Cristália Xylestesin Isobárico

20mg/mL, caixa com 10 ampolas com 5mL de solução de uso injetável (embalagem hospitalar)

Princípio ativo
:
Cloridrato De Lidocaína
Classe Terapêutica
:
Anestésicos Locais Medicinais Injetáveis
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Dispensação Sob Prescrição Médica Restrito a Hospitais)
Categoria
:
Anestésicos
Especialidade
:
Cirurgia geral

Bula do medicamento

Xylestesin Isobárico, para o que é indicado e para o que serve?

O Xylestesin® isobárico é uma solução estéril de cloridrato de lidocaína, sem conservante. Quando administrado por via intravenosa ou intramuscular está especialmente indicado no controle das arritmias ventriculares agudas como aquelas que ocorrem relacionadas ao infarto agudo do miocárdio ou durante a manipulação cardíaca, em cirurgias cardíacas.

Quais as contraindicações do Xylestesin Isobárico?

O Xylestesin® isobárico está contraindicado em pacientes com conhecida hipersensibilidade aos anestésicos locais do tipo amida ou a qualquer um dos componentes da fórmula.

O medicamento não deve ser usado em pacientes com a síndrome de Stoke-Adams (estado de alteração da consciência causado por uma diminuição do fluxo de sangue ao cérebro), Wolff-Parkinson-White (anormalidade do ritmo cardíaco, que se manifesta como taquicardia supraventricular) ou com graus severos de bloqueios sinoatrial, atrioventricular ou bloqueio intraventricular na ausência de um marca-passo artificial.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Como usar o Xylestesin Isobárico?

Antes da administração, os produtos parenterais deverão ser examinados visualmente quanto à presença de partículas estranhas e de alteração da cor do produto. Não usar o produto se a coloração estiver diferente de incolor e/ou contendo precipitado.

Quando os anestésicos locais do tipo amida são utilizados, equipamento de ressuscitação, oxigenação e outros medicamentos afins deverão estar disponíveis.

O medicamento é administrado como agente antiarrítmico por injeção intravenosa direta, infusão intravenosa contínua e injeção intramuscular.

Posologia do Xylestesin Isobárico

{"tag":"hr","value":" <h3>Inje&#xE7;&#xE3;o Intravenosa Direta</h3> <p>1 a 1,5 mg/Kg podendo repetir a intervalos de 8-10 minutos at&#xE9; dose m&#xE1;xima de 3 mg/Kg.</p> <h3>Infus&#xE3;o Intravenosa Cont&#xED;nua</h3> <p>Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o direta pode seguir-se a infus&#xE3;o intravenosa cont&#xED;nua com velocidade inicial de 1 a 4 mg/min do cloridrato de lidoca&#xED;na (0,014 a 0,050 mg/kg/min). A velocidade da infus&#xE3;o intravenosa dever&#xE1; ser avaliada t&#xE3;o logo que o ritmo card&#xED;aco do paciente estabilize ou ao menor sinal de toxicidade. Raramente ser&#xE1; necess&#xE1;rio continuar com infus&#xE3;o de lidoca&#xED;na por per&#xED;odos prolongados.</p> <p>As solu&#xE7;&#xF5;es para infus&#xE3;o intravenosa podem ser preparadas pela adi&#xE7;&#xE3;o de 1 g (ou 2 g) de cloridrato de lidoca&#xED;na para um litro de solu&#xE7;&#xE3;o de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/glicose/bula\" target=\"_blank\">glicose</a> 5% em &#xE1;gua, usando t&#xE9;cnicas ass&#xE9;pticas. Aproximadamente uma solu&#xE7;&#xE3;o de 0,1% (ou 0,2%) resultar&#xE1; deste procedimento; que seja cada mililitro conter&#xE1; aproximadamente 1 mg (ou 2 mg) de cloridrato de lidoca&#xED;na.</p> <p>Nos casos em que a restri&#xE7;&#xE3;o de l&#xED;quido &#xE9; clinicamente apropriada, pode ser preparada uma solu&#xE7;&#xE3;o mais concentrada.</p> <p>O produto tem se mostrado quimicamente est&#xE1;vel por 24 horas ap&#xF3;s dilui&#xE7;&#xE3;o em glicose 5% em &#xE1;gua. Entretanto, como com todas as misturas intravenosas, a dilui&#xE7;&#xE3;o da solu&#xE7;&#xE3;o deve ser feita exatamente antes de sua administra&#xE7;&#xE3;o.</p> <h3>Inje&#xE7;&#xE3;o Intramuscular</h3> <p>A dose recomendada de cloridrato de lidoca&#xED;na por via intramuscular &#xE9; de 4,0 mg/kg. O m&#xFA;sculo deltoide &#xE9; recomendado como o local preferido da inje&#xE7;&#xE3;o, desde que os n&#xED;veis sangu&#xED;neos terap&#xEA;uticos da lidoca&#xED;na ocorram rapidamente e o pico do n&#xED;vel sangu&#xED;neo &#xE9; significantemente maior seguido de administra&#xE7;&#xE3;o deltoide como comparado &#xE0; inje&#xE7;&#xF5;es na coxa ou gl&#xFA;teos. As inje&#xE7;&#xF5;es devem ser feitas com aspira&#xE7;&#xE3;o frequente para evitar poss&#xED;vel inje&#xE7;&#xE3;o intravascular inadvertidamente.</p> <p>Assim que poss&#xED;vel, e quando indicado, as inje&#xE7;&#xF5;es dos pacientes devem ser trocadas por infus&#xE3;o intravenosa. Entretanto, se necess&#xE1;rio, uma inje&#xE7;&#xE3;o intramuscular adicional pode ser feita ap&#xF3;s um intervalo de 60-90 minutos.</p> <p><strong>Siga a orienta&#xE7;&#xE3;o do seu m&#xE9;dico, respeitando sempre os hor&#xE1;rios, as doses e a dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento. N&#xE3;o interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu m&#xE9;dico.</strong></p> "}

