Comando do Exército Diclofenaco Potássico

50mg, caixa com 500 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Diclofenaco Potássico
Classe Terapêutica
:
Anti-Reumáticos Não Esteroidais Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Anti-Inflamatórios
Especialidade
:
Clínica Médica

Bula do medicamento

Diclofenaco Potássico, para o que é indicado e para o que serve?

Diclofenaco Potássico é indicado para o tratamento de curto prazo, das seguintes condições agudas:

  • <li>Estados dolorosos inflamat&#xF3;rios p&#xF3;s-traum&#xE1;ticos como, por exemplo, os causados por entorses;</li> <li>Dor e inflama&#xE7;&#xE3;o no p&#xF3;s-operat&#xF3;rio como, por exemplo, ap&#xF3;s cirurgias ortop&#xE9;dicas ou odontol&#xF3;gicas;</li> <li>Condi&#xE7;&#xF5;es dolorosas e, ou inflamat&#xF3;rias em ginecologia como, por exemplo, menstrua&#xE7;&#xE3;o dolorosa prim&#xE1;ria ou inflama&#xE7;&#xE3;o dos anexos uterinos;</li> <li>S&#xED;ndromes dolorosas da coluna vertebral;</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-dos-ossos/reumatismo/c" target="_blank">Reumatismo</a> n&#xE3;o articular;</li> <li>Como adjuvante no tratamento de processos infecciosos graves acompanhados de dor e inflama&#xE7;&#xE3;o em ouvido, nariz ou garganta, respeitando os princ&#xED;pios terap&#xEA;uticos gerais de que a doen&#xE7;a b&#xE1;sica deve ser adequadamente tratada. <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/c" target="_blank">Febre</a> isolada n&#xE3;o &#xE9; uma indica&#xE7;&#xE3;o.</li>

Quais as contraindicações do Diclofenaco Potássico?

Este medicamento é contraindicado para:

  • <li>Hipersensibilidade conhecida &#xE0; subst&#xE2;ncia ativa ou a qualquer outro componente da formula&#xE7;&#xE3;o;</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/b/ulcera-gastrica" target="_blank"/><a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/ulcera/c" target="_blank">&#xDA;lcera</a> g&#xE1;strica ou intestinal ativa, sangramento ou perfura&#xE7;&#xE3;o;</li> <li>No &#xFA;ltimo trimestre de gravidez;</li> <li>Insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica;</li> <li>Insufici&#xEA;ncia renal (GFR &lt; 15 mL/min/1.73m<sup>2</sup>);</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/" rel="noopener" target="_blank">Insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> grave;</li> <li>Como outros agentes <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/anti-inflamatorios/c" target="_blank">anti-inflamat&#xF3;rios</a> n&#xE3;o esteroidais (AINEs), Diclofenaco Pot&#xE1;ssico tamb&#xE9;m &#xE9; contraindicado em pacientes nos quais o uso de <a href="https://consultaremedios.com.br/acido-acetilsalicilico/bula" target="_blank">&#xE1;cido acetilsalic&#xED;lico</a> ou outros AINEs podem precipitar <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/asma/c" target="_blank">asma</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/angioedema-o-que-e-complicacoes-como-tratar-e-muito-mais/" rel="noopener" target="_blank">angioedema</a> <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a> ou <a href="https://minutosaudavel.com.br/rinite/" rel="noopener" target="_blank">rinite</a> aguda (isto &#xE9;, reatividade cruzada induzida por AINE).</li>

Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com falência hepática e falência renal.

Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com insuficiência cardíaca grave.

No 1º e 2º trimestres este medicamento pertence à categoria de risco de gravidez C, portanto, este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

No 3º trimestre este medicamento pertence à categoria de risco de gravidez D, portanto, este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Como usar o Diclofenaco Potássico?

Como uma recomendação geral, a dose deve ser individualmente ajustada. As reações adversas podem ser minimizadas utilizando a menor dose efetiva no período de tempo mais curto necessário para controlar os sintomas.

As drágeas devem ser ingeridas inteiras com um pouco de líquido, de preferência antes das refeições.

Posologia do Diclofenaco Potássico

{"tag":"hr","value":" <h3>Popula&#xE7;&#xE3;o alvo geral: adultos</h3> <p>A dose inicial di&#xE1;ria recomendada &#xE9; de 100 a 150 mg. Em casos mais leves, 75 a 100 mg/dia s&#xE3;o, em geral, suficientes.</p> <p>A dose total di&#xE1;ria prescrita deve ser fracionada em duas ou tr&#xEA;s ingest&#xF5;es separadas, quando aplic&#xE1;vel.</p> <p>No tratamento da <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dismenorreia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">dismenorreia</a> prim&#xE1;ria, a dose di&#xE1;ria deve ser individualmente ajustada e &#xE9; geralmente de 50 a 150 mg.</p> <p>Uma dose inicial de 50 mg &#xE9; normalmente suficiente. Se necess&#xE1;rio, uma dose inicial de 100 mg pode ser prescrita com um m&#xE1;ximo atingido de 200 mg/dia no decorrer de v&#xE1;rios ciclos menstruais. O tratamento deve iniciar-se aos primeiros sintomas e, dependendo da sintomatologia, continuar por alguns dias.</p> <h3>Popula&#xE7;&#xF5;es especiais</h3> <h4>Pacientes pedi&#xE1;tricos (menores de 18 anos de idade)</h4> <p>Diclofenaco Pot&#xE1;ssico n&#xE3;o &#xE9; recomendado para crian&#xE7;as e adolescentes abaixo de 14 anos de idade. Para o tratamento de crian&#xE7;as e adolescentes menores de 14 anos de idade, poderiam ser utilizadas as gotas e a suspens&#xE3;o oral nestes pacientes. Para adolescentes de 14 anos ou mais, a dose di&#xE1;ria de 75 a 100 mg &#xE9;, geralmente, suficiente. A dose di&#xE1;ria m&#xE1;xima de 150 mg n&#xE3;o deve ser excedida. A dose total di&#xE1;ria pode normalmente ser dividida em 2 ou 3 doses separadas, se aplic&#xE1;vel.</p> <h4>Pacientes geri&#xE1;tricos (65 anos ou mais)</h4> <p>Em geral, n&#xE3;o &#xE9; necess&#xE1;rio ajuste da dose inicial para idosos. Entretanto, precau&#xE7;&#xE3;o &#xE9; indicada por patologias associadas, especialmente para pacientes idosos debilitados ou aqueles com baixo peso corporal.</p> <h4><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/doenca-cardiovascular-dcv-sintomas-fatores-de-risco-prevencao-tratamento-tipos-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Doen&#xE7;a cardiovascular</a> estabelecida ou fatores de risco cardiovascular significativos</h4> <p>O tratamento com Diclofenaco Pot&#xE1;ssico geralmente n&#xE3;o &#xE9; recomendado a pacientes com doen&#xE7;a cardiovascular estabelecida ou hipertens&#xE3;o n&#xE3;o controlada. Se necess&#xE1;rio, pacientes com doen&#xE7;a cardiovascular estabelecida, hipertens&#xE3;o n&#xE3;o controlada, ou fatores de risco significativos para doen&#xE7;as cardiovasculares, devem ser tratados com Diclofenaco Pot&#xE1;ssico somente ap&#xF3;s avalia&#xE7;&#xE3;o cuidadosa e somente para doses di&#xE1;rias &#x2264; 100 mg, se tratado por mais do que 4 semanas.</p> <h4>Insufici&#xEA;ncia renal</h4> <p>Diclofenaco Pot&#xE1;ssico &#xE9; contraindicado a pacientes com insufici&#xEA;ncia renal (GFR &lt; 15 mL/min/1.73m<sup>2</sup>).</p> <p>N&#xE3;o foram realizados estudos espec&#xED;ficos em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal, portanto n&#xE3;o pode ser feita recomenda&#xE7;&#xE3;o no ajuste espec&#xED;fico da dose. Recomenda-se cautela quando Diclofenaco Pot&#xE1;ssico &#xE9; administrado a pacientes com insufici&#xEA;ncia renal.</p> <h4>Insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica</h4> <p>Diclofenaco Pot&#xE1;ssico &#xE9; contraindicado a pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica. N&#xE3;o foram realizados estudos espec&#xED;ficos em pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica, portanto n&#xE3;o pode ser feita recomenda&#xE7;&#xE3;o no ajuste espec&#xED;fico da dose. Recomenda-se cautela quando Diclofenaco Pot&#xE1;ssico &#xE9; administrado a pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica leve a moderada.</p> <p><strong>Este medicamento n&#xE3;o deve ser partido ou mastigado.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Diclofenaco Potássico?

Efeitos gastrintestinais

Sangramento, ulcerações ou perfuração gastrintestinal, que podem ser fatais, foram relatados com todos os AINEs, incluindo diclofenaco, podendo ocorrer a qualquer momento durante o tratamento com ou sem sintomas de advertência ou história prévia de eventos gastrintestinais sérios. Estes, em geral, apresentam consequências mais sérias em pacientes idosos. Se ocorrer sangramento ou ulceração gastrintestinal em pacientes recebendo Diclofenaco Potássico, o tratamento deve ser descontinuado.

Assim como com outros AINEs, incluindo diclofenaco, acompanhamento médico rigoroso é imprescindível e deve-se ter cautela particular quando prescrever Diclofenaco Potássico a pacientes com sintomas indicativos de distúrbios gastrintestinais ou histórico sugestivo de ulceração gástrica ou intestinal, sangramento ou perfuração. O risco de sangramento gastrintestinal é maior com o aumento das doses de AINEs e em pacientes com histórico de úlcera, complicando particularmente em casos de hemorragia ou perfuração, e em pacientes idosos.

Para reduzir o risco de toxicidade gastrintestinal em pacientes com histórico de úlcera, complicando particularmente em casos de hemorragia ou perfuração, e em pacientes idosos, o tratamento deve ser iniciado e mantido com a menor dose eficaz.

Para estes pacientes, uma terapia concomitante com agentes protetores (ex.: inibidores da bomba de próton) deve ser considerada, e também para pacientes que precisam usar concomitantemente ácido acetilsalicílico em baixa dose ou outros medicamentos que podem aumentar o risco gastrintestinal.

Pacientes com histórico de toxicidade gastrintestinal, particularmente os idosos, devem reportar quaisquer sintomas abdominais não usuais (especialmente sangramento gastrintestinal). Para pacientes tomando medicações concomitantes que podem aumentar o risco de ulceração ou sangramento, como por exemplo, corticoides sistêmicos, anticoagulantes, agentes antiplaquetários ou inibidores seletivos da recaptação de serotonina, recomenda-se cuidado especial ao usar Diclofenaco Potássico.

Acompanhamento médico estreito e cautela devem ser exercidos em pacientes com colite ulcerativa ou Doença de Crohn, uma vez que esta condição pode ser exacerbada.

Os AINEs, incluindo o diclofenaco, podem estar associados ao aumento do risco de vazamento da anastomose gastrintestinal. Recomenda-se acompanhamento médico cuidadoso e cautela ao usar Diclofenaco Potássico após cirurgia gastrointestinal.

Efeitos cardiovasculares

O tratamento com AINEs, incluindo o diclofenaco, particularmente em doses elevadas e de longa duração, pode ser associado com um pequeno aumento no risco de eventos trombóticos cardiovasculares graves (incluindo infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral).

