Cristália Gran-D

22400UI, caixa com 1 comprimido revestido

Princípio ativo
:
Colecalciferol (Vitamina D)
Classe Terapêutica
:
Vitamina D Pura
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Em Processo De Cadastro
Especialidade
:
Ortopedia e traumatologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Gran-D, para o que é indicado e para o que serve?

Gran-D é indicado para prevenção e tratamento auxiliar na desmineralização óssea (perda dos minerais do osso), como osteopenia e osteoporose em adultos e idosos, e em mulheres na pré e pós-menopausa; no raquitismo (depósito deficiente de cálcio nos ossos durante o crescimento); na osteomalácia (alteração do depósito de minerais nos ossos); e na redução do risco de quedas e fraturas.

Quais as contraindicações do Gran-D?

Gran-D não deve ser utilizado em pacientes que apresentam alergia ou hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (absorção excessiva da vitamina), hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) ou osteodistrofia renal com hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue), nefrolitíase (formação de pedra no rim), hipercalciúria (excesso de cálcio na urina), hiperparatiroidismo primário, sarcoidose e síndrome de Williams.

Este medicamento contém lactose.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgiã-odentista.

Como usar o Gran-D?

Os comprimidos devem ser administrados oralmente, inteiros, com água. A duração do tratamento dependerá da indicação, da gravidade da doença e da resposta do paciente ao tratamento.

Posologia do Gran-D

{"tag":"hr","value":" <p>Via oral. Uso adulto.</p> <p>Um comprimido (22.400 U.I.) a cada 28 dias (equivalente a 800 U.I./dia).</p> <p>A resposta ao tratamento com <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/vitamina-d/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">vitamina D</a> &#xE9; muito vari&#xE1;vel. Portanto, diferentes esquemas posol&#xF3;gicos podem ser prescritos, dependendo da patologia, do n&#xED;vel s&#xE9;rico de 25(OH)D e da resposta do paciente ao tratamento, sempre a crit&#xE9;rio m&#xE9;dico.</p> <h3>Popula&#xE7;&#xF5;es especiais</h3> <h4>Pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica</h4> <p>N&#xE3;o &#xE9; conhecida a necessidade de efetuar ajustes de dose em pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica.</p> <h4>Pacientes com insufici&#xEA;ncia renal</h4> <p>O colecalciferol deve ser administrado com precau&#xE7;&#xE3;o em pacientes com doen&#xE7;a renal e conforme recomenda&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica, especialmente em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal grave.</p> <p><strong>Siga a orienta&#xE7;&#xE3;o do seu m&#xE9;dico, respeitando sempre os hor&#xE1;rios, as doses e a dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento. N&#xE3;o interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu m&#xE9;dico.</strong></p> "}

Como o Gran-D funciona?

Gran-D atua na absorção intestinal do cálcio e do fósforo, fundamental para a mineralização óssea. A vitamina D3, no tecido muscular, estimula a síntese proteica, crescimento dos miócitos e transporte de cálcio e com isso apresenta efeito positivo sobre a força, volume, tônus e velocidade da contração muscular.

Quais cuidados devo ter ao usar o Gran-D?

A vitamina D não deve ser administrada em pacientes com hipercalcemia, nefrolitíase, osteodistrofia renal com hiperfosfatemia ou outras condições que requerem altas doses de vitamina D.

Pacientes com insuficiência renal, arteriosclerose (caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias), doença cardíaca, que apresentam maior risco de dano ao órgão caso ocorra hipercalcemia ou que fazem uso concomitante de outros suplementos contendo cálcio, vitamina D ou análogos, devem procurar orientação médica para avaliar o risco/benefício da administração de Gran-D.

O seu médico deverá monitorar os níveis de cálcio e fosfato no sangue durante o tratamento com vitamina D.

Comprimidos de Gran-D contêm lactose monoidratada. Pacientes com problemas hereditários raros de intolerância à frutose, intolerância à galactose, galactosemia ou mal absorção de glucose-galactose não devem tomar este medicamento.

Tratamento de longa duração

Durante o tratamento de longa duração com vitamina D, os níveis séricos de cálcio e a função renal devem ser regularmente monitorizados, em particular em pacientes idosos em tratamento concomitante com glicosídeos cardíacos ou diuréticos e em pacientes com elevada propensão a formação de cálculos. Em caso de hipercalcemia ou sinais de comprometimento renal, o médico irá optar pela redução a dose de Gran-D ou pela descontinuação do tratamento.

Toxicidade pela vitamina D, incluindo a nefrocalcinose (depósito de cálcio no rim) e insuficiência renal, pressão alta e psicose podem ocorrer com o uso prolongado deste medicamento. Seu médico irá optar pela descontinuação do tratamento e/ou administrar dieta com baixa quantidade de cálcio, grandes quantidades de líquido e se necessário glicocorticoides (como a hidrocortisona, prednisolona e betametasona) em caso de hipervitaminose D.

Uso pediátrico

Gran-D não deve ser administrado em crianças.

Uso em idosos

Não há restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos. Estudos têm relatado que idosos podem ter níveis mais baixos de vitamina D do que adultos jovens, especialmente aqueles com pouca exposição solar.

Gravidez

Os dados relativos ao uso de colecalciferol em mulheres grávidas são limitados ou inexistentes. Durante a gravidez as mulheres devem seguir as recomendações médicas, uma vez que as suas necessidades em vitamina D poderão variar de acordo com a gravidade da doença ou com a resposta ao tratamento. O aumento acima do normal dos níveis de cálcio durante a gravidez pode prejudicar o desenvolvimento do feto. No entanto, os riscos para o feto de uma mãe não tratada são superiores aos riscos do aumento dos níveis de cálcio devido ao tratamento com vitamina D.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Amamentação

A vitamina D3 e os seus metabólitos são excretados no leito materno. Os lactentes de mães em tratamento farmacológico com vitamina D devem ser rigorosamente monitorizados para evitar hipercalcemia ou manifestações clínicas de toxicidade. O médico irá avaliar a relação risco benefício da administração de colecalciferol em lactantes.

Efeitos sobre a capacidade de conduzir veículos e utilizar máquinas

O colecalciferol não tem influência sobre a capacidade de conduzir veículos e utilizar máquinas.

Anormalidades das gorduras do sangue

Efeitos dislipidêmicos (alteração do metabolismo das gorduras) do colecalciferol, caracterizados pela redução do HDL-colesterol e aumento do LDL-colesterol, têm sido observados quando as vitaminas são administradas isoladas em mulheres pós-menopausadas.

Este medicamento contém lactose.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Gran-D?

Reações adversas ao medicamento estão apresentadas de acordo com a Classificação Sistema/Órgão e listadas por frequência, utilizando a seguinte convenção:

  • <li>Muito comum (&gt; 1/10);</li> <li>Comum (&gt; 1/100, &lt; 1/10);</li> <li>Incomum (&gt; 1/1.000, &lt; 1/100);</li> <li>Rara (&gt; 1/10.000, &lt;1/1.000);</li> <li>Muito rara (&lt; 1/10.000);</li> <li>Desconhecida (n&#xE3;o pode ser estimada pelos dados dispon&#xED;veis).</li>
Reações comuns (>1/100 e <1/10)

Dislipidemia (diminuição dos níveis de HDL e aumento de LDL); urolitíase; desconforto epigástrico.

Reações incomuns (≥ 1/1.000 e <1/100)

Hipercalcemia e hipercalciúria.

Reações raras (≥ 1/10.000 e <1/1.000)

Prurido, exantema e urticária.

Reações adversas com frequência desconhecida (não pode ser estimada pelos dados disponíveis)

Sintomas relacionados à hipercalcemia em casos de hipervitaminose D: diarreia; obstipação; náuseas; vômitos; anorexia; poliúria; polidipsia; noctúria; sensação de fraqueza; fadiga; cefaleia; transtornos mentais; proteinúria; insuficiência renal; calcificação em tecidos moles nos rins (nefrolitíase e/ou nefrocalcinose), coração, vasos e pele; aumento da pressão arterial; arritmias cardíacas; piora dos distúrbios gastrointestinais; pancreatite; psicose.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Gran-D?

No caso de esquecimento de administração, reintroduzir a medicação respeitando os horários recomendados. Não dobrar a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Gran-D?

Cada comprimido revestido contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:312px\"> <p>Colecalciferol</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:308px\"> <p>22.400 (UI)*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:312px\"> <p>Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:308px\"> <p>1 comprimido revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 560 mcg de colecalciferol.

Excipientes:&nbsp;lactose monoidratada, povidona, crospovidona, estearil fumarato de sódio, hipromelose, dióxido de titânio, macrogol, talco.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Gran-D maior do que a recomendada?

A consequência mais grave resultante de superdose aguda ou crônica é a hipercalcemia devida à toxicidade da vitamina D. Os sintomas podem incluir arritmia cardíaca, náuseas, vômitos, anorexia, obstipação, polidipsia, poliúria, desidratação, hipercalciúria com formação de cálculos renais, nefrocalcinose, fraqueza muscular, apatia, debilidade ou alterações da consciência, entre outros. Adicionalmente, a superdose crônica pode resultar na calcificação dos vasos e dos tecidos.

Na ocorrência de superdose a administração do produto deve ser imediatamente interrompida, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte como descontinuação do tratamento, dieta com baixos níveis de cálcio e fósforo, hidratação intravenosa com soluções salinas, diuréticos de alça, glicocorticoides, calcitonina e bifosfonatos.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou a bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Gran-D com outros remédios?

O uso concomitante de vitamina D com análogos, multivitaminas/minerais, não é recomendado devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico. Alguns antiepilépticos (ex.: carbamazepina, fenobarbital, fenitoína e primidona) podem aumentar a necessidade de vitamina D.

Antiácidos que contenham magnésio quando usados concomitantemente com vitamina D podem resultar em hipermagnesemia.

O uso de vitamina A e corticoides sistêmicos podem antagonizar (diminuir ou abolir) as ações da vitamina D.

Análogos da vitamina D podem aumentar a concentração de sucralfato e hidróxido de alumínio no sangue, quando administrados concomitantemente.

Tratamento conjunto com resinas de permuta iônica (ex: colestiramina) ou orlistat pode reduzir a absorção gastrointestinal de vitamina D.

A administração de rifampicina e isoniazida pode aumentar o metabolismo da vitamina D e reduzir a sua eficácia.

Outros fármacos que interferem com a atividade da vitamina D e devem ser evitados: glicosídeos cardíacos (digitálicos), agentes citotóxicos (actinomicina) e agentes antifúngicos (benzimidazóis), diuréticos tiazídicos, sais de cálcio, danazol e óleo mineral.

Informe ao seu médico ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamentos sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Gran-D com alimentos?

Não há restrições específicas quanto à ingestão simultânea de alimentos.

Qual a ação da substância do Gran-D (Colecalciferol (Vitamina D))?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Efic&#xE1;cia</h3> <p>O uso do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D)&amp;nbsp;encontra-se muito bem estabelecido em extensa bibliografia para o tratamento da defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia de hipovitaminose D tem sido relatada com grande frequ&#xEA;ncia mesmo em regi&#xF5;es de baixa latitude como em Recife (latitude 10&#xB0;), regi&#xE3;o com clima &#xFA;mido tropical predominante e abundante luz solar durante a maior parte do ano e, mesmo assim foi observado que mulheres em p&#xF3;s-menopausa que vivem em &#xE1;reas com farta exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar n&#xE3;o foi suficiente para prevenir a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D). A preval&#xEA;ncia da defici&#xEA;ncia do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.<sup>1 </sup></p> <p>Um estudo realizado no estado de SP que envolveu 250 idosos (m&#xE9;dia de 79 anos), demonstrou que 57% apresentaram n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de Colecalciferol (Vitamina D) abaixo do limite de 25-OHD-20ng/mL. <sup>2</sup></p> <p>A defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; definida pela maioria dos especialistas como (25 (OH)D &lt; 50nmol/L] &lt; 20nmol/L]) e insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) como (25 (OH)D &lt; 75nmol/L] &lt; 30nmol/L]). Condi&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m observada em crian&#xE7;as e adultos jovens com pouca exposi&#xE7;&#xE3;o &#xE0; luz solar e que tem a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele aumentada. Pessoas de meia-idade e idosos est&#xE3;o em alto risco, devido &#xE0; ingest&#xE3;o pobre de alimentos com Colecalciferol (Vitamina D), inadequada exposi&#xE7;&#xE3;o solar e a rela&#xE7;&#xE3;o idade-s&#xED;ntese de Colecalciferol (Vitamina D) que diminui com o aumento da idade. Quantidade suficiente de Colecalciferol (Vitamina D) melhora a for&#xE7;a muscular e diminui o risco de quedas.<sup>3</sup></p> <h3>Preven&#xE7;&#xE3;o de quedas e fraturas em idosos</h3> <p>Inicialmente, o efeito protetor moderado de&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) no risco de fraturas foi atribu&#xED;do principalmente a altera&#xE7;&#xF5;es na densidade mineral &#xF3;ssea. O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) tem efeito direto na for&#xE7;a muscular modulada por receptores espec&#xED;ficos de Colecalciferol (Vitamina D) presentes no tecido muscular humano. Miopatia por defici&#xEA;ncia grave de Colecalciferol (Vitamina D) apresenta-se como fraqueza e dor muscular, que &#xE9; revers&#xED;vel com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D). Em v&#xE1;rios estudos com indiv&#xED;duos idosos sob risco de defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D), a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) melhorou diretamente a for&#xE7;a, fun&#xE7;&#xE3;o e equil&#xED;brio em um padr&#xE3;o dose-dependente. Estes benef&#xED;cios foram traduzidos em uma redu&#xE7;&#xE3;o nas quedas, o que reduz o risco de fraturas atrav&#xE9;s da preven&#xE7;&#xE3;o destas quedas. Ensaios cl&#xED;nicos randomizados descobriram que a Colecalciferol (Vitamina D) reduziu fraturas dentro de 8 a 12 semanas, outro achado consistente com benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) sobre a for&#xE7;a muscular.<sup>5, 29-31</sup></p> <p>Uma equipe internacional de pesquisadores analisou os resultados de oito estudos, atrav&#xE9;s de uma metan&#xE1;lise (n=2.426) para preven&#xE7;&#xE3;o de quedas, a fim de avaliar a efetividade do&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas entre os indiv&#xED;duos mais velhos (65 anos ou mais). Os resultados mostraram que os benef&#xED;cios da suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) na preven&#xE7;&#xE3;o de quedas dependiam da dose adotada. O suplemento di&#xE1;rio de 700U.I. a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) reduzia a incid&#xEA;ncia de quedas em 19% a 26%. Esse efeito foi independente da idade, tipo de moradia ou suplementa&#xE7;&#xE3;o adicional com c&#xE1;lcio. O suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) n&#xE3;o reduziu as quedas nas doses inferiores a 700U.I./dia. Para reduzir o risco de queda, recomenda-se uma dose di&#xE1;ria de, pelo menos, 700U.I a 1.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D). Resultados semelhantes foram observados por Kalyani e cols. (2010), atrav&#xE9;s de uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica e metan&#xE1;lise (n=18.068). Foi observada uma diminui&#xE7;&#xE3;o de 14% na incid&#xEA;ncia de queda em idosos sob tratamento com Colecalciferol (Vitamina D). O regime posol&#xF3;gico foi variado, sendo que as administra&#xE7;&#xF5;es poderiam ser di&#xE1;rias (800U.I.-1.100U.I.) ou a cada 4 meses (100.000U.I.).<sup>31</sup></p> <p>O&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas vertebrais [risco relativo (RR) 0,63, 95% de intervalo de confian&#xE7;a (IC) 0,45-0,88, P&lt;0,01] e mostrou uma tend&#xEA;ncia de redu&#xE7;&#xE3;o da incid&#xEA;ncia de fraturas n&#xE3;o vertebrais (RR 0,77, 95%, IC 0,57-1,04, P=0,09) em mulheres na p&#xF3;s-menopausa observada em uma metan&#xE1;lise. Os autores concluem que o Colecalciferol (Vitamina D) em doses maiores do que 400U.I. diminui fraturas vertebrais e pode diminuir fraturas n&#xE3;o vertebrais.<sup>32</sup></p> <p>Em revis&#xE3;o Cochrane de sete ensaios cl&#xED;nicos (n=10.376 idosos), a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) com c&#xE1;lcio reduziu a incid&#xEA;ncia de fraturas de quadril (RR=0,81; IC95%: 0,68- 0,96) e de outras fraturas n&#xE3;o&amp;nbsp;vertebrais (RR = 0,87; IC95%: 0,78-0,97), &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o de pacientes com hist&#xF3;ria de fratura pr&#xE9;via de quadril (quatro ensaios, 6.134 participantes, RR=1,02, IC95%: 0,71-1,47). Houve benef&#xED;cio em pacientes institucionalizados (dois ensaios, 3.853 participantes), tanto em fratura de quadril (RR=0,75, IC95%: 0,62-0,92) quanto em outras n&#xE3;o vertebrais (RR=0,85, IC95%; 0,74-0,98), n&#xE3;o evidenciado em pacientes mantidos na comunidade.<sup>4</sup></p> <p>Em um estudo com mulheres idosas que ingeriram 1.200mg de c&#xE1;lcio e 800U.I. de Colecalciferol (Vitamina D) diariamente por 18 meses, verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o do risco de fraturas no quadril em 43% e 32% em incidentes de fraturas n&#xE3;o vertebrais. <sup>33</sup></p> <p>Em estudo realizado com uma comunidade de idosos (homens e mulheres), recebendo 1.000mg de c&#xE1;lcio e 400U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), verificou-se que houve redu&#xE7;&#xE3;o de 16% na incid&#xEA;ncia de fraturas. <sup>34 </sup></p> <p>No Brasil, efeitos sobre a for&#xE7;a muscular tamb&#xE9;m foram encontrados com a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) na dose media de 3.700U.I./dia em idosos, quando o grupo tratado por 6 meses apresentou aumento significativo da for&#xE7;a muscular de membros inferiores. O grupo que recebeu placebo n&#xE3;o apresentou mudan&#xE7;as.<sup>5</sup></p> <h3>Raquitismo e Osteomal&#xE1;cia</h3> <p>Segundo Menezes-Filho e cols. (2008), o raquitismo por falta de Colecalciferol (Vitamina D) ou a&#xE7;&#xE3;o deficiente do Colecalciferol (Vitamina D) pode ser tratado de diversas formas.<sup>6</sup> O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser administrada por via oral (1.500U.I. a 3.000U.I./dia) at&#xE9; a normaliza&#xE7;&#xE3;o da fosfatase alcalina s&#xE9;rica, da calcemia, da fosfatemia e do PTH plasm&#xE1;tico. Pode-se utilizar dose oral semanal de Colecalciferol (Vitamina D) (15.000U.I.) durante 8 semanas, devendo-se repetir o tratamento caso a 25(OH)D plasm&#xE1;tica permane&#xE7;a inferior a 20ng/mL. O Colecalciferol (Vitamina D) pode ser utilizada na dose de 200.000U.I. nos pacientes com dif&#xED;cil ader&#xEA;ncia ao tratamento.</p> <p>Fatores de risco para defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e de raquitismo em crian&#xE7;as incluem a amamenta&#xE7;&#xE3;o, sem a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D), a pigmenta&#xE7;&#xE3;o da pele, e defici&#xEA;ncia maternal de Colecalciferol (Vitamina D). H&#xE1; relatos de que as crian&#xE7;as de todas as idades t&#xEA;m alto risco de defici&#xEA;ncia ou insufici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e suas consequ&#xEA;ncias insidiosas para a sa&#xFA;de. Os efeitos delet&#xE9;rios do raquitismo no crescimento e desenvolvimento dos ossos, incluindo os efeitos potenciais sobre a densidade &#xF3;ssea e desenvolvimento do pico de massa &#xF3;ssea.<sup>29</sup></p> <h3>Osteoporose</h3> <p>Adams e cols. (1999)<sup>7</sup> acompanharam, durante 2 anos, 118 pacientes com osteopenia ou osteoporose. Em 18 pacientes, os n&#xED;veis de 25(OH)D estavam muito baixos (&lt;14ng/mL). Doze desses pacientes foram submetidos a um tratamento com 50.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), duas vezes por semana durante 5 semanas. Esse tratamento promoveu um aumento significativo dos n&#xED;veis de 25(OH)D (+24,3&#xB1;16,9ng/mL; p&lt;0,001). O tratamento foi associado a um aumento de 4-5% na densidade mineral &#xF3;ssea na coluna lombar (p&lt;0,001) e no f&#xEA;mur (p=0,003), indicando que a suplementa&#xE7;&#xE3;o de Colecalciferol (Vitamina D) em pacientes com hipovitaminose promove r&#xE1;pido aumento da densidade &#xF3;ssea.</p> <h3>Outras condi&#xE7;&#xF5;es</h3> <p>H&#xE1; evid&#xEA;ncias de que a suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) reduza o risco de desenvolvimento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">Diabetes</a> <em>Mellitus </em>(DM) tipo I em crian&#xE7;as, que otimize a a&#xE7;&#xE3;o da insulina no DM-II e no <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/diabetes-gestacional-o-que-e-sintomas-tratamento-dieta-e-riscos/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">diabetes gestacional</a>, e que melhore a fun&#xE7;&#xE3;o endotelial em pacientes com DM-II.<sup>9-14</sup></p> <p>A suplementa&#xE7;&#xE3;o com Colecalciferol (Vitamina D) mostrou-se eficaz na redu&#xE7;&#xE3;o de mediadores inflamat&#xF3;rios, na press&#xE3;o arterial e na incid&#xEA;ncia de doen&#xE7;as cardiovasculares.<sup>15-19</sup></p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de suplemento de Colecalciferol (Vitamina D) reduziu a incid&#xEA;ncia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/colorretal/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer colorretal</a> e de mama. <sup>20-21</sup> Estudos cl&#xED;nicos e experimentais t&#xEA;m fornecido evid&#xEA;ncias de que o Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um importante fator ambiental envolvido na patog&#xEA;nese de algumas doen&#xE7;as autoimunes. Alguns t&#xEA;m mostrado uma rela&#xE7;&#xE3;o entre a defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) e a preval&#xEA;ncia de algumas dessas doen&#xE7;as, como diabetes <em>mellitus </em>insulino dependente, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/esclerose-multipla/c\" target=\"_blank\">esclerose m&#xFA;ltipla</a>, doen&#xE7;a inflamat&#xF3;ria intestinal, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">l&#xFA;pus eritematoso sist&#xEA;mico</a> e <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/artrite-reumatoide/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">artrite reumatoide</a>. Esses pacientes tamb&#xE9;m expressam uma maior frequ&#xEA;ncia de polimorfismos gen&#xE9;ticos para genes reguladores do Colecalciferol (Vitamina D).<sup>22</sup></p> <h3>Seguran&#xE7;a</h3> <p>Apesar de os valores recomendados pelo Institute of Medicine IOM<sup>24</sup> n&#xE3;o ultrapassarem 4.000U.I., em uma revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica feita por Hathcock e cols. (2007)<sup>25</sup>, foi evidenciada aus&#xEA;ncia de toxicidade em ensaios cl&#xED;nicos conduzidos com adultos saud&#xE1;veis utilizando o Colecalciferol (Vitamina D) em doses iguais ou maiores&amp;nbsp;que 10.000U.I. Os autores sugerem que tal dosagem &#xE9; segura e n&#xE3;o est&#xE1; relacionada ao surgimento de rea&#xE7;&#xF5;es adversas.</p> <p>Em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/mama/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer de mama</a> com met&#xE1;stases &#xF3;sseas, o tratamento com 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D), diariamente, durante 4 meses, n&#xE3;o apresentou efeitos t&#xF3;xicos. A toxicidade esperada, em termos de aumento na excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria de c&#xE1;lcio e consequente risco de nefrocalcinose, n&#xE3;o foi observada. Cinco por cento dos pacientes apresentaram hipercalcemia. No entanto, os mesmos j&#xE1; possu&#xED;am quadros de hiperparatiroidismo antes do tratamento.<sup>25</sup></p> <p>Em estudo realizado com 18 crian&#xE7;as (m&#xE9;dia de idade = 7.3&#xB1;4.4 anos) de Ushuaia (sul da Argentina), o tratamento com 100.000U.I. em dose dupla, com intervalo de 3 meses entre elas, se mostrou completamente seguro, o que foi demonstrado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos.<sup>26</sup></p> <p>Foi realizado, um estudo de nove meses de dura&#xE7;&#xE3;o, aleatorizado, duplo-cego, controlado por placebo e incluiu 686 mulheres ambulantes com mais de 70 anos. Os participantes receberam, por via oral,&amp;nbsp;Colecalciferol (Vitamina D) na dose de 150.000U.I. a cada 3 meses (n=353) ou placebo (n=333). O tratamento se mostrou seguro nessa dose, o que foi evidenciado pela aus&#xEA;ncia de eventos adversos relacionados.<sup>27 </sup></p> <p>A reposi&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida de Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; obrigat&#xF3;ria em pacientes com defici&#xEA;ncia, que necessitam receber bisfosfonatos intravenosos p&#xF3;s-fratura. Indiv&#xED;duos com osteomal&#xE1;cia ou miopatia secund&#xE1;ria &#xE0; defici&#xEA;ncia de Colecalciferol (Vitamina D) tamb&#xE9;m necessitam de r&#xE1;pida reposi&#xE7;&#xE3;o. Em contrapartida, em indiv&#xED;duos cujo risco de fratura &#xE9; menor ou em quem os n&#xED;veis do Colecalciferol (Vitamina D) s&#xE3;o incertos, o tratamento pode ser gerenciado de forma satisfat&#xF3;ria com 50.000U.I. mensais.<sup>28</sup> Dezoito indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-geneticas/fibrose-cistica/c\" target=\"_blank\">fibrose c&#xED;stica</a> (FC) participaram do estudo, recebendo tratamento de 700.000U.I., dividido em 14 dias (50.000U.I./dia).<sup>23</sup> Nenhum paciente apresentou valores considerados altos de 25(OH)D (100&#x2013;150mg/mL) ou t&#xF3;xicos (&gt;150ng/mL). Os resultados demonstram que doses elevadas de Colecalciferol (Vitamina D) constituem uma estrat&#xE9;gia eficaz para atingir n&#xED;veis terap&#xEA;uticos de 25(OH)D em crian&#xE7;as e adultos jovens com FC.</p> <p>Uma superdose t&#xF3;xica de Colecalciferol (Vitamina D) com a suplementa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; uma possibilidade real, embora, em geral, isso represente a ingest&#xE3;o di&#xE1;ria de uma dose igual ou superior a 40.000U.I. da Vitamina por per&#xED;odo prolongado.<sup>8</sup></p> <p>Um estudo registrou que homens adultos que receberam 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia por mais de 5 meses n&#xE3;o demonstraram sinais de toxicidade. <sup>25</sup> A maioria dos estudos sugere que a intoxica&#xE7;&#xE3;o apenas ocorre quando doses superiores a 10.000U.I. de Colecalciferol (Vitamina D)/dia s&#xE3;o administradas durante v&#xE1;rios meses a anos, correspondendo a n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de 25(OH)D &gt;150ng/mL. <sup>25</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas: </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Bandeira F, et al. Vitamin D deficiency: A global perspective. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2006;50(4):640-6.<br> 2. Saraiva GL, et al. Influence of ultraviolet radiation on the production of 25 hydroxyvitamin D in the elderly population in the city of S&#xE3;o Paulo (23 degrees 34&apos;S), Brazil. Osteoporos Int. 2005;16(12):1649 54.<br> 3. Holick MF. Optimal vitamin D status for the prevention and treatment of osteoporosis. Drugs Aging. 2007;24(12):1017-29.<br> 4. Wannmacher L. A efic&#xE1;cia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/calcio-vitamina-d\" target=\"_blank\">c&#xE1;lcio e vitamina D</a> na preven&#xE7;&#xE3;o de fraturas &#xF3;sseas: uso racional de medicamentos: temas selecionados. 2005;2:1-6.<br> 5. Moreira-Pfrimer LD, et al. Treatment of vitamin D deficiency increases lower limb muscle strength in institutionalized older people independently of regular physical activity: a randomized double-blind controlled trial. Ann Nutr Metab. 2009;54(4):291-300.<br> 6. 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O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e fosfato normais &#xE9; facilitar a absor&#xE7;&#xE3;o destes &#xED;ons no intestino delgado, potencializando sua mobiliza&#xE7;&#xE3;o nos ossos e diminuindo sua excre&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <p>Estes processos servem para manter as concentra&#xE7;&#xF5;es de c&#xE1;lcio e pot&#xE1;ssio no plasma em n&#xED;veis ideais, essenciais para a atividade neuromuscular normal, mineraliza&#xE7;&#xE3;o dos ossos e outras fun&#xE7;&#xF5;es dependentes do c&#xE1;lcio.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; rapidamente absorvida pelo intestino delgado, ligando-se &#xE0;s alfa-globulinas espec&#xED;ficas para o seu transporte. Sua elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; essencialmente biliar e renal.</p> <p>O Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; um metab&#xF3;lito da 7 deidrocolesterol que, ativado pelos raios ultravioleta B (UVB), se transforma em provitamina D<sub>3</sub> que, por sua vez &#xE9; metabolizada em Colecalciferol (Vitamina D). O Colecalciferol (Vitamina D) est&#xE1; implicada em uma s&#xE9;rie de vias metab&#xF3;licas, sendo encontrados receptores do Colecalciferol (Vitamina D) (RVD) em praticamente todos os tecidos.</p> <p>N&#xE3;o existem dados sobre o tempo para o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) ap&#xF3;s ingest&#xE3;o oral, assim como sobre a sua biodisponibilidade absoluta. O Colecalciferol (Vitamina D) tem extensa liga&#xE7;&#xE3;o proteica pela prote&#xED;na ligadora do Colecalciferol (Vitamina D) (uma &#x3B1;-globulina). &#xC9; metabolizado pelo <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a>, onde &#xE9; metabolizado em 25- hidr&#xF3;xi-colecalciferol pela enzima 25-Vitamina D-hidroxilase. A seguir &#xE9; metabolizado pelos rins. Pequena quantidade do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; excretada pelos rins. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do Colecalciferol (Vitamina D) &#xE9; de 19 a 48 horas.</p> <h3><u>Exclusivo Gotas</u></h3> <p>Colecalciferol (Vitamina D) possui em sua formula&#xE7;&#xE3;o a vitamina D em solu&#xE7;&#xE3;o lipossol&#xFA;vel, permitindo a sua utiliza&#xE7;&#xE3;o nos casos de car&#xEA;ncia e hipovitaminose.</p> </hr>"}

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Este medicamento é válido por 24 meses após a data de fabricação.

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Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas

Comprimidos revestidos brancos, oblongos e convexos, gravados com um "V3" em um dos lados.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Gran-D

Comprimidos revestidos

Embalagem contendo 1 comprimido revestido de 22.400 UI.

Uso oral.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Gran-D

M.S - 1.0298.0507

Farm. Resp.:
Dr. José Carlos Módolo
CRF-SP Nº 10.446

Registrado por:
Cristália – Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Rodovia Itapira-Lindóia, km 14 - Itapira - SP
CNPJ nº 44.734.671/0001-51
Indústria Brasileira



Fabricado por:
Atlantic Pharma – Produções Farmacêuticas, S.A.
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