macrogol, hidróxido de amônio, gelatina, glicerol, metilparabeno, propilparabeno, corante azul brilhante, corante D&C amarelo n° 10, sorbitol, sorbitans e água purificada.

Apresentação do&nbsp;Capsfen

{"tag":"hr","value":" <h3>C&#xE1;psula gelatinosa mole &#x2013; 600 mg</h3> <p>Embalagem contendo 10 c&#xE1;psulas.</p> <p><strong>Uso oral.&amp;nbsp;</strong></p> <p><strong>Uso adulto.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Capsfen maior do que a recomendada?

Procurar socorro médico imediatamente. O tratamento deve ser sintomático e de suporte. Deve-se promover esvaziamento do estômago, através da indução de vômito ou lavagem gástrica. Não há antídoto específico.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Capsfen com outros remédios?

Anticoagulantes

Diversos estudos controlados de curto prazo não conseguiram demonstrar que o ibuprofeno afeta significativamente o tempo de protrombina ou uma variedade de outros fatores de coagulação quando administrado a indivíduos sob tratamento com anticoagulantes do tipo cumarínicos. No entanto, foi relatado sangramento quando ibuprofeno foi administrado a estes pacientes. Deve-se ter cautela quando se administrar Capsfen® a pacientes em terapia com anticoagulantes.

Anti-hipertensivos incluindo diuréticos, inibidores da enzima conversora da angiotensina (ECA), tais como captopril e enalapril, antagonistas da angiotensina II (AIIA) como losartana e valsartana

Os AINEs podem reduzir a eficácia dos diuréticos e outros fármacos anti-hipertensivos.

Em pacientes com função renal prejudicada (por exemplo: pacientes desidratados ou idosos com comprometimento da função renal), a co-administração de um inibidor da ECA ou um AIIA com um inibidor da cicloxigenase pode aumentar a deterioração da função renal, incluindo a possibilidade de insuficiência renal aguda, que geralmente é reversível. A ocorrência dessas interações deve ser considerada em pacientes usando Capsfen® com inibidores da ECA ou um AIIA.

Portanto, a administração concomitante desses fármacos deve ser feita com cautela, especialmente em pacientes idosos. Os pacientes devem ser hidratados adequadamente e a função renal deve ser monitorada e avaliada no início do tratamento concomitante e periodicamente.

Ácido acetilsalicílico

O uso crônico e concomitante de ibuprofeno e ácido acetilsalicílico não é recomendado.

Corticosteroides

Aumento do risco de ulceração gastrintestinal ou sangramento.

Ciclosporina

Devido aos efeitos sobre as prostaglandinas renais, os inibidores da cicloxigenase podem aumentar o risco de nefrotoxicidade com ciclosporina.

Diuréticos

Estudos clínicos, bem como observações randômicas, mostraram que o ibuprofeno pode reduzir o efeito natriurético da furosemida, tiazidas ou outros diuréticos em alguns pacientes. Essa atividade foi atribuída à inibição da síntese renal de prostaglandina por ibuprofeno e outros anti-inflamatórios não esteroides. Portanto, quando Capsfen® for utilizado concomitantemente à furosemida, à tiazida ou a outros diuréticos, o paciente deve ser cuidadosamente observado para se determinar se foi obtido o efeito desejado do diurético.

Lítio

O ibuprofeno produziu uma elevação clinicamente significativa dos níveis plasmáticos de lítio e uma redução no clearance renal do lítio, em um estudo com 11 voluntários normais. A concentração média mínima de lítio aumentou 15% e o clearance renal do lítio foi significativamente mais baixo durante o período de administração simultânea dos medicamentos. Esse efeito foi atribuído à inibição da síntese renal de prostaglandina. Portanto, quando Capsfen® e lítio são administrados simultaneamente, os pacientes devem ser cuidadosamente observados para detecção de sinais de toxicidade por lítio. Deve-se atentar para as informações para prescrição do lítio, antes do uso concomitante dos dois fármacos.

Antagonistas H2

Em estudos com voluntários, a co-administração de cimetidina ou ranitidina não alterou significativamente a concentração sérica do ibuprofeno.

Metotrexato

Deve-se ter cautela quando metotrexato é administrado concomitantemente com AINEs, incluindo Capsfen®, porque a administração de AINEs pode resultar em aumento dos níveis plasmáticos de metotrexato.

Tacrolimo

Possível aumento do risco de nefrotoxicidade quando AINEs são administrados com tacrolimo.&nbsp;

Anormalidades em testes laboratoriais

Foi observada diminuição da hemoglobina em 1 g ou mais em aproximadamente 20% dos pacientes recebendo até 2.400 mg de ibuprofeno por dia. Achados similares foram observados com outros fármacos anti-inflamatórios não esteroides; o mecanismo é desconhecido.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Capsfen (Ibuprofeno)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Suspens&#xE3;o Oral e Gotas</h3> <p>O estudo PAIN (<em>Paracetamol, Aspirin, lbuprofen new tolerability</em>) foi um estudo randomizado e cego, delineado para comparar tr&#xEA;s analg&#xE9;sicos no tratamento da dor aguda. Um total de 8.677 adultos foram randomizados para tratamento com Ibuprofeno (1.200mg/d), paracetamol (3g/d) e aspirina (3g/d). As principais indica&#xE7;&#xF5;es foram dor musculoesquel&#xE9;tica (31-33%), <a href=\"https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/c\" target=\"_blank\">resfriado</a> comum (19-20%), dorsalgia (15 17%) e cefaleia (10-11%). Observou-se maior incid&#xEA;ncia de eventos adversos com aspirina (10, 1%) em compara&#xE7;&#xE3;o com Ibuprofeno (7,0%, P &lt; 0,001) ou paracetamol (7,8%). Eventos adversos gastrintestinais ocorreram em menor frequ&#xEA;ncia nos pacientes tratados com i buprofeno (4,0%) em compara&#xE7;&#xE3;o com aspirina (7,1%, P &lt; 0,001) ou paracetamol (5,3%, p = 0,025).<sup>1</sup></p> <p>O <em>Boston University Fever Study</em> envolveu 84.192 crian&#xE7;as com idade entre seis meses e 12 anos, com doen&#xE7;a febril. As crian&#xE7;as foram randomizadas para tratamento com paracetamol (12mg/kg por dose a cada 4-6 horas) ou Ibuprofeno (5 10mg/kg por dose a cada 4-6 horas). O desfecho prim&#xE1;rio foi a ocorr&#xEA;ncia de eventos adversos graves como sangramento gastrintestinal, insufici&#xEA;ncia renal aguda ou anafilaxia. O desfecho secund&#xE1;rio foi a ocorr&#xEA;ncia de interna&#xE7;&#xE3;o hospitalar por outras complica&#xE7;&#xF5;es.</p> <p>N&#xE3;o se observou diferen&#xE7;a estatisticamente significativa entre as duas medica&#xE7;&#xF5;es quanto &#xE0; necessidade de interna&#xE7;&#xE3;o hospitalar por evento adverso, ou qualquer altera&#xE7;&#xE3;o significativa da fun&#xE7;&#xE3;o renal nos pacientes tratados com Ibuprofeno. Por outro lado, as crian&#xE7;as que foram tratadas com Ibuprofeno apresentaram menor risco de consultas m&#xE9;dicas por asma (3,0%; IC95% 2,1-4, 1%) do que aquelas tratadas com paracetamol (5,1%; IC95% 3,5-7,1%), P = 0,02.<sup>2</sup></p> <p>Magni e colaboradores realizaram um estudo multic&#xEA;ntrico, aberto e randomizado para avaliar a atividade antipir&#xE9;tica e a tolerabilidade de doses orais &#xFA;nicas de Ibuprofeno <em>versus</em> dipirona em lactentes e crian&#xE7;as febris. Cento e vinte e dois pacientes de ambos os sexos, com idade entre 6 meses e 8 anos, com temperatura axilar &#x2265; 38,0&#xB0;C foram randomizados (1:1) para Ibuprofeno (10mg/kg) ou dipirona (l5mg/kg), administrados em doses orais &#xFA;nicas. A temperatura axilar e os eventos adversos foram avaliados ap&#xF3;s 10, 20, 30 e 45 minutos e, a seguir, de 1 em 1 hora, durante 8 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o. As m&#xE9;dias de temperatura foram significativamente menores nos pacientes que receberam Ibuprofeno, em rela&#xE7;&#xE3;o aos que receberam dipirona, nos grupos de febre alta entre (&gt;39,1&#xB0;C) e baixa (38,0&#xB0;C e 39,1&#xB0;C) (p = 0,04). Ap&#xF3;s 1, 2 e 4 horas da administra&#xE7;&#xE3;o das drogas, o valor absoluto da soma ponderada das diferen&#xE7;as de temperatura a partir dos valores basais foi significativamente menor no grupo de febre alta da dipirona, quando comparado ao grupo de febre alta do Ibuprofeno, o que significa maior efeito para este &#xFA;ltimo. Houve diferen&#xE7;as estatisticamente significativas no tempo para normaliza&#xE7;&#xE3;o da temperatura (&lt;37,2&#xB0;C) entre o Ibuprofeno e a dipirona nos grupos de temperatura baixa (3,1 &#xB1; 2,04 vs. 4,5 &#xB1; 3,06 horas, p = 0,01) e alta (2.7 &#xB1; 1,68 vs. 5,4 &#xB1; 3,15 horas, p = 0,003). A diferen&#xE7;a do tempo de persist&#xEA;ncia do efeito antipir&#xE9;tico foi tamb&#xE9;m estatisticamente significativa para o grupo de temperatura alta, a favor do Ibuprofeno (3,4 &#xB1; 2,03 vs. 1,8 &#xB1; 1,89 hora, p = 0,01). As duas drogas apresentaram perfis de tolerabilidade compar&#xE1;veis. Os autores conclu&#xED;ram que uma dose oral &#xFA;nica de Ibuprofeno demonstrou proporcionar antipirese mais r&#xE1;pida, potente e por um tempo mais longo do que uma dose oral &#xFA;nica de dipirona, especialmente na presen&#xE7;a de febre alta.<sup>3</sup></p> <p>Autret e colaboradores conduziram um estudo randomizado, aberto, multic&#xEA;ntrico e comparativo entre Ibuprofeno (7,5mg/kg), paracetamol (10mg/kg) e aspirina (10mg/kg), que envolveu 351 crian&#xE7;as com idade entre 6 e 24 meses com febre (temperatura retal &gt; 39&#xB0;C). A temperatura foi avaliada ap&#xF3;s 1, 4 e 6 horas da administra&#xE7;&#xE3;o. Observou-se maior queda da temperatura nas crian&#xE7;as tratadas com Ibuprofeno em compara&#xE7;&#xE3;o com aquelas tratadas com aspirina ou paracetamol. A avalia&#xE7;&#xE3;o do conforto das crian&#xE7;as atrav&#xE9;s de escala visual mostrou superioridade do Ibuprofeno frente aos outros tratamentos.<sup>4</sup></p> <p><strong>Bibliografia</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Moore N, van Ganse E, Le Pare JM. The PAIN study: paracetamol, aspirin and ibuprofen new tolerability study: a large-scale, randomized clinical trial comparing the tolerability of aspirin, ibuprofen and paracetamol for short-term analgesia. Clin Drug lnvest. 1999; 18:89-98.<br> 2. Lesko SM, Mitchell AA. An assessment of the safety of pediatric ibuprofen: a practitionerbased randomized clinical trial. JAMA. 1995;273(12):929-33.<br> 3. Magni AM, Ros&#xE1;rio N, Murahovschi J, et al. Efeito antipir&#xE9;tico e tolerabilidade do Ibuprofeno versus a dipirona, em dose oral &#xFA;nica, em pacientes pedi&#xE1;tricos - estudo aberto, randomizado, multic&#xEA;ntrico brasileiro. Ped Mod. 2007;43(1):32-40.<br> 4. Autret E, Reboui-Marty J, Henry-Launois B, et al. Evaluation of ibuprofen versus aspirin and paracetamol on efficacy and comfort in children with fever. Eur J Clin Pharmacol. 1997;51(5):367-71.</br></br></br></span></p> <h3>Comprimido Revestido</h3> <h4>Estudos</h4> <p>Efic&#xE1;cia antipir&#xE9;tica e analg&#xE9;sica de 600mg de Ibuprofeno mostraram-se compar&#xE1;veis &#xE0; dose de 600mg de &#xE1;cido acetilsalic&#xED;lico.<sup>1,2</sup></p> <p>Em outro estudo, 600mg de Ibuprofeno se mostraram superiores a 750mg de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/acido-mefenamico/bula\" target=\"_blank\">&#xE1;cido mefen&#xE2;mico</a> e compar&#xE1;veis a 800mg de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/fenilbutazona-calcica/bula\" target=\"_blank\">fenilbutazona</a>.<sup>2</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1-David F. Salo, MD, PhD, Robert Lavery, MA, MICP, Vikram Varma, MD, Jennifer Goldberg, MS, PA-C, Tara Shapiro, DO, Alan Kenwood, MDA Randomized, Clinical Trial Comparing Oral Celecoxib 200 mg, Celecoxib 400mg, and Ibuprofen 600mg for Acute Pain. ACAD EMERG MED &#x2022; January 2003, Vol. 10, N&#xBA;. 1.<br> 2- John R Lewis, Evaluation of Ibuprofen (Motrin) A NEW RHEUMATIC AGENT, JAMA, July 1975 365-367.</br></span></p> <h3>C&#xE1;psula</h3> <p>Um estudo com 26 volunt&#xE1;rios foi realizado comparando a biodisponibilidade do Ibuprofeno 600mg na forma farmac&#xEA;utica de c&#xE1;psulas gelatinosas moles com o comprimido revestido de mesma concentra&#xE7;&#xE3;o. Os medicamentos foram administrados com &#xE1;gua a temperatura ambiente, em jejum. N&#xE3;o houve eventos adversos graves durante o estudo, sendo as medica&#xE7;&#xF5;es bem toleradas. Ambas as formula&#xE7;&#xF5;es foram equivalentes, contudo a c&#xE1;psula gelatinosa mole demonstrou uma absor&#xE7;&#xE3;o mais r&#xE1;pida que o comprimido revestido.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">Estudo cruzado, randomizado, de dois tratamentos, dois per&#xED;odos, duas sequ&#xEA;ncias e dose &#xFA;nica para comparar a biodisponibilidade de duas formula&#xE7;&#xF5;es de 600mg de Ibuprofeno: c&#xE1;psulas de gelatina mole e comprimidos revestidos, em volunt&#xE1;rios sadios de ambos os sexos em condi&#xE7;&#xF5;es de jejum. Centro: Biocrom. 2008.</span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Suspens&#xE3;o Oral e Gotas</h3> <h4>Farmacodin&#xE2;mica</h4> <p>Ibuprofeno cont&#xE9;m Ibuprofeno, um derivado do &#xE1;cido fenilprop&#xE2;nico, inibidor da s&#xED;ntese das prostaglandinas, tendo propriedades analg&#xE9;sicas e antipir&#xE9;ticas. Os antipir&#xE9;ticos e analg&#xE9;sicos inibem a a&#xE7;&#xE3;o da cicloxigenase, diminuindo a forma&#xE7;&#xE3;o de precursores das prostaglandinas e dos tromboxanos a partir do &#xE1;cido araquid&#xF4;nico, diminuindo a a&#xE7;&#xE3;o destes mediadores no termostato hipotal&#xE2;mico e nos receptores de dor (nociceptores).</p></hr>"}

600mg, caixa com 500 cápsulas gelatinosas moles (embalagem hospitalar)

Princípio ativo
:
Ibuprofeno
Classe Terapêutica
:
Anti-Reumáticos Não Esteroidais Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Analgésico E Antitérmico
Especialidade
:
Clínica Médica

Bula do medicamento

Capsfen, para o que é indicado e para o que serve?

Capsfen® é indicado no alívio dos sinais e sintomas de artrite reumatoide, osteoartrite, reumatismo articular, nos traumas relacionados ao sistema musculoesquelético, quando estiverem presentes componentes inflamatórios e dolorosos. Capsfen® está indicado ainda no alívio da dor após procedimentos cirúrgicos em odontologia, ginecologia, ortopedia, traumatologia e otorrinolaringologia.

Como o&nbsp;Capsfen funciona?&nbsp;

{"tag":"hr","value":" <p>Capsfen<sup>&#xAE;</sup> &#xE9; um medicamento com a&#xE7;&#xE3;o anti-inflamat&#xF3;ria, analg&#xE9;sica e antipir&#xE9;tica.</p> "}

Quais as contraindicações do Capsfen?

  • <li>Em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal grave;</li> <li>Em pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica grave;</li> <li>Em pacientes com <a href="https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/" rel="noopener" target="_blank">insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> grave.</li>

Capsfen® é contraindicado a pacientes que apresentam hipersensibilidade ao ibuprofeno, a qualquer componente da fórmula ou a outros anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) tais como ácido acetilsalicílico, nimesulida e diclofenaco sódico. Existe potencial de sensibilidade cruzada com ácido acetilsalicílico e outros AINEs.

Contraindicado também para pacientes que apresentam a tríade do ácido acetilsalicílico (asma brônquica, rinite e intolerância ao ácido acetilsalicílico). Nesses pacientes foram registradas reações anafilactoides e reações asmáticas fatais.

No tratamento da dor perioperatória de cirurgia de revascularização do miocárdio (by-pass).

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Como usar o Capsfen?

Efeitos indesejáveis podem ser minimizados usando-se a menor dose eficaz de Capsfen® dentro do menor tempo necessário para controlar os sintomas.

Não se deve exceder a dose diária total de 3.200 mg. Na ocorrência de distúrbios gastrintestinais, administrar Capsfen® com as refeições ou leite. Em condições crônicas, os resultados terapêuticos são observados no prazo de alguns dias a 1 semana, porém na maioria dos casos esses efeitos são observados ao fim de 2 semanas de administração.

A dose recomendada é de 600 mg, via oral, 3 ou 4 vezes ao dia. A posologia de Capsfen® deve ser adequada a cada caso clínico, e pode ser diminuída ou aumentada a partir da dose inicial sugerida, dependendo da gravidade dos sintomas, seja no início da terapia ou de acordo com a resposta obtida.

Nos casos de artrite reumatóide juvenil, recomenda-se administrar 30 - 40 mg/kg/dia, em doses divididas.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Capsfen?&nbsp;

{"tag":"hr","value":" <p>A interrup&#xE7;&#xE3;o do tratamento com o ibuprofeno provoca o retorno &#xE0;s mesmas condi&#xE7;&#xF5;es de antes do tratamento. Procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico para dar continuidade ao tratamento. Ou, caso tenha qualquer d&#xFA;vida, entre em contato com nossa Central de Atendimento ao Consumidor, no telefone constante da embalagem.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Capsfen?

Deve-se evitar o uso concomitante de Capsfen® com anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), tais como ácido acetilsalicílico, nimesulida, diclofenaco sódico ou potássico e outros, incluindo inibidores da cicloxigenase-2 (COX-2) como celecoxibe e parecoxibe.

Efeitos cardíacos

Os AINEs podem causar um aumento no risco de eventos trombóticos cardiovasculares graves, infarto do miocárdio e derrame, que podem ser fatais. O risco pode aumentar com a duração do uso. Pacientes com doença cardiovascular conhecida podem estar sob um risco maior. A fim de minimizar o risco potencial para um evento cardiovascular em pacientes tratados com Capsfen®, a menor dose eficaz deve ser usada pelo menor tempo possível. Médicos e pacientes devem estar alertas para o desenvolvimento de tais eventos,mesmo na ausência de sintomas cardiovasculares prévios. Os pacientes devem ser informados sobre os sinais e/ou sintomas de toxicidade cardiovascular grave e as medidas a serem tomadas se isso ocorrer.

Retenção de líquido/edema

Assim como com outros fármacos conhecidos por inibir a síntese de prostaglandinas, foram observados retenção de líquidos e edema em alguns pacientes usando AINEs, incluindo Capsfen®. Portanto, Capsfen® deve ser usado com cautela em pacientes com função cardíaca comprometida e outras condições que predisponham a, ou piorem pela retenção de líquidos. Os pacientes com insuficiência cardíaca congestiva preexistente ou hipertensão devem ser cuidadosamente monitorados.

Efeitos gastrintestinais

Os AINEs, incluindo Capsfen®, podem causar eventos gastrintestinais graves incluindo inflamação, sangramento, ulceração e perfuração do estômago, intestino delgado ou grosso, que podem ser fatais. Quando sangramento ou ulceração gastrintestinal ocorre em pacientes recebendo Capsfen®, o tratamento deve ser descontinuado. A maioria dos pacientes sob risco de desenvolver esses tipos de complicações gastrintestinais com AINEs são os idosos, pacientes com doença cardiovascular, pacientes usando ácido acetilsalicílico concomitante, ou pacientes com história prévia de, ou com doença gastrintestinal ativa, tais como ulceração, sangramento gastrintestinal ou condições inflamatórias. Portanto, Capsfen® deve ser administrado com cautela nesses pacientes.

Efeitos hepáticos

Da mesma forma que com outros anti-inflamatórios não esteroides, podem ocorrer elevações limítrofes em um ou mais testes laboratoriais hepáticos em até 15% dos pacientes. Essas anormalidades podem progredir, permanecer essencialmente inalteradas ou serem transitórias com a continuidade do tratamento. Pacientes com sinais e/ou sintomas sugerindo disfunção hepática ou com testes hepáticos anormais, devem ser avaliados quanto a evidências de desenvolvimento de reações hepáticas mais graves durante terapia com Capsfen®.

Foram relatadas reações hepáticas graves, inclusive icterícia e casos de hepatite fatal, com o uso de Capsfen® ou outros anti-inflamatórios não esteroides. Embora tais reações sejam raras, caso os testes hepáticos anormais persistam ou piorem, caso se desenvolvam sinais e sintomas clínicos consistentes com doença hepática, ou se ocorrerem manifestações sistêmicas (por exemplo: eosinofilia, rash), o tratamento com Capsfen® deve ser suspenso.

Efeitos oftalmológicos

Foram relatados diminuição da acuidade visual e/ou visão turva, escotomas e/ou alterações na "visão em cores". Se o paciente desenvolver quaisquer dessas reações durante o tratamento com Capsfen®, o medicamento deve ser descontinuado e o paciente submetido a um exame oftalmológico que inclua testes de campo visual central e visão de cores.

Reações cutâneas

Reações cutâneas graves, algumas delas fatais, incluindo dermatite esfoliativa, síndrome de Stevens-Johnson (que se caracteriza por descamação da pele acompanhada de bolhas) e necrólise epidérmica tóxica, foram relatadas muito raramente em associação com o uso de AINEs, incluindo Capsfen®. Os pacientes parecem estar sob um risco maior de desenvolverem esses eventos no início do tratamento, com o início do evento ocorrendo, na maioria dos casos, dentro do primeiro mês de tratamento. Capsfen® deve ser descontinuado ao primeiro sinal de rash cutâneo (manchas avermelhadas isoladas ou em toda extensão do corpo, podendo ou não apresentar relevo), lesões na mucosa ou qualquer outro sinal de hipersensibilidade.

Efeitos renais

Em raros casos, os AINEs, incluindo Capsfen®, podem causar nefrite intersticial, glomerulite, necrose papilar e síndrome nefrótica. Os AINEs inibem a síntese de prostaglandinas renais que atuam como auxiliares na manutenção da perfusão renal em pacientes cujo fluxo sanguíneo renal e volume sanguíneo são reduzidos. Nesses pacientes, a administração de um AINE pode precipitar uma descompensação renal evidente, que é tipicamente seguida pela recuperação retornando-se ao estado pré-tratamento com a descontinuação do tratamento de AINEs. Os pacientes que correm maior risco são aqueles com insuficiência cardíaca congestiva, cirrose hepática, síndrome nefrótica e doença renal evidente. Tais pacientes devem ser cuidadosamente monitorados durante o tratamento com AINEs.

Como o ibuprofeno é eliminado principalmente pelos rins, pacientes com função renal significativamente prejudicada devem ser cuidadosamente monitorados e uma redução na dose deve ser antecipada para evitar acúmulo do fármaco. Os pacientes com alto risco de desenvolverem disfunção renal com o uso crônico de Capsfen® devem ter a função renal avaliada periodicamente.

Hipersensibilidade

Cerca de 10% dos pacientes asmáticos podem ter asma sensível ao ácido acetilsalicílico. O uso de ácido acetilsalicílico em pacientes com asma sensível a esse medicamento foi associado a broncospasmo grave, que pode ser fatal. Foi registrada reatividade cruzada, incluindo broncospasmo, entre ácido acetilsalicílico e outros medicamentos anti-inflamatórios não esteroides em pacientes com sensibilidade ao ácido acetilsalicílico; portanto, Capsfen® não deve ser administrado a pacientes com esse tipo de sensibilidade ao ácido acetilsalicílico e deve ser usado com cautela em todos os pacientes com asma preexistente.

Podem ocorrer reações anafilactoides mesmo em pacientes sem exposição prévia ao ibuprofeno.

Capsfen®, como outros agentes anti-inflamatórios não esteroides, pode inibir a agregação plaquetária, embora esse efeito seja quantitativamente menor e tenha menor duração que o observado com o ácido acetilsalicílico. Foi demonstrado que Capsfen® prolonga o tempo de sangramento (porém dentro dos limites normais) em indivíduos normais. Como esse efeito pode ser mais acentuado em pacientes com distúrbios hemostáticos subjacentes, Capsfen® deve ser usado com cautela em indivíduos com defeitos intrínsecos da coagulação e naqueles utilizando anticoagulantes.

A atividade antipirética e anti-inflamatória do ibuprofeno pode reduzir a febre e a inflamação, diminuindo assim a utilidade desses sinais como meio de diagnóstico na detecção de complicações de presumíveis condições dolorosas não infecciosas e não inflamatórias.

Relatou-se, raramente, meningite asséptica com febre e coma, em pacientes em terapia com Capsfen®. Embora sua ocorrência seja mais provável em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico e doenças do tecido conjuntivo relacionadas, ela foi relatada em pacientes que não apresentavam doença crônica subjacente. Se forem observados sinais ou sintomas de meningite em um paciente em tratamento com Capsfen®, deve-se considerar a possibilidade de relação com o tratamento.

Efeitos na Habilidade de Dirigir e Operar Máquinas

O efeito de Capsfen® na habilidade de dirigir e operar máquinas não foi estudado.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Capsfen?

A probabilidade de relação causal com o ibuprofeno existe para as seguintes reações adversas:

Infecções e infestações

Cistite, rinite.

Distúrbios do sangue e do sistema linfático

Agranulocitose, anemia aplástica, eosinofilia, anemia hemolítica (algumas vezes Coombs positivo), neutropenia, pancitopenia, trombocitopenia com ou sem púrpura.

Distúrbios do sistema imune

Reações anafilactoides, anafilaxia.

Distúrbios metabólicos e nutricionais

Redução do apetite, retenção de líquidos (geralmente responde prontamente à descontinuação do medicamento).

Distúrbios psiquiátricos

Confusão, depressão, labilidade emocional, insônia, nervosismo.

Distúrbios do sistema nervoso

Meningite asséptica com febre e coma, convulsões, tontura, cefaleia, sonolência.

Distúrbios visuais

Ambliopia (visão embaçada e/ou diminuída, escotoma e/ou alterações na visão de cores), olhos secos.

Distúrbios do ouvido e labirinto

Perda da audição e zumbido.

Distúrbios cardíacos

Insuficiência cardíaca congestiva em pacientes com função cardíaca limítrofe e palpitações.

Distúrbios vasculares

Hipotensão.

Distúrbios respiratórios, torácico e mediastinal

Broncospasmo e dispneia.

Distúrbios gastrintestinais

Cólicas ou dores abdominais, desconforto abdominal, constipação, diarreia, boca seca, duodenite, dispepsia, dor epigástrica, sensação de plenitude do trato gastrintestinal (eructação e flatulência), úlcera gástrica ou duodenal com sangramento e/ou perfuração, gastrite, hemorragia gastrintestinal, úlcera gengival, hematêmese, indigestão, melena, náuseas, esofagite, pancreatite, inflamação do intestino delgado ou grosso, vômito.

Distúrbio hepatobiliar

Insuficiência hepática, necrose hepática, hepatite, síndrome hepatorrenal, icterícia.

Distúrbios da pele e tecido subcutâneo

Alopecia, eritema multiforme, dermatite esfoliativa, síndrome de Lyell (necrólise epidérmica tóxica), reações de fotossensibilidade, prurido, rash (inclusive do tipo maculopapular), síndrome de Stevens-Johnson, urticária, erupções vesículo-bolhosas.