Como o Xylestesin Isobárico funciona?

Exerce sua ação como antiarrítmico diminuindo a despolarização, o automatismo e a excitabilidade nos ventrículos durante a fase diastólica mediante uma ação direta sobre os tecidos, especialmente a rede de Purkinje, sem envolver o sistema autônomo.

A lidocaína é absorvida com rapidez através das membranas mucosas até a circulação geral, com dependência da vascularização e velocidade do fluxo sanguíneo no local da aplicação e da dose total administrada. Sua absorção através da pele intacta é escassa, aumentando quando aplicada sobre pele traumatizada ou desgastada. A absorção sistêmica é praticamente completa e a velocidade de absorção depende do local e via de administração, da dose total administrada e da utilização ou não de vasoconstritores de forma simultânea. O metabolismo é principalmente hepático (90%); seus metabólitos são ativos e tóxicos, porém menos que o medicamento inalterado, e 10% são excretados sem modificação pelo rim.

Quais cuidados devo ter ao usar o Xylestesin Isobárico?

A fim de controlar eventuais reações adversas, equipamento de ressuscitação, oxigênio e outros fármacos de ressuscitação devem estar imediatamente disponíveis quando Xylestesin® isobárico é usado. O profissional de saúde deve reconhecer possíveis sinais de toxicidade sistêmica para instituir os procedimentos adequados, incluindo uso de fármacos anticonvulsivantes em caso de convulsões e vasopressores em caso de depressão respiratória.

A segurança e eficácia da lidocaína dependem da dose correta, da técnica adequada, de precauções adequadas e rapidez nas emergências. Repetidas doses de lidocaína podem causar aumento significativo nos níveis sanguíneos e a tolerância varia&nbsp;caso a caso. Pacientes idosos, debilitados e doentes graves deverão ter doses reduzidas de acordo com seu estado clínico. A lidocaína deverá ser usada com precaução em pacientes com conhecida reação de hipersensibilidade.

Monitoramento eletrocardiográfico constante é essencial para a administração apropriada do medicamento. Sinais de depressão excessiva da atividade elétrica cardíaca devem ser acompanhados por ajuste do fluxo e, se necessário, interrupção da infusão intravenosa deste agente.

Ocasionalmente, aceleração da taxa ventricular pode ocorrer quando o medicamento é administrado em pacientes com flutter atrial ou fibrilação atrial.

O Xylestesin® isobárico deve ser usado com cautela no tratamento de pacientes com doenças hepáticas e renais, hipovolemia, insuficiência cardíaca congestiva grave, choque, e todas as formas de bloqueio cardíaco. Recomenda-se precaução especialmente em pacientes com bradicardia sinusal ou bloqueio cardíaco incompleto, devido ao risco de frequente e sérias arritmias cardíacas ou bloqueio cardíaco completo após administração intravenosa do medicamento.

A lidocaína deve ser usada com cautela em pacientes com predisposição genética à hipertermia maligna. Apesar de ser desconhecido a possibilidade da lidocaína desencadear esta reação, o profissional de saúde deve ter disponível um protocolo para manejo desta reação, incluindo rápida interrupção do agente desencadeante, oxigenoterapia, além de medidas de suporte e administração de dantroleno.

Gravidez – Categoria de Risco B

Efeitos teratogênicos

Não existem estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. Pelo fato dos estudos em reprodução animal nem sempre serem úteis para reproduzir as respostas humanas, este medicamento deve ser usado durante a gravidez somente se claramente necessário.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Trabalho de Parto e Parto

Os efeitos da lidocaína à mãe e ao feto, quando utilizada no manejo das arritmias cardíacas durante trabalho de parto e parto, não são conhecidos. Sabe-se que a lidocaína rapidamente atravessa a barreira placentária.

Amamentação

Não se sabe se a lidocaína é excretada no leite materno. Como muitos fármacos são excretados no leite materno, deve-se ter precaução quando lidocaína é administrada a lactante.

Uso em Idosos

Pacientes idosos são especialmente sensíveis aos efeitos de anestésicos parenterais locais. Por esta razão, possuem maior probabilidade de desenvolverem efeitos adversos.

Uso Pediátrico

A segurança e eficácia do medicamento em crianças, não foram estabelecidas por estudos clínicos controlados.

Alterações de Exames Laboratoriais

A injeção intramuscular de lidocaína pode resultar no aumento do nível de creatinina fosfoquinase. Portanto, o uso da determinação desta enzima sem separação da isoenzima, como teste de diagnóstico para a presença de infarto agudo do miocárdio, pode ficar comprometido pela injeção intramuscular de lidocaína.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Xylestesin Isobárico?

  • <li>Rea&#xE7;&#xE3;o rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-anafilaxia-reacao-anafilatica-sintomas-e-tratamento/" rel="noopener" target="_blank">anafilaxia</a>, rea&#xE7;&#xE3;o al&#xE9;rgica do f&#xE1;rmaco;</li> <li>Relatos isolados: metemoglobinemia, desordem psic&#xF3;tica;</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es adversas com frequ&#xEA;ncia desconhecida: <a href="https://minutosaudavel.com.br/porfiria/" rel="noopener" target="_blank">porfiria</a> intermitente aguda, rea&#xE7;&#xE3;o de hipersensibilidade, miastenia grave, dor irradiada, dor transit&#xF3;ria na coluna lombar, parada respirat&#xF3;ria, <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">hipotens&#xE3;o</a>, colapso cardiovascular, bradicardia que pode levar a parada card&#xED;aca, sonol&#xEA;ncia, <a href="https://minutosaudavel.com.br/tontura-o-que-pode-ser/" rel="noopener" target="_blank">tontura</a>, apreens&#xE3;o, euforia, <a href="https://consultaremedios.com.br/doenca-nos-ouvidos/zumbido/c" target="_blank">zumbido</a>, vis&#xE3;o turva ou vis&#xE3;o dupla, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/nauseas/c" target="_blank">v&#xF4;mito</a>, sensa&#xE7;&#xF5;es de calor, frio ou <a href="https://minutosaudavel.com.br/parestesia/" rel="noopener" target="_blank">dorm&#xEA;ncia</a>, espasmos, tremores, convuls&#xF5;es, inconsci&#xEA;ncia e depress&#xE3;o respirat&#xF3;ria.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Xylestesin Isobárico?

Uma vez que este medicamento é administrado por um profissional da saúde em ambiente hospitalar não deverá ocorrer esquecimento do seu uso.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Xylestesin Isobárico?

Cada mL contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">Cloridrato de lidoca&#xED;na</p> </td> <td style=\"width:232px\"> <p style=\"text-align:center\">20 mg*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">Ve&#xED;culo Est&#xE9;ril q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:232px\"> <p style=\"text-align:center\">1 mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 21,33 mg de cloridrato de lidocaína monoidratado (equivalente à 17,3072 mg de lidocaína).

Veículo: cloreto de sódio, hidróxido de sódio e água para injetáveis.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Xylestesin Isobárico maior do que a recomendada?

Emergências graves consequentes dos anestésicos locais geralmente estão relacionadas com altos níveis plasmáticos encontrados durante o uso dos anestésicos. A monitorização dos sinais vitais cardiovasculares e respiratórios e o estado de consciência do paciente após administração do anestésico local são de grande importância e demandam atenção. Ao primeiro sinal de mudança deve-se administrar oxigênio.

