Cimed Ginkomed

80mg, caixa com 30 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Ginkgo Biloba
Classe Terapêutica
:
Fitoterápico
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Fitoterápico
Especialidade
:
Neurologia

Bula do medicamento

Ginkomed, para o que é indicado e para o que serve?

Este medicamento é indicado para vertigens e zumbidos (tinidos) resultantes de distúrbios circulatórios, distúrbios circulatórios periféricos (cãimbras) e insuficiência vascular cerebral (Mills & Bones, 2000; 2005).

Quais as contraindicações do Ginkomed?

Este medicamento é contraindicado para menores de 12 anos.

Deve ser usado cuidadosamente em pacientes com distúrbios de coagulação ou em uso de anticoagulantes e antiplaquetários.

Este medicamento deve ser suspenso pelo menos três dias antes de procedimentos cirúrgicos (Garcia, 1998; Mills & Bones, 2005).

Pacientes com histórico de hipersensibilidade e alergia a qualquer um dos componentes da fórmula não devem fazer uso do produto.

Como usar o Ginkomed?

Uso oral. Uso interno.

Ginkomed 80 mg

1 comprimido, 2 vezes ao dia (38,4 mg de ginkgoflavonoides e 9,6 mg de terpenolactonas), antes das principais refeições, ou a critério médico.

Os comprimidos devem ser ingeridos inteiros e sem mastigar, com quantidade suficiente de água para que sejam deglutidos.

Utilizar apenas a via oral. O uso deste medicamento por outra via, que não a oral, pode causar perda do efeito esperado ou mesmo promover danos ao seu usuário.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Como o Ginkomed funciona?

Este medicamento aumenta o fluxo sanguíneo, com consequente melhora de oferta de oxigênio para as células, protegendo os tecidos dos danos da falta de oxigênio (hipóxia), além de inibir a agregação plaquetária (Garcia, 1998; Hoffman, 2003).

Quais cuidados devo ter ao usar o Ginkomed?

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas e em amamentação sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Informe ao seu médico se ocorrer gravidez ou se iniciar amamentação durante o uso deste medicamento.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Ginkomed?

Podem ocorrer distúrbios gastrintestinais, dor de cabeça e reações alérgicas na pele (vermelhidão, inchaço e coceira) (Garcia, 1998). Também foram relatados enjoos, palpitações, hemorragias e queda de pressão arterial. (Blumenthal, 2003).

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Ginkomed?

Caso esqueça de tomar uma dose deste medicamento, retome a posologia prescrita sem a necessidade de suplementação.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Ginkomed?

Cada comprimido revestido contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:259px\"> <p style=\"text-align:center\">Extrato seco <em><a href=\"https://consultaremedios.com.br/ginkgo-biloba/bula\" target=\"_blank\">Ginkgo biloba</a> L*</em></p> </td> <td style=\"width:242px\"> <p style=\"text-align:center\">80 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:259px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:242px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Padronizado em 19,2 mg de ginkgoflavonoides (22 a 27%) expressos em quercetina, kaempferol e isorhamnentina e 4,8 mg (5 a 7%) de terpenolactonas expressos em ginkgolídeos, A, B, C e bilobalídeo.

Excipientes: croscarmelose sódica, estearato de magnésio, celulose microcristalina, dióxido de silício, povidona, dióxido de titânio, óxido ferroso, etilcelulose + triacetina e hipromelose + macrogol.

Nomenclatura botânica oficial: Ginkgo biloba L.
Nomenclatura popular: Ginkgo.
Família: Ginkgoaceae.
Parte da planta utilizada: Folhas.


Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Ginkomed maior do que a recomendada?

Em caso de superdosagem, suspender o uso e procurar orientação médica de imediato.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Ginkomed com outros remédios?

A associação deste medicamento com anticoagulantes, antiplaquetários, anti-inflamatórios não esteroidais (AINES) e/ou agentes trombolíticos pode aumentar o risco de hemorragias (Micromedex® 2.0, 2014).

Este medicamento pode diminuir a efetividade dos anticonvulsivantes e pode alterar os efeitos da insulina, aumentando a sua depuração (Micromedex® 2.0, 2014).

Pode provocar mudanças no estado mental quando associado à buspirona ou ao Hypericum perforatum (Micromedex® 2.0, 2014).

Pode potencializar o efeito dos inibidores da monoaminaoxidase e pode aumentar o risco dos efeitos colaterais da nifedipina (Micromedex® 2.0, 2014).

Pode aumentar o risco de aparecimento da síndrome serotoninérgica quando associado aos inibidores da recaptação de serotonina e pode causar hipertensão em uso concomitante com os diuréticos tiazídicos (Micromedex® 2.0, 2014).

A associação deste medicamento com omeprazol acarreta diminuição do nível sérico do omeprazol (Yin&nbsp;et al., 2004).

A associação com trazodona pode trazer risco de sedação excessiva (Galluzzi et al., 2000).

O uso concomitante de ginkgo pode aumentar os riscos de eventos adversos causados pela risperidona, como, por exemplo, priapismo (LIN et al., 2007).

A associação com papaverina pode acarretar potencialização de efeitos terapêuticos e adversos (Sikora et al., 1989).

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Informe ao profissional de saúde todas as plantas medicinais, fitoterápicos e outros medicamentos que estiver tomando.&nbsp;Interações podem ocorrer entre medicamentos e plantas medicinais e mesmo entre duas plantas medicinais administradas ao mesmo tempo.

Qual a ação da substância do Ginkomed (Ginkgo biloba)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <p>De 35 estudos realizados com <em>G. biloba</em>, incluindo 3.541 participantes, 33 encontraram efeitos positivos para o uso nas indica&#xE7;&#xF5;es: doen&#xE7;a de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alzheimer/c\" target=\"_blank\">Alzheimer</a>, dem&#xEA;ncia, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doenca-nos-ouvidos/zumbido/c\" target=\"_blank\">zumbido</a>, doen&#xE7;a vascular perif&#xE9;rica (claudica&#xE7;&#xE3;o intermitente), <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/asma/c\" target=\"_blank\">asma</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/depressao/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">depress&#xE3;o</a> (BLUMENTHAL, 2003). Outros dois encontraram resultados negativos, um em dem&#xEA;ncia (VAN DONGEN, 2000) e outro em zumbidos (DREW &amp; DAVIES, 2001). Dezoito estudos envolvendo um total de 1.672 participantes embasaram a utiliza&#xE7;&#xE3;o de <em>G. biloba</em> no tratamento de dem&#xEA;ncia decorrente de insufici&#xEA;ncia cardiovascular ou Alzheimer. Desses dezoito estudos, cinco eram randomizados (R), duplo-cegos (DC), controlados por placebo (CP) e multic&#xEA;ntricos (MC), envolvendo 663 participantes; 11 eram R, DC e CP com um total de 898 participantes; e dois eram estudos R, DC, CP, cruzados, envolvendo um total de 111 participantes, focando o tratamento de <em>G. biloba</em> para claudica&#xE7;&#xE3;o intermitente com resultados positivos (BLUMENTHAL, 2003).</p> <p>Uma recente meta-an&#xE1;lise avaliou 33 trabalhos sobre a efic&#xE1;cia e a tolerabilidade de <em>G. biloba</em> no comprometimento cognitivo e na dem&#xEA;ncia. Foram inclu&#xED;dos ensaios duplo cegos, controlados e randomizados realizados at&#xE9; junho de 2002. Em geral, n&#xE3;o foram observadas diferen&#xE7;as estatisticamente significativas entre o <em>G. biloba</em> e o placebo no que diz respeito aos efeitos adversos. Quanto &#xE0; efic&#xE1;cia, conclui-se que existem benef&#xED;cios associados ao uso de <em>G. biloba</em> em doses inferiores a 200 mg/dia por 12 semanas (p &lt;0,0001) ou em doses superiores a 200 mg/dia por 24 semanas (p=0,02). Par&#xE2;metros cognitivos, de atividades da vida di&#xE1;ria e humor tamb&#xE9;m apontam a superioridade do <em>G. biloba</em> em rela&#xE7;&#xE3;o ao placebo nas duas faixas de dosagem (BIRKS, 2002).</p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <p>O extrato de <em>G. biloba</em> &#xE9; constitu&#xED;do principalmente por ginkgoflavon&#xF3;ides (derivados da quercetina, kaempferol e isorhamnetina) e terpenolactonas (ginkgol&#xED;deos e bilobal&#xED;deos). Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral, os ginkgol&#xED;deos A, B e bilobal&#xED;deos possuem uma alta biodisponibilidade (98% a 100%; 79% a 93%; e 70%, respectivamente) (BLUMENTHAL, 2003). As suas meias-vidas de elimina&#xE7;&#xE3;o duram respectivamente 4,5 h; 10,6 h e 3,2 h. Esses compostos s&#xE3;o excretados inalterados na urina em 70% de ginkgol&#xED;deo A, 50% de ginkgol&#xED;deo B e 30% de bilobal&#xED;deos (MILLS &amp; BONES, 2000).</p> <p><em>G. biloba</em> promove o incremento do suprimento sangu&#xED;neo cerebral por meio da vasodilata&#xE7;&#xE3;o e redu&#xE7;&#xE3;o da viscosidade sangu&#xED;nea, al&#xE9;m de reduzir a densidade dos radicais livres de oxig&#xEA;nio nos tecidos nervosos. Os ginkgol&#xED;deos, especialmente o ginkgol&#xED;deo B, inibem o Fator de Ativa&#xE7;&#xE3;o Plaquet&#xE1;ria (PAF), potencializando os par&#xE2;metros hemodin&#xE2;micos, como o aumento do fluxo sangu&#xED;neo, por meio da diminui&#xE7;&#xE3;o da viscosidade sangu&#xED;nea e da agrega&#xE7;&#xE3;o eritrocit&#xE1;ria (GARCIA, 1998; Micromedex<sup>&#xAE;</sup>, 2007).</p> <p><em>G. biloba</em> reduz a progress&#xE3;o da dem&#xEA;ncia, provavelmente por reduzir a infiltra&#xE7;&#xE3;o de neutr&#xF3;filos e a peroxida&#xE7;&#xE3;o lip&#xED;dica (OTAMIRI &amp; TAGESSON, 1989), aumentando o fluxo sangu&#xED;neo (KOLTRINGER <em>et al</em>., 1989), antagonizando o PAF (WADA <em>et al</em>., 1988) e modificando o metabolismo neuronal (DE FEUDIS, 1991).</p> <p>A fra&#xE7;&#xE3;o de flavon&#xF3;ides &#xE9; respons&#xE1;vel pelo aumento da inibi&#xE7;&#xE3;o da recapta&#xE7;&#xE3;o de serotonina (AHLEMEYER &amp; KRIEGELSTEIN, 1998), facilita a transmiss&#xE3;o colin&#xE9;rgica e alfa-adren&#xE9;rgica e estimula a recapta&#xE7;&#xE3;o de colina no hipocampo (BLUMENTHAL, 1987). A a&#xE7;&#xE3;o neuroprotetora est&#xE1; relacionada com a inibi&#xE7;&#xE3;o da s&#xED;ntese do &#xF3;xido n&#xED;trico (CALAPAI, 2000).</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">AHLEMEYER, B; KRIEGELSTEIN, J. Neuroprotective effects of Ginkgo biloba extract. American Chemical Society; 1998: 210-20.<br> BENJAMIN, J; MUIR, T; BRIGGS K et al. A case of cerebral haemorrhage-can Ginkgo biloba be implicated? Postgrad Med J 2001; 77(904):112-3.<br> BIRKS, J; GRIMLEY, EJ; VAN DONGEN, M. Ginkgo biloba for cognitive impairment and dementia [Cochrane Review]. Oxford. In: The Cochrane Library, Issue 4, 2002.<br> BLUMENTHAL M, BUSSE WR, GOLDBERG A, et al. (eds.). The complete German Commission E Monographs &#x2013; Therapeutic guide to herbal medicines. Austin, TX: American Botanical Council; Boston: Integrative Medicine Communication; 1987.<br> BLUMENTHAL, M. The ABC clinical guide to herbs. 2003.<br> CALAPAI, G; CRUPI, A, FIRENZUOLI, F. Neuroprotective effects of Ginkgo biloba extract in brain ischemia are mediated by inhibition of nitric oxide synthesis. Life Sciences. 2000; 67:2673-83.<br> DE FEUDIS, FG. Ginkgo biloba extract (EGb 761): Pharmacological activities and clinical applications. Editions Scientifiques Elsevier, Paris, France, 1991: 68-73.<br> DREW, S; DAVIES, E. Effectiveness of Ginkgo biloba in treating <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/zumbido-no-ouvido/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">tinnitus</a>: double-blind, placebo controlled trial. BMJ. 2001 Jan 13; 322 (7278):73.<br> EBADI, M. Pharmacodynamic basis of Herbal Medicine. 2a ed. CRC Press. 2006. 699p. 46.<br> FESSENDEN, JM; WITTENBORN, W; CLARKE, L. Ginkgo biloba: A case report of herbal medicine and bleeding postoperatively from a laparoscopic cholescystectomy. Am Surg. 2001; 67(1): 33-5.<br> GALLUZZI S, ZANETTI O, TRABUCCHI M, et al: Coma in a patient with Alzheimer&#x2019;s disease taking low-dose trazodone and ginkgo biloba. 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Principles and practice of phytotherapy &#x2013; modern herbal medicine, 2000.<br> MILLS, S; BONES, K. The essencial guide to herbal safety, 2005.<br> OTAMIRI, T; TAGESSON, C. Ginkgo biloba extract prevents mucosa damage associated with small intestinal ischaemia. Scand J Gastroenterol. 1989; 24(06):666-70.<br> ROWIN, J; LEWIS, SL. Spontaneous bilateral subdural hematomas associated with chronic Ginkgo biloba ingestion (letter). Neurology. 1996; 46(6):1775-6.<br> SIKORA R, SOHN M, DEUTZ F-J, et al: Ginkgo biloba extract in the therapy of erectile dysfunction. J Urol 1989; 141:188.<br> VALE, S. Subarachnoid haemorrhage associated with Ginkgo biloba. Lancet. 1998; 352(9121):36.<br> VAN DONGEN, M. The efficacy of ginkgo for elderly people with dementia and age associated memory impairment: new results of randomized clinical trial. J Am Geriatr Soc 2000; 48 (10):1183-94.<br> WADA, K; ISHIGAKI, K; UEDA, K. Studies on the constitution of edible and medicinal plants.Chem Pharm Bull 1988; 36 (5): 1779-82.<br> YIN OQP, TOMLINSON B, WAYE MMY, et al: Pharmacogenetics and herb-drug interactions: experience with Ginkgo biloba and omeprazole. Pharmacogenetics 2004; 14(12):841-850.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> </hr>"}

Como devo armazenar o Ginkomed?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aspectos físicos

Comprimido com revestimento amarelo amarronzado, biconvexo, liso e com brilho.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Ginkomed

Comprimido revestido de 80 mg

Embalagem contendo 30 comprimidos.

Extrato seco padronizado da folha de Ginkgo biloba L.

Uso oral.

Uso adulto e pediátrico acima de 12 anos.

Medicamento fitoterápico.

Dizeres Legais do Ginkomed

M.S.: 1.4381.0067

Farm. Resp.:
Charles Ricardo Mafra
CRF-MG 10.883

Fabricado por:
Cimed Ind. de Medicamentos Ltda.
Av. Cel. Armando Rubens Storino, 2750
CEP: 37550-000
Pouso Alegre/MG
CNPJ: 02.814.497/0002-98




Registrado por:
Cimed Ind. de Medicamentos Ltda.
Rua: Engenheiro Prudente, 121
CEP: 01550-000
São Paulo/SP
CNPJ: 02.814.497/0001-07
Indústria Brasileira





SAC
0800 704 46 47

Venda sob prescrição médica.

Referências Bibliográficas:

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