Cifarma Difebril Comprimido

500mg, blíster com 4 comprimidos

Princípio ativo
:
Dipirona Monoidratada
Classe Terapêutica
:
Analgésicos Não Narcóticos e Antipiréticos Isentos de Prescrição
Requer Receita
:
Não
Tipo de prescrição
:
Isento de Prescrição Médica
Categoria
:
Analgésico E Antitérmico
Especialidade
:
Pediatria e Clínica Médica

Bula do medicamento

Difebril Comprimido, para o que é indicado e para o que serve?

Este medicamento é indicado como analgésico (para dor) e antitérmico (para febre).

Como o Difebril Comprimido funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>Difebril &#xE9; um medicamento &#xE0; base de dipirona, utilizado no tratamento da dor e febre. Tempo m&#xE9;dio de in&#xED;cio de a&#xE7;&#xE3;o de&amp;nbsp;30 a 60 minutos ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o e geralmente duram aproximadamente 4 horas.</p> "}

Quais as contraindicações do Difebril Comprimido?

Difebril não deve ser utilizado caso você tenha:

  • <li>Alergia ou intoler&#xE2;ncia &#xE0; dipirona ou a qualquer um dos componentes da formula&#xE7;&#xE3;o ou a outras&amp;nbsp;pirazolonas ou a pirazolidinas (exemplo: fenazona, propifenazona, <a href="https://consultaremedios.com.br/fenilbutazona-calcica/bula" target="_blank">fenilbutazona</a>, oxifembutazona) incluindo, por exemplo, experi&#xEA;ncia pr&#xE9;via de agranulocitose (diminui&#xE7;&#xE3;o acentuada na contagem de gl&#xF3;bulos brancos do sangue) com uma dessas subst&#xE2;ncias;</li> <li>Fun&#xE7;&#xE3;o da medula &#xF3;ssea prejudicada (exemplo: ap&#xF3;s tratamento citost&#xE1;tico) ou doen&#xE7;as do sistema hematopoi&#xE9;tico (respons&#xE1;vel pela produ&#xE7;&#xE3;o das c&#xE9;lulas sangu&#xED;neas);</li> <li>Desenvolvido broncoespasmo (contra&#xE7;&#xE3;o dos br&#xF4;nquios levando a chiado no peito) ou outras rea&#xE7;&#xF5;es anafilactoides, como <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a> (erup&#xE7;&#xE3;o na pele que causa coceira), <a href="https://minutosaudavel.com.br/rinite/" rel="noopener" target="_blank">rinite</a> (irrita&#xE7;&#xE3;o e inflama&#xE7;&#xE3;o da mucosa do nariz), <a href="https://minutosaudavel.com.br/angioedema-o-que-e-complicacoes-como-tratar-e-muito-mais/" rel="noopener" target="_blank">angioedema</a> (incha&#xE7;o em regi&#xE3;o subcut&#xE2;nea ou em mucosas) depois do uso de medicamentos para dor (exemplo: salicilatos, <a href="https://consultaremedios.com.br/paracetamol/bula" target="_blank">paracetamol</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/diclofenaco/pa" target="_blank">diclofenaco</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/ibuprofeno/bula" target="_blank">ibuprofeno</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/indometacina/bula" target="_blank">indometacina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/naproxeno-sodico/pa">naproxeno</a>).</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/porfiria/" rel="noopener" target="_blank">Porfiria</a> hep&#xE1;tica aguda intermitente (doen&#xE7;a metab&#xF3;lica que se manifesta atrav&#xE9;s de problemas na pele e/ou com complica&#xE7;&#xF5;es neurol&#xF3;gicas) pelo risco de indu&#xE7;&#xE3;o de crises de porfiria;</li> <li>Defici&#xEA;ncia cong&#xEA;nita da glicose-6-fosfato-desidrogenase (G6PD), pelo risco de hem&#xF3;lise (destrui&#xE7;&#xE3;o dos gl&#xF3;bulos vermelhos, o que pode levar &#xE0; <a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c" target="_blank">anemia</a>);</li> <li>Gravidez e amamenta&#xE7;&#xE3;o.</li>

Este medicamento é contraindicado para menores de 3 meses de idade ou pesando menos de 5Kg.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Como usar o Difebril Comprimido?

Você deve tomar os comprimidos com líquido (aproximadamente ½ a 1 copo), por via oral.

Posologia do Difebril Comprimidos

{"tag":"hr","value":" <h3>Adultos e adolescentes acima de 15 anos</h3> <p>1 a 2 comprimidos at&#xE9; 4 vezes ao dia. Se o efeito de uma &#xFA;nica dose for insuficiente ou ap&#xF3;s o efeito analg&#xE9;sico ter diminu&#xED;do, a dose pode ser repetida respeitando-se o modo de usar e a dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria, conforme descrito acima. O tratamento pode ser interrompido a qualquer instante sem provocar danos ao paciente, inerentes &#xE0; retirada da medica&#xE7;&#xE3;o.</p> <p>N&#xE3;o h&#xE1; estudos dos efeitos de Difebril comprimidos administrado por vias n&#xE3;o recomendadas. Portanto, por seguran&#xE7;a e para garantir a efic&#xE1;cia deste medicamento, a administra&#xE7;&#xE3;o deve ser somente por via oral.</p> <h3>Em pacientes com insufici&#xEA;ncia nos rins ou no <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a></h3> <p>Recomenda-se que o uso de altas doses de dipirona seja evitado, uma vez que a taxa de elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; reduzida nestes pacientes. Entretanto, para tratamento em curto prazo n&#xE3;o &#xE9; necess&#xE1;ria redu&#xE7;&#xE3;o da dose. N&#xE3;o existe experi&#xEA;ncia com o uso de dipirona em longo prazo em pacientes com insufici&#xEA;ncia nos rins ou no f&#xED;gado.</p> <h3>Em pacientes idosos e pacientes debilitados</h3> <p>Deve-se considerar a possibilidade das fun&#xE7;&#xF5;es do f&#xED;gado e dos rins estarem prejudicadas.</p> <p><strong>Siga corretamente o modo de usar. Em caso de d&#xFA;vidas sobre este medicamento, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico. N&#xE3;o desaparecendo os sintomas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico ou do cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> <h2>O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Difebril Comprimido?</h2> <hr> <p>Caso se esque&#xE7;a de tomar uma dose, tome-a assim que poss&#xED;vel. No entanto, se estiver pr&#xF3;ximo ao hor&#xE1;rio da pr&#xF3;xima dose, espere por este hor&#xE1;rio, respeitando sempre o intervalo determinado pelo modo de usar. N&#xE3;o usar o medicamento em dobro para compensar doses esquecidas.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico, ou de seu m&#xE9;dico ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> </hr>"}

Quais cuidados devo ter ao usar o Difebril Comprimido?

Agranulocitose

Diminuição do número de granulócitos, que são tipos de glóbulos brancos, em consequência de um distúrbio na medula óssea. Induzida pela dipirona é uma ocorrência de origem imunoalérgica, que pode durar pelo menos 1 semana. Essas reações são raras, e podem ser graves, com risco à vida e, em alguns casos, fatais. Interrompa o uso da medicação e consulte seu médico&nbsp;imediatamente se alguns dos seguintes sinais ou sintomas ocorrerem; febre, calafrios, dor de garganta,lesão na boca.

Pancitopenia

Diminuição global das células do sangue (glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas) interrompa o tratamento e procure o seu médico se ocorrerem alguns dos seguintes sinais ou sintomas; mal estar geral, infecção, febre persistente, equimoses (manchas roxas), sangramento, palidez.

Choque anafilático

Reação alérgica grave.&nbsp;Ocorre principalmente em pacientes sensíveis. Portanto, a dipirona deve ser usada com cautela em pacientes que apresentem alergia atópica ou asma.

Reações cutâneas graves

Foram relatadas reações cutâneas graves com o uso de dipirona, como síndrome de Stevens-Johnson (forma grave de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e grandes áreas do corpo) e Necrólise Epidérmica Tóxica ou síndrome de Lyell (quadro grave, onde uma grande extensão de pele começa a apresentar bolhas e evolui com áreas avermelhadas semelhante a uma grande queimadura). Se você desenvolver alguns desses sinais ou sintomas erupções cutâneas muitas vezes com bolhas ou lesões da mucosa, o tratamento deve ser interrompido imediatamente e não deve ser retomado.

Reações anafiláticas / anafilactoides (reação alérgica grave e imediata que pode levar à morte)

Caso você esteja em alguma das situações abaixo, converse com seu médico, pois estas situações apresentam risco especial para possíveis reações anafiláticas graves relacionadas à dipirona.

  • <li>Asma br&#xF4;nquica, particularmente aqueles com rinossinusite poliposa (processo inflamat&#xF3;rio no nariz e seios da face com forma&#xE7;&#xE3;o de p&#xF3;lipos) concomitante;</li> <li>Urtic&#xE1;ria cr&#xF4;nica;</li> <li>Intoler&#xE2;ncia ao &#xE1;lcool, por exemplo, pessoas que reagem at&#xE9; mesmo a pequenas quantidades de bebidas alco&#xF3;licas, apresentando sintomas como espirros, lacrimejamento e vermelhid&#xE3;o acentuada da face;</li> <li>Intoler&#xE2;ncia a corantes (exemplo: tartrazina) ou a conservantes (exemplo: benzoatos).</li>

Se você tem alguma alergia, informe seu médico e use Difebril somente sob orientação.

Reações hipotensivas (de pressão baixa) isoladas

A administração de dipirona pode causar reações hipotensivas isoladas.&nbsp;Essas reações são possivelmente dose-dependentes e ocorrem com maior probabilidade após administração injetável. Para evitar as reações hipotensivas severas desse tipo; reverter à hemodinâmica (problemas no sistema circulatório) em pacientes com hipotensão pré-existente, em pacientes com redução dos fluidos corpóreos ou desidratação, ou com instabilidade circulatória ou com insuficiência circulatória incipiente; Deve-se ter cautela em pacientes com febre alta.

Nestes pacientes, a dipirona deve ser utilizada com extrema cautela e a administração de Difebril em tais circunstâncias deve ser realizada sob cuidadosa supervisão médica. Podem ser necessárias medidas preventivas (como estabilização da circulação) para reduzir o risco de reação de queda da pressão sanguínea.

A dipirona só deve ser utilizada sob cuidadoso monitoramento hemodinâmico em pacientes nos quais a diminuição da pressão sanguínea deve ser evitada, tais como pacientes com doença cardíaca coronariana grave (doença grave no coração) ou obstrução dos vasos sanguíneos que irrigam o cérebro. Caso você tenha insuficiência dos rins ou do fígado, recomenda-se que o uso de altas doses de dipirona seja evitado, uma vez que a taxa de eliminação é reduzida nestes casos.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Difebril Comprimido?

As frequências das reações adversas estão listadas a seguir de acordo com a seguinte convenção:

  • <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li>

Distúrbios cardíacos

Síndrome de Kounis (aparecimento simultâneo de eventos coronarianos agudos e reações alérgicas ou anafilactoides. Engloba conceitos como infarto alérgico e angina alérgica).

Distúrbios do sistema imunológico

A dipirona pode causar choque anafilático, reações anafiláticas / anafilactoides que podem se tornar graves com risco à vida e, em alguns casos, serem fatais. Estas reações podem ocorrer mesmo após Difebril ter sido utilizado previamente em muitas ocasiões sem complicações. Estas reações medicamentosas podem desenvolver-se imediatamente após a administração de dipirona ou horas mais tarde; contudo, a tendência normal é que estes eventos ocorram na primeira hora após a administração.
Normalmente, reações anafiláticas / anafilactoides leves manifestam-se na forma de sintomas cutâneos ou nas mucosas (tais como: coceira, ardor, vermelhidão, urticária, inchaço), falta de ar e, menos frequentemente, doenças / queixas gastrintestinais. Estas reações leves podem progredir para formas severas com coceira generalizada, angioedema grave (inchaço em região subcutânea ou em mucosas, geralmente de origem alérgica até mesmo envolvendo a laringe), broncoespasmo grave, arritmias cardíacas (descompasso dos batimentos do coração), queda da pressão sanguínea (algumas vezes precedida por aumento da pressão sanguínea) e choque circulatório (colapso circulatório em que existe um fluxo sanguíneo inadequado para os tecidos e células do corpo).&nbsp;Em pacientes com síndrome da asma analgésica, reações de intolerância aparecem tipicamente na forma de ataques asmáticos (falta de ar).

Distúrbios da pele e tecido subcutâneo

Além das manifestações da pele e mucosas, de reações anafiláticas/anafilactoides mencionadas acima, podem ocorrer ocasionalmente erupções medicamentosas fixas, raramente exantema [rash (erupções na pele)] e, em casos isolados, síndrome de Stevens-Johnson (forma grave de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e em grandes áreas do corpo) ou síndrome de Lyell (doença bolhosa grave que causa morte da camada superficial da pele e mucosas, deixando um aspecto de queimaduras de grande extensão). Deve-se interromper imediatamente o uso de medicamentos suspeitos.

Distúrbios do sangue e sistema linfático

Anemia aplástica (doença na qual a medula óssea produz em quantidade insuficiente os glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas), agranulocitose e pancitopenia, incluindo casos fatais, leucopenia (redução dos glóbulos brancos) e trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas). Estas reações podem ocorrer mesmo após Difebril ter sido utilizado previamente em muitas ocasiões, sem complicações.

Os sinais típicos de agranulocitose incluem lesões inflamatórias na mucosa (exemplo: orofaríngea, anorretal, genital), inflamação na garganta, febre (mesmo inesperadamente persistente ou recorrente). Entretanto, em pacientes recebendo tratamento com antibiótico, os sinais típicos de agranulocitose podem ser mínimos. A taxa de sedimentação eritrocitária é extensivamente aumentada, enquanto que o aumento de nódulos linfáticos é tipicamente leve ou ausente. Os sinais típicos de trombocitopenia incluem uma maior tendência para sangramento e aparecimento de pontos vermelhos na pele e membranas mucosas.

Distúrbios vasculares

Reações hipotensivas isoladas. Podem ocorrer ocasionalmente após a administração, reações hipotensivas transitórias isoladas; em casos raros, estas reações apresentam-se sob a forma de queda crítica da pressão sanguínea.

Distúrbios renais e urinários

Em casos muito raros, especialmente em pacientes com histórico de doença nos rins, pode ocorrer piora súbita ou recente da função dos rins (insuficiência renal aguda), em alguns casos com diminuição da produção de urina, redução muito acentuada da produção de urina ou perda aumentada de proteínas através da urina. Em casos isolados, pode ocorrer nefrite intersticial aguda (um tipo de inflamação nos rins). Uma coloração avermelhada pode ser observada algumas vezes na urina.

Distúrbios gastrintestinais

Foram reportados casos de sangramento gastrintestinal. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Alterações na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Para as doses recomendadas, nenhum efeito adverso na habilidade de se concentrar e reagir é conhecido. Entretanto, pelo menos com doses elevadas, deve-se levar em consideração que as habilidades para se concentrar e reagir podem estar prejudicadas, constituindo risco em situações onde estas habilidades são de importância especial (por exemplo, operar carros ou máquinas), especialmente quando álcool foi consumido.

Gravidez e amamentação

Recomenda-se não utilizar Difebril durante os primeiros 3 meses da gravidez. O uso durante o segundo trimestre da gravidez só deve ocorrer após cuidadosa avaliação do potencial risco / benefício pelo médico. Difebril não deve ser utilizado durante os 3 últimos meses da gravidez.

A amamentação deve ser evitada durante e por até 48 horas após o uso de Difebril. A dipirona é excretada no leite materno.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Pacientes idosos

Deve-se considerar a possibilidade das funções do fígado e rins estarem prejudicadas.

Crianças

Menores de 3 meses de idade ou pesando menos de 5Kg não devem ser tratadas com dipirona. Difebril comprimido não é recomendado para menores de 15 anos. É recomendada supervisão médica quando se administra dipirona a crianças pequenas.

Riscos

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>N&#xE3;o use este medicamento durante a gravidez e em crian&#xE7;as menores de tr&#xEA;s meses de idade.</strong></p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Qual a composição do Difebril Comprimido?

Apresentação

Comprimido – 500mg

Embalagem contendo 100 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto e pediátrico acima de 15 anos.

Composição

Cada comprimido de Difebril contém
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/dipirona-monoidratada/bula\" target=\"_blank\">Dipirona monoidratada</a>*</td> <td style=\"text-align:center\">525 mg</td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Excipientes**</p> </td> <td style=\"text-align:center\">1 comprimido</td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 500mg de dipirona.
**Excipientes: celulose microcristalina, croscarmelose sódica, álcool etílico, povidona, carmelose, estearato de magnésio e dióxido de silício.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Difebril Comprimido maior do que a recomendada?

Sintomas

Enjoo, vômito, dor abdominal, deficiência da função dos rins/insuficiência aguda dos rins (exemplo: devido à nefrite intersticial), mais raramente, sintomas do sistema nervoso central (tontura, sonolência, coma, convulsões) e queda da pressão sanguínea (algumas vezes progredindo para choque) bem como arritmias cardíacas (taquicardia). Após o uso de doses muito elevadas, a excreção de um metabólito inofensivo (ácido rubazônico) pode provocar coloração avermelhada na urina.

Tratamento

Não existe antídoto específico conhecido para dipirona. Se a ingestão foi feita por apenas um local de administração, poderão ser realizadas medidas para diminuir a absorção sistêmica dos ingredientes ativos através de desintoxicação primária (exemplo: lavagem gástrica) ou diminuir a absorção (carvão ativado). O principal metabólito da dipirona (4-N-metilaminoantipirina) pode ser eliminado por hemodiálise, hemofiltração, hemoperfusão ou filtração plasmática.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Difebril Comprimido com outros remédios?

Ciclosporinas

A dipirona pode causar redução dos níveis de ciclosporina no sangue, devendo, portanto, a concentração ser monitorada quando for usada concomitantemente.

Metotrexato&nbsp;

O uso concomitante de dipirona com metotrexato pode aumentar a toxicidade sanguínea do metotrexato particularmente em pacientes idosos. Portanto, essa combinação deve ser evitada.

Ácido acetilsalicílico

A dipirona pode reduzir o efeito do ácido acetilsalicílico na agregação plaquetária (união das plaquetas que atuam na coagulação), quando usados concomitantemente. Portanto, essa combinação deve ser usada com precaução em pacientes que tomam baixa dose de ácido acetilsalicílico para cardioproteção.

Bupropiona&nbsp;

A dipirona pode causar a redução na concentração sanguínea de bupropiona. Portanto, recomenda-se cautela quando a dipirona e a bupropiona são administradas concomitantemente.

Medicamento-alimentos

Não há dados disponíveis até o momento sobre a interação entre alimentos e dipirona.

Medicamento-exames laboratoriais

Foram reportadas interferências em testes laboratoriais que utilizam reações de Trinder (por exemplo: testes para medir níveis séricos de creatinina, triglicérides, colesterol HDL e ácido úrico) em pacientes utilizando dipirona.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Interação alimentícia: posso usar o Difebril Comprimido com alimentos?

Não há dados disponíveis até o momento sobre a interação entre alimentos e dipirona.

Qual a ação da substância do Difebril Comprimido (Dipirona Monoidratada)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimido efervescente</h3> <p>A a&#xE7;&#xE3;o analg&#xE9;sica de dipirona oral <em>versus</em> placebo foi avaliada em estudo cl&#xED;nico multic&#xEA;ntrico, randomizado, duplo-cego, cruzado, controlado por placebo, envolvendo 73 pacientes com crise de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/dor-de-cabeca-e-enxaqueca/c\" target=\"_blank\">enxaqueca</a> com ou sem aura, selecionados para receber 1 g de dipirona VO ou placebo. A intensidade da dor foi medida atrav&#xE9;s da escala verbal de dor antes e 1, 2, 4 e 24 h ap&#xF3;s o tratamento. Melhora significativa da dor foi observada com dipirona, comparativamente ao placebo em todos os pontos medidos. As percentagens de &quot;al&#xED;vio da dor&quot; obtidas 1, 2 e 4 horas ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o oral de 1 g de dipirona variaram de 42% a 57,1% vs 19,6% a 28,6% para o placebo (p &lt; 0,001) (Tulunay et al, 2004).</p> <p>Doses orais &#xFA;nicas de dipirona 500 mg e 1 g <em>versus </em>&#xE1;cido acetilsalic&#xED;lico (AAS) 1 g foram comparadas em estudo cl&#xED;nico multic&#xEA;ntrico, randomizado, duplo-cego, de grupos paralelos, controlado com placebo e comparador ativo, envolvendo 417 pacientes com cefaleia tensional epis&#xF3;dica. O intervalo de tempo resultante da soma da m&#xE9;dia ponderada da diferen&#xE7;a de intensidade da dor sobre ambos os epis&#xF3;dios chegou a 12,20, 12,64, 10,56 e 8,10 para 500 mg e 1 g de dipirona, 1 g de AAS e placebo, respectivamente (p &lt; 0,0001 para ambos os grupos dipirona e p &lt; 0,0150 para AAS <em>versus</em> placebo). Observou-se uma tend&#xEA;ncia para in&#xED;cio mais precoce de al&#xED;vio da dor mais profunda com dipirona 500 mg e 1 g sobre 1 g de AAS. Todos os medicamentos foram seguros e bem tolerados (Mart&#xED;nez-Mart&#xED;n et al, 2001).</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">Tulunay FC, Erg&#xFC;n H, G&#xFC;lmez SE, Ozbenli T, Ozmeno&#x11F;lu M, Boz C, ErdemogluAK,Varlikbas A, G&#xF6;ksan B, Inan L. The efficacy and safety of dipyrone (Novalgin)tablets in the treatment of acute migraine attacks: a double-blind, cross-over,randomized, placebo-controlled, multi-center study. Funct Neurol. 2004 Jul-Sep;19(3):197-202. PubMed PMID: 15595715.<br> Mart&#xED;nez-Mart&#xED;n P, Raffaelli E Jr, Titus F, Despuig J, Fragoso YD, D&#xED;ez-Tejedor E, Lia&#xF1;o H, Leira R, Cornet ME, van Toor BS, C&#xE1;mara J, Peil H, Vix JM, Ortiz P; Co-operative Study Group. Efficacy and safety of metamizol vs. acetylsalicylic acid in patients with moderate episodic tension-type headache: a randomized, double-blind, placebo- and active-controlled, multicentre study. Cephalalgia. 2001 Jun;21(5):604-10.</br></span></p> <h3>Comprimido simples</h3> <p>A a&#xE7;&#xE3;o antipir&#xE9;tica e analg&#xE9;sica da dipirona oral foi avaliada em estudos cl&#xED;nicos duplo-cego.</p> <p>Em um estudo duplo-cego com pacientes com febre tif&#xF3;ide, 25 pacientes receberam 500 mg de dipirona VO e 28 receberam 500 mg de paracetamol VO. A temperatura retal e os registros de pulso foram monitorados a cada 30 minutos. Efeitos antipir&#xE9;ticos foram observados no grupo dipirona e paracetamol aos 30 e 60 minutos respectivamente. Foram calculadas a &#xE1;rea sob a curva tempo-temperatura tanto para a dipirona (148&#xBA;C&#xB7;h) quanto para o paracetamol (128&#xBA;C&#xB7;h), a diferen&#xE7;a entre as &#xE1;reas foi significativamente maior para os pacientes que receberam dipirona. O total de antipirese nos dois grupos foi calculado pelos escores das somas de redu&#xE7;&#xE3;o de temperatura at&#xE9; 6 horas ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o da medica&#xE7;&#xE3;o, que foi maior que 300 para os pacientes recebendo dipirona e menor que 300 para os pacientes que receberam paracetamol (p &lt; 0,05) (Ajgaonkar VS, 1988).</p> <p>A a&#xE7;&#xE3;o analg&#xE9;sica da dipirona oral <em>versus</em> placebo foi avaliada em estudo cl&#xED;nico multic&#xEA;ntrico, randomizado, duplo-cego, cruzado, controlado por placebo, envolvendo 73 pacientes com crise de enxaqueca com ou sem aura, selecionados para receber 1 g de dipirona via oral ou placebo. A intensidade da dor foi medida atrav&#xE9;s da escala verbal de dor antes e 1, 2, 4 e 24 h ap&#xF3;s o tratamento. Melhora significativa da dor foi observada com dipirona, comparativamente ao placebo em todos os pontos medidos. As percentagens de &quot;al&#xED;vio da dor&quot; obtidas 1, 2 e 4 horas ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o oral de 1 g de dipirona variaram de 42% a 57,1% vs 19,6% a 28,6% para o placebo (p &lt; 0,001) (Tulunay et al, 2004).</p> <p>Doses orais &#xFA;nicas de dipirona 500 mg e 1 g<em> versus</em> &#xE1;cido acetilsalic&#xED;lico (AAS) 1 g foram comparadas em estudo cl&#xED;nico multic&#xEA;ntrico, randomizado, duplo-cego, de grupos paralelos, controlado com placebo e comparador ativo, envolvendo 417 pacientes com cefaleia tensional epis&#xF3;dica. O intervalo de tempo resultante da soma da m&#xE9;dia ponderada da diferen&#xE7;a de intensidade da dor sobre ambos os epis&#xF3;dios chegou a 12,20, 12,64, 10,56 e 8,10 para 500 mg e 1 g de dipirona, 1 g de AAS e placebo, respectivamente. (p &lt; 0,0001 para ambos os grupos dipirona e p &lt; 0,0150 para AAS versus placebo). Observou-se uma tend&#xEA;ncia para in&#xED;cio mais precoce de al&#xED;vio da dor mais profunda com dipirona 500 mg e 1 g sobre 1 g de AAS. Todos os medicamentos foram seguros e bem tolerados (Mart&#xED;nez-Mart&#xED;n et al, 2001).</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">Ajgaonkar VS, Marathe SN, Virani AR. Dipyrone <em>versus</em> paracetamol: a double-blind study in typhoid fever. J Int Med Res. 1988 May-Jun;16(3):225-30.<br> Tulunay FC, Erg&#xFC;n H, G&#xFC;lmez SE, Ozbenli T, Ozmeno&#x11F;lu M, Boz C, ErdemogluAK,Varlikbas A, G&#xF6;ksan B, Inan L. The efficacy and safety of dipyrone (Novalgin)tablets in the treatment of acute migraine attacks: a double-blind, cross-over,randomized, placebo-controlled, multi-center study. Funct Neurol. 2004 Jul-Sep;19(3):197-202. PubMed PMID: 15595715.<br> Mart&#xED;nez-Mart&#xED;n P, Raffaelli E Jr, Titus F, Despuig J, Fragoso YD, D&#xED;ez-Tejedor E, Lia&#xF1;o H, Leira R, Cornet ME, van Toor BS, C&#xE1;mara J, Peil H, Vix JM, Ortiz P; Co-operative Study Group. Efficacy and safety of metamizol vs. acetylsalicylic acid in patients with moderate episodic tension-type headache: a randomized, double-blind, placebo- and active-controlled, multicentre study. Cephalalgia. 2001 Jun;21(5):604-10.</br></br></span></p> <h3>Solu&#xE7;&#xE3;o oral 50 mg/mL</h3> <p>A efic&#xE1;cia da dipirona xarope foi avaliada em um estudo cl&#xED;nico comparando com xarope de paracetamol em 120 crian&#xE7;as febris com idade entre 4 e 10 anos. Infec&#xE7;&#xF5;es virais do trato respirat&#xF3;rio foram as principais queixas e as temperaturas de base foram compar&#xE1;veis em ambos os grupos (38,4&#xB0;C para a dipirona e 39,3&#xB0;C para o paracetamol).</p> <p>Trinta minutos ap&#xF3;s uma &#xFA;nica dose foi observada redu&#xE7;&#xE3;o acentuada na febre com ambas as drogas.</p> <p>A dipirona pareceu ser significativamente superior ao paracetamol, 1,5 h a 6 h ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o da droga. O in&#xED;cio da a&#xE7;&#xE3;o foi a mesma com ambas as drogas, mas o efeito atipir&#xE9;tico durou mais tempo com a dipirona. A faixa de dose foi 13,2-22,3 mg/kg de dipirona e 15,0-39,2 mg/kg de paracetamol. Altas doses de paracetamol n&#xE3;o resultaram em um maior efeito antipir&#xE9;tico (Adam, 1994).</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">Adam D, Stankov G. Treatment of fever in childhood. Eur J Pediatr 1994; 153: 394-402.</span></p> <h3>Solu&#xE7;&#xE3;o oral 500 mg/mL</h3> <h4>Pacientes pedi&#xE1;tricos</h4> <p>Estudo cl&#xED;nico comparativo, multinacional, randomizado, duplo-cego, comparou a efic&#xE1;cia antipir&#xE9;tica de dipirona, paracetamol e ibuprofeno em 628 crian&#xE7;as com febre, com idade entre 6 meses a 6 anos. Os tr&#xEA;s f&#xE1;rmacos foram eficazes em baixar a temperatura em 555 pacientes que completaram o estudo. Taxas de normaliza&#xE7;&#xE3;o de temperatura no grupo dipirona e ibuprofeno (82% e 78%, respectivamente) foram significativamente maiores do que no grupo paracetamol (68%, p = 0,004). Depois de 4 a 6 horas, a temperatura m&#xE9;dia no grupo da dipirona foi significativamente menor que os demais grupos, demonstrando maior normaliza&#xE7;&#xE3;o da temperatura com a dipirona (Wong et al, 2001).</p> <p>Em outro estudo cl&#xED;nico aberto, n&#xE3;o comparativo foi usada dipirona oral na dose de 10-15 mg/kg cada 6-8 horas para avaliar a redu&#xE7;&#xE3;o de temperatura em 93 pacientes pedi&#xE1;tricos (3 meses a 12 anos) com febre (&gt; 38,5&#xBA;C). Resposta boa ou satisfat&#xF3;ria foi observada em 92% dos pacientes (Izhar T, 1999).</p> <h4>Pacientes adultos</h4> <p>Em estudo cl&#xED;nico, randomizado, duplo-cego, de grupos paralelos, controlado por placebo, foi comparada a efic&#xE1;cia analg&#xE9;sica de dipirona solu&#xE7;&#xE3;o oral 500 mg/mL (gotas), <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cetoprofeno/bula\" target=\"_blank\">cetoprofeno</a> formula&#xE7;&#xE3;o l&#xED;quida (25 mg ou 50 mg) e placebo em 108 pacientes com idade acima de 18 anos (26 a 28 pacientes por tratamento) com dor p&#xF3;s episiotomia. Todos os tratamentos ativos foram significativamente superiores ao placebo para v&#xE1;rias medidas de analgesia, incluindo 4-horas e 6-hora SPID e pontua&#xE7;&#xF5;es TOTPAR. A avalia&#xE7;&#xE3;o global foi considerada como &quot;bom&quot; ou &quot;excelente&quot; por mais de 75% dos pacientes nos grupos de tratamento ativo comparado com 7,4% dos pacientes no grupo placebo (Olsonet al, 1999).</p> <h3>Solu&#xE7;&#xE3;o injet&#xE1;vel</h3> <p>A dipirona injet&#xE1;vel foi comparada com placebo em estudos cl&#xED;nicos.</p> <p>Um estudo comparou dipirona 1 g IV <em>versus</em> placebo para cefaleia tensional em 60 pacientes. Os pacientes que receberam dipirona mostraram uma melhora estatisticamente significante da dor (p &lt; 0,05) comparada com o placebo aos 30 minutos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o. O ganho terap&#xEA;utico foi de 30% em 30 minutos e 40% em 60 minutos, com resultados significativamente superiores para dipirona. Foram observadas redu&#xE7;&#xF5;es significativas na reincid&#xEA;ncia (dipirona = 25%, placebo = 50%) e uso de medica&#xE7;&#xE3;o de resgate (dipirona = 20%, placebo = 47,6%) para o grupo dipirona (Bigal ME, 2002).</p> <p>Outro estudo comparou dipirona 1 g IV com placebo para o al&#xED;vio da cefaleia tipo migr&#xE2;nea com aura e sem aura.</p> <p>Foram utilizados sete par&#xE2;metros de avalia&#xE7;&#xE3;o analg&#xE9;sica e uma escala anal&#xF3;gica para avaliar <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/nauseas/c\" target=\"_blank\">n&#xE1;useas</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/fotofobia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">fotofobia</a> e fonofobia. Os pacientes sem aura que receberam dipirona demonstraram uma melhora estatisticamente superior com 30 minutos (29,5% no grupo dipirona<em> versus </em>10% no grupo placebo) e 60 minutos (65,9% com dipirona e 16,7% com placebo) (p &lt; 0,05). Os pacientes que apresentavam aura tiveram comportamento semelhante com 30% de melhora no grupo dipirona <em>versus </em>3,3% no grupo placebo com 30 minutos e 63,3% <em>versus </em>13,3% para dipirona e placebo, respectivamente com 60 minutos (p &lt; 0,05). Houve melhora tamb&#xE9;m em todos os sintomas associados quando comparados com indiv&#xED;duos controle (Bigal ME, 2002).</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">Bigal ME, Bordini CA, Speciali JG. Intravenous dipyrone for the acute treatment of episodic tension-type headache: a randomized, placebo-controlled, double-blind study. Braz J Med Biol Res. 2002 Oct;35(10):1139-45. Epub 2002 Oct 13.<br> Bigal ME, Bordini CA, Tepper SJ, Speciali JG. Intravenous dipyrone in the acute treatment of migraine without aura and migraine with aura: a randomized, double blind, placebo controlled study.Headache. 2002 Oct;42(9):862- 71.</br></span></p> <h3>Suposit&#xF3;rio</h3> <p>Em um estudo cl&#xED;nico fase II, prospectivo, randomizado e duplo cego, 300 mg de dipirona suposit&#xF3;rio foi comparada com 100 mg de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/nimesulida/bula\" target=\"_blank\">nimesulida</a> suposit&#xF3;rio no controle da dor p&#xF3;s-operat&#xF3;ria em 45 crian&#xE7;as com idade entre 4 e 8 anos e peso corporal entre 16,5 e 62,5 kg (mediana 29,12 +/- 10,48 kg). Ap&#xF3;s 1 dia de tratamento com dipirona, a dor foi avaliada como nula ou m&#xE9;dia em 71% dos pacientes e 29% dos pacientes ainda reportavam dor moderada. Ap&#xF3;s 2 dias de tratamento, 67% das crian&#xE7;as que ainda tiveram dor no dia anterior, estavam livres de sintomas. Ap&#xF3;s 1 dia de tratamento com nimesulida, a dor foi avaliada como nula ou m&#xE9;dia em 73% dos pacientes e 27% dos pacientes ainda reportavam dor moderada. Ap&#xF3;s 2 dias de tratamento, 75% das crian&#xE7;as que ainda tiveram dor no dia anterior, estavam livres de sintomas. A efic&#xE1;cia do tratamento foi avaliada pelo observador como boa e muito boa em 75% dos casos no grupo que recebeu dipirona e em 66% dos casos no grupo que recebeu nimesulida. N&#xE3;o houve diferen&#xE7;a estat&#xED;stica quanto ao controle da dor nos dois grupos. Ambos os tratamentos foram bem tolerados, n&#xE3;o tendo sido reportadas rea&#xE7;&#xF5;es locais (Scharli et al, 1990).</p> <p>Em outro estudo cl&#xED;nico aberto, 70 pacientes pedi&#xE1;tricos com idade entre 1 a 12 anos foram avaliados quanto ao efeito antipir&#xE9;tico da apresenta&#xE7;&#xE3;o suposit&#xF3;rio (300 mg) de dipirona, buscando-se determinar a velocidade de absor&#xE7;&#xE3;o, pico de a&#xE7;&#xE3;o, dura&#xE7;&#xE3;o de efeito e dose terap&#xEA;utica eficaz (mg/kg peso). Todos os pacientes receberam uma &#xFA;nica dose de apresenta&#xE7;&#xE3;o estabelecendo-se, para efeito de an&#xE1;lise comparativa, tr&#xEA;s faixas de dosagem quanto &#xE0; dose terap&#xEA;utica administrada (=21 mg/kg). Os dados obtidos permitiram concluir-se por boa velocidade de absor&#xE7;&#xE3;o pela mucosa retal (queda de 1,5-C obtida entre 90 e 120 minutos), pico de a&#xE7;&#xE3;o ao final de 180 minutos, dura&#xE7;&#xE3;o de efeito antipir&#xE9;tico superior a 6 horas e dose terap&#xEA;utica eficaz entre 15 e 20 mg/kg peso (17,9 + ou - 1,6 mg/kg) (Almeida et al, 1986).</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">Scharli AF, Brulhart K, Monti T. Pharmacokinetics and Therapeutic Study: with nimesulide Suppositories in Children with Post-operative pain and inflammation. J Inter Med Research 1990; 18:315-321.<br> Almeida S; Cortes, F A S W; Nonino J O. Avalia&#xE7;&#xE3;o indireta da biodisponibilidade e da dose terap&#xEA;utica eficaz de dipirona/suposit&#xF3;rio no tratamento de hiperpirexia em pediatria / Indirect evaluation of the bioavailability and effective therapeutic dosage of dipyrone/suppository in the treatment of hyperpyrexia in pediatrics. Pediatric mod 1986; 21(7): 400-6.</br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Comprimido efervescente</h3> <h4>Propriedades farmacodin&#xE2;micas</h4> <p>A dipirona &#xE9; um derivado pirazol&#xF4;nico n&#xE3;o narc&#xF3;tico com efeitos analg&#xE9;sico, antipir&#xE9;tico e espasmol&#xED;tico.</p> <p>A dipirona &#xE9; uma pr&#xF3;-droga cuja metaboliza&#xE7;&#xE3;o gera a forma&#xE7;&#xE3;o de v&#xE1;rios metab&#xF3;litos entre os quais h&#xE1; 2 com propriedades analg&#xE9;sicas: 4-metil-aminoantipirina (4-MAA) e o 4-amino-antipirina (4-AA).</p> <p>Como a inibi&#xE7;&#xE3;o da ciclo-oxigenase (COX-1, COX-2 ou ambas) n&#xE3;o &#xE9; suficiente para explicar este efeito antinociceptivo, outros mecanismos alternativos foram propostos, tais como: inibi&#xE7;&#xE3;o de s&#xED;ntese de prostaglandinas preferencialmente no <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/c\" target=\"_blank\">sistema nervoso central</a>, dessensibilizac&#xE3;o dos nociceptores perif&#xE9;ricos envolvendo atividade via &#xF3;xido n&#xED;trico-GMPc no nociceptor, uma poss&#xED;vel variante de COX-1 do sistema nervoso central seria o alvo espec&#xED;fico e, mais recentemente, a proposta de que a dipirona inibiria uma outra isoforma da ciclo-oxigenase, a COX-3.</p> <p>Os efeitos analg&#xE9;sico e antipir&#xE9;tico podem ser esperados em 30 a 60 minutos ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o e geralmente duram cerca de 4 horas.</p> <h4>Propriedades farmacocin&#xE9;ticas</h4> <h5>A farmacocin&#xE9;tica da dipirona e de seus metab&#xF3;litos n&#xE3;o est&#xE1; completamente elucidada, mas as seguintes informa&#xE7;&#xF5;es podem ser fornecidas:</h5> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral, a dipirona &#xE9; completamente hidrolisada em sua por&#xE7;&#xE3;o ativa, 4-N-metilaminoantipirina (MAA). A biodisponibilidade absoluta da MAA &#xE9; de aproximadamente 90%, sendo um pouco maior ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral quando comparada &#xE0; administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa. A farmacocin&#xE9;tica da MAA n&#xE3;o se altera em qualquer extens&#xE3;o quando a dipirona &#xE9; administrada concomitantemente a alimentos.</p> <p>Principalmente a MAA, mas tamb&#xE9;m a 4-aminoantipirina (AA), contribuem para o efeito cl&#xED;nico. Os valores de AUC para AA constituem aproximadamente 25% do valor de AUC para MAA. Os metab&#xF3;litos 4-Nacetilaminoantipirina (AAA) e 4-N-formilaminoantipirina (FAA) parecem n&#xE3;o apresentar efeito cl&#xED;nico. S&#xE3;o observadas farmacocin&#xE9;ticas n&#xE3;o lineares para todos os metab&#xF3;litos. S&#xE3;o necess&#xE1;rios estudos adicionais antes que se chegue a uma conclus&#xE3;o sobre o significado cl&#xED;nico destes resultados. O ac&#xFA;mulo de metab&#xF3;litos apresenta pequena relev&#xE2;ncia cl&#xED;nica em tratamentos de curto prazo.</p> <p>O grau de liga&#xE7;&#xE3;o &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> plasm&#xE1;ticas &#xE9; de 58% para MAA, 48% para AA, 18% para FAA e 14% para AAA.</p> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa, a meia-vida plasm&#xE1;tica &#xE9; de aproximadamente 14 minutos para a dipirona.</p> <p>Aproximadamente 96% e 6% da dose radiomarcada administrada por via intravenosa foram excretadas na urina e fezes, respectivamente. Foram identificados 85% dos metab&#xF3;litos que s&#xE3;o excretados na urina, quando da administra&#xE7;&#xE3;o oral de dose &#xFA;nica, obtendo-se 3% &#xB1; 1% para MAA, 6% &#xB1; 3% para AA, 26% &#xB1; 8% para AAA e 23% &#xB1; 4% para FAA. Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de dose &#xFA;nica de 1 g de dipirona, o <em>clearance </em>renal foi de 5 mL &#xB1; 2 mL/min para MAA, 38 mL &#xB1; 13 mL/min para AA, 61 mL &#xB1; 8 mL/min para AAA, e 49 mL &#xB1; 5 mL/min para FAA. As meias-vidas plasm&#xE1;ticas correspondentes foram de 2,7 &#xB1; 0,5 horas para MAA, 3,7 &#xB1; 1,3 horas para AA, 9,5 &#xB1; 1,5 horas para AAA, e 11,2 &#xB1; 1,5 horas para FAA.</p> <p>Em pacientes idosos, a exposi&#xE7;&#xE3;o (AUC) aumenta 2 a 3 vezes. Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/cirrose-hepatica\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/cirrose/c\" target=\"_blank\">cirrose</a> hep&#xE1;tica, ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de dose &#xFA;nica, a meia-vida de MAA e FAA aumentou 3 vezes (10 horas), enquanto para AA e AAA este aumento n&#xE3;o foi t&#xE3;o marcante.</p> <p>Os pacientes com insufici&#xEA;ncia renal n&#xE3;o foram extensivamente estudados at&#xE9; o momento. Os dados dispon&#xED;veis indicam que a elimina&#xE7;&#xE3;o de alguns metab&#xF3;litos (AAA e FAA) &#xE9; reduzida.</p> <h4>Dados de seguran&#xE7;a pr&#xE9;-cl&#xED;nicos</h4> <h5>Toxicidade aguda</h5> <p>As doses m&#xED;nimas letais de dipirona em camundongos e ratos s&#xE3;o: aproximadamente 4000 mg/kg de peso corporal por via oral, aproximadamente 2300 mg de dipirona por kg de peso corporal ou 400 mg de MAA por kg de peso corporal por via intravenosa. Os sinais de intoxica&#xE7;&#xE3;o foram seda&#xE7;&#xE3;o, taquipneia e convuls&#xF5;es pr&#xE9;-morte.</p> <h5>Toxicidade cr&#xF4;nica</h5> <p>As inje&#xE7;&#xF5;es intravenosas de dipirona em ratos (peso corporal 150 mg/kg por dia) e c&#xE3;es (50 mg/kg de peso corporal por dia) durante um per&#xED;odo de 4 semanas foram toleradas. Foram realizados estudos de toxicidade oral cr&#xF4;nica ao longo de um per&#xED;odo de 6 meses em ratos e c&#xE3;es: doses di&#xE1;rias de at&#xE9; 300 mg de peso corporal/kg em ratos e at&#xE9; 100 mg/kg de peso corporal de peso em c&#xE3;es n&#xE3;o causaram sinais de intoxica&#xE7;&#xE3;o. Doses mais elevadas em ambas esp&#xE9;cies causaram altera&#xE7;&#xF5;es qu&#xED;micas do soro e hemossiderose no <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a> e ba&#xE7;o, tamb&#xE9;m foram detectados sinais de anemia e toxicidade da medula &#xF3;ssea.</p> <h5>Mutagenicidade</h5> <p>Est&#xE3;o descritos na literatura tanto resultados positivos bem como negativos. No entanto, estudos<em> in vitro </em>e<em> in vivo</em> com material espec&#xED;fico grau Hoechst n&#xE3;o deu indica&#xE7;&#xE3;o de um potencial mutag&#xEA;nico.</p> <h5>Carcinogenicidade</h5> <p>Estudos de tempo de vida com dipirona em ratos e camundongos NMRI n&#xE3;o mostraram efeitos cancer&#xED;genos.</p> <h5>Toxicidade reprodutiva</h5></hr>"}

500mg, blíster com 4 comprimidos

Princípio ativo
:
Dipirona Monoidratada
Classe Terapêutica
:
Analgésicos Não Narcóticos e Antipiréticos Isentos de Prescrição
Requer Receita
:
Não
Tipo de prescrição
:
Isento de Prescrição Médica
Categoria
:
Analgésico E Antitérmico
Especialidade
:
Pediatria e Clínica Médica

Bula do medicamento

Difebril Comprimido, para o que é indicado e para o que serve?

Este medicamento é indicado como analgésico (para dor) e antitérmico (para febre).

Como o Difebril Comprimido funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>Difebril &#xE9; um medicamento &#xE0; base de dipirona, utilizado no tratamento da dor e febre. Tempo m&#xE9;dio de in&#xED;cio de a&#xE7;&#xE3;o de&amp;nbsp;30 a 60 minutos ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o e geralmente duram aproximadamente 4 horas.</p> "}

Quais as contraindicações do Difebril Comprimido?

Difebril não deve ser utilizado caso você tenha:

  • <li>Alergia ou intoler&#xE2;ncia &#xE0; dipirona ou a qualquer um dos componentes da formula&#xE7;&#xE3;o ou a outras&amp;nbsp;pirazolonas ou a pirazolidinas (exemplo: fenazona, propifenazona, <a href="https://consultaremedios.com.br/fenilbutazona-calcica/bula" target="_blank">fenilbutazona</a>, oxifembutazona) incluindo, por exemplo, experi&#xEA;ncia pr&#xE9;via de agranulocitose (diminui&#xE7;&#xE3;o acentuada na contagem de gl&#xF3;bulos brancos do sangue) com uma dessas subst&#xE2;ncias;</li> <li>Fun&#xE7;&#xE3;o da medula &#xF3;ssea prejudicada (exemplo: ap&#xF3;s tratamento citost&#xE1;tico) ou doen&#xE7;as do sistema hematopoi&#xE9;tico (respons&#xE1;vel pela produ&#xE7;&#xE3;o das c&#xE9;lulas sangu&#xED;neas);</li> <li>Desenvolvido broncoespasmo (contra&#xE7;&#xE3;o dos br&#xF4;nquios levando a chiado no peito) ou outras rea&#xE7;&#xF5;es anafilactoides, como <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a> (erup&#xE7;&#xE3;o na pele que causa coceira), <a href="https://minutosaudavel.com.br/rinite/" rel="noopener" target="_blank">rinite</a> (irrita&#xE7;&#xE3;o e inflama&#xE7;&#xE3;o da mucosa do nariz), <a href="https://minutosaudavel.com.br/angioedema-o-que-e-complicacoes-como-tratar-e-muito-mais/" rel="noopener" target="_blank">angioedema</a> (incha&#xE7;o em regi&#xE3;o subcut&#xE2;nea ou em mucosas) depois do uso de medicamentos para dor (exemplo: salicilatos, <a href="https://consultaremedios.com.br/paracetamol/bula" target="_blank">paracetamol</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/diclofenaco/pa" target="_blank">diclofenaco</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/ibuprofeno/bula" target="_blank">ibuprofeno</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/indometacina/bula" target="_blank">indometacina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/naproxeno-sodico/pa">naproxeno</a>).</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/porfiria/" rel="noopener" target="_blank">Porfiria</a> hep&#xE1;tica aguda intermitente (doen&#xE7;a metab&#xF3;lica que se manifesta atrav&#xE9;s de problemas na pele e/ou com complica&#xE7;&#xF5;es neurol&#xF3;gicas) pelo risco de indu&#xE7;&#xE3;o de crises de porfiria;</li> <li>Defici&#xEA;ncia cong&#xEA;nita da glicose-6-fosfato-desidrogenase (G6PD), pelo risco de hem&#xF3;lise (destrui&#xE7;&#xE3;o dos gl&#xF3;bulos vermelhos, o que pode levar &#xE0; <a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c" target="_blank">anemia</a>);</li> <li>Gravidez e amamenta&#xE7;&#xE3;o.</li>

Este medicamento é contraindicado para menores de 3 meses de idade ou pesando menos de 5Kg.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Como usar o Difebril Comprimido?

Você deve tomar os comprimidos com líquido (aproximadamente ½ a 1 copo), por via oral.

Posologia do Difebril Comprimidos

{"tag":"hr","value":" <h3>Adultos e adolescentes acima de 15 anos</h3> <p>1 a 2 comprimidos at&#xE9; 4 vezes ao dia. Se o efeito de uma &#xFA;nica dose for insuficiente ou ap&#xF3;s o efeito analg&#xE9;sico ter diminu&#xED;do, a dose pode ser repetida respeitando-se o modo de usar e a dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria, conforme descrito acima. O tratamento pode ser interrompido a qualquer instante sem provocar danos ao paciente, inerentes &#xE0; retirada da medica&#xE7;&#xE3;o.</p> <p>N&#xE3;o h&#xE1; estudos dos efeitos de Difebril comprimidos administrado por vias n&#xE3;o recomendadas. Portanto, por seguran&#xE7;a e para garantir a efic&#xE1;cia deste medicamento, a administra&#xE7;&#xE3;o deve ser somente por via oral.</p> <h3>Em pacientes com insufici&#xEA;ncia nos rins ou no <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a></h3> <p>Recomenda-se que o uso de altas doses de dipirona seja evitado, uma vez que a taxa de elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; reduzida nestes pacientes. Entretanto, para tratamento em curto prazo n&#xE3;o &#xE9; necess&#xE1;ria redu&#xE7;&#xE3;o da dose. N&#xE3;o existe experi&#xEA;ncia com o uso de dipirona em longo prazo em pacientes com insufici&#xEA;ncia nos rins ou no f&#xED;gado.</p> <h3>Em pacientes idosos e pacientes debilitados</h3> <p>Deve-se considerar a possibilidade das fun&#xE7;&#xF5;es do f&#xED;gado e dos rins estarem prejudicadas.</p> <p><strong>Siga corretamente o modo de usar. Em caso de d&#xFA;vidas sobre este medicamento, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico. N&#xE3;o desaparecendo os sintomas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico ou do cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> <h2>O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Difebril Comprimido?</h2> <hr> <p>Caso se esque&#xE7;a de tomar uma dose, tome-a assim que poss&#xED;vel. No entanto, se estiver pr&#xF3;ximo ao hor&#xE1;rio da pr&#xF3;xima dose, espere por este hor&#xE1;rio, respeitando sempre o intervalo determinado pelo modo de usar. N&#xE3;o usar o medicamento em dobro para compensar doses esquecidas.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico, ou de seu m&#xE9;dico ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> </hr>"}

Quais cuidados devo ter ao usar o Difebril Comprimido?

Agranulocitose

Diminuição do número de granulócitos, que são tipos de glóbulos brancos, em consequência de um distúrbio na medula óssea. Induzida pela dipirona é uma ocorrência de origem imunoalérgica, que pode durar pelo menos 1 semana. Essas reações são raras, e podem ser graves, com risco à vida e, em alguns casos, fatais. Interrompa o uso da medicação e consulte seu médico&nbsp;imediatamente se alguns dos seguintes sinais ou sintomas ocorrerem; febre, calafrios, dor de garganta,lesão na boca.

Pancitopenia

Diminuição global das células do sangue (glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas) interrompa o tratamento e procure o seu médico se ocorrerem alguns dos seguintes sinais ou sintomas; mal estar geral, infecção, febre persistente, equimoses (manchas roxas), sangramento, palidez.

Choque anafilático

Reação alérgica grave.&nbsp;Ocorre principalmente em pacientes sensíveis. Portanto, a dipirona deve ser usada com cautela em pacientes que apresentem alergia atópica ou asma.

Reações cutâneas graves

Foram relatadas reações cutâneas graves com o uso de dipirona, como síndrome de Stevens-Johnson (forma grave de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e grandes áreas do corpo) e Necrólise Epidérmica Tóxica ou síndrome de Lyell (quadro grave, onde uma grande extensão de pele começa a apresentar bolhas e evolui com áreas avermelhadas semelhante a uma grande queimadura). Se você desenvolver alguns desses sinais ou sintomas erupções cutâneas muitas vezes com bolhas ou lesões da mucosa, o tratamento deve ser interrompido imediatamente e não deve ser retomado.

Reações anafiláticas / anafilactoides (reação alérgica grave e imediata que pode levar à morte)

Caso você esteja em alguma das situações abaixo, converse com seu médico, pois estas situações apresentam risco especial para possíveis reações anafiláticas graves relacionadas à dipirona.

  • <li>Asma br&#xF4;nquica, particularmente aqueles com rinossinusite poliposa (processo inflamat&#xF3;rio no nariz e seios da face com forma&#xE7;&#xE3;o de p&#xF3;lipos) concomitante;</li> <li>Urtic&#xE1;ria cr&#xF4;nica;</li> <li>Intoler&#xE2;ncia ao &#xE1;lcool, por exemplo, pessoas que reagem at&#xE9; mesmo a pequenas quantidades de bebidas alco&#xF3;licas, apresentando sintomas como espirros, lacrimejamento e vermelhid&#xE3;o acentuada da face;</li> <li>Intoler&#xE2;ncia a corantes (exemplo: tartrazina) ou a conservantes (exemplo: benzoatos).</li>

Se você tem alguma alergia, informe seu médico e use Difebril somente sob orientação.

Reações hipotensivas (de pressão baixa) isoladas

A administração de dipirona pode causar reações hipotensivas isoladas.&nbsp;Essas reações são possivelmente dose-dependentes e ocorrem com maior probabilidade após administração injetável. Para evitar as reações hipotensivas severas desse tipo; reverter à hemodinâmica (problemas no sistema circulatório) em pacientes com hipotensão pré-existente, em pacientes com redução dos fluidos corpóreos ou desidratação, ou com instabilidade circulatória ou com insuficiência circulatória incipiente; Deve-se ter cautela em pacientes com febre alta.

Nestes pacientes, a dipirona deve ser utilizada com extrema cautela e a administração de Difebril em tais circunstâncias deve ser realizada sob cuidadosa supervisão médica. Podem ser necessárias medidas preventivas (como estabilização da circulação) para reduzir o risco de reação de queda da pressão sanguínea.

A dipirona só deve ser utilizada sob cuidadoso monitoramento hemodinâmico em pacientes nos quais a diminuição da pressão sanguínea deve ser evitada, tais como pacientes com doença cardíaca coronariana grave (doença grave no coração) ou obstrução dos vasos sanguíneos que irrigam o cérebro. Caso você tenha insuficiência dos rins ou do fígado, recomenda-se que o uso de altas doses de dipirona seja evitado, uma vez que a taxa de eliminação é reduzida nestes casos.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Difebril Comprimido?

As frequências das reações adversas estão listadas a seguir de acordo com a seguinte convenção:

  • <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li>

Distúrbios cardíacos

Síndrome de Kounis (aparecimento simultâneo de eventos coronarianos agudos e reações alérgicas ou anafilactoides. Engloba conceitos como infarto alérgico e angina alérgica).

Distúrbios do sistema imunológico

A dipirona pode causar choque anafilático, reações anafiláticas / anafilactoides que podem se tornar graves com risco à vida e, em alguns casos, serem fatais. Estas reações podem ocorrer mesmo após Difebril ter sido utilizado previamente em muitas ocasiões sem complicações. Estas reações medicamentosas podem desenvolver-se imediatamente após a administração de dipirona ou horas mais tarde; contudo, a tendência normal é que estes eventos ocorram na primeira hora após a administração.
Normalmente, reações anafiláticas / anafilactoides leves manifestam-se na forma de sintomas cutâneos ou nas mucosas (tais como: coceira, ardor, vermelhidão, urticária, inchaço), falta de ar e, menos frequentemente, doenças / queixas gastrintestinais. Estas reações leves podem progredir para formas severas com coceira generalizada, angioedema grave (inchaço em região subcutânea ou em mucosas, geralmente de origem alérgica até mesmo envolvendo a laringe), broncoespasmo grave, arritmias cardíacas (descompasso dos batimentos do coração), queda da pressão sanguínea (algumas vezes precedida por aumento da pressão sanguínea) e choque circulatório (colapso circulatório em que existe um fluxo sanguíneo inadequado para os tecidos e células do corpo).&nbsp;Em pacientes com síndrome da asma analgésica, reações de intolerância aparecem tipicamente na forma de ataques asmáticos (falta de ar).

Distúrbios da pele e tecido subcutâneo

Além das manifestações da pele e mucosas, de reações anafiláticas/anafilactoides mencionadas acima, podem ocorrer ocasionalmente erupções medicamentosas fixas, raramente exantema [rash (erupções na pele)] e, em casos isolados, síndrome de Stevens-Johnson (forma grave de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e em grandes áreas do corpo) ou síndrome de Lyell (doença bolhosa grave que causa morte da camada superficial da pele e mucosas, deixando um aspecto de queimaduras de grande extensão). Deve-se interromper imediatamente o uso de medicamentos suspeitos.

Distúrbios do sangue e sistema linfático

Anemia aplástica (doença na qual a medula óssea produz em quantidade insuficiente os glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas), agranulocitose e pancitopenia, incluindo casos fatais, leucopenia (redução dos glóbulos brancos) e trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas). Estas reações podem ocorrer mesmo após Difebril ter sido utilizado previamente em muitas ocasiões, sem complicações.

Os sinais típicos de agranulocitose incluem lesões inflamatórias na mucosa (exemplo: orofaríngea, anorretal, genital), inflamação na garganta, febre (mesmo inesperadamente persistente ou recorrente). Entretanto, em pacientes recebendo tratamento com antibiótico, os sinais típicos de agranulocitose podem ser mínimos. A taxa de sedimentação eritrocitária é extensivamente aumentada, enquanto que o aumento de nódulos linfáticos é tipicamente leve ou ausente. Os sinais típicos de trombocitopenia incluem uma maior tendência para sangramento e aparecimento de pontos vermelhos na pele e membranas mucosas.

Distúrbios vasculares

Reações hipotensivas isoladas. Podem ocorrer ocasionalmente após a administração, reações hipotensivas transitórias isoladas; em casos raros, estas reações apresentam-se sob a forma de queda crítica da pressão sanguínea.

Distúrbios renais e urinários

Em casos muito raros, especialmente em pacientes com histórico de doença nos rins, pode ocorrer piora súbita ou recente da função dos rins (insuficiência renal aguda), em alguns casos com diminuição da produção de urina, redução muito acentuada da produção de urina ou perda aumentada de proteínas através da urina. Em casos isolados, pode ocorrer nefrite intersticial aguda (um tipo de inflamação nos rins). Uma coloração avermelhada pode ser observada algumas vezes na urina.

Distúrbios gastrintestinais

Foram reportados casos de sangramento gastrintestinal. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Alterações na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Para as doses recomendadas, nenhum efeito adverso na habilidade de se concentrar e reagir é conhecido. Entretanto, pelo menos com doses elevadas, deve-se levar em consideração que as habilidades para se concentrar e reagir podem estar prejudicadas, constituindo risco em situações onde estas habilidades são de importância especial (por exemplo, operar carros ou máquinas), especialmente quando álcool foi consumido.

Gravidez e amamentação

Recomenda-se não utilizar Difebril durante os primeiros 3 meses da gravidez. O uso durante o segundo trimestre da gravidez só deve ocorrer após cuidadosa avaliação do potencial risco / benefício pelo médico. Difebril não deve ser utilizado durante os 3 últimos meses da gravidez.

A amamentação deve ser evitada durante e por até 48 horas após o uso de Difebril. A dipirona é excretada no leite materno.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Pacientes idosos

Deve-se considerar a possibilidade das funções do fígado e rins estarem prejudicadas.

Crianças

Menores de 3 meses de idade ou pesando menos de 5Kg não devem ser tratadas com dipirona. Difebril comprimido não é recomendado para menores de 15 anos. É recomendada supervisão médica quando se administra dipirona a crianças pequenas.

Riscos

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>N&#xE3;o use este medicamento durante a gravidez e em crian&#xE7;as menores de tr&#xEA;s meses de idade.</strong></p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Qual a composição do Difebril Comprimido?

Apresentação

Comprimido – 500mg

Embalagem contendo 100 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto e pediátrico acima de 15 anos.

Composição

Cada comprimido de Difebril contém
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/dipirona-monoidratada/bula\" target=\"_blank\">Dipirona monoidratada</a>*</td> <td style=\"text-align:center\">525 mg</td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Excipientes**</p> </td> <td style=\"text-align:center\">1 comprimido</td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 500mg de dipirona.
**Excipientes: celulose microcristalina, croscarmelose sódica, álcool etílico, povidona, carmelose, estearato de magnésio e dióxido de silício.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Difebril Comprimido maior do que a recomendada?

Sintomas

Enjoo, vômito, dor abdominal, deficiência da função dos rins/insuficiência aguda dos rins (exemplo: devido à nefrite intersticial), mais raramente, sintomas do sistema nervoso central (tontura, sonolência, coma, convulsões) e queda da pressão sanguínea (algumas vezes progredindo para choque) bem como arritmias cardíacas (taquicardia). Após o uso de doses muito elevadas, a excreção de um metabólito inofensivo (ácido rubazônico) pode provocar coloração avermelhada na urina.

Tratamento

Não existe antídoto específico conhecido para dipirona. Se a ingestão foi feita por apenas um local de administração, poderão ser realizadas medidas para diminuir a absorção sistêmica dos ingredientes ativos através de desintoxicação primária (exemplo: lavagem gástrica) ou diminuir a absorção (carvão ativado). O principal metabólito da dipirona (4-N-metilaminoantipirina) pode ser eliminado por hemodiálise, hemofiltração, hemoperfusão ou filtração plasmática.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Difebril Comprimido com outros remédios?

Ciclosporinas

A dipirona pode causar redução dos níveis de ciclosporina no sangue, devendo, portanto, a concentração ser monitorada quando for usada concomitantemente.

Metotrexato&nbsp;

O uso concomitante de dipirona com metotrexato pode aumentar a toxicidade sanguínea do metotrexato particularmente em pacientes idosos. Portanto, essa combinação deve ser evitada.

Ácido acetilsalicílico

A dipirona pode reduzir o efeito do ácido acetilsalicílico na agregação plaquetária (união das plaquetas que atuam na coagulação), quando usados concomitantemente. Portanto, essa combinação deve ser usada com precaução em pacientes que tomam baixa dose de ácido acetilsalicílico para cardioproteção.

Bupropiona&nbsp;

A dipirona pode causar a redução na concentração sanguínea de bupropiona. Portanto, recomenda-se cautela quando a dipirona e a bupropiona são administradas concomitantemente.

Medicamento-alimentos

Não há dados disponíveis até o momento sobre a interação entre alimentos e dipirona.

Medicamento-exames laboratoriais

Foram reportadas interferências em testes laboratoriais que utilizam reações de Trinder (por exemplo: testes para medir níveis séricos de creatinina, triglicérides, colesterol HDL e ácido úrico) em pacientes utilizando dipirona.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Interação alimentícia: posso usar o Difebril Comprimido com alimentos?

Não há dados disponíveis até o momento sobre a interação entre alimentos e dipirona.

Qual a ação da substância do Difebril Comprimido (Dipirona Monoidratada)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimido efervescente</h3> <p>A a&#xE7;&#xE3;o analg&#xE9;sica de dipirona oral <em>versus</em> placebo foi avaliada em estudo cl&#xED;nico multic&#xEA;ntrico, randomizado, duplo-cego, cruzado, controlado por placebo, envolvendo 73 pacientes com crise de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/dor-de-cabeca-e-enxaqueca/c\" target=\"_blank\">enxaqueca</a> com ou sem aura, selecionados para receber 1 g de dipirona VO ou placebo. A intensidade da dor foi medida atrav&#xE9;s da escala verbal de dor antes e 1, 2, 4 e 24 h ap&#xF3;s o tratamento. Melhora significativa da dor foi observada com dipirona, comparativamente ao placebo em todos os pontos medidos. As percentagens de &quot;al&#xED;vio da dor&quot; obtidas 1, 2 e 4 horas ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o oral de 1 g de dipirona variaram de 42% a 57,1% vs 19,6% a 28,6% para o placebo (p &lt; 0,001) (Tulunay et al, 2004).</p> <p>Doses orais &#xFA;nicas de dipirona 500 mg e 1 g <em>versus </em>&#xE1;cido acetilsalic&#xED;lico (AAS) 1 g foram comparadas em estudo cl&#xED;nico multic&#xEA;ntrico, randomizado, duplo-cego, de grupos paralelos, controlado com placebo e comparador ativo, envolvendo 417 pacientes com cefaleia tensional epis&#xF3;dica. O intervalo de tempo resultante da soma da m&#xE9;dia ponderada da diferen&#xE7;a de intensidade da dor sobre ambos os epis&#xF3;dios chegou a 12,20, 12,64, 10,56 e 8,10 para 500 mg e 1 g de dipirona, 1 g de AAS e placebo, respectivamente (p &lt; 0,0001 para ambos os grupos dipirona e p &lt; 0,0150 para AAS <em>versus</em> placebo). Observou-se uma tend&#xEA;ncia para in&#xED;cio mais precoce de al&#xED;vio da dor mais profunda com dipirona 500 mg e 1 g sobre 1 g de AAS. Todos os medicamentos foram seguros e bem tolerados (Mart&#xED;nez-Mart&#xED;n et al, 2001).</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">Tulunay FC, Erg&#xFC;n H, G&#xFC;lmez SE, Ozbenli T, Ozmeno&#x11F;lu M, Boz C, ErdemogluAK,Varlikbas A, G&#xF6;ksan B, Inan L. The efficacy and safety of dipyrone (Novalgin)tablets in the treatment of acute migraine attacks: a double-blind, cross-over,randomized, placebo-controlled, multi-center study. Funct Neurol. 2004 Jul-Sep;19(3):197-202. PubMed PMID: 15595715.<br> Mart&#xED;nez-Mart&#xED;n P, Raffaelli E Jr, Titus F, Despuig J, Fragoso YD, D&#xED;ez-Tejedor E, Lia&#xF1;o H, Leira R, Cornet ME, van Toor BS, C&#xE1;mara J, Peil H, Vix JM, Ortiz P; Co-operative Study Group. Efficacy and safety of metamizol vs. acetylsalicylic acid in patients with moderate episodic tension-type headache: a randomized, double-blind, placebo- and active-controlled, multicentre study. Cephalalgia. 2001 Jun;21(5):604-10.</br></span></p> <h3>Comprimido simples</h3> <p>A a&#xE7;&#xE3;o antipir&#xE9;tica e analg&#xE9;sica da dipirona oral foi avaliada em estudos cl&#xED;nicos duplo-cego.</p> <p>Em um estudo duplo-cego com pacientes com febre tif&#xF3;ide, 25 pacientes receberam 500 mg de dipirona VO e 28 receberam 500 mg de paracetamol VO. A temperatura retal e os registros de pulso foram monitorados a cada 30 minutos. Efeitos antipir&#xE9;ticos foram observados no grupo dipirona e paracetamol aos 30 e 60 minutos respectivamente. Foram calculadas a &#xE1;rea sob a curva tempo-temperatura tanto para a dipirona (148&#xBA;C&#xB7;h) quanto para o paracetamol (128&#xBA;C&#xB7;h), a diferen&#xE7;a entre as &#xE1;reas foi significativamente maior para os pacientes que receberam dipirona. O total de antipirese nos dois grupos foi calculado pelos escores das somas de redu&#xE7;&#xE3;o de temperatura at&#xE9; 6 horas ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o da medica&#xE7;&#xE3;o, que foi maior que 300 para os pacientes recebendo dipirona e menor que 300 para os pacientes que receberam paracetamol (p &lt; 0,05) (Ajgaonkar VS, 1988).</p> <p>A a&#xE7;&#xE3;o analg&#xE9;sica da dipirona oral <em>versus</em> placebo foi avaliada em estudo cl&#xED;nico multic&#xEA;ntrico, randomizado, duplo-cego, cruzado, controlado por placebo, envolvendo 73 pacientes com crise de enxaqueca com ou sem aura, selecionados para receber 1 g de dipirona via oral ou placebo. A intensidade da dor foi medida atrav&#xE9;s da escala verbal de dor antes e 1, 2, 4 e 24 h ap&#xF3;s o tratamento. Melhora significativa da dor foi observada com dipirona, comparativamente ao placebo em todos os pontos medidos. As percentagens de &quot;al&#xED;vio da dor&quot; obtidas 1, 2 e 4 horas ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o oral de 1 g de dipirona variaram de 42% a 57,1% vs 19,6% a 28,6% para o placebo (p &lt; 0,001) (Tulunay et al, 2004).</p> <p>Doses orais &#xFA;nicas de dipirona 500 mg e 1 g<em> versus</em> &#xE1;cido acetilsalic&#xED;lico (AAS) 1 g foram comparadas em estudo cl&#xED;nico multic&#xEA;ntrico, randomizado, duplo-cego, de grupos paralelos, controlado com placebo e comparador ativo, envolvendo 417 pacientes com cefaleia tensional epis&#xF3;dica. O intervalo de tempo resultante da soma da m&#xE9;dia ponderada da diferen&#xE7;a de intensidade da dor sobre ambos os epis&#xF3;dios chegou a 12,20, 12,64, 10,56 e 8,10 para 500 mg e 1 g de dipirona, 1 g de AAS e placebo, respectivamente. (p &lt; 0,0001 para ambos os grupos dipirona e p &lt; 0,0150 para AAS versus placebo). Observou-se uma tend&#xEA;ncia para in&#xED;cio mais precoce de al&#xED;vio da dor mais profunda com dipirona 500 mg e 1 g sobre 1 g de AAS. Todos os medicamentos foram seguros e bem tolerados (Mart&#xED;nez-Mart&#xED;n et al, 2001).</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">Ajgaonkar VS, Marathe SN, Virani AR. Dipyrone <em>versus</em> paracetamol: a double-blind study in typhoid fever. J Int Med Res. 1988 May-Jun;16(3):225-30.<br> Tulunay FC, Erg&#xFC;n H, G&#xFC;lmez SE, Ozbenli T, Ozmeno&#x11F;lu M, Boz C, ErdemogluAK,Varlikbas A, G&#xF6;ksan B, Inan L. The efficacy and safety of dipyrone (Novalgin)tablets in the treatment of acute migraine attacks: a double-blind, cross-over,randomized, placebo-controlled, multi-center study. Funct Neurol. 2004 Jul-Sep;19(3):197-202. PubMed PMID: 15595715.<br> Mart&#xED;nez-Mart&#xED;n P, Raffaelli E Jr, Titus F, Despuig J, Fragoso YD, D&#xED;ez-Tejedor E, Lia&#xF1;o H, Leira R, Cornet ME, van Toor BS, C&#xE1;mara J, Peil H, Vix JM, Ortiz P; Co-operative Study Group. Efficacy and safety of metamizol vs. acetylsalicylic acid in patients with moderate episodic tension-type headache: a randomized, double-blind, placebo- and active-controlled, multicentre study. Cephalalgia. 2001 Jun;21(5):604-10.</br></br></span></p> <h3>Solu&#xE7;&#xE3;o oral 50 mg/mL</h3> <p>A efic&#xE1;cia da dipirona xarope foi avaliada em um estudo cl&#xED;nico comparando com xarope de paracetamol em 120 crian&#xE7;as febris com idade entre 4 e 10 anos. Infec&#xE7;&#xF5;es virais do trato respirat&#xF3;rio foram as principais queixas e as temperaturas de base foram compar&#xE1;veis em ambos os grupos (38,4&#xB0;C para a dipirona e 39,3&#xB0;C para o paracetamol).</p> <p>Trinta minutos ap&#xF3;s uma &#xFA;nica dose foi observada redu&#xE7;&#xE3;o acentuada na febre com ambas as drogas.</p> <p>A dipirona pareceu ser significativamente superior ao paracetamol, 1,5 h a 6 h ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o da droga. O in&#xED;cio da a&#xE7;&#xE3;o foi a mesma com ambas as drogas, mas o efeito atipir&#xE9;tico durou mais tempo com a dipirona. A faixa de dose foi 13,2-22,3 mg/kg de dipirona e 15,0-39,2 mg/kg de paracetamol. Altas doses de paracetamol n&#xE3;o resultaram em um maior efeito antipir&#xE9;tico (Adam, 1994).</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">Adam D, Stankov G. Treatment of fever in childhood. Eur J Pediatr 1994; 153: 394-402.</span></p> <h3>Solu&#xE7;&#xE3;o oral 500 mg/mL</h3> <h4>Pacientes pedi&#xE1;tricos</h4> <p>Estudo cl&#xED;nico comparativo, multinacional, randomizado, duplo-cego, comparou a efic&#xE1;cia antipir&#xE9;tica de dipirona, paracetamol e ibuprofeno em 628 crian&#xE7;as com febre, com idade entre 6 meses a 6 anos. Os tr&#xEA;s f&#xE1;rmacos foram eficazes em baixar a temperatura em 555 pacientes que completaram o estudo. Taxas de normaliza&#xE7;&#xE3;o de temperatura no grupo dipirona e ibuprofeno (82% e 78%, respectivamente) foram significativamente maiores do que no grupo paracetamol (68%, p = 0,004). Depois de 4 a 6 horas, a temperatura m&#xE9;dia no grupo da dipirona foi significativamente menor que os demais grupos, demonstrando maior normaliza&#xE7;&#xE3;o da temperatura com a dipirona (Wong et al, 2001).</p> <p>Em outro estudo cl&#xED;nico aberto, n&#xE3;o comparativo foi usada dipirona oral na dose de 10-15 mg/kg cada 6-8 horas para avaliar a redu&#xE7;&#xE3;o de temperatura em 93 pacientes pedi&#xE1;tricos (3 meses a 12 anos) com febre (&gt; 38,5&#xBA;C). Resposta boa ou satisfat&#xF3;ria foi observada em 92% dos pacientes (Izhar T, 1999).</p> <h4>Pacientes adultos</h4> <p>Em estudo cl&#xED;nico, randomizado, duplo-cego, de grupos paralelos, controlado por placebo, foi comparada a efic&#xE1;cia analg&#xE9;sica de dipirona solu&#xE7;&#xE3;o oral 500 mg/mL (gotas), <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cetoprofeno/bula\" target=\"_blank\">cetoprofeno</a> formula&#xE7;&#xE3;o l&#xED;quida (25 mg ou 50 mg) e placebo em 108 pacientes com idade acima de 18 anos (26 a 28 pacientes por tratamento) com dor p&#xF3;s episiotomia. Todos os tratamentos ativos foram significativamente superiores ao placebo para v&#xE1;rias medidas de analgesia, incluindo 4-horas e 6-hora SPID e pontua&#xE7;&#xF5;es TOTPAR. A avalia&#xE7;&#xE3;o global foi considerada como &quot;bom&quot; ou &quot;excelente&quot; por mais de 75% dos pacientes nos grupos de tratamento ativo comparado com 7,4% dos pacientes no grupo placebo (Olsonet al, 1999).</p> <h3>Solu&#xE7;&#xE3;o injet&#xE1;vel</h3> <p>A dipirona injet&#xE1;vel foi comparada com placebo em estudos cl&#xED;nicos.</p> <p>Um estudo comparou dipirona 1 g IV <em>versus</em> placebo para cefaleia tensional em 60 pacientes. Os pacientes que receberam dipirona mostraram uma melhora estatisticamente significante da dor (p &lt; 0,05) comparada com o placebo aos 30 minutos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o. O ganho terap&#xEA;utico foi de 30% em 30 minutos e 40% em 60 minutos, com resultados significativamente superiores para dipirona. Foram observadas redu&#xE7;&#xF5;es significativas na reincid&#xEA;ncia (dipirona = 25%, placebo = 50%) e uso de medica&#xE7;&#xE3;o de resgate (dipirona = 20%, placebo = 47,6%) para o grupo dipirona (Bigal ME, 2002).</p> <p>Outro estudo comparou dipirona 1 g IV com placebo para o al&#xED;vio da cefaleia tipo migr&#xE2;nea com aura e sem aura.</p> <p>Foram utilizados sete par&#xE2;metros de avalia&#xE7;&#xE3;o analg&#xE9;sica e uma escala anal&#xF3;gica para avaliar <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/nauseas/c\" target=\"_blank\">n&#xE1;useas</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/fotofobia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">fotofobia</a> e fonofobia. Os pacientes sem aura que receberam dipirona demonstraram uma melhora estatisticamente superior com 30 minutos (29,5% no grupo dipirona<em> versus </em>10% no grupo placebo) e 60 minutos (65,9% com dipirona e 16,7% com placebo) (p &lt; 0,05). Os pacientes que apresentavam aura tiveram comportamento semelhante com 30% de melhora no grupo dipirona <em>versus </em>3,3% no grupo placebo com 30 minutos e 63,3% <em>versus </em>13,3% para dipirona e placebo, respectivamente com 60 minutos (p &lt; 0,05). Houve melhora tamb&#xE9;m em todos os sintomas associados quando comparados com indiv&#xED;duos controle (Bigal ME, 2002).</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">Bigal ME, Bordini CA, Speciali JG. Intravenous dipyrone for the acute treatment of episodic tension-type headache: a randomized, placebo-controlled, double-blind study. Braz J Med Biol Res. 2002 Oct;35(10):1139-45. Epub 2002 Oct 13.<br> Bigal ME, Bordini CA, Tepper SJ, Speciali JG. Intravenous dipyrone in the acute treatment of migraine without aura and migraine with aura: a randomized, double blind, placebo controlled study.Headache. 2002 Oct;42(9):862- 71.</br></span></p> <h3>Suposit&#xF3;rio</h3> <p>Em um estudo cl&#xED;nico fase II, prospectivo, randomizado e duplo cego, 300 mg de dipirona suposit&#xF3;rio foi comparada com 100 mg de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/nimesulida/bula\" target=\"_blank\">nimesulida</a> suposit&#xF3;rio no controle da dor p&#xF3;s-operat&#xF3;ria em 45 crian&#xE7;as com idade entre 4 e 8 anos e peso corporal entre 16,5 e 62,5 kg (mediana 29,12 +/- 10,48 kg). Ap&#xF3;s 1 dia de tratamento com dipirona, a dor foi avaliada como nula ou m&#xE9;dia em 71% dos pacientes e 29% dos pacientes ainda reportavam dor moderada. Ap&#xF3;s 2 dias de tratamento, 67% das crian&#xE7;as que ainda tiveram dor no dia anterior, estavam livres de sintomas. Ap&#xF3;s 1 dia de tratamento com nimesulida, a dor foi avaliada como nula ou m&#xE9;dia em 73% dos pacientes e 27% dos pacientes ainda reportavam dor moderada. Ap&#xF3;s 2 dias de tratamento, 75% das crian&#xE7;as que ainda tiveram dor no dia anterior, estavam livres de sintomas. A efic&#xE1;cia do tratamento foi avaliada pelo observador como boa e muito boa em 75% dos casos no grupo que recebeu dipirona e em 66% dos casos no grupo que recebeu nimesulida. N&#xE3;o houve diferen&#xE7;a estat&#xED;stica quanto ao controle da dor nos dois grupos. Ambos os tratamentos foram bem tolerados, n&#xE3;o tendo sido reportadas rea&#xE7;&#xF5;es locais (Scharli et al, 1990).</p> <p>Em outro estudo cl&#xED;nico aberto, 70 pacientes pedi&#xE1;tricos com idade entre 1 a 12 anos foram avaliados quanto ao efeito antipir&#xE9;tico da apresenta&#xE7;&#xE3;o suposit&#xF3;rio (300 mg) de dipirona, buscando-se determinar a velocidade de absor&#xE7;&#xE3;o, pico de a&#xE7;&#xE3;o, dura&#xE7;&#xE3;o de efeito e dose terap&#xEA;utica eficaz (mg/kg peso). Todos os pacientes receberam uma &#xFA;nica dose de apresenta&#xE7;&#xE3;o estabelecendo-se, para efeito de an&#xE1;lise comparativa, tr&#xEA;s faixas de dosagem quanto &#xE0; dose terap&#xEA;utica administrada (=21 mg/kg). Os dados obtidos permitiram concluir-se por boa velocidade de absor&#xE7;&#xE3;o pela mucosa retal (queda de 1,5-C obtida entre 90 e 120 minutos), pico de a&#xE7;&#xE3;o ao final de 180 minutos, dura&#xE7;&#xE3;o de efeito antipir&#xE9;tico superior a 6 horas e dose terap&#xEA;utica eficaz entre 15 e 20 mg/kg peso (17,9 + ou - 1,6 mg/kg) (Almeida et al, 1986).</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">Scharli AF, Brulhart K, Monti T. Pharmacokinetics and Therapeutic Study: with nimesulide Suppositories in Children with Post-operative pain and inflammation. J Inter Med Research 1990; 18:315-321.<br> Almeida S; Cortes, F A S W; Nonino J O. Avalia&#xE7;&#xE3;o indireta da biodisponibilidade e da dose terap&#xEA;utica eficaz de dipirona/suposit&#xF3;rio no tratamento de hiperpirexia em pediatria / Indirect evaluation of the bioavailability and effective therapeutic dosage of dipyrone/suppository in the treatment of hyperpyrexia in pediatrics. Pediatric mod 1986; 21(7): 400-6.</br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Comprimido efervescente</h3> <h4>Propriedades farmacodin&#xE2;micas</h4> <p>A dipirona &#xE9; um derivado pirazol&#xF4;nico n&#xE3;o narc&#xF3;tico com efeitos analg&#xE9;sico, antipir&#xE9;tico e espasmol&#xED;tico.</p> <p>A dipirona &#xE9; uma pr&#xF3;-droga cuja metaboliza&#xE7;&#xE3;o gera a forma&#xE7;&#xE3;o de v&#xE1;rios metab&#xF3;litos entre os quais h&#xE1; 2 com propriedades analg&#xE9;sicas: 4-metil-aminoantipirina (4-MAA) e o 4-amino-antipirina (4-AA).</p> <p>Como a inibi&#xE7;&#xE3;o da ciclo-oxigenase (COX-1, COX-2 ou ambas) n&#xE3;o &#xE9; suficiente para explicar este efeito antinociceptivo, outros mecanismos alternativos foram propostos, tais como: inibi&#xE7;&#xE3;o de s&#xED;ntese de prostaglandinas preferencialmente no <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/c\" target=\"_blank\">sistema nervoso central</a>, dessensibilizac&#xE3;o dos nociceptores perif&#xE9;ricos envolvendo atividade via &#xF3;xido n&#xED;trico-GMPc no nociceptor, uma poss&#xED;vel variante de COX-1 do sistema nervoso central seria o alvo espec&#xED;fico e, mais recentemente, a proposta de que a dipirona inibiria uma outra isoforma da ciclo-oxigenase, a COX-3.</p> <p>Os efeitos analg&#xE9;sico e antipir&#xE9;tico podem ser esperados em 30 a 60 minutos ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o e geralmente duram cerca de 4 horas.</p> <h4>Propriedades farmacocin&#xE9;ticas</h4> <h5>A farmacocin&#xE9;tica da dipirona e de seus metab&#xF3;litos n&#xE3;o est&#xE1; completamente elucidada, mas as seguintes informa&#xE7;&#xF5;es podem ser fornecidas:</h5> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral, a dipirona &#xE9; completamente hidrolisada em sua por&#xE7;&#xE3;o ativa, 4-N-metilaminoantipirina (MAA). A biodisponibilidade absoluta da MAA &#xE9; de aproximadamente 90%, sendo um pouco maior ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral quando comparada &#xE0; administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa. A farmacocin&#xE9;tica da MAA n&#xE3;o se altera em qualquer extens&#xE3;o quando a dipirona &#xE9; administrada concomitantemente a alimentos.</p> <p>Principalmente a MAA, mas tamb&#xE9;m a 4-aminoantipirina (AA), contribuem para o efeito cl&#xED;nico. Os valores de AUC para AA constituem aproximadamente 25% do valor de AUC para MAA. Os metab&#xF3;litos 4-Nacetilaminoantipirina (AAA) e 4-N-formilaminoantipirina (FAA) parecem n&#xE3;o apresentar efeito cl&#xED;nico. S&#xE3;o observadas farmacocin&#xE9;ticas n&#xE3;o lineares para todos os metab&#xF3;litos. S&#xE3;o necess&#xE1;rios estudos adicionais antes que se chegue a uma conclus&#xE3;o sobre o significado cl&#xED;nico destes resultados. O ac&#xFA;mulo de metab&#xF3;litos apresenta pequena relev&#xE2;ncia cl&#xED;nica em tratamentos de curto prazo.</p> <p>O grau de liga&#xE7;&#xE3;o &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> plasm&#xE1;ticas &#xE9; de 58% para MAA, 48% para AA, 18% para FAA e 14% para AAA.</p> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa, a meia-vida plasm&#xE1;tica &#xE9; de aproximadamente 14 minutos para a dipirona.</p> <p>Aproximadamente 96% e 6% da dose radiomarcada administrada por via intravenosa foram excretadas na urina e fezes, respectivamente. Foram identificados 85% dos metab&#xF3;litos que s&#xE3;o excretados na urina, quando da administra&#xE7;&#xE3;o oral de dose &#xFA;nica, obtendo-se 3% &#xB1; 1% para MAA, 6% &#xB1; 3% para AA, 26% &#xB1; 8% para AAA e 23% &#xB1; 4% para FAA. Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de dose &#xFA;nica de 1 g de dipirona, o <em>clearance </em>renal foi de 5 mL &#xB1; 2 mL/min para MAA, 38 mL &#xB1; 13 mL/min para AA, 61 mL &#xB1; 8 mL/min para AAA, e 49 mL &#xB1; 5 mL/min para FAA. As meias-vidas plasm&#xE1;ticas correspondentes foram de 2,7 &#xB1; 0,5 horas para MAA, 3,7 &#xB1; 1,3 horas para AA, 9,5 &#xB1; 1,5 horas para AAA, e 11,2 &#xB1; 1,5 horas para FAA.</p> <p>Em pacientes idosos, a exposi&#xE7;&#xE3;o (AUC) aumenta 2 a 3 vezes. Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/cirrose-hepatica\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/cirrose/c\" target=\"_blank\">cirrose</a> hep&#xE1;tica, ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de dose &#xFA;nica, a meia-vida de MAA e FAA aumentou 3 vezes (10 horas), enquanto para AA e AAA este aumento n&#xE3;o foi t&#xE3;o marcante.</p> <p>Os pacientes com insufici&#xEA;ncia renal n&#xE3;o foram extensivamente estudados at&#xE9; o momento. Os dados dispon&#xED;veis indicam que a elimina&#xE7;&#xE3;o de alguns metab&#xF3;litos (AAA e FAA) &#xE9; reduzida.</p> <h4>Dados de seguran&#xE7;a pr&#xE9;-cl&#xED;nicos</h4> <h5>Toxicidade aguda</h5> <p>As doses m&#xED;nimas letais de dipirona em camundongos e ratos s&#xE3;o: aproximadamente 4000 mg/kg de peso corporal por via oral, aproximadamente 2300 mg de dipirona por kg de peso corporal ou 400 mg de MAA por kg de peso corporal por via intravenosa. Os sinais de intoxica&#xE7;&#xE3;o foram seda&#xE7;&#xE3;o, taquipneia e convuls&#xF5;es pr&#xE9;-morte.</p> <h5>Toxicidade cr&#xF4;nica</h5> <p>As inje&#xE7;&#xF5;es intravenosas de dipirona em ratos (peso corporal 150 mg/kg por dia) e c&#xE3;es (50 mg/kg de peso corporal por dia) durante um per&#xED;odo de 4 semanas foram toleradas. Foram realizados estudos de toxicidade oral cr&#xF4;nica ao longo de um per&#xED;odo de 6 meses em ratos e c&#xE3;es: doses di&#xE1;rias de at&#xE9; 300 mg de peso corporal/kg em ratos e at&#xE9; 100 mg/kg de peso corporal de peso em c&#xE3;es n&#xE3;o causaram sinais de intoxica&#xE7;&#xE3;o. Doses mais elevadas em ambas esp&#xE9;cies causaram altera&#xE7;&#xF5;es qu&#xED;micas do soro e hemossiderose no <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a> e ba&#xE7;o, tamb&#xE9;m foram detectados sinais de anemia e toxicidade da medula &#xF3;ssea.</p> <h5>Mutagenicidade</h5> <p>Est&#xE3;o descritos na literatura tanto resultados positivos bem como negativos. No entanto, estudos<em> in vitro </em>e<em> in vivo</em> com material espec&#xED;fico grau Hoechst n&#xE3;o deu indica&#xE7;&#xE3;o de um potencial mutag&#xEA;nico.</p> <h5>Carcinogenicidade</h5> <p>Estudos de tempo de vida com dipirona em ratos e camundongos NMRI n&#xE3;o mostraram efeitos cancer&#xED;genos.</p> <h5>Toxicidade reprodutiva</h5> <p>Estudos em ratos e coelhos n&#xE3;o indicam potencial teratog&#xEA;nico.</p> <h3>Comprimido simples</h3> <h4>Propriedades farmacodin&#xE2;micas</h4> <p>A dipirona &#xE9; um derivado pirazol&#xF4;nico n&#xE3;o narc&#xF3;tico com efeitos analg&#xE9;sico, antipir&#xE9;tico e espasmol&#xED;tico.</p> <p>A dipirona &#xE9; uma pr&#xF3;-droga cuja metaboliza&#xE7;&#xE3;o gera a forma&#xE7;&#xE3;o de v&#xE1;rios metab&#xF3;litos entre os quais h&#xE1; 2 com propriedades analg&#xE9;sicas: 4-metil-aminoantipirina (4-MAA) e o 4-amino-antipirina (4-AA).</p> <p>Como a inibi&#xE7;&#xE3;o da ciclo-oxigenase (COX-1, COX-2 ou ambas) n&#xE3;o &#xE9; suficiente para explicar este efeito antinociceptivo, outros mecanismos alternativos foram propostos, tais como: inibi&#xE7;&#xE3;o de s&#xED;ntese de prostaglandinas preferencialmente no sistema nervoso central, dessensibilizac&#xE3;o dos nociceptores perif&#xE9;ricos envolvendo atividade via &#xF3;xido n&#xED;trico-GMPc no nociceptor, uma poss&#xED;vel variante de COX-1 do sistema nervoso central seria o alvo espec&#xED;fico e, mais recentemente, a proposta de que a dipirona inibiria uma outra isoforma da ciclo-oxigenase, a COX-3.</p> <p>Os efeitos analg&#xE9;sico e antipir&#xE9;tico podem ser esperados em 30 a 60 minutos ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o e geralmente duram cerca de 4 horas.</p> <h4>Propriedades farmacocin&#xE9;ticas</h4> <h5>A farmacocin&#xE9;tica da dipirona e de seus metab&#xF3;litos n&#xE3;o est&#xE1; completamente elucidada, mas as seguintes informa&#xE7;&#xF5;es podem ser fornecidas:</h5> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral, a dipirona &#xE9; completamente hidrolisada em sua por&#xE7;&#xE3;o ativa, 4-N-metilaminoantipirina (MAA). A biodisponibilidade absoluta da MAA &#xE9; de aproximadamente 90%, sendo um pouco maior ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral quando comparada &#xE0; administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa. A farmacocin&#xE9;tica da MAA n&#xE3;o se altera em qualquer extens&#xE3;o quando a dipirona &#xE9; administrada concomitantemente a alimentos.</p> <p>Principalmente a MAA, mas tamb&#xE9;m a 4-aminoantipirina (AA), contribuem para o efeito cl&#xED;nico. Os valores de AUC para AA constituem aproximadamente 25% do valor de AUC para MAA. Os metab&#xF3;litos 4-Nacetilaminoantipirina (AAA) e 4-N-formilaminoantipirina (FAA) parecem n&#xE3;o apresentar efeito cl&#xED;nico. S&#xE3;o observadas farmacocin&#xE9;ticas n&#xE3;o-lineares para todos os metab&#xF3;litos. S&#xE3;o necess&#xE1;rios estudos adicionais antes que se chegue a uma conclus&#xE3;o sobre o significado cl&#xED;nico destes resultados. O ac&#xFA;mulo de metab&#xF3;litos apresenta pequena relev&#xE2;ncia cl&#xED;nica em tratamentos de curto prazo.</p> <p>O grau de liga&#xE7;&#xE3;o &#xE0;s prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas &#xE9; de 58% para MAA, 48% para AA, 18% para FAA e 14% para AAA. Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa, a meia-vida plasm&#xE1;tica &#xE9; de aproximadamente 14 minutos para a dipirona. Aproximadamente 96% e 6% da dose radiomarcada administrada por via intravenosa foram excretadas na urina e fezes, respectivamente. Foram identificados 85% dos metab&#xF3;litos que s&#xE3;o excretados na urina, quando da administra&#xE7;&#xE3;o oral de dose &#xFA;nica, obtendo-se 3% &#xB1; 1% para MAA, 6% &#xB1; 3% para AA, 26% &#xB1; 8% para AAA e 23% &#xB1; 4% para FAA. Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de dose &#xFA;nica de 1 g de dipirona, o <em>clearance </em>renal foi de 5 mL &#xB1; 2 mL/min para MAA, 38 mL &#xB1; 13 mL/min para AA, 61 mL &#xB1; 8 mL/min para AAA, e 49 mL &#xB1; 5 mL/min para FAA. As meias-vidas plasm&#xE1;ticas correspondentes foram de 2,7 &#xB1; 0,5 horas para MAA, 3,7 &#xB1; 1,3 horas para AA, 9,5 &#xB1; 1,5 horas para AAA, e 11,2 &#xB1; 1,5 horas para FAA. Em pacientes idosos, a exposi&#xE7;&#xE3;o (AUC) aumenta 2 a 3 vezes.</p> <p>Em pacientes com cirrose hep&#xE1;tica, ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de dose &#xFA;nica, a meia-vida de MAA e FAA aumentou 3 vezes (10 horas), enquanto para AA e AAA este aumento n&#xE3;o foi t&#xE3;o marcante.</p> <p>Os pacientes com insufici&#xEA;ncia renal n&#xE3;o foram extensivamente estudados at&#xE9; o momento. Os dados dispon&#xED;veis indicam que a elimina&#xE7;&#xE3;o de alguns metab&#xF3;litos (AAA e FAA) &#xE9; reduzida.</p> <h4>Dados de seguran&#xE7;a pr&#xE9;-cl&#xED;nicos</h4> <h5>Toxicidade aguda</h5> <p>As doses m&#xED;nimas letais de dipirona em camundongos e ratos s&#xE3;o: aproximadamente 4000 mg/kg de peso corporal por via oral, aproximadamente 2300 mg de dipirona por kg de peso corporal ou 400 mg de MAA por kg de peso corporal por via intravenosa. Os sinais de intoxica&#xE7;&#xE3;o foram seda&#xE7;&#xE3;o, taquipneia e convuls&#xF5;es pr&#xE9;-morte.</p> <h5>Toxicidade cr&#xF4;nica</h5> <p>As inje&#xE7;&#xF5;es intravenosas de dipirona em ratos (peso corporal 150 mg/kg por dia) e c&#xE3;es (50 mg/kg de peso corporal por dia) durante um per&#xED;odo de 4 semanas foram toleradas. Foram realizados estudos de toxicidade oral cr&#xF4;nica ao longo de um per&#xED;odo de 6 meses em ratos e c&#xE3;es: doses di&#xE1;rias de at&#xE9; 300 mg de peso corporal/kg em ratos e at&#xE9; 100 mg/kg de peso corporal de peso em c&#xE3;es n&#xE3;o causaram sinais de intoxica&#xE7;&#xE3;o. Doses mais elevadas em ambas esp&#xE9;cies causaram altera&#xE7;&#xF5;es qu&#xED;micas do soro e hemossiderose no f&#xED;gado e ba&#xE7;o, tamb&#xE9;m foram detectados sinais de anemia e toxicidade da medula &#xF3;ssea.</p> <h5>Mutagenicidade</h5> <p>Est&#xE3;o descritos na literatura tanto resultados positivos bem como negativos. No entanto, estudos<em> in vitro</em> e <em>in vivo</em> com material espec&#xED;fico grau Hoechst n&#xE3;o deu indica&#xE7;&#xE3;o de um potencial mutag&#xEA;nico.</p> <h5>Carcinogenicidade</h5> <p>Estudos de tempo de vida com dipirona em ratos e camundongos NMRI n&#xE3;o mostraram efeitos cancer&#xED;genos.</p> <h5>Toxicidade reprodutiva</h5> <p>Estudos em ratos e coelhos n&#xE3;o indicam potencial teratog&#xEA;nico.</p> <h3>Solu&#xE7;&#xE3;o oral 50 mg/mL</h3> <h4>Propriedades farmacodin&#xE2;micas</h4> <p>A dipirona &#xE9; um derivado pirazol&#xF4;nico n&#xE3;o narc&#xF3;tico com efeitos analg&#xE9;sico, antipir&#xE9;tico e espasmol&#xED;tico.</p> <p>A dipirona &#xE9; uma pr&#xF3;-droga cuja metaboliza&#xE7;&#xE3;o gera a forma&#xE7;&#xE3;o de v&#xE1;rios metab&#xF3;litos entre os quais h&#xE1; 2 com propriedades analg&#xE9;sicas: 4-metil-aminoantipirina (4-MAA) e o 4-amino-antipirina (4-AA).</p> <p>Como a inibi&#xE7;&#xE3;o da ciclo-oxigenase (COX-1, COX-2 ou ambas) n&#xE3;o &#xE9; suficiente para explicar este efeito antinociceptivo, outros mecanismos alternativos foram propostos, tais como: inibi&#xE7;&#xE3;o de s&#xED;ntese de prostaglandinas preferencialmente no sistema nervoso central, dessensibilizac&#xE3;o dos nociceptores perif&#xE9;ricos envolvendo atividade via &#xF3;xido n&#xED;trico-GMPc no nociceptor, uma poss&#xED;vel variante de COX-1 do sistema nervoso central seria o alvo espec&#xED;fico e, mais recentemente, a proposta de que a dipirona inibiria uma outra isoforma da ciclo-oxigenase, a COX-3.</p> <p>Os efeitos analg&#xE9;sico e antipir&#xE9;tico podem ser esperados em 30 a 60 minutos ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o e geralmente duram cerca de 4 horas.</p> <h4>Propriedades farmacocin&#xE9;ticas</h4> <h5>A farmacocin&#xE9;tica da dipirona e de seus metab&#xF3;litos n&#xE3;o est&#xE1; completamente elucidada, mas as seguintes informa&#xE7;&#xF5;es podem ser fornecidas:</h5> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral, a dipirona &#xE9; completamente hidrolisada em sua por&#xE7;&#xE3;o ativa, 4-N-metilaminoantipirina (MAA). A biodisponibilidade absoluta da MAA &#xE9; de aproximadamente 90%, sendo um pouco maior ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral quando comparada &#xE0; administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa. A farmacocin&#xE9;tica da MAA n&#xE3;o se altera em qualquer extens&#xE3;o quando a dipirona &#xE9; administrada concomitantemente a alimentos.</p> <p>Principalmente a MAA, mas tamb&#xE9;m a 4-aminoantipirina (AA), contribuem para o efeito cl&#xED;nico. Os valores de AUC para AA constituem aproximadamente 25% do valor de AUC para MAA. Os metab&#xF3;litos 4-Nacetilaminoantipirina (AAA) e 4-N-formilaminoantipirina (FAA) parecem n&#xE3;o apresentar efeito cl&#xED;nico. S&#xE3;o observadas farmacocin&#xE9;ticas n&#xE3;o lineares para todos os metab&#xF3;litos. S&#xE3;o necess&#xE1;rios estudos adicionais antes que se chegue a uma conclus&#xE3;o sobre o significado cl&#xED;nico destes resultados. O ac&#xFA;mulo de metab&#xF3;litos apresenta pequena relev&#xE2;ncia cl&#xED;nica em tratamentos de curto prazo.</p> <p>O grau de liga&#xE7;&#xE3;o &#xE0;s prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas &#xE9; de 58% para MAA, 48% para AA, 18% para FAA e 14% para AAA.</p> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa, a meia-vida plasm&#xE1;tica &#xE9; de aproximadamente 14 minutos para a dipirona.</p> <p>Aproximadamente 96% e 6% da dose radiomarcada administrada por via intravenosa foram excretadas na urina e fezes, respectivamente. Foram identificados 85% dos metab&#xF3;litos que s&#xE3;o excretados na urina, quando da administra&#xE7;&#xE3;o oral de dose &#xFA;nica, obtendo-se 3% &#xB1; 1% para MAA, 6% &#xB1; 3% para AA, 26% &#xB1; 8% para AAA e 23% &#xB1; 4% para FAA. Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de dose &#xFA;nica de 1 g de dipirona, o <em>clearance </em>renal foi de 5 mL &#xB1; 2 mL/min para MAA, 38 mL &#xB1; 13 mL/min para AA, 61 mL &#xB1; 8 mL/min para AAA, e 49 mL &#xB1; 5 mL/min para FAA. As meias-vidas plasm&#xE1;ticas correspondentes foram de 2,7 &#xB1; 0,5 horas para MAA, 3,7 &#xB1; 1,3 horas para AA, 9,5 &#xB1; 1,5 horas para AAA, e 11,2 &#xB1; 1,5 horas para FAA.</p> <p>Em pacientes idosos, a exposi&#xE7;&#xE3;o (AUC) aumenta 2 a 3 vezes. Em pacientes com cirrose hep&#xE1;tica, ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de dose &#xFA;nica, a meia-vida de MAA e FAA aumentou 3 vezes (10 horas), enquanto para AA e AAA este aumento n&#xE3;o foi t&#xE3;o marcante.</p> <p>Os pacientes com insufici&#xEA;ncia renal n&#xE3;o foram extensivamente estudados at&#xE9; o momento. Os dados dispon&#xED;veis indicam que a elimina&#xE7;&#xE3;o de alguns metab&#xF3;litos (AAA e FAA) &#xE9; reduzida.</p> <h4>Dados de seguran&#xE7;a pr&#xE9;-cl&#xED;nicos</h4> <h5>Toxicidade aguda</h5> <p>As doses m&#xED;nimas letais de dipirona em camundongos e ratos s&#xE3;o: aproximadamente 4000 mg/kg de peso corporal por via oral, aproximadamente 2300 mg de dipirona por kg de peso corporal ou 400 mg de MAA por kg de peso corporal por via intravenosa. Os sinais de intoxica&#xE7;&#xE3;o foram seda&#xE7;&#xE3;o, taquipneia e convuls&#xF5;es pr&#xE9;-morte.</p> <h5>Toxicidade cr&#xF4;nica</h5> <p>As inje&#xE7;&#xF5;es intravenosas de dipirona em ratos (peso corporal 150 mg/kg por dia) e c&#xE3;es (50 mg/kg de peso corporal por dia) durante um per&#xED;odo de 4 semanas foram toleradas. Foram realizados estudos de toxicidade oral cr&#xF4;nica ao longo de um per&#xED;odo de 6 meses em ratos e c&#xE3;es: doses di&#xE1;rias de at&#xE9; 300 mg de peso corporal/kg em ratos e at&#xE9; 100 mg/kg de peso corporal de peso em c&#xE3;es n&#xE3;o causaram sinais de intoxica&#xE7;&#xE3;o. Doses mais elevadas em ambas esp&#xE9;cies causaram altera&#xE7;&#xF5;es qu&#xED;micas do soro e hemossiderose no f&#xED;gado e ba&#xE7;o, tamb&#xE9;m foram detectados sinais de anemia e toxicidade da medula &#xF3;ssea.</p> <h5>Mutagenicidade</h5> <p>Est&#xE3;o descritos na literatura tanto resultados positivos bem como negativos. No entanto, estudos <em>in vitro</em> e <em>in vivo</em> com material espec&#xED;fico grau Hoechst n&#xE3;o deu indica&#xE7;&#xE3;o de um potencial mutag&#xEA;nico.</p> <h5>Carcinogenicidade</h5> <p>Estudos de tempo de vida com dipirona em ratos e camundongos NMRI n&#xE3;o mostraram efeitos cancer&#xED;genos.</p> <h5>Toxicidade reprodutiva</h5> <p>Estudos em ratos e coelhos n&#xE3;o indicam potencial teratog&#xEA;nico.</p> <h3>Solu&#xE7;&#xE3;o oral 500 mg/mL</h3> <h4>Propriedades farmacodin&#xE2;micas</h4> <p>A dipirona &#xE9; um derivado pirazol&#xF4;nico n&#xE3;o narc&#xF3;tico com efeitos analg&#xE9;sico, antipir&#xE9;tico e espasmol&#xED;tico.</p> <p>A dipirona &#xE9; uma pr&#xF3;-droga cuja metaboliza&#xE7;&#xE3;o gera a forma&#xE7;&#xE3;o de v&#xE1;rios metab&#xF3;litos entre os quais h&#xE1; 2 com propriedades analg&#xE9;sicas: 4-metil-aminoantipirna (4-MAA) e o 4-amino-antipirina (4-AA).</p> <p>Como a inibi&#xE7;&#xE3;o da ciclo-oxigenase (COX-1, COX-2 ou ambas) n&#xE3;o &#xE9; suficiente para explicar este efeito antinociceptivo, outros mecanismos alternativos foram propostos, tais como: inibi&#xE7;&#xE3;o de s&#xED;ntese de prostaglandinas preferencialmente no sistema nervoso central, dessensibilizac&#xE3;o dos nociceptores perif&#xE9;ricos envolvendo atividade via &#xF3;xido n&#xED;trico-GMPc no nociceptor, uma poss&#xED;vel variante de COX-1 do sistema nervoso central seria o alvo espec&#xED;fico e, mais recentemente, a proposta de que a dipirona inibiria uma outra isoforma da ciclo-oxigenase, a COX-3.</p> <p>Os efeitos analg&#xE9;sico e antipir&#xE9;tico podem ser esperados em 30 a 60 minutos ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o e geralmente duram cerca de 4 horas.</p> <h4>Propriedades farmacocin&#xE9;ticas</h4> <h5>A farmacocin&#xE9;tica da dipirona e de seus metab&#xF3;litos n&#xE3;o est&#xE1; completamente elucidada, mas as seguintes informa&#xE7;&#xF5;es podem ser fornecidas:</h5> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral, a dipirona &#xE9; completamente hidrolisada em sua por&#xE7;&#xE3;o ativa, 4-N-metilaminoantipirina (MAA). A biodisponibilidade absoluta da MAA &#xE9; de aproximadamente 90%, sendo um pouco maior ap&#xF3;s&amp;nbsp;administra&#xE7;&#xE3;o oral quando comparada &#xE0; administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa. A farmacocin&#xE9;tica da MAA n&#xE3;o se altera em qualquer extens&#xE3;o quando a dipirona &#xE9; administrada concomitantemente a alimentos.</p> <p>Principalmente a MAA, mas tamb&#xE9;m a 4-aminoantipirina (AA), contribuem para o efeito cl&#xED;nico. Os valores de AUC para AA constituem aproximadamente 25% do valor de AUC para MAA. Os metab&#xF3;litos 4-Nacetilaminoantipirina (AAA) e 4-N-formilaminoantipirina (FAA) parecem n&#xE3;o apresentar efeito cl&#xED;nico. S&#xE3;o observadas farmacocin&#xE9;ticas n&#xE3;o lineares para todos os metab&#xF3;litos. S&#xE3;o necess&#xE1;rios estudos adicionais antes que se chegue a uma conclus&#xE3;o sobre o significado cl&#xED;nico destes resultados. O ac&#xFA;mulo de metab&#xF3;litos apresenta pequena relev&#xE2;ncia cl&#xED;nica em tratamentos de curto prazo.</p> <p>O grau de liga&#xE7;&#xE3;o &#xE0;s prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas &#xE9; de 58% para MAA, 48% para AA, 18% para FAA e 14% para AAA.</p> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa, a meia-vida plasm&#xE1;tica &#xE9; de aproximadamente 14 minutos para a dipirona.</p> <p>Aproximadamente 96% e 6% da dose radiomarcada administrada por via intravenosa foram excretadas na urina e fezes, respectivamente. Foram identificados 85% dos metab&#xF3;litos que s&#xE3;o excretados na urina, quando da administra&#xE7;&#xE3;o oral de dose &#xFA;nica, obtendo-se 3% &#xB1; 1% para MAA, 6% &#xB1; 3% para AA, 26% &#xB1; 8% para AAA e 23% &#xB1; 4% para FAA. Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de dose &#xFA;nica de 1 g de dipirona, o <em>clearance </em>renal foi de 5 mL &#xB1; 2 mL/min para MAA, 38 mL &#xB1; 13 mL/min para AA, 61 mL &#xB1; 8 mL/min para AAA, e 49 mL &#xB1; 5 mL/min para FAA. As meias-vidas plasm&#xE1;ticas correspondentes foram de 2,7 &#xB1; 0,5 horas para MAA, 3,7 &#xB1; 1,3 horas para AA, 9,5 &#xB1; 1,5 horas para AAA, e 11,2 &#xB1; 1,5 horas para FAA.</p> <p>Em pacientes idosos, a exposi&#xE7;&#xE3;o (AUC) aumenta 2 a 3 vezes. Em pacientes com cirrose hep&#xE1;tica, ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de dose &#xFA;nica, a meia-vida de MAA e FAA aumentou 3 vezes (10 horas), enquanto para AA e AAA este aumento n&#xE3;o foi t&#xE3;o marcante.</p> <p>Os pacientes com insufici&#xEA;ncia renal n&#xE3;o foram extensivamente estudados at&#xE9; o momento. Os dados dispon&#xED;veis indicam que a elimina&#xE7;&#xE3;o de alguns metab&#xF3;litos (AAA e FAA) &#xE9; reduzida.</p> <h4>Dados de seguran&#xE7;a pr&#xE9;-cl&#xED;nicos</h4> <h5>Toxicidade aguda</h5> <p>As doses m&#xED;nimas letais de dipirona em camundongos e ratos s&#xE3;o: aproximadamente 4000 mg/kg de peso corporal por via oral, aproximadamente 2300 mg de dipirona por kg de peso corporal ou 400 mg de MAA por kg de peso corporal por via intravenosa. Os sinais de intoxica&#xE7;&#xE3;o foram seda&#xE7;&#xE3;o taquipneia e convuls&#xF5;es pr&#xE9;-morte.</p> <h5>Toxicidade cr&#xF4;nica</h5> <p>As inje&#xE7;&#xF5;es intravenosas de dipirona em ratos (peso corporal 150 mg/kg por dia) e c&#xE3;es (50 mg/kg de peso corporal por dia) durante um per&#xED;odo de 4 semanas foram toleradas. Foram realizados estudos de toxicidade oral cr&#xF4;nica ao longo de um per&#xED;odo de 6 meses em ratos e c&#xE3;es: doses di&#xE1;rias de at&#xE9; 300 mg de peso corporal/kg em ratos e at&#xE9; 100 mg/kg de peso corporal de peso em c&#xE3;es n&#xE3;o causaram sinais de intoxica&#xE7;&#xE3;o. Doses mais elevadas em ambas esp&#xE9;cies causaram altera&#xE7;&#xF5;es qu&#xED;micas do soro e hemossiderose no f&#xED;gado e ba&#xE7;o, tamb&#xE9;m foram detectados sinais de anemia e toxicidade da medula &#xF3;ssea.</p> <h5>Mutagenicidade</h5> <p>Est&#xE3;o descritos na literatura tanto resultados positivos bem como negativos. No entanto, estudos<em> in vitro </em>e <em>in vivo</em> com material espec&#xED;fico grau Hoechst n&#xE3;o deu indica&#xE7;&#xE3;o de um potencial mutag&#xEA;nico.</p> <h5>Carcinogenicidade</h5> <p>Estudos de tempo de vida com dipirona em ratos e camundongos NMRI n&#xE3;o mostraram efeitos cancer&#xED;genos.</p> <h5>Toxicidade reprodutiva</h5> <p>Estudos em ratos e coelhos n&#xE3;o indicam potencial teratog&#xEA;nico.</p> <h3>Solu&#xE7;&#xE3;o injet&#xE1;vel</h3> <h4>Propriedades farmacodin&#xE2;micas</h4> <p>A dipirona &#xE9; um derivado pirazol&#xF4;nico n&#xE3;o narc&#xF3;tico com efeitos analg&#xE9;sico, antipir&#xE9;tico e espasmol&#xED;tico.</p> <p>A dipirona &#xE9; uma pr&#xF3;-droga cuja metaboliza&#xE7;&#xE3;o gera a forma&#xE7;&#xE3;o de v&#xE1;rios metab&#xF3;litos entre os quais h&#xE1; 2 com propriedades analg&#xE9;sicas: 4-metil-aminoantipirina (4-MAA) e o 4-amino-antipirina (4-AA).</p> <p>Como a inibi&#xE7;&#xE3;o da ciclo-oxigenase (COX-1, COX-2 ou ambas) n&#xE3;o &#xE9; suficiente para explicar este efeito antinociceptivo, outros mecanismos alternativos foram propostos, tais como: inibi&#xE7;&#xE3;o de s&#xED;ntese de prostaglandinas preferencialmente no sistema nervoso central, dessensibilizac&#xE3;o dos nociceptores perif&#xE9;ricos envolvendo atividade via &#xF3;xido n&#xED;trico-GMPc no nociceptor, uma poss&#xED;vel variante de COX-1 do sistema nervoso central seria o alvo espec&#xED;fico e, mais recentemente, a proposta de que a dipirona inibiria uma outra isoforma da ciclo-oxigenase, a COX-3.</p> <p>Os efeitos analg&#xE9;sico e antipir&#xE9;tico podem ser esperados em 30 a 60 minutos ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o e geralmente duram cerca de 4 horas.</p> <h4>Propriedades farmacocin&#xE9;ticas</h4> <h5>A farmacocin&#xE9;tica da dipirona e de seus metab&#xF3;litos n&#xE3;o est&#xE1; completamente elucidada, mas as seguintes informa&#xE7;&#xF5;es podem ser fornecidas:</h5> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral, a dipirona &#xE9; completamente hidrolisada em sua por&#xE7;&#xE3;o ativa, 4-N-metilaminoantipirina (MAA). A biodisponibilidade absoluta da MAA &#xE9; de aproximadamente 90%, sendo um pouco maior ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral quando comparada &#xE0; administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa. A farmacocin&#xE9;tica da MAA n&#xE3;o se altera em qualquer extens&#xE3;o quando a dipirona &#xE9; administrada concomitantemente a alimentos.</p> <p>Principalmente a MAA, mas tamb&#xE9;m a 4-aminoantipirina (AA), contribuem para o efeito cl&#xED;nico. Os valores de AUC para AA constituem aproximadamente 25% do valor de AUC para MAA. Os metab&#xF3;litos 4-Nacetilaminoantipirina (AAA) e 4-N-formilaminoantipirina (FAA) parecem n&#xE3;o apresentar efeito cl&#xED;nico. S&#xE3;o observadas farmacocin&#xE9;ticas n&#xE3;o lineares para todos os metab&#xF3;litos. S&#xE3;o necess&#xE1;rios estudos adicionais antes que se chegue a uma conclus&#xE3;o sobre o significado cl&#xED;nico destes resultados. O ac&#xFA;mulo de metab&#xF3;litos apresenta pequena relev&#xE2;ncia cl&#xED;nica em tratamentos de curto prazo.</p> <p>O grau de liga&#xE7;&#xE3;o &#xE0;s prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas &#xE9; de 58% para MAA, 48% para AA, 18% para FAA e 14% para AAA.</p> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa, a meia-vida plasm&#xE1;tica &#xE9; de aproximadamente 14 minutos para a dipirona.</p> <p>Aproximadamente 96% e 6% da dose radiomarcada administrada por via intravenosa foram excretadas na urina e fezes, respectivamente. Foram identificados 85% dos metab&#xF3;litos que s&#xE3;o excretados na urina, quando da administra&#xE7;&#xE3;o oral de dose &#xFA;nica, obtendo-se 3% &#xB1; 1% para MAA, 6% &#xB1; 3% para AA, 26% &#xB1; 8% para AAA e 23% &#xB1; 4% para FAA. Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de dose &#xFA;nica de 1 g de dipirona, o <em>clearance </em>renal foi de 5 mL &#xB1; 2 mL/min para MAA, 38 mL &#xB1; 13 mL/min para AA, 61 mL &#xB1; 8 mL/min para AAA, e 49 mL &#xB1; 5 mL/min para FAA. As meias-vidas plasm&#xE1;ticas correspondentes foram de 2,7 &#xB1; 0,5 horas para MAA, 3,7 &#xB1; 1,3 horas para AA, 9,5 &#xB1; 1,5 horas para AAA, e 11,2 &#xB1; 1,5 horas para FAA. Em pacientes idosos, a exposi&#xE7;&#xE3;o (AUC) aumenta 2 a 3 vezes.</p> <p>Em pacientes com cirrose hep&#xE1;tica, ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de dose &#xFA;nica, a meia-vida de MAA e FAA aumentou 3 vezes (10 horas), enquanto para AA e AAA este aumento n&#xE3;o foi t&#xE3;o marcante.</p> <p>Os pacientes com insufici&#xEA;ncia renal n&#xE3;o foram extensivamente estudados at&#xE9; o momento. Os dados dispon&#xED;veis indicam que a elimina&#xE7;&#xE3;o de alguns metab&#xF3;litos (AAA e FAA) &#xE9; reduzida.</p> <h4>Dados de seguran&#xE7;a pr&#xE9;-cl&#xED;nicos</h4> <h5>Toxicidade aguda</h5> <p>As doses m&#xED;nimas letais de dipirona em camundongos e ratos s&#xE3;o: aproximadamente 4000 mg/kg de peso corporal por via oral, aproximadamente 2300 mg de dipirona por kg de peso corporal ou 400 mg de MAA por kg de peso corporal por via intravenosa. Os sinais de intoxica&#xE7;&#xE3;o foram seda&#xE7;&#xE3;o, taquipneia e convuls&#xF5;es pr&#xE9;-morte.</p> <h5>Toxicidade cr&#xF4;nica</h5> <p>As inje&#xE7;&#xF5;es intravenosas de dipirona em ratos (peso corporal 150 mg/kg por dia) e c&#xE3;es (50 mg/kg de peso corporal por dia) durante um per&#xED;odo de 4 semanas foram toleradas. Foram realizados estudos de toxicidade oral cr&#xF4;nica ao longo de um per&#xED;odo de 6 meses em ratos e c&#xE3;es: doses di&#xE1;rias de at&#xE9; 300 mg de peso corporal/kg em ratos e at&#xE9; 100 mg/kg de peso corporal de peso em c&#xE3;es n&#xE3;o causaram sinais de intoxica&#xE7;&#xE3;o. Doses mais elevadas em ambas esp&#xE9;cies causaram altera&#xE7;&#xF5;es qu&#xED;micas do soro e hemossiderose no f&#xED;gado e ba&#xE7;o, tamb&#xE9;m foram detectados sinais de anemia e toxicidade da medula &#xF3;ssea.</p> <h5>Mutagenicidade</h5> <p>Est&#xE3;o descritos na literatura tanto resultados positivos bem como negativos. No entanto, estudos<em> in vitro</em> e <em>in vivo</em> com material espec&#xED;fico grau Hoechst n&#xE3;o deu indica&#xE7;&#xE3;o de um potencial mutag&#xEA;nico.</p> <h5>Carcinogenicidade</h5> <p>Estudos de tempo de vida com dipirona em ratos e camundongos NMRI n&#xE3;o mostraram efeitos cancer&#xED;genos.</p> <h5>Toxicidade reprodutiva</h5> <p>Estudos em ratos e coelhos n&#xE3;o indicam potencial teratog&#xEA;nico.</p> <h3>Suposit&#xF3;rio</h3> <h4>Propriedades farmacodin&#xE2;micas</h4> <p>A dipirona &#xE9; um derivado pirazol&#xF4;nico n&#xE3;o narc&#xF3;tico com efeitos analg&#xE9;sico, antipir&#xE9;tico e espasmol&#xED;tico.</p> <p>A dipirona &#xE9; uma pr&#xF3;-droga cuja metaboliza&#xE7;&#xE3;o gera a forma&#xE7;&#xE3;o de v&#xE1;rios metab&#xF3;litos entre os quais h&#xE1; 2 com propriedades analg&#xE9;sicas: 4-metil-aminoantipirina (4-MAA) e o 4-amino-antipirina (4-AA).</p> <p>Como a inibi&#xE7;&#xE3;o da ciclo-oxigenase (COX-1, COX-2 ou ambas) n&#xE3;o &#xE9; suficiente para explicar este efeito antinociceptivo, outros mecanismos alternativos foram propostos, tais como: inibi&#xE7;&#xE3;o de s&#xED;ntese de prostaglandinas preferencialmente no sistema nervoso central, dessensibilizac&#xE3;o dos nociceptores perif&#xE9;ricos envolvendo atividade via &#xF3;xido n&#xED;trico-GMPc no nociceptor, uma poss&#xED;vel variante de COX-1 do sistema nervoso central seria o alvo espec&#xED;fico e, mais recentemente, a proposta de que a dipirona inibiria uma outra isoforma da ciclo-oxigenase, a COX-3.</p> <p>Os efeitos analg&#xE9;sico e antipir&#xE9;tico podem ser esperados em 30 a 60 minutos ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o e geralmente duram cerca de 4 horas.</p> <h4>Propriedades farmacocin&#xE9;ticas</h4> <h5>A farmacocin&#xE9;tica da dipirona e de seus metab&#xF3;litos n&#xE3;o est&#xE1; completamente elucidada, mas as seguintes informa&#xE7;&#xF5;es podem ser fornecidas:</h5> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral, a dipirona &#xE9; completamente hidrolisada em sua por&#xE7;&#xE3;o ativa, 4-N-metilaminoantipirina (MAA). A biodisponibilidade absoluta da MAA &#xE9; de aproximadamente 90%, sendo um pouco maior ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral quando comparada &#xE0; administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa. A farmacocin&#xE9;tica da MAA n&#xE3;o se altera em qualquer extens&#xE3;o quando a dipirona &#xE9; administrada concomitantemente a alimentos.</p> <p>Principalmente a MAA, mas tamb&#xE9;m a 4-aminoantipirina (AA), contribuem para o efeito cl&#xED;nico. Os valores de AUC para AA constituem aproximadamente 25% do valor de AUC para MAA. Os metab&#xF3;litos 4-Nacetilaminoantipirina (AAA) e 4-N-formilaminoantipirina (FAA) parecem n&#xE3;o apresentar efeito cl&#xED;nico. S&#xE3;o observadas farmacocin&#xE9;ticas n&#xE3;o lineares para todos os metab&#xF3;litos. S&#xE3;o necess&#xE1;rios estudos adicionais antes que se chegue a uma conclus&#xE3;o sobre o significado cl&#xED;nico destes resultados. O ac&#xFA;mulo de metab&#xF3;litos apresenta pequena relev&#xE2;ncia cl&#xED;nica em tratamentos de curto prazo.</p> <p>O grau de liga&#xE7;&#xE3;o &#xE0;s prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas &#xE9; de 58% para MAA, 48% para AA, 18% para FAA e 14% para AAA.</p> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa, a meia-vida plasm&#xE1;tica &#xE9; de aproximadamente 14 minutos para a dipirona.</p> <p>Aproximadamente 96% e 6% da dose radiomarcada administrada por via intravenosa foram excretadas na urina e fezes, respectivamente. Foram identificados 85% dos metab&#xF3;litos que s&#xE3;o excretados na urina, quando da administra&#xE7;&#xE3;o oral de dose &#xFA;nica, obtendo-se 3% &#xB1; 1% para MAA, 6% &#xB1; 3% para AA, 26% &#xB1; 8% para AAA e 23% &#xB1; 4% para FAA. Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de dose &#xFA;nica de 1 g de dipirona, o <em>clearance </em>renal foi de 5 mL &#xB1; 2 mL/min para MAA, 38 mL &#xB1; 13 mL/min para AA, 61 mL &#xB1; 8 mL/min para AAA, e 49 mL &#xB1; 5 mL/min para FAA. As meias-vidas plasm&#xE1;ticas correspondentes foram de 2,7 &#xB1; 0,5 horas para MAA, 3,7 &#xB1; 1,3 horas para AA, 9,5 &#xB1; 1,5 horas para AAA, e 11,2 &#xB1; 1,5 horas para FAA. Em pacientes idosos, a exposi&#xE7;&#xE3;o (AUC) aumenta 2 a 3 vezes.</p> <p>Em pacientes com cirrose hep&#xE1;tica, ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de dose &#xFA;nica, a meia-vida de MAA e FAA aumentou 3 vezes (10 horas), enquanto para AA e AAA este aumento n&#xE3;o foi t&#xE3;o marcante.</p> <p>Os pacientes com insufici&#xEA;ncia renal n&#xE3;o foram extensivamente estudados at&#xE9; o momento. Os dados dispon&#xED;veis indicam que a elimina&#xE7;&#xE3;o de alguns metab&#xF3;litos (AAA e FAA) &#xE9; reduzida.</p> <h4>Dados de seguran&#xE7;a pr&#xE9;-cl&#xED;nicos</h4> <h5>Toxicidade aguda</h5> <p>As doses m&#xED;nimas letais de dipirona em camundongos e ratos s&#xE3;o: aproximadamente 4000 mg/kg de peso corporal por via oral, aproximadamente 2300 mg de dipirona por kg de peso corporal ou 400 mg de MAA por kg de peso corporal por via intravenosa. Os sinais de intoxica&#xE7;&#xE3;o foram seda&#xE7;&#xE3;o taquipneia e convuls&#xF5;es pr&#xE9;-morte.</p> <h5>Toxicidade cr&#xF4;nica</h5> <p>As inje&#xE7;&#xF5;es intravenosas de dipirona em ratos (peso corporal 150 mg/kg por dia) e c&#xE3;es (50 mg/kg de peso corporal por dia) durante um per&#xED;odo de 4 semanas foram toleradas. Foram realizados estudos de toxicidade oral cr&#xF4;nica ao longo de um per&#xED;odo de 6 meses em ratos e c&#xE3;es: doses di&#xE1;rias de at&#xE9; 300 mg de peso corporal/kg em ratos e at&#xE9; 100 mg/kg de peso corporal de peso em c&#xE3;es n&#xE3;o causaram sinais de intoxica&#xE7;&#xE3;o. Doses mais elevadas em ambas esp&#xE9;cies causaram altera&#xE7;&#xF5;es qu&#xED;micas do soro e hemossiderose no f&#xED;gado e ba&#xE7;o, tamb&#xE9;m foram detectados sinais de anemia e toxicidade da medula &#xF3;ssea.</p> <h5>Mutagenicidade</h5> <p>Est&#xE3;o descritos na literatura tanto resultados positivos bem como negativos. No entanto, estudos<em> in vitro</em> e <em>in vivo</em> com material espec&#xED;fico grau Hoechst n&#xE3;o deu indica&#xE7;&#xE3;o de um potencial mutag&#xEA;nico.</p> <h5>Carcinogenicidade</h5> <p>Estudos de tempo de vida com dipirona em ratos e camundongos NMRI n&#xE3;o mostraram efeitos cancer&#xED;genos.</p> <h5>Toxicidade reprodutiva</h5> <p>Estudos em ratos e coelhos n&#xE3;o indicam potencial teratog&#xEA;nico.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Difebril Comprimido?

Difebril deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C). Proteger da luz.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características fisícas

Difebril é um comprimido circular de cor branca, com sulco.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres Legais do Difebril Comprimido

Reg. MS.: 1.1560.0022

Farm. Resp.:
Dra. Michele Caldeira Landim
CRF/GO: 5122

Fabricado por:
CIFARMA – Científica Farmacêutica Ltda.
Av. das Indústrias, 3651 – Bairro Bicas
CEP: 33040-130 – Santa Luzia / MG
CNPJ: 17.562.075/0003-20
Indústria Brasileira




Registrado por:
CIFARMA – Científica Farmacêutica Ltda.
Rod. BR 153 Km 5,5 – Jardim Guanabara
CEP: 74675-090 – Goiânia / GO
CNPJ: 17.562.075/0001-69
Indústria Brasileira




Fabricante: Cifarma

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