A superdose do medicamento geralmente resulta em sinais de toxicidade do sistema nervoso central ou cardiovascular.

Se houver convulsões ou sinais de depressão e parada respiratória, a desobstrução das vias aéreas e adequação da ventilação devem ser asseguradas imediatamente.

Se as convulsões persistirem apesar da terapia ventilatória com oxigênio, podem ser usados agentes anticonvulsivantes por via intravenosa.

Exemplos desses agentes incluem os benzodiazepínicos (ex: diazepam 0,1 mg/kg), barbitúricos de ação ultracurta (ex: tiopental) ou barbitúricos de ação curta (ex: pentobarbital). Se o paciente estiver sob anestesia, um relaxante muscular de curta ação (ex: succinilcolina) pode ser administrado.

Se ocorrer depressão circulatória, vasopressores podem ser usados. Se ocorrer parada cardíaca, devem ser instituídos procedimentos padrão de ressuscitação cardiopulmonar.

A diálise é de valor negligenciável no tratamento da superdose aguda do medicamento.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou a bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Xylestesin Isobárico com outros remédios?

O Xylestesin® isobárico deve ser usado com cautela em pacientes com intoxicação digitálica acompanhada por bloqueio atrioventricular. O uso concomitante de agentes beta-bloqueadores ou cimetidina pode reduzir o fluxo sanguíneo hepático e com isso reduzir o clearance da lidocaína.

A lidocaína e a tocainida são farmacodinâmicamente similares. O uso concomitante destes dois fármacos pode causar um aumento de reações adversas, incluindo reação no sistema nervoso central tal como convulsão.

O efeito da lidocaína para controle das arritmias cardíacas é potencializado com a administração concomitante ou prévia de propranolol. Foram analisadas as interações medicamentosas com vários beta-bloqueadores (propranolol, metoprolol, nadolol e pindolol). O pré-tratamento com propranolol, metoprolol e nadolol aumentou a concentração sérica da lidocaína. Já o prétratamento com pindolol não afetou a concentração sérica da lidocaína.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamentos sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.

Qual a ação da substância do Xylestesin Isobárico (Cloridrato de Lidocaína)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Injet&#xE1;vel</h3> <p>Estudos realizados com lidoca&#xED;na 2% com epinefrina 1:200.000 em bloqueio epidural na ces&#xE1;rea, mostrou ser uma alternativa utilizada e que prov&#xE9;m de anestesia satisfat&#xF3;ria.<sup>1</sup></p> <p>Estudo comparativo de lidoca&#xED;na 2% com epinefrina 1:200.000 versus bupivacaina 0,5% em analgesia do bloqueio peribulbar mostrou que todas as solu&#xE7;&#xF5;es estudadas apresentaram adequada analgesia durante cirurgia de <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/catarata-o-que-e-tipos-sintomas-cirurgia-tem-cura/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">catarata</a>. A lidoca&#xED;na 2% apresentou r&#xE1;pido in&#xED;cio de a&#xE7;&#xE3;o e menor n&#xFA;mero de inje&#xE7;&#xF5;es utilizadas.<sup>2</sup></p> <p>Estudo randomizado, duplo cego, comparativo entre lidoca&#xED;na 2% com adrenalina 1:200,00 mais solu&#xE7;&#xE3;o salina e Lidoca&#xED;na 2% com adrenalina 1:200.00 mais fentanil, com o objetivo de avaliar o in&#xED;cio de a&#xE7;&#xE3;o, qualidade e dura&#xE7;&#xE3;o da analgesia em crian&#xE7;as de 2 a 12 anos de idade submetidos &#xE0; circuncis&#xE3;o. N&#xE3;o mostrou diferen&#xE7;a cl&#xED;nica e estat&#xED;stica no in&#xED;cio de a&#xE7;&#xE3;o, dura&#xE7;&#xE3;o, qualidade do al&#xED;vio da dor ou efeitos adversos entre as duas solu&#xE7;&#xF5;es.<sup>3</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncia:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. A.C.Norton.A.G. Davis and R.J. Spicer. Lignocaine 2% with adrenaline for epidural Cesarean section, Comparison with 0,5% bupivacaine. Anaesthesia, 1988, volume43, pages 844-849.<br> 2. A.A.Van Den Berg and L. F. Montoya-Pelaez. Comparison of lignocaine 2% with adrenaline, bupivacaine 0,5%&#xA8;with ou without hyaluronidase and a mixture of bupivacaine, lignocaine and hyaluronidase for peribulbar block analgesia). Acta Anaesthesiol Scand 2001; 45: 961-966.<br> 3. R.D.M. Jones, W.M.S. Gunawardene and K. Yeung. A Comparison o Lignocaine 2% with Adrenaline 1:200.000 and Lignocaine 2% with Adrenaline 1:200.000 plus fentanyl as agens for caudal Anaesthesia in Children Undergoing Circumcision Anaesth Intens Care (1990), 18, 194-199.</br></br></span></p> <h3>Geleia</h3> <p>Valkevic DS et al., em um estudo com 18 pacientes submetidos a cistoscopia sob anestesia t&#xF3;pica via intrauretral, usando-se 10 ml de lidoca&#xED;na na forma farmac&#xEA;utica geleia a 2% 5 minutos antes do procedimento, obteve o resultado a seguir: menor grau de dor nos pacientes que receberam lidoca&#xED;na na forma farmac&#xEA;utica geleia em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0;queles que n&#xE3;o receberam (pela escala anal&#xF3;gica visual de dor 1,6 e 4,87, respectivamente). Os autores conclu&#xED;ram que a lidoca&#xED;na na forma farmac&#xEA;utica geleia a 2% &#xE9; efetiva e tolerada pelos pacientes nos procedimentos de cistoscopia (Valkevic DS et al. Pharmacology &amp; Toxicology 2001; 89 (suppl 1): 135-6, abs 546).</p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Injet&#xE1;vel</h3> <h4>Descri&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>As solu&#xE7;&#xF5;es injet&#xE1;veis de Cloridrato de Lidoca&#xED;na&amp;nbsp;1% e 2% com vasoconstritor cont&#xE9;m o anest&#xE9;sico local cloridrato de lidoca&#xED;na associado &#xE0; epinefrina. O cloridrato de lidoca&#xED;na &#xE9; um anest&#xE9;sico local do tipo amida, quimicamente designado como monocloridrato de 2-(dietilamino)-N-(2,6-dimetilfenil)-acetamida monoidratado. &#xC9; um p&#xF3; branco, muito sol&#xFA;vel em &#xE1;gua.</p> <p>A epinefrina &#xE9; um agente simpatomim&#xE9;tico adren&#xE9;rgico, quimicamente designado como 4-[1-hidroxi-2-(metilamina) etil]-1,2- benzenodiol, um p&#xF3; branco microcristalino.</p> <p>Cloridrato de Lidoca&#xED;na&amp;nbsp;1% e 2% com epinefrina &#xE9; uma solu&#xE7;&#xE3;o est&#xE9;ril, apirog&#xEA;nica. O pH da solu&#xE7;&#xE3;o com vasoconstritor &#xE9; de 3,0 a 4,5.</p> <p>Os frascos-ampola cont&#xE9;m metilparabeno como conservante.</p> <h4>Farmacologia cl&#xED;nica</h4> <h5>Mecanismo de A&#xE7;&#xE3;o</h5> <p>A lidoca&#xED;na estabiliza a membrana neuronal por inibi&#xE7;&#xE3;o dos fluxos i&#xF4;nicos necess&#xE1;rios para o in&#xED;cio e a condu&#xE7;&#xE3;o dos impulsos efetuando deste modo a a&#xE7;&#xE3;o do anest&#xE9;sico local.</p> <h4>Hemodin&#xE2;mica</h4> <p>N&#xED;veis sangu&#xED;neos excessivos podem causar mudan&#xE7;as no ritmo card&#xED;aco, na resist&#xEA;ncia perif&#xE9;rica total e na press&#xE3;o arterial m&#xE9;dia. Com o bloqueio neural central estas altera&#xE7;&#xF5;es podem ser atribu&#xED;veis ao bloqueio das fibras aut&#xF4;nomas, a um efeito depressivo direto do agente anest&#xE9;sico local nos v&#xE1;rios componentes do sistema cardiovascular e/ou nos&amp;nbsp;receptores beta-adren&#xE9;rgicos estimulando a a&#xE7;&#xE3;o da epinefrina quando presente. O efeito produzido &#xE9; normalmente uma hipotens&#xE3;o moderada quando as doses recomendadas n&#xE3;o s&#xE3;o excedidas.</p> <h4>Farmacocin&#xE9;tica e metabolismo</h4> <p>As informa&#xE7;&#xF5;es procedentes de diversas formula&#xE7;&#xF5;es, concentra&#xE7;&#xF5;es e usos revelam que a lidoca&#xED;na &#xE9; completamente absorvida ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o parenteral, sendo que o &#xED;ndice de absor&#xE7;&#xE3;o depende de v&#xE1;rios fatores, tais como, local da administra&#xE7;&#xE3;o e a presen&#xE7;a ou n&#xE3;o de um agente vasoconstritor. Com exce&#xE7;&#xE3;o da administra&#xE7;&#xE3;o intravascular, os mais altos n&#xED;veis sangu&#xED;neos obtidos foram ap&#xF3;s o bloqueio do nervo intercostal e os menores foram ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o subcut&#xE2;nea.</p> <p>A liga&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica da lidoca&#xED;na depende da concentra&#xE7;&#xE3;o da droga e a fra&#xE7;&#xE3;o ligada diminui com o aumento da concentra&#xE7;&#xE3;o.</p> <p>Em concentra&#xE7;&#xF5;es de 1 a 4 &#x3BC;g de base livre por mL, 60% a 80% de lidoca&#xED;na liga-se &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a>. A liga&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m depende da concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica do alfa-1-&#xE1;cido glicoprote&#xED;na. A lidoca&#xED;na atravessa as barreiras cerebral e placent&#xE1;ria, possivelmente por difus&#xE3;o passiva.</p> <p>A lidoca&#xED;na &#xE9; rapidamente metabolizada pelo f&#xED;gado e o restante inalterado da droga e metab&#xF3;litos s&#xE3;o excretados pelos rins. A biotransforma&#xE7;&#xE3;o inclui N-desalquila&#xE7;&#xE3;o oxidativa, hidroxila&#xE7;&#xE3;o do anel, clivagem da liga&#xE7;&#xE3;o amida e conjuga&#xE7;&#xE3;o. A N-desalquila&#xE7;&#xE3;o, um grau maior de biotransforma&#xE7;&#xE3;o, produz os metab&#xF3;litos monoetilglicinaxilidida e glicinaxilidida. As a&#xE7;&#xF5;es farmacol&#xF3;gica e toxicol&#xF3;gica desses metab&#xF3;litos s&#xE3;o similares, mas menos potentes do que aqueles da lidoca&#xED;na.</p> <p>Aproximadamente 90% da lidoca&#xED;na administrada &#xE9; excretada na forma de v&#xE1;rios metab&#xF3;litos e menos que 10% &#xE9; excretada inalterada. O metab&#xF3;lito prim&#xE1;rio da urina &#xE9; um conjugado de 4-hidroxi-2,6-dimetilanilina.</p> <p>A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o da lidoca&#xED;na ap&#xF3;s inje&#xE7;&#xE3;o intravenosa em bolus ocorre caracteristicamente entre 1,5 a 2,0 horas. Justamente pelo seu r&#xE1;pido &#xED;ndice de metaboliza&#xE7;&#xE3;o, qualquer condi&#xE7;&#xE3;o que afete a fun&#xE7;&#xE3;o do f&#xED;gado poder&#xE1; alterar a cin&#xE9;tica da lidoca&#xED;na.</p> <p>A meia-vida poder&#xE1; ser prolongada em dobro, ou mais, em pacientes com disfun&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica.</p> <p>As disfun&#xE7;&#xF5;es renais n&#xE3;o afetam a cin&#xE9;tica da lidoca&#xED;na por&#xE9;m podem aumentar o ac&#xFA;mulo de metab&#xF3;litos.</p> <p>Os fatores como acidose e o uso de estimulantes e depressores do SNC afetam os n&#xED;veis de lidoca&#xED;na no SNC, necess&#xE1;rios para produzir claros efeitos sist&#xEA;micos. As manifesta&#xE7;&#xF5;es adversas tornam-se aparentes com o aumento dos n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos venosos acima de 6 &#x3BC;g de base livre por mL. Em animais (macaco Rhesus) os n&#xED;veis sangu&#xED;neos arteriais de 18 a 21 &#x3BC;g/mL demonstram o in&#xED;cio para a atividade convulsiva.</p> <h3>Geleia</h3> <h4>Propriedades Farmacodin&#xE2;micas</h4> <p>Cloridrato de Lidoca&#xED;na promove anestesia r&#xE1;pida e profunda da mucosa e lubrifica&#xE7;&#xE3;o que reduz a fric&#xE7;&#xE3;o. &#xC9; uma base hidrossol&#xFA;vel, caracterizada pela alta viscosidade e baixa tens&#xE3;o superficial, que proporciona contato &#xED;ntimo e prolongado do anest&#xE9;sico com o tecido, produzindo anestesia eficiente de longa dura&#xE7;&#xE3;o (aproximadamente 20-30 minutos). Geralmente o in&#xED;cio de a&#xE7;&#xE3;o &#xE9; r&#xE1;pido (dentro de 5 min, dependendo da &#xE1;rea de aplica&#xE7;&#xE3;o).</p> <p>A lidoca&#xED;na, assim como outros anest&#xE9;sicos locais, causa um bloqueio revers&#xED;vel da propaga&#xE7;&#xE3;o do impulso ao longo das fibras nervosas atrav&#xE9;s da inibi&#xE7;&#xE3;o do movimento de &#xED;ons s&#xF3;dio para dentro das membranas nervosas. Presume-se que anest&#xE9;sicos locais do tipo amida atuem dentro dos canais de s&#xF3;dio das membranas nervosas.</p> <p>Anest&#xE9;sicos locais podem tamb&#xE9;m ter efeitos similares nas membranas excit&#xE1;veis do c&#xE9;rebro e mioc&#xE1;rdio. Se uma quantidade excessiva do f&#xE1;rmaco atingir a circula&#xE7;&#xE3;o sist&#xEA;mica rapidamente, poder&#xE3;o aparecer sinais e sintomas de toxicidade, provenientes dos Sistemas Cardiovascular e Nervoso Central.</p> <p>A toxicidade no Sistema Nervoso Central (SNC)&amp;nbsp;geralmente precede os efeitos cardiovasculares, uma vez que ela ocorre em n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos mais baixos. Efeitos diretos dos anest&#xE9;sicos locais no cora&#xE7;&#xE3;o incluem condu&#xE7;&#xE3;o lenta, inotropismo negativo e, possivelmente, parada card&#xED;aca.</p> <h4>Propriedades Farmacocin&#xE9;ticas</h4> <p>A lidoca&#xED;na &#xE9; absorvida ap&#xF3;s aplica&#xE7;&#xE3;o t&#xF3;pica em mucosas. A velocidade e a extens&#xE3;o da absor&#xE7;&#xE3;o dependem da dose total administrada e da concentra&#xE7;&#xE3;o, do local de aplica&#xE7;&#xE3;o e da&amp;nbsp;dura&#xE7;&#xE3;o da exposi&#xE7;&#xE3;o.</p> <p>Geralmente, a velocidade de absor&#xE7;&#xE3;o de agentes anest&#xE9;sicos locais ap&#xF3;s aplica&#xE7;&#xE3;o t&#xF3;pica &#xE9; mais r&#xE1;pida ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o intratraqueal e bronquial. A lidoca&#xED;natamb&#xE9;m &#xE9; bem absorvida no trato gastrointestinal, mas pouco f&#xE1;rmaco intacto aparece na circula&#xE7;&#xE3;o devido &#xE0; biotransforma&#xE7;&#xE3;o no f&#xED;gado.</p> <p>Normalmente, cerca de 65 % da lidoca&#xED;na liga-se &#xE0;s prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas. Os anest&#xE9;sicos locais do tipo amida ligam-se principalmente a alfa-1-glicoprote&#xED;na &#xE1;cida, mas tamb&#xE9;m &#xE0; albumina.</p> <p>A lidoca&#xED;na atravessa as barreiras hematoencef&#xE1;lica e placent&#xE1;ria, presumivelmente por difus&#xE3;o passiva.</p> <p>A principal via de elimina&#xE7;&#xE3;o da lidoca&#xED;na &#xE9; por metabolismo hep&#xE1;tico. A via prim&#xE1;ria da lidoca&#xED;na em humanos &#xE9; a N-desalquila&#xE7;&#xE3;o &#xE0; monoetilglicinexilidina (MEGX) seguida por hidr&#xF3;lise &#xE0; 2,6-xilidina e hidroxila&#xE7;&#xE3;o &#xE0; 4-hidroxi-2,6-xilidina. MEGX ainda pode ser desalquilada para glicinexilidina (GX). As a&#xE7;&#xF5;es farmacol&#xF3;gicas/toxicol&#xF3;gicas de MEGX e GX s&#xE3;o similares, mas menos potentes do que as da lidoca&#xED;na. GX tem uma meia-vida maior (cerca de 10 h) que a lidoca&#xED;na e pode se acumular durante a administra&#xE7;&#xE3;o prolongada.</p> <p>Aproximadamente 90% da lidoca&#xED;na administrada intravenosamente &#xE9; excretada na forma de v&#xE1;rios metab&#xF3;litos e menos de 10 % &#xE9; excretada inalterada na urina. O metab&#xF3;lito prim&#xE1;rio na urina &#xE9; um conjugado de 4-hidroxi-2,6-xilidina, respondendo por cerca de 70-80% da dose excretada na urina.</p> <p>A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o da lidoca&#xED;na seguida de uma inje&#xE7;&#xE3;o intravenosa em bolus &#xE9; tipicamente 1,5 a 2 horas. Devido &#xE0; r&#xE1;pida velocidade em que a lidoca&#xED;na &#xE9; metabolizada, qualquer condi&#xE7;&#xE3;o que afete a fun&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica pode alterar a cin&#xE9;tica da lidoca&#xED;na. A meia-vida pode ser prolongada duas vezes ou mais em pacientes com disfun&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica. A disfun&#xE7;&#xE3;o renal n&#xE3;o afeta a cin&#xE9;tica da lidoca&#xED;na, mas pode aumentar o ac&#xFA;mulo de metab&#xF3;litos.</p> <p>Fatores como acidose e o uso de estimulantes e depressores do SNC influenciam os n&#xED;veis de lidoca&#xED;na no SNC necess&#xE1;rios para produzir a manifesta&#xE7;&#xE3;o de efeitos sist&#xEA;micos. Rea&#xE7;&#xF5;es&amp;nbsp;adversas objetivas tornam-se muito mais aparentes com n&#xED;veis venosos plasm&#xE1;ticos superiores &#xE0; 6,0 mcg de base livre por ml.</p> <h4>Dados de seguran&#xE7;a pr&#xE9;-cl&#xED;nica</h4> <p>A toxicidade observada ap&#xF3;s altas doses de lidoca&#xED;na em estudos com animais consistiu em efeitos nos Sistemas Nervoso Central e Cardiovascular. Em estudos de toxicidade reprodutiva, nenhuma rela&#xE7;&#xE3;o do f&#xE1;rmaco com os efeitos foi observada, nem a lidoca&#xED;na mostrou potencial mutag&#xEA;nico nos testes de mutagenicidade in vitro ou in vivo. N&#xE3;o foram feitos estudos de c&#xE2;ncercom lidoca&#xED;na, devido ao local e a dura&#xE7;&#xE3;o do uso deste f&#xE1;rmaco.</p> <p>Testes de genotoxicidade com lidoca&#xED;na n&#xE3;o mostraram evid&#xEA;ncias de potencial mutag&#xEA;nico. O metab&#xF3;lito da lidoca&#xED;na, 2,6-xilidina, mostrou uma fraca evid&#xEA;ncia de atividade em alguns testes mutag&#xEA;nicos. O metab&#xF3;lito 2,6-xilidina mostrou n&#xE3;o ter potencial carcinog&#xEA;nico em estudos pr&#xE9;cl&#xED;nicos toxicol&#xF3;gicos avaliando exposi&#xE7;&#xE3;o cr&#xF4;nica. Os riscos potenciais comparando a exposi&#xE7;&#xE3;o m&#xE1;xima humana calculada a partir do uso intermitente da lidoca&#xED;na, com a exposi&#xE7;&#xE3;o usada em estudos pr&#xE9;-cl&#xED;nicos, indicam uma ampla margem de seguran&#xE7;a do uso cl&#xED;nico.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Xylestesin Isobárico?

Conservar o medicamento em sua embalagem original, em temperatura ambiente, entre 15 e 30ºC, protegido da luz.

O prazo de validade é de 36 meses a partir da data de fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas

Solução límpida, essencialmente livre de partículas, incolor.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Xylestesin Isobárico

Embalagens contendo 40 estojos Sterile Pack® com 1 ampola de 5mL de solução injetável.

Uso injetável - via intravenosa e intramuscular.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Xylestesin Isobárico

Reg. MS N.º 1.0298.0365

Farm. Resp.:
Dr. José Carlos Módolo
CRF-SP N.º 10.446

Registrado por:
Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Rodovia Itapira-Lindóia, km 14
Itapira-SP
CNPJ N.º 44.734.671/0001-51
Indústria Brasileira




Fabricado por:
Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Av. Nossa Senhora da Assunção, 574
Butantã - São Paulo - SP
CNPJ nº 44.734.671/0008-28
Indústria Brasileira




SAC:
0800 701 1918

Venda sob prescrição médica.

Uso restrito a hospitais.

20mg/mL, caