Cosmed Doril DC 500

500mg + 65mg, blíster com 4 comprimidos

Princípio ativo
:
Dipirona + Cafeína
Classe Terapêutica
:
Analgésicos Não Narcóticos e Antipiréticos Isentos de Prescrição
Requer Receita
:
Não
Tipo de prescrição
:
Isento de Prescrição Médica
Categoria
:
Analgésico E Antitérmico
Especialidade
:
Clínica Médica e Neurologia

Bula do medicamento

Doril DC 500, para o que é indicado e para o que serve?

Este medicamento é destinado como analgésico especialmente para o tratamento de dores de cabeça e enxaqueca.

Quais as contraindicações do Doril DC 500?

Contraindicado para pacientes com hipersensibilidade conhecida a qualquer componente da fórmula do produto.

Este medicamento é contraindicado para pacientes que apresentam problemas renais (nos rins), no coração, nos vasos sanguíneos, no fígado e problemas específicos no sangue tais como agranulocitopenia (diminuição dos glóbulos brancos) e a deficiência genética da enzima glicose -6- fosfato desidrogenase.

Também está contraindicado nos casos de hipersensibilidade aos derivados pirazolônicos (como a fenilbutazona) ou ao ácido acetilsalicílico, particularmente, naqueles pacientes nos quais o ácido acetilsalicílico acarreta crises de asma, urticária, coceira ou rinite aguda; história de agranulocitose (problemas específicos no sangue) independente da origem; porfiria (doença congênita caracterizada por coloração arroxeada nos fluídos corporais durante os ataques).

Pacientes com presença de úlcera gastroduodenal não devem fazer uso deste medicamento.

Este medicamento é contraindicado nos três primeiros meses de gravidez e após esse período, só deve ser empregado nos casos de absoluta necessidade e sob orientação médica.

Como usar o Doril DC 500?

Este medicamento deve ser ingerido por via oral, conforme orientado pelo seu médico.

Utilizar apenas por via oral. O uso deste medicamento por outra via, que não a oral, pode causar a perda do efeito esperado ou mesmo promover danos ao seu usuário.

Tomar 1 a 2 comprimidos até 4 vezes ao dia, com um pouco de água e sem mastigar.

Dose máxima diária recomendada

8 comprimidos/dia equivalente a 4g/dia de dipirona.

Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Como o Doril DC 500 funciona?

Este medicamento atua como um analgésico com ação antipirética tendo, portanto, a capacidade de aliviar a dor e a febre. Por possuir a substância cafeína este medicamento também tem a capacidade de aumentar a ação de alguns analgésicos (medicamentos para a dor), como é o caso da própria dipirona. Além de ter efeito estimulante no humor, no estado de alerta e na atenção, a cafeína promove a constrição (contração) dos vasos sanguíneos do cérebro, o que pode contribuir para o alívio das dores de cabeça.

Tem início de ação a partir de 15 a 30 minutos e seu efeito analgésico dura de 4 a 6 horas após a administração.

Quais cuidados devo ter ao usar o Doril DC 500?

Em tratamentos prolongados, recomenda-se o controle periódico do quadro laboratorial hematológico através de seu médico. Este medicamento, por conter a substância dipirona pode inibir a função plaquetária e prolongar o tempo de sangramento (em casos de hemorragias), sendo este efeito reversível. Assim, deve-se ter cautela em pacientes portadores de doenças intrínsecas da coagulação ou em uso de anticoagulantes.

A dipirona deve ser usada com cautela em pacientes com asma preexistente. Pacientes com insuficiência renal ou hepática, desaconselha-se o uso de altas doses deste medicamento em razão da dipirona, visto que a taxa de eliminação através da urina é reduzida nestes pacientes.

Pacientes com insuficiência cardíaca, usuários de diuréticos (furosemida, hidroclorotiazida) e idosos possuem maior risco de toxicidade renal, devem ter cautela ao utilizar o produto, devendo ser adequadamente monitorados.

O uso deste medicamento, por conter dipirona, em casos de amigdalite ou qualquer outra afecção bucofaríngea deve merecer cuidado especial, pois esta afecção preexistente pode mascarar os primeiros sintomas de agranulocitose (dor de cabeça, dor de garganta, febre e calafrios), ocorrência rara, mas possível.

Durante o tratamento com este medicamento, por conter dipirona, pode-se observar uma coloração avermelhada na urina, devido à excreção da dipirona transformada em ácido rubazônico, porém, isto não deve trazer-lhe nenhuma preocupação, por não ter significado clínico algum

É desaconselhável o seu uso durante a gravidez devido aos riscos de efeitos sobre o sistema cardiovascular fetal, principalmente no terceiro trimestre de gravidez e amamentação.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Informe seu médico ou seu cirurgião-dentista em caso de suspeita de gravidez ou se estiver amamentando.

A amamentação deve ser evitada durante e até 48 horas após o uso deste medicamento devido à possível excreção pelo leite materno.

Durante o tratamento, recomenda-se evitar a ingestão de bebidas alcoólicas. A ação irritante do álcool no estômago é aumentada quando é ingerido com este medicamento, podendo aumentar o risco de úlcera e sangramento.

Pacientes com intolerância ao álcool, ou seja, pacientes que reagem até mesmo a pequenas quantidades de certas bebidas alcoólicas, apresentando sintomas como espirros, lacrimejamento e rubor pronunciado da face, demonstraram que podem ser portadores de síndrome de asma analgésica prévia não diagnosticada.

Este medicamento não é de uso contínuo. Pode-se tomar até por 7 dias consecutivos. Longos períodos de uso deste medicamento somente através de orientação médica.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Doril DC 500?

As frequências das reações adversas estão listadas a seguir de acordo com a seguinte convenção:

  • <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento);</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento);</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento);</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento);</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li>

Reações comuns

Reações cutâneas

Coceira e vermelhidão na pele ou erupções.

Cardiocirculatória

Queda da pressão arterial (pressão baixa).

Outras

Algumas vezes a urina com pH ácido pode apresentar coloração avermelhada.

Este fato pode ser decorrente da presença do ácido rubazônico, metabólito presente em baixa concentração. Este efeito não tem significado clínico algum.

Reações raras

Reações alérgicas

Choque anafilático (urticária/coceira, inchaço nos lábios e olhos, congestão nasal, tontura, dificuldade de respirar).

Reações do aparelho digestivo

Náuseas, vômitos, diarreia, dor de garganta, inflamação da boca, dificuldades de engolir, mal-estar e calafrios. Se estes fenômenos ocorrerem informe imediatamente o seu médico.

Asma

Têm sido reportados casos de crise asmática, particularmente em pacientes com intolerância ao ácido acetilsalicílico.

Reações muito raras

Efeitos colaterais renais

Insuficiência renal aguda, nefropatia (problemas nos rins).

Distúrbios visuais

A cafeína poderá provocar escotomas cintilantes (caracteriza-se como um ponto brilhante que aparece diante dos olhos, que se movimenta com o olhar), zumbidos e dores de cabeça.

Reações hematológicas ou no sangue

Agranulocitose (diminuição dos glóbulos brancos, com lesão inflamatória na boca, na garganta); anemia e trombocitopenia (são muito raras, mas apresentam sinais de manchas vermelhas na pele e nas mucosas).

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

Riscos

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>N&#xE3;o use este medicamento durante a gravidez e em crian&#xE7;as menores de tr&#xEA;s meses de idade.</strong></p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Doril DC 500?

Caso você se esqueça de tomar uma dose deste medicamento, tome-o assim que lembrar. Se for quase hora da dose seguinte, não tome a dose faltante, apenas tome a próxima dose no próximo horário. Não dobre a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Doril DC 500?

Cada comprimido contém

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/dipirona-monoidratada/bula\" target=\"_blank\">Dipirona monoidratada</a>*</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">525,60mg</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Cafe&#xED;na</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">65mg</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Excipientes</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 500mg de dipirona.

Excipientes:&nbsp;povidona, amido e estearato de magnésio.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Doril DC 500 maior do que a recomendada?

Não devem ser utilizadas doses superiores às recomendadas. A interrupção repentina deste medicamento não causa efeitos desagradáveis, nem risco, apenas não terá mais efeito terapêutico.

A margem de segurança da dipirona é bem ampla. Podem ocorrer sintomas tais como&nbsp;vômitos, vertigens e sonolência.

Em caso de ingestão acidental de doses muito acima das recomendadas, suspenda imediatamente a medicação e procure assistência médica. Não tome nenhuma medida sem antes consultar um médico.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Doril DC 500 com outros remédios?

Interações medicamento-medicamento

A dipirona aumenta a ação de:
  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/anti-inflamatorios/c" target="_blank">Anti-inflamat&#xF3;rios</a> n&#xE3;o hormonais: <a href="https://consultaremedios.com.br/naproxeno/bula" target="_blank">naproxeno</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/cetoprofeno/bula" target="_blank">cetoprofeno</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/ibuprofeno/bula" target="_blank">ibuprofeno</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/piroxicam/bula" target="_blank">piroxicam</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/tenoxicam/bula" target="_blank">tenoxicam</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/meloxicam/bula" target="_blank">meloxicam</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/diclofenaco/pa" target="_blank">diclofenaco</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aceclofenaco/bula" target="_blank">aceclofenaco</a>, sulindac, <a href="https://consultaremedios.com.br/nimesulida/bula" target="_blank">nimesulida</a>, fentiazac, &#xE1;cido acetilsalic&#xED;lico, etc;</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/b/anticoagulantes-orais" target="_blank">Anticoagulantes orais</a>: <a href="https://consultaremedios.com.br/varfarina-sodica/bula" target="_blank">varfarina</a> e a fenindiona;</li> <li>Hipoglicemiantes orais: <a href="https://consultaremedios.com.br/glimepirida/bula" target="_blank">glimepirida</a>;</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-clorpromazina/bula" target="_blank">Clorpromazina</a>.</li>
A dipirona diminui a ação de:
  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/ciclosporina/bula" target="_blank">Ciclosporina</a>.</li>
A cafeína:
  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/carbonato-de-litio/bula" target="_blank">L&#xED;tio</a>: a cafe&#xED;na aumenta a excre&#xE7;&#xE3;o renal do l&#xED;tio.</li>

Interações medicamento-alimento

Não há dados disponíveis até o momento sobre a administração concomitante de alimentos e dipirona.

Interações medicamento-exame laboratorial

Não há dados disponíveis até o momento sobre a interferência de dipirona em exames laboratoriais.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Interação alimentícia: posso usar o Doril DC 500 com alimentos?

Não há dados disponíveis até o momento sobre a administração concomitante de alimentos e dipirona.

Qual a ação da substância do Doril DC 500 (Dipirona + Cafeína)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <p>O uso da dipirona na dor severa foi documentado em volumosa quantidade de estudos cl&#xED;nicos, existindo consenso geral de que a dipirona pode frequentemente substituir a morfina, sendo &#xE0;s vezes, at&#xE9; mesmo superior aos opi&#xE1;ceos. Sua efic&#xE1;cia analg&#xE9;sica vem sendo confirmada pelo seu amplo uso cl&#xED;nico por mais de 60 anos no tratamento da dor de intensidade moderada ou severa, no p&#xF3;sperat&#xF3;rio1 , na <a href=\"https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/colica/c\" target=\"_blank\">c&#xF3;lica</a> renal2 , biliar3 e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/periodo-pos-parto-puerperio/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">p&#xF3;s-parto</a>.<sup>4</sup></p> <p>A cafe&#xED;na, como adjuvante de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/analgesicos/c\" target=\"_blank\">analg&#xE9;sicos</a> &#xE9; capaz de aumentar em at&#xE9; 40% o efeito analg&#xE9;sico de subst&#xE2;ncias associadas.<sup>1 </sup></p> <p>Estudo realizado com a cafe&#xED;na e estudos de revis&#xE3;o da literatura conclu&#xED;ram que a adi&#xE7;&#xE3;o de 65mg de cafe&#xED;na a um comprimido de analg&#xE9;sico administrado em doses de dois comprimidos resulta em maior efeito analg&#xE9;sico.<sup>5</sup></p> <p>Analg&#xE9;sicos contendo cafe&#xED;na s&#xE3;o uma importante op&#xE7;&#xE3;o terap&#xEA;utica para o tratamento de pacientes com dor.<sup>5</sup> V&#xE1;rios autores descreveram melhora das cefaleias tensionais ou aquelas secund&#xE1;rias &#xE0; pun&#xE7;&#xE3;o dural ou &#xE0; baixa press&#xE3;o do fluxo c&#xE9;rebro-espinhal com uso da cafe&#xED;na, provavelmente por aumento do t&#xF4;nus cerebrovascular (vasoconstri&#xE7;&#xE3;o) e diminui&#xE7;&#xE3;o do fluxo cerebrovascular.<sup>6</sup> Em pacientes com cefaleia, a cafe&#xED;na produz um efeito positivo no humor. Em doses de 65 a 500mg, a cafe&#xED;na melhora o desempenho psicomotor e o estado de alerta.<sup>6</sup></p> <p>A cafe&#xED;na quando associada &#xE0; dipirona &#xE9; capaz de potencializar seu efeito analg&#xE9;sico. Esta potencializa&#xE7;&#xE3;o de efeito analg&#xE9;sico produzida pela cafe&#xED;na tamb&#xE9;m j&#xE1; foi demonstrada com o <a href=\"https://consultaremedios.com.br/paracetamol/bula\" target=\"_blank\">paracetamol</a>, existindo alguns produtos comercializados com esta associa&#xE7;&#xE3;o. Al&#xE9;m desses efeitos mencionados, a cafe&#xED;na, como psicoestimulante, diminui a sensa&#xE7;&#xE3;o de <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-fadiga-muscular-cronica-adrenal-etc-e-como-tratar/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">fadiga</a>, facilitando o trabalho intelectual e combatendo a sonol&#xEA;ncia.</p> <p>A cefaleia do tipo tensional epis&#xF3;dica e a enxaqueca s&#xE3;o formas muito comuns de cefaleia sendo seu tratamento farmacol&#xF3;gico realizado com medica&#xE7;&#xF5;es analg&#xE9;sicas isoladas ou associadas a <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/ansiedade/c\" target=\"_blank\">ansiol&#xED;ticos</a>, cafe&#xED;na, code&#xED;na ou anti-inflamat&#xF3;rios n&#xE3;o hormonais, sendo que para a enxaqueca h&#xE1; tamb&#xE9;m os derivados erg&#xF3;ticos isolados e associados, e os triptanos. O presente estudo visou avaliar, do ponto de vista cl&#xED;nico, a seguran&#xE7;a e a efic&#xE1;cia terap&#xEA;utica da associa&#xE7;&#xE3;o Dipirona + Cafe&#xED;na, quando comparada com a dipirona isolada, em pacientes com cefaleia do tipo tensional epis&#xF3;dica ou enxaqueca.<sup>7</sup></p> <p>A redu&#xE7;&#xE3;o da dor observada nos primeiros 15 minutos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o do primeiro comprimido da associa&#xE7;&#xE3;o foi significativamente superior (p&lt;0,001) ao observado com dipirona isolada justificando o uso da associa&#xE7;&#xE3;o no controle da crise de cefaleia.</p> <p>Al&#xE9;m disso, embora sem signific&#xE2;ncia estat&#xED;stica, a necessidade de se tomar um segundo comprimido foi menor quando se usou a associa&#xE7;&#xE3;o (3,9% X 8,0%), a efic&#xE1;cia na redu&#xE7;&#xE3;o da dor foi maior tanto com um comprimido da associa&#xE7;&#xE3;o (83,38% X 80,9%) como com dois comprimidos (95,7% X 83,9%), os pacientes medicados com a associa&#xE7;&#xE3;o apresentaram menor n&#xFA;mero de crises (154 X 188) e a incid&#xEA;ncia de eventos adversos foi menor com associa&#xE7;&#xE3;o do que com a dipirona isolada (36,6% X 54,5%).</p> <p>Com base nos resultados, conclui-se a efic&#xE1;cia da associa&#xE7;&#xE3;o no medicamento analg&#xE9;sico composto de 500mg de dipirona associada a 65mg de cafe&#xED;na.<sup>7 </sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Lal A, Pandey K, Chandra P, et al. Dipyrone for treatment of postoperative pain. Anaesthesia. 1973;28(1):43-7.<br> 2. Simons E. Zur spamolyse und analgesie in der urologie. M&#xE9;d Welt. 1964: 2553.<br> 3. Demling L. Therapie der cholecystitis und cholelithiasis. Med Klin. 1959;54:1543.<br> 4. K&#xF5;nig NA, et al. Dipirona magnesiana no trabalho de parto. Rev Bras Clin Ter. 1972;1:809.<br> 5. Laska EM, Sunshine A, Mueller F, et al. Caffeine as an analgesic adjuvant. JAMA. 1984;251(13):1711-8.<br> 6. Sawynok J, Yaksh TL. Caffeine as an analgesic adjuvant: a review of pharmacology and mechanisms of action. Pharmacol Rev. 1993;45(1):43-85.&amp;nbsp;<br> 7. Rabello DG, Carvalho DS, Figueir&#xF3; JAB. Estudo cl&#xED;nico randomizado, duplo - cego comparativo, da associa&#xE7;&#xE3;o dipirona + cafe&#xED;na versus dipirona isolada no tratamento da crise de cefaleia. Protocolo FAR-DICA 00112005.</br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Farmacodin&#xE2;mica</h3> <h4>Dipirona</h4> <p>O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o analg&#xE9;sica da dipirona ainda n&#xE3;o se encontra plenamente elucidado, pois a a&#xE7;&#xE3;o analg&#xE9;sica da dipirona parece ocorrer nas diferentes fases da informa&#xE7;&#xE3;o dolorosa. Diversos estudos apontam que a dipirona e seus principais metab&#xF3;litos possuem a&#xE7;&#xE3;o central e perif&#xE9;rica combinada. Assim como outros AINEs, a dipirona tem seu mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o analg&#xE9;sico e antiinflamat&#xF3;rio atribu&#xED;do &#xE0; inibi&#xE7;&#xE3;o da enzima ciclooxigenase (COX) e, portanto, ao bloqueio da s&#xED;ntese de prostaglandinas.</p> <p>Os metab&#xF3;litos ativos (4-MAA e 4-AA) s&#xE3;o capazes de bloquear a COX e assim inibir a agrega&#xE7;&#xE3;o plaquet&#xE1;ria, a s&#xED;ntese de tromboxano das plaquetas e a produ&#xE7;&#xE3;o de citocinas pr&#xF3;-inflamat&#xF3;rias, gerando o efeito analg&#xE9;sico. O efeito inibidor do 4-MAA e 4-AA foi confirmado in vitro. Al&#xE9;m da inibi&#xE7;&#xE3;o das prostaglandinas, existem evid&#xEA;ncias de que ocorra a ativa&#xE7;&#xE3;o do &#xF3;xido n&#xED;trico via GMP c&#xED;clico para dessensibiliza&#xE7;&#xE3;o do nociceptor. J&#xE1; com rela&#xE7;&#xE3;o aos efeitos centrais da dipirona, h&#xE1; evid&#xEA;ncias que a dipirona atua no centro hipotal&#xE2;mico regulador de temperatura para reduzir a febre atrav&#xE9;s da inibi&#xE7;&#xE3;o da COX3, por&#xE9;m outros estudos indicam que a dipirona reduz a febre por um mecanismo prostaglandina-independente, o que torna a dipirona um f&#xE1;rmaco de a&#xE7;&#xE3;o mais ampla e eficiente no combate &#xE0; febre.</p> <p>A a&#xE7;&#xE3;o analg&#xE9;sica no SNC pode estar associada &#xE0; ativa&#xE7;&#xE3;o do sistema opioid&#xE9;rgico, pois seu efeito &#xE9; bloqueado pela naloxona e h&#xE1; evid&#xEA;ncias de que o f&#xE1;rmaco &#xE9; capaz de estimular a libera&#xE7;&#xE3;o de &#x3B2;endorfinas. Um sinergismo peptid&#xE9;rgico (k) e serotonin&#xE9;rgico (subtipo 5HT1) e um antagonismo glutamat&#xE9;rgico (NMDA) j&#xE1; foram sugeridos na literatura indicando a&#xE7;&#xE3;o multimodal da dipirona.</p> <h4>Cafe&#xED;na</h4> <p>A cafe&#xED;na &#xE9; farmacologicamente similar a outras drogas xant&#xED;nicas como a teobromina e <a href=\"https://consultaremedios.com.br/teofilina/pa\" target=\"_blank\">teofilina</a>. Entretanto, estas subst&#xE2;ncias s&#xE3;o diferentes quanto &#xE0; intensidade de suas a&#xE7;&#xF5;es nas diversas estruturas org&#xE2;nicas. Assim, os efeitos da cafe&#xED;na no SNC e nos m&#xFA;sculos esquel&#xE9;ticos s&#xE3;o maiores que os das outras xantinas.</p> <p>Em outros locais, a teofilina apresenta maior atividade do que a cafe&#xED;na. A cafe&#xED;na inibe competitivamente a fosfodiesterase, enzima que degrada o AMP-c&#xED;clico. O aumento dos n&#xED;veis intracelulares do AMP-c&#xED;clico &#xE9; respons&#xE1;vel por muitas das a&#xE7;&#xF5;es farmacol&#xF3;gicas da cafe&#xED;na.</p> <h5>Efeito sobre o <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/c\" target=\"_blank\">sistema nervoso central</a></h5> <p>A cafe&#xED;na estimula todas as &#xE1;reas do SNC. Doses orais de l00 a 200mg estimulam o c&#xF3;rtex cerebral, produzindo um fluxo de pensamento mais r&#xE1;pido e claro, maior disposi&#xE7;&#xE3;o em pacientes com fadiga e melhor coordena&#xE7;&#xE3;o motora.</p> <p>Os efeitos corticais da cafe&#xED;na s&#xE3;o moderados e de curta dura&#xE7;&#xE3;o, quando se compara com os produzidos pelas anfetaminas. Em doses ligeiramente maiores que as habituais, estimula os centros vagais modulares, respirat&#xF3;rios e vasomotores, originando bradicardia, vasoconstri&#xE7;&#xE3;o e aumento da frequ&#xEA;ncia respirat&#xF3;ria.</p> <h5>Efeitos cardiovasculares</h5> <p>A cafe&#xED;na produz efeito inotr&#xF3;pico no mioc&#xE1;rdio e efeito cronotr&#xF3;pico positivo sobre o n&#xF3;dulo sinoatrial causando aumento passageiro na frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca, for&#xE7;a de contra&#xE7;&#xE3;o, eje&#xE7;&#xE3;o card&#xED;aca e trabalho card&#xED;aco.</p> <p>A cafe&#xED;na produz efeito vasoconstritor cerebral e vasodilatador perif&#xE9;rico, diminuindo a resist&#xEA;ncia perif&#xE9;rica. O efeito desta diminui&#xE7;&#xE3;o (e possivelmente a estimula&#xE7;&#xE3;o card&#xED;aca vagal) sobre a press&#xE3;o arterial &#xE9; compensado pelo aumento da eje&#xE7;&#xE3;o card&#xED;aca (e possivelmente estimula&#xE7;&#xE3;o da &#xE1;rea vasomotora medular). O efeito geral da cafe&#xED;na sobre o cora&#xE7;&#xE3;o e press&#xE3;o arterial depende da predomin&#xE2;ncia dos efeitos do SNC ou dos efeitos perif&#xE9;ricos. Geralmente doses terap&#xEA;uticas de cafe&#xED;na aumentam a press&#xE3;o arterial apenas levemente em pessoas saud&#xE1;veis. A ingest&#xE3;o cr&#xF4;nica de cafe&#xED;na tem pequeno ou nenhum efeito sobre a press&#xE3;o arterial em pessoas saud&#xE1;veis. A ingest&#xE3;o cr&#xF4;nica de cafe&#xED;na tem pequeno ou nenhum efeito sobre a press&#xE3;o arterial, frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca, concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;ticas de catecolaminas, ou atividade da renina plasm&#xE1;tica. Indiv&#xED;duos com hipertens&#xE3;o arterial discreta n&#xE3;o parecem apresentar aumento da susceptibilidade para efeitos vasopressores da cafe&#xED;na ou maior resist&#xEA;ncia &#xE0; toler&#xE2;ncia para os efeitos cardiovasculares que se desenvolvem com a administra&#xE7;&#xE3;o prolongada.</p> <h5>Outros efeitos</h5> <p>A cafe&#xED;na estimula a musculatura esquel&#xE9;tica volunt&#xE1;ria, aumenta a for&#xE7;a de contra&#xE7;&#xE3;o e diminui a fadiga muscular. Tamb&#xE9;m estimula a secre&#xE7;&#xE3;o g&#xE1;strica das c&#xE9;lulas parietais. Ela aumenta o fluxo sangu&#xED;neo renal e a filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular e diminui a reabsor&#xE7;&#xE3;o de s&#xF3;dio e &#xE1;gua nos t&#xFA;bulos proximais, ocasionando leve diurese; estimula a glicog&#xEA;nese e a lip&#xF3;lise, mas o aumento dos lip&#xED;deos plasm&#xE1;ticos e da glicemia s&#xE3;o usualmente insignificantes.</p> <h3>Farmacocin&#xE9;tica</h3> <h4>Dipirona</h4> <p>A dipirona foi administrada a ratos e c&#xE3;es por via intravenosa, oral e retal. Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa de dose de 50mg/Kg de dipirona marcada, a radioatividade desapareceu muito rapidamente do sangue. Ap&#xF3;s cinco minutos da administra&#xE7;&#xE3;o, o teor plasm&#xE1;tico era de apenas 7% (ratos) e 13% (c&#xE3;es).</p> <p>A absor&#xE7;&#xE3;o oral em ratos e c&#xE3;es foi r&#xE1;pida, uniforme e virtualmente completa ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o de 50mg/kg de dipirona marcada, a radioatividade desapareceu muito rapidamente do sangue. Ap&#xF3;s 5 minutos da administra&#xE7;&#xE3;o, os n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos foram de 60% a 80% da concentra&#xE7;&#xE3;o m&#xE1;xima.</p> <p>Suposit&#xF3;rios contendo 1.000mg de dipirona foram administrados por via retal a c&#xE3;es. A absor&#xE7;&#xE3;o da droga foi mais lenta e menos uniforme do que o observado com a via oral.</p> <p>Apesar da dose ser mais elevada, a concentra&#xE7;&#xE3;o m&#xE1;xima plasm&#xE1;tica foi a metade da obtida por via oral. No per&#xED;odo de 2 a 8 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o os n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos mantiveram-se em plat&#xF4;. Ap&#xF3;s este per&#xED;odo, a concentra&#xE7;&#xE3;o caiu de modo similar &#xE0; administra&#xE7;&#xE3;o oral e intravenosa. As compara&#xE7;&#xF5;es das AUCs para as tr&#xEA;s vias demonstraram que a absor&#xE7;&#xE3;o retal foi 50 a 60% menor que a oral. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do sangue foi de 3 horas para o rato e de 5 horas para o c&#xE3;o. Com um a dois dias ap&#xF3;s a dose, a concentra&#xE7;&#xE3;o caiu 1% a 3% da concentra&#xE7;&#xE3;o m&#xE1;xima. Numa subsequente fase de elimina&#xE7;&#xE3;o lenta, a concentra&#xE7;&#xE3;o caiu, com uma meia-vida de 10 dias para o rato e 4 dias para o c&#xE3;o. Cerca de 90% da dose foi eliminada pela urina.</p> <p>No momento em que se atingiu a concentra&#xE7;&#xE3;o m&#xE1;xima plasm&#xE1;tica, a distribui&#xE7;&#xE3;o da radioatividade nos &#xF3;rg&#xE3;os e tecidos foi muito semelhante no rato e no c&#xE3;o. Assim, nos &#xF3;rg&#xE3;os de excre&#xE7;&#xE3;o, a excre&#xE7;&#xE3;o foi de apenas 20 a 60% menor do que no plasma. Em outros tecidos a concentra&#xE7;&#xE3;o foi at&#xE9; de 50% mais baixa do que no plasma.</p> <p>Como a elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; r&#xE1;pida, as concentra&#xE7;&#xF5;es em &#xF3;rg&#xE3;os e tecidos foram m&#xED;nimas 1 semana ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o.</p> <p>N&#xED;veis mensur&#xE1;veis s&#xF3; foram detectados no <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a> de c&#xE3;es, numa concentra&#xE7;&#xE3;o de 2,4&#xB5;g/g correspondente a 0,2% da radioatividade administrada.</p> <p>Em humanos, ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral, a dipirona &#xE9; hidrolisada no intestino em sua por&#xE7;&#xE3;o ativa, 4-N-metilaminoantipirina (4-MAA) e &#xE9; quase completamente absorvida nessa forma (Levy et al., 1995). 4-MAA &#xE9; metabolizada no f&#xED;gado em outros metab&#xF3;litos: 4-aminoantipirina (4-AA), 4-Nacetilaminoantipirina (AAA) e 4-N-formilaminoantipirina (FAA). Principalmente a 4-MAA, mas tamb&#xE9;m o 4-AA s&#xE3;o metabolicamente ativos e contribuem para o efeito cl&#xED;nico.</p> <p>A biodisponibilidade absoluta do 4-MAA &#xE9; de aproximadamente 85% para os comprimidos, 89% para a solu&#xE7;&#xE3;o gotas, 54% para o <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/supositorio/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">suposit&#xF3;rio</a> e 87% para a inje&#xE7;&#xE3;o intramuscular. Para solu&#xE7;&#xF5;es orais, o efeito do alimento &#xE9; clinicamente insignificante na farmacocin&#xE9;tica do 4-MAA. O Tmax foi alcan&#xE7;ado entre 1,4 e 2 horas ap&#xF3;s a dose oral de 0,75, 1,5 e 3g e esses resultados indicam absor&#xE7;&#xE3;o por um processo n&#xE3;o saturado. Os valores de AUC (Area Under Curve) para 4-AA constituem aproximadamente 25% do valor de AUC para 4-MAA. Nenhum dos principais metab&#xF3;litos da dipirona &#xE9; amplamente ligado a <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> plasm&#xE1;ticas. A liga&#xE7;&#xE3;o &#xE0;s prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas &#xE9; de 58% para 4-MAA e 48% para 4-AA, 18% para FAA e 14% para AAA.</p> <h4>Cafe&#xED;na</h4> <p>Estudos de farmacocin&#xE9;tica em roedores salientam que a cafe&#xED;na plasm&#xE1;tica e os n&#xED;veis de seus metab&#xF3;1itos refletem a concentra&#xE7;&#xE3;o cerebral e sugerem que a cafe&#xED;na penetra no tecido cerebral por simples difus&#xE3;o. Esta penetra&#xE7;&#xE3;o &#xE9; r&#xE1;pida, sendo observados n&#xED;veis significativos dentro de 5 minutos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral e concentra&#xE7;&#xE3;o m&#xE1;xima em 30 minutos. A meia-vida da cafe&#xED;na em humanos varia de 3 a 5 horas, sendo diferente entre as esp&#xE9;cies animais estudadas.</p> <h4>Metabolismo</h4> <h5>Dipirona</h5> <p>A dipirona em ratos, 70% da droga excretada pelos rins, consiste de 4-N-acetilaminoantipirina, 4-metilaminoantipirina e 4-aminoantipirina. A estrutura de outros metab&#xF3;litos n&#xE3;o foi identificada.</p> <p>Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral de dipirona, o principal metab&#xF3;lito identificado foi o 4-Nacetilaminoantipirina; ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa foi detectado o 4-aminoantipirina. O metab&#xF3;lito acetilado n&#xE3;o foi encontrado no c&#xE3;o e os outros metab&#xF3;litos ocorreram em menor quantidade.</p> <p>Entre 50 e 70% da radioatividade excretada por via renal permaneceu na origem do cromatograma de camada fina. Ap&#xF3;s incuba&#xE7;&#xE3;o desta por&#xE7;&#xE3;o com beta-glicuronidase, o metab&#xF3;lito mais importante foi a 4-hidroxiantipirina. Metab&#xF3;litos como antipirilureia, &#xE1;cido rubaz&#xF4;nico e &#xE1;cido metil-rubaz&#xF4;nico identificados anteriormente, n&#xE3;o foram identificados no rato e c&#xE3;o.</p> <h5>Cafe&#xED;na</h5> <p>A cafe&#xED;na &#xE9; bem absorvida ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral. A absor&#xE7;&#xE3;o por esta via &#xE9; t&#xE3;o r&#xE1;pida quanto a administra&#xE7;&#xE3;o endovenosa. Quanto &#xE0; via retal, a absor&#xE7;&#xE3;o &#xE9; mais lenta e irregular. A cafe&#xED;na pode diminuir a acidez g&#xE1;strica, estimulando diretamente as c&#xE9;lulas parietais. Os primeiros estudos revelaram que a cafe&#xED;na reduziria o esvaziamento g&#xE1;strico em ratos, em parte, pelo relaxamento dos m&#xFA;sculos lisos.</p> <p>A cafe&#xED;na, especificamente, e as metilxantinas em geral, reduzem o fluxo sangu&#xED;neo hep&#xE1;tico. Esta a&#xE7;&#xE3;o parece ser mediada pelo antagonismo da cafe&#xED;na sobre a a&#xE7;&#xE3;o vasodilatadora da art&#xE9;ria hep&#xE1;tica e veia porta produzida pela adrenalina. A redu&#xE7;&#xE3;o da circula&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica induzida pela cafe&#xED;na serviria para reduzir o <em>clearance</em> metab&#xF3;lico ou as subst&#xE2;ncias que possuem elimina&#xE7;&#xE3;o prim&#xE1;ria atrav&#xE9;s do f&#xED;gado. A cafe&#xED;na e as metilxantinas aumentam o fluxo da microcircula&#xE7;&#xE3;o da mucosa g&#xE1;strica, uma a&#xE7;&#xE3;o secund&#xE1;ria dos seus efeitos sobre o AMP-c&#xED;clico. Nas al&#xE7;as jejunais e ileais, a cafe&#xED;na pode aumentar a absor&#xE7;&#xE3;o das drogas devido a um aparente aumento no fluxo sangu&#xED;neo mesent&#xE9;rico.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Doril DC 500?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Doril® DC 500 apresenta-se como comprimido circular, plano, branco a branco amarelado, com a marca "F" de um dos lados e liso do outro.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Doril DC 500

Comprimido

Embalagens contendo 16 ou 100 comprimidos.

Via de administração: oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Doril DC 500

Registro M.S nº 1.7817.0859

Farm. Resp.:
Luciana Lopes da Costa
CRF-GO nº 2.757

Registrado por:
Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A.
Avenida Ceci, nº 282, Módulo I - Tamboré
Barueri - SP
CEP 06460-120
C.N.P.J.: 61.082.426/0002-07
Indústria Brasileira





Fabricado por:
Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.
VPR 1 - Quadra 2-A - Módulo 4 - Daia
Anápolis - GO
CEP 75132-020



Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas procure orientação médica.

500mg + 65mg, caixa com 16 comprimidos

Princípio ativo
:
Dipirona + Cafeína
Classe Terapêutica
:
Analgésicos Não Narcóticos e Antipiréticos Isentos de Prescrição
Requer Receita
:
Não
Tipo de prescrição
:
Isento de Prescrição Médica
Categoria
:
Analgésico E Antitérmico
Especialidade
:
Clínica Médica e Neurologia

Bula do medicamento

Doril DC 500, para o que é indicado e para o que serve?

Este medicamento é destinado como analgésico especialmente para o tratamento de dores de cabeça e enxaqueca.

Quais as contraindicações do Doril DC 500?

Contraindicado para pacientes com hipersensibilidade conhecida a qualquer componente da fórmula do produto.

Este medicamento é contraindicado para pacientes que apresentam problemas renais (nos rins), no coração, nos vasos sanguíneos, no fígado e problemas específicos no sangue tais como agranulocitopenia (diminuição dos glóbulos brancos) e a deficiência genética da enzima glicose -6- fosfato desidrogenase.

Também está contraindicado nos casos de hipersensibilidade aos derivados pirazolônicos (como a fenilbutazona) ou ao ácido acetilsalicílico, particularmente, naqueles pacientes nos quais o ácido acetilsalicílico acarreta crises de asma, urticária, coceira ou rinite aguda; história de agranulocitose (problemas específicos no sangue) independente da origem; porfiria (doença congênita caracterizada por coloração arroxeada nos fluídos corporais durante os ataques).

Pacientes com presença de úlcera gastroduodenal não devem fazer uso deste medicamento.

Este medicamento é contraindicado nos três primeiros meses de gravidez e após esse período, só deve ser empregado nos casos de absoluta necessidade e sob orientação médica.

Como usar o Doril DC 500?

Este medicamento deve ser ingerido por via oral, conforme orientado pelo seu médico.

Utilizar apenas por via oral. O uso deste medicamento por outra via, que não a oral, pode causar a perda do efeito esperado ou mesmo promover danos ao seu usuário.

Tomar 1 a 2 comprimidos até 4 vezes ao dia, com um pouco de água e sem mastigar.

Dose máxima diária recomendada

8 comprimidos/dia equivalente a 4g/dia de dipirona.

Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Como o Doril DC 500 funciona?

Este medicamento atua como um analgésico com ação antipirética tendo, portanto, a capacidade de aliviar a dor e a febre. Por possuir a substância cafeína este medicamento também tem a capacidade de aumentar a ação de alguns analgésicos (medicamentos para a dor), como é o caso da própria dipirona. Além de ter efeito estimulante no humor, no estado de alerta e na atenção, a cafeína promove a constrição (contração) dos vasos sanguíneos do cérebro, o que pode contribuir para o alívio das dores de cabeça.

Tem início de ação a partir de 15 a 30 minutos e seu efeito analgésico dura de 4 a 6 horas após a administração.

Quais cuidados devo ter ao usar o Doril DC 500?

Em tratamentos prolongados, recomenda-se o controle periódico do quadro laboratorial hematológico através de seu médico. Este medicamento, por conter a substância dipirona pode inibir a função plaquetária e prolongar o tempo de sangramento (em casos de hemorragias), sendo este efeito reversível. Assim, deve-se ter cautela em pacientes portadores de doenças intrínsecas da coagulação ou em uso de anticoagulantes.

A dipirona deve ser usada com cautela em pacientes com asma preexistente. Pacientes com insuficiência renal ou hepática, desaconselha-se o uso de altas doses deste medicamento em razão da dipirona, visto que a taxa de eliminação através da urina é reduzida nestes pacientes.

Pacientes com insuficiência cardíaca, usuários de diuréticos (furosemida, hidroclorotiazida) e idosos possuem maior risco de toxicidade renal, devem ter cautela ao utilizar o produto, devendo ser adequadamente monitorados.

O uso deste medicamento, por conter dipirona, em casos de amigdalite ou qualquer outra afecção bucofaríngea deve merecer cuidado especial, pois esta afecção preexistente pode mascarar os primeiros sintomas de agranulocitose (dor de cabeça, dor de garganta, febre e calafrios), ocorrência rara, mas possível.

Durante o tratamento com este medicamento, por conter dipirona, pode-se observar uma coloração avermelhada na urina, devido à excreção da dipirona transformada em ácido rubazônico, porém, isto não deve trazer-lhe nenhuma preocupação, por não ter significado clínico algum

É desaconselhável o seu uso durante a gravidez devido aos riscos de efeitos sobre o sistema cardiovascular fetal, principalmente no terceiro trimestre de gravidez e amamentação.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Informe seu médico ou seu cirurgião-dentista em caso de suspeita de gravidez ou se estiver amamentando.

A amamentação deve ser evitada durante e até 48 horas após o uso deste medicamento devido à possível excreção pelo leite materno.

Durante o tratamento, recomenda-se evitar a ingestão de bebidas alcoólicas. A ação irritante do álcool no estômago é aumentada quando é ingerido com este medicamento, podendo aumentar o risco de úlcera e sangramento.

Pacientes com intolerância ao álcool, ou seja, pacientes que reagem até mesmo a pequenas quantidades de certas bebidas alcoólicas, apresentando sintomas como espirros, lacrimejamento e rubor pronunciado da face, demonstraram que podem ser portadores de síndrome de asma analgésica prévia não diagnosticada.

Este medicamento não é de uso contínuo. Pode-se tomar até por 7 dias consecutivos. Longos períodos de uso deste medicamento somente através de orientação médica.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Doril DC 500?

As frequências das reações adversas estão listadas a seguir de acordo com a seguinte convenção:

  • <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento);</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento);</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento);</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento);</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li>

Reações comuns

Reações cutâneas

Coceira e vermelhidão na pele ou erupções.

Cardiocirculatória

Queda da pressão arterial (pressão baixa).

Outras

Algumas vezes a urina com pH ácido pode apresentar coloração avermelhada.

Este fato pode ser decorrente da presença do ácido rubazônico, metabólito presente em baixa concentração. Este efeito não tem significado clínico algum.

Reações raras

Reações alérgicas

Choque anafilático (urticária/coceira, inchaço nos lábios e olhos, congestão nasal, tontura, dificuldade de respirar).

Reações do aparelho digestivo

Náuseas, vômitos, diarreia, dor de garganta, inflamação da boca, dificuldades de engolir, mal-estar e calafrios. Se estes fenômenos ocorrerem informe imediatamente o seu médico.

Asma

Têm sido reportados casos de crise asmática, particularmente em pacientes com intolerância ao ácido acetilsalicílico.

Reações muito raras

Efeitos colaterais renais

Insuficiência renal aguda, nefropatia (problemas nos rins).

Distúrbios visuais

A cafeína poderá provocar escotomas cintilantes (caracteriza-se como um ponto brilhante que aparece diante dos olhos, que se movimenta com o olhar), zumbidos e dores de cabeça.

Reações hematológicas ou no sangue

Agranulocitose (diminuição dos glóbulos brancos, com lesão inflamatória na boca, na garganta); anemia e trombocitopenia (são muito raras, mas apresentam sinais de manchas vermelhas na pele e nas mucosas).

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

Riscos

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>N&#xE3;o use este medicamento durante a gravidez e em crian&#xE7;as menores de tr&#xEA;s meses de idade.</strong></p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Doril DC 500?

Caso você se esqueça de tomar uma dose deste medicamento, tome-o assim que lembrar. Se for quase hora da dose seguinte, não tome a dose faltante, apenas tome a próxima dose no próximo horário. Não dobre a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Doril DC 500?

Cada comprimido contém

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/dipirona-monoidratada/bula\" target=\"_blank\">Dipirona monoidratada</a>*</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">525,60mg</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Cafe&#xED;na</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">65mg</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Excipientes</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 500mg de dipirona.

Excipientes:&nbsp;povidona, amido e estearato de magnésio.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Doril DC 500 maior do que a recomendada?

Não devem ser utilizadas doses superiores às recomendadas. A interrupção repentina deste medicamento não causa efeitos desagradáveis, nem risco, apenas não terá mais efeito terapêutico.

A margem de segurança da dipirona é bem ampla. Podem ocorrer sintomas tais como&nbsp;vômitos, vertigens e sonolência.

Em caso de ingestão acidental de doses muito acima das recomendadas, suspenda imediatamente a medicação e procure assistência médica. Não tome nenhuma medida sem antes consultar um médico.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Doril DC 500 com outros remédios?

Interações medicamento-medicamento

A dipirona aumenta a ação de:
  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/anti-inflamatorios/c" target="_blank">Anti-inflamat&#xF3;rios</a> n&#xE3;o hormonais: <a href="https://consultaremedios.com.br/naproxeno/bula" target="_blank">naproxeno</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/cetoprofeno/bula" target="_blank">cetoprofeno</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/ibuprofeno/bula" target="_blank">ibuprofeno</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/piroxicam/bula" target="_blank">piroxicam</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/tenoxicam/bula" target="_blank">tenoxicam</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/meloxicam/bula" target="_blank">meloxicam</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/diclofenaco/pa" target="_blank">diclofenaco</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aceclofenaco/bula" target="_blank">aceclofenaco</a>, sulindac, <a href="https://consultaremedios.com.br/nimesulida/bula" target="_blank">nimesulida</a>, fentiazac, &#xE1;cido acetilsalic&#xED;lico, etc;</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/b/anticoagulantes-orais" target="_blank">Anticoagulantes orais</a>: <a href="https://consultaremedios.com.br/varfarina-sodica/bula" target="_blank">varfarina</a> e a fenindiona;</li> <li>Hipoglicemiantes orais: <a href="https://consultaremedios.com.br/glimepirida/bula" target="_blank">glimepirida</a>;</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-clorpromazina/bula" target="_blank">Clorpromazina</a>.</li>
A dipirona diminui a ação de:
  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/ciclosporina/bula" target="_blank">Ciclosporina</a>.</li>
A cafeína:
  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/carbonato-de-litio/bula" target="_blank">L&#xED;tio</a>: a cafe&#xED;na aumenta a excre&#xE7;&#xE3;o renal do l&#xED;tio.</li>

Interações medicamento-alimento

Não há dados disponíveis até o momento sobre a administração concomitante de alimentos e dipirona.

Interações medicamento-exame laboratorial

Não há dados disponíveis até o momento sobre a interferência de dipirona em exames laboratoriais.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Interação alimentícia: posso usar o Doril DC 500 com alimentos?

Não há dados disponíveis até o momento sobre a administração concomitante de alimentos e dipirona.

Qual a ação da substância do Doril DC 500 (Dipirona + Cafeína)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <p>O uso da dipirona na dor severa foi documentado em volumosa quantidade de estudos cl&#xED;nicos, existindo consenso geral de que a dipirona pode frequentemente substituir a morfina, sendo &#xE0;s vezes, at&#xE9; mesmo superior aos opi&#xE1;ceos. Sua efic&#xE1;cia analg&#xE9;sica vem sendo confirmada pelo seu amplo uso cl&#xED;nico por mais de 60 anos no tratamento da dor de intensidade moderada ou severa, no p&#xF3;sperat&#xF3;rio1 , na <a href=\"https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/colica/c\" target=\"_blank\">c&#xF3;lica</a> renal2 , biliar3 e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/periodo-pos-parto-puerperio/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">p&#xF3;s-parto</a>.<sup>4</sup></p> <p>A cafe&#xED;na, como adjuvante de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/analgesicos/c\" target=\"_blank\">analg&#xE9;sicos</a> &#xE9; capaz de aumentar em at&#xE9; 40% o efeito analg&#xE9;sico de subst&#xE2;ncias associadas.<sup>1 </sup></p> <p>Estudo realizado com a cafe&#xED;na e estudos de revis&#xE3;o da literatura conclu&#xED;ram que a adi&#xE7;&#xE3;o de 65mg de cafe&#xED;na a um comprimido de analg&#xE9;sico administrado em doses de dois comprimidos resulta em maior efeito analg&#xE9;sico.<sup>5</sup></p> <p>Analg&#xE9;sicos contendo cafe&#xED;na s&#xE3;o uma importante op&#xE7;&#xE3;o terap&#xEA;utica para o tratamento de pacientes com dor.<sup>5</sup> V&#xE1;rios autores descreveram melhora das cefaleias tensionais ou aquelas secund&#xE1;rias &#xE0; pun&#xE7;&#xE3;o dural ou &#xE0; baixa press&#xE3;o do fluxo c&#xE9;rebro-espinhal com uso da cafe&#xED;na, provavelmente por aumento do t&#xF4;nus cerebrovascular (vasoconstri&#xE7;&#xE3;o) e diminui&#xE7;&#xE3;o do fluxo cerebrovascular.<sup>6</sup> Em pacientes com cefaleia, a cafe&#xED;na produz um efeito positivo no humor. Em doses de 65 a 500mg, a cafe&#xED;na melhora o desempenho psicomotor e o estado de alerta.<sup>6</sup></p> <p>A cafe&#xED;na quando associada &#xE0; dipirona &#xE9; capaz de potencializar seu efeito analg&#xE9;sico. Esta potencializa&#xE7;&#xE3;o de efeito analg&#xE9;sico produzida pela cafe&#xED;na tamb&#xE9;m j&#xE1; foi demonstrada com o <a href=\"https://consultaremedios.com.br/paracetamol/bula\" target=\"_blank\">paracetamol</a>, existindo alguns produtos comercializados com esta associa&#xE7;&#xE3;o. Al&#xE9;m desses efeitos mencionados, a cafe&#xED;na, como psicoestimulante, diminui a sensa&#xE7;&#xE3;o de <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-fadiga-muscular-cronica-adrenal-etc-e-como-tratar/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">fadiga</a>, facilitando o trabalho intelectual e combatendo a sonol&#xEA;ncia.</p> <p>A cefaleia do tipo tensional epis&#xF3;dica e a enxaqueca s&#xE3;o formas muito comuns de cefaleia sendo seu tratamento farmacol&#xF3;gico realizado com medica&#xE7;&#xF5;es analg&#xE9;sicas isoladas ou associadas a <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/ansiedade/c\" target=\"_blank\">ansiol&#xED;ticos</a>, cafe&#xED;na, code&#xED;na ou anti-inflamat&#xF3;rios n&#xE3;o hormonais, sendo que para a enxaqueca h&#xE1; tamb&#xE9;m os derivados erg&#xF3;ticos isolados e associados, e os triptanos. O presente estudo visou avaliar, do ponto de vista cl&#xED;nico, a seguran&#xE7;a e a efic&#xE1;cia terap&#xEA;utica da associa&#xE7;&#xE3;o Dipirona + Cafe&#xED;na, quando comparada com a dipirona isolada, em pacientes com cefaleia do tipo tensional epis&#xF3;dica ou enxaqueca.<sup>7</sup></p> <p>A redu&#xE7;&#xE3;o da dor observada nos primeiros 15 minutos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o do primeiro comprimido da associa&#xE7;&#xE3;o foi significativamente superior (p&lt;0,001) ao observado com dipirona isolada justificando o uso da associa&#xE7;&#xE3;o no controle da crise de cefaleia.</p> <p>Al&#xE9;m disso, embora sem signific&#xE2;ncia estat&#xED;stica, a necessidade de se tomar um segundo comprimido foi menor quando se usou a associa&#xE7;&#xE3;o (3,9% X 8,0%), a efic&#xE1;cia na redu&#xE7;&#xE3;o da dor foi maior tanto com um comprimido da associa&#xE7;&#xE3;o (83,38% X 80,9%) como com dois comprimidos (95,7% X 83,9%), os pacientes medicados com a associa&#xE7;&#xE3;o apresentaram menor n&#xFA;mero de crises (154 X 188) e a incid&#xEA;ncia de eventos adversos foi menor com associa&#xE7;&#xE3;o do que com a dipirona isolada (36,6% X 54,5%).</p> <p>Com base nos resultados, conclui-se a efic&#xE1;cia da associa&#xE7;&#xE3;o no medicamento analg&#xE9;sico composto de 500mg de dipirona associada a 65mg de cafe&#xED;na.<sup>7 </sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Lal A, Pandey K, Chandra P, et al. Dipyrone for treatment of postoperative pain. Anaesthesia. 1973;28(1):43-7.<br> 2. Simons E. Zur spamolyse und analgesie in der urologie. M&#xE9;d Welt. 1964: 2553.<br> 3. Demling L. Therapie der cholecystitis und cholelithiasis. Med Klin. 1959;54:1543.<br> 4. K&#xF5;nig NA, et al. Dipirona magnesiana no trabalho de parto. Rev Bras Clin Ter. 1972;1:809.<br> 5. Laska EM, Sunshine A, Mueller F, et al. Caffeine as an analgesic adjuvant. JAMA. 1984;251(13):1711-8.<br> 6. Sawynok J, Yaksh TL. Caffeine as an analgesic adjuvant: a review of pharmacology and mechanisms of action. Pharmacol Rev. 1993;45(1):43-85.&amp;nbsp;<br> 7. Rabello DG, Carvalho DS, Figueir&#xF3; JAB. Estudo cl&#xED;nico randomizado, duplo - cego comparativo, da associa&#xE7;&#xE3;o dipirona + cafe&#xED;na versus dipirona isolada no tratamento da crise de cefaleia. Protocolo FAR-DICA 00112005.</br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Farmacodin&#xE2;mica</h3> <h4>Dipirona</h4> <p>O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o analg&#xE9;sica da dipirona ainda n&#xE3;o se encontra plenamente elucidado, pois a a&#xE7;&#xE3;o analg&#xE9;sica da dipirona parece ocorrer nas diferentes fases da informa&#xE7;&#xE3;o dolorosa. Diversos estudos apontam que a dipirona e seus principais metab&#xF3;litos possuem a&#xE7;&#xE3;o central e perif&#xE9;rica combinada. Assim como outros AINEs, a dipirona tem seu mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o analg&#xE9;sico e antiinflamat&#xF3;rio atribu&#xED;do &#xE0; inibi&#xE7;&#xE3;o da enzima ciclooxigenase (COX) e, portanto, ao bloqueio da s&#xED;ntese de prostaglandinas.</p> <p>Os metab&#xF3;litos ativos (4-MAA e 4-AA) s&#xE3;o capazes de bloquear a COX e assim inibir a agrega&#xE7;&#xE3;o plaquet&#xE1;ria, a s&#xED;ntese de tromboxano das plaquetas e a produ&#xE7;&#xE3;o de citocinas pr&#xF3;-inflamat&#xF3;rias, gerando o efeito analg&#xE9;sico. O efeito inibidor do 4-MAA e 4-AA foi confirmado in vitro. Al&#xE9;m da inibi&#xE7;&#xE3;o das prostaglandinas, existem evid&#xEA;ncias de que ocorra a ativa&#xE7;&#xE3;o do &#xF3;xido n&#xED;trico via GMP c&#xED;clico para dessensibiliza&#xE7;&#xE3;o do nociceptor. J&#xE1; com rela&#xE7;&#xE3;o aos efeitos centrais da dipirona, h&#xE1; evid&#xEA;ncias que a dipirona atua no centro hipotal&#xE2;mico regulador de temperatura para reduzir a febre atrav&#xE9;s da inibi&#xE7;&#xE3;o da COX3, por&#xE9;m outros estudos indicam que a dipirona reduz a febre por um mecanismo prostaglandina-independente, o que torna a dipirona um f&#xE1;rmaco de a&#xE7;&#xE3;o mais ampla e eficiente no combate &#xE0; febre.</p> <p>A a&#xE7;&#xE3;o analg&#xE9;sica no SNC pode estar associada &#xE0; ativa&#xE7;&#xE3;o do sistema opioid&#xE9;rgico, pois seu efeito &#xE9; bloqueado pela naloxona e h&#xE1; evid&#xEA;ncias de que o f&#xE1;rmaco &#xE9; capaz de estimular a libera&#xE7;&#xE3;o de &#x3B2;endorfinas. Um sinergismo peptid&#xE9;rgico (k) e serotonin&#xE9;rgico (subtipo 5HT1) e um antagonismo glutamat&#xE9;rgico (NMDA) j&#xE1; foram sugeridos na literatura indicando a&#xE7;&#xE3;o multimodal da dipirona.</p> <h4>Cafe&#xED;na</h4> <p>A cafe&#xED;na &#xE9; farmacologicamente similar a outras drogas xant&#xED;nicas como a teobromina e <a href=\"https://consultaremedios.com.br/teofilina/pa\" target=\"_blank\">teofilina</a>. Entretanto, estas subst&#xE2;ncias s&#xE3;o diferentes quanto &#xE0; intensidade de suas a&#xE7;&#xF5;es nas diversas estruturas org&#xE2;nicas. Assim, os efeitos da cafe&#xED;na no SNC e nos m&#xFA;sculos esquel&#xE9;ticos s&#xE3;o maiores que os das outras xantinas.</p> <p>Em outros locais, a teofilina apresenta maior atividade do que a cafe&#xED;na. A cafe&#xED;na inibe competitivamente a fosfodiesterase, enzima que degrada o AMP-c&#xED;clico. O aumento dos n&#xED;veis intracelulares do AMP-c&#xED;clico &#xE9; respons&#xE1;vel por muitas das a&#xE7;&#xF5;es farmacol&#xF3;gicas da cafe&#xED;na.</p> <h5>Efeito sobre o <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/c\" target=\"_blank\">sistema nervoso central</a></h5> <p>A cafe&#xED;na estimula todas as &#xE1;reas do SNC. Doses orais de l00 a 200mg estimulam o c&#xF3;rtex cerebral, produzindo um fluxo de pensamento mais r&#xE1;pido e claro, maior disposi&#xE7;&#xE3;o em pacientes com fadiga e melhor coordena&#xE7;&#xE3;o motora.</p> <p>Os efeitos corticais da cafe&#xED;na s&#xE3;o moderados e de curta dura&#xE7;&#xE3;o, quando se compara com os produzidos pelas anfetaminas. Em doses ligeiramente maiores que as habituais, estimula os centros vagais modulares, respirat&#xF3;rios e vasomotores, originando bradicardia, vasoconstri&#xE7;&#xE3;o e aumento da frequ&#xEA;ncia respirat&#xF3;ria.</p> <h5>Efeitos cardiovasculares</h5> <p>A cafe&#xED;na produz efeito inotr&#xF3;pico no mioc&#xE1;rdio e efeito cronotr&#xF3;pico positivo sobre o n&#xF3;dulo sinoatrial causando aumento passageiro na frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca, for&#xE7;a de contra&#xE7;&#xE3;o, eje&#xE7;&#xE3;o card&#xED;aca e trabalho card&#xED;aco.</p> <p>A cafe&#xED;na produz efeito vasoconstritor cerebral e vasodilatador perif&#xE9;rico, diminuindo a resist&#xEA;ncia perif&#xE9;rica. O efeito desta diminui&#xE7;&#xE3;o (e possivelmente a estimula&#xE7;&#xE3;o card&#xED;aca vagal) sobre a press&#xE3;o arterial &#xE9; compensado pelo aumento da eje&#xE7;&#xE3;o card&#xED;aca (e possivelmente estimula&#xE7;&#xE3;o da &#xE1;rea vasomotora medular). O efeito geral da cafe&#xED;na sobre o cora&#xE7;&#xE3;o e press&#xE3;o arterial depende da predomin&#xE2;ncia dos efeitos do SNC ou dos efeitos perif&#xE9;ricos. Geralmente doses terap&#xEA;uticas de cafe&#xED;na aumentam a press&#xE3;o arterial apenas levemente em pessoas saud&#xE1;veis. A ingest&#xE3;o cr&#xF4;nica de cafe&#xED;na tem pequeno ou nenhum efeito sobre a press&#xE3;o arterial em pessoas saud&#xE1;veis. A ingest&#xE3;o cr&#xF4;nica de cafe&#xED;na tem pequeno ou nenhum efeito sobre a press&#xE3;o arterial, frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca, concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;ticas de catecolaminas, ou atividade da renina plasm&#xE1;tica. Indiv&#xED;duos com hipertens&#xE3;o arterial discreta n&#xE3;o parecem apresentar aumento da susceptibilidade para efeitos vasopressores da cafe&#xED;na ou maior resist&#xEA;ncia &#xE0; toler&#xE2;ncia para os efeitos cardiovasculares que se desenvolvem com a administra&#xE7;&#xE3;o prolongada.</p> <h5>Outros efeitos</h5> <p>A cafe&#xED;na estimula a musculatura esquel&#xE9;tica volunt&#xE1;ria, aumenta a for&#xE7;a de contra&#xE7;&#xE3;o e diminui a fadiga muscular. Tamb&#xE9;m estimula a secre&#xE7;&#xE3;o g&#xE1;strica das c&#xE9;lulas parietais. Ela aumenta o fluxo sangu&#xED;neo renal e a filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular e diminui a reabsor&#xE7;&#xE3;o de s&#xF3;dio e &#xE1;gua nos t&#xFA;bulos proximais, ocasionando leve diurese; estimula a glicog&#xEA;nese e a lip&#xF3;lise, mas o aumento dos lip&#xED;deos plasm&#xE1;ticos e da glicemia s&#xE3;o usualmente insignificantes.</p> <h3>Farmacocin&#xE9;tica</h3> <h4>Dipirona</h4> <p>A dipirona foi administrada a ratos e c&#xE3;es por via intravenosa, oral e retal. Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa de dose de 50mg/Kg de dipirona marcada, a radioatividade desapareceu muito rapidamente do sangue. Ap&#xF3;s cinco minutos da administra&#xE7;&#xE3;o, o teor plasm&#xE1;tico era de apenas 7% (ratos) e 13% (c&#xE3;es).</p> <p>A absor&#xE7;&#xE3;o oral em ratos e c&#xE3;es foi r&#xE1;pida, uniforme e virtualmente completa ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o de 50mg/kg de dipirona marcada, a radioatividade desapareceu muito rapidamente do sangue. Ap&#xF3;s 5 minutos da administra&#xE7;&#xE3;o, os n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos foram de 60% a 80% da concentra&#xE7;&#xE3;o m&#xE1;xima.</p> <p>Suposit&#xF3;rios contendo 1.000mg de dipirona foram administrados por via retal a c&#xE3;es. A absor&#xE7;&#xE3;o da droga foi mais lenta e menos uniforme do que o observado com a via oral.</p> <p>Apesar da dose ser mais elevada, a concentra&#xE7;&#xE3;o m&#xE1;xima plasm&#xE1;tica foi a metade da obtida por via oral. No per&#xED;odo de 2 a 8 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o os n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos mantiveram-se em plat&#xF4;. Ap&#xF3;s este per&#xED;odo, a concentra&#xE7;&#xE3;o caiu de modo similar &#xE0; administra&#xE7;&#xE3;o oral e intravenosa. As compara&#xE7;&#xF5;es das AUCs para as tr&#xEA;s vias demonstraram que a absor&#xE7;&#xE3;o retal foi 50 a 60% menor que a oral. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do sangue foi de 3 horas para o rato e de 5 horas para o c&#xE3;o. Com um a dois dias ap&#xF3;s a dose, a concentra&#xE7;&#xE3;o caiu 1% a 3% da concentra&#xE7;&#xE3;o m&#xE1;xima. Numa subsequente fase de elimina&#xE7;&#xE3;o lenta, a concentra&#xE7;&#xE3;o caiu, com uma meia-vida de 10 dias para o rato e 4 dias para o c&#xE3;o. Cerca de 90% da dose foi eliminada pela urina.</p> <p>No momento em que se atingiu a concentra&#xE7;&#xE3;o m&#xE1;xima plasm&#xE1;tica, a distribui&#xE7;&#xE3;o da radioatividade nos &#xF3;rg&#xE3;os e tecidos foi muito semelhante no rato e no c&#xE3;o. Assim, nos &#xF3;rg&#xE3;os de excre&#xE7;&#xE3;o, a excre&#xE7;&#xE3;o foi de apenas 20 a 60% menor do que no plasma. Em outros tecidos a concentra&#xE7;&#xE3;o foi at&#xE9; de 50% mais baixa do que no plasma.</p> <p>Como a elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; r&#xE1;pida, as concentra&#xE7;&#xF5;es em &#xF3;rg&#xE3;os e tecidos foram m&#xED;nimas 1 semana ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o.</p> <p>N&#xED;veis mensur&#xE1;veis s&#xF3; foram detectados no <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a> de c&#xE3;es, numa concentra&#xE7;&#xE3;o de 2,4&#xB5;g/g correspondente a 0,2% da radioatividade administrada.</p> <p>Em humanos, ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral, a dipirona &#xE9; hidrolisada no intestino em sua por&#xE7;&#xE3;o ativa, 4-N-metilaminoantipirina (4-MAA) e &#xE9; quase completamente absorvida nessa forma (Levy et al., 1995). 4-MAA &#xE9; metabolizada no f&#xED;gado em outros metab&#xF3;litos: 4-aminoantipirina (4-AA), 4-Nacetilaminoantipirina (AAA) e 4-N-formilaminoantipirina (FAA). Principalmente a 4-MAA, mas tamb&#xE9;m o 4-AA s&#xE3;o metabolicamente ativos e contribuem para o efeito cl&#xED;nico.</p> <p>A biodisponibilidade absoluta do 4-MAA &#xE9; de aproximadamente 85% para os comprimidos, 89% para a solu&#xE7;&#xE3;o gotas, 54% para o <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/supositorio/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">suposit&#xF3;rio</a> e 87% para a inje&#xE7;&#xE3;o intramuscular. Para solu&#xE7;&#xF5;es orais, o efeito do alimento &#xE9; clinicamente insignificante na farmacocin&#xE9;tica do 4-MAA. O Tmax foi alcan&#xE7;ado entre 1,4 e 2 horas ap&#xF3;s a dose oral de 0,75, 1,5 e 3g e esses resultados indicam absor&#xE7;&#xE3;o por um processo n&#xE3;o saturado. Os valores de AUC (Area Under Curve) para 4-AA constituem aproximadamente 25% do valor de AUC para 4-MAA. Nenhum dos principais metab&#xF3;litos da dipirona &#xE9; amplamente ligado a <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> plasm&#xE1;ticas. A liga&#xE7;&#xE3;o &#xE0;s prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas &#xE9; de 58% para 4-MAA e 48% para 4-AA, 18% para FAA e 14% para AAA.</p> <h4>Cafe&#xED;na</h4> <p>Estudos de farmacocin&#xE9;tica em roedores salientam que a cafe&#xED;na plasm&#xE1;tica e os n&#xED;veis de seus metab&#xF3;1itos refletem a concentra&#xE7;&#xE3;o cerebral e sugerem que a cafe&#xED;na penetra no tecido cerebral por simples difus&#xE3;o. Esta penetra&#xE7;&#xE3;o &#xE9; r&#xE1;pida, sendo observados n&#xED;veis significativos dentro de 5 minutos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral e concentra&#xE7;&#xE3;o m&#xE1;xima em 30 minutos. A meia-vida da cafe&#xED;na em humanos varia de 3 a 5 horas, sendo diferente entre as esp&#xE9;cies animais estudadas.</p> <h4>Metabolismo</h4> <h5>Dipirona</h5> <p>A dipirona em ratos, 70% da droga excretada pelos rins, consiste de 4-N-acetilaminoantipirina, 4-metilaminoantipirina e 4-aminoantipirina. A estrutura de outros metab&#xF3;litos n&#xE3;o foi identificada.</p> <p>Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral de dipirona, o principal metab&#xF3;lito identificado foi o 4-Nacetilaminoantipirina; ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa foi detectado o 4-aminoantipirina. O metab&#xF3;lito acetilado n&#xE3;o foi encontrado no c&#xE3;o e os outros metab&#xF3;litos ocorreram em menor quantidade.</p> <p>Entre 50 e 70% da radioatividade excretada por via renal permaneceu na origem do cromatograma de camada fina. Ap&#xF3;s incuba&#xE7;&#xE3;o desta por&#xE7;&#xE3;o com beta-glicuronidase, o metab&#xF3;lito mais importante foi a 4-hidroxiantipirina. Metab&#xF3;litos como antipirilureia, &#xE1;cido rubaz&#xF4;nico e &#xE1;cido metil-rubaz&#xF4;nico identificados anteriormente, n&#xE3;o foram identificados no rato e c&#xE3;o.</p> <h5>Cafe&#xED;na</h5> <p>A cafe&#xED;na &#xE9; bem absorvida ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral. A absor&#xE7;&#xE3;o por esta via &#xE9; t&#xE3;o r&#xE1;pida quanto a administra&#xE7;&#xE3;o endovenosa. Quanto &#xE0; via retal, a absor&#xE7;&#xE3;o &#xE9; mais lenta e irregular. A cafe&#xED;na pode diminuir a acidez g&#xE1;strica, estimulando diretamente as c&#xE9;lulas parietais. Os primeiros estudos revelaram que a cafe&#xED;na reduziria o esvaziamento g&#xE1;strico em ratos, em parte, pelo relaxamento dos m&#xFA;sculos lisos.</p> <p>A cafe&#xED;na, especificamente, e as metilxantinas em geral, reduzem o fluxo sangu&#xED;neo hep&#xE1;tico. Esta a&#xE7;&#xE3;o parece ser mediada pelo antagonismo da cafe&#xED;na sobre a a&#xE7;&#xE3;o vasodilatadora da art&#xE9;ria hep&#xE1;tica e veia porta produzida pela adrenalina. A redu&#xE7;&#xE3;o da circula&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica induzida pela cafe&#xED;na serviria para reduzir o <em>clearance</em> metab&#xF3;lico ou as subst&#xE2;ncias que possuem elimina&#xE7;&#xE3;o prim&#xE1;ria atrav&#xE9;s do f&#xED;gado. A cafe&#xED;na e as metilxantinas aumentam o fluxo da microcircula&#xE7;&#xE3;o da mucosa g&#xE1;strica, uma a&#xE7;&#xE3;o secund&#xE1;ria dos seus efeitos sobre o AMP-c&#xED;clico. Nas al&#xE7;as jejunais e ileais, a cafe&#xED;na pode aumentar a absor&#xE7;&#xE3;o das drogas devido a um aparente aumento no fluxo sangu&#xED;neo mesent&#xE9;rico.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Doril DC 500?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Doril® DC 500 apresenta-se como comprimido circular, plano, branco a branco amarelado, com a marca "F" de um dos lados e liso do outro.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Doril DC 500

Comprimido

Embalagens contendo 16 ou 100 comprimidos.

Via de administração: oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Doril DC 500

Registro M.S nº 1.7817.0859

Farm. Resp.:
Luciana Lopes da Costa
CRF-GO nº 2.757

Registrado por:
Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A.
Avenida Ceci, nº 282, Módulo I - Tamboré
Barueri - SP
CEP 06460-120
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Indústria Brasileira





Fabricado por:
Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.
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Anápolis - GO
CEP 75132-020



Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas procure orientação médica.

500mg + 65mg, blister com 4 comprimidos

Princípio ativo
:
Dipirona + Cafeína
Classe Terapêutica
:
Analgésicos Não Narcóticos e Antipiréticos Isentos de Prescrição
Requer Receita
:
Não
Tipo de prescrição
:
Isento de Prescrição Médica
Categoria
:
Analgésico E Antitérmico
Especialidade
:
Clínica Médica e Neurologia

Bula do medicamento

Doril DC 500, para o que é indicado e para o que serve?

Este medicamento é destinado como analgésico especialmente para o tratamento de dores de cabeça e enxaqueca.

Quais as contraindicações do Doril DC 500?

Contraindicado para pacientes com hipersensibilidade conhecida a qualquer componente da fórmula do produto.

Este medicamento é contraindicado para pacientes que apresentam problemas renais (nos rins), no coração, nos vasos sanguíneos, no fígado e problemas específicos no sangue tais como agranulocitopenia (diminuição dos glóbulos brancos) e a deficiência genética da enzima glicose -6- fosfato desidrogenase.

Também está contraindicado nos casos de hipersensibilidade aos derivados pirazolônicos (como a fenilbutazona) ou ao ácido acetilsalicílico, particularmente, naqueles pacientes nos quais o ácido acetilsalicílico acarreta crises de asma, urticária, coceira ou rinite aguda; história de agranulocitose (problemas específicos no sangue) independente da origem; porfiria (doença congênita caracterizada por coloração arroxeada nos fluídos corporais durante os ataques).

Pacientes com presença de úlcera gastroduodenal não devem fazer uso deste medicamento.

Este medicamento é contraindicado nos três primeiros meses de gravidez e após esse período, só deve ser empregado nos casos de absoluta necessidade e sob orientação médica.

Como usar o Doril DC 500?

Este medicamento deve ser ingerido por via oral, conforme orientado pelo seu médico.

Utilizar apenas por via oral. O uso deste medicamento por outra via, que não a oral, pode causar a perda do efeito esperado ou mesmo promover danos ao seu usuário.

Tomar 1 a 2 comprimidos até 4 vezes ao dia, com um pouco de água e sem mastigar.

Dose máxima diária recomendada

8 comprimidos/dia equivalente a 4g/dia de dipirona.

Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Como o Doril DC 500 funciona?

Este medicamento atua como um analgésico com ação antipirética tendo, portanto, a capacidade de aliviar a dor e a febre. Por possuir a substância cafeína este medicamento também tem a capacidade de aumentar a ação de alguns analgésicos (medicamentos para a dor), como é o caso da própria dipirona. Além de ter efeito estimulante no humor, no estado de alerta e na atenção, a cafeína promove a constrição (contração) dos vasos sanguíneos do cérebro, o que pode contribuir para o alívio das dores de cabeça.

Tem início de ação a partir de 15 a 30 minutos e seu efeito analgésico dura de 4 a 6 horas após a administração.

Quais cuidados devo ter ao usar o Doril DC 500?

Em tratamentos prolongados, recomenda-se o controle periódico do quadro laboratorial hematológico através de seu médico. Este medicamento, por conter a substância dipirona pode inibir a função plaquetária e prolongar o tempo de sangramento (em casos de hemorragias), sendo este efeito reversível. Assim, deve-se ter cautela em pacientes portadores de doenças intrínsecas da coagulação ou em uso de anticoagulantes.

A dipirona deve ser usada com cautela em pacientes com asma preexistente. Pacientes com insuficiência renal ou hepática, desaconselha-se o uso de altas doses deste medicamento em razão da dipirona, visto que a taxa de eliminação através da urina é reduzida nestes pacientes.

Pacientes com insuficiência cardíaca, usuários de diuréticos (furosemida, hidroclorotiazida) e idosos possuem maior risco de toxicidade renal, devem ter cautela ao utilizar o produto, devendo ser adequadamente monitorados.

O uso deste medicamento, por conter dipirona, em casos de amigdalite ou qualquer outra afecção bucofaríngea deve merecer cuidado especial, pois esta afecção preexistente pode mascarar os primeiros sintomas de agranulocitose (dor de cabeça, dor de garganta, febre e calafrios), ocorrência rara, mas possível.

Durante o tratamento com este medicamento, por conter dipirona, pode-se observar uma coloração avermelhada na urina, devido à excreção da dipirona transformada em ácido rubazônico, porém, isto não deve trazer-lhe nenhuma preocupação, por não ter significado clínico algum

É desaconselhável o seu uso durante a gravidez devido aos riscos de efeitos sobre o sistema cardiovascular fetal, principalmente no terceiro trimestre de gravidez e amamentação.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Informe seu médico ou seu cirurgião-dentista em caso de suspeita de gravidez ou se estiver amamentando.

A amamentação deve ser evitada durante e até 48 horas após o uso deste medicamento devido à possível excreção pelo leite materno.

Durante o tratamento, recomenda-se evitar a ingestão de bebidas alcoólicas. A ação irritante do álcool no estômago é aumentada quando é ingerido com este medicamento, podendo aumentar o risco de úlcera e sangramento.

Pacientes com intolerância ao álcool, ou seja, pacientes que reagem até mesmo a pequenas quantidades de certas bebidas alcoólicas, apresentando sintomas como espirros, lacrimejamento e rubor pronunciado da face, demonstraram que podem ser portadores de síndrome de asma analgésica prévia não diagnosticada.

Este medicamento não é de uso contínuo. Pode-se tomar até por 7 dias consecutivos. Longos períodos de uso deste medicamento somente através de orientação médica.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Doril DC 500?

As frequências das reações adversas estão listadas a seguir de acordo com a seguinte convenção:

  • <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento);</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento);</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento);</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento);</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li>

Reações comuns

Reações cutâneas

Coceira e vermelhidão na pele ou erupções.

Cardiocirculatória

Queda da pressão arterial (pressão baixa).

Outras

Algumas vezes a urina com pH ácido pode apresentar coloração avermelhada.

Este fato pode ser decorrente da presença do ácido rubazônico, metabólito presente em baixa concentração. Este efeito não tem significado clínico algum.

Reações raras

Reações alérgicas

Choque anafilático (urticária/coceira, inchaço nos lábios e olhos, congestão nasal, tontura, dificuldade de respirar).

Reações do aparelho digestivo

Náuseas, vômitos, diarreia, dor de garganta, inflamação da boca, dificuldades de engolir, mal-estar e calafrios. Se estes fenômenos ocorrerem informe imediatamente o seu médico.

Asma

Têm sido reportados casos de crise asmática, particularmente em pacientes com intolerância ao ácido acetilsalicílico.

Reações muito raras

Efeitos colaterais renais

Insuficiência renal aguda, nefropatia (problemas nos rins).

Distúrbios visuais

A cafeína poderá provocar escotomas cintilantes (caracteriza-se como um ponto brilhante que aparece diante dos olhos, que se movimenta com o olhar), zumbidos e dores de cabeça.

Reações hematológicas ou no sangue

Agranulocitose (diminuição dos glóbulos brancos, com lesão inflamatória na boca, na garganta); anemia e trombocitopenia (são muito raras, mas apresentam sinais de manchas vermelhas na pele e nas mucosas).

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

Riscos

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>N&#xE3;o use este medicamento durante a gravidez e em crian&#xE7;as menores de tr&#xEA;s meses de idade.</strong></p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Doril DC 500?

Caso você se esqueça de tomar uma dose deste medicamento, tome-o assim que lembrar. Se for quase hora da dose seguinte, não tome a dose faltante, apenas tome a próxima dose no próximo horário. Não dobre a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Doril DC 500?

Cada comprimido contém

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/dipirona-monoidratada/bula\" target=\"_blank\">Dipirona monoidratada</a>*</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">525,60mg</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Cafe&#xED;na</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">65mg</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Excipientes</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 500mg de dipirona.

Excipientes:&nbsp;povidona, amido e estearato de magnésio.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Doril DC 500 maior do que a recomendada?

Não devem ser utilizadas doses superiores às recomendadas. A interrupção repentina deste medicamento não causa efeitos desagradáveis, nem risco, apenas não terá mais efeito terapêutico.

A margem de segurança da dipirona é bem ampla. Podem ocorrer sintomas tais como&nbsp;vômitos, vertigens e sonolência.

Em caso de ingestão acidental de doses muito acima das recomendadas, suspenda imediatamente a medicação e procure assistência médica. Não tome nenhuma medida sem antes consultar um médico.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Doril DC 500 com outros remédios?

Interações medicamento-medicamento

A dipirona aumenta a ação de:
  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/anti-inflamatorios/c" target="_blank">Anti-inflamat&#xF3;rios</a> n&#xE3;o hormonais: <a href="https://consultaremedios.com.br/naproxeno/bula" target="_blank">naproxeno</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/cetoprofeno/bula" target="_blank">cetoprofeno</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/ibuprofeno/bula" target="_blank">ibuprofeno</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/piroxicam/bula" target="_blank">piroxicam</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/tenoxicam/bula" target="_blank">tenoxicam</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/meloxicam/bula" target="_blank">meloxicam</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/diclofenaco/pa" target="_blank">diclofenaco</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aceclofenaco/bula" target="_blank">aceclofenaco</a>, sulindac, <a href="https://consultaremedios.com.br/nimesulida/bula" target="_blank">nimesulida</a>, fentiazac, &#xE1;cido acetilsalic&#xED;lico, etc;</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/b/anticoagulantes-orais" target="_blank">Anticoagulantes orais</a>: <a href="https://consultaremedios.com.br/varfarina-sodica/bula" target="_blank">varfarina</a> e a fenindiona;</li> <li>Hipoglicemiantes orais: <a href="https://consultaremedios.com.br/glimepirida/bula" target="_blank">glimepirida</a>;</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-clorpromazina/bula" target="_blank">Clorpromazina</a>.</li>
A dipirona diminui a ação de:
  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/ciclosporina/bula" target="_blank">Ciclosporina</a>.</li>
A cafeína:
  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/carbonato-de-litio/bula" target="_blank">L&#xED;tio</a>: a cafe&#xED;na aumenta a excre&#xE7;&#xE3;o renal do l&#xED;tio.</li>

Interações medicamento-alimento

Não há dados disponíveis até o momento sobre a administração concomitante de alimentos e dipirona.

Interações medicamento-exame laboratorial

Não há dados disponíveis até o momento sobre a interferência de dipirona em exames laboratoriais.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Interação alimentícia: posso usar o Doril DC 500 com alimentos?

Não há dados disponíveis até o momento sobre a administração concomitante de alimentos e dipirona.

Qual a ação da substância do Doril DC 500 (Dipirona + Cafeína)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <p>O uso da dipirona na dor severa foi documentado em volumosa quantidade de estudos cl&#xED;nicos, existindo consenso geral de que a dipirona pode frequentemente substituir a morfina, sendo &#xE0;s vezes, at&#xE9; mesmo superior aos opi&#xE1;ceos. Sua efic&#xE1;cia analg&#xE9;sica vem sendo confirmada pelo seu amplo uso cl&#xED;nico por mais de 60 anos no tratamento da dor de intensidade moderada ou severa, no p&#xF3;sperat&#xF3;rio1 , na <a href=\"https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/colica/c\" target=\"_blank\">c&#xF3;lica</a> renal2 , biliar3 e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/periodo-pos-parto-puerperio/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">p&#xF3;s-parto</a>.<sup>4</sup></p> <p>A cafe&#xED;na, como adjuvante de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/analgesicos/c\" target=\"_blank\">analg&#xE9;sicos</a> &#xE9; capaz de aumentar em at&#xE9; 40% o efeito analg&#xE9;sico de subst&#xE2;ncias associadas.<sup>1 </sup></p> <p>Estudo realizado com a cafe&#xED;na e estudos de revis&#xE3;o da literatura conclu&#xED;ram que a adi&#xE7;&#xE3;o de 65mg de cafe&#xED;na a um comprimido de analg&#xE9;sico administrado em doses de dois comprimidos resulta em maior efeito analg&#xE9;sico.<sup>5</sup></p> <p>Analg&#xE9;sicos contendo cafe&#xED;na s&#xE3;o uma importante op&#xE7;&#xE3;o terap&#xEA;utica para o tratamento de pacientes com dor.<sup>5</sup> V&#xE1;rios autores descreveram melhora das cefaleias tensionais ou aquelas secund&#xE1;rias &#xE0; pun&#xE7;&#xE3;o dural ou &#xE0; baixa press&#xE3;o do fluxo c&#xE9;rebro-espinhal com uso da cafe&#xED;na, provavelmente por aumento do t&#xF4;nus cerebrovascular (vasoconstri&#xE7;&#xE3;o) e diminui&#xE7;&#xE3;o do fluxo cerebrovascular.<sup>6</sup> Em pacientes com cefaleia, a cafe&#xED;na produz um efeito positivo no humor. Em doses de 65 a 500mg, a cafe&#xED;na melhora o desempenho psicomotor e o estado de alerta.<sup>6</sup></p> <p>A cafe&#xED;na quando associada &#xE0; dipirona &#xE9; capaz de potencializar seu efeito analg&#xE9;sico. Esta potencializa&#xE7;&#xE3;o de efeito analg&#xE9;sico produzida pela cafe&#xED;na tamb&#xE9;m j&#xE1; foi demonstrada com o <a href=\"https://consultaremedios.com.br/paracetamol/bula\" target=\"_blank\">paracetamol</a>, existindo alguns produtos comercializados com esta associa&#xE7;&#xE3;o. Al&#xE9;m desses efeitos mencionados, a cafe&#xED;na, como psicoestimulante, diminui a sensa&#xE7;&#xE3;o de <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-fadiga-muscular-cronica-adrenal-etc-e-como-tratar/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">fadiga</a>, facilitando o trabalho intelectual e combatendo a sonol&#xEA;ncia.</p> <p>A cefaleia do tipo tensional epis&#xF3;dica e a enxaqueca s&#xE3;o formas muito comuns de cefaleia sendo seu tratamento farmacol&#xF3;gico realizado com medica&#xE7;&#xF5;es analg&#xE9;sicas isoladas ou associadas a <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/ansiedade/c\" target=\"_blank\">ansiol&#xED;ticos</a>, cafe&#xED;na, code&#xED;na ou anti-inflamat&#xF3;rios n&#xE3;o hormonais, sendo que para a enxaqueca h&#xE1; tamb&#xE9;m os derivados erg&#xF3;ticos isolados e associados, e os triptanos. O presente estudo visou avaliar, do ponto de vista cl&#xED;nico, a seguran&#xE7;a e a efic&#xE1;cia terap&#xEA;utica da associa&#xE7;&#xE3;o Dipirona + Cafe&#xED;na, quando comparada com a dipirona isolada, em pacientes com cefaleia do tipo tensional epis&#xF3;dica ou enxaqueca.<sup>7</sup></p> <p>A redu&#xE7;&#xE3;o da dor observada nos primeiros 15 minutos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o do primeiro comprimido da associa&#xE7;&#xE3;o foi significativamente superior (p&lt;0,001) ao observado com dipirona isolada justificando o uso da associa&#xE7;&#xE3;o no controle da crise de cefaleia.</p> <p>Al&#xE9;m disso, embora sem signific&#xE2;ncia estat&#xED;stica, a necessidade de se tomar um segundo comprimido foi menor quando se usou a associa&#xE7;&#xE3;o (3,9% X 8,0%), a efic&#xE1;cia na redu&#xE7;&#xE3;o da dor foi maior tanto com um comprimido da associa&#xE7;&#xE3;o (83,38% X 80,9%) como com dois comprimidos (95,7% X 83,9%), os pacientes medicados com a associa&#xE7;&#xE3;o apresentaram menor n&#xFA;mero de crises (154 X 188) e a incid&#xEA;ncia de eventos adversos foi menor com associa&#xE7;&#xE3;o do que com a dipirona isolada (36,6% X 54,5%).</p> <p>Com base nos resultados, conclui-se a efic&#xE1;cia da associa&#xE7;&#xE3;o no medicamento analg&#xE9;sico composto de 500mg de dipirona associada a 65mg de cafe&#xED;na.<sup>7 </sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Lal A, Pandey K, Chandra P, et al. Dipyrone for treatment of postoperative pain. Anaesthesia. 1973;28(1):43-7.<br> 2. Simons E. Zur spamolyse und analgesie in der urologie. M&#xE9;d Welt. 1964: 2553.<br> 3. Demling L. Therapie der cholecystitis und cholelithiasis. Med Klin. 1959;54:1543.<br> 4. K&#xF5;nig NA, et al. Dipirona magnesiana no trabalho de parto. Rev Bras Clin Ter. 1972;1:809.<br> 5. Laska EM, Sunshine A, Mueller F, et al. Caffeine as an analgesic adjuvant. JAMA. 1984;251(13):1711-8.<br> 6. Sawynok J, Yaksh TL. Caffeine as an analgesic adjuvant: a review of pharmacology and mechanisms of action. Pharmacol Rev. 1993;45(1):43-85.&amp;nbsp;<br> 7. Rabello DG, Carvalho DS, Figueir&#xF3; JAB. Estudo cl&#xED;nico randomizado, duplo - cego comparativo, da associa&#xE7;&#xE3;o dipirona + cafe&#xED;na versus dipirona isolada no tratamento da crise de cefaleia. Protocolo FAR-DICA 00112005.</br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Farmacodin&#xE2;mica</h3> <h4>Dipirona</h4> <p>O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o analg&#xE9;sica da dipirona ainda n&#xE3;o se encontra plenamente elucidado, pois a a&#xE7;&#xE3;o analg&#xE9;sica da dipirona parece ocorrer nas diferentes fases da informa&#xE7;&#xE3;o dolorosa. Diversos estudos apontam que a dipirona e seus principais metab&#xF3;litos possuem a&#xE7;&#xE3;o central e perif&#xE9;rica combinada. Assim como outros AINEs, a dipirona tem seu mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o analg&#xE9;sico e antiinflamat&#xF3;rio atribu&#xED;do &#xE0; inibi&#xE7;&#xE3;o da enzima ciclooxigenase (COX) e, portanto, ao bloqueio da s&#xED;ntese de prostaglandinas.</p> <p>Os metab&#xF3;litos ativos (4-MAA e 4-AA) s&#xE3;o capazes de bloquear a COX e assim inibir a agrega&#xE7;&#xE3;o plaquet&#xE1;ria, a s&#xED;ntese de tromboxano das plaquetas e a produ&#xE7;&#xE3;o de citocinas pr&#xF3;-inflamat&#xF3;rias, gerando o efeito analg&#xE9;sico. O efeito inibidor do 4-MAA e 4-AA foi confirmado in vitro. Al&#xE9;m da inibi&#xE7;&#xE3;o das prostaglandinas, existem evid&#xEA;ncias de que ocorra a ativa&#xE7;&#xE3;o do &#xF3;xido n&#xED;trico via GMP c&#xED;clico para dessensibiliza&#xE7;&#xE3;o do nociceptor. J&#xE1; com rela&#xE7;&#xE3;o aos efeitos centrais da dipirona, h&#xE1; evid&#xEA;ncias que a dipirona atua no centro hipotal&#xE2;mico regulador de temperatura para reduzir a febre atrav&#xE9;s da inibi&#xE7;&#xE3;o da COX3, por&#xE9;m outros estudos indicam que a dipirona reduz a febre por um mecanismo prostaglandina-independente, o que torna a dipirona um f&#xE1;rmaco de a&#xE7;&#xE3;o mais ampla e eficiente no combate &#xE0; febre.</p> <p>A a&#xE7;&#xE3;o analg&#xE9;sica no SNC pode estar associada &#xE0; ativa&#xE7;&#xE3;o do sistema opioid&#xE9;rgico, pois seu efeito &#xE9; bloqueado pela naloxona e h&#xE1; evid&#xEA;ncias de que o f&#xE1;rmaco &#xE9; capaz de estimular a libera&#xE7;&#xE3;o de &#x3B2;endorfinas. Um sinergismo peptid&#xE9;rgico (k) e serotonin&#xE9;rgico (subtipo 5HT1) e um antagonismo glutamat&#xE9;rgico (NMDA) j&#xE1; foram sugeridos na literatura indicando a&#xE7;&#xE3;o multimodal da dipirona.</p> <h4>Cafe&#xED;na</h4> <p>A cafe&#xED;na &#xE9; farmacologicamente similar a outras drogas xant&#xED;nicas como a teobromina e <a href=\"https://consultaremedios.com.br/teofilina/pa\" target=\"_blank\">teofilina</a>. Entretanto, estas subst&#xE2;ncias s&#xE3;o diferentes quanto &#xE0; intensidade de suas a&#xE7;&#xF5;es nas diversas estruturas org&#xE2;nicas. Assim, os efeitos da cafe&#xED;na no SNC e nos m&#xFA;sculos esquel&#xE9;ticos s&#xE3;o maiores que os das outras xantinas.</p> <p>Em outros locais, a teofilina apresenta maior atividade do que a cafe&#xED;na. A cafe&#xED;na inibe competitivamente a fosfodiesterase, enzima que degrada o AMP-c&#xED;clico. O aumento dos n&#xED;veis intracelulares do AMP-c&#xED;clico &#xE9; respons&#xE1;vel por muitas das a&#xE7;&#xF5;es farmacol&#xF3;gicas da cafe&#xED;na.</p> <h5>Efeito sobre o <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/c\" target=\"_blank\">sistema nervoso central</a></h5> <p>A cafe&#xED;na estimula todas as &#xE1;reas do SNC. Doses orais de l00 a 200mg estimulam o c&#xF3;rtex cerebral, produzindo um fluxo de pensamento mais r&#xE1;pido e claro, maior disposi&#xE7;&#xE3;o em pacientes com fadiga e melhor coordena&#xE7;&#xE3;o motora.</p> <p>Os efeitos corticais da cafe&#xED;na s&#xE3;o moderados e de curta dura&#xE7;&#xE3;o, quando se compara com os produzidos pelas anfetaminas. Em doses ligeiramente maiores que as habituais, estimula os centros vagais modulares, respirat&#xF3;rios e vasomotores, originando bradicardia, vasoconstri&#xE7;&#xE3;o e aumento da frequ&#xEA;ncia respirat&#xF3;ria.</p> <h5>Efeitos cardiovasculares</h5> <p>A cafe&#xED;na produz efeito inotr&#xF3;pico no mioc&#xE1;rdio e efeito cronotr&#xF3;pico positivo sobre o n&#xF3;dulo sinoatrial causando aumento passageiro na frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca, for&#xE7;a de contra&#xE7;&#xE3;o, eje&#xE7;&#xE3;o card&#xED;aca e trabalho card&#xED;aco.</p> <p>A cafe&#xED;na produz efeito vasoconstritor cerebral e vasodilatador perif&#xE9;rico, diminuindo a resist&#xEA;ncia perif&#xE9;rica. O efeito desta diminui&#xE7;&#xE3;o (e possivelmente a estimula&#xE7;&#xE3;o card&#xED;aca vagal) sobre a press&#xE3;o arterial &#xE9; compensado pelo aumento da eje&#xE7;&#xE3;o card&#xED;aca (e possivelmente estimula&#xE7;&#xE3;o da &#xE1;rea vasomotora medular). O efeito geral da cafe&#xED;na sobre o cora&#xE7;&#xE3;o e press&#xE3;o arterial depende da predomin&#xE2;ncia dos efeitos do SNC ou dos efeitos perif&#xE9;ricos. Geralmente doses terap&#xEA;uticas de cafe&#xED;na aumentam a press&#xE3;o arterial apenas levemente em pessoas saud&#xE1;veis. A ingest&#xE3;o cr&#xF4;nica de cafe&#xED;na tem pequeno ou nenhum efeito sobre a press&#xE3;o arterial em pessoas saud&#xE1;veis. A ingest&#xE3;o cr&#xF4;nica de cafe&#xED;na tem pequeno ou nenhum efeito sobre a press&#xE3;o arterial, frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca, concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;ticas de catecolaminas, ou atividade da renina plasm&#xE1;tica. Indiv&#xED;duos com hipertens&#xE3;o arterial discreta n&#xE3;o parecem apresentar aumento da susceptibilidade para efeitos vasopressores da cafe&#xED;na ou maior resist&#xEA;ncia &#xE0; toler&#xE2;ncia para os efeitos cardiovasculares que se desenvolvem com a administra&#xE7;&#xE3;o prolongada.</p> <h5>Outros efeitos</h5> <p>A cafe&#xED;na estimula a musculatura esquel&#xE9;tica volunt&#xE1;ria, aumenta a for&#xE7;a de contra&#xE7;&#xE3;o e diminui a fadiga muscular. Tamb&#xE9;m estimula a secre&#xE7;&#xE3;o g&#xE1;strica das c&#xE9;lulas parietais. Ela aumenta o fluxo sangu&#xED;neo renal e a filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular e diminui a reabsor&#xE7;&#xE3;o de s&#xF3;dio e &#xE1;gua nos t&#xFA;bulos proximais, ocasionando leve diurese; estimula a glicog&#xEA;nese e a lip&#xF3;lise, mas o aumento dos lip&#xED;deos plasm&#xE1;ticos e da glicemia s&#xE3;o usualmente insignificantes.</p> <h3>Farmacocin&#xE9;tica</h3> <h4>Dipirona</h4> <p>A dipirona foi administrada a ratos e c&#xE3;es por via intravenosa, oral e retal. Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa de dose de 50mg/Kg de dipirona marcada, a radioatividade desapareceu muito rapidamente do sangue. Ap&#xF3;s cinco minutos da administra&#xE7;&#xE3;o, o teor plasm&#xE1;tico era de apenas 7% (ratos) e 13% (c&#xE3;es).</p> <p>A absor&#xE7;&#xE3;o oral em ratos e c&#xE3;es foi r&#xE1;pida, uniforme e virtualmente completa ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o de 50mg/kg de dipirona marcada, a radioatividade desapareceu muito rapidamente do sangue. Ap&#xF3;s 5 minutos da administra&#xE7;&#xE3;o, os n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos foram de 60% a 80% da concentra&#xE7;&#xE3;o m&#xE1;xima.</p> <p>Suposit&#xF3;rios contendo 1.000mg de dipirona foram administrados por via retal a c&#xE3;es. A absor&#xE7;&#xE3;o da droga foi mais lenta e menos uniforme do que o observado com a via oral.</p> <p>Apesar da dose ser mais elevada, a concentra&#xE7;&#xE3;o m&#xE1;xima plasm&#xE1;tica foi a metade da obtida por via oral. No per&#xED;odo de 2 a 8 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o os n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos mantiveram-se em plat&#xF4;. Ap&#xF3;s este per&#xED;odo, a concentra&#xE7;&#xE3;o caiu de modo similar &#xE0; administra&#xE7;&#xE3;o oral e intravenosa. As compara&#xE7;&#xF5;es das AUCs para as tr&#xEA;s vias demonstraram que a absor&#xE7;&#xE3;o retal foi 50 a 60% menor que a oral. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do sangue foi de 3 horas para o rato e de 5 horas para o c&#xE3;o. Com um a dois dias ap&#xF3;s a dose, a concentra&#xE7;&#xE3;o caiu 1% a 3% da concentra&#xE7;&#xE3;o m&#xE1;xima. Numa subsequente fase de elimina&#xE7;&#xE3;o lenta, a concentra&#xE7;&#xE3;o caiu, com uma meia-vida de 10 dias para o rato e 4 dias para o c&#xE3;o. Cerca de 90% da dose foi eliminada pela urina.</p> <p>No momento em que se atingiu a concentra&#xE7;&#xE3;o m&#xE1;xima plasm&#xE1;tica, a distribui&#xE7;&#xE3;o da radioatividade nos &#xF3;rg&#xE3;os e tecidos foi muito semelhante no rato e no c&#xE3;o. Assim, nos &#xF3;rg&#xE3;os de excre&#xE7;&#xE3;o, a excre&#xE7;&#xE3;o foi de apenas 20 a 60% menor do que no plasma. Em outros tecidos a concentra&#xE7;&#xE3;o foi at&#xE9; de 50% mais baixa do que no plasma.</p> <p>Como a elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; r&#xE1;pida, as concentra&#xE7;&#xF5;es em &#xF3;rg&#xE3;os e tecidos foram m&#xED;nimas 1 semana ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o.</p> <p>N&#xED;veis mensur&#xE1;veis s&#xF3; foram detectados no <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a> de c&#xE3;es, numa concentra&#xE7;&#xE3;o de 2,4&#xB5;g/g correspondente a 0,2% da radioatividade administrada.</p> <p>Em humanos, ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral, a dipirona &#xE9; hidrolisada no intestino em sua por&#xE7;&#xE3;o ativa, 4-N-metilaminoantipirina (4-MAA) e &#xE9; quase completamente absorvida nessa forma (Levy et al., 1995). 4-MAA &#xE9; metabolizada no f&#xED;gado em outros metab&#xF3;litos: 4-aminoantipirina (4-AA), 4-Nacetilaminoantipirina (AAA) e 4-N-formilaminoantipirina (FAA). Principalmente a 4-MAA, mas tamb&#xE9;m o 4-AA s&#xE3;o metabolicamente ativos e contribuem para o efeito cl&#xED;nico.</p> <p>A biodisponibilidade absoluta do 4-MAA &#xE9; de aproximadamente 85% para os comprimidos, 89% para a solu&#xE7;&#xE3;o gotas, 54% para o <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/supositorio/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">suposit&#xF3;rio</a> e 87% para a inje&#xE7;&#xE3;o intramuscular. Para solu&#xE7;&#xF5;es orais, o efeito do alimento &#xE9; clinicamente insignificante na farmacocin&#xE9;tica do 4-MAA. O Tmax foi alcan&#xE7;ado entre 1,4 e 2 horas ap&#xF3;s a dose oral de 0,75, 1,5 e 3g e esses resultados indicam absor&#xE7;&#xE3;o por um processo n&#xE3;o saturado. Os valores de AUC (Area Under Curve) para 4-AA constituem aproximadamente 25% do valor de AUC para 4-MAA. Nenhum dos principais metab&#xF3;litos da dipirona &#xE9; amplamente ligado a <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> plasm&#xE1;ticas. A liga&#xE7;&#xE3;o &#xE0;s prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas &#xE9; de 58% para 4-MAA e 48% para 4-AA, 18% para FAA e 14% para AAA.</p> <h4>Cafe&#xED;na</h4> <p>Estudos de farmacocin&#xE9;tica em roedores salientam que a cafe&#xED;na plasm&#xE1;tica e os n&#xED;veis de seus metab&#xF3;1itos refletem a concentra&#xE7;&#xE3;o cerebral e sugerem que a cafe&#xED;na penetra no tecido cerebral por simples difus&#xE3;o. Esta penetra&#xE7;&#xE3;o &#xE9; r&#xE1;pida, sendo observados n&#xED;veis significativos dentro de 5 minutos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral e concentra&#xE7;&#xE3;o m&#xE1;xima em 30 minutos. A meia-vida da cafe&#xED;na em humanos varia de 3 a 5 horas, sendo diferente entre as esp&#xE9;cies animais estudadas.</p> <h4>Metabolismo</h4> <h5>Dipirona</h5> <p>A dipirona em ratos, 70% da droga excretada pelos rins, consiste de 4-N-acetilaminoantipirina, 4-metilaminoantipirina e 4-aminoantipirina. A estrutura de outros metab&#xF3;litos n&#xE3;o foi identificada.</p> <p>Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral de dipirona, o principal metab&#xF3;lito identificado foi o 4-Nacetilaminoantipirina; ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa foi detectado o 4-aminoantipirina. O metab&#xF3;lito acetilado n&#xE3;o foi encontrado no c&#xE3;o e os outros metab&#xF3;litos ocorreram em menor quantidade.</p> <p>Entre 50 e 70% da radioatividade excretada por via renal permaneceu na origem do cromatograma de camada fina. Ap&#xF3;s incuba&#xE7;&#xE3;o desta por&#xE7;&#xE3;o com beta-glicuronidase, o metab&#xF3;lito mais importante foi a 4-hidroxiantipirina. Metab&#xF3;litos como antipirilureia, &#xE1;cido rubaz&#xF4;nico e &#xE1;cido metil-rubaz&#xF4;nico identificados anteriormente, n&#xE3;o foram identificados no rato e c&#xE3;o.</p> <h5>Cafe&#xED;na</h5> <p>A cafe&#xED;na &#xE9; bem absorvida ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral. A absor&#xE7;&#xE3;o por esta via &#xE9; t&#xE3;o r&#xE1;pida quanto a administra&#xE7;&#xE3;o endovenosa. Quanto &#xE0; via retal, a absor&#xE7;&#xE3;o &#xE9; mais lenta e irregular. A cafe&#xED;na pode diminuir a acidez g&#xE1;strica, estimulando diretamente as c&#xE9;lulas parietais. Os primeiros estudos revelaram que a cafe&#xED;na reduziria o esvaziamento g&#xE1;strico em ratos, em parte, pelo relaxamento dos m&#xFA;sculos lisos.</p> <p>A cafe&#xED;na, especificamente, e as metilxantinas em geral, reduzem o fluxo sangu&#xED;neo hep&#xE1;tico. Esta a&#xE7;&#xE3;o parece ser mediada pelo antagonismo da cafe&#xED;na sobre a a&#xE7;&#xE3;o vasodilatadora da art&#xE9;ria hep&#xE1;tica e veia porta produzida pela adrenalina. A redu&#xE7;&#xE3;o da circula&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica induzida pela cafe&#xED;na serviria para reduzir o <em>clearance</em> metab&#xF3;lico ou as subst&#xE2;ncias que possuem elimina&#xE7;&#xE3;o prim&#xE1;ria atrav&#xE9;s do f&#xED;gado. A cafe&#xED;na e as metilxantinas aumentam o fluxo da microcircula&#xE7;&#xE3;o da mucosa g&#xE1;strica, uma a&#xE7;&#xE3;o secund&#xE1;ria dos seus efeitos sobre o AMP-c&#xED;clico. Nas al&#xE7;as jejunais e ileais, a cafe&#xED;na pode aumentar a absor&#xE7;&#xE3;o das drogas devido a um aparente aumento no fluxo sangu&#xED;neo mesent&#xE9;rico.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Doril DC 500?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da luz e umidade.

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Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Doril® DC 500 apresenta-se como comprimido circular, plano, branco a branco amarelado, com a marca "F" de um dos lados e liso do outro.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Doril DC 500

Comprimido

Embalagens contendo 16 ou 100 comprimidos.

Via de administração: oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Doril DC 500

Registro M.S nº 1.7817.0859

Farm. Resp.:
Luciana Lopes da Costa
CRF-GO nº 2.757

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Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas procure orientação médica.

Fabricante: Cosmed

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