Cristália Dimorf

30mg, caixa com 50 comprimidos

Princípio ativo
:
Sulfato De Morfina
Classe Terapêutica
:
Analgésicos Narcóticos
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
A1 Amarela (Venda sob Prescrição Médica - Este medicamento pode causar Dependência Física ou Psíquica)
Categoria
:
Analgésico E Antitérmico
Especialidade
:
Anestesiologia

Bula do medicamento

Dimorf, para o que é indicado e para o que serve?

Dimorf® é indicado para o alívio da dor intensa aguda e crônica.

Quais as contraindicações do Dimorf?

Comprimido / Cápsula / Solução Oral

Se você apresenta algum dos quadros abaixo, fale para seu médico, pois Dimorf® pode ser contraindicado em casos de:
  • <li>Sensibilidade &#xE0; morfina ou a algum componente da f&#xF3;rmula; insufici&#xEA;ncia ou <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a> respirat&#xF3;ria; depress&#xE3;o do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/c" target="_blank">sistema nervoso central</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/" rel="noopener" target="_blank">insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> secund&#xE1;ria; crise de <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/asma/c" target="_blank">asma</a> br&#xF4;nquica; <a href="https://minutosaudavel.com.br/arritmia-cardiaca-o-que-e-sintomas-tratamento-tem-cura/" rel="noopener" target="_blank">arritmia card&#xED;aca</a>; <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/dpoc/c" target="_blank"/><a href="https://consultaremedios.com.br/b/doenca-pulmonar-obstrutiva" target="_blank">doen&#xE7;a pulmonar obstrutiva</a> cr&#xF4;nica; hipercabia, aumento da press&#xE3;o intracraniana e do l&#xED;quido c&#xE9;rebro espinhal; les&#xF5;es cerebrais; <a href="https://minutosaudavel.com.br/tumor-cerebral/" rel="noopener" target="_blank">tumor cerebral</a>; <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alcoolismo/c" target="_blank">alcoolismo</a> cr&#xF4;nico; tremores; doen&#xE7;as que causam <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-convulsao-o-que-fazer-causas-sintomas-pode-matar/" rel="noopener" target="_blank">convuls&#xE3;o</a>; p&#xF3;s-cir&#xFA;rgico de cirurgia de ves&#xED;cula biliar ou de abd&#xF4;men, anastomose cir&#xFA;rgica, administra&#xE7;&#xE3;o conjunta com inibidores da MAO ou ap&#xF3;s um per&#xED;odo de 14 dias com este tratamento.</li>

Dimorf®&nbsp;está contraindicado em pacientes que apresentem obstrução gastrintestinal e íleo-paralítico.

Gravidez – Categoria C: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Exclusivo Comprimido

Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes que apresentam obstrução gastrintestinal e íleoparalítico.

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.

Exclusivo Cápsula

Atenção diabético: este medicamento contém sacarose.&nbsp;

Este medicamento contém lactose.

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.

Como usar o Dimorf?

Comprimido

Você deve tomar este medicamento por via oral, com ingestão de quantidade suficiente de líquido.

Cápsula

Dimorf® LC cápsulas é preparado especialmente para que a substância ativa seja liberada aos poucos (a liberação dura 12 horas).

Você deve tomar este medicamento por via oral, com ingestão de quantidade suficiente de líquido.

Para pacientes com dificuldades para engolir, a cápsula poderá ser aberta e seu conteúdo misturado a um alimento pastoso.

Os microgrânulos não devem ser mastigados, quebrados e/ou triturados, pois podem ser absorvidos rapidamente e gerar uma superdose.

Solução Oral

A dose deve ser individualizada pelo médico de acordo com a intensidade da dor, levando-se em consideração a idade e o peso do paciente.

A dose inicial pode ser reduzida após a obtenção de resposta inicial e manutenção da mesma por três dias.

Para melhorar o sabor, o produto pode ser diluído em suco de fruta antes da ingestão.

Você deve tomar este medicamento por via oral.

Posologia do Dimorf Comprimido

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimido</h3> <h4>Adultos</h4> <h5>In&#xED;cio do tratamento em pacientes que n&#xE3;o fazem o uso de opioides</h5> <ul> <li>05 a 30 mg a cada 4 horas ou segundo orienta&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico.</li> </ul> <p>A dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria recomendada depende do estado cl&#xED;nico do paciente e da sua toler&#xE2;ncia ao f&#xE1;rmaco. Para a maioria dos pacientes, esta dose se situa em torno de 180 mg/dia. O ajuste crescente desta dose depende de uma avalia&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica criteriosa. Doses n&#xE3;o recomendadas podem levar a ocorr&#xEA;ncia de eventos adversos.</p> <p>Para a dor de pacientes terminais, a dose deve ser administrada a cada 4 horas at&#xE9; encontrar o n&#xED;vel desejado de analgesia. Caso o paciente esteja recebendo outros <a href=\"https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/analgesicos/c\" target=\"_blank\">analg&#xE9;sicos</a> narc&#xF3;ticos, equilibrar as dosagens de modo a alcan&#xE7;ar a analgesia necess&#xE1;ria.</p> <p>A dose deve ser ajustada de acordo com a resposta individual do paciente at&#xE9; que seja obtido um n&#xED;vel aceit&#xE1;vel de analgesia, levando em considera&#xE7;&#xE3;o a melhoria da intensidade da dor e a tolerabilidade da morfina pelo paciente, sem a ocorr&#xEA;ncia de efeitos adversos intoler&#xE1;veis.</p> <h4>Manuten&#xE7;&#xE3;o do Tratamento</h4> <p>&#xC9; importante que haja uma cont&#xED;nua reavalia&#xE7;&#xE3;o do paciente que recebe <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sulfato-de-morfina/bula\" target=\"_blank\">sulfato de morfina</a>, com especial aten&#xE7;&#xE3;o para a manuten&#xE7;&#xE3;o do controle da dor e a incid&#xEA;ncia relativa dos efeitos adversos associados com o tratamento.</p> <h4>Redu&#xE7;&#xE3;o da Dose de Morfina e Descontinua&#xE7;&#xE3;o do Tratamento</h4> <p>Gradualmente reduzir a dose para prevenir os sinais e sintomas de abstin&#xEA;ncia no paciente fisicamente dependente. N&#xE3;o descontinuar abruptamente Dimorf<sup>&#xAE; </sup>comprimidos.</p> <h4>Abuso e Depend&#xEA;ncia do F&#xE1;rmaco</h4> <p>Assim como com outros opioides, alguns pacientes podem desenvolver depend&#xEA;ncia f&#xED;sica e ps&#xED;quica em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; morfina. O f&#xE1;rmaco deve ser retirado gradualmente em qualquer paciente que fa&#xE7;a o uso de doses excessivas por longos per&#xED;odos. N&#xE3;o aumente a dose sem consultar seu m&#xE9;dico.</p> <p>No tratamento de pacientes com doen&#xE7;as terminais, o benef&#xED;cio do al&#xED;vio da dor pode ter mais valor do que a possibilidade de depend&#xEA;ncia do f&#xE1;rmaco.</p> <h4>Pacientes idosos</h4> <p>Deve haver cautela na escolha da dose inicial em pacientes idosos, assim como em pacientes debilitados e com intoler&#xE2;ncia, usualmente iniciando pela dose m&#xED;nima.</p> <p><strong>Siga a orienta&#xE7;&#xE3;o do seu m&#xE9;dico, respeitando sempre os hor&#xE1;rios, as doses e a dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento. N&#xE3;o interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu m&#xE9;dico. </strong></p> <h3>C&#xE1;psula</h3> <h4>Adultos</h4> <p>Uma c&#xE1;psula de 30 mg, 60 mg ou 100 mg a cada 12 horas ou conforme recomenda&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico.</p> <p>A dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria recomendada depende do estado cl&#xED;nico do paciente e da sua toler&#xE2;ncia ao f&#xE1;rmaco. Para a maioria dos pacientes, esta dose se situa em torno de 200 mg/dia. O ajuste crescente desta dose depende de uma avalia&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica criteriosa. Doses n&#xE3;o recomendadas podem levar a ocorr&#xEA;ncia de eventos adversos. Os pacientes que est&#xE3;o tomando morfina em comprimidos normais podem passar a tomar as c&#xE1;psulas de Dimorf<sup>&#xAE;</sup> LC c&#xE1;psulas na mesma dose di&#xE1;ria (24 horas), levando-se em considera&#xE7;&#xE3;o que a dose varia para cada pessoa e deve obedecer a recomenda&#xE7;&#xE3;o do seu m&#xE9;dico.</p> <p>Utilizar a menor dose eficaz poss&#xED;vel.</p> <h4>Manuten&#xE7;&#xE3;o do Tratamento</h4> <p>&#xC9; importante que haja uma cont&#xED;nua reavalia&#xE7;&#xE3;o do paciente que recebe sulfato de morfina, com especial aten&#xE7;&#xE3;o para a manuten&#xE7;&#xE3;o do controle da dor e a incid&#xEA;ncia relativa dos efeitos adversos associados com o tratamento.</p> <h4>Redu&#xE7;&#xE3;o da Dose de Morfina e Descontinua&#xE7;&#xE3;o do Tratamento</h4> <p>Gradualmente reduzir a dose para prevenir os sinais e sintomas de abstin&#xEA;ncia no paciente fisicamente dependente. N&#xE3;o descontinuar abruptamente DIMORF<sup>&#xAE;</sup> LC c&#xE1;psulas.</p> <h4>Abuso e Depend&#xEA;ncia do F&#xE1;rmaco</h4> <p>Assim como com outros opioides, alguns pacientes podem desenvolver depend&#xEA;ncia f&#xED;sica e ps&#xED;quica em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; morfina. O f&#xE1;rmaco deve ser retirado gradualmente em qualquer paciente que fa&#xE7;a o uso de doses excessivas por longos per&#xED;odos. N&#xE3;o aumente a dose sem consultar seu m&#xE9;dico. No tratamento de pacientes com doen&#xE7;as terminais, o benef&#xED;cio do al&#xED;vio da dor pode ter mais valor do que a possibilidade de depend&#xEA;ncia do f&#xE1;rmaco.</p> <h4>Pacientes idosos</h4> <p>Deve haver cautela na escolha da dose inicial em pacientes idosos, assim como em pacientes debilitados e com intoler&#xE2;ncia, usualmente iniciando pela dose m&#xED;nima. O tratamento n&#xE3;o deve exceder o tempo necess&#xE1;rio para melhora dos sintomas.</p> <p><strong>Siga a orienta&#xE7;&#xE3;o do seu m&#xE9;dico, respeitando sempre os hor&#xE1;rios, as doses e a dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento. N&#xE3;o interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu m&#xE9;dico. </strong></p> <p><strong>Os microgr&#xE2;nulos n&#xE3;o podem ser partidos ou mastigados, por&#xE9;m a c&#xE1;psula pode ser aberta.</strong></p> <h3>Solu&#xE7;&#xE3;o Oral</h3> <p><strong>Dimorf<sup>&#xAE;</sup>&amp;nbsp;Solu&#xE7;&#xE3;o Gotas: cada 1 mL cont&#xE9;m 10 mg de sulfato de morfina que corresponde a 32 gotas. </strong></p> <h4>Dose oral em adultos</h4> <p>De 05 a 20 mg a cada 4 horas ou conforme orienta&#xE7;&#xE3;o do seu m&#xE9;dico. A dose &#xE9; uma vari&#xE1;vel dependente do paciente, portanto, doses adicionais podem ser necess&#xE1;rias para conseguir-se adequada analgesia. As doses adicionais devem ser utilizadas estritamente com orienta&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico.</p> <p>Para o controle da dor cr&#xF4;nica, intensa, em pacientes com doen&#xE7;a terminal estabelecida, este f&#xE1;rmaco deve ser administrado regularmente a cada 4 horas, na menor dose que possibilite analgesia adequada.</p> <p>A dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria recomendada depende do estado cl&#xED;nico do paciente e da sua toler&#xE2;ncia ao f&#xE1;rmaco. Para a maioria dos pacientes adultos, esta dose se situa em torno de 120 mg/dia. O ajuste crescente desta dose depende de uma avalia&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica criteriosa. Doses n&#xE3;o recomendadas podem levar a ocorr&#xEA;ncia de eventos adversos.</p> <p><strong>Observa&#xE7;&#xE3;o: </strong>A medica&#xE7;&#xE3;o pode suprimir a respira&#xE7;&#xE3;o em idosos, em casos graves e em pacientes com problemas respirat&#xF3;rios, portanto, s&#xE3;o necess&#xE1;rias doses menores do medicamento para estes pacientes.&amp;nbsp;</p> <h4>Redu&#xE7;&#xE3;o da dose de morfina</h4> <p>Durante o segundo e terceiro dias do al&#xED;vio da dor, o paciente pode <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dormir/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">dormir</a> por muitas horas. Isto n&#xE3;o quer dizer necessariamente que a dose do analg&#xE9;sico indicada pelo seu m&#xE9;dico est&#xE1; muito alta, e sim que o paciente teve al&#xED;vio da dor e conseguiu dormir. Ap&#xF3;s isto, fazer nova avalia&#xE7;&#xE3;o do paciente e, se necess&#xE1;rio, reduzir a dose. A dose, portanto, deve ser mantida por no m&#xED;nimo 3 dias, se a atividade respirat&#xF3;ria e outros sinais vitais, como press&#xE3;o arterial e pulso forem adequados. Doses menores ou completa interrup&#xE7;&#xE3;o de Dimorf<sup>&#xAE;</sup> Solu&#xE7;&#xE3;o Gotas pode ser necess&#xE1;rio devido a mudan&#xE7;as fisiol&#xF3;gicas ou piora do estado mental do paciente.</p> <h4>Dose oral pedi&#xE1;trica</h4> <p>A dose ser&#xE1; estipulada pelo m&#xE9;dico de acordo com a gravidade da dor, levando-se em considera&#xE7;&#xE3;o a idade e o peso do paciente. Utilize sempre o conta-gotas para que uma dose maior n&#xE3;o seja administrada.</p> <p>A dose m&#xE9;dia recomendada de Dimorf<sup>&#xAE;</sup> Solu&#xE7;&#xE3;o Gotas &#xE9; de 0,1 a 0,5 mg/kg.</p> <p>A dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria deve ser individualizada pelo m&#xE9;dico de acordo com a intensidade da dor, levando-se em considera&#xE7;&#xE3;o a idade, o peso e a tolerabilidade do paciente. O ajuste crescente desta dose depende de uma avalia&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica criteriosa. Doses n&#xE3;o recomendadas podem levar a ocorr&#xEA;ncia de eventos adversos graves.</p> <p>Dimorf<sup>&#xAE;&amp;nbsp;</sup>solu&#xE7;&#xE3;o gotas n&#xE3;o &#xE9; recomendado para crian&#xE7;as menores de 2 anos.</p> <p>Devem sempre ser considerados os benef&#xED;cios em rela&#xE7;&#xE3;o aos riscos em cada crian&#xE7;a tratada.</p> <h4>Abuso e depend&#xEA;ncia do f&#xE1;rmaco</h4> <p>Assim como com outros opioides, alguns pacientes podem desenvolver depend&#xEA;ncia f&#xED;sica e ps&#xED;quica em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; morfina. Eles podem aumentar a dose sem consultar o m&#xE9;dico e subsequentemente podem desenvolver a depend&#xEA;ncia f&#xED;sica do f&#xE1;rmaco. Em tais casos a interrup&#xE7;&#xE3;o abrupta pode precipitar sintomas t&#xED;picos de abstin&#xEA;ncia, incluindo convuls&#xF5;es. N&#xE3;o modifique a dose do medicamento recomendada ou pare de tom&#xE1;-lo sem o consentimento do seu m&#xE9;dico.</p> <p>Nos casos de suspeita de depend&#xEA;ncia, o medicamento deve ser retirado gradualmente segundo instru&#xE7;&#xF5;es do m&#xE9;dico.</p> <p>No tratamento de pacientes com doen&#xE7;as terminais, o benef&#xED;cio do al&#xED;vio da dor pode ter mais valor do que a possibilidade de depend&#xEA;ncia do f&#xE1;rmaco.</p> <h4>Pacientes idosos</h4> <p>Deve haver cautela na escolha da dose inicial em pacientes idosos, assim como em pacientes debilitados e com intoler&#xE2;ncia, usualmente iniciando pela dose m&#xED;nima. O tratamento n&#xE3;o deve exceder o tempo necess&#xE1;rio para melhora dos sintomas.</p> <p><strong>Siga a orienta&#xE7;&#xE3;o do seu m&#xE9;dico, respeitando sempre os hor&#xE1;rios, as doses e a dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento. N&#xE3;o interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu m&#xE9;dico.</strong></p> "}

Como o Dimorf funciona?

Comprimido / Solução Oral

A morfina age sobre o sistema nervoso central e outros órgãos do corpo. Seu principal efeito é o alívio das dores intensas.

O tempo para o efeito é de 1 a 2 horas. A duração da ação, somente em pacientes não tolerantes, para a forma oral é de 4 a 5 horas. A substância é eliminada principalmente pelos rins.

Cápsula

A morfina age sobre o sistema nervoso central e em outros órgãos do corpo. Seu principal efeito é o alívio das dores intensas.

O início do efeito é rápido e o alívio da dor, quando se utilizam as cápsulas LC (liberação cronogramada), pode chegar a até 12 horas. O medicamento é eliminado principalmente pelos rins.

Quais cuidados devo ter ao usar o Dimorf?

Comprimido / Cápsula / Solução Oral

Os pacientes que utilizam opioides com benzodiazepinicos, outros medicamentos depressores do SNC (Sistema Nervoso Central) ou álcool devem procurar atendimento médico imediatamente se apresentarem sintomas de tontura ou mal-estar, sonolência extrema, respiração lenta ou difícil, ou ausência de resposta. A ausência de resposta significa que a pessoa não responde ou reage normalmente ou você não pode acordá-la. Fale com seu profissional de saúde se tiver dúvidas ou preocupações sobre a ingestão de opioides ou benzodiazepínicos.

Dependência

A morfina pode causar dependência física ou psíquica, caracterizada por alguns ou todos os seguintes sintomas: inquietação, lacrimejamento, rinorreia, bocejos, sudorese, tremores, piloereção, mialgia, midríase, irritabilidade, ansiedade, dores nas costas, dor nas articulações, fraqueza, cólicas abdominais, insônia, náuseas, anorexia, vômitos, diarreia, aumento da pressão arterial, frequência respiratória, ou frequência cardíaca.

Evitar o uso de analgésicos agonista/antagonista mistos (ex: pentazocina, nalbufina e butorfanol) ou agonista parcial (buprenorfina) se você faz tratamento com opioide, incluindo sulfato de morfina.

Não descontinuar abruptamente Dimorf®, reduzir a dose gradualmente.

Uso indevido, abuso e uso recreativo de opioides

O sulfato de morfina é uma substância controlada procurada por usuários de drogas e pessoas com distúrbios viciosos. Seu uso recreativo é um ato sujeito a sanção penal.

Pode ocorrer abuso do sulfato de morfina por esmagar, mastigar, inalar ou injetar o produto. Estas práticas podem resultar em superdose e morte. Riscos são maiores em pacientes com histórico familiar de abuso de substâncias (incluindo drogas ou dependência de álcool) ou doença mental (ex: depressão).

Preocupações sobre abuso, dependência, e o uso recreativo não devem impedir o manejo correto da dor. Os profissionais de saúde devem obter informações sobre como prevenir e detectar o abuso ou uso recreativo deste fármaco.

Dimorf®&nbsp;é destinado apenas para uso oral. Abuso de sulfato de morfina representa um risco de superdose e morte. O risco é aumentado com o uso concomitante de álcool e outras substâncias.

Exclusivo Cápsula:&nbsp;Considerando que os produtos de liberação modificada, tais como Dimorf® cápsulas de liberação prolongada, permitem que a substância ativa seja liberada gradualmente em um período de tempo prolongado, há um maior risco de superdose e morte devido à maior quantidade de morfina presente.

Carcinogenicidade

Não foram conduzidos estudos em animais que demonstrem a potencial carcinogenicidade da morfina.

Mutagenicidade

Não há estudos formais para avaliar o potencial mutagênico da morfina.

Diminuição da Fertilidade

Não foram realizados estudos formais para avaliar o potencial de morfina na diminuição da fertilidade.

Vários estudos não clínicos da literatura demonstraram efeitos adversos sobre a fertilidade masculina no rato devido a exposição à morfina, incluindo a redução das gravidezes totais, maior incidência de pseudogravidezes, e redução nos locais de implantação. Estudos da literatura também relataram alterações nos níveis hormonais (ex: testosterona, hormônio luteinizante, corticosterona) após o tratamento com morfina.

Efeitos Teratogênicos

Não foram conduzidos estudos para avaliar os efeitos teratogênicos da morfina em animais. Também não se sabe se a morfina pode causar danos fetais quando administrada a mulheres grávidas ou se pode afetar a capacidade reprodutiva.

O sulfato de morfina deve ser administrado em pacientes grávidas somente se a necessidade de analgesia por opioides claramente ultrapassar os riscos potenciais ao feto.

Exclusivo Solução Oral:&nbsp;O sulfato de morfina não é teratogênico em ratos com 35 mg/kg/dia (35 vezes a dose humana usual), mas resultou em um aumento na mortalidade dos filhotes e retardou o crescimento em doses maiores que 10 mg/kg/dia (10 vezes a dose humana usual).

Trabalho de Parto e Parto

Opioides atravessam a placenta e podem produzir depressão respiratória e efeitos psico-fisiológicos em recémnascidos. O sulfato de morfina não é recomendado para uso em mulheres durante e imediatamente antes do parto.

Ocasionalmente, os analgésicos opioides podem prolongar o trabalho de parto por meio de ações que reduzam&nbsp;temporariamente a força, a duração e a frequência das contrações uterinas. No entanto, este efeito não é consistente e pode ser compensado por um aumento da taxa de dilatação cervical, o que tende a encurtar trabalho.

Amamentação

A morfina é excretada no leite humano. Devido ao potencial do sulfato de morfina causar reações adversas graves em lactentes, incluindo depressão respiratória, sedação e, possivelmente, sintomas de abstinência, deve haver muito cuidado na administração e descontinuação do fármaco a pacientes que estejam amamentando.

Síndrome de Abstinência Neonatal

Os recém-nascidos de mães que receberam morfina cronicamente podem apresentar síndrome de abstinência neonatal. Manifestações desta síndrome incluem irritabilidade, hiperatividade, padrão de sono anormal, choro estridente, tremor, vômitos, diarreia, perda de peso, e incapacidade de ganhar peso. O tempo e a quantidade de última dose ingerida pela mãe e a taxa de eliminação do fármaco do recém-nascido pode afetar o início de ação, duração, e a gravidade da desordem. Quando ocorrem sintomas graves, a intervenção farmacológica pode ser necessária.

Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco
Uso em idosos

Os pacientes idosos (com 65 anos ou mais) podem ter maior sensibilidade ao sulfato de morfina. Desta forma, devem ingerir a menor dose possível de sulfato de morfina.

Gênero

Alguns estudos mostraram um aumento da sensibilidade aos efeitos adversos de sulfato de morfina, incluindo depressão respiratória, em mulheres em comparação com homens.

Pacientes com Risco Especial

A morfina deve ser administrada com precaução e a dose inicial deve ser reduzida em pacientes idosos ou debilitados e naqueles com graves danos na função hepática ou renal, hipotireoidismo, doença de Addison, hipertrofia prostática ou estreitamento uretral. Administrar sulfato de morfina com cautela em pacientes com incapacidade de deglutição, depressão do SNC, psicose tóxica, alcoolismo agudo e delirium tremens.

O sulfato de morfina pode agravar convulsões em pacientes com distúrbios convulsivos, e pode induzir ou agravar as crises em alguns aspectos clínicos.

Mantenha os comprimidos de sulfato de morfina fora do alcance das crianças. Em caso de ingestão acidental, procurar ajuda médica emergencial imediatamente.

Exclusivo Comprimido / Cápsula
Uso Pediátrico

A segurança e a eficácia em crianças com menos de 18 anos de idade ainda não foram definitivamente estabelecidas.

Exclusivo Solução Oral
Uso Pediátrico

A segurança e a eficácia em crianças ainda não foram definitivamente estabelecidas. As crianças até dois anos de idade podem ser mais susceptíveis aos efeitos do fármaco, especialmente aos efeitos depressores respiratórios.

Pacientes pediátricos em tratamento com analgésicos opioides podem apresentar excitação paradoxal. Devem sempre ser considerados os benefícios em relação aos riscos em cada criança tratada.

Pressão Intracraniana Elevada ou Trauma Craniano

O sulfato de morfina deve ser usado com extrema cautela em pacientes com enxaqueca ou pressão intracraniana elevada. Podem ocorrer variações pupilares e possível aumento da pressão do líquido cefalorraquidiano e dos efeitos depressores respiratórios de sulfato de morfina.

Insuficiência Renal ou Hepática

Pacientes com cirrose e/ou falência renal devem iniciar o tratamento com doses mais baixas de morfina, acompanhados de lenta titulação e monitoramento dos efeitos adversos.

Cirurgia ou Doença do Trato Biliar/Pancreático

Deve ser usado com cautela em pacientes com doença do trato biliar, incluindo pancreatite aguda, já que a morfina pode causar espasmo do esfincter de Oddi e diminuir as secreções biliares e pancreáticas.

Desordens do Sistema Urinário

São fundamentais o reconhecimento precoce da dificuldade de micção e a intervenção imediata nos casos de retenção urinária.

Depressão Respiratória

Sulfato de morfina deve ser usado com extrema precaução em idosos ou pacientes debilitados e em pessoas que sofrem de doenças acompanhadas de hipoxia, hipercapnia, ou obstrução das vias aéreas superiores, doença pulmonar obstrutiva crônica, crise aguda de asma ou cor pulmonale e em doentes que tem uma reserva respiratória substancialmente diminuída (por exemplo, cifoescoliose grave), ou depressão respiratória pré-existente. Nestes pacientes, até doses terapêuticas moderadas podem diminuir significativamente a ventilação pulmonar.

A depressão respiratória, se não imediatamente reconhecida e tratada, pode levar à parada respiratória e morte.

Os pacientes de risco devem utilizar sulfato de morfina somente sob supervisão médica e na menor dose eficaz. Para reduzir o risco de depressão respiratória, é essencial que seja administrado a dose adequada e haja titulação do sulfato de morfina.

Efeito Hipotensivo

A administração de morfina pode resultar em hipotensão grave incluindo hipotensão ortostática e síncope em pacientes ambulatoriais e em pacientes que tenham alteração da pressão arterial, pela depleção do volume sanguíneo ou administração conjunta de fármacos como fenotiazinas ou certos anestésicos. Evitar o uso de sulfato de morfina em pacientes com choque circulatório.

Insuficiência Adrenal

Pode ocorrer insuficiência adrenal com o uso de opioides. Se a insuficiência adrenal é diagnosticada, tratar com corticosteróides. Descontinuar o opioide para permitir que a função adrenal se recupere e continuar o tratamento com corticosteróides até que a função adrenal esteja recuperada. Não há nenhum opioide específico que é mais provável de ser associado com insuficiência adrenal.

Efeitos gastrointestinais

Dimorf®&nbsp;é contraindicado em pacientes com íleo paralítico ou com outra obstrução gastrointestinal. Pacientes com doença do trato biliar, incluindo pancreatite aguda, devem ser monitorados. A administração de morfina ou outros opioides podem mascarar o diagnóstico ou curso clínico em pacientes com condições agudas abdominais.

Efeito ao dirigir veículos e operar máquinas

O sulfato de morfina pode prejudicar as habilidades mentais e/ou físicas necessárias para realizar atividades potencialmente perigosas, como dirigir veículos ou operar máquinas.

Feocromocitoma

A morfina e outros opioides podem induzir a liberação de histamina endógena e, desse modo, estimular a liberação de catecolamina tornando-os inadequados para pacientes com feocromocitoma.

Gravidez – Categoria C: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Informe ao médico o aparecimento de reações indesejáveis.

O medicamento deve ser administrado sob supervisão médica, porque seu uso abusivo pode levar à dependência.

Este medicamento pode causar doping.

Exclusivo Cápsula:&nbsp;Atenção diabético: este medicamento contém sacarose.&nbsp;Este medicamento contém lactose.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Dimorf?

  • <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o desconhecida (n&#xE3;o pode ser estimada a partir dos dados dispon&#xED;veis).</li>

Os maiores riscos com a morfina, assim como com os outros analgésicos opioides são, depressão respiratória e, em menor grau, depressão circulatória, parada respiratória, choque e parada cardíaca. As reações adversas mais comuns observadas incluem tonturas, vertigem, sedação, náusea, vômito e transpiração.

  • <li>Sistema Nervoso Central: Euforia, desconforto, fraqueza, dor de cabe&#xE7;a, ins&#xF4;nia, sonol&#xEA;ncia, agita&#xE7;&#xE3;o, desorienta&#xE7;&#xE3;o e dist&#xFA;rbios visuais.</li> <li>Gastrintestinal: Boca seca, diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite, n&#xE1;usea, v&#xF4;mito, <a href="https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/" rel="noopener" target="_blank">constipa&#xE7;&#xE3;o</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/colica/c" target="_blank">c&#xF3;lica</a> no abd&#xF4;men.</li> <li>Cardiovascular: Rubor na face, diminui&#xE7;&#xE3;o do batimento card&#xED;aco, palpita&#xE7;&#xE3;o e desmaio.</li> <li>Geniturin&#xE1;rio: Dificuldade para urinar e redu&#xE7;&#xE3;o da libido e/ou impot&#xEA;ncia.</li> <li>Al&#xE9;rgico: Coceira, incha&#xE7;o, placas vermelhas na pele ou outras altera&#xE7;&#xF5;es na pele.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Dimorf?

Caso esqueça alguma dose, você deve tomá-la assim que possível. Entretanto, se estiver perto do horário da próxima dose, não tome o medicamento. Aguarde o horário e tome uma dose normal. Não tome doses seguidas.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Dimorf?

Comprimido

Cada comprimido de 10 mg contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:257px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de morfina pentaidratado</p> </td> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\">10 mg*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:257px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente à 8,81 mg de sulfato de morfina.

Excipientes: estearato de magnésio, povidona, celulose microcristalina, dióxido de silício, croscarmelose sódica, metabissulfito de sódio.

Cada comprimido de 30 mg contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de morfina pentaidratado</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">30 mg*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente à 26,44 mg de sulfato de morfina.

Excipientes: estearato de magnésio, povidona, celulose microcristalina, dióxido de silício, croscarmelose sódica, metabissulfito de sódio, corante azul FD&C N.º 2.

Cápsula

Cada cápsula dura de liberação prolongada de 30 mg contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de morfina pentaidratado</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">30 mg*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">1 c&#xE1;psula</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente à 26,44 mg de sulfato de morfina.

Excipientes: lactose, dimeticona, microgrânulos de sacarose, trietil citrato, dióxido de silício, eudragit, talco.

Cada cápsula dura de liberação prolongada de 60 mg contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de morfina pentaidratado</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">60 mg*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">1 c&#xE1;psula</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente à 52,88 mg de sulfato de morfina.

Excipientes: lactose, dimeticona, microgrânulos de sacarose, trietil citrato, dióxido de silício, eudragit, talco.

Cada cápsula dura de liberação prolongada de 100 mg contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de morfina pentaidratado</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">100 mg*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">1 c&#xE1;psula</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente à 88,13 mg de sulfato de morfina.

Excipientes: lactose, dimeticona, microgrânulos de sacarose, trietil citrato, dióxido de silício, eudragit, talco.

Solução Oral

Cada mL de solução gotas (correspondente a 32 gotas) contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de morfina pentaidratado</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">10&amp;nbsp;mg*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Ve&#xED;culo q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">1 mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente à 8,81 mg de sulfato de morfina.

Excipientes: ciclamato de sódio, sacarina sódica, benzoato de sódio, propilenoglicol, sorbitol, ácido cítrico, aroma artificial de chocolate, cloreto de sódio, água purificada.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Dimorf maior do que a recomendada?

Sinais e Sintomas

A superdose é caracterizada por dificuldade respiratória com ou sem depressão concomitante do sistema nervoso central, muita sonolência progredindo para entorpecimento ou coma, miose, flacidez muscular esquelética, pele fria ou úmida, pupilas contraidas, e em alguns casos edema pulmonar, bradicardia, hipotensão, parada cardíaca e óbito.

Tratamento

A primeira atenção deve ser dada para o restabelecimento da troca respiratória adequada, através de desobstrução respiratória e instituição de ventilação assistida ou controlada. Utilizar medidas de suporte (incluindo oxigênio e vasopressores) no manejo de choque circulatório e do edema pulmonar que acompanham a superdose, como indicado. Parada cardíaca ou arritmias podem necessitar de massagem cardíaca ou desfibrilação.

O antagonista opioide naloxona é o antídoto específico contra a depressão respiratória que pode resultar da superdose ou sensibilidade não usual aos opioides, incluindo-se a morfina.

Um antagonista não deve ser administrado na ausência de depressão respiratória ou cardiovascular clinicamente significativa.

Oxigênio, fluidos intravenosos, vasopressores e outras medidas de suporte devem ser empregados conforme indicados.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou a bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Dimorf com outros remédios?

A morfina deve ser administrada com cautela e em doses reduzidas em pacientes que recebem concomitantemente medicamentos inibidores do SNC (sedativos, hipnóticos, anestésicos em geral, antieméticos, fenotiazínicos, outros tranquilizantes e álcool), relaxantes musculares, benzodiazepínicos, cisaprida, metoclopramida clomipramida, amitriptilina, e inibidores da glicoproteína P (ex: quinidina). Nestas situações, a ação da morfina pode ser potencializada. A morfina não deve ser administrada em pacientes que fazem uso de inibidores da monoaminoxidase (MAO).

A associação de analgésicos agonistas/antagonistas ou rifampicina com morfina pode reduzir seu efeito analgésico. A morfina pode reduzir a eficácia de diuréticos. O uso de fármacos serotoninérgicos com opioides podem resultar na síndrome serotoninérgica.

Em relato isolado, a administração concomitante de sulfato de morfina e cimetidina causou apneia, confusão, e espasmo muscular. Os pacientes devem ser monitorados em relação ao aumento da depressão respiratória e depressão do SNC.

Anticolinérgicos ou outros medicamentos com atividade anticolinérgica, quando usados concomitantemente com analgésicos opiáceos podem resultar num risco aumentado de retenção urinária e / ou constipação grave, o que pode levar a íleo paralítico.

Interação com álcool, outros depressores do sistema nervoso central e drogas de abuso

A morfina pode ter efeitos aditivos quando usada simultaneamente com outros analgésicos opioides, anestésicos gerais, fenotiazinas, outros tranquilizantes, hipnóticos-sedativos, antidepressivos tricíclios e outros depressores do SNC como o álcool e drogas ilícitas. Em pacientes que fazem o uso de depressores do SNC, a morfina deve ser usada com cautela e em doses reduzidas. Pode ocorrer depressão respiratória, hipotensão e sedação profunda, coma e morte.

Os pacientes não devem consumir bebidas alcoólicas ou produtos que contenham álcool durante o tratamento com Dimorf®.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Dimorf (Sulfato de Morfina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimido e C&#xE1;psula</h3> <p>Em publica&#xE7;&#xE3;o divulgada pela Cochrane Database, os autores realizaram uma atualiza&#xE7;&#xE3;o da revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica realizada previamente e publicada em 2003. Nessa edi&#xE7;&#xE3;o, os autores citam que o Sulfato de Morfina, tanto de libera&#xE7;&#xE3;o imediata quanto a de libera&#xE7;&#xE3;o controlada, ainda &#xE9; o analg&#xE9;sico de escolha para a dor oncol&#xF3;gica moderada a severa. Al&#xE9;m dos 45 estudos publicados anteriormente, os autores inclu&#xED;ram, agora, outros 9 estudos, totalizando 3749 pacientes avaliados. Quinze estudos compararam Sulfato de Morfina oral de libera&#xE7;&#xE3;o imediata (MLI) com a de libera&#xE7;&#xE3;o controlada (MLC). Doze estudos compararam MLC em diferentes concentra&#xE7;&#xF5;es. Treze estudos compararam MLC com outros opioides. Seis estudos compararam MLI com outros opioides. Dois estudos&amp;nbsp;compararam Sulfato de Morfina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada de via oral e retal. Dois estudos compararam MLI por uma via de administra&#xE7;&#xE3;o diferente. Um estudo comparou as seguintes apresenta&#xE7;&#xF5;es: MLC comprimido com MLC suspens&#xE3;o; MLC com n&#xE3;o-opioides; MLI com n&#xE3;o-opioides; e Sulfato de Morfina oral com Sulfato de Morfina epidural. Conclu&#xED;ram, portanto, dentro dos resultados positivos apresentados nesses estudos, que h&#xE1; evid&#xEA;ncias suficientes para demonstrar a efic&#xE1;cia do Sulfato de Morfina via oral.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncia:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">Wiffen PJ, McQuay HJ. Oral morphine for cancer pain. Cochrane Database Syst Rev. 2007; 17 (4): CD003868.</span></p> <h4><u>Exclusivo Comprimido</u></h4> <p>Rosas et cols descreveram sua experi&#xEA;ncia no tratamento de 78 pacientes em uso de Sulfato de Morfina oral para dor oncol&#xF3;gica. Utilizou-se Sulfato de Morfina por 3399 dias de tratamento, com m&#xE9;dia de 65 dias por paciente. O controle da dor foi adequado, pois passou de intensidade severa a leve em 96% dos pacientes. A m&#xE9;dia das doses di&#xE1;rias foi de 95,6 mg. Os autores conclu&#xED;ram que o uso de Sulfato de Morfina &#xE9; essencial para o tratamento da dor nos pacientes oncol&#xF3;gicos, confirmando o Sulfato de Morfina como excelente f&#xE1;rmaco devido aos m&#xED;nimos eventos adversos controlados. Montejo-Rosas G, Flores-Siordia R, Casta&#xF1;eda-de La Lanz C, Zavala-S&#xE1;nchez A, N&#xE1;poles-Echauri A. Immediated acting oral morphine sulfate in patients with cancer pain. Gac Med Mex. 1998; 134 (2): 161-7 Murino P publicou um estudo onde foi avaliada a a&#xE7;&#xE3;o analg&#xE9;sica do Sulfato de Morfina oral para a dor oncol&#xF3;gica durante as sess&#xF5;es de radioterapia. Foram avaliados 140 pacientes, entre homens e mulheres maiores de 18 anos, sofrendo de dor de posicionamento. Estes recebram pr&#xE9;-tratamento com 10 mg de Sulfato de Morfina oral de libera&#xE7;&#xE3;o imediata (MLI) antes do posicionamento da radioterapia. Aqueles que n&#xE3;o responderam a dose de Sulfato de Morfina, receberam MLI 60 minutos antes da sess&#xE3;o de radioterapia e, se a dor ainda n&#xE3;o estivesse bem controlada, receberam 20 mg de MLI. Todos os pacientes conseguiram concluir a programa&#xE7;&#xE3;o de radioterapias, demonstrando a efic&#xE1;cia do Sulfato de Morfina como analg&#xE9;sico para os pacientes com dor oncol&#xF3;gicas e que est&#xE3;o sendo submetidos &#xE0; sess&#xF5;es de radioterapia.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncia:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">Murino P, Mammucari M, Borrelli D, Pepe A, Giugliano MF, Morra A, et al. Role of immediate-release morphine (MIR) in the treatment of predictable pain in radiotherapy. J Pain Palliat Care Pharmacother. 2011; 25(2): 121-4.</span></p> <h4><u>Exclusivo C&#xE1;psula</u></h4> <p>Tassain et cols publicaram um estudo prospectivo, em 2002, visando avaliar o impacto cognitivo nos pacientes que fizeram uso prolongado de Sulfato de Morfina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada. As avalia&#xE7;&#xF5;es foram realizadas inicialmente em pacientes livres de opioides e ent&#xE3;o, ap&#xF3;s 3, 6 e 12 meses. Vinte e oito pacientes foram inclu&#xED;dos: 18 receberam Sulfato de Morfina de libera&#xE7;&#xE3;o prolongada (intervalo 40-140 mg / dia), dez pacientes descontinuaram o uso de Sulfato de Morfina por causa de efeitos adversos ou al&#xED;vio da dor insuficiente e foram alocados como grupo controle. Diversos m&#xE9;todos de avalia&#xE7;&#xE3;o neuropsicol&#xF3;gica foram utilizados de modo a explorar a capacidade de aten&#xE7;&#xE3;o, equil&#xED;brio psicomotor e mem&#xF3;ria nos pacientes analisados durante o per&#xED;odo. Este estudo demonstrou que o uso por 12 meses de Sulfato de Morfina n&#xE3;o interferiu no comportamento cognitivo. Ao contr&#xE1;rio, como consequ&#xEA;ncia da melhora da dor, houve melhora do humor e da qualidade de vida desses pacientes.</p> <p>A efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a do Sulfato de Morfina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada para o tratamento de dor cr&#xF4;nica n&#xE3;o oncol&#xF3;gica foi avaliada em um estudo multic&#xEA;ntrico, prospectivo, randomizado, duplo encoberto, controlado por placebo.</p> <p>Quarenta e nove pacientes foram avaliados. Os autores conclu&#xED;ram que o estudo demonstrou efic&#xE1;cia suficiente para o Sulfato de Morfina, em doses entre 20 a 180 mg/dia para esse tipo de paciente. Al&#xE9;m dos escores de dor, houve melhora na imobilidade causada pela dor cr&#xF4;nica, melhora na toler&#xE2;ncia aos exerc&#xED;cios, humor e dist&#xFA;rbios relacionados ao sono.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncia:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">Tassain V, Attal N, Fletcher D, Brasseur L, De&#xB4;gieux , Chauvin M, et. al. Long term effects of oral sustained release morphine on neuropsychological performance in patients with chronic noncancer pain. Pain. 2003; 389&#x2013;400.<br> Maier C, Hildebrandt J, Klinger R, Henrich-Eberl C, et al. Morphine responsiveness, efficacy and tolerability in patients with chronic non-tumor associated pain &#x2013; results of a double-blind placebo controlled trial. Pain. 2002; 97(3): 223-33.</br></span></p> <h3>Gotas</h3> <p>Rosas et cols descreveram sua experi&#xEA;ncia no tratamento de 78 pacientes em uso de Sulfato de Morfina oral para dor oncol&#xF3;gica. Utilizou-se Sulfato de Morfina por 3399 dias de tratamento, com m&#xE9;dia de 65 dias por paciente. O controle da dor foi adequado, pois passou de intensidade severa a leve em 96% dos pacientes. A m&#xE9;dia das doses di&#xE1;rias foi de 95,6 mg. Os autores conclu&#xED;ram que o uso de Sulfato de Morfina &#xE9; essencial para o tratamento da dor nos pacientes oncol&#xF3;gicos, confirmando o Sulfato de Morfina como excelente f&#xE1;rmaco devido aos m&#xED;nimos eventos adversos controlados.</p> <p>Goughnour e colaboradores realizaram um estudo visando comparar a resposta analg&#xE9;sica entre comprimidos de sulfato de Sulfato de Morfina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada administrados a cada 12 horas e solu&#xE7;&#xE3;o oral de sulfato de Sulfato de Morfina administrada a cada 4 horas em 17 pacientes adultos com dor cr&#xF4;nica severa relacionada ao c&#xE2;ncer. Os pacientes foram randomizados para receber uma &#xFA;nica dose de Sulfato de Morfina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada (30, 60 e 100 mg) ou solu&#xE7;&#xE3;o oral (5 mg/mL). N&#xE3;o houve diferen&#xE7;as significativas na efic&#xE1;cia analg&#xE9;sica ou necessidade de Sulfato de Morfina suplementar entre as duas apresenta&#xE7;&#xF5;es. Ambas proporcionaram controle efetivo da dor com efeitos adversos m&#xED;nimos.</p> <p>Foi realizado um estudo duplo-cego e randomizado para comparar a farmacocin&#xE9;tica e efic&#xE1;cia cl&#xED;nica de comprimidos de Sulfato de Morfina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada com Sulfato de Morfina solu&#xE7;&#xE3;o oral em pacientes com dor relacionada ao c&#xE2;ncer. Vinte e oito pacientes foram inclu&#xED;dos no estudo, para receberem comprimidos de Sulfato de Morfina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada (30, 60 e 100 mg) e solu&#xE7;&#xE3;o oral (1 e 5 mg/mL). Os comprimidos foram administrados a cada 12 horas, com exce&#xE7;&#xE3;o dos pacientes que necessitavam de 90 mg/dia e a solu&#xE7;&#xE3;o oral foi administrada a cada 4 horas para todos os pacientes. N&#xE3;o houve diferen&#xE7;as significativas na biodisponibilidade das duas apresenta&#xE7;&#xF5;es. Todos os pacientes experimentaram um controle da dor muito bom, e clinicamente, n&#xE3;o houve diferen&#xE7;a na severidade da dor para qualquer paciente. As duas medica&#xE7;&#xF5;es foram bem toleradas ao longo do estudo.</p> <p>Com o objetivo de investigar as concentra&#xE7;&#xF5;es s&#xE9;ricas de Sulfato de Morfina obtidas em crian&#xE7;as que receberam Sulfato de Morfina oral e sugerir regimes de dose por meio de simula&#xE7;&#xE3;o, Dawes e colaboradores randomizaram 34 crian&#xE7;as entre 2 a 6 anos. Estas foram alocadas para receberem uma das 3 doses seguintes de Sulfato de Morfina oral: 100 mcg.kg<sup>-1</sup> (n=4), 200 mcg.kg<sup>-1</sup> (n=15) e 300 mcg.kg<sup>-1</sup> (n=15). A amostragem de sangue para ensaio de Sulfato de Morfina foi realizada em 30, 60, 90, 120, 180 e 240 min. As concentra&#xE7;&#xF5;es s&#xE9;ricas de Sulfato de Morfina foram determinadas por cromatografia l&#xED;quida - espectroscopia de massa e os par&#xE2;metros farmacocin&#xE9;ticos foram calculados utilizando modelos de efeitos mistos n&#xE3;o lineares. Para caracterizar os par&#xE2;metros de absor&#xE7;&#xE3;o de crian&#xE7;as que receberam Sulfato de Morfina oral perioperat&#xF3;ria, tais par&#xE2;metros foram cruzados com aqueles de crian&#xE7;as que receberam Sulfato de Morfina intravenosa. Uma dose de 100 mcg.kg-1 de Sulfato de Morfina oral atingiu a C<sub>m&#xE1;x</sub> m&#xE9;dia de 10 mcg.l<sup>-1</sup>. Doses repetidas a cada 4 horas atingiram uma concentra&#xE7;&#xE3;o no estado estacion&#xE1;rio de 13-18 mcg.l<sup>-1</sup>. A variabilidade da concentra&#xE7;&#xE3;o s&#xE9;rica foi grande, variando de 5 a 55 mcg.l<sup>-1</sup> no estado estacion&#xE1;rio. Como conclus&#xE3;o, as doses de Sulfato de Morfina oral utilizadas atingiram concentra&#xE7;&#xF5;es m&#xE9;dias associadas com analgesia e foram bem toleradas no setor de cirurgia (taxa de sucesso de administra&#xE7;&#xE3;o &gt; 90%).</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncia:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">Montejo-Rosas G, Flores-Siordia R, Casta&#xF1;eda-de La Lanz C, Zavala-S&#xE1;nchez A, N&#xE1;poles-Echauri A. Immediated acting oral morphine sulfate in patients with cancer pain. Gac Med Mex. 1998; 134 (2): 161-7.<br> Goughnour BR, Arkinstall WW, Stewart JH. Analgesic response to single and multiple doses of controlled-release morphine tablets and morphine oral solution in cancer patients. Cancer. 1989 Jun 1;63(11 uppl):2294-7.<br> Thirlwell MP, Sloan PA, Maroun JA, Boos GJ, Besner JG, Stewart JH, Mount BM. Pharmacokinetics and clinical efficacy of oral morphine solution and controlled-release morphine tablets in cancer patients. Cancer. 1989 Jun 1;63(11 Suppl):2275-83.<br> Dawes JM, Cooke EM, Hannam JA, Brand KA, Winton P, Jimenez-Mendez R, Aleksa K, Lauder GR, Carleton BC, Koren G, Rieder MJ, Anderson BJ, Montgomery CJ. Oral morphine dosing predictions based on single dose in healthy children undergoing surgery. Paediatr Anaesth. 2016 Oct 25.</br></br></br></span></p> <h3>Injet&#xE1;vel</h3> <p>Um estudo foi realizado com o objetivo de comparar <a href=\"https://consultaremedios.com.br/fentanila/bula\" target=\"_blank\">fentanila</a> e Sulfato de Morfina quanto &#xE0; analgesia e aos efeitos colaterais quando utilizadas em raquianestesia. Trinta e dois pacientes de ambos os sexos, com idades entre 18 e 75 anos, estado f&#xED;sico ASA I, II ou III, submetidos a procedimentos nos quais a raquianestesia era indicada, foram distribu&#xED;dos em dois grupos: grupo F = fentanila (10 &#x3BC;g) e grupo M = Sulfato de Morfina (50 &#x3BC;g), ambos associados a 12,5 mg de bupivaca&#xED;na hiperb&#xE1;rica a 0,5%. Os pacientes foram avaliados 1; 6; 12 e 24 horas ap&#xF3;s o bloqueio, sendo indagados quanto a prurido, n&#xE1;usea/v&#xF4;mitos, sonol&#xEA;ncia, depress&#xE3;o respirat&#xF3;ria, reten&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria e in&#xED;cio do aparecimento de dor. Analisando-se os resultados obtidos, conclui-se que o Sulfato de Morfina ofereceu melhor qualidade ao procedimento anest&#xE9;sico por proporcionar maior tempo de analgesia, com efeitos colaterais n&#xE3;o significativamente maiores que aqueles causados com o uso da fentanila.</p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center\">&amp;nbsp;</td> <td style=\"text-align:center\"><strong>Grupo F (n=16)</strong></td> <td style=\"text-align:center\"><strong>Grupo M (n:16)</strong></td> <td style=\"text-align:center\"><strong>P</strong></td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center\"><strong>Prurido</strong></td> <td style=\"text-align:center\">1 (6,3%)</td> <td style=\"text-align:center\">3 (18,8%)</td> <td style=\"text-align:center\">0,60</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center\"><strong>N&#xE1;usea e v&#xF4;mitos</strong></td> <td style=\"text-align:center\">0 (0%)</td> <td style=\"text-align:center\">2 (12,5%)</td> <td style=\"text-align:center\">0,48</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center\"><strong>Sonol&#xEA;ncia</strong></td> <td style=\"text-align:center\">5 (31,3%)</td> <td style=\"text-align:center\">2 (12,5%)</td> <td style=\"text-align:center\">0,39</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center\"><strong>Reten&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria</strong></td> <td style=\"text-align:center\">2 (12,5%)</td> <td style=\"text-align:center\">3 (18,8%)</td> <td style=\"text-align:center\">1,00</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center\"><strong>Tempo de analgesia</strong></td> <td style=\"text-align:center\">7,18&amp;nbsp;&#xB1; 1,8</td> <td style=\"text-align:center\">13,1&amp;nbsp;&#xB1; 6,5</td> <td style=\"text-align:center\">0,02</td> </tr> </tbody> </table> <p>Harris et cols publicaram um estudo randomizado e duplo encoberto onde foi avaliada a efic&#xE1;cia analg&#xE9;sica para alivio r&#xE1;pido da dor oncol&#xF3;gica severa em 62 pacientes, comparando a via intravenosa com a via oral. Pacientes do grupo intravenoso receberam dose bolus de 1,5 mg de Sulfato de Morfina IV a cada 10 minutos at&#xE9; total al&#xED;vio da dor, ou at&#xE9; que ficassem sonolentos. Depois disso, receberam Sulfato de Morfina oral a cada 4 horas.</p> <p>Pacientes do grupo oral receberam 5 mg de Sulfato de Morfina (se livres de opioides) ou 10 mg (se utilizassem opioide fraco) a cada 4 horas. O estudo concluiu que o Sulfato de Morfina intravenosa &#xE9; superior a via oral para controle imediato da dor severa. Ambos os m&#xE9;todos (titula&#xE7;&#xE3;o via intravenosa e administra&#xE7;&#xE3;o via oral) demonstraram resultados compar&#xE1;veis ap&#xF3;s 24 horas de tratamento. Ambas as vias foram consideradas seguras.</p> <p>Em estudo publicado, os autores procuraram avaliar a seguran&#xE7;a da administra&#xE7;&#xE3;o de Sulfato de Morfina intravenosa em idosos para o al&#xED;vio da dor p&#xF3;s-operatoria. Foram inclu&#xED;dos 1050 pacientes, divididos em 2 grupos; pacientes jovens (n = 875) e pacientes idosos (n = 175). O Sulfato de Morfina intravenosa foi administrada em bolus de 2 (peso &#x2264; 60 kg) ou 3 mg (peso &gt; 60 kg). O intervalo entre cada dose foi de 5 minutos. N&#xE3;o houve limita&#xE7;&#xE3;o no n&#xFA;mero de bolus administrados at&#xE9; que houvesse al&#xED;vio da dor ou rea&#xE7;&#xE3;o adversa grave. O limiar da escala anal&#xF3;gica visual necess&#xE1;rio para administrar Sulfato de Morfina foi de 30 mm e o al&#xED;vio da dor foi definido com um escore da escala anal&#xF3;gica visual de 30 mm ou menos. Os autores observaram que as doses totais de Sulfato de Morfina, suficientes para al&#xED;vio da dor, n&#xE3;o foram diferentes entre os grupos (pacientes jovens e pacientes idosos). Da mesma forma, n&#xE3;o houve diferen&#xE7;a&amp;nbsp;entre os grupos para a incid&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados ao Sulfato de Morfina. Os autores conclu&#xED;ram que a administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa de Sulfato de Morfina na popula&#xE7;&#xE3;o idosa &#xE9; segura e eficaz e, portanto, os mesmos protocolos de analgesia p&#xF3;s-operat&#xF3;ria podem ser aplicados para essa popula&#xE7;&#xE3;o.</p> <p>Foram estudados 20 pacientes, estado f&#xED;sico ASA I a III, submetidos &#xE0; cirurgia de t&#xF3;rax, ambos os sexos, que foram distribu&#xED;dos em tr&#xEA;s grupos. Ao Grupo I foi administrado por um cateter epidural, 2 mg de Sulfato de Morfina 0,1% na indu&#xE7;&#xE3;o de anestesia, ap&#xF3;s 12 horas e 24 horas do final da cirurgia. Ao Grupo II foi administrado Sulfato de Morfina por via venosa em bomba de infus&#xE3;o precedida de bolus de 50 mcg/kg, durante 30 horas e ao grupo III, Sulfato de Morfina via epidural na dose 0,5 mg na indu&#xE7;&#xE3;o de anestesia, ap&#xF3;s 12 horas e 24 horas do final da cirurgia, associada com Sulfato de Morfina venosa em bomba de infus&#xE3;o precedida de bolus de 25 mcg/kg, por 30 horas. A analgesia foi avaliada por escala de gradua&#xE7;&#xE3;o num&#xE9;rica de 0 a 10 (0 aus&#xEA;ncia da dor e 10 dor insuport&#xE1;vel).</p> <p>Pela escala de gradua&#xE7;&#xE3;o num&#xE9;rica ocorreu redu&#xE7;&#xE3;o da dor no Grupo I, momento observado de 12 horas, persistindo nos demais momentos. Nos Grupos II e III, mostrou significante diminui&#xE7;&#xE3;o da dor a partir de 18 horas em rela&#xE7;&#xE3;o aos valores iniciais e em rela&#xE7;&#xE3;o ao Grupo I. Houve maior necessidade de analgesia complementar no Grupo I.</p> <p>Observou-se melhor efeito analg&#xE9;sico com Sulfato de Morfina venosa ou com associa&#xE7;&#xE3;o de vias venosa e epidural utilizando-se menores doses de Sulfato de Morfina. Esta diferen&#xE7;a foi expressiva quando menores quantidades de analg&#xE9;sicos complementares foram utilizadas nestes grupos, oferecendo um efetivo m&#xE9;todo de analgesia para o p&#xF3;s-operat&#xF3;rio de cirurgia de t&#xF3;rax com menores efeitos depressores respirat&#xF3;rios e emetog&#xEA;nicos.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncia:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">Myasi M, Pinho I, Silva VCA, Moraes Jr AV.&amp;nbsp;Estudo comparativo entre morfina&amp;nbsp;e fentanil em raquianestesia: Efeitos colaterais e dor p&#xF3;s-operat&#xF3;ria. Rev Bras Anestesiol, 2002; 51 (Supl 29): CB016A.<br> Harris JT, Kumar KS, Rajagopal MR. Intravenous morphine for rapid control of severe cancer pain. Palliative Medicine. 2003; 17: 248-256.<br> Aubrun F, Monsel S, Langeron O, Coriat P, Riou B. Postoperative titration of intravenous morphine in the elderly patient. Anesthesiology. 2002; 96: 17-23.<br> Fonseca NM, Mandim BLSM, Amorim CG; Analgesia P&#xF3;s-Toracotomia com associa&#xE7;&#xE3;o de Morfina por Via Peridural e Venosa; Rev Bras Anestesiol. 2002; 52(5); 549-561.</br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <p>O Sulfato de Morfina &#xE9; um analg&#xE9;sico narc&#xF3;tico potente destinado especialmente para o controle da dor aguda que n&#xE3;o responde aos analg&#xE9;sicos tradicionais.</p> <p>O Sulfato de Morfina exerce primariamente seus efeitos sobre o SNC e &#xF3;rg&#xE3;os com musculatura lisa. Seus efeitos farmacol&#xF3;gicos incluem analgesia, sonol&#xEA;ncia, euforia, redu&#xE7;&#xE3;o de temperatura corporal (em baixas doses), depress&#xE3;o respirat&#xF3;ria relacionada com a dose, interfer&#xEA;ncia com a resposta adrenocortical ao stress (em altas doses), redu&#xE7;&#xE3;o da resist&#xEA;ncia perif&#xE9;rica com pequeno ou nenhum efeito sobre o cora&#xE7;&#xE3;o e miose.</p> <p>O Sulfato de Morfina, como outros opioides, age como um agonista interagindo com s&#xED;tios receptores estereoespec&#xED;ficos e liga&#xE7;&#xF5;es saturadas no c&#xE9;rebro, medula espinhal e outros tecidos alterando processos que afetam tanto a percep&#xE7;&#xE3;o da dor como a resposta emocional &#xE0; mesma.</p> <p>A depress&#xE3;o respirat&#xF3;ria &#xE9; consequ&#xEA;ncia da reduzida resposta do centro respirat&#xF3;rio ao di&#xF3;xido de carbono. A ocorr&#xEA;ncia de emese &#xE9; resultado da estimula&#xE7;&#xE3;o direta do quimiorreceptor da zona do gatilho.</p> <p>Embora n&#xE3;o se tenham determinado completamente os s&#xED;tios precisos ou os mecanismos de a&#xE7;&#xE3;o, as altera&#xE7;&#xF5;es na libera&#xE7;&#xE3;o de v&#xE1;rios neurotransmissores dos nervos aferentes sensitivos aos est&#xED;mulos da dor podem ser&amp;nbsp;respons&#xE1;veis pelos efeitos analg&#xE9;sicos. Quando utilizadas como adjuvantes na anestesia, as a&#xE7;&#xF5;es analg&#xE9;sicas podem proporcionar prote&#xE7;&#xE3;o dose-relacionada contra as respostas hemodin&#xE2;micas ao stress cir&#xFA;rgico.</p> <p>Foi proposta a exist&#xEA;ncia de m&#xFA;ltiplos subtipos de receptores opioides, cada um mediando v&#xE1;rios efeitos terap&#xEA;uticos e/ou rea&#xE7;&#xF5;es adversas dos f&#xE1;rmacos opioides.</p> <p>Estas a&#xE7;&#xF5;es dependem da afinidade de liga&#xE7;&#xE3;o pelo tipo de receptor e se sua a&#xE7;&#xE3;o &#xE9; como um agonista pleno ou parcial ou se &#xE9; inativo em cada tipo de receptor.</p> <p>Pelo menos dois tipos de receptores de opioides (mu e Kappa) mediam a analgesia. O Sulfato de Morfina exerce sua atividade agonista primariamente no receptor mu, amplamente distribu&#xED;do atrav&#xE9;s do SNC, especialmente no sistema l&#xED;mbico (c&#xF3;rtex frontal, c&#xF3;rtex temporal, am&#xED;gdala e hipocampo), t&#xE1;lamo, corpo estriado, hipot&#xE1;lamo e mesenc&#xE9;falo, assim como as l&#xE2;minas I, II, IV e V do corno dorsal e na coluna vertebral. Os receptores Kappa est&#xE3;o localizados primariamente na coluna vertebral e no c&#xF3;rtex cerebral.</p> <p>Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o do Sulfato de Morfina por via oral, cerca de cinquenta por cento do Sulfato de Morfina, que atingir&#xE1; o compartimento central intacto, chega dentro de 30 minutos.</p> <p>O Sulfato de Morfina livre &#xE9; rapidamente redistribu&#xED;da em tecidos parenquimatosos. A principal via metab&#xF3;lica ocorre por meio da conjuga&#xE7;&#xE3;o com o &#xE1;cido glicur&#xF4;nico no <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>. Possui meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o de 2 a 3 horas que pode ser aumentada em pacientes geri&#xE1;tricos devido &#xE0; diminui&#xE7;&#xE3;o do <em>clearance</em>. O tempo para o efeito de pico na dose oral &#xE9; de 1 a 2 horas. A dura&#xE7;&#xE3;o de a&#xE7;&#xE3;o, somente em pacientes n&#xE3;o tolerantes, para a forma oral, &#xE9; de 4 a 5 horas.</p> <p>A elimina&#xE7;&#xE3;o prim&#xE1;ria &#xE9; essencialmente renal (85%), sendo que de 9 a 12 % s&#xE3;o excretados sem modifica&#xE7;&#xE3;o. A elimina&#xE7;&#xE3;o secund&#xE1;ria &#xE9; de 7 a 10 % por via biliar.</p> <h3><u>Exclusivo C&#xE1;psula</u></h3> <p>Sulfato de Morfina c&#xE1;psulas, devido a sua libera&#xE7;&#xE3;o prolongada, permite que a subst&#xE2;ncia ativa seja liberada gradualmente em um per&#xED;odo de 12 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Injet&#xE1;vel</u></h3> <p>O efeito ocorre dentro de 15 a 60 minutos ap&#xF3;s a inje&#xE7;&#xE3;o epidural ou intratecal e a analgesia dura at&#xE9; 24 horas.</p> <p>Devido a esta longa dura&#xE7;&#xE3;o, a manuten&#xE7;&#xE3;o do controle da dor pode ser conseguida com baixas doses di&#xE1;rias (por estas duas vias) n&#xE3;o necessitando usar a via intramuscular ou intravenosa.</p> <p>Por via intravenosa o pico do efeito analg&#xE9;sico &#xE9; obtido aos 20 minutos, para via intramuscular o pico de a&#xE7;&#xE3;o varia de 10 a 30 minutos ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o e a dura&#xE7;&#xE3;o da a&#xE7;&#xE3;o analg&#xE9;sica &#xE9; de 4 a 5 horas.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Dimorf?

Conservar o produto em temperatura ambiente, entre 15º C e 30º C, protegido da luz e umidade.

O prazo de validade do produto é de 24 meses após a data de fabricação, sendo que após esta data o medicamento pode não apresentar mais efeito terapêutico.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas

Comprimido

Dimorf® Comprimidos é plano, sulcado medindo 7 mm de diâmetro.

Comprimidos 10 mg

Cor branca.

Comprimidos 30 mg

Cor azul claro.

Cápsula

Dimorf® LC cápsulas é composto de grânulos de cor branca a creme.

Solução Oral

Dimorf® Solução Gotas é límpida e isenta de partículas estranhas. Cor castanho a castanho escuro e odor característico de chocolate.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Dimorf

Comprimido

  • <li>Embalagens contendo 50 comprimidos (5 blisteres com 10 comprimidos) de 10 mg.</li> <li>Embalagens contendo 50 comprimidos (5 blisteres com 10 comprimidos) de 30 mg.</li>

Uso oral.

Uso adulto.

Cápsula

  • <li>Embalagens contendo 60 c&#xE1;psulas duras de libera&#xE7;&#xE3;o prolongada de 30 mg.</li> <li>Embalagens contendo 60 c&#xE1;psulas duras de libera&#xE7;&#xE3;o prolongada de 60 mg.</li> <li>Embalagens contendo 60 c&#xE1;psulas duras de libera&#xE7;&#xE3;o prolongada de 100 mg.</li>

Uso oral.

Uso adulto.

Solução Oral

  • <li>Embalagens contendo 1 frasco contendo 60 mL de solu&#xE7;&#xE3;o oral + conta-gotas graduado.</li>

Uso oral.

Uso adulto e pediátrico.

Dizeres Legais do Dimorf

MS N.º 1.0298.0097

Farm. Resp.:
José Carlos Módolo
CRF-SP N.º 10.446

Cristália Prod. Quím. Farm. Ltda.
Rodovia Itapira-Lindoia, km 14 – Itapira – SP
CNPJ n.º 44.734.671/0001-51
Indústria Brasileira


SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente):
0800-7011918

Venda sob prescrição médica.

Atenção: pode causar dependência física ou psíquica.

LC 60mg, caixa com 60 cápsulas gelatinosas

Princípio ativo
:
Sulfato De Morfina
Classe Terapêutica
:
Analgésicos Narcóticos
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
A1 Amarela (Venda sob Prescrição Médica - Este medicamento pode causar Dependência Física ou Psíquica)
Categoria
:
Analgésico E Antitérmico
Especialidade
:
Anestesiologia

Bula do medicamento

Dimorf, para o que é indicado e para o que serve?

Dimorf®&nbsp;é indicado para o alívio da dor intensa aguda e crônica.

Quais as contraindicações do Dimorf?

Comprimido / Cápsula / Solução Oral

Se você apresenta algum dos quadros abaixo, fale para seu médico, pois Dimorf®&nbsp;pode ser contraindicado em casos de:
  • <li>Sensibilidade &#xE0; morfina ou a algum componente da f&#xF3;rmula; insufici&#xEA;ncia ou <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a> respirat&#xF3;ria; depress&#xE3;o do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/c" target="_blank">sistema nervoso central</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/" rel="noopener" target="_blank">insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> secund&#xE1;ria; crise de <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/asma/c" target="_blank">asma</a> br&#xF4;nquica; <a href="https://minutosaudavel.com.br/arritmia-cardiaca-o-que-e-sintomas-tratamento-tem-cura/" rel="noopener" target="_blank">arritmia card&#xED;aca</a>; <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/dpoc/c" target="_blank"/><a href="https://consultaremedios.com.br/b/doenca-pulmonar-obstrutiva" target="_blank">doen&#xE7;a pulmonar obstrutiva</a> cr&#xF4;nica; hipercabia, aumento da press&#xE3;o intracraniana e do l&#xED;quido c&#xE9;rebro espinhal; les&#xF5;es cerebrais; <a href="https://minutosaudavel.com.br/tumor-cerebral/" rel="noopener" target="_blank">tumor cerebral</a>; <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alcoolismo/c" target="_blank">alcoolismo</a> cr&#xF4;nico; tremores; doen&#xE7;as que causam <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-convulsao-o-que-fazer-causas-sintomas-pode-matar/" rel="noopener" target="_blank">convuls&#xE3;o</a>; p&#xF3;s-cir&#xFA;rgico de cirurgia de ves&#xED;cula biliar ou de abd&#xF4;men, anastomose cir&#xFA;rgica, administra&#xE7;&#xE3;o conjunta com inibidores da MAO ou ap&#xF3;s um per&#xED;odo de 14 dias com este tratamento.</li>

Dimorf®&nbsp;está contraindicado em pacientes que apresentem obstrução gastrintestinal e íleo-paralítico.

Gravidez – Categoria C: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Exclusivo Comprimido

Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes que apresentam obstrução gastrintestinal e íleoparalítico.

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.

Exclusivo Cápsula

Atenção diabético: este medicamento contém sacarose.&nbsp;

Este medicamento contém lactose.

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.

Como usar o Dimorf?

Comprimido

Você deve tomar este medicamento por via oral, com ingestão de quantidade suficiente de líquido.

Cápsula

Dimorf® LC cápsulas é preparado especialmente para que a substância ativa seja liberada aos poucos (a liberação dura 12 horas).

Você deve tomar este medicamento por via oral, com ingestão de quantidade suficiente de líquido.

Para pacientes com dificuldades para engolir, a cápsula poderá ser aberta e seu conteúdo misturado a um alimento pastoso.

Os microgrânulos não devem ser mastigados, quebrados e/ou triturados, pois podem ser absorvidos rapidamente e gerar uma superdose.

Solução Oral

A dose deve ser individualizada pelo médico de acordo com a intensidade da dor, levando-se em consideração a idade e o peso do paciente.

A dose inicial pode ser reduzida após a obtenção de resposta inicial e manutenção da mesma por três dias.

Para melhorar o sabor, o produto pode ser diluído em suco de fruta antes da ingestão.

Você deve tomar este medicamento por via oral.

Posologia do Dimorf Comprimido

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimido</h3> <h4>Adultos</h4> <h5>In&#xED;cio do tratamento em pacientes que n&#xE3;o fazem o uso de opioides</h5> <ul> <li>05 a 30 mg a cada 4 horas ou segundo orienta&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico.</li> </ul> <p>A dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria recomendada depende do estado cl&#xED;nico do paciente e da sua toler&#xE2;ncia ao f&#xE1;rmaco. Para a maioria dos pacientes, esta dose se situa em torno de 180 mg/dia. O ajuste crescente desta dose depende de uma avalia&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica criteriosa. Doses n&#xE3;o recomendadas podem levar a ocorr&#xEA;ncia de eventos adversos.</p> <p>Para a dor de pacientes terminais, a dose deve ser administrada a cada 4 horas at&#xE9; encontrar o n&#xED;vel desejado de analgesia. Caso o paciente esteja recebendo outros <a href=\"https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/analgesicos/c\" target=\"_blank\">analg&#xE9;sicos</a> narc&#xF3;ticos, equilibrar as dosagens de modo a alcan&#xE7;ar a analgesia necess&#xE1;ria.</p> <p>A dose deve ser ajustada de acordo com a resposta individual do paciente at&#xE9; que seja obtido um n&#xED;vel aceit&#xE1;vel de analgesia, levando em considera&#xE7;&#xE3;o a melhoria da intensidade da dor e a tolerabilidade da morfina pelo paciente, sem a ocorr&#xEA;ncia de efeitos adversos intoler&#xE1;veis.</p> <h4>Manuten&#xE7;&#xE3;o do Tratamento</h4> <p>&#xC9; importante que haja uma cont&#xED;nua reavalia&#xE7;&#xE3;o do paciente que recebe <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sulfato-de-morfina/bula\" target=\"_blank\">sulfato de morfina</a>, com especial aten&#xE7;&#xE3;o para a manuten&#xE7;&#xE3;o do controle da dor e a incid&#xEA;ncia relativa dos efeitos adversos associados com o tratamento.</p> <h4>Redu&#xE7;&#xE3;o da Dose de Morfina e Descontinua&#xE7;&#xE3;o do Tratamento</h4> <p>Gradualmente reduzir a dose para prevenir os sinais e sintomas de abstin&#xEA;ncia no paciente fisicamente dependente. N&#xE3;o descontinuar abruptamente Dimorf<sup>&#xAE; </sup>comprimidos.</p> <h4>Abuso e Depend&#xEA;ncia do F&#xE1;rmaco</h4> <p>Assim como com outros opioides, alguns pacientes podem desenvolver depend&#xEA;ncia f&#xED;sica e ps&#xED;quica em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; morfina. O f&#xE1;rmaco deve ser retirado gradualmente em qualquer paciente que fa&#xE7;a o uso de doses excessivas por longos per&#xED;odos. N&#xE3;o aumente a dose sem consultar seu m&#xE9;dico.</p> <p>No tratamento de pacientes com doen&#xE7;as terminais, o benef&#xED;cio do al&#xED;vio da dor pode ter mais valor do que a possibilidade de depend&#xEA;ncia do f&#xE1;rmaco.</p> <h4>Pacientes idosos</h4> <p>Deve haver cautela na escolha da dose inicial em pacientes idosos, assim como em pacientes debilitados e com intoler&#xE2;ncia, usualmente iniciando pela dose m&#xED;nima.</p> <p><strong>Siga a orienta&#xE7;&#xE3;o do seu m&#xE9;dico, respeitando sempre os hor&#xE1;rios, as doses e a dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento. N&#xE3;o interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu m&#xE9;dico. </strong></p> <h3>C&#xE1;psula</h3> <h4>Adultos</h4> <p>Uma c&#xE1;psula de 30 mg, 60 mg ou 100 mg a cada 12 horas ou conforme recomenda&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico.</p> <p>A dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria recomendada depende do estado cl&#xED;nico do paciente e da sua toler&#xE2;ncia ao f&#xE1;rmaco. Para a maioria dos pacientes, esta dose se situa em torno de 200 mg/dia. O ajuste crescente desta dose depende de uma avalia&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica criteriosa. Doses n&#xE3;o recomendadas podem levar a ocorr&#xEA;ncia de eventos adversos. Os pacientes que est&#xE3;o tomando morfina em comprimidos normais podem passar a tomar as c&#xE1;psulas de Dimorf<sup>&#xAE;</sup> LC c&#xE1;psulas na mesma dose di&#xE1;ria (24 horas), levando-se em considera&#xE7;&#xE3;o que a dose varia para cada pessoa e deve obedecer a recomenda&#xE7;&#xE3;o do seu m&#xE9;dico.</p> <p>Utilizar a menor dose eficaz poss&#xED;vel.</p> <h4>Manuten&#xE7;&#xE3;o do Tratamento</h4> <p>&#xC9; importante que haja uma cont&#xED;nua reavalia&#xE7;&#xE3;o do paciente que recebe sulfato de morfina, com especial aten&#xE7;&#xE3;o para a manuten&#xE7;&#xE3;o do controle da dor e a incid&#xEA;ncia relativa dos efeitos adversos associados com o tratamento.</p> <h4>Redu&#xE7;&#xE3;o da Dose de Morfina e Descontinua&#xE7;&#xE3;o do Tratamento</h4> <p>Gradualmente reduzir a dose para prevenir os sinais e sintomas de abstin&#xEA;ncia no paciente fisicamente dependente. N&#xE3;o descontinuar abruptamente DIMORF<sup>&#xAE;</sup> LC c&#xE1;psulas.</p> <h4>Abuso e Depend&#xEA;ncia do F&#xE1;rmaco</h4> <p>Assim como com outros opioides, alguns pacientes podem desenvolver depend&#xEA;ncia f&#xED;sica e ps&#xED;quica em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; morfina. O f&#xE1;rmaco deve ser retirado gradualmente em qualquer paciente que fa&#xE7;a o uso de doses excessivas por longos per&#xED;odos. N&#xE3;o aumente a dose sem consultar seu m&#xE9;dico. No tratamento de pacientes com doen&#xE7;as terminais, o benef&#xED;cio do al&#xED;vio da dor pode ter mais valor do que a possibilidade de depend&#xEA;ncia do f&#xE1;rmaco.</p> <h4>Pacientes idosos</h4> <p>Deve haver cautela na escolha da dose inicial em pacientes idosos, assim como em pacientes debilitados e com intoler&#xE2;ncia, usualmente iniciando pela dose m&#xED;nima. O tratamento n&#xE3;o deve exceder o tempo necess&#xE1;rio para melhora dos sintomas.</p> <p><strong>Siga a orienta&#xE7;&#xE3;o do seu m&#xE9;dico, respeitando sempre os hor&#xE1;rios, as doses e a dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento. N&#xE3;o interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu m&#xE9;dico. </strong></p> <p><strong>Os microgr&#xE2;nulos n&#xE3;o podem ser partidos ou mastigados, por&#xE9;m a c&#xE1;psula pode ser aberta.</strong></p> <h3>Solu&#xE7;&#xE3;o Oral</h3> <p><strong>Dimorf<sup>&#xAE;</sup>&amp;nbsp;Solu&#xE7;&#xE3;o Gotas: cada 1 mL cont&#xE9;m 10 mg de sulfato de morfina que corresponde a 32 gotas. </strong></p> <h4>Dose oral em adultos</h4> <p>De 05 a 20 mg a cada 4 horas ou conforme orienta&#xE7;&#xE3;o do seu m&#xE9;dico. A dose &#xE9; uma vari&#xE1;vel dependente do paciente, portanto, doses adicionais podem ser necess&#xE1;rias para conseguir-se adequada analgesia. As doses adicionais devem ser utilizadas estritamente com orienta&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico.</p> <p>Para o controle da dor cr&#xF4;nica, intensa, em pacientes com doen&#xE7;a terminal estabelecida, este f&#xE1;rmaco deve ser administrado regularmente a cada 4 horas, na menor dose que possibilite analgesia adequada.</p> <p>A dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria recomendada depende do estado cl&#xED;nico do paciente e da sua toler&#xE2;ncia ao f&#xE1;rmaco. Para a maioria dos pacientes adultos, esta dose se situa em torno de 120 mg/dia. O ajuste crescente desta dose depende de uma avalia&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica criteriosa. Doses n&#xE3;o recomendadas podem levar a ocorr&#xEA;ncia de eventos adversos.</p> <p><strong>Observa&#xE7;&#xE3;o: </strong>A medica&#xE7;&#xE3;o pode suprimir a respira&#xE7;&#xE3;o em idosos, em casos graves e em pacientes com problemas respirat&#xF3;rios, portanto, s&#xE3;o necess&#xE1;rias doses menores do medicamento para estes pacientes.&amp;nbsp;</p> <h4>Redu&#xE7;&#xE3;o da dose de morfina</h4> <p>Durante o segundo e terceiro dias do al&#xED;vio da dor, o paciente pode <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dormir/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">dormir</a> por muitas horas. Isto n&#xE3;o quer dizer necessariamente que a dose do analg&#xE9;sico indicada pelo seu m&#xE9;dico est&#xE1; muito alta, e sim que o paciente teve al&#xED;vio da dor e conseguiu dormir. Ap&#xF3;s isto, fazer nova avalia&#xE7;&#xE3;o do paciente e, se necess&#xE1;rio, reduzir a dose. A dose, portanto, deve ser mantida por no m&#xED;nimo 3 dias, se a atividade respirat&#xF3;ria e outros sinais vitais, como press&#xE3;o arterial e pulso forem adequados. Doses menores ou completa interrup&#xE7;&#xE3;o de Dimorf<sup>&#xAE;</sup> Solu&#xE7;&#xE3;o Gotas pode ser necess&#xE1;rio devido a mudan&#xE7;as fisiol&#xF3;gicas ou piora do estado mental do paciente.</p> <h4>Dose oral pedi&#xE1;trica</h4> <p>A dose ser&#xE1; estipulada pelo m&#xE9;dico de acordo com a gravidade da dor, levando-se em considera&#xE7;&#xE3;o a idade e o peso do paciente. Utilize sempre o conta-gotas para que uma dose maior n&#xE3;o seja administrada.</p> <p>A dose m&#xE9;dia recomendada de Dimorf<sup>&#xAE;</sup> Solu&#xE7;&#xE3;o Gotas &#xE9; de 0,1 a 0,5 mg/kg.</p> <p>A dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria deve ser individualizada pelo m&#xE9;dico de acordo com a intensidade da dor, levando-se em considera&#xE7;&#xE3;o a idade, o peso e a tolerabilidade do paciente. O ajuste crescente desta dose depende de uma avalia&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica criteriosa. Doses n&#xE3;o recomendadas podem levar a ocorr&#xEA;ncia de eventos adversos graves.</p> <p>Dimorf<sup>&#xAE;&amp;nbsp;</sup>solu&#xE7;&#xE3;o gotas n&#xE3;o &#xE9; recomendado para crian&#xE7;as menores de 2 anos.</p> <p>Devem sempre ser considerados os benef&#xED;cios em rela&#xE7;&#xE3;o aos riscos em cada crian&#xE7;a tratada.</p> <h4>Abuso e depend&#xEA;ncia do f&#xE1;rmaco</h4> <p>Assim como com outros opioides, alguns pacientes podem desenvolver depend&#xEA;ncia f&#xED;sica e ps&#xED;quica em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; morfina. Eles podem aumentar a dose sem consultar o m&#xE9;dico e subsequentemente podem desenvolver a depend&#xEA;ncia f&#xED;sica do f&#xE1;rmaco. Em tais casos a interrup&#xE7;&#xE3;o abrupta pode precipitar sintomas t&#xED;picos de abstin&#xEA;ncia, incluindo convuls&#xF5;es. N&#xE3;o modifique a dose do medicamento recomendada ou pare de tom&#xE1;-lo sem o consentimento do seu m&#xE9;dico.</p> <p>Nos casos de suspeita de depend&#xEA;ncia, o medicamento deve ser retirado gradualmente segundo instru&#xE7;&#xF5;es do m&#xE9;dico.</p> <p>No tratamento de pacientes com doen&#xE7;as terminais, o benef&#xED;cio do al&#xED;vio da dor pode ter mais valor do que a possibilidade de depend&#xEA;ncia do f&#xE1;rmaco.</p> <h4>Pacientes idosos</h4> <p>Deve haver cautela na escolha da dose inicial em pacientes idosos, assim como em pacientes debilitados e com intoler&#xE2;ncia, usualmente iniciando pela dose m&#xED;nima. O tratamento n&#xE3;o deve exceder o tempo necess&#xE1;rio para melhora dos sintomas.</p> <p><strong>Siga a orienta&#xE7;&#xE3;o do seu m&#xE9;dico, respeitando sempre os hor&#xE1;rios, as doses e a dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento. N&#xE3;o interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu m&#xE9;dico.</strong></p> "}

Como o Dimorf funciona?

Comprimido / Solução Oral

A morfina age sobre o sistema nervoso central e outros órgãos do corpo. Seu principal efeito é o alívio das dores intensas.

O tempo para o efeito é de 1 a 2 horas. A duração da ação, somente em pacientes não tolerantes, para a forma oral é de 4 a 5 horas. A substância é eliminada principalmente pelos rins.

Cápsula

A morfina age sobre o sistema nervoso central e em outros órgãos do corpo. Seu principal efeito é o alívio das dores intensas.

O início do efeito é rápido e o alívio da dor, quando se utilizam as cápsulas LC (liberação cronogramada), pode chegar a até 12 horas. O medicamento é eliminado principalmente pelos rins.

Quais cuidados devo ter ao usar o Dimorf?

Comprimido / Cápsula / Solução Oral

Os pacientes que utilizam opioides com benzodiazepinicos, outros medicamentos depressores do SNC (Sistema Nervoso Central) ou álcool devem procurar atendimento médico imediatamente se apresentarem sintomas de tontura ou mal-estar, sonolência extrema, respiração lenta ou difícil, ou ausência de resposta. A ausência de resposta significa que a pessoa não responde ou reage normalmente ou você não pode acordá-la. Fale com seu profissional de saúde se tiver dúvidas ou preocupações sobre a ingestão de opioides ou benzodiazepínicos.

Dependência

A morfina pode causar dependência física ou psíquica, caracterizada por alguns ou todos os seguintes sintomas: inquietação, lacrimejamento, rinorreia, bocejos, sudorese, tremores, piloereção, mialgia, midríase, irritabilidade, ansiedade, dores nas costas, dor nas articulações, fraqueza, cólicas abdominais, insônia, náuseas, anorexia, vômitos, diarreia, aumento da pressão arterial, frequência respiratória, ou frequência cardíaca.

Evitar o uso de analgésicos agonista/antagonista mistos (ex: pentazocina, nalbufina e butorfanol) ou agonista parcial (buprenorfina) se você faz tratamento com opioide, incluindo sulfato de morfina.

Não descontinuar abruptamente Dimorf®, reduzir a dose gradualmente.

Uso indevido, abuso e uso recreativo de opioides

O sulfato de morfina é uma substância controlada procurada por usuários de drogas e pessoas com distúrbios viciosos. Seu uso recreativo é um ato sujeito a sanção penal.

Pode ocorrer abuso do sulfato de morfina por esmagar, mastigar, inalar ou injetar o produto. Estas práticas podem resultar em superdose e morte. Riscos são maiores em pacientes com histórico familiar de abuso de substâncias (incluindo drogas ou dependência de álcool) ou doença mental (ex: depressão).

Preocupações sobre abuso, dependência, e o uso recreativo não devem impedir o manejo correto da dor. Os profissionais de saúde devem obter informações sobre como prevenir e detectar o abuso ou uso recreativo deste fármaco.

Dimorf®&nbsp;é destinado apenas para uso oral. Abuso de sulfato de morfina representa um risco de superdose e morte. O risco é aumentado com o uso concomitante de álcool e outras substâncias.

Exclusivo Cápsula:&nbsp;Considerando que os produtos de liberação modificada, tais como Dimorf® cápsulas de liberação prolongada, permitem que a substância ativa seja liberada gradualmente em um período de tempo prolongado, há um maior risco de superdose e morte devido à maior quantidade de morfina presente.

Carcinogenicidade

Não foram conduzidos estudos em animais que demonstrem a potencial carcinogenicidade da morfina.

Mutagenicidade

Não há estudos formais para avaliar o potencial mutagênico da morfina.

Diminuição da Fertilidade

Não foram realizados estudos formais para avaliar o potencial de morfina na diminuição da fertilidade.

Vários estudos não clínicos da literatura demonstraram efeitos adversos sobre a fertilidade masculina no rato devido a exposição à morfina, incluindo a redução das gravidezes totais, maior incidência de pseudogravidezes, e redução nos locais de implantação. Estudos da literatura também relataram alterações nos níveis hormonais (ex: testosterona, hormônio luteinizante, corticosterona) após o tratamento com morfina.

Efeitos Teratogênicos

Não foram conduzidos estudos para avaliar os efeitos teratogênicos da morfina em animais. Também não se sabe se a morfina pode causar danos fetais quando administrada a mulheres grávidas ou se pode afetar a capacidade reprodutiva.

O sulfato de morfina deve ser administrado em pacientes grávidas somente se a necessidade de analgesia por opioides claramente ultrapassar os riscos potenciais ao feto.

Exclusivo Solução Oral:&nbsp;O sulfato de morfina não é teratogênico em ratos com 35 mg/kg/dia (35 vezes a dose humana usual), mas resultou em um aumento na mortalidade dos filhotes e retardou o crescimento em doses maiores que 10 mg/kg/dia (10 vezes a dose humana usual).

Trabalho de Parto e Parto

Opioides atravessam a placenta e podem produzir depressão respiratória e efeitos psico-fisiológicos em recémnascidos. O sulfato de morfina não é recomendado para uso em mulheres durante e imediatamente antes do parto.

Ocasionalmente, os analgésicos opioides podem prolongar o trabalho de parto por meio de ações que reduzam&nbsp;temporariamente a força, a duração e a frequência das contrações uterinas. No entanto, este efeito não é consistente e pode ser compensado por um aumento da taxa de dilatação cervical, o que tende a encurtar trabalho.

Amamentação

A morfina é excretada no leite humano. Devido ao potencial do sulfato de morfina causar reações adversas graves em lactentes, incluindo depressão respiratória, sedação e, possivelmente, sintomas de abstinência, deve haver muito cuidado na administração e descontinuação do fármaco a pacientes que estejam amamentando.

Síndrome de Abstinência Neonatal

Os recém-nascidos de mães que receberam morfina cronicamente podem apresentar síndrome de abstinência neonatal. Manifestações desta síndrome incluem irritabilidade, hiperatividade, padrão de sono anormal, choro estridente, tremor, vômitos, diarreia, perda de peso, e incapacidade de ganhar peso. O tempo e a quantidade de última dose ingerida pela mãe e a taxa de eliminação do fármaco do recém-nascido pode afetar o início de ação, duração, e a gravidade da desordem. Quando ocorrem sintomas graves, a intervenção farmacológica pode ser necessária.

Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco
Uso em idosos

Os pacientes idosos (com 65 anos ou mais) podem ter maior sensibilidade ao sulfato de morfina. Desta forma, devem ingerir a menor dose possível de sulfato de morfina.

Gênero

Alguns estudos mostraram um aumento da sensibilidade aos efeitos adversos de sulfato de morfina, incluindo depressão respiratória, em mulheres em comparação com homens.

Pacientes com Risco Especial

A morfina deve ser administrada com precaução e a dose inicial deve ser reduzida em pacientes idosos ou debilitados e naqueles com graves danos na função hepática ou renal, hipotireoidismo, doença de Addison, hipertrofia prostática ou estreitamento uretral. Administrar sulfato de morfina com cautela em pacientes com incapacidade de deglutição, depressão do SNC, psicose tóxica, alcoolismo agudo e delirium tremens.

O sulfato de morfina pode agravar convulsões em pacientes com distúrbios convulsivos, e pode induzir ou agravar as crises em alguns aspectos clínicos.

Mantenha os comprimidos de sulfato de morfina fora do alcance das crianças. Em caso de ingestão acidental, procurar ajuda médica emergencial imediatamente.

Exclusivo Comprimido / Cápsula
Uso Pediátrico

A segurança e a eficácia em crianças com menos de 18 anos de idade ainda não foram definitivamente estabelecidas.

Exclusivo Solução Oral
Uso Pediátrico

A segurança e a eficácia em crianças ainda não foram definitivamente estabelecidas. As crianças até dois anos de idade podem ser mais susceptíveis aos efeitos do fármaco, especialmente aos efeitos depressores respiratórios.

Pacientes pediátricos em tratamento com analgésicos opioides podem apresentar excitação paradoxal. Devem sempre ser considerados os benefícios em relação aos riscos em cada criança tratada.

Pressão Intracraniana Elevada ou Trauma Craniano

O sulfato de morfina deve ser usado com extrema cautela em pacientes com enxaqueca ou pressão intracraniana elevada. Podem ocorrer variações pupilares e possível aumento da pressão do líquido cefalorraquidiano e dos efeitos depressores respiratórios de sulfato de morfina.

Insuficiência Renal ou Hepática

Pacientes com cirrose e/ou falência renal devem iniciar o tratamento com doses mais baixas de morfina, acompanhados de lenta titulação e monitoramento dos efeitos adversos.

Cirurgia ou Doença do Trato Biliar/Pancreático

Deve ser usado com cautela em pacientes com doença do trato biliar, incluindo pancreatite aguda, já que a morfina pode causar espasmo do esfincter de Oddi e diminuir as secreções biliares e pancreáticas.

Desordens do Sistema Urinário

São fundamentais o reconhecimento precoce da dificuldade de micção e a intervenção imediata nos casos de retenção urinária.

Depressão Respiratória

Sulfato de morfina deve ser usado com extrema precaução em idosos ou pacientes debilitados e em pessoas que sofrem de doenças acompanhadas de hipoxia, hipercapnia, ou obstrução das vias aéreas superiores, doença pulmonar obstrutiva crônica, crise aguda de asma ou cor pulmonale e em doentes que tem uma reserva respiratória substancialmente diminuída (por exemplo, cifoescoliose grave), ou depressão respiratória pré-existente. Nestes pacientes, até doses terapêuticas moderadas podem diminuir significativamente a ventilação pulmonar.

A depressão respiratória, se não imediatamente reconhecida e tratada, pode levar à parada respiratória e morte.

Os pacientes de risco devem utilizar sulfato de morfina somente sob supervisão médica e na menor dose eficaz. Para reduzir o risco de depressão respiratória, é essencial que seja administrado a dose adequada e haja titulação do sulfato de morfina.

Efeito Hipotensivo

A administração de morfina pode resultar em hipotensão grave incluindo hipotensão ortostática e síncope em pacientes ambulatoriais e em pacientes que tenham alteração da pressão arterial, pela depleção do volume sanguíneo ou administração conjunta de fármacos como fenotiazinas ou certos anestésicos. Evitar o uso de sulfato de morfina em pacientes com choque circulatório.

Insuficiência Adrenal

Pode ocorrer insuficiência adrenal com o uso de opioides. Se a insuficiência adrenal é diagnosticada, tratar com corticosteróides. Descontinuar o opioide para permitir que a função adrenal se recupere e continuar o tratamento com corticosteróides até que a função adrenal esteja recuperada. Não há nenhum opioide específico que é mais provável de ser associado com insuficiência adrenal.

Efeitos gastrointestinais

Dimorf®&nbsp;é contraindicado em pacientes com íleo paralítico ou com outra obstrução gastrointestinal. Pacientes com doença do trato biliar, incluindo pancreatite aguda, devem ser monitorados. A administração de morfina ou outros opioides podem mascarar o diagnóstico ou curso clínico em pacientes com condições agudas abdominais.

Efeito ao dirigir veículos e operar máquinas

O sulfato de morfina pode prejudicar as habilidades mentais e/ou físicas necessárias para realizar atividades potencialmente perigosas, como dirigir veículos ou operar máquinas.

Feocromocitoma

A morfina e outros opioides podem induzir a liberação de histamina endógena e, desse modo, estimular a liberação de catecolamina tornando-os inadequados para pacientes com feocromocitoma.

Gravidez – Categoria C: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Informe ao médico o aparecimento de reações indesejáveis.

O medicamento deve ser administrado sob supervisão médica, porque seu uso abusivo pode levar à dependência.

Este medicamento pode causar doping.

Exclusivo Cápsula:&nbsp;Atenção diabético: este medicamento contém sacarose.&nbsp;Este medicamento contém lactose.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Dimorf?

  • <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o desconhecida (n&#xE3;o pode ser estimada a partir dos dados dispon&#xED;veis).</li>

Os maiores riscos com a morfina, assim como com os outros analgésicos opioides são, depressão respiratória e, em menor grau, depressão circulatória, parada respiratória, choque e parada cardíaca. As reações adversas mais comuns observadas incluem tonturas, vertigem, sedação, náusea, vômito e transpiração.

  • <li>Sistema Nervoso Central: Euforia, desconforto, fraqueza, dor de cabe&#xE7;a, ins&#xF4;nia, sonol&#xEA;ncia, agita&#xE7;&#xE3;o, desorienta&#xE7;&#xE3;o e dist&#xFA;rbios visuais.</li> <li>Gastrintestinal: Boca seca, diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite, n&#xE1;usea, v&#xF4;mito, <a href="https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/" rel="noopener" target="_blank">constipa&#xE7;&#xE3;o</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/colica/c" target="_blank">c&#xF3;lica</a> no abd&#xF4;men.</li> <li>Cardiovascular: Rubor na face, diminui&#xE7;&#xE3;o do batimento card&#xED;aco, palpita&#xE7;&#xE3;o e desmaio.</li> <li>Geniturin&#xE1;rio: Dificuldade para urinar e redu&#xE7;&#xE3;o da libido e/ou impot&#xEA;ncia.</li> <li>Al&#xE9;rgico: Coceira, incha&#xE7;o, placas vermelhas na pele ou outras altera&#xE7;&#xF5;es na pele.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Dimorf?

Caso esqueça alguma dose, você deve tomá-la assim que possível. Entretanto, se estiver perto do horário da próxima dose, não tome o medicamento. Aguarde o horário e tome uma dose normal. Não tome doses seguidas.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Dimorf?

Comprimido

Cada comprimido de 10 mg contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:257px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de morfina pentaidratado</p> </td> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\">10 mg*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:257px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente à 8,81 mg de sulfato de morfina.

Excipientes: estearato de magnésio, povidona, celulose microcristalina, dióxido de silício, croscarmelose sódica, metabissulfito de sódio.

Cada comprimido de 30 mg contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de morfina pentaidratado</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">30 mg*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente à 26,44 mg de sulfato de morfina.

Excipientes: estearato de magnésio, povidona, celulose microcristalina, dióxido de silício, croscarmelose sódica, metabissulfito de sódio, corante azul FD&C N.º 2.

Cápsula

Cada cápsula dura de liberação prolongada de 30 mg contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de morfina pentaidratado</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">30 mg*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">1 c&#xE1;psula</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente à 26,44 mg de sulfato de morfina.

Excipientes: lactose, dimeticona, microgrânulos de sacarose, trietil citrato, dióxido de silício, eudragit, talco.

Cada cápsula dura de liberação prolongada de 60 mg contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de morfina pentaidratado</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">60 mg*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">1 c&#xE1;psula</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente à 52,88 mg de sulfato de morfina.

Excipientes: lactose, dimeticona, microgrânulos de sacarose, trietil citrato, dióxido de silício, eudragit, talco.

Cada cápsula dura de liberação prolongada de 100 mg contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de morfina pentaidratado</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">100 mg*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">1 c&#xE1;psula</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente à 88,13 mg de sulfato de morfina.

Excipientes: lactose, dimeticona, microgrânulos de sacarose, trietil citrato, dióxido de silício, eudragit, talco.

Solução Oral

Cada mL de solução gotas (correspondente a 32 gotas) contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de morfina pentaidratado</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">10&amp;nbsp;mg*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Ve&#xED;culo q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">1 mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente à 8,81 mg de sulfato de morfina.

Excipientes: ciclamato de sódio, sacarina sódica, benzoato de sódio, propilenoglicol, sorbitol, ácido cítrico, aroma artificial de chocolate, cloreto de sódio, água purificada.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Dimorf maior do que a recomendada?

Sinais e Sintomas

A superdose é caracterizada por dificuldade respiratória com ou sem depressão concomitante do sistema nervoso central, muita sonolência progredindo para entorpecimento ou coma, miose, flacidez muscular esquelética, pele fria ou úmida, pupilas contraidas, e em alguns casos edema pulmonar, bradicardia, hipotensão, parada cardíaca e óbito.

Tratamento

A primeira atenção deve ser dada para o restabelecimento da troca respiratória adequada, através de desobstrução respiratória e instituição de ventilação assistida ou controlada. Utilizar medidas de suporte (incluindo oxigênio e vasopressores) no manejo de choque circulatório e do edema pulmonar que acompanham a superdose, como indicado. Parada cardíaca ou arritmias podem necessitar de massagem cardíaca ou desfibrilação.

O antagonista opioide naloxona é o antídoto específico contra a depressão respiratória que pode resultar da superdose ou sensibilidade não usual aos opioides, incluindo-se a morfina.

Um antagonista não deve ser administrado na ausência de depressão respiratória ou cardiovascular clinicamente significativa.

Oxigênio, fluidos intravenosos, vasopressores e outras medidas de suporte devem ser empregados conforme indicados.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou a bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Dimorf com outros remédios?

A morfina deve ser administrada com cautela e em doses reduzidas em pacientes que recebem concomitantemente medicamentos inibidores do SNC (sedativos, hipnóticos, anestésicos em geral, antieméticos, fenotiazínicos, outros tranquilizantes e álcool), relaxantes musculares, benzodiazepínicos, cisaprida, metoclopramida clomipramida, amitriptilina, e inibidores da glicoproteína P (ex: quinidina). Nestas situações, a ação da morfina pode ser potencializada. A morfina não deve ser administrada em pacientes que fazem uso de inibidores da monoaminoxidase (MAO).

A associação de analgésicos agonistas/antagonistas ou rifampicina com morfina pode reduzir seu efeito analgésico. A morfina pode reduzir a eficácia de diuréticos. O uso de fármacos serotoninérgicos com opioides podem resultar na síndrome serotoninérgica.

Em relato isolado, a administração concomitante de sulfato de morfina e cimetidina causou apneia, confusão, e espasmo muscular. Os pacientes devem ser monitorados em relação ao aumento da depressão respiratória e depressão do SNC.

Anticolinérgicos ou outros medicamentos com atividade anticolinérgica, quando usados concomitantemente com analgésicos opiáceos podem resultar num risco aumentado de retenção urinária e / ou constipação grave, o que pode levar a íleo paralítico.

Interação com álcool, outros depressores do sistema nervoso central e drogas de abuso

A morfina pode ter efeitos aditivos quando usada simultaneamente com outros analgésicos opioides, anestésicos gerais, fenotiazinas, outros tranquilizantes, hipnóticos-sedativos, antidepressivos tricíclios e outros depressores do SNC como o álcool e drogas ilícitas. Em pacientes que fazem o uso de depressores do SNC, a morfina deve ser usada com cautela e em doses reduzidas. Pode ocorrer depressão respiratória, hipotensão e sedação profunda, coma e morte.

Os pacientes não devem consumir bebidas alcoólicas ou produtos que contenham álcool durante o tratamento com Dimorf®.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Dimorf (Sulfato de Morfina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimido e C&#xE1;psula</h3> <p>Em publica&#xE7;&#xE3;o divulgada pela Cochrane Database, os autores realizaram uma atualiza&#xE7;&#xE3;o da revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica realizada previamente e publicada em 2003. Nessa edi&#xE7;&#xE3;o, os autores citam que o Sulfato de Morfina, tanto de libera&#xE7;&#xE3;o imediata quanto a de libera&#xE7;&#xE3;o controlada, ainda &#xE9; o analg&#xE9;sico de escolha para a dor oncol&#xF3;gica moderada a severa. Al&#xE9;m dos 45 estudos publicados anteriormente, os autores inclu&#xED;ram, agora, outros 9 estudos, totalizando 3749 pacientes avaliados. Quinze estudos compararam Sulfato de Morfina oral de libera&#xE7;&#xE3;o imediata (MLI) com a de libera&#xE7;&#xE3;o controlada (MLC). Doze estudos compararam MLC em diferentes concentra&#xE7;&#xF5;es. Treze estudos compararam MLC com outros opioides. Seis estudos compararam MLI com outros opioides. Dois estudos&amp;nbsp;compararam Sulfato de Morfina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada de via oral e retal. Dois estudos compararam MLI por uma via de administra&#xE7;&#xE3;o diferente. Um estudo comparou as seguintes apresenta&#xE7;&#xF5;es: MLC comprimido com MLC suspens&#xE3;o; MLC com n&#xE3;o-opioides; MLI com n&#xE3;o-opioides; e Sulfato de Morfina oral com Sulfato de Morfina epidural. Conclu&#xED;ram, portanto, dentro dos resultados positivos apresentados nesses estudos, que h&#xE1; evid&#xEA;ncias suficientes para demonstrar a efic&#xE1;cia do Sulfato de Morfina via oral.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncia:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">Wiffen PJ, McQuay HJ. Oral morphine for cancer pain. Cochrane Database Syst Rev. 2007; 17 (4): CD003868.</span></p> <h4><u>Exclusivo Comprimido</u></h4> <p>Rosas et cols descreveram sua experi&#xEA;ncia no tratamento de 78 pacientes em uso de Sulfato de Morfina oral para dor oncol&#xF3;gica. Utilizou-se Sulfato de Morfina por 3399 dias de tratamento, com m&#xE9;dia de 65 dias por paciente. O controle da dor foi adequado, pois passou de intensidade severa a leve em 96% dos pacientes. A m&#xE9;dia das doses di&#xE1;rias foi de 95,6 mg. Os autores conclu&#xED;ram que o uso de Sulfato de Morfina &#xE9; essencial para o tratamento da dor nos pacientes oncol&#xF3;gicos, confirmando o Sulfato de Morfina como excelente f&#xE1;rmaco devido aos m&#xED;nimos eventos adversos controlados. Montejo-Rosas G, Flores-Siordia R, Casta&#xF1;eda-de La Lanz C, Zavala-S&#xE1;nchez A, N&#xE1;poles-Echauri A. Immediated acting oral morphine sulfate in patients with cancer pain. Gac Med Mex. 1998; 134 (2): 161-7 Murino P publicou um estudo onde foi avaliada a a&#xE7;&#xE3;o analg&#xE9;sica do Sulfato de Morfina oral para a dor oncol&#xF3;gica durante as sess&#xF5;es de radioterapia. Foram avaliados 140 pacientes, entre homens e mulheres maiores de 18 anos, sofrendo de dor de posicionamento. Estes recebram pr&#xE9;-tratamento com 10 mg de Sulfato de Morfina oral de libera&#xE7;&#xE3;o imediata (MLI) antes do posicionamento da radioterapia. Aqueles que n&#xE3;o responderam a dose de Sulfato de Morfina, receberam MLI 60 minutos antes da sess&#xE3;o de radioterapia e, se a dor ainda n&#xE3;o estivesse bem controlada, receberam 20 mg de MLI. Todos os pacientes conseguiram concluir a programa&#xE7;&#xE3;o de radioterapias, demonstrando a efic&#xE1;cia do Sulfato de Morfina como analg&#xE9;sico para os pacientes com dor oncol&#xF3;gicas e que est&#xE3;o sendo submetidos &#xE0; sess&#xF5;es de radioterapia.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncia:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">Murino P, Mammucari M, Borrelli D, Pepe A, Giugliano MF, Morra A, et al. Role of immediate-release morphine (MIR) in the treatment of predictable pain in radiotherapy. J Pain Palliat Care Pharmacother. 2011; 25(2): 121-4.</span></p> <h4><u>Exclusivo C&#xE1;psula</u></h4> <p>Tassain et cols publicaram um estudo prospectivo, em 2002, visando avaliar o impacto cognitivo nos pacientes que fizeram uso prolongado de Sulfato de Morfina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada. As avalia&#xE7;&#xF5;es foram realizadas inicialmente em pacientes livres de opioides e ent&#xE3;o, ap&#xF3;s 3, 6 e 12 meses. Vinte e oito pacientes foram inclu&#xED;dos: 18 receberam Sulfato de Morfina de libera&#xE7;&#xE3;o prolongada (intervalo 40-140 mg / dia), dez pacientes descontinuaram o uso de Sulfato de Morfina por causa de efeitos adversos ou al&#xED;vio da dor insuficiente e foram alocados como grupo controle. Diversos m&#xE9;todos de avalia&#xE7;&#xE3;o neuropsicol&#xF3;gica foram utilizados de modo a explorar a capacidade de aten&#xE7;&#xE3;o, equil&#xED;brio psicomotor e mem&#xF3;ria nos pacientes analisados durante o per&#xED;odo. Este estudo demonstrou que o uso por 12 meses de Sulfato de Morfina n&#xE3;o interferiu no comportamento cognitivo. Ao contr&#xE1;rio, como consequ&#xEA;ncia da melhora da dor, houve melhora do humor e da qualidade de vida desses pacientes.</p> <p>A efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a do Sulfato de Morfina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada para o tratamento de dor cr&#xF4;nica n&#xE3;o oncol&#xF3;gica foi avaliada em um estudo multic&#xEA;ntrico, prospectivo, randomizado, duplo encoberto, controlado por placebo.</p> <p>Quarenta e nove pacientes foram avaliados. Os autores conclu&#xED;ram que o estudo demonstrou efic&#xE1;cia suficiente para o Sulfato de Morfina, em doses entre 20 a 180 mg/dia para esse tipo de paciente. Al&#xE9;m dos escores de dor, houve melhora na imobilidade causada pela dor cr&#xF4;nica, melhora na toler&#xE2;ncia aos exerc&#xED;cios, humor e dist&#xFA;rbios relacionados ao sono.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncia:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">Tassain V, Attal N, Fletcher D, Brasseur L, De&#xB4;gieux , Chauvin M, et. al. Long term effects of oral sustained release morphine on neuropsychological performance in patients with chronic noncancer pain. Pain. 2003; 389&#x2013;400.<br> Maier C, Hildebrandt J, Klinger R, Henrich-Eberl C, et al. Morphine responsiveness, efficacy and tolerability in patients with chronic non-tumor associated pain &#x2013; results of a double-blind placebo controlled trial. Pain. 2002; 97(3): 223-33.</br></span></p> <h3>Gotas</h3> <p>Rosas et cols descreveram sua experi&#xEA;ncia no tratamento de 78 pacientes em uso de Sulfato de Morfina oral para dor oncol&#xF3;gica. Utilizou-se Sulfato de Morfina por 3399 dias de tratamento, com m&#xE9;dia de 65 dias por paciente. O controle da dor foi adequado, pois passou de intensidade severa a leve em 96% dos pacientes. A m&#xE9;dia das doses di&#xE1;rias foi de 95,6 mg. Os autores conclu&#xED;ram que o uso de Sulfato de Morfina &#xE9; essencial para o tratamento da dor nos pacientes oncol&#xF3;gicos, confirmando o Sulfato de Morfina como excelente f&#xE1;rmaco devido aos m&#xED;nimos eventos adversos controlados.</p> <p>Goughnour e colaboradores realizaram um estudo visando comparar a resposta analg&#xE9;sica entre comprimidos de sulfato de Sulfato de Morfina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada administrados a cada 12 horas e solu&#xE7;&#xE3;o oral de sulfato de Sulfato de Morfina administrada a cada 4 horas em 17 pacientes adultos com dor cr&#xF4;nica severa relacionada ao c&#xE2;ncer. Os pacientes foram randomizados para receber uma &#xFA;nica dose de Sulfato de Morfina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada (30, 60 e 100 mg) ou solu&#xE7;&#xE3;o oral (5 mg/mL). N&#xE3;o houve diferen&#xE7;as significativas na efic&#xE1;cia analg&#xE9;sica ou necessidade de Sulfato de Morfina suplementar entre as duas apresenta&#xE7;&#xF5;es. Ambas proporcionaram controle efetivo da dor com efeitos adversos m&#xED;nimos.</p> <p>Foi realizado um estudo duplo-cego e randomizado para comparar a farmacocin&#xE9;tica e efic&#xE1;cia cl&#xED;nica de comprimidos de Sulfato de Morfina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada com Sulfato de Morfina solu&#xE7;&#xE3;o oral em pacientes com dor relacionada ao c&#xE2;ncer. Vinte e oito pacientes foram inclu&#xED;dos no estudo, para receberem comprimidos de Sulfato de Morfina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada (30, 60 e 100 mg) e solu&#xE7;&#xE3;o oral (1 e 5 mg/mL). Os comprimidos foram administrados a cada 12 horas, com exce&#xE7;&#xE3;o dos pacientes que necessitavam de 90 mg/dia e a solu&#xE7;&#xE3;o oral foi administrada a cada 4 horas para todos os pacientes. N&#xE3;o houve diferen&#xE7;as significativas na biodisponibilidade das duas apresenta&#xE7;&#xF5;es. Todos os pacientes experimentaram um controle da dor muito bom, e clinicamente, n&#xE3;o houve diferen&#xE7;a na severidade da dor para qualquer paciente. As duas medica&#xE7;&#xF5;es foram bem toleradas ao longo do estudo.</p> <p>Com o objetivo de investigar as concentra&#xE7;&#xF5;es s&#xE9;ricas de Sulfato de Morfina obtidas em crian&#xE7;as que receberam Sulfato de Morfina oral e sugerir regimes de dose por meio de simula&#xE7;&#xE3;o, Dawes e colaboradores randomizaram 34 crian&#xE7;as entre 2 a 6 anos. Estas foram alocadas para receberem uma das 3 doses seguintes de Sulfato de Morfina oral: 100 mcg.kg<sup>-1</sup> (n=4), 200 mcg.kg<sup>-1</sup> (n=15) e 300 mcg.kg<sup>-1</sup> (n=15). A amostragem de sangue para ensaio de Sulfato de Morfina foi realizada em 30, 60, 90, 120, 180 e 240 min. As concentra&#xE7;&#xF5;es s&#xE9;ricas de Sulfato de Morfina foram determinadas por cromatografia l&#xED;quida - espectroscopia de massa e os par&#xE2;metros farmacocin&#xE9;ticos foram calculados utilizando modelos de efeitos mistos n&#xE3;o lineares. Para caracterizar os par&#xE2;metros de absor&#xE7;&#xE3;o de crian&#xE7;as que receberam Sulfato de Morfina oral perioperat&#xF3;ria, tais par&#xE2;metros foram cruzados com aqueles de crian&#xE7;as que receberam Sulfato de Morfina intravenosa. Uma dose de 100 mcg.kg-1 de Sulfato de Morfina oral atingiu a C<sub>m&#xE1;x</sub> m&#xE9;dia de 10 mcg.l<sup>-1</sup>. Doses repetidas a cada 4 horas atingiram uma concentra&#xE7;&#xE3;o no estado estacion&#xE1;rio de 13-18 mcg.l<sup>-1</sup>. A variabilidade da concentra&#xE7;&#xE3;o s&#xE9;rica foi grande, variando de 5 a 55 mcg.l<sup>-1</sup> no estado estacion&#xE1;rio. Como conclus&#xE3;o, as doses de Sulfato de Morfina oral utilizadas atingiram concentra&#xE7;&#xF5;es m&#xE9;dias associadas com analgesia e foram bem toleradas no setor de cirurgia (taxa de sucesso de administra&#xE7;&#xE3;o &gt; 90%).</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncia:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">Montejo-Rosas G, Flores-Siordia R, Casta&#xF1;eda-de La Lanz C, Zavala-S&#xE1;nchez A, N&#xE1;poles-Echauri A. Immediated acting oral morphine sulfate in patients with cancer pain. Gac Med Mex. 1998; 134 (2): 161-7.<br> Goughnour BR, Arkinstall WW, Stewart JH. Analgesic response to single and multiple doses of controlled-release morphine tablets and morphine oral solution in cancer patients. Cancer. 1989 Jun 1;63(11 uppl):2294-7.<br> Thirlwell MP, Sloan PA, Maroun JA, Boos GJ, Besner JG, Stewart JH, Mount BM. Pharmacokinetics and clinical efficacy of oral morphine solution and controlled-release morphine tablets in cancer patients. Cancer. 1989 Jun 1;63(11 Suppl):2275-83.<br> Dawes JM, Cooke EM, Hannam JA, Brand KA, Winton P, Jimenez-Mendez R, Aleksa K, Lauder GR, Carleton BC, Koren G, Rieder MJ, Anderson BJ, Montgomery CJ. Oral morphine dosing predictions based on single dose in healthy children undergoing surgery. Paediatr Anaesth. 2016 Oct 25.</br></br></br></span></p> <h3>Injet&#xE1;vel</h3> <p>Um estudo foi realizado com o objetivo de comparar <a href=\"https://consultaremedios.com.br/fentanila/bula\" target=\"_blank\">fentanila</a> e Sulfato de Morfina quanto &#xE0; analgesia e aos efeitos colaterais quando utilizadas em raquianestesia. Trinta e dois pacientes de ambos os sexos, com idades entre 18 e 75 anos, estado f&#xED;sico ASA I, II ou III, submetidos a procedimentos nos quais a raquianestesia era indicada, foram distribu&#xED;dos em dois grupos: grupo F = fentanila (10 &#x3BC;g) e grupo M = Sulfato de Morfina (50 &#x3BC;g), ambos associados a 12,5 mg de bupivaca&#xED;na hiperb&#xE1;rica a 0,5%. Os pacientes foram avaliados 1; 6; 12 e 24 horas ap&#xF3;s o bloqueio, sendo indagados quanto a prurido, n&#xE1;usea/v&#xF4;mitos, sonol&#xEA;ncia, depress&#xE3;o respirat&#xF3;ria, reten&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria e in&#xED;cio do aparecimento de dor. Analisando-se os resultados obtidos, conclui-se que o Sulfato de Morfina ofereceu melhor qualidade ao procedimento anest&#xE9;sico por proporcionar maior tempo de analgesia, com efeitos colaterais n&#xE3;o significativamente maiores que aqueles causados com o uso da fentanila.</p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center\">&amp;nbsp;</td> <td style=\"text-align:center\"><strong>Grupo F (n=16)</strong></td> <td style=\"text-align:center\"><strong>Grupo M (n:16)</strong></td> <td style=\"text-align:center\"><strong>P</strong></td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center\"><strong>Prurido</strong></td> <td style=\"text-align:center\">1 (6,3%)</td> <td style=\"text-align:center\">3 (18,8%)</td> <td style=\"text-align:center\">0,60</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center\"><strong>N&#xE1;usea e v&#xF4;mitos</strong></td> <td style=\"text-align:center\">0 (0%)</td> <td style=\"text-align:center\">2 (12,5%)</td> <td style=\"text-align:center\">0,48</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center\"><strong>Sonol&#xEA;ncia</strong></td> <td style=\"text-align:center\">5 (31,3%)</td> <td style=\"text-align:center\">2 (12,5%)</td> <td style=\"text-align:center\">0,39</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center\"><strong>Reten&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria</strong></td> <td style=\"text-align:center\">2 (12,5%)</td> <td style=\"text-align:center\">3 (18,8%)</td> <td style=\"text-align:center\">1,00</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center\"><strong>Tempo de analgesia</strong></td> <td style=\"text-align:center\">7,18&amp;nbsp;&#xB1; 1,8</td> <td style=\"text-align:center\">13,1&amp;nbsp;&#xB1; 6,5</td> <td style=\"text-align:center\">0,02</td> </tr> </tbody> </table> <p>Harris et cols publicaram um estudo randomizado e duplo encoberto onde foi avaliada a efic&#xE1;cia analg&#xE9;sica para alivio r&#xE1;pido da dor oncol&#xF3;gica severa em 62 pacientes, comparando a via intravenosa com a via oral. Pacientes do grupo intravenoso receberam dose bolus de 1,5 mg de Sulfato de Morfina IV a cada 10 minutos at&#xE9; total al&#xED;vio da dor, ou at&#xE9; que ficassem sonolentos. Depois disso, receberam Sulfato de Morfina oral a cada 4 horas.</p> <p>Pacientes do grupo oral receberam 5 mg de Sulfato de Morfina (se livres de opioides) ou 10 mg (se utilizassem opioide fraco) a cada 4 horas. O estudo concluiu que o Sulfato de Morfina intravenosa &#xE9; superior a via oral para controle imediato da dor severa. Ambos os m&#xE9;todos (titula&#xE7;&#xE3;o via intravenosa e administra&#xE7;&#xE3;o via oral) demonstraram resultados compar&#xE1;veis ap&#xF3;s 24 horas de tratamento. Ambas as vias foram consideradas seguras.</p> <p>Em estudo publicado, os autores procuraram avaliar a seguran&#xE7;a da administra&#xE7;&#xE3;o de Sulfato de Morfina intravenosa em idosos para o al&#xED;vio da dor p&#xF3;s-operatoria. Foram inclu&#xED;dos 1050 pacientes, divididos em 2 grupos; pacientes jovens (n = 875) e pacientes idosos (n = 175). O Sulfato de Morfina intravenosa foi administrada em bolus de 2 (peso &#x2264; 60 kg) ou 3 mg (peso &gt; 60 kg). O intervalo entre cada dose foi de 5 minutos. N&#xE3;o houve limita&#xE7;&#xE3;o no n&#xFA;mero de bolus administrados at&#xE9; que houvesse al&#xED;vio da dor ou rea&#xE7;&#xE3;o adversa grave. O limiar da escala anal&#xF3;gica visual necess&#xE1;rio para administrar Sulfato de Morfina foi de 30 mm e o al&#xED;vio da dor foi definido com um escore da escala anal&#xF3;gica visual de 30 mm ou menos. Os autores observaram que as doses totais de Sulfato de Morfina, suficientes para al&#xED;vio da dor, n&#xE3;o foram diferentes entre os grupos (pacientes jovens e pacientes idosos). Da mesma forma, n&#xE3;o houve diferen&#xE7;a&amp;nbsp;entre os grupos para a incid&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados ao Sulfato de Morfina. Os autores conclu&#xED;ram que a administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa de Sulfato de Morfina na popula&#xE7;&#xE3;o idosa &#xE9; segura e eficaz e, portanto, os mesmos protocolos de analgesia p&#xF3;s-operat&#xF3;ria podem ser aplicados para essa popula&#xE7;&#xE3;o.</p> <p>Foram estudados 20 pacientes, estado f&#xED;sico ASA I a III, submetidos &#xE0; cirurgia de t&#xF3;rax, ambos os sexos, que foram distribu&#xED;dos em tr&#xEA;s grupos. Ao Grupo I foi administrado por um cateter epidural, 2 mg de Sulfato de Morfina 0,1% na indu&#xE7;&#xE3;o de anestesia, ap&#xF3;s 12 horas e 24 horas do final da cirurgia. Ao Grupo II foi administrado Sulfato de Morfina por via venosa em bomba de infus&#xE3;o precedida de bolus de 50 mcg/kg, durante 30 horas e ao grupo III, Sulfato de Morfina via epidural na dose 0,5 mg na indu&#xE7;&#xE3;o de anestesia, ap&#xF3;s 12 horas e 24 horas do final da cirurgia, associada com Sulfato de Morfina venosa em bomba de infus&#xE3;o precedida de bolus de 25 mcg/kg, por 30 horas. A analgesia foi avaliada por escala de gradua&#xE7;&#xE3;o num&#xE9;rica de 0 a 10 (0 aus&#xEA;ncia da dor e 10 dor insuport&#xE1;vel).</p> <p>Pela escala de gradua&#xE7;&#xE3;o num&#xE9;rica ocorreu redu&#xE7;&#xE3;o da dor no Grupo I, momento observado de 12 horas, persistindo nos demais momentos. Nos Grupos II e III, mostrou significante diminui&#xE7;&#xE3;o da dor a partir de 18 horas em rela&#xE7;&#xE3;o aos valores iniciais e em rela&#xE7;&#xE3;o ao Grupo I. Houve maior necessidade de analgesia complementar no Grupo I.</p> <p>Observou-se melhor efeito analg&#xE9;sico com Sulfato de Morfina venosa ou com associa&#xE7;&#xE3;o de vias venosa e epidural utilizando-se menores doses de Sulfato de Morfina. Esta diferen&#xE7;a foi expressiva quando menores quantidades de analg&#xE9;sicos complementares foram utilizadas nestes grupos, oferecendo um efetivo m&#xE9;todo de analgesia para o p&#xF3;s-operat&#xF3;rio de cirurgia de t&#xF3;rax com menores efeitos depressores respirat&#xF3;rios e emetog&#xEA;nicos.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncia:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">Myasi M, Pinho I, Silva VCA, Moraes Jr AV.&amp;nbsp;Estudo comparativo entre morfina&amp;nbsp;e fentanil em raquianestesia: Efeitos colaterais e dor p&#xF3;s-operat&#xF3;ria. Rev Bras Anestesiol, 2002; 51 (Supl 29): CB016A.<br> Harris JT, Kumar KS, Rajagopal MR. Intravenous morphine for rapid control of severe cancer pain. Palliative Medicine. 2003; 17: 248-256.<br> Aubrun F, Monsel S, Langeron O, Coriat P, Riou B. Postoperative titration of intravenous morphine in the elderly patient. Anesthesiology. 2002; 96: 17-23.<br> Fonseca NM, Mandim BLSM, Amorim CG; Analgesia P&#xF3;s-Toracotomia com associa&#xE7;&#xE3;o de Morfina por Via Peridural e Venosa; Rev Bras Anestesiol. 2002; 52(5); 549-561.</br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <p>O Sulfato de Morfina &#xE9; um analg&#xE9;sico narc&#xF3;tico potente destinado especialmente para o controle da dor aguda que n&#xE3;o responde aos analg&#xE9;sicos tradicionais.</p> <p>O Sulfato de Morfina exerce primariamente seus efeitos sobre o SNC e &#xF3;rg&#xE3;os com musculatura lisa. Seus efeitos farmacol&#xF3;gicos incluem analgesia, sonol&#xEA;ncia, euforia, redu&#xE7;&#xE3;o de temperatura corporal (em baixas doses), depress&#xE3;o respirat&#xF3;ria relacionada com a dose, interfer&#xEA;ncia com a resposta adrenocortical ao stress (em altas doses), redu&#xE7;&#xE3;o da resist&#xEA;ncia perif&#xE9;rica com pequeno ou nenhum efeito sobre o cora&#xE7;&#xE3;o e miose.</p> <p>O Sulfato de Morfina, como outros opioides, age como um agonista interagindo com s&#xED;tios receptores estereoespec&#xED;ficos e liga&#xE7;&#xF5;es saturadas no c&#xE9;rebro, medula espinhal e outros tecidos alterando processos que afetam tanto a percep&#xE7;&#xE3;o da dor como a resposta emocional &#xE0; mesma.</p> <p>A depress&#xE3;o respirat&#xF3;ria &#xE9; consequ&#xEA;ncia da reduzida resposta do centro respirat&#xF3;rio ao di&#xF3;xido de carbono. A ocorr&#xEA;ncia de emese &#xE9; resultado da estimula&#xE7;&#xE3;o direta do quimiorreceptor da zona do gatilho.</p> <p>Embora n&#xE3;o se tenham determinado completamente os s&#xED;tios precisos ou os mecanismos de a&#xE7;&#xE3;o, as altera&#xE7;&#xF5;es na libera&#xE7;&#xE3;o de v&#xE1;rios neurotransmissores dos nervos aferentes sensitivos aos est&#xED;mulos da dor podem ser&amp;nbsp;respons&#xE1;veis pelos efeitos analg&#xE9;sicos. Quando utilizadas como adjuvantes na anestesia, as a&#xE7;&#xF5;es analg&#xE9;sicas podem proporcionar prote&#xE7;&#xE3;o dose-relacionada contra as respostas hemodin&#xE2;micas ao stress cir&#xFA;rgico.</p> <p>Foi proposta a exist&#xEA;ncia de m&#xFA;ltiplos subtipos de receptores opioides, cada um mediando v&#xE1;rios efeitos terap&#xEA;uticos e/ou rea&#xE7;&#xF5;es adversas dos f&#xE1;rmacos opioides.</p> <p>Estas a&#xE7;&#xF5;es dependem da afinidade de liga&#xE7;&#xE3;o pelo tipo de receptor e se sua a&#xE7;&#xE3;o &#xE9; como um agonista pleno ou parcial ou se &#xE9; inativo em cada tipo de receptor.</p> <p>Pelo menos dois tipos de receptores de opioides (mu e Kappa) mediam a analgesia. O Sulfato de Morfina exerce sua atividade agonista primariamente no receptor mu, amplamente distribu&#xED;do atrav&#xE9;s do SNC, especialmente no sistema l&#xED;mbico (c&#xF3;rtex frontal, c&#xF3;rtex temporal, am&#xED;gdala e hipocampo), t&#xE1;lamo, corpo estriado, hipot&#xE1;lamo e mesenc&#xE9;falo, assim como as l&#xE2;minas I, II, IV e V do corno dorsal e na coluna vertebral. Os receptores Kappa est&#xE3;o localizados primariamente na coluna vertebral e no c&#xF3;rtex cerebral.</p> <p>Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o do Sulfato de Morfina por via oral, cerca de cinquenta por cento do Sulfato de Morfina, que atingir&#xE1; o compartimento central intacto, chega dentro de 30 minutos.</p> <p>O Sulfato de Morfina livre &#xE9; rapidamente redistribu&#xED;da em tecidos parenquimatosos. A principal via metab&#xF3;lica ocorre por meio da conjuga&#xE7;&#xE3;o com o &#xE1;cido glicur&#xF4;nico no <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>. Possui meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o de 2 a 3 horas que pode ser aumentada em pacientes geri&#xE1;tricos devido &#xE0; diminui&#xE7;&#xE3;o do <em>clearance</em>. O tempo para o efeito de pico na dose oral &#xE9; de 1 a 2 horas. A dura&#xE7;&#xE3;o de a&#xE7;&#xE3;o, somente em pacientes n&#xE3;o tolerantes, para a forma oral, &#xE9; de 4 a 5 horas.</p> <p>A elimina&#xE7;&#xE3;o prim&#xE1;ria &#xE9; essencialmente renal (85%), sendo que de 9 a 12 % s&#xE3;o excretados sem modifica&#xE7;&#xE3;o. A elimina&#xE7;&#xE3;o secund&#xE1;ria &#xE9; de 7 a 10 % por via biliar.</p> <h3><u>Exclusivo C&#xE1;psula</u></h3> <p>Sulfato de Morfina c&#xE1;psulas, devido a sua libera&#xE7;&#xE3;o prolongada, permite que a subst&#xE2;ncia ativa seja liberada gradualmente em um per&#xED;odo de 12 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Injet&#xE1;vel</u></h3> <p>O efeito ocorre dentro de 15 a 60 minutos ap&#xF3;s a inje&#xE7;&#xE3;o epidural ou intratecal e a analgesia dura at&#xE9; 24 horas.</p> <p>Devido a esta longa dura&#xE7;&#xE3;o, a manuten&#xE7;&#xE3;o do controle da dor pode ser conseguida com baixas doses di&#xE1;rias (por estas duas vias) n&#xE3;o necessitando usar a via intramuscular ou intravenosa.</p> <p>Por via intravenosa o pico do efeito analg&#xE9;sico &#xE9; obtido aos 20 minutos, para via intramuscular o pico de a&#xE7;&#xE3;o varia de 10 a 30 minutos ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o e a dura&#xE7;&#xE3;o da a&#xE7;&#xE3;o analg&#xE9;sica &#xE9; de 4 a 5 horas.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Dimorf?

Conservar o produto em temperatura ambiente, entre 15º C e 30º C, protegido da luz e umidade.

O prazo de validade do produto é de 24 meses após a data de fabricação, sendo que após esta data o medicamento pode não apresentar mais efeito terapêutico.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Apresentações do Dimorf

Comprimido

  • <li>Embalagens contendo 50 comprimidos (5 blisteres com 10 comprimidos) de 10 mg.</li> <li>Embalagens contendo 50 comprimidos (5 blisteres com 10 comprimidos) de 30 mg.</li>

Uso oral.

Uso adulto.

Cápsula

  • <li>Embalagens contendo 60 c&#xE1;psulas duras de libera&#xE7;&#xE3;o prolongada de 30 mg.</li> <li>Embalagens contendo 60 c&#xE1;psulas duras de libera&#xE7;&#xE3;o prolongada de 60 mg.</li> <li>Embalagens contendo 60 c&#xE1;psulas duras de libera&#xE7;&#xE3;o prolongada de 100 mg.</li>

Uso oral.

Uso adulto.

Solução Oral

  • <li>Embalagens contendo 1 frasco contendo 60 mL de solu&#xE7;&#xE3;o oral + conta-gotas graduado.</li>

Uso oral.

Uso adulto e pediátrico.

10mg/mL, caixa com 1 frasco com 60mL de solução de uso oral

Princípio ativo
:
Sulfato De Morfina
Classe Terapêutica
:
Analgésicos Narcóticos
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
A1 Amarela (Venda sob Prescrição Médica - Este medicamento pode causar Dependência Física ou Psíquica)
Categoria
:
Analgésico E Antitérmico
Especialidade
:
Anestesiologia

Bula do medicamento

Dimorf, para o que é indicado e para o que serve?

Dimorf®&nbsp;é indicado para o alívio da dor intensa aguda e crônica.

Quais as contraindicações do Dimorf?

Comprimido / Cápsula / Solução Oral

Se você apresenta algum dos quadros abaixo, fale para seu médico, pois Dimorf®&nbsp;pode ser contraindicado em casos de:
  • <li>Sensibilidade &#xE0; morfina ou a algum componente da f&#xF3;rmula; insufici&#xEA;ncia ou <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a> respirat&#xF3;ria; depress&#xE3;o do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/c" target="_blank">sistema nervoso central</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/" rel="noopener" target="_blank">insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> secund&#xE1;ria; crise de <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/asma/c" target="_blank">asma</a> br&#xF4;nquica; <a href="https://minutosaudavel.com.br/arritmia-cardiaca-o-que-e-sintomas-tratamento-tem-cura/" rel="noopener" target="_blank">arritmia card&#xED;aca</a>; <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/dpoc/c" target="_blank"/><a href="https://consultaremedios.com.br/b/doenca-pulmonar-obstrutiva" target="_blank">doen&#xE7;a pulmonar obstrutiva</a> cr&#xF4;nica; hipercabia, aumento da press&#xE3;o intracraniana e do l&#xED;quido c&#xE9;rebro espinhal; les&#xF5;es cerebrais; <a href="https://minutosaudavel.com.br/tumor-cerebral/" rel="noopener" target="_blank">tumor cerebral</a>; <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alcoolismo/c" target="_blank">alcoolismo</a> cr&#xF4;nico; tremores; doen&#xE7;as que causam <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-convulsao-o-que-fazer-causas-sintomas-pode-matar/" rel="noopener" target="_blank">convuls&#xE3;o</a>; p&#xF3;s-cir&#xFA;rgico de cirurgia de ves&#xED;cula biliar ou de abd&#xF4;men, anastomose cir&#xFA;rgica, administra&#xE7;&#xE3;o conjunta com inibidores da MAO ou ap&#xF3;s um per&#xED;odo de 14 dias com este tratamento.</li>

Dimorf®&nbsp;está contraindicado em pacientes que apresentem obstrução gastrintestinal e íleo-paralítico.

Gravidez – Categoria C: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Exclusivo Comprimido

Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes que apresentam obstrução gastrintestinal e íleoparalítico.

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.

Exclusivo Cápsula

Atenção diabético: este medicamento contém sacarose.&nbsp;

Este medicamento contém lactose.

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.

Como usar o Dimorf?

Comprimido

Você deve tomar este medicamento por via oral, com ingestão de quantidade suficiente de líquido.

Cápsula

Dimorf® LC cápsulas é preparado especialmente para que a substância ativa seja liberada aos poucos (a liberação dura 12 horas).

Você deve tomar este medicamento por via oral, com ingestão de quantidade suficiente de líquido.

Para pacientes com dificuldades para engolir, a cápsula poderá ser aberta e seu conteúdo misturado a um alimento pastoso.

Os microgrânulos não devem ser mastigados, quebrados e/ou triturados, pois podem ser absorvidos rapidamente e gerar uma superdose.

Solução Oral

A dose deve ser individualizada pelo médico de acordo com a intensidade da dor, levando-se em consideração a idade e o peso do paciente.

A dose inicial pode ser reduzida após a obtenção de resposta inicial e manutenção da mesma por três dias.

Para melhorar o sabor, o produto pode ser diluído em suco de fruta antes da ingestão.

Você deve tomar este medicamento por via oral.

Posologia do Dimorf Comprimido

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimido</h3> <h4>Adultos</h4> <h5>In&#xED;cio do tratamento em pacientes que n&#xE3;o fazem o uso de opioides</h5> <ul> <li>05 a 30 mg a cada 4 horas ou segundo orienta&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico.</li> </ul> <p>A dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria recomendada depende do estado cl&#xED;nico do paciente e da sua toler&#xE2;ncia ao f&#xE1;rmaco. Para a maioria dos pacientes, esta dose se situa em torno de 180 mg/dia. O ajuste crescente desta dose depende de uma avalia&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica criteriosa. Doses n&#xE3;o recomendadas podem levar a ocorr&#xEA;ncia de eventos adversos.</p> <p>Para a dor de pacientes terminais, a dose deve ser administrada a cada 4 horas at&#xE9; encontrar o n&#xED;vel desejado de analgesia. Caso o paciente esteja recebendo outros <a href=\"https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/analgesicos/c\" target=\"_blank\">analg&#xE9;sicos</a> narc&#xF3;ticos, equilibrar as dosagens de modo a alcan&#xE7;ar a analgesia necess&#xE1;ria.</p> <p>A dose deve ser ajustada de acordo com a resposta individual do paciente at&#xE9; que seja obtido um n&#xED;vel aceit&#xE1;vel de analgesia, levando em considera&#xE7;&#xE3;o a melhoria da intensidade da dor e a tolerabilidade da morfina pelo paciente, sem a ocorr&#xEA;ncia de efeitos adversos intoler&#xE1;veis.</p> <h4>Manuten&#xE7;&#xE3;o do Tratamento</h4> <p>&#xC9; importante que haja uma cont&#xED;nua reavalia&#xE7;&#xE3;o do paciente que recebe <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sulfato-de-morfina/bula\" target=\"_blank\">sulfato de morfina</a>, com especial aten&#xE7;&#xE3;o para a manuten&#xE7;&#xE3;o do controle da dor e a incid&#xEA;ncia relativa dos efeitos adversos associados com o tratamento.</p> <h4>Redu&#xE7;&#xE3;o da Dose de Morfina e Descontinua&#xE7;&#xE3;o do Tratamento</h4> <p>Gradualmente reduzir a dose para prevenir os sinais e sintomas de abstin&#xEA;ncia no paciente fisicamente dependente. N&#xE3;o descontinuar abruptamente Dimorf<sup>&#xAE; </sup>comprimidos.</p> <h4>Abuso e Depend&#xEA;ncia do F&#xE1;rmaco</h4> <p>Assim como com outros opioides, alguns pacientes podem desenvolver depend&#xEA;ncia f&#xED;sica e ps&#xED;quica em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; morfina. O f&#xE1;rmaco deve ser retirado gradualmente em qualquer paciente que fa&#xE7;a o uso de doses excessivas por longos per&#xED;odos. N&#xE3;o aumente a dose sem consultar seu m&#xE9;dico.</p> <p>No tratamento de pacientes com doen&#xE7;as terminais, o benef&#xED;cio do al&#xED;vio da dor pode ter mais valor do que a possibilidade de depend&#xEA;ncia do f&#xE1;rmaco.</p> <h4>Pacientes idosos</h4> <p>Deve haver cautela na escolha da dose inicial em pacientes idosos, assim como em pacientes debilitados e com intoler&#xE2;ncia, usualmente iniciando pela dose m&#xED;nima.</p> <p><strong>Siga a orienta&#xE7;&#xE3;o do seu m&#xE9;dico, respeitando sempre os hor&#xE1;rios, as doses e a dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento. N&#xE3;o interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu m&#xE9;dico. </strong></p> <h3>C&#xE1;psula</h3> <h4>Adultos</h4> <p>Uma c&#xE1;psula de 30 mg, 60 mg ou 100 mg a cada 12 horas ou conforme recomenda&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico.</p> <p>A dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria recomendada depende do estado cl&#xED;nico do paciente e da sua toler&#xE2;ncia ao f&#xE1;rmaco. Para a maioria dos pacientes, esta dose se situa em torno de 200 mg/dia. O ajuste crescente desta dose depende de uma avalia&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica criteriosa. Doses n&#xE3;o recomendadas podem levar a ocorr&#xEA;ncia de eventos adversos. Os pacientes que est&#xE3;o tomando morfina em comprimidos normais podem passar a tomar as c&#xE1;psulas de Dimorf<sup>&#xAE;</sup> LC c&#xE1;psulas na mesma dose di&#xE1;ria (24 horas), levando-se em considera&#xE7;&#xE3;o que a dose varia para cada pessoa e deve obedecer a recomenda&#xE7;&#xE3;o do seu m&#xE9;dico.</p> <p>Utilizar a menor dose eficaz poss&#xED;vel.</p> <h4>Manuten&#xE7;&#xE3;o do Tratamento</h4> <p>&#xC9; importante que haja uma cont&#xED;nua reavalia&#xE7;&#xE3;o do paciente que recebe sulfato de morfina, com especial aten&#xE7;&#xE3;o para a manuten&#xE7;&#xE3;o do controle da dor e a incid&#xEA;ncia relativa dos efeitos adversos associados com o tratamento.</p> <h4>Redu&#xE7;&#xE3;o da Dose de Morfina e Descontinua&#xE7;&#xE3;o do Tratamento</h4> <p>Gradualmente reduzir a dose para prevenir os sinais e sintomas de abstin&#xEA;ncia no paciente fisicamente dependente. N&#xE3;o descontinuar abruptamente DIMORF<sup>&#xAE;</sup> LC c&#xE1;psulas.</p> <h4>Abuso e Depend&#xEA;ncia do F&#xE1;rmaco</h4> <p>Assim como com outros opioides, alguns pacientes podem desenvolver depend&#xEA;ncia f&#xED;sica e ps&#xED;quica em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; morfina. O f&#xE1;rmaco deve ser retirado gradualmente em qualquer paciente que fa&#xE7;a o uso de doses excessivas por longos per&#xED;odos. N&#xE3;o aumente a dose sem consultar seu m&#xE9;dico. No tratamento de pacientes com doen&#xE7;as terminais, o benef&#xED;cio do al&#xED;vio da dor pode ter mais valor do que a possibilidade de depend&#xEA;ncia do f&#xE1;rmaco.</p> <h4>Pacientes idosos</h4> <p>Deve haver cautela na escolha da dose inicial em pacientes idosos, assim como em pacientes debilitados e com intoler&#xE2;ncia, usualmente iniciando pela dose m&#xED;nima. O tratamento n&#xE3;o deve exceder o tempo necess&#xE1;rio para melhora dos sintomas.</p> <p><strong>Siga a orienta&#xE7;&#xE3;o do seu m&#xE9;dico, respeitando sempre os hor&#xE1;rios, as doses e a dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento. N&#xE3;o interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu m&#xE9;dico. </strong></p> <p><strong>Os microgr&#xE2;nulos n&#xE3;o podem ser partidos ou mastigados, por&#xE9;m a c&#xE1;psula pode ser aberta.</strong></p> <h3>Solu&#xE7;&#xE3;o Oral</h3> <p><strong>Dimorf<sup>&#xAE;</sup>&amp;nbsp;Solu&#xE7;&#xE3;o Gotas: cada 1 mL cont&#xE9;m 10 mg de sulfato de morfina que corresponde a 32 gotas. </strong></p> <h4>Dose oral em adultos</h4> <p>De 05 a 20 mg a cada 4 horas ou conforme orienta&#xE7;&#xE3;o do seu m&#xE9;dico. A dose &#xE9; uma vari&#xE1;vel dependente do paciente, portanto, doses adicionais podem ser necess&#xE1;rias para conseguir-se adequada analgesia. As doses adicionais devem ser utilizadas estritamente com orienta&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico.</p> <p>Para o controle da dor cr&#xF4;nica, intensa, em pacientes com doen&#xE7;a terminal estabelecida, este f&#xE1;rmaco deve ser administrado regularmente a cada 4 horas, na menor dose que possibilite analgesia adequada.</p> <p>A dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria recomendada depende do estado cl&#xED;nico do paciente e da sua toler&#xE2;ncia ao f&#xE1;rmaco. Para a maioria dos pacientes adultos, esta dose se situa em torno de 120 mg/dia. O ajuste crescente desta dose depende de uma avalia&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica criteriosa. Doses n&#xE3;o recomendadas podem levar a ocorr&#xEA;ncia de eventos adversos.</p> <p><strong>Observa&#xE7;&#xE3;o: </strong>A medica&#xE7;&#xE3;o pode suprimir a respira&#xE7;&#xE3;o em idosos, em casos graves e em pacientes com problemas respirat&#xF3;rios, portanto, s&#xE3;o necess&#xE1;rias doses menores do medicamento para estes pacientes.&amp;nbsp;</p> <h4>Redu&#xE7;&#xE3;o da dose de morfina</h4> <p>Durante o segundo e terceiro dias do al&#xED;vio da dor, o paciente pode <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dormir/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">dormir</a> por muitas horas. Isto n&#xE3;o quer dizer necessariamente que a dose do analg&#xE9;sico indicada pelo seu m&#xE9;dico est&#xE1; muito alta, e sim que o paciente teve al&#xED;vio da dor e conseguiu dormir. Ap&#xF3;s isto, fazer nova avalia&#xE7;&#xE3;o do paciente e, se necess&#xE1;rio, reduzir a dose. A dose, portanto, deve ser mantida por no m&#xED;nimo 3 dias, se a atividade respirat&#xF3;ria e outros sinais vitais, como press&#xE3;o arterial e pulso forem adequados. Doses menores ou completa interrup&#xE7;&#xE3;o de Dimorf<sup>&#xAE;</sup> Solu&#xE7;&#xE3;o Gotas pode ser necess&#xE1;rio devido a mudan&#xE7;as fisiol&#xF3;gicas ou piora do estado mental do paciente.</p> <h4>Dose oral pedi&#xE1;trica</h4> <p>A dose ser&#xE1; estipulada pelo m&#xE9;dico de acordo com a gravidade da dor, levando-se em considera&#xE7;&#xE3;o a idade e o peso do paciente. Utilize sempre o conta-gotas para que uma dose maior n&#xE3;o seja administrada.</p> <p>A dose m&#xE9;dia recomendada de Dimorf<sup>&#xAE;</sup> Solu&#xE7;&#xE3;o Gotas &#xE9; de 0,1 a 0,5 mg/kg.</p> <p>A dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria deve ser individualizada pelo m&#xE9;dico de acordo com a intensidade da dor, levando-se em considera&#xE7;&#xE3;o a idade, o peso e a tolerabilidade do paciente. O ajuste crescente desta dose depende de uma avalia&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica criteriosa. Doses n&#xE3;o recomendadas podem levar a ocorr&#xEA;ncia de eventos adversos graves.</p> <p>Dimorf<sup>&#xAE;&amp;nbsp;</sup>solu&#xE7;&#xE3;o gotas n&#xE3;o &#xE9; recomendado para crian&#xE7;as menores de 2 anos.</p> <p>Devem sempre ser considerados os benef&#xED;cios em rela&#xE7;&#xE3;o aos riscos em cada crian&#xE7;a tratada.</p> <h4>Abuso e depend&#xEA;ncia do f&#xE1;rmaco</h4> <p>Assim como com outros opioides, alguns pacientes podem desenvolver depend&#xEA;ncia f&#xED;sica e ps&#xED;quica em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; morfina. Eles podem aumentar a dose sem consultar o m&#xE9;dico e subsequentemente podem desenvolver a depend&#xEA;ncia f&#xED;sica do f&#xE1;rmaco. Em tais casos a interrup&#xE7;&#xE3;o abrupta pode precipitar sintomas t&#xED;picos de abstin&#xEA;ncia, incluindo convuls&#xF5;es. N&#xE3;o modifique a dose do medicamento recomendada ou pare de tom&#xE1;-lo sem o consentimento do seu m&#xE9;dico.</p> <p>Nos casos de suspeita de depend&#xEA;ncia, o medicamento deve ser retirado gradualmente segundo instru&#xE7;&#xF5;es do m&#xE9;dico.</p> <p>No tratamento de pacientes com doen&#xE7;as terminais, o benef&#xED;cio do al&#xED;vio da dor pode ter mais valor do que a possibilidade de depend&#xEA;ncia do f&#xE1;rmaco.</p> <h4>Pacientes idosos</h4> <p>Deve haver cautela na escolha da dose inicial em pacientes idosos, assim como em pacientes debilitados e com intoler&#xE2;ncia, usualmente iniciando pela dose m&#xED;nima. O tratamento n&#xE3;o deve exceder o tempo necess&#xE1;rio para melhora dos sintomas.</p> <p><strong>Siga a orienta&#xE7;&#xE3;o do seu m&#xE9;dico, respeitando sempre os hor&#xE1;rios, as doses e a dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento. N&#xE3;o interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu m&#xE9;dico.</strong></p> "}

Como o Dimorf funciona?

Comprimido / Solução Oral

A morfina age sobre o sistema nervoso central e outros órgãos do corpo. Seu principal efeito é o alívio das dores intensas.

O tempo para o efeito é de 1 a 2 horas. A duração da ação, somente em pacientes não tolerantes, para a forma oral é de 4 a 5 horas. A substância é eliminada principalmente pelos rins.

Cápsula

A morfina age sobre o sistema nervoso central e em outros órgãos do corpo. Seu principal efeito é o alívio das dores intensas.

O início do efeito é rápido e o alívio da dor, quando se utilizam as cápsulas LC (liberação cronogramada), pode chegar a até 12 horas. O medicamento é eliminado principalmente pelos rins.

Quais cuidados devo ter ao usar o Dimorf?

Comprimido / Cápsula / Solução Oral

Os pacientes que utilizam opioides com benzodiazepinicos, outros medicamentos depressores do SNC (Sistema Nervoso Central) ou álcool devem procurar atendimento médico imediatamente se apresentarem sintomas de tontura ou mal-estar, sonolência extrema, respiração lenta ou difícil, ou ausência de resposta. A ausência de resposta significa que a pessoa não responde ou reage normalmente ou você não pode acordá-la. Fale com seu profissional de saúde se tiver dúvidas ou preocupações sobre a ingestão de opioides ou benzodiazepínicos.

Dependência

A morfina pode causar dependência física ou psíquica, caracterizada por alguns ou todos os seguintes sintomas: inquietação, lacrimejamento, rinorreia, bocejos, sudorese, tremores, piloereção, mialgia, midríase, irritabilidade, ansiedade, dores nas costas, dor nas articulações, fraqueza, cólicas abdominais, insônia, náuseas, anorexia, vômitos, diarreia, aumento da pressão arterial, frequência respiratória, ou frequência cardíaca.

Evitar o uso de analgésicos agonista/antagonista mistos (ex: pentazocina, nalbufina e butorfanol) ou agonista parcial (buprenorfina) se você faz tratamento com opioide, incluindo sulfato de morfina.

Não descontinuar abruptamente Dimorf®, reduzir a dose gradualmente.

Uso indevido, abuso e uso recreativo de opioides

O sulfato de morfina é uma substância controlada procurada por usuários de drogas e pessoas com distúrbios viciosos. Seu uso recreativo é um ato sujeito a sanção penal.

Pode ocorrer abuso do sulfato de morfina por esmagar, mastigar, inalar ou injetar o produto. Estas práticas podem resultar em superdose e morte. Riscos são maiores em pacientes com histórico familiar de abuso de substâncias (incluindo drogas ou dependência de álcool) ou doença mental (ex: depressão).

Preocupações sobre abuso, dependência, e o uso recreativo não devem impedir o manejo correto da dor. Os profissionais de saúde devem obter informações sobre como prevenir e detectar o abuso ou uso recreativo deste fármaco.

Dimorf®&nbsp;é destinado apenas para uso oral. Abuso de sulfato de morfina representa um risco de superdose e morte. O risco é aumentado com o uso concomitante de álcool e outras substâncias.

Exclusivo Cápsula:&nbsp;Considerando que os produtos de liberação modificada, tais como Dimorf® cápsulas de liberação prolongada, permitem que a substância ativa seja liberada gradualmente em um período de tempo prolongado, há um maior risco de superdose e morte devido à maior quantidade de morfina presente.

Carcinogenicidade

Não foram conduzidos estudos em animais que demonstrem a potencial carcinogenicidade da morfina.

Mutagenicidade

Não há estudos formais para avaliar o potencial mutagênico da morfina.

Diminuição da Fertilidade

Não foram realizados estudos formais para avaliar o potencial de morfina na diminuição da fertilidade.

Vários estudos não clínicos da literatura demonstraram efeitos adversos sobre a fertilidade masculina no rato devido a exposição à morfina, incluindo a redução das gravidezes totais, maior incidência de pseudogravidezes, e redução nos locais de implantação. Estudos da literatura também relataram alterações nos níveis hormonais (ex: testosterona, hormônio luteinizante, corticosterona) após o tratamento com morfina.

Efeitos Teratogênicos

Não foram conduzidos estudos para avaliar os efeitos teratogênicos da morfina em animais. Também não se sabe se a morfina pode causar danos fetais quando administrada a mulheres grávidas ou se pode afetar a capacidade reprodutiva.

O sulfato de morfina deve ser administrado em pacientes grávidas somente se a necessidade de analgesia por opioides claramente ultrapassar os riscos potenciais ao feto.

Exclusivo Solução Oral:&nbsp;O sulfato de morfina não é teratogênico em ratos com 35 mg/kg/dia (35 vezes a dose humana usual), mas resultou em um aumento na mortalidade dos filhotes e retardou o crescimento em doses maiores que 10 mg/kg/dia (10 vezes a dose humana usual).

Trabalho de Parto e Parto

Opioides atravessam a placenta e podem produzir depressão respiratória e efeitos psico-fisiológicos em recémnascidos. O sulfato de morfina não é recomendado para uso em mulheres durante e imediatamente antes do parto.

Ocasionalmente, os analgésicos opioides podem prolongar o trabalho de parto por meio de ações que reduzam&nbsp;temporariamente a força, a duração e a frequência das contrações uterinas. No entanto, este efeito não é consistente e pode ser compensado por um aumento da taxa de dilatação cervical, o que tende a encurtar trabalho.

Amamentação

A morfina é excretada no leite humano. Devido ao potencial do sulfato de morfina causar reações adversas graves em lactentes, incluindo depressão respiratória, sedação e, possivelmente, sintomas de abstinência, deve haver muito cuidado na administração e descontinuação do fármaco a pacientes que estejam amamentando.

Síndrome de Abstinência Neonatal

Os recém-nascidos de mães que receberam morfina cronicamente podem apresentar síndrome de abstinência neonatal. Manifestações desta síndrome incluem irritabilidade, hiperatividade, padrão de sono anormal, choro estridente, tremor, vômitos, diarreia, perda de peso, e incapacidade de ganhar peso. O tempo e a quantidade de última dose ingerida pela mãe e a taxa de eliminação do fármaco do recém-nascido pode afetar o início de ação, duração, e a gravidade da desordem. Quando ocorrem sintomas graves, a intervenção farmacológica pode ser necessária.

Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco
Uso em idosos

Os pacientes idosos (com 65 anos ou mais) podem ter maior sensibilidade ao sulfato de morfina. Desta forma, devem ingerir a menor dose possível de sulfato de morfina.

Gênero

Alguns estudos mostraram um aumento da sensibilidade aos efeitos adversos de sulfato de morfina, incluindo depressão respiratória, em mulheres em comparação com homens.

Pacientes com Risco Especial

A morfina deve ser administrada com precaução e a dose inicial deve ser reduzida em pacientes idosos ou debilitados e naqueles com graves danos na função hepática ou renal, hipotireoidismo, doença de Addison, hipertrofia prostática ou estreitamento uretral. Administrar sulfato de morfina com cautela em pacientes com incapacidade de deglutição, depressão do SNC, psicose tóxica, alcoolismo agudo e delirium tremens.

O sulfato de morfina pode agravar convulsões em pacientes com distúrbios convulsivos, e pode induzir ou agravar as crises em alguns aspectos clínicos.

Mantenha os comprimidos de sulfato de morfina fora do alcance das crianças. Em caso de ingestão acidental, procurar ajuda médica emergencial imediatamente.

Exclusivo Comprimido / Cápsula
Uso Pediátrico

A segurança e a eficácia em crianças com menos de 18 anos de idade ainda não foram definitivamente estabelecidas.

Exclusivo Solução Oral
Uso Pediátrico

A segurança e a eficácia em crianças ainda não foram definitivamente estabelecidas. As crianças até dois anos de idade podem ser mais susceptíveis aos efeitos do fármaco, especialmente aos efeitos depressores respiratórios.

Pacientes pediátricos em tratamento com analgésicos opioides podem apresentar excitação paradoxal. Devem sempre ser considerados os benefícios em relação aos riscos em cada criança tratada.

Pressão Intracraniana Elevada ou Trauma Craniano

O sulfato de morfina deve ser usado com extrema cautela em pacientes com enxaqueca ou pressão intracraniana elevada. Podem ocorrer variações pupilares e possível aumento da pressão do líquido cefalorraquidiano e dos efeitos depressores respiratórios de sulfato de morfina.

Insuficiência Renal ou Hepática

Pacientes com cirrose e/ou falência renal devem iniciar o tratamento com doses mais baixas de morfina, acompanhados de lenta titulação e monitoramento dos efeitos adversos.

Cirurgia ou Doença do Trato Biliar/Pancreático

Deve ser usado com cautela em pacientes com doença do trato biliar, incluindo pancreatite aguda, já que a morfina pode causar espasmo do esfincter de Oddi e diminuir as secreções biliares e pancreáticas.

Desordens do Sistema Urinário

São fundamentais o reconhecimento precoce da dificuldade de micção e a intervenção imediata nos casos de retenção urinária.

Depressão Respiratória

Sulfato de morfina deve ser usado com extrema precaução em idosos ou pacientes debilitados e em pessoas que sofrem de doenças acompanhadas de hipoxia, hipercapnia, ou obstrução das vias aéreas superiores, doença pulmonar obstrutiva crônica, crise aguda de asma ou cor pulmonale e em doentes que tem uma reserva respiratória substancialmente diminuída (por exemplo, cifoescoliose grave), ou depressão respiratória pré-existente. Nestes pacientes, até doses terapêuticas moderadas podem diminuir significativamente a ventilação pulmonar.

A depressão respiratória, se não imediatamente reconhecida e tratada, pode levar à parada respiratória e morte.

Os pacientes de risco devem utilizar sulfato de morfina somente sob supervisão médica e na menor dose eficaz. Para reduzir o risco de depressão respiratória, é essencial que seja administrado a dose adequada e haja titulação do sulfato de morfina.

Efeito Hipotensivo

A administração de morfina pode resultar em hipotensão grave incluindo hipotensão ortostática e síncope em pacientes ambulatoriais e em pacientes que tenham alteração da pressão arterial, pela depleção do volume sanguíneo ou administração conjunta de fármacos como fenotiazinas ou certos anestésicos. Evitar o uso de sulfato de morfina em pacientes com choque circulatório.

Insuficiência Adrenal

Pode ocorrer insuficiência adrenal com o uso de opioides. Se a insuficiência adrenal é diagnosticada, tratar com corticosteróides. Descontinuar o opioide para permitir que a função adrenal se recupere e continuar o tratamento com corticosteróides até que a função adrenal esteja recuperada. Não há nenhum opioide específico que é mais provável de ser associado com insuficiência adrenal.

Efeitos gastrointestinais

Dimorf®&nbsp;é contraindicado em pacientes com íleo paralítico ou com outra obstrução gastrointestinal. Pacientes com doença do trato biliar, incluindo pancreatite aguda, devem ser monitorados. A administração de morfina ou outros opioides podem mascarar o diagnóstico ou curso clínico em pacientes com condições agudas abdominais.

Efeito ao dirigir veículos e operar máquinas

O sulfato de morfina pode prejudicar as habilidades mentais e/ou físicas necessárias para realizar atividades potencialmente perigosas, como dirigir veículos ou operar máquinas.

Feocromocitoma

A morfina e outros opioides podem induzir a liberação de histamina endógena e, desse modo, estimular a liberação de catecolamina tornando-os inadequados para pacientes com feocromocitoma.

Gravidez – Categoria C: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Informe ao médico o aparecimento de reações indesejáveis.

O medicamento deve ser administrado sob supervisão médica, porque seu uso abusivo pode levar à dependência.

Este medicamento pode causar doping.

Exclusivo Cápsula:&nbsp;Atenção diabético: este medicamento contém sacarose.&nbsp;Este medicamento contém lactose.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Dimorf?

  • <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o desconhecida (n&#xE3;o pode ser estimada a partir dos dados dispon&#xED;veis).</li>

Os maiores riscos com a morfina, assim como com os outros analgésicos opioides são, depressão respiratória e, em menor grau, depressão circulatória, parada respiratória, choque e parada cardíaca. As reações adversas mais comuns observadas incluem tonturas, vertigem, sedação, náusea, vômito e transpiração.

  • <li>Sistema Nervoso Central: Euforia, desconforto, fraqueza, dor de cabe&#xE7;a, ins&#xF4;nia, sonol&#xEA;ncia, agita&#xE7;&#xE3;o, desorienta&#xE7;&#xE3;o e dist&#xFA;rbios visuais.</li> <li>Gastrintestinal: Boca seca, diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite, n&#xE1;usea, v&#xF4;mito, <a href="https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/" rel="noopener" target="_blank">constipa&#xE7;&#xE3;o</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/colica/c" target="_blank">c&#xF3;lica</a> no abd&#xF4;men.</li> <li>Cardiovascular: Rubor na face, diminui&#xE7;&#xE3;o do batimento card&#xED;aco, palpita&#xE7;&#xE3;o e desmaio.</li> <li>Geniturin&#xE1;rio: Dificuldade para urinar e redu&#xE7;&#xE3;o da libido e/ou impot&#xEA;ncia.</li> <li>Al&#xE9;rgico: Coceira, incha&#xE7;o, placas vermelhas na pele ou outras altera&#xE7;&#xF5;es na pele.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Dimorf?

Caso esqueça alguma dose, você deve tomá-la assim que possível. Entretanto, se estiver perto do horário da próxima dose, não tome o medicamento. Aguarde o horário e tome uma dose normal. Não tome doses seguidas.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Dimorf?

Comprimido

Cada comprimido de 10 mg contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:257px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de morfina pentaidratado</p> </td> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\">10 mg*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:257px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente à 8,81 mg de sulfato de morfina.

Excipientes: estearato de magnésio, povidona, celulose microcristalina, dióxido de silício, croscarmelose sódica, metabissulfito de sódio.

Cada comprimido de 30 mg contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de morfina pentaidratado</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">30 mg*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente à 26,44 mg de sulfato de morfina.

Excipientes: estearato de magnésio, povidona, celulose microcristalina, dióxido de silício, croscarmelose sódica, metabissulfito de sódio, corante azul FD&C N.º 2.

Cápsula

Cada cápsula dura de liberação prolongada de 30 mg contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de morfina pentaidratado</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">30 mg*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">1 c&#xE1;psula</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente à 26,44 mg de sulfato de morfina.

Excipientes: lactose, dimeticona, microgrânulos de sacarose, trietil citrato, dióxido de silício, eudragit, talco.

Cada cápsula dura de liberação prolongada de 60 mg contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de morfina pentaidratado</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">60 mg*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">1 c&#xE1;psula</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente à 52,88 mg de sulfato de morfina.

Excipientes: lactose, dimeticona, microgrânulos de sacarose, trietil citrato, dióxido de silício, eudragit, talco.

Cada cápsula dura de liberação prolongada de 100 mg contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de morfina pentaidratado</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">100 mg*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">1 c&#xE1;psula</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente à 88,13 mg de sulfato de morfina.

Excipientes: lactose, dimeticona, microgrânulos de sacarose, trietil citrato, dióxido de silício, eudragit, talco.

Solução Oral

Cada mL de solução gotas (correspondente a 32 gotas) contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de morfina pentaidratado</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">10&amp;nbsp;mg*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Ve&#xED;culo q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">1 mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente à 8,81 mg de sulfato de morfina.

Excipientes: ciclamato de sódio, sacarina sódica, benzoato de sódio, propilenoglicol, sorbitol, ácido cítrico, aroma artificial de chocolate, cloreto de sódio, água purificada.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Dimorf maior do que a recomendada?

Sinais e Sintomas

A superdose é caracterizada por dificuldade respiratória com ou sem depressão concomitante do sistema nervoso central, muita sonolência progredindo para entorpecimento ou coma, miose, flacidez muscular esquelética, pele fria ou úmida, pupilas contraidas, e em alguns casos edema pulmonar, bradicardia, hipotensão, parada cardíaca e óbito.

Tratamento

A primeira atenção deve ser dada para o restabelecimento da troca respiratória adequada, através de desobstrução respiratória e instituição de ventilação assistida ou controlada. Utilizar medidas de suporte (incluindo oxigênio e vasopressores) no manejo de choque circulatório e do edema pulmonar que acompanham a superdose, como indicado. Parada cardíaca ou arritmias podem necessitar de massagem cardíaca ou desfibrilação.

O antagonista opioide naloxona é o antídoto específico contra a depressão respiratória que pode resultar da superdose ou sensibilidade não usual aos opioides, incluindo-se a morfina.

Um antagonista não deve ser administrado na ausência de depressão respiratória ou cardiovascular clinicamente significativa.

Oxigênio, fluidos intravenosos, vasopressores e outras medidas de suporte devem ser empregados conforme indicados.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou a bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Dimorf com outros remédios?

A morfina deve ser administrada com cautela e em doses reduzidas em pacientes que recebem concomitantemente medicamentos inibidores do SNC (sedativos, hipnóticos, anestésicos em geral, antieméticos, fenotiazínicos, outros tranquilizantes e álcool), relaxantes musculares, benzodiazepínicos, cisaprida, metoclopramida clomipramida, amitriptilina, e inibidores da glicoproteína P (ex: quinidina). Nestas situações, a ação da morfina pode ser potencializada. A morfina não deve ser administrada em pacientes que fazem uso de inibidores da monoaminoxidase (MAO).

A associação de analgésicos agonistas/antagonistas ou rifampicina com morfina pode reduzir seu efeito analgésico. A morfina pode reduzir a eficácia de diuréticos. O uso de fármacos serotoninérgicos com opioides podem resultar na síndrome serotoninérgica.

Em relato isolado, a administração concomitante de sulfato de morfina e cimetidina causou apneia, confusão, e espasmo muscular. Os pacientes devem ser monitorados em relação ao aumento da depressão respiratória e depressão do SNC.

Anticolinérgicos ou outros medicamentos com atividade anticolinérgica, quando usados concomitantemente com analgésicos opiáceos podem resultar num risco aumentado de retenção urinária e / ou constipação grave, o que pode levar a íleo paralítico.

Interação com álcool, outros depressores do sistema nervoso central e drogas de abuso

A morfina pode ter efeitos aditivos quando usada simultaneamente com outros analgésicos opioides, anestésicos gerais, fenotiazinas, outros tranquilizantes, hipnóticos-sedativos, antidepressivos tricíclios e outros depressores do SNC como o álcool e drogas ilícitas. Em pacientes que fazem o uso de depressores do SNC, a morfina deve ser usada com cautela e em doses reduzidas. Pode ocorrer depressão respiratória, hipotensão e sedação profunda, coma e morte.

Os pacientes não devem consumir bebidas alcoólicas ou produtos que contenham álcool durante o tratamento com Dimorf®.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Dimorf (Sulfato de Morfina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimido e C&#xE1;psula</h3> <p>Em publica&#xE7;&#xE3;o divulgada pela Cochrane Database, os autores realizaram uma atualiza&#xE7;&#xE3;o da revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica realizada previamente e publicada em 2003. Nessa edi&#xE7;&#xE3;o, os autores citam que o Sulfato de Morfina, tanto de libera&#xE7;&#xE3;o imediata quanto a de libera&#xE7;&#xE3;o controlada, ainda &#xE9; o analg&#xE9;sico de escolha para a dor oncol&#xF3;gica moderada a severa. Al&#xE9;m dos 45 estudos publicados anteriormente, os autores inclu&#xED;ram, agora, outros 9 estudos, totalizando 3749 pacientes avaliados. Quinze estudos compararam Sulfato de Morfina oral de libera&#xE7;&#xE3;o imediata (MLI) com a de libera&#xE7;&#xE3;o controlada (MLC). Doze estudos compararam MLC em diferentes concentra&#xE7;&#xF5;es. Treze estudos compararam MLC com outros opioides. Seis estudos compararam MLI com outros opioides. Dois estudos&amp;nbsp;compararam Sulfato de Morfina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada de via oral e retal. Dois estudos compararam MLI por uma via de administra&#xE7;&#xE3;o diferente. Um estudo comparou as seguintes apresenta&#xE7;&#xF5;es: MLC comprimido com MLC suspens&#xE3;o; MLC com n&#xE3;o-opioides; MLI com n&#xE3;o-opioides; e Sulfato de Morfina oral com Sulfato de Morfina epidural. Conclu&#xED;ram, portanto, dentro dos resultados positivos apresentados nesses estudos, que h&#xE1; evid&#xEA;ncias suficientes para demonstrar a efic&#xE1;cia do Sulfato de Morfina via oral.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncia:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">Wiffen PJ, McQuay HJ. Oral morphine for cancer pain. Cochrane Database Syst Rev. 2007; 17 (4): CD003868.</span></p> <h4><u>Exclusivo Comprimido</u></h4> <p>Rosas et cols descreveram sua experi&#xEA;ncia no tratamento de 78 pacientes em uso de Sulfato de Morfina oral para dor oncol&#xF3;gica. Utilizou-se Sulfato de Morfina por 3399 dias de tratamento, com m&#xE9;dia de 65 dias por paciente. O controle da dor foi adequado, pois passou de intensidade severa a leve em 96% dos pacientes. A m&#xE9;dia das doses di&#xE1;rias foi de 95,6 mg. Os autores conclu&#xED;ram que o uso de Sulfato de Morfina &#xE9; essencial para o tratamento da dor nos pacientes oncol&#xF3;gicos, confirmando o Sulfato de Morfina como excelente f&#xE1;rmaco devido aos m&#xED;nimos eventos adversos controlados. Montejo-Rosas G, Flores-Siordia R, Casta&#xF1;eda-de La Lanz C, Zavala-S&#xE1;nchez A, N&#xE1;poles-Echauri A. Immediated acting oral morphine sulfate in patients with cancer pain. Gac Med Mex. 1998; 134 (2): 161-7 Murino P publicou um estudo onde foi avaliada a a&#xE7;&#xE3;o analg&#xE9;sica do Sulfato de Morfina oral para a dor oncol&#xF3;gica durante as sess&#xF5;es de radioterapia. Foram avaliados 140 pacientes, entre homens e mulheres maiores de 18 anos, sofrendo de dor de posicionamento. Estes recebram pr&#xE9;-tratamento com 10 mg de Sulfato de Morfina oral de libera&#xE7;&#xE3;o imediata (MLI) antes do posicionamento da radioterapia. Aqueles que n&#xE3;o responderam a dose de Sulfato de Morfina, receberam MLI 60 minutos antes da sess&#xE3;o de radioterapia e, se a dor ainda n&#xE3;o estivesse bem controlada, receberam 20 mg de MLI. Todos os pacientes conseguiram concluir a programa&#xE7;&#xE3;o de radioterapias, demonstrando a efic&#xE1;cia do Sulfato de Morfina como analg&#xE9;sico para os pacientes com dor oncol&#xF3;gicas e que est&#xE3;o sendo submetidos &#xE0; sess&#xF5;es de radioterapia.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncia:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">Murino P, Mammucari M, Borrelli D, Pepe A, Giugliano MF, Morra A, et al. Role of immediate-release morphine (MIR) in the treatment of predictable pain in radiotherapy. J Pain Palliat Care Pharmacother. 2011; 25(2): 121-4.</span></p> <h4><u>Exclusivo C&#xE1;psula</u></h4> <p>Tassain et cols publicaram um estudo prospectivo, em 2002, visando avaliar o impacto cognitivo nos pacientes que fizeram uso prolongado de Sulfato de Morfina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada. As avalia&#xE7;&#xF5;es foram realizadas inicialmente em pacientes livres de opioides e ent&#xE3;o, ap&#xF3;s 3, 6 e 12 meses. Vinte e oito pacientes foram inclu&#xED;dos: 18 receberam Sulfato de Morfina de libera&#xE7;&#xE3;o prolongada (intervalo 40-140 mg / dia), dez pacientes descontinuaram o uso de Sulfato de Morfina por causa de efeitos adversos ou al&#xED;vio da dor insuficiente e foram alocados como grupo controle. Diversos m&#xE9;todos de avalia&#xE7;&#xE3;o neuropsicol&#xF3;gica foram utilizados de modo a explorar a capacidade de aten&#xE7;&#xE3;o, equil&#xED;brio psicomotor e mem&#xF3;ria nos pacientes analisados durante o per&#xED;odo. Este estudo demonstrou que o uso por 12 meses de Sulfato de Morfina n&#xE3;o interferiu no comportamento cognitivo. Ao contr&#xE1;rio, como consequ&#xEA;ncia da melhora da dor, houve melhora do humor e da qualidade de vida desses pacientes.</p> <p>A efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a do Sulfato de Morfina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada para o tratamento de dor cr&#xF4;nica n&#xE3;o oncol&#xF3;gica foi avaliada em um estudo multic&#xEA;ntrico, prospectivo, randomizado, duplo encoberto, controlado por placebo.</p> <p>Quarenta e nove pacientes foram avaliados. Os autores conclu&#xED;ram que o estudo demonstrou efic&#xE1;cia suficiente para o Sulfato de Morfina, em doses entre 20 a 180 mg/dia para esse tipo de paciente. Al&#xE9;m dos escores de dor, houve melhora na imobilidade causada pela dor cr&#xF4;nica, melhora na toler&#xE2;ncia aos exerc&#xED;cios, humor e dist&#xFA;rbios relacionados ao sono.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncia:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">Tassain V, Attal N, Fletcher D, Brasseur L, De&#xB4;gieux , Chauvin M, et. al. Long term effects of oral sustained release morphine on neuropsychological performance in patients with chronic noncancer pain. Pain. 2003; 389&#x2013;400.<br> Maier C, Hildebrandt J, Klinger R, Henrich-Eberl C, et al. Morphine responsiveness, efficacy and tolerability in patients with chronic non-tumor associated pain &#x2013; results of a double-blind placebo controlled trial. Pain. 2002; 97(3): 223-33.</br></span></p> <h3>Gotas</h3> <p>Rosas et cols descreveram sua experi&#xEA;ncia no tratamento de 78 pacientes em uso de Sulfato de Morfina oral para dor oncol&#xF3;gica. Utilizou-se Sulfato de Morfina por 3399 dias de tratamento, com m&#xE9;dia de 65 dias por paciente. O controle da dor foi adequado, pois passou de intensidade severa a leve em 96% dos pacientes. A m&#xE9;dia das doses di&#xE1;rias foi de 95,6 mg. Os autores conclu&#xED;ram que o uso de Sulfato de Morfina &#xE9; essencial para o tratamento da dor nos pacientes oncol&#xF3;gicos, confirmando o Sulfato de Morfina como excelente f&#xE1;rmaco devido aos m&#xED;nimos eventos adversos controlados.</p> <p>Goughnour e colaboradores realizaram um estudo visando comparar a resposta analg&#xE9;sica entre comprimidos de sulfato de Sulfato de Morfina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada administrados a cada 12 horas e solu&#xE7;&#xE3;o oral de sulfato de Sulfato de Morfina administrada a cada 4 horas em 17 pacientes adultos com dor cr&#xF4;nica severa relacionada ao c&#xE2;ncer. Os pacientes foram randomizados para receber uma &#xFA;nica dose de Sulfato de Morfina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada (30, 60 e 100 mg) ou solu&#xE7;&#xE3;o oral (5 mg/mL). N&#xE3;o houve diferen&#xE7;as significativas na efic&#xE1;cia analg&#xE9;sica ou necessidade de Sulfato de Morfina suplementar entre as duas apresenta&#xE7;&#xF5;es. Ambas proporcionaram controle efetivo da dor com efeitos adversos m&#xED;nimos.</p> <p>Foi realizado um estudo duplo-cego e randomizado para comparar a farmacocin&#xE9;tica e efic&#xE1;cia cl&#xED;nica de comprimidos de Sulfato de Morfina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada com Sulfato de Morfina solu&#xE7;&#xE3;o oral em pacientes com dor relacionada ao c&#xE2;ncer. Vinte e oito pacientes foram inclu&#xED;dos no estudo, para receberem comprimidos de Sulfato de Morfina de libera&#xE7;&#xE3;o controlada (30, 60 e 100 mg) e solu&#xE7;&#xE3;o oral (1 e 5 mg/mL). Os comprimidos foram administrados a cada 12 horas, com exce&#xE7;&#xE3;o dos pacientes que necessitavam de 90 mg/dia e a solu&#xE7;&#xE3;o oral foi administrada a cada 4 horas para todos os pacientes. N&#xE3;o houve diferen&#xE7;as significativas na biodisponibilidade das duas apresenta&#xE7;&#xF5;es. Todos os pacientes experimentaram um controle da dor muito bom, e clinicamente, n&#xE3;o houve diferen&#xE7;a na severidade da dor para qualquer paciente. As duas medica&#xE7;&#xF5;es foram bem toleradas ao longo do estudo.</p> <p>Com o objetivo de investigar as concentra&#xE7;&#xF5;es s&#xE9;ricas de Sulfato de Morfina obtidas em crian&#xE7;as que receberam Sulfato de Morfina oral e sugerir regimes de dose por meio de simula&#xE7;&#xE3;o, Dawes e colaboradores randomizaram 34 crian&#xE7;as entre 2 a 6 anos. Estas foram alocadas para receberem uma das 3 doses seguintes de Sulfato de Morfina oral: 100 mcg.kg<sup>-1</sup> (n=4), 200 mcg.kg<sup>-1</sup> (n=15) e 300 mcg.kg<sup>-1</sup> (n=15). A amostragem de sangue para ensaio de Sulfato de Morfina foi realizada em 30, 60, 90, 120, 180 e 240 min. As concentra&#xE7;&#xF5;es s&#xE9;ricas de Sulfato de Morfina foram determinadas por cromatografia l&#xED;quida - espectroscopia de massa e os par&#xE2;metros farmacocin&#xE9;ticos foram calculados utilizando modelos de efeitos mistos n&#xE3;o lineares. Para caracterizar os par&#xE2;metros de absor&#xE7;&#xE3;o de crian&#xE7;as que receberam Sulfato de Morfina oral perioperat&#xF3;ria, tais par&#xE2;metros foram cruzados com aqueles de crian&#xE7;as que receberam Sulfato de Morfina intravenosa. Uma dose de 100 mcg.kg-1 de Sulfato de Morfina oral atingiu a C<sub>m&#xE1;x</sub> m&#xE9;dia de 10 mcg.l<sup>-1</sup>. Doses repetidas a cada 4 horas atingiram uma concentra&#xE7;&#xE3;o no estado estacion&#xE1;rio de 13-18 mcg.l<sup>-1</sup>. A variabilidade da concentra&#xE7;&#xE3;o s&#xE9;rica foi grande, variando de 5 a 55 mcg.l<sup>-1</sup> no estado estacion&#xE1;rio. Como conclus&#xE3;o, as doses de Sulfato de Morfina oral utilizadas atingiram concentra&#xE7;&#xF5;es m&#xE9;dias associadas com analgesia e foram bem toleradas no setor de cirurgia (taxa de sucesso de administra&#xE7;&#xE3;o &gt; 90%).</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncia:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">Montejo-Rosas G, Flores-Siordia R, Casta&#xF1;eda-de La Lanz C, Zavala-S&#xE1;nchez A, N&#xE1;poles-Echauri A. Immediated acting oral morphine sulfate in patients with cancer pain. Gac Med Mex. 1998; 134 (2): 161-7.<br> Goughnour BR, Arkinstall WW, Stewart JH. Analgesic response to single and multiple doses of controlled-release morphine tablets and morphine oral solution in cancer patients. Cancer. 1989 Jun 1;63(11 uppl):2294-7.<br> Thirlwell MP, Sloan PA, Maroun JA, Boos GJ, Besner JG, Stewart JH, Mount BM. Pharmacokinetics and clinical efficacy of oral morphine solution and controlled-release morphine tablets in cancer patients. Cancer. 1989 Jun 1;63(11 Suppl):2275-83.<br> Dawes JM, Cooke EM, Hannam JA, Brand KA, Winton P, Jimenez-Mendez R, Aleksa K, Lauder GR, Carleton BC, Koren G, Rieder MJ, Anderson BJ, Montgomery CJ. Oral morphine dosing predictions based on single dose in healthy children undergoing surgery. Paediatr Anaesth. 2016 Oct 25.</br></br></br></span></p> <h3>Injet&#xE1;vel</h3> <p>Um estudo foi realizado com o objetivo de comparar <a href=\"https://consultaremedios.com.br/fentanila/bula\" target=\"_blank\">fentanila</a> e Sulfato de Morfina quanto &#xE0; analgesia e aos efeitos colaterais quando utilizadas em raquianestesia. Trinta e dois pacientes de ambos os sexos, com idades entre 18 e 75 anos, estado f&#xED;sico ASA I, II ou III, submetidos a procedimentos nos quais a raquianestesia era indicada, foram distribu&#xED;dos em dois grupos: grupo F = fentanila (10 &#x3BC;g) e grupo M = Sulfato de Morfina (50 &#x3BC;g), ambos associados a 12,5 mg de bupivaca&#xED;na hiperb&#xE1;rica a 0,5%. Os pacientes foram avaliados 1; 6; 12 e 24 horas ap&#xF3;s o bloqueio, sendo indagados quanto a prurido, n&#xE1;usea/v&#xF4;mitos, sonol&#xEA;ncia, depress&#xE3;o respirat&#xF3;ria, reten&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria e in&#xED;cio do aparecimento de dor. Analisando-se os resultados obtidos, conclui-se que o Sulfato de Morfina ofereceu melhor qualidade ao procedimento anest&#xE9;sico por proporcionar maior tempo de analgesia, com efeitos colaterais n&#xE3;o significativamente maiores que aqueles causados com o uso da fentanila.</p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center\">&amp;nbsp;</td> <td style=\"text-align:center\"><strong>Grupo F (n=16)</strong></td> <td style=\"text-align:center\"><strong>Grupo M (n:16)</strong></td> <td style=\"text-align:center\"><strong>P</strong></td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center\"><strong>Prurido</strong></td> <td style=\"text-align:center\">1 (6,3%)</td> <td style=\"text-align:center\">3 (18,8%)</td> <td style=\"text-align:center\">0,60</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center\"><strong>N&#xE1;usea e v&#xF4;mitos</strong></td> <td style=\"text-align:center\">0 (0%)</td> <td style=\"text-align:center\">2 (12,5%)</td> <td style=\"text-align:center\">0,48</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center\"><strong>Sonol&#xEA;ncia</strong></td> <td style=\"text-align:center\">5 (31,3%)</td> <td style=\"text-align:center\">2 (12,5%)</td> <td style=\"text-align:center\">0,39</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center\"><strong>Reten&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria</strong></td> <td style=\"text-align:center\">2 (12,5%)</td> <td style=\"text-align:center\">3 (18,8%)</td> <td style=\"text-align:center\">1,00</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center\"><strong>Tempo de analgesia</strong></td> <td style=\"text-align:center\">7,18&amp;nbsp;&#xB1; 1,8</td> <td style=\"text-align:center\">13,1&amp;nbsp;&#xB1; 6,5</td> <td style=\"text-align:center\">0,02</td> </tr> </tbody> </table> <p>Harris et cols publicaram um estudo randomizado e duplo encoberto onde foi avaliada a efic&#xE1;cia analg&#xE9;sica para alivio r&#xE1;pido da dor oncol&#xF3;gica severa em 62 pacientes, comparando a via intravenosa com a via oral. Pacientes do grupo intravenoso receberam dose bolus de 1,5 mg de Sulfato de Morfina IV a cada 10 minutos at&#xE9; total al&#xED;vio da dor, ou at&#xE9; que ficassem sonolentos. Depois disso, receberam Sulfato de Morfina oral a cada 4 horas.</p> <p>Pacientes do grupo oral receberam 5 mg de Sulfato de Morfina (se livres de opioides) ou 10 mg (se utilizassem opioide fraco) a cada 4 horas. O estudo concluiu que o Sulfato de Morfina intravenosa &#xE9; superior a via oral para controle imediato da dor severa. Ambos os m&#xE9;todos (titula&#xE7;&#xE3;o via intravenosa e administra&#xE7;&#xE3;o via oral) demonstraram resultados compar&#xE1;veis ap&#xF3;s 24 horas de tratamento. Ambas as vias foram consideradas seguras.</p> <p>Em estudo publicado, os autores procuraram avaliar a seguran&#xE7;a da administra&#xE7;&#xE3;o de Sulfato de Morfina intravenosa em idosos para o al&#xED;vio da dor p&#xF3;s-operatoria. Foram inclu&#xED;dos 1050 pacientes, divididos em 2 grupos; pacientes jovens (n = 875) e pacientes idosos (n = 175). O Sulfato de Morfina intravenosa foi administrada em bolus de 2 (peso &#x2264; 60 kg) ou 3 mg (peso &gt; 60 kg). O intervalo entre cada dose foi de 5 minutos. N&#xE3;o houve limita&#xE7;&#xE3;o no n&#xFA;mero de bolus administrados at&#xE9; que houvesse al&#xED;vio da dor ou rea&#xE7;&#xE3;o adversa grave. O limiar da escala anal&#xF3;gica visual necess&#xE1;rio para administrar Sulfato de Morfina foi de 30 mm e o al&#xED;vio da dor foi definido com um escore da escala anal&#xF3;gica visual de 30 mm ou menos. Os autores observaram que as doses totais de Sulfato de Morfina, suficientes para al&#xED;vio da dor, n&#xE3;o foram diferentes entre os grupos (pacientes jovens e pacientes idosos). Da mesma forma, n&#xE3;o houve diferen&#xE7;a&amp;nbsp;entre os grupos para a incid&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados ao Sulfato de Morfina. Os autores conclu&#xED;ram que a administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa de Sulfato de Morfina na popula&#xE7;&#xE3;o idosa &#xE9; segura e eficaz e, portanto, os mesmos protocolos de analgesia p&#xF3;s-operat&#xF3;ria podem ser aplicados para essa popula&#xE7;&#xE3;o.</p> <p>Foram estudados 20 pacientes, estado f&#xED;sico ASA I a III, submetidos &#xE0; cirurgia de t&#xF3;rax, ambos os sexos, que foram distribu&#xED;dos em tr&#xEA;s grupos. Ao Grupo I foi administrado por um cateter epidural, 2 mg de Sulfato de Morfina 0,1% na indu&#xE7;&#xE3;o de anestesia, ap&#xF3;s 12 horas e 24 horas do final da cirurgia. Ao Grupo II foi administrado Sulfato de Morfina por via venosa em bomba de infus&#xE3;o precedida de bolus de 50 mcg/kg, durante 30 horas e ao grupo III, Sulfato de Morfina via epidural na dose 0,5 mg na indu&#xE7;&#xE3;o de anestesia, ap&#xF3;s 12 horas e 24 horas do final da cirurgia, associada com Sulfato de Morfina venosa em bomba de infus&#xE3;o precedida de bolus de 25 mcg/kg, por 30 horas. A analgesia foi avaliada por escala de gradua&#xE7;&#xE3;o num&#xE9;rica de 0 a 10 (0 aus&#xEA;ncia da dor e 10 dor insuport&#xE1;vel).</p> <p>Pela escala de gradua&#xE7;&#xE3;o num&#xE9;rica ocorreu redu&#xE7;&#xE3;o da dor no Grupo I, momento observado de 12 horas, persistindo nos demais momentos. Nos Grupos II e III, mostrou significante diminui&#xE7;&#xE3;o da dor a partir de 18 horas em rela&#xE7;&#xE3;o aos valores iniciais e em rela&#xE7;&#xE3;o ao Grupo I. Houve maior necessidade de analgesia complementar no Grupo I.</p> <p>Observou-se melhor efeito analg&#xE9;sico com Sulfato de Morfina venosa ou com associa&#xE7;&#xE3;o de vias venosa e epidural utilizando-se menores doses de Sulfato de Morfina. Esta diferen&#xE7;a foi expressiva quando menores quantidades de analg&#xE9;sicos complementares foram utilizadas nestes grupos, oferecendo um efetivo m&#xE9;todo de analgesia para o p&#xF3;s-operat&#xF3;rio de cirurgia de t&#xF3;rax com menores efeitos depressores respirat&#xF3;rios e emetog&#xEA;nicos.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncia:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">Myasi M, Pinho I, Silva VCA, Moraes Jr AV.&amp;nbsp;Estudo comparativo entre morfina&amp;nbsp;e fentanil em raquianestesia: Efeitos colaterais e dor p&#xF3;s-operat&#xF3;ria. Rev Bras Anestesiol, 2002; 51 (Supl 29): CB016A.<br> Harris JT, Kumar KS, Rajagopal MR. Intravenous morphine for rapid control of severe cancer pain. Palliative Medicine. 2003; 17: 248-256.<br> Aubrun F, Monsel S, Langeron O, Coriat P, Riou B. Postoperative titration of intravenous morphine in the elderly patient. Anesthesiology. 2002; 96: 17-23.<br> Fonseca NM, Mandim BLSM, Amorim CG; Analgesia P&#xF3;s-Toracotomia com associa&#xE7;&#xE3;o de Morfina por Via Peridural e Venosa; Rev Bras Anestesiol. 2002; 52(5); 549-561.</br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <p>O Sulfato de Morfina &#xE9; um analg&#xE9;sico narc&#xF3;tico potente destinado especialmente para o controle da dor aguda que n&#xE3;o responde aos analg&#xE9;sicos tradicionais.</p> <p>O Sulfato de Morfina exerce primariamente seus efeitos sobre o SNC e &#xF3;rg&#xE3;os com musculatura lisa. Seus efeitos farmacol&#xF3;gicos incluem analgesia, sonol&#xEA;ncia, euforia, redu&#xE7;&#xE3;o de temperatura corporal (em baixas doses), depress&#xE3;o respirat&#xF3;ria relacionada com a dose, interfer&#xEA;ncia com a resposta adrenocortical ao stress (em altas doses), redu&#xE7;&#xE3;o da resist&#xEA;ncia perif&#xE9;rica com pequeno ou nenhum efeito sobre o cora&#xE7;&#xE3;o e miose.</p> <p>O Sulfato de Morfina, como outros opioides, age como um agonista interagindo com s&#xED;tios receptores estereoespec&#xED;ficos e liga&#xE7;&#xF5;es saturadas no c&#xE9;rebro, medula espinhal e outros tecidos alterando processos que afetam tanto a percep&#xE7;&#xE3;o da dor como a resposta emocional &#xE0; mesma.</p> <p>A depress&#xE3;o respirat&#xF3;ria &#xE9; consequ&#xEA;ncia da reduzida resposta do centro respirat&#xF3;rio ao di&#xF3;xido de carbono. A ocorr&#xEA;ncia de emese &#xE9; resultado da estimula&#xE7;&#xE3;o direta do quimiorreceptor da zona do gatilho.</p> <p>Embora n&#xE3;o se tenham determinado completamente os s&#xED;tios precisos ou os mecanismos de a&#xE7;&#xE3;o, as altera&#xE7;&#xF5;es na libera&#xE7;&#xE3;o de v&#xE1;rios neurotransmissores dos nervos aferentes sensitivos aos est&#xED;mulos da dor podem ser&amp;nbsp;respons&#xE1;veis pelos efeitos analg&#xE9;sicos. Quando utilizadas como adjuvantes na anestesia, as a&#xE7;&#xF5;es analg&#xE9;sicas podem proporcionar prote&#xE7;&#xE3;o dose-relacionada contra as respostas hemodin&#xE2;micas ao stress cir&#xFA;rgico.</p> <p>Foi proposta a exist&#xEA;ncia de m&#xFA;ltiplos subtipos de receptores opioides, cada um mediando v&#xE1;rios efeitos terap&#xEA;uticos e/ou rea&#xE7;&#xF5;es adversas dos f&#xE1;rmacos opioides.</p> <p>Estas a&#xE7;&#xF5;es dependem da afinidade de liga&#xE7;&#xE3;o pelo tipo de receptor e se sua a&#xE7;&#xE3;o &#xE9; como um agonista pleno ou parcial ou se &#xE9; inativo em cada tipo de receptor.</p> <p>Pelo menos dois tipos de receptores de opioides (mu e Kappa) mediam a analgesia. O Sulfato de Morfina exerce sua atividade agonista primariamente no receptor mu, amplamente distribu&#xED;do atrav&#xE9;s do SNC, especialmente no sistema l&#xED;mbico (c&#xF3;rtex frontal, c&#xF3;rtex temporal, am&#xED;gdala e hipocampo), t&#xE1;lamo, corpo estriado, hipot&#xE1;lamo e mesenc&#xE9;falo, assim como as l&#xE2;minas I, II, IV e V do corno dorsal e na coluna vertebral. Os receptores Kappa est&#xE3;o localizados primariamente na coluna vertebral e no c&#xF3;rtex cerebral.</p> <p>Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o do Sulfato de Morfina por via oral, cerca de cinquenta por cento do Sulfato de Morfina, que atingir&#xE1; o compartimento central intacto, chega dentro de 30 minutos.</p> <p>O Sulfato de Morfina livre &#xE9; rapidamente redistribu&#xED;da em tecidos parenquimatosos. A principal via metab&#xF3;lica ocorre por meio da conjuga&#xE7;&#xE3;o com o &#xE1;cido glicur&#xF4;nico no <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>. Possui meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o de 2 a 3 horas que pode ser aumentada em pacientes geri&#xE1;tricos devido &#xE0; diminui&#xE7;&#xE3;o do <em>clearance</em>. O tempo para o efeito de pico na dose oral &#xE9; de 1 a 2 horas. A dura&#xE7;&#xE3;o de a&#xE7;&#xE3;o, somente em pacientes n&#xE3;o tolerantes, para a forma oral, &#xE9; de 4 a 5 horas.</p> <p>A elimina&#xE7;&#xE3;o prim&#xE1;ria &#xE9; essencialmente renal (85%), sendo que de 9 a 12 % s&#xE3;o excretados sem modifica&#xE7;&#xE3;o. A elimina&#xE7;&#xE3;o secund&#xE1;ria &#xE9; de 7 a 10 % por via biliar.</p> <h3><u>Exclusivo C&#xE1;psula</u></h3> <p>Sulfato de Morfina c&#xE1;psulas, devido a sua libera&#xE7;&#xE3;o prolongada, permite que a subst&#xE2;ncia ativa seja liberada gradualmente em um per&#xED;odo de 12 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Injet&#xE1;vel</u></h3> <p>O efeito ocorre dentro de 15 a 60 minutos ap&#xF3;s a inje&#xE7;&#xE3;o epidural ou intratecal e a analgesia dura at&#xE9; 24 horas.</p> <p>Devido a esta longa dura&#xE7;&#xE3;o, a manuten&#xE7;&#xE3;o do controle da dor pode ser conseguida com baixas doses di&#xE1;rias (por estas duas vias) n&#xE3;o necessitando usar a via intramuscular ou intravenosa.</p> <p>Por via intravenosa o pico do efeito analg&#xE9;sico &#xE9; obtido aos 20 minutos, para via intramuscular o pico de a&#xE7;&#xE3;o varia de 10 a 30 minutos ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o e a dura&#xE7;&#xE3;o da a&#xE7;&#xE3;o analg&#xE9;sica &#xE9; de 4 a 5 horas.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Dimorf?

Conservar o produto em temperatura ambiente, entre 15º C e 30º C, protegido da luz e umidade.

O prazo de validade do produto é de 24 meses após a data de fabricação, sendo que após esta data o medicamento pode não apresentar mais efeito terapêutico.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas

Comprimido

Dimorf® Comprimidos é plano, sulcado medindo 7 mm de diâmetro.

Comprimidos 10 mg

Cor branca.

Comprimidos 30 mg

Cor azul claro.

Cápsula

Dimorf® LC cápsulas é composto de grânulos de cor branca a creme.

Solução Oral

Dimorf® Solução Gotas é límpida e isenta de partículas estranhas. Cor castanho a castanho escuro e odor característico de chocolate.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Dimorf

Comprimido

  • <li>Embalagens contendo 50 comprimidos (5 blisteres com 10 comprimidos) de 10 mg.</li> <li>Embalagens contendo 50 comprimidos (5 blisteres com 10 comprimidos) de 30 mg.</li>

Uso oral.

Uso adulto.

Cápsula

  • <li>Embalagens contendo 60 c&#xE1;psulas duras de libera&#xE7;&#xE3;o prolongada de 30 mg.</li> <li>Embalagens contendo 60 c&#xE1;psulas duras de libera&#xE7;&#xE3;o prolongada de 60 mg.</li> <li>Embalagens contendo 60 c&#xE1;psulas duras de libera&#xE7;&#xE3;o prolongada de 100 mg.</li>

Uso oral.

Uso adulto.

Solução Oral

  • <li>Embalagens contendo 1 frasco contendo 60 mL de solu&#xE7;&#xE3;o oral + conta-gotas graduado.</li>

Uso oral.

Uso adulto e pediátrico.

Dizeres Legais do Dimorf

MS N.º 1.0298.0097

Farm. Resp.:
José Carlos Módolo
CRF-SP N.º 10.446

Cristália Prod. Quím. Farm. Ltda.
Rodovia Itapira-Lindoia, km 14 – Itapira – SP
CNPJ n.º 44.734.671/0001-51
Indústria Brasileira


SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente):
0800-7011918

Venda sob prescrição médica.

Atenção: pode causar dependência física ou psíquica.

LC 100mg, caixa com 60 cápsulas gelatinosas

Princípio ativo
:
Sulfato De Morfina
Classe Terapêutica
:
Analgésicos Narcóticos
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
A1 Amarela (Venda sob Prescrição Médica - Este medicamento pode causar Dependência Física ou Psíquica)
Categoria
:
Analgésico E Antitérmico
Especialidade
:
Anestesiologia

Bula do medicamento

Dimorf, para o que é indicado e para o que serve?

Dimorf®&nbsp;é indicado para o alívio da dor intensa aguda e crônica.

Quais as contraindicações do Dimorf?

Comprimido / Cápsula / Solução Oral

Se você apresenta algum dos quadros abaixo, fale para seu médico, pois Dimorf®&nbsp;pode ser contraindicado em casos de:
  • <li>Sensibilidade &#xE0; morfina ou a algum componente da f&#xF3;rmula; insufici&#xEA;ncia ou <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a> respirat&#xF3;ria; depress&#xE3;o do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/c" target="_blank">sistema nervoso central</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/" rel="noopener" target="_blank">insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> secund&#xE1;ria; crise de <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/asma/c" target="_blank">asma</a> br&#xF4;nquica; <a href="https://minutosaudavel.com.br/arritmia-cardiaca-o-que-e-sintomas-tratamento-tem-cura/" rel="noopener" target="_blank">arritmia card&#xED;aca</a>; <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/dpoc/c" target="_blank"/><a href="https://consultaremedios.com.br/b/doenca-pulmonar-obstrutiva" target="_blank">doen&#xE7;a pulmonar obstrutiva</a> cr&#xF4;nica; hipercabia, aumento da press&#xE3;o intracraniana e do l&#xED;quido c&#xE9;rebro espinhal; les&#xF5;es cerebrais; <a href="https://minutosaudavel.com.br/tumor-cerebral/" rel="noopener" target="_blank">tumor cerebral</a>; <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alcoolismo/c" target="_blank">alcoolismo</a> cr&#xF4;nico; tremores; doen&#xE7;as que causam <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-convulsao-o-que-fazer-causas-sintomas-pode-matar/" rel="noopener" target="_blank">convuls&#xE3;o</a>; p&#xF3;s-cir&#xFA;rgico de cirurgia de ves&#xED;cula biliar ou de abd&#xF4;men, anastomose cir&#xFA;rgica, administra&#xE7;&#xE3;o conjunta com inibidores da MAO ou ap&#xF3;s um per&#xED;odo de 14 dias com este tratamento.</li>

Dimorf®&nbsp;está contraindicado em pacientes que apresentem obstrução gastrintestinal e íleo-paralítico.

Gravidez – Categoria C: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Exclusivo Comprimido

Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes que apresentam obstrução gastrintestinal e íleoparalítico.

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.

Exclusivo Cápsula

Atenção diabético: este medicamento contém sacarose.&nbsp;

Este medicamento contém lactose.

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.

Como usar o Dimorf?

Comprimido

Você deve tomar este medicamento por via oral, com ingestão de quantidade suficiente de líquido.

Cápsula

Dimorf® LC cápsulas é preparado especialmente para que a substância ativa seja liberada aos poucos (a liberação dura 12 horas).

Você deve tomar este medicamento por via oral, com ingestão de quantidade suficiente de líquido.

Para pacientes com dificuldades para engolir, a cápsula poderá ser aberta e seu conteúdo misturado a um alimento pastoso.

Os microgrânulos não devem ser mastigados, quebrados e/ou triturados, pois podem ser absorvidos rapidamente e gerar uma superdose.

Solução Oral

A dose deve ser individualizada pelo médico de acordo com a intensidade da dor, levando-se em consideração a idade e o peso do paciente.

A dose inicial pode ser reduzida após a obtenção de resposta inicial e manutenção da mesma por três dias.

Para melhorar o sabor, o produto pode ser diluído em suco de fruta antes da ingestão.

Você deve tomar este medicamento por via oral.

Posologia do Dimorf Comprimido

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimido</h3> <h4>Adultos</h4> <h5>In&#xED;cio do tratamento em pacientes que n&#xE3;o fazem o uso de opioides</h5> <ul> <li>05 a 30 mg a cada 4 horas ou segundo orienta&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico.</li> </ul> <p>A dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria recomendada depende do estado cl&#xED;nico do paciente e da sua toler&#xE2;ncia ao f&#xE1;rmaco. Para a maioria dos pacientes, esta dose se situa em torno de 180 mg/dia. O ajuste crescente desta dose depende de uma avalia&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica criteriosa. Doses n&#xE3;o recomendadas podem levar a ocorr&#xEA;ncia de eventos adversos.</p> <p>Para a dor de pacientes terminais, a dose deve ser administrada a cada 4 horas at&#xE9; encontrar o n&#xED;vel desejado de analgesia. Caso o paciente esteja recebendo outros <a href=\"https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/analgesicos/c\" target=\"_blank\">analg&#xE9;sicos</a> narc&#xF3;ticos, equilibrar as dosagens de modo a alcan&#xE7;ar a analgesia necess&#xE1;ria.</p> <p>A dose deve ser ajustada de acordo com a resposta individual do paciente at&#xE9; que seja obtido um n&#xED;vel aceit&#xE1;vel de analgesia, levando em considera&#xE7;&#xE3;o a melhoria da intensidade da dor e a tolerabilidade da morfina pelo paciente, sem a ocorr&#xEA;ncia de efeitos adversos intoler&#xE1;veis.</p> <h4>Manuten&#xE7;&#xE3;o do Tratamento</h4> <p>&#xC9; importante que haja uma cont&#xED;nua reavalia&#xE7;&#xE3;o do paciente que recebe <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sulfato-de-morfina/bula\" target=\"_blank\">sulfato de morfina</a>, com especial aten&#xE7;&#xE3;o para a manuten&#xE7;&#xE3;o do controle da dor e a incid&#xEA;ncia relativa dos efeitos adversos associados com o tratamento.</p> <h4>Redu&#xE7;&#xE3;o da Dose de Morfina e Descontinua&#xE7;&#xE3;o do Tratamento</h4> <p>Gradualmente reduzir a dose para prevenir os sinais e sintomas de abstin&#xEA;ncia no paciente fisicamente dependente. N&#xE3;o descontinuar abruptamente Dimorf<sup>&#xAE; </sup>comprimidos.</p> <h4>Abuso e Depend&#xEA;ncia do F&#xE1;rmaco</h4> <p>Assim como com outros opioides, alguns pacientes podem desenvolver depend&#xEA;ncia f&#xED;sica e ps&#xED;quica em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; morfina. O f&#xE1;rmaco deve ser retirado gradualmente em qualquer paciente que fa&#xE7;a o uso de doses excessivas por longos per&#xED;odos. N&#xE3;o aumente a dose sem consultar seu m&#xE9;dico.</p> <p>No tratamento de pacientes com doen&#xE7;as terminais, o benef&#xED;cio do al&#xED;vio da dor pode ter mais valor do que a possibilidade de depend&#xEA;ncia do f&#xE1;rmaco.</p> <h4>Pacientes idosos</h4> <p>Deve haver cautela na escolha da dose inicial em pacientes idosos, assim como em pacientes debilitados e com intoler&#xE2;ncia, usualmente iniciando pela dose m&#xED;nima.</p> <p><strong>Siga a orienta&#xE7;&#xE3;o do seu m&#xE9;dico, respeitando sempre os hor&#xE1;rios, as doses e a dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento. N&#xE3;o interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu m&#xE9;dico. </strong></p> <h3>C&#xE1;psula</h3> <h4>Adultos</h4> <p>Uma c&#xE1;psula de 30 mg, 60 mg ou 100 mg a cada 12 horas ou conforme recomenda&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico.</p> <p>A dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria recomendada depende do estado cl&#xED;nico do paciente e da sua toler&#xE2;ncia ao f&#xE1;rmaco. Para a maioria dos pacientes, esta dose se situa em torno de 200 mg/dia. O ajuste crescente desta dose depende de uma avalia&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica criteriosa. Doses n&#xE3;o recomendadas podem levar a ocorr&#xEA;ncia de eventos adversos. Os pacientes que est&#xE3;o tomando morfina em comprimidos normais podem passar a tomar as c&#xE1;psulas de Dimorf<sup>&#xAE;</sup> LC c&#xE1;psulas na mesma dose di&#xE1;ria (24 horas), levando-se em considera&#xE7;&#xE3;o que a dose varia para cada pessoa e deve obedecer a recomenda&#xE7;&#xE3;o do seu m&#xE9;dico.</p> <p>Utilizar a menor dose eficaz poss&#xED;vel.</p> <h4>Manuten&#xE7;&#xE3;o do Tratamento</h4> <p>&#xC9; importante que haja uma cont&#xED;nua reavalia&#xE7;&#xE3;o do paciente que recebe sulfato de morfina, com especial aten&#xE7;&#xE3;o para a manuten&#xE7;&#xE3;o do controle da dor e a incid&#xEA;ncia relativa dos efeitos adversos associados com o tratamento.</p> <h4>Redu&#xE7;&#xE3;o da Dose de Morfina e Descontinua&#xE7;&#xE3;o do Tratamento</h4> <p>Gradualmente reduzir a dose para prevenir os sinais e sintomas de abstin&#xEA;ncia no paciente fisicamente dependente. N&#xE3;o descontinuar abruptamente DIMORF<sup>&#xAE;</sup> LC c&#xE1;psulas.</p> <h4>Abuso e Depend&#xEA;ncia do F&#xE1;rmaco</h4> <p>Assim como com outros opioides, alguns pacientes podem desenvolver depend&#xEA;ncia f&#xED;sica e ps&#xED;quica em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; morfina. O f&#xE1;rmaco deve ser retirado gradualmente em qualquer paciente que fa&#xE7;a o uso de doses excessivas por longos per&#xED;odos. N&#xE3;o aumente a dose sem consultar seu m&#xE9;dico. No tratamento de pacientes com doen&#xE7;as terminais, o benef&#xED;cio do al&#xED;vio da dor pode ter mais valor do que a possibilidade de depend&#xEA;ncia do f&#xE1;rmaco.</p> <h4>Pacientes idosos</h4> <p>Deve haver cautela na escolha da dose inicial em pacientes idosos, assim como em pacientes debilitados e com intoler&#xE2;ncia, usualmente iniciando pela dose m&#xED;nima. O tratamento n&#xE3;o deve exceder o tempo necess&#xE1;rio para melhora dos sintomas.</p> <p><strong>Siga a orienta&#xE7;&#xE3;o do seu m&#xE9;dico, respeitando sempre os hor&#xE1;rios, as doses e a dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento. N&#xE3;o interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu m&#xE9;dico. </strong></p> <p><strong>Os microgr&#xE2;nulos n&#xE3;o podem ser partidos ou mastigados, por&#xE9;m a c&#xE1;psula pode ser aberta.</strong></p> <h3>Solu&#xE7;&#xE3;o Oral</h3> <p><strong>Dimorf<sup>&#xAE;</sup>&amp;nbsp;Solu&#xE7;&#xE3;o Gotas: cada 1 mL cont&#xE9;m 10 mg de sulfato de morfina que corresponde a 32 gotas. </strong></p> <h4>Dose oral em adultos</h4> <p>De 05 a 20 mg a cada 4 horas ou conforme orienta&#xE7;&#xE3;o do seu m&#xE9;dico. A dose &#xE9; uma vari&#xE1;vel dependente do paciente, portanto, doses adicionais podem ser necess&#xE1;rias para conseguir-se adequada analgesia. As doses adicionais devem ser utilizadas estritamente com orienta&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico.</p> <p>Para o controle da dor cr&#xF4;nica, intensa, em pacientes com doen&#xE7;a terminal estabelecida, este f&#xE1;rmaco deve ser administrado regularmente a cada 4 horas, na menor dose que possibilite analgesia adequada.</p> <p>A dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria recomendada depende do estado cl&#xED;nico do paciente e da sua toler&#xE2;ncia ao f&#xE1;rmaco. Para a maioria dos pacientes adultos, esta dose se situa em torno de 120 mg/dia. O ajuste crescente desta dose depende de uma avalia&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica criteriosa. Doses n&#xE3;o recomendadas podem levar a ocorr&#xEA;ncia de eventos adversos.</p> <p><strong>Observa&#xE7;&#xE3;o: </strong>A medica&#xE7;&#xE3;o pode suprimir a respira&#xE7;&#xE3;o em idosos, em casos graves e em pacientes com problemas respirat&#xF3;rios, portanto, s&#xE3;o necess&#xE1;rias doses menores do medicamento para estes pacientes.&amp;nbsp;</p> <h4>Redu&#xE7;&#xE3;o da dose de morfina</h4> <p>Durante o segundo e terceiro dias do al&#xED;vio da dor, o paciente pode <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dormir/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">dormir</a> por muitas horas. Isto n&#xE3;o quer dizer necessariamente que a dose do analg&#xE9;sico indicada pelo seu m&#xE9;dico est&#xE1; muito alta, e sim que o paciente teve al&#xED;vio da dor e conseguiu dormir. Ap&#xF3;s isto, fazer nova avalia&#xE7;&#xE3;o do paciente e, se necess&#xE1;rio, reduzir a dose. A dose, portanto, deve ser mantida por no m&#xED;nimo 3 dias, se a atividade respirat&#xF3;ria e outros sinais vitais, como press&#xE3;o arterial e pulso forem adequados. Doses menores ou completa interrup&#xE7;&#xE3;o de Dimorf<sup>&#xAE;</sup> Solu&#xE7;&#xE3;o Gotas pode ser necess&#xE1;rio devido a mudan&#xE7;as fisiol&#xF3;gicas ou piora do estado mental do paciente.</p> <h4>Dose oral pedi&#xE1;trica</h4> <p>A dose ser&#xE1; estipulada pelo m&#xE9;dico de acordo com a gravidade da dor, levando-se em considera&#xE7;&#xE3;o a idade e o peso do paciente. Utilize sempre o conta-gotas para que uma dose maior n&#xE3;o seja administrada.</p> <p>A dose m&#xE9;dia recomendada de Dimorf<sup>&#xAE;</sup> Solu&#xE7;&#xE3;o Gotas &#xE9; de 0,1 a 0,5 mg/kg.</p> <p>A dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria deve ser individualizada pelo m&#xE9;dico de acordo com a intensidade da dor, levando-se em considera&#xE7;&#xE3;o a idade, o peso e a tolerabilidade do paciente. O ajuste crescente desta dose depende de uma avalia&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica criteriosa. Doses n&#xE3;o recomendadas podem levar a ocorr&#xEA;ncia de eventos adversos graves.</p> <p>Dimorf<sup>&#xAE;&amp;nbsp;</sup>solu&#xE7;&#xE3;o gotas n&#xE3;o &#xE9; recomendado para crian&#xE7;as menores de 2 anos.</p> <p>Devem sempre ser considerados os benef&#xED;cios em rela&#xE7;&#xE3;o aos riscos em cada crian&#xE7;a tratada.</p> <h4>Abuso e depend&#xEA;ncia do f&#xE1;rmaco</h4> <p>Assim como com outros opioides, alguns pacientes podem desenvolver depend&#xEA;ncia f&#xED;sica e ps&#xED;quica em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; morfina. Eles podem aumentar a dose sem consultar o m&#xE9;dico e subsequentemente podem desenvolver a depend&#xEA;ncia f&#xED;sica do f&#xE1;rmaco. Em tais casos a interrup&#xE7;&#xE3;o abrupta pode precipitar sintomas t&#xED;picos de abstin&#xEA;ncia, incluindo convuls&#xF5;es. N&#xE3;o modifique a dose do medicamento recomendada ou pare de tom&#xE1;-lo sem o consentimento do seu m&#xE9;dico.</p> <p>Nos casos de suspeita de depend&#xEA;ncia, o medicamento deve ser retirado gradualmente segundo instru&#xE7;&#xF5;es do m&#xE9;dico.</p> <p>No tratamento de pacientes com doen&#xE7;as terminais, o benef&#xED;cio do al&#xED;vio da dor pode ter mais valor do que a possibilidade de depend&#xEA;ncia do f&#xE1;rmaco.</p> <h4>Pacientes idosos</h4> <p>Deve haver cautela na escolha da dose inicial em pacientes idosos, assim como em pacientes debilitados e com intoler&#xE2;ncia, usualmente iniciando pela dose m&#xED;nima. O tratamento n&#xE3;o deve exceder o tempo necess&#xE1;rio para melhora dos sintomas.</p> <p><strong>Siga a orienta&#xE7;&#xE3;o do seu m&#xE9;dico, respeitando sempre os hor&#xE1;rios, as doses e a dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento. N&#xE3;o interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu m&#xE9;dico.</strong></p> "}

Como o Dimorf funciona?

Comprimido / Solução Oral

A morfina age sobre o sistema nervoso central e outros órgãos do corpo. Seu principal efeito é o alívio das dores intensas.

O tempo para o efeito é de 1 a 2 horas. A duração da ação, somente em pacientes não tolerantes, para a forma oral é de 4 a 5 horas. A substância é eliminada principalmente pelos rins.

Cápsula

A morfina age sobre o sistema nervoso central e em outros órgãos do corpo. Seu principal efeito é o alívio das dores intensas.

O início do efeito é rápido e o alívio da dor, quando se utilizam as cápsulas LC (liberação cronogramada), pode chegar a até 12 horas. O medicamento é eliminado principalmente pelos rins.

Quais cuidados devo ter ao usar o Dimorf?

Comprimido / Cápsula / Solução Oral

Os pacientes que utilizam opioides com benzodiazepinicos, outros medicamentos depressores do SNC (Sistema Nervoso Central) ou álcool devem procurar atendimento médico imediatamente se apresentarem sintomas de tontura ou mal-estar, sonolência extrema, respiração lenta ou difícil, ou ausência de resposta. A ausência de resposta significa que a pessoa não responde ou reage normalmente ou você não pode acordá-la. Fale com seu profissional de saúde se tiver dúvidas ou preocupações sobre a ingestão de opioides ou benzodiazepínicos.

Dependência

A morfina pode causar dependência física ou psíquica, caracterizada por alguns ou todos os seguintes sintomas: inquietação, lacrimejamento, rinorreia, bocejos, sudorese, tremores, piloereção, mialgia, midríase, irritabilidade, ansiedade, dores nas costas, dor nas articulações, fraqueza, cólicas abdominais, insônia, náuseas, anorexia, vômitos, diarreia, aumento da pressão arterial, frequência respiratória, ou frequência cardíaca.

Evitar o uso de analgésicos agonista/antagonista mistos (ex: pentazocina, nalbufina e butorfanol) ou agonista parcial (buprenorfina) se você faz tratamento com opioide, incluindo sulfato de morfina.

Não descontinuar abruptamente Dimorf®, reduzir a dose gradualmente.

Uso indevido, abuso e uso recreativo de opioides

O sulfato de morfina é uma substância controlada procurada por usuários de drogas e pessoas com distúrbios viciosos. Seu uso recreativo é um ato sujeito a sanção penal.

Pode ocorrer abuso do sulfato de morfina por esmagar, mastigar, inalar ou injetar o produto. Estas práticas podem resultar em superdose e morte. Riscos são maiores em pacientes com histórico familiar de abuso de substâncias (incluindo drogas ou dependência de álcool) ou doença mental (ex: depressão).

Preocupações sobre abuso, dependência, e o uso recreativo não devem impedir o manejo correto da dor. Os profissionais de saúde devem obter informações sobre como prevenir e detectar o abuso ou uso recreativo deste fármaco.

Dimorf®&nbsp;é destinado apenas para uso oral. Abuso de sulfato de morfina representa um risco de superdose e morte. O risco é aumentado com o uso concomitante de álcool e outras substâncias.

Exclusivo Cápsula:&nbsp;Considerando que os produtos de liberação modificada, tais como Dimorf® cápsulas de liberação prolongada, permitem que a substância ativa seja liberada gradualmente em um período de tempo prolongado, há um maior risco de superdose e morte devido à maior quantidade de morfina presente.

Carcinogenicidade

Não foram conduzidos estudos em animais que demonstrem a potencial carcinogenicidade da morfina.

Mutagenicidade

Não há estudos formais para avaliar o potencial mutagênico da morfina.

Diminuição da Fertilidade

Não foram realizados estudos formais para avaliar o potencial de morfina na diminuição da fertilidade.

Vários estudos não clínicos da literatura demonstraram efeitos adversos sobre a fertilidade masculina no rato devido a exposição à morfina, incluindo a redução das gravidezes totais, maior incidência de pseudogravidezes, e redução nos locais de implantação. Estudos da literatura também relataram alterações nos níveis hormonais (ex: testosterona, hormônio luteinizante, corticosterona) após o tratamento com morfina.

Efeitos Teratogênicos

Não foram conduzidos estudos para avaliar os efeitos teratogênicos da morfina em animais. Também não se sabe se a morfina pode causar danos fetais quando administrada a mulheres grávidas ou se pode afetar a capacidade reprodutiva.

O sulfato de morfina deve ser administrado em pacientes grávidas somente se a necessidade de analgesia por opioides claramente ultrapassar os riscos potenciais ao feto.

Exclusivo Solução Oral:&nbsp;O sulfato de morfina não é teratogênico em ratos com 35 mg/kg/dia (35 vezes a dose humana usual), mas resultou em um aumento na mortalidade dos filhotes e retardou o crescimento em doses maiores que 10 mg/kg/dia (10 vezes a dose humana usual).

Trabalho de Parto e Parto

Opioides atravessam a placenta e podem produzir depressão respiratória e efeitos psico-fisiológicos em recémnascidos. O sulfato de morfina não é recomendado para uso em mulheres durante e imediatamente antes do parto.

Ocasionalmente, os analgésicos opioides podem prolongar o trabalho de parto por meio de ações que reduzam&nbsp;temporariamente a força, a duração e a frequência das contrações uterinas. No entanto, este efeito não é consistente e pode ser compensado por um aumento da taxa de dilatação cervical, o que tende a encurtar trabalho.

Amamentação

A morfina é excretada no leite humano. Devido ao potencial do sulfato de morfina causar reações adversas graves em lactentes, incluindo depressão respiratória, sedação e, possivelmente, sintomas de abstinência, deve haver muito cuidado na administração e descontinuação do fármaco a pacientes que estejam amamentando.

Síndrome de Abstinência Neonatal

Os recém-nascidos de mães que receberam morfina cronicamente podem apresentar síndrome de abstinência neonatal. Manifestações desta síndrome incluem irritabilidade, hiperatividade, padrão de sono anormal, choro estridente, tremor, vômitos, diarreia, perda de peso, e incapacidade de ganhar peso. O tempo e a quantidade de última dose ingerida pela mãe e a taxa de eliminação do fármaco do recém-nascido pode afetar o início de ação, duração, e a gravidade da desordem. Quando ocorrem sintomas graves, a intervenção farmacológica pode ser necessária.

Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco
Uso em idosos

Os pacientes idosos (com 65 anos ou mais) podem ter maior sensibilidade ao sulfato de morfina. Desta forma, devem ingerir a menor dose possível de sulfato de morfina.

Gênero

Alguns estudos mostraram um aumento da sensibilidade aos efeitos adversos de sulfato de morfina, incluindo depressão respiratória, em mulheres em comparação com homens.

Pacientes com Risco Especial

A morfina deve ser administrada com precaução e a dose inicial deve ser reduzida em pacientes idosos ou debilitados e naqueles com graves danos na função hepática ou renal, hipotireoidismo, doença de Addison, hipertrofia prostática ou estreitamento uretral. Administrar sulfato de morfina com cautela em pacientes com incapacidade de deglutição, depressão do SNC, psicose tóxica, alcoolismo agudo e delirium tremens.

O sulfato de morfina pode agravar convulsões em pacientes com distúrbios convulsivos, e pode induzir ou agravar as crises em alguns aspectos clínicos.

Mantenha os comprimidos de sulfato de morfina fora do alcance das crianças. Em caso de ingestão acidental, procurar ajuda médica emergencial imediatamente.

Exclusivo Comprimido / Cápsula
Uso Pediátrico

A segurança e a eficácia em crianças com menos de 18 anos de idade ainda não foram definitivamente estabelecidas.

Exclusivo Solução Oral
Uso Pediátrico

A segurança e a eficácia em crianças ainda não foram definitivamente estabelecidas. As crianças até dois anos de idade podem ser mais susceptíveis aos efeitos do fármaco, especialmente aos efeitos depressores respiratórios.

Pacientes pediátricos em tratamento com analgésicos opioides podem apresentar excitação paradoxal. Devem sempre ser considerados os benefícios em relação aos riscos em cada criança tratada.

Pressão Intracraniana Elevada ou Trauma Craniano

O sulfato de morfina deve ser usado com extrema cautela em pacientes com enxaqueca ou pressão intracraniana elevada. Podem ocorrer variações pupilares e possível aumento da pressão do líquido cefalorraquidiano e dos efeitos depressores respiratórios de sulfato de morfina.

Insuficiência Renal ou Hepática

Pacientes com cirrose e/ou falência renal devem iniciar o tratamento com doses mais baixas de morfina, acompanhados de lenta titulação e monitoramento dos efeitos adversos.

Cirurgia ou Doença do Trato Biliar/Pancreático

Deve ser usado com cautela em pacientes com doença do trato biliar, incluindo pancreatite aguda, já que a morfina pode causar espasmo do esfincter de Oddi e diminuir as secreções biliares e pancreáticas.

Desordens do Sistema Urinário

São fundamentais o reconhecimento precoce da dificuldade de micção e a intervenção imediata nos casos de retenção urinária.

Depressão Respiratória

Sulfato de morfina deve ser usado com extrema precaução em idosos ou pacientes debilitados e em pessoas que sofrem de doenças acompanhadas de hipoxia, hipercapnia, ou obstrução das vias aéreas superiores, doença pulmonar obstrutiva crônica, crise aguda de asma ou cor pulmonale e em doentes que tem uma reserva respiratória substancialmente diminuída (por exemplo, cifoescoliose grave), ou depressão respiratória pré-existente. Nestes pacientes, até doses terapêuticas moderadas podem diminuir significativamente a ventilação pulmonar.

A depressão respiratória, se não imediatamente reconhecida e tratada, pode levar à parada respiratória e morte.

Os pacientes de risco devem utilizar sulfato de morfina somente sob supervisão médica e na menor dose eficaz. Para reduzir o risco de depressão respiratória, é essencial que seja administrado a dose adequada e haja titulação do sulfato de morfina.

Efeito Hipotensivo

A administração de morfina pode resultar em hipotensão grave incluindo hipotensão ortostática e síncope em pacientes ambulatoriais e em pacientes que tenham alteração da pressão arterial, pela depleção do volume sanguíneo ou administração conjunta de fármacos como fenotiazinas ou certos anestésicos. Evitar o uso de sulfato de morfina em pacientes com choque circulatório.

Insuficiência Adrenal

Pode ocorrer insuficiência adrenal com o uso de opioides. Se a insuficiência adrenal é diagnosticada, tratar com corticosteróides. Descontinuar o opioide para permitir que a função adrenal se recupere e continuar o tratamento com corticosteróides até que a função adrenal esteja recuperada. Não há nenhum opioide específico que é mais provável de ser associado com insuficiência adrenal.

Efeitos gastrointestinais

Dimorf®&nbsp;é contraindicado em pacientes com íleo paralítico ou com outra obstrução gastrointestinal. Pacientes com doença do trato biliar, incluindo pancreatite aguda, devem ser monitorados. A administração de morfina ou outros opioides podem mascarar o diagnóstico ou curso clínico em pacientes com condições agudas abdominais.

Efeito ao dirigir veículos e operar máquinas

O sulfato de morfina pode prejudicar as habilidades mentais e/ou físicas necessárias para realizar atividades potencialmente perigosas, como dirigir veículos ou operar máquinas.

Feocromocitoma

A morfina e outros opioides podem induzir a liberação de histamina endógena e, desse modo, estimular a liberação de catecolamina tornando-os inadequados para pacientes com feocromocitoma.

Gravidez – Categoria C: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Informe ao médico o aparecimento de reações indesejáveis.

O medicamento deve ser administrado sob supervisão médica, porque seu uso abusivo pode levar à dependência.

Este medicamento pode causar doping.

Exclusivo Cápsula:&nbsp;Atenção diabético: este medicamento contém sacarose.&nbsp;Este medicamento contém lactose.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Dimorf?

  • <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o desconhecida (n&#xE3;o pode ser estimada a partir dos dados dispon&#xED;veis).</li>

Os maiores riscos com a morfina, assim como com os outros analgésicos opioides são, depressão respiratória e, em menor grau, depressão circulatória, parada respiratória, choque e parada cardíaca. As reações adversas mais comuns observadas incluem tonturas, vertigem, sedação, náusea, vômito e transpiração.

  • <li>Sistema Nervoso Central: Euforia, desconforto, fraqueza, dor de cabe&#xE7;a, ins&#xF4;nia, sonol&#xEA;ncia, agita&#xE7;&#xE3;o, desorienta&#xE7;&#xE3;o e dist&#xFA;rbios visuais.</li> <li>Gastrintestinal: Boca seca, diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite, n&#xE1;usea, v&#xF4;mito, <a href="https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/" rel="noopener" target="_blank">constipa&#xE7;&#xE3;o</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/colica/c" target="_blank">c&#xF3;lica</a> no abd&#xF4;men.</li> <li>Cardiovascular: Rubor na face, diminui&#xE7;&#xE3;o do batimento card&#xED;aco, palpita&#xE7;&#xE3;o e desmaio.</li> <li>Geniturin&#xE1;rio: Dificuldade para urinar e redu&#xE7;&#xE3;o da libido e/ou impot&#xEA;ncia.</li> <li>Al&#xE9;rgico: Coceira, incha&#xE7;o, placas vermelhas na pele ou outras altera&#xE7;&#xF5;es na pele.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Dimorf?

Caso esqueça alguma dose, você deve tomá-la assim que possível. Entretanto, se estiver perto do horário da próxima dose, não tome o medicamento. Aguarde o horário e tome uma dose normal. Não tome doses seguidas.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Dimorf?

Comprimido

Cada comprimido de 10 mg contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:257px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de morfina pentaidratado</p> </td> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\">10 mg*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:257px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente à 8,81 mg de sulfato de morfina.

Excipientes: estearato de magnésio, povidona, celulose microcristalina, dióxido de silício, croscarmelose sódica, metabissulfito de sódio.

Cada comprimido de 30 mg contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de morfina pentaidratado</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">30 mg*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente à 26,44 mg de sulfato de morfina.

Excipientes: estearato de magnésio, povidona, celulose microcristalina, dióxido de silício, croscarmelose sódica, metabissulfito de sódio, corante azul FD&C N.º 2.

Cápsula

Cada cápsula dura de liberação prolongada de 30 mg contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de morfina pentaidratado</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">30 mg*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">1 c&#xE1;psula</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente à 26,44 mg de sulfato de morfina.

Excipientes: lactose, dimeticona, microgrânulos de sacarose, trietil citrato, dióxido de silício, eudragit, talco.

Cada cápsula dura de liberação prolongada de 60 mg contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de morfina pentaidratado</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">60 mg*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">1 c&#xE1;psula</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente à 52,88 mg de sulfato de morfina.

Excipientes: lactose, dimeticona, microgrânulos de sacarose, trietil citrato, dióxido de silício, eudragit, talco.

Cada cápsula dura de liberação prolongada de 100 mg contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de morfina pentaidratado</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">100 mg*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">1 c&#xE1;psula</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente à 88,13 mg de sulfato de morfina.

Excipientes: lactose, dimeticona, microgrânulos de sacarose, trietil citrato, dióxido de silício, eudragit, talco.

Solução Oral

Cada mL de solução gotas (correspondente a 32 gotas) contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de morfina pentaidratado</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">10&amp;nbsp;mg*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Ve&#xED;culo q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">1 mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente à 8,81 mg de sulfato de morfina.

Excipientes: ciclamato de sódio, sacarina sódica, benzoato de sódio, propilenoglicol, sorbitol, ácido cítrico, aroma artificial de chocolate, cloreto de sódio, água purificada.

Apresentações do Dimorf

Comprimido

  • <li>Embalagens contendo 50 comprimidos (5 blisteres com 10 comprimidos) de 10 mg.</li> <li>Embalagens contendo 50 comprimidos (5 blisteres com 10 comprimidos) de 30 mg.</li>

Uso oral.

Uso adulto.

Cápsula

  • <li>Embalagens contendo 60 c&#xE1;psulas duras de libera&#xE7;&#xE3;o prolongada de 30 mg.</li> <li>Embalagens contendo 60 c&#xE1;psulas duras de libera&#xE7;&#xE3;o prolongada de 60 mg.</li> <li>Embalagens contendo 60 c&#xE1;psulas duras de libera&#xE7;&#xE3;o prolongada de 100 mg.</li>

Uso oral.

Uso adulto.

Solução Oral

  • <li>Embalagens contendo 1 frasco contendo 60 mL de solu&#xE7;&#xE3;o oral + conta-gotas graduado.</li>

Uso oral.

Uso adulto e pediátrico.

LC 30mg, caixa com 60 cápsulas gelatinosas

Princípio ativo
:
Sulfato De Morfina
Classe Terapêutica
:
Analgésicos Narcóticos
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
A1 Amarela (Venda sob Prescrição Médica - Este medicamento pode causar Dependência Física ou Psíquica)
Categoria
:
Analgésico E Antitérmico
Especialidade
:
Anestesiologia

Bula do medicamento

Dimorf, para o que é indicado e para o que serve?

Dimorf®&nbsp;é indicado para o alívio da dor intensa aguda e crônica.

Quais as contraindicações do Dimorf?

Comprimido / Cápsula / Solução Oral

Se você apresenta algum dos quadros abaixo, fale para seu médico, pois Dimorf®&nbsp;pode ser contraindicado em casos de:
  • <li>Sensibilidade &#xE0; morfina ou a algum componente da f&#xF3;rmula; insufici&#xEA;ncia ou <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a> respirat&#xF3;ria; depress&#xE3;o do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/c" target="_blank">sistema nervoso central</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/" rel="noopener" target="_blank">insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> secund&#xE1;ria; crise de <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/asma/c" target="_blank">asma</a> br&#xF4;nquica; <a href="https://minutosaudavel.com.br/arritmia-cardiaca-o-que-e-sintomas-tratamento-tem-cura/" rel="noopener" target="_blank">arritmia card&#xED;aca</a>; <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/dpoc/c" target="_blank"/><a href="https://consultaremedios.com.br/b/doenca-pulmonar-obstrutiva" target="_blank">doen&#xE7;a pulmonar obstrutiva</a> cr&#xF4;nica; hipercabia, aumento da press&#xE3;o intracraniana e do l&#xED;quido c&#xE9;rebro espinhal; les&#xF5;es cerebrais; <a href="https://minutosaudavel.com.br/tumor-cerebral/" rel="noopener" target="_blank">tumor cerebral</a>; <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alcoolismo/c" target="_blank">alcoolismo</a> cr&#xF4;nico; tremores; doen&#xE7;as que causam <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-convulsao-o-que-fazer-causas-sintomas-pode-matar/" rel="noopener" target="_blank">convuls&#xE3;o</a>; p&#xF3;s-cir&#xFA;rgico de cirurgia de ves&#xED;cula biliar ou de abd&#xF4;men, anastomose cir&#xFA;rgica, administra&#xE7;&#xE3;o conjunta com inibidores da MAO ou ap&#xF3;s um per&#xED;odo de 14 dias com este tratamento.</li>

Dimorf®&nbsp;está contraindicado em pacientes que apresentem obstrução gastrintestinal e íleo-paralítico.

Gravidez – Categoria C: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Exclusivo Comprimido

Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes que apresentam obstrução gastrintestinal e íleoparalítico.

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.

Exclusivo Cápsula

Atenção diabético: este medicamento contém sacarose.&nbsp;

Este medicamento contém lactose.

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.

Como usar o Dimorf?

Comprimido

Você deve tomar este medicamento por via oral, com ingestão de quantidade suficiente de líquido.

Cápsula

Dimorf® LC cápsulas é preparado especialmente para que a substância ativa seja liberada aos poucos (a liberação dura 12 horas).

Você deve tomar este medicamento por via oral, com ingestão de quantidade suficiente de líquido.

Para pacientes com dificuldades para engolir, a cápsula poderá ser aberta e seu conteúdo misturado a um alimento pastoso.

Os microgrânulos não devem ser mastigados, quebrados e/ou triturados, pois podem ser absorvidos rapidamente e gerar uma superdose.

Solução Oral

A dose deve ser individualizada pelo médico de acordo com a intensidade da dor, levando-se em consideração a idade e o peso do paciente.

A dose inicial pode ser reduzida após a obtenção de resposta inicial e manutenção da mesma por três dias.

Para melhorar o sabor, o produto pode ser diluído em suco de fruta antes da ingestão.

Você deve tomar este medicamento por via oral.

Posologia do Dimorf Comprimido

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimido</h3> <h4>Adultos</h4> <h5>In&#xED;cio do tratamento em pacientes que n&#xE3;o fazem o uso de opioides</h5> <ul> <li>05 a 30 mg a cada 4 horas ou segundo orienta&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico.</li> </ul> <p>A dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria recomendada depende do estado cl&#xED;nico do paciente e da sua toler&#xE2;ncia ao f&#xE1;rmaco. Para a maioria dos pacientes, esta dose se situa em torno de 180 mg/dia. O ajuste crescente desta dose depende de uma avalia&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica criteriosa. Doses n&#xE3;o recomendadas podem levar a ocorr&#xEA;ncia de eventos adversos.</p> <p>Para a dor de pacientes terminais, a dose deve ser administrada a cada 4 horas at&#xE9; encontrar o n&#xED;vel desejado de analgesia. Caso o paciente esteja recebendo outros <a href=\"https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/analgesicos/c\" target=\"_blank\">analg&#xE9;sicos</a> narc&#xF3;ticos, equilibrar as dosagens de modo a alcan&#xE7;ar a analgesia necess&#xE1;ria.</p> <p>A dose deve ser ajustada de acordo com a resposta individual do paciente at&#xE9; que seja obtido um n&#xED;vel aceit&#xE1;vel de analgesia, levando em considera&#xE7;&#xE3;o a melhoria da intensidade da dor e a tolerabilidade da morfina pelo paciente, sem a ocorr&#xEA;ncia de efeitos adversos intoler&#xE1;veis.</p> <h4>Manuten&#xE7;&#xE3;o do Tratamento</h4> <p>&#xC9; importante que haja uma cont&#xED;nua reavalia&#xE7;&#xE3;o do paciente que recebe <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sulfato-de-morfina/bula\" target=\"_blank\">sulfato de morfina</a>, com especial aten&#xE7;&#xE3;o para a manuten&#xE7;&#xE3;o do controle da dor e a incid&#xEA;ncia relativa dos efeitos adversos associados com o tratamento.</p> <h4>Redu&#xE7;&#xE3;o da Dose de Morfina e Descontinua&#xE7;&#xE3;o do Tratamento</h4> <p>Gradualmente reduzir a dose para prevenir os sinais e sintomas de abstin&#xEA;ncia no paciente fisicamente dependente. N&#xE3;o descontinuar abruptamente Dimorf<sup>&#xAE; </sup>comprimidos.</p> <h4>Abuso e Depend&#xEA;ncia do F&#xE1;rmaco</h4> <p>Assim como com outros opioides, alguns pacientes podem desenvolver depend&#xEA;ncia f&#xED;sica e ps&#xED;quica em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; morfina. O f&#xE1;rmaco deve ser retirado gradualmente em qualquer paciente que fa&#xE7;a o uso de doses excessivas por longos per&#xED;odos. N&#xE3;o aumente a dose sem consultar seu m&#xE9;dico.</p> <p>No tratamento de pacientes com doen&#xE7;as terminais, o benef&#xED;cio do al&#xED;vio da dor pode ter mais valor do que a possibilidade de depend&#xEA;ncia do f&#xE1;rmaco.</p> <h4>Pacientes idosos</h4> <p>Deve haver cautela na escolha da dose inicial em pacientes idosos, assim como em pacientes debilitados e com intoler&#xE2;ncia, usualmente iniciando pela dose m&#xED;nima.</p> <p><strong>Siga a orienta&#xE7;&#xE3;o do seu m&#xE9;dico, respeitando sempre os hor&#xE1;rios, as doses e a dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento. N&#xE3;o interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu m&#xE9;dico. </strong></p> <h3>C&#xE1;psula</h3> <h4>Adultos</h4> <p>Uma c&#xE1;psula de 30 mg, 60 mg ou 100 mg a cada 12 horas ou conforme recomenda&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico.</p> <p>A dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria recomendada depende do estado cl&#xED;nico do paciente e da sua toler&#xE2;ncia ao f&#xE1;rmaco. Para a maioria dos pacientes, esta dose se situa em torno de 200 mg/dia. O ajuste crescente desta dose depende de uma avalia&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica criteriosa. Doses n&#xE3;o recomendadas podem levar a ocorr&#xEA;ncia de eventos adversos. Os pacientes que est&#xE3;o tomando morfina em comprimidos normais podem passar a tomar as c&#xE1;psulas de Dimorf<sup>&#xAE;</sup> LC c&#xE1;psulas na mesma dose di&#xE1;ria (24 horas), levando-se em considera&#xE7;&#xE3;o que a dose varia para cada pessoa e deve obedecer a recomenda&#xE7;&#xE3;o do seu m&#xE9;dico.</p> <p>Utilizar a menor dose eficaz poss&#xED;vel.</p> <h4>Manuten&#xE7;&#xE3;o do Tratamento</h4> <p>&#xC9; importante que haja uma cont&#xED;nua reavalia&#xE7;&#xE3;o do paciente que recebe sulfato de morfina, com especial aten&#xE7;&#xE3;o para a manuten&#xE7;&#xE3;o do controle da dor e a incid&#xEA;ncia relativa dos efeitos adversos associados com o tratamento.</p> <h4>Redu&#xE7;&#xE3;o da Dose de Morfina e Descontinua&#xE7;&#xE3;o do Tratamento</h4> <p>Gradualmente reduzir a dose para prevenir os sinais e sintomas de abstin&#xEA;ncia no paciente fisicamente dependente. N&#xE3;o descontinuar abruptamente DIMORF<sup>&#xAE;</sup> LC c&#xE1;psulas.</p> <h4>Abuso e Depend&#xEA;ncia do F&#xE1;rmaco</h4> <p>Assim como com outros opioides, alguns pacientes podem desenvolver depend&#xEA;ncia f&#xED;sica e ps&#xED;quica em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; morfina. O f&#xE1;rmaco deve ser retirado gradualmente em qualquer paciente que fa&#xE7;a o uso de doses excessivas por longos per&#xED;odos. N&#xE3;o aumente a dose sem consultar seu m&#xE9;dico. No tratamento de pacientes com doen&#xE7;as terminais, o benef&#xED;cio do al&#xED;vio da dor pode ter mais valor do que a possibilidade de depend&#xEA;ncia do f&#xE1;rmaco.</p> <h4>Pacientes idosos</h4> <p>Deve haver cautela na escolha da dose inicial em pacientes idosos, assim como em pacientes debilitados e com intoler&#xE2;ncia, usualmente iniciando pela dose m&#xED;nima. O tratamento n&#xE3;o deve exceder o tempo necess&#xE1;rio para melhora dos sintomas.</p> <p><strong>Siga a orienta&#xE7;&#xE3;o do seu m&#xE9;dico, respeitando sempre os hor&#xE1;rios, as doses e a dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento. N&#xE3;o interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu m&#xE9;dico. </strong></p> <p><strong>Os microgr&#xE2;nulos n&#xE3;o podem ser partidos ou mastigados, por&#xE9;m a c&#xE1;psula pode ser aberta.</strong></p> <h3>Solu&#xE7;&#xE3;o Oral</h3> <p><strong>Dimorf<sup>&#xAE;</sup>&amp;nbsp;Solu&#xE7;&#xE3;o Gotas: cada 1 mL cont&#xE9;m 10 mg de sulfato de morfina que corresponde a 32 gotas. </strong></p> <h4>Dose oral em adultos</h4> <p>De 05 a 20 mg a cada 4 horas ou conforme orienta&#xE7;&#xE3;o do seu m&#xE9;dico. A dose &#xE9; uma vari&#xE1;vel dependente do paciente, portanto, doses adicionais podem ser necess&#xE1;rias para conseguir-se adequada analgesia. As doses adicionais devem ser utilizadas estritamente com orienta&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico.</p> <p>Para o controle da dor cr&#xF4;nica, intensa, em pacientes com doen&#xE7;a terminal estabelecida, este f&#xE1;rmaco deve ser administrado regularmente a cada 4 horas, na menor dose que possibilite analgesia adequada.</p> <p>A dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria recomendada depende do estado cl&#xED;nico do paciente e da sua toler&#xE2;ncia ao f&#xE1;rmaco. Para a maioria dos pacientes adultos, esta dose se situa em torno de 120 mg/dia. O ajuste crescente desta dose depende de uma avalia&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica criteriosa. Doses n&#xE3;o recomendadas podem levar a ocorr&#xEA;ncia de eventos adversos.</p> <p><strong>Observa&#xE7;&#xE3;o: </strong>A medica&#xE7;&#xE3;o pode suprimir a respira&#xE7;&#xE3;o em idosos, em casos graves e em pacientes com problemas respirat&#xF3;rios, portanto, s&#xE3;o necess&#xE1;rias doses menores do medicamento para estes pacientes.&amp;nbsp;</p> <h4>Redu&#xE7;&#xE3;o da dose de morfina</h4> <p>Durante o segundo e terceiro dias do al&#xED;vio da dor, o paciente pode <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dormir/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">dormir</a> por muitas horas. Isto n&#xE3;o quer dizer necessariamente que a dose do analg&#xE9;sico indicada pelo seu m&#xE9;dico est&#xE1; muito alta, e sim que o paciente teve al&#xED;vio da dor e conseguiu dormir. Ap&#xF3;s isto, fazer nova avalia&#xE7;&#xE3;o do paciente e, se necess&#xE1;rio, reduzir a dose. A dose, portanto, deve ser mantida por no m&#xED;nimo 3 dias, se a atividade respirat&#xF3;ria e outros sinais vitais, como press&#xE3;o arterial e pulso forem adequados. Doses menores ou completa interrup&#xE7;&#xE3;o de Dimorf<sup>&#xAE;</sup> Solu&#xE7;&#xE3;o Gotas pode ser necess&#xE1;rio devido a mudan&#xE7;as fisiol&#xF3;gicas ou piora do estado mental do paciente.</p> <h4>Dose oral pedi&#xE1;trica</h4> <p>A dose ser&#xE1; estipulada pelo m&#xE9;dico de acordo com a gravidade da dor, levando-se em considera&#xE7;&#xE3;o a idade e o peso do paciente. Utilize sempre o conta-gotas para que uma dose maior n&#xE3;o seja administrada.</p> <p>A dose m&#xE9;dia recomendada de Dimorf<sup>&#xAE;</sup> Solu&#xE7;&#xE3;o Gotas &#xE9; de 0,1 a 0,5 mg/kg.</p> <p>A dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria deve ser individualizada pelo m&#xE9;dico de acordo com a intensidade da dor, levando-se em considera&#xE7;&#xE3;o a idade, o peso e a tolerabilidade do paciente. O ajuste crescente desta dose depende de uma avalia&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica criteriosa. Doses n&#xE3;o recomendadas podem levar a ocorr&#xEA;ncia de eventos adversos graves.</p> <p>Dimorf<sup>&#xAE;&amp;nbsp;</sup>solu&#xE7;&#xE3;o gotas n&#xE3;o &#xE9; recomendado para crian&#xE7;as menores de 2 anos.</p> <p>Devem sempre ser considerados os benef&#xED;cios em rela&#xE7;&#xE3;o aos riscos em cada crian&#xE7;a tratada.</p> <h4>Abuso e depend&#xEA;ncia do f&#xE1;rmaco</h4> <p>Assim como com outros opioides, alguns pacientes podem desenvolver depend&#xEA;ncia f&#xED;sica e ps&#xED;quica em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; morfina. Eles podem aumentar a dose sem consultar o m&#xE9;dico e subsequentemente podem desenvolver a depend&#xEA;ncia f&#xED;sica do f&#xE1;rmaco. Em tais casos a interrup&#xE7;&#xE3;o abrupta pode precipitar sintomas t&#xED;picos de abstin&#xEA;ncia, incluindo convuls&#xF5;es. N&#xE3;o modifique a dose do medicamento recomendada ou pare de tom&#xE1;-lo sem o consentimento do seu m&#xE9;dico.</p> <p>Nos casos de suspeita de depend&#xEA;ncia, o medicamento deve ser retirado gradualmente segundo instru&#xE7;&#xF5;es do m&#xE9;dico.</p> <p>No tratamento de pacientes com doen&#xE7;as terminais, o benef&#xED;cio do al&#xED;vio da dor pode ter mais valor do que a possibilidade de depend&#xEA;ncia do f&#xE1;rmaco.</p> <h4>Pacientes idosos</h4> <p>Deve haver cautela na escolha da dose inicial em pacientes idosos, assim como em pacientes debilitados e com intoler&#xE2;ncia, usualmente iniciando pela dose m&#xED;nima. O tratamento n&#xE3;o deve exceder o tempo necess&#xE1;rio para melhora dos sintomas.</p> <p><strong>Siga a orienta&#xE7;&#xE3;o do seu m&#xE9;dico, respeitando sempre os hor&#xE1;rios, as doses e a dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento. N&#xE3;o interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu m&#xE9;dico.</strong></p> "}

Como o Dimorf funciona?

Comprimido / Solução Oral

A morfina age sobre o sistema nervoso central e outros órgãos do corpo. Seu principal efeito é o alívio das dores intensas.

O tempo para o efeito é de 1 a 2 horas. A duração da ação, somente em pacientes não tolerantes, para a forma oral é de 4 a 5 horas. A substância é eliminada principalmente pelos rins.

Cápsula

A morfina age sobre o sistema nervoso central e em outros órgãos do corpo. Seu principal efeito é o alívio das dores intensas.

O início do efeito é rápido e o alívio da dor, quando se utilizam as cápsulas LC (liberação cronogramada), pode chegar a até 12 horas. O medicamento é eliminado principalmente pelos rins.

Quais cuidados devo ter ao usar o Dimorf?

Comprimido / Cápsula / Solução Oral

Os pacientes que utilizam opioides com benzodiazepinicos, outros medicamentos depressores do SNC (Sistema Nervoso Central) ou álcool devem procurar atendimento médico imediatamente se apresentarem sintomas de tontura ou mal-estar, sonolência extrema, respiração lenta ou difícil, ou ausência de resposta. A ausência de resposta significa que a pessoa não responde ou reage normalmente ou você não pode acordá-la. Fale com seu profissional de saúde se tiver dúvidas ou preocupações sobre a ingestão de opioides ou benzodiazepínicos.

Dependência

A morfina pode causar dependência física ou psíquica, caracterizada por alguns ou todos os seguintes sintomas: inquietação, lacrimejamento, rinorreia, bocejos, sudorese, tremores, piloereção, mialgia, midríase, irritabilidade, ansiedade, dores nas costas, dor nas articulações, fraqueza, cólicas abdominais, insônia, náuseas, anorexia, vômitos, diarreia, aumento da pressão arterial, frequência respiratória, ou frequência cardíaca.

Evitar o uso de analgésicos agonista/antagonista mistos (ex: pentazocina, nalbufina e butorfanol) ou agonista parcial (buprenorfina) se você faz tratamento com opioide, incluindo sulfato de morfina.

Não descontinuar abruptamente Dimorf®, reduzir a dose gradualmente.

Uso indevido, abuso e uso recreativo de opioides

O sulfato de morfina é uma substância controlada procurada por usuários de drogas e pessoas com distúrbios viciosos. Seu uso recreativo é um ato sujeito a sanção penal.

Pode ocorrer abuso do sulfato de morfina por esmagar, mastigar, inalar ou injetar o produto. Estas práticas podem resultar em superdose e morte. Riscos são maiores em pacientes com histórico familiar de abuso de substâncias (incluindo drogas ou dependência de álcool) ou doença mental (ex: depressão).

Preocupações sobre abuso, dependência, e o uso recreativo não devem impedir o manejo correto da dor. Os profissionais de saúde devem obter informações sobre como prevenir e detectar o abuso ou uso recreativo deste fármaco.

Dimorf®&nbsp;é destinado apenas para uso oral. Abuso de sulfato de morfina representa um risco de superdose e morte. O risco é aumentado com o uso concomitante de álcool e outras substâncias.

Exclusivo Cápsula:&nbsp;Considerando que os produtos de liberação modificada, tais como Dimorf® cápsulas de liberação prolongada, permitem que a substância ativa seja liberada gradualmente em um período de tempo prolongado, há um maior risco de superdose e morte devido à maior quantidade de morfina presente.

Carcinogenicidade

Não foram conduzidos estudos em animais que demonstrem a potencial carcinogenicidade da morfina.

Mutagenicidade

Não há estudos formais para avaliar o potencial mutagênico da morfina.

Diminuição da Fertilidade

Não foram realizados estudos formais para avaliar o potencial de morfina na diminuição da fertilidade.

Vários estudos não clínicos da literatura demonstraram efeitos adversos sobre a fertilidade masculina no rato devido a exposição à morfina, incluindo a redução das gravidezes totais, maior incidência de pseudogravidezes, e redução nos locais de implantação. Estudos da literatura também relataram alterações nos níveis hormonais (ex: testosterona, hormônio luteinizante, corticosterona) após o tratamento com morfina.

Efeitos Teratogênicos

Não foram conduzidos estudos para avaliar os efeitos teratogênicos da morfina em animais. Também não se sabe se a morfina pode causar danos fetais quando administrada a mulheres grávidas ou se pode afetar a capacidade reprodutiva.

O sulfato de morfina deve ser administrado em pacientes grávidas somente se a necessidade de analgesia por opioides claramente ultrapassar os riscos potenciais ao feto.

Exclusivo Solução Oral:&nbsp;O sulfato de morfina não é teratogênico em ratos com 35 mg/kg/dia (35 vezes a dose humana usual), mas resultou em um aumento na mortalidade dos filhotes e retardou o crescimento em doses maiores que 10 mg/kg/dia (10 vezes a dose humana usual).

Trabalho de Parto e Parto

Opioides atravessam a placenta e podem produzir depressão respiratória e efeitos psico-fisiológicos em recémnascidos. O sulfato de morfina não é recomendado para uso em mulheres durante e imediatamente antes do parto.

Ocasionalmente, os analgésicos opioides podem prolongar o trabalho de parto por meio de ações que reduzam&nbsp;temporariamente a força, a duração e a frequência das contrações uterinas. No entanto, este efeito não é consistente e pode ser compensado por um aumento da taxa de dilatação cervical, o que tende a encurtar trabalho.

Amamentação

A morfina é excretada no leite humano. Devido ao potencial do sulfato de morfina causar reações adversas graves em lactentes, incluindo depressão respiratória, sedação e, possivelmente, sintomas de abstinência, deve haver muito cuidado na administração e descontinuação do fármaco a pacientes que estejam amamentando.

Síndrome de Abstinência Neonatal

Os recém-nascidos de mães que receberam morfina cronicamente podem apresentar síndrome de abstinência neonatal. Manifestações desta síndrome incluem irritabilidade, hiperatividade, padrão de sono anormal, choro estridente, tremor, vômitos, diarreia, perda de peso, e incapacidade de ganhar peso. O tempo e a quantidade de última dose ingerida pela mãe e a taxa de eliminação do fármaco do recém-nascido pode afetar o início de ação, duração, e a gravidade da desordem. Quando ocorrem sintomas graves, a intervenção farmacológica pode ser necessária.

Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco
Uso em idosos

Os pacientes idosos (com 65 anos ou mais) podem ter maior sensibilidade ao sulfato de morfina. Desta forma, devem ingerir a menor dose possível de sulfato de morfina.

Gênero

Alguns estudos mostraram um aumento da sensibilidade aos efeitos adversos de sulfato de morfina, incluindo depressão respiratória, em mulheres em comparação com homens.

Pacientes com Risco Especial

A morfina deve ser administrada com precaução e a dose inicial deve ser reduzida em pacientes idosos ou debilitados e naqueles com graves danos na função hepática ou renal, hipotireoidismo, doença de Addison, hipertrofia prostática ou estreitamento uretral. Administrar sulfato de morfina com cautela em pacientes com incapacidade de deglutição, depressão do SNC, psicose tóxica, alcoolismo agudo e delirium tremens.

O sulfato de morfina pode agravar convulsões em pacientes com distúrbios convulsivos, e pode induzir ou agravar as crises em alguns aspectos clínicos.

Mantenha os comprimidos de sulfato de morfina fora do alcance das crianças. Em caso de ingestão acidental, procurar ajuda médica emergencial imediatamente.

Exclusivo Comprimido / Cápsula
Uso Pediátrico

A segurança e a eficácia em crianças com menos de 18 anos de idade ainda não foram definitivamente estabelecidas.

Exclusivo Solução Oral
Uso Pediátrico

A segurança e a eficácia em crianças ainda não foram definitivamente estabelecidas. As crianças até dois anos de idade podem ser mais susceptíveis aos efeitos do fármaco, especialmente aos efeitos depressores respiratórios.

Pacientes pediátricos em tratamento com analgésicos opioides podem apresentar excitação paradoxal. Devem sempre ser considerados os benefícios em relação aos riscos em cada criança tratada.

Pressão Intracraniana Elevada ou Trauma Craniano

O sulfato de morfina deve ser usado com extrema cautela em pacientes com enxaqueca ou pressão intracraniana elevada. Podem ocorrer variações pupilares e possível aumento da pressão do líquido cefalorraquidiano e dos efeitos depressores respiratórios de sulfato de morfina.

Insuficiência Renal ou Hepática

Pacientes com cirrose e/ou falência renal devem iniciar o tratamento com doses mais baixas de morfina, acompanhados de lenta titulação e monitoramento dos efeitos adversos.

Cirurgia ou Doença do Trato Biliar/Pancreático

Deve ser usado com cautela em pacientes com doença do trato biliar, incluindo pancreatite aguda, já que a morfina pode causar espasmo do esfincter de Oddi e diminuir as secreções biliares e pancreáticas.

Desordens do Sistema Urinário

São fundamentais o reconhecimento precoce da dificuldade de micção e a intervenção imediata nos casos de retenção urinária.

Depressão Respiratória

Sulfato de morfina deve ser usado com extrema precaução em idosos ou pacientes debilitados e em pessoas que sofrem de doenças acompanhadas de hipoxia, hipercapnia, ou obstrução das vias aéreas superiores, doença pulmonar obstrutiva crônica, crise aguda de asma ou cor pulmonale e em doentes que tem uma reserva respiratória substancialmente diminuída (por exemplo, cifoescoliose grave), ou depressão respiratória pré-existente. Nestes pacientes, até doses terapêuticas moderadas podem diminuir significativamente a ventilação pulmonar.

A depressão respiratória, se não imediatamente reconhecida e tratada, pode levar à parada respiratória e morte.

Os pacientes de risco devem utilizar sulfato de morfina somente sob supervisão médica e na menor dose eficaz. Para reduzir o risco de depressão respiratória, é essencial que seja administrado a dose adequada e haja titulação do sulfato de morfina.

Efeito Hipotensivo

A administração de morfina pode resultar em hipotensão grave incluindo hipotensão ortostática e síncope em pacientes ambulatoriais e em pacientes que tenham alteração da pressão arterial, pela depleção do volume sanguíneo ou administração conjunta de fármacos como fenotiazinas ou certos anestésicos. Evitar o uso de sulfato de morfina em pacientes com choque circulatório.

Insuficiência Adrenal

Pode ocorrer insuficiência adrenal com o uso de opioides. Se a insuficiência adrenal é diagnosticada, tratar com corticosteróides. Descontinuar o opioide para permitir que a função adrenal se recupere e continuar o tratamento com corticosteróides até que a função adrenal esteja recuperada. Não há nenhum opioide específico que é mais provável de ser associado com insuficiência adrenal.

Efeitos gastrointestinais

Dimorf®&nbsp;é contraindicado em pacientes com íleo paralítico ou com outra obstrução gastrointestinal. Pacientes com doença do trato biliar, incluindo pancreatite aguda, devem ser monitorados. A administração de morfina ou outros opioides podem mascarar o diagnóstico ou curso clínico em pacientes com condições agudas abdominais.

Efeito ao dirigir veículos e operar máquinas

O sulfato de morfina pode prejudicar as habilidades mentais e/ou físicas necessárias para realizar atividades potencialmente perigosas, como dirigir veículos ou operar máquinas.

Feocromocitoma

A morfina e outros opioides podem induzir a liberação de histamina endógena e, desse modo, estimular a liberação de catecolamina tornando-os inadequados para pacientes com feocromocitoma.

Gravidez – Categoria C: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Informe ao médico o aparecimento de reações indesejáveis.

O medicamento deve ser administrado sob supervisão médica, porque seu uso abusivo pode levar à dependência.

Este medicamento pode causar doping.

Exclusivo Cápsula:&nbsp;Atenção diabético: este medicamento contém sacarose.&nbsp;Este medicamento contém lactose.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Dimorf?

  • <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o desconhecida (n&#xE3;o pode ser estimada a partir dos dados dispon&#xED;veis).</li>

Os maiores riscos com a morfina, assim como com os outros analgésicos opioides são, depressão respiratória e, em menor grau, depressão circulatória, parada respiratória, choque e parada cardíaca. As reações adversas mais comuns observadas incluem tonturas, vertigem, sedação, náusea, vômito e transpiração.

  • <li>Sistema Nervoso Central: Euforia, desconforto, fraqueza, dor de cabe&#xE7;a, ins&#xF4;nia, sonol&#xEA;ncia, agita&#xE7;&#xE3;o, desorienta&#xE7;&#xE3;o e dist&#xFA;rbios visuais.</li> <li>Gastrintestinal: Boca seca, diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite, n&#xE1;usea, v&#xF4;mito, <a href="https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/" rel="noopener" target="_blank">constipa&#xE7;&#xE3;o</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/colica/c" target="_blank">c&#xF3;lica</a> no abd&#xF4;men.</li> <li>Cardiovascular: Rubor na face, diminui&#xE7;&#xE3;o do batimento card&#xED;aco, palpita&#xE7;&#xE3;o e desmaio.</li> <li>Geniturin&#xE1;rio: Dificuldade para urinar e redu&#xE7;&#xE3;o da libido e/ou impot&#xEA;ncia.</li> <li>Al&#xE9;rgico: Coceira, incha&#xE7;o, placas vermelhas na pele ou outras altera&#xE7;&#xF5;es na pele.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Dimorf?

Caso esqueça alguma dose, você deve tomá-la assim que possível. Entretanto, se estiver perto do horário da próxima dose, não tome o medicamento. Aguarde o horário e tome uma dose normal. Não tome doses seguidas.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Apresentações do Dimorf

Comprimido

  • <li>Embalagens contendo 50 comprimidos (5 blisteres com 10 comprimidos) de 10 mg.</li> <li>Embalagens contendo 50 comprimidos (5 blisteres com 10 comprimidos) de 30 mg.</li>

Uso oral.

Uso adulto.

Cápsula

  • <li>Embalagens contendo 60 c&#xE1;psulas duras de libera&#xE7;&#xE3;o prolongada de 30 mg.</li> <li>Embalagens contendo 60 c&#xE1;psulas duras de libera&#xE7;&#xE3;o prolongada de 60 mg.</li> <li>Embalagens contendo 60 c&#xE1;psulas duras de libera&#xE7;&#xE3;o prolongada de 100 mg.</li>

Uso oral.

Uso adulto.

Solução Oral

  • <li>Embalagens contendo 1 frasco contendo 60 mL de solu&#xE7;&#xE3;o oral + conta-gotas graduado.</li>

Uso oral.

Uso adulto e pediátrico.

10mg, caixa com 50 comprimidos

Princípio ativo
:
Sulfato De Morfina
Classe Terapêutica
:
Analgésicos Narcóticos
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
A1 Amarela (Venda sob Prescrição Médica - Este medicamento pode causar Dependência Física ou Psíquica)
Categoria
:
Analgésico E Antitérmico
Especialidade
:
Anestesiologia

Bula do medicamento

Dimorf, para o que é indicado e para o que serve?

Dimorf®&nbsp;é indicado para o alívio da dor intensa aguda e crônica.

Quais as contraindicações do Dimorf?

Comprimido / Cápsula / Solução Oral

Se você apresenta algum dos quadros abaixo, fale para seu médico, pois Dimorf®&nbsp;pode ser contraindicado em casos de:
  • <li>Sensibilidade &#xE0; morfina ou a algum componente da f&#xF3;rmula; insufici&#xEA;ncia ou <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a> respirat&#xF3;ria; depress&#xE3;o do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/c" target="_blank">sistema nervoso central</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/" rel="noopener" target="_blank">insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> secund&#xE1;ria; crise de <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/asma/c" target="_blank">asma</a> br&#xF4;nquica; <a href="https://minutosaudavel.com.br/arritmia-cardiaca-o-que-e-sintomas-tratamento-tem-cura/" rel="noopener" target="_blank">arritmia card&#xED;aca</a>; <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/dpoc/c" target="_blank"/><a href="https://consultaremedios.com.br/b/doenca-pulmonar-obstrutiva" target="_blank">doen&#xE7;a pulmonar obstrutiva</a> cr&#xF4;nica; hipercabia, aumento da press&#xE3;o intracraniana e do l&#xED;quido c&#xE9;rebro espinhal; les&#xF5;es cerebrais; <a href="https://minutosaudavel.com.br/tumor-cerebral/" rel="noopener" target="_blank">tumor cerebral</a>; <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alcoolismo/c" target="_blank">alcoolismo</a> cr&#xF4;nico; tremores; doen&#xE7;as que causam <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-convulsao-o-que-fazer-causas-sintomas-pode-matar/" rel="noopener" target="_blank">convuls&#xE3;o</a>; p&#xF3;s-cir&#xFA;rgico de cirurgia de ves&#xED;cula biliar ou de abd&#xF4;men, anastomose cir&#xFA;rgica, administra&#xE7;&#xE3;o conjunta com inibidores da MAO ou ap&#xF3;s um per&#xED;odo de 14 dias com este tratamento.</li>

Dimorf®&nbsp;está contraindicado em pacientes que apresentem obstrução gastrintestinal e íleo-paralítico.

Gravidez – Categoria C: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Exclusivo Comprimido

Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes que apresentam obstrução gastrintestinal e íleoparalítico.

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.

Exclusivo Cápsula

Atenção diabético: este medicamento contém sacarose.&nbsp;

Este medicamento contém lactose.

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.

Como usar o Dimorf?

Comprimido

Você deve tomar este medicamento por via oral, com ingestão de quantidade suficiente de líquido.

Cápsula

Dimorf® LC cápsulas é preparado especialmente para que a substância ativa seja liberada aos poucos (a liberação dura 12 horas).

Você deve tomar este medicamento por via oral, com ingestão de quantidade suficiente de líquido.

Para pacientes com dificuldades para engolir, a cápsula poderá ser aberta e seu conteúdo misturado a um alimento pastoso.

Os microgrânulos não devem ser mastigados, quebrados e/ou triturados, pois podem ser absorvidos rapidamente e gerar uma superdose.

Solução Oral

A dose deve ser individualizada pelo médico de acordo com a intensidade da dor, levando-se em consideração a idade e o peso do paciente.

A dose inicial pode ser reduzida após a obtenção de resposta inicial e manutenção da mesma por três dias.

Para melhorar o sabor, o produto pode ser diluído em suco de fruta antes da ingestão.

Você deve tomar este medicamento por via oral.

Posologia do Dimorf Comprimido

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimido</h3> <h4>Adultos</h4> <h5>In&#xED;cio do tratamento em pacientes que n&#xE3;o fazem o uso de opioides</h5> <ul> <li>05 a 30 mg a cada 4 horas ou segundo orienta&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico.</li> </ul> <p>A dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria recomendada depende do estado cl&#xED;nico do paciente e da sua toler&#xE2;ncia ao f&#xE1;rmaco. Para a maioria dos pacientes, esta dose se situa em torno de 180 mg/dia. O ajuste crescente desta dose depende de uma avalia&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica criteriosa. Doses n&#xE3;o recomendadas podem levar a ocorr&#xEA;ncia de eventos adversos.</p> <p>Para a dor de pacientes terminais, a dose deve ser administrada a cada 4 horas at&#xE9; encontrar o n&#xED;vel desejado de analgesia. Caso o paciente esteja recebendo outros <a href=\"https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/analgesicos/c\" target=\"_blank\">analg&#xE9;sicos</a> narc&#xF3;ticos, equilibrar as dosagens de modo a alcan&#xE7;ar a analgesia necess&#xE1;ria.</p> <p>A dose deve ser ajustada de acordo com a resposta individual do paciente at&#xE9; que seja obtido um n&#xED;vel aceit&#xE1;vel de analgesia, levando em considera&#xE7;&#xE3;o a melhoria da intensidade da dor e a tolerabilidade da morfina pelo paciente, sem a ocorr&#xEA;ncia de efeitos adversos intoler&#xE1;veis.</p> <h4>Manuten&#xE7;&#xE3;o do Tratamento</h4> <p>&#xC9; importante que haja uma cont&#xED;nua reavalia&#xE7;&#xE3;o do paciente que recebe <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sulfato-de-morfina/bula\" target=\"_blank\">sulfato de morfina</a>, com especial aten&#xE7;&#xE3;o para a manuten&#xE7;&#xE3;o do controle da dor e a incid&#xEA;ncia relativa dos efeitos adversos associados com o tratamento.</p> <h4>Redu&#xE7;&#xE3;o da Dose de Morfina e Descontinua&#xE7;&#xE3;o do Tratamento</h4> <p>Gradualmente reduzir a dose para prevenir os sinais e sintomas de abstin&#xEA;ncia no paciente fisicamente dependente. N&#xE3;o descontinuar abruptamente Dimorf<sup>&#xAE; </sup>comprimidos.</p> <h4>Abuso e Depend&#xEA;ncia do F&#xE1;rmaco</h4> <p>Assim como com outros opioides, alguns pacientes podem desenvolver depend&#xEA;ncia f&#xED;sica e ps&#xED;quica em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; morfina. O f&#xE1;rmaco deve ser retirado gradualmente em qualquer paciente que fa&#xE7;a o uso de doses excessivas por longos per&#xED;odos. N&#xE3;o aumente a dose sem consultar seu m&#xE9;dico.</p> <p>No tratamento de pacientes com doen&#xE7;as terminais, o benef&#xED;cio do al&#xED;vio da dor pode ter mais valor do que a possibilidade de depend&#xEA;ncia do f&#xE1;rmaco.</p> <h4>Pacientes idosos</h4> <p>Deve haver cautela na escolha da dose inicial em pacientes idosos, assim como em pacientes debilitados e com intoler&#xE2;ncia, usualmente iniciando pela dose m&#xED;nima.</p> <p><strong>Siga a orienta&#xE7;&#xE3;o do seu m&#xE9;dico, respeitando sempre os hor&#xE1;rios, as doses e a dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento. N&#xE3;o interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu m&#xE9;dico. </strong></p> <h3>C&#xE1;psula</h3> <h4>Adultos</h4> <p>Uma c&#xE1;psula de 30 mg, 60 mg ou 100 mg a cada 12 horas ou conforme recomenda&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico.</p> <p>A dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria recomendada depende do estado cl&#xED;nico do paciente e da sua toler&#xE2;ncia ao f&#xE1;rmaco. Para a maioria dos pacientes, esta dose se situa em torno de 200 mg/dia. O ajuste crescente desta dose depende de uma avalia&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica criteriosa. Doses n&#xE3;o recomendadas podem levar a ocorr&#xEA;ncia de eventos adversos. Os pacientes que est&#xE3;o tomando morfina em comprimidos normais podem passar a tomar as c&#xE1;psulas de Dimorf<sup>&#xAE;</sup> LC c&#xE1;psulas na mesma dose di&#xE1;ria (24 horas), levando-se em considera&#xE7;&#xE3;o que a dose varia para cada pessoa e deve obedecer a recomenda&#xE7;&#xE3;o do seu m&#xE9;dico.</p> <p>Utilizar a menor dose eficaz poss&#xED;vel.</p> <h4>Manuten&#xE7;&#xE3;o do Tratamento</h4> <p>&#xC9; importante que haja uma cont&#xED;nua reavalia&#xE7;&#xE3;o do paciente que recebe sulfato de morfina, com especial aten&#xE7;&#xE3;o para a manuten&#xE7;&#xE3;o do controle da dor e a incid&#xEA;ncia relativa dos efeitos adversos associados com o tratamento.</p> <h4>Redu&#xE7;&#xE3;o da Dose de Morfina e Descontinua&#xE7;&#xE3;o do Tratamento</h4> <p>Gradualmente reduzir a dose para prevenir os sinais e sintomas de abstin&#xEA;ncia no paciente fisicamente dependente. N&#xE3;o descontinuar abruptamente DIMORF<sup>&#xAE;</sup> LC c&#xE1;psulas.</p> <h4>Abuso e Depend&#xEA;ncia do F&#xE1;rmaco</h4> <p>Assim como com outros opioides, alguns pacientes podem desenvolver depend&#xEA;ncia f&#xED;sica e ps&#xED;quica em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; morfina. O f&#xE1;rmaco deve ser retirado gradualmente em qualquer paciente que fa&#xE7;a o uso de doses excessivas por longos per&#xED;odos. N&#xE3;o aumente a dose sem consultar seu m&#xE9;dico. No tratamento de pacientes com doen&#xE7;as terminais, o benef&#xED;cio do al&#xED;vio da dor pode ter mais valor do que a possibilidade de depend&#xEA;ncia do f&#xE1;rmaco.</p> <h4>Pacientes idosos</h4> <p>Deve haver cautela na escolha da dose inicial em pacientes idosos, assim como em pacientes debilitados e com intoler&#xE2;ncia, usualmente iniciando pela dose m&#xED;nima. O tratamento n&#xE3;o deve exceder o tempo necess&#xE1;rio para melhora dos sintomas.</p> <p><strong>Siga a orienta&#xE7;&#xE3;o do seu m&#xE9;dico, respeitando sempre os hor&#xE1;rios, as doses e a dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento. N&#xE3;o interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu m&#xE9;dico. </strong></p> <p><strong>Os microgr&#xE2;nulos n&#xE3;o podem ser partidos ou mastigados, por&#xE9;m a c&#xE1;psula pode ser aberta.</strong></p> <h3>Solu&#xE7;&#xE3;o Oral</h3> <p><strong>Dimorf<sup>&#xAE;</sup>&amp;nbsp;Solu&#xE7;&#xE3;o Gotas: cada 1 mL cont&#xE9;m 10 mg de sulfato de morfina que corresponde a 32 gotas. </strong></p> <h4>Dose oral em adultos</h4> <p>De 05 a 20 mg a cada 4 horas ou conforme orienta&#xE7;&#xE3;o do seu m&#xE9;dico. A dose &#xE9; uma vari&#xE1;vel dependente do paciente, portanto, doses adicionais podem ser necess&#xE1;rias para conseguir-se adequada analgesia. As doses adicionais devem ser utilizadas estritamente com orienta&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico.</p> <p>Para o controle da dor cr&#xF4;nica, intensa, em pacientes com doen&#xE7;a terminal estabelecida, este f&#xE1;rmaco deve ser administrado regularmente a cada 4 horas, na menor dose que possibilite analgesia adequada.</p> <p>A dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria recomendada depende do estado cl&#xED;nico do paciente e da sua toler&#xE2;ncia ao f&#xE1;rmaco. Para a maioria dos pacientes adultos, esta dose se situa em torno de 120 mg/dia. O ajuste crescente desta dose depende de uma avalia&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica criteriosa. Doses n&#xE3;o recomendadas podem levar a ocorr&#xEA;ncia de eventos adversos.</p> <p><strong>Observa&#xE7;&#xE3;o: </strong>A medica&#xE7;&#xE3;o pode suprimir a respira&#xE7;&#xE3;o em idosos, em casos graves e em pacientes com problemas respirat&#xF3;rios, portanto, s&#xE3;o necess&#xE1;rias doses menores do medicamento para estes pacientes.&amp;nbsp;</p> <h4>Redu&#xE7;&#xE3;o da dose de morfina</h4> <p>Durante o segundo e terceiro dias do al&#xED;vio da dor, o paciente pode <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dormir/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">dormir</a> por muitas horas. Isto n&#xE3;o quer dizer necessariamente que a dose do analg&#xE9;sico indicada pelo seu m&#xE9;dico est&#xE1; muito alta, e sim que o paciente teve al&#xED;vio da dor e conseguiu dormir. Ap&#xF3;s isto, fazer nova avalia&#xE7;&#xE3;o do paciente e, se necess&#xE1;rio, reduzir a dose. A dose, portanto, deve ser mantida por no m&#xED;nimo 3 dias, se a atividade respirat&#xF3;ria e outros sinais vitais, como press&#xE3;o arterial e pulso forem adequados. Doses menores ou completa interrup&#xE7;&#xE3;o de Dimorf<sup>&#xAE;</sup> Solu&#xE7;&#xE3;o Gotas pode ser necess&#xE1;rio devido a mudan&#xE7;as fisiol&#xF3;gicas ou piora do estado mental do paciente.</p> <h4>Dose oral pedi&#xE1;trica</h4> <p>A dose ser&#xE1; estipulada pelo m&#xE9;dico de acordo com a gravidade da dor, levando-se em considera&#xE7;&#xE3;o a idade e o peso do paciente. Utilize sempre o conta-gotas para que uma dose maior n&#xE3;o seja administrada.</p> <p>A dose m&#xE9;dia recomendada de Dimorf<sup>&#xAE;</sup> Solu&#xE7;&#xE3;o Gotas &#xE9; de 0,1 a 0,5 mg/kg.</p> <p>A dose m&#xE1;xima di&#xE1;ria deve ser individualizada pelo m&#xE9;dico de acordo com a intensidade da dor, levando-se em considera&#xE7;&#xE3;o a idade, o peso e a tolerabilidade do paciente. O ajuste crescente desta dose depende de uma avalia&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica criteriosa. Doses n&#xE3;o recomendadas podem levar a ocorr&#xEA;ncia de eventos adversos graves.</p> <p>Dimorf<sup>&#xAE;&amp;nbsp;</sup>solu&#xE7;&#xE3;o gotas n&#xE3;o &#xE9; recomendado para crian&#xE7;as menores de 2 anos.</p> <p>Devem sempre ser considerados os benef&#xED;cios em rela&#xE7;&#xE3;o aos riscos em cada crian&#xE7;a tratada.</p> <h4>Abuso e depend&#xEA;ncia do f&#xE1;rmaco</h4> <p>Assim como com outros opioides, alguns pacientes podem desenvolver depend&#xEA;ncia f&#xED;sica e ps&#xED;quica em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; morfina. Eles podem aumentar a dose sem consultar o m&#xE9;dico e subsequentemente podem desenvolver a depend&#xEA;ncia f&#xED;sica do f&#xE1;rmaco. Em tais casos a interrup&#xE7;&#xE3;o abrupta pode precipitar sintomas t&#xED;picos de abstin&#xEA;ncia, incluindo convuls&#xF5;es. N&#xE3;o modifique a dose do medicamento recomendada ou pare de tom&#xE1;-lo sem o consentimento do seu m&#xE9;dico.</p> <p>Nos casos de suspeita de depend&#xEA;ncia, o medicamento deve ser retirado gradualmente segundo instru&#xE7;&#xF5;es do m&#xE9;dico.</p> <p>No tratamento de pacientes com doen&#xE7;as terminais, o benef&#xED;cio do al&#xED;vio da dor pode ter mais valor do que a possibilidade de depend&#xEA;ncia do f&#xE1;rmaco.</p> <h4>Pacientes idosos</h4> <p>Deve haver cautela na escolha da dose inicial em pacientes idosos, assim como em pacientes debilitados e com intoler&#xE2;ncia, usualmente iniciando pela dose m&#xED;nima. O tratamento n&#xE3;o deve exceder o tempo necess&#xE1;rio para melhora dos sintomas.</p> <p><strong>Siga a orienta&#xE7;&#xE3;o do seu m&#xE9;dico, respeitando sempre os hor&#xE1;rios, as doses e a dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento. N&#xE3;o interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu m&#xE9;dico.</strong></p> "}

Como o Dimorf funciona?

Comprimido / Solução Oral

A morfina age sobre o sistema nervoso central e outros órgãos do corpo. Seu principal efeito é o alívio das dores intensas.

O tempo para o efeito é de 1 a 2 horas. A duração da ação, somente em pacientes não tolerantes, para a forma oral é de 4 a 5 horas. A substância é eliminada principalmente pelos rins.

Cápsula

A morfina age sobre o sistema nervoso central e em outros órgãos do corpo. Seu principal efeito é o alívio das dores intensas.

O início do efeito é rápido e o alívio da dor, quando se utilizam as cápsulas LC (liberação cronogramada), pode chegar a até 12 horas. O medicamento é eliminado principalmente pelos rins.

Quais cuidados devo ter ao usar o Dimorf?

Comprimido / Cápsula / Solução Oral

Os pacientes que utilizam opioides com benzodiazepinicos, outros medicamentos depressores do SNC (Sistema Nervoso Central) ou álcool devem procurar atendimento médico imediatamente se apresentarem sintomas de tontura ou mal-estar, sonolência extrema, respiração lenta ou difícil, ou ausência de resposta. A ausência de resposta significa que a pessoa não responde ou reage normalmente ou você não pode acordá-la. Fale com seu profissional de saúde se tiver dúvidas ou preocupações sobre a ingestão de opioides ou benzodiazepínicos.

Dependência

A morfina pode causar dependência física ou psíquica, caracterizada por alguns ou todos os seguintes sintomas: inquietação, lacrimejamento, rinorreia, bocejos, sudorese, tremores, piloereção, mialgia, midríase, irritabilidade, ansiedade, dores nas costas, dor nas articulações, fraqueza, cólicas abdominais, insônia, náuseas, anorexia, vômitos, diarreia, aumento da pressão arterial, frequência respiratória, ou frequência cardíaca.

Evitar o uso de analgésicos agonista/antagonista mistos (ex: pentazocina, nalbufina e butorfanol) ou agonista parcial (buprenorfina) se você faz tratamento com opioide, incluindo sulfato de morfina.

Não descontinuar abruptamente Dimorf®, reduzir a dose gradualmente.

Uso indevido, abuso e uso recreativo de opioides

O sulfato de morfina é uma substância controlada procurada por usuários de drogas e pessoas com distúrbios viciosos. Seu uso recreativo é um ato sujeito a sanção penal.

Pode ocorrer abuso do sulfato de morfina por esmagar, mastigar, inalar ou injetar o produto. Estas práticas podem resultar em superdose e morte. Riscos são maiores em pacientes com histórico familiar de abuso de substâncias (incluindo drogas ou dependência de álcool) ou doença mental (ex: depressão).

Preocupações sobre abuso, dependência, e o uso recreativo não devem impedir o manejo correto da dor. Os profissionais de saúde devem obter informações sobre como prevenir e detectar o abuso ou uso recreativo deste fármaco.

Dimorf®&nbsp;é destinado apenas para uso oral. Abuso de sulfato de morfina representa um risco de superdose e morte. O risco é aumentado com o uso concomitante de álcool e outras substâncias.

Exclusivo Cápsula:&nbsp;Considerando que os produtos de liberação modificada, tais como Dimorf® cápsulas de liberação prolongada, permitem que a substância ativa seja liberada gradualmente em um período de tempo prolongado, há um maior risco de superdose e morte devido à maior quantidade de morfina presente.

Carcinogenicidade

Não foram conduzidos estudos em animais que demonstrem a potencial carcinogenicidade da morfina.

Mutagenicidade

Não há estudos formais para avaliar o potencial mutagênico da morfina.

Diminuição da Fertilidade

Não foram realizados estudos formais para avaliar o potencial de morfina na diminuição da fertilidade.

Vários estudos não clínicos da literatura demonstraram efeitos adversos sobre a fertilidade masculina no rato devido a exposição à morfina, incluindo a redução das gravidezes totais, maior incidência de pseudogravidezes, e redução nos locais de implantação. Estudos da literatura também relataram alterações nos níveis hormonais (ex: testosterona, hormônio luteinizante, corticosterona) após o tratamento com morfina.

Efeitos Teratogênicos

Não foram conduzidos estudos para avaliar os efeitos teratogênicos da morfina em animais. Também não se sabe se a morfina pode causar danos fetais quando administrada a mulheres grávidas ou se pode afetar a capacidade reprodutiva.

O sulfato de morfina deve ser administrado em pacientes grávidas somente se a necessidade de analgesia por opioides claramente ultrapassar os riscos potenciais ao feto.

Exclusivo Solução Oral:&nbsp;O sulfato de morfina não é teratogênico em ratos com 35 mg/kg/dia (35 vezes a dose humana usual), mas resultou em um aumento na mortalidade dos filhotes e retardou o crescimento em doses maiores que 10 mg/kg/dia (10 vezes a dose humana usual).

Trabalho de Parto e Parto

Opioides atravessam a placenta e podem produzir depressão respiratória e efeitos psico-fisiológicos em recémnascidos. O sulfato de morfina não é recomendado para uso em mulheres durante e imediatamente antes do parto.

Ocasionalmente, os analgésicos opioides podem prolongar o trabalho de parto por meio de ações que reduzam&nbsp;temporariamente a força, a duração e a frequência das contrações uterinas. No entanto, este efeito não é consistente e pode ser compensado por um aumento da taxa de dilatação cervical, o que tende a encurtar trabalho.

Amamentação

A morfina é excretada no leite humano. Devido ao potencial do sulfato de morfina causar reações adversas graves em lactentes, incluindo depressão respiratória, sedação e, possivelmente, sintomas de abstinência, deve haver muito cuidado na administração e descontinuação do fármaco a pacientes que estejam amamentando.

Síndrome de Abstinência Neonatal

Os recém-nascidos de mães que receberam morfina cronicamente podem apresentar síndrome de abstinência neonatal. Manifestações desta síndrome incluem irritabilidade, hiperatividade, padrão de sono anormal, choro estridente, tremor, vômitos, diarreia, perda de peso, e incapacidade de ganhar peso. O tempo e a quantidade de última dose ingerida pela mãe e a taxa de eliminação do fármaco do recém-nascido pode afetar o início de ação, duração, e a gravidade da desordem. Quando ocorrem sintomas graves, a intervenção farmacológica pode ser necessária.

Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco
Uso em idosos

Os pacientes idosos (com 65 anos ou mais) podem ter maior sensibilidade ao sulfato de morfina. Desta forma, devem ingerir a menor dose possível de sulfato de morfina.

Gênero

Alguns estudos mostraram um aumento da sensibilidade aos efeitos adversos de sulfato de morfina, incluindo depressão respiratória, em mulheres em comparação com homens.

Pacientes com Risco Especial

A morfina deve ser administrada com precaução e a dose inicial deve ser reduzida em pacientes idosos ou debilitados e naqueles com graves danos na função hepática ou renal, hipotireoidismo, doença de Addison, hipertrofia prostática ou estreitamento uretral. Administrar sulfato de morfina com cautela em pacientes com incapacidade de deglutição, depressão do SNC, psicose tóxica, alcoolismo agudo e delirium tremens.

O sulfato de morfina pode agravar convulsões em pacientes com distúrbios convulsivos, e pode induzir ou agravar as crises em alguns aspectos clínicos.

Mantenha os comprimidos de sulfato de morfina fora do alcance das crianças. Em caso de ingestão acidental, procurar ajuda médica emergencial imediatamente.

Exclusivo Comprimido / Cápsula
Uso Pediátrico

A segurança e a eficácia em crianças com menos de 18 anos de idade ainda não foram definitivamente estabelecidas.

Exclusivo Solução Oral
Uso Pediátrico

A segurança e a eficácia em crianças ainda não foram definitivamente estabelecidas. As crianças até dois anos de idade podem ser mais susceptíveis aos efeitos do fármaco, especialmente aos efeitos depressores respiratórios.

Pacientes pediátricos em tratamento com analgésicos opioides podem apresentar excitação paradoxal. Devem sempre ser considerados os benefícios em relação aos riscos em cada criança tratada.

Pressão Intracraniana Elevada ou Trauma Craniano

O sulfato de morfina deve ser usado com extrema cautela em pacientes com enxaqueca ou pressão intracraniana elevada. Podem ocorrer variações pupilares e possível aumento da pressão do líquido cefalorraquidiano e dos efeitos depressores respiratórios de sulfato de morfina.

Insuficiência Renal ou Hepática

Pacientes com cirrose e/ou falência renal devem iniciar o tratamento com doses mais baixas de morfina, acompanhados de lenta titulação e monitoramento dos efeitos adversos.

Cirurgia ou Doença do Trato Biliar/Pancreático

Deve ser usado com cautela em pacientes com doença do trato biliar, incluindo pancreatite aguda, já que a morfina pode causar espasmo do esfincter de Oddi e diminuir as secreções biliares e pancreáticas.

Desordens do Sistema Urinário

São fundamentais o reconhecimento precoce da dificuldade de micção e a intervenção imediata nos casos de retenção urinária.

Depressão Respiratória

Sulfato de morfina deve ser usado com extrema precaução em idosos ou pacientes debilitados e em pessoas que sofrem de doenças acompanhadas de hipoxia, hipercapnia, ou obstrução das vias aéreas superiores, doença pulmonar obstrutiva crônica, crise aguda de asma ou cor pulmonale e em doentes que tem uma reserva respiratória substancialmente diminuída (por exemplo, cifoescoliose grave), ou depressão respiratória pré-existente. Nestes pacientes, até doses terapêuticas moderadas podem diminuir significativamente a ventilação pulmonar.

A depressão respiratória, se não imediatamente reconhecida e tratada, pode levar à parada respiratória e morte.

Os pacientes de risco devem utilizar sulfato de morfina somente sob supervisão médica e na menor dose eficaz. Para reduzir o risco de depressão respiratória, é essencial que seja administrado a dose adequada e haja titulação do sulfato de morfina.

Efeito Hipotensivo

A administração de morfina pode resultar em hipotensão grave incluindo hipotensão ortostática e síncope em pacientes ambulatoriais e em pacientes que tenham alteração da pressão arterial, pela depleção do volume sanguíneo ou administração conjunta de fármacos como fenotiazinas ou certos anestésicos. Evitar o uso de sulfato de morfina em pacientes com choque circulatório.

Insuficiência Adrenal

Pode ocorrer insuficiência adrenal com o uso de opioides. Se a insuficiência adrenal é diagnosticada, tratar com corticosteróides. Descontinuar o opioide para permitir que a função adrenal se recupere e continuar o tratamento com corticosteróides até que a função adrenal esteja recuperada. Não há nenhum opioide específico que é mais provável de ser associado com insuficiência adrenal.

Efeitos gastrointestinais

Dimorf®&nbsp;é contraindicado em pacientes com íleo paralítico ou com outra obstrução gastrointestinal. Pacientes com doença do trato biliar, incluindo pancreatite aguda, devem ser monitorados. A administração de morfina ou outros opioides podem mascarar o diagnóstico ou curso clínico em pacientes com condições agudas abdominais.

Efeito ao dirigir veículos e operar máquinas

O sulfato de morfina pode prejudicar as habilidades mentais e/ou físicas necessárias para realizar atividades potencialmente perigosas, como dirigir veículos ou operar máquinas.

Feocromocitoma

A morfina e outros opioides podem induzir a liberação de histamina endógena e, desse modo, estimular a liberação de catecolamina tornando-os inadequados para pacientes com feocromocitoma.

Gravidez – Categoria C: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Informe ao médico o aparecimento de reações indesejáveis.

O medicamento deve ser administrado sob supervisão médica, porque seu uso abusivo pode levar à dependência.

Este medicamento pode causar doping.

Exclusivo Cápsula:&nbsp;Atenção diabético: este medicamento contém sacarose.&nbsp;Este medicamento contém lactose.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Dimorf?

  • <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o desconhecida (n&#xE3;o pode ser estimada a partir dos dados dispon&#xED;veis).</li>

Os maiores riscos com a morfina, assim como com os outros analgésicos opioides são, depressão respiratória e, em menor grau, depressão circulatória, parada respiratória, choque e parada cardíaca. As reações adversas mais comuns observadas incluem tonturas, vertigem, sedação, náusea, vômito e transpiração.

  • <li>Sistema Nervoso Central: Euforia, desconforto, fraqueza, dor de cabe&#xE7;a, ins&#xF4;nia, sonol&#xEA;ncia, agita&#xE7;&#xE3;o, desorienta&#xE7;&#xE3;o e dist&#xFA;rbios visuais.</li> <li>Gastrintestinal: Boca seca, diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite, n&#xE1;usea, v&#xF4;mito, <a href="https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/" rel="noopener" target="_blank">constipa&#xE7;&#xE3;o</a> e <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/colica/c" target="_blank">c&#xF3;lica</a> no abd&#xF4;men.</li> <li>Cardiovascular: Rubor na face, diminui&#xE7;&#xE3;o do batimento card&#xED;aco, palpita&#xE7;&#xE3;o e desmaio.</li> <li>Geniturin&#xE1;rio: Dificuldade para urinar e redu&#xE7;&#xE3;o da libido e/ou impot&#xEA;ncia.</li> <li>Al&#xE9;rgico: Coceira, incha&#xE7;o, placas vermelhas na pele ou outras altera&#xE7;&#xF5;es na pele.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Dimorf?

Caso esqueça alguma dose, você deve tomá-la assim que possível. Entretanto, se estiver perto do horário da próxima dose, não tome o medicamento. Aguarde o horário e tome uma dose normal. Não tome doses seguidas.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Dimorf?

Comprimido

Cada comprimido de 10 mg contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:257px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de morfina pentaidratado</p> </td> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\">10 mg*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:257px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente à 8,81 mg de sulfato de morfina.

Excipientes: estearato de magnésio, povidona, celulose microcristalina, dióxido de silício, croscarmelose sódica, metabissulfito de sódio.

Cada comprimido de 30 mg contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de morfina pentaidratado</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">30 mg*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente à 26,44 mg de sulfato de morfina.

Excipientes: estearato de magnésio, povidona, celulose microcristalina, dióxido de silício, croscarmelose sódica, metabissulfito de sódio, corante azul FD&C N.º 2.

Cápsula

Cada cápsula dura de liberação prolongada de 30 mg contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de morfina pentaidratado</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">30 mg*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">1 c&#xE1;psula</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente à 26,44 mg de sulfato de morfina.

Excipientes: lactose, dimeticona, microgrânulos de sacarose, trietil citrato, dióxido de silício, eudragit, talco.

Cada cápsula dura de liberação prolongada de 60 mg contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de morfina pentaidratado</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">60 mg*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">1 c&#xE1;psula</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente à 52,88 mg de sulfato de morfina.

Excipientes: lactose, dimeticona, microgrânulos de sacarose, trietil citrato, dióxido de silício, eudragit, talco.

Cada cápsula dura de liberação prolongada de 100 mg contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de morfina pentaidratado</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">100 mg*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">1 c&#xE1;psula</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente à 88,13 mg de sulfato de morfina.

Excipientes: lactose, dimeticona, microgrânulos de sacarose, trietil citrato, dióxido de silício, eudragit, talco.

Solução Oral

Cada mL de solução gotas (correspondente a 32 gotas) contém:
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de morfina pentaidratado</p> </td> <td style=\"width:239px\"> <p style=\"text-align:center\">10&amp;nbsp;mg*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:255px\"> <p style=\"text-align:center\">Ve&#xED;culo q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:239px\"/></tr></tbody></table>"],"rows":[]}}

Apresentações do Dimorf

Comprimido

  • <li>Embalagens contendo 50 comprimidos (5 blisteres com 10 comprimidos) de 10 mg.</li> <li>Embalagens contendo 50 comprimidos (5 blisteres com 10 comprimidos) de 30 mg.</li>

Uso oral.

Uso adulto.

Cápsula

  • <li>Embalagens contendo 60 c&#xE1;psulas duras de libera&#xE7;&#xE3;o prolongada de 30 mg.</li> <li>Embalagens contendo 60 c&#xE1;psulas duras de libera&#xE7;&#xE3;o prolongada de 60 mg.</li> <li>Embalagens contendo 60 c&#xE1;psulas duras de libera&#xE7;&#xE3;o prolongada de 100 mg.</li>

Uso oral.

Uso adulto.

Solução Oral

  • <li>Embalagens contendo 1 frasco contendo 60 mL de solu&#xE7;&#xE3;o oral + conta-gotas graduado.</li>

Uso oral.

Uso adulto e pediátrico.

Fabricante: Cristália

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