Distúrbios renais e urinários

Insuficiência renal aguda em pacientes com significativa disfunção renal preexistente, azotemia, glomerulite, hematúria, poliúria, necrose papilar renal, necrose tubular.

Distúrbios gerais e no local de administração

Edema.

Laboratorial

Pressão sanguínea elevada, diminuição da hemoglobina e hematócrito, diminuição do clearance de creatinina, teste de função hepática anormal.&nbsp;

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Uso em idosos

A idade avançada exerce mínima influência na farmacocinética do ibuprofeno. Pacientes idosos ou debilitados toleram menos a ulceração e sangramento do que outros indivíduos e a maioria dos relatos espontâneos de eventos gastrintestinais fatais ocorreu na população geriátrica. Alterações, relacionadas à idade, na fisiologia hepática, renal e do SNC, assim como condições de co-morbidades e medicações concomitantes devem ser consideradas antes do início da terapia com Capsfen®. Monitoração cuidadosa e educação do paciente idoso são essenciais.

Uso em crianças

Não foram realizados estudos clínicos controlados para avaliar a segurança e eficácia do ibuprofeno em crianças.

Uso durante a gravidez

Não se recomenda a administração de Capsfen® durante a gravidez. Estudos de reprodução em animais não mostraram evidências de anormalidades no desenvolvimento. Contudo, esses estudos não são sempre preditivos da resposta humana. Não existem estudos adequados e bem controlados, em pacientes grávidas.

Devido aos efeitos conhecidos dos anti-inflamatórios não esteroides sobre o sistema cardiovascular fetal (fechamento do canal arterial), deve-se evitar seu uso durante o período tardio da gravidez.

Da mesma forma que ocorre com outros fármacos que inibem a síntese de prostaglandinas, ocorreu um aumento da incidência de distocia e parto retardado em ratas. Não se recomenda o uso de ibuprofeno durante o trabalho de parto.

Uso durante a lactação

Em número limitado de estudos com um método de detecção de até 1 mcg/mL não se mostrou a presença de ibuprofeno no leite de nutrizes. Entretanto, devido à natureza limitada desses estudos e dos possíveis efeitos adversos dos fármacos inibidores de prostaglandinas em neonatos, Capsfen® não é recomendado no período de amamentação.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Riscos

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>N&#xE3;o use este medicamento em casos de &#xFA;lcera, gastrite, doen&#xE7;a dos rins ou se voc&#xEA; j&#xE1; teve rea&#xE7;&#xE3;o al&#xE9;rgica a antiinflamat&#xF3;rios.</strong></p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Qual a composição do Capsfen?

Cada cápsula gelatinosa mole de Capsfen® contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:238px\"> <p style=\"text-align:center\">Ibuprofeno</p> </td> <td style=\"width:231px\"> <p style=\"text-align:center\">600 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:238px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:231px\"> <p style=\"text-align:center\">1 c&#xE1;psula</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: macrogol, hidróxido de amônio, gelatina, glicerol, metilparabeno, propilparabeno, corante azul brilhante, corante D&C amarelo n° 10, sorbitol, sorbitans e água purificada.

Apresentação do&nbsp;Capsfen

{"tag":"hr","value":" <h3>C&#xE1;psula gelatinosa mole &#x2013; 600 mg</h3> <p>Embalagem contendo 10 c&#xE1;psulas.</p> <p><strong>Uso oral.&amp;nbsp;</strong></p> <p><strong>Uso adulto.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Capsfen maior do que a recomendada?

Procurar socorro médico imediatamente. O tratamento deve ser sintomático e de suporte. Deve-se promover esvaziamento do estômago, através da indução de vômito ou lavagem gástrica. Não há antídoto específico.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Capsfen com outros remédios?

Anticoagulantes

Diversos estudos controlados de curto prazo não conseguiram demonstrar que o ibuprofeno afeta significativamente o tempo de protrombina ou uma variedade de outros fatores de coagulação quando administrado a indivíduos sob tratamento com anticoagulantes do tipo cumarínicos. No entanto, foi relatado sangramento quando ibuprofeno foi administrado a estes pacientes. Deve-se ter cautela quando se administrar Capsfen® a pacientes em terapia com anticoagulantes.

Anti-hipertensivos incluindo diuréticos, inibidores da enzima conversora da angiotensina (ECA), tais como captopril e enalapril, antagonistas da angiotensina II (AIIA) como losartana e valsartana

Os AINEs podem reduzir a eficácia dos diuréticos e outros fármacos anti-hipertensivos.

Em pacientes com função renal prejudicada (por exemplo: pacientes desidratados ou idosos com comprometimento da função renal), a co-administração de um inibidor da ECA ou um AIIA com um inibidor da cicloxigenase pode aumentar a deterioração da função renal, incluindo a possibilidade de insuficiência renal aguda, que geralmente é reversível. A ocorrência dessas interações deve ser considerada em pacientes usando Capsfen® com inibidores da ECA ou um AIIA.

Portanto, a administração concomitante desses fármacos deve ser feita com cautela, especialmente em pacientes idosos. Os pacientes devem ser hidratados adequadamente e a função renal deve ser monitorada e avaliada no início do tratamento concomitante e periodicamente.

Ácido acetilsalicílico

O uso crônico e concomitante de ibuprofeno e ácido acetilsalicílico não é recomendado.

Corticosteroides

Aumento do risco de ulceração gastrintestinal ou sangramento.

Ciclosporina

Devido aos efeitos sobre as prostaglandinas renais, os inibidores da cicloxigenase podem aumentar o risco de nefrotoxicidade com ciclosporina.

Diuréticos

Estudos clínicos, bem como observações randômicas, mostraram que o ibuprofeno pode reduzir o efeito natriurético da furosemida, tiazidas ou outros diuréticos em alguns pacientes. Essa atividade foi atribuída à inibição da síntese renal de prostaglandina por ibuprofeno e outros anti-inflamatórios não esteroides. Portanto, quando Capsfen® for utilizado concomitantemente à furosemida, à tiazida ou a outros diuréticos, o paciente deve ser cuidadosamente observado para se determinar se foi obtido o efeito desejado do diurético.

Lítio

O ibuprofeno produziu uma elevação clinicamente significativa dos níveis plasmáticos de lítio e uma redução no clearance renal do lítio, em um estudo com 11 voluntários normais. A concentração média mínima de lítio aumentou 15% e o clearance renal do lítio foi significativamente mais baixo durante o período de administração simultânea dos medicamentos. Esse efeito foi atribuído à inibição da síntese renal de prostaglandina. Portanto, quando Capsfen® e lítio são administrados simultaneamente, os pacientes devem ser cuidadosamente observados para detecção de sinais de toxicidade por lítio. Deve-se atentar para as informações para prescrição do lítio, antes do uso concomitante dos dois fármacos.

Antagonistas H2

Em estudos com voluntários, a co-administração de cimetidina ou ranitidina não alterou significativamente a concentração sérica do ibuprofeno.

Metotrexato

Deve-se ter cautela quando metotrexato é administrado concomitantemente com AINEs, incluindo Capsfen®, porque a administração de AINEs pode resultar em aumento dos níveis plasmáticos de metotrexato.

Tacrolimo

Possível aumento do risco de nefrotoxicidade quando AINEs são administrados com tacrolimo.&nbsp;

Anormalidades em testes laboratoriais

Foi observada diminuição da hemoglobina em 1 g ou mais em aproximadamente 20% dos pacientes recebendo até 2.400 mg de ibuprofeno por dia. Achados similares foram observados com outros fármacos anti-inflamatórios não esteroides; o mecanismo é desconhecido.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Capsfen (Ibuprofeno)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Suspens&#xE3;o Oral e Gotas</h3> <p>O estudo PAIN (<em>Paracetamol, Aspirin, lbuprofen new tolerability</em>) foi um estudo randomizado e cego, delineado para comparar tr&#xEA;s analg&#xE9;sicos no tratamento da dor aguda. Um total de 8.677 adultos foram randomizados para tratamento com Ibuprofeno (1.200mg/d), paracetamol (3g/d) e aspirina (3g/d). As principais indica&#xE7;&#xF5;es foram dor musculoesquel&#xE9;tica (31-33%), <a href=\"https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/c\" target=\"_blank\">resfriado</a> comum (19-20%), dorsalgia (15 17%) e cefaleia (10-11%). Observou-se maior incid&#xEA;ncia de eventos adversos com aspirina (10, 1%) em compara&#xE7;&#xE3;o com Ibuprofeno (7,0%, P &lt; 0,001) ou paracetamol (7,8%). Eventos adversos gastrintestinais ocorreram em menor frequ&#xEA;ncia nos pacientes tratados com i buprofeno (4,0%) em compara&#xE7;&#xE3;o com aspirina (7,1%, P &lt; 0,001) ou paracetamol (5,3%, p = 0,025).<sup>1</sup></p> <p>O <em>Boston University Fever Study</em> envolveu 84.192 crian&#xE7;as com idade entre seis meses e 12 anos, com doen&#xE7;a febril. As crian&#xE7;as foram randomizadas para tratamento com paracetamol (12mg/kg por dose a cada 4-6 horas) ou Ibuprofeno (5 10mg/kg por dose a cada 4-6 horas). O desfecho prim&#xE1;rio foi a ocorr&#xEA;ncia de eventos adversos graves como sangramento gastrintestinal, insufici&#xEA;ncia renal aguda ou anafilaxia. O desfecho secund&#xE1;rio foi a ocorr&#xEA;ncia de interna&#xE7;&#xE3;o hospitalar por outras complica&#xE7;&#xF5;es.</p> <p>N&#xE3;o se observou diferen&#xE7;a estatisticamente significativa entre as duas medica&#xE7;&#xF5;es quanto &#xE0; necessidade de interna&#xE7;&#xE3;o hospitalar por evento adverso, ou qualquer altera&#xE7;&#xE3;o significativa da fun&#xE7;&#xE3;o renal nos pacientes tratados com Ibuprofeno. Por outro lado, as crian&#xE7;as que foram tratadas com Ibuprofeno apresentaram menor risco de consultas m&#xE9;dicas por asma (3,0%; IC95% 2,1-4, 1%) do que aquelas tratadas com paracetamol (5,1%; IC95% 3,5-7,1%), P = 0,02.<sup>2</sup></p> <p>Magni e colaboradores realizaram um estudo multic&#xEA;ntrico, aberto e randomizado para avaliar a atividade antipir&#xE9;tica e a tolerabilidade de doses orais &#xFA;nicas de Ibuprofeno <em>versus</em> dipirona em lactentes e crian&#xE7;as febris. Cento e vinte e dois pacientes de ambos os sexos, com idade entre 6 meses e 8 anos, com temperatura axilar &#x2265; 38,0&#xB0;C foram randomizados (1:1) para Ibuprofeno (10mg/kg) ou dipirona (l5mg/kg), administrados em doses orais &#xFA;nicas. A temperatura axilar e os eventos adversos foram avaliados ap&#xF3;s 10, 20, 30 e 45 minutos e, a seguir, de 1 em 1 hora, durante 8 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o. As m&#xE9;dias de temperatura foram significativamente menores nos pacientes que receberam Ibuprofeno, em rela&#xE7;&#xE3;o aos que receberam dipirona, nos grupos de febre alta entre (&gt;39,1&#xB0;C) e baixa (38,0&#xB0;C e 39,1&#xB0;C) (p = 0,04). Ap&#xF3;s 1, 2 e 4 horas da administra&#xE7;&#xE3;o das drogas, o valor absoluto da soma ponderada das diferen&#xE7;as de temperatura a partir dos valores basais foi significativamente menor no grupo de febre alta da dipirona, quando comparado ao grupo de febre alta do Ibuprofeno, o que significa maior efeito para este &#xFA;ltimo. Houve diferen&#xE7;as estatisticamente significativas no tempo para normaliza&#xE7;&#xE3;o da temperatura (&lt;37,2&#xB0;C) entre o Ibuprofeno e a dipirona nos grupos de temperatura baixa (3,1 &#xB1; 2,04 vs. 4,5 &#xB1; 3,06 horas, p = 0,01) e alta (2.7 &#xB1; 1,68 vs. 5,4 &#xB1; 3,15 horas, p = 0,003). A diferen&#xE7;a do tempo de persist&#xEA;ncia do efeito antipir&#xE9;tico foi tamb&#xE9;m estatisticamente significativa para o grupo de temperatura alta, a favor do Ibuprofeno (3,4 &#xB1; 2,03 vs. 1,8 &#xB1; 1,89 hora, p = 0,01). As duas drogas apresentaram perfis de tolerabilidade compar&#xE1;veis. Os autores conclu&#xED;ram que uma dose oral &#xFA;nica de Ibuprofeno demonstrou proporcionar antipirese mais r&#xE1;pida, potente e por um tempo mais longo do que uma dose oral &#xFA;nica de dipirona, especialmente na presen&#xE7;a de febre alta.<sup>3</sup></p> <p>Autret e colaboradores conduziram um estudo randomizado, aberto, multic&#xEA;ntrico e comparativo entre Ibuprofeno (7,5mg/kg), paracetamol (10mg/kg) e aspirina (10mg/kg), que envolveu 351 crian&#xE7;as com idade entre 6 e 24 meses com febre (temperatura retal &gt; 39&#xB0;C). A temperatura foi avaliada ap&#xF3;s 1, 4 e 6 horas da administra&#xE7;&#xE3;o. Observou-se maior queda da temperatura nas crian&#xE7;as tratadas com Ibuprofeno em compara&#xE7;&#xE3;o com aquelas tratadas com aspirina ou paracetamol. A avalia&#xE7;&#xE3;o do conforto das crian&#xE7;as atrav&#xE9;s de escala visual mostrou superioridade do Ibuprofeno frente aos outros tratamentos.<sup>4</sup></p> <p><strong>Bibliografia</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Moore N, van Ganse E, Le Pare JM. The PAIN study: paracetamol, aspirin and ibuprofen new tolerability study: a large-scale, randomized clinical trial comparing the tolerability of aspirin, ibuprofen and paracetamol for short-term analgesia. Clin Drug lnvest. 1999; 18:89-98.<br> 2. Lesko SM, Mitchell AA. An assessment of the safety of pediatric ibuprofen: a practitionerbased randomized clinical trial. JAMA. 1995;273(12):929-33.<br> 3. Magni AM, Ros&#xE1;rio N, Murahovschi J, et al. Efeito antipir&#xE9;tico e tolerabilidade do Ibuprofeno versus a dipirona, em dose oral &#xFA;nica, em pacientes pedi&#xE1;tricos - estudo aberto, randomizado, multic&#xEA;ntrico brasileiro. Ped Mod. 2007;43(1):32-40.<br> 4. Autret E, Reboui-Marty J, Henry-Launois B, et al. Evaluation of ibuprofen versus aspirin and paracetamol on efficacy and comfort in children with fever. Eur J Clin Pharmacol. 1997;51(5):367-71.</br></br></br></span></p> <h3>Comprimido Revestido</h3> <h4>Estudos</h4> <p>Efic&#xE1;cia antipir&#xE9;tica e analg&#xE9;sica de 600mg de Ibuprofeno mostraram-se compar&#xE1;veis &#xE0; dose de 600mg de &#xE1;cido acetilsalic&#xED;lico.<sup>1,2</sup></p> <p>Em outro estudo, 600mg de Ibuprofeno se mostraram superiores a 750mg de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/acido-mefenamico/bula\" target=\"_blank\">&#xE1;cido mefen&#xE2;mico</a> e compar&#xE1;veis a 800mg de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/fenilbutazona-calcica/bula\" target=\"_blank\">fenilbutazona</a>.<sup>2</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1-David F. Salo, MD, PhD, Robert Lavery, MA, MICP, Vikram Varma, MD, Jennifer Goldberg, MS, PA-C, Tara Shapiro, DO, Alan Kenwood, MDA Randomized, Clinical Trial Comparing Oral Celecoxib 200 mg, Celecoxib 400mg, and Ibuprofen 600mg for Acute Pain. ACAD EMERG MED &#x2022; January 2003, Vol. 10, N&#xBA;. 1.<br> 2- John R Lewis, Evaluation of Ibuprofen (Motrin) A NEW RHEUMATIC AGENT, JAMA, July 1975 365-367.</br></span></p> <h3>C&#xE1;psula</h3> <p>Um estudo com 26 volunt&#xE1;rios foi realizado comparando a biodisponibilidade do Ibuprofeno 600mg na forma farmac&#xEA;utica de c&#xE1;psulas gelatinosas moles com o comprimido revestido de mesma concentra&#xE7;&#xE3;o. Os medicamentos foram administrados com &#xE1;gua a temperatura ambiente, em jejum. N&#xE3;o houve eventos adversos graves durante o estudo, sendo as medica&#xE7;&#xF5;es bem toleradas. Ambas as formula&#xE7;&#xF5;es foram equivalentes, contudo a c&#xE1;psula gelatinosa mole demonstrou uma absor&#xE7;&#xE3;o mais r&#xE1;pida que o comprimido revestido.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">Estudo cruzado, randomizado, de dois tratamentos, dois per&#xED;odos, duas sequ&#xEA;ncias e dose &#xFA;nica para comparar a biodisponibilidade de duas formula&#xE7;&#xF5;es de 600mg de Ibuprofeno: c&#xE1;psulas de gelatina mole e comprimidos revestidos, em volunt&#xE1;rios sadios de ambos os sexos em condi&#xE7;&#xF5;es de jejum. Centro: Biocrom. 2008.</span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Suspens&#xE3;o Oral e Gotas</h3> <h4>Farmacodin&#xE2;mica</h4> <p>Ibuprofeno cont&#xE9;m Ibuprofeno, um derivado do &#xE1;cido fenilprop&#xE2;nico, inibidor da s&#xED;ntese das prostaglandinas, tendo propriedades analg&#xE9;sicas e antipir&#xE9;ticas. Os antipir&#xE9;ticos e analg&#xE9;sicos inibem a a&#xE7;&#xE3;o da cicloxigenase, diminuindo a forma&#xE7;&#xE3;o de precursores das prostaglandinas e dos tromboxanos a partir do &#xE1;cido araquid&#xF4;nico, diminuindo a a&#xE7;&#xE3;o destes mediadores no termostato hipotal&#xE2;mico e nos receptores de dor (nociceptores).</p> <h4>Farmacocin&#xE9;tica</h4> <p>O Ibuprofeno apresenta boa absor&#xE7;&#xE3;o oral, com aproximadamente 80% da dose absorvida no trato gastrintestinal, havendo diferen&#xE7;a quando da administra&#xE7;&#xE3;o em jejum ou ap&#xF3;s refei&#xE7;&#xE3;o, pois a presen&#xE7;a de alimentos diminui a absor&#xE7;&#xE3;o. O in&#xED;cio de a&#xE7;&#xE3;o ocorre em aproximadamente 15 a 30 minutos. A taxa de liga&#xE7;&#xE3;o proteica &#xE9; alta (99%) e a concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE1;xima &#xE9; atingida em 1,2 a 2,1 horas, tendo dura&#xE7;&#xE3;o de 4 a 6 horas, com meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o de 1,8 a 2 horas. A biotransforma&#xE7;&#xE3;o &#xE9; hep&#xE1;tica e a excre&#xE7;&#xE3;o praticamente se completa em 24 horas ap&#xF3;s a &#xFA;ltima dose, sendo menos de 1% excretado na forma inalterada.</p> <h3>Comprimido Revestido</h3> <h4>Propriedades Farmacodin&#xE2;micas</h4> <p>O Ibuprofeno tem a&#xE7;&#xE3;o farmacol&#xF3;gica de um agente anti-inflamat&#xF3;rio n&#xE3;o esteroidal.</p> <h5>Estudos cl&#xED;nicos:</h5> <p>Avalia&#xE7;&#xE3;o randomizada prospectiva da seguran&#xE7;a integrada de celecoxibe <em>versus</em> Ibuprofeno ou naproxeno.</p> <p>PRECISION foi um estudo duplo-cego de seguran&#xE7;a cardiovascular em 24.081 pacientes com OA ou AR com <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/doenca-cardiovascular-dcv-sintomas-fatores-de-risco-prevencao-tratamento-tipos-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">doen&#xE7;a cardiovascular</a> (DCV) ou com alto risco de DCV comparando celecoxibe (200-400mg por dia) com naproxeno (750-1000mg por dia) e Ibuprofeno (1800 -2400mg por dia) durante o tratamento de 42 meses mais 1 m&#xEA;s de acompanhamento ap&#xF3;s a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento. O desfecho prim&#xE1;rio, a colabora&#xE7;&#xE3;o antiplaquet&#xE1;ria de participantes (APTC), foi um composto de morte cardiovascular (incluindo morte hemorr&#xE1;gica), julgado independentemente, infarto do mioc&#xE1;rdio n&#xE3;o fatal ou acidente vascular cerebral n&#xE3;o fatal. Al&#xE9;m disso, houve um sub-estudo de 4 meses em 444 pacientes com foco nos efeitos das tr&#xEA;s drogas na press&#xE3;o arterial, conforme medido pelo monitoramento ambulatorial.</p> <p>No que diz respeito ao par&#xE2;metro final do CV prim&#xE1;rio, o tempo para o primeiro evento APTC, demonstrou que o celecoxibe era estatisticamente significantemente n&#xE3;o inferior ao Ibuprofeno e n&#xE3;o inferior ao naproxeno, e o Ibuprofeno demonstrou ser estatisticamente significantemente n&#xE3;o inferior ao naproxeno. A taxa de evento APTC foi de 2,7% no grupo Ibuprofeno, <em>versus</em> 2,3% no grupo celecoxibe e 2,5% no grupo naproxeno na an&#xE1;lise ITT, e foi de 1,9% <em>versus</em> 1,7% e 1,8%, respectivamente, na an&#xE1;lise MITT. Verificou-se a partir do estudo que, entre os indiv&#xED;duos com OA ou AR com DCV ou com alto risco de DCV, o tratamento com celecoxibe apresentava um risco de CV semelhante ou menor quando comparado ao Ibuprofeno ou ao naproxeno, o Ibuprofeno apresentava risco de CV semelhante ao naproxeno.</p> <p>Durante o tratamento, o MACE (eventos cardiovasculares adversos principais, definidos como eventos APTC, revasculariza&#xE7;&#xE3;o coron&#xE1;ria ou hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/angina-instavel\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/angina/c\" target=\"_blank\">angina</a> inst&#xE1;vel ou ataque isqu&#xEA;mico transit&#xF3;rio) ocorreu mais frequentemente no grupo Ibuprofeno (3,6%) em rela&#xE7;&#xE3;o ao grupo celecoxibe (3,1%) e naproxeno (3,2%). O aumento do risco de Ibuprofeno comparado ao celecoxibe definido como tempo para MACE foi estatisticamente significante. Os eventos gastrintestinais clinicamente significativos (0,7%, 0,3% e 0,7% para Ibuprofeno, celecoxibe e naproxeno, respectivamente) e <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/anemia-ferropriva\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/anemia-ferropriva/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">anemia ferropriva</a> de origem gastrintestinal clinicamente significativa (0,7%, 0,3% e 0,8% para Ibuprofeno, celecoxibe e naproxeno, respectivamente) ocorreram de forma semelhante nos grupos de Ibuprofeno e naproxeno, mas com menor frequ&#xEA;ncia no grupo celecoxibe; os aumentos de risco em rela&#xE7;&#xE3;o ao celecoxibe foram estatisticamente significativos. O composto de eventos renais clinicamente significativos ou interna&#xE7;&#xE3;o por ICC ou hipertens&#xE3;o no grupo Ibuprofeno foi semelhante ao grupo naproxeno (1,7% vs. 1,5%), mas foi mais frequente em rela&#xE7;&#xE3;o ao grupo celecoxibe (1,7% vs. 1,1%). O aumento do risco foi conduzido principalmente por eventos renais adjudicados (0,9% vs.0,5%).</p> <p>O sub-estudo ABPM mostrou, no m&#xEA;s 4, que os indiv&#xED;duos tratados com Ibuprofeno apresentaram aumento de 3,7mmHg na press&#xE3;o arterial sist&#xF3;lica (PAS) ambulatorial de 24 horas, enquanto que os indiv&#xED;duos tratados com celecoxibe apresentaram diminui&#xE7;&#xE3;o de 0,3mmHg e os indiv&#xED;duos tratados com naproxeno apresentaram aumento de 1,6mmHg. A diferen&#xE7;a de 3,9mmHg entre Ibuprofeno e celecoxibe foi estatisticamente significativa e clinicamente significativa. O Ibuprofeno n&#xE3;o foi estatisticamente diferente do naproxeno na magnitude da altera&#xE7;&#xE3;o na PAS de 24 horas no m&#xEA;s 4.</p> <h4>Propriedades Farmacocin&#xE9;ticas</h4> <p>O Ibuprofeno &#xE9; absorvido do trato gastrintestinal e o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica ocorre cerca de 1 a 2 horas ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o. O Ibuprofeno &#xE9; amplamente ligado &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> plasm&#xE1;ticas e tem uma meia-vida de aproximadamente 2 horas. Ele &#xE9; rapidamente excretado na urina principalmente como metab&#xF3;lito e seus conjugados. Aproximadamente 1% &#xE9; excretado na urina como Ibuprofeno inalterado e cerca de 14% como Ibuprofeno conjugado.</p> <h4>Dados de Seguran&#xE7;a Pr&#xE9;-Cl&#xED;nicos</h4> <p>Estudos de reprodu&#xE7;&#xE3;o conduzidos em ratos e coelhos em doses um pouco menores do que a dose m&#xE1;xima cl&#xED;nica n&#xE3;o demonstraram qualquer evid&#xEA;ncia de desenvolvimento anormal. Como n&#xE3;o houve estudos bem controlados em mulheres gr&#xE1;vidas, este f&#xE1;rmaco deve ser usado durante a gravidez somente se claramente necess&#xE1;rio. Devido aos efeitos conhecidos dos f&#xE1;rmacos anti-inflamat&#xF3;rios n&#xE3;o esteroidais sobre o sistema cardiovascular (CV) fetal (fechamento do canal arterial), deve-se evitar seu uso durante a gravidez avan&#xE7;ada. Assim como com outros f&#xE1;rmacos conhecidos por inibir a s&#xED;ntese de prostaglandinas, um aumento na incid&#xEA;ncia de distocia e atraso no parto ocorreram em ratas.</p> <h3>C&#xE1;psula</h3> <h4>Propriedades Farmacodin&#xE2;micas</h4> <p>O Ibuprofeno tem a&#xE7;&#xE3;o farmacol&#xF3;gica de um agente anti-inflamat&#xF3;rio n&#xE3;o-esteroide e possui atividades antiinflamat&#xF3;ria, analg&#xE9;sica e antipir&#xE9;tica. Age, provavelmente, inibindo a s&#xED;ntese de prostaglandinas.</p> <h4>Propriedades Farmacocin&#xE9;ticas</h4> <p>O Ibuprofeno &#xE9; absorvido do trato gastrintestinal e o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica ocorre cerca de 1-2 horas ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o. O Ibuprofeno &#xE9; amplamente ligado &#xE0;s prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas e tem uma meia-vida de aproximadamente 2 horas. Ele &#xE9; rapidamente excretado na urina principalmente como metab&#xF3;lito e seus conjugados. Aproximadamente 1% &#xE9; excretado na urina como Ibuprofeno inalterado e cerca de 14% como Ibuprofeno conjugado. O Ibuprofeno &#xE9; rapidamente metabolizado e eliminado pela urina; a excre&#xE7;&#xE3;o &#xE9; praticamente completa 24 horas ap&#xF3;s a &#xFA;ltima dose.</p> <h4>Dados de Seguran&#xE7;a Pr&#xE9;-Cl&#xED;nicos</h4> <p>Estudos de reprodu&#xE7;&#xE3;o conduzidos em ratos e coelhos em doses um pouco menores do que a dose m&#xE1;xima cl&#xED;nica n&#xE3;o demonstraram qualquer evid&#xEA;ncia de desenvolvimento anormal. Como n&#xE3;o houve estudos bem controlados em mulheres gr&#xE1;vidas, este f&#xE1;rmaco deve ser usado durante a gravidez somente se estritamente necess&#xE1;rio. Devido aos efeitos conhecidos dos f&#xE1;rmacos anti-inflamat&#xF3;rios n&#xE3;o esteroides sobre o sistema cardiovascular fetal (fechamento do canal arterial), deve se evitar seu uso durante a gravidez avan&#xE7;ada. Assim como com outros f&#xE1;rmacos conhecidos por inibir a s&#xED;ntese de prostaglandinas, um aumento na incid&#xEA;ncia de distocia e atraso no parto ocorreram em ratas.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Capsfen?

Conservar o medicamento em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30°C). Proteger da luz e umidade.

O prazo de validade do medicamento é de 24 meses a partir da data de fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Capsfen® cápsula gelatinosa mole consiste em uma solução viscosa límpida a opalescente, contida em cápsula gelatinosa mole, formato oblongo, cor verde translúcido.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres Legais do Capsfen

MS 1.0175.0021

Farm. Resp.:
Dr. Robson Mariano
CRF/SP: 30710

Registrado e Fabricado por:
Catalent Brasil Ltda.
Av. José Vieira, 446
Distrito Industrial Domingos Giomi
CEP: 13347-360
Indaiatuba / SP
CNPJ: 45.569.555/0007-82
Indústria Brasileira






Comercializado por:
Cifarma&nbsp;– Científica Farmacêutica Ltda.
Rod. BR 153 Km 5,5
Jardim Guanabara
CEP: 74675-090
Goiânia / GO
CNPJ: 17.562.075/0001-69
Indústria Brasileira






CAC
0800–7071212

Venda sob prescrição médica.

600mg, caixa com 10 cápsulas gelatinosas moles

Princípio ativo
:
Ibuprofeno
Classe Terapêutica
:
Anti-Reumáticos Não Esteroidais Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Analgésico E Antitérmico
Especialidade
:
Clínica Médica

Bula do medicamento

Capsfen, para o que é indicado e para o que serve?

Capsfen® é indicado no alívio dos sinais e sintomas de artrite reumatoide, osteoartrite, reumatismo articular, nos traumas relacionados ao sistema musculoesquelético, quando estiverem presentes componentes inflamatórios e dolorosos. Capsfen® está indicado ainda no alívio da dor após procedimentos cirúrgicos em odontologia, ginecologia, ortopedia, traumatologia e otorrinolaringologia.

Como o&nbsp;Capsfen funciona?&nbsp;

{"tag":"hr","value":" <p>Capsfen<sup>&#xAE;</sup> &#xE9; um medicamento com a&#xE7;&#xE3;o anti-inflamat&#xF3;ria, analg&#xE9;sica e antipir&#xE9;tica.</p> "}

Quais as contraindicações do Capsfen?

  • <li>Em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal grave;</li> <li>Em pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica grave;</li> <li>Em pacientes com <a href="https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/" rel="noopener" target="_blank">insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> grave.</li>

Capsfen® é contraindicado a pacientes que apresentam hipersensibilidade ao ibuprofeno, a qualquer componente da fórmula ou a outros anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) tais como ácido acetilsalicílico, nimesulida e diclofenaco sódico. Existe potencial de sensibilidade cruzada com ácido acetilsalicílico e outros AINEs.

Contraindicado também para pacientes que apresentam a tríade do ácido acetilsalicílico (asma brônquica, rinite e intolerância ao ácido acetilsalicílico). Nesses pacientes foram registradas reações anafilactoides e reações asmáticas fatais.

No tratamento da dor perioperatória de cirurgia de revascularização do miocárdio (by-pass).

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Como usar o Capsfen?

Efeitos indesejáveis podem ser minimizados usando-se a menor dose eficaz de Capsfen® dentro do menor tempo necessário para controlar os sintomas.

Não se deve exceder a dose diária total de 3.200 mg. Na ocorrência de distúrbios gastrintestinais, administrar Capsfen® com as refeições ou leite. Em condições crônicas, os resultados terapêuticos são observados no prazo de alguns dias a 1 semana, porém na maioria dos casos esses efeitos são observados ao fim de 2 semanas de administração.

A dose recomendada é de 600 mg, via oral, 3 ou 4 vezes ao dia. A posologia de Capsfen® deve ser adequada a cada caso clínico, e pode ser diminuída ou aumentada a partir da dose inicial sugerida, dependendo da gravidade dos sintomas, seja no início da terapia ou de acordo com a resposta obtida.

Nos casos de artrite reumatóide juvenil, recomenda-se administrar 30 - 40 mg/kg/dia, em doses divididas.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Capsfen?&nbsp;

{"tag":"hr","value":" <p>A interrup&#xE7;&#xE3;o do tratamento com o ibuprofeno provoca o retorno &#xE0;s mesmas condi&#xE7;&#xF5;es de antes do tratamento. Procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico para dar continuidade ao tratamento. Ou, caso tenha qualquer d&#xFA;vida, entre em contato com nossa Central de Atendimento ao Consumidor, no telefone constante da embalagem.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Capsfen?

Deve-se evitar o uso concomitante de Capsfen® com anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), tais como ácido acetilsalicílico, nimesulida, diclofenaco sódico ou potássico e outros, incluindo inibidores da cicloxigenase-2 (COX-2) como celecoxibe e parecoxibe.

Efeitos cardíacos

Os AINEs podem causar um aumento no risco de eventos trombóticos cardiovasculares graves, infarto do miocárdio e derrame, que podem ser fatais. O risco pode aumentar com a duração do uso. Pacientes com doença cardiovascular conhecida podem estar sob um risco maior. A fim de minimizar o risco potencial para um evento cardiovascular em pacientes tratados com Capsfen®, a menor dose eficaz deve ser usada pelo menor tempo possível. Médicos e pacientes devem estar alertas para o desenvolvimento de tais eventos,mesmo na ausência de sintomas cardiovasculares prévios. Os pacientes devem ser informados sobre os sinais e/ou sintomas de toxicidade cardiovascular grave e as medidas a serem tomadas se isso ocorrer.

Retenção de líquido/edema

Assim como com outros fármacos conhecidos por inibir a síntese de prostaglandinas, foram observados retenção de líquidos e edema em alguns pacientes usando AINEs, incluindo Capsfen®. Portanto, Capsfen® deve ser usado com cautela em pacientes com função cardíaca comprometida e outras condições que predisponham a, ou piorem pela retenção de líquidos. Os pacientes com insuficiência cardíaca congestiva preexistente ou hipertensão devem ser cuidadosamente monitorados.

Efeitos gastrintestinais

Os AINEs, incluindo Capsfen®, podem causar eventos gastrintestinais graves incluindo inflamação, sangramento, ulceração e perfuração do estômago, intestino delgado ou grosso, que podem ser fatais. Quando sangramento ou ulceração gastrintestinal ocorre em pacientes recebendo Capsfen®, o tratamento deve ser descontinuado. A maioria dos pacientes sob risco de desenvolver esses tipos de complicações gastrintestinais com AINEs são os idosos, pacientes com doença cardiovascular, pacientes usando ácido acetilsalicílico concomitante, ou pacientes com história prévia de, ou com doença gastrintestinal ativa, tais como ulceração, sangramento gastrintestinal ou condições inflamatórias. Portanto, Capsfen® deve ser administrado com cautela nesses pacientes.

Efeitos hepáticos

Da mesma forma que com outros anti-inflamatórios não esteroides, podem ocorrer elevações limítrofes em um ou mais testes laboratoriais hepáticos em até 15% dos pacientes. Essas anormalidades podem progredir, permanecer essencialmente inalteradas ou serem transitórias com a continuidade do tratamento. Pacientes com sinais e/ou sintomas sugerindo disfunção hepática ou com testes hepáticos anormais, devem ser avaliados quanto a evidências de desenvolvimento de reações hepáticas mais graves durante terapia com Capsfen®.

Foram relatadas reações hepáticas graves, inclusive icterícia e casos de hepatite fatal, com o uso de Capsfen® ou outros anti-inflamatórios não esteroides. Embora tais reações sejam raras, caso os testes hepáticos anormais persistam ou piorem, caso se desenvolvam sinais e sintomas clínicos consistentes com doença hepática, ou se ocorrerem manifestações sistêmicas (por exemplo: eosinofilia, rash), o tratamento com Capsfen® deve ser suspenso.

Efeitos oftalmológicos

Foram relatados diminuição da acuidade visual e/ou visão turva, escotomas e/ou alterações na "visão em cores". Se o paciente desenvolver quaisquer dessas reações durante o tratamento com Capsfen®, o medicamento deve ser descontinuado e o paciente submetido a um exame oftalmológico que inclua testes de campo visual central e visão de cores.

Reações cutâneas

Reações cutâneas graves, algumas delas fatais, incluindo dermatite esfoliativa, síndrome de Stevens-Johnson (que se caracteriza por descamação da pele acompanhada de bolhas) e necrólise epidérmica tóxica, foram relatadas muito raramente em associação com o uso de AINEs, incluindo Capsfen®. Os pacientes parecem estar sob um risco maior de desenvolverem esses eventos no início do tratamento, com o início do evento ocorrendo, na maioria dos casos, dentro do primeiro mês de tratamento. Capsfen® deve ser descontinuado ao primeiro sinal de rash cutâneo (manchas avermelhadas isoladas ou em toda extensão do corpo, podendo ou não apresentar relevo), lesões na mucosa ou qualquer outro sinal de hipersensibilidade.

Efeitos renais

Em raros casos, os AINEs, incluindo Capsfen®, podem causar nefrite intersticial, glomerulite, necrose papilar e síndrome nefrótica. Os AINEs inibem a síntese de prostaglandinas renais que atuam como auxiliares na manutenção da perfusão renal em pacientes cujo fluxo sanguíneo renal e volume sanguíneo são reduzidos. Nesses pacientes, a administração de um AINE pode precipitar uma descompensação renal evidente, que é tipicamente seguida pela recuperação retornando-se ao estado pré-tratamento com a descontinuação do tratamento de AINEs. Os pacientes que correm maior risco são aqueles com insuficiência cardíaca congestiva, cirrose hepática, síndrome nefrótica e doença renal evidente. Tais pacientes devem ser cuidadosamente monitorados durante o tratamento com AINEs.

Como o ibuprofeno é eliminado principalmente pelos rins, pacientes com função renal significativamente prejudicada devem ser cuidadosamente monitorados e uma redução na dose deve ser antecipada para evitar acúmulo do fármaco. Os pacientes com alto risco de desenvolverem disfunção renal com o uso crônico de Capsfen® devem ter a função renal avaliada periodicamente.

Hipersensibilidade

Cerca de 10% dos pacientes asmáticos podem ter asma sensível ao ácido acetilsalicílico. O uso de ácido acetilsalicílico em pacientes com asma sensível a esse medicamento foi associado a broncospasmo grave, que pode ser fatal. Foi registrada reatividade cruzada, incluindo broncospasmo, entre ácido acetilsalicílico e outros medicamentos anti-inflamatórios não esteroides em pacientes com sensibilidade ao ácido acetilsalicílico; portanto, Capsfen® não deve ser administrado a pacientes com esse tipo de sensibilidade ao ácido acetilsalicílico e deve ser usado com cautela em todos os pacientes com asma preexistente.

Podem ocorrer reações anafilactoides mesmo em pacientes sem exposição prévia ao ibuprofeno.

Capsfen®, como outros agentes anti-inflamatórios não esteroides, pode inibir a agregação plaquetária, embora esse efeito seja quantitativamente menor e tenha menor duração que o observado com o ácido acetilsalicílico. Foi demonstrado que Capsfen® prolonga o tempo de sangramento (porém dentro dos limites normais) em indivíduos normais. Como esse efeito pode ser mais acentuado em pacientes com distúrbios hemostáticos subjacentes, Capsfen® deve ser usado com cautela em indivíduos com defeitos intrínsecos da coagulação e naqueles utilizando anticoagulantes.

A atividade antipirética e anti-inflamatória do ibuprofeno pode reduzir a febre e a inflamação, diminuindo assim a utilidade desses sinais como meio de diagnóstico na detecção de complicações de presumíveis condições dolorosas não infecciosas e não inflamatórias.

Relatou-se, raramente, meningite asséptica com febre e coma, em pacientes em terapia com Capsfen®. Embora sua ocorrência seja mais provável em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico e doenças do tecido conjuntivo relacionadas, ela foi relatada em pacientes que não apresentavam doença crônica subjacente. Se forem observados sinais ou sintomas de meningite em um paciente em tratamento com Capsfen®, deve-se considerar a possibilidade de relação com o tratamento.

Efeitos na Habilidade de Dirigir e Operar Máquinas

O efeito de Capsfen® na habilidade de dirigir e operar máquinas não foi estudado.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Capsfen?

A probabilidade de relação causal com o ibuprofeno existe para as seguintes reações adversas:

Infecções e infestações

Cistite, rinite.

Distúrbios do sangue e do sistema linfático

Agranulocitose, anemia aplástica, eosinofilia, anemia hemolítica (algumas vezes Coombs positivo), neutropenia, pancitopenia, trombocitopenia com ou sem púrpura.

Distúrbios do sistema imune

Reações anafilactoides, anafilaxia.

Distúrbios metabólicos e nutricionais

Redução do apetite, retenção de líquidos (geralmente responde prontamente à descontinuação do medicamento).

Distúrbios psiquiátricos

Confusão, depressão, labilidade emocional, insônia, nervosismo.

Distúrbios do sistema nervoso

Meningite asséptica com febre e coma, convulsões, tontura, cefaleia, sonolência.

Distúrbios visuais

Ambliopia (visão embaçada e/ou diminuída, escotoma e/ou alterações na visão de cores), olhos secos.

Distúrbios do ouvido e labirinto

Perda da audição e zumbido.

Distúrbios cardíacos

Insuficiência cardíaca congestiva em pacientes com função cardíaca limítrofe e palpitações.

Distúrbios vasculares

Hipotensão.

Distúrbios respiratórios, torácico e mediastinal

Broncospasmo e dispneia.

Distúrbios gastrintestinais

Cólicas ou dores abdominais, desconforto abdominal, constipação, diarreia, boca seca, duodenite, dispepsia, dor epigástrica, sensação de plenitude do trato gastrintestinal (eructação e flatulência), úlcera gástrica ou duodenal com sangramento e/ou perfuração, gastrite, hemorragia gastrintestinal, úlcera gengival, hematêmese, indigestão, melena, náuseas, esofagite, pancreatite, inflamação do intestino delgado ou grosso, vômito.

Distúrbio hepatobiliar

Insuficiência hepática, necrose hepática, hepatite, síndrome hepatorrenal, icterícia.

Distúrbios da pele e tecido subcutâneo

Alopecia, eritema multiforme, dermatite esfoliativa, síndrome de Lyell (necrólise epidérmica tóxica), reações de fotossensibilidade, prurido, rash (inclusive do tipo maculopapular), síndrome de Stevens-Johnson, urticária, erupções vesículo-bolhosas.

Distúrbios renais e urinários

Insuficiência renal aguda em pacientes com significativa disfunção renal preexistente, azotemia, glomerulite, hematúria, poliúria, necrose papilar renal, necrose tubular.

Distúrbios gerais e no local de administração

Edema.

Laboratorial

Pressão sanguínea elevada, diminuição da hemoglobina e hematócrito, diminuição do clearance de creatinina, teste de função hepática anormal.&nbsp;

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Uso em idosos

A idade avançada exerce mínima influência na farmacocinética do ibuprofeno. Pacientes idosos ou debilitados toleram menos a ulceração e sangramento do que outros indivíduos e a maioria dos relatos espontâneos de eventos gastrintestinais fatais ocorreu na população geriátrica. Alterações, relacionadas à idade, na fisiologia hepática, renal e do SNC, assim como condições de co-morbidades e medicações concomitantes devem ser consideradas antes do início da terapia com Capsfen®. Monitoração cuidadosa e educação do paciente idoso são essenciais.

Uso em crianças

Não foram realizados estudos clínicos controlados para avaliar a segurança e eficácia do ibuprofeno em crianças.

Uso durante a gravidez

Não se recomenda a administração de Capsfen® durante a gravidez. Estudos de reprodução em animais não mostraram evidências de anormalidades no desenvolvimento. Contudo, esses estudos não são sempre preditivos da resposta humana. Não existem estudos adequados e bem controlados, em pacientes grávidas.

Devido aos efeitos conhecidos dos anti-inflamatórios não esteroides sobre o sistema cardiovascular fetal (fechamento do canal arterial), deve-se evitar seu uso durante o período tardio da gravidez.

Da mesma forma que ocorre com outros fármacos que inibem a síntese de prostaglandinas, ocorreu um aumento da incidência de distocia e parto retardado em ratas. Não se recomenda o uso de ibuprofeno durante o trabalho de parto.

Uso durante a lactação

Em número limitado de estudos com um método de detecção de até 1 mcg/mL não se mostrou a presença de ibuprofeno no leite de nutrizes. Entretanto, devido à natureza limitada desses estudos e dos possíveis efeitos adversos dos fármacos inibidores de prostaglandinas em neonatos, Capsfen® não é recomendado no período de amamentação.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Riscos

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>N&#xE3;o use este medicamento em casos de &#xFA;lcera, gastrite, doen&#xE7;a dos rins ou se voc&#xEA; j&#xE1; teve rea&#xE7;&#xE3;o al&#xE9;rgica a antiinflamat&#xF3;rios.</strong></p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Qual a composição do Capsfen?

Cada cápsula gelatinosa mole de Capsfen® contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:238px\"> <p style=\"text-align:center\">Ibuprofeno</p> </td> <td style=\"width:231px\"> <p style=\"text-align:center\">600 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:238px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:231px\"> <p style=\"text-align:center\">1 c&#xE1;psula</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: macrogol, hidróxido de amônio, gelatina, glicerol, metilparabeno, propilparabeno, corante azul brilhante, corante D&C amarelo n° 10, sorbitol, sorbitans e água purificada.

Apresentação do&nbsp;Capsfen

{"tag":"hr","value":" <h3>C&#xE1;psula gelatinosa mole &#x2013; 600 mg</h3> <p>Embalagem contendo 10 c&#xE1;psulas.</p> <p><strong>Uso oral.&amp;nbsp;</strong></p> <p><strong>Uso adulto.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Capsfen maior do que a recomendada?

Procurar socorro médico imediatamente. O tratamento deve ser sintomático e de suporte. Deve-se promover esvaziamento do estômago, através da indução de vômito ou lavagem gástrica. Não há antídoto específico.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Capsfen com outros remédios?

Anticoagulantes

Diversos estudos controlados de curto prazo não conseguiram demonstrar que o ibuprofeno afeta significativamente o tempo de protrombina ou uma variedade de outros fatores de coagulação quando administrado a indivíduos sob tratamento com anticoagulantes do tipo cumarínicos. No entanto, foi relatado sangramento quando ibuprofeno foi administrado a estes pacientes. Deve-se ter cautela quando se administrar Capsfen® a pacientes em terapia com anticoagulantes.

Anti-hipertensivos incluindo diuréticos, inibidores da enzima conversora da angiotensina (ECA), tais como captopril e enalapril, antagonistas da angiotensina II (AIIA) como losartana e valsartana

Os AINEs podem reduzir a eficácia dos diuréticos e outros fármacos anti-hipertensivos.

Em pacientes com função renal prejudicada (por exemplo: pacientes desidratados ou idosos com comprometimento da função renal), a co-administração de um inibidor da ECA ou um AIIA com um inibidor da cicloxigenase pode aumentar a deterioração da função renal, incluindo a possibilidade de insuficiência renal aguda, que geralmente é reversível. A ocorrência dessas interações deve ser considerada em pacientes usando Capsfen® com inibidores da ECA ou um AIIA.

Portanto, a administração concomitante desses fármacos deve ser feita com cautela, especialmente em pacientes idosos. Os pacientes devem ser hidratados adequadamente e a função renal deve ser monitorada e avaliada no início do tratamento concomitante e periodicamente.

Ácido acetilsalicílico

O uso crônico e concomitante de ibuprofeno e ácido acetilsalicílico não é recomendado.

Corticosteroides

Aumento do risco de ulceração gastrintestinal ou sangramento.

Ciclosporina

Devido aos efeitos sobre as prostaglandinas renais, os inibidores da cicloxigenase podem aumentar o risco de nefrotoxicidade com ciclosporina.

Diuréticos

Estudos clínicos, bem como observações randômicas, mostraram que o ibuprofeno pode reduzir o efeito natriurético da furosemida, tiazidas ou outros diuréticos em alguns pacientes. Essa atividade foi atribuída à inibição da síntese renal de prostaglandina por ibuprofeno e outros anti-inflamatórios não esteroides. Portanto, quando Capsfen® for utilizado concomitantemente à furosemida, à tiazida ou a outros diuréticos, o paciente deve ser cuidadosamente observado para se determinar se foi obtido o efeito desejado do diurético.

Lítio

O ibuprofeno produziu uma elevação clinicamente significativa dos níveis plasmáticos de lítio e uma redução no clearance renal do lítio, em um estudo com 11 voluntários normais. A concentração média mínima de lítio aumentou 15% e o clearance renal do lítio foi significativamente mais baixo durante o período de administração simultânea dos medicamentos. Esse efeito foi atribuído à inibição da síntese renal de prostaglandina. Portanto, quando Capsfen® e lítio são administrados simultaneamente, os pacientes devem ser cuidadosamente observados para detecção de sinais de toxicidade por lítio. Deve-se atentar para as informações para prescrição do lítio, antes do uso concomitante dos dois fármacos.

Antagonistas H2

Em estudos com voluntários, a co-administração de cimetidina ou ranitidina não alterou significativamente a concentração sérica do ibuprofeno.

Metotrexato

Deve-se ter cautela quando metotrexato é administrado concomitantemente com AINEs, incluindo Capsfen®, porque a administração de AINEs pode resultar em aumento dos níveis plasmáticos de metotrexato.

Tacrolimo

Possível aumento do risco de nefrotoxicidade quando AINEs são administrados com tacrolimo.&nbsp;