O tratamento com Diclofenaco Potássico geralmente não é recomendado a pacientes com doença cardiovascular estabelecida (insuficiência cardíaca congestiva, doença cardíaca isquêmica, doença arterial periférica) ou hipertensão não controlada. Se necessário, os pacientes com doença cardiovascular estabelecida, hipertensão não controlada, ou fatores de risco para doença cardiovascular (ex., hipertensão, hiperlipidemia, diabetes mellitus e tabagismo) devem ser tratados com Diclofenaco Potássico só depois de cuidadosa avaliação e apenas em doses ≤ 100 mg ao dia, quando o tratamento continuar por mais de 4 semanas.

Como os riscos cardiovasculares do diclofenaco podem aumentar com a dose e duração da exposição, a menor dose diária efetiva deve ser utilizada no menor período possível. A necessidade do paciente para o alívio sintomático e a resposta à terapia deve ser reavaliada periodicamente, especialmente quando o tratamento continuar por mais de 4 semanas.

Os pacientes devem estar atentos para os sinais e sintomas de eventos aterotrombóticos sérios (ex., dor no peito, falta de ar, fraqueza, fala arrastada), que podem ocorrer sem avisos. Os pacientes devem ser instruídos a procurar o médico imediatamente em caso de um evento como estes.

Efeitos hematológicos

O uso de Diclofenaco Potássico é recomendado somente para tratamento de curta duração. Porém, se Diclofenaco Potássico for administrado por períodos prolongados, é aconselhável, como ocorre com outros AINEs, o monitoramento do hemograma.

Assim como outros AINEs, diclofenaco pode inibir temporariamente a agregação plaquetária. Os pacientes com distúrbios hemostáticos devem ser cuidadosamente monitorados.

Efeitos respiratórios (asma pré-existente)

Em pacientes com asma, rinites alérgicas sazonais, inchaço na mucosa nasal (ex.: pólipos nasais), doenças pulmonares obstrutivas crônicas ou infecções crônicas do trato respiratório (especialmente se relacionado à sintomas alérgicos como rinites), reações devido aos AINEs como exacerbação da asma (chamada como intolerância a analgésicos/asma induzida por analgésicos), edema de Quincke ou urticária, são mais frequentes que em outros pacientes. Desta forma, recomenda-se precaução especial para estes pacientes (prontidão para emergência). Esta recomendação aplica-se também a pacientes alérgicos a outras substâncias, como por exemplo, aparecimento de reações cutâneas, prurido ou urticária.

Efeitos hepatobiliares

Acompanhamento médico estreito é necessário quando prescrito Diclofenaco Potássico a pacientes com função hepática debilitada, uma vez que esta condição pode ser exacerbada.

Do mesmo modo que com outros AINEs, incluindo diclofenaco, pode ocorrer elevação dos níveis de uma ou mais enzimas hepáticas. Durante tratamentos prolongados com Diclofenaco Potássico, é recomendado o monitoramento constante da função hepática como medida preventiva. Se os testes anormais para a função hepática persistirem ou piorarem, se os sinais e sintomas clínicos consistentes com a doença hepática se desenvolverem, ou se outras manifestações ocorrerem&nbsp;(ex.: eosinofilia, rash), Diclofenaco Potássico deve ser descontinuado. Hepatite poderá ocorrer com o uso de diclofenaco sem sintomas prodrômicos.

Deve-se ter cautela ao administrar Diclofenaco Potássico a pacientes com porfiria hepática, uma vez que o medicamento pode desencadear uma crise.

Reações cutâneas

Reações cutâneas sérias, algumas delas fatais, incluindo dermatite esfoliativa, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica foram relatadas muito raramente associadas ao uso de AINEs, incluindo Diclofenaco Potássico. Os pacientes aparentemente têm maior risco para estas reações logo no início do tratamento, com o início da reação ocorrendo, na maioria dos casos, no primeiro mês de tratamento. Diclofenaco Potássico deve ser descontinuado no primeiro aparecimento de rash cutâneo, lesões nas mucosas ou qualquer outro sinal de hipersensibilidade.

Assim como com outros AINEs, reações alérgicas incluindo reações anafiláticas/anafilactoides, podem também ocorrer em casos raros com diclofenaco, sem exposição prévia ao medicamento.

Efeitos renais

Efeitos renais como retenção de líquidos e edema foram reportados em associação à terapia com AINEs, incluindo diclofenaco, deve ser dedicada atenção especial a pacientes com deficiência da função cardíaca ou renal, história de hipertensão, pacientes idosos, pacientes sob tratamento concomitante com diuréticos ou outros medicamentos que podem impactar significativamente na função renal e àqueles com depleção substancial do volume extracelular de qualquer origem, por exemplo, nas condições pré ou pós-operatória no caso de cirurgias de grande porte. Nestes casos, ao utilizar Diclofenaco Potássico é recomendado o monitoramento da função renal como medida preventiva. A descontinuação do tratamento é seguida pela recuperação do estado de pré-tratamento.

Interações com AINEs

O uso concomitante de Diclofenaco Potássico com outros AINEs sistêmicos incluindo inibidores seletivos da COX-2 deve ser evitado devido ao potencial aumento de reações adversas.

Mascarando sinais de infecções

Assim como outros AINEs, diclofenaco pode mascarar os sinais e sintomas de infecção devido à suas propriedades farmacodinâmicas.

Pacientes idosos

Recomenda-se precaução por patologias associadas, especialmente em pacientes idosos debilitados ou naqueles com baixo peso corporal.

Crianças e adolescentes

O diclofenaco não é indicado para crianças abaixo de 14 anos, com exceção de casos de artrite juvenil crônica.

Para este caso de artrite juvenil crônica, somente estão disponíveis, para crianças a partir de 1 ano de idade, Diclofenaco Potássico suspensão oral e gotas.

Mulheres em idade fértil

Não há dados que sugerem quaisquer recomendações para as mulheres em idade fértil.

Gravidez

O uso de diclofenaco em mulheres grávidas não foi estudado. Alguns estudos epidemiológicos sugerem um risco aumentado de aborto espontâneo após o uso de um inibidor de síntese de prostaglandina (como os AINEs) no início da gravidez, no entanto, os dados gerais são inconclusivos. Diclofenaco Potássico não deve ser usado nos 2 primeiros trimestres de gravidez a não ser que o benefício esperado para mãe justifique o risco potencial para o feto. Assim como outros AINEs, o uso do diclofenaco é contraindicado nos três últimos meses de gestação pela possibilidade de ocorrer inércia uterina, insuficiência renal fetal com oligodrâmios subsequentes e/ou fechamento prematuro do canal arterial.

Estudos em animais não demonstraram nenhum efeito prejudicial direto ou indireto na gravidez, no desenvolvimento embrionário/fetal, no nascimento ou no desenvolvimento pós-natal.

No 1º e 2º trimestres este medicamento pertence à categoria de risco de gravidez C, portanto, este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

No 3º trimestre este medicamento pertence à categoria de risco de gravidez D, portanto, este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Lactação

Assim como outros AINEs, pequenas quantidades de diclofenaco passam para o leite materno. Desta forma, Diclofenaco Potássico não deve ser administrado durante a amamentação para evitar efeitos indesejáveis no recém-nascido.

Fertilidade

Assim como outros AINEs, o uso de Diclofenaco Potássico pode prejudicar a fertilidade feminina e, por isto, deve ser evitado por mulheres que estão tentando engravidar. Para mulheres que tenham dificuldade de engravidar ou cuja fertilidade está sob investigação, a descontinuação de Diclofenaco Potássico deve ser considerada.

Habilidade de dirigir e/ou operar máquinas

O uso de Diclofenaco Potássico é improvável de afetar a capacidade de dirigir, operar máquinas ou fazer outras atividades que requeiram atenção especial.

Atenção diabéticos: Diclofenaco Potássico drágeas contém açúcar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Diclofenaco Potássico?

As reações adversas a partir de estudos clínicos e/ou relatos espontâneos ou relatos da literatura estão listadas de acordo com o sistema de classe de órgãos do MedDRA. Dentro de cada classe de órgão, as reações adversas estão listadas por frequência, com as reações mais frequentes primeiro. Dentro de cada grupo de frequência, as reações adversas são apresentadas em ordem decrescente de gravidade.

Além disso, a categoria de frequência correspondente para cada reação adversa baseia-se na seguinte convenção (CIOMS III):

  • <li>Muito comum: &gt;1/10;</li> <li>Comum: &#x2265; 1/100; &lt; 1/10;</li> <li>Incomum: &#x2265; 1/1.000; &lt; 1/100;</li> <li>Rara: &#x2265; 1/10.000; &lt; 1/1.000;</li> <li>Muito rara: &lt; 1/10.000.</li>

As reações adversas a seguir incluem aquelas reportadas com Diclofenaco Potássico drágeas e/ou outras formas farmacêuticas contendo diclofenaco em uso por curto ou longo prazo.

Distúrbios do sangue e sistema linfático

  • <li>Muito rara: <a href="https://minutosaudavel.com.br/trombocitopenia/" rel="noopener" target="_blank">trombocitopenia</a>, leucopenia, <a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c" target="_blank">anemia</a> (incluindo hemol&#xED;tica e apl&#xE1;stica) e agranulocitose.</li>

Distúrbios do sistema imunológico

  • <li>Rara: rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade, anafil&#xE1;ticas e anafilactoides (incluindo <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">hipotens&#xE3;o</a> e choque);</li> <li>Muito rara: angioedema (incluindo edema facial).</li>

Distúrbios psiquiátricos

  • <li>Muito rara: desorienta&#xE7;&#xE3;o, <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/insonia/c" target="_blank">ins&#xF4;nia</a>, pesadelos, irritabilidade, dist&#xFA;rbios psic&#xF3;ticos.</li>

Distúrbios do sistema nervoso

  • <li>Comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/dor-de-cabeca-e-enxaqueca/c" target="_blank">cefaleia</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/tontura-o-que-pode-ser/" rel="noopener" target="_blank">tontura</a>;</li> <li>Rara: sonol&#xEA;ncia;</li> <li>Muito rara: <a href="https://minutosaudavel.com.br/parestesia/" rel="noopener" target="_blank">parestesia</a>, dist&#xFA;rbios da mem&#xF3;ria, convuls&#xF5;es, <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/ansiedade/c" target="_blank">ansiedade</a>, tremores, <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/meningite/c" target="_blank">meningite</a> ass&#xE9;ptica, disgeusia, acidente cerebrovascular.</li>

Distúrbios oculares

  • <li>Muito rara: comprometimento da vis&#xE3;o, vis&#xE3;o borrada, diplopia.</li>

Distúrbios do labirinto e do ouvido

  • <li>Comum: vertigem;</li> <li>Muito rara: <a href="https://consultaremedios.com.br/doenca-nos-ouvidos/zumbido/c" target="_blank">zumbido</a>, defici&#xEA;ncia auditiva.</li>

Distúrbios cardíacos

  • <li>Incomum*: infarto do mioc&#xE1;rdio, insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca, palpita&#xE7;&#xE3;o, dores no peito;</li> <li>Frequ&#xEA;ncia desconhecida: s&#xED;ndrome de Kounis.</li>

