Cristália Dolosal

50mg/mL, caixa com 25 ampolas com 2mL de solução de uso intramuscular, subcutâneo ou intravenoso (embalagem hospitalar)

Princípio ativo
:
Cloridrato De Petidina
Classe Terapêutica
:
Analgésicos Narcóticos
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
A1 Amarela (Venda sob Prescrição Médica - Este medicamento pode causar Dependência Física ou Psíquica)
Categoria
:
Analgésico E Antitérmico
Especialidade
:
Anestesiologia, Cardiologia, Ginecologia, Oftalmologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Dolosal, para o que é indicado e para o que serve?

Este medicamento é destinado ao tratamento de episódio agudo de dor moderada à grave e espasmos (contrações involuntárias de um músculo ou grupo muscular) de várias etiologias (causas), tais como: infarto agudo do miocárdio (morte (necrose) de parte do músculo cardíaco por falta de aporte adequado de nutrientes e oxigênio), glaucoma agudo (aumento da pressão intraocular), pós-operatórios, dor consequente à neoplasia maligna (tumor maligno), espasmos da musculatura lisa do trato gastrintestinal, biliar, urogenital e vascular, rigidez e espasmos do orifício interno do colo uterino (do útero) durante trabalho de parto e tetania uterina (transtorno caracterizado por puxões musculares, cãibras e espasmo no útero).

Dolosal® pode ser empregado, ainda, como pré-anestésico ou como terapia de apoio ao procedimento anestésico.

Como o Dolosal funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>O efeito de Dolosal<sup>&#xAE;</sup> se inicia poucos minutos ap&#xF3;s sua administra&#xE7;&#xE3;o.</p> "}

Quais as contraindicações do Dolosal?

Dolosal® não deve ser utilizado em pacientes com alergia ou intolerância conhecida à petidina ou qualquer um dos excipientes.

Dolosal® não deve ser utilizado nas seguintes situações:

  • <li>Pacientes com depend&#xEA;ncia a opioides (medicamentos derivados da morfina para controle da dor).</li> <li>Terapia de reposi&#xE7;&#xE3;o nos casos onde h&#xE1; uma toler&#xE2;ncia a opioides.</li> <li>Durante a amamenta&#xE7;&#xE3;o.</li> <li>Tratamento junto com inibidores da MAO (classe de medicamentos utilizados para tratar a <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a>) ou dentro de 14 dias ap&#xF3;s utiliza&#xE7;&#xE3;o desses medicamentos.</li> <li>Insufici&#xEA;ncia respirat&#xF3;ria (dificuldade respirat&#xF3;ria) severa.</li>

Este medicamento é contraindicado em crianças.

Como usar o Dolosal?

Dolosal® somente deve ser utilizado sob rigoroso controle médico, pois pode provocar dependência física. A interrupção brusca do uso de Dolosal® pode desencadear síndrome de abstinência (conjunto de modificações orgânicas que se dão em razão da retirada abrupta do medicamento), nos casos de uso prolongado.

Dolosal® é administrado principalmente por via intramuscular, mas também pode ser administrada por via subcutânea ou intravenosa.

A dose única preconizada para adultos é:

Via intramuscular e subcutânea - 25 a 150 mg.

Via intravenosa - 25 a 100 mg.&nbsp;

Em emergências, exemplo: rápido alívio de cólicas agudas ou outra dor grave, 25-50 mg (em pacientes fortes: 50-100 mg) são administrados por injeção intravenosa lenta (1 a 2 minutos) - preferencialmente com 10 mL de solução fisiológica ou glicosada 10 %. Caso você estiver em condição física precária, com dor tão severa que torna a via intravenosa desejável, é melhor o médico administrar até 50 mg de Dolosal® diluída com glicose ou solução salina por injeção intravenosa e o restante da ampola via intramuscular.

Esta posologia poderá ser repetida a critério médico, desde que se observe um intervalo não inferior a 3 a 4 h em relação à primeira administração. Como precaução não deve ser ultrapassada a dose diária de 500 mg.

Dolosal® pode ser diluído em solução de glicose 5%, soro fisiológico a 0,9% e ringer lactato.

A dose deve ser ajustada de acordo com a gravidade da dor e a resposta do paciente.

Injeções intravenosas devem ser administradas vagarosamente, preferencialmente em uma solução diluída a fim de reduzir o risco de reações adversas respiratórias ou cardiovasculares severas.

Injeções intramusculares de petidina devem ser administradas dentro de músculos grandes.

Não há estudos dos efeitos de Dolosal® administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via intravenosa, intramuscular ou subcutânea, conforme recomendado pelo médico.

Populações especiais

Em pacientes com disfunção hepática (do fígado) ou renal (dos rins), a ação de Dolosal® pode ser prolongada ou potencializada. Nestes casos a dose deve ser reduzida e/ou o intervalo entre as doses aumentadas.

Pacientes pediátricos

A segurança e a eficácia de petidina em pacientes pediátricos não foram estabelecidas.

Pacientes idosos

A dose diária de petidina deve ser reduzida nesses pacientes.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Dolosal?

{"tag":"hr","value":" <p>A petidina tem um potencial para produzir depend&#xEA;ncia. Podem ocorrer, toler&#xE2;ncia, depend&#xEA;ncia mental, depend&#xEA;ncia f&#xED;sica, s&#xED;ndrome da retirada e abuso. A petidina deve ser usada com cuidado em pacientes com hist&#xF3;rico de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alcoolismo/c\" target=\"_blank\">alcoolismo</a> cr&#xF4;nico e depend&#xEA;ncia por outras drogas.</p> <p>Os sintomas da s&#xED;ndrome da retirada incluem bocejo, midr&#xED;ase (pupila dilatada), lacrimejamento, rinorreia (corrimento nasal), sudorese, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/desidratacao/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">desidrata&#xE7;&#xE3;o</a>, perda de peso, hipertermia, calafrios, taquicardia, polipn&#xE9;ia (respira&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida), aumento da press&#xE3;o arterial, astenia (fraqueza), <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/ansiedade/c\" target=\"_blank\">ansiedade</a>, inquieta&#xE7;&#xE3;o, irritabilidade, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/insonia/c\" target=\"_blank\">ins&#xF4;nia</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/dor-de-cabeca-e-enxaqueca/c\" target=\"_blank\">dor de cabe&#xE7;a</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/anorexia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">anorexia</a>, n&#xE1;usea (enjoo), <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/nauseas/c\" target=\"_blank\">v&#xF4;mito</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c\" target=\"_blank\">diarreia</a>, c&#xF3;licas abdominais, contra&#xE7;&#xF5;es musculares, mialgia (dor muscular) e dor nas juntas. Para prevenir a&amp;nbsp;s&#xED;ndrome da retirada, o tratamento deve ser descontinuado com redu&#xE7;&#xE3;o progressiva da dose.</p> <p>Caso seja esquecida a administra&#xE7;&#xE3;o de uma dose, a mesma deve ser administrada assim que poss&#xED;vel. No entanto, se estiver pr&#xF3;ximo do hor&#xE1;rio da dose seguinte, espere por este hor&#xE1;rio, respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo tempo.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Dolosal?

Dolosal® não deve ser utilizado em pacientes nos quais a depressão respiratória (diminuição da função respiratória) deve ser evitada e em pacientes com alterações do centro respiratório, aumento da pressão intracraniana, alteração da consciência, dependência de drogas, medicamentos ou álcool ou em casos de hipotensão (pressão baixa) devido à hipovolemia (diminuição do volume líquido circulante nos vasos sanguíneos).

A petidina não deve ser administrada para tratamento da dor crônica. A petidina deve ser administrada somente no&nbsp;tratamento de episódios agudos de dor moderada à grave, para prevenir reações adversas secundárias devido ao acúmulo do metabólito norpetidina.

A petidina deve ser administrada com cuidado em pacientes com as seguintes condições:

  • <li>Dano craniano ou aumento da press&#xE3;o intracraniana (se ocorre depress&#xE3;o respirat&#xF3;ria ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de petidina, a press&#xE3;o intracraniana pode ser aumentada);</li> <li>Fun&#xE7;&#xE3;o respirat&#xF3;ria prejudicada;</li> <li>Hipotens&#xE3;o (press&#xE3;o baixa) e hipovolemia (redu&#xE7;&#xE3;o do volume l&#xED;quido do corpo);</li> <li>Taquicardia (acelera&#xE7;&#xE3;o do ritmo card&#xED;aco) supraventricular, devido a uma poss&#xED;vel atividade vagol&#xED;tica;</li> <li>Diminui&#xE7;&#xE3;o da consci&#xEA;ncia;</li> <li>Hist&#xF3;rico de convuls&#xF5;es (contra&#xE7;&#xF5;es s&#xFA;bitas e involunt&#xE1;rias dos m&#xFA;sculos secund&#xE1;rias &#xE0;s descargas el&#xE9;tricas cerebrais);</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/tireoide/hipotireoidismo/c" target="_blank">Hipotireoidismo</a> (produ&#xE7;&#xE3;o insuficiente de horm&#xF4;nio pela gl&#xE2;ndula <a href="https://consultaremedios.com.br/tireoide/c" target="_blank">tireoide</a>), uma vez que os <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/analgesicos/c" target="_blank">analg&#xE9;sicos</a> opioides podem diminuir a produ&#xE7;&#xE3;o de tirotropina pelo hipot&#xE1;lamo;</li> <li>Insufici&#xEA;ncia adrenocortical (fal&#xEA;ncia da gl&#xE2;ndula suprarenal), uma vez que os analg&#xE9;sicos opioides podem diminuir a produ&#xE7;&#xE3;o de cortisol;</li> <li>Hipertrofia prost&#xE1;tica (aumento nas c&#xE9;lulas que constituem a pr&#xF3;stata levando ao aumento do &#xF3;rg&#xE3;o) ou estreitamento da uretra devido ao risco de reten&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria (incapacidade da bexiga de esvaziar-se, parcial ou completamente);</li> <li>Condi&#xE7;&#xF5;es abdominais agudas, a administra&#xE7;&#xE3;o de petidina ou outros narc&#xF3;ticos, pode mascarar o diagn&#xF3;stico ou o tratamento cl&#xED;nico em pacientes nessas condi&#xE7;&#xF5;es.</li>

Combinação com depressores do SNC (Sistema Nervoso Central)

Riscos decorrentes da utilização concomitante de opioides e benzodiazepínicos

O uso concomitante de opioides, incluindo a petidina, com benzodiazepínicos pode resultar em sedação, depressão respiratória, coma e morte.

Se o médico decidir pela prescrição de Dolosal® concomitantemente com benzodiazepínicos, as doses devem ser as mais baixas, desde que eficazes e por menor tempo possível. Além disso, os pacientes devem ser acompanhados de perto para sinais e sintomas de sedação e depressão respiratória.

Riscos associados ao uso concomitante de opioides e álcool

O uso concomitante de opioides, incluindo Dolosal®, com álcool, pode resultar em sedação, depressão respiratória, coma e morte. O uso concomitante com álcool não é recomendado.

Quando a petidina é usada em combinação com outros depressores do Sistema Nervoso Central como morfina, analgésicos, barbitúricos, há um aumento do risco de depressão respiratória que pode ser fatal.

Síndrome da serotonina

Devido ao risco de síndrome da serotonina (condição causada pela estimulação exacerbada de receptores serotoninérgicos centrais e periféricos), a petidina não deve ser utilizada em combinação com produtos serotoninérgicos (produtos que estimulam os receptores serotoninérgicos do sistema nervoso).

Dependência química e síndrome da retirada

A petidina tem potencial para produzir dependência química. Podem ocorrer tolerância, dependência mental, dependência física, síndrome da retirada e abuso. A petidina deve ser usada com cuidado em pacientes com histórico de alcoolismo crônico e dependência por outras drogas.

Os sintomas da síndrome da retirada incluem bocejo, midríase (pupila dilatada), lacrimejamento, rinorreia (corrimento nasal), sudorese, desidratação, perda de peso, hipertermia (febre), calafrios, taquicardia (aceleração do ritmo cardíaco), polipnéia (respiração rápida e ofegante), aumento da pressão arterial, astenia (fraqueza), ansiedade, inquietação, irritabilidade, insônia, dor de cabeça, anorexia (redução ou perda do apetite), náusea (enjoo), vômito, diarreia, cólicas abdominais, contrações musculares, mialgia (dor muscular) e dor nas juntas. Para prevenir a síndrome da retirada, o tratamento deve ser descontinuado com redução progressiva da dose ao longo do tempo.

Miopatia fibrosa (doença que acomete o músculo) foi observada após injeções intramusculares repetidas de petidina.

Administração parenteral

Depressão respiratória pode ser mais frequente e mais severa após injeção intravenosa.

  • <li>Efeitos excitat&#xF3;rios do SNC (Sistema Nervoso Central): tremor, movimentos involunt&#xE1;rios de m&#xFA;sculos (contra&#xE7;&#xF5;es musculares) (por exemplo, espasmos musculares, mioclonia (pequenas contra&#xE7;&#xF5;es musculares s&#xFA;bitas e involunt&#xE1;rias)), convuls&#xF5;es s&#xE3;o mais frequentes ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o parenteral e em altas doses.</li> <li>Em doses recomendadas, a hipotens&#xE3;o (press&#xE3;o baixa) pode ser severa em pacientes idosos recebendo inje&#xE7;&#xE3;o intravenosa.</li>

Gravidez e amamentação

Embora até o momento não tenham sido observados efeitos teratogênicos (que causam malformação em recém-nascido) ou mutagênicos (que causam mutações) atribuíveis ao uso deDolosal®&nbsp;, este não deve ser administrado durante os três primeiros meses de gravidez. Existem dados muito limitados sobre o uso de petidina em mulheres grávidas. Não há dados confiáveis sobre teratogênese em animais.

A petidina atravessa a barreira placentária e pode causar depressão respiratória, diminuição da frequência cardíaca e depressão da função neurocomportamental incluindo dificuldade de alimentação nos recém-nascidos. Assim a petidina não é recomendada durante a gravidez incluindo o trabalho de parto.

A petidina é eliminada no leite materno. Devido ao risco de sérias reações adversas em crianças em fase de amamentação, o médico deve tomar a decisão quanto a interrupção da amamentação ou a descontinuação do uso do medicamento levando em consideração o benefício do aleitamento para a criança e o benefício da terapia para a mãe.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.

Alterações na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

Devido ao estado de alerta prejudicado e tonturas que podem ser causadas pela petidina, os pacientes devem ser advertidos dos perigos de dirigir veículos ou operar máquinas enquanto estiverem sob tratamento.

Este medicamento pode causar doping.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Dolosal?

  • <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li>

Especialmente após a administração intravenosa podem ocorrer efeitos vagotrópicos, tais como bradicardia (diminuição da frequência cardíaca), mas também taquicardia (aceleração do ritmo cardíaco), hipotensão (pressão baixa), broncoespasmo (contração dos brônquios levando a chiado no peito), miose (constrição da pupila), soluço, náusea (enjoo), tontura, confusão e mais raramente vômito.

Após aplicação por via intravenosa, podem ocorrer dor e eritema (vermelhidão) no local da aplicação.

Dificuldade de micção (urinar) e constipação (prisão de ventre) podem ocorrer como resultado de um aumento do tônus da musculatura (aumento da tensão muscular) lisa periférica particularmente durante tratamento a longo prazo.

Em nível central pode ocorrer sedação, euforia e depressão respiratória.

Podem ocorrer convulsões, especialmente se você estiver recebendo altas doses de Dolosal® e em casos de alterações pré-existentes da função renal e de aumento da susceptibilidade às convulsões (por exemplo, causadas por certos fármacos).

Dolosal® pode induzir dependência.

No uso obstétrico, as reações adversas de Dolosal® podem afetar o recém-nascido. Atenção especial deve ser dada à possibilidade de ocorrer depressão respiratória. Por esta razão, o recém-nascido deve ficar em observação por no mínimo 6 horas após o nascimento, até que não haja depressão respiratória significativa. Se houver depressão respiratória poderão ser administrados antagonistas (que inibem a função) opiáceos (exemplo: naloxona).

Podem ocorrer reações de alergia ou intolerância. Choque anafilático (reação alérgica grave) é raro, porém com risco de vida caso ocorra. Geralmente, devem-se tomar as medidas terapêuticas clássicas, quais sejam: aos primeiros sinais, sudorese (suor), náusea, cianose (coloração azulada da pele e membranas mucosas), interromper a injeção imediatamente, mas deixar a cânula venosa no lugar ou realizar canulação venosa. Adicionalmente, deve-se ter certeza de que o paciente permaneça deitado com as pernas levantadas e vias aéreas desobstruídas.

Dolosal® pode afetar o estado de alerta e tempo de reação e assim, a capacidade de dirigir, atravessar a rua ou operar máquinas estará prejudicada. O uso junto com álcool aumenta esse risco.

Caso alguma reação adversa seja percebida, o médico deve ser consultado.

Desordens do sistema imune, principalmente após injeção parenteral:

Reações de hipersensibilidade (alérgicas):

Anafilaxia (reação de hipersensibilidade, conhecida popularmente como alergia) incluindo choque (colapso circulatório em que existe um fluxo sanguíneo inadequado para os tecidos e células do corpo).

Liberação de histamina levando à hipotensão e/ou taquicardia, rubor, sudorese e prurido.

Desordens psiquiátricas

Desorientação, confusão, delírio, alucinações, mudanças de humor (euforia, disforia) e agitação.

Desordens do sistema nervoso

Sedação, vertigem (tontura), tremor, movimento involuntário dos músculos e convulsões.

Desordens cardíacas

Infarto do miocárdio (no contexto da síndrome de Kounis), taquicardia e bradicardia.&nbsp;

Desordens vasculares

Hipotensão.&nbsp;

Desordens do sistema respiratório, torácico e do mediastino

Depressão respiratória.

Desordens do sistema gastrointestinal

Náusea, vômito, constipação e boca seca.&nbsp;

Desordens hepatobiliares

Espasmo biliar.

Desordens renal e urinária

Retenção urinária.

Desordens gerais e condições dos locais de administração

Reação no local da injeção:

Dor.&nbsp;

Reações no local da injeção após administração intravenosa:

Urticária (erupção na pele, geralmente de origem alérgica, que causa coceira) ou rash (erupções cutâneas) que podem se estender para as veias.

Reações no local da injeção após administração intramuscular:

Necrose muscular e dano no nervo.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Devido ao potencial de acúmulo da petidina e/ou seu metabólito ativo, a petidina deve ser administrada com cuidado em pacientes com:

  • <li>Insufici&#xEA;ncia renal (redu&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins);</li> <li>Insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica (redu&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o do f&#xED;gado).</li>

A petidina deve ser administrada com cuidado em pacientes idosos, a redução da dose é aconselhável.

Qual a composição do Dolosal?

Cada mL da solução injetável contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:279px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-petidina/bula\" target=\"_blank\">Cloridrato de petidina</a></p> </td> <td style=\"width:238px\"> <p style=\"text-align:center\">50 mg*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:279px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p</p> </td> <td style=\"width:238px\"> <p style=\"text-align:center\">1 mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 43,58 mg de petidina.

Veículos: água para injetáveis, hidróxido de sódio e ácido clorídrico q.s.p. pH.

Apresentação do&nbsp;Dolosal

{"tag":"hr","value":" <p>Solu&#xE7;&#xE3;o injet&#xE1;vel de 50 mg/mL em embalagem contendo 25 ampolas de 2 mL.</p> <p><strong>Uso intramuscular, subcut&#xE2;neo ou intravenoso.</strong></p> <p><strong>Uso adulto.</strong></p> <p><strong>Medicamento similar equivalente ao medicamento de refer&#xEA;ncia.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Dolosal maior do que a recomendada?

Nos casos de superdose, os sintomas mais frequentes são distúrbios visuais, boca seca, taquicardia, vertigem (tontura), midríase (pupila dilatada), hipertermia (elevação anormal da temperatura corporal), tremor muscular, depressão respiratória, anestesia, perda repentina da consciência, sonolência progredindo ao coma, miose (pupila contraída), hipotermia (redução anormal da temperatura corporal), hipotensão (pressão baixa).

Em casos graves de superdose, particularmente por via intravenosa, pode ocorrer apneia (ausência transitória da respiração espontânea), colapso circulatório e morte.

A terapia é sintomática com medidas gerais de suporte.

Caso ocorra depressão respiratória está indicado o uso de antagonistas narcóticos como a naloxona. A dose deve seguir as instruções do fabricante. Quando o efeito tiver cessado, pode ser necessária a administração de injeções subsequentes.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Dolosal com outros remédios?

Dolosal® deve ser usado com cuidado quando em associação com outros analgésicos potentes e medicamentos que diminuem o limiar de convulsões (contrações súbitas e involuntárias dos músculos secundárias a descargas elétricas cerebrais).

Ritonavir (medicamento usado no tratamento da AIDS)

As concentrações plasmáticas do metabólito norpetidina podem ser aumentadas pelo ritonavir, assim deve-se ter cuidado quanto à administração de ritonavir com Dolosal®.

Fenitoína (medicamento usado no controle das crises convulsivas)

O metabolismo hepático da petidina pode ser aumentado pela fenitoína. A administração junto com o Dolosal® pode resultar em diminuição da meia-vida (tempo necessário para que a droga se reduza à metade a dose inicial) e a biodisponibilidade (quantidade de medicamento disponível para agir) da petidina e um aumento na concentração da norpetidina, assim deve-se ter cuidado com essa administração.

Cimetidina (medicamento usado para o tratamento de gastrite e úlcera do estômago e/ou duodeno)

A cimetidina reduz o clearance (eliminação) e o volume de distribuição da petidina e também a formação do metabólito norpetidina, portanto deve-se ter cautela quando usar em conjunto.

Depressores do SNC (Sistema Nervoso Central)

Benzodiazepínicos e Opioides

O uso concomitante de benzodiazepínicos e opioides aumenta o risco de sedação, depressão respiratória, coma e morte, devido ao efeito sedativo adicional do SNC. Limite a dose e duração do uso concomitante de benzodiazepínicos e opioides.

Álcool e opioides

O uso concomitante de álcool e opioides aumentam o risco de sedação, depressão respiratória, coma e morte devido ao efeito sedativo adicional do SNC.

A administração de depressores do SNC e barbitúricos (medicamentos que agem no sistema nervoso central, tais como anestésicos, anticonvulsivantes e hipnóticos/sedativos), pode resultar em diminuição do nível de consciência ou depressão respiratória devido ao efeito aditivo, portanto deve-se ter cautela quando usar Dolosal® e depressores do SNC concomitantemente.

Fenotiazina (medicamento usado para o tratamento de quadros psiquiátricos)

A administração de Dolosal® com fenotiazina pode aumentar o risco de hipotensão.

Inibidores da MAO (classe de medicamentos utilizados para tratar a depressão)

Podem ocorrer, em pacientes que foram tratados com inibidores da MAO dentro de 14 dias antes da administração de petidina, síndrome da serotonina com agitação, hipertermia (elevação anormal da temperatura corporal), diarreia, taquicardia (aceleração do ritmo cardíaco), sudorese, tremores, prejuízo da consciência e choque (colapso circulatório em que existe um fluxo sanguíneo inadequado para os tecidos e células do corpo). Outra síndrome similar à superdose de opioides (coma, depressão respiratória grave e hipotensão) também foi relatada. Estas reações podem ser fatais.

Produtos serotoninérgicos

Casos de síndrome da serotonina têm sido relatados em pacientes que tomam petidina concomitantemente com medicamentos serotoninérgicos, tais como inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS), inibidores não seletivos da recaptação de serotonina (INSRS), e com erva de São João (Hypericum perforatum) (medicamento utilizado para tratar a depressão).

Agonistas-antagonistas de morfina

O uso de petidina com agonistas-antagonistas de morfina [buprenorfina (analgésico mais potente e de maior duração que a morfina), nalbufina, pentazocina (analgésico opioide)] pode resultar em diminuição do efeito analgésico com síndrome de abstinência devido à competição pelo bloqueio dos receptores.

Informe ao seu médico ou cirurgião dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Dolosal (Cloridrato de Petidina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <p>A meperidina tem atua&#xE7;&#xE3;o curta e menos constipante do que os outros opi&#xE1;ceos. Seu lugar preliminar na terapia est&#xE1; no al&#xED;vio da dor p&#xF3;s-operat&#xF3;ria aguda e severa. A meperidina tamb&#xE9;m &#xE9; utilizada para a seda&#xE7;&#xE3;o pr&#xE9;-operat&#xF3;ria, como um suplemento &#xE0; anestesia, e para fornecer a analgesia durante o trabalho. Tamb&#xE9;m tem sido utilizada para aliviar a dor durante o infarto mioc&#xE1;rdico, embora n&#xE3;o seja t&#xE3;o eficaz quanto &#xE0; morfina.</p> <p>Por causa de sua atividade de curta dura&#xE7;&#xE3;o e da acumula&#xE7;&#xE3;o t&#xF3;xica potencial, a normeperidina n&#xE3;o &#xE9; a droga de escolha para pacientes com dor cr&#xF4;nica.</p> <p>Devido ao risco de neurotoxicidade, o uso da meperidina n&#xE3;o &#xE9; recomendado para controle da dor severa em adultos e crian&#xE7;as. Entretanto, pode ser usada nos adultos para a dor moderada, mas n&#xE3;o deve ser administrada por mais de 1 a 2 dias. O uso em crian&#xE7;as n&#xE3;o &#xE9; recomendado (American Pain Society, 2003). Normeperidina, um metabolito do meperidina, &#xE9; uma exocitotoxina para o SNC que pode se acumular com dose repetida e pode causar a ansiedade, tremores, mioclonia (Kaiko e outros 1983a). Os pacientes que usam a meperidina por mais de 2 dias, com insufici&#xEA;ncia renal pr&#xE9;-existente ou os pacientes ou com doen&#xE7;a do sistema nervoso central (SNC) que recebem doses da meperidina maiores que 600 milligramas/24 horas, est&#xE3;o particularmente expostos a risco elevado para a toxicidade pela normeperidina. Naloxone n&#xE3;o reverte este quadro, e pode mesmo agravar esta hiperexcitabilidade (American Pain Society, 2003). O potencial existe para uma s&#xED;ndrome hiperpir&#xE9;xica letal com del&#xED;rio, se a meperidina for administrada aos pacientes que recebem inibidores de monoaminoxidase (IMAOs) e conseq&#xFC;entemente, uso da meperidina deve ser completamente evitado nos adultos e nas crian&#xE7;as em uso das IMAOs (Browne &amp; Linter, 1987).</p> <p>A bupivaca&#xED;na &#xE9; um &#xFA;til anest&#xE9;sico de longa a&#xE7;&#xE3;o que produz a anestesia local ou regional ou a analgesia para procedimentos cir&#xFA;rgicos, dentais, diagn&#xF3;sticos, e obst&#xE9;tricos. Apesar dos relat&#xF3;rios do cardiotoxicidade potencial, a bupivaca&#xED;na, nas concentra&#xE7;&#xF5;es de 0,125% a 0,5%, permanece o agente <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/anestesico-local\" target=\"_blank\">anest&#xE9;sico local</a> preferido na anestesia obst&#xE9;trica (Writer, 1985; Albright, 1985). A droga fornece a analgesia sensorial prolongada menor que o bloqueio motor do que ocorre com o uso da <a href=\"https://consultaremedios.com.br/lidocaina/bula\" target=\"_blank\">lidoca&#xED;na</a> ou da cloroproca&#xED;na. Quando uma anestesia mais r&#xE1;pida &#xE9; exigida, como na cesariana de emerg&#xEA;ncia, a cloroproca&#xED;na pode ser utilizada (Writer, 1985).</p> <p>As propriedades anest&#xE9;sicas e analg&#xE9;sicas prolongadas do bupivaca&#xED;na diminuem a incid&#xEA;ncia e a severidade da dor p&#xF3;scir&#xFA;rgica, reduzindo desse modo a necessidade para analg&#xE9;sicos p&#xF3;s-operat&#xF3;rios. (Moore, 1984).</p> <p>O bloqueio nervoso e a anestesia local da infiltra&#xE7;&#xE3;o com bupivaca&#xED;na igualmente foram &#xFA;teis em tratar a dor aguda associada com as infec&#xE7;&#xF5;es ativas do <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/herpes/c\" target=\"_blank\">herpes</a> zoster (Riopelle e outros, 1984; Fothergill e outros, 1985).</p> <p>Quando comparado com outros <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/anestesicos/c\" target=\"_blank\">anest&#xE9;sicos</a> locais, a bupivaca&#xED;na oferece o in&#xED;cio e a propaga&#xE7;&#xE3;o anest&#xE9;sica similares da &#xE1;rea anestesiada e do relevo de dor. Uma vantagem significativa da bupivaca&#xED;na sobre a cloroproca&#xED;ne, etidoca&#xED;na, lidoca&#xED;na e tetraca&#xED;na &#xE9; a dura&#xE7;&#xE3;o maior da a&#xE7;&#xE3;o anest&#xE9;sica. Entretanto, as diferen&#xE7;as entre os agentes na dura&#xE7;&#xE3;o do bloqueio s&#xE3;o dependentes da concentra&#xE7;&#xE3;o anest&#xE9;sica. (White, 1988).</p> <p>Uma revis&#xE3;o, paciente-controlado, de tratamento analgesia de dor aguda est&#xE1; dispon&#xED;vel na literatura. (White, 1988).</p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <p>O efeito de Cloridrato de Petidina se inicia poucos minutos ap&#xF3;s sua administra&#xE7;&#xE3;o.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Dolosal?

Dolosal®&nbsp;deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), proteger da luz.

O produto apresenta prazo de validade de 36 meses. Ao adquirir o medicamento confira sempre o prazo de validade impresso na embalagem externa do produto.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Aspecto:

Solução límpida, essencialmente livre de partículas visíveis, incolor a levemente amarelada.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres Legais do Dolosal

MS nº 1.0298.0034

Farm. Resp.:
Dr. José Carlos Módolo
CRF-SP nº 10.446

Registrado por:
Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Rodovia Itapira-Lindóia, km 14 - Itapira / SP
CNPJ 44.734.671/0001-51
Indústria Brasileira



Fabricado por:
Cristália - Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Av. Nossa Senhora da Assunção, 574 - Butantã - São Paulo - SP

SAC:
0800-7011918

Venda sob prescrição médica.

Atenção: pode causar dependência física ou psíquica.

50mg/mL, caixa com 36 ampolas com 2mL de solução de uso intramuscular, subcutâneo ou intravenoso (embalagem hospitalar)

Princípio ativo
:
Cloridrato De Petidina
Classe Terapêutica
:
Analgésicos Narcóticos
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
A1 Amarela (Venda sob Prescrição Médica - Este medicamento pode causar Dependência Física ou Psíquica)
Categoria
:
Analgésico E Antitérmico
Especialidade
:
Anestesiologia, Cardiologia, Ginecologia, Oftalmologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Dolosal, para o que é indicado e para o que serve?

Este medicamento é destinado ao tratamento de episódio agudo de dor moderada à grave e espasmos (contrações involuntárias de um músculo ou grupo muscular) de várias etiologias (causas), tais como: infarto agudo do miocárdio (morte (necrose) de parte do músculo cardíaco por falta de aporte adequado de nutrientes e oxigênio), glaucoma agudo (aumento da pressão intraocular), pós-operatórios, dor consequente à neoplasia maligna (tumor maligno), espasmos da musculatura lisa do trato gastrintestinal, biliar, urogenital e vascular, rigidez e espasmos do orifício interno do colo uterino (do útero) durante trabalho de parto e tetania uterina (transtorno caracterizado por puxões musculares, cãibras e espasmo no útero).

Dolosal® pode ser empregado, ainda, como pré-anestésico ou como terapia de apoio ao procedimento anestésico.

Como o&nbsp;Dolosal&nbsp;funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>O efeito de Dolosal<sup>&#xAE;</sup> se inicia poucos minutos ap&#xF3;s sua administra&#xE7;&#xE3;o.</p> "}

Quais as contraindicações do Dolosal?

Dolosal® não deve ser utilizado em pacientes com alergia ou intolerância conhecida à petidina ou qualquer um dos excipientes.

Dolosal® não deve ser utilizado nas seguintes situações:

  • <li>Pacientes com depend&#xEA;ncia a opioides (medicamentos derivados da morfina para controle da dor).</li> <li>Terapia de reposi&#xE7;&#xE3;o nos casos onde h&#xE1; uma toler&#xE2;ncia a opioides.</li> <li>Durante a amamenta&#xE7;&#xE3;o.</li> <li>Tratamento junto com inibidores da MAO (classe de medicamentos utilizados para tratar a <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a>) ou dentro de 14 dias ap&#xF3;s utiliza&#xE7;&#xE3;o desses medicamentos.</li> <li>Insufici&#xEA;ncia respirat&#xF3;ria (dificuldade respirat&#xF3;ria) severa.</li>

Este medicamento é contraindicado em crianças.

Como usar o Dolosal?

Dolosal® somente deve ser utilizado sob rigoroso controle médico, pois pode provocar dependência física. A interrupção brusca do uso de Dolosal® pode desencadear síndrome de abstinência (conjunto de modificações orgânicas que se dão em razão da retirada abrupta do medicamento), nos casos de uso prolongado.

Dolosal® é administrado principalmente por via intramuscular, mas também pode ser administrada por via subcutânea ou intravenosa.

A dose única preconizada para adultos é:

Via intramuscular e subcutânea - 25 a 150 mg.

Via intravenosa - 25 a 100 mg.&nbsp;

Em emergências, exemplo: rápido alívio de cólicas agudas ou outra dor grave, 25-50 mg (em pacientes fortes: 50-100 mg) são administrados por injeção intravenosa lenta (1 a 2 minutos) - preferencialmente com 10 mL de solução fisiológica ou glicosada 10 %. Caso você estiver em condição física precária, com dor tão severa que torna a via intravenosa desejável, é melhor o médico administrar até 50 mg de Dolosal® diluída com glicose ou solução salina por injeção intravenosa e o restante da ampola via intramuscular.

Esta posologia poderá ser repetida a critério médico, desde que se observe um intervalo não inferior a 3 a 4 h em relação à primeira administração. Como precaução não deve ser ultrapassada a dose diária de 500 mg.

Dolosal® pode ser diluído em solução de glicose 5%, soro fisiológico a 0,9% e ringer lactato.

A dose deve ser ajustada de acordo com a gravidade da dor e a resposta do paciente.

Injeções intravenosas devem ser administradas vagarosamente, preferencialmente em uma solução diluída a fim de reduzir o risco de reações adversas respiratórias ou cardiovasculares severas.

Injeções intramusculares de petidina devem ser administradas dentro de músculos grandes.

Não há estudos dos efeitos de Dolosal® administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via intravenosa, intramuscular ou subcutânea, conforme recomendado pelo médico.

Populações especiais

Em pacientes com disfunção hepática (do fígado) ou renal (dos rins), a ação de Dolosal® pode ser prolongada ou potencializada. Nestes casos a dose deve ser reduzida e/ou o intervalo entre as doses aumentadas.

Pacientes pediátricos

A segurança e a eficácia de petidina em pacientes pediátricos não foram estabelecidas.

Pacientes idosos

A dose diária de petidina deve ser reduzida nesses pacientes.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Dolosal?

{"tag":"hr","value":" <p>A petidina tem um potencial para produzir depend&#xEA;ncia. Podem ocorrer, toler&#xE2;ncia, depend&#xEA;ncia mental, depend&#xEA;ncia f&#xED;sica, s&#xED;ndrome da retirada e abuso. A petidina deve ser usada com cuidado em pacientes com hist&#xF3;rico de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/alcoolismo/c\" target=\"_blank\">alcoolismo</a> cr&#xF4;nico e depend&#xEA;ncia por outras drogas.</p> <p>Os sintomas da s&#xED;ndrome da retirada incluem bocejo, midr&#xED;ase (pupila dilatada), lacrimejamento, rinorreia (corrimento nasal), sudorese, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/desidratacao/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">desidrata&#xE7;&#xE3;o</a>, perda de peso, hipertermia, calafrios, taquicardia, polipn&#xE9;ia (respira&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida), aumento da press&#xE3;o arterial, astenia (fraqueza), <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/ansiedade/c\" target=\"_blank\">ansiedade</a>, inquieta&#xE7;&#xE3;o, irritabilidade, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/insonia/c\" target=\"_blank\">ins&#xF4;nia</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/dor-de-cabeca-e-enxaqueca/c\" target=\"_blank\">dor de cabe&#xE7;a</a>, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/anorexia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">anorexia</a>, n&#xE1;usea (enjoo), <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/nauseas/c\" target=\"_blank\">v&#xF4;mito</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c\" target=\"_blank\">diarreia</a>, c&#xF3;licas abdominais, contra&#xE7;&#xF5;es musculares, mialgia (dor muscular) e dor nas juntas. Para prevenir a&amp;nbsp;s&#xED;ndrome da retirada, o tratamento deve ser descontinuado com redu&#xE7;&#xE3;o progressiva da dose.</p> <p>Caso seja esquecida a administra&#xE7;&#xE3;o de uma dose, a mesma deve ser administrada assim que poss&#xED;vel. No entanto, se estiver pr&#xF3;ximo do hor&#xE1;rio da dose seguinte, espere por este hor&#xE1;rio, respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo tempo.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Dolosal?

Dolosal® não deve ser utilizado em pacientes nos quais a depressão respiratória (diminuição da função respiratória) deve ser evitada e em pacientes com alterações do centro respiratório, aumento da pressão intracraniana, alteração da consciência, dependência de drogas, medicamentos ou álcool ou em casos de hipotensão (pressão baixa) devido à hipovolemia (diminuição do volume líquido circulante nos vasos sanguíneos).

A petidina não deve ser administrada para tratamento da dor crônica. A petidina deve ser administrada somente no&nbsp;tratamento de episódios agudos de dor moderada à grave, para prevenir reações adversas secundárias devido ao acúmulo do metabólito norpetidina.

A petidina deve ser administrada com cuidado em pacientes com as seguintes condições:

  • <li>Dano craniano ou aumento da press&#xE3;o intracraniana (se ocorre depress&#xE3;o respirat&#xF3;ria ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de petidina, a press&#xE3;o intracraniana pode ser aumentada);</li> <li>Fun&#xE7;&#xE3;o respirat&#xF3;ria prejudicada;</li> <li>Hipotens&#xE3;o (press&#xE3;o baixa) e hipovolemia (redu&#xE7;&#xE3;o do volume l&#xED;quido do corpo);</li> <li>Taquicardia (acelera&#xE7;&#xE3;o do ritmo card&#xED;aco) supraventricular, devido a uma poss&#xED;vel atividade vagol&#xED;tica;</li> <li>Diminui&#xE7;&#xE3;o da consci&#xEA;ncia;</li> <li>Hist&#xF3;rico de convuls&#xF5;es (contra&#xE7;&#xF5;es s&#xFA;bitas e involunt&#xE1;rias dos m&#xFA;sculos secund&#xE1;rias &#xE0;s descargas el&#xE9;tricas cerebrais);</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/tireoide/hipotireoidismo/c" target="_blank">Hipotireoidismo</a> (produ&#xE7;&#xE3;o insuficiente de horm&#xF4;nio pela gl&#xE2;ndula <a href="https://consultaremedios.com.br/tireoide/c" target="_blank">tireoide</a>), uma vez que os <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/analgesicos/c" target="_blank">analg&#xE9;sicos</a> opioides podem diminuir a produ&#xE7;&#xE3;o de tirotropina pelo hipot&#xE1;lamo;</li> <li>Insufici&#xEA;ncia adrenocortical (fal&#xEA;ncia da gl&#xE2;ndula suprarenal), uma vez que os analg&#xE9;sicos opioides podem diminuir a produ&#xE7;&#xE3;o de cortisol;</li> <li>Hipertrofia prost&#xE1;tica (aumento nas c&#xE9;lulas que constituem a pr&#xF3;stata levando ao aumento do &#xF3;rg&#xE3;o) ou estreitamento da uretra devido ao risco de reten&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria (incapacidade da bexiga de esvaziar-se, parcial ou completamente);</li> <li>Condi&#xE7;&#xF5;es abdominais agudas, a administra&#xE7;&#xE3;o de petidina ou outros narc&#xF3;ticos, pode mascarar o diagn&#xF3;stico ou o tratamento cl&#xED;nico em pacientes nessas condi&#xE7;&#xF5;es.</li>

Combinação com depressores do SNC (Sistema Nervoso Central)

Riscos decorrentes da utilização concomitante de opioides e benzodiazepínicos

O uso concomitante de opioides, incluindo a petidina, com benzodiazepínicos pode resultar em sedação, depressão respiratória, coma e morte.

Se o médico decidir pela prescrição de Dolosal® concomitantemente com benzodiazepínicos, as doses devem ser as mais baixas, desde que eficazes e por menor tempo possível. Além disso, os pacientes devem ser acompanhados de perto para sinais e sintomas de sedação e depressão respiratória.

Riscos associados ao uso concomitante de opioides e álcool

O uso concomitante de opioides, incluindo Dolosal®, com álcool, pode resultar em sedação, depressão respiratória, coma e morte. O uso concomitante com álcool não é recomendado.

Quando a petidina é usada em combinação com outros depressores do Sistema Nervoso Central como morfina, analgésicos, barbitúricos, há um aumento do risco de depressão respiratória que pode ser fatal.

Síndrome da serotonina

Devido ao risco de síndrome da serotonina (condição causada pela estimulação exacerbada de receptores serotoninérgicos centrais e periféricos), a petidina não deve ser utilizada em combinação com produtos serotoninérgicos (produtos que estimulam os receptores serotoninérgicos do sistema nervoso).

Dependência química e síndrome da retirada

A petidina tem potencial para produzir dependência química. Podem ocorrer tolerância, dependência mental, dependência física, síndrome da retirada e abuso. A petidina deve ser usada com cuidado em pacientes com histórico de alcoolismo crônico e dependência por outras drogas.

Os sintomas da síndrome da retirada incluem bocejo, midríase (pupila dilatada), lacrimejamento, rinorreia (corrimento nasal), sudorese, desidratação, perda de peso, hipertermia (febre), calafrios, taquicardia (aceleração do ritmo cardíaco), polipnéia (respiração rápida e ofegante), aumento da pressão arterial, astenia (fraqueza), ansiedade, inquietação, irritabilidade, insônia, dor de cabeça, anorexia (redução ou perda do apetite), náusea (enjoo), vômito, diarreia, cólicas abdominais, contrações musculares, mialgia (dor muscular) e dor nas juntas. Para prevenir a síndrome da retirada, o tratamento deve ser descontinuado com redução progressiva da dose ao longo do tempo.

Miopatia fibrosa (doença que acomete o músculo) foi observada após injeções intramusculares repetidas de petidina.

Administração parenteral

Depressão respiratória pode ser mais frequente e mais severa após injeção intravenosa.

  • <li>Efeitos excitat&#xF3;rios do SNC (Sistema Nervoso Central): tremor, movimentos involunt&#xE1;rios de m&#xFA;sculos (contra&#xE7;&#xF5;es musculares) (por exemplo, espasmos musculares, mioclonia (pequenas contra&#xE7;&#xF5;es musculares s&#xFA;bitas e involunt&#xE1;rias)), convuls&#xF5;es s&#xE3;o mais frequentes ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o parenteral e em altas doses.</li> <li>Em doses recomendadas, a hipotens&#xE3;o (press&#xE3;o baixa) pode ser severa em pacientes idosos recebendo inje&#xE7;&#xE3;o intravenosa.</li>

Gravidez e amamentação

Embora até o momento não tenham sido observados efeitos teratogênicos (que causam malformação em recém-nascido) ou mutagênicos (que causam mutações) atribuíveis ao uso deDolosal®&nbsp;, este não deve ser administrado durante os três primeiros meses de gravidez. Existem dados muito limitados sobre o uso de petidina em mulheres grávidas. Não há dados confiáveis sobre teratogênese em animais.

A petidina atravessa a barreira placentária e pode causar depressão respiratória, diminuição da frequência cardíaca e depressão da função neurocomportamental incluindo dificuldade de alimentação nos recém-nascidos. Assim a petidina não é recomendada durante a gravidez incluindo o trabalho de parto.

A petidina é eliminada no leite materno. Devido ao risco de sérias reações adversas em crianças em fase de amamentação, o médico deve tomar a decisão quanto a interrupção da amamentação ou a descontinuação do uso do medicamento levando em consideração o benefício do aleitamento para a criança e o benefício da terapia para a mãe.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.

Alterações na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

Devido ao estado de alerta prejudicado e tonturas que podem ser causadas pela petidina, os pacientes devem ser advertidos dos perigos de dirigir veículos ou operar máquinas enquanto estiverem sob tratamento.

Este medicamento pode causar doping.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Dolosal?

  • <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li>

Especialmente após a administração intravenosa podem ocorrer efeitos vagotrópicos, tais como bradicardia (diminuição da frequência cardíaca), mas também taquicardia (aceleração do ritmo cardíaco), hipotensão (pressão baixa), broncoespasmo (contração dos brônquios levando a chiado no peito), miose (constrição da pupila), soluço, náusea (enjoo), tontura, confusão e mais raramente vômito.

Após aplicação por via intravenosa, podem ocorrer dor e eritema (vermelhidão) no local da aplicação.

Dificuldade de micção (urinar) e constipação (prisão de ventre) podem ocorrer como resultado de um aumento do tônus da musculatura (aumento da tensão muscular) lisa periférica particularmente durante tratamento a longo prazo.

Em nível central pode ocorrer sedação, euforia e depressão respiratória.

Podem ocorrer convulsões, especialmente se você estiver recebendo altas doses de Dolosal® e em casos de alterações pré-existentes da função renal e de aumento da susceptibilidade às convulsões (por exemplo, causadas por certos fármacos).

Dolosal® pode induzir dependência.

No uso obstétrico, as reações adversas de Dolosal® podem afetar o recém-nascido. Atenção especial deve ser dada à possibilidade de ocorrer depressão respiratória. Por esta razão, o recém-nascido deve ficar em observação por no mínimo 6 horas após o nascimento, até que não haja depressão respiratória significativa. Se houver depressão respiratória poderão ser administrados antagonistas (que inibem a função) opiáceos (exemplo: naloxona).

Podem ocorrer reações de alergia ou intolerância. Choque anafilático (reação alérgica grave) é raro, porém com risco de vida caso ocorra. Geralmente, devem-se tomar as medidas terapêuticas clássicas, quais sejam: aos primeiros sinais, sudorese (suor), náusea, cianose (coloração azulada da pele e membranas mucosas), interromper a injeção imediatamente, mas deixar a cânula venosa no lugar ou realizar canulação venosa. Adicionalmente, deve-se ter certeza de que o paciente permaneça deitado com as pernas levantadas e vias aéreas desobstruídas.

Dolosal® pode afetar o estado de alerta e tempo de reação e assim, a capacidade de dirigir, atravessar a rua ou operar máquinas estará prejudicada. O uso junto com álcool aumenta esse risco.

Caso alguma reação adversa seja percebida, o médico deve ser consultado.

Desordens do sistema imune, principalmente após injeção parenteral:

Reações de hipersensibilidade (alérgicas):

Anafilaxia (reação de hipersensibilidade, conhecida popularmente como alergia) incluindo choque (colapso circulatório em que existe um fluxo sanguíneo inadequado para os tecidos e células do corpo).

Liberação de histamina levando à hipotensão e/ou taquicardia, rubor, sudorese e prurido.

Desordens psiquiátricas

Desorientação, confusão, delírio, alucinações, mudanças de humor (euforia, disforia) e agitação.

Desordens do sistema nervoso

Sedação, vertigem (tontura), tremor, movimento involuntário dos músculos e convulsões.

Desordens cardíacas

Infarto do miocárdio (no contexto da síndrome de Kounis), taquicardia e bradicardia.&nbsp;

Desordens vasculares

Hipotensão.&nbsp;

Desordens do sistema respiratório, torácico e do mediastino

Depressão respiratória.

Desordens do sistema gastrointestinal

Náusea, vômito, constipação e boca seca.&nbsp;

Desordens hepatobiliares

Espasmo biliar.

Desordens renal e urinária

Retenção urinária.

Desordens gerais e condições dos locais de administração

Reação no local da injeção:

Dor.&nbsp;

Reações no local da injeção após administração intravenosa:

Urticária (erupção na pele, geralmente de origem alérgica, que causa coceira) ou rash (erupções cutâneas) que podem se estender para as veias.

Reações no local da injeção após administração intramuscular:

Necrose muscular e dano no nervo.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Devido ao potencial de acúmulo da petidina e/ou seu metabólito ativo, a petidina deve ser administrada com cuidado em pacientes com:

  • <li>Insufici&#xEA;ncia renal (redu&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins);</li> <li>Insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica (redu&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o do f&#xED;gado).</li>

A petidina deve ser administrada com cuidado em pacientes idosos, a redução da dose é aconselhável.

Qual a composição do Dolosal?

Cada mL da solução injetável contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:279px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-petidina/bula\" target=\"_blank\">Cloridrato de petidina</a></p> </td> <td style=\"width:238px\"> <p style=\"text-align:center\">50 mg*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:279px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p</p> </td> <td style=\"width:238px\"> <p style=\"text-align:center\">1 mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 43,58 mg de petidina.

Veículos: água para injetáveis, hidróxido de sódio e ácido clorídrico q.s.p. pH.

Apresentação do&nbsp;Dolosal

{"tag":"hr","value":" <p>Solu&#xE7;&#xE3;o injet&#xE1;vel de 50 mg/mL em embalagem contendo 25 ampolas de 2 mL.</p> <p><strong>Uso intramuscular, subcut&#xE2;neo ou intravenoso.</strong></p> <p><strong>Uso adulto.</strong></p> <p><strong>Medicamento similar equivalente ao medicamento de refer&#xEA;ncia.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Dolosal maior do que a recomendada?

Nos casos de superdose, os sintomas mais frequentes são distúrbios visuais, boca seca, taquicardia, vertigem (tontura), midríase (pupila dilatada), hipertermia (elevação anormal da temperatura corporal), tremor muscular, depressão respiratória, anestesia, perda repentina da consciência, sonolência progredindo ao coma, miose (pupila contraída), hipotermia (redução anormal da temperatura corporal), hipotensão (pressão baixa).

Em casos graves de superdose, particularmente por via intravenosa, pode ocorrer apneia (ausência transitória da respiração espontânea), colapso circulatório e morte.

A terapia é sintomática com medidas gerais de suporte.

Caso ocorra depressão respiratória está indicado o uso de antagonistas narcóticos como a naloxona. A dose deve seguir as instruções do fabricante. Quando o efeito tiver cessado, pode ser necessária a administração de injeções subsequentes.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Dolosal com outros remédios?

Dolosal® deve ser usado com cuidado quando em associação com outros analgésicos potentes e medicamentos que diminuem o limiar de convulsões (contrações súbitas e involuntárias dos músculos secundárias a descargas elétricas cerebrais).

Ritonavir (medicamento usado no tratamento da AIDS)

As concentrações plasmáticas do metabólito norpetidina podem ser aumentadas pelo ritonavir, assim deve-se ter cuidado quanto à administração de ritonavir com Dolosal®.

Fenitoína (medicamento usado no controle das crises convulsivas)

O metabolismo hepático da petidina pode ser aumentado pela fenitoína. A administração junto com o Dolosal® pode resultar em diminuição da meia-vida (tempo necessário para que a droga se reduza à metade a dose inicial) e a biodisponibilidade (quantidade de medicamento disponível para agir) da petidina e um aumento na concentração da norpetidina, assim deve-se ter cuidado com essa administração.

Cimetidina (medicamento usado para o tratamento de gastrite e úlcera do estômago e/ou duodeno)

A cimetidina reduz o clearance (eliminação) e o volume de distribuição da petidina e também a formação do metabólito norpetidina, portanto deve-se ter cautela quando usar em conjunto.

Depressores do SNC (Sistema Nervoso Central)

Benzodiazepínicos e Opioides

O uso concomitante de benzodiazepínicos e opioides aumenta o risco de sedação, depressão respiratória, coma e morte, devido ao efeito sedativo adicional do SNC. Limite a dose e duração do uso concomitante de benzodiazepínicos e opioides.

Álcool e opioides

O uso concomitante de álcool e opioides aumentam o risco de sedação, depressão respiratória, coma e morte devido ao efeito sedativo adicional do SNC.

A administração de depressores do SNC e barbitúricos (medicamentos que agem no sistema nervoso central, tais como anestésicos, anticonvulsivantes e hipnóticos/sedativos), pode resultar em diminuição do nível de consciência ou depressão respiratória devido ao efeito aditivo, portanto deve-se ter cautela quando usar Dolosal® e depressores do SNC concomitantemente.

Fenotiazina (medicamento usado para o tratamento de quadros psiquiátricos)

A administração de Dolosal® com fenotiazina pode aumentar o risco de hipotensão.

Inibidores da MAO (classe de medicamentos utilizados para tratar a depressão)

Podem ocorrer, em pacientes que foram tratados com inibidores da MAO dentro de 14 dias antes da administração de petidina, síndrome da serotonina com agitação, hipertermia (elevação anormal da temperatura corporal), diarreia, taquicardia (aceleração do ritmo cardíaco), sudorese, tremores, prejuízo da consciência e choque (colapso circulatório em que existe um fluxo sanguíneo inadequado para os tecidos e células do corpo). Outra síndrome similar à superdose de opioides (coma, depressão respiratória grave e hipotensão) também foi relatada. Estas reações podem ser fatais.

Produtos serotoninérgicos

Casos de síndrome da serotonina têm sido relatados em pacientes que tomam petidina concomitantemente com medicamentos serotoninérgicos, tais como inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS), inibidores não seletivos da recaptação de serotonina (INSRS), e com erva de São João (Hypericum perforatum) (medicamento utilizado para tratar a depressão).

Agonistas-antagonistas de morfina

O uso de petidina com agonistas-antagonistas de morfina [buprenorfina (analgésico mais potente e de maior duração que a morfina), nalbufina, pentazocina (analgésico opioide)] pode resultar em diminuição do efeito analgésico com síndrome de abstinência devido à competição pelo bloqueio dos receptores.

Informe ao seu médico ou cirurgião dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Dolosal (Cloridrato de Petidina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <p>A meperidina tem atua&#xE7;&#xE3;o curta e menos constipante do que os outros opi&#xE1;ceos. Seu lugar preliminar na terapia est&#xE1; no al&#xED;vio da dor p&#xF3;s-operat&#xF3;ria aguda e severa. A meperidina tamb&#xE9;m &#xE9; utilizada para a seda&#xE7;&#xE3;o pr&#xE9;-operat&#xF3;ria, como um suplemento &#xE0; anestesia, e para fornecer a analgesia durante o trabalho. Tamb&#xE9;m tem sido utilizada para aliviar a dor durante o infarto mioc&#xE1;rdico, embora n&#xE3;o seja t&#xE3;o eficaz quanto &#xE0; morfina.</p> <p>Por causa de sua atividade de curta dura&#xE7;&#xE3;o e da acumula&#xE7;&#xE3;o t&#xF3;xica potencial, a normeperidina n&#xE3;o &#xE9; a droga de escolha para pacientes com dor cr&#xF4;nica.</p> <p>Devido ao risco de neurotoxicidade, o uso da meperidina n&#xE3;o &#xE9; recomendado para controle da dor severa em adultos e crian&#xE7;as. Entretanto, pode ser usada nos adultos para a dor moderada, mas n&#xE3;o deve ser administrada por mais de 1 a 2 dias. O uso em crian&#xE7;as n&#xE3;o &#xE9; recomendado (American Pain Society, 2003). Normeperidina, um metabolito do meperidina, &#xE9; uma exocitotoxina para o SNC que pode se acumular com dose repetida e pode causar a ansiedade, tremores, mioclonia (Kaiko e outros 1983a). Os pacientes que usam a meperidina por mais de 2 dias, com insufici&#xEA;ncia renal pr&#xE9;-existente ou os pacientes ou com doen&#xE7;a do sistema nervoso central (SNC) que recebem doses da meperidina maiores que 600 milligramas/24 horas, est&#xE3;o particularmente expostos a risco elevado para a toxicidade pela normeperidina. Naloxone n&#xE3;o reverte este quadro, e pode mesmo agravar esta hiperexcitabilidade (American Pain Society, 2003). O potencial existe para uma s&#xED;ndrome hiperpir&#xE9;xica letal com del&#xED;rio, se a meperidina for administrada aos pacientes que recebem inibidores de monoaminoxidase (IMAOs) e conseq&#xFC;entemente, uso da meperidina deve ser completamente evitado nos adultos e nas crian&#xE7;as em uso das IMAOs (Browne &amp; Linter, 1987).</p> <p>A bupivaca&#xED;na &#xE9; um &#xFA;til anest&#xE9;sico de longa a&#xE7;&#xE3;o que produz a anestesia local ou regional ou a analgesia para procedimentos cir&#xFA;rgicos, dentais, diagn&#xF3;sticos, e obst&#xE9;tricos. Apesar dos relat&#xF3;rios do cardiotoxicidade potencial, a bupivaca&#xED;na, nas concentra&#xE7;&#xF5;es de 0,125% a 0,5%, permanece o agente <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/anestesico-local\" target=\"_blank\">anest&#xE9;sico local</a> preferido na anestesia obst&#xE9;trica (Writer, 1985; Albright, 1985). A droga fornece a analgesia sensorial prolongada menor que o bloqueio motor do que ocorre com o uso da <a href=\"https://consultaremedios.com.br/lidocaina/bula\" target=\"_blank\">lidoca&#xED;na</a> ou da cloroproca&#xED;na. Quando uma anestesia mais r&#xE1;pida &#xE9; exigida, como na cesariana de emerg&#xEA;ncia, a cloroproca&#xED;na pode ser utilizada (Writer, 1985).</p> <p>As propriedades anest&#xE9;sicas e analg&#xE9;sicas prolongadas do bupivaca&#xED;na diminuem a incid&#xEA;ncia e a severidade da dor p&#xF3;scir&#xFA;rgica, reduzindo desse modo a necessidade para analg&#xE9;sicos p&#xF3;s-operat&#xF3;rios. (Moore, 1984).</p> <p>O bloqueio nervoso e a anestesia local da infiltra&#xE7;&#xE3;o com bupivaca&#xED;na igualmente foram &#xFA;teis em tratar a dor aguda associada com as infec&#xE7;&#xF5;es ativas do <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/herpes/c\" target=\"_blank\">herpes</a> zoster (Riopelle e outros, 1984; Fothergill e outros, 1985).</p> <p>Quando comparado com outros <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/anestesicos/c\" target=\"_blank\">anest&#xE9;sicos</a> locais, a bupivaca&#xED;na oferece o in&#xED;cio e a propaga&#xE7;&#xE3;o anest&#xE9;sica similares da &#xE1;rea anestesiada e do relevo de dor. Uma vantagem significativa da bupivaca&#xED;na sobre a cloroproca&#xED;ne, etidoca&#xED;na, lidoca&#xED;na e tetraca&#xED;na &#xE9; a dura&#xE7;&#xE3;o maior da a&#xE7;&#xE3;o anest&#xE9;sica. Entretanto, as diferen&#xE7;as entre os agentes na dura&#xE7;&#xE3;o do bloqueio s&#xE3;o dependentes da concentra&#xE7;&#xE3;o anest&#xE9;sica. (White, 1988).</p> <p>Uma revis&#xE3;o, paciente-controlado, de tratamento analgesia de dor aguda est&#xE1; dispon&#xED;vel na literatura. (White, 1988).</p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <p>O efeito de Cloridrato de Petidina se inicia poucos minutos ap&#xF3;s sua administra&#xE7;&#xE3;o.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Dolosal?

Dolosal®&nbsp;deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), proteger da luz.

O produto apresenta prazo de validade de 36 meses. Ao adquirir o medicamento confira sempre o prazo de validade impresso na embalagem externa do produto.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Fabricante: Cristália

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