Anormalidades em testes laboratoriais

Foi observada diminuição da hemoglobina em 1 g ou mais em aproximadamente 20% dos pacientes recebendo até 2.400 mg de ibuprofeno por dia. Achados similares foram observados com outros fármacos anti-inflamatórios não esteroides; o mecanismo é desconhecido.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Capsfen (Ibuprofeno)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Suspens&#xE3;o Oral e Gotas</h3> <p>O estudo PAIN (<em>Paracetamol, Aspirin, lbuprofen new tolerability</em>) foi um estudo randomizado e cego, delineado para comparar tr&#xEA;s analg&#xE9;sicos no tratamento da dor aguda. Um total de 8.677 adultos foram randomizados para tratamento com Ibuprofeno (1.200mg/d), paracetamol (3g/d) e aspirina (3g/d). As principais indica&#xE7;&#xF5;es foram dor musculoesquel&#xE9;tica (31-33%), <a href=\"https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/c\" target=\"_blank\">resfriado</a> comum (19-20%), dorsalgia (15 17%) e cefaleia (10-11%). Observou-se maior incid&#xEA;ncia de eventos adversos com aspirina (10, 1%) em compara&#xE7;&#xE3;o com Ibuprofeno (7,0%, P &lt; 0,001) ou paracetamol (7,8%). Eventos adversos gastrintestinais ocorreram em menor frequ&#xEA;ncia nos pacientes tratados com i buprofeno (4,0%) em compara&#xE7;&#xE3;o com aspirina (7,1%, P &lt; 0,001) ou paracetamol (5,3%, p = 0,025).<sup>1</sup></p> <p>O <em>Boston University Fever Study</em> envolveu 84.192 crian&#xE7;as com idade entre seis meses e 12 anos, com doen&#xE7;a febril. As crian&#xE7;as foram randomizadas para tratamento com paracetamol (12mg/kg por dose a cada 4-6 horas) ou Ibuprofeno (5 10mg/kg por dose a cada 4-6 horas). O desfecho prim&#xE1;rio foi a ocorr&#xEA;ncia de eventos adversos graves como sangramento gastrintestinal, insufici&#xEA;ncia renal aguda ou anafilaxia. O desfecho secund&#xE1;rio foi a ocorr&#xEA;ncia de interna&#xE7;&#xE3;o hospitalar por outras complica&#xE7;&#xF5;es.</p> <p>N&#xE3;o se observou diferen&#xE7;a estatisticamente significativa entre as duas medica&#xE7;&#xF5;es quanto &#xE0; necessidade de interna&#xE7;&#xE3;o hospitalar por evento adverso, ou qualquer altera&#xE7;&#xE3;o significativa da fun&#xE7;&#xE3;o renal nos pacientes tratados com Ibuprofeno. Por outro lado, as crian&#xE7;as que foram tratadas com Ibuprofeno apresentaram menor risco de consultas m&#xE9;dicas por asma (3,0%; IC95% 2,1-4, 1%) do que aquelas tratadas com paracetamol (5,1%; IC95% 3,5-7,1%), P = 0,02.<sup>2</sup></p> <p>Magni e colaboradores realizaram um estudo multic&#xEA;ntrico, aberto e randomizado para avaliar a atividade antipir&#xE9;tica e a tolerabilidade de doses orais &#xFA;nicas de Ibuprofeno <em>versus</em> dipirona em lactentes e crian&#xE7;as febris. Cento e vinte e dois pacientes de ambos os sexos, com idade entre 6 meses e 8 anos, com temperatura axilar &#x2265; 38,0&#xB0;C foram randomizados (1:1) para Ibuprofeno (10mg/kg) ou dipirona (l5mg/kg), administrados em doses orais &#xFA;nicas. A temperatura axilar e os eventos adversos foram avaliados ap&#xF3;s 10, 20, 30 e 45 minutos e, a seguir, de 1 em 1 hora, durante 8 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o. As m&#xE9;dias de temperatura foram significativamente menores nos pacientes que receberam Ibuprofeno, em rela&#xE7;&#xE3;o aos que receberam dipirona, nos grupos de febre alta entre (&gt;39,1&#xB0;C) e baixa (38,0&#xB0;C e 39,1&#xB0;C) (p = 0,04). Ap&#xF3;s 1, 2 e 4 horas da administra&#xE7;&#xE3;o das drogas, o valor absoluto da soma ponderada das diferen&#xE7;as de temperatura a partir dos valores basais foi significativamente menor no grupo de febre alta da dipirona, quando comparado ao grupo de febre alta do Ibuprofeno, o que significa maior efeito para este &#xFA;ltimo. Houve diferen&#xE7;as estatisticamente significativas no tempo para normaliza&#xE7;&#xE3;o da temperatura (&lt;37,2&#xB0;C) entre o Ibuprofeno e a dipirona nos grupos de temperatura baixa (3,1 &#xB1; 2,04 vs. 4,5 &#xB1; 3,06 horas, p = 0,01) e alta (2.7 &#xB1; 1,68 vs. 5,4 &#xB1; 3,15 horas, p = 0,003). A diferen&#xE7;a do tempo de persist&#xEA;ncia do efeito antipir&#xE9;tico foi tamb&#xE9;m estatisticamente significativa para o grupo de temperatura alta, a favor do Ibuprofeno (3,4 &#xB1; 2,03 vs. 1,8 &#xB1; 1,89 hora, p = 0,01). As duas drogas apresentaram perfis de tolerabilidade compar&#xE1;veis. Os autores conclu&#xED;ram que uma dose oral &#xFA;nica de Ibuprofeno demonstrou proporcionar antipirese mais r&#xE1;pida, potente e por um tempo mais longo do que uma dose oral &#xFA;nica de dipirona, especialmente na presen&#xE7;a de febre alta.<sup>3</sup></p> <p>Autret e colaboradores conduziram um estudo randomizado, aberto, multic&#xEA;ntrico e comparativo entre Ibuprofeno (7,5mg/kg), paracetamol (10mg/kg) e aspirina (10mg/kg), que envolveu 351 crian&#xE7;as com idade entre 6 e 24 meses com febre (temperatura retal &gt; 39&#xB0;C). A temperatura foi avaliada ap&#xF3;s 1, 4 e 6 horas da administra&#xE7;&#xE3;o. Observou-se maior queda da temperatura nas crian&#xE7;as tratadas com Ibuprofeno em compara&#xE7;&#xE3;o com aquelas tratadas com aspirina ou paracetamol. A avalia&#xE7;&#xE3;o do conforto das crian&#xE7;as atrav&#xE9;s de escala visual mostrou superioridade do Ibuprofeno frente aos outros tratamentos.<sup>4</sup></p> <p><strong>Bibliografia</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Moore N, van Ganse E, Le Pare JM. The PAIN study: paracetamol, aspirin and ibuprofen new tolerability study: a large-scale, randomized clinical trial comparing the tolerability of aspirin, ibuprofen and paracetamol for short-term analgesia. Clin Drug lnvest. 1999; 18:89-98.<br> 2. Lesko SM, Mitchell AA. An assessment of the safety of pediatric ibuprofen: a practitionerbased randomized clinical trial. JAMA. 1995;273(12):929-33.<br> 3. Magni AM, Ros&#xE1;rio N, Murahovschi J, et al. Efeito antipir&#xE9;tico e tolerabilidade do Ibuprofeno versus a dipirona, em dose oral &#xFA;nica, em pacientes pedi&#xE1;tricos - estudo aberto, randomizado, multic&#xEA;ntrico brasileiro. Ped Mod. 2007;43(1):32-40.<br> 4. Autret E, Reboui-Marty J, Henry-Launois B, et al. Evaluation of ibuprofen versus aspirin and paracetamol on efficacy and comfort in children with fever. Eur J Clin Pharmacol. 1997;51(5):367-71.</br></br></br></span></p> <h3>Comprimido Revestido</h3> <h4>Estudos</h4> <p>Efic&#xE1;cia antipir&#xE9;tica e analg&#xE9;sica de 600mg de Ibuprofeno mostraram-se compar&#xE1;veis &#xE0; dose de 600mg de &#xE1;cido acetilsalic&#xED;lico.<sup>1,2</sup></p> <p>Em outro estudo, 600mg de Ibuprofeno se mostraram superiores a 750mg de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/acido-mefenamico/bula\" target=\"_blank\">&#xE1;cido mefen&#xE2;mico</a> e compar&#xE1;veis a 800mg de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/fenilbutazona-calcica/bula\" target=\"_blank\">fenilbutazona</a>.<sup>2</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1-David F. Salo, MD, PhD, Robert Lavery, MA, MICP, Vikram Varma, MD, Jennifer Goldberg, MS, PA-C, Tara Shapiro, DO, Alan Kenwood, MDA Randomized, Clinical Trial Comparing Oral Celecoxib 200 mg, Celecoxib 400mg, and Ibuprofen 600mg for Acute Pain. ACAD EMERG MED &#x2022; January 2003, Vol. 10, N&#xBA;. 1.<br> 2- John R Lewis, Evaluation of Ibuprofen (Motrin) A NEW RHEUMATIC AGENT, JAMA, July 1975 365-367.</br></span></p> <h3>C&#xE1;psula</h3> <p>Um estudo com 26 volunt&#xE1;rios foi realizado comparando a biodisponibilidade do Ibuprofeno 600mg na forma farmac&#xEA;utica de c&#xE1;psulas gelatinosas moles com o comprimido revestido de mesma concentra&#xE7;&#xE3;o. Os medicamentos foram administrados com &#xE1;gua a temperatura ambiente, em jejum. N&#xE3;o houve eventos adversos graves durante o estudo, sendo as medica&#xE7;&#xF5;es bem toleradas. Ambas as formula&#xE7;&#xF5;es foram equivalentes, contudo a c&#xE1;psula gelatinosa mole demonstrou uma absor&#xE7;&#xE3;o mais r&#xE1;pida que o comprimido revestido.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">Estudo cruzado, randomizado, de dois tratamentos, dois per&#xED;odos, duas sequ&#xEA;ncias e dose &#xFA;nica para comparar a biodisponibilidade de duas formula&#xE7;&#xF5;es de 600mg de Ibuprofeno: c&#xE1;psulas de gelatina mole e comprimidos revestidos, em volunt&#xE1;rios sadios de ambos os sexos em condi&#xE7;&#xF5;es de jejum. Centro: Biocrom. 2008.</span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Suspens&#xE3;o Oral e Gotas</h3> <h4>Farmacodin&#xE2;mica</h4> <p>Ibuprofeno cont&#xE9;m Ibuprofeno, um derivado do &#xE1;cido fenilprop&#xE2;nico, inibidor da s&#xED;ntese das prostaglandinas, tendo propriedades analg&#xE9;sicas e antipir&#xE9;ticas. Os antipir&#xE9;ticos e analg&#xE9;sicos inibem a a&#xE7;&#xE3;o da cicloxigenase, diminuindo a forma&#xE7;&#xE3;o de precursores das prostaglandinas e dos tromboxanos a partir do &#xE1;cido araquid&#xF4;nico, diminuindo a a&#xE7;&#xE3;o destes mediadores no termostato hipotal&#xE2;mico e nos receptores de dor (nociceptores).</p> <h4>Farmacocin&#xE9;tica</h4> <p>O Ibuprofeno apresenta boa absor&#xE7;&#xE3;o oral, com aproximadamente 80% da dose absorvida no trato gastrintestinal, havendo diferen&#xE7;a quando da administra&#xE7;&#xE3;o em jejum ou ap&#xF3;s refei&#xE7;&#xE3;o, pois a presen&#xE7;a de alimentos diminui a absor&#xE7;&#xE3;o. O in&#xED;cio de a&#xE7;&#xE3;o ocorre em aproximadamente 15 a 30 minutos. A taxa de liga&#xE7;&#xE3;o proteica &#xE9; alta (99%) e a concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE1;xima &#xE9; atingida em 1,2 a 2,1 horas, tendo dura&#xE7;&#xE3;o de 4 a 6 horas, com meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o de 1,8 a 2 horas. A biotransforma&#xE7;&#xE3;o &#xE9; hep&#xE1;tica e a excre&#xE7;&#xE3;o praticamente se completa em 24 horas ap&#xF3;s a &#xFA;ltima dose, sendo menos de 1% excretado na forma inalterada.</p> <h3>Comprimido Revestido</h3> <h4>Propriedades Farmacodin&#xE2;micas</h4> <p>O Ibuprofeno tem a&#xE7;&#xE3;o farmacol&#xF3;gica de um agente anti-inflamat&#xF3;rio n&#xE3;o esteroidal.</p> <h5>Estudos cl&#xED;nicos:</h5> <p>Avalia&#xE7;&#xE3;o randomizada prospectiva da seguran&#xE7;a integrada de celecoxibe <em>versus</em> Ibuprofeno ou naproxeno.</p> <p>PRECISION foi um estudo duplo-cego de seguran&#xE7;a cardiovascular em 24.081 pacientes com OA ou AR com <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/doenca-cardiovascular-dcv-sintomas-fatores-de-risco-prevencao-tratamento-tipos-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">doen&#xE7;a cardiovascular</a> (DCV) ou com alto risco de DCV comparando celecoxibe (200-400mg por dia) com naproxeno (750-1000mg por dia) e Ibuprofeno (1800 -2400mg por dia) durante o tratamento de 42 meses mais 1 m&#xEA;s de acompanhamento ap&#xF3;s a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento. O desfecho prim&#xE1;rio, a colabora&#xE7;&#xE3;o antiplaquet&#xE1;ria de participantes (APTC), foi um composto de morte cardiovascular (incluindo morte hemorr&#xE1;gica), julgado independentemente, infarto do mioc&#xE1;rdio n&#xE3;o fatal ou acidente vascular cerebral n&#xE3;o fatal. Al&#xE9;m disso, houve um sub-estudo de 4 meses em 444 pacientes com foco nos efeitos das tr&#xEA;s drogas na press&#xE3;o arterial, conforme medido pelo monitoramento ambulatorial.</p> <p>No que diz respeito ao par&#xE2;metro final do CV prim&#xE1;rio, o tempo para o primeiro evento APTC, demonstrou que o celecoxibe era estatisticamente significantemente n&#xE3;o inferior ao Ibuprofeno e n&#xE3;o inferior ao naproxeno, e o Ibuprofeno demonstrou ser estatisticamente significantemente n&#xE3;o inferior ao naproxeno. A taxa de evento APTC foi de 2,7% no grupo Ibuprofeno, <em>versus</em> 2,3% no grupo celecoxibe e 2,5% no grupo naproxeno na an&#xE1;lise ITT, e foi de 1,9% <em>versus</em> 1,7% e 1,8%, respectivamente, na an&#xE1;lise MITT. Verificou-se a partir do estudo que, entre os indiv&#xED;duos com OA ou AR com DCV ou com alto risco de DCV, o tratamento com celecoxibe apresentava um risco de CV semelhante ou menor quando comparado ao Ibuprofeno ou ao naproxeno, o Ibuprofeno apresentava risco de CV semelhante ao naproxeno.</p> <p>Durante o tratamento, o MACE (eventos cardiovasculares adversos principais, definidos como eventos APTC, revasculariza&#xE7;&#xE3;o coron&#xE1;ria ou hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/angina-instavel\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/angina/c\" target=\"_blank\">angina</a> inst&#xE1;vel ou ataque isqu&#xEA;mico transit&#xF3;rio) ocorreu mais frequentemente no grupo Ibuprofeno (3,6%) em rela&#xE7;&#xE3;o ao grupo celecoxibe (3,1%) e naproxeno (3,2%). O aumento do risco de Ibuprofeno comparado ao celecoxibe definido como tempo para MACE foi estatisticamente significante. Os eventos gastrintestinais clinicamente significativos (0,7%, 0,3% e 0,7% para Ibuprofeno, celecoxibe e naproxeno, respectivamente) e <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/anemia-ferropriva\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/anemia-ferropriva/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">anemia ferropriva</a> de origem gastrintestinal clinicamente significativa (0,7%, 0,3% e 0,8% para Ibuprofeno, celecoxibe e naproxeno, respectivamente) ocorreram de forma semelhante nos grupos de Ibuprofeno e naproxeno, mas com menor frequ&#xEA;ncia no grupo celecoxibe; os aumentos de risco em rela&#xE7;&#xE3;o ao celecoxibe foram estatisticamente significativos. O composto de eventos renais clinicamente significativos ou interna&#xE7;&#xE3;o por ICC ou hipertens&#xE3;o no grupo Ibuprofeno foi semelhante ao grupo naproxeno (1,7% vs. 1,5%), mas foi mais frequente em rela&#xE7;&#xE3;o ao grupo celecoxibe (1,7% vs. 1,1%). O aumento do risco foi conduzido principalmente por eventos renais adjudicados (0,9% vs.0,5%).</p> <p>O sub-estudo ABPM mostrou, no m&#xEA;s 4, que os indiv&#xED;duos tratados com Ibuprofeno apresentaram aumento de 3,7mmHg na press&#xE3;o arterial sist&#xF3;lica (PAS) ambulatorial de 24 horas, enquanto que os indiv&#xED;duos tratados com celecoxibe apresentaram diminui&#xE7;&#xE3;o de 0,3mmHg e os indiv&#xED;duos tratados com naproxeno apresentaram aumento de 1,6mmHg. A diferen&#xE7;a de 3,9mmHg entre Ibuprofeno e celecoxibe foi estatisticamente significativa e clinicamente significativa. O Ibuprofeno n&#xE3;o foi estatisticamente diferente do naproxeno na magnitude da altera&#xE7;&#xE3;o na PAS de 24 horas no m&#xEA;s 4.</p> <h4>Propriedades Farmacocin&#xE9;ticas</h4> <p>O Ibuprofeno &#xE9; absorvido do trato gastrintestinal e o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica ocorre cerca de 1 a 2 horas ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o. O Ibuprofeno &#xE9; amplamente ligado &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> plasm&#xE1;ticas e tem uma meia-vida de aproximadamente 2 horas. Ele &#xE9; rapidamente excretado na urina principalmente como metab&#xF3;lito e seus conjugados. Aproximadamente 1% &#xE9; excretado na urina como Ibuprofeno inalterado e cerca de 14% como Ibuprofeno conjugado.</p> <h4>Dados de Seguran&#xE7;a Pr&#xE9;-Cl&#xED;nicos</h4> <p>Estudos de reprodu&#xE7;&#xE3;o conduzidos em ratos e coelhos em doses um pouco menores do que a dose m&#xE1;xima cl&#xED;nica n&#xE3;o demonstraram qualquer evid&#xEA;ncia de desenvolvimento anormal. Como n&#xE3;o houve estudos bem controlados em mulheres gr&#xE1;vidas, este f&#xE1;rmaco deve ser usado durante a gravidez somente se claramente necess&#xE1;rio. Devido aos efeitos conhecidos dos f&#xE1;rmacos anti-inflamat&#xF3;rios n&#xE3;o esteroidais sobre o sistema cardiovascular (CV) fetal (fechamento do canal arterial), deve-se evitar seu uso durante a gravidez avan&#xE7;ada. Assim como com outros f&#xE1;rmacos conhecidos por inibir a s&#xED;ntese de prostaglandinas, um aumento na incid&#xEA;ncia de distocia e atraso no parto ocorreram em ratas.</p> <h3>C&#xE1;psula</h3> <h4>Propriedades Farmacodin&#xE2;micas</h4> <p>O Ibuprofeno tem a&#xE7;&#xE3;o farmacol&#xF3;gica de um agente anti-inflamat&#xF3;rio n&#xE3;o-esteroide e possui atividades antiinflamat&#xF3;ria, analg&#xE9;sica e antipir&#xE9;tica. Age, provavelmente, inibindo a s&#xED;ntese de prostaglandinas.</p> <h4>Propriedades Farmacocin&#xE9;ticas</h4> <p>O Ibuprofeno &#xE9; absorvido do trato gastrintestinal e o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica ocorre cerca de 1-2 horas ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o. O Ibuprofeno &#xE9; amplamente ligado &#xE0;s prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas e tem uma meia-vida de aproximadamente 2 horas. Ele &#xE9; rapidamente excretado na urina principalmente como metab&#xF3;lito e seus conjugados. Aproximadamente 1% &#xE9; excretado na urina como Ibuprofeno inalterado e cerca de 14% como Ibuprofeno conjugado. O Ibuprofeno &#xE9; rapidamente metabolizado e eliminado pela urina; a excre&#xE7;&#xE3;o &#xE9; praticamente completa 24 horas ap&#xF3;s a &#xFA;ltima dose.</p> <h4>Dados de Seguran&#xE7;a Pr&#xE9;-Cl&#xED;nicos</h4> <p>Estudos de reprodu&#xE7;&#xE3;o conduzidos em ratos e coelhos em doses um pouco menores do que a dose m&#xE1;xima cl&#xED;nica n&#xE3;o demonstraram qualquer evid&#xEA;ncia de desenvolvimento anormal. Como n&#xE3;o houve estudos bem controlados em mulheres gr&#xE1;vidas, este f&#xE1;rmaco deve ser usado durante a gravidez somente se estritamente necess&#xE1;rio. Devido aos efeitos conhecidos dos f&#xE1;rmacos anti-inflamat&#xF3;rios n&#xE3;o esteroides sobre o sistema cardiovascular fetal (fechamento do canal arterial), deve se evitar seu uso durante a gravidez avan&#xE7;ada. Assim como com outros f&#xE1;rmacos conhecidos por inibir a s&#xED;ntese de prostaglandinas, um aumento na incid&#xEA;ncia de distocia e atraso no parto ocorreram em ratas.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Capsfen?

Conservar o medicamento em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30°C). Proteger da luz e umidade.

O prazo de validade do medicamento é de 24 meses a partir da data de fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Capsfen® cápsula gelatinosa mole consiste em uma solução viscosa límpida a opalescente, contida em cápsula gelatinosa mole, formato oblongo, cor verde translúcido.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres Legais do Capsfen

MS 1.0175.0021

Farm. Resp.:
Dr. Robson Mariano
CRF/SP: 30710

Registrado e Fabricado por:
Catalent Brasil Ltda.
Av. José Vieira, 446
Distrito Industrial Domingos Giomi
CEP: 13347-360
Indaiatuba / SP
CNPJ: 45.569.555/0007-82
Indústria Brasileira






Comercializado por:
Cifarma&nbsp;– Científica Farmacêutica Ltda.
Rod. BR 153 Km 5,5
Jardim Guanabara
CEP: 74675-090
Goiânia / GO
CNPJ: 17.562.075/0001-69
Indústria Brasileira






CAC
0800–7071212

Venda sob prescrição médica.

600mg, caixa com 4 cápsulas gelatinosas moles

Princípio ativo
:
Ibuprofeno
Classe Terapêutica
:
Anti-Reumáticos Não Esteroidais Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Analgésico E Antitérmico
Especialidade
:
Clínica Médica

Bula do medicamento

Capsfen, para o que é indicado e para o que serve?

Capsfen® é indicado no alívio dos sinais e sintomas de artrite reumatoide, osteoartrite, reumatismo articular, nos traumas relacionados ao sistema musculoesquelético, quando estiverem presentes componentes inflamatórios e dolorosos. Capsfen® está indicado ainda no alívio da dor após procedimentos cirúrgicos em odontologia, ginecologia, ortopedia, traumatologia e otorrinolaringologia.

Como o&nbsp;Capsfen funciona?&nbsp;

{"tag":"hr","value":" <p>Capsfen<sup>&#xAE;</sup> &#xE9; um medicamento com a&#xE7;&#xE3;o anti-inflamat&#xF3;ria, analg&#xE9;sica e antipir&#xE9;tica.</p> "}

Quais as contraindicações do Capsfen?

  • <li>Em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal grave;</li> <li>Em pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica grave;</li> <li>Em pacientes com <a href="https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/" rel="noopener" target="_blank">insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> grave.</li>

Capsfen® é contraindicado a pacientes que apresentam hipersensibilidade ao ibuprofeno, a qualquer componente da fórmula ou a outros anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) tais como ácido acetilsalicílico, nimesulida e diclofenaco sódico. Existe potencial de sensibilidade cruzada com ácido acetilsalicílico e outros AINEs.

Contraindicado também para pacientes que apresentam a tríade do ácido acetilsalicílico (asma brônquica, rinite e intolerância ao ácido acetilsalicílico). Nesses pacientes foram registradas reações anafilactoides e reações asmáticas fatais.

No tratamento da dor perioperatória de cirurgia de revascularização do miocárdio (by-pass).

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Como usar o Capsfen?

Efeitos indesejáveis podem ser minimizados usando-se a menor dose eficaz de Capsfen® dentro do menor tempo necessário para controlar os sintomas.

Não se deve exceder a dose diária total de 3.200 mg. Na ocorrência de distúrbios gastrintestinais, administrar Capsfen® com as refeições ou leite. Em condições crônicas, os resultados terapêuticos são observados no prazo de alguns dias a 1 semana, porém na maioria dos casos esses efeitos são observados ao fim de 2 semanas de administração.

A dose recomendada é de 600 mg, via oral, 3 ou 4 vezes ao dia. A posologia de Capsfen® deve ser adequada a cada caso clínico, e pode ser diminuída ou aumentada a partir da dose inicial sugerida, dependendo da gravidade dos sintomas, seja no início da terapia ou de acordo com a resposta obtida.

Nos casos de artrite reumatóide juvenil, recomenda-se administrar 30 - 40 mg/kg/dia, em doses divididas.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Capsfen?&nbsp;

{"tag":"hr","value":" <p>A interrup&#xE7;&#xE3;o do tratamento com o ibuprofeno provoca o retorno &#xE0;s mesmas condi&#xE7;&#xF5;es de antes do tratamento. Procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico para dar continuidade ao tratamento. Ou, caso tenha qualquer d&#xFA;vida, entre em contato com nossa Central de Atendimento ao Consumidor, no telefone constante da embalagem.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Capsfen?

Deve-se evitar o uso concomitante de Capsfen® com anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), tais como ácido acetilsalicílico, nimesulida, diclofenaco sódico ou potássico e outros, incluindo inibidores da cicloxigenase-2 (COX-2) como celecoxibe e parecoxibe.

Efeitos cardíacos

Os AINEs podem causar um aumento no risco de eventos trombóticos cardiovasculares graves, infarto do miocárdio e derrame, que podem ser fatais. O risco pode aumentar com a duração do uso. Pacientes com doença cardiovascular conhecida podem estar sob um risco maior. A fim de minimizar o risco potencial para um evento cardiovascular em pacientes tratados com Capsfen®, a menor dose eficaz deve ser usada pelo menor tempo possível. Médicos e pacientes devem estar alertas para o desenvolvimento de tais eventos,mesmo na ausência de sintomas cardiovasculares prévios. Os pacientes devem ser informados sobre os sinais e/ou sintomas de toxicidade cardiovascular grave e as medidas a serem tomadas se isso ocorrer.

Retenção de líquido/edema

Assim como com outros fármacos conhecidos por inibir a síntese de prostaglandinas, foram observados retenção de líquidos e edema em alguns pacientes usando AINEs, incluindo Capsfen®. Portanto, Capsfen® deve ser usado com cautela em pacientes com função cardíaca comprometida e outras condições que predisponham a, ou piorem pela retenção de líquidos. Os pacientes com insuficiência cardíaca congestiva preexistente ou hipertensão devem ser cuidadosamente monitorados.

Efeitos gastrintestinais

Os AINEs, incluindo Capsfen®, podem causar eventos gastrintestinais graves incluindo inflamação, sangramento, ulceração e perfuração do estômago, intestino delgado ou grosso, que podem ser fatais. Quando sangramento ou ulceração gastrintestinal ocorre em pacientes recebendo Capsfen®, o tratamento deve ser descontinuado. A maioria dos pacientes sob risco de desenvolver esses tipos de complicações gastrintestinais com AINEs são os idosos, pacientes com doença cardiovascular, pacientes usando ácido acetilsalicílico concomitante, ou pacientes com história prévia de, ou com doença gastrintestinal ativa, tais como ulceração, sangramento gastrintestinal ou condições inflamatórias. Portanto, Capsfen® deve ser administrado com cautela nesses pacientes.

Efeitos hepáticos

Da mesma forma que com outros anti-inflamatórios não esteroides, podem ocorrer elevações limítrofes em um ou mais testes laboratoriais hepáticos em até 15% dos pacientes. Essas anormalidades podem progredir, permanecer essencialmente inalteradas ou serem transitórias com a continuidade do tratamento. Pacientes com sinais e/ou sintomas sugerindo disfunção hepática ou com testes hepáticos anormais, devem ser avaliados quanto a evidências de desenvolvimento de reações hepáticas mais graves durante terapia com Capsfen®.

Foram relatadas reações hepáticas graves, inclusive icterícia e casos de hepatite fatal, com o uso de Capsfen® ou outros anti-inflamatórios não esteroides. Embora tais reações sejam raras, caso os testes hepáticos anormais persistam ou piorem, caso se desenvolvam sinais e sintomas clínicos consistentes com doença hepática, ou se ocorrerem manifestações sistêmicas (por exemplo: eosinofilia, rash), o tratamento com Capsfen® deve ser suspenso.

Efeitos oftalmológicos

Foram relatados diminuição da acuidade visual e/ou visão turva, escotomas e/ou alterações na "visão em cores". Se o paciente desenvolver quaisquer dessas reações durante o tratamento com Capsfen®, o medicamento deve ser descontinuado e o paciente submetido a um exame oftalmológico que inclua testes de campo visual central e visão de cores.

Reações cutâneas

Reações cutâneas graves, algumas delas fatais, incluindo dermatite esfoliativa, síndrome de Stevens-Johnson (que se caracteriza por descamação da pele acompanhada de bolhas) e necrólise epidérmica tóxica, foram relatadas muito raramente em associação com o uso de AINEs, incluindo Capsfen®. Os pacientes parecem estar sob um risco maior de desenvolverem esses eventos no início do tratamento, com o início do evento ocorrendo, na maioria dos casos, dentro do primeiro mês de tratamento. Capsfen® deve ser descontinuado ao primeiro sinal de rash cutâneo (manchas avermelhadas isoladas ou em toda extensão do corpo, podendo ou não apresentar relevo), lesões na mucosa ou qualquer outro sinal de hipersensibilidade.

Efeitos renais

Em raros casos, os AINEs, incluindo Capsfen®, podem causar nefrite intersticial, glomerulite, necrose papilar e síndrome nefrótica. Os AINEs inibem a síntese de prostaglandinas renais que atuam como auxiliares na manutenção da perfusão renal em pacientes cujo fluxo sanguíneo renal e volume sanguíneo são reduzidos. Nesses pacientes, a administração de um AINE pode precipitar uma descompensação renal evidente, que é tipicamente seguida pela recuperação retornando-se ao estado pré-tratamento com a descontinuação do tratamento de AINEs. Os pacientes que correm maior risco são aqueles com insuficiência cardíaca congestiva, cirrose hepática, síndrome nefrótica e doença renal evidente. Tais pacientes devem ser cuidadosamente monitorados durante o tratamento com AINEs.

Como o ibuprofeno é eliminado principalmente pelos rins, pacientes com função renal significativamente prejudicada devem ser cuidadosamente monitorados e uma redução na dose deve ser antecipada para evitar acúmulo do fármaco. Os pacientes com alto risco de desenvolverem disfunção renal com o uso crônico de Capsfen® devem ter a função renal avaliada periodicamente.

Hipersensibilidade

Cerca de 10% dos pacientes asmáticos podem ter asma sensível ao ácido acetilsalicílico. O uso de ácido acetilsalicílico em pacientes com asma sensível a esse medicamento foi associado a broncospasmo grave, que pode ser fatal. Foi registrada reatividade cruzada, incluindo broncospasmo, entre ácido acetilsalicílico e outros medicamentos anti-inflamatórios não esteroides em pacientes com sensibilidade ao ácido acetilsalicílico; portanto, Capsfen® não deve ser administrado a pacientes com esse tipo de sensibilidade ao ácido acetilsalicílico e deve ser usado com cautela em todos os pacientes com asma preexistente.

Podem ocorrer reações anafilactoides mesmo em pacientes sem exposição prévia ao ibuprofeno.

Capsfen®, como outros agentes anti-inflamatórios não esteroides, pode inibir a agregação plaquetária, embora esse efeito seja quantitativamente menor e tenha menor duração que o observado com o ácido acetilsalicílico. Foi demonstrado que Capsfen® prolonga o tempo de sangramento (porém dentro dos limites normais) em indivíduos normais. Como esse efeito pode ser mais acentuado em pacientes com distúrbios hemostáticos subjacentes, Capsfen® deve ser usado com cautela em indivíduos com defeitos intrínsecos da coagulação e naqueles utilizando anticoagulantes.

A atividade antipirética e anti-inflamatória do ibuprofeno pode reduzir a febre e a inflamação, diminuindo assim a utilidade desses sinais como meio de diagnóstico na detecção de complicações de presumíveis condições dolorosas não infecciosas e não inflamatórias.

Relatou-se, raramente, meningite asséptica com febre e coma, em pacientes em terapia com Capsfen®. Embora sua ocorrência seja mais provável em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico e doenças do tecido conjuntivo relacionadas, ela foi relatada em pacientes que não apresentavam doença crônica subjacente. Se forem observados sinais ou sintomas de meningite em um paciente em tratamento com Capsfen®, deve-se considerar a possibilidade de relação com o tratamento.

Efeitos na Habilidade de Dirigir e Operar Máquinas

O efeito de Capsfen® na habilidade de dirigir e operar máquinas não foi estudado.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Capsfen?

A probabilidade de relação causal com o ibuprofeno existe para as seguintes reações adversas:

Infecções e infestações

Cistite, rinite.

Distúrbios do sangue e do sistema linfático

Agranulocitose, anemia aplástica, eosinofilia, anemia hemolítica (algumas vezes Coombs positivo), neutropenia, pancitopenia, trombocitopenia com ou sem púrpura.

Distúrbios do sistema imune

Reações anafilactoides, anafilaxia.

Distúrbios metabólicos e nutricionais

Redução do apetite, retenção de líquidos (geralmente responde prontamente à descontinuação do medicamento).

Distúrbios psiquiátricos

Confusão, depressão, labilidade emocional, insônia, nervosismo.

Distúrbios do sistema nervoso

Meningite asséptica com febre e coma, convulsões, tontura, cefaleia, sonolência.

Distúrbios visuais

Ambliopia (visão embaçada e/ou diminuída, escotoma e/ou alterações na visão de cores), olhos secos.

Distúrbios do ouvido e labirinto

Perda da audição e zumbido.

Distúrbios cardíacos

Insuficiência cardíaca congestiva em pacientes com função cardíaca limítrofe e palpitações.

Distúrbios vasculares

Hipotensão.

Distúrbios respiratórios, torácico e mediastinal

Broncospasmo e dispneia.

Distúrbios gastrintestinais

Cólicas ou dores abdominais, desconforto abdominal, constipação, diarreia, boca seca, duodenite, dispepsia, dor epigástrica, sensação de plenitude do trato gastrintestinal (eructação e flatulência), úlcera gástrica ou duodenal com sangramento e/ou perfuração, gastrite, hemorragia gastrintestinal, úlcera gengival, hematêmese, indigestão, melena, náuseas, esofagite, pancreatite, inflamação do intestino delgado ou grosso, vômito.

Distúrbio hepatobiliar

Insuficiência hepática, necrose hepática, hepatite, síndrome hepatorrenal, icterícia.

Distúrbios da pele e tecido subcutâneo

Alopecia, eritema multiforme, dermatite esfoliativa, síndrome de Lyell (necrólise epidérmica tóxica), reações de fotossensibilidade, prurido, rash (inclusive do tipo maculopapular), síndrome de Stevens-Johnson, urticária, erupções vesículo-bolhosas.

Distúrbios renais e urinários

Insuficiência renal aguda em pacientes com significativa disfunção renal preexistente, azotemia, glomerulite, hematúria, poliúria, necrose papilar renal, necrose tubular.

Distúrbios gerais e no local de administração

Edema.

Laboratorial

Pressão sanguínea elevada, diminuição da hemoglobina e hematócrito, diminuição do clearance de creatinina, teste de função hepática anormal.&nbsp;

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Uso em idosos

A idade avançada exerce mínima influência na farmacocinética do ibuprofeno. Pacientes idosos ou debilitados toleram menos a ulceração e sangramento do que outros indivíduos e a maioria dos relatos espontâneos de eventos gastrintestinais fatais ocorreu na população geriátrica. Alterações, relacionadas à idade, na fisiologia hepática, renal e do SNC, assim como condições de co-morbidades e medicações concomitantes devem ser consideradas antes do início da terapia com Capsfen®. Monitoração cuidadosa e educação do paciente idoso são essenciais.

Uso em crianças

Não foram realizados estudos clínicos controlados para avaliar a segurança e eficácia do ibuprofeno em crianças.

Uso durante a gravidez

Não se recomenda a administração de Capsfen® durante a gravidez. Estudos de reprodução em animais não mostraram evidências de anormalidades no desenvolvimento. Contudo, esses estudos não são sempre preditivos da resposta humana. Não existem estudos adequados e bem controlados, em pacientes grávidas.

Devido aos efeitos conhecidos dos anti-inflamatórios não esteroides sobre o sistema cardiovascular fetal (fechamento do canal arterial), deve-se evitar seu uso durante o período tardio da gravidez.

Da mesma forma que ocorre com outros fármacos que inibem a síntese de prostaglandinas, ocorreu um aumento da incidência de distocia e parto retardado em ratas. Não se recomenda o uso de ibuprofeno durante o trabalho de parto.

Uso durante a lactação

Em número limitado de estudos com um método de detecção de até 1 mcg/mL não se mostrou a presença de ibuprofeno no leite de nutrizes. Entretanto, devido à natureza limitada desses estudos e dos possíveis efeitos adversos dos fármacos inibidores de prostaglandinas em neonatos, Capsfen® não é recomendado no período de amamentação.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Riscos

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>N&#xE3;o use este medicamento em casos de &#xFA;lcera, gastrite, doen&#xE7;a dos rins ou se voc&#xEA; j&#xE1; teve rea&#xE7;&#xE3;o al&#xE9;rgica a antiinflamat&#xF3;rios.</strong></p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Qual a composição do Capsfen?

Cada cápsula gelatinosa mole de Capsfen® contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:238px\"> <p style=\"text-align:center\">Ibuprofeno</p> </td> <td style=\"width:231px\"> <p style=\"text-align:center\">600 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:238px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:231px\"> <p style=\"text-align:center\">1 c&#xE1;psula</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: macrogol, hidróxido de amônio, gelatina, glicerol, metilparabeno, propilparabeno, corante azul brilhante, corante D&C amarelo n° 10, sorbitol, sorbitans e água purificada.

Apresentação do&nbsp;Capsfen

{"tag":"hr","value":" <h3>C&#xE1;psula gelatinosa mole &#x2013; 600 mg</h3> <p>Embalagem contendo 10 c&#xE1;psulas.</p> <p><strong>Uso oral.&amp;nbsp;</strong></p> <p><strong>Uso adulto.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Capsfen maior do que a recomendada?

Procurar socorro médico imediatamente. O tratamento deve ser sintomático e de suporte. Deve-se promover esvaziamento do estômago, através da indução de vômito ou lavagem gástrica. Não há antídoto específico.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Capsfen com outros remédios?

Anticoagulantes

Diversos estudos controlados de curto prazo não conseguiram demonstrar que o ibuprofeno afeta significativamente o tempo de protrombina ou uma variedade de outros fatores de coagulação quando administrado a indivíduos sob tratamento com anticoagulantes do tipo cumarínicos. No entanto, foi relatado sangramento quando ibuprofeno foi administrado a estes pacientes. Deve-se ter cautela quando se administrar Capsfen® a pacientes em terapia com anticoagulantes.

Anti-hipertensivos incluindo diuréticos, inibidores da enzima conversora da angiotensina (ECA), tais como captopril e enalapril, antagonistas da angiotensina II (AIIA) como losartana e valsartana

Os AINEs podem reduzir a eficácia dos diuréticos e outros fármacos anti-hipertensivos.

Em pacientes com função renal prejudicada (por exemplo: pacientes desidratados ou idosos com comprometimento da função renal), a co-administração de um inibidor da ECA ou um AIIA com um inibidor da cicloxigenase pode aumentar a deterioração da função renal, incluindo a possibilidade de insuficiência renal aguda, que geralmente é reversível. A ocorrência dessas interações deve ser considerada em pacientes usando Capsfen® com inibidores da ECA ou um AIIA.

Portanto, a administração concomitante desses fármacos deve ser feita com cautela, especialmente em pacientes idosos. Os pacientes devem ser hidratados adequadamente e a função renal deve ser monitorada e avaliada no início do tratamento concomitante e periodicamente.

Ácido acetilsalicílico

O uso crônico e concomitante de ibuprofeno e ácido acetilsalicílico não é recomendado.

Corticosteroides

Aumento do risco de ulceração gastrintestinal ou sangramento.

Ciclosporina

Devido aos efeitos sobre as prostaglandinas renais, os inibidores da cicloxigenase podem aumentar o risco de nefrotoxicidade com ciclosporina.

Diuréticos

Estudos clínicos, bem como observações randômicas, mostraram que o ibuprofeno pode reduzir o efeito natriurético da furosemida, tiazidas ou outros diuréticos em alguns pacientes. Essa atividade foi atribuída à inibição da síntese renal de prostaglandina por ibuprofeno e outros anti-inflamatórios não esteroides. Portanto, quando Capsfen® for utilizado concomitantemente à furosemida, à tiazida ou a outros diuréticos, o paciente deve ser cuidadosamente observado para se determinar se foi obtido o efeito desejado do diurético.

Lítio

O ibuprofeno produziu uma elevação clinicamente significativa dos níveis plasmáticos de lítio e uma redução no clearance renal do lítio, em um estudo com 11 voluntários normais. A concentração média mínima de lítio aumentou 15% e o clearance renal do lítio foi significativamente mais baixo durante o período de administração simultânea dos medicamentos. Esse efeito foi atribuído à inibição da síntese renal de prostaglandina. Portanto, quando Capsfen® e lítio são administrados simultaneamente, os pacientes devem ser cuidadosamente observados para detecção de sinais de toxicidade por lítio. Deve-se atentar para as informações para prescrição do lítio, antes do uso concomitante dos dois fármacos.

Antagonistas H2

Em estudos com voluntários, a co-administração de cimetidina ou ranitidina não alterou significativamente a concentração sérica do ibuprofeno.

Metotrexato

Deve-se ter cautela quando metotrexato é administrado concomitantemente com AINEs, incluindo Capsfen®, porque a administração de AINEs pode resultar em aumento dos níveis plasmáticos de metotrexato.

Tacrolimo

Possível aumento do risco de nefrotoxicidade quando AINEs são administrados com tacrolimo.&nbsp;

Anormalidades em testes laboratoriais

Foi observada diminuição da hemoglobina em 1 g ou mais em aproximadamente 20% dos pacientes recebendo até 2.400 mg de ibuprofeno por dia. Achados similares foram observados com outros fármacos anti-inflamatórios não esteroides; o mecanismo é desconhecido.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Capsfen (Ibuprofeno)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Suspens&#xE3;o Oral e Gotas</h3> <p>O estudo PAIN (<em>Paracetamol, Aspirin, lbuprofen new tolerability</em>) foi um estudo randomizado e cego, delineado para comparar tr&#xEA;s analg&#xE9;sicos no tratamento da dor aguda. Um total de 8.677 adultos foram randomizados para tratamento com Ibuprofeno (1.200mg/d), paracetamol (3g/d) e aspirina (3g/d). As principais indica&#xE7;&#xF5;es foram dor musculoesquel&#xE9;tica (31-33%), <a href=\"https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/c\" target=\"_blank\">resfriado</a> comum (19-20%), dorsalgia (15 17%) e cefaleia (10-11%). Observou-se maior incid&#xEA;ncia de eventos adversos com aspirina (10, 1%) em compara&#xE7;&#xE3;o com Ibuprofeno (7,0%, P &lt; 0,001) ou paracetamol (7,8%). Eventos adversos gastrintestinais ocorreram em menor frequ&#xEA;ncia nos pacientes tratados com i buprofeno (4,0%) em compara&#xE7;&#xE3;o com aspirina (7,1%, P &lt; 0,001) ou paracetamol (5,3%, p = 0,025).<sup>1</sup></p> <p>O <em>Boston University Fever Study</em> envolveu 84.192 crian&#xE7;as com idade entre seis meses e 12 anos, com doen&#xE7;a febril. As crian&#xE7;as foram randomizadas para tratamento com paracetamol (12mg/kg por dose a cada 4-6 horas) ou Ibuprofeno (5 10mg/kg por dose a cada 4-6 horas). O desfecho prim&#xE1;rio foi a ocorr&#xEA;ncia de eventos adversos graves como sangramento gastrintestinal, insufici&#xEA;ncia renal aguda ou anafilaxia. O desfecho secund&#xE1;rio foi a ocorr&#xEA;ncia de interna&#xE7;&#xE3;o hospitalar por outras complica&#xE7;&#xF5;es.</p> <p>N&#xE3;o se observou diferen&#xE7;a estatisticamente significativa entre as duas medica&#xE7;&#xF5;es quanto &#xE0; necessidade de interna&#xE7;&#xE3;o hospitalar por evento adverso, ou qualquer altera&#xE7;&#xE3;o significativa da fun&#xE7;&#xE3;o renal nos pacientes tratados com Ibuprofeno. Por outro lado, as crian&#xE7;as que foram tratadas com Ibuprofeno apresentaram menor risco de consultas m&#xE9;dicas por asma (3,0%; IC95% 2,1-4, 1%) do que aquelas tratadas com paracetamol (5,1%; IC95% 3,5-7,1%), P = 0,02.<sup>2</sup></p> <p>Magni e colaboradores realizaram um estudo multic&#xEA;ntrico, aberto e randomizado para avaliar a atividade antipir&#xE9;tica e a tolerabilidade de doses orais &#xFA;nicas de Ibuprofeno <em>versus</em> dipirona em lactentes e crian&#xE7;as febris. Cento e vinte e dois pacientes de ambos os sexos, com idade entre 6 meses e 8 anos, com temperatura axilar &#x2265; 38,0&#xB0;C foram randomizados (1:1) para Ibuprofeno (10mg/kg) ou dipirona (l5mg/kg), administrados em doses orais &#xFA;nicas. A temperatura axilar e os eventos adversos foram avaliados ap&#xF3;s 10, 20, 30 e 45 minutos e, a seguir, de 1 em 1 hora, durante 8 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o. As m&#xE9;dias de temperatura foram significativamente menores nos pacientes que receberam Ibuprofeno, em rela&#xE7;&#xE3;o aos que receberam dipirona, nos grupos de febre alta entre (&gt;39,1&#xB0;C) e baixa (38,0&#xB0;C e 39,1&#xB0;C) (p = 0,04). Ap&#xF3;s 1, 2 e 4 horas da administra&#xE7;&#xE3;o das drogas, o valor absoluto da soma ponderada das diferen&#xE7;as de temperatura a partir dos valores basais foi significativamente menor no grupo de febre alta da dipirona, quando comparado ao grupo de febre alta do Ibuprofeno, o que significa maior efeito para este &#xFA;ltimo. Houve diferen&#xE7;as estatisticamente significativas no tempo para normaliza&#xE7;&#xE3;o da temperatura (&lt;37,2&#xB0;C) entre o Ibuprofeno e a dipirona nos grupos de temperatura baixa (3,1 &#xB1; 2,04 vs. 4,5 &#xB1; 3,06 horas, p = 0,01) e alta (2.7 &#xB1; 1,68 vs. 5,4 &#xB1; 3,15 horas, p = 0,003). A diferen&#xE7;a do tempo de persist&#xEA;ncia do efeito antipir&#xE9;tico foi tamb&#xE9;m estatisticamente significativa para o grupo de temperatura alta, a favor do Ibuprofeno (3,4 &#xB1; 2,03 vs. 1,8 &#xB1; 1,89 hora, p = 0,01). As duas drogas apresentaram perfis de tolerabilidade compar&#xE1;veis. Os autores conclu&#xED;ram que uma dose oral &#xFA;nica de Ibuprofeno demonstrou proporcionar antipirese mais r&#xE1;pida, potente e por um tempo mais longo do que uma dose oral &#xFA;nica de dipirona, especialmente na presen&#xE7;a de febre alta.<sup>3</sup></p> <p>Autret e colaboradores conduziram um estudo randomizado, aberto, multic&#xEA;ntrico e comparativo entre Ibuprofeno (7,5mg/kg), paracetamol (10mg/kg) e aspirina (10mg/kg), que envolveu 351 crian&#xE7;as com idade entre 6 e 24 meses com febre (temperatura retal &gt; 39&#xB0;C). A temperatura foi avaliada ap&#xF3;s 1, 4 e 6 horas da administra&#xE7;&#xE3;o. Observou-se maior queda da temperatura nas crian&#xE7;as tratadas com Ibuprofeno em compara&#xE7;&#xE3;o com aquelas tratadas com aspirina ou paracetamol. A avalia&#xE7;&#xE3;o do conforto das crian&#xE7;as atrav&#xE9;s de escala visual mostrou superioridade do Ibuprofeno frente aos outros tratamentos.<sup>4</sup></p> <p><strong>Bibliografia</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Moore N, van Ganse E, Le Pare JM. The PAIN study: paracetamol, aspirin and ibuprofen new tolerability study: a large-scale, randomized clinical trial comparing the tolerability of aspirin, ibuprofen and paracetamol for short-term analgesia. Clin Drug lnvest. 1999; 18:89-98.<br> 2. Lesko SM, Mitchell AA. An assessment of the safety of pediatric ibuprofen: a practitionerbased randomized clinical trial. JAMA. 1995;273(12):929-33.<br> 3. Magni AM, Ros&#xE1;rio N, Murahovschi J, et al. Efeito antipir&#xE9;tico e tolerabilidade do Ibuprofeno versus a dipirona, em dose oral &#xFA;nica, em pacientes pedi&#xE1;tricos - estudo aberto, randomizado, multic&#xEA;ntrico brasileiro. Ped Mod. 2007;43(1):32-40.<br> 4. Autret E, Reboui-Marty J, Henry-Launois B, et al. Evaluation of ibuprofen versus aspirin and paracetamol on efficacy and comfort in children with fever. Eur J Clin Pharmacol. 1997;51(5):367-71.</br></br></br></span></p> <h3>Comprimido Revestido</h3> <h4>Estudos</h4> <p>Efic&#xE1;cia antipir&#xE9;tica e analg&#xE9;sica de 600mg de Ibuprofeno mostraram-se compar&#xE1;veis &#xE0; dose de 600mg de &#xE1;cido acetilsalic&#xED;lico.<sup>1,2</sup></p> <p>Em outro estudo, 600mg de Ibuprofeno se mostraram superiores a 750mg de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/acido-mefenamico/bula\" target=\"_blank\">&#xE1;cido mefen&#xE2;mico</a> e compar&#xE1;veis a 800mg de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/fenilbutazona-calcica/bula\" target=\"_blank\">fenilbutazona</a>.<sup>2</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1-David F. Salo, MD, PhD, Robert Lavery, MA, MICP, Vikram Varma, MD, Jennifer Goldberg, MS, PA-C, Tara Shapiro, DO, Alan Kenwood, MDA Randomized, Clinical Trial Comparing Oral Celecoxib 200 mg, Celecoxib 400mg, and Ibuprofen 600mg for Acute Pain. ACAD EMERG MED &#x2022; January 2003, Vol. 10, N&#xBA;. 1.<br> 2- John R Lewis, Evaluation of Ibuprofen (Motrin) A NEW RHEUMATIC AGENT, JAMA, July 1975 365-367.</br></span></p> <h3>C&#xE1;psula</h3> <p>Um estudo com 26 volunt&#xE1;rios foi realizado comparando a biodisponibilidade do Ibuprofeno 600mg na forma farmac&#xEA;utica de c&#xE1;psulas gelatinosas moles com o comprimido revestido de mesma concentra&#xE7;&#xE3;o. Os medicamentos foram administrados com &#xE1;gua a temperatura ambiente, em jejum. N&#xE3;o houve eventos adversos graves durante o estudo, sendo as medica&#xE7;&#xF5;es bem toleradas. Ambas as formula&#xE7;&#xF5;es foram equivalentes, contudo a c&#xE1;psula gelatinosa mole demonstrou uma absor&#xE7;&#xE3;o mais r&#xE1;pida que o comprimido revestido.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">Estudo cruzado, randomizado, de dois tratamentos, dois per&#xED;odos, duas sequ&#xEA;ncias e dose &#xFA;nica para comparar a biodisponibilidade de duas formula&#xE7;&#xF5;es de 600mg de Ibuprofeno: c&#xE1;psulas de gelatina mole e comprimidos revestidos, em volunt&#xE1;rios sadios de ambos os sexos em condi&#xE7;&#xF5;es de jejum. Centro: Biocrom. 2008.</span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Suspens&#xE3;o Oral e Gotas</h3> <h4>Farmacodin&#xE2;mica</h4> <p>Ibuprofeno cont&#xE9;m Ibuprofeno, um derivado do &#xE1;cido fenilprop&#xE2;nico, inibidor da s&#xED;ntese das prostaglandinas, tendo propriedades analg&#xE9;sicas e antipir&#xE9;ticas. Os antipir&#xE9;ticos e analg&#xE9;sicos inibem a a&#xE7;&#xE3;o da cicloxigenase, diminuindo a forma&#xE7;&#xE3;o de precursores das prostaglandinas e dos tromboxanos a partir do &#xE1;cido araquid&#xF4;nico, diminuindo a a&#xE7;&#xE3;o destes mediadores no termostato hipotal&#xE2;mico e nos receptores de dor (nociceptores).</p> <h4>Farmacocin&#xE9;tica</h4> <p>O Ibuprofeno apresenta boa absor&#xE7;&#xE3;o oral, com aproximadamente 80% da dose absorvida no trato gastrintestinal, havendo diferen&#xE7;a quando da administra&#xE7;&#xE3;o em jejum ou ap&#xF3;s refei&#xE7;&#xE3;o, pois a presen&#xE7;a de alimentos diminui a absor&#xE7;&#xE3;o. O in&#xED;cio de a&#xE7;&#xE3;o ocorre em aproximadamente 15 a 30 minutos. A taxa de liga&#xE7;&#xE3;o proteica &#xE9; alta (99%) e a concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE1;xima &#xE9; atingida em 1,2 a 2,1 horas, tendo dura&#xE7;&#xE3;o de 4 a 6 horas, com meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o de 1,8 a 2 horas. A biotransforma&#xE7;&#xE3;o &#xE9; hep&#xE1;tica e a excre&#xE7;&#xE3;o praticamente se completa em 24 horas ap&#xF3;s a &#xFA;ltima dose, sendo menos de 1% excretado na forma inalterada.</p> <h3>Comprimido Revestido</h3> <h4>Propriedades Farmacodin&#xE2;micas</h4> <p>O Ibuprofeno tem a&#xE7;&#xE3;o farmacol&#xF3;gica de um agente anti-inflamat&#xF3;rio n&#xE3;o esteroidal.</p> <h5>Estudos cl&#xED;nicos:</h5> <p>Avalia&#xE7;&#xE3;o randomizada prospectiva da seguran&#xE7;a integrada de celecoxibe <em>versus</em> Ibuprofeno ou naproxeno.</p> <p>PRECISION foi um estudo duplo-cego de seguran&#xE7;a cardiovascular em 24.081 pacientes com OA ou AR com <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/doenca-cardiovascular-dcv-sintomas-fatores-de-risco-prevencao-tratamento-tipos-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">doen&#xE7;a cardiovascular</a> (DCV) ou com alto risco de DCV comparando celecoxibe (200-400mg por dia) com naproxeno (750-1000mg por dia) e Ibuprofeno (1800 -2400mg por dia) durante o tratamento de 42 meses mais 1 m&#xEA;s de acompanhamento ap&#xF3;s a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento. O desfecho prim&#xE1;rio, a colabora&#xE7;&#xE3;o antiplaquet&#xE1;ria de participantes (APTC), foi um composto de morte cardiovascular (incluindo morte hemorr&#xE1;gica), julgado independentemente, infarto do mioc&#xE1;rdio n&#xE3;o fatal ou acidente vascular cerebral n&#xE3;o fatal. Al&#xE9;m disso, houve um sub-estudo de 4 meses em 444 pacientes com foco nos efeitos das tr&#xEA;s drogas na press&#xE3;o arterial, conforme medido pelo monitoramento ambulatorial.</p> <p>No que diz respeito ao par&#xE2;metro final do CV prim&#xE1;rio, o tempo para o primeiro evento APTC, demonstrou que o celecoxibe era estatisticamente significantemente n&#xE3;o inferior ao Ibuprofeno e n&#xE3;o inferior ao naproxeno, e o Ibuprofeno demonstrou ser estatisticamente significantemente n&#xE3;o inferior ao naproxeno. A taxa de evento APTC foi de 2,7% no grupo Ibuprofeno, <em>versus</em> 2,3% no grupo celecoxibe e 2,5% no grupo naproxeno na an&#xE1;lise ITT, e foi de 1,9% <em>versus</em> 1,7% e 1,8%, respectivamente, na an&#xE1;lise MITT. Verificou-se a partir do estudo que, entre os indiv&#xED;duos com OA ou AR com DCV ou com alto risco de DCV, o tratamento com celecoxibe apresentava um risco de CV semelhante ou menor quando comparado ao Ibuprofeno ou ao naproxeno, o Ibuprofeno apresentava risco de CV semelhante ao naproxeno.</p> <p>Durante o tratamento, o MACE (eventos cardiovasculares adversos principais, definidos como eventos APTC, revasculariza&#xE7;&#xE3;o coron&#xE1;ria ou hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/angina-instavel\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/angina/c\" target=\"_blank\">angina</a> inst&#xE1;vel ou ataque isqu&#xEA;mico transit&#xF3;rio) ocorreu mais frequentemente no grupo Ibuprofeno (3,6%) em rela&#xE7;&#xE3;o ao grupo celecoxibe (3,1%) e naproxeno (3,2%). O aumento do risco de Ibuprofeno comparado ao celecoxibe definido como tempo para MACE foi estatisticamente significante. Os eventos gastrintestinais clinicamente significativos (0,7%, 0,3% e 0,7% para Ibuprofeno, celecoxibe e naproxeno, respectivamente) e <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/anemia-ferropriva\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/anemia-ferropriva/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">anemia ferropriva</a> de origem gastrintestinal clinicamente significativa (0,7%, 0,3% e 0,8% para Ibuprofeno, celecoxibe e naproxeno, respectivamente) ocorreram de forma semelhante nos grupos de Ibuprofeno e naproxeno, mas com menor frequ&#xEA;ncia no grupo celecoxibe; os aumentos de risco em rela&#xE7;&#xE3;o ao celecoxibe foram estatisticamente significativos. O composto de eventos renais clinicamente significativos ou interna&#xE7;&#xE3;o por ICC ou hipertens&#xE3;o no grupo Ibuprofeno foi semelhante ao grupo naproxeno (1,7% vs. 1,5%), mas foi mais frequente em rela&#xE7;&#xE3;o ao grupo celecoxibe (1,7% vs. 1,1%). O aumento do risco foi conduzido principalmente por eventos renais adjudicados (0,9% vs.0,5%).</p> <p>O sub-estudo ABPM mostrou, no m&#xEA;s 4, que os indiv&#xED;duos tratados com Ibuprofeno apresentaram aumento de 3,7mmHg na press&#xE3;o arterial sist&#xF3;lica (PAS) ambulatorial de 24 horas, enquanto que os indiv&#xED;duos tratados com celecoxibe apresentaram diminui&#xE7;&#xE3;o de 0,3mmHg e os indiv&#xED;duos tratados com naproxeno apresentaram aumento de 1,6mmHg. A diferen&#xE7;a de 3,9mmHg entre Ibuprofeno e celecoxibe foi estatisticamente significativa e clinicamente significativa. O Ibuprofeno n&#xE3;o foi estatisticamente diferente do naproxeno na magnitude da altera&#xE7;&#xE3;o na PAS de 24 horas no m&#xEA;s 4.</p> <h4>Propriedades Farmacocin&#xE9;ticas</h4> <p>O Ibuprofeno &#xE9; absorvido do trato gastrintestinal e o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica ocorre cerca de 1 a 2 horas ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o. O Ibuprofeno &#xE9; amplamente ligado &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> plasm&#xE1;ticas e tem uma meia-vida de aproximadamente 2 horas. Ele &#xE9; rapidamente excretado na urina principalmente como metab&#xF3;lito e seus conjugados. Aproximadamente 1% &#xE9; excretado na urina como Ibuprofeno inalterado e cerca de 14% como Ibuprofeno conjugado.</p> <h4>Dados de Seguran&#xE7;a Pr&#xE9;-Cl&#xED;nicos</h4> <p>Estudos de reprodu&#xE7;&#xE3;o conduzidos em ratos e coelhos em doses um pouco menores do que a dose m&#xE1;xima cl&#xED;nica n&#xE3;o demonstraram qualquer evid&#xEA;ncia de desenvolvimento anormal. Como n&#xE3;o houve estudos bem controlados em mulheres gr&#xE1;vidas, este f&#xE1;rmaco deve ser usado durante a gravidez somente se claramente necess&#xE1;rio. Devido aos efeitos conhecidos dos f&#xE1;rmacos anti-inflamat&#xF3;rios n&#xE3;o esteroidais sobre o sistema cardiovascular (CV) fetal (fechamento do canal arterial), deve-se evitar seu uso durante a gravidez avan&#xE7;ada. Assim como com outros f&#xE1;rmacos conhecidos por inibir a s&#xED;ntese de prostaglandinas, um aumento na incid&#xEA;ncia de distocia e atraso no parto ocorreram em ratas.</p> <h3>C&#xE1;psula</h3> <h4>Propriedades Farmacodin&#xE2;micas</h4> <p>O Ibuprofeno tem a&#xE7;&#xE3;o farmacol&#xF3;gica de um agente anti-inflamat&#xF3;rio n&#xE3;o-esteroide e possui atividades antiinflamat&#xF3;ria, analg&#xE9;sica e antipir&#xE9;tica. Age, provavelmente, inibindo a s&#xED;ntese de prostaglandinas.</p> <h4>Propriedades Farmacocin&#xE9;ticas</h4> <p>O Ibuprofeno &#xE9; absorvido do trato gastrintestinal e o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica ocorre cerca de 1-2 horas ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o. O Ibuprofeno &#xE9; amplamente ligado &#xE0;s prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas e tem uma meia-vida de aproximadamente 2 horas. Ele &#xE9; rapidamente excretado na urina principalmente como metab&#xF3;lito e seus conjugados. Aproximadamente 1% &#xE9; excretado na urina como Ibuprofeno inalterado e cerca de 14% como Ibuprofeno conjugado. O Ibuprofeno &#xE9; rapidamente metabolizado e eliminado pela urina; a excre&#xE7;&#xE3;o &#xE9; praticamente completa 24 horas ap&#xF3;s a &#xFA;ltima dose.</p> <h4>Dados de Seguran&#xE7;a Pr&#xE9;-Cl&#xED;nicos</h4> <p>Estudos de reprodu&#xE7;&#xE3;o conduzidos em ratos e coelhos em doses um pouco menores do que a dose m&#xE1;xima cl&#xED;nica n&#xE3;o demonstraram qualquer evid&#xEA;ncia de desenvolvimento anormal. Como n&#xE3;o houve estudos bem controlados em mulheres gr&#xE1;vidas, este f&#xE1;rmaco deve ser usado durante a gravidez somente se estritamente necess&#xE1;rio. Devido aos efeitos conhecidos dos f&#xE1;rmacos anti-inflamat&#xF3;rios n&#xE3;o esteroides sobre o sistema cardiovascular fetal (fechamento do canal arterial), deve se evitar seu uso durante a gravidez avan&#xE7;ada. Assim como com outros f&#xE1;rmacos conhecidos por inibir a s&#xED;ntese de prostaglandinas, um aumento na incid&#xEA;ncia de distocia e atraso no parto ocorreram em ratas.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Capsfen?

Conservar o medicamento em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30°C). Proteger da luz e umidade.

O prazo de validade do medicamento é de 24 meses a partir da data de fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Capsfen® cápsula gelatinosa mole consiste em uma solução viscosa límpida a opalescente, contida em cápsula gelatinosa mole, formato oblongo, cor verde translúcido.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres Legais do Capsfen

MS 1.0175.0021

Farm. Resp.:
Dr. Robson Mariano
CRF/SP: 30710

Registrado e Fabricado por:
Catalent Brasil Ltda.
Av. José Vieira, 446
Distrito Industrial Domingos Giomi
CEP: 13347-360
Indaiatuba / SP
CNPJ: 45.569.555/0007-82
Indústria Brasileira






Comercializado por:
Cifarma&nbsp;– Científica Farmacêutica Ltda.
Rod. BR 153 Km 5,5

600mg, caixa com 20 cápsulas gelatinosas moles

Princípio ativo
:
Ibuprofeno
Classe Terapêutica
:
Anti-Reumáticos Não Esteroidais Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Analgésico E Antitérmico
Especialidade
:
Clínica Médica

Bula do medicamento

Capsfen, para o que é indicado e para o que serve?

Capsfen® é indicado no alívio dos sinais e sintomas de artrite reumatoide, osteoartrite, reumatismo articular, nos traumas relacionados ao sistema musculoesquelético, quando estiverem presentes componentes inflamatórios e dolorosos. Capsfen® está indicado ainda no alívio da dor após procedimentos cirúrgicos em odontologia, ginecologia, ortopedia, traumatologia e otorrinolaringologia.

Como o&nbsp;Capsfen funciona?&nbsp;

{"tag":"hr","value":" <p>Capsfen<sup>&#xAE;</sup> &#xE9; um medicamento com a&#xE7;&#xE3;o anti-inflamat&#xF3;ria, analg&#xE9;sica e antipir&#xE9;tica.</p> "}

Quais as contraindicações do Capsfen?

  • <li>Em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal grave;</li> <li>Em pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica grave;</li> <li>Em pacientes com <a href="https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/" rel="noopener" target="_blank">insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> grave.</li>

Capsfen® é contraindicado a pacientes que apresentam hipersensibilidade ao ibuprofeno, a qualquer componente da fórmula ou a outros anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) tais como ácido acetilsalicílico, nimesulida e diclofenaco sódico. Existe potencial de sensibilidade cruzada com ácido acetilsalicílico e outros AINEs.

Contraindicado também para pacientes que apresentam a tríade do ácido acetilsalicílico (asma brônquica, rinite e intolerância ao ácido acetilsalicílico). Nesses pacientes foram registradas reações anafilactoides e reações asmáticas fatais.

No tratamento da dor perioperatória de cirurgia de revascularização do miocárdio (by-pass).

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Como usar o Capsfen?

Efeitos indesejáveis podem ser minimizados usando-se a menor dose eficaz de Capsfen® dentro do menor tempo necessário para controlar os sintomas.

Não se deve exceder a dose diária total de 3.200 mg. Na ocorrência de distúrbios gastrintestinais, administrar Capsfen® com as refeições ou leite. Em condições crônicas, os resultados terapêuticos são observados no prazo de alguns dias a 1 semana, porém na maioria dos casos esses efeitos são observados ao fim de 2 semanas de administração.

A dose recomendada é de 600 mg, via oral, 3 ou 4 vezes ao dia. A posologia de Capsfen® deve ser adequada a cada caso clínico, e pode ser diminuída ou aumentada a partir da dose inicial sugerida, dependendo da gravidade dos sintomas, seja no início da terapia ou de acordo com a resposta obtida.

Nos casos de artrite reumatóide juvenil, recomenda-se administrar 30 - 40 mg/kg/dia, em doses divididas.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Capsfen?&nbsp;

{"tag":"hr","value":" <p>A interrup&#xE7;&#xE3;o do tratamento com o ibuprofeno provoca o retorno &#xE0;s mesmas condi&#xE7;&#xF5;es de antes do tratamento. Procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico para dar continuidade ao tratamento. Ou, caso tenha qualquer d&#xFA;vida, entre em contato com nossa Central de Atendimento ao Consumidor, no telefone constante da embalagem.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Capsfen?

Deve-se evitar o uso concomitante de Capsfen® com anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), tais como ácido acetilsalicílico, nimesulida, diclofenaco sódico ou potássico e outros, incluindo inibidores da cicloxigenase-2 (COX-2) como celecoxibe e parecoxibe.

Efeitos cardíacos

Os AINEs podem causar um aumento no risco de eventos trombóticos cardiovasculares graves, infarto do miocárdio e derrame, que podem ser fatais. O risco pode aumentar com a duração do uso. Pacientes com doença cardiovascular conhecida podem estar sob um risco maior. A fim de minimizar o risco potencial para um evento cardiovascular em pacientes tratados com Capsfen®, a menor dose eficaz deve ser usada pelo menor tempo possível. Médicos e pacientes devem estar alertas para o desenvolvimento de tais eventos,mesmo na ausência de sintomas cardiovasculares prévios. Os pacientes devem ser informados sobre os sinais e/ou sintomas de toxicidade cardiovascular grave e as medidas a serem tomadas se isso ocorrer.

Retenção de líquido/edema

Assim como com outros fármacos conhecidos por inibir a síntese de prostaglandinas, foram observados retenção de líquidos e edema em alguns pacientes usando AINEs, incluindo Capsfen®. Portanto, Capsfen® deve ser usado com cautela em pacientes com função cardíaca comprometida e outras condições que predisponham a, ou piorem pela retenção de líquidos. Os pacientes com insuficiência cardíaca congestiva preexistente ou hipertensão devem ser cuidadosamente monitorados.

Efeitos gastrintestinais

Os AINEs, incluindo Capsfen®, podem causar eventos gastrintestinais graves incluindo inflamação, sangramento, ulceração e perfuração do estômago, intestino delgado ou grosso, que podem ser fatais. Quando sangramento ou ulceração gastrintestinal ocorre em pacientes recebendo Capsfen®, o tratamento deve ser descontinuado. A maioria dos pacientes sob risco de desenvolver esses tipos de complicações gastrintestinais com AINEs são os idosos, pacientes com doença cardiovascular, pacientes usando ácido acetilsalicílico concomitante, ou pacientes com história prévia de, ou com doença gastrintestinal ativa, tais como ulceração, sangramento gastrintestinal ou condições inflamatórias. Portanto, Capsfen® deve ser administrado com cautela nesses pacientes.

Efeitos hepáticos

Da mesma forma que com outros anti-inflamatórios não esteroides, podem ocorrer elevações limítrofes em um ou mais testes laboratoriais hepáticos em até 15% dos pacientes. Essas anormalidades podem progredir, permanecer essencialmente inalteradas ou serem transitórias com a continuidade do tratamento. Pacientes com sinais e/ou sintomas sugerindo disfunção hepática ou com testes hepáticos anormais, devem ser avaliados quanto a evidências de desenvolvimento de reações hepáticas mais graves durante terapia com Capsfen®.

Foram relatadas reações hepáticas graves, inclusive icterícia e casos de hepatite fatal, com o uso de Capsfen® ou outros anti-inflamatórios não esteroides. Embora tais reações sejam raras, caso os testes hepáticos anormais persistam ou piorem, caso se desenvolvam sinais e sintomas clínicos consistentes com doença hepática, ou se ocorrerem manifestações sistêmicas (por exemplo: eosinofilia, rash), o tratamento com Capsfen® deve ser suspenso.

Efeitos oftalmológicos

Foram relatados diminuição da acuidade visual e/ou visão turva, escotomas e/ou alterações na "visão em cores". Se o paciente desenvolver quaisquer dessas reações durante o tratamento com Capsfen®, o medicamento deve ser descontinuado e o paciente submetido a um exame oftalmológico que inclua testes de campo visual central e visão de cores.

Reações cutâneas

Reações cutâneas graves, algumas delas fatais, incluindo dermatite esfoliativa, síndrome de Stevens-Johnson (que se caracteriza por descamação da pele acompanhada de bolhas) e necrólise epidérmica tóxica, foram relatadas muito raramente em associação com o uso de AINEs, incluindo Capsfen®. Os pacientes parecem estar sob um risco maior de desenvolverem esses eventos no início do tratamento, com o início do evento ocorrendo, na maioria dos casos, dentro do primeiro mês de tratamento. Capsfen® deve ser descontinuado ao primeiro sinal de rash cutâneo (manchas avermelhadas isoladas ou em toda extensão do corpo, podendo ou não apresentar relevo), lesões na mucosa ou qualquer outro sinal de hipersensibilidade.

Efeitos renais

Em raros casos, os AINEs, incluindo Capsfen®, podem causar nefrite intersticial, glomerulite, necrose papilar e síndrome nefrótica. Os AINEs inibem a síntese de prostaglandinas renais que atuam como auxiliares na manutenção da perfusão renal em pacientes cujo fluxo sanguíneo renal e volume sanguíneo são reduzidos. Nesses pacientes, a administração de um AINE pode precipitar uma descompensação renal evidente, que é tipicamente seguida pela recuperação retornando-se ao estado pré-tratamento com a descontinuação do tratamento de AINEs. Os pacientes que correm maior risco são aqueles com insuficiência cardíaca congestiva, cirrose hepática, síndrome nefrótica e doença renal evidente. Tais pacientes devem ser cuidadosamente monitorados durante o tratamento com AINEs.

Como o ibuprofeno é eliminado principalmente pelos rins, pacientes com função renal significativamente prejudicada devem ser cuidadosamente monitorados e uma redução na dose deve ser antecipada para evitar acúmulo do fármaco. Os pacientes com alto risco de desenvolverem disfunção renal com o uso crônico de Capsfen® devem ter a função renal avaliada periodicamente.

Hipersensibilidade

Cerca de 10% dos pacientes asmáticos podem ter asma sensível ao ácido acetilsalicílico. O uso de ácido acetilsalicílico em pacientes com asma sensível a esse medicamento foi associado a broncospasmo grave, que pode ser fatal. Foi registrada reatividade cruzada, incluindo broncospasmo, entre ácido acetilsalicílico e outros medicamentos anti-inflamatórios não esteroides em pacientes com sensibilidade ao ácido acetilsalicílico; portanto, Capsfen® não deve ser administrado a pacientes com esse tipo de sensibilidade ao ácido acetilsalicílico e deve ser usado com cautela em todos os pacientes com asma preexistente.

Podem ocorrer reações anafilactoides mesmo em pacientes sem exposição prévia ao ibuprofeno.

Capsfen®, como outros agentes anti-inflamatórios não esteroides, pode inibir a agregação plaquetária, embora esse efeito seja quantitativamente menor e tenha menor duração que o observado com o ácido acetilsalicílico. Foi demonstrado que Capsfen® prolonga o tempo de sangramento (porém dentro dos limites normais) em indivíduos normais. Como esse efeito pode ser mais acentuado em pacientes com distúrbios hemostáticos subjacentes, Capsfen® deve ser usado com cautela em indivíduos com defeitos intrínsecos da coagulação e naqueles utilizando anticoagulantes.

A atividade antipirética e anti-inflamatória do ibuprofeno pode reduzir a febre e a inflamação, diminuindo assim a utilidade desses sinais como meio de diagnóstico na detecção de complicações de presumíveis condições dolorosas não infecciosas e não inflamatórias.

Relatou-se, raramente, meningite asséptica com febre e coma, em pacientes em terapia com Capsfen®. Embora sua ocorrência seja mais provável em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico e doenças do tecido conjuntivo relacionadas, ela foi relatada em pacientes que não apresentavam doença crônica subjacente. Se forem observados sinais ou sintomas de meningite em um paciente em tratamento com Capsfen®, deve-se considerar a possibilidade de relação com o tratamento.

Efeitos na Habilidade de Dirigir e Operar Máquinas

O efeito de Capsfen® na habilidade de dirigir e operar máquinas não foi estudado.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Capsfen?

A probabilidade de relação causal com o ibuprofeno existe para as seguintes reações adversas:

Infecções e infestações

Cistite, rinite.

Distúrbios do sangue e do sistema linfático

Agranulocitose, anemia aplástica, eosinofilia, anemia hemolítica (algumas vezes Coombs positivo), neutropenia, pancitopenia, trombocitopenia com ou sem púrpura.

Distúrbios do sistema imune

Reações anafilactoides, anafilaxia.

Distúrbios metabólicos e nutricionais

Redução do apetite, retenção de líquidos (geralmente responde prontamente à descontinuação do medicamento).

Distúrbios psiquiátricos

Confusão, depressão, labilidade emocional, insônia, nervosismo.

Distúrbios do sistema nervoso

Meningite asséptica com febre e coma, convulsões, tontura, cefaleia, sonolência.

Distúrbios visuais

Ambliopia (visão embaçada e/ou diminuída, escotoma e/ou alterações na visão de cores), olhos secos.

Distúrbios do ouvido e labirinto

Perda da audição e zumbido.

Distúrbios cardíacos

Insuficiência cardíaca congestiva em pacientes com função cardíaca limítrofe e palpitações.

Distúrbios vasculares

Hipotensão.

Distúrbios respiratórios, torácico e mediastinal

Broncospasmo e dispneia.

Distúrbios gastrintestinais

Cólicas ou dores abdominais, desconforto abdominal, constipação, diarreia, boca seca, duodenite, dispepsia, dor epigástrica, sensação de plenitude do trato gastrintestinal (eructação e flatulência), úlcera gástrica ou duodenal com sangramento e/ou perfuração, gastrite, hemorragia gastrintestinal, úlcera gengival, hematêmese, indigestão, melena, náuseas, esofagite, pancreatite, inflamação do intestino delgado ou grosso, vômito.

Distúrbio hepatobiliar

Insuficiência hepática, necrose hepática, hepatite, síndrome hepatorrenal, icterícia.

Distúrbios da pele e tecido subcutâneo

Alopecia, eritema multiforme, dermatite esfoliativa, síndrome de Lyell (necrólise epidérmica tóxica), reações de fotossensibilidade, prurido, rash (inclusive do tipo maculopapular), síndrome de Stevens-Johnson, urticária, erupções vesículo-bolhosas.

Distúrbios renais e urinários

Insuficiência renal aguda em pacientes com significativa disfunção renal preexistente, azotemia, glomerulite, hematúria, poliúria, necrose papilar renal, necrose tubular.

Distúrbios gerais e no local de administração

Edema.

Laboratorial

Pressão sanguínea elevada, diminuição da hemoglobina e hematócrito, diminuição do clearance de creatinina, teste de função hepática anormal.&nbsp;

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Uso em idosos

A idade avançada exerce mínima influência na farmacocinética do ibuprofeno. Pacientes idosos ou debilitados toleram menos a ulceração e sangramento do que outros indivíduos e a maioria dos relatos espontâneos de eventos gastrintestinais fatais ocorreu na população geriátrica. Alterações, relacionadas à idade, na fisiologia hepática, renal e do SNC, assim como condições de co-morbidades e medicações concomitantes devem ser consideradas antes do início da terapia com Capsfen®. Monitoração cuidadosa e educação do paciente idoso são essenciais.

Uso em crianças

Não foram realizados estudos clínicos controlados para avaliar a segurança e eficácia do ibuprofeno em crianças.

Uso durante a gravidez

Não se recomenda a administração de Capsfen® durante a gravidez. Estudos de reprodução em animais não mostraram evidências de anormalidades no desenvolvimento. Contudo, esses estudos não são sempre preditivos da resposta humana. Não existem estudos adequados e bem controlados, em pacientes grávidas.

Devido aos efeitos conhecidos dos anti-inflamatórios não esteroides sobre o sistema cardiovascular fetal (fechamento do canal arterial), deve-se evitar seu uso durante o período tardio da gravidez.

Da mesma forma que ocorre com outros fármacos que inibem a síntese de prostaglandinas, ocorreu um aumento da incidência de distocia e parto retardado em ratas. Não se recomenda o uso de ibuprofeno durante o trabalho de parto.

Uso durante a lactação

Em número limitado de estudos com um método de detecção de até 1 mcg/mL não se mostrou a presença de ibuprofeno no leite de nutrizes. Entretanto, devido à natureza limitada desses estudos e dos possíveis efeitos adversos dos fármacos inibidores de prostaglandinas em neonatos, Capsfen® não é recomendado no período de amamentação.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Riscos

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>N&#xE3;o use este medicamento em casos de &#xFA;lcera, gastrite, doen&#xE7;a dos rins ou se voc&#xEA; j&#xE1; teve rea&#xE7;&#xE3;o al&#xE9;rgica a antiinflamat&#xF3;rios.</strong></p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Qual a composição do Capsfen?

Cada cápsula gelatinosa mole de Capsfen® contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:238px\"> <p style=\"text-align:center\">Ibuprofeno</p> </td> <td style=\"width:231px\"> <p style=\"text-align:center\">600 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:238px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:231px\"> <p style=\"text-align:center\">1 c&#xE1;psula</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: macrogol, hidróxido de amônio, gelatina, glicerol, metilparabeno, propilparabeno, corante azul brilhante, corante D&C amarelo n° 10, sorbitol, sorbitans e água purificada.

Apresentação do&nbsp;Capsfen

{"tag":"hr","value":" <h3>C&#xE1;psula gelatinosa mole &#x2013; 600 mg</h3> <p>Embalagem contendo 10 c&#xE1;psulas.</p> <p><strong>Uso oral.&amp;nbsp;</strong></p> <p><strong>Uso adulto.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Capsfen maior do que a recomendada?

Procurar socorro médico imediatamente. O tratamento deve ser sintomático e de suporte. Deve-se promover esvaziamento do estômago, através da indução de vômito ou lavagem gástrica. Não há antídoto específico.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Capsfen com outros remédios?

Anticoagulantes

Diversos estudos controlados de curto prazo não conseguiram demonstrar que o ibuprofeno afeta significativamente o tempo de protrombina ou uma variedade de outros fatores de coagulação quando administrado a indivíduos sob tratamento com anticoagulantes do tipo cumarínicos. No entanto, foi relatado sangramento quando ibuprofeno foi administrado a estes pacientes. Deve-se ter cautela quando se administrar Capsfen® a pacientes em terapia com anticoagulantes.

Anti-hipertensivos incluindo diuréticos, inibidores da enzima conversora da angiotensina (ECA), tais como captopril e enalapril, antagonistas da angiotensina II (AIIA) como losartana e valsartana

Os AINEs podem reduzir a eficácia dos diuréticos e outros fármacos anti-hipertensivos.

Em pacientes com função renal prejudicada (por exemplo: pacientes desidratados ou idosos com comprometimento da função renal), a co-administração de um inibidor da ECA ou um AIIA com um inibidor da cicloxigenase pode aumentar a deterioração da função renal, incluindo a possibilidade de insuficiência renal aguda, que geralmente é reversível. A ocorrência dessas interações deve ser considerada em pacientes usando Capsfen® com inibidores da ECA ou um AIIA.

Portanto, a administração concomitante desses fármacos deve ser feita com cautela, especialmente em pacientes idosos. Os pacientes devem ser hidratados adequadamente e a função renal deve ser monitorada e avaliada no início do tratamento concomitante e periodicamente.

Ácido acetilsalicílico

O uso crônico e concomitante de ibuprofeno e ácido acetilsalicílico não é recomendado.

Corticosteroides

Aumento do risco de ulceração gastrintestinal ou sangramento.

Ciclosporina

Devido aos efeitos sobre as prostaglandinas renais, os inibidores da cicloxigenase podem aumentar o risco de nefrotoxicidade com ciclosporina.

Diuréticos

Estudos clínicos, bem como observações randômicas, mostraram que o ibuprofeno pode reduzir o efeito natriurético da furosemida, tiazidas ou outros diuréticos em alguns pacientes. Essa atividade foi atribuída à inibição da síntese renal de prostaglandina por ibuprofeno e outros anti-inflamatórios não esteroides. Portanto, quando Capsfen® for utilizado concomitantemente à furosemida, à tiazida ou a outros diuréticos, o paciente deve ser cuidadosamente observado para se determinar se foi obtido o efeito desejado do diurético.

Lítio

O ibuprofeno produziu uma elevação clinicamente significativa dos níveis plasmáticos de lítio e uma redução no clearance renal do lítio, em um estudo com 11 voluntários normais. A concentração média mínima de lítio aumentou 15% e o clearance renal do lítio foi significativamente mais baixo durante o período de administração simultânea dos medicamentos. Esse efeito foi atribuído à inibição da síntese renal de prostaglandina. Portanto, quando Capsfen® e lítio são administrados simultaneamente, os pacientes devem ser cuidadosamente observados para detecção de sinais de toxicidade por lítio. Deve-se atentar para as informações para prescrição do lítio, antes do uso concomitante dos dois fármacos.

Antagonistas H2

Em estudos com voluntários, a co-administração de cimetidina ou ranitidina não alterou significativamente a concentração sérica do ibuprofeno.

Metotrexato

Deve-se ter cautela quando metotrexato é administrado concomitantemente com AINEs, incluindo Capsfen®, porque a administração de AINEs pode resultar em aumento dos níveis plasmáticos de metotrexato.

Tacrolimo

Possível aumento do risco de nefrotoxicidade quando AINEs são administrados com tacrolimo.&nbsp;

Anormalidades em testes laboratoriais

Foi observada diminuição da hemoglobina em 1 g ou mais em aproximadamente 20% dos pacientes recebendo até 2.400 mg de ibuprofeno por dia. Achados similares foram observados com outros fármacos anti-inflamatórios não esteroides; o mecanismo é desconhecido.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Capsfen (Ibuprofeno)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Suspens&#xE3;o Oral e Gotas</h3> <p>O estudo PAIN (<em>Paracetamol, Aspirin, lbuprofen new tolerability</em>) foi um estudo randomizado e cego, delineado para comparar tr&#xEA;s analg&#xE9;sicos no tratamento da dor aguda. Um total de 8.677 adultos foram randomizados para tratamento com Ibuprofeno (1.200mg/d), paracetamol (3g/d) e aspirina (3g/d). As principais indica&#xE7;&#xF5;es foram dor musculoesquel&#xE9;tica (31-33%), <a href=\"https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/c\" target=\"_blank\">resfriado</a> comum (19-20%), dorsalgia (15 17%) e cefaleia (10-11%). Observou-se maior incid&#xEA;ncia de eventos adversos com aspirina (10, 1%) em compara&#xE7;&#xE3;o com Ibuprofeno (7,0%, P &lt; 0,001) ou paracetamol (7,8%). Eventos adversos gastrintestinais ocorreram em menor frequ&#xEA;ncia nos pacientes tratados com i buprofeno (4,0%) em compara&#xE7;&#xE3;o com aspirina (7,1%, P &lt; 0,001) ou paracetamol (5,3%, p = 0,025).<sup>1</sup></p> <p>O <em>Boston University Fever Study</em> envolveu 84.192 crian&#xE7;as com idade entre seis meses e 12 anos, com doen&#xE7;a febril. As crian&#xE7;as foram randomizadas para tratamento com paracetamol (12mg/kg por dose a cada 4-6 horas) ou Ibuprofeno (5 10mg/kg por dose a cada 4-6 horas). O desfecho prim&#xE1;rio foi a ocorr&#xEA;ncia de eventos adversos graves como sangramento gastrintestinal, insufici&#xEA;ncia renal aguda ou anafilaxia. O desfecho secund&#xE1;rio foi a ocorr&#xEA;ncia de interna&#xE7;&#xE3;o hospitalar por outras complica&#xE7;&#xF5;es.</p> <p>N&#xE3;o se observou diferen&#xE7;a estatisticamente significativa entre as duas medica&#xE7;&#xF5;es quanto &#xE0; necessidade de interna&#xE7;&#xE3;o hospitalar por evento adverso, ou qualquer altera&#xE7;&#xE3;o significativa da fun&#xE7;&#xE3;o renal nos pacientes tratados com Ibuprofeno. Por outro lado, as crian&#xE7;as que foram tratadas com Ibuprofeno apresentaram menor risco de consultas m&#xE9;dicas por asma (3,0%; IC95% 2,1-4, 1%) do que aquelas tratadas com paracetamol (5,1%; IC95% 3,5-7,1%), P = 0,02.<sup>2</sup></p> <p>Magni e colaboradores realizaram um estudo multic&#xEA;ntrico, aberto e randomizado para avaliar a atividade antipir&#xE9;tica e a tolerabilidade de doses orais &#xFA;nicas de Ibuprofeno <em>versus</em> dipirona em lactentes e crian&#xE7;as febris. Cento e vinte e dois pacientes de ambos os sexos, com idade entre 6 meses e 8 anos, com temperatura axilar &#x2265; 38,0&#xB0;C foram randomizados (1:1) para Ibuprofeno (10mg/kg) ou dipirona (l5mg/kg), administrados em doses orais &#xFA;nicas. A temperatura axilar e os eventos adversos foram avaliados ap&#xF3;s 10, 20, 30 e 45 minutos e, a seguir, de 1 em 1 hora, durante 8 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o. As m&#xE9;dias de temperatura foram significativamente menores nos pacientes que receberam Ibuprofeno, em rela&#xE7;&#xE3;o aos que receberam dipirona, nos grupos de febre alta entre (&gt;39,1&#xB0;C) e baixa (38,0&#xB0;C e 39,1&#xB0;C) (p = 0,04). Ap&#xF3;s 1, 2 e 4 horas da administra&#xE7;&#xE3;o das drogas, o valor absoluto da soma ponderada das diferen&#xE7;as de temperatura a partir dos valores basais foi significativamente menor no grupo de febre alta da dipirona, quando comparado ao grupo de febre alta do Ibuprofeno, o que significa maior efeito para este &#xFA;ltimo. Houve diferen&#xE7;as estatisticamente significativas no tempo para normaliza&#xE7;&#xE3;o da temperatura (&lt;37,2&#xB0;C) entre o Ibuprofeno e a dipirona nos grupos de temperatura baixa (3,1 &#xB1; 2,04 vs. 4,5 &#xB1; 3,06 horas, p = 0,01) e alta (2.7 &#xB1; 1,68 vs. 5,4 &#xB1; 3,15 horas, p = 0,003). A diferen&#xE7;a do tempo de persist&#xEA;ncia do efeito antipir&#xE9;tico foi tamb&#xE9;m estatisticamente significativa para o grupo de temperatura alta, a favor do Ibuprofeno (3,4 &#xB1; 2,03 vs. 1,8 &#xB1; 1,89 hora, p = 0,01). As duas drogas apresentaram perfis de tolerabilidade compar&#xE1;veis. Os autores conclu&#xED;ram que uma dose oral &#xFA;nica de Ibuprofeno demonstrou proporcionar antipirese mais r&#xE1;pida, potente e por um tempo mais longo do que uma dose oral &#xFA;nica de dipirona, especialmente na presen&#xE7;a de febre alta.<sup>3</sup></p> <p>Autret e colaboradores conduziram um estudo randomizado, aberto, multic&#xEA;ntrico e comparativo entre Ibuprofeno (7,5mg/kg), paracetamol (10mg/kg) e aspirina (10mg/kg), que envolveu 351 crian&#xE7;as com idade entre 6 e 24 meses com febre (temperatura retal &gt; 39&#xB0;C). A temperatura foi avaliada ap&#xF3;s 1, 4 e 6 horas da administra&#xE7;&#xE3;o. Observou-se maior queda da temperatura nas crian&#xE7;as tratadas com Ibuprofeno em compara&#xE7;&#xE3;o com aquelas tratadas com aspirina ou paracetamol. A avalia&#xE7;&#xE3;o do conforto das crian&#xE7;as atrav&#xE9;s de escala visual mostrou superioridade do Ibuprofeno frente aos outros tratamentos.<sup>4</sup></p> <p><strong>Bibliografia</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Moore N, van Ganse E, Le Pare JM. The PAIN study: paracetamol, aspirin and ibuprofen new tolerability study: a large-scale, randomized clinical trial comparing the tolerability of aspirin, ibuprofen and paracetamol for short-term analgesia. Clin Drug lnvest. 1999; 18:89-98.<br> 2. Lesko SM, Mitchell AA. An assessment of the safety of pediatric ibuprofen: a practitionerbased randomized clinical trial. JAMA. 1995;273(12):929-33.<br> 3. Magni AM, Ros&#xE1;rio N, Murahovschi J, et al. Efeito antipir&#xE9;tico e tolerabilidade do Ibuprofeno versus a dipirona, em dose oral &#xFA;nica, em pacientes pedi&#xE1;tricos - estudo aberto, randomizado, multic&#xEA;ntrico brasileiro. Ped Mod. 2007;43(1):32-40.<br> 4. Autret E, Reboui-Marty J, Henry-Launois B, et al. Evaluation of ibuprofen versus aspirin and paracetamol on efficacy and comfort in children with fever. Eur J Clin Pharmacol. 1997;51(5):367-71.</br></br></br></span></p> <h3>Comprimido Revestido</h3> <h4>Estudos</h4> <p>Efic&#xE1;cia antipir&#xE9;tica e analg&#xE9;sica de 600mg de Ibuprofeno mostraram-se compar&#xE1;veis &#xE0; dose de 600mg de &#xE1;cido acetilsalic&#xED;lico.<sup>1,2</sup></p> <p>Em outro estudo, 600mg de Ibuprofeno se mostraram superiores a 750mg de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/acido-mefenamico/bula\" target=\"_blank\">&#xE1;cido mefen&#xE2;mico</a> e compar&#xE1;veis a 800mg de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/fenilbutazona-calcica/bula\" target=\"_blank\">fenilbutazona</a>.<sup>2</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1-David F. Salo, MD, PhD, Robert Lavery, MA, MICP, Vikram Varma, MD, Jennifer Goldberg, MS, PA-C, Tara Shapiro, DO, Alan Kenwood, MDA Randomized, Clinical Trial Comparing Oral Celecoxib 200 mg, Celecoxib 400mg, and Ibuprofen 600mg for Acute Pain. ACAD EMERG MED &#x2022; January 2003, Vol. 10, N&#xBA;. 1.<br> 2- John R Lewis, Evaluation of Ibuprofen (Motrin) A NEW RHEUMATIC AGENT, JAMA, July 1975 365-367.</br></span></p> <h3>C&#xE1;psula</h3> <p>Um estudo com 26 volunt&#xE1;rios foi realizado comparando a biodisponibilidade do Ibuprofeno 600mg na forma farmac&#xEA;utica de c&#xE1;psulas gelatinosas moles com o comprimido revestido de mesma concentra&#xE7;&#xE3;o. Os medicamentos foram administrados com &#xE1;gua a temperatura ambiente, em jejum. N&#xE3;o houve eventos adversos graves durante o estudo, sendo as medica&#xE7;&#xF5;es bem toleradas. Ambas as formula&#xE7;&#xF5;es foram equivalentes, contudo a c&#xE1;psula gelatinosa mole demonstrou uma absor&#xE7;&#xE3;o mais r&#xE1;pida que o comprimido revestido.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">Estudo cruzado, randomizado, de dois tratamentos, dois per&#xED;odos, duas sequ&#xEA;ncias e dose &#xFA;nica para comparar a biodisponibilidade de duas formula&#xE7;&#xF5;es de 600mg de Ibuprofeno: c&#xE1;psulas de gelatina mole e comprimidos revestidos, em volunt&#xE1;rios sadios de ambos os sexos em condi&#xE7;&#xF5;es de jejum. Centro: Biocrom. 2008.</span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Suspens&#xE3;o Oral e Gotas</h3> <h4>Farmacodin&#xE2;mica</h4> <p>Ibuprofeno cont&#xE9;m Ibuprofeno, um derivado do &#xE1;cido fenilprop&#xE2;nico, inibidor da s&#xED;ntese das prostaglandinas, tendo propriedades analg&#xE9;sicas e antipir&#xE9;ticas. Os antipir&#xE9;ticos e analg&#xE9;sicos inibem a a&#xE7;&#xE3;o da cicloxigenase, diminuindo a forma&#xE7;&#xE3;o de precursores das prostaglandinas e dos tromboxanos a partir do &#xE1;cido araquid&#xF4;nico, diminuindo a a&#xE7;&#xE3;o destes mediadores no termostato hipotal&#xE2;mico e nos receptores de dor (nociceptores).</p> <h4>Farmacocin&#xE9;tica</h4> <p>O Ibuprofeno apresenta boa absor&#xE7;&#xE3;o oral, com aproximadamente 80% da dose absorvida no trato gastrintestinal, havendo diferen&#xE7;a quando da administra&#xE7;&#xE3;o em jejum ou ap&#xF3;s refei&#xE7;&#xE3;o, pois a presen&#xE7;a de alimentos diminui a absor&#xE7;&#xE3;o. O in&#xED;cio de a&#xE7;&#xE3;o ocorre em aproximadamente 15 a 30 minutos. A taxa de liga&#xE7;&#xE3;o proteica &#xE9; alta (99%) e a concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE1;xima &#xE9; atingida em 1,2 a 2,1 horas, tendo dura&#xE7;&#xE3;o de 4 a 6 horas, com meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o de 1,8 a 2 horas. A biotransforma&#xE7;&#xE3;o &#xE9; hep&#xE1;tica e a excre&#xE7;&#xE3;o praticamente se completa em 24 horas ap&#xF3;s a &#xFA;ltima dose, sendo menos de 1% excretado na forma inalterada.</p> <h3>Comprimido Revestido</h3> <h4>Propriedades Farmacodin&#xE2;micas</h4> <p>O Ibuprofeno tem a&#xE7;&#xE3;o farmacol&#xF3;gica de um agente anti-inflamat&#xF3;rio n&#xE3;o esteroidal.</p> <h5>Estudos cl&#xED;nicos:</h5> <p>Avalia&#xE7;&#xE3;o randomizada prospectiva da seguran&#xE7;a integrada de celecoxibe <em>versus</em> Ibuprofeno ou naproxeno.</p> <p>PRECISION foi um estudo duplo-cego de seguran&#xE7;a cardiovascular em 24.081 pacientes com OA ou AR com <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/doenca-cardiovascular-dcv-sintomas-fatores-de-risco-prevencao-tratamento-tipos-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">doen&#xE7;a cardiovascular</a> (DCV) ou com alto risco de DCV comparando celecoxibe (200-400mg por dia) com naproxeno (750-1000mg por dia) e Ibuprofeno (1800 -2400mg por dia) durante o tratamento de 42 meses mais 1 m&#xEA;s de acompanhamento ap&#xF3;s a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento. O desfecho prim&#xE1;rio, a colabora&#xE7;&#xE3;o antiplaquet&#xE1;ria de participantes (APTC), foi um composto de morte cardiovascular (incluindo morte hemorr&#xE1;gica), julgado independentemente, infarto do mioc&#xE1;rdio n&#xE3;o fatal ou acidente vascular cerebral n&#xE3;o fatal. Al&#xE9;m disso, houve um sub-estudo de 4 meses em 444 pacientes com foco nos efeitos das tr&#xEA;s drogas na press&#xE3;o arterial, conforme medido pelo monitoramento ambulatorial.</p> <p>No que diz respeito ao par&#xE2;metro final do CV prim&#xE1;rio, o tempo para o primeiro evento APTC, demonstrou que o celecoxibe era estatisticamente significantemente n&#xE3;o inferior ao Ibuprofeno e n&#xE3;o inferior ao naproxeno, e o Ibuprofeno demonstrou ser estatisticamente significantemente n&#xE3;o inferior ao naproxeno. A taxa de evento APTC foi de 2,7% no grupo Ibuprofeno, <em>versus</em> 2,3% no grupo celecoxibe e 2,5% no grupo naproxeno na an&#xE1;lise ITT, e foi de 1,9% <em>versus</em> 1,7% e 1,8%, respectivamente, na an&#xE1;lise MITT. Verificou-se a partir do estudo que, entre os indiv&#xED;duos com OA ou AR com DCV ou com alto risco de DCV, o tratamento com celecoxibe apresentava um risco de CV semelhante ou menor quando comparado ao Ibuprofeno ou ao naproxeno, o Ibuprofeno apresentava risco de CV semelhante ao naproxeno.</p> <p>Durante o tratamento, o MACE (eventos cardiovasculares adversos principais, definidos como eventos APTC, revasculariza&#xE7;&#xE3;o coron&#xE1;ria ou hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/angina-instavel\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/angina/c\" target=\"_blank\">angina</a> inst&#xE1;vel ou ataque isqu&#xEA;mico transit&#xF3;rio) ocorreu mais frequentemente no grupo Ibuprofeno (3,6%) em rela&#xE7;&#xE3;o ao grupo celecoxibe (3,1%) e naproxeno (3,2%). O aumento do risco de Ibuprofeno comparado ao celecoxibe definido como tempo para MACE foi estatisticamente significante. Os eventos gastrintestinais clinicamente significativos (0,7%, 0,3% e 0,7% para Ibuprofeno, celecoxibe e naproxeno, respectivamente) e <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/anemia-ferropriva\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/anemia-ferropriva/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">anemia ferropriva</a> de origem gastrintestinal clinicamente significativa (0,7%, 0,3% e 0,8% para Ibuprofeno, celecoxibe e naproxeno, respectivamente) ocorreram de forma semelhante nos grupos de Ibuprofeno e naproxeno, mas com menor frequ&#xEA;ncia no grupo celecoxibe; os aumentos de risco em rela&#xE7;&#xE3;o ao celecoxibe foram estatisticamente significativos. O composto de eventos renais clinicamente significativos ou interna&#xE7;&#xE3;o por ICC ou hipertens&#xE3;o no grupo Ibuprofeno foi semelhante ao grupo naproxeno (1,7% vs. 1,5%), mas foi mais frequente em rela&#xE7;&#xE3;o ao grupo celecoxibe (1,7% vs. 1,1%). O aumento do risco foi conduzido principalmente por eventos renais adjudicados (0,9% vs.0,5%).</p> <p>O sub-estudo ABPM mostrou, no m&#xEA;s 4, que os indiv&#xED;duos tratados com Ibuprofeno apresentaram aumento de 3,7mmHg na press&#xE3;o arterial sist&#xF3;lica (PAS) ambulatorial de 24 horas, enquanto que os indiv&#xED;duos tratados com celecoxibe apresentaram diminui&#xE7;&#xE3;o de 0,3mmHg e os indiv&#xED;duos tratados com naproxeno apresentaram aumento de 1,6mmHg. A diferen&#xE7;a de 3,9mmHg entre Ibuprofeno e celecoxibe foi estatisticamente significativa e clinicamente significativa. O Ibuprofeno n&#xE3;o foi estatisticamente diferente do naproxeno na magnitude da altera&#xE7;&#xE3;o na PAS de 24 horas no m&#xEA;s 4.</p> <h4>Propriedades Farmacocin&#xE9;ticas</h4> <p>O Ibuprofeno &#xE9; absorvido do trato gastrintestinal e o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica ocorre cerca de 1 a 2 horas ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o. O Ibuprofeno &#xE9; amplamente ligado &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> plasm&#xE1;ticas e tem uma meia-vida de aproximadamente 2 horas. Ele &#xE9; rapidamente excretado na urina principalmente como metab&#xF3;lito e seus conjugados. Aproximadamente 1% &#xE9; excretado na urina como Ibuprofeno inalterado e cerca de 14% como Ibuprofeno conjugado.</p> <h4>Dados de Seguran&#xE7;a Pr&#xE9;-Cl&#xED;nicos</h4> <p>Estudos de reprodu&#xE7;&#xE3;o conduzidos em ratos e coelhos em doses um pouco menores do que a dose m&#xE1;xima cl&#xED;nica n&#xE3;o demonstraram qualquer evid&#xEA;ncia de desenvolvimento anormal. Como n&#xE3;o houve estudos bem controlados em mulheres gr&#xE1;vidas, este f&#xE1;rmaco deve ser usado durante a gravidez somente se claramente necess&#xE1;rio. Devido aos efeitos conhecidos dos f&#xE1;rmacos anti-inflamat&#xF3;rios n&#xE3;o esteroidais sobre o sistema cardiovascular (CV) fetal (fechamento do canal arterial), deve-se evitar seu uso durante a gravidez avan&#xE7;ada. Assim como com outros f&#xE1;rmacos conhecidos por inibir a s&#xED;ntese de prostaglandinas, um aumento na incid&#xEA;ncia de distocia e atraso no parto ocorreram em ratas.</p> <h3>C&#xE1;psula</h3> <h4>Propriedades Farmacodin&#xE2;micas</h4> <p>O Ibuprofeno tem a&#xE7;&#xE3;o farmacol&#xF3;gica de um agente anti-inflamat&#xF3;rio n&#xE3;o-esteroide e possui atividades antiinflamat&#xF3;ria, analg&#xE9;sica e antipir&#xE9;tica. Age, provavelmente, inibindo a s&#xED;ntese de prostaglandinas.</p> <h4>Propriedades Farmacocin&#xE9;ticas</h4> <p>O Ibuprofeno &#xE9; absorvido do trato gastrintestinal e o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica ocorre cerca de 1-2 horas ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o. O Ibuprofeno &#xE9; amplamente ligado &#xE0;s prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas e tem uma meia-vida de aproximadamente 2 horas. Ele &#xE9; rapidamente excretado na urina principalmente como metab&#xF3;lito e seus conjugados. Aproximadamente 1% &#xE9; excretado na urina como Ibuprofeno inalterado e cerca de 14% como Ibuprofeno conjugado. O Ibuprofeno &#xE9; rapidamente metabolizado e eliminado pela urina; a excre&#xE7;&#xE3;o &#xE9; praticamente completa 24 horas ap&#xF3;s a &#xFA;ltima dose.</p> <h4>Dados de Seguran&#xE7;a Pr&#xE9;-Cl&#xED;nicos</h4> <p>Estudos de reprodu&#xE7;&#xE3;o conduzidos em ratos e coelhos em doses um pouco menores do que a dose m&#xE1;xima cl&#xED;nica n&#xE3;o demonstraram qualquer evid&#xEA;ncia de desenvolvimento anormal. Como n&#xE3;o houve estudos bem controlados em mulheres gr&#xE1;vidas, este f&#xE1;rmaco deve ser usado durante a gravidez somente se estritamente necess&#xE1;rio. Devido aos efeitos conhecidos dos f&#xE1;rmacos anti-inflamat&#xF3;rios n&#xE3;o esteroides sobre o sistema cardiovascular fetal (fechamento do canal arterial), deve se evitar seu uso durante a gravidez avan&#xE7;ada. Assim como com outros f&#xE1;rmacos conhecidos por inibir a s&#xED;ntese de prostaglandinas, um aumento na incid&#xEA;ncia de distocia e atraso no parto ocorreram em ratas.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Capsfen?

Conservar o medicamento em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30°C). Proteger da luz e umidade.

O prazo de validade do medicamento é de 24 meses a partir da data de fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Capsfen® cápsula gelatinosa mole consiste em uma solução viscosa límpida a opalescente, contida em cápsula gelatinosa mole, formato oblongo, cor verde translúcido.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres Legais do Capsfen

MS 1.0175.0021

Farm. Resp.:
Dr. Robson Mariano
CRF/SP: 30710

Registrado e Fabricado por:
Catalent Brasil Ltda.
Av. José Vieira, 446
Distrito Industrial Domingos Giomi
CEP: 13347-360
Indaiatuba / SP
CNPJ: 45.569.555/0007-82
Indústria Brasileira






Comercializado por:
Cifarma&nbsp;– Científica Farmacêutica Ltda.
Rod. BR 153 Km 5,5
Jardim Guanabara
CEP: 74675-090
Goiânia / GO
CNPJ: 17.562.075/0001-69
Indústria Brasileira






CAC
0800–7071212

Venda sob prescrição médica.

600mg, caixa com 200 cápsulas gelatinosas moles (embalagem hospitalar)

Princípio ativo
:
Ibuprofeno
Classe Terapêutica
:
Anti-Reumáticos Não Esteroidais Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Analgésico E Antitérmico
Especialidade
:
Clínica Médica

Bula do medicamento

Capsfen, para o que é indicado e para o que serve?

Capsfen® é indicado no alívio dos sinais e sintomas de artrite reumatoide, osteoartrite, reumatismo articular, nos traumas relacionados ao sistema musculoesquelético, quando estiverem presentes componentes inflamatórios e dolorosos. Capsfen® está indicado ainda no alívio da dor após procedimentos cirúrgicos em odontologia, ginecologia, ortopedia, traumatologia e otorrinolaringologia.

Como o&nbsp;Capsfen funciona?&nbsp;

{"tag":"hr","value":" <p>Capsfen<sup>&#xAE;</sup> &#xE9; um medicamento com a&#xE7;&#xE3;o anti-inflamat&#xF3;ria, analg&#xE9;sica e antipir&#xE9;tica.</p> "}

Quais as contraindicações do Capsfen?

  • <li>Em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal grave;</li> <li>Em pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica grave;</li> <li>Em pacientes com <a href="https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/" rel="noopener" target="_blank">insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> grave.</li>

Capsfen® é contraindicado a pacientes que apresentam hipersensibilidade ao ibuprofeno, a qualquer componente da fórmula ou a outros anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) tais como ácido acetilsalicílico, nimesulida e diclofenaco sódico. Existe potencial de sensibilidade cruzada com ácido acetilsalicílico e outros AINEs.

Contraindicado também para pacientes que apresentam a tríade do ácido acetilsalicílico (asma brônquica, rinite e intolerância ao ácido acetilsalicílico). Nesses pacientes foram registradas reações anafilactoides e reações asmáticas fatais.

No tratamento da dor perioperatória de cirurgia de revascularização do miocárdio (by-pass).

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Como usar o Capsfen?

Efeitos indesejáveis podem ser minimizados usando-se a menor dose eficaz de Capsfen® dentro do menor tempo necessário para controlar os sintomas.

Não se deve exceder a dose diária total de 3.200 mg. Na ocorrência de distúrbios gastrintestinais, administrar Capsfen® com as refeições ou leite. Em condições crônicas, os resultados terapêuticos são observados no prazo de alguns dias a 1 semana, porém na maioria dos casos esses efeitos são observados ao fim de 2 semanas de administração.

A dose recomendada é de 600 mg, via oral, 3 ou 4 vezes ao dia. A posologia de Capsfen® deve ser adequada a cada caso clínico, e pode ser diminuída ou aumentada a partir da dose inicial sugerida, dependendo da gravidade dos sintomas, seja no início da terapia ou de acordo com a resposta obtida.

Nos casos de artrite reumatóide juvenil, recomenda-se administrar 30 - 40 mg/kg/dia, em doses divididas.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Capsfen?&nbsp;

{"tag":"hr","value":" <p>A interrup&#xE7;&#xE3;o do tratamento com o ibuprofeno provoca o retorno &#xE0;s mesmas condi&#xE7;&#xF5;es de antes do tratamento. Procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico para dar continuidade ao tratamento. Ou, caso tenha qualquer d&#xFA;vida, entre em contato com nossa Central de Atendimento ao Consumidor, no telefone constante da embalagem.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Capsfen?

Deve-se evitar o uso concomitante de Capsfen® com anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), tais como ácido acetilsalicílico, nimesulida, diclofenaco sódico ou potássico e outros, incluindo inibidores da cicloxigenase-2 (COX-2) como celecoxibe e parecoxibe.

Efeitos cardíacos

Os AINEs podem causar um aumento no risco de eventos trombóticos cardiovasculares graves, infarto do miocárdio e derrame, que podem ser fatais. O risco pode aumentar com a duração do uso. Pacientes com doença cardiovascular conhecida podem estar sob um risco maior. A fim de minimizar o risco potencial para um evento cardiovascular em pacientes tratados com Capsfen®, a menor dose eficaz deve ser usada pelo menor tempo possível. Médicos e pacientes devem estar alertas para o desenvolvimento de tais eventos,mesmo na ausência de sintomas cardiovasculares prévios. Os pacientes devem ser informados sobre os sinais e/ou sintomas de toxicidade cardiovascular grave e as medidas a serem tomadas se isso ocorrer.

Retenção de líquido/edema

Assim como com outros fármacos conhecidos por inibir a síntese de prostaglandinas, foram observados retenção de líquidos e edema em alguns pacientes usando AINEs, incluindo Capsfen®. Portanto, Capsfen® deve ser usado com cautela em pacientes com função cardíaca comprometida e outras condições que predisponham a, ou piorem pela retenção de líquidos. Os pacientes com insuficiência cardíaca congestiva preexistente ou hipertensão devem ser cuidadosamente monitorados.

Efeitos gastrintestinais

Os AINEs, incluindo Capsfen®, podem causar eventos gastrintestinais graves incluindo inflamação, sangramento, ulceração e perfuração do estômago, intestino delgado ou grosso, que podem ser fatais. Quando sangramento ou ulceração gastrintestinal ocorre em pacientes recebendo Capsfen®, o tratamento deve ser descontinuado. A maioria dos pacientes sob risco de desenvolver esses tipos de complicações gastrintestinais com AINEs são os idosos, pacientes com doença cardiovascular, pacientes usando ácido acetilsalicílico concomitante, ou pacientes com história prévia de, ou com doença gastrintestinal ativa, tais como ulceração, sangramento gastrintestinal ou condições inflamatórias. Portanto, Capsfen® deve ser administrado com cautela nesses pacientes.

Efeitos hepáticos

Da mesma forma que com outros anti-inflamatórios não esteroides, podem ocorrer elevações limítrofes em um ou mais testes laboratoriais hepáticos em até 15% dos pacientes. Essas anormalidades podem progredir, permanecer essencialmente inalteradas ou serem transitórias com a continuidade do tratamento. Pacientes com sinais e/ou sintomas sugerindo disfunção hepática ou com testes hepáticos anormais, devem ser avaliados quanto a evidências de desenvolvimento de reações hepáticas mais graves durante terapia com Capsfen®.

Foram relatadas reações hepáticas graves, inclusive icterícia e casos de hepatite fatal, com o uso de Capsfen® ou outros anti-inflamatórios não esteroides. Embora tais reações sejam raras, caso os testes hepáticos anormais persistam ou piorem, caso se desenvolvam sinais e sintomas clínicos consistentes com doença hepática, ou se ocorrerem manifestações sistêmicas (por exemplo: eosinofilia, rash), o tratamento com Capsfen® deve ser suspenso.

Efeitos oftalmológicos

Foram relatados diminuição da acuidade visual e/ou visão turva, escotomas e/ou alterações na "visão em cores". Se o paciente desenvolver quaisquer dessas reações durante o tratamento com Capsfen®, o medicamento deve ser descontinuado e o paciente submetido a um exame oftalmológico que inclua testes de campo visual central e visão de cores.

Reações cutâneas

Reações cutâneas graves, algumas delas fatais, incluindo dermatite esfoliativa, síndrome de Stevens-Johnson (que se caracteriza por descamação da pele acompanhada de bolhas) e necrólise epidérmica tóxica, foram relatadas muito raramente em associação com o uso de AINEs, incluindo Capsfen®. Os pacientes parecem estar sob um risco maior de desenvolverem esses eventos no início do tratamento, com o início do evento ocorrendo, na maioria dos casos, dentro do primeiro mês de tratamento. Capsfen® deve ser descontinuado ao primeiro sinal de rash cutâneo (manchas avermelhadas isoladas ou em toda extensão do corpo, podendo ou não apresentar relevo), lesões na mucosa ou qualquer outro sinal de hipersensibilidade.

Efeitos renais

Em raros casos, os AINEs, incluindo Capsfen®, podem causar nefrite intersticial, glomerulite, necrose papilar e síndrome nefrótica. Os AINEs inibem a síntese de prostaglandinas renais que atuam como auxiliares na manutenção da perfusão renal em pacientes cujo fluxo sanguíneo renal e volume sanguíneo são reduzidos. Nesses pacientes, a administração de um AINE pode precipitar uma descompensação renal evidente, que é tipicamente seguida pela recuperação retornando-se ao estado pré-tratamento com a descontinuação do tratamento de AINEs. Os pacientes que correm maior risco são aqueles com insuficiência cardíaca congestiva, cirrose hepática, síndrome nefrótica e doença renal evidente. Tais pacientes devem ser cuidadosamente monitorados durante o tratamento com AINEs.

Como o ibuprofeno é eliminado principalmente pelos rins, pacientes com função renal significativamente prejudicada devem ser cuidadosamente monitorados e uma redução na dose deve ser antecipada para evitar acúmulo do fármaco. Os pacientes com alto risco de desenvolverem disfunção renal com o uso crônico de Capsfen® devem ter a função renal avaliada periodicamente.

Hipersensibilidade

Cerca de 10% dos pacientes asmáticos podem ter asma sensível ao ácido acetilsalicílico. O uso de ácido acetilsalicílico em pacientes com asma sensível a esse medicamento foi associado a broncospasmo grave, que pode ser fatal. Foi registrada reatividade cruzada, incluindo broncospasmo, entre ácido acetilsalicílico e outros medicamentos anti-inflamatórios não esteroides em pacientes com sensibilidade ao ácido acetilsalicílico; portanto, Capsfen® não deve ser administrado a pacientes com esse tipo de sensibilidade ao ácido acetilsalicílico e deve ser usado com cautela em todos os pacientes com asma preexistente.

Podem ocorrer reações anafilactoides mesmo em pacientes sem exposição prévia ao ibuprofeno.

Capsfen®, como outros agentes anti-inflamatórios não esteroides, pode inibir a agregação plaquetária, embora esse efeito seja quantitativamente menor e tenha menor duração que o observado com o ácido acetilsalicílico. Foi demonstrado que Capsfen® prolonga o tempo de sangramento (porém dentro dos limites normais) em indivíduos normais. Como esse efeito pode ser mais acentuado em pacientes com distúrbios hemostáticos subjacentes, Capsfen® deve ser usado com cautela em indivíduos com defeitos intrínsecos da coagulação e naqueles utilizando anticoagulantes.

A atividade antipirética e anti-inflamatória do ibuprofeno pode reduzir a febre e a inflamação, diminuindo assim a utilidade desses sinais como meio de diagnóstico na detecção de complicações de presumíveis condições dolorosas não infecciosas e não inflamatórias.

Relatou-se, raramente, meningite asséptica com febre e coma, em pacientes em terapia com Capsfen®. Embora sua ocorrência seja mais provável em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico e doenças do tecido conjuntivo relacionadas, ela foi relatada em pacientes que não apresentavam doença crônica subjacente. Se forem observados sinais ou sintomas de meningite em um paciente em tratamento com Capsfen®, deve-se considerar a possibilidade de relação com o tratamento.

Efeitos na Habilidade de Dirigir e Operar Máquinas

O efeito de Capsfen® na habilidade de dirigir e operar máquinas não foi estudado.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Capsfen?

A probabilidade de relação causal com o ibuprofeno existe para as seguintes reações adversas:

Infecções e infestações

Cistite, rinite.

Distúrbios do sangue e do sistema linfático

Agranulocitose, anemia aplástica, eosinofilia, anemia hemolítica (algumas vezes Coombs positivo), neutropenia, pancitopenia, trombocitopenia com ou sem púrpura.

Distúrbios do sistema imune

Reações anafilactoides, anafilaxia.

Distúrbios metabólicos e nutricionais

Redução do apetite, retenção de líquidos (geralmente responde prontamente à descontinuação do medicamento).

Distúrbios psiquiátricos

Confusão, depressão, labilidade emocional, insônia, nervosismo.

Distúrbios do sistema nervoso

Meningite asséptica com febre e coma, convulsões, tontura, cefaleia, sonolência.

Distúrbios visuais

Ambliopia (visão embaçada e/ou diminuída, escotoma e/ou alterações na visão de cores), olhos secos.

Distúrbios do ouvido e labirinto

Perda da audição e zumbido.

Distúrbios cardíacos

Insuficiência cardíaca congestiva em pacientes com função cardíaca limítrofe e palpitações.

Distúrbios vasculares

Hipotensão.

Distúrbios respiratórios, torácico e mediastinal

Broncospasmo e dispneia.

Distúrbios gastrintestinais

Cólicas ou dores abdominais, desconforto abdominal, constipação, diarreia, boca seca, duodenite, dispepsia, dor epigástrica, sensação de plenitude do trato gastrintestinal (eructação e flatulência), úlcera gástrica ou duodenal com sangramento e/ou perfuração, gastrite, hemorragia gastrintestinal, úlcera gengival, hematêmese, indigestão, melena, náuseas, esofagite, pancreatite, inflamação do intestino delgado ou grosso, vômito.

Distúrbio hepatobiliar

Insuficiência hepática, necrose hepática, hepatite, síndrome hepatorrenal, icterícia.

Distúrbios da pele e tecido subcutâneo

Alopecia, eritema multiforme, dermatite esfoliativa, síndrome de Lyell (necrólise epidérmica tóxica), reações de fotossensibilidade, prurido, rash (inclusive do tipo maculopapular), síndrome de Stevens-Johnson, urticária, erupções vesículo-bolhosas.

Distúrbios renais e urinários

Insuficiência renal aguda em pacientes com significativa disfunção renal preexistente, azotemia, glomerulite, hematúria, poliúria, necrose papilar renal, necrose tubular.

Distúrbios gerais e no local de administração

Edema.

Laboratorial

Pressão sanguínea elevada, diminuição da hemoglobina e hematócrito, diminuição do clearance de creatinina, teste de função hepática anormal.&nbsp;

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Uso em idosos

A idade avançada exerce mínima influência na farmacocinética do ibuprofeno. Pacientes idosos ou debilitados toleram menos a ulceração e sangramento do que outros indivíduos e a maioria dos relatos espontâneos de eventos gastrintestinais fatais ocorreu na população geriátrica. Alterações, relacionadas à idade, na fisiologia hepática, renal e do SNC, assim como condições de co-morbidades e medicações concomitantes devem ser consideradas antes do início da terapia com Capsfen®. Monitoração cuidadosa e educação do paciente idoso são essenciais.

Uso em crianças

Não foram realizados estudos clínicos controlados para avaliar a segurança e eficácia do ibuprofeno em crianças.

Uso durante a gravidez

Não se recomenda a administração de Capsfen® durante a gravidez. Estudos de reprodução em animais não mostraram evidências de anormalidades no desenvolvimento. Contudo, esses estudos não são sempre preditivos da resposta humana. Não existem estudos adequados e bem controlados, em pacientes grávidas.

Devido aos efeitos conhecidos dos anti-inflamatórios não esteroides sobre o sistema cardiovascular fetal (fechamento do canal arterial), deve-se evitar seu uso durante o período tardio da gravidez.

Da mesma forma que ocorre com outros fármacos que inibem a síntese de prostaglandinas, ocorreu um aumento da incidência de distocia e parto retardado em ratas. Não se recomenda o uso de ibuprofeno durante o trabalho de parto.

Uso durante a lactação

Em número limitado de estudos com um método de detecção de até 1 mcg/mL não se mostrou a presença de ibuprofeno no leite de nutrizes. Entretanto, devido à natureza limitada desses estudos e dos possíveis efeitos adversos dos fármacos inibidores de prostaglandinas em neonatos, Capsfen® não é recomendado no período de amamentação.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Riscos

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>N&#xE3;o use este medicamento em casos de &#xFA;lcera, gastrite, doen&#xE7;a dos rins ou se voc&#xEA; j&#xE1; teve rea&#xE7;&#xE3;o al&#xE9;rgica a antiinflamat&#xF3;rios.</strong></p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Qual a composição do Capsfen?

Cada cápsula gelatinosa mole de Capsfen® contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:238px\"> <p style=\"text-align:center\">Ibuprofeno</p> </td> <td style=\"width:231px\"> <p style=\"text-align:center\">600 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:238px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:231px\"> <p style=\"text-align:center\">1 c&#xE1;psula</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: macrogol, hidróxido de amônio, gelatina, glicerol, metilparabeno, propilparabeno, corante azul brilhante, corante D&C amarelo n° 10, sorbitol, sorbitans e água purificada.

Apresentação do&nbsp;Capsfen

{"tag":"hr","value":" <h3>C&#xE1;psula gelatinosa mole &#x2013; 600 mg</h3> <p>Embalagem contendo 10 c&#xE1;psulas.</p> <p><strong>Uso oral.&amp;nbsp;</strong></p> <p><strong>Uso adulto.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Capsfen maior do que a recomendada?

Procurar socorro médico imediatamente. O tratamento deve ser sintomático e de suporte. Deve-se promover esvaziamento do estômago, através da indução de vômito ou lavagem gástrica. Não há antídoto específico.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Capsfen com outros remédios?

Anticoagulantes

Diversos estudos controlados de curto prazo não conseguiram demonstrar que o ibuprofeno afeta significativamente o tempo de protrombina ou uma variedade de outros fatores de coagulação quando administrado a indivíduos sob tratamento com anticoagulantes do tipo cumarínicos. No entanto, foi relatado sangramento quando ibuprofeno foi administrado a estes pacientes. Deve-se ter cautela quando se administrar Capsfen® a pacientes em terapia com anticoagulantes.

Anti-hipertensivos incluindo diuréticos, inibidores da enzima conversora da angiotensina (ECA), tais como captopril e enalapril, antagonistas da angiotensina II (AIIA) como losartana e valsartana

Os AINEs podem reduzir a eficácia dos diuréticos e outros fármacos anti-hipertensivos.

Em pacientes com função renal prejudicada (por exemplo: pacientes desidratados ou idosos com comprometimento da função renal), a co-administração de um inibidor da ECA ou um AIIA com um inibidor da cicloxigenase pode aumentar a deterioração da função renal, incluindo a possibilidade de insuficiência renal aguda, que geralmente é reversível. A ocorrência dessas interações deve ser considerada em pacientes usando Capsfen® com inibidores da ECA ou um AIIA.

Portanto, a administração concomitante desses fármacos deve ser feita com cautela, especialmente em pacientes idosos. Os pacientes devem ser hidratados adequadamente e a função renal deve ser monitorada e avaliada no início do tratamento concomitante e periodicamente.

Ácido acetilsalicílico

O uso crônico e concomitante de ibuprofeno e ácido acetilsalicílico não é recomendado.

Corticosteroides

Aumento do risco de ulceração gastrintestinal ou sangramento.

Ciclosporina

Devido aos efeitos sobre as prostaglandinas renais, os inibidores da cicloxigenase podem aumentar o risco de nefrotoxicidade com ciclosporina.

Diuréticos

Estudos clínicos, bem como observações randômicas, mostraram que o ibuprofeno pode reduzir o efeito natriurético da furosemida, tiazidas ou outros diuréticos em alguns pacientes. Essa atividade foi atribuída à inibição da síntese renal de prostaglandina por ibuprofeno e outros anti-inflamatórios não esteroides. Portanto, quando Capsfen® for utilizado concomitantemente à furosemida, à tiazida ou a outros diuréticos, o paciente deve ser cuidadosamente observado para se determinar se foi obtido o efeito desejado do diurético.

Lítio

O ibuprofeno produziu uma elevação clinicamente significativa dos níveis plasmáticos de lítio e uma redução no clearance renal do lítio, em um estudo com 11 voluntários normais. A concentração média mínima de lítio aumentou 15% e o clearance renal do lítio foi significativamente mais baixo durante o período de administração simultânea dos medicamentos. Esse efeito foi atribuído à inibição da síntese renal de prostaglandina. Portanto, quando Capsfen® e lítio são administrados simultaneamente, os pacientes devem ser cuidadosamente observados para detecção de sinais de toxicidade por lítio. Deve-se atentar para as informações para prescrição do lítio, antes do uso concomitante dos dois fármacos.

Antagonistas H2

Em estudos com voluntários, a co-administração de cimetidina ou ranitidina não alterou significativamente a concentração sérica do ibuprofeno.

Metotrexato

Deve-se ter cautela quando metotrexato é administrado concomitantemente com AINEs, incluindo Capsfen®, porque a administração de AINEs pode resultar em aumento dos níveis plasmáticos de metotrexato.

Tacrolimo

Possível aumento do risco de nefrotoxicidade quando AINEs são administrados com tacrolimo.&nbsp;

Anormalidades em testes laboratoriais

Foi observada diminuição da hemoglobina em 1 g ou mais em aproximadamente 20% dos pacientes recebendo até 2.400 mg de ibuprofeno por dia. Achados similares foram observados com outros fármacos anti-inflamatórios não esteroides; o mecanismo é desconhecido.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Capsfen (Ibuprofeno)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Suspens&#xE3;o Oral e Gotas</h3> <p>O estudo PAIN (<em>Paracetamol, Aspirin, lbuprofen new tolerability</em>) foi um estudo randomizado e cego, delineado para comparar tr&#xEA;s analg&#xE9;sicos no tratamento da dor aguda. Um total de 8.677 adultos foram randomizados para tratamento com Ibuprofeno (1.200mg/d), paracetamol (3g/d) e aspirina (3g/d). As principais indica&#xE7;&#xF5;es foram dor musculoesquel&#xE9;tica (31-33%), <a href=\"https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/c\" target=\"_blank\">resfriado</a> comum (19-20%), dorsalgia (15 17%) e cefaleia (10-11%). Observou-se maior incid&#xEA;ncia de eventos adversos com aspirina (10, 1%) em compara&#xE7;&#xE3;o com Ibuprofeno (7,0%, P &lt; 0,001) ou paracetamol (7,8%). Eventos adversos gastrintestinais ocorreram em menor frequ&#xEA;ncia nos pacientes tratados com i buprofeno (4,0%) em compara&#xE7;&#xE3;o com aspirina (7,1%, P &lt; 0,001) ou paracetamol (5,3%, p = 0,025).<sup>1</sup></p> <p>O <em>Boston University Fever Study</em> envolveu 84.192 crian&#xE7;as com idade entre seis meses e 12 anos, com doen&#xE7;a febril. As crian&#xE7;as foram randomizadas para tratamento com paracetamol (12mg/kg por dose a cada 4-6 horas) ou Ibuprofeno (5 10mg/kg por dose a cada 4-6 horas). O desfecho prim&#xE1;rio foi a ocorr&#xEA;ncia de eventos adversos graves como sangramento gastrintestinal, insufici&#xEA;ncia renal aguda ou anafilaxia. O desfecho secund&#xE1;rio foi a ocorr&#xEA;ncia de interna&#xE7;&#xE3;o hospitalar por outras complica&#xE7;&#xF5;es.</p> <p>N&#xE3;o se observou diferen&#xE7;a estatisticamente significativa entre as duas medica&#xE7;&#xF5;es quanto &#xE0; necessidade de interna&#xE7;&#xE3;o hospitalar por evento adverso, ou qualquer altera&#xE7;&#xE3;o significativa da fun&#xE7;&#xE3;o renal nos pacientes tratados com Ibuprofeno. Por outro lado, as crian&#xE7;as que foram tratadas com Ibuprofeno apresentaram menor risco de consultas m&#xE9;dicas por asma (3,0%; IC95% 2,1-4, 1%) do que aquelas tratadas com paracetamol (5,1%; IC95% 3,5-7,1%), P = 0,02.<sup>2</sup></p> <p>Magni e colaboradores realizaram um estudo multic&#xEA;ntrico, aberto e randomizado para avaliar a atividade antipir&#xE9;tica e a tolerabilidade de doses orais &#xFA;nicas de Ibuprofeno <em>versus</em> dipirona em lactentes e crian&#xE7;as febris. Cento e vinte e dois pacientes de ambos os sexos, com idade entre 6 meses e 8 anos, com temperatura axilar &#x2265; 38,0&#xB0;C foram randomizados (1:1) para Ibuprofeno (10mg/kg) ou dipirona (l5mg/kg), administrados em doses orais &#xFA;nicas. A temperatura axilar e os eventos adversos foram avaliados ap&#xF3;s 10, 20, 30 e 45 minutos e, a seguir, de 1 em 1 hora, durante 8 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o. As m&#xE9;dias de temperatura foram significativamente menores nos pacientes que receberam Ibuprofeno, em rela&#xE7;&#xE3;o aos que receberam dipirona, nos grupos de febre alta entre (&gt;39,1&#xB0;C) e baixa (38,0&#xB0;C e 39,1&#xB0;C) (p = 0,04). Ap&#xF3;s 1, 2 e 4 horas da administra&#xE7;&#xE3;o das drogas, o valor absoluto da soma ponderada das diferen&#xE7;as de temperatura a partir dos valores basais foi significativamente menor no grupo de febre alta da dipirona, quando comparado ao grupo de febre alta do Ibuprofeno, o que significa maior efeito para este &#xFA;ltimo. Houve diferen&#xE7;as estatisticamente significativas no tempo para normaliza&#xE7;&#xE3;o da temperatura (&lt;37,2&#xB0;C) entre o Ibuprofeno e a dipirona nos grupos de temperatura baixa (3,1 &#xB1; 2,04 vs. 4,5 &#xB1; 3,06 horas, p = 0,01) e alta (2.7 &#xB1; 1,68 vs. 5,4 &#xB1; 3,15 horas, p = 0,003). A diferen&#xE7;a do tempo de persist&#xEA;ncia do efeito antipir&#xE9;tico foi tamb&#xE9;m estatisticamente significativa para o grupo de temperatura alta, a favor do Ibuprofeno (3,4 &#xB1; 2,03 vs. 1,8 &#xB1; 1,89 hora, p = 0,01). As duas drogas apresentaram perfis de tolerabilidade compar&#xE1;veis. Os autores conclu&#xED;ram que uma dose oral &#xFA;nica de Ibuprofeno demonstrou proporcionar antipirese mais r&#xE1;pida, potente e por um tempo mais longo do que uma dose oral &#xFA;nica de dipirona, especialmente na presen&#xE7;a de febre alta.<sup>3</sup></p> <p>Autret e colaboradores conduziram um estudo randomizado, aberto, multic&#xEA;ntrico e comparativo entre Ibuprofeno (7,5mg/kg), paracetamol (10mg/kg) e aspirina (10mg/kg), que envolveu 351 crian&#xE7;as com idade entre 6 e 24 meses com febre (temperatura retal &gt; 39&#xB0;C). A temperatura foi avaliada ap&#xF3;s 1, 4 e 6 horas da administra&#xE7;&#xE3;o. Observou-se maior queda da temperatura nas crian&#xE7;as tratadas com Ibuprofeno em compara&#xE7;&#xE3;o com aquelas tratadas com aspirina ou paracetamol. A avalia&#xE7;&#xE3;o do conforto das crian&#xE7;as atrav&#xE9;s de escala visual mostrou superioridade do Ibuprofeno frente aos outros tratamentos.<sup>4</sup></p> <p><strong>Bibliografia</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Moore N, van Ganse E, Le Pare JM. The PAIN study: paracetamol, aspirin and ibuprofen new tolerability study: a large-scale, randomized clinical trial comparing the tolerability of aspirin, ibuprofen and paracetamol for short-term analgesia. Clin Drug lnvest. 1999; 18:89-98.<br> 2. Lesko SM, Mitchell AA. An assessment of the safety of pediatric ibuprofen: a practitionerbased randomized clinical trial. JAMA. 1995;273(12):929-33.<br> 3. Magni AM, Ros&#xE1;rio N, Murahovschi J, et al. Efeito antipir&#xE9;tico e tolerabilidade do Ibuprofeno versus a dipirona, em dose oral &#xFA;nica, em pacientes pedi&#xE1;tricos - estudo aberto, randomizado, multic&#xEA;ntrico brasileiro. Ped Mod. 2007;43(1):32-40.<br> 4. Autret E, Reboui-Marty J, Henry-Launois B, et al. Evaluation of ibuprofen versus aspirin and paracetamol on efficacy and comfort in children with fever. Eur J Clin Pharmacol. 1997;51(5):367-71.</br></br></br></span></p> <h3>Comprimido Revestido</h3> <h4>Estudos</h4> <p>Efic&#xE1;cia antipir&#xE9;tica e analg&#xE9;sica de 600mg de Ibuprofeno mostraram-se compar&#xE1;veis &#xE0; dose de 600mg de &#xE1;cido acetilsalic&#xED;lico.<sup>1,2</sup></p> <p>Em outro estudo, 600mg de Ibuprofeno se mostraram superiores a 750mg de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/acido-mefenamico/bula\" target=\"_blank\">&#xE1;cido mefen&#xE2;mico</a> e compar&#xE1;veis a 800mg de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/fenilbutazona-calcica/bula\" target=\"_blank\">fenilbutazona</a>.<sup>2</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1-David F. Salo, MD, PhD, Robert Lavery, MA, MICP, Vikram Varma, MD, Jennifer Goldberg, MS, PA-C, Tara Shapiro, DO, Alan Kenwood, MDA Randomized, Clinical Trial Comparing Oral Celecoxib 200 mg, Celecoxib 400mg, and Ibuprofen 600mg for Acute Pain. ACAD EMERG MED &#x2022; January 2003, Vol. 10, N&#xBA;. 1.<br> 2- John R Lewis, Evaluation of Ibuprofen (Motrin) A NEW RHEUMATIC AGENT, JAMA, July 1975 365-367.</br></span></p> <h3>C&#xE1;psula</h3> <p>Um estudo com 26 volunt&#xE1;rios foi realizado comparando a biodisponibilidade do Ibuprofeno 600mg na forma farmac&#xEA;utica de c&#xE1;psulas gelatinosas moles com o comprimido revestido de mesma concentra&#xE7;&#xE3;o. Os medicamentos foram administrados com &#xE1;gua a temperatura ambiente, em jejum. N&#xE3;o houve eventos adversos graves durante o estudo, sendo as medica&#xE7;&#xF5;es bem toleradas. Ambas as formula&#xE7;&#xF5;es foram equivalentes, contudo a c&#xE1;psula gelatinosa mole demonstrou uma absor&#xE7;&#xE3;o mais r&#xE1;pida que o comprimido revestido.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">Estudo cruzado, randomizado, de dois tratamentos, dois per&#xED;odos, duas sequ&#xEA;ncias e dose &#xFA;nica para comparar a biodisponibilidade de duas formula&#xE7;&#xF5;es de 600mg de Ibuprofeno: c&#xE1;psulas de gelatina mole e comprimidos revestidos, em volunt&#xE1;rios sadios de ambos os sexos em condi&#xE7;&#xF5;es de jejum. Centro: Biocrom. 2008.</span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Suspens&#xE3;o Oral e Gotas</h3> <h4>Farmacodin&#xE2;mica</h4> <p>Ibuprofeno cont&#xE9;m Ibuprofeno, um derivado do &#xE1;cido fenilprop&#xE2;nico, inibidor da s&#xED;ntese das prostaglandinas, tendo propriedades analg&#xE9;sicas e antipir&#xE9;ticas. Os antipir&#xE9;ticos e analg&#xE9;sicos inibem a a&#xE7;&#xE3;o da cicloxigenase, diminuindo a forma&#xE7;&#xE3;o de precursores das prostaglandinas e dos tromboxanos a partir do &#xE1;cido araquid&#xF4;nico, diminuindo a a&#xE7;&#xE3;o destes mediadores no termostato hipotal&#xE2;mico e nos receptores de dor (nociceptores).</p> <h4>Farmacocin&#xE9;tica</h4> <p>O Ibuprofeno apresenta boa absor&#xE7;&#xE3;o oral, com aproximadamente 80% da dose absorvida no trato gastrintestinal, havendo diferen&#xE7;a quando da administra&#xE7;&#xE3;o em jejum ou ap&#xF3;s refei&#xE7;&#xE3;o, pois a presen&#xE7;a de alimentos diminui a absor&#xE7;&#xE3;o. O in&#xED;cio de a&#xE7;&#xE3;o ocorre em aproximadamente 15 a 30 minutos. A taxa de liga&#xE7;&#xE3;o proteica &#xE9; alta (99%) e a concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE1;xima &#xE9; atingida em 1,2 a 2,1 horas, tendo dura&#xE7;&#xE3;o de 4 a 6 horas, com meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o de 1,8 a 2 horas. A biotransforma&#xE7;&#xE3;o &#xE9; hep&#xE1;tica e a excre&#xE7;&#xE3;o praticamente se completa em 24 horas ap&#xF3;s a &#xFA;ltima dose, sendo menos de 1% excretado na forma inalterada.</p> <h3>Comprimido Revestido</h3> <h4>Propriedades Farmacodin&#xE2;micas</h4> <p>O Ibuprofeno tem a&#xE7;&#xE3;o farmacol&#xF3;gica de um agente anti-inflamat&#xF3;rio n&#xE3;o esteroidal.</p> <h5>Estudos cl&#xED;nicos:</h5> <p>Avalia&#xE7;&#xE3;o randomizada prospectiva da seguran&#xE7;a integrada de celecoxibe <em>versus</em> Ibuprofeno ou naproxeno.</p> <p>PRECISION foi um estudo duplo-cego de seguran&#xE7;a cardiovascular em 24.081 pacientes com OA ou AR com <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/doenca-cardiovascular-dcv-sintomas-fatores-de-risco-prevencao-tratamento-tipos-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">doen&#xE7;a cardiovascular</a> (DCV) ou com alto risco de DCV comparando celecoxibe (200-400mg por dia) com naproxeno (750-1000mg por dia) e Ibuprofeno (1800 -2400mg por dia) durante o tratamento de 42 meses mais 1 m&#xEA;s de acompanhamento ap&#xF3;s a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento. O desfecho prim&#xE1;rio, a colabora&#xE7;&#xE3;o antiplaquet&#xE1;ria de participantes (APTC), foi um composto de morte cardiovascular (incluindo morte hemorr&#xE1;gica), julgado independentemente, infarto do mioc&#xE1;rdio n&#xE3;o fatal ou acidente vascular cerebral n&#xE3;o fatal. Al&#xE9;m disso, houve um sub-estudo de 4 meses em 444 pacientes com foco nos efeitos das tr&#xEA;s drogas na press&#xE3;o arterial, conforme medido pelo monitoramento ambulatorial.</p> <p>No que diz respeito ao par&#xE2;metro final do CV prim&#xE1;rio, o tempo para o primeiro evento APTC, demonstrou que o celecoxibe era estatisticamente significantemente n&#xE3;o inferior ao Ibuprofeno e n&#xE3;o inferior ao naproxeno, e o Ibuprofeno demonstrou ser estatisticamente significantemente n&#xE3;o inferior ao naproxeno. A taxa de evento APTC foi de 2,7% no grupo Ibuprofeno, <em>versus</em> 2,3% no grupo celecoxibe e 2,5% no grupo naproxeno na an&#xE1;lise ITT, e foi de 1,9% <em>versus</em> 1,7% e 1,8%, respectivamente, na an&#xE1;lise MITT. Verificou-se a partir do estudo que, entre os indiv&#xED;duos com OA ou AR com DCV ou com alto risco de DCV, o tratamento com celecoxibe apresentava um risco de CV semelhante ou menor quando comparado ao Ibuprofeno ou ao naproxeno, o Ibuprofeno apresentava risco de CV semelhante ao naproxeno.</p> <p>Durante o tratamento, o MACE (eventos cardiovasculares adversos principais, definidos como eventos APTC, revasculariza&#xE7;&#xE3;o coron&#xE1;ria ou hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/angina-instavel\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/angina/c\" target=\"_blank\">angina</a> inst&#xE1;vel ou ataque isqu&#xEA;mico transit&#xF3;rio) ocorreu mais frequentemente no grupo Ibuprofeno (3,6%) em rela&#xE7;&#xE3;o ao grupo celecoxibe (3,1%) e naproxeno (3,2%). O aumento do risco de Ibuprofeno comparado ao celecoxibe definido como tempo para MACE foi estatisticamente significante. Os eventos gastrintestinais clinicamente significativos (0,7%, 0,3% e 0,7% para Ibuprofeno, celecoxibe e naproxeno, respectivamente) e <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/anemia-ferropriva\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/anemia-ferropriva/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">anemia ferropriva</a> de origem gastrintestinal clinicamente significativa (0,7%, 0,3% e 0,8% para Ibuprofeno, celecoxibe e naproxeno, respectivamente) ocorreram de forma semelhante nos grupos de Ibuprofeno e naproxeno, mas com menor frequ&#xEA;ncia no grupo celecoxibe; os aumentos de risco em rela&#xE7;&#xE3;o ao celecoxibe foram estatisticamente significativos. O composto de eventos renais clinicamente significativos ou interna&#xE7;&#xE3;o por ICC ou hipertens&#xE3;o no grupo Ibuprofeno foi semelhante ao grupo naproxeno (1,7% vs. 1,5%), mas foi mais frequente em rela&#xE7;&#xE3;o ao grupo celecoxibe (1,7% vs. 1,1%). O aumento do risco foi conduzido principalmente por eventos renais adjudicados (0,9% vs.0,5%).</p> <p>O sub-estudo ABPM mostrou, no m&#xEA;s 4, que os indiv&#xED;duos tratados com Ibuprofeno apresentaram aumento de 3,7mmHg na press&#xE3;o arterial sist&#xF3;lica (PAS) ambulatorial de 24 horas, enquanto que os indiv&#xED;duos tratados com celecoxibe apresentaram diminui&#xE7;&#xE3;o de 0,3mmHg e os indiv&#xED;duos tratados com naproxeno apresentaram aumento de 1,6mmHg. A diferen&#xE7;a de 3,9mmHg entre Ibuprofeno e celecoxibe foi estatisticamente significativa e clinicamente significativa. O Ibuprofeno n&#xE3;o foi estatisticamente diferente do naproxeno na magnitude da altera&#xE7;&#xE3;o na PAS de 24 horas no m&#xEA;s 4.</p> <h4>Propriedades Farmacocin&#xE9;ticas</h4> <p>O Ibuprofeno &#xE9; absorvido do trato gastrintestinal e o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica ocorre cerca de 1 a 2 horas ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o. O Ibuprofeno &#xE9; amplamente ligado &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> plasm&#xE1;ticas e tem uma meia-vida de aproximadamente 2 horas. Ele &#xE9; rapidamente excretado na urina principalmente como metab&#xF3;lito e seus conjugados. Aproximadamente 1% &#xE9; excretado na urina como Ibuprofeno inalterado e cerca de 14% como Ibuprofeno conjugado.</p> <h4>Dados de Seguran&#xE7;a Pr&#xE9;-Cl&#xED;nicos</h4> <p>Estudos de reprodu&#xE7;&#xE3;o conduzidos em ratos e coelhos em doses um pouco menores do que a dose m&#xE1;xima cl&#xED;nica n&#xE3;o demonstraram qualquer evid&#xEA;ncia de desenvolvimento anormal. Como n&#xE3;o houve estudos bem controlados em mulheres gr&#xE1;vidas, este f&#xE1;rmaco deve ser usado durante a gravidez somente se claramente necess&#xE1;rio. Devido aos efeitos conhecidos dos f&#xE1;rmacos anti-inflamat&#xF3;rios n&#xE3;o esteroidais sobre o sistema cardiovascular (CV) fetal (fechamento do canal arterial), deve-se evitar seu uso durante a gravidez avan&#xE7;ada. Assim como com outros f&#xE1;rmacos conhecidos por inibir a s&#xED;ntese de prostaglandinas, um aumento na incid&#xEA;ncia de distocia e atraso no parto ocorreram em ratas.</p> <h3>C&#xE1;psula</h3> <h4>Propriedades Farmacodin&#xE2;micas</h4> <p>O Ibuprofeno tem a&#xE7;&#xE3;o farmacol&#xF3;gica de um agente anti-inflamat&#xF3;rio n&#xE3;o-esteroide e possui atividades antiinflamat&#xF3;ria, analg&#xE9;sica e antipir&#xE9;tica. Age, provavelmente, inibindo a s&#xED;ntese de prostaglandinas.</p> <h4>Propriedades Farmacocin&#xE9;ticas</h4> <p>O Ibuprofeno &#xE9; absorvido do trato gastrintestinal e o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica ocorre cerca de 1-2 horas ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o. O Ibuprofeno &#xE9; amplamente ligado &#xE0;s prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas e tem uma meia-vida de aproximadamente 2 horas. Ele &#xE9; rapidamente excretado na urina principalmente como metab&#xF3;lito e seus conjugados. Aproximadamente 1% &#xE9; excretado na urina como Ibuprofeno inalterado e cerca de 14% como Ibuprofeno conjugado. O Ibuprofeno &#xE9; rapidamente metabolizado e eliminado pela urina; a excre&#xE7;&#xE3;o &#xE9; praticamente completa 24 horas ap&#xF3;s a &#xFA;ltima dose.</p> <h4>Dados de Seguran&#xE7;a Pr&#xE9;-Cl&#xED;nicos</h4> <p>Estudos de reprodu&#xE7;&#xE3;o conduzidos em ratos e coelhos em doses um pouco menores do que a dose m&#xE1;xima cl&#xED;nica n&#xE3;o demonstraram qualquer evid&#xEA;ncia de desenvolvimento anormal. Como n&#xE3;o houve estudos bem controlados em mulheres gr&#xE1;vidas, este f&#xE1;rmaco deve ser usado durante a gravidez somente se estritamente necess&#xE1;rio. Devido aos efeitos conhecidos dos f&#xE1;rmacos anti-inflamat&#xF3;rios n&#xE3;o esteroides sobre o sistema cardiovascular fetal (fechamento do canal arterial), deve se evitar seu uso durante a gravidez avan&#xE7;ada. Assim como com outros f&#xE1;rmacos conhecidos por inibir a s&#xED;ntese de prostaglandinas, um aumento na incid&#xEA;ncia de distocia e atraso no parto ocorreram em ratas.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Capsfen?

Conservar o medicamento em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30°C). Proteger da luz e umidade.

O prazo de validade do medicamento é de 24 meses a partir da data de fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Capsfen® cápsula gelatinosa mole consiste em uma solução viscosa límpida a opalescente, contida em cápsula gelatinosa mole, formato oblongo, cor verde translúcido.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres Legais do Capsfen

MS 1.0175.0021

Farm. Resp.:
Dr. Robson Mariano
CRF/SP: 30710

Registrado e Fabricado por:
Catalent Brasil Ltda.
Av. José Vieira, 446
Distrito Industrial Domingos Giomi
CEP: 13347-360
Indaiatuba / SP
CNPJ: 45.569.555/0007-82
Indústria Brasileira






Comercializado por:
Cifarma&nbsp;– Científica Farmacêutica Ltda.
Rod. BR 153 Km 5,5
Jardim Guanabara
CEP: 74675-090
Goiânia / GO
CNPJ: 17.562.075/0001-69
Indústria Brasileira






CAC
0800–7071212

Venda sob prescrição médica.

Fabricante: Cifarma

© 2021 Medicamento Lab.