Distúrbios vasculares

  • <li>Muito rara: hipertens&#xE3;o, vasculite.</li>

Distúrbios mediastinais, torácico e respiratório

  • <li>Rara: asma (incluindo dispneia);</li> <li>Muito rara: pneumonite.</li>

Distúrbios do trato gastrintestinal

  • <li>Comum: epigastralgia, n&#xE1;usea, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/nauseas/c" target="_blank">v&#xF4;mito</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c" target="_blank">diarreia</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/dispepsia-indigestao-o-que-e-sintomas-remedios-e-tipos/" rel="noopener" target="_blank">dispepsia</a>, c&#xF3;licas abdominais, <a href="https://minutosaudavel.com.br/gases/" rel="noopener" target="_blank">flatul&#xEA;ncia</a>, diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite, irrita&#xE7;&#xE3;o local;</li> <li>Rara: gastrites, sangramento gastrintestinal, hemat&#xEA;mese, diarreia sanguinolenta, melena, &#xFA;lcera gastrintestinal (com ou sem sangramento, estenose gastrointestinal ou perfura&#xE7;&#xE3;o, podendo conduzir a <a href="https://minutosaudavel.com.br/peritonite/" rel="noopener" target="_blank">peritonite</a>);</li> <li>Muito rara: colites (incluindo colite hemorr&#xE1;gica, colite isqu&#xEA;mica e exacerba&#xE7;&#xE3;o da colite ulcerativa ou doen&#xE7;a de Crohn), <a href="https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/" rel="noopener" target="_blank">constipa&#xE7;&#xE3;o</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/estomatite-aftosa-e-viral-tratamento-sintomas-e-causas/" rel="noopener" target="_blank">estomatite</a> aftosa, glossite, dist&#xFA;rbios esof&#xE1;gicos, doen&#xE7;a intestinal diafragm&#xE1;tica, <a href="https://minutosaudavel.com.br/pancreatite/" rel="noopener" target="_blank">pancreatite</a>.</li>

Distúrbios hepatobiliares

  • <li>Comum: eleva&#xE7;&#xE3;o das transaminases;</li> <li>Rara: hepatite, <a href="https://minutosaudavel.com.br/ictericia/" rel="noopener" target="_blank">icter&#xED;cia</a>, dist&#xFA;rbios hep&#xE1;ticos;</li> <li>Muito rara: <a href="https://consultaremedios.com.br/b/hepatite-fulminante" target="_blank">hepatite fulminante</a>, necrose hep&#xE1;tica, insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica.</li>

Distúrbios da pele dos tecidos subcutâneos

  • <li>Comum: <em>rash;</em> </li> <li>Rara: urtic&#xE1;ria;</li> <li>Muito rara: dermatite bolhosa, <a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/eczema/c" target="_blank">eczema</a>, eritema, eritema multiforme, s&#xED;ndrome de Stevens-Johnson, s&#xED;ndrome de Lyell (necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica), dermatite esfoliativa, <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/queda-de-cabelo-e-calvicie/c" target="_blank">alopecia</a>, rea&#xE7;&#xE3;o de fotossensibilidade, <a href="https://minutosaudavel.com.br/purpura/" rel="noopener" target="_blank">p&#xFA;rpura</a>, p&#xFA;rpura de HenochSchoenlein al&#xE9;rgica e prurido.</li>

Distúrbios urinários e renais

  • <li>Muito rara: les&#xE3;o renal aguda (insufici&#xEA;ncia renal aguda), hemat&#xFA;ria, protein&#xFA;ria, s&#xED;ndrome nefr&#xF3;tica, nefrite tubulointersticial, necrose papilar renal.</li>

Distúrbios gerais e no local da administração

  • <li>Rara: edema.</li>

* A frequência reflete os dados do tratamento a longo prazo com uma dose elevada (150 mg por dia).

Descrição das reações adversas selecionadas

Eventos aterotrombóticos

Dados de meta-análise e farmacoepidemiológicos apontam em relação a um pequeno aumento do risco de eventos aterotrombóticos (ex., infarto do miocárdio), associado ao uso de diclofenaco, particularmente em doses elevadas (150 mg por dia) e durante tratamento a longo prazo.

Efeitos visuais

Distúrbios visuais, tais como deficiência visual, visão borrada ou diplopia, parecem ser efeitos da classe AINEs e são geralmente reversíveis com a descontinuação. Um mecanismo provável para os distúrbios visuais é a inibição da síntese das prostaglandinas e outros compostos relacionados que alteram a regulação do fluxo sanguíneo da retina resultando em potenciais alterações da visão. Se estes sintomas ocorrem durante o tratamento com diclofenaco, um exame oftalmológico pode ser considerado para excluir outras causas.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificação de Eventos Adversos a Medicamentos - Vigimed, disponível em http://portal.anvisa.gov.br/vigimed, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Diclofenaco Potássico com outros remédios?

As interações a seguir incluem aquelas observadas com Diclofenaco Potássico drágeas e/ou outras formas farmacêuticas contendo diclofenaco:

Interações observadas a serem consideradas
  • <li>Inibidores da CYP2C9: Recomenda-se precau&#xE7;&#xE3;o ao prescrever diclofenaco juntamente com inibidores da CYP2C9 (como <a href="https://consultaremedios.com.br/voriconazol/bula" target="_blank">voriconazol</a>), que poderia resultar em um significante aumento no pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica e exposi&#xE7;&#xE3;o ao diclofenaco;</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/carbonato-de-litio/bula" target="_blank">L&#xED;tio</a>: se usados concomitantemente, diclofenaco pode elevar as concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas de l&#xED;tio. Neste caso, recomenda-se monitoramento do n&#xED;vel de l&#xED;tio s&#xE9;rico;</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">Digoxina</a>: se usados concomitantemente, diclofenaco pode elevar as concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas de digoxina. Neste caso, recomenda-se monitoramento do n&#xED;vel de digoxina s&#xE9;rica;</li> <li>Diur&#xE9;ticos e agentes anti-hipertensivos: assim como outros AINEs, o uso concomitante de diclofenaco com diur&#xE9;ticos ou anti-hipertensivos (ex.: beta-bloqueadores, inibidores da ECA), pode diminuir o efeito anti-hipertensivo. Desta forma, esta combina&#xE7;&#xE3;o deve ser administrada com cautela e pacientes, especialmente idosos, devem ter sua press&#xE3;o sangu&#xED;nea periodicamente monitorada. Os pacientes devem estar adequadamente hidratados e deve-se considerar o monitoramento da fun&#xE7;&#xE3;o renal ap&#xF3;s o in&#xED;cio da terapia concomitante e periodicamente durante o tratamento, particularmente para diur&#xE9;ticos e inibidores da ECA devido ao aumento do risco de nefrotoxicidade;</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/ciclosporina/bula" target="_blank">Ciclosporina</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/tacrolimo/bula" target="_blank">tacrolimo</a>: diclofenaco, assim como outros AINEs, pode aumentar a toxicidade nos rins, causada pela ciclosporina e tacrolimo, devido ao seu efeito nas prostaglandinas renais. Desta forma, diclofenaco deve ser administrado em doses inferiores &#xE0;quelas usadas em pacientes que n&#xE3;o est&#xE3;o em tratamento com ciclosporina ou tacrolimo;</li> <li>Medicamentos conhecidos por causar <a href="https://minutosaudavel.com.br/hipercalemia/" rel="noopener" target="_blank">hipercalemia</a>: tratamento concomitante com diur&#xE9;ticos poupadores de pot&#xE1;ssio, ciclosporina, tacrolimo ou trimetoprima podem estar associados com o aumento dos n&#xED;veis s&#xE9;ricos de pot&#xE1;ssio, o qual deve ser monitorado frequentemente;</li> <li>Antibacterianos quinol&#xF4;nicos: houve relatos isolados de convuls&#xF5;es que podem estar associadas ao uso concomitante de quinolonas e AINEs.</li>
Interações previstas a serem consideradas
  • <li>Outros AINEs e corticoides: a administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de diclofenaco e outros AINEs sist&#xEA;micos ou corticoides, pode aumentar a frequ&#xEA;ncia de efeitos gastrintestinais indesej&#xE1;veis;</li> <li>Anticoagulantes e agentes antiplaquet&#xE1;rios: deve-se ter cautela no uso concomitante uma vez que pode aumentar o risco de hemorragias. Embora investiga&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas n&#xE3;o indiquem que diclofenaco possa afetar a a&#xE7;&#xE3;o dos anticoagulantes, existem relatos do aumento do risco de hemorragia em pacientes recebendo diclofenaco e anticoagulantes concomitantemente. Desta maneira, recomenda-se monitoramento pr&#xF3;ximo nestes pacientes;</li> <li>Inibidores seletivos da recapta&#xE7;&#xE3;o da serotonina: a administra&#xE7;&#xE3;o concomitante com AINEs sist&#xEA;micos, incluindo diclofenaco e inibidores seletivos da recapta&#xE7;&#xE3;o da serotonina, pode aumentar o risco de sangramento gastrintestinal;</li> <li>Antidiab&#xE9;ticos: estudos cl&#xED;nicos t&#xEA;m demonstrado que o diclofenaco pode ser administrado juntamente com agentes antidiab&#xE9;ticos orais sem influenciar em seus efeitos cl&#xED;nicos. Entretanto, existem relatos isolados de efeitos hipo e hiperglicemiantes, determinando a necessidade de ajuste posol&#xF3;gico dos agentes antidiab&#xE9;ticos durante o tratamento com diclofenaco. Por esta raz&#xE3;o, o monitoramento dos n&#xED;veis de <a href="https://consultaremedios.com.br/glicose/bula" target="_blank">glicose</a> no sangue deve ser realizado como medida preventiva durante a terapia concomitante. Houve tamb&#xE9;m relatos isolados de acidose metab&#xF3;lica quando diclofenaco foi coadministrado com metformina, principalmente em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal pr&#xE9;-existente;</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/fenitoina/bula" target="_blank">Fenito&#xED;na</a>: quando se utiliza fenito&#xED;na concomitantemente com o diclofenaco, o acompanhamento das concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas de fenito&#xED;na &#xE9; recomendado devido a um esperado aumento na exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; fenito&#xED;na;</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/metotrexato/bula" target="_blank">Metotrexato</a>: deve-se ter cautela quando AINEs, incluindo diclofenaco, s&#xE3;o administrados menos de 24 horas antes ou ap&#xF3;s tratamento com metotrexato uma vez que pode elevar a concentra&#xE7;&#xE3;o s&#xE9;rica do metotrexato, aumentando a sua toxicidade;</li> <li>Indutores da CYP2C9: cautela &#xE9; recomendada na coprescri&#xE7;&#xE3;o de diclofenaco e indutores da CYP2C9 (tais como a <a href="https://consultaremedios.com.br/rifampicina/bula" target="_blank">rifampicina</a>), o que poderia resultar em uma diminui&#xE7;&#xE3;o significativa na concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica e exposi&#xE7;&#xE3;o do diclofenaco.</li>

Qual a ação da substância do Diclofenaco Potássico (Diclofenaco Potássico)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <p>Diversos estudos cl&#xED;nicos t&#xEA;m demonstrado que o diclofenaco pot&#xE1;ssico possui efic&#xE1;cia na redu&#xE7;&#xE3;o das dores de crises de enxaqueca<sup> 1, 2, 3</sup>. Doses &#xFA;nicas de 50 a 100 mg de diclofenaco pot&#xE1;ssico aliviam enxaquecas e os efeitos do medicamento via oral pode ser observado ap&#xF3;s 90 minutos da ingest&#xE3;o<sup>4,5</sup>.</p> <p>Diclofenaco pot&#xE1;ssico em comprimidos de libera&#xE7;&#xE3;o imediata &#xE9; indicado para tratamento de dor, quando um al&#xED;vio r&#xE1;pido da dor &#xE9; desejado. Observou-se a efic&#xE1;cia do diclofenaco pot&#xE1;ssico em uma variedade de s&#xED;ndromes de dor, incluindo dor p&#xF3;s-operat&#xF3;rias (ap&#xF3;s cirurgias ginecol&#xF3;gicas, orais ou ortop&#xE9;dicas), osteoartrite dos joelhos e dismenorreia prim&#xE1;ria. Modelos de dose simples para dor incluem <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/dor-de-dente\" target=\"_blank\">dor de dente</a> (p&#xF3;s-extra&#xE7;&#xE3;o do dente) e p&#xF3;s-cirurgia ginecol&#xF3;gica, com efic&#xE1;cia do diclofenaco pot&#xE1;ssico de 50 e de 100 mg comparados &#xE0; aspirina 650 mg, com uma dura&#xE7;&#xE3;o prolongada de analgesia. Modelos de doses m&#xFA;ltiplas para dor incluiu p&#xF3;s-cirurgia ortop&#xE9;dica e dismenorreia prim&#xE1;ria. A dose inicial recomendada para a f&#xF3;rmula da libera&#xE7;&#xE3;o imediata &#xE9; 50 mg via oral a cada 8 horas. Uma dose inicial de 100 mg, seguida de 50 mg a cada 8 horas, pode oferecer um al&#xED;vio melhor para dores agudas recorrentes, como dismenorreia<sup>6</sup>.</p> <p>O diclofenaco tem efeito positivo especialmente na dor relativa &#xE0; inflama&#xE7;&#xE3;o tecidual<sup>7</sup>. Diversos estudos demonstraram a diminui&#xE7;&#xE3;o do consumo de narc&#xF3;ticos devido ao decr&#xE9;scimo de dores p&#xF3;s-operat&#xF3;rias, quando foi administrado diclofenaco intramuscular, 75 mg, uma ou duas vezes ao dia, ou a mesma dose, via endovenosa, em infus&#xE3;o de 5 mg/hora<sup>8,9,10,11</sup>. O diclofenaco &#xE9; efetivo na supress&#xE3;o dos sinais de inflama&#xE7;&#xE3;o p&#xF3;s-operat&#xF3;ria<sup>12</sup>.</p> <p>Tr&#xEA;s doses di&#xE1;rias de diclofenaco, 50 mg, aliviaram as dores e outros sinais da inflama&#xE7;&#xE3;o de diversos tipos de inj&#xFA;rias teciduais quando comparadas ao placebo em um estudo multic&#xEA;ntrico, duplo-cego com 229 pacientes<sup>13</sup>.</p> <p>Doses baixas de diclofenaco pot&#xE1;ssico (25 mg) s&#xE3;o melhores que placebo e semelhantes ao <a href=\"https://consultaremedios.com.br/ibuprofeno/bula\" target=\"_blank\">ibuprofeno</a> no controle de febre, de 30 minutos a 6 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o, como observado em estudo multic&#xEA;ntrico, randomizado e duplocego com 356 pacientes<sup>14</sup>. Dores da coluna t&#xEA;m sua intensidade diminu&#xED;da quando tratadas com diclofenaco, como demonstrou um estudo multic&#xEA;ntrico, randomizado, duplo-cego entre 227 pacientes15 e em outro entre 124 pacientes tratados com doses de 25 mg a 75 mg por dia de diclofenaco pot&#xE1;ssico, administrado em m&#xFA;ltiplas doses <sup>16</sup>.</p> <p>Estudos abertos e controlados demonstraram que anti-inflamat&#xF3;rios n&#xE3;o esteroidais (AINEs), entre eles o diclofenaco, s&#xE3;o efetivos no tratamento da <a href=\"https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/colica/c\" target=\"_blank\">c&#xF3;lica</a> biliar<sup>17, 18</sup>.</p> <p><strong/></p>"}

50mg, caixa com 20 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Diclofenaco Potássico
Classe Terapêutica
:
Anti-Reumáticos Não Esteroidais Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Anti-Inflamatórios
Especialidade
:
Clínica Médica

Bula do medicamento

Diclofenaco Potássico, para o que é indicado e para o que serve?

Diclofenaco Potássico é indicado para o tratamento de curto prazo, das seguintes condições agudas:

  • <li>Estados dolorosos inflamat&#xF3;rios p&#xF3;s-traum&#xE1;ticos como, por exemplo, os causados por entorses;</li> <li>Dor e inflama&#xE7;&#xE3;o no p&#xF3;s-operat&#xF3;rio como, por exemplo, ap&#xF3;s cirurgias ortop&#xE9;dicas ou odontol&#xF3;gicas;</li> <li>Condi&#xE7;&#xF5;es dolorosas e, ou inflamat&#xF3;rias em ginecologia como, por exemplo, menstrua&#xE7;&#xE3;o dolorosa prim&#xE1;ria ou inflama&#xE7;&#xE3;o dos anexos uterinos;</li> <li>S&#xED;ndromes dolorosas da coluna vertebral;</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-dos-ossos/reumatismo/c" target="_blank">Reumatismo</a> n&#xE3;o articular;</li> <li>Como adjuvante no tratamento de processos infecciosos graves acompanhados de dor e inflama&#xE7;&#xE3;o em ouvido, nariz ou garganta, respeitando os princ&#xED;pios terap&#xEA;uticos gerais de que a doen&#xE7;a b&#xE1;sica deve ser adequadamente tratada. <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/c" target="_blank">Febre</a> isolada n&#xE3;o &#xE9; uma indica&#xE7;&#xE3;o.</li>

Quais as contraindicações do Diclofenaco Potássico?

Este medicamento é contraindicado para:

  • <li>Hipersensibilidade conhecida &#xE0; subst&#xE2;ncia ativa ou a qualquer outro componente da formula&#xE7;&#xE3;o;</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/b/ulcera-gastrica" target="_blank"/><a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/ulcera/c" target="_blank">&#xDA;lcera</a> g&#xE1;strica ou intestinal ativa, sangramento ou perfura&#xE7;&#xE3;o;</li> <li>No &#xFA;ltimo trimestre de gravidez;</li> <li>Insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica;</li> <li>Insufici&#xEA;ncia renal (GFR &lt; 15 mL/min/1.73m<sup>2</sup>);</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/" rel="noopener" target="_blank">Insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> grave;</li> <li>Como outros agentes <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/anti-inflamatorios/c" target="_blank">anti-inflamat&#xF3;rios</a> n&#xE3;o esteroidais (AINEs), Diclofenaco Pot&#xE1;ssico tamb&#xE9;m &#xE9; contraindicado em pacientes nos quais o uso de <a href="https://consultaremedios.com.br/acido-acetilsalicilico/bula" target="_blank">&#xE1;cido acetilsalic&#xED;lico</a> ou outros AINEs podem precipitar <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/asma/c" target="_blank">asma</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/angioedema-o-que-e-complicacoes-como-tratar-e-muito-mais/" rel="noopener" target="_blank">angioedema</a> <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a> ou <a href="https://minutosaudavel.com.br/rinite/" rel="noopener" target="_blank">rinite</a> aguda (isto &#xE9;, reatividade cruzada induzida por AINE).</li>

Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com falência hepática e falência renal.

Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com insuficiência cardíaca grave.

No 1º e 2º trimestres este medicamento pertence à categoria de risco de gravidez C, portanto, este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

No 3º trimestre este medicamento pertence à categoria de risco de gravidez D, portanto, este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Como usar o Diclofenaco Potássico?

Como uma recomendação geral, a dose deve ser individualmente ajustada. As reações adversas podem ser minimizadas utilizando a menor dose efetiva no período de tempo mais curto necessário para controlar os sintomas.

As drágeas devem ser ingeridas inteiras com um pouco de líquido, de preferência antes das refeições.

Posologia do Diclofenaco Potássico

{"tag":"hr","value":" <h3>Popula&#xE7;&#xE3;o alvo geral: adultos</h3> <p>A dose inicial di&#xE1;ria recomendada &#xE9; de 100 a 150 mg. Em casos mais leves, 75 a 100 mg/dia s&#xE3;o, em geral, suficientes.</p> <p>A dose total di&#xE1;ria prescrita deve ser fracionada em duas ou tr&#xEA;s ingest&#xF5;es separadas, quando aplic&#xE1;vel.</p> <p>No tratamento da <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dismenorreia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">dismenorreia</a> prim&#xE1;ria, a dose di&#xE1;ria deve ser individualmente ajustada e &#xE9; geralmente de 50 a 150 mg.</p> <p>Uma dose inicial de 50 mg &#xE9; normalmente suficiente. Se necess&#xE1;rio, uma dose inicial de 100 mg pode ser prescrita com um m&#xE1;ximo atingido de 200 mg/dia no decorrer de v&#xE1;rios ciclos menstruais. O tratamento deve iniciar-se aos primeiros sintomas e, dependendo da sintomatologia, continuar por alguns dias.</p> <h3>Popula&#xE7;&#xF5;es especiais</h3> <h4>Pacientes pedi&#xE1;tricos (menores de 18 anos de idade)</h4> <p>Diclofenaco Pot&#xE1;ssico n&#xE3;o &#xE9; recomendado para crian&#xE7;as e adolescentes abaixo de 14 anos de idade. Para o tratamento de crian&#xE7;as e adolescentes menores de 14 anos de idade, poderiam ser utilizadas as gotas e a suspens&#xE3;o oral nestes pacientes. Para adolescentes de 14 anos ou mais, a dose di&#xE1;ria de 75 a 100 mg &#xE9;, geralmente, suficiente. A dose di&#xE1;ria m&#xE1;xima de 150 mg n&#xE3;o deve ser excedida. A dose total di&#xE1;ria pode normalmente ser dividida em 2 ou 3 doses separadas, se aplic&#xE1;vel.</p> <h4>Pacientes geri&#xE1;tricos (65 anos ou mais)</h4> <p>Em geral, n&#xE3;o &#xE9; necess&#xE1;rio ajuste da dose inicial para idosos. Entretanto, precau&#xE7;&#xE3;o &#xE9; indicada por patologias associadas, especialmente para pacientes idosos debilitados ou aqueles com baixo peso corporal.</p> <h4><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/doenca-cardiovascular-dcv-sintomas-fatores-de-risco-prevencao-tratamento-tipos-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Doen&#xE7;a cardiovascular</a> estabelecida ou fatores de risco cardiovascular significativos</h4> <p>O tratamento com Diclofenaco Pot&#xE1;ssico geralmente n&#xE3;o &#xE9; recomendado a pacientes com doen&#xE7;a cardiovascular estabelecida ou hipertens&#xE3;o n&#xE3;o controlada. Se necess&#xE1;rio, pacientes com doen&#xE7;a cardiovascular estabelecida, hipertens&#xE3;o n&#xE3;o controlada, ou fatores de risco significativos para doen&#xE7;as cardiovasculares, devem ser tratados com Diclofenaco Pot&#xE1;ssico somente ap&#xF3;s avalia&#xE7;&#xE3;o cuidadosa e somente para doses di&#xE1;rias &#x2264; 100 mg, se tratado por mais do que 4 semanas.</p> <h4>Insufici&#xEA;ncia renal</h4> <p>Diclofenaco Pot&#xE1;ssico &#xE9; contraindicado a pacientes com insufici&#xEA;ncia renal (GFR &lt; 15 mL/min/1.73m<sup>2</sup>).</p> <p>N&#xE3;o foram realizados estudos espec&#xED;ficos em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal, portanto n&#xE3;o pode ser feita recomenda&#xE7;&#xE3;o no ajuste espec&#xED;fico da dose. Recomenda-se cautela quando Diclofenaco Pot&#xE1;ssico &#xE9; administrado a pacientes com insufici&#xEA;ncia renal.</p> <h4>Insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica</h4> <p>Diclofenaco Pot&#xE1;ssico &#xE9; contraindicado a pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica. N&#xE3;o foram realizados estudos espec&#xED;ficos em pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica, portanto n&#xE3;o pode ser feita recomenda&#xE7;&#xE3;o no ajuste espec&#xED;fico da dose. Recomenda-se cautela quando Diclofenaco Pot&#xE1;ssico &#xE9; administrado a pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica leve a moderada.</p> <p><strong>Este medicamento n&#xE3;o deve ser partido ou mastigado.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Diclofenaco Potássico?

Efeitos gastrintestinais

Sangramento, ulcerações ou perfuração gastrintestinal, que podem ser fatais, foram relatados com todos os AINEs, incluindo diclofenaco, podendo ocorrer a qualquer momento durante o tratamento com ou sem sintomas de advertência ou história prévia de eventos gastrintestinais sérios. Estes, em geral, apresentam consequências mais sérias em pacientes idosos. Se ocorrer sangramento ou ulceração gastrintestinal em pacientes recebendo Diclofenaco Potássico, o tratamento deve ser descontinuado.

Assim como com outros AINEs, incluindo diclofenaco, acompanhamento médico rigoroso é imprescindível e deve-se ter cautela particular quando prescrever Diclofenaco Potássico a pacientes com sintomas indicativos de distúrbios gastrintestinais ou histórico sugestivo de ulceração gástrica ou intestinal, sangramento ou perfuração. O risco de sangramento gastrintestinal é maior com o aumento das doses de AINEs e em pacientes com histórico de úlcera, complicando particularmente em casos de hemorragia ou perfuração, e em pacientes idosos.

Para reduzir o risco de toxicidade gastrintestinal em pacientes com histórico de úlcera, complicando particularmente em casos de hemorragia ou perfuração, e em pacientes idosos, o tratamento deve ser iniciado e mantido com a menor dose eficaz.

Para estes pacientes, uma terapia concomitante com agentes protetores (ex.: inibidores da bomba de próton) deve ser considerada, e também para pacientes que precisam usar concomitantemente ácido acetilsalicílico em baixa dose ou outros medicamentos que podem aumentar o risco gastrintestinal.

Pacientes com histórico de toxicidade gastrintestinal, particularmente os idosos, devem reportar quaisquer sintomas abdominais não usuais (especialmente sangramento gastrintestinal). Para pacientes tomando medicações concomitantes que podem aumentar o risco de ulceração ou sangramento, como por exemplo, corticoides sistêmicos, anticoagulantes, agentes antiplaquetários ou inibidores seletivos da recaptação de serotonina, recomenda-se cuidado especial ao usar Diclofenaco Potássico.

Acompanhamento médico estreito e cautela devem ser exercidos em pacientes com colite ulcerativa ou Doença de Crohn, uma vez que esta condição pode ser exacerbada.

Os AINEs, incluindo o diclofenaco, podem estar associados ao aumento do risco de vazamento da anastomose gastrintestinal. Recomenda-se acompanhamento médico cuidadoso e cautela ao usar Diclofenaco Potássico após cirurgia gastrointestinal.

Efeitos cardiovasculares

O tratamento com AINEs, incluindo o diclofenaco, particularmente em doses elevadas e de longa duração, pode ser associado com um pequeno aumento no risco de eventos trombóticos cardiovasculares graves (incluindo infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral).

O tratamento com Diclofenaco Potássico geralmente não é recomendado a pacientes com doença cardiovascular estabelecida (insuficiência cardíaca congestiva, doença cardíaca isquêmica, doença arterial periférica) ou hipertensão não controlada. Se necessário, os pacientes com doença cardiovascular estabelecida, hipertensão não controlada, ou fatores de risco para doença cardiovascular (ex., hipertensão, hiperlipidemia, diabetes mellitus e tabagismo) devem ser tratados com Diclofenaco Potássico só depois de cuidadosa avaliação e apenas em doses ≤ 100 mg ao dia, quando o tratamento continuar por mais de 4 semanas.

Como os riscos cardiovasculares do diclofenaco podem aumentar com a dose e duração da exposição, a menor dose diária efetiva deve ser utilizada no menor período possível. A necessidade do paciente para o alívio sintomático e a resposta à terapia deve ser reavaliada periodicamente, especialmente quando o tratamento continuar por mais de 4 semanas.

Os pacientes devem estar atentos para os sinais e sintomas de eventos aterotrombóticos sérios (ex., dor no peito, falta de ar, fraqueza, fala arrastada), que podem ocorrer sem avisos. Os pacientes devem ser instruídos a procurar o médico imediatamente em caso de um evento como estes.

Efeitos hematológicos

O uso de Diclofenaco Potássico é recomendado somente para tratamento de curta duração. Porém, se Diclofenaco Potássico for administrado por períodos prolongados, é aconselhável, como ocorre com outros AINEs, o monitoramento do hemograma.

Assim como outros AINEs, diclofenaco pode inibir temporariamente a agregação plaquetária. Os pacientes com distúrbios hemostáticos devem ser cuidadosamente monitorados.

Efeitos respiratórios (asma pré-existente)

Em pacientes com asma, rinites alérgicas sazonais, inchaço na mucosa nasal (ex.: pólipos nasais), doenças pulmonares obstrutivas crônicas ou infecções crônicas do trato respiratório (especialmente se relacionado à sintomas alérgicos como rinites), reações devido aos AINEs como exacerbação da asma (chamada como intolerância a analgésicos/asma induzida por analgésicos), edema de Quincke ou urticária, são mais frequentes que em outros pacientes. Desta forma, recomenda-se precaução especial para estes pacientes (prontidão para emergência). Esta recomendação aplica-se também a pacientes alérgicos a outras substâncias, como por exemplo, aparecimento de reações cutâneas, prurido ou urticária.

Efeitos hepatobiliares

Acompanhamento médico estreito é necessário quando prescrito Diclofenaco Potássico a pacientes com função hepática debilitada, uma vez que esta condição pode ser exacerbada.

Do mesmo modo que com outros AINEs, incluindo diclofenaco, pode ocorrer elevação dos níveis de uma ou mais enzimas hepáticas. Durante tratamentos prolongados com Diclofenaco Potássico, é recomendado o monitoramento constante da função hepática como medida preventiva. Se os testes anormais para a função hepática persistirem ou piorarem, se os sinais e sintomas clínicos consistentes com a doença hepática se desenvolverem, ou se outras manifestações ocorrerem&nbsp;(ex.: eosinofilia, rash), Diclofenaco Potássico deve ser descontinuado. Hepatite poderá ocorrer com o uso de diclofenaco sem sintomas prodrômicos.

Deve-se ter cautela ao administrar Diclofenaco Potássico a pacientes com porfiria hepática, uma vez que o medicamento pode desencadear uma crise.

Reações cutâneas

Reações cutâneas sérias, algumas delas fatais, incluindo dermatite esfoliativa, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica foram relatadas muito raramente associadas ao uso de AINEs, incluindo Diclofenaco Potássico. Os pacientes aparentemente têm maior risco para estas reações logo no início do tratamento, com o início da reação ocorrendo, na maioria dos casos, no primeiro mês de tratamento. Diclofenaco Potássico deve ser descontinuado no primeiro aparecimento de rash cutâneo, lesões nas mucosas ou qualquer outro sinal de hipersensibilidade.

Assim como com outros AINEs, reações alérgicas incluindo reações anafiláticas/anafilactoides, podem também ocorrer em casos raros com diclofenaco, sem exposição prévia ao medicamento.

Efeitos renais

Efeitos renais como retenção de líquidos e edema foram reportados em associação à terapia com AINEs, incluindo diclofenaco, deve ser dedicada atenção especial a pacientes com deficiência da função cardíaca ou renal, história de hipertensão, pacientes idosos, pacientes sob tratamento concomitante com diuréticos ou outros medicamentos que podem impactar significativamente na função renal e àqueles com depleção substancial do volume extracelular de qualquer origem, por exemplo, nas condições pré ou pós-operatória no caso de cirurgias de grande porte. Nestes casos, ao utilizar Diclofenaco Potássico é recomendado o monitoramento da função renal como medida preventiva. A descontinuação do tratamento é seguida pela recuperação do estado de pré-tratamento.

Interações com AINEs

O uso concomitante de Diclofenaco Potássico com outros AINEs sistêmicos incluindo inibidores seletivos da COX-2 deve ser evitado devido ao potencial aumento de reações adversas.

Mascarando sinais de infecções

Assim como outros AINEs, diclofenaco pode mascarar os sinais e sintomas de infecção devido à suas propriedades farmacodinâmicas.

Pacientes idosos

Recomenda-se precaução por patologias associadas, especialmente em pacientes idosos debilitados ou naqueles com baixo peso corporal.

Crianças e adolescentes

O diclofenaco não é indicado para crianças abaixo de 14 anos, com exceção de casos de artrite juvenil crônica.

Para este caso de artrite juvenil crônica, somente estão disponíveis, para crianças a partir de 1 ano de idade, Diclofenaco Potássico suspensão oral e gotas.

Mulheres em idade fértil

Não há dados que sugerem quaisquer recomendações para as mulheres em idade fértil.

Gravidez

O uso de diclofenaco em mulheres grávidas não foi estudado. Alguns estudos epidemiológicos sugerem um risco aumentado de aborto espontâneo após o uso de um inibidor de síntese de prostaglandina (como os AINEs) no início da gravidez, no entanto, os dados gerais são inconclusivos. Diclofenaco Potássico não deve ser usado nos 2 primeiros trimestres de gravidez a não ser que o benefício esperado para mãe justifique o risco potencial para o feto. Assim como outros AINEs, o uso do diclofenaco é contraindicado nos três últimos meses de gestação pela possibilidade de ocorrer inércia uterina, insuficiência renal fetal com oligodrâmios subsequentes e/ou fechamento prematuro do canal arterial.

Estudos em animais não demonstraram nenhum efeito prejudicial direto ou indireto na gravidez, no desenvolvimento embrionário/fetal, no nascimento ou no desenvolvimento pós-natal.

No 1º e 2º trimestres este medicamento pertence à categoria de risco de gravidez C, portanto, este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

No 3º trimestre este medicamento pertence à categoria de risco de gravidez D, portanto, este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Lactação

Assim como outros AINEs, pequenas quantidades de diclofenaco passam para o leite materno. Desta forma, Diclofenaco Potássico não deve ser administrado durante a amamentação para evitar efeitos indesejáveis no recém-nascido.

Fertilidade

Assim como outros AINEs, o uso de Diclofenaco Potássico pode prejudicar a fertilidade feminina e, por isto, deve ser evitado por mulheres que estão tentando engravidar. Para mulheres que tenham dificuldade de engravidar ou cuja fertilidade está sob investigação, a descontinuação de Diclofenaco Potássico deve ser considerada.

Habilidade de dirigir e/ou operar máquinas

O uso de Diclofenaco Potássico é improvável de afetar a capacidade de dirigir, operar máquinas ou fazer outras atividades que requeiram atenção especial.

Atenção diabéticos: Diclofenaco Potássico drágeas contém açúcar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Diclofenaco Potássico?

As reações adversas a partir de estudos clínicos e/ou relatos espontâneos ou relatos da literatura estão listadas de acordo com o sistema de classe de órgãos do MedDRA. Dentro de cada classe de órgão, as reações adversas estão listadas por frequência, com as reações mais frequentes primeiro. Dentro de cada grupo de frequência, as reações adversas são apresentadas em ordem decrescente de gravidade.

Além disso, a categoria de frequência correspondente para cada reação adversa baseia-se na seguinte convenção (CIOMS III):

  • <li>Muito comum: &gt;1/10;</li> <li>Comum: &#x2265; 1/100; &lt; 1/10;</li> <li>Incomum: &#x2265; 1/1.000; &lt; 1/100;</li> <li>Rara: &#x2265; 1/10.000; &lt; 1/1.000;</li> <li>Muito rara: &lt; 1/10.000.</li>

As reações adversas a seguir incluem aquelas reportadas com Diclofenaco Potássico drágeas e/ou outras formas farmacêuticas contendo diclofenaco em uso por curto ou longo prazo.

Distúrbios do sangue e sistema linfático

  • <li>Muito rara: <a href="https://minutosaudavel.com.br/trombocitopenia/" rel="noopener" target="_blank">trombocitopenia</a>, leucopenia, <a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c" target="_blank">anemia</a> (incluindo hemol&#xED;tica e apl&#xE1;stica) e agranulocitose.</li>

Distúrbios do sistema imunológico

  • <li>Rara: rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade, anafil&#xE1;ticas e anafilactoides (incluindo <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">hipotens&#xE3;o</a> e choque);</li> <li>Muito rara: angioedema (incluindo edema facial).</li>

Distúrbios psiquiátricos

  • <li>Muito rara: desorienta&#xE7;&#xE3;o, <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/insonia/c" target="_blank">ins&#xF4;nia</a>, pesadelos, irritabilidade, dist&#xFA;rbios psic&#xF3;ticos.</li>

Distúrbios do sistema nervoso

  • <li>Comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/dor-de-cabeca-e-enxaqueca/c" target="_blank">cefaleia</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/tontura-o-que-pode-ser/" rel="noopener" target="_blank">tontura</a>;</li> <li>Rara: sonol&#xEA;ncia;</li> <li>Muito rara: <a href="https://minutosaudavel.com.br/parestesia/" rel="noopener" target="_blank">parestesia</a>, dist&#xFA;rbios da mem&#xF3;ria, convuls&#xF5;es, <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/ansiedade/c" target="_blank">ansiedade</a>, tremores, <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/meningite/c" target="_blank">meningite</a> ass&#xE9;ptica, disgeusia, acidente cerebrovascular.</li>

Distúrbios oculares

  • <li>Muito rara: comprometimento da vis&#xE3;o, vis&#xE3;o borrada, diplopia.</li>

Distúrbios do labirinto e do ouvido

  • <li>Comum: vertigem;</li> <li>Muito rara: <a href="https://consultaremedios.com.br/doenca-nos-ouvidos/zumbido/c" target="_blank">zumbido</a>, defici&#xEA;ncia auditiva.</li>

Distúrbios cardíacos

  • <li>Incomum*: infarto do mioc&#xE1;rdio, insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca, palpita&#xE7;&#xE3;o, dores no peito;</li> <li>Frequ&#xEA;ncia desconhecida: s&#xED;ndrome de Kounis.</li>

Distúrbios vasculares

  • <li>Muito rara: hipertens&#xE3;o, vasculite.</li>

Distúrbios mediastinais, torácico e respiratório

  • <li>Rara: asma (incluindo dispneia);</li> <li>Muito rara: pneumonite.</li>

Distúrbios do trato gastrintestinal

  • <li>Comum: epigastralgia, n&#xE1;usea, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/nauseas/c" target="_blank">v&#xF4;mito</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c" target="_blank">diarreia</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/dispepsia-indigestao-o-que-e-sintomas-remedios-e-tipos/" rel="noopener" target="_blank">dispepsia</a>, c&#xF3;licas abdominais, <a href="https://minutosaudavel.com.br/gases/" rel="noopener" target="_blank">flatul&#xEA;ncia</a>, diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite, irrita&#xE7;&#xE3;o local;</li> <li>Rara: gastrites, sangramento gastrintestinal, hemat&#xEA;mese, diarreia sanguinolenta, melena, &#xFA;lcera gastrintestinal (com ou sem sangramento, estenose gastrointestinal ou perfura&#xE7;&#xE3;o, podendo conduzir a <a href="https://minutosaudavel.com.br/peritonite/" rel="noopener" target="_blank">peritonite</a>);</li> <li>Muito rara: colites (incluindo colite hemorr&#xE1;gica, colite isqu&#xEA;mica e exacerba&#xE7;&#xE3;o da colite ulcerativa ou doen&#xE7;a de Crohn), <a href="https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/" rel="noopener" target="_blank">constipa&#xE7;&#xE3;o</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/estomatite-aftosa-e-viral-tratamento-sintomas-e-causas/" rel="noopener" target="_blank">estomatite</a> aftosa, glossite, dist&#xFA;rbios esof&#xE1;gicos, doen&#xE7;a intestinal diafragm&#xE1;tica, <a href="https://minutosaudavel.com.br/pancreatite/" rel="noopener" target="_blank">pancreatite</a>.</li>

Distúrbios hepatobiliares

  • <li>Comum: eleva&#xE7;&#xE3;o das transaminases;</li> <li>Rara: hepatite, <a href="https://minutosaudavel.com.br/ictericia/" rel="noopener" target="_blank">icter&#xED;cia</a>, dist&#xFA;rbios hep&#xE1;ticos;</li> <li>Muito rara: <a href="https://consultaremedios.com.br/b/hepatite-fulminante" target="_blank">hepatite fulminante</a>, necrose hep&#xE1;tica, insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica.</li>

Distúrbios da pele dos tecidos subcutâneos

  • <li>Comum: <em>rash;</em> </li> <li>Rara: urtic&#xE1;ria;</li> <li>Muito rara: dermatite bolhosa, <a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/eczema/c" target="_blank">eczema</a>, eritema, eritema multiforme, s&#xED;ndrome de Stevens-Johnson, s&#xED;ndrome de Lyell (necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica), dermatite esfoliativa, <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/queda-de-cabelo-e-calvicie/c" target="_blank">alopecia</a>, rea&#xE7;&#xE3;o de fotossensibilidade, <a href="https://minutosaudavel.com.br/purpura/" rel="noopener" target="_blank">p&#xFA;rpura</a>, p&#xFA;rpura de HenochSchoenlein al&#xE9;rgica e prurido.</li>

Distúrbios urinários e renais

  • <li>Muito rara: les&#xE3;o renal aguda (insufici&#xEA;ncia renal aguda), hemat&#xFA;ria, protein&#xFA;ria, s&#xED;ndrome nefr&#xF3;tica, nefrite tubulointersticial, necrose papilar renal.</li>

Distúrbios gerais e no local da administração

  • <li>Rara: edema.</li>

* A frequência reflete os dados do tratamento a longo prazo com uma dose elevada (150 mg por dia).

Descrição das reações adversas selecionadas

Eventos aterotrombóticos

Dados de meta-análise e farmacoepidemiológicos apontam em relação a um pequeno aumento do risco de eventos aterotrombóticos (ex., infarto do miocárdio), associado ao uso de diclofenaco, particularmente em doses elevadas (150 mg por dia) e durante tratamento a longo prazo.

Efeitos visuais

Distúrbios visuais, tais como deficiência visual, visão borrada ou diplopia, parecem ser efeitos da classe AINEs e são geralmente reversíveis com a descontinuação. Um mecanismo provável para os distúrbios visuais é a inibição da síntese das prostaglandinas e outros compostos relacionados que alteram a regulação do fluxo sanguíneo da retina resultando em potenciais alterações da visão. Se estes sintomas ocorrem durante o tratamento com diclofenaco, um exame oftalmológico pode ser considerado para excluir outras causas.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificação de Eventos Adversos a Medicamentos - Vigimed, disponível em http://portal.anvisa.gov.br/vigimed, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Diclofenaco Potássico com outros remédios?

As interações a seguir incluem aquelas observadas com Diclofenaco Potássico drágeas e/ou outras formas farmacêuticas contendo diclofenaco:

Interações observadas a serem consideradas
  • <li>Inibidores da CYP2C9: Recomenda-se precau&#xE7;&#xE3;o ao prescrever diclofenaco juntamente com inibidores da CYP2C9 (como <a href="https://consultaremedios.com.br/voriconazol/bula" target="_blank">voriconazol</a>), que poderia resultar em um significante aumento no pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica e exposi&#xE7;&#xE3;o ao diclofenaco;</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/carbonato-de-litio/bula" target="_blank">L&#xED;tio</a>: se usados concomitantemente, diclofenaco pode elevar as concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas de l&#xED;tio. Neste caso, recomenda-se monitoramento do n&#xED;vel de l&#xED;tio s&#xE9;rico;</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">Digoxina</a>: se usados concomitantemente, diclofenaco pode elevar as concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas de digoxina. Neste caso, recomenda-se monitoramento do n&#xED;vel de digoxina s&#xE9;rica;</li> <li>Diur&#xE9;ticos e agentes anti-hipertensivos: assim como outros AINEs, o uso concomitante de diclofenaco com diur&#xE9;ticos ou anti-hipertensivos (ex.: beta-bloqueadores, inibidores da ECA), pode diminuir o efeito anti-hipertensivo. Desta forma, esta combina&#xE7;&#xE3;o deve ser administrada com cautela e pacientes, especialmente idosos, devem ter sua press&#xE3;o sangu&#xED;nea periodicamente monitorada. Os pacientes devem estar adequadamente hidratados e deve-se considerar o monitoramento da fun&#xE7;&#xE3;o renal ap&#xF3;s o in&#xED;cio da terapia concomitante e periodicamente durante o tratamento, particularmente para diur&#xE9;ticos e inibidores da ECA devido ao aumento do risco de nefrotoxicidade;</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/ciclosporina/bula" target="_blank">Ciclosporina</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/tacrolimo/bula" target="_blank">tacrolimo</a>: diclofenaco, assim como outros AINEs, pode aumentar a toxicidade nos rins, causada pela ciclosporina e tacrolimo, devido ao seu efeito nas prostaglandinas renais. Desta forma, diclofenaco deve ser administrado em doses inferiores &#xE0;quelas usadas em pacientes que n&#xE3;o est&#xE3;o em tratamento com ciclosporina ou tacrolimo;</li> <li>Medicamentos conhecidos por causar <a href="https://minutosaudavel.com.br/hipercalemia/" rel="noopener" target="_blank">hipercalemia</a>: tratamento concomitante com diur&#xE9;ticos poupadores de pot&#xE1;ssio, ciclosporina, tacrolimo ou trimetoprima podem estar associados com o aumento dos n&#xED;veis s&#xE9;ricos de pot&#xE1;ssio, o qual deve ser monitorado frequentemente;</li> <li>Antibacterianos quinol&#xF4;nicos: houve relatos isolados de convuls&#xF5;es que podem estar associadas ao uso concomitante de quinolonas e AINEs.</li>
Interações previstas a serem consideradas
  • <li>Outros AINEs e corticoides: a administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de diclofenaco e outros AINEs sist&#xEA;micos ou corticoides, pode aumentar a frequ&#xEA;ncia de efeitos gastrintestinais indesej&#xE1;veis;</li> <li>Anticoagulantes e agentes antiplaquet&#xE1;rios: deve-se ter cautela no uso concomitante uma vez que pode aumentar o risco de hemorragias. Embora investiga&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas n&#xE3;o indiquem que diclofenaco possa afetar a a&#xE7;&#xE3;o dos anticoagulantes, existem relatos do aumento do risco de hemorragia em pacientes recebendo diclofenaco e anticoagulantes concomitantemente. Desta maneira, recomenda-se monitoramento pr&#xF3;ximo nestes pacientes;</li> <li>Inibidores seletivos da recapta&#xE7;&#xE3;o da serotonina: a administra&#xE7;&#xE3;o concomitante com AINEs sist&#xEA;micos, incluindo diclofenaco e inibidores seletivos da recapta&#xE7;&#xE3;o da serotonina, pode aumentar o risco de sangramento gastrintestinal;</li> <li>Antidiab&#xE9;ticos: estudos cl&#xED;nicos t&#xEA;m demonstrado que o diclofenaco pode ser administrado juntamente com agentes antidiab&#xE9;ticos orais sem influenciar em seus efeitos cl&#xED;nicos. Entretanto, existem relatos isolados de efeitos hipo e hiperglicemiantes, determinando a necessidade de ajuste posol&#xF3;gico dos agentes antidiab&#xE9;ticos durante o tratamento com diclofenaco. Por esta raz&#xE3;o, o monitoramento dos n&#xED;veis de <a href="https://consultaremedios.com.br/glicose/bula" target="_blank">glicose</a> no sangue deve ser realizado como medida preventiva durante a terapia concomitante. Houve tamb&#xE9;m relatos isolados de acidose metab&#xF3;lica quando diclofenaco foi coadministrado com metformina, principalmente em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal pr&#xE9;-existente;</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/fenitoina/bula" target="_blank">Fenito&#xED;na</a>: quando se utiliza fenito&#xED;na concomitantemente com o diclofenaco, o acompanhamento das concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas de fenito&#xED;na &#xE9; recomendado devido a um esperado aumento na exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; fenito&#xED;na;</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/metotrexato/bula" target="_blank">Metotrexato</a>: deve-se ter cautela quando AINEs, incluindo diclofenaco, s&#xE3;o administrados menos de 24 horas antes ou ap&#xF3;s tratamento com metotrexato uma vez que pode elevar a concentra&#xE7;&#xE3;o s&#xE9;rica do metotrexato, aumentando a sua toxicidade;</li> <li>Indutores da CYP2C9: cautela &#xE9; recomendada na coprescri&#xE7;&#xE3;o de diclofenaco e indutores da CYP2C9 (tais como a <a href="https://consultaremedios.com.br/rifampicina/bula" target="_blank">rifampicina</a>), o que poderia resultar em uma diminui&#xE7;&#xE3;o significativa na concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica e exposi&#xE7;&#xE3;o do diclofenaco.</li>

Qual a ação da substância do Diclofenaco Potássico (Diclofenaco Potássico)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <p>Diversos estudos cl&#xED;nicos t&#xEA;m demonstrado que o diclofenaco pot&#xE1;ssico possui efic&#xE1;cia na redu&#xE7;&#xE3;o das dores de crises de enxaqueca<sup> 1, 2, 3</sup>. Doses &#xFA;nicas de 50 a 100 mg de diclofenaco pot&#xE1;ssico aliviam enxaquecas e os efeitos do medicamento via oral pode ser observado ap&#xF3;s 90 minutos da ingest&#xE3;o<sup>4,5</sup>.</p> <p>Diclofenaco pot&#xE1;ssico em comprimidos de libera&#xE7;&#xE3;o imediata &#xE9; indicado para tratamento de dor, quando um al&#xED;vio r&#xE1;pido da dor &#xE9; desejado. Observou-se a efic&#xE1;cia do diclofenaco pot&#xE1;ssico em uma variedade de s&#xED;ndromes de dor, incluindo dor p&#xF3;s-operat&#xF3;rias (ap&#xF3;s cirurgias ginecol&#xF3;gicas, orais ou ortop&#xE9;dicas), osteoartrite dos joelhos e dismenorreia prim&#xE1;ria. Modelos de dose simples para dor incluem <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/dor-de-dente\" target=\"_blank\">dor de dente</a> (p&#xF3;s-extra&#xE7;&#xE3;o do dente) e p&#xF3;s-cirurgia ginecol&#xF3;gica, com efic&#xE1;cia do diclofenaco pot&#xE1;ssico de 50 e de 100 mg comparados &#xE0; aspirina 650 mg, com uma dura&#xE7;&#xE3;o prolongada de analgesia. Modelos de doses m&#xFA;ltiplas para dor incluiu p&#xF3;s-cirurgia ortop&#xE9;dica e dismenorreia prim&#xE1;ria. A dose inicial recomendada para a f&#xF3;rmula da libera&#xE7;&#xE3;o imediata &#xE9; 50 mg via oral a cada 8 horas. Uma dose inicial de 100 mg, seguida de 50 mg a cada 8 horas, pode oferecer um al&#xED;vio melhor para dores agudas recorrentes, como dismenorreia<sup>6</sup>.</p> <p>O diclofenaco tem efeito positivo especialmente na dor relativa &#xE0; inflama&#xE7;&#xE3;o tecidual<sup>7</sup>. Diversos estudos demonstraram a diminui&#xE7;&#xE3;o do consumo de narc&#xF3;ticos devido ao decr&#xE9;scimo de dores p&#xF3;s-operat&#xF3;rias, quando foi administrado diclofenaco intramuscular, 75 mg, uma ou duas vezes ao dia, ou a mesma dose, via endovenosa, em infus&#xE3;o de 5 mg/hora<sup>8,9,10,11</sup>. O diclofenaco &#xE9; efetivo na supress&#xE3;o dos sinais de inflama&#xE7;&#xE3;o p&#xF3;s-operat&#xF3;ria<sup>12</sup>.</p> <p>Tr&#xEA;s doses di&#xE1;rias de diclofenaco, 50 mg, aliviaram as dores e outros sinais da inflama&#xE7;&#xE3;o de diversos tipos de inj&#xFA;rias teciduais quando comparadas ao placebo em um estudo multic&#xEA;ntrico, duplo-cego com 229 pacientes<sup>13</sup>.</p> <p>Doses baixas de diclofenaco pot&#xE1;ssico (25 mg) s&#xE3;o melhores que placebo e semelhantes ao <a href=\"https://consultaremedios.com.br/ibuprofeno/bula\" target=\"_blank\">ibuprofeno</a> no controle de febre, de 30 minutos a 6 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o, como observado em estudo multic&#xEA;ntrico, randomizado e duplocego com 356 pacientes<sup>14</sup>. Dores da coluna t&#xEA;m sua intensidade diminu&#xED;da quando tratadas com diclofenaco, como demonstrou um estudo multic&#xEA;ntrico, randomizado, duplo-cego entre 227 pacientes15 e em outro entre 124 pacientes tratados com doses de 25 mg a 75 mg por dia de diclofenaco pot&#xE1;ssico, administrado em m&#xFA;ltiplas doses <sup>16</sup>.</p> <p>Estudos abertos e controlados demonstraram que anti-inflamat&#xF3;rios n&#xE3;o esteroidais (AINEs), entre eles o diclofenaco, s&#xE3;o efetivos no tratamento da <a href=\"https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/colica/c\" target=\"_blank\">c&#xF3;lica</a> biliar<sup>17, 18</sup>.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1.Bigail ME, Bordini CA, Speciali JG. Headache treatment in an emergency unit of the city of Ribeir&#xE3;o Preto., Arq Neuropsiquiatr 1999, 57 (3B): 813-9.<br> 2.Bussone G, Grazzi L, D&#x2019;Amico D, Manzoni C, Granella F, Cortelli P, Pierangeli G et al. Acute treatment of migraine attacks: efficacy and Safety of a nonsteroidal anti-inflammatory drug, diclofenac-potassium, in comparison to oral sumatirptan and placebo. Cephalalgia 1999, 19(4): 232-40.<br> 3. Kubitzek F, Ziegler G, Gold MS, Liu JM, Ionescu E. Low-dose diclofenac potassium in the treatment of episodic tension-type headache. Eur J Pain 2003, 7(2): 155-62.<br> 4. Dahlof C, Bjorkman R. Diclofenac-K (50 and 100 mg) and placebo in the acute treatment of migraine. Cephalalgia 1993; 13:117-123.<br> 5. McNeely W, Goa KL. Diclofenac-potassium in migraine: a review. Drugs 1999, 57(6): 991-1003.<br> 6. Product Information: Cataflam(R), diclofenac. Novartis Pharmaceuticals, East Hanover, NJ, (PI revised 05/2000) reviewed 03/2001.<br> 7. Burian M, Tegeder I, Seegel M, Geisslinger G. Peripheral and central antihyperalgesic effects of diclofenac in model of human inflammatory pain. Clin Pharmacol Ther 2003, 74 (2): 113-20.<br> 8. Rhodes M, Conacher I, Morritt G et al. Nonsteroidal antiinflammatory drugs for postthoracotomy pain: a prospective controlled trial after lateral thoractomy. J Thorac Cardiovasc Surg 1992, 103:17-20.<br> 9. Laitinen J, Nuutinen L. Intravenous diclofenac coupled with PCA fentanyl for pain relief after total hip replacement. Anesthesiology 1992, 76:194-198.<br> 10. Anderson SK, al Shaikh BA. Diclofenac in combination with opiate infusion after joint replacement surgery. Anaesth Intensive Care 1991, 19:535-538.<br> 11. Casali R, Silvestri V, Pagni AM et al. Effetto analgesico del diclofenac in chirurgia toracica (Italian). Acta Anaest Ital 1985, 36:123-127.<br> 12. Kantor TG: Use of diclofenac in analgesia. Am J Med 1986, 80(suppl 4B): 64-69.<br> 13. Bakshi R, Rotman H, Shaw M et al. Double-blind, multicenter evaluation of the efficacy and tolerability of diclofenac dispersible in the treatment of acute soft-tissue injuries. Clin Ther 1995. 17: 30-37.<br> 14. Greber W, Ionescu E, Gold MS, Liu JM, Frank WO. A multicenter, randomized, double-blind, double-dummy, placebo- and active-controlled, parallel-group comparison of diclofenac-K and ibuprofen for the treatment of adults with influenza-like symptoms. Clin Ther 2003, 25(2): 444-58.<br> 15. Schattenkirchner M, Milachowski KA. A double-blinde, multicentre, randomised clinical trial compare the efficacy and tolerabiblity of aceclofenac with diclofenac resinate in patients with acute low back pain. Clin Rheumatol 2003, 22(2): 127-35.<br> 16. Dreiser RL, Marty M, Ionescu E, Gold M, Liu JH. Relief of acute low back pain with diclofenac-K 12,5 mg tablets: a flexible dose, ibuprofen 200 mg and placebo &#x2013; controlled clinical trial.Int J Clin Pharmacol Ther 2003,41(9):375-85.<br> 17. Akriviadis EA, Hatzigavriel M, Kapnias D et al. Treatment of biliary colic with diclofenac: a randomized, doubleblind, placebo-controlled study. Gastroenterology 1997, 113: 225-231.<br> 18. Thornell E, Jansson R, Kral JG et al. Inhibition of prostaglandin synthesis as a treatment for biliary pain. Lancet 1979, 1:584.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <p><strong>Grupo farmacoterap&#xEA;utico:</strong> anti-inflamat&#xF3;rios e antirreum&#xE1;ticos n&#xE3;o-esteroidais derivados do &#xE1;cido ac&#xE9;tico e subst&#xE2;ncias relacionadas (c&#xF3;digo ATC: M01A B05).</p> <h3>Mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o</h3> <p>Diclofenaco Pot&#xE1;ssico cont&#xE9;m o sal diclofenaco pot&#xE1;ssico, um composto n&#xE3;o esteroidal com acentuadas propriedades antirreum&#xE1;tica, analg&#xE9;sica, anti-inflamat&#xF3;ria e antipir&#xE9;tica.</p> <p>A inibi&#xE7;&#xE3;o da bioss&#xED;ntese das prostaglandinas, demonstrada experimentalmente, &#xE9; considerada fundamental no mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o. As prostaglandinas desempenham papel importante na g&#xEA;nese da inflama&#xE7;&#xE3;o, dor e febre.</p> <p>Diclofenaco Pot&#xE1;ssico possui um r&#xE1;pido in&#xED;cio de a&#xE7;&#xE3;o, o que o torna particularmente adequado para o tratamento de estados dolorosos e, ou inflamat&#xF3;rios agudos.</p> <p>Diclofenaco Pot&#xE1;ssico<em> in vitro</em>, nas concentra&#xE7;&#xF5;es equivalentes &#xE0;quelas alcan&#xE7;adas no homem, n&#xE3;o suprime a bioss&#xED;ntese de proteoglicanos nas cartilagens.</p> <h3>Farmacodin&#xE2;mica</h3> <p>Diclofenaco Pot&#xE1;ssico exerce pronunciado efeito analg&#xE9;sico em estados dolorosos moderados ou graves. Na presen&#xE7;a de inflama&#xE7;&#xE3;o, por exemplo, causada por trauma ou ap&#xF3;s interven&#xE7;&#xE3;o cir&#xFA;rgica, Diclofenaco Pot&#xE1;ssico alivia rapidamente tanto a dor espont&#xE2;nea quanto a relacionada ao movimento e diminui o incha&#xE7;o inflamat&#xF3;rio e o edema do ferimento. Estudos cl&#xED;nicos, tamb&#xE9;m revelaram que, na dismenorreia prim&#xE1;ria, a subst&#xE2;ncia ativa &#xE9; capaz de aliviar a dor e reduzir o grau do sangramento.</p> <h3>Farmacocin&#xE9;tica</h3> <h4>Absor&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>O diclofenaco &#xE9; completamente absorvido a partir das dr&#xE1;geas de diclofenaco pot&#xE1;ssico. A absor&#xE7;&#xE3;o inicia-se imediatamente ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o, equivale aos comprimidos gastrorresistentes de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/diclofenaco-sodico/bula\" target=\"_blank\">diclofenaco s&#xF3;dico</a> quando administrados na mesma dose.</p> <p>O pico m&#xE9;dio da concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica de cerca de 3,8 mcmol/L &#xE9; atingido ap&#xF3;s 20 a 60 minutos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o de um comprimido de 50 mg. O alimento n&#xE3;o influencia a quantidade de diclofenaco absorvida, embora o in&#xED;cio e a taxa de absor&#xE7;&#xE3;o podem ser levemente retardadas nesta condi&#xE7;&#xE3;o.</p> <p>Como aproximadamente metade do diclofenaco &#xE9; metabolizado durante sua primeira passagem pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a> (efeito de &#x201C;primeira passagem&#x201D;), a &#xE1;rea sob a curva de concentra&#xE7;&#xE3;o (AUC) oral &#xE9; cerca de metade daquela observada com uma dose parenteral equivalente.</p> <p>O comportamento farmacocin&#xE9;tico n&#xE3;o se altera ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xF5;es repetidas. N&#xE3;o ocorre ac&#xFA;mulo desde que sejam observados os intervalos de dosagem recomendados.</p> <h4>Distribui&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>99,7% do diclofenaco liga-se &#xE0; <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> s&#xE9;ricas, predominantemente &#xE0; albumina (99,4%). O volume de distribui&#xE7;&#xE3;o aparente calculado &#xE9; de 0,12-0,17 L/kg. O diclofenaco penetra no flu&#xED;do sinovial, onde as concentra&#xE7;&#xF5;es m&#xE1;ximas s&#xE3;o medidas de 2-4 horas ap&#xF3;s serem atingidos os valores de pico plasm&#xE1;tico. A meia-vida aparente de elimina&#xE7;&#xE3;o do fluido sinovial &#xE9; de 3-6 horas. Duas horas ap&#xF3;s atingidos os valores de pico plasm&#xE1;tico, as concentra&#xE7;&#xF5;es da subst&#xE2;ncia ativa j&#xE1; s&#xE3;o mais altas no fluido sinovial que no plasma, permanecendo mais altas por at&#xE9; 12 horas.</p> <p>O diclofenaco foi detectado em baixa concentra&#xE7;&#xE3;o (100 ng/mL) no leite materno em uma lactante. A quantidade estimada ingerida por uma crian&#xE7;a que consume leite materno &#xE9; equivalente a uma dose de 0,03 mg/kg/dia.</p> <h4>Biotransforma&#xE7;&#xE3;o/metabolismo</h4> <p>A biotransforma&#xE7;&#xE3;o do diclofenaco ocorre parcialmente por glicuronida&#xE7;&#xE3;o da mol&#xE9;cula intacta, mas principalmente por hidroxila&#xE7;&#xE3;o e metoxila&#xE7;&#xE3;o simples e m&#xFA;ltipla, resultando em v&#xE1;rios metab&#xF3;litos fen&#xF3;licos (3&#x2019;-hidroxi-, 4&#x2019;-hidroxi-, 5- hidroxi-, 4&#x2019;,5-dihidroxi- e 3&#x2019;-hidroxi-4&#x2019;-metoxi-diclofenaco), a maioria dos quais s&#xE3;o convertidos a conjugados glicur&#xF4;nicos. Dois desses metab&#xF3;litos fen&#xF3;licos s&#xE3;o biologicamente ativos, mas em extens&#xE3;o muito menor que o diclofenaco.</p> <h4>Elimina&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>O <em>clearance</em> (depura&#xE7;&#xE3;o) sist&#xEA;mico total do diclofenaco do plasma &#xE9; de 263 &#xB1; 56 mL/min (valor m&#xE9;dio &#xB1; DP). A meiavida terminal no plasma &#xE9; de 1-2 horas. Quatro dos metab&#xF3;litos, incluindo os dois ativos, tamb&#xE9;m t&#xEA;m meia-vida plasm&#xE1;tica curta de 1-3 horas. Um metab&#xF3;lito, 3&#x2019;-hidroxi-4&#x2019;-metoxi-diclofenaco, tem meia-vida plasm&#xE1;tica mais longa. Entretanto, esse metab&#xF3;lito &#xE9; virtualmente inativo.</p> <p>Cerca de 60% da dose administrada &#xE9; excretada na urina como conjugado glicur&#xF4;nico da mol&#xE9;cula intacta e como metab&#xF3;litos, a maioria dos quais s&#xE3;o tamb&#xE9;m convertidos a conjugados glicur&#xF4;nicos. Menos de 1% &#xE9; excretada como subst&#xE2;ncia inalterada. O restante da dose &#xE9; eliminado como metab&#xF3;litos atrav&#xE9;s da bile nas fezes.</p> <h4>Linearidade/n&#xE3;o linearidade</h4> <p>A quantidade absorvida &#xE9; linearmente proporcional ao tamanho da dose.</p> <h4>Popula&#xE7;&#xF5;es especiais</h4> <h5>Pacientes idosos</h5> <p>N&#xE3;o foram observadas diferen&#xE7;as idade-dependentes relevantes na absor&#xE7;&#xE3;o, metabolismo ou excre&#xE7;&#xE3;o do f&#xE1;rmaco.</p> <h5>Insufici&#xEA;ncia renal</h5> <p>Em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal n&#xE3;o se pode inferir, a partir da cin&#xE9;tica de dose-&#xFA;nica, o ac&#xFA;mulo da subst&#xE2;ncia ativa inalterada quando se aplica o esquema normal de dose. A um <em>clearance</em> (depura&#xE7;&#xE3;o) de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/fitness/ganho-de-massa/proteinas/creatina/c\" target=\"_blank\">creatina</a> &lt; 10 mL/min, os n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de steady-state (estado de equil&#xED;brio) calculados dos hidr&#xF3;xi-metab&#xF3;litos s&#xE3;o cerca de 4 vezes maiores que em indiv&#xED;duos normais. Entretanto, os metab&#xF3;litos s&#xE3;o, ao final, excretados atrav&#xE9;s da bile.</p> <h5>Insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica</h5> <p>Em pacientes com hepatite cr&#xF4;nica ou <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/cirrose/c\" target=\"_blank\">cirrose</a> n&#xE3;o descompensada, a cin&#xE9;tica e metabolismo do diclofenaco &#xE9; a mesma que em pacientes sem doen&#xE7;a hep&#xE1;tica.</p> <h3>Dados de seguran&#xE7;a pr&#xE9;-cl&#xED;nicos</h3> <p>Dados pr&#xE9;-cl&#xED;nicos de estudos de toxicidade com doses agudas ou repetidas, bem como estudos de genotoxicidade, mutagenicidade e carcinogenicidade com diclofenaco revelaram que o diclofenaco nas doses terap&#xEA;uticas recomendadas n&#xE3;o causa nenhum dano espec&#xED;fico para humanos. Em estudos pr&#xE9;-cl&#xED;nicos padr&#xE3;o com animais, n&#xE3;o houve nenhuma evid&#xEA;ncia de que diclofenaco possui potencial efeito teratog&#xEA;nico em camundongos, ratos e coelhos.</p> <p>O diclofenaco n&#xE3;o influencia a fertilidade das matrizes (ratos). Exceto por efeitos fetais m&#xED;nimos em doses maternais t&#xF3;xicas. O desenvolvimento pr&#xE9;, perinatal e p&#xF3;s-natal da prole tamb&#xE9;m n&#xE3;o foi afetado.</p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de AINEs (incluindo diclofenaco) inibiu a ovula&#xE7;&#xE3;o em coelhos, a implanta&#xE7;&#xE3;o e placenta&#xE7;&#xE3;o em ratos e levou ao fechamento prematuro do canal arterial em ratas gr&#xE1;vidas. Doses maternais t&#xF3;xicas de diclofenaco foram associadas com distocia, gesta&#xE7;&#xE3;o prolongada, diminui&#xE7;&#xE3;o da sobreviv&#xEA;ncia fetal e retardo do crescimento intrauterino em ratos. Os leves efeitos do diclofenaco sobre os par&#xE2;metros de reprodu&#xE7;&#xE3;o e do parto, bem como a constri&#xE7;&#xE3;o do canal arterial no &#xFA;tero, s&#xE3;o consequ&#xEA;ncias farmacol&#xF3;gicas desta classe de inibidores da s&#xED;ntese de prostaglandinas.</p> </hr>"}

Fontes consultadas

  • <li><em>Bula do Profissional do Medicamento Cataflam<sup>&#xAE;</sup> (apresenta&#xE7;&#xE3;o dr&#xE1;gea).</em></li>

Fabricante: Comando do Exército

© 2021 Medicamento Lab.