Cristália Efedrin

50mg/mL, caixa com 100 ampolas com 1mL de solução de uso intramuscular ou intravenoso (embalagem hospitalar)

Princípio ativo
:
Sulfato De Efedrina
Classe Terapêutica
:
Todos Os Outros Asmáticos/Dpoc, Sistêmicos
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
D1 Branca (Dispensação Sob Prescrição Médica Restrito a Hospitais)
Categoria
:
Sistema Cardiovascular (Circulação)
Especialidade
:
Cardiologia

Bula do medicamento

Efedrin, para o que é indicado e para o que serve?

A efedrina injetável está indicada:

  • <li>No tratamento ou preven&#xE7;&#xE3;o da <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">hipotens&#xE3;o</a> associada &#xE0; anestesia intratecal, epidural e anestesia geral;</li> <li>No tratamento do choque &#x2013; situa&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica de queda abrupta e grave da press&#xE3;o arterial e que n&#xE3;o responde com o tratamento com reposi&#xE7;&#xE3;o de fluidos administrados na veia.</li>

Como o&nbsp;Efedrin funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>A efedrina &#xE9; um medicamento vasopressor, ou seja, ele contrai os vasos do corpo fazendo a press&#xE3;o arterial subir e tamb&#xE9;m aumentar a quantidade de sangue que chega ao cora&#xE7;&#xE3;o. Seu efeito sobre os vasos sangu&#xED;neos come&#xE7;a imediatamente ap&#xF3;s sua administra&#xE7;&#xE3;o que pode ser pela veia, no m&#xFA;sculo ou por via subcut&#xE2;nea (abaixo da pele).</p> "}

Quais as contraindicações do Efedrin?

  • <li>&#xC9; contraindicado em pacientes com conhecida hipersensibilidade &#xE0;s aminas simpatomim&#xE9;ticas.</li>

É também contraindicado o uso do medicamento quando existirem os seguintes problemas médicos:

  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/b/glaucoma-angulo-estreito" target="_blank"/><a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-glaucoma-sintomas-tratamento-causas-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">Glaucoma</a> de &#xE2;ngulo estreito;</li> <li>Aquiarritmias ou fibrila&#xE7;&#xE3;o ventricular;</li> <li>Pacientes anestesiados com ciclopropano e <a href="https://consultaremedios.com.br/halotano/bula" target="_blank">halotano</a> uma vez que esses agentes aumentam as a&#xE7;&#xF5;es arritmog&#xEA;nicas dos f&#xE1;rmacos simpatomim&#xE9;ticos.</li>

A efedrina não deve ser usada habitualmente nos casos onde os fármacos vasopressores estão contraindicados:

  • <li>Em obstetr&#xED;cia, quando a press&#xE3;o arterial materna &#xE9; maior que 130/80 mm Hg;</li> <li>Em tireotoxicose, <a href="https://minutosaudavel.com.br/feocromocitoma-tratamento-diagnostico-causas-sintomas-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">feocromocitoma</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c" target="_blank">diabetes</a>, hipertens&#xE3;o e outras desordens cardiovasculares como, por exemplo, a estenose suba&#xF3;rtica hipertr&#xF3;fica idiop&#xE1;tica.</li>

Risco na gravidez - Categoria C

Não foram conduzidos estudos de reprodução animal com efedrina. Também não é conhecido se a efedrina pode causar dano fetal quando administrada a mulheres grávidas ou se pode afetar a capacidade reprodutiva. Efedrina deve ser administrada a mulheres grávidas apenas se claramente necessário.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Como usar o Efedrin?

Efedrin® pode ser administrado por via intramuscular, via subcutânea ou via intravenosa lenta.

Tanto a administração como a suspensão do tratamento, somente deverá ser feita sob orientação médica.

Não usar o medicamento se a solução não estiver límpida e a embalagem intacta. Proteger a ampola da luz até o momento de usar.

A via intravenosa é utilizada quando é necessário um efeito imediato. A absorção, ou início da ação, pela via intramuscular é mais rápida, entre 10 a 20 minutos, que pela via subcutânea.

Uso Adulto

Tratamento dos estados hipotensivos

Dose usual em adultos varia de 5 a 25 mg, administrada por via intravenosa lenta. Pode ser repetida em 5 a 10 minutos, se necessário.

Prevenção dos estados hipotensivos

Para a prevenção dos estados hipotensivos secundários à anestesia durante o parto, o sulfato de efedrina deve ser administrado numa injeção de 30 mg por via intramuscular.

As doses aconselhadas são de 3 mg/mL (adultos de 3 a 6 mg) em injeção intravenosa lenta repetida a cada 3 a 4 minutos. A dose total máxima é de 30 mg.

Na prevenção das crises hipotensivas secundárias à anestesia intratecal ou geral a dose usual no adulto é de 25 a 50 mg (intervalo de 10 a 50 mg) injetados por via subcutânea ou intramuscular.

Tratamento dos distúrbios hemodinâmicos do choque

Quando utilizado como agente vasopressor, o sulfato de efedrina deve ser administrado na menor dose eficaz e durante o menor período de tempo possível. A dose usual para os adultos é de 25 a 50 mg por via subcutânea ou intramuscular. Se necessário, pode ser administrada uma segunda dose por via IM (50 mg) ou IV (25 mg).

Recomenda-se que a administração por via intravenosa direta deva ser feita lentamente. A dose diária por via parenteral não deve exceder 150 mg.

Uso Pediátrico

Tratamento do estado hipotensivo

As crianças podem receber diariamente 2 a 3 mg/kg ou 67-100 mg/m2 por via subcutânea, IM ou IV divididas em 4 a 6 doses. Durante o tratamento com um agente vasoconstritor a pressão arterial deve ser corrigida para níveis ligeiramente inferiores aos normais.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o&nbsp;Efedrin?

{"tag":"hr","value":" <p>Uma vez que este medicamento &#xE9; administrado por um profissional de sa&#xFA;de em ambiente hospitalar, n&#xE3;o dever&#xE1; ocorrer esquecimento do seu uso. Este medicamento &#xE9; utilizado a crit&#xE9;rio m&#xE9;dico e de acordo com a condi&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica do paciente.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Efedrin?

A administração deste medicamento deve ser feita por via intramuscular, via subcutânea e via intravenosa lenta, sob estrita supervisão médica em hospitais.

A efedrina pode causar hipertensão resultando em hemorragia intracraniaa e induzir angina em pacientes com insuficiência coronária ou doença cardíaca isquêmica. O fármaco também pode induzir potencialmente arritmias fatais em pacientes com doença cardíaca orgânica ou que estão recebendo fármacos que sensibilizam o miocárdio.

O sulfato de efedrina deve ser usado com precaução em pacientes com hipertireoidismo, doenças cardíacas (insuficiência cardíaca, angina pectoris, pacientes fazendo uso de digitálicos), arritmias cardíacas, diabetes ou sistema vasomotor instável.

Todos os vasopressores devem ser usados com cautela em pacientes que utilizam inibidores da monoaminoxidase (IMAO).

Agentes diuréticos também podem diminuir a resposta vascular de fármacos vasopressores como a efedrina.

Risco na Gravidez - Categoria C

Não foram conduzidos estudos de reprodução animal com efedrina. Também não é conhecido se a efedrina pode causar dano fetal quando administrada a mulheres grávidas ou se pode afetar a capacidade reprodutiva. Efedrina deve ser administrada a mulheres grávidas apenas se claramente necessário.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Amamentação

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, sulfato de efedrina é compatível com a amamentação.

Durante o período de aleitamento materno ou doação de leite humano, só utilize medicamentos com o conhecimento do seu médico, pois alguns medicamentos podem ser excretados no leite humano, causando reações indesejáveis ao bebê.

Trabalho de parto e parto

A administração parenteral de efedrina para manutenção da pressão arterial durante anestesia intratecal para analgesia de parto pode causar aceleração do débito cardíaco fetal e não deve ser utilizada em obstetrícia quando a pressão arterial materna exceder 130/80 mmHg.

Crianças

As crianças são especialmente sensíveis ao efeito do sulfato de efedrina. Deve-se estabelecer a dose de acordo com a idade, peso e condição física do paciente.

Idosos

Não existem informações específicas com relação às diferenças de uso e reações adversas em idosos, em comparação com adultos em outras faixas etárias. Contudo, deve-se ter cautela ao administrar sulfato de efedrina em idosos, especialmente nos pacientes com retenção urinária e outras doenças pré-existentes.

Efeitos na Habilidade Dirigir e/ou Operar Máquinas

Recomenda-se precaução ao dirigir veículos ou operar máquinas.

Este medicamento pode causar doping.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Efedrin?

Reação comum (>1/100 e <1/10)

Hipertensão, palpitação, taquicardia, náuseas e vômitos, tremor, ansiedade e retenção urinária comumente observada em homens com prostatismo.

Sem informação detalhada: nervosismo, dependência ao fármaco com desenvolvimento de psicoses com alucinações, comportamento paranoico, agressividade ou outro comportamento esquizofrênico.

Relatos isolados

Cardiomiopatia, arterite cerebral, hipertensão, infarto agudo do miocárdio, espasmo coronariano,taquicardia sinusal, batimentos ectópicos ventriculares, hipertensão, precordialgia, isquemia ântero-apical aguda, náuseas, vômitos, sudorese, trombo intracoronariano, palpitações, taquicardia, rash, hipersensibilidade, transtorno psicótico com paranoia, alucinação, depressão, pensamentos bizarros, alucinação auditiva, nefrolitíase.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe a empresa através do Sistema de Atendimento ao Consumidor (SAC).

Qual a composição do Efedrin?

Cada mL contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de efedrina</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">50 mg</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">&#xC1;gua para inje&#xE7;&#xE3;o q.s.p.</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">1 mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Apresentação do&nbsp;Efedrin

{"tag":"hr","value":" <p>Caixa com 100 ampolas de 1 mL.</p> <p><strong>Uso IM / SC / IV.</strong></p> <p><strong>Uso adulto e pedi&#xE1;trico.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Efedrin maior do que a recomendada?

A superdose é caracterizada por excessivo efeito hipertensivo, que pode ser aliviado reduzindo ou descontinuando a medicação temporariamente, até a queda da pressão sanguínea.

Quando efedrina é administrada em doses elevadas pode causar tremores, convulsões, náuseas, vômitos, cianose, irritabilidade, ansiedade, febre, comportamento suicida, taquicardia, midríase, visão turva, espasmos musculares, edema pulmonar, coma e parada respiratória.

O tratamento recomendado nos casos de superdose consiste em:

  • <li>Assegurar as vias a&#xE9;reas do paciente e ventila&#xE7;&#xE3;o assistida quando necess&#xE1;rio;</li> <li>Monitoriza&#xE7;&#xE3;o dos sinais vitais, gasometria e os eletr&#xF3;litos, <a href="https://minutosaudavel.com.br/eletrocardiograma-ecg-o-que-e-para-que-serve-e-como-e-feito-o-exame/" rel="noopener" target="_blank">eletrocardiograma</a>;</li> <li>Na presen&#xE7;a de taquicardia supraventricular ou ventricular, recomenda-se administrar um betabloqueador por via IV lenta. Nos casos de pacientes asm&#xE1;ticos utilizar o betabloqueador cardiosseletivo (esmolol ou metoprolol);</li> <li>Na vig&#xEA;ncia de hipertens&#xE3;o arterial acentuada administrar por infus&#xE3;o nitroprussiato de s&#xF3;dio ou <a href="https://consultaremedios.com.br/fentolamina/bula" target="_blank">fentolamina</a>;</li> <li>Na vig&#xEA;ncia de hipotens&#xE3;o arterial administrar fluidos por via intravenosa ou vasopressores inotr&#xF3;picos como a norepinefrina.</li>

Na vigência de convulsões, administrar diazepam e nas convulsões refratárias, pode ser necessário a indução com tiopental e uso de agente bloqueador neuromuscular.

Injeções continuadas de sulfato de efedrina (após a depleção dos reservatórios de norepinefrina nas terminações nervosas, com perda do efeito vasopressor) podem resultar em hipotensão mais séria do que antes do seu uso.
Na ausência da depleção da norepinefrina, a dose excessiva produz taquicardia, aumento anormal da pressão sanguínea com possibilidade de hemorragia cerebral e efeitos sobre o sistema nervoso central.

No caso de alterações importantes da pressão sanguínea, interromper o uso do fármaco e instruir medidas corretivas.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Efedrin com outros remédios?

Agentes simpaticomiméticos

O sulfato de efedrina não deve ser administrado concomitantemente com outros agentes simpaticomiméticos devido à possibilidade de ocorrerem efeitos aditivos e aumento da toxicidade. (Ex: aminofilina, dopamina, efedrina, epinefrina, norepinefrina, fenilefrina, metilfenidato, doxapram e mazindol).

Agentes bloqueadores alfa adrenérgicos

A administração de um fármaco bloqueador alfa adrenérgico reduz a resposta vasopressora do sulfato de efedrina. (Ex: labetalol, doxazosina, tansulosina)

Agentes bloqueadores beta adrenérgicos

A administração de bloqueadores beta adrenérgicos como o propranolol podem bloquear os efeitos cardíacos e broncodilatadores do sulfato de efedrina.

Anestésicos

A administração de sulfato de efedrina a pacientes que receberam anestésicos gerais como o ciclopropano ou hidrocarbonetos halogenados, que aumentam a irritabilidade cardíaca, pode resultar em arritmias. O uso de um fármaco vasopressor com menos efeitos estimulantes cardíacos deve ser considerado em pacientes que recebem anestésicos sensibilizadores do miocárdio. Caso ocorram, as arritmias podem responder a administração de um fármaco bloqueador beta-adrenérgico.

Inibidores da monoaminoxidase (IMAO)

Os inibidores da monoaminoxidase (IMAO) potencializam os efeitos vasopressores de fármacos simpaticomiméticos como o sulfato de efedrina.

Bloqueadores dos neurônios adrenérgicos

O sulfato de efedrina pode antagonizar o bloqueio neuronal produzido pela guanetidina, resultando em perda da eficácia antihipertensiva.

Pacientes em uso de guanetidina devem ser cuidadosamente monitorizados se for associado ao sulfato de efedrina. Se necessário, aumentar a dose de guanetidina ou adicionar outro anti-hipertensivo ao regime de tratamento.

Bloqueadores ganglionares

A efedrina diminui o efeito hipotensor do trimetafano e mecamilamina e estes podem, por outro lado, diminuir o efeito vasopressor da efedrina.

Antiácidos, acidificantes e alcalinizantes urinários

A alcalinização da urina (pH em torno de 8) com os fármacos acetazolamida, diclorfenamida, bicarbonato de sódio e citrato de sódio, podem aumentar a meia-vida e diminuir a eliminação da efedrina potencializando o efeito terapêutico ou tóxico da efedrina, como tremores, ansiedade, insônias, taquicardia.

Por outro lado, a acidificação da urina, como por exemplo, com cloreto de amônio, provoca um aumento da excreção da efedrina.

Psicodepressores e antipsicóticos (ex: haloperidol, clorpromazina, flufenazina)

Ocorre antagonismo da ação vasopressora.

Antidepressivos tricíclicos (ex: clomipramina, imipramina, nortriptilina, amitriptilina)

O uso concomitante com efedrina pode potencializar o efeito pressórico e cardiovascular, resultando em arritmia, taquicardia, hipertensão, hiperpirexia.

Inibidores da protease e inibidores da transcriptase reversa (ex: abacavir, adefovir, didanosina, estavudina, fenelzina, lamivudina, zalcitabina, zidovudina)

O efeito hipertensivo dos agentes agonistas alfa e beta adrenérgicos pode aumentar com a administração concomitante dos inibidores da protease e inibidores da transcriptase reversa.

Outros fármacos

  • <li>O <a href="https://consultaremedios.com.br/sulfato-de-atropina/bula" target="_blank">sulfato de atropina</a> bloqueia a bradicardia reflexa e acentua a resposta pressora do sulfato de efedrina;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de um derivado da <a href="https://consultaremedios.com.br/teofilina/pa" target="_blank">teofilina</a> (como a aminofilina) com a efedrina, produz uma maior incid&#xEA;ncia de rea&#xE7;&#xF5;es adversas;</li> <li>Glicos&#xED;deos card&#xED;acos podem sensibilizar o mioc&#xE1;rdio para os efeitos de f&#xE1;rmacos simpaticomim&#xE9;ticos; o sulfato de efedrina deve ser usado com cautela;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o da <a href="https://consultaremedios.com.br/furosemida/bula" target="_blank">furosemida</a> ou outros diur&#xE9;ticos pode diminuir a resposta arterial a f&#xE1;rmacos vasopressores como o sulfato de efedrina;</li> <li>A <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-clonidina/bula" target="_blank">clonidina</a> administrada como pr&#xE9;-medica&#xE7;&#xE3;o aumenta a resposta vasopressora &#xE0; efedrina, durante a anestesiaintratecal;</li> <li>A reserpina e <a href="https://consultaremedios.com.br/metildopa/bula" target="_blank">metildopa</a> podem diminuir os efeitos da efedrina e esta diminuir os efeitos hipotensores da metildopa e reserpina;</li> <li>Propoxifeno: a efedrina n&#xE3;o deve ser utilizada na intoxica&#xE7;&#xE3;o por propoxifeno porque pode induzir, teoricamente, o in&#xED;cio das convuls&#xF5;es induzidas por este;</li> <li>Canabinoides: os canabinoides podem aumentar a taquicardia causada pelos agentes simpaticomim&#xE9;ticos. Recomenda-se monitoriza&#xE7;&#xE3;o hemodin&#xE2;mica;</li> <li>Coca&#xED;na: a associa&#xE7;&#xE3;o de efedrina aumenta o efeito cardiovascular e riscos de rea&#xE7;&#xF5;es adversas;</li> <li>Donopram: aumenta o efeito press&#xF3;rico da efedrina;</li> <li>Ergotamina: com uso concomitante, produz vasoconstri&#xE7;&#xE3;o perif&#xE9;rica;</li> <li>Ergonovina, metil-ergonovina, metilsergida: quando usados com sulfato de efedrina podem resultar no aumento da vasoconstri&#xE7;&#xE3;o e consequente eleva&#xE7;&#xE3;o acentuada da press&#xE3;o arterial.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Efedrin (Sulfato de Efedrina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Tratamento da hipotens&#xE3;o p&#xF3;s-raquianestesia</h3> <p>O Sulfato de Efedrina, pela a&#xE7;&#xE3;o vasoconstritora, combate a hipotens&#xE3;o por aumentar o retorno venoso ap&#xF3;s o bloqueio simp&#xE1;tico e apresenta baixa propens&#xE3;o &#xE0; vasoconstri&#xE7;&#xE3;o uteroplacent&#xE1;ria.</p> <p>Estudos cl&#xED;nicos mostram a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a do Sulfato de Efedrina administrada por via intravenosa para a preven&#xE7;&#xE3;o de hipotens&#xE3;o p&#xF3;s-raquianestesia.</p> <p>Revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica reuniu 14 estudos cl&#xED;nicos randomizados e controlados com 641 pacientes e avaliou a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a do Sulfato de Efedrina comparada com grupo controle de placebo ou sem Sulfato de Efedrina quando administrada profilaticamente para preven&#xE7;&#xE3;o de hipotens&#xE3;o. Durante anestesia intratecal para cesariana, em qualquer dose ou via de administra&#xE7;&#xE3;o, evidenciouse que o Sulfato de Efedrina &#xE9; mais efetiva para o controle de hipotens&#xE3;o (risco relativo de 0,73 e intervalo de confian&#xE7;a de 95%, 0,63 a 0,86). &#xC9; importante destacar que n&#xE3;o houve diferen&#xE7;a quando ao risco de acidose fetal, definido como o pH arterial umbilical &lt;7,2 (RR, 1,36; IC de 95%, 0,55-3,35) ou a incid&#xEA;ncia dos &#xED;ndices de Apgar baixos (&lt;7 ou &lt;8) no primeiro minuto (RR, 0,77; IC 95%, 0,29-2,06) e em cinco minutos (RR, 0,72; IC 95%, 0,24-2,19).<sup>1</sup></p> <p>Estudo cl&#xED;nico randomizado, duplo cego buscou avaliar a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a de dose profil&#xE1;tica em bolus de 0,5 mg/kg de Sulfato de Efedrina administrada por via intravenosa no momento do bloqueio intratecal ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o de cristaloide, 15 mL/kg. Os pacientes foram alocados em 2 grupos: Sulfato de Efedrina, 21 pacientes e Controle (solu&#xE7;&#xE3;o salina), 21 pacientes. A incid&#xEA;ncia de hipotens&#xE3;o, n&#xE1;usea e v&#xF4;mitos no grupo do Sulfato de Efedrina, foi de 38,1% versus 57,1% no grupo controle (p&lt;0,05). <sup>2 </sup></p> <p>Estudo randomizado e duplo cego comparou a utiliza&#xE7;&#xE3;o de Sulfato de Efedrina e fenilefrina em 60 parturientes (divididas em dois grupos) para ces&#xE1;rea eletiva submetida &#xE0; raquianestesia. O grupo do Sulfato de Efedrina recebeu uma dose de 6 mg em bolus e o grupo da fenilefrina recebeu 100 mcg no tratamento de hipotens&#xE3;o arterial materna definida como menor que 80% do valor basal. N&#xE3;o houve diferen&#xE7;a nos par&#xE2;metros hemodin&#xE2;micos entre os dois grupos. O Sulfato de Efedrina apresentou efic&#xE1;cia comparada &#xE0; fenilefrina na dose utilizada para controle da hipotens&#xE3;o durante raquianestesia para cesariana eletiva. <sup>3</sup></p> <p>Estudo comparativo com Sulfato de Efedrina e fenilefrina durante raquianestesia para cesariana evidenciou que o Sulfato de Efedrina foi mais eficiente que fenilefrina na preven&#xE7;&#xE3;o de hipotens&#xE3;o arterial. A incid&#xEA;ncia de hipotens&#xE3;o foi de 70% no grupo Sulfato de Efedrina comparada a 93% no grupo fenilefrina. A dose m&#xE9;dia de Sulfato de Efedrina foi de 14,8 &#xB1; 3,8 mg e fenilefrina foi de 186,7 &#xB1; 52,9 mcg. As repercuss&#xF5;es fetais foram transit&#xF3;rias com o uso de Sulfato de Efedrina e menos frequentes com uso de fenilefrina.<sup>4 </sup></p> <p>Estudo randomizado, controlado, duplo cego, avaliou 40 pacientes divididas em dois grupos para receber administra&#xE7;&#xE3;o intramuscular de Sulfato de Efedrina na dose de 37,5 mg ou placebo previamente &#xE0; realiza&#xE7;&#xE3;o de anestesia intratecal. Par&#xE2;metros como press&#xE3;o arterial, frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca, suplemento de Sulfato de Efedrina, gasometria neonatal e Apgar foram monitorados. A incid&#xEA;ncia de hipotens&#xE3;o foi menor no grupo do Sulfato de Efedrina em rela&#xE7;&#xE3;o ao grupo controle (50% vs 80%, respectivamente), com inicio mais demorado no grupo do Sulfato de Efedrina (10%) que no grupo controle (50%). A administra&#xE7;&#xE3;o do Sulfato de Efedrina IM antes da raquianestesia n&#xE3;o foi associada com hipertens&#xE3;o ou taquicardia reativa. <sup>5</sup></p> <p>Estudo controlado, randomizado, duplo cego investigou a efic&#xE1;cia do Sulfato de Efedrina em 98 pacientes idosos submetidos a artroplastia do quadril sob raquianestesia. 50 pacientes receberam 0,6 mg.kg-1- IM e 48 receberam placebo IM. A administra&#xE7;&#xE3;o de Sulfato de Efedrina na dose de 0,6 mg/kg por via intramuscular em pacientes idosos submetidos a anestesia intratecal com bupivacapina para artroplastia de quadril foi efetiva para redu&#xE7;&#xE3;o de epis&#xF3;dios hipotensivos. A press&#xE3;o arterial sist&#xF3;lica durante os primeiros 60 minutos ap&#xF3;s a anestesia permaneceu significativamente mais est&#xE1;vel no grupo tratado com Sulfato de Efedrina, e houve tamb&#xE9;m um n&#xFA;mero significativamente menor de pacientes deste grupo que apresentou diminui&#xE7;&#xF5;es na press&#xE3;o de mais de 30% dos n&#xED;veis de pr&#xE9;-bloqueio. Um aumento na frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca ou press&#xE3;o sist&#xF3;lica de &gt; 20% da linha de base foi encontrada em dois pacientes no grupo de Sulfato de Efedrina e em um paciente no grupo de placebo. <sup>6</sup></p> <h3>Tratamento nos estados de choque</h3> <p>O tratamento da hipotens&#xE3;o pela perda de sangue passa pela reposi&#xE7;&#xE3;o de volume, hemostasia e f&#xE1;rmacos. Artigo discute o Sulfato de Efedrina no cen&#xE1;rio do choque hipovol&#xEA;mico. O Sulfato de Efedrina possui a&#xE7;&#xE3;o constritora nos vasos por uma a&#xE7;&#xE3;o direta e indireta. Neste artigo, o autor mostra o Sulfato de Efedrina como f&#xE1;rmaco eficaz no tratamento do choque devido a sangramento, pois sua a&#xE7;&#xE3;o venoconstritora &#xE9; predominante em rela&#xE7;&#xE3;o a a&#xE7;&#xE3;o arterioconstritora. Portanto, seu efeito em aumentar o retorno venoso &#xE9; mais significativo que a vasoconstri&#xE7;&#xE3;o arterial.<sup>7</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\"><sup>1 </sup>Lee A, Ngan Kee WD, Gin T. Prophylactic ephedrine prevents hypotension during spinal anesthesia for Cesarean delivery but does not improve neonatal outcome: a quantitative systematic review. Can J Anaesth. 2002 Jun-Jul; 49(6):588-99.<br> <sup>2</sup> Kol IO, Kaygusuz K, Gursoy S, Cetin A, Kahramanoglu Z, Ozkan F, Mimaroglu C. The effects of intravenous ephedrine during spinal anesthesia for cesarean delivery: a randomized controlled trial. J Korean Med Sci. 2009 Oct; 24(5):883-8.<br> <sup>3</sup> Prakash S, Pramanik V, Chellani H, Salhan S, Gogia AR. Maternal and neonatal effects of bolus administration of ephedrine and phenylephrine during spinal anaesthesia for caesarean delivery: a randomised study. Int J Obstet Anesth. 2010 Jan; 19(1):24-30.<br> <sup>4</sup> Magalh&#xE3;es E, Gov&#xEA;ia CS, de Ara&#xFA;jo Ladeira LC, Nascimento BG, Kluthcouski SM. Ephedrine versus phenylephrine: prevention of hypotension during spinal block for cesarean section and effects on the fetus. Rev Bras Anestesiol. 2009 JanFeb; 59(1):11-20.<br> <sup>5</sup> Webb AA, Shipton EA. Re-evaluation of i.m. ephedrine as prophylaxis against hypotension associated with spinal anaesthesia for Caesarean section. Can J Anaesth. 1998 Apr; 45(4):367-9.<br> <sup>6</sup> Sternlo JE, Rettrup A, Sandin R. Prophylactic i.m. ephedrine in bupivacaine spinal anaesthesia. Br J Anaesth. 1995 May;74(5):517-20.<br> <sup>7</sup> Eldor J. Ephedrine in the initial treatment of haemorrhagic shock. Med Hypotheses. 1991 Jul; 35(3):250-2.</br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <p>O Sulfato de Efedrina &#xE9; uma amina simpatomim&#xE9;tica, do grupo das n&#xE3;o catecolaminas e possui a&#xE7;&#xE3;o mista, ou seja, tem a&#xE7;&#xE3;o direta nos receptores adren&#xE9;rgicos e tamb&#xE9;m age por meio da libera&#xE7;&#xE3;o end&#xF3;gena de noradrenalina dos terminais neuronais pr&#xE9;sin&#xE1;pticos (a&#xE7;&#xE3;o indireta). &#xC9; um f&#xE1;rmaco resistente ao metabolismo da monoaminoxidase (MAO) e da catecol-Ometiltransferase (COMT), resultando em dura&#xE7;&#xE3;o de a&#xE7;&#xE3;o prolongada. Doses terap&#xEA;uticas de Sulfato de Efedrina produzem principalmente o relaxamento do m&#xFA;sculo liso e, se reservas da noradrenalina estiverem intactas, estimula&#xE7;&#xE3;o card&#xED;aca e aumento da press&#xE3;o arterial sist&#xF3;lica e diast&#xF3;lica. Seu efeito vasopressor &#xE9; em grande parte resultante do aumento do d&#xE9;bito card&#xED;aco e, em menor extens&#xE3;o, da vasoconstri&#xE7;&#xE3;o perif&#xE9;rica.</p> <p>Os efeitos cardiovasculares do Sulfato de Efedrina assemelham-se aos da adrenalina, sendo cerca de 250 vezes menos potentes que essa catecolamina. A eleva&#xE7;&#xE3;o da press&#xE3;o arterial &#xE9; menos intensa, por&#xE9;m, sua meia-vida &#xE9; dez vezes maior que a da adrenalina, produzindo uma resposta pressora mais prolongada. Seu uso endovenoso resulta no aumento da frequ&#xEA;ncia e do d&#xE9;bito card&#xED;aco em decorr&#xEA;ncia da ativa&#xE7;&#xE3;o de receptores beta-1 adren&#xE9;rgicos. Sua atua&#xE7;&#xE3;o nos receptores alfa leva a vasoconstri&#xE7;&#xE3;o do leito arterial com aumento da p&#xF3;s-carga, al&#xE9;m de venoconstri&#xE7;&#xE3;o, acarretando aumento no retorno venoso e, consequentemente, no d&#xE9;bito card&#xED;aco.</p> <p>O Sulfato de Efedrina &#xE9; absorvida rapidamente ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o intramuscular ou subcut&#xE2;nea. O in&#xED;cio de a&#xE7;&#xE3;o ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o intramuscular &#xE9; de 10-20 minutos e a dura&#xE7;&#xE3;o da resposta press&#xF3;rica e card&#xED;aca &#xE9; de uma hora ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa de 10-25 mg de Sulfato de Efedrina ou administra&#xE7;&#xE3;o por via intramuscular ou subcut&#xE2;nea de 25-50 mg.</p> <p>O Sulfato de Efedrina &#xE9; classificada como uma amina predominantemente vasoconstritora, embora seja um poderoso broncodilatador.O Sulfato de Efedrina causa diminui&#xE7;&#xE3;o do fluxo sangu&#xED;neo renal e espl&#xE2;ncnico e aumento no fluxo coronariano e na musculatura esquel&#xE9;tica. A resist&#xEA;ncia vascular perif&#xE9;rica pouco se altera, pois a vasoconstri&#xE7;&#xE3;o inicial &#xE9; compensada pelo estimulo nos receptores beta-2 que promovem dilata&#xE7;&#xE3;o de outros leitos vasculares. Nos pulm&#xF5;es, causa broncodilata&#xE7;&#xE3;o, e pode ser utilizado como vasopressor na gestante asm&#xE1;tica em crise. O principal efeito cardiovascular do Sulfato de Efedrina &#xE9; o aumento da contratilidade mioc&#xE1;rdica devido aos est&#xED;mulos nos receptores beta-1 adren&#xE9;rgicos.</p> <p>O Sulfato de Efedrina apresenta um efeito m&#xED;nimo sobre o fluxo sangu&#xED;neo uterino. Ela rapidamente atravessa a placenta, causando aumento das catecolaminas fetais circulantes, levando a um aumento da atividade simp&#xE1;tica, da contratilidade mioc&#xE1;rdica e da frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca fetal.</p> <p>Esse f&#xE1;rmaco aumenta a atividade metab&#xF3;lica fetal, ocasionando diminui&#xE7;&#xE3;o de seu pH arterial quando comparada &#xE0; fenilefrina e ao metaraminol. A relev&#xE2;ncia clinica desse fato ainda n&#xE3;o foi estabelecida.</p> <p>Pequenas quantidades de Sulfato de Efedrina s&#xE3;o metabolizadas no <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, seus metab&#xF3;litos s&#xE3;o identificados como p-hidroxiSulfato de Efedrina, phidroxinorSulfato de Efedrina, norSulfato de Efedrina e conjugados destes compostos. O f&#xE1;rmaco e seus metab&#xF3;litos s&#xE3;o excretados na urina, principalmente como Sulfato de Efedrina inalterada. A meia-vida plasm&#xE1;tica do Sulfato de Efedrina &#xE9; de 3-6 horas. A elimina&#xE7;&#xE3;o do Sulfato de Efedrina &#xE9; maior (e, consequentemente, a meia vida &#xE9; menor) com a diminui&#xE7;&#xE3;o do pH urin&#xE1;rio. As doses usuais de Sulfato de Efedrina n&#xE3;o costumam produzir <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hiperglicemia-sintomas-tratamento-e-consequencias/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hiperglicemia</a>.O Sulfato de Efedrina aumenta o metabolismo e o consumo de oxig&#xEA;nio, provavelmente como resultado da estimula&#xE7;&#xE3;o central.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Efedrin?

O medicamento deve ser mantido em temperatura ambiente, entre 15o e 30oC, protegido da luz e não deve ser congelado.

O prazo de validade do medicamento é de 24 meses a partir da data de fabricação impressa na embalagem. Não administre medicamento com o prazo de validade vencido.

A solução injetável não contém conservantes.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas

Efedrin® solução injetável apresenta-se como uma solução límpida, incolor, livre de partículas visíveis.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres Legais do Efedrin

MS n.º 1.0298.0198

Farm. Resp.:
Dr. José Carlos Modolo
CRF-SP N.º 10446

Registrado por:
Cristália - Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Rod. Itapira-Lindóia, km 14 - Itapira - SP
CNPJ 44.734.671/0001-51 - Indústria Brasileira


Fabricado por:
Cristália - Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Av. Nossa Senhora da Assunção, 574 - Butantã - São Paulo - SP
CNPJ 44.734.671/0008-28 - Indústria Brasileira


SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente):
0800 701 19 18

Uso restrito a hospitais.

Venda sob prescrição médica.

50mg/mL, caixa com 36 ampolas com 1mL de solução de uso intramuscular ou intravenoso (embalagem hospitalar)

Princípio ativo
:
Sulfato De Efedrina
Classe Terapêutica
:
Todos Os Outros Asmáticos/Dpoc, Sistêmicos
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
D1 Branca (Dispensação Sob Prescrição Médica Restrito a Hospitais)
Categoria
:
Sistema Cardiovascular (Circulação)
Especialidade
:
Cardiologia

Bula do medicamento

Efedrin, para o que é indicado e para o que serve?

A efedrina injetável está indicada:

  • <li>No tratamento ou preven&#xE7;&#xE3;o da <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">hipotens&#xE3;o</a> associada &#xE0; anestesia intratecal, epidural e anestesia geral;</li> <li>No tratamento do choque &#x2013; situa&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica de queda abrupta e grave da press&#xE3;o arterial e que n&#xE3;o responde com o tratamento com reposi&#xE7;&#xE3;o de fluidos administrados na veia.</li>

Como o&nbsp;Efedrin funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>A efedrina &#xE9; um medicamento vasopressor, ou seja, ele contrai os vasos do corpo fazendo a press&#xE3;o arterial subir e tamb&#xE9;m aumentar a quantidade de sangue que chega ao cora&#xE7;&#xE3;o. Seu efeito sobre os vasos sangu&#xED;neos come&#xE7;a imediatamente ap&#xF3;s sua administra&#xE7;&#xE3;o que pode ser pela veia, no m&#xFA;sculo ou por via subcut&#xE2;nea (abaixo da pele).</p> "}

Quais as contraindicações do Efedrin?

  • <li>&#xC9; contraindicado em pacientes com conhecida hipersensibilidade &#xE0;s aminas simpatomim&#xE9;ticas.</li>

É também contraindicado o uso do medicamento quando existirem os seguintes problemas médicos:

  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/b/glaucoma-angulo-estreito" target="_blank"/><a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-glaucoma-sintomas-tratamento-causas-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">Glaucoma</a> de &#xE2;ngulo estreito;</li> <li>Aquiarritmias ou fibrila&#xE7;&#xE3;o ventricular;</li> <li>Pacientes anestesiados com ciclopropano e <a href="https://consultaremedios.com.br/halotano/bula" target="_blank">halotano</a> uma vez que esses agentes aumentam as a&#xE7;&#xF5;es arritmog&#xEA;nicas dos f&#xE1;rmacos simpatomim&#xE9;ticos.</li>

A efedrina não deve ser usada habitualmente nos casos onde os fármacos vasopressores estão contraindicados:

  • <li>Em obstetr&#xED;cia, quando a press&#xE3;o arterial materna &#xE9; maior que 130/80 mm Hg;</li> <li>Em tireotoxicose, <a href="https://minutosaudavel.com.br/feocromocitoma-tratamento-diagnostico-causas-sintomas-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">feocromocitoma</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c" target="_blank">diabetes</a>, hipertens&#xE3;o e outras desordens cardiovasculares como, por exemplo, a estenose suba&#xF3;rtica hipertr&#xF3;fica idiop&#xE1;tica.</li>

Risco na gravidez - Categoria C

Não foram conduzidos estudos de reprodução animal com efedrina. Também não é conhecido se a efedrina pode causar dano fetal quando administrada a mulheres grávidas ou se pode afetar a capacidade reprodutiva. Efedrina deve ser administrada a mulheres grávidas apenas se claramente necessário.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Como usar o Efedrin?

Efedrin® pode ser administrado por via intramuscular, via subcutânea ou via intravenosa lenta.

Tanto a administração como a suspensão do tratamento, somente deverá ser feita sob orientação médica.

Não usar o medicamento se a solução não estiver límpida e a embalagem intacta. Proteger a ampola da luz até o momento de usar.

A via intravenosa é utilizada quando é necessário um efeito imediato. A absorção, ou início da ação, pela via intramuscular é mais rápida, entre 10 a 20 minutos, que pela via subcutânea.

Uso Adulto

Tratamento dos estados hipotensivos

Dose usual em adultos varia de 5 a 25 mg, administrada por via intravenosa lenta. Pode ser repetida em 5 a 10 minutos, se necessário.

Prevenção dos estados hipotensivos

Para a prevenção dos estados hipotensivos secundários à anestesia durante o parto, o sulfato de efedrina deve ser administrado numa injeção de 30 mg por via intramuscular.

As doses aconselhadas são de 3 mg/mL (adultos de 3 a 6 mg) em injeção intravenosa lenta repetida a cada 3 a 4 minutos. A dose total máxima é de 30 mg.

Na prevenção das crises hipotensivas secundárias à anestesia intratecal ou geral a dose usual no adulto é de 25 a 50 mg (intervalo de 10 a 50 mg) injetados por via subcutânea ou intramuscular.

Tratamento dos distúrbios hemodinâmicos do choque

Quando utilizado como agente vasopressor, o sulfato de efedrina deve ser administrado na menor dose eficaz e durante o menor período de tempo possível. A dose usual para os adultos é de 25 a 50 mg por via subcutânea ou intramuscular. Se necessário, pode ser administrada uma segunda dose por via IM (50 mg) ou IV (25 mg).

Recomenda-se que a administração por via intravenosa direta deva ser feita lentamente. A dose diária por via parenteral não deve exceder 150 mg.

Uso Pediátrico

Tratamento do estado hipotensivo

As crianças podem receber diariamente 2 a 3 mg/kg ou 67-100 mg/m2 por via subcutânea, IM ou IV divididas em 4 a 6 doses. Durante o tratamento com um agente vasoconstritor a pressão arterial deve ser corrigida para níveis ligeiramente inferiores aos normais.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o&nbsp;Efedrin?

{"tag":"hr","value":" <p>Uma vez que este medicamento &#xE9; administrado por um profissional de sa&#xFA;de em ambiente hospitalar, n&#xE3;o dever&#xE1; ocorrer esquecimento do seu uso. Este medicamento &#xE9; utilizado a crit&#xE9;rio m&#xE9;dico e de acordo com a condi&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica do paciente.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Efedrin?

A administração deste medicamento deve ser feita por via intramuscular, via subcutânea e via intravenosa lenta, sob estrita supervisão médica em hospitais.

A efedrina pode causar hipertensão resultando em hemorragia intracraniaa e induzir angina em pacientes com insuficiência coronária ou doença cardíaca isquêmica. O fármaco também pode induzir potencialmente arritmias fatais em pacientes com doença cardíaca orgânica ou que estão recebendo fármacos que sensibilizam o miocárdio.

O sulfato de efedrina deve ser usado com precaução em pacientes com hipertireoidismo, doenças cardíacas (insuficiência cardíaca, angina pectoris, pacientes fazendo uso de digitálicos), arritmias cardíacas, diabetes ou sistema vasomotor instável.

Todos os vasopressores devem ser usados com cautela em pacientes que utilizam inibidores da monoaminoxidase (IMAO).

Agentes diuréticos também podem diminuir a resposta vascular de fármacos vasopressores como a efedrina.

Risco na Gravidez - Categoria C

Não foram conduzidos estudos de reprodução animal com efedrina. Também não é conhecido se a efedrina pode causar dano fetal quando administrada a mulheres grávidas ou se pode afetar a capacidade reprodutiva. Efedrina deve ser administrada a mulheres grávidas apenas se claramente necessário.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Amamentação

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, sulfato de efedrina é compatível com a amamentação.

Durante o período de aleitamento materno ou doação de leite humano, só utilize medicamentos com o conhecimento do seu médico, pois alguns medicamentos podem ser excretados no leite humano, causando reações indesejáveis ao bebê.

Trabalho de parto e parto

A administração parenteral de efedrina para manutenção da pressão arterial durante anestesia intratecal para analgesia de parto pode causar aceleração do débito cardíaco fetal e não deve ser utilizada em obstetrícia quando a pressão arterial materna exceder 130/80 mmHg.

Crianças

As crianças são especialmente sensíveis ao efeito do sulfato de efedrina. Deve-se estabelecer a dose de acordo com a idade, peso e condição física do paciente.

Idosos

Não existem informações específicas com relação às diferenças de uso e reações adversas em idosos, em comparação com adultos em outras faixas etárias. Contudo, deve-se ter cautela ao administrar sulfato de efedrina em idosos, especialmente nos pacientes com retenção urinária e outras doenças pré-existentes.

Efeitos na Habilidade Dirigir e/ou Operar Máquinas

Recomenda-se precaução ao dirigir veículos ou operar máquinas.

Este medicamento pode causar doping.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Efedrin?

Reação comum (>1/100 e <1/10)

Hipertensão, palpitação, taquicardia, náuseas e vômitos, tremor, ansiedade e retenção urinária comumente observada em homens com prostatismo.

Sem informação detalhada: nervosismo, dependência ao fármaco com desenvolvimento de psicoses com alucinações, comportamento paranoico, agressividade ou outro comportamento esquizofrênico.

Relatos isolados

Cardiomiopatia, arterite cerebral, hipertensão, infarto agudo do miocárdio, espasmo coronariano,taquicardia sinusal, batimentos ectópicos ventriculares, hipertensão, precordialgia, isquemia ântero-apical aguda, náuseas, vômitos, sudorese, trombo intracoronariano, palpitações, taquicardia, rash, hipersensibilidade, transtorno psicótico com paranoia, alucinação, depressão, pensamentos bizarros, alucinação auditiva, nefrolitíase.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe a empresa através do Sistema de Atendimento ao Consumidor (SAC).

Qual a composição do Efedrin?

Cada mL contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de efedrina</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">50 mg</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">&#xC1;gua para inje&#xE7;&#xE3;o q.s.p.</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">1 mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Apresentação do&nbsp;Efedrin

{"tag":"hr","value":" <p>Caixa com 100 ampolas de 1 mL.</p> <p><strong>Uso IM / SC / IV.</strong></p> <p><strong>Uso adulto e pedi&#xE1;trico.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Efedrin maior do que a recomendada?

A superdose é caracterizada por excessivo efeito hipertensivo, que pode ser aliviado reduzindo ou descontinuando a medicação temporariamente, até a queda da pressão sanguínea.

Quando efedrina é administrada em doses elevadas pode causar tremores, convulsões, náuseas, vômitos, cianose, irritabilidade, ansiedade, febre, comportamento suicida, taquicardia, midríase, visão turva, espasmos musculares, edema pulmonar, coma e parada respiratória.

O tratamento recomendado nos casos de superdose consiste em:

  • <li>Assegurar as vias a&#xE9;reas do paciente e ventila&#xE7;&#xE3;o assistida quando necess&#xE1;rio;</li> <li>Monitoriza&#xE7;&#xE3;o dos sinais vitais, gasometria e os eletr&#xF3;litos, <a href="https://minutosaudavel.com.br/eletrocardiograma-ecg-o-que-e-para-que-serve-e-como-e-feito-o-exame/" rel="noopener" target="_blank">eletrocardiograma</a>;</li> <li>Na presen&#xE7;a de taquicardia supraventricular ou ventricular, recomenda-se administrar um betabloqueador por via IV lenta. Nos casos de pacientes asm&#xE1;ticos utilizar o betabloqueador cardiosseletivo (esmolol ou metoprolol);</li> <li>Na vig&#xEA;ncia de hipertens&#xE3;o arterial acentuada administrar por infus&#xE3;o nitroprussiato de s&#xF3;dio ou <a href="https://consultaremedios.com.br/fentolamina/bula" target="_blank">fentolamina</a>;</li> <li>Na vig&#xEA;ncia de hipotens&#xE3;o arterial administrar fluidos por via intravenosa ou vasopressores inotr&#xF3;picos como a norepinefrina.</li>

Na vigência de convulsões, administrar diazepam e nas convulsões refratárias, pode ser necessário a indução com tiopental e uso de agente bloqueador neuromuscular.

Injeções continuadas de sulfato de efedrina (após a depleção dos reservatórios de norepinefrina nas terminações nervosas, com perda do efeito vasopressor) podem resultar em hipotensão mais séria do que antes do seu uso.
Na ausência da depleção da norepinefrina, a dose excessiva produz taquicardia, aumento anormal da pressão sanguínea com possibilidade de hemorragia cerebral e efeitos sobre o sistema nervoso central.

No caso de alterações importantes da pressão sanguínea, interromper o uso do fármaco e instruir medidas corretivas.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Efedrin com outros remédios?

Agentes simpaticomiméticos

O sulfato de efedrina não deve ser administrado concomitantemente com outros agentes simpaticomiméticos devido à possibilidade de ocorrerem efeitos aditivos e aumento da toxicidade. (Ex: aminofilina, dopamina, efedrina, epinefrina, norepinefrina, fenilefrina, metilfenidato, doxapram e mazindol).

Agentes bloqueadores alfa adrenérgicos

A administração de um fármaco bloqueador alfa adrenérgico reduz a resposta vasopressora do sulfato de efedrina. (Ex: labetalol, doxazosina, tansulosina)

Agentes bloqueadores beta adrenérgicos

A administração de bloqueadores beta adrenérgicos como o propranolol podem bloquear os efeitos cardíacos e broncodilatadores do sulfato de efedrina.

Anestésicos

A administração de sulfato de efedrina a pacientes que receberam anestésicos gerais como o ciclopropano ou hidrocarbonetos halogenados, que aumentam a irritabilidade cardíaca, pode resultar em arritmias. O uso de um fármaco vasopressor com menos efeitos estimulantes cardíacos deve ser considerado em pacientes que recebem anestésicos sensibilizadores do miocárdio. Caso ocorram, as arritmias podem responder a administração de um fármaco bloqueador beta-adrenérgico.

Inibidores da monoaminoxidase (IMAO)

Os inibidores da monoaminoxidase (IMAO) potencializam os efeitos vasopressores de fármacos simpaticomiméticos como o sulfato de efedrina.

Bloqueadores dos neurônios adrenérgicos

O sulfato de efedrina pode antagonizar o bloqueio neuronal produzido pela guanetidina, resultando em perda da eficácia antihipertensiva.

Pacientes em uso de guanetidina devem ser cuidadosamente monitorizados se for associado ao sulfato de efedrina. Se necessário, aumentar a dose de guanetidina ou adicionar outro anti-hipertensivo ao regime de tratamento.

Bloqueadores ganglionares

A efedrina diminui o efeito hipotensor do trimetafano e mecamilamina e estes podem, por outro lado, diminuir o efeito vasopressor da efedrina.

Antiácidos, acidificantes e alcalinizantes urinários

A alcalinização da urina (pH em torno de 8) com os fármacos acetazolamida, diclorfenamida, bicarbonato de sódio e citrato de sódio, podem aumentar a meia-vida e diminuir a eliminação da efedrina potencializando o efeito terapêutico ou tóxico da efedrina, como tremores, ansiedade, insônias, taquicardia.

Por outro lado, a acidificação da urina, como por exemplo, com cloreto de amônio, provoca um aumento da excreção da efedrina.

Psicodepressores e antipsicóticos (ex: haloperidol, clorpromazina, flufenazina)

Ocorre antagonismo da ação vasopressora.

Antidepressivos tricíclicos (ex: clomipramina, imipramina, nortriptilina, amitriptilina)

O uso concomitante com efedrina pode potencializar o efeito pressórico e cardiovascular, resultando em arritmia, taquicardia, hipertensão, hiperpirexia.

Inibidores da protease e inibidores da transcriptase reversa (ex: abacavir, adefovir, didanosina, estavudina, fenelzina, lamivudina, zalcitabina, zidovudina)

O efeito hipertensivo dos agentes agonistas alfa e beta adrenérgicos pode aumentar com a administração concomitante dos inibidores da protease e inibidores da transcriptase reversa.

Outros fármacos

  • <li>O <a href="https://consultaremedios.com.br/sulfato-de-atropina/bula" target="_blank">sulfato de atropina</a> bloqueia a bradicardia reflexa e acentua a resposta pressora do sulfato de efedrina;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de um derivado da <a href="https://consultaremedios.com.br/teofilina/pa" target="_blank">teofilina</a> (como a aminofilina) com a efedrina, produz uma maior incid&#xEA;ncia de rea&#xE7;&#xF5;es adversas;</li> <li>Glicos&#xED;deos card&#xED;acos podem sensibilizar o mioc&#xE1;rdio para os efeitos de f&#xE1;rmacos simpaticomim&#xE9;ticos; o sulfato de efedrina deve ser usado com cautela;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o da <a href="https://consultaremedios.com.br/furosemida/bula" target="_blank">furosemida</a> ou outros diur&#xE9;ticos pode diminuir a resposta arterial a f&#xE1;rmacos vasopressores como o sulfato de efedrina;</li> <li>A <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-clonidina/bula" target="_blank">clonidina</a> administrada como pr&#xE9;-medica&#xE7;&#xE3;o aumenta a resposta vasopressora &#xE0; efedrina, durante a anestesiaintratecal;</li> <li>A reserpina e <a href="https://consultaremedios.com.br/metildopa/bula" target="_blank">metildopa</a> podem diminuir os efeitos da efedrina e esta diminuir os efeitos hipotensores da metildopa e reserpina;</li> <li>Propoxifeno: a efedrina n&#xE3;o deve ser utilizada na intoxica&#xE7;&#xE3;o por propoxifeno porque pode induzir, teoricamente, o in&#xED;cio das convuls&#xF5;es induzidas por este;</li> <li>Canabinoides: os canabinoides podem aumentar a taquicardia causada pelos agentes simpaticomim&#xE9;ticos. Recomenda-se monitoriza&#xE7;&#xE3;o hemodin&#xE2;mica;</li> <li>Coca&#xED;na: a associa&#xE7;&#xE3;o de efedrina aumenta o efeito cardiovascular e riscos de rea&#xE7;&#xF5;es adversas;</li> <li>Donopram: aumenta o efeito press&#xF3;rico da efedrina;</li> <li>Ergotamina: com uso concomitante, produz vasoconstri&#xE7;&#xE3;o perif&#xE9;rica;</li> <li>Ergonovina, metil-ergonovina, metilsergida: quando usados com sulfato de efedrina podem resultar no aumento da vasoconstri&#xE7;&#xE3;o e consequente eleva&#xE7;&#xE3;o acentuada da press&#xE3;o arterial.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Efedrin (Sulfato de Efedrina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Tratamento da hipotens&#xE3;o p&#xF3;s-raquianestesia</h3> <p>O Sulfato de Efedrina, pela a&#xE7;&#xE3;o vasoconstritora, combate a hipotens&#xE3;o por aumentar o retorno venoso ap&#xF3;s o bloqueio simp&#xE1;tico e apresenta baixa propens&#xE3;o &#xE0; vasoconstri&#xE7;&#xE3;o uteroplacent&#xE1;ria.</p> <p>Estudos cl&#xED;nicos mostram a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a do Sulfato de Efedrina administrada por via intravenosa para a preven&#xE7;&#xE3;o de hipotens&#xE3;o p&#xF3;s-raquianestesia.</p> <p>Revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica reuniu 14 estudos cl&#xED;nicos randomizados e controlados com 641 pacientes e avaliou a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a do Sulfato de Efedrina comparada com grupo controle de placebo ou sem Sulfato de Efedrina quando administrada profilaticamente para preven&#xE7;&#xE3;o de hipotens&#xE3;o. Durante anestesia intratecal para cesariana, em qualquer dose ou via de administra&#xE7;&#xE3;o, evidenciouse que o Sulfato de Efedrina &#xE9; mais efetiva para o controle de hipotens&#xE3;o (risco relativo de 0,73 e intervalo de confian&#xE7;a de 95%, 0,63 a 0,86). &#xC9; importante destacar que n&#xE3;o houve diferen&#xE7;a quando ao risco de acidose fetal, definido como o pH arterial umbilical &lt;7,2 (RR, 1,36; IC de 95%, 0,55-3,35) ou a incid&#xEA;ncia dos &#xED;ndices de Apgar baixos (&lt;7 ou &lt;8) no primeiro minuto (RR, 0,77; IC 95%, 0,29-2,06) e em cinco minutos (RR, 0,72; IC 95%, 0,24-2,19).<sup>1</sup></p> <p>Estudo cl&#xED;nico randomizado, duplo cego buscou avaliar a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a de dose profil&#xE1;tica em bolus de 0,5 mg/kg de Sulfato de Efedrina administrada por via intravenosa no momento do bloqueio intratecal ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o de cristaloide, 15 mL/kg. Os pacientes foram alocados em 2 grupos: Sulfato de Efedrina, 21 pacientes e Controle (solu&#xE7;&#xE3;o salina), 21 pacientes. A incid&#xEA;ncia de hipotens&#xE3;o, n&#xE1;usea e v&#xF4;mitos no grupo do Sulfato de Efedrina, foi de 38,1% versus 57,1% no grupo controle (p&lt;0,05). <sup>2 </sup></p> <p>Estudo randomizado e duplo cego comparou a utiliza&#xE7;&#xE3;o de Sulfato de Efedrina e fenilefrina em 60 parturientes (divididas em dois grupos) para ces&#xE1;rea eletiva submetida &#xE0; raquianestesia. O grupo do Sulfato de Efedrina recebeu uma dose de 6 mg em bolus e o grupo da fenilefrina recebeu 100 mcg no tratamento de hipotens&#xE3;o arterial materna definida como menor que 80% do valor basal. N&#xE3;o houve diferen&#xE7;a nos par&#xE2;metros hemodin&#xE2;micos entre os dois grupos. O Sulfato de Efedrina apresentou efic&#xE1;cia comparada &#xE0; fenilefrina na dose utilizada para controle da hipotens&#xE3;o durante raquianestesia para cesariana eletiva. <sup>3</sup></p> <p>Estudo comparativo com Sulfato de Efedrina e fenilefrina durante raquianestesia para cesariana evidenciou que o Sulfato de Efedrina foi mais eficiente que fenilefrina na preven&#xE7;&#xE3;o de hipotens&#xE3;o arterial. A incid&#xEA;ncia de hipotens&#xE3;o foi de 70% no grupo Sulfato de Efedrina comparada a 93% no grupo fenilefrina. A dose m&#xE9;dia de Sulfato de Efedrina foi de 14,8 &#xB1; 3,8 mg e fenilefrina foi de 186,7 &#xB1; 52,9 mcg. As repercuss&#xF5;es fetais foram transit&#xF3;rias com o uso de Sulfato de Efedrina e menos frequentes com uso de fenilefrina.<sup>4 </sup></p> <p>Estudo randomizado, controlado, duplo cego, avaliou 40 pacientes divididas em dois grupos para receber administra&#xE7;&#xE3;o intramuscular de Sulfato de Efedrina na dose de 37,5 mg ou placebo previamente &#xE0; realiza&#xE7;&#xE3;o de anestesia intratecal. Par&#xE2;metros como press&#xE3;o arterial, frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca, suplemento de Sulfato de Efedrina, gasometria neonatal e Apgar foram monitorados. A incid&#xEA;ncia de hipotens&#xE3;o foi menor no grupo do Sulfato de Efedrina em rela&#xE7;&#xE3;o ao grupo controle (50% vs 80%, respectivamente), com inicio mais demorado no grupo do Sulfato de Efedrina (10%) que no grupo controle (50%). A administra&#xE7;&#xE3;o do Sulfato de Efedrina IM antes da raquianestesia n&#xE3;o foi associada com hipertens&#xE3;o ou taquicardia reativa. <sup>5</sup></p> <p>Estudo controlado, randomizado, duplo cego investigou a efic&#xE1;cia do Sulfato de Efedrina em 98 pacientes idosos submetidos a artroplastia do quadril sob raquianestesia. 50 pacientes receberam 0,6 mg.kg-1- IM e 48 receberam placebo IM. A administra&#xE7;&#xE3;o de Sulfato de Efedrina na dose de 0,6 mg/kg por via intramuscular em pacientes idosos submetidos a anestesia intratecal com bupivacapina para artroplastia de quadril foi efetiva para redu&#xE7;&#xE3;o de epis&#xF3;dios hipotensivos. A press&#xE3;o arterial sist&#xF3;lica durante os primeiros 60 minutos ap&#xF3;s a anestesia permaneceu significativamente mais est&#xE1;vel no grupo tratado com Sulfato de Efedrina, e houve tamb&#xE9;m um n&#xFA;mero significativamente menor de pacientes deste grupo que apresentou diminui&#xE7;&#xF5;es na press&#xE3;o de mais de 30% dos n&#xED;veis de pr&#xE9;-bloqueio. Um aumento na frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca ou press&#xE3;o sist&#xF3;lica de &gt; 20% da linha de base foi encontrada em dois pacientes no grupo de Sulfato de Efedrina e em um paciente no grupo de placebo. <sup>6</sup></p> <h3>Tratamento nos estados de choque</h3> <p>O tratamento da hipotens&#xE3;o pela perda de sangue passa pela reposi&#xE7;&#xE3;o de volume, hemostasia e f&#xE1;rmacos. Artigo discute o Sulfato de Efedrina no cen&#xE1;rio do choque hipovol&#xEA;mico. O Sulfato de Efedrina possui a&#xE7;&#xE3;o constritora nos vasos por uma a&#xE7;&#xE3;o direta e indireta. Neste artigo, o autor mostra o Sulfato de Efedrina como f&#xE1;rmaco eficaz no tratamento do choque devido a sangramento, pois sua a&#xE7;&#xE3;o venoconstritora &#xE9; predominante em rela&#xE7;&#xE3;o a a&#xE7;&#xE3;o arterioconstritora. Portanto, seu efeito em aumentar o retorno venoso &#xE9; mais significativo que a vasoconstri&#xE7;&#xE3;o arterial.<sup>7</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\"><sup>1 </sup>Lee A, Ngan Kee WD, Gin T. Prophylactic ephedrine prevents hypotension during spinal anesthesia for Cesarean delivery but does not improve neonatal outcome: a quantitative systematic review. Can J Anaesth. 2002 Jun-Jul; 49(6):588-99.<br> <sup>2</sup> Kol IO, Kaygusuz K, Gursoy S, Cetin A, Kahramanoglu Z, Ozkan F, Mimaroglu C. The effects of intravenous ephedrine during spinal anesthesia for cesarean delivery: a randomized controlled trial. J Korean Med Sci. 2009 Oct; 24(5):883-8.<br> <sup>3</sup> Prakash S, Pramanik V, Chellani H, Salhan S, Gogia AR. Maternal and neonatal effects of bolus administration of ephedrine and phenylephrine during spinal anaesthesia for caesarean delivery: a randomised study. Int J Obstet Anesth. 2010 Jan; 19(1):24-30.<br> <sup>4</sup> Magalh&#xE3;es E, Gov&#xEA;ia CS, de Ara&#xFA;jo Ladeira LC, Nascimento BG, Kluthcouski SM. Ephedrine versus phenylephrine: prevention of hypotension during spinal block for cesarean section and effects on the fetus. Rev Bras Anestesiol. 2009 JanFeb; 59(1):11-20.<br> <sup>5</sup> Webb AA, Shipton EA. Re-evaluation of i.m. ephedrine as prophylaxis against hypotension associated with spinal anaesthesia for Caesarean section. Can J Anaesth. 1998 Apr; 45(4):367-9.<br> <sup>6</sup> Sternlo JE, Rettrup A, Sandin R. Prophylactic i.m. ephedrine in bupivacaine spinal anaesthesia. Br J Anaesth. 1995 May;74(5):517-20.<br> <sup>7</sup> Eldor J. Ephedrine in the initial treatment of haemorrhagic shock. Med Hypotheses. 1991 Jul; 35(3):250-2.</br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <p>O Sulfato de Efedrina &#xE9; uma amina simpatomim&#xE9;tica, do grupo das n&#xE3;o catecolaminas e possui a&#xE7;&#xE3;o mista, ou seja, tem a&#xE7;&#xE3;o direta nos receptores adren&#xE9;rgicos e tamb&#xE9;m age por meio da libera&#xE7;&#xE3;o end&#xF3;gena de noradrenalina dos terminais neuronais pr&#xE9;sin&#xE1;pticos (a&#xE7;&#xE3;o indireta). &#xC9; um f&#xE1;rmaco resistente ao metabolismo da monoaminoxidase (MAO) e da catecol-Ometiltransferase (COMT), resultando em dura&#xE7;&#xE3;o de a&#xE7;&#xE3;o prolongada. Doses terap&#xEA;uticas de Sulfato de Efedrina produzem principalmente o relaxamento do m&#xFA;sculo liso e, se reservas da noradrenalina estiverem intactas, estimula&#xE7;&#xE3;o card&#xED;aca e aumento da press&#xE3;o arterial sist&#xF3;lica e diast&#xF3;lica. Seu efeito vasopressor &#xE9; em grande parte resultante do aumento do d&#xE9;bito card&#xED;aco e, em menor extens&#xE3;o, da vasoconstri&#xE7;&#xE3;o perif&#xE9;rica.</p> <p>Os efeitos cardiovasculares do Sulfato de Efedrina assemelham-se aos da adrenalina, sendo cerca de 250 vezes menos potentes que essa catecolamina. A eleva&#xE7;&#xE3;o da press&#xE3;o arterial &#xE9; menos intensa, por&#xE9;m, sua meia-vida &#xE9; dez vezes maior que a da adrenalina, produzindo uma resposta pressora mais prolongada. Seu uso endovenoso resulta no aumento da frequ&#xEA;ncia e do d&#xE9;bito card&#xED;aco em decorr&#xEA;ncia da ativa&#xE7;&#xE3;o de receptores beta-1 adren&#xE9;rgicos. Sua atua&#xE7;&#xE3;o nos receptores alfa leva a vasoconstri&#xE7;&#xE3;o do leito arterial com aumento da p&#xF3;s-carga, al&#xE9;m de venoconstri&#xE7;&#xE3;o, acarretando aumento no retorno venoso e, consequentemente, no d&#xE9;bito card&#xED;aco.</p> <p>O Sulfato de Efedrina &#xE9; absorvida rapidamente ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o intramuscular ou subcut&#xE2;nea. O in&#xED;cio de a&#xE7;&#xE3;o ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o intramuscular &#xE9; de 10-20 minutos e a dura&#xE7;&#xE3;o da resposta press&#xF3;rica e card&#xED;aca &#xE9; de uma hora ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa de 10-25 mg de Sulfato de Efedrina ou administra&#xE7;&#xE3;o por via intramuscular ou subcut&#xE2;nea de 25-50 mg.</p> <p>O Sulfato de Efedrina &#xE9; classificada como uma amina predominantemente vasoconstritora, embora seja um poderoso broncodilatador.O Sulfato de Efedrina causa diminui&#xE7;&#xE3;o do fluxo sangu&#xED;neo renal e espl&#xE2;ncnico e aumento no fluxo coronariano e na musculatura esquel&#xE9;tica. A resist&#xEA;ncia vascular perif&#xE9;rica pouco se altera, pois a vasoconstri&#xE7;&#xE3;o inicial &#xE9; compensada pelo estimulo nos receptores beta-2 que promovem dilata&#xE7;&#xE3;o de outros leitos vasculares. Nos pulm&#xF5;es, causa broncodilata&#xE7;&#xE3;o, e pode ser utilizado como vasopressor na gestante asm&#xE1;tica em crise. O principal efeito cardiovascular do Sulfato de Efedrina &#xE9; o aumento da contratilidade mioc&#xE1;rdica devido aos est&#xED;mulos nos receptores beta-1 adren&#xE9;rgicos.</p> <p>O Sulfato de Efedrina apresenta um efeito m&#xED;nimo sobre o fluxo sangu&#xED;neo uterino. Ela rapidamente atravessa a placenta, causando aumento das catecolaminas fetais circulantes, levando a um aumento da atividade simp&#xE1;tica, da contratilidade mioc&#xE1;rdica e da frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca fetal.</p> <p>Esse f&#xE1;rmaco aumenta a atividade metab&#xF3;lica fetal, ocasionando diminui&#xE7;&#xE3;o de seu pH arterial quando comparada &#xE0; fenilefrina e ao metaraminol. A relev&#xE2;ncia clinica desse fato ainda n&#xE3;o foi estabelecida.</p> <p>Pequenas quantidades de Sulfato de Efedrina s&#xE3;o metabolizadas no <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, seus metab&#xF3;litos s&#xE3;o identificados como p-hidroxiSulfato de Efedrina, phidroxinorSulfato de Efedrina, norSulfato de Efedrina e conjugados destes compostos. O f&#xE1;rmaco e seus metab&#xF3;litos s&#xE3;o excretados na urina, principalmente como Sulfato de Efedrina inalterada. A meia-vida plasm&#xE1;tica do Sulfato de Efedrina &#xE9; de 3-6 horas. A elimina&#xE7;&#xE3;o do Sulfato de Efedrina &#xE9; maior (e, consequentemente, a meia vida &#xE9; menor) com a diminui&#xE7;&#xE3;o do pH urin&#xE1;rio. As doses usuais de Sulfato de Efedrina n&#xE3;o costumam produzir <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hiperglicemia-sintomas-tratamento-e-consequencias/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hiperglicemia</a>.O Sulfato de Efedrina aumenta o metabolismo e o consumo de oxig&#xEA;nio, provavelmente como resultado da estimula&#xE7;&#xE3;o central.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Efedrin?

O medicamento deve ser mantido em temperatura ambiente, entre 15o e 30oC, protegido da luz e não deve ser congelado.

O prazo de validade do medicamento é de 24 meses a partir da data de fabricação impressa na embalagem. Não administre medicamento com o prazo de validade vencido.

A solução injetável não contém conservantes.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas

Efedrin® solução injetável apresenta-se como uma solução límpida, incolor, livre de partículas visíveis.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres Legais do Efedrin

MS n.º 1.0298.0198

Farm. Resp.:
Dr. José Carlos Modolo
CRF-SP N.º 10446

Registrado por:
Cristália - Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Rod. Itapira-Lindóia, km 14 - Itapira - SP


50mg/mL, caixa com 25 ampolas com 1mL de solução de uso intramuscular ou intravenoso (embalagem hospitalar)

Princípio ativo
:
Sulfato De Efedrina
Classe Terapêutica
:
Todos Os Outros Asmáticos/Dpoc, Sistêmicos
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
D1 Branca (Dispensação Sob Prescrição Médica Restrito a Hospitais)
Categoria
:
Sistema Cardiovascular (Circulação)
Especialidade
:
Cardiologia

Bula do medicamento

Efedrin, para o que é indicado e para o que serve?

A efedrina injetável está indicada:

  • <li>No tratamento ou preven&#xE7;&#xE3;o da <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">hipotens&#xE3;o</a> associada &#xE0; anestesia intratecal, epidural e anestesia geral;</li> <li>No tratamento do choque &#x2013; situa&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica de queda abrupta e grave da press&#xE3;o arterial e que n&#xE3;o responde com o tratamento com reposi&#xE7;&#xE3;o de fluidos administrados na veia.</li>

Como o&nbsp;Efedrin funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>A efedrina &#xE9; um medicamento vasopressor, ou seja, ele contrai os vasos do corpo fazendo a press&#xE3;o arterial subir e tamb&#xE9;m aumentar a quantidade de sangue que chega ao cora&#xE7;&#xE3;o. Seu efeito sobre os vasos sangu&#xED;neos come&#xE7;a imediatamente ap&#xF3;s sua administra&#xE7;&#xE3;o que pode ser pela veia, no m&#xFA;sculo ou por via subcut&#xE2;nea (abaixo da pele).</p> "}

Quais as contraindicações do Efedrin?

  • <li>&#xC9; contraindicado em pacientes com conhecida hipersensibilidade &#xE0;s aminas simpatomim&#xE9;ticas.</li>

É também contraindicado o uso do medicamento quando existirem os seguintes problemas médicos:

  • <li><a href="https://consultaremedios.com.br/b/glaucoma-angulo-estreito" target="_blank"/><a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-glaucoma-sintomas-tratamento-causas-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">Glaucoma</a> de &#xE2;ngulo estreito;</li> <li>Aquiarritmias ou fibrila&#xE7;&#xE3;o ventricular;</li> <li>Pacientes anestesiados com ciclopropano e <a href="https://consultaremedios.com.br/halotano/bula" target="_blank">halotano</a> uma vez que esses agentes aumentam as a&#xE7;&#xF5;es arritmog&#xEA;nicas dos f&#xE1;rmacos simpatomim&#xE9;ticos.</li>

A efedrina não deve ser usada habitualmente nos casos onde os fármacos vasopressores estão contraindicados:

  • <li>Em obstetr&#xED;cia, quando a press&#xE3;o arterial materna &#xE9; maior que 130/80 mm Hg;</li> <li>Em tireotoxicose, <a href="https://minutosaudavel.com.br/feocromocitoma-tratamento-diagnostico-causas-sintomas-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">feocromocitoma</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c" target="_blank">diabetes</a>, hipertens&#xE3;o e outras desordens cardiovasculares como, por exemplo, a estenose suba&#xF3;rtica hipertr&#xF3;fica idiop&#xE1;tica.</li>

Risco na gravidez - Categoria C

Não foram conduzidos estudos de reprodução animal com efedrina. Também não é conhecido se a efedrina pode causar dano fetal quando administrada a mulheres grávidas ou se pode afetar a capacidade reprodutiva. Efedrina deve ser administrada a mulheres grávidas apenas se claramente necessário.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Como usar o Efedrin?

Efedrin® pode ser administrado por via intramuscular, via subcutânea ou via intravenosa lenta.

Tanto a administração como a suspensão do tratamento, somente deverá ser feita sob orientação médica.

Não usar o medicamento se a solução não estiver límpida e a embalagem intacta. Proteger a ampola da luz até o momento de usar.

A via intravenosa é utilizada quando é necessário um efeito imediato. A absorção, ou início da ação, pela via intramuscular é mais rápida, entre 10 a 20 minutos, que pela via subcutânea.

Uso Adulto

Tratamento dos estados hipotensivos

Dose usual em adultos varia de 5 a 25 mg, administrada por via intravenosa lenta. Pode ser repetida em 5 a 10 minutos, se necessário.

Prevenção dos estados hipotensivos

Para a prevenção dos estados hipotensivos secundários à anestesia durante o parto, o sulfato de efedrina deve ser administrado numa injeção de 30 mg por via intramuscular.

As doses aconselhadas são de 3 mg/mL (adultos de 3 a 6 mg) em injeção intravenosa lenta repetida a cada 3 a 4 minutos. A dose total máxima é de 30 mg.

Na prevenção das crises hipotensivas secundárias à anestesia intratecal ou geral a dose usual no adulto é de 25 a 50 mg (intervalo de 10 a 50 mg) injetados por via subcutânea ou intramuscular.

Tratamento dos distúrbios hemodinâmicos do choque

Quando utilizado como agente vasopressor, o sulfato de efedrina deve ser administrado na menor dose eficaz e durante o menor período de tempo possível. A dose usual para os adultos é de 25 a 50 mg por via subcutânea ou intramuscular. Se necessário, pode ser administrada uma segunda dose por via IM (50 mg) ou IV (25 mg).

Recomenda-se que a administração por via intravenosa direta deva ser feita lentamente. A dose diária por via parenteral não deve exceder 150 mg.

Uso Pediátrico

Tratamento do estado hipotensivo

As crianças podem receber diariamente 2 a 3 mg/kg ou 67-100 mg/m2 por via subcutânea, IM ou IV divididas em 4 a 6 doses. Durante o tratamento com um agente vasoconstritor a pressão arterial deve ser corrigida para níveis ligeiramente inferiores aos normais.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o&nbsp;Efedrin?

{"tag":"hr","value":" <p>Uma vez que este medicamento &#xE9; administrado por um profissional de sa&#xFA;de em ambiente hospitalar, n&#xE3;o dever&#xE1; ocorrer esquecimento do seu uso. Este medicamento &#xE9; utilizado a crit&#xE9;rio m&#xE9;dico e de acordo com a condi&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica do paciente.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Efedrin?

A administração deste medicamento deve ser feita por via intramuscular, via subcutânea e via intravenosa lenta, sob estrita supervisão médica em hospitais.

A efedrina pode causar hipertensão resultando em hemorragia intracraniaa e induzir angina em pacientes com insuficiência coronária ou doença cardíaca isquêmica. O fármaco também pode induzir potencialmente arritmias fatais em pacientes com doença cardíaca orgânica ou que estão recebendo fármacos que sensibilizam o miocárdio.

O sulfato de efedrina deve ser usado com precaução em pacientes com hipertireoidismo, doenças cardíacas (insuficiência cardíaca, angina pectoris, pacientes fazendo uso de digitálicos), arritmias cardíacas, diabetes ou sistema vasomotor instável.

Todos os vasopressores devem ser usados com cautela em pacientes que utilizam inibidores da monoaminoxidase (IMAO).

Agentes diuréticos também podem diminuir a resposta vascular de fármacos vasopressores como a efedrina.

Risco na Gravidez - Categoria C

Não foram conduzidos estudos de reprodução animal com efedrina. Também não é conhecido se a efedrina pode causar dano fetal quando administrada a mulheres grávidas ou se pode afetar a capacidade reprodutiva. Efedrina deve ser administrada a mulheres grávidas apenas se claramente necessário.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Amamentação

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, sulfato de efedrina é compatível com a amamentação.

Durante o período de aleitamento materno ou doação de leite humano, só utilize medicamentos com o conhecimento do seu médico, pois alguns medicamentos podem ser excretados no leite humano, causando reações indesejáveis ao bebê.

Trabalho de parto e parto

A administração parenteral de efedrina para manutenção da pressão arterial durante anestesia intratecal para analgesia de parto pode causar aceleração do débito cardíaco fetal e não deve ser utilizada em obstetrícia quando a pressão arterial materna exceder 130/80 mmHg.

Crianças

As crianças são especialmente sensíveis ao efeito do sulfato de efedrina. Deve-se estabelecer a dose de acordo com a idade, peso e condição física do paciente.

Idosos

Não existem informações específicas com relação às diferenças de uso e reações adversas em idosos, em comparação com adultos em outras faixas etárias. Contudo, deve-se ter cautela ao administrar sulfato de efedrina em idosos, especialmente nos pacientes com retenção urinária e outras doenças pré-existentes.

Efeitos na Habilidade Dirigir e/ou Operar Máquinas

Recomenda-se precaução ao dirigir veículos ou operar máquinas.

Este medicamento pode causar doping.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Efedrin?

Reação comum (>1/100 e <1/10)

Hipertensão, palpitação, taquicardia, náuseas e vômitos, tremor, ansiedade e retenção urinária comumente observada em homens com prostatismo.

Sem informação detalhada: nervosismo, dependência ao fármaco com desenvolvimento de psicoses com alucinações, comportamento paranoico, agressividade ou outro comportamento esquizofrênico.

Relatos isolados

Cardiomiopatia, arterite cerebral, hipertensão, infarto agudo do miocárdio, espasmo coronariano,taquicardia sinusal, batimentos ectópicos ventriculares, hipertensão, precordialgia, isquemia ântero-apical aguda, náuseas, vômitos, sudorese, trombo intracoronariano, palpitações, taquicardia, rash, hipersensibilidade, transtorno psicótico com paranoia, alucinação, depressão, pensamentos bizarros, alucinação auditiva, nefrolitíase.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe a empresa através do Sistema de Atendimento ao Consumidor (SAC).

Qual a composição do Efedrin?

Cada mL contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Sulfato de efedrina</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">50 mg</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">&#xC1;gua para inje&#xE7;&#xE3;o q.s.p.</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">1 mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Apresentação do&nbsp;Efedrin

{"tag":"hr","value":" <p>Caixa com 100 ampolas de 1 mL.</p> <p><strong>Uso IM / SC / IV.</strong></p> <p><strong>Uso adulto e pedi&#xE1;trico.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Efedrin maior do que a recomendada?

A superdose é caracterizada por excessivo efeito hipertensivo, que pode ser aliviado reduzindo ou descontinuando a medicação temporariamente, até a queda da pressão sanguínea.

Quando efedrina é administrada em doses elevadas pode causar tremores, convulsões, náuseas, vômitos, cianose, irritabilidade, ansiedade, febre, comportamento suicida, taquicardia, midríase, visão turva, espasmos musculares, edema pulmonar, coma e parada respiratória.

O tratamento recomendado nos casos de superdose consiste em:

  • <li>Assegurar as vias a&#xE9;reas do paciente e ventila&#xE7;&#xE3;o assistida quando necess&#xE1;rio;</li> <li>Monitoriza&#xE7;&#xE3;o dos sinais vitais, gasometria e os eletr&#xF3;litos, <a href="https://minutosaudavel.com.br/eletrocardiograma-ecg-o-que-e-para-que-serve-e-como-e-feito-o-exame/" rel="noopener" target="_blank">eletrocardiograma</a>;</li> <li>Na presen&#xE7;a de taquicardia supraventricular ou ventricular, recomenda-se administrar um betabloqueador por via IV lenta. Nos casos de pacientes asm&#xE1;ticos utilizar o betabloqueador cardiosseletivo (esmolol ou metoprolol);</li> <li>Na vig&#xEA;ncia de hipertens&#xE3;o arterial acentuada administrar por infus&#xE3;o nitroprussiato de s&#xF3;dio ou <a href="https://consultaremedios.com.br/fentolamina/bula" target="_blank">fentolamina</a>;</li> <li>Na vig&#xEA;ncia de hipotens&#xE3;o arterial administrar fluidos por via intravenosa ou vasopressores inotr&#xF3;picos como a norepinefrina.</li>

Na vigência de convulsões, administrar diazepam e nas convulsões refratárias, pode ser necessário a indução com tiopental e uso de agente bloqueador neuromuscular.

Injeções continuadas de sulfato de efedrina (após a depleção dos reservatórios de norepinefrina nas terminações nervosas, com perda do efeito vasopressor) podem resultar em hipotensão mais séria do que antes do seu uso.
Na ausência da depleção da norepinefrina, a dose excessiva produz taquicardia, aumento anormal da pressão sanguínea com possibilidade de hemorragia cerebral e efeitos sobre o sistema nervoso central.

No caso de alterações importantes da pressão sanguínea, interromper o uso do fármaco e instruir medidas corretivas.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Efedrin com outros remédios?

Agentes simpaticomiméticos

O sulfato de efedrina não deve ser administrado concomitantemente com outros agentes simpaticomiméticos devido à possibilidade de ocorrerem efeitos aditivos e aumento da toxicidade. (Ex: aminofilina, dopamina, efedrina, epinefrina, norepinefrina, fenilefrina, metilfenidato, doxapram e mazindol).

Agentes bloqueadores alfa adrenérgicos

A administração de um fármaco bloqueador alfa adrenérgico reduz a resposta vasopressora do sulfato de efedrina. (Ex: labetalol, doxazosina, tansulosina)

Agentes bloqueadores beta adrenérgicos

A administração de bloqueadores beta adrenérgicos como o propranolol podem bloquear os efeitos cardíacos e broncodilatadores do sulfato de efedrina.

Anestésicos

A administração de sulfato de efedrina a pacientes que receberam anestésicos gerais como o ciclopropano ou hidrocarbonetos halogenados, que aumentam a irritabilidade cardíaca, pode resultar em arritmias. O uso de um fármaco vasopressor com menos efeitos estimulantes cardíacos deve ser considerado em pacientes que recebem anestésicos sensibilizadores do miocárdio. Caso ocorram, as arritmias podem responder a administração de um fármaco bloqueador beta-adrenérgico.

Inibidores da monoaminoxidase (IMAO)

Os inibidores da monoaminoxidase (IMAO) potencializam os efeitos vasopressores de fármacos simpaticomiméticos como o sulfato de efedrina.

Bloqueadores dos neurônios adrenérgicos

O sulfato de efedrina pode antagonizar o bloqueio neuronal produzido pela guanetidina, resultando em perda da eficácia antihipertensiva.

Pacientes em uso de guanetidina devem ser cuidadosamente monitorizados se for associado ao sulfato de efedrina. Se necessário, aumentar a dose de guanetidina ou adicionar outro anti-hipertensivo ao regime de tratamento.

Bloqueadores ganglionares

A efedrina diminui o efeito hipotensor do trimetafano e mecamilamina e estes podem, por outro lado, diminuir o efeito vasopressor da efedrina.

Antiácidos, acidificantes e alcalinizantes urinários

A alcalinização da urina (pH em torno de 8) com os fármacos acetazolamida, diclorfenamida, bicarbonato de sódio e citrato de sódio, podem aumentar a meia-vida e diminuir a eliminação da efedrina potencializando o efeito terapêutico ou tóxico da efedrina, como tremores, ansiedade, insônias, taquicardia.

Por outro lado, a acidificação da urina, como por exemplo, com cloreto de amônio, provoca um aumento da excreção da efedrina.

Psicodepressores e antipsicóticos (ex: haloperidol, clorpromazina, flufenazina)

Ocorre antagonismo da ação vasopressora.

Antidepressivos tricíclicos (ex: clomipramina, imipramina, nortriptilina, amitriptilina)

O uso concomitante com efedrina pode potencializar o efeito pressórico e cardiovascular, resultando em arritmia, taquicardia, hipertensão, hiperpirexia.

Inibidores da protease e inibidores da transcriptase reversa (ex: abacavir, adefovir, didanosina, estavudina, fenelzina, lamivudina, zalcitabina, zidovudina)

O efeito hipertensivo dos agentes agonistas alfa e beta adrenérgicos pode aumentar com a administração concomitante dos inibidores da protease e inibidores da transcriptase reversa.

Outros fármacos

  • <li>O <a href="https://consultaremedios.com.br/sulfato-de-atropina/bula" target="_blank">sulfato de atropina</a> bloqueia a bradicardia reflexa e acentua a resposta pressora do sulfato de efedrina;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de um derivado da <a href="https://consultaremedios.com.br/teofilina/pa" target="_blank">teofilina</a> (como a aminofilina) com a efedrina, produz uma maior incid&#xEA;ncia de rea&#xE7;&#xF5;es adversas;</li> <li>Glicos&#xED;deos card&#xED;acos podem sensibilizar o mioc&#xE1;rdio para os efeitos de f&#xE1;rmacos simpaticomim&#xE9;ticos; o sulfato de efedrina deve ser usado com cautela;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o da <a href="https://consultaremedios.com.br/furosemida/bula" target="_blank">furosemida</a> ou outros diur&#xE9;ticos pode diminuir a resposta arterial a f&#xE1;rmacos vasopressores como o sulfato de efedrina;</li> <li>A <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-clonidina/bula" target="_blank">clonidina</a> administrada como pr&#xE9;-medica&#xE7;&#xE3;o aumenta a resposta vasopressora &#xE0; efedrina, durante a anestesiaintratecal;</li> <li>A reserpina e <a href="https://consultaremedios.com.br/metildopa/bula" target="_blank">metildopa</a> podem diminuir os efeitos da efedrina e esta diminuir os efeitos hipotensores da metildopa e reserpina;</li> <li>Propoxifeno: a efedrina n&#xE3;o deve ser utilizada na intoxica&#xE7;&#xE3;o por propoxifeno porque pode induzir, teoricamente, o in&#xED;cio das convuls&#xF5;es induzidas por este;</li> <li>Canabinoides: os canabinoides podem aumentar a taquicardia causada pelos agentes simpaticomim&#xE9;ticos. Recomenda-se monitoriza&#xE7;&#xE3;o hemodin&#xE2;mica;</li> <li>Coca&#xED;na: a associa&#xE7;&#xE3;o de efedrina aumenta o efeito cardiovascular e riscos de rea&#xE7;&#xF5;es adversas;</li> <li>Donopram: aumenta o efeito press&#xF3;rico da efedrina;</li> <li>Ergotamina: com uso concomitante, produz vasoconstri&#xE7;&#xE3;o perif&#xE9;rica;</li> <li>Ergonovina, metil-ergonovina, metilsergida: quando usados com sulfato de efedrina podem resultar no aumento da vasoconstri&#xE7;&#xE3;o e consequente eleva&#xE7;&#xE3;o acentuada da press&#xE3;o arterial.</li>

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Efedrin (Sulfato de Efedrina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Tratamento da hipotens&#xE3;o p&#xF3;s-raquianestesia</h3> <p>O Sulfato de Efedrina, pela a&#xE7;&#xE3;o vasoconstritora, combate a hipotens&#xE3;o por aumentar o retorno venoso ap&#xF3;s o bloqueio simp&#xE1;tico e apresenta baixa propens&#xE3;o &#xE0; vasoconstri&#xE7;&#xE3;o uteroplacent&#xE1;ria.</p> <p>Estudos cl&#xED;nicos mostram a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a do Sulfato de Efedrina administrada por via intravenosa para a preven&#xE7;&#xE3;o de hipotens&#xE3;o p&#xF3;s-raquianestesia.</p> <p>Revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica reuniu 14 estudos cl&#xED;nicos randomizados e controlados com 641 pacientes e avaliou a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a do Sulfato de Efedrina comparada com grupo controle de placebo ou sem Sulfato de Efedrina quando administrada profilaticamente para preven&#xE7;&#xE3;o de hipotens&#xE3;o. Durante anestesia intratecal para cesariana, em qualquer dose ou via de administra&#xE7;&#xE3;o, evidenciouse que o Sulfato de Efedrina &#xE9; mais efetiva para o controle de hipotens&#xE3;o (risco relativo de 0,73 e intervalo de confian&#xE7;a de 95%, 0,63 a 0,86). &#xC9; importante destacar que n&#xE3;o houve diferen&#xE7;a quando ao risco de acidose fetal, definido como o pH arterial umbilical &lt;7,2 (RR, 1,36; IC de 95%, 0,55-3,35) ou a incid&#xEA;ncia dos &#xED;ndices de Apgar baixos (&lt;7 ou &lt;8) no primeiro minuto (RR, 0,77; IC 95%, 0,29-2,06) e em cinco minutos (RR, 0,72; IC 95%, 0,24-2,19).<sup>1</sup></p> <p>Estudo cl&#xED;nico randomizado, duplo cego buscou avaliar a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a de dose profil&#xE1;tica em bolus de 0,5 mg/kg de Sulfato de Efedrina administrada por via intravenosa no momento do bloqueio intratecal ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o de cristaloide, 15 mL/kg. Os pacientes foram alocados em 2 grupos: Sulfato de Efedrina, 21 pacientes e Controle (solu&#xE7;&#xE3;o salina), 21 pacientes. A incid&#xEA;ncia de hipotens&#xE3;o, n&#xE1;usea e v&#xF4;mitos no grupo do Sulfato de Efedrina, foi de 38,1% versus 57,1% no grupo controle (p&lt;0,05). <sup>2 </sup></p> <p>Estudo randomizado e duplo cego comparou a utiliza&#xE7;&#xE3;o de Sulfato de Efedrina e fenilefrina em 60 parturientes (divididas em dois grupos) para ces&#xE1;rea eletiva submetida &#xE0; raquianestesia. O grupo do Sulfato de Efedrina recebeu uma dose de 6 mg em bolus e o grupo da fenilefrina recebeu 100 mcg no tratamento de hipotens&#xE3;o arterial materna definida como menor que 80% do valor basal. N&#xE3;o houve diferen&#xE7;a nos par&#xE2;metros hemodin&#xE2;micos entre os dois grupos. O Sulfato de Efedrina apresentou efic&#xE1;cia comparada &#xE0; fenilefrina na dose utilizada para controle da hipotens&#xE3;o durante raquianestesia para cesariana eletiva. <sup>3</sup></p> <p>Estudo comparativo com Sulfato de Efedrina e fenilefrina durante raquianestesia para cesariana evidenciou que o Sulfato de Efedrina foi mais eficiente que fenilefrina na preven&#xE7;&#xE3;o de hipotens&#xE3;o arterial. A incid&#xEA;ncia de hipotens&#xE3;o foi de 70% no grupo Sulfato de Efedrina comparada a 93% no grupo fenilefrina. A dose m&#xE9;dia de Sulfato de Efedrina foi de 14,8 &#xB1; 3,8 mg e fenilefrina foi de 186,7 &#xB1; 52,9 mcg. As repercuss&#xF5;es fetais foram transit&#xF3;rias com o uso de Sulfato de Efedrina e menos frequentes com uso de fenilefrina.<sup>4 </sup></p> <p>Estudo randomizado, controlado, duplo cego, avaliou 40 pacientes divididas em dois grupos para receber administra&#xE7;&#xE3;o intramuscular de Sulfato de Efedrina na dose de 37,5 mg ou placebo previamente &#xE0; realiza&#xE7;&#xE3;o de anestesia intratecal. Par&#xE2;metros como press&#xE3;o arterial, frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca, suplemento de Sulfato de Efedrina, gasometria neonatal e Apgar foram monitorados. A incid&#xEA;ncia de hipotens&#xE3;o foi menor no grupo do Sulfato de Efedrina em rela&#xE7;&#xE3;o ao grupo controle (50% vs 80%, respectivamente), com inicio mais demorado no grupo do Sulfato de Efedrina (10%) que no grupo controle (50%). A administra&#xE7;&#xE3;o do Sulfato de Efedrina IM antes da raquianestesia n&#xE3;o foi associada com hipertens&#xE3;o ou taquicardia reativa. <sup>5</sup></p> <p>Estudo controlado, randomizado, duplo cego investigou a efic&#xE1;cia do Sulfato de Efedrina em 98 pacientes idosos submetidos a artroplastia do quadril sob raquianestesia. 50 pacientes receberam 0,6 mg.kg-1- IM e 48 receberam placebo IM. A administra&#xE7;&#xE3;o de Sulfato de Efedrina na dose de 0,6 mg/kg por via intramuscular em pacientes idosos submetidos a anestesia intratecal com bupivacapina para artroplastia de quadril foi efetiva para redu&#xE7;&#xE3;o de epis&#xF3;dios hipotensivos. A press&#xE3;o arterial sist&#xF3;lica durante os primeiros 60 minutos ap&#xF3;s a anestesia permaneceu significativamente mais est&#xE1;vel no grupo tratado com Sulfato de Efedrina, e houve tamb&#xE9;m um n&#xFA;mero significativamente menor de pacientes deste grupo que apresentou diminui&#xE7;&#xF5;es na press&#xE3;o de mais de 30% dos n&#xED;veis de pr&#xE9;-bloqueio. Um aumento na frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca ou press&#xE3;o sist&#xF3;lica de &gt; 20% da linha de base foi encontrada em dois pacientes no grupo de Sulfato de Efedrina e em um paciente no grupo de placebo. <sup>6</sup></p> <h3>Tratamento nos estados de choque</h3> <p>O tratamento da hipotens&#xE3;o pela perda de sangue passa pela reposi&#xE7;&#xE3;o de volume, hemostasia e f&#xE1;rmacos. Artigo discute o Sulfato de Efedrina no cen&#xE1;rio do choque hipovol&#xEA;mico. O Sulfato de Efedrina possui a&#xE7;&#xE3;o constritora nos vasos por uma a&#xE7;&#xE3;o direta e indireta. Neste artigo, o autor mostra o Sulfato de Efedrina como f&#xE1;rmaco eficaz no tratamento do choque devido a sangramento, pois sua a&#xE7;&#xE3;o venoconstritora &#xE9; predominante em rela&#xE7;&#xE3;o a a&#xE7;&#xE3;o arterioconstritora. Portanto, seu efeito em aumentar o retorno venoso &#xE9; mais significativo que a vasoconstri&#xE7;&#xE3;o arterial.<sup>7</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\"><sup>1 </sup>Lee A, Ngan Kee WD, Gin T. Prophylactic ephedrine prevents hypotension during spinal anesthesia for Cesarean delivery but does not improve neonatal outcome: a quantitative systematic review. Can J Anaesth. 2002 Jun-Jul; 49(6):588-99.<br> <sup>2</sup> Kol IO, Kaygusuz K, Gursoy S, Cetin A, Kahramanoglu Z, Ozkan F, Mimaroglu C. The effects of intravenous ephedrine during spinal anesthesia for cesarean delivery: a randomized controlled trial. J Korean Med Sci. 2009 Oct; 24(5):883-8.<br> <sup>3</sup> Prakash S, Pramanik V, Chellani H, Salhan S, Gogia AR. Maternal and neonatal effects of bolus administration of ephedrine and phenylephrine during spinal anaesthesia for caesarean delivery: a randomised study. Int J Obstet Anesth. 2010 Jan; 19(1):24-30.<br> <sup>4</sup> Magalh&#xE3;es E, Gov&#xEA;ia CS, de Ara&#xFA;jo Ladeira LC, Nascimento BG, Kluthcouski SM. Ephedrine versus phenylephrine: prevention of hypotension during spinal block for cesarean section and effects on the fetus. Rev Bras Anestesiol. 2009 JanFeb; 59(1):11-20.<br> <sup>5</sup> Webb AA, Shipton EA. Re-evaluation of i.m. ephedrine as prophylaxis against hypotension associated with spinal anaesthesia for Caesarean section. Can J Anaesth. 1998 Apr; 45(4):367-9.<br> <sup>6</sup> Sternlo JE, Rettrup A, Sandin R. Prophylactic i.m. ephedrine in bupivacaine spinal anaesthesia. Br J Anaesth. 1995 May;74(5):517-20.<br> <sup>7</sup> Eldor J. Ephedrine in the initial treatment of haemorrhagic shock. Med Hypotheses. 1991 Jul; 35(3):250-2.</br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <p>O Sulfato de Efedrina &#xE9; uma amina simpatomim&#xE9;tica, do grupo das n&#xE3;o catecolaminas e possui a&#xE7;&#xE3;o mista, ou seja, tem a&#xE7;&#xE3;o direta nos receptores adren&#xE9;rgicos e tamb&#xE9;m age por meio da libera&#xE7;&#xE3;o end&#xF3;gena de noradrenalina dos terminais neuronais pr&#xE9;sin&#xE1;pticos (a&#xE7;&#xE3;o indireta). &#xC9; um f&#xE1;rmaco resistente ao metabolismo da monoaminoxidase (MAO) e da catecol-Ometiltransferase (COMT), resultando em dura&#xE7;&#xE3;o de a&#xE7;&#xE3;o prolongada. Doses terap&#xEA;uticas de Sulfato de Efedrina produzem principalmente o relaxamento do m&#xFA;sculo liso e, se reservas da noradrenalina estiverem intactas, estimula&#xE7;&#xE3;o card&#xED;aca e aumento da press&#xE3;o arterial sist&#xF3;lica e diast&#xF3;lica. Seu efeito vasopressor &#xE9; em grande parte resultante do aumento do d&#xE9;bito card&#xED;aco e, em menor extens&#xE3;o, da vasoconstri&#xE7;&#xE3;o perif&#xE9;rica.</p> <p>Os efeitos cardiovasculares do Sulfato de Efedrina assemelham-se aos da adrenalina, sendo cerca de 250 vezes menos potentes que essa catecolamina. A eleva&#xE7;&#xE3;o da press&#xE3;o arterial &#xE9; menos intensa, por&#xE9;m, sua meia-vida &#xE9; dez vezes maior que a da adrenalina, produzindo uma resposta pressora mais prolongada. Seu uso endovenoso resulta no aumento da frequ&#xEA;ncia e do d&#xE9;bito card&#xED;aco em decorr&#xEA;ncia da ativa&#xE7;&#xE3;o de receptores beta-1 adren&#xE9;rgicos. Sua atua&#xE7;&#xE3;o nos receptores alfa leva a vasoconstri&#xE7;&#xE3;o do leito arterial com aumento da p&#xF3;s-carga, al&#xE9;m de venoconstri&#xE7;&#xE3;o, acarretando aumento no retorno venoso e, consequentemente, no d&#xE9;bito card&#xED;aco.</p> <p>O Sulfato de Efedrina &#xE9; absorvida rapidamente ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o intramuscular ou subcut&#xE2;nea. O in&#xED;cio de a&#xE7;&#xE3;o ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o intramuscular &#xE9; de 10-20 minutos e a dura&#xE7;&#xE3;o da resposta press&#xF3;rica e card&#xED;aca &#xE9; de uma hora ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa de 10-25 mg de Sulfato de Efedrina ou administra&#xE7;&#xE3;o por via intramuscular ou subcut&#xE2;nea de 25-50 mg.</p> <p>O Sulfato de Efedrina &#xE9; classificada como uma amina predominantemente vasoconstritora, embora seja um poderoso broncodilatador.O Sulfato de Efedrina causa diminui&#xE7;&#xE3;o do fluxo sangu&#xED;neo renal e espl&#xE2;ncnico e aumento no fluxo coronariano e na musculatura esquel&#xE9;tica. A resist&#xEA;ncia vascular perif&#xE9;rica pouco se altera, pois a vasoconstri&#xE7;&#xE3;o inicial &#xE9; compensada pelo estimulo nos receptores beta-2 que promovem dilata&#xE7;&#xE3;o de outros leitos vasculares. Nos pulm&#xF5;es, causa broncodilata&#xE7;&#xE3;o, e pode ser utilizado como vasopressor na gestante asm&#xE1;tica em crise. O principal efeito cardiovascular do Sulfato de Efedrina &#xE9; o aumento da contratilidade mioc&#xE1;rdica devido aos est&#xED;mulos nos receptores beta-1 adren&#xE9;rgicos.</p> <p>O Sulfato de Efedrina apresenta um efeito m&#xED;nimo sobre o fluxo sangu&#xED;neo uterino. Ela rapidamente atravessa a placenta, causando aumento das catecolaminas fetais circulantes, levando a um aumento da atividade simp&#xE1;tica, da contratilidade mioc&#xE1;rdica e da frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca fetal.</p> <p>Esse f&#xE1;rmaco aumenta a atividade metab&#xF3;lica fetal, ocasionando diminui&#xE7;&#xE3;o de seu pH arterial quando comparada &#xE0; fenilefrina e ao metaraminol. A relev&#xE2;ncia clinica desse fato ainda n&#xE3;o foi estabelecida.</p> <p>Pequenas quantidades de Sulfato de Efedrina s&#xE3;o metabolizadas no <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, seus metab&#xF3;litos s&#xE3;o identificados como p-hidroxiSulfato de Efedrina, phidroxinorSulfato de Efedrina, norSulfato de Efedrina e conjugados destes compostos. O f&#xE1;rmaco e seus metab&#xF3;litos s&#xE3;o excretados na urina, principalmente como Sulfato de Efedrina inalterada. A meia-vida plasm&#xE1;tica do Sulfato de Efedrina &#xE9; de 3-6 horas. A elimina&#xE7;&#xE3;o do Sulfato de Efedrina &#xE9; maior (e, consequentemente, a meia vida &#xE9; menor) com a diminui&#xE7;&#xE3;o do pH urin&#xE1;rio. As doses usuais de Sulfato de Efedrina n&#xE3;o costumam produzir <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hiperglicemia-sintomas-tratamento-e-consequencias/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hiperglicemia</a>.O Sulfato de Efedrina aumenta o metabolismo e o consumo de oxig&#xEA;nio, provavelmente como resultado da estimula&#xE7;&#xE3;o central.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Efedrin?

O medicamento deve ser mantido em temperatura ambiente, entre 15o e 30oC, protegido da luz e não deve ser congelado.

O prazo de validade do medicamento é de 24 meses a partir da data de fabricação impressa na embalagem. Não administre medicamento com o prazo de validade vencido.

A solução injetável não contém conservantes.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas

Efedrin® solução injetável apresenta-se como uma solução límpida, incolor, livre de partículas visíveis.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres Legais do Efedrin

MS n.º 1.0298.0198

Farm. Resp.:
Dr. José Carlos Modolo
CRF-SP N.º 10446

Registrado por:
Cristália - Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Rod. Itapira-Lindóia, km 14 - Itapira - SP
CNPJ 44.734.671/0001-51 - Indústria Brasileira


Fabricado por:
Cristália - Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Av. Nossa Senhora da Assunção, 574 - Butantã - São Paulo - SP
CNPJ 44.734.671/0008-28 - Indústria Brasileira


SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente):
0800 701 19 18

Uso restrito a hospitais.

Venda sob prescrição médica.

Fabricante: Cristália

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