Cosmed Addera D3 Comprimido

7.000UI, caixa com 4 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Vitaminas E Minerais
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Addera D3 Comprimido, para o que é indicado e para o que serve?

Addera D3 (colecalciferol) é um medicamento a base de vitamina D, indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas. É destinado à prevenção e tratamento auxiliar na desmineralização óssea (retirada dos minerais dos ossos) pré e pós-menopausa, e na prevenção de raquitismo (enfraquecimento dos ossos).

Quais as contraindicações do Addera D3 Comprimido?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para uso por crianças.

Como usar o Addera D3 Comprimido?

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalacia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D.

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica, entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de vitamina D, sempre a critério médico, levando-se em conta os dados de eficácia e segurança.

Longos períodos de uso deste medicamento, somente mediante orientação médica.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Como o Addera D3 Comprimido funciona?

Addera D3 atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24 horas.

Quais cuidados devo ter ao usar o Addera D3 Comprimido?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona e betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais da vitamina D recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Addera D3 Comprimido?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Addera D3 Comprimido?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Addera D3 Comprimido?

Cada comprimido revestido de Addera D3 1.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 1.000U.I.) (%IDR: 500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">10,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco) e dióxido de titânio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;5.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 5.000U.I.) (%IDR: 2.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">50,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina laca de alumínio e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;7.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 7.000U.I.) (%IDR: 3.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">70,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina e amarelo crepúsculo.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;10.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 10.000U.I.) (%IDR: 5.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">100,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol), talco, dióxido de titânio, vermelho de eritrosina e amarelo de quinolina.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;50.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 50.000U.I.) (%IDR: 25.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">500,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, corante laca vermelho FD&C nº 40, amarelo crepúsculo e azul brilhante.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Addera D3 Comprimido maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensitividade de vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após de 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação&nbsp;metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500µg/dia (equivalente a 20.000U.I./dia). A administração prolongada de 45µg/dia (equivalente a 1.800U.I./dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Addera D3 Comprimido com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;s-menopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Addera D3 Comprimido com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Addera D3 Comprimido (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2009;53(5):625-33.<br> 13. Mitri J, et al. Effects of vitamin D and calcium supplementation on pancreatic &#x3B2; cell function, insulin sensitivity, and glycemia in adults at high risk of diabetes: the Calcium and Vitamin D for Diabetes Mellitus (CaDDM) randomized controlled trial. Am J Clin Nutr. 2011;94(2):486-94.<br> 14. Sugden JA, et al. Vitamin D improves endothelial function in patients with type 2 diabetes mellitus and low vitamin D levels. Diabet Med. 2008;25(3):320-5.<br> 15. Martini LA, et al. Vitamin D status and the metabolic syndrome. Nutr Rev. 2006;64(11):479-86.<br> 16. Akcam M, et al. Bone mineral density in response to two different regimes in rickets. Indian Pediatr. 2006;43(5):423-7.<br> 17. Hajjar V, et al. Does vitamin D deficiency play a role in the pathogenesis of chronic heart failure? Do supplements improve survival? Cleve Clin J Med. 2010;77(5):290-3. 18. Pfeifer M, et al. Effects of a short-term vitamin D(3) and calcium supplementation on blood pressure and parathyroid hormone levels in elderly women. J Clin Endocrinol Metab. 2001;86(4):1633-7.<br> 19. Kulie T, et al. Vitamin D: an evidence-based review. J Am Board Fam Med. 2009;22(6):698-706.<br> 20. Grant WB, et al. An estimate of cancer mortality rate reductions in Europe and the US with 1,000 IU of oral vitamin D per day. Recent Results Cancer Res. 2007;174:225-34.<br> 21. Chen P, et al. Meta-analysis of vitamin D, calcium and the prevention of breast cancer. Breast Cancer Res Treat. 2010;121(2):469-77.<br> 22. Marques CD, et al. The importance of vitamin D levels in autoimmune diseases. Rev Bras Reumatol. 2010;50(1):67-80.<br> 23. Bischoff-Ferrari HA, et al. Effect of Vitamin D on falls: a meta-analysis. JAMA. 2004,291(16):1999-2006.<br> 24. Institute of Medicine (US) Standing Committee on the Scientific Evaluation of Dietary Reference Intakes. Dietary Reference Intakes for calcium and vitamin D. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Addera D3 Comprimido?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Addera D3 1.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, branco.

Addera D3 5.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, amarelo.

Addera D3 7.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, alaranjado.

Addera D3 10.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, rosa.

Addera D3 50.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, vermelho.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Addera D3 Comprimido

Comprimido revestido

Addera D3 1.000U.I.

Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 5.000U.I.

Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 7.000U.I.

Embalagens contendo 4, 10 ou 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 10.000U.I.

Embalagens contendo 4 ou 10 comprimidos revestidos.

Addera D3 50.000U.I.

Embalagens contendo 4, 6, 8 ou 10 comprimidos revestidos.

Via de administração: oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Addera D3 Comprimido

Registro M.S. nº 1.7817.0028

Farm. Responsável:
Luciana Lopes da Costa
CRF-GO nº 2.757

Registrado por:
Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A.
Rua Bonnard (Green Valley I), n° 980 – Bloco 12- Alphaville Empresarial –
Barueri – SP
CEP 06.465-134
C.N.P.J: 61.082.426/0002-07
Indústria Brasileira





Fabricado por:
Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.
VPR 1 - Quadra 2-A - Módulo 4
Daia - Anápolis - GO
CEP 75132-020



Venda sob prescrição médica.&nbsp;

1.000UI, caixa com 30 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Vitaminas E Minerais
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Addera D3 Comprimido, para o que é indicado e para o que serve?

Addera D3 (colecalciferol) é um medicamento a base de vitamina D, indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas. É destinado à prevenção e tratamento auxiliar na desmineralização óssea (retirada dos minerais dos ossos) pré e pós-menopausa, e na prevenção de raquitismo (enfraquecimento dos ossos).

Quais as contraindicações do Addera D3 Comprimido?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para uso por crianças.

Como usar o Addera D3 Comprimido?

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalacia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D.

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica, entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de vitamina D, sempre a critério médico, levando-se em conta os dados de eficácia e segurança.

Longos períodos de uso deste medicamento, somente mediante orientação médica.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Como o Addera D3 Comprimido funciona?

Addera D3&nbsp;atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24 horas.

Quais cuidados devo ter ao usar o Addera D3 Comprimido?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona e betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais da vitamina D recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Addera D3 Comprimido?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Addera D3 Comprimido?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Addera D3 Comprimido?

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;1.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 1.000U.I.) (%IDR: 500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">10,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco) e dióxido de titânio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;5.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 5.000U.I.) (%IDR: 2.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">50,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina laca de alumínio e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;7.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 7.000U.I.) (%IDR: 3.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">70,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina e amarelo crepúsculo.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;10.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 10.000U.I.) (%IDR: 5.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">100,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol), talco, dióxido de titânio, vermelho de eritrosina e amarelo de quinolina.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;50.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 50.000U.I.) (%IDR: 25.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">500,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, corante laca vermelho FD&C nº 40, amarelo crepúsculo e azul brilhante.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Addera D3 Comprimido maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensitividade de vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após de 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação&nbsp;metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500µg/dia (equivalente a 20.000U.I./dia). A administração prolongada de 45µg/dia (equivalente a 1.800U.I./dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Addera D3 Comprimido com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;s-menopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Addera D3 Comprimido com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Addera D3 Comprimido (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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Apresentações do Addera D3 Comprimido

Comprimido revestido

Addera D3 1.000U.I.

Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 5.000U.I.

Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 7.000U.I.

Embalagens contendo 4, 10 ou 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 10.000U.I.

Embalagens contendo 4 ou 10 comprimidos revestidos.

Addera D3 50.000U.I.

Embalagens contendo 4, 6, 8 ou 10 comprimidos revestidos.

Via de administração: oral.

Uso adulto.

50.000UI, caixa com 4 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Vitaminas E Minerais
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Addera D3 Comprimido, para o que é indicado e para o que serve?

Addera D3 (colecalciferol) é um medicamento a base de vitamina D, indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas. É destinado à prevenção e tratamento auxiliar na desmineralização óssea (retirada dos minerais dos ossos) pré e pós-menopausa, e na prevenção de raquitismo (enfraquecimento dos ossos).

Quais as contraindicações do Addera D3 Comprimido?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para uso por crianças.

Como usar o Addera D3 Comprimido?

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalacia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D.

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica, entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de vitamina D, sempre a critério médico, levando-se em conta os dados de eficácia e segurança.

Longos períodos de uso deste medicamento, somente mediante orientação médica.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Como o Addera D3 Comprimido funciona?

Addera D3&nbsp;atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24 horas.

Quais cuidados devo ter ao usar o Addera D3 Comprimido?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona e betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais da vitamina D recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Addera D3 Comprimido?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Addera D3 Comprimido?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Addera D3 Comprimido?

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;1.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 1.000U.I.) (%IDR: 500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">10,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco) e dióxido de titânio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;5.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 5.000U.I.) (%IDR: 2.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">50,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina laca de alumínio e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;7.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 7.000U.I.) (%IDR: 3.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">70,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina e amarelo crepúsculo.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;10.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 10.000U.I.) (%IDR: 5.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">100,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol), talco, dióxido de titânio, vermelho de eritrosina e amarelo de quinolina.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;50.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 50.000U.I.) (%IDR: 25.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">500,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, corante laca vermelho FD&C nº 40, amarelo crepúsculo e azul brilhante.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Addera D3 Comprimido maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensitividade de vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após de 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação&nbsp;metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500µg/dia (equivalente a 20.000U.I./dia). A administração prolongada de 45µg/dia (equivalente a 1.800U.I./dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Addera D3 Comprimido com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;s-menopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Addera D3 Comprimido com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Addera D3 Comprimido (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Addera D3 Comprimido?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Addera D3 1.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, branco.

Addera D3 5.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, amarelo.

Addera D3 7.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, alaranjado.

Addera D3 10.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, rosa.

Addera D3 50.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, vermelho.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Addera D3 Comprimido

Comprimido revestido

Addera D3 1.000U.I.

Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 5.000U.I.

Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 7.000U.I.

Embalagens contendo 4, 10 ou 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 10.000U.I.

Embalagens contendo 4 ou 10 comprimidos revestidos.

Addera D3 50.000U.I.

Embalagens contendo 4, 6, 8 ou 10 comprimidos revestidos.

Via de administração: oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Addera D3 Comprimido

Registro M.S. nº 1.7817.0028

Farm. Responsável:
Luciana Lopes da Costa
CRF-GO nº 2.757

Registrado por:
Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A.
Rua Bonnard (Green Valley I), n° 980 – Bloco 12- Alphaville Empresarial –
Barueri – SP
CEP 06.465-134
C.N.P.J: 61.082.426/0002-07
Indústria Brasileira





Fabricado por:
Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.
VPR 1 - Quadra 2-A - Módulo 4
Daia - Anápolis - GO
CEP 75132-020



Venda sob prescrição médica.&nbsp;

7000UI, caixa com 10 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Vitaminas E Minerais
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Addera D3 Comprimido, para o que é indicado e para o que serve?

Addera D3 (colecalciferol) é um medicamento a base de vitamina D, indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas. É destinado à prevenção e tratamento auxiliar na desmineralização óssea (retirada dos minerais dos ossos) pré e pós-menopausa, e na prevenção de raquitismo (enfraquecimento dos ossos).

Quais as contraindicações do Addera D3 Comprimido?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para uso por crianças.

Como usar o Addera D3 Comprimido?

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalacia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D.

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica, entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de vitamina D, sempre a critério médico, levando-se em conta os dados de eficácia e segurança.

Longos períodos de uso deste medicamento, somente mediante orientação médica.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Como o Addera D3 Comprimido funciona?

Addera D3&nbsp;atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24 horas.

Quais cuidados devo ter ao usar o Addera D3 Comprimido?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona e betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais da vitamina D recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Addera D3 Comprimido?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Addera D3 Comprimido?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Addera D3 Comprimido?

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;1.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 1.000U.I.) (%IDR: 500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">10,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco) e dióxido de titânio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;5.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 5.000U.I.) (%IDR: 2.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">50,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina laca de alumínio e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;7.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 7.000U.I.) (%IDR: 3.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">70,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina e amarelo crepúsculo.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;10.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 10.000U.I.) (%IDR: 5.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">100,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol), talco, dióxido de titânio, vermelho de eritrosina e amarelo de quinolina.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;50.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 50.000U.I.) (%IDR: 25.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">500,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, corante laca vermelho FD&C nº 40, amarelo crepúsculo e azul brilhante.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Addera D3 Comprimido maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensitividade de vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após de 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação&nbsp;metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500µg/dia (equivalente a 20.000U.I./dia). A administração prolongada de 45µg/dia (equivalente a 1.800U.I./dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Addera D3 Comprimido com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;s-menopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Addera D3 Comprimido com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Addera D3 Comprimido (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Addera D3 Comprimido?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Addera D3 1.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, branco.

Addera D3 5.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, amarelo.

Addera D3 7.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, alaranjado.

Addera D3 10.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, rosa.

Addera D3 50.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, vermelho.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Addera D3 Comprimido

Comprimido revestido

Addera D3 1.000U.I.

Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 5.000U.I.

Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 7.000U.I.

Embalagens contendo 4, 10 ou 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 10.000U.I.

Embalagens contendo 4 ou 10 comprimidos revestidos.

Addera D3 50.000U.I.

Embalagens contendo 4, 6, 8 ou 10 comprimidos revestidos.

Via de administração: oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Addera D3 Comprimido

Registro M.S. nº 1.7817.0028

Farm. Responsável:
Luciana Lopes da Costa
CRF-GO nº 2.757

Registrado por:
Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A.
Rua Bonnard (Green Valley I), n° 980 – Bloco 12- Alphaville Empresarial –
Barueri – SP
CEP 06.465-134
C.N.P.J: 61.082.426/0002-07
Indústria Brasileira





Fabricado por:
Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.
VPR 1 - Quadra 2-A - Módulo 4
Daia - Anápolis - GO
CEP 75132-020



Venda sob prescrição médica.&nbsp;

1000UI, caixa com 10 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Vitaminas E Minerais
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Addera D3 Comprimido, para o que é indicado e para o que serve?

Addera D3 (colecalciferol) é um medicamento a base de vitamina D, indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas. É destinado à prevenção e tratamento auxiliar na desmineralização óssea (retirada dos minerais dos ossos) pré e pós-menopausa, e na prevenção de raquitismo (enfraquecimento dos ossos).

Quais as contraindicações do Addera D3 Comprimido?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para uso por crianças.

Como usar o Addera D3 Comprimido?

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalacia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D.

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica, entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de vitamina D, sempre a critério médico, levando-se em conta os dados de eficácia e segurança.

Longos períodos de uso deste medicamento, somente mediante orientação médica.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Como o Addera D3 Comprimido funciona?

Addera D3&nbsp;atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24 horas.

Quais cuidados devo ter ao usar o Addera D3 Comprimido?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona e betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais da vitamina D recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Addera D3 Comprimido?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Addera D3 Comprimido?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Addera D3 Comprimido?

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;1.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 1.000U.I.) (%IDR: 500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">10,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco) e dióxido de titânio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;5.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 5.000U.I.) (%IDR: 2.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">50,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina laca de alumínio e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;7.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 7.000U.I.) (%IDR: 3.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">70,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina e amarelo crepúsculo.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;10.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 10.000U.I.) (%IDR: 5.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">100,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol), talco, dióxido de titânio, vermelho de eritrosina e amarelo de quinolina.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;50.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 50.000U.I.) (%IDR: 25.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">500,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, corante laca vermelho FD&C nº 40, amarelo crepúsculo e azul brilhante.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Addera D3 Comprimido maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensitividade de vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após de 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação&nbsp;metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500µg/dia (equivalente a 20.000U.I./dia). A administração prolongada de 45µg/dia (equivalente a 1.800U.I./dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Addera D3 Comprimido com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;s-menopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Addera D3 Comprimido com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Addera D3 Comprimido (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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Effects of a short-term vitamin D(3) and calcium supplementation on blood pressure and parathyroid hormone levels in elderly women. J Clin Endocrinol Metab. 2001;86(4):1633-7.<br> 19. Kulie T, et al. Vitamin D: an evidence-based review. J Am Board Fam Med. 2009;22(6):698-706.<br> 20. Grant WB, et al. An estimate of cancer mortality rate reductions in Europe and the US with 1,000 IU of oral vitamin D per day. Recent Results Cancer Res. 2007;174:225-34.<br> 21. Chen P, et al. Meta-analysis of vitamin D, calcium and the prevention of breast cancer. Breast Cancer Res Treat. 2010;121(2):469-77.<br> 22. Marques CD, et al. The importance of vitamin D levels in autoimmune diseases. Rev Bras Reumatol. 2010;50(1):67-80.<br> 23. Bischoff-Ferrari HA, et al. Effect of Vitamin D on falls: a meta-analysis. JAMA. 2004,291(16):1999-2006.<br> 24. Institute of Medicine (US) Standing Committee on the Scientific Evaluation of Dietary Reference Intakes. Dietary Reference Intakes for calcium and vitamin D. 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Fall prevention with supplemental and active forms of vitamin D: a meta analysis of randomised controlled trials. BMJ. 2009;339:b3692.<br> 31. Kalyani RR, et al. Vitamin D treatment for the prevention of falls in older adults: systematic review and meta-analysis. J Am Geriatr Soc. 2010;58(7):1299-310.<br> 32. Papadimitropoulos E, et al. Meta-analyses of therapies for postmenopausal osteoporosis. VIII: Meta analysis of the efficacy of vitamin D treatment in preventing osteoporosis in postmenopausal women. Endocr Rev. 2002;23(4):560-9.<br> 33. Chapuy MC, et al. Vitamin D3 and calcium to prevent hip fractures in the elderly women. N Engl J Med. 1992;327(23):1637-42.<br> 34. Larsen ER, et al. Vitamin D and calcium supplementation prevents osteoporotic fractures in elderly community dwelling residents: a pragmatic population-based 3-year intervention study. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Addera D3 Comprimido?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Addera D3 1.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, branco.

Addera D3 5.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, amarelo.

Addera D3 7.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, alaranjado.

Addera D3 10.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, rosa.

Addera D3 50.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, vermelho.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Addera D3 Comprimido

Comprimido revestido

Addera D3 1.000U.I.

Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 5.000U.I.

Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 7.000U.I.

Embalagens contendo 4, 10 ou 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 10.000U.I.

Embalagens contendo 4 ou 10 comprimidos revestidos.

Addera D3 50.000U.I.

Embalagens contendo 4, 6, 8 ou 10 comprimidos revestidos.

Via de administração: oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Addera D3 Comprimido

Registro M.S. nº 1.7817.0028

Farm. Responsável:
Luciana Lopes da Costa
CRF-GO nº 2.757

Registrado por:
Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A.
Rua Bonnard (Green Valley I), n° 980 – Bloco 12- Alphaville Empresarial –
Barueri – SP
CEP 06.465-134
C.N.P.J: 61.082.426/0002-07
Indústria Brasileira





Fabricado por:
Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.
VPR 1 - Quadra 2-A - Módulo 4
Daia - Anápolis - GO
CEP 75132-020



Venda sob prescrição médica.&nbsp;

7000UI, caixa com 30 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Vitaminas E Minerais
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Addera D3 Comprimido, para o que é indicado e para o que serve?

Addera D3 (colecalciferol) é um medicamento a base de vitamina D, indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas. É destinado à prevenção e tratamento auxiliar na desmineralização óssea (retirada dos minerais dos ossos) pré e pós-menopausa, e na prevenção de raquitismo (enfraquecimento dos ossos).

Quais as contraindicações do Addera D3 Comprimido?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para uso por crianças.

Como usar o Addera D3 Comprimido?

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalacia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D.

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica, entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de vitamina D, sempre a critério médico, levando-se em conta os dados de eficácia e segurança.

Longos períodos de uso deste medicamento, somente mediante orientação médica.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Como o Addera D3 Comprimido funciona?

Addera D3&nbsp;atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24 horas.

Quais cuidados devo ter ao usar o Addera D3 Comprimido?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona e betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais da vitamina D recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Addera D3 Comprimido?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Addera D3 Comprimido?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Addera D3 Comprimido?

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;1.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 1.000U.I.) (%IDR: 500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">10,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco) e dióxido de titânio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;5.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 5.000U.I.) (%IDR: 2.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">50,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina laca de alumínio e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;7.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 7.000U.I.) (%IDR: 3.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">70,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina e amarelo crepúsculo.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;10.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 10.000U.I.) (%IDR: 5.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">100,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol), talco, dióxido de titânio, vermelho de eritrosina e amarelo de quinolina.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;50.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 50.000U.I.) (%IDR: 25.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">500,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, corante laca vermelho FD&C nº 40, amarelo crepúsculo e azul brilhante.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Addera D3 Comprimido maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensitividade de vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após de 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação&nbsp;metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500µg/dia (equivalente a 20.000U.I./dia). A administração prolongada de 45µg/dia (equivalente a 1.800U.I./dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Addera D3 Comprimido com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;s-menopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Addera D3 Comprimido com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Addera D3 Comprimido (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

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Comprimido revestido

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Embalagens contendo 4, 10 ou 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 10.000U.I.

Embalagens contendo 4 ou 10 comprimidos revestidos.

Addera D3 50.000U.I.

Embalagens contendo 4, 6, 8 ou 10 comprimidos revestidos.

Via de administração: oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Addera D3 Comprimido

Registro M.S. nº 1.7817.0028

Farm. Responsável:
Luciana Lopes da Costa
CRF-GO nº 2.757

Registrado por:
Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A.
Rua Bonnard (Green Valley I), n° 980 – Bloco 12- Alphaville Empresarial –
Barueri – SP
CEP 06.465-134
C.N.P.J: 61.082.426/0002-07
Indústria Brasileira





Fabricado por:
Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.
VPR 1 - Quadra 2-A - Módulo 4
Daia - Anápolis - GO
CEP 75132-020



Venda sob prescrição médica.&nbsp;

10000UI, caixa com 10 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Vitaminas E Minerais
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Addera D3 Comprimido, para o que é indicado e para o que serve?

Addera D3 (colecalciferol) é um medicamento a base de vitamina D, indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas. É destinado à prevenção e tratamento auxiliar na desmineralização óssea (retirada dos minerais dos ossos) pré e pós-menopausa, e na prevenção de raquitismo (enfraquecimento dos ossos).

Quais as contraindicações do Addera D3 Comprimido?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para uso por crianças.

Como usar o Addera D3 Comprimido?

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalacia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D.

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica, entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de vitamina D, sempre a critério médico, levando-se em conta os dados de eficácia e segurança.

Longos períodos de uso deste medicamento, somente mediante orientação médica.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Como o Addera D3 Comprimido funciona?

Addera D3&nbsp;atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24 horas.

Quais cuidados devo ter ao usar o Addera D3 Comprimido?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona e betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais da vitamina D recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Addera D3 Comprimido?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Addera D3 Comprimido?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Addera D3 Comprimido?

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;1.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 1.000U.I.) (%IDR: 500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">10,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco) e dióxido de titânio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;5.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 5.000U.I.) (%IDR: 2.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">50,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina laca de alumínio e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;7.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 7.000U.I.) (%IDR: 3.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">70,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina e amarelo crepúsculo.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;10.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 10.000U.I.) (%IDR: 5.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">100,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol), talco, dióxido de titânio, vermelho de eritrosina e amarelo de quinolina.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;50.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 50.000U.I.) (%IDR: 25.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">500,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, corante laca vermelho FD&C nº 40, amarelo crepúsculo e azul brilhante.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Addera D3 Comprimido maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensitividade de vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após de 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação&nbsp;metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500µg/dia (equivalente a 20.000U.I./dia). A administração prolongada de 45µg/dia (equivalente a 1.800U.I./dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Addera D3 Comprimido com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;s-menopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Addera D3 Comprimido com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Addera D3 Comprimido (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2009;53(5):625-33.<br> 13. Mitri J, et al. Effects of vitamin D and calcium supplementation on pancreatic &#x3B2; cell function, insulin sensitivity, and glycemia in adults at high risk of diabetes: the Calcium and Vitamin D for Diabetes Mellitus (CaDDM) randomized controlled trial. Am J Clin Nutr. 2011;94(2):486-94.<br> 14. Sugden JA, et al. Vitamin D improves endothelial function in patients with type 2 diabetes mellitus and low vitamin D levels. Diabet Med. 2008;25(3):320-5.<br> 15. Martini LA, et al. Vitamin D status and the metabolic syndrome. Nutr Rev. 2006;64(11):479-86.<br> 16. Akcam M, et al. Bone mineral density in response to two different regimes in rickets. Indian Pediatr. 2006;43(5):423-7.<br> 17. Hajjar V, et al. Does vitamin D deficiency play a role in the pathogenesis of chronic heart failure? Do supplements improve survival? Cleve Clin J Med. 2010;77(5):290-3. 18. Pfeifer M, et al. Effects of a short-term vitamin D(3) and calcium supplementation on blood pressure and parathyroid hormone levels in elderly women. J Clin Endocrinol Metab. 2001;86(4):1633-7.<br> 19. Kulie T, et al. Vitamin D: an evidence-based review. J Am Board Fam Med. 2009;22(6):698-706.<br> 20. Grant WB, et al. An estimate of cancer mortality rate reductions in Europe and the US with 1,000 IU of oral vitamin D per day. Recent Results Cancer Res. 2007;174:225-34.<br> 21. Chen P, et al. Meta-analysis of vitamin D, calcium and the prevention of breast cancer. Breast Cancer Res Treat. 2010;121(2):469-77.<br> 22. Marques CD, et al. The importance of vitamin D levels in autoimmune diseases. Rev Bras Reumatol. 2010;50(1):67-80.<br> 23. Bischoff-Ferrari HA, et al. Effect of Vitamin D on falls: a meta-analysis. JAMA. 2004,291(16):1999-2006.<br> 24. Institute of Medicine (US) Standing Committee on the Scientific Evaluation of Dietary Reference Intakes. Dietary Reference Intakes for calcium and vitamin D. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Addera D3 Comprimido?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Addera D3 1.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, branco.

Addera D3 5.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, amarelo.

Addera D3 7.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, alaranjado.

Addera D3 10.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, rosa.

Addera D3 50.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, vermelho.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Addera D3 Comprimido

Comprimido revestido

Addera D3 1.000U.I.

Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 5.000U.I.

Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 7.000U.I.

Embalagens contendo 4, 10 ou 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 10.000U.I.

Embalagens contendo 4 ou 10 comprimidos revestidos.

Addera D3 50.000U.I.

Embalagens contendo 4, 6, 8 ou 10 comprimidos revestidos.

Via de administração: oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Addera D3 Comprimido

Registro M.S. nº 1.7817.0028

Farm. Responsável:
Luciana Lopes da Costa
CRF-GO nº 2.757

Registrado por:
Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A.
Rua Bonnard (Green Valley I), n° 980 – Bloco 12- Alphaville Empresarial –
Barueri – SP
CEP 06.465-134
C.N.P.J: 61.082.426/0002-07
Indústria Brasileira





Fabricado por:
Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.
VPR 1 - Quadra 2-A - Módulo 4
Daia - Anápolis - GO
CEP 75132-020



Venda sob prescrição médica.&nbsp;

10000UI, caixa com 4 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Vitaminas E Minerais
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Addera D3 Comprimido, para o que é indicado e para o que serve?

Addera D3 (colecalciferol) é um medicamento a base de vitamina D, indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas. É destinado à prevenção e tratamento auxiliar na desmineralização óssea (retirada dos minerais dos ossos) pré e pós-menopausa, e na prevenção de raquitismo (enfraquecimento dos ossos).

Quais as contraindicações do Addera D3 Comprimido?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para uso por crianças.

Como usar o Addera D3 Comprimido?

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalacia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D.

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica, entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de vitamina D, sempre a critério médico, levando-se em conta os dados de eficácia e segurança.

Longos períodos de uso deste medicamento, somente mediante orientação médica.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Como o Addera D3 Comprimido funciona?

Addera D3&nbsp;atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24 horas.

Quais cuidados devo ter ao usar o Addera D3 Comprimido?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona e betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais da vitamina D recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Addera D3 Comprimido?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Addera D3 Comprimido?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Addera D3 Comprimido?

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;1.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 1.000U.I.) (%IDR: 500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">10,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco) e dióxido de titânio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;5.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 5.000U.I.) (%IDR: 2.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">50,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina laca de alumínio e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;7.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 7.000U.I.) (%IDR: 3.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">70,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina e amarelo crepúsculo.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;10.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 10.000U.I.) (%IDR: 5.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">100,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol), talco, dióxido de titânio, vermelho de eritrosina e amarelo de quinolina.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;50.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 50.000U.I.) (%IDR: 25.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">500,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, corante laca vermelho FD&C nº 40, amarelo crepúsculo e azul brilhante.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Addera D3 Comprimido maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensitividade de vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após de 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação&nbsp;metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500µg/dia (equivalente a 20.000U.I./dia). A administração prolongada de 45µg/dia (equivalente a 1.800U.I./dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Addera D3 Comprimido com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;s-menopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Addera D3 Comprimido com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Addera D3 Comprimido (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2009;53(5):625-33.<br> 13. Mitri J, et al. Effects of vitamin D and calcium supplementation on pancreatic &#x3B2; cell function, insulin sensitivity, and glycemia in adults at high risk of diabetes: the Calcium and Vitamin D for Diabetes Mellitus (CaDDM) randomized controlled trial. Am J Clin Nutr. 2011;94(2):486-94.<br> 14. Sugden JA, et al. Vitamin D improves endothelial function in patients with type 2 diabetes mellitus and low vitamin D levels. Diabet Med. 2008;25(3):320-5.<br> 15. Martini LA, et al. Vitamin D status and the metabolic syndrome. Nutr Rev. 2006;64(11):479-86.<br> 16. Akcam M, et al. Bone mineral density in response to two different regimes in rickets. Indian Pediatr. 2006;43(5):423-7.<br> 17. Hajjar V, et al. Does vitamin D deficiency play a role in the pathogenesis of chronic heart failure? Do supplements improve survival? Cleve Clin J Med. 2010;77(5):290-3. 18. Pfeifer M, et al. Effects of a short-term vitamin D(3) and calcium supplementation on blood pressure and parathyroid hormone levels in elderly women. J Clin Endocrinol Metab. 2001;86(4):1633-7.<br> 19. Kulie T, et al. Vitamin D: an evidence-based review. J Am Board Fam Med. 2009;22(6):698-706.<br> 20. Grant WB, et al. An estimate of cancer mortality rate reductions in Europe and the US with 1,000 IU of oral vitamin D per day. Recent Results Cancer Res. 2007;174:225-34.<br> 21. Chen P, et al. Meta-analysis of vitamin D, calcium and the prevention of breast cancer. Breast Cancer Res Treat. 2010;121(2):469-77.<br> 22. Marques CD, et al. The importance of vitamin D levels in autoimmune diseases. Rev Bras Reumatol. 2010;50(1):67-80.<br> 23. Bischoff-Ferrari HA, et al. Effect of Vitamin D on falls: a meta-analysis. JAMA. 2004,291(16):1999-2006.<br> 24. Institute of Medicine (US) Standing Committee on the Scientific Evaluation of Dietary Reference Intakes. Dietary Reference Intakes for calcium and vitamin D. Washington (DC): National Academies Press (US); 2010.<br> 25. Hathcock JN, et al. Risk assessment for vitamin D. Am J Clin Nutr. 2007;85(1):6-18.<br> 26. Tau C, et al. Twice single doses of 100,000 IU of vitamin D in winter is adequate and safe for prevention of vitamin D deficiency in healthy children from Ushuaia, Tierra Del Fuego, Argentina. J Steroid Biochem Mol Biol. 2007;103(3-5):651-4.<br> 27. Glendenning P, et al. Effects of three monthly oral 150,000 IU cholecalciferol supplementation on falls, mobility and muscle strength in older postmenopausal women: a randomised controlled trial. J Bone Miner Res. 2012;27(1):170-6.<br> 28. Bacon CJ, et al. High-dose oral vitamin D3 supplementation in the elderly. Osteoporos Int. 2009;20(8):1407-15.<br> 29. Holick MF, et al. Evaluation, treatment, and prevention of vitamin D deficiency: an Endocrine Society clinical practice guideline. J Clin Endocrinol Metab. 2011, 96(7):1911&#x2013;30.<br> 30. Bischoff-Ferrari HA, et al. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Addera D3 Comprimido?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Addera D3 1.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, branco.

Addera D3 5.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, amarelo.

Addera D3 7.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, alaranjado.

Addera D3 10.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, rosa.

Addera D3 50.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, vermelho.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Addera D3 Comprimido

Comprimido revestido

Addera D3 1.000U.I.

Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 5.000U.I.

Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 7.000U.I.

Embalagens contendo 4, 10 ou 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 10.000U.I.

Embalagens contendo 4 ou 10 comprimidos revestidos.

Addera D3 50.000U.I.

Embalagens contendo 4, 6, 8 ou 10 comprimidos revestidos.

Via de administração: oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Addera D3 Comprimido

Registro M.S. nº 1.7817.0028

Farm. Responsável:
Luciana Lopes da Costa
CRF-GO nº 2.757

5.000UI, caixa com 30 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Vitaminas E Minerais
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Addera D3 Comprimido, para o que é indicado e para o que serve?

Addera D3 (colecalciferol) é um medicamento a base de vitamina D, indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas. É destinado à prevenção e tratamento auxiliar na desmineralização óssea (retirada dos minerais dos ossos) pré e pós-menopausa, e na prevenção de raquitismo (enfraquecimento dos ossos).

Quais as contraindicações do Addera D3 Comprimido?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para uso por crianças.

Como usar o Addera D3 Comprimido?

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalacia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D.

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica, entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de vitamina D, sempre a critério médico, levando-se em conta os dados de eficácia e segurança.

Longos períodos de uso deste medicamento, somente mediante orientação médica.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Como o Addera D3 Comprimido funciona?

Addera D3&nbsp;atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24 horas.

Quais cuidados devo ter ao usar o Addera D3 Comprimido?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona e betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais da vitamina D recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Addera D3 Comprimido?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Addera D3 Comprimido?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Addera D3 Comprimido?

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;1.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 1.000U.I.) (%IDR: 500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">10,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco) e dióxido de titânio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;5.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 5.000U.I.) (%IDR: 2.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">50,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina laca de alumínio e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;7.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 7.000U.I.) (%IDR: 3.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">70,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina e amarelo crepúsculo.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;10.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 10.000U.I.) (%IDR: 5.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">100,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol), talco, dióxido de titânio, vermelho de eritrosina e amarelo de quinolina.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;50.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 50.000U.I.) (%IDR: 25.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">500,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, corante laca vermelho FD&C nº 40, amarelo crepúsculo e azul brilhante.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Addera D3 Comprimido maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensitividade de vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após de 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação&nbsp;metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500µg/dia (equivalente a 20.000U.I./dia). A administração prolongada de 45µg/dia (equivalente a 1.800U.I./dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Addera D3 Comprimido com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;s-menopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Addera D3 Comprimido com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Addera D3 Comprimido (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. 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J Bone Miner Res. 2004;19(3):370-8.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>C&#xE1;psula / Comprimido / Gotas</h3> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) atua regulando positivamente a homeostasia do c&#xE1;lcio. &#xC9; essencial para promover a absor&#xE7;&#xE3;o e utiliza&#xE7;&#xE3;o de c&#xE1;lcio e fosfato, e para calcifica&#xE7;&#xE3;o adequada dos ossos.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D), o paratorm&#xF4;nio e a calcitonina s&#xE3;o os principais reguladores da concentra&#xE7;&#xE3;o de c&#xE1;lcio no plasma. O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Addera D3 Comprimido?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Addera D3 1.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, branco.

Addera D3 5.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, amarelo.

Addera D3 7.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, alaranjado.

Addera D3 10.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, rosa.

Addera D3 50.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, vermelho.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Addera D3 Comprimido

Comprimido revestido

Addera D3 1.000U.I.

Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 5.000U.I.

Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 7.000U.I.

Embalagens contendo 4, 10 ou 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 10.000U.I.

Embalagens contendo 4 ou 10 comprimidos revestidos.

Addera D3 50.000U.I.

Embalagens contendo 4, 6, 8 ou 10 comprimidos revestidos.

Via de administração: oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Addera D3 Comprimido

Registro M.S. nº 1.7817.0028

Farm. Responsável:
Luciana Lopes da Costa
CRF-GO nº 2.757

Registrado por:
Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A.
Rua Bonnard (Green Valley I), n° 980 – Bloco 12- Alphaville Empresarial –
Barueri – SP
CEP 06.465-134
C.N.P.J: 61.082.426/0002-07
Indústria Brasileira





Fabricado por:
Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.
VPR 1 - Quadra 2-A - Módulo 4
Daia - Anápolis - GO
CEP 75132-020



Venda sob prescrição médica.&nbsp;

50000UI, caixa com 10 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Vitaminas E Minerais
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Addera D3 Comprimido, para o que é indicado e para o que serve?

Addera D3 (colecalciferol) é um medicamento a base de vitamina D, indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas. É destinado à prevenção e tratamento auxiliar na desmineralização óssea (retirada dos minerais dos ossos) pré e pós-menopausa, e na prevenção de raquitismo (enfraquecimento dos ossos).

Quais as contraindicações do Addera D3 Comprimido?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para uso por crianças.

Como usar o Addera D3 Comprimido?

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalacia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D.

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica, entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de vitamina D, sempre a critério médico, levando-se em conta os dados de eficácia e segurança.

Longos períodos de uso deste medicamento, somente mediante orientação médica.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Como o Addera D3 Comprimido funciona?

Addera D3&nbsp;atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24 horas.

Quais cuidados devo ter ao usar o Addera D3 Comprimido?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona e betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais da vitamina D recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Addera D3 Comprimido?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Addera D3 Comprimido?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Addera D3 Comprimido?

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;1.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 1.000U.I.) (%IDR: 500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">10,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco) e dióxido de titânio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;5.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 5.000U.I.) (%IDR: 2.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">50,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina laca de alumínio e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;7.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 7.000U.I.) (%IDR: 3.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">70,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina e amarelo crepúsculo.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;10.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 10.000U.I.) (%IDR: 5.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">100,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol), talco, dióxido de titânio, vermelho de eritrosina e amarelo de quinolina.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;50.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 50.000U.I.) (%IDR: 25.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">500,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, corante laca vermelho FD&C nº 40, amarelo crepúsculo e azul brilhante.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Addera D3 Comprimido maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensitividade de vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após de 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação&nbsp;metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500µg/dia (equivalente a 20.000U.I./dia). A administração prolongada de 45µg/dia (equivalente a 1.800U.I./dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Addera D3 Comprimido com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;s-menopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Addera D3 Comprimido com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Addera D3 Comprimido (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Addera D3 Comprimido?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Addera D3 1.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, branco.

Addera D3 5.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, amarelo.

Addera D3 7.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, alaranjado.

Addera D3 10.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, rosa.

Addera D3 50.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, vermelho.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Addera D3 Comprimido

Comprimido revestido

Addera D3 1.000U.I.

Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 5.000U.I.

Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 7.000U.I.

Embalagens contendo 4, 10 ou 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 10.000U.I.

Embalagens contendo 4 ou 10 comprimidos revestidos.

Addera D3 50.000U.I.

Embalagens contendo 4, 6, 8 ou 10 comprimidos revestidos.

Via de administração: oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Addera D3 Comprimido

Registro M.S. nº 1.7817.0028

Farm. Responsável:
Luciana Lopes da Costa
CRF-GO nº 2.757

Registrado por:
Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A.
Rua Bonnard (Green Valley I), n° 980 – Bloco 12- Alphaville Empresarial –
Barueri – SP
CEP 06.465-134
C.N.P.J: 61.082.426/0002-07
Indústria Brasileira





Fabricado por:
Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.
VPR 1 - Quadra 2-A - Módulo 4
Daia - Anápolis - GO
CEP 75132-020



Venda sob prescrição médica.&nbsp;

50.000UI, caixa com 8 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Vitaminas E Minerais
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Addera D3 Comprimido, para o que é indicado e para o que serve?

Addera D3 (colecalciferol) é um medicamento a base de vitamina D, indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas. É destinado à prevenção e tratamento auxiliar na desmineralização óssea (retirada dos minerais dos ossos) pré e pós-menopausa, e na prevenção de raquitismo (enfraquecimento dos ossos).

Quais as contraindicações do Addera D3 Comprimido?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para uso por crianças.

Como usar o Addera D3 Comprimido?

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalacia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D.

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica, entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de vitamina D, sempre a critério médico, levando-se em conta os dados de eficácia e segurança.

Longos períodos de uso deste medicamento, somente mediante orientação médica.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Como o Addera D3 Comprimido funciona?

Addera D3&nbsp;atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24 horas.

Quais cuidados devo ter ao usar o Addera D3 Comprimido?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona e betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais da vitamina D recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Addera D3 Comprimido?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Addera D3 Comprimido?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Addera D3 Comprimido?

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;1.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 1.000U.I.) (%IDR: 500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">10,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco) e dióxido de titânio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;5.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 5.000U.I.) (%IDR: 2.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">50,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina laca de alumínio e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;7.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 7.000U.I.) (%IDR: 3.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">70,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina e amarelo crepúsculo.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;10.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 10.000U.I.) (%IDR: 5.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">100,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol), talco, dióxido de titânio, vermelho de eritrosina e amarelo de quinolina.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;50.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 50.000U.I.) (%IDR: 25.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">500,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, corante laca vermelho FD&C nº 40, amarelo crepúsculo e azul brilhante.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Addera D3 Comprimido maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensitividade de vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após de 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação&nbsp;metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500µg/dia (equivalente a 20.000U.I./dia). A administração prolongada de 45µg/dia (equivalente a 1.800U.I./dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Addera D3 Comprimido com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;s-menopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Addera D3 Comprimido com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Addera D3 Comprimido (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Addera D3 Comprimido?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Addera D3 1.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, branco.

Addera D3 5.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, amarelo.

Addera D3 7.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, alaranjado.

Addera D3 10.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, rosa.

Addera D3 50.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, vermelho.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Addera D3 Comprimido

Comprimido revestido

Addera D3 1.000U.I.

Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 5.000U.I.

Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 7.000U.I.

Embalagens contendo 4, 10 ou 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 10.000U.I.

Embalagens contendo 4 ou 10 comprimidos revestidos.

Addera D3 50.000U.I.

Embalagens contendo 4, 6, 8 ou 10 comprimidos revestidos.

Via de administração: oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Addera D3 Comprimido

Registro M.S. nº 1.7817.0028

Farm. Responsável:
Luciana Lopes da Costa
CRF-GO nº 2.757

Registrado por:
Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A.
Rua Bonnard (Green Valley I), n° 980 – Bloco 12- Alphaville Empresarial –
Barueri – SP
CEP 06.465-134
C.N.P.J: 61.082.426/0002-07
Indústria Brasileira





Fabricado por:
Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.
VPR 1 - Quadra 2-A - Módulo 4
Daia - Anápolis - GO
CEP 75132-020



Venda sob prescrição médica.&nbsp;

50.000UI, caixa com 6 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Vitaminas E Minerais
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Addera D3 Comprimido, para o que é indicado e para o que serve?

Addera D3 (colecalciferol) é um medicamento a base de vitamina D, indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas. É destinado à prevenção e tratamento auxiliar na desmineralização óssea (retirada dos minerais dos ossos) pré e pós-menopausa, e na prevenção de raquitismo (enfraquecimento dos ossos).

Quais as contraindicações do Addera D3 Comprimido?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para uso por crianças.

Como usar o Addera D3 Comprimido?

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalacia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D.

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica, entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de vitamina D, sempre a critério médico, levando-se em conta os dados de eficácia e segurança.

Longos períodos de uso deste medicamento, somente mediante orientação médica.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Como o Addera D3 Comprimido funciona?

Addera D3&nbsp;atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24 horas.

Quais cuidados devo ter ao usar o Addera D3 Comprimido?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona e betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais da vitamina D recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Addera D3 Comprimido?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Addera D3 Comprimido?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Addera D3 Comprimido?

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;1.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 1.000U.I.) (%IDR: 500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">10,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco) e dióxido de titânio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;5.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 5.000U.I.) (%IDR: 2.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">50,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina laca de alumínio e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;7.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 7.000U.I.) (%IDR: 3.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">70,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina e amarelo crepúsculo.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;10.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 10.000U.I.) (%IDR: 5.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">100,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol), talco, dióxido de titânio, vermelho de eritrosina e amarelo de quinolina.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;50.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 50.000U.I.) (%IDR: 25.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">500,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, corante laca vermelho FD&C nº 40, amarelo crepúsculo e azul brilhante.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Addera D3 Comprimido maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensitividade de vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após de 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação&nbsp;metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500µg/dia (equivalente a 20.000U.I./dia). A administração prolongada de 45µg/dia (equivalente a 1.800U.I./dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Addera D3 Comprimido com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;s-menopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Addera D3 Comprimido com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Addera D3 Comprimido (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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Effects of a short-term vitamin D(3) and calcium supplementation on blood pressure and parathyroid hormone levels in elderly women. J Clin Endocrinol Metab. 2001;86(4):1633-7.<br> 19. Kulie T, et al. Vitamin D: an evidence-based review. J Am Board Fam Med. 2009;22(6):698-706.<br> 20. Grant WB, et al. An estimate of cancer mortality rate reductions in Europe and the US with 1,000 IU of oral vitamin D per day. Recent Results Cancer Res. 2007;174:225-34.<br> 21. Chen P, et al. Meta-analysis of vitamin D, calcium and the prevention of breast cancer. Breast Cancer Res Treat. 2010;121(2):469-77.<br> 22. Marques CD, et al. The importance of vitamin D levels in autoimmune diseases. Rev Bras Reumatol. 2010;50(1):67-80.<br> 23. Bischoff-Ferrari HA, et al. Effect of Vitamin D on falls: a meta-analysis. JAMA. 2004,291(16):1999-2006.<br> 24. Institute of Medicine (US) Standing Committee on the Scientific Evaluation of Dietary Reference Intakes. Dietary Reference Intakes for calcium and vitamin D. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Addera D3 Comprimido?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Addera D3 1.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, branco.

Addera D3 5.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, amarelo.

Addera D3 7.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, alaranjado.

Addera D3 10.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, rosa.

Addera D3 50.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, vermelho.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Addera D3 Comprimido

Comprimido revestido

Addera D3 1.000U.I.

Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 5.000U.I.

Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 7.000U.I.

Embalagens contendo 4, 10 ou 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 10.000U.I.

Embalagens contendo 4 ou 10 comprimidos revestidos.

Addera D3 50.000U.I.

Embalagens contendo 4, 6, 8 ou 10 comprimidos revestidos.

Via de administração: oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Addera D3 Comprimido

Registro M.S. nº 1.7817.0028

Farm. Responsável:
Luciana Lopes da Costa
CRF-GO nº 2.757

Registrado por:
Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A.
Rua Bonnard (Green Valley I), n° 980 – Bloco 12- Alphaville Empresarial –
Barueri – SP
CEP 06.465-134
C.N.P.J: 61.082.426/0002-07
Indústria Brasileira





Fabricado por:
Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.
VPR 1 - Quadra 2-A - Módulo 4
Daia - Anápolis - GO
CEP 75132-020



Venda sob prescrição médica.&nbsp;

50000UI, caixa com 2 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Vitaminas E Minerais
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Addera D3 Comprimido, para o que é indicado e para o que serve?

Addera D3 (colecalciferol) é um medicamento a base de vitamina D, indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas. É destinado à prevenção e tratamento auxiliar na desmineralização óssea (retirada dos minerais dos ossos) pré e pós-menopausa, e na prevenção de raquitismo (enfraquecimento dos ossos).

Quais as contraindicações do Addera D3 Comprimido?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para uso por crianças.

Como usar o Addera D3 Comprimido?

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalacia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D.

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica, entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de vitamina D, sempre a critério médico, levando-se em conta os dados de eficácia e segurança.

Longos períodos de uso deste medicamento, somente mediante orientação médica.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Como o Addera D3 Comprimido funciona?

Addera D3&nbsp;atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24 horas.

Quais cuidados devo ter ao usar o Addera D3 Comprimido?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona e betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais da vitamina D recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Addera D3 Comprimido?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Addera D3 Comprimido?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Addera D3 Comprimido?

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;1.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 1.000U.I.) (%IDR: 500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">10,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco) e dióxido de titânio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;5.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 5.000U.I.) (%IDR: 2.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">50,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina laca de alumínio e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;7.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 7.000U.I.) (%IDR: 3.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">70,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina e amarelo crepúsculo.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;10.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 10.000U.I.) (%IDR: 5.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">100,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol), talco, dióxido de titânio, vermelho de eritrosina e amarelo de quinolina.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;50.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 50.000U.I.) (%IDR: 25.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">500,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, corante laca vermelho FD&C nº 40, amarelo crepúsculo e azul brilhante.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Addera D3 Comprimido maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensitividade de vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após de 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação&nbsp;metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500µg/dia (equivalente a 20.000U.I./dia). A administração prolongada de 45µg/dia (equivalente a 1.800U.I./dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Addera D3 Comprimido com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;s-menopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Addera D3 Comprimido com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Addera D3 Comprimido (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

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Addera D3 7.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, alaranjado.

Addera D3 10.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, rosa.

Addera D3 50.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, vermelho.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Addera D3 Comprimido

Comprimido revestido

Addera D3 1.000U.I.

Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 5.000U.I.

Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 7.000U.I.

Embalagens contendo 4, 10 ou 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 10.000U.I.

Embalagens contendo 4 ou 10 comprimidos revestidos.

Addera D3 50.000U.I.

Embalagens contendo 4, 6, 8 ou 10 comprimidos revestidos.

Via de administração: oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Addera D3 Comprimido

Registro M.S. nº 1.7817.0028

Farm. Responsável:
Luciana Lopes da Costa
CRF-GO nº 2.757

Registrado por:
Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A.
Rua Bonnard (Green Valley I), n° 980 – Bloco 12- Alphaville Empresarial –
Barueri – SP
CEP 06.465-134
C.N.P.J: 61.082.426/0002-07
Indústria Brasileira





Fabricado por:
Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.
VPR 1 - Quadra 2-A - Módulo 4
Daia - Anápolis - GO
CEP 75132-020



Venda sob prescrição médica.&nbsp;

2.000UI, caixa com 30 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Vitaminas E Minerais
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Addera D3 Comprimido, para o que é indicado e para o que serve?

Addera D3 (colecalciferol) é um medicamento a base de vitamina D, indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas. É destinado à prevenção e tratamento auxiliar na desmineralização óssea (retirada dos minerais dos ossos) pré e pós-menopausa, e na prevenção de raquitismo (enfraquecimento dos ossos).

Quais as contraindicações do Addera D3 Comprimido?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para uso por crianças.

Como usar o Addera D3 Comprimido?

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalacia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D.

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica, entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de vitamina D, sempre a critério médico, levando-se em conta os dados de eficácia e segurança.

Longos períodos de uso deste medicamento, somente mediante orientação médica.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Como o Addera D3 Comprimido funciona?

Addera D3&nbsp;atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24 horas.

Quais cuidados devo ter ao usar o Addera D3 Comprimido?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona e betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais da vitamina D recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Addera D3 Comprimido?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Addera D3 Comprimido?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Addera D3 Comprimido?

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;1.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 1.000U.I.) (%IDR: 500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">10,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco) e dióxido de titânio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;5.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 5.000U.I.) (%IDR: 2.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">50,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina laca de alumínio e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;7.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 7.000U.I.) (%IDR: 3.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">70,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina e amarelo crepúsculo.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;10.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 10.000U.I.) (%IDR: 5.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">100,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol), talco, dióxido de titânio, vermelho de eritrosina e amarelo de quinolina.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;50.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 50.000U.I.) (%IDR: 25.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">500,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, corante laca vermelho FD&C nº 40, amarelo crepúsculo e azul brilhante.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Addera D3 Comprimido maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensitividade de vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após de 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação&nbsp;metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500µg/dia (equivalente a 20.000U.I./dia). A administração prolongada de 45µg/dia (equivalente a 1.800U.I./dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Addera D3 Comprimido com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;s-menopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Addera D3 Comprimido com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Addera D3 Comprimido (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Addera D3 Comprimido?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Addera D3 1.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, branco.

Addera D3 5.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, amarelo.

Addera D3 7.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, alaranjado.

Addera D3 10.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, rosa.

Addera D3 50.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, vermelho.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Addera D3 Comprimido

Comprimido revestido

Addera D3 1.000U.I.

Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 5.000U.I.

Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 7.000U.I.

Embalagens contendo 4, 10 ou 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 10.000U.I.

Embalagens contendo 4 ou 10 comprimidos revestidos.

Addera D3 50.000U.I.

Embalagens contendo 4, 6, 8 ou 10 comprimidos revestidos.

Via de administração: oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Addera D3 Comprimido

Registro M.S. nº 1.7817.0028

Farm. Responsável:
Luciana Lopes da Costa
CRF-GO nº 2.757

Registrado por:
Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A.
Rua Bonnard (Green Valley I), n° 980 – Bloco 12- Alphaville Empresarial –
Barueri – SP
CEP 06.465-134
C.N.P.J: 61.082.426/0002-07
Indústria Brasileira





Fabricado por:
Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.
VPR 1 - Quadra 2-A - Módulo 4
Daia - Anápolis - GO
CEP 75132-020



Venda sob prescrição médica.&nbsp;

1.000UI, caixa com 90 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Vitaminas E Minerais
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Addera D3 Comprimido, para o que é indicado e para o que serve?

Addera D3 (colecalciferol) é um medicamento a base de vitamina D, indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas. É destinado à prevenção e tratamento auxiliar na desmineralização óssea (retirada dos minerais dos ossos) pré e pós-menopausa, e na prevenção de raquitismo (enfraquecimento dos ossos).

Quais as contraindicações do Addera D3 Comprimido?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para uso por crianças.

Como usar o Addera D3 Comprimido?

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalacia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D.

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica, entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de vitamina D, sempre a critério médico, levando-se em conta os dados de eficácia e segurança.

Longos períodos de uso deste medicamento, somente mediante orientação médica.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Como o Addera D3 Comprimido funciona?

Addera D3&nbsp;atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24 horas.

Quais cuidados devo ter ao usar o Addera D3 Comprimido?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona e betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais da vitamina D recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Addera D3 Comprimido?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Addera D3 Comprimido?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Addera D3 Comprimido?

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;1.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 1.000U.I.) (%IDR: 500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">10,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco) e dióxido de titânio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;5.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 5.000U.I.) (%IDR: 2.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">50,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina laca de alumínio e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;7.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 7.000U.I.) (%IDR: 3.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">70,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina e amarelo crepúsculo.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;10.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 10.000U.I.) (%IDR: 5.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">100,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol), talco, dióxido de titânio, vermelho de eritrosina e amarelo de quinolina.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;50.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 50.000U.I.) (%IDR: 25.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">500,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, corante laca vermelho FD&C nº 40, amarelo crepúsculo e azul brilhante.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Addera D3 Comprimido maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensitividade de vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após de 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação&nbsp;metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500µg/dia (equivalente a 20.000U.I./dia). A administração prolongada de 45µg/dia (equivalente a 1.800U.I./dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Addera D3 Comprimido com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;s-menopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Addera D3 Comprimido com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Addera D3 Comprimido (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Addera D3 Comprimido?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Addera D3 1.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, branco.

Addera D3 5.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, amarelo.

Addera D3 7.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, alaranjado.

Addera D3 10.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, rosa.

Addera D3 50.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, vermelho.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Addera D3 Comprimido

Comprimido revestido

Addera D3 1.000U.I.

Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 5.000U.I.

Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 7.000U.I.

Embalagens contendo 4, 10 ou 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 10.000U.I.

Embalagens contendo 4 ou 10 comprimidos revestidos.

Addera D3 50.000U.I.

Embalagens contendo 4, 6, 8 ou 10 comprimidos revestidos.

Via de administração: oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Addera D3 Comprimido

Registro M.S. nº 1.7817.0028

2.000UI, caixa com 90 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Vitaminas E Minerais
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Addera D3 Comprimido, para o que é indicado e para o que serve?

Addera D3 (colecalciferol) é um medicamento a base de vitamina D, indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas. É destinado à prevenção e tratamento auxiliar na desmineralização óssea (retirada dos minerais dos ossos) pré e pós-menopausa, e na prevenção de raquitismo (enfraquecimento dos ossos).

Quais as contraindicações do Addera D3 Comprimido?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para uso por crianças.

Como usar o Addera D3 Comprimido?

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalacia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D.

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica, entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de vitamina D, sempre a critério médico, levando-se em conta os dados de eficácia e segurança.

Longos períodos de uso deste medicamento, somente mediante orientação médica.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Como o Addera D3 Comprimido funciona?

Addera D3&nbsp;atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24 horas.

Quais cuidados devo ter ao usar o Addera D3 Comprimido?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona e betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais da vitamina D recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Addera D3 Comprimido?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Addera D3 Comprimido?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Addera D3 Comprimido?

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;1.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 1.000U.I.) (%IDR: 500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">10,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco) e dióxido de titânio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;5.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 5.000U.I.) (%IDR: 2.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">50,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina laca de alumínio e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;7.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 7.000U.I.) (%IDR: 3.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">70,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina e amarelo crepúsculo.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;10.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 10.000U.I.) (%IDR: 5.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">100,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol), talco, dióxido de titânio, vermelho de eritrosina e amarelo de quinolina.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;50.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 50.000U.I.) (%IDR: 25.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">500,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, corante laca vermelho FD&C nº 40, amarelo crepúsculo e azul brilhante.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Addera D3 Comprimido maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensitividade de vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após de 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação&nbsp;metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500µg/dia (equivalente a 20.000U.I./dia). A administração prolongada de 45µg/dia (equivalente a 1.800U.I./dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Addera D3 Comprimido com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;s-menopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Addera D3 Comprimido com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Addera D3 Comprimido (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. 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J Bone Miner Res. 2004;19(3):370-8.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>C&#xE1;psula / Comprimido / Gotas</h3> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) atua regulando positivamente a homeostasia do c&#xE1;lcio. &#xC9; essencial para promover a absor&#xE7;&#xE3;o e utiliza&#xE7;&#xE3;o de c&#xE1;lcio e fosfato, e para calcifica&#xE7;&#xE3;o adequada dos ossos.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D), o paratorm&#xF4;nio e a calcitonina s&#xE3;o os principais reguladores da concentra&#xE7;&#xE3;o de c&#xE1;lcio no plasma. O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Addera D3 Comprimido?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Addera D3 1.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, branco.

Addera D3 5.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, amarelo.

Addera D3 7.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, alaranjado.

Addera D3 10.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, rosa.

Addera D3 50.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, vermelho.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Addera D3 Comprimido

Comprimido revestido

Addera D3 1.000U.I.

Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 5.000U.I.

Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 7.000U.I.

Embalagens contendo 4, 10 ou 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 10.000U.I.

Embalagens contendo 4 ou 10 comprimidos revestidos.

Addera D3 50.000U.I.

Embalagens contendo 4, 6, 8 ou 10 comprimidos revestidos.

Via de administração: oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Addera D3 Comprimido

Registro M.S. nº 1.7817.0028

Farm. Responsável:
Luciana Lopes da Costa
CRF-GO nº 2.757

Registrado por:
Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A.
Rua Bonnard (Green Valley I), n° 980 – Bloco 12- Alphaville Empresarial –
Barueri – SP
CEP 06.465-134
C.N.P.J: 61.082.426/0002-07
Indústria Brasileira





Fabricado por:
Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.
VPR 1 - Quadra 2-A - Módulo 4
Daia - Anápolis - GO
CEP 75132-020



Venda sob prescrição médica.&nbsp;

4000UI, caixa com 4 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Vitaminas E Minerais
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Addera D3 Comprimido, para o que é indicado e para o que serve?

Addera D3 (colecalciferol) é um medicamento a base de vitamina D, indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas. É destinado à prevenção e tratamento auxiliar na desmineralização óssea (retirada dos minerais dos ossos) pré e pós-menopausa, e na prevenção de raquitismo (enfraquecimento dos ossos).

Quais as contraindicações do Addera D3 Comprimido?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para uso por crianças.

Como usar o Addera D3 Comprimido?

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalacia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D.

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica, entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de vitamina D, sempre a critério médico, levando-se em conta os dados de eficácia e segurança.

Longos períodos de uso deste medicamento, somente mediante orientação médica.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Como o Addera D3 Comprimido funciona?

Addera D3&nbsp;atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24 horas.

Quais cuidados devo ter ao usar o Addera D3 Comprimido?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona e betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais da vitamina D recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Addera D3 Comprimido?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Addera D3 Comprimido?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Addera D3 Comprimido?

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;1.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 1.000U.I.) (%IDR: 500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">10,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco) e dióxido de titânio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;5.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 5.000U.I.) (%IDR: 2.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">50,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina laca de alumínio e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;7.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 7.000U.I.) (%IDR: 3.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">70,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina e amarelo crepúsculo.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;10.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 10.000U.I.) (%IDR: 5.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">100,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol), talco, dióxido de titânio, vermelho de eritrosina e amarelo de quinolina.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;50.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 50.000U.I.) (%IDR: 25.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">500,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, corante laca vermelho FD&C nº 40, amarelo crepúsculo e azul brilhante.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Addera D3 Comprimido maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensitividade de vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após de 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação&nbsp;metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500µg/dia (equivalente a 20.000U.I./dia). A administração prolongada de 45µg/dia (equivalente a 1.800U.I./dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Addera D3 Comprimido com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;s-menopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Addera D3 Comprimido com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Addera D3 Comprimido (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. Menezes Filho HC, et al. Raquitismos e metabolismo &#xF3;sseo. Pediatria (S&#xE3;o Paulo) 2008;30(1):41-55.<br> 7. Adams JS, et al. Resolution of vitamin D insufficiency in osteopenic patients results in rapid recovery of bone mineral density. J Clin Endocrinol Metab. 1999;84(8):2729-30.<br> 8. Holick M. Ressurection of vitamin D deficiency and rickets. J Clin Invest. 2006;116(8):2062-72.<br> 9. Aljabri KS, et al. Glycemic changes after vitamin D supplementation in patients with type 1 diabetes mellitus and vitamin D deficiency. Ann Saudi Med. 2010;30(6):454-8.<br> 10. Pittas AG, et al. The role of vitamin D and calcium in type 2 diabetes: a systematic review and meta analysis. J Clin Endocrinol Metab. 2007;92(6):2017-29.<br> 11. Rudnicki PM, et al. Effect of 1,25-dihydroxycholecalciferol on glucose metabolism in gestational diabetes mellitus. Diabetologia. 1997;40(1):40-4.<br> 12. Schuch NJ, et al. Vitamina D e doen&#xE7;as endocrinometab&#xF3;licas. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Addera D3 Comprimido?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Addera D3 1.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, branco.

Addera D3 5.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, amarelo.

Addera D3 7.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, alaranjado.

Addera D3 10.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, rosa.

Addera D3 50.000U.I.

Apresenta-se como comprimido revestido, oblongo, semiabaulado, vermelho.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Addera D3 Comprimido

Comprimido revestido

Addera D3 1.000U.I.

Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 5.000U.I.

Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 7.000U.I.

Embalagens contendo 4, 10 ou 30 comprimidos revestidos.

Addera D3 10.000U.I.

Embalagens contendo 4 ou 10 comprimidos revestidos.

Addera D3 50.000U.I.

Embalagens contendo 4, 6, 8 ou 10 comprimidos revestidos.

Via de administração: oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Addera D3 Comprimido

Registro M.S. nº 1.7817.0028

4000UI, caixa com 30 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Vitaminas E Minerais
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Addera D3 Comprimido, para o que é indicado e para o que serve?

Addera D3 (colecalciferol) é um medicamento a base de vitamina D, indicado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas. É destinado à prevenção e tratamento auxiliar na desmineralização óssea (retirada dos minerais dos ossos) pré e pós-menopausa, e na prevenção de raquitismo (enfraquecimento dos ossos).

Quais as contraindicações do Addera D3 Comprimido?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de vitamina D), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má-formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para uso por crianças.

Como usar o Addera D3 Comprimido?

Uso oral.

No tratamento auxiliar da desmineralização óssea pré e pós-menopausa, do raquitismo, da osteomalacia, da osteoporose e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina D.

Adultos

A dosagem varia em uma faixa terapêutica, entre 1.000U.I. a 50.000U.I., dependendo da patologia e do nível sérico de vitamina D, sempre a critério médico, levando-se em conta os dados de eficácia e segurança.

Longos períodos de uso deste medicamento, somente mediante orientação médica.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Como o Addera D3 Comprimido funciona?

Addera D3&nbsp;atua regulando positivamente o processamento e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato, e para a calcificação normal dos ossos.

O início da ação da vitamina D após a ingestão de uma dose ocorre entre o período de 10 a 24 horas.

Quais cuidados devo ter ao usar o Addera D3 Comprimido?

Pacientes com arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), insuficiência cardíaca, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue) e insuficiência renal (condição na qual os rins apresentam atividade abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração da vitamina D. Em caso de hipervitaminose D, recomenda-se administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquidos e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona e betametasona).

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não existem restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos, uma vez que não têm sido relatados problemas com a ingestão das quantidades normais da vitamina D recomendadas para idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de vitamina D do que os adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Addera D3 Comprimido?

A vitamina D quando ingerida em quantidade excessiva pode ser tóxica. Doses diárias de 10.000U.I. a 20.000U.I. em crianças e 60.000U.I. em adultos podem provocar sintomas tóxicos como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), além de vômitos, dores abdominais, sede em demasia, urina em excesso, diarreia e eventual desidratação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Addera D3 Comprimido?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Addera D3 Comprimido?

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;1.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 1.000U.I.) (%IDR: 500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">10,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco) e dióxido de titânio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;5.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 5.000U.I.) (%IDR: 2.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">50,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina laca de alumínio e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;7.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 7.000U.I.) (%IDR: 3.500%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">70,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, amarelo de quinolina e amarelo crepúsculo.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;10.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 10.000U.I.) (%IDR: 5.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">100,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol), talco, dióxido de titânio, vermelho de eritrosina e amarelo de quinolina.

Cada comprimido revestido de Addera D3&nbsp;50.000U.I contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Colecalciferol (equivalente a 50.000U.I.) (%IDR: 25.000%)</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">500,00mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:215px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose monoidratada, estearato de magnésio, Opadry® II (álcool polivinílico, macrogol, talco), dióxido de titânio, corante laca vermelho FD&C nº 40, amarelo crepúsculo e azul brilhante.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Addera D3 Comprimido maior do que a recomendada?

Na ocorrência de superdosagem, a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte. Doses excessivas de vitamina D podem resultar em sinais e sintomas similares à hipercalcemia idiopática, a qual pode ser causada pela hipersensitividade de vitamina D.

Sintomas, os quais aparecem após de 1 a 3 meses de ingestão da dose acima da recomendada, incluem a hipotonia, anorexia, irritabilidade, constipação, polidipsia, poliúria. Hipercalcemia e hipercalciúria são notadas. Estenose valvular aórtica, vômitos, hipertensão, retinopatia e embaçamento da córnea e da conjuntiva podem ocorrer.

Proteinúria pode estar presente e, se com contínuas doses excessivas, danos renais com calcificação&nbsp;metastática. Radiografias de ossos longos revelam calcificação metastática e osteopetrose generalizada.

A calcificação metastática ocorre também em nefrite crônica, hiperparatireoidismo e hipercalcemia idiopática. Estas condições, particularmente as duas últimas, são acompanhadas por hipercalcemia.

A toxicidade pode ser manifestada com o uso contínuo, por semanas, de doses acima de 500µg/dia (equivalente a 20.000U.I./dia). A administração prolongada de 45µg/dia (equivalente a 1.800U.I./dia) pode ser tóxica, com sintomas de náuseas, diarreia, perda de peso, poliúria, noctúria, calcificação dos tecidos moles, incluindo coração, túbulos renais, veias, brônquios e estômago.

Quando os sintomas acima citados aparecerem, a ingestão de vitamina D e de cálcio deve ser interrompida. Crianças gravemente afetadas pela alta ingestão de vitamina D podem ser tratadas com hidróxido de alumínio (via oral).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Addera D3 Comprimido com outros remédios?

Informe seu médico caso você utilize antiácidos que contenham magnésio, pois o uso concomitante com vitamina D pode resultar em hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue). Não se recomenda o uso simultâneo de vitamina D e calcifediol, devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico.

Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, clortalidona), quando usados concomitantemente com vitamina D, aumentam o risco de hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) e as que contêm fósforo, também em doses elevadas, aumentam o potencial de risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue).

O uso concomitante à fosfenitoína, fenobarbital ou fenitoína pode ocasionar redução da atividade da vitamina D.

As substâncias colestiramina e colestipol podem reduzir a absorção de vitaminas lipossolúveis.

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

As alterações em testes laboratoriais descritas em decorrência do uso da vitamina D são:

  • <li>Altera&#xE7;&#xF5;es end&#xF3;crinas e metab&#xF3;licas: a toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose/insufici&#xEA;ncia renal (dep&#xF3;sito de c&#xE1;lcio no rim), <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c" target="_blank">press&#xE3;o alta</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/psicose/" rel="noopener" target="_blank">psicose</a> podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento; doses relativamente baixas podem produzir toxicidade em crian&#xE7;as pequenas hipersens&#xED;veis. A hipervitaminose D &#xE9; revers&#xED;vel com a descontinua&#xE7;&#xE3;o do tratamento ao menos que ocorra dano renal grave;</li> <li>Anormalidades das gorduras do sangue: efeitos dislipid&#xEA;micos (altera&#xE7;&#xE3;o do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redu&#xE7;&#xE3;o do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, t&#xEA;m sido observados quando as vitaminas s&#xE3;o administradas isoladas em mulheres p&#xF3;s-menopausadas.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Addera D3 Comprimido com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Addera D3 Comprimido (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenc