Cimed Bactropin

400mg + 80mg, caixa com 20 comprimidos

Princípio ativo
:
Sulfametoxazol + Trimetoprima
Classe Terapêutica
:
Associações De Trimetoprima E Similares
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca 2 vias (Antibiótico - Venda Sob Prescrição Médica mediante Retenção da Receita)
Categoria
:
Antibióticos
Especialidade
:
Cardiologia, Dermatologia, Infectologia, Gastroenterologia e Pneumologia

Bula do medicamento

Bactropin, para o que é indicado e para o que serve?

Bactropin® é indicado para o tratamento de infecções causadas por microrganismos sensíveis à associação dos medicamentos trimetoprima e sulfametoxazol, como certas infecções respiratórias, gastrintestinais, renais e do trato urinário, genitais (feminino e masculino), da pele, entre outros tipos de infecções.

Quais as contraindicações do Bactropin?

Comprimido / Suspensão Oral

Bactropin® não deve ser utilizado por pacientes com doença grave no fígado ou no rim. Também está contraindicado aos pacientes com alergia à sulfonamida ou à trimetoprima ou a qualquer um dos componentes da formulação.

Bactropin® não deve ser utilizado em combinação com dofetilida (medicamento contra arritmias do coração).

Exclusivo Suspensão Oral

Este medicamento é contraindicado para prematuros e recém-nascidos durante as primeiras seis semanas de vida.

Atenção diabéticos: contém açúcar.

Este produto contém o corante amarelo de Tartrazina que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

Como usar o Bactropin?

Comprimido

Os comprimidos de Bactropin® devem ser administrados por via oral, pela manhã e à noite, de preferência após uma refeição e com quantidade suficiente de líquido.

A posologia deve ser orientada pelo seu médico, de acordo com a sua doença. No entanto, as doses usualmente recomendadas para Bactropin® comprimidos são:
Adultos e crianças a partir de 12 anos
Dose habitual

2 comprimidos de Bactropin® a cada 12 horas.

Dose mínima e dose para tratamento prolongado (mais de 14 dias)

1 comprimido de Bactropin® a cada 12 horas.

Dose máxima (casos especialmente graves)

3 comprimidos de Bactropin® a cada 12 horas.

Duração do tratamento

Em infecções agudas, Bactropin® deve ser administrado por, pelo menos, cinco dias ou até que o paciente esteja sem a presença de sintomas por, pelo menos, dois dias. Se a melhora clínica não for evidente após sete dias de tratamento, o paciente deve ser reavaliado.

Esquemas de tratamento especiais podem ser recomendados em determinadas doenças e condições clínicas dos pacientes. O seu médico saberá identificar essas situações e adotar o esquema de doses adequado.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Suspensão Oral

As suspensões de Bactropin® devem ser administradas por via oral, pela manhã e à noite, de preferência após uma refeição, e com quantidade suficiente de líquido.

O frasco de suspensão deve ser agitado antes da administração.

A posologia deve ser orientada pelo seu médico, de acordo com a sua doença. No entanto, as doses usualmente recomendadas para as suspensões de Bactropin® são:
Crianças abaixo de 12 anos
De 6 semanas a 5 meses

2,5 mL da suspensão a cada 12 horas.

De 6 meses a 5 anos

5 mL da suspensão a cada 12 horas.

De 6 a 12 anos

10 mL da suspensão a cada 12 horas.

A posologia acima indicada corresponde, aproximadamente, a dose diária média de 6 mg de trimetoprima e 30 mg de sulfametoxazol por kg de peso. Em infecções graves a dosagem recomendada pode ser aumentada em 50%.

Adultos e crianças a partir de 12 anos
Dose habitual

20 mL da suspensão a cada 12 horas.

Dose mínima e dose para tratamento prolongado (mais de 14 dias)

10 mL da suspensão a cada 12 horas.

Dose máxima (casos especialmente graves)

30 mL da suspensão a cada 12 horas.

Duração do tratamento

Em infecções agudas, Bactropin® deve ser administrado por, pelo menos, cinco dias ou até que o paciente esteja sem presença de sintomas por, pelo menos, dois dias. Se a melhora clínica não for evidente após sete dias de tratamento, o paciente deve ser reavaliado.

Esquemas de tratamento especiais são recomendados em determinadas doenças e condições clínicas dos pacientes. O seu médico saberá identificar essas situações e adotar o esquema de doses adequado.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Bactropin funciona?

Bactropin® é um quimioterápico (medicamento sintetizado em laboratório para combater microrganismos ou a multiplicação desordenada de células), com propriedades bactericidas (capaz de matar bactérias) e duplo mecanismo de ação.

Bactropin® contém dois compostos ativos (sulfametoxazol + trimetoprima), que agem sinergicamente (ação conjunta, em que uma substância potencializa a outra), inibindo dois passos consecutivos da formação de uma substância necessária aos microrganismos, que não conseguem mais se desenvolver.

A ação medicamentosa de Bactropin® começa logo após a primeira dose. No entanto, os microrganismos não são eliminados de imediato. Por isso, mesmo que alguns sintomas, como febre, dor, etc. desapareçam, é necessário continuar o tratamento pelo período estabelecido pelo seu médico.

Quais cuidados devo ter ao usar o Bactropin?

Comprimido / Suspensão Oral

Deve-se ter cuidados especiais com pacientes idosos e com problemas no rim e no fígado, nos quais há maior probabilidade de ocorrer efeitos indesejáveis relacionados à dose ou à duração do tratamento. Em pacientes idosos ou com história de deficiência de ácido fólico ou insuficiência renal, podem ocorrer alterações hematológicas (no sangue) indicativas de deficiência de ácido fólico. Essas alterações são reversíveis administrando-se ácido folínico.

Para diminuir esses efeitos, recomenda-se que a duração do tratamento seja a menor possível para o paciente idoso. Em caso de comprometimento renal, a dose deve ser ajustada. Pacientes em uso prolongado devem fazer exames de sangue e urina regularmente.

O tratamento deve ser descontinuado imediatamente caso você observe sinais de aparecimento de erupção cutânea ou qualquer outra reação adversa grave.

Bactropin® deve ser administrado com cautela a pacientes com história de alergia grave e asma brônquica.

Infiltrados pulmonares (alterações nos pulmões identificadas em radiografias), tais como ocorrem em alveolite (inflamação dos alvéolos, pequenos sacos aéreos que se enchem de ar durante a respiração) alérgica ou eosinofílica (por um tipo de glóbulo branco), têm sido relatados. Esses podem se manifestar por meio de sintomas como tosse ou respiração ofegante. Se tais sintomas aparecerem ou, inexplicavelmente, piorarem, o paciente deve ser reavaliado e a descontinuação da terapia com Bactropin® deve ser considerada.

Bactropin® não deve ser utilizado por pacientes com sérias alterações hematológicas (no sangue) nem por pacientes portadores de deficiência de G6PD (desidrogenase de glicose-6-fosfato), a não ser em casos de absoluta necessidade e em doses mínimas.

Como todos os medicamentos que contêm sulfonamidas (como o sulfametoxazol), deve-se ter cautela com pacientes com porfiria (doença que apresenta irregularidade no metabolismo da hemoglobina, pigmento responsável pela cor vermelha do sangue) ou disfunção da tireoide.

Bactropin® pode aumentar a excreção urinária, particularmente em pacientes com edema (retenção de líquidos) de origem cardíaca.

Pacientes com insuficiência renal grave (ou seja, com depuração da creatinina 15-30 mL/min) que estão recebendo sulfametoxazol-trimetoprima devem ser monitorados quanto aos sinais e sintomas de toxicidade, tais como náuseas, vômitos e hipercalemia (elevação do potássio no sangue).

Altas doses de TMP, como as usadas em pacientes com pneumonia por Pneumocystis jirovecii, induzem progressivo, mas reversível, aumento da concentração de potássio sérico em um número substancial de pacientes. Mesmo doses recomendadas de TMP podem causar hipercalemia, quando administradas em pacientes com doenças subjacentes do metabolismo do potássio, insuficiência renal ou que estejam recebendo drogas que provocam hipercalemia. É indicado monitoramento rigoroso do potássio sérico nesses pacientes.

Gravidez e lactação

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Você deve informar ao seu médico caso ocorra gravidez durante o tratamento ou logo após o seu término.

Dois estudos sugeriram um aumento de 2 a 3,5 vezes do risco de aborto espontâneo em mulheres tratadas apenas com trimetoprima e em combinação com sulfametoxazol durante o primeiro trimestre em comparação com nenhuma exposição a antibióticos ou exposição a penicilinas.

Uma vez que os dois compostos de Bactropin® atravessam a barreira placentária, eles podem vir a interferir no metabolismo humano do ácido fólico, devendo ser usado na gestação somente se o risco para o feto for justificado pelo benefício para a gestante. Caso haja necessidade de uso, toda gestante ou mulheres que pretendem engravidar devem receber concomitantemente 5 mg de ácido fólico diariamente durante o tratamento com Bactropin®. Deve-se evitar o uso de Bactropin® no último trimestre de gestação, a não ser que não exista nenhuma alternativa, devido ao risco do recém-nascido apresentar problemas neurológicos devido ao acúmulo de bilirrubina no cérebro (kernicterus).

Os dois compostos de Bactropin® são excretados pelo leite, devendo-se levar em consideração os riscos já citados acima. Informe ao seu médico se está amamentando. Este medicamento não deve ser utilizado durante a amamentação, exceto sob orientação médica.

Até o momento, não há informações de que Bactropin® (sulfametoxazol e trimetoprima) possa causar doping.

Em caso de dúvida, consulte seu médico.

Exclusivo Suspensão Oral

Atenção diabéticos: contém açúcar.

Este produto contém o corante amarelo de Tartrazina que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Bactropin?

Nas doses recomendadas, Bactropin® é geralmente bem tolerado. Os efeitos colaterais mais comuns são erupções cutâneas e distúrbios gastrintestinais.

Entretanto, efeitos colaterais adicionais já foram descritos em frequência variável nos pacientes expostos à medicação.

As categorias utilizadas como padrões de frequência (número de eventos relatados / número de pacientes expostos à medicação) são as seguintes:

  • <li>Muito comum &#x2265; 1/10;</li> <li>Comum &#x2265; 1/100 e &lt;&amp;nbsp;1/10;</li> <li>Incomum &#x2265; 1/1.000 e &lt; 1/100;</li> <li>Raro &#x2265; 1/10.000 e &lt; 1/1.000;</li> <li>Muito raro &lt; 1/10.000.</li> <li>Desconhecido (n&#xE3;o pode ser estimado a partir dos dados dispon&#xED;veis).</li>

Efeitos adversos relatados em pacientes tratados com trimetoprima + sulfametoxazol

Classe de sistema orgânico
Distúrbios do sangue e sistema linfático
  • <li>Raro: Leucopenia (redu&#xE7;&#xE3;o dos gl&#xF3;bulos brancos do sangue), granulocitopenia, <a href="https://minutosaudavel.com.br/trombocitopenia/" rel="noopener" target="_blank">trombocitopenia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c" target="_blank">anemia</a> (megalobl&#xE1;stica, hemol&#xED;tica / autoimune, apl&#xE1;stica) (falta de gl&#xF3;bulos vermelhos no sangue por falta de produ&#xE7;&#xE3;o na medula &#xF3;ssea, por destrui&#xE7;&#xE3;o ou funcionamento inadequado das hem&#xE1;cias existentes);</li> <li>Muito raro: Meta-hemoglobinemia (hemoglobina defeituosa), agranulocitose, pancitopenia (redu&#xE7;&#xE3;o de todas as c&#xE9;lulas do sangue).</li>
Distúrbios cardíacos
  • <li>Muito raro: Miocardite (inflama&#xE7;&#xE3;o do m&#xFA;sculo do cora&#xE7;&#xE3;o) al&#xE9;rgica.</li>
Distúrbios congênitos (característica adquirida pelo bebê durante o período em que permaneceu em gestação) e gravidez, puerpério (fase pós-parto), e condições perinatais (período entre as 22 semanas de gravidez e os 7 dias completos após o nascimento)
  • <li>Desconhecido: Aborto espont&#xE2;neo.</li>
Distúrbios do ouvido e labirinto
  • <li>Muito raro: <a href="https://consultaremedios.com.br/doenca-nos-ouvidos/zumbido/c" target="_blank">Zumbido</a>, vertigem.</li>
Distúrbios oculares
  • <li>Muito raro: Uve&#xED;te (inflama&#xE7;&#xE3;o de uma das camadas do olho);</li> <li>Desconhecido: Vasculite retiniana.</li>
Distúrbios gastrintestinais
  • <li>Comum: N&#xE1;useas, v&#xF4;mito;</li> <li>Incomum: <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c" target="_blank">Diarreia</a>, enterocolite pseudomembranosa (um tipo de inflama&#xE7;&#xE3;o intestinal, geralmente provocada pela multiplica&#xE7;&#xE3;o exagerada de alguns tipos de bact&#xE9;ria);</li> <li>Raro: Glossite (inflama&#xE7;&#xE3;o na l&#xED;ngua), <a href="https://minutosaudavel.com.br/estomatite-aftosa-e-viral-tratamento-sintomas-e-causas/" rel="noopener" target="_blank">estomatite</a> (inflama&#xE7;&#xE3;o na mucosa da boca);</li> <li>Desconhecido: <a href="https://minutosaudavel.com.br/pancreatite/" rel="noopener" target="_blank">Pancreatite</a> aguda.</li>
Distúrbios hepatobiliares
  • <li>Comum: Transaminases elevadas;</li> <li>Incomum: Bilirrubina elevada, <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/hepatite/c" target="_blank">hepatite</a>;</li> <li>Raro: Colestase (redu&#xE7;&#xE3;o de elimina&#xE7;&#xE3;o da bile);</li> <li>Muito raro: Necrose hep&#xE1;tica;</li> <li>Desconhecido: S&#xED;ndrome do desaparecimento do ducto biliar.</li>
Distúrbios do sistema imunológico
  • <li>Muito raro: Rea&#xE7;&#xF5;es al&#xE9;rgicas/hipersensibilidade (rea&#xE7;&#xF5;es tipo al&#xE9;rgicas), como <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/c" target="_blank">febre</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/angioedema-o-que-e-complicacoes-como-tratar-e-muito-mais/" rel="noopener" target="_blank">angioedema</a>, rea&#xE7;&#xF5;es anafilactoides (rea&#xE7;&#xF5;es que lembram <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-anafilaxia-reacao-anafilatica-sintomas-e-tratamento/" rel="noopener" target="_blank">anafilaxia</a>, por&#xE9;m com mecanismo diferente; podem cursar com incha&#xE7;os, rea&#xE7;&#xF5;es cut&#xE2;neas, coceira, dificuldade para respirar e dores abdominais), doen&#xE7;a do soro (rea&#xE7;&#xE3;o mais tardia, com febre, coceira, dores nas articula&#xE7;&#xF5;es e, eventualmente, les&#xF5;es renais).</li>
Infecções e infestações
  • <li>Incomum: Infec&#xE7;&#xF5;es f&#xFA;ngicas, como <a href="https://consultaremedios.com.br/antifungico/candidiase/c" target="_blank">candid&#xED;ase</a> (as vezes chamada de &#x201C;sapinho&#x201D;).</li>
Investigações
  • <li>Desconhecido: Hipercalemia (eleva&#xE7;&#xE3;o do pot&#xE1;ssio no sangue), <a href="https://minutosaudavel.com.br/hiponatremia/" rel="noopener" target="_blank">hiponatremia</a> (redu&#xE7;&#xE3;o do s&#xF3;dio no sangue).</li>
Distúrbios de nutrição e metabolismo
  • <li>Raro: <a href="https://minutosaudavel.com.br/hipoglicemia/" rel="noopener" target="_blank">Hipoglicemia</a> (redu&#xE7;&#xE3;o da <a href="https://consultaremedios.com.br/glicose/bula" target="_blank">glicose</a> no sangue).</li>
Distúrbios do tecido conectivo e musculoesquelético
  • <li>Muito raro: <a href="https://minutosaudavel.com.br/rabdomiolise/" rel="noopener" target="_blank">Rabdomi&#xF3;lise</a> (necrose das c&#xE9;lulas dos m&#xFA;sculos);</li> <li>Desconhecido: Artralgia (dores nas articula&#xE7;&#xF5;es), mialgia (dores musculares).</li>
Distúrbios do sistema nervoso
  • <li>Incomum: Convuls&#xF5;es (ataques em que a pessoa se debate);</li> <li>Raro: Neuropatia (afec&#xE7;&#xE3;o dos nervos) (incluindo neurite perif&#xE9;rica &#x2013; inflama&#xE7;&#xE3;o dos pequenos ramos nervosos das extremidades), parestesia (sensibilidade alterada de uma regi&#xE3;o do corpo, geralmente com <a href="https://minutosaudavel.com.br/parestesia/" rel="noopener" target="_blank">formigamento</a> ou dorm&#xEA;ncia);</li> <li>Muito raro: Ataxia (falta de coordena&#xE7;&#xE3;o de movimento), <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/meningite/c" target="_blank">meningite</a> ass&#xE9;ptica (inflama&#xE7;&#xE3;o das meninges, revestimento do c&#xE9;rebro, n&#xE3;o provocada por germes) / sintomas como de meningite;</li> <li>Desconhecido: Vasculite cerebral.</li>
Transtornos psiquiátricos
  • <li>Raro: Alucina&#xE7;&#xF5;es.</li>
Distúrbios renais e urinários
  • <li>Comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/ureia/bula" target="_blank">Ureia</a> elevada, creatinina s&#xE9;rica elevada;</li> <li>Incomum: Insufici&#xEA;ncia renal;</li> <li>Raro: Cristal&#xFA;ria (concentra&#xE7;&#xE3;o aumentada de cristais na urina);</li> <li>Muito raro: Nefrite intersticial (inflama&#xE7;&#xE3;o dos rins), aumento da diurese (quantidade de urina).</li>
Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino
  • <li>Muito raro: Infiltra&#xE7;&#xF5;es pulmonares (altera&#xE7;&#xF5;es nos pulm&#xF5;es identificadas em radiografias);</li> <li>Desconhecido: Vasculite pulmonar.</li>
Distúrbios de pele e do tecido subcutâneo
  • <li>Comum: Erup&#xE7;&#xE3;o medicamentosa fixa, <a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/dermatites/c" target="_blank">dermatite</a> esfoliativa, erup&#xE7;&#xE3;o cut&#xE2;nea, exantema maculopapular, exantema morbiliforme, eritema, prurido;</li> <li>Incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">Urtic&#xE1;ria</a>;</li> <li>Muito raro: Eritema multiforme, fotossensibilidade, s&#xED;ndrome de Stevens Johnson, necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica, erup&#xE7;&#xE3;o cut&#xE2;nea com eosinofilia e sintomas sist&#xEA;micos, pustulose exantem&#xE1;tica generalizada aguda (edema e vermelhid&#xE3;o na pele com erup&#xE7;&#xF5;es purulentas e febre).</li>
Distúrbios vasculares
  • <li>Muito raro: <a href="https://minutosaudavel.com.br/purpura/" rel="noopener" target="_blank">P&#xFA;rpura</a> (les&#xF5;es hemorr&#xE1;gicas, que aparecem na pele e, eventualmente, em outros &#xF3;rg&#xE3;os, decorrentes de falta de plaquetas), p&#xFA;rpura de Henoch-Sch&#xF6;nlein;</li> <li>Desconhecido: Vasculite, vasculite necrotizante, granulomatose com poliange&#xED;te poliarterite nodosa.</li>

Descrição de eventos adversos selecionados

A maioria das alterações hematológicas observadas tem sido leve, assintomática e reversível na retirada da terapia.

Como qualquer medicamento, reações alérgicas podem ocorrer em pacientes com hipersensibilidade aos componentes do medicamento. As reações de pele mais comuns observadas com Bactropin® foram geralmente leves e rapidamente reversíveis após a retirada da medicação.

Infiltrações pulmonares relatadas no contexto da alveolite alérgica ou eosinofílica podem se manifestar através de sintomas como tosse ou falta de ar.

Altas doses de TMP, como usado em pacientes com pneumonia por Pneumocystis jirovecii, induzem a progressivo, mas reversível aumento de concentração sérica de potássio em um número substancial de pacientes. Mesmo em doses recomendadas, TMP pode causar hipercalemia quando administrada em pacientes com doenças subjacentes de metabolismo do potássio ou insuficiência renal, ou que estão recebendo medicamentos que induzem hipercalemia.

Foram notificados casos de hipoglicemia em pacientes não diabéticos tratados com SMZ-TMP, geralmente após alguns dias de terapia. Pacientes com deficiência de função renal, doença hepática ou desnutrição ou recebendo altas doses de TMP-SMZ estão particularmente em risco.

Vários dos pacientes com pancreatite aguda tinham doenças graves, quem incluem a AIDS (síndrome de imunodeficiência adquirida).

Segurança de sulfametoxazol + trimetoprima em pacientes infectados pelo HIV

Os pacientes portadores de HIV têm o espectro de possíveis eventos adversos similar ao espectro dos pacientes não infectados. Entretanto, alguns eventos adversos podem ocorrer com frequência maior e com quadros clínicos diferenciados nessa população.

Classe de sistema orgânico
Essas diferenças relacionam-se aos seguintes sistemas:
Distúrbios do sangue e sistema linfático
  • <li>Muito comum: Leucopenia, granulocitopenia, trombocitopenia.</li>
Distúrbios gastrointestinais
  • <li>Muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/anorexia/" rel="noopener" target="_blank">Anorexia</a>, n&#xE1;useas, v&#xF4;mitos, diarreia.</li>
Distúrbios gerais e condições do local de administração
  • <li>Muito comum: Febre (geralmente em conjunto com exantema maculopapular).</li>
Distúrbios hepatobiliares
  • <li>Muito comum: Transaminases elevadas.</li>
Investigações
  • <li>Muito comum: Hipercalemia;</li> <li>Incomum: Hiponatremia.</li>
Distúrbios de nutrição e metabolismo
  • <li>Incomum: Hipoglicemia.</li>
Distúrbios de pele e do tecido subcutâneo
  • <li>Muito comum: Exantema maculopapular, prurido.</li>

Em ordem de frequência, foram encontrados efeitos gastrintestinais (náuseas, lesões na boca, diarreia), reações de pele e zumbidos nos ouvidos, que desapareceram com a suspensão do tratamento. Alterações no exame de sangue também podem surgir de forma leve e sem sintomas, desaparecendo com a suspensão do tratamento.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Bactropin?

Se você se esquecer de tomar alguma das doses prescritas, espere até o horário da dose seguinte e retorne ao seu esquema de tratamento habitual. Não tome uma dose dobrada para compensar a que você esqueceu.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Bactropin?

Cada comprimido contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:264px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfametoxazol</p> </td> <td style=\"width:248px\"> <p style=\"text-align:center\">400 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:264px\"> <p style=\"text-align:center\">Trimetoprima</p> </td> <td style=\"width:248px\"> <p style=\"text-align:center\">80 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:264px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:248px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;estearato de magnésio, docusato de sódio, povidona e amidoglicolato de sódio.

Cada 5 mL de suspensão oral contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:264px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfametoxazol</p> </td> <td style=\"width:248px\"> <p style=\"text-align:center\">200 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:264px\"> <p style=\"text-align:center\">Trimetoprima</p> </td> <td style=\"width:248px\"> <p style=\"text-align:center\">40 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:264px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:248px\"> <p style=\"text-align:center\">5 mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;sacarose, álcool etílico, aromas de banana e morango, corante amarelo de tartrazina e vermelho ponceau, glicerol, metilparabeno, celulose microcristalina, propilparabeno e água purificada.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Bactropin maior do que a recomendada?

Em caso de ingestão aguda (rápida e intensa) de doses excessivas, intencional ou acidentalmente, podem ocorrer os seguintes sintomas:&nbsp;

Náuseas, vômito, diarreia, cefaleia, vertigens, tontura e distúrbios mentais e visuais. Nessa situação, deve-se provocar vômito rapidamente, para eliminar a maior quantidade possível do medicamento ingerido.

Em caso de superdose crônica (ingestão de quantidade maior que a indicada, por longo período), podem ocorrer alterações no sangue.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Bactropin com outros remédios?

Devido à possibilidade de interação medicamentosa, você deve ter cautela com o uso concomitante de Bactropin® e os medicamentos ou substâncias descritos a seguir:

  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/diureticos/c" target="_blank">Diur&#xE9;ticos</a> (medicamentos que aumentam a quantidade de urina eliminada) e <a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">digoxina</a> (medicamento para o cora&#xE7;&#xE3;o);</li> <li>Medicamentos para doen&#xE7;as do sistema nervoso: depressores do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/c" target="_blank">sistema nervoso central</a>, como, por exemplo, <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/antidepressivos/c" target="_blank">antidepressivos</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/fenitoina/bula" target="_blank">fenito&#xED;na</a>;</li> <li>Medicamentos que contenham em sua f&#xF3;rmula: amantadina (medicamento antiviral e antiparkinsoniano), <a href="https://consultaremedios.com.br/lamivudina/bula" target="_blank">lamivudina</a> (antirretroviral utilizado em pacientes portadores de HIV), ou memantina (utilizado em doen&#xE7;a de <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alzheimer/c" target="_blank">Alzheimer</a>), antidiab&#xE9;ticos orais, <a href="https://consultaremedios.com.br/ciclosporina/bula" target="_blank">ciclosporina</a> (usada em transplante, por exemplo), <a href="https://consultaremedios.com.br/indometacina/bula" target="_blank">indometacina</a> (usada em doen&#xE7;as reumatol&#xF3;gicas, por exemplo) <a href="https://consultaremedios.com.br/metotrexato/bula" target="_blank">metotrexato</a> (usado em doen&#xE7;as reumatol&#xF3;gicas, por exemplo), <a href="https://consultaremedios.com.br/pirimetamina/bula" target="_blank">pirimetamina</a> (usada em infec&#xE7;&#xF5;es, como <a href="https://minutosaudavel.com.br/toxoplasmose/" rel="noopener" target="_blank">toxoplasmose</a>, por exemplo) e <a href="https://consultaremedios.com.br/varfarina-sodica/bula" target="_blank">varfarina</a> (<a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/anticoagulante/c" target="_blank">anticoagulante</a>).</li>

Há evidências de que a trimetoprima interage com a dofetilida, portanto, Bactropin® não deve ser administrado em combinação com esse fármaco.

A exposição sistêmica a medicamentos metabolizados pelas enzimas do fígado (citocromo P450 2C8) pode aumentar quando administrado com trimetoprima (TMP) e sulfametoxazol (SMZ). Exemplos incluem paclitaxel (oncológico), amiodarona (usado em arritmias cardíacas), dapsona (usado em doenças de pele), repaglinida, rosiglitazona e pioglitazona (usados em diabetes).

Interações farmacodinâmicas e interações de mecanismo indefinido

A taxa de incidência e gravidade das reações adversas mielotóxicas e nefrotóxicas pode aumentar quando TMP-SMZ é administrado concomitantemente com outros medicamentos mielossupressores ou associados à disfunção renal, como análogos de nucleosídeos, tacrolimus, azatioprina ou mercaptopurina. Pacientes que recebem TMP-SMZ concomitantemente com tais medicamentos devem ser monitorados quanto à toxicidade hematológica e/ou renal.

A administração em conjunto com a clozapina (usado em esquizofrenia), uma substância conhecida por ter um grande potencial para causar agranulocitose (diminuição dos glóbulos brancos), deve ser evitada. Devido aos efeitos poupadores de potássio de TMP e SMZ, cuidado deve ser tomado quando TMP e SMZ são administrados com outros agentes que aumentam o potássio sérico, tais como inibidores da enzima conversora da angiotensina e bloqueadores dos receptores da angiotensina, diuréticos poupadores de potássio, e prednisolona.

Interferência em exames de laboratório

Bactropin®, especialmente o componente TMP, pode interferir na dosagem do metotrexato sérico, dependendo da técnica utilizada para medição do fármaco.

A presença de TMP e SMZ pode também interferir na dosagem de creatinina, ocasionando aumento de cerca de 10% nos valores da faixa de normalidade.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Apresentações do Bactropin

Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

Agente quimioterápico com duplo mecanismo de ação e propriedades bactericidas.

Antibacteriano para uso sistêmico.

Comprimido

Embalagem com 20 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto e pediátrico acima de 12 anos.

Suspensão Oral

Frasco com 100 mL.

Uso oral.

Uso adulto e pediátrico acima de 6 semanas de vida.

40mg/mL + 8mg/mL, caixa com 1 frasco com 100mL de suspensão de uso oral

Princípio ativo
:
Sulfametoxazol + Trimetoprima
Classe Terapêutica
:
Associações De Trimetoprima E Similares
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca 2 vias (Antibiótico - Venda Sob Prescrição Médica mediante Retenção da Receita)
Categoria
:
Antibióticos
Especialidade
:
Cardiologia, Dermatologia, Infectologia, Gastroenterologia e Pneumologia

Bula do medicamento

Mensagens de Alerta

Solicitamos a gentileza de ler cuidadosamente as informações a seguir. Caso não esteja seguro a respeito de determinado item, favor informar ao seu médico.

Bactropin, para o que é indicado e para o que serve?

Bactropin® é indicado para o tratamento de infecções causadas por microrganismos sensíveis à associação dos medicamentos trimetoprima e sulfametoxazol, como certas infecções respiratórias, gastrintestinais, renais e do trato urinário, genitais (feminino e masculino), da pele, entre outros tipos de infecções.

Quais as contraindicações do Bactropin?

Comprimido / Suspensão Oral

Bactropin® não deve ser utilizado por pacientes com doença grave no fígado ou no rim. Também está contraindicado aos pacientes com alergia à sulfonamida ou à trimetoprima ou a qualquer um dos componentes da formulação.

Bactropin® não deve ser utilizado em combinação com dofetilida (medicamento contra arritmias do coração).

Exclusivo Suspensão Oral

Este medicamento é contraindicado para prematuros e recém-nascidos durante as primeiras seis semanas de vida.

Atenção diabéticos: contém açúcar.

Este produto contém o corante amarelo de Tartrazina que pode causar reações de natureza alérgica, entre&nbsp;as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

Como usar o Bactropin?

Comprimido

Os comprimidos de Bactropin® devem ser administrados por via oral, pela manhã e à noite, de preferência após uma refeição e com quantidade suficiente de líquido.

A posologia deve ser orientada pelo seu médico, de acordo com a sua doença. No entanto, as doses usualmente recomendadas para Bactropin®&nbsp;comprimidos são:
Adultos e crianças a partir de 12 anos
Dose habitual

2 comprimidos de Bactropin®&nbsp;a cada 12 horas.

Dose mínima e dose para tratamento prolongado (mais de 14 dias)

1 comprimido de Bactropin® a cada 12 horas.

Dose máxima (casos especialmente graves)

3 comprimidos de Bactropin® a cada 12 horas.

Duração do tratamento

Em infecções agudas, Bactropin® deve ser administrado por, pelo menos, cinco dias ou até que o paciente esteja sem a presença de sintomas por, pelo menos, dois dias. Se a melhora clínica não for evidente após sete dias de tratamento, o paciente deve ser reavaliado.

Esquemas de tratamento especiais podem ser recomendados em determinadas doenças e condições clínicas dos pacientes. O seu médico saberá identificar essas situações e adotar o esquema de doses adequado.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Suspensão Oral

As suspensões de Bactropin® devem ser administradas por via oral, pela manhã e à noite, de preferência após uma refeição, e com quantidade suficiente de líquido.

O frasco de suspensão deve ser agitado antes da administração.

A posologia deve ser orientada pelo seu médico, de acordo com a sua doença. No entanto, as doses usualmente recomendadas para as suspensões de Bactropin® são:
Crianças abaixo de 12 anos
De 6 semanas a 5 meses

2,5 mL da suspensão a cada 12 horas.

De 6 meses a 5 anos

5 mL da suspensão a cada 12 horas.

De 6 a 12 anos

10 mL da suspensão a cada 12 horas.

A posologia acima indicada corresponde, aproximadamente, a dose diária média de 6 mg de trimetoprima e 30 mg de sulfametoxazol por kg de peso. Em infecções graves a dosagem recomendada pode ser aumentada em 50%.

Adultos e crianças a partir de 12 anos
Dose habitual

20 mL da suspensão a cada 12 horas.

Dose mínima e dose para tratamento prolongado (mais de 14 dias)

10 mL da suspensão a cada 12 horas.

Dose máxima (casos especialmente graves)

30 mL da suspensão a cada 12 horas.

Duração do tratamento

Em infecções agudas, Bactropin® deve ser administrado por, pelo menos, cinco dias ou até que o paciente esteja sem presença de sintomas por, pelo menos, dois dias. Se a melhora clínica não for evidente após sete dias de tratamento, o paciente deve ser reavaliado.

Esquemas de tratamento especiais são recomendados em determinadas doenças e condições clínicas dos pacientes. O seu médico saberá identificar essas situações e adotar o esquema de doses adequado.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Bactropin funciona?

Bactropin® é um quimioterápico (medicamento sintetizado em laboratório para combater microrganismos ou a multiplicação desordenada de células), com propriedades bactericidas (capaz de matar bactérias) e duplo mecanismo de ação.

Bactropin® contém dois compostos ativos (sulfametoxazol + trimetoprima), que agem sinergicamente (ação conjunta, em que uma substância potencializa a outra), inibindo dois passos consecutivos da formação de uma substância necessária aos microrganismos, que não conseguem mais se desenvolver.

A ação medicamentosa de Bactropin® começa logo após a primeira dose. No entanto, os microrganismos não são eliminados de imediato. Por isso, mesmo que alguns sintomas, como febre, dor, etc. desapareçam, é necessário continuar o tratamento pelo período estabelecido pelo seu médico.

Quais cuidados devo ter ao usar o Bactropin?

Comprimido / Suspensão Oral

Deve-se ter cuidados especiais com pacientes idosos e com problemas no rim e no fígado, nos quais há maior probabilidade de ocorrer efeitos indesejáveis relacionados à dose ou à duração do tratamento. Em pacientes idosos ou com história de deficiência de ácido fólico ou insuficiência renal, podem ocorrer alterações hematológicas (no sangue) indicativas de deficiência de ácido fólico. Essas alterações são reversíveis administrando-se ácido folínico.

Para diminuir esses efeitos, recomenda-se que a duração do tratamento seja a menor possível para o paciente idoso. Em caso de comprometimento renal, a dose deve ser ajustada. Pacientes em uso prolongado devem fazer exames de sangue e urina regularmente.

O tratamento deve ser descontinuado imediatamente caso você observe sinais de aparecimento de erupção cutânea ou qualquer outra reação adversa grave.

Bactropin® deve ser administrado com cautela a pacientes com história de alergia grave e asma brônquica.

Infiltrados pulmonares (alterações nos pulmões identificadas em radiografias), tais como ocorrem em alveolite (inflamação dos alvéolos, pequenos sacos aéreos que se enchem de ar durante a respiração) alérgica ou eosinofílica (por um tipo de glóbulo branco), têm sido relatados. Esses podem se manifestar por meio de sintomas como tosse ou respiração ofegante. Se tais sintomas aparecerem ou, inexplicavelmente, piorarem, o paciente deve ser reavaliado e a descontinuação da terapia com Bactropin® deve ser considerada.

Bactropin® não deve ser utilizado por pacientes com sérias alterações hematológicas (no sangue) nem por pacientes portadores de deficiência de G6PD (desidrogenase de glicose-6-fosfato), a não ser em casos de absoluta necessidade e em doses mínimas.

Como todos os medicamentos que contêm sulfonamidas (como o sulfametoxazol), deve-se ter cautela com pacientes com porfiria (doença que apresenta irregularidade no metabolismo da hemoglobina, pigmento responsável pela cor vermelha do sangue) ou disfunção da tireoide.

Bactropin® pode aumentar a excreção urinária, particularmente em pacientes com edema (retenção de líquidos) de origem cardíaca.

Pacientes com insuficiência renal grave (ou seja, com depuração da creatinina 15-30 mL/min) que estão recebendo sulfametoxazol-trimetoprima devem ser monitorados quanto aos sinais e sintomas de toxicidade, tais como náuseas, vômitos e hipercalemia (elevação do potássio no sangue).

Altas doses de TMP, como as usadas em pacientes com pneumonia por Pneumocystis jirovecii, induzem progressivo, mas reversível, aumento da concentração de potássio sérico em um número substancial de pacientes. Mesmo doses recomendadas de TMP podem causar hipercalemia, quando administradas em pacientes com doenças subjacentes do metabolismo do potássio, insuficiência renal ou que estejam recebendo drogas que provocam hipercalemia. É indicado monitoramento rigoroso do potássio sérico nesses pacientes.

Gravidez e lactação

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Você deve informar ao seu médico caso ocorra gravidez durante o tratamento ou logo após o seu término.

Dois estudos sugeriram um aumento de 2 a 3,5 vezes do risco de aborto espontâneo em mulheres tratadas apenas com trimetoprima e em combinação com sulfametoxazol durante o primeiro trimestre em comparação com nenhuma exposição a antibióticos ou exposição a penicilinas.

Uma vez que os dois compostos de Bactropin® atravessam a barreira placentária, eles podem vir a interferir no metabolismo humano do ácido fólico, devendo ser usado na gestação somente se o risco para o feto for justificado pelo benefício para a gestante. Caso haja necessidade de uso, toda gestante ou mulheres que pretendem engravidar devem receber concomitantemente 5 mg de ácido fólico diariamente durante o tratamento com Bactropin®. Deve-se evitar o uso de Bactropin® no último trimestre de gestação, a não ser que não exista nenhuma alternativa, devido ao risco do recém-nascido apresentar problemas neurológicos devido ao acúmulo de bilirrubina no cérebro (kernicterus).

Os dois compostos de Bactropin® são excretados pelo leite, devendo-se levar em consideração os riscos já citados acima. Informe ao seu médico se está amamentando. Este medicamento não deve ser utilizado durante a amamentação, exceto sob orientação médica.

Até o momento, não há informações de que Bactropin® (sulfametoxazol e trimetoprima) possa causar doping.

Em caso de dúvida, consulte seu médico.

Exclusivo Suspensão Oral

Atenção diabéticos: contém açúcar.

Este produto contém o corante amarelo de Tartrazina que pode causar reações de natureza alérgica, entre&nbsp;as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Bactropin?

Nas doses recomendadas, Bactropin® é geralmente bem tolerado. Os efeitos colaterais mais comuns são erupções cutâneas e distúrbios gastrintestinais.

Entretanto, efeitos colaterais adicionais já foram descritos em frequência variável nos pacientes expostos à medicação.

As categorias utilizadas como padrões de frequência (número de eventos relatados / número de pacientes expostos à medicação) são as seguintes:

  • <li>Muito comum &#x2265; 1/10;</li> <li>Comum &#x2265; 1/100 e &lt;&amp;nbsp;1/10;</li> <li>Incomum &#x2265; 1/1.000 e &lt; 1/100;</li> <li>Raro &#x2265; 1/10.000 e &lt; 1/1.000;</li> <li>Muito raro &lt; 1/10.000.</li> <li>Desconhecido (n&#xE3;o pode ser estimado a partir dos dados dispon&#xED;veis).</li>

Efeitos adversos relatados em pacientes tratados com trimetoprima + sulfametoxazol

Classe de sistema orgânico
Distúrbios do sangue e sistema linfático
  • <li>Raro: Leucopenia (redu&#xE7;&#xE3;o dos gl&#xF3;bulos brancos do sangue), granulocitopenia, <a href="https://minutosaudavel.com.br/trombocitopenia/" rel="noopener" target="_blank">trombocitopenia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c" target="_blank">anemia</a> (megalobl&#xE1;stica, hemol&#xED;tica / autoimune, apl&#xE1;stica) (falta de gl&#xF3;bulos vermelhos no sangue por falta de produ&#xE7;&#xE3;o na medula &#xF3;ssea, por destrui&#xE7;&#xE3;o ou funcionamento inadequado das hem&#xE1;cias existentes);</li> <li>Muito raro: Meta-hemoglobinemia (hemoglobina defeituosa), agranulocitose, pancitopenia (redu&#xE7;&#xE3;o de todas as c&#xE9;lulas do sangue).</li>
Distúrbios cardíacos
  • <li>Muito raro: Miocardite (inflama&#xE7;&#xE3;o do m&#xFA;sculo do cora&#xE7;&#xE3;o) al&#xE9;rgica.</li>
Distúrbios congênitos (característica adquirida pelo bebê durante o período em que permaneceu em gestação) e gravidez, puerpério (fase pós-parto), e condições perinatais (período entre as 22 semanas de gravidez e os 7 dias completos após o nascimento)
  • <li>Desconhecido: Aborto espont&#xE2;neo.</li>
Distúrbios do ouvido e labirinto
  • <li>Muito raro: <a href="https://consultaremedios.com.br/doenca-nos-ouvidos/zumbido/c" target="_blank">Zumbido</a>, vertigem.</li>
Distúrbios oculares
  • <li>Muito raro: Uve&#xED;te (inflama&#xE7;&#xE3;o de uma das camadas do olho);</li> <li>Desconhecido: Vasculite retiniana.</li>
Distúrbios gastrintestinais
  • <li>Comum: N&#xE1;useas, v&#xF4;mito;</li> <li>Incomum: <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c" target="_blank">Diarreia</a>, enterocolite pseudomembranosa (um tipo de inflama&#xE7;&#xE3;o intestinal, geralmente provocada pela multiplica&#xE7;&#xE3;o exagerada de alguns tipos de bact&#xE9;ria);</li> <li>Raro: Glossite (inflama&#xE7;&#xE3;o na l&#xED;ngua), <a href="https://minutosaudavel.com.br/estomatite-aftosa-e-viral-tratamento-sintomas-e-causas/" rel="noopener" target="_blank">estomatite</a> (inflama&#xE7;&#xE3;o na mucosa da boca);</li> <li>Desconhecido: <a href="https://minutosaudavel.com.br/pancreatite/" rel="noopener" target="_blank">Pancreatite</a> aguda.</li>
Distúrbios hepatobiliares
  • <li>Comum: Transaminases elevadas;</li> <li>Incomum: Bilirrubina elevada, <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/hepatite/c" target="_blank">hepatite</a>;</li> <li>Raro: Colestase (redu&#xE7;&#xE3;o de elimina&#xE7;&#xE3;o da bile);</li> <li>Muito raro: Necrose hep&#xE1;tica;</li> <li>Desconhecido: S&#xED;ndrome do desaparecimento do ducto biliar.</li>
Distúrbios do sistema imunológico
  • <li>Muito raro: Rea&#xE7;&#xF5;es al&#xE9;rgicas/hipersensibilidade (rea&#xE7;&#xF5;es tipo al&#xE9;rgicas), como <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/c" target="_blank">febre</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/angioedema-o-que-e-complicacoes-como-tratar-e-muito-mais/" rel="noopener" target="_blank">angioedema</a>, rea&#xE7;&#xF5;es anafilactoides (rea&#xE7;&#xF5;es que lembram <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-anafilaxia-reacao-anafilatica-sintomas-e-tratamento/" rel="noopener" target="_blank">anafilaxia</a>, por&#xE9;m com mecanismo diferente; podem cursar com incha&#xE7;os, rea&#xE7;&#xF5;es cut&#xE2;neas, coceira, dificuldade para respirar e dores abdominais), doen&#xE7;a do soro (rea&#xE7;&#xE3;o mais tardia, com febre, coceira, dores nas articula&#xE7;&#xF5;es e, eventualmente, les&#xF5;es renais).</li>
Infecções e infestações
  • <li>Incomum: Infec&#xE7;&#xF5;es f&#xFA;ngicas, como <a href="https://consultaremedios.com.br/antifungico/candidiase/c" target="_blank">candid&#xED;ase</a> (as vezes chamada de &#x201C;sapinho&#x201D;).</li>
Investigações
  • <li>Desconhecido: Hipercalemia (eleva&#xE7;&#xE3;o do pot&#xE1;ssio no sangue), <a href="https://minutosaudavel.com.br/hiponatremia/" rel="noopener" target="_blank">hiponatremia</a> (redu&#xE7;&#xE3;o do s&#xF3;dio no sangue).</li>
Distúrbios de nutrição e metabolismo
  • <li>Raro: <a href="https://minutosaudavel.com.br/hipoglicemia/" rel="noopener" target="_blank">Hipoglicemia</a> (redu&#xE7;&#xE3;o da <a href="https://consultaremedios.com.br/glicose/bula" target="_blank">glicose</a> no sangue).</li>
Distúrbios do tecido conectivo e musculoesquelético
  • <li>Muito raro: <a href="https://minutosaudavel.com.br/rabdomiolise/" rel="noopener" target="_blank">Rabdomi&#xF3;lise</a> (necrose das c&#xE9;lulas dos m&#xFA;sculos);</li> <li>Desconhecido: Artralgia (dores nas articula&#xE7;&#xF5;es), mialgia (dores musculares).</li>
Distúrbios do sistema nervoso
  • <li>Incomum: Convuls&#xF5;es (ataques em que a pessoa se debate);</li> <li>Raro: Neuropatia (afec&#xE7;&#xE3;o dos nervos) (incluindo neurite perif&#xE9;rica &#x2013; inflama&#xE7;&#xE3;o dos pequenos ramos nervosos das extremidades), parestesia (sensibilidade alterada de uma regi&#xE3;o do corpo, geralmente com <a href="https://minutosaudavel.com.br/parestesia/" rel="noopener" target="_blank">formigamento</a> ou dorm&#xEA;ncia);</li> <li>Muito raro: Ataxia (falta de coordena&#xE7;&#xE3;o de movimento), <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/meningite/c" target="_blank">meningite</a> ass&#xE9;ptica (inflama&#xE7;&#xE3;o das meninges, revestimento do c&#xE9;rebro, n&#xE3;o provocada por germes) / sintomas como de meningite;</li> <li>Desconhecido: Vasculite cerebral.</li>
Transtornos psiquiátricos
  • <li>Raro: Alucina&#xE7;&#xF5;es.</li>
Distúrbios renais e urinários
  • <li>Comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/ureia/bula" target="_blank">Ureia</a> elevada, creatinina s&#xE9;rica elevada;</li> <li>Incomum: Insufici&#xEA;ncia renal;</li> <li>Raro: Cristal&#xFA;ria (concentra&#xE7;&#xE3;o aumentada de cristais na urina);</li> <li>Muito raro: Nefrite intersticial (inflama&#xE7;&#xE3;o dos rins), aumento da diurese (quantidade de urina).</li>
Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino
  • <li>Muito raro: Infiltra&#xE7;&#xF5;es pulmonares (altera&#xE7;&#xF5;es nos pulm&#xF5;es identificadas em radiografias);</li> <li>Desconhecido: Vasculite pulmonar.</li>
Distúrbios de pele e do tecido subcutâneo
  • <li>Comum: Erup&#xE7;&#xE3;o medicamentosa fixa, <a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/dermatites/c" target="_blank">dermatite</a> esfoliativa, erup&#xE7;&#xE3;o cut&#xE2;nea, exantema maculopapular, exantema morbiliforme, eritema, prurido;</li> <li>Incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">Urtic&#xE1;ria</a>;</li> <li>Muito raro: Eritema multiforme, fotossensibilidade, s&#xED;ndrome de Stevens Johnson, necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica, erup&#xE7;&#xE3;o cut&#xE2;nea com eosinofilia e sintomas sist&#xEA;micos, pustulose exantem&#xE1;tica generalizada aguda (edema e vermelhid&#xE3;o na pele com erup&#xE7;&#xF5;es purulentas e febre).</li>
Distúrbios vasculares
  • <li>Muito raro: <a href="https://minutosaudavel.com.br/purpura/" rel="noopener" target="_blank">P&#xFA;rpura</a> (les&#xF5;es hemorr&#xE1;gicas, que aparecem na pele e, eventualmente, em outros &#xF3;rg&#xE3;os, decorrentes de falta de plaquetas), p&#xFA;rpura de Henoch-Sch&#xF6;nlein;</li> <li>Desconhecido: Vasculite, vasculite necrotizante, granulomatose com poliange&#xED;te poliarterite nodosa.</li>

Descrição de eventos adversos selecionados

A maioria das alterações hematológicas observadas tem sido leve, assintomática e reversível na retirada da terapia.

Como qualquer medicamento, reações alérgicas podem ocorrer em pacientes com hipersensibilidade aos componentes do medicamento. As reações de pele mais comuns observadas com Bactropin® foram geralmente leves e rapidamente reversíveis após a retirada da medicação.

Infiltrações pulmonares relatadas no contexto da alveolite alérgica ou eosinofílica podem se manifestar através de sintomas como tosse ou falta de ar.

Altas doses de TMP, como usado em pacientes com pneumonia por Pneumocystis jirovecii, induzem a progressivo, mas reversível aumento de concentração sérica de potássio em um número substancial de pacientes. Mesmo em doses recomendadas, TMP pode causar hipercalemia quando administrada em pacientes com doenças subjacentes de metabolismo do potássio ou insuficiência renal, ou que estão recebendo medicamentos que induzem hipercalemia.

Foram notificados casos de hipoglicemia em pacientes não diabéticos tratados com SMZ-TMP, geralmente após alguns dias de terapia. Pacientes com deficiência de função renal, doença hepática ou desnutrição ou recebendo altas doses de TMP-SMZ estão particularmente em risco.

Vários dos pacientes com pancreatite aguda tinham doenças graves, quem incluem a AIDS (síndrome de imunodeficiência adquirida).

Segurança de sulfametoxazol + trimetoprima em pacientes infectados pelo HIV

Os pacientes portadores de HIV têm o espectro de possíveis eventos adversos similar ao espectro dos pacientes não infectados. Entretanto, alguns eventos adversos podem ocorrer com frequência maior e com quadros clínicos diferenciados nessa população.

Classe de sistema orgânico
Essas diferenças relacionam-se aos seguintes sistemas:
Distúrbios do sangue e sistema linfático
  • <li>Muito comum: Leucopenia, granulocitopenia, trombocitopenia.</li>
Distúrbios gastrointestinais
  • <li>Muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/anorexia/" rel="noopener" target="_blank">Anorexia</a>, n&#xE1;useas, v&#xF4;mitos, diarreia.</li>
Distúrbios gerais e condições do local de administração
  • <li>Muito comum: Febre (geralmente em conjunto com exantema maculopapular).</li>
Distúrbios hepatobiliares
  • <li>Muito comum: Transaminases elevadas.</li>
Investigações
  • <li>Muito comum: Hipercalemia;</li> <li>Incomum: Hiponatremia.</li>
Distúrbios de nutrição e metabolismo
  • <li>Incomum: Hipoglicemia.</li>
Distúrbios de pele e do tecido subcutâneo
  • <li>Muito comum: Exantema maculopapular, prurido.</li>

Em ordem de frequência, foram encontrados efeitos gastrintestinais (náuseas, lesões na boca, diarreia), reações de pele e zumbidos nos ouvidos, que desapareceram com a suspensão do tratamento. Alterações no exame de sangue também podem surgir de forma leve e sem sintomas, desaparecendo com a suspensão do tratamento.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Bactropin?

Se você se esquecer de tomar alguma das doses prescritas, espere até o horário da dose seguinte e retorne ao seu esquema de tratamento habitual. Não tome uma dose dobrada para compensar a que você esqueceu.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Bactropin?

Cada comprimido contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:264px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfametoxazol</p> </td> <td style=\"width:248px\"> <p style=\"text-align:center\">400 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:264px\"> <p style=\"text-align:center\">Trimetoprima</p> </td> <td style=\"width:248px\"> <p style=\"text-align:center\">80 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:264px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:248px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;estearato de magnésio, docusato de sódio, povidona e amidoglicolato de sódio.

Cada 5 mL de suspensão oral contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:264px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfametoxazol</p> </td> <td style=\"width:248px\"> <p style=\"text-align:center\">200 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:264px\"> <p style=\"text-align:center\">Trimetoprima</p> </td> <td style=\"width:248px\"> <p style=\"text-align:center\">40 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:264px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:248px\"> <p style=\"text-align:center\">5 mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;sacarose, álcool etílico, aromas de banana e morango, corante amarelo de tartrazina e vermelho ponceau, glicerol, metilparabeno, celulose microcristalina, propilparabeno e água purificada.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Bactropin maior do que a recomendada?

Em caso de ingestão aguda (rápida e intensa) de doses excessivas, intencional ou acidentalmente, podem ocorrer os seguintes sintomas:&nbsp;

Náuseas, vômito, diarreia, cefaleia, vertigens, tontura e distúrbios mentais e visuais. Nessa situação, deve-se provocar vômito rapidamente, para eliminar a maior quantidade possível do medicamento ingerido.

Em caso de superdose crônica (ingestão de quantidade maior que a indicada, por longo período), podem ocorrer alterações no sangue.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Bactropin com outros remédios?

Devido à possibilidade de interação medicamentosa, você deve ter cautela com o uso concomitante de Bactropin® e os medicamentos ou substâncias descritos a seguir:

  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/diureticos/c" target="_blank">Diur&#xE9;ticos</a> (medicamentos que aumentam a quantidade de urina eliminada) e <a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">digoxina</a> (medicamento para o cora&#xE7;&#xE3;o);</li> <li>Medicamentos para doen&#xE7;as do sistema nervoso: depressores do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/c" target="_blank">sistema nervoso central</a>, como, por exemplo, <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/antidepressivos/c" target="_blank">antidepressivos</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/fenitoina/bula" target="_blank">fenito&#xED;na</a>;</li> <li>Medicamentos que contenham em sua f&#xF3;rmula: amantadina (medicamento antiviral e antiparkinsoniano), <a href="https://consultaremedios.com.br/lamivudina/bula" target="_blank">lamivudina</a> (antirretroviral utilizado em pacientes portadores de HIV), ou memantina (utilizado em doen&#xE7;a de <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alzheimer/c" target="_blank">Alzheimer</a>), antidiab&#xE9;ticos orais, <a href="https://consultaremedios.com.br/ciclosporina/bula" target="_blank">ciclosporina</a> (usada em transplante, por exemplo), <a href="https://consultaremedios.com.br/indometacina/bula" target="_blank">indometacina</a> (usada em doen&#xE7;as reumatol&#xF3;gicas, por exemplo) <a href="https://consultaremedios.com.br/metotrexato/bula" target="_blank">metotrexato</a> (usado em doen&#xE7;as reumatol&#xF3;gicas, por exemplo), <a href="https://consultaremedios.com.br/pirimetamina/bula" target="_blank">pirimetamina</a> (usada em infec&#xE7;&#xF5;es, como <a href="https://minutosaudavel.com.br/toxoplasmose/" rel="noopener" target="_blank">toxoplasmose</a>, por exemplo) e <a href="https://consultaremedios.com.br/varfarina-sodica/bula" target="_blank">varfarina</a> (<a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/anticoagulante/c" target="_blank">anticoagulante</a>).</li>

Há evidências de que a trimetoprima interage com a dofetilida, portanto, Bactropin® não deve ser administrado em combinação com esse fármaco.

A exposição sistêmica a medicamentos metabolizados pelas enzimas do fígado (citocromo P450 2C8) pode aumentar quando administrado com trimetoprima (TMP) e sulfametoxazol (SMZ). Exemplos incluem paclitaxel (oncológico), amiodarona (usado em arritmias cardíacas), dapsona (usado em doenças de pele), repaglinida, rosiglitazona e pioglitazona (usados em diabetes).

Interações farmacodinâmicas e interações de mecanismo indefinido

A taxa de incidência e gravidade das reações adversas mielotóxicas e nefrotóxicas pode aumentar quando TMP-SMZ é administrado concomitantemente com outros medicamentos mielossupressores ou associados à disfunção renal, como análogos de nucleosídeos, tacrolimus, azatioprina ou mercaptopurina. Pacientes que recebem TMP-SMZ concomitantemente com tais medicamentos devem ser monitorados quanto à toxicidade hematológica e/ou renal.

A administração em conjunto com a clozapina (usado em esquizofrenia), uma substância conhecida por ter um grande potencial para causar agranulocitose (diminuição dos glóbulos brancos), deve ser evitada. Devido aos efeitos poupadores de potássio de TMP e SMZ, cuidado deve ser tomado quando TMP e SMZ são administrados com outros agentes que aumentam o potássio sérico, tais como inibidores da enzima conversora da angiotensina e bloqueadores dos receptores da angiotensina, diuréticos poupadores de potássio, e prednisolona.

Interferência em exames de laboratório

Bactropin®, especialmente o componente TMP, pode interferir na dosagem do metotrexato sérico, dependendo da técnica utilizada para medição do fármaco.

A presença de TMP e SMZ pode também interferir na dosagem de creatinina, ocasionando aumento de cerca de 10% nos valores da faixa de normalidade.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Bactropin (Sulfametoxazol + Trimetoprima)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <p>Sulfametoxazol + Trimetoprima mostra-se eficaz no tratamento de in&#xFA;meras infec&#xE7;&#xF5;es. Nas infec&#xE7;&#xF5;es respirat&#xF3;rias superiores e inferiores, em crian&#xE7;as e adultos, com efic&#xE1;cia&#xBA; compar&#xE1;vel &#xE0; <a href=\"https://consultaremedios.com.br/eritromicina/bula\" target=\"_blank\">eritromicina</a> e <a href=\"https://consultaremedios.com.br/amoxicilina/bula\" target=\"_blank\">amoxicilina</a> (Bottone <em>et al</em>., 1982; Davies<em> et al</em>.,1983).</p> <p>Na <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/otite-media-aguda\" target=\"_blank\">otite m&#xE9;dia aguda</a> sua efic&#xE1;cia &#xE9; similar &#xE0; amoxicilina, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cefaclor/bula\" target=\"_blank\">cefaclor</a> e <a href=\"https://consultaremedios.com.br/ceftriaxona/bula\" target=\"_blank\">ceftriaxona</a> (Feldman <em>et al</em>., 1988; Blumer <em>et al</em>., 1984; Shurin <em>et al</em>., 1980; Barnett <em>et al</em>., 1997), e &#xE9; op&#xE7;&#xE3;o nas infec&#xE7;&#xF5;es causadas por <em>H. influenzae</em> resistente &#xE0; ampicilina ou em pacientes com hipersensibilidade &#xE0; penicilina (Shurin <em>et al</em>., 1980). Pode ser usado na profilaxia da otite m&#xE9;dia recorrente e <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/otite-media-cronica\" target=\"_blank\">otite m&#xE9;dia cr&#xF4;nica</a> (Gaskins <em>et al</em>., 1982; Krause <em>et al</em>., 1982). Na sinusite aguda, pode ser considerado agente de primeira linha (Fagnan, 1998).</p> <p>No tratamento das pneumonias mostra efic&#xE1;cia similar ao cefadroxil, &#xE0; penicilina G proca&#xED;na e <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cefalexina/bula\" target=\"_blank\">cefalexina</a> (Phadtare &amp; Rangnekar, 1988; Castro, 1986; Keeley <em>et al</em>.,1990) e pode ser uma op&#xE7;&#xE3;o em casos leves a moderados; contudo, deve-se sempre considerar a resist&#xEA;ncia local (Nierdman <em>et al</em>., 1993). Sulfametoxazol + Trimetoprima tamb&#xE9;m se mostra eficaz na <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/bronquite-cronica\" target=\"_blank\">bronquite cr&#xF4;nica</a> agudizada (Pines <em>et al</em>., 1969).</p> <p>Sulfametoxazol + Trimetoprima &#xE9; considerado medicamento de escolha na profilaxia e no tratamento da pneumonia por <em>P. jirovecii</em> em adultos e em crian&#xE7;as HIV positivo (Anon, 1992; Schneider <em>et al</em>., 1992). Nesses pacientes, seu uso mostrase tamb&#xE9;m eficaz na profilaxia prim&#xE1;ria da <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/toxoplasmose/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">toxoplasmose</a> cerebral (Carr <em>et al</em>., 1992).</p> <p>Nas infec&#xE7;&#xF5;es agudas, n&#xE3;o complicadas, do trato urin&#xE1;rio inferior, Sulfametoxazol + Trimetoprima tem efic&#xE1;cia similar a <a href=\"https://consultaremedios.com.br/ofloxacino/bula\" target=\"_blank\">ofloxacino</a> e a <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-ciprofloxacino/pa\" target=\"_blank\">ciprofloxacino</a> no tratamento com dura&#xE7;&#xE3;o de tr&#xEA;s dias (McCarty <em>et al</em>., 1999), similar a <a href=\"https://consultaremedios.com.br/norfloxacino/bula\" target=\"_blank\">norfloxacino</a> e <a href=\"https://consultaremedios.com.br/nitrofurantoina/bula\" target=\"_blank\">nitrofuranto&#xED;na</a> em estudos que avaliaram o tratamento por sete dias (Anon,1987; Spencer <em>et al</em>., 1994) e, similar a ciprofloxacino, no tratamento por dez dias (Henry <em>et al</em>., 1986). Tamb&#xE9;m &#xE9; efetivo na profilaxia de infec&#xE7;&#xF5;es recorrentes do trato urin&#xE1;rio (Anon, 1987; Stamm <em>et al</em>., 1980). No tratamento da pielonefrite aguda n&#xE3;o complicada, Sulfametoxazol + Trimetoprima tem efic&#xE1;cia similar a cefaclor e a ofloxacina (Trager <em>et al</em>., 1980; Cox <em>et al</em>., 1986) e, quando usado em associa&#xE7;&#xE3;o com gentamicina, apresenta menor resist&#xEA;ncia antimicrobiana significativa, quando comparada &#xE0; associa&#xE7;&#xE3;o ampicilina com gentamicina, al&#xE9;m de oferecer menor custo (Johnson <em>et al</em>., 1991).</p> <p>Nas prostatites agudas e cr&#xF4;nicas, mostra-se eficaz devido &#xE0; sua alta concentra&#xE7;&#xE3;o no tecido prost&#xE1;tico (Lipsky <em>et al</em>., 1999).</p> <p>Sulfametoxazol + Trimetoprima demonstrou ser t&#xE3;o eficaz quanto &#xE0; estreptomicina e, provavelmente, superior &#xE0; <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-tetraciclina/bula\" target=\"_blank\">tetraciclina</a> no tratamento do cancroide (Fitzpatrick <em>et al</em>., 1981). Na uretrite gonoc&#xF3;cica e n&#xE3;o gonoc&#xF3;cica (por clam&#xED;dias) &#xE9; um tratamento alternativo. Verifica-se a elimina&#xE7;&#xE3;o do gonococo em dois dias de tratamento e da <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/clamidia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">clam&#xED;dia</a> em cinco a dez dias de tratamento com Sulfametoxazol + Trimetoprima (Tavares W, 1996).</p> <p>Sulfametoxazol + Trimetoprima &#xE9; efetivo no tratamento das infec&#xE7;&#xF5;es gastrintestinais por <em>Salmonella, Shigella </em>e<em> E. coli </em>enteropatog&#xEA;nica (Ansdell <em>et al</em>., 1999; Du Pont <em>et al</em>., 1993; Thisyakorn &amp; Mansuwan, 1992). Na diarreia dos viajantes, estudos mostram efic&#xE1;cia similar ao ciprofloxacino, com o tratamento de cinco dias (Ericson <em>et al</em>., 1987).</p> <p>Em adultos, Sulfametoxazol + Trimetoprima, por sete dias, mostrou-se t&#xE3;o eficaz quanto &#xE0; amoxicilina/&#xE1;cido clavul&#xE2;nico em infec&#xE7;&#xF5;es de pele e do subcut&#xE2;neo (Davies <em>et al</em>., 1983).</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Andssel VE, Ericsson CD. Prevention and empiric treatment of traveler&#x2019;s diarrhea. Med Clin North Am. 1999; 83:945-973.<br> 2. Anon: Recommendations for prophylaxis against pneumocystis carinii pneumonia for adults and adolescents infected with HIV. JAMA 1992; 267:2294-2299.<br> 3. Anon: Urinary Tract Infection Study Group: Coordinated multicenter study of norfloxacin versus trimethoprim-sulfamethoxazole treatment of symptomatic urinary tract infections. J Infect Dis 1987; 155:170-177.<br> 4. Barnett E, Teele D, Klein J et al.: Comparison of ceftriaxone and trimethoprim-sulfamethoxazole for acute otitis media. Pediatrics 1997; 99:23-28.<br> 5. Blumer JL, Bertino JS &amp; Husak MP: Comparison of cefaclor and trimethoprim-sulfamethoxazole in the treatment of acute otitis media. Pediatr Infect Dis 1984; 3:25.<br> 6. Bottone E, Baldini G, Macchia P et al.: Evaluation of the clinical efficacy of erythromycin, amoxicillin, and co-trimoxazole in treatment of acute respiratory tract infections in paediatric patients. Curr Med Res Opin 1982; 8:67-74.<br> 7. Carr A, Tindall B, Brew BJ et al.: Low-dose trimethoprim-sulfamethoxazole prophylaxis for toxoplasmic encephalitis in patients with AIDS. Ann Intern Med 1992; 117:106-111.<br> 8. Castro M: A comparative study of cefadroxil and co-trimoxazole in patients with lower respiratory tract infections. Drugs 1986; 32(suppl 3):50-56.<br> 9. Cox CE, Callery SV &amp; Tack KJ: Clinical experience with ofloxacin in urinary tract infection. Infection 1986; 14(suppl 4):S303-S304.<br> 10. Davies JG, Rose AJ &amp; Walker GD: A comparison of Augmentin and co-trimoxazole in the treatment of adult infections in general practice. Br J Clin Pract 1983; 126:387-393.<br> 11. Du Pont HL, Ericsson CD. Prevention and treatment of traveler&#x2019;s diarrhea. N Engl J Med. 1993; 328:1821-1827.<br> 12. Ericsson CD, Johnson PC, Herbert PC et al.: Ciprofloxacin or trimethoprim-sulfamethoxazole as initial therapy for traveler&apos;s diarrhea. Ann Intern Med 1987; 106:216-220.<br> 13. Fagnan LJ. Acute sinusitis: a cost-effective approach to diagnosis and treatment. Am Fam Physician 1998; 58(8):1795-802,805-6.<br> 14. Feldman W, Momy J &amp; Dulberg C: Trimethoprim-sulfamethoxazole v amoxicillin in the treatment of acute otitis media. Can Med Assoc J 1988; 139:961-964.<br> 15. Fitzpatrick JE, Tyler H &amp; Gramstad NG: Treatment of chancroid: comparison of sulfamethoxazoletrimethoprim with recommended therapies. JAMA 1981; 246:1804-1805.<br> 16. Gaskins JD, Holt RJ, Kyong CU, Weart CW, Ward J. Chemoprophylaxis of recurrent otitis media using trimethoprim/sulfamethoxazole. Drug Intell Clin Pharm. 1982; 16:387-390.<br> 17. Henry NK, Schultz HJ, Grubbs NC et al.: Comparison of ciprofloxacin and co-trimoxazole in the treatment of uncomplicated urinary tract infection in women. J Antimicrob Chemother 1986; 18(suppl. D):103-106.<br> 18. Johnson JR, Lyons MF II, Pearce W et al.: Therapy for women hospitalized with acute pyelonephritis: a randomized trial of ampicillin versus trimethoprim-sulfamethoxazole for 14 days. J Infect Dis 1991; 163:325-330.<br> 19. Keeley DJ, Nkrumah FK &amp; Kapuyanyika C: Randomized trial of sulfamethoxazole + trimethoprim versus procaine penicillin for the outpatient treatment of childhood pneumonia in Zimbabwe. Bull World Health Organ 1990; 68:185-192.<br> 20. Krause PJ, Owens NJ, Nightingale CH et al.: Penetration of amoxicillin, cefaclor, erythromycin/sulfisoxazole, and trimethoprim-sulfamethoxazole into the middle ear fluid of patients with chronic serous otitis media. J Infect Dis 1982; 145:815-821.<br> 21. Lipski BA. Prostatitis and urinary tract tract infection in men: what&#x2019;s new; what&#x2019;s true? Am J Med. 1999; 106:327-334.<br> 22. McCarty JM, Richard G, Huck W et al.: A randomized trial of short-course ciprofloxacin, ofloxacin, or trimethoprim/ sulfamethoxazole for the treatment of acute urinary tract infection in women. Am J Med 1999; 106:292-299.<br> 23. Niederman MS, Bass JB Jr, Campbell GD. Guidelines for the inicial management of adults with community acquired pneumonia: diagnosis, assessment of severity and inicial antimicrobial therapy. Am Rev Respir Dis. 1993; 148: 1418-1426.<br> 24. Phadtare JM &amp; Rangnekar RY: Comparative study of the efficacy of co-trimoxazole and cephalexin in respiratory infections. Pharmatherapeutica 1988; 5:183-188.<br> 25. Pines A, Greenfield JS, Raafat H, Rahman M, Siddiqui AM. Preliminary experience with trimethoprim and sulfamethoxazole in the treatment of purulent chronic bronchitis. Postgrad Med J. 1969; 45(suppl.):89-90.<br> 26. Schneider MME, Hoepelman AIM, Schattenkerk JKM et al.: A controlled trial of aerosolized pentamidine or trimethoprim-sulfamethoxazole as primary prophylaxis against pneumocystis carinii pneumonia in patients with human immunodeficiency virus infection. N Engl J Med 1992; 327:1836- 1841.<br> 27. Shurin PA, Pelton SI, Donner A et al.: Trimethoprim-sulfamethoxazole compared with ampicillin in the treatment of acute otitis media. J Pediatr 1980; 96:1081-1087.<br> 28. Spencer RC, Moseley DJ &amp; Greensmith MJ: Nitrofurantoin modified release versus trimethoprim or co-trimoxazole in the treatment of uncomplicated urinary tract infection in general practice. J Antimicrob Chemother 1994; 33 (suppl.):121-129.<br> 29. Stamm WE, Counts GW, Wagner KF et al: Antimicrobial prophylaxis of recurrent urinary tract infections: a double-blind, placebo-controlled trial. Ann Intern Med 1980; 92:770-775.<br> 30. Tavares W. Derivados do enxofre. In: Manual de antibi&#xF3;ticos e quimioter&#xE1;picos antiinfecciosos. S&#xE3;o Paulo: Editora Atheneu, 1996: 616-635.<br> 31. Thisyakorn U &amp; Mansuwan P: Comparative efficacy of mecillinam, mecillinam/amoxicillin and trimethoprim-sulfamethoxazole for treatment of typhoid fever in children. Pediatr Infect Dis J 1992; 11:979-980.<br> 32. Trager GM, White GW, Porembski PE et al.: A comparison of cefaclor and trimethoprim/sulfamethoxazole in the treatment of urinary tract infections. Curr Ther Res 1980; 28:419-423.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Farmacodin&#xE2;mica</h3> <p>Sulfametoxazol + Trimetoprima cont&#xE9;m dois componentes ativos, sulfametoxazol e trimetoprima, agindo sinergicamente pelo bloqueio sequencial de duas enzimas que catalisam est&#xE1;gios sucessivos da bioss&#xED;ntese do &#xE1;cido fol&#xED;nico no microrganismo. Esse mecanismo habitualmente resulta em atividade bactericida<em> in vitro </em>em concentra&#xE7;&#xF5;es nas quais as subst&#xE2;ncias individualmente s&#xE3;o apenas bacteriost&#xE1;ticas. Adicionalmente, Sulfametoxazol + Trimetoprima &#xE9; frequentemente&amp;nbsp;eficaz contra organismos que s&#xE3;o resistentes a um dos seus dois componentes. Devido ao seu mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o, o risco de resist&#xEA;ncia bacteriana &#xE9; minimizado.</p> <p>O efeito antibacteriano de Sulfametoxazol + Trimetoprima<em> in vitro</em> atinge um amplo espectro de microrganismos patog&#xEA;nicos grampositivos e gram-negativos, embora a sensibilidade possa depender da &#xE1;rea geogr&#xE1;fica em que &#xE9; utilizado.</p> <h4>Microrganismos geralmente sens&#xED;veis (CIM = concentra&#xE7;&#xE3;o inibit&#xF3;ria m&#xED;nima &lt; 80 mg/L)*</h4> <p>* Equivalente ao SMZ.</p> <ul> <li>Cocos: <em>Branhamella catarrhalis</em>;</li> <li>Bacilos gram-negativos: <em>Haemophilus influenzae (betalactamase positivo, betalactamase negativo), Haemophilus parainfluenzae, E. coli, Citrobacter freundii, Citrobacter </em>spp<em>., Klebsiella oxytoca, Klebsiella pneumoniae, outras Klebsiella </em>spp<em>., Enterobacter cloacae, Enterobacter aerogenes, Hafnia alvei, Serratia marcescens, Serratia liquefaciens, outras Serratia </em>spp<em>., Proteus mirabilis, Proteus vulgaris, Morganella morganii, Shigella </em>spp<em>., Yersinia enterocolitica, outras Yersinia </em>spp<em>., Vibrio cholerae</em>;</li> <li>Outros diversos bacilos gram-negativos: <em>Edwardsiella tarda, Alcaligenes faecalis, Pseudomonas cepacia, Burkholderia (Pseudomonas) pseudomallei</em>;</li> <li>Com base em experi&#xEA;ncia cl&#xED;nica, os seguintes microrganismos devem tamb&#xE9;m ser considerados como sens&#xED;veis: <em>Brucella, Listeria monocytogenes, Nocardia asteroides, Pneumocystis jirovecii, Cyclospora cayetanensis.</em> </li> </ul> <h4>Microrganismos parcialmente sens&#xED;veis (CIM = 80 &#x2013; 160 mg/L)*</h4> <p>* Equivalente ao SMZ.</p> <ul> <li>Cocos:<em> Staphylococcus aureus (meticilina sens&#xED;veis e meticilina resistentes), Staphylococcus </em>spp<em>.</em> (coagulase negativo), <em>Streptococcus pneumoniae</em> (penicilina sens&#xED;veis, penicilina resistentes);</li> <li>Bacilos gram-negativos: <em>Haemophilus ducreyi, Providencia rettgeri, outras Providencia </em>spp<em>., Salmonella typhi, Salmonella-enteritidis Stenotrophomonas maltophilia </em>(anteriormente denominado<em> Xanthomonas maltophilia</em>);</li> <li>Outros diversos bastonetes gram-negativos: <em>Acinetobacter lwoffi, Acinetobacter anitratus (principalmente A. baumanii), Aeromonas hydrophila.</em> </li> </ul> <h4>Microrganismos resistentes (CIM &gt; 160 mg/L)*</h4> <p>* Equivalente ao SMZ.</p> <ul> <li> <em>Mycoplasma</em> spp., <em>Mycobacterium tuberculosis, Treponema pallidum</em>.</li> </ul> <p>A preval&#xEA;ncia local de resist&#xEA;ncia a Sulfametoxazol + Trimetoprima entre as bact&#xE9;rias pertinentes &#xE0; infec&#xE7;&#xE3;o tratada deve ser conhecida quando Sulfametoxazol + Trimetoprima &#xE9; prescrito em bases emp&#xED;ricas.</p> <p>Para excluir resist&#xEA;ncia, especialmente em infec&#xE7;&#xF5;es com probabilidade de serem causadas por um pat&#xF3;geno parcialmente sens&#xED;vel, o isolado deve ser testado para sensibilidade.</p> <p>A sensibilidade a Sulfametoxazol + Trimetoprima pode ser determinada por m&#xE9;todos padronizados, tais como os testes de disco ou de dilui&#xE7;&#xE3;o recomendados pelo National Comittee for Clinical Laboratory Standards &#x2013; NCCLS.</p> <p>Os seguintes crit&#xE9;rios para sensibilidade recomendados pelo NCCLS s&#xE3;o disponibilizados na tabela abaixo.</p> <p><strong>Tabela 1. Crit&#xE9;rios para sensibilidade recomendados pelo NCCLS</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:114px\"><strong>-</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:143px\"><strong>Teste de disco*<br> Di&#xE2;metro da zona de inibi&#xE7;&#xE3;o (mm)</br></strong></td> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"width:168px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Teste de dilui&#xE7;&#xE3;o**<br> CIM (&#xB5;/mL)</br></strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:114px\"><strong>-</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:143px\"><strong>-</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:85px\"><strong>TMP</strong></td> <td style=\"width:78px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>SMZ</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:114px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Sens&#xED;vel</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:143px\"> <u>&gt;</u> 16</td> <td style=\"text-align:center; width:85px\"> <u>&lt;</u> 2</td> <td style=\"text-align:center; width:78px\"> <u>&lt;</u> 38</td> </tr> <tr> <td style=\"width:114px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Parcialmente sens&#xED;vel</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:143px\">11 - 15</td> <td style=\"text-align:center; width:85px\">4</td> <td style=\"text-align:center; width:78px\">76</td> </tr> <tr> <td style=\"width:114px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Resistente</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:143px\"> <u>&lt;</u> 10</td> <td style=\"text-align:center; width:85px\"> <u>&gt;</u> 8</td> <td style=\"text-align:center; width:78px\"> <u>&gt;</u> 152</td> </tr> </tbody> </table> <p>* Disco: 1,25 &#xB5;g TMP (trimetoprima) e 23,75 &#xF06D;g SMZ (sulfametoxazol).<br> ** TMP (trimetoprima) e SMZ (sulfametoxazol) em uma propor&#xE7;&#xE3;o de 1 para 19.</br></p> <h3>Farmacocin&#xE9;tica</h3> <p>As propriedades farmacocin&#xE9;ticas da trimetoprima (TMP) e do sulfametoxazol (SMZ) s&#xE3;o muito semelhantes.</p> <h4>Absor&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral, a TMP e o SMZ s&#xE3;o rapidamente e completamente absorvidos na por&#xE7;&#xE3;o superior do trato gastrintestinal. Ap&#xF3;s dose &#xFA;nica de 160 mg de TMP + 800 mg de SMZ, s&#xE3;o obtidas concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas m&#xE1;ximas de 1,5 &#x2013; 3 &#xB5;g/mL para TMP e 40 &#x2013; 80 &#xB5;g/mL para SMZ, dentro de uma a quatro horas.</p> <p>Se a administra&#xE7;&#xE3;o for repetida a cada 12 horas, as concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas no estado de equil&#xED;brio, atingidas em dois ou tr&#xEA;s dias, variam entre 1,3 e 2,8&#xB5;g/mL para o TMP e entre 32 e 63 &#xB5;g/mL para o SMZ.</p> <h4>Biodisponibilidade</h4> <p>A absor&#xE7;&#xE3;o de TMP e SMZ &#xE9; completa conforme demonstrado pela biodisponibilidade oral absoluta chegando a 100% para ambas as drogas.</p> <h4>Distribui&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>O volume de distribui&#xE7;&#xE3;o &#xE9; de aproximadamente 1,6 L/kg para TMP e 0,2 L/kg para SMZ, enquanto a liga&#xE7;&#xE3;o &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> plasm&#xE1;ticas atinge 37% para TMP e 62% para SMZ.</p> <p>O TMP em rela&#xE7;&#xE3;o ao SMZ penetra melhor em tecido prost&#xE1;tico n&#xE3;o inflamado, fluido seminal, fluido vaginal, saliva, tecido pulmonar normal inflamado e fluido biliar; a penetra&#xE7;&#xE3;o no liquor e humor aquoso &#xE9; similar para ambos componentes.</p> <p>Grandes quantidades de TMP e pequenas quantidades de SMZ passam da corrente sangu&#xED;nea para os l&#xED;quidos intersticiais e para outros l&#xED;quidos org&#xE2;nicos extravasculares. Entretanto, em associa&#xE7;&#xE3;o, as concentra&#xE7;&#xF5;es de TMP e SMZ s&#xE3;o superiores &#xE0;s concentra&#xE7;&#xF5;es inibit&#xF3;rias m&#xED;nimas (CIM) para a maioria dos microrganismos suscet&#xED;veis.</p> <p>Em seres humanos, TMP e SMZ s&#xE3;o detectados nos tecidos fetais (placenta, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, pulm&#xE3;o), no sangue do cord&#xE3;o umbilical e l&#xED;quido amni&#xF3;tico, indicando a transfer&#xEA;ncia placent&#xE1;ria dos dois f&#xE1;rmacos. Em geral, concentra&#xE7;&#xF5;es fetais de TMP s&#xE3;o similares &#xE0;s concentra&#xE7;&#xF5;es maternas, e as de SMZ do feto, menores que as da m&#xE3;e.</p> <p>Tanto TMP quando SMZ s&#xE3;o excretados pelo leite materno. Concentra&#xE7;&#xF5;es no leite materno s&#xE3;o similares &#xE0; concentra&#xE7;&#xE3;o do plasma materno para TMP e mais baixas para SMZ.</p> <h4>Metabolismo</h4> <p>Cerca de 20% da dose de TMP &#xE9; metabolizada. As isoenzimas do citocromo P450 envolvidas no metabolismo oxidativo de TMP n&#xE3;o foram identificadas.</p> <p>Os principais metab&#xF3;litos de TMP s&#xE3;o os derivados &#xF3;xido 1 e 3 e hidroxi 3&apos; e 4&apos;; alguns metab&#xF3;litos s&#xE3;o microbiologicamente ativos. Cerca de 80% da dose de SMZ &#xE9; metabolizada no f&#xED;gado, predominantemente para derivados N4 acetil (&#x2248; 40% da dose) e, em uma menor extens&#xE3;o, por conjuga&#xE7;&#xE3;o glicuron&#xED;dica; seus metab&#xF3;litos s&#xE3;o inativos. SMZ tamb&#xE9;m sofre metabolismo oxidativo. O primeiro passo da via oxidativa conduz &#xE0; forma&#xE7;&#xE3;o do derivado de hidroxilamina, o qual &#xE9; catalisada pelo CYP2C9.</p> <h4>Elimina&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>As meias-vidas dos dois componentes s&#xE3;o muito semelhantes (em m&#xE9;dia de dez horas para TMP e onze horas para SMZ).</p> <p>Os dois f&#xE1;rmacos, assim como seus metab&#xF3;litos, s&#xE3;o eliminados quase exclusivamente por via renal por meio de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular e secre&#xE7;&#xE3;o tubular, o que determina concentra&#xE7;&#xF5;es urin&#xE1;rias das subst&#xE2;ncias ativas consideravelmente mais altas que as concentra&#xE7;&#xF5;es no sangue. Cerca de dois ter&#xE7;os da dose de TMP e um quarto da dose SMZ s&#xE3;o excretados inalterados na urina. A depura&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica total de TMP &#xE9; igual a 1,9 mL/min/kg. A depura&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica total de SMZ &#xE9; igual a 0,32 mL/min/kg. Apenas uma pequena parte dos f&#xE1;rmacos &#xE9; eliminada por via fecal.</p> <h4>Farmacocin&#xE9;tica em condi&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas especiais</h4> <h5>Idosos</h5> <p>As meias-vidas de TMP e SMZ n&#xE3;o s&#xE3;o significativamente alteradas nos pacientes idosos com fun&#xE7;&#xE3;o renal normal.</p> <h5>Insufici&#xEA;ncia renal</h5> <p>Em pacientes com comprometimento da fun&#xE7;&#xE3;o renal (depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina de 15 &#x2013; 30 mL/min), as meiasvidas dos dois componentes podem estar aumentadas, exigindo ajustes dos regimes de doses. Di&#xE1;lise peritoneal ambulatorial cont&#xED;nua ou intermitente n&#xE3;o contribuem significativamente para a elimina&#xE7;&#xE3;o de TMP-SMZ.</p> <p>TMP e SMZ s&#xE3;o removidos de forma significativa durante a hemodi&#xE1;lise e hemofiltra&#xE7;&#xE3;o. Sugere-se aumentar em 50% a dose de TMP-SMZ depois de cada sess&#xE3;o de hemodi&#xE1;lise. Em crian&#xE7;as com insufici&#xEA;ncia renal (depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina &lt; 30 mL / min), a depura&#xE7;&#xE3;o da TMP &#xE9; reduzida, e sua meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o prolongada. Portanto, a dose de TMP-SMZ deve ser reduzida proporcionalmente &#xE0; diminui&#xE7;&#xE3;o da taxa de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular nesta popula&#xE7;&#xE3;o de pacientes.</p> <h5>Insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica</h5> <p>A farmacocin&#xE9;tica da TMP e SMZ em pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica moderada ou grave n&#xE3;o &#xE9; significativamente diferente daquela observada em indiv&#xED;duos saud&#xE1;veis.</p> <h5>Pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a></h5> <p>A depura&#xE7;&#xE3;o renal da TMP e a depura&#xE7;&#xE3;o metab&#xF3;lica de SMZ s&#xE3;o aumentadas em pacientes com fibrose c&#xED;stica. Consequentemente, a depura&#xE7;&#xE3;o total no plasma &#xE9; aumentada e a meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; reduzida para ambos os f&#xE1;rmacos.</p> <h5>Crian&#xE7;as e adolescentes</h5> <p>Em crian&#xE7;as de 1 a 9 anos a depura&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica total de TMP &#xE9; cerca de tr&#xEA;s vezes maior do que em adultos.</p> <p>Como consequ&#xEA;ncia, a meia-vida de TMP em crian&#xE7;as &#xE9; menor do que metade da observada em adultos.</p> <p>Observa&#xE7;&#xF5;es semelhantes foram feitas para sulfametoxazol.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Bactropin?

Bactropin®&nbsp;deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC).

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do produto

Comprimido

Comprimido branco, circular e biconvexo.

Susensão Oral

Suspensão laranja claro, homogênea viscosa com odor característico de banana.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Bactropin

Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

Agente quimioterápico com duplo mecanismo de ação e propriedades bactericidas.

Antibacteriano para uso sistêmico.

Comprimido

Embalagem com 20 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto e pediátrico acima de 12 anos.

Suspensão Oral

Frasco com 100 mL.

Uso oral.

Uso adulto e pediátrico acima de 6 semanas de vida.

Dizeres Legais do Bactropin

Reg. MS 1.4381.0006

Farm. Resp.:
Charles Ricardo Mafra
CRF-MG 10.883

Fabricado por:
Cimed Indústria de Medicamentos Ltda.
Av. Coronel Armando Rubens Storino, 2750
Pouso Alegre/MG
CEP: 37558-608
CNPJ: 02.814.497/0002-98




Registrado por:
Cimed Indústria de Medicamentos Ltda.
Rua Engenheiro Prudente, 121
São Paulo/SP
CEP: 01550-000
CNPJ: 02.814.497/0001-07




Comercializado por:
Onefarma Industria Farmacêutica Ltda.
Rua das Perobeiras, 1422
São Paulo/SP
CEP: 05879-470
CNPJ: 48.113.906/0001-49.
Indústria Brasileira.
®Marca Registrada






SAC:
0800 704 46 47

Venda sob prescrição médica. Só pode ser vendido com retenção da receita.

40mg/mL + 8mg/mL, caixa com 1 frasco com 100mL de suspensão de uso oral

Princípio ativo
:
Sulfametoxazol + Trimetoprima
Classe Terapêutica
:
Associações De Trimetoprima E Similares
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca 2 vias (Antibiótico - Venda Sob Prescrição Médica mediante Retenção da Receita)
Categoria
:
Antibióticos
Especialidade
:
Cardiologia, Dermatologia, Infectologia, Gastroenterologia e Pneumologia

Bula do medicamento

Bactropin, para o que é indicado e para o que serve?

Bactropin® é indicado para o tratamento de infecções causadas por microrganismos sensíveis à associação dos medicamentos trimetoprima e sulfametoxazol, como certas infecções respiratórias, gastrintestinais, renais e do trato urinário, genitais (feminino e masculino), da pele, entre outros tipos de infecções.

Quais as contraindicações do Bactropin?

Comprimido / Suspensão Oral

Bactropin® não deve ser utilizado por pacientes com doença grave no fígado ou no rim. Também está contraindicado aos pacientes com alergia à sulfonamida ou à trimetoprima ou a qualquer um dos componentes da formulação.

Bactropin® não deve ser utilizado em combinação com dofetilida (medicamento contra arritmias do coração).

Exclusivo Suspensão Oral

Este medicamento é contraindicado para prematuros e recém-nascidos durante as primeiras seis semanas de vida.

Atenção diabéticos: contém açúcar.

Este produto contém o corante amarelo de Tartrazina que pode causar reações de natureza alérgica, entre&nbsp;as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

Como usar o Bactropin?

Comprimido

Os comprimidos de Bactropin® devem ser administrados por via oral, pela manhã e à noite, de preferência após uma refeição e com quantidade suficiente de líquido.

A posologia deve ser orientada pelo seu médico, de acordo com a sua doença. No entanto, as doses usualmente recomendadas para Bactropin®&nbsp;comprimidos são:
Adultos e crianças a partir de 12 anos
Dose habitual

2 comprimidos de Bactropin®&nbsp;a cada 12 horas.

Dose mínima e dose para tratamento prolongado (mais de 14 dias)

1 comprimido de Bactropin® a cada 12 horas.

Dose máxima (casos especialmente graves)

3 comprimidos de Bactropin® a cada 12 horas.

Duração do tratamento

Em infecções agudas, Bactropin® deve ser administrado por, pelo menos, cinco dias ou até que o paciente esteja sem a presença de sintomas por, pelo menos, dois dias. Se a melhora clínica não for evidente após sete dias de tratamento, o paciente deve ser reavaliado.

Esquemas de tratamento especiais podem ser recomendados em determinadas doenças e condições clínicas dos pacientes. O seu médico saberá identificar essas situações e adotar o esquema de doses adequado.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Suspensão Oral

As suspensões de Bactropin® devem ser administradas por via oral, pela manhã e à noite, de preferência após uma refeição, e com quantidade suficiente de líquido.

O frasco de suspensão deve ser agitado antes da administração.

A posologia deve ser orientada pelo seu médico, de acordo com a sua doença. No entanto, as doses usualmente recomendadas para as suspensões de Bactropin® são:
Crianças abaixo de 12 anos
De 6 semanas a 5 meses

2,5 mL da suspensão a cada 12 horas.

De 6 meses a 5 anos

5 mL da suspensão a cada 12 horas.

De 6 a 12 anos

10 mL da suspensão a cada 12 horas.

A posologia acima indicada corresponde, aproximadamente, a dose diária média de 6 mg de trimetoprima e 30 mg de sulfametoxazol por kg de peso. Em infecções graves a dosagem recomendada pode ser aumentada em 50%.

Adultos e crianças a partir de 12 anos
Dose habitual

20 mL da suspensão a cada 12 horas.

Dose mínima e dose para tratamento prolongado (mais de 14 dias)

10 mL da suspensão a cada 12 horas.

Dose máxima (casos especialmente graves)

30 mL da suspensão a cada 12 horas.

Duração do tratamento

Em infecções agudas, Bactropin® deve ser administrado por, pelo menos, cinco dias ou até que o paciente esteja sem presença de sintomas por, pelo menos, dois dias. Se a melhora clínica não for evidente após sete dias de tratamento, o paciente deve ser reavaliado.

Esquemas de tratamento especiais são recomendados em determinadas doenças e condições clínicas dos pacientes. O seu médico saberá identificar essas situações e adotar o esquema de doses adequado.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Bactropin funciona?

Bactropin® é um quimioterápico (medicamento sintetizado em laboratório para combater microrganismos ou a multiplicação desordenada de células), com propriedades bactericidas (capaz de matar bactérias) e duplo mecanismo de ação.

Bactropin® contém dois compostos ativos (sulfametoxazol + trimetoprima), que agem sinergicamente (ação conjunta, em que uma substância potencializa a outra), inibindo dois passos consecutivos da formação de uma substância necessária aos microrganismos, que não conseguem mais se desenvolver.

A ação medicamentosa de Bactropin® começa logo após a primeira dose. No entanto, os microrganismos não são eliminados de imediato. Por isso, mesmo que alguns sintomas, como febre, dor, etc. desapareçam, é necessário continuar o tratamento pelo período estabelecido pelo seu médico.

Quais cuidados devo ter ao usar o Bactropin?

Comprimido / Suspensão Oral

Deve-se ter cuidados especiais com pacientes idosos e com problemas no rim e no fígado, nos quais há maior probabilidade de ocorrer efeitos indesejáveis relacionados à dose ou à duração do tratamento. Em pacientes idosos ou com história de deficiência de ácido fólico ou insuficiência renal, podem ocorrer alterações hematológicas (no sangue) indicativas de deficiência de ácido fólico. Essas alterações são reversíveis administrando-se ácido folínico.

Para diminuir esses efeitos, recomenda-se que a duração do tratamento seja a menor possível para o paciente idoso. Em caso de comprometimento renal, a dose deve ser ajustada. Pacientes em uso prolongado devem fazer exames de sangue e urina regularmente.

O tratamento deve ser descontinuado imediatamente caso você observe sinais de aparecimento de erupção cutânea ou qualquer outra reação adversa grave.

Bactropin® deve ser administrado com cautela a pacientes com história de alergia grave e asma brônquica.

Infiltrados pulmonares (alterações nos pulmões identificadas em radiografias), tais como ocorrem em alveolite (inflamação dos alvéolos, pequenos sacos aéreos que se enchem de ar durante a respiração) alérgica ou eosinofílica (por um tipo de glóbulo branco), têm sido relatados. Esses podem se manifestar por meio de sintomas como tosse ou respiração ofegante. Se tais sintomas aparecerem ou, inexplicavelmente, piorarem, o paciente deve ser reavaliado e a descontinuação da terapia com Bactropin® deve ser considerada.

Bactropin® não deve ser utilizado por pacientes com sérias alterações hematológicas (no sangue) nem por pacientes portadores de deficiência de G6PD (desidrogenase de glicose-6-fosfato), a não ser em casos de absoluta necessidade e em doses mínimas.

Como todos os medicamentos que contêm sulfonamidas (como o sulfametoxazol), deve-se ter cautela com pacientes com porfiria (doença que apresenta irregularidade no metabolismo da hemoglobina, pigmento responsável pela cor vermelha do sangue) ou disfunção da tireoide.

Bactropin® pode aumentar a excreção urinária, particularmente em pacientes com edema (retenção de líquidos) de origem cardíaca.

Pacientes com insuficiência renal grave (ou seja, com depuração da creatinina 15-30 mL/min) que estão recebendo sulfametoxazol-trimetoprima devem ser monitorados quanto aos sinais e sintomas de toxicidade, tais como náuseas, vômitos e hipercalemia (elevação do potássio no sangue).

Altas doses de TMP, como as usadas em pacientes com pneumonia por Pneumocystis jirovecii, induzem progressivo, mas reversível, aumento da concentração de potássio sérico em um número substancial de pacientes. Mesmo doses recomendadas de TMP podem causar hipercalemia, quando administradas em pacientes com doenças subjacentes do metabolismo do potássio, insuficiência renal ou que estejam recebendo drogas que provocam hipercalemia. É indicado monitoramento rigoroso do potássio sérico nesses pacientes.

Gravidez e lactação

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Você deve informar ao seu médico caso ocorra gravidez durante o tratamento ou logo após o seu término.

Dois estudos sugeriram um aumento de 2 a 3,5 vezes do risco de aborto espontâneo em mulheres tratadas apenas com trimetoprima e em combinação com sulfametoxazol durante o primeiro trimestre em comparação com nenhuma exposição a antibióticos ou exposição a penicilinas.

Uma vez que os dois compostos de Bactropin® atravessam a barreira placentária, eles podem vir a interferir no metabolismo humano do ácido fólico, devendo ser usado na gestação somente se o risco para o feto for justificado pelo benefício para a gestante. Caso haja necessidade de uso, toda gestante ou mulheres que pretendem engravidar devem receber concomitantemente 5 mg de ácido fólico diariamente durante o tratamento com Bactropin®. Deve-se evitar o uso de Bactropin® no último trimestre de gestação, a não ser que não exista nenhuma alternativa, devido ao risco do recém-nascido apresentar problemas neurológicos devido ao acúmulo de bilirrubina no cérebro (kernicterus).

Os dois compostos de Bactropin® são excretados pelo leite, devendo-se levar em consideração os riscos já citados acima. Informe ao seu médico se está amamentando. Este medicamento não deve ser utilizado durante a amamentação, exceto sob orientação médica.

Até o momento, não há informações de que Bactropin® (sulfametoxazol e trimetoprima) possa causar doping.

Em caso de dúvida, consulte seu médico.

Exclusivo Suspensão Oral

Atenção diabéticos: contém açúcar.

Este produto contém o corante amarelo de Tartrazina que pode causar reações de natureza alérgica, entre&nbsp;as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Bactropin?

Nas doses recomendadas, Bactropin® é geralmente bem tolerado. Os efeitos colaterais mais comuns são erupções cutâneas e distúrbios gastrintestinais.

Entretanto, efeitos colaterais adicionais já foram descritos em frequência variável nos pacientes expostos à medicação.

As categorias utilizadas como padrões de frequência (número de eventos relatados / número de pacientes expostos à medicação) são as seguintes:

  • <li>Muito comum &#x2265; 1/10;</li> <li>Comum &#x2265; 1/100 e &lt;&amp;nbsp;1/10;</li> <li>Incomum &#x2265; 1/1.000 e &lt; 1/100;</li> <li>Raro &#x2265; 1/10.000 e &lt; 1/1.000;</li> <li>Muito raro &lt; 1/10.000.</li> <li>Desconhecido (n&#xE3;o pode ser estimado a partir dos dados dispon&#xED;veis).</li>

Efeitos adversos relatados em pacientes tratados com trimetoprima + sulfametoxazol

Classe de sistema orgânico
Distúrbios do sangue e sistema linfático
  • <li>Raro: Leucopenia (redu&#xE7;&#xE3;o dos gl&#xF3;bulos brancos do sangue), granulocitopenia, <a href="https://minutosaudavel.com.br/trombocitopenia/" rel="noopener" target="_blank">trombocitopenia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c" target="_blank">anemia</a> (megalobl&#xE1;stica, hemol&#xED;tica / autoimune, apl&#xE1;stica) (falta de gl&#xF3;bulos vermelhos no sangue por falta de produ&#xE7;&#xE3;o na medula &#xF3;ssea, por destrui&#xE7;&#xE3;o ou funcionamento inadequado das hem&#xE1;cias existentes);</li> <li>Muito raro: Meta-hemoglobinemia (hemoglobina defeituosa), agranulocitose, pancitopenia (redu&#xE7;&#xE3;o de todas as c&#xE9;lulas do sangue).</li>
Distúrbios cardíacos
  • <li>Muito raro: Miocardite (inflama&#xE7;&#xE3;o do m&#xFA;sculo do cora&#xE7;&#xE3;o) al&#xE9;rgica.</li>
Distúrbios congênitos (característica adquirida pelo bebê durante o período em que permaneceu em gestação) e gravidez, puerpério (fase pós-parto), e condições perinatais (período entre as 22 semanas de gravidez e os 7 dias completos após o nascimento)
  • <li>Desconhecido: Aborto espont&#xE2;neo.</li>
Distúrbios do ouvido e labirinto
  • <li>Muito raro: <a href="https://consultaremedios.com.br/doenca-nos-ouvidos/zumbido/c" target="_blank">Zumbido</a>, vertigem.</li>
Distúrbios oculares
  • <li>Muito raro: Uve&#xED;te (inflama&#xE7;&#xE3;o de uma das camadas do olho);</li> <li>Desconhecido: Vasculite retiniana.</li>
Distúrbios gastrintestinais
  • <li>Comum: N&#xE1;useas, v&#xF4;mito;</li> <li>Incomum: <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c" target="_blank">Diarreia</a>, enterocolite pseudomembranosa (um tipo de inflama&#xE7;&#xE3;o intestinal, geralmente provocada pela multiplica&#xE7;&#xE3;o exagerada de alguns tipos de bact&#xE9;ria);</li> <li>Raro: Glossite (inflama&#xE7;&#xE3;o na l&#xED;ngua), <a href="https://minutosaudavel.com.br/estomatite-aftosa-e-viral-tratamento-sintomas-e-causas/" rel="noopener" target="_blank">estomatite</a> (inflama&#xE7;&#xE3;o na mucosa da boca);</li> <li>Desconhecido: <a href="https://minutosaudavel.com.br/pancreatite/" rel="noopener" target="_blank">Pancreatite</a> aguda.</li>
Distúrbios hepatobiliares
  • <li>Comum: Transaminases elevadas;</li> <li>Incomum: Bilirrubina elevada, <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/hepatite/c" target="_blank">hepatite</a>;</li> <li>Raro: Colestase (redu&#xE7;&#xE3;o de elimina&#xE7;&#xE3;o da bile);</li> <li>Muito raro: Necrose hep&#xE1;tica;</li> <li>Desconhecido: S&#xED;ndrome do desaparecimento do ducto biliar.</li>
Distúrbios do sistema imunológico
  • <li>Muito raro: Rea&#xE7;&#xF5;es al&#xE9;rgicas/hipersensibilidade (rea&#xE7;&#xF5;es tipo al&#xE9;rgicas), como <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/c" target="_blank">febre</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/angioedema-o-que-e-complicacoes-como-tratar-e-muito-mais/" rel="noopener" target="_blank">angioedema</a>, rea&#xE7;&#xF5;es anafilactoides (rea&#xE7;&#xF5;es que lembram <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-anafilaxia-reacao-anafilatica-sintomas-e-tratamento/" rel="noopener" target="_blank">anafilaxia</a>, por&#xE9;m com mecanismo diferente; podem cursar com incha&#xE7;os, rea&#xE7;&#xF5;es cut&#xE2;neas, coceira, dificuldade para respirar e dores abdominais), doen&#xE7;a do soro (rea&#xE7;&#xE3;o mais tardia, com febre, coceira, dores nas articula&#xE7;&#xF5;es e, eventualmente, les&#xF5;es renais).</li>
Infecções e infestações
  • <li>Incomum: Infec&#xE7;&#xF5;es f&#xFA;ngicas, como <a href="https://consultaremedios.com.br/antifungico/candidiase/c" target="_blank">candid&#xED;ase</a> (as vezes chamada de &#x201C;sapinho&#x201D;).</li>
Investigações
  • <li>Desconhecido: Hipercalemia (eleva&#xE7;&#xE3;o do pot&#xE1;ssio no sangue), <a href="https://minutosaudavel.com.br/hiponatremia/" rel="noopener" target="_blank">hiponatremia</a> (redu&#xE7;&#xE3;o do s&#xF3;dio no sangue).</li>
Distúrbios de nutrição e metabolismo
  • <li>Raro: <a href="https://minutosaudavel.com.br/hipoglicemia/" rel="noopener" target="_blank">Hipoglicemia</a> (redu&#xE7;&#xE3;o da <a href="https://consultaremedios.com.br/glicose/bula" target="_blank">glicose</a> no sangue).</li>
Distúrbios do tecido conectivo e musculoesquelético
  • <li>Muito raro: <a href="https://minutosaudavel.com.br/rabdomiolise/" rel="noopener" target="_blank">Rabdomi&#xF3;lise</a> (necrose das c&#xE9;lulas dos m&#xFA;sculos);</li> <li>Desconhecido: Artralgia (dores nas articula&#xE7;&#xF5;es), mialgia (dores musculares).</li>
Distúrbios do sistema nervoso
  • <li>Incomum: Convuls&#xF5;es (ataques em que a pessoa se debate);</li> <li>Raro: Neuropatia (afec&#xE7;&#xE3;o dos nervos) (incluindo neurite perif&#xE9;rica &#x2013; inflama&#xE7;&#xE3;o dos pequenos ramos nervosos das extremidades), parestesia (sensibilidade alterada de uma regi&#xE3;o do corpo, geralmente com <a href="https://minutosaudavel.com.br/parestesia/" rel="noopener" target="_blank">formigamento</a> ou dorm&#xEA;ncia);</li> <li>Muito raro: Ataxia (falta de coordena&#xE7;&#xE3;o de movimento), <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/meningite/c" target="_blank">meningite</a> ass&#xE9;ptica (inflama&#xE7;&#xE3;o das meninges, revestimento do c&#xE9;rebro, n&#xE3;o provocada por germes) / sintomas como de meningite;</li> <li>Desconhecido: Vasculite cerebral.</li>
Transtornos psiquiátricos
  • <li>Raro: Alucina&#xE7;&#xF5;es.</li>
Distúrbios renais e urinários
  • <li>Comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/ureia/bula" target="_blank">Ureia</a> elevada, creatinina s&#xE9;rica elevada;</li> <li>Incomum: Insufici&#xEA;ncia renal;</li> <li>Raro: Cristal&#xFA;ria (concentra&#xE7;&#xE3;o aumentada de cristais na urina);</li> <li>Muito raro: Nefrite intersticial (inflama&#xE7;&#xE3;o dos rins), aumento da diurese (quantidade de urina).</li>
Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino
  • <li>Muito raro: Infiltra&#xE7;&#xF5;es pulmonares (altera&#xE7;&#xF5;es nos pulm&#xF5;es identificadas em radiografias);</li> <li>Desconhecido: Vasculite pulmonar.</li>
Distúrbios de pele e do tecido subcutâneo
  • <li>Comum: Erup&#xE7;&#xE3;o medicamentosa fixa, <a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/dermatites/c" target="_blank">dermatite</a> esfoliativa, erup&#xE7;&#xE3;o cut&#xE2;nea, exantema maculopapular, exantema morbiliforme, eritema, prurido;</li> <li>Incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">Urtic&#xE1;ria</a>;</li> <li>Muito raro: Eritema multiforme, fotossensibilidade, s&#xED;ndrome de Stevens Johnson, necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica, erup&#xE7;&#xE3;o cut&#xE2;nea com eosinofilia e sintomas sist&#xEA;micos, pustulose exantem&#xE1;tica generalizada aguda (edema e vermelhid&#xE3;o na pele com erup&#xE7;&#xF5;es purulentas e febre).</li>
Distúrbios vasculares
  • <li>Muito raro: <a href="https://minutosaudavel.com.br/purpura/" rel="noopener" target="_blank">P&#xFA;rpura</a> (les&#xF5;es hemorr&#xE1;gicas, que aparecem na pele e, eventualmente, em outros &#xF3;rg&#xE3;os, decorrentes de falta de plaquetas), p&#xFA;rpura de Henoch-Sch&#xF6;nlein;</li> <li>Desconhecido: Vasculite, vasculite necrotizante, granulomatose com poliange&#xED;te poliarterite nodosa.</li>

Descrição de eventos adversos selecionados

A maioria das alterações hematológicas observadas tem sido leve, assintomática e reversível na retirada da terapia.

Como qualquer medicamento, reações alérgicas podem ocorrer em pacientes com hipersensibilidade aos componentes do medicamento. As reações de pele mais comuns observadas com Bactropin® foram geralmente leves e rapidamente reversíveis após a retirada da medicação.

Infiltrações pulmonares relatadas no contexto da alveolite alérgica ou eosinofílica podem se manifestar através de sintomas como tosse ou falta de ar.

Altas doses de TMP, como usado em pacientes com pneumonia por Pneumocystis jirovecii, induzem a progressivo, mas reversível aumento de concentração sérica de potássio em um número substancial de pacientes. Mesmo em doses recomendadas, TMP pode causar hipercalemia quando administrada em pacientes com doenças subjacentes de metabolismo do potássio ou insuficiência renal, ou que estão recebendo medicamentos que induzem hipercalemia.

Foram notificados casos de hipoglicemia em pacientes não diabéticos tratados com SMZ-TMP, geralmente após alguns dias de terapia. Pacientes com deficiência de função renal, doença hepática ou desnutrição ou recebendo altas doses de TMP-SMZ estão particularmente em risco.

Vários dos pacientes com pancreatite aguda tinham doenças graves, quem incluem a AIDS (síndrome de imunodeficiência adquirida).

Segurança de sulfametoxazol + trimetoprima em pacientes infectados pelo HIV

Os pacientes portadores de HIV têm o espectro de possíveis eventos adversos similar ao espectro dos pacientes não infectados. Entretanto, alguns eventos adversos podem ocorrer com frequência maior e com quadros clínicos diferenciados nessa população.

Classe de sistema orgânico
Essas diferenças relacionam-se aos seguintes sistemas:
Distúrbios do sangue e sistema linfático
  • <li>Muito comum: Leucopenia, granulocitopenia, trombocitopenia.</li>
Distúrbios gastrointestinais
  • <li>Muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/anorexia/" rel="noopener" target="_blank">Anorexia</a>, n&#xE1;useas, v&#xF4;mitos, diarreia.</li>
Distúrbios gerais e condições do local de administração
  • <li>Muito comum: Febre (geralmente em conjunto com exantema maculopapular).</li>
Distúrbios hepatobiliares
  • <li>Muito comum: Transaminases elevadas.</li>
Investigações
  • <li>Muito comum: Hipercalemia;</li> <li>Incomum: Hiponatremia.</li>
Distúrbios de nutrição e metabolismo
  • <li>Incomum: Hipoglicemia.</li>
Distúrbios de pele e do tecido subcutâneo
  • <li>Muito comum: Exantema maculopapular, prurido.</li>

Em ordem de frequência, foram encontrados efeitos gastrintestinais (náuseas, lesões na boca, diarreia), reações de pele e zumbidos nos ouvidos, que desapareceram com a suspensão do tratamento. Alterações no exame de sangue também podem surgir de forma leve e sem sintomas, desaparecendo com a suspensão do tratamento.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Bactropin?

Se você se esquecer de tomar alguma das doses prescritas, espere até o horário da dose seguinte e retorne ao seu esquema de tratamento habitual. Não tome uma dose dobrada para compensar a que você esqueceu.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Apresentações do Bactropin

Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

Agente quimioterápico com duplo mecanismo de ação e propriedades bactericidas.

Antibacteriano para uso sistêmico.

Comprimido

Embalagem com 20 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto e pediátrico acima de 12 anos.

Fabricante: Cimed

© 2021 Medicamento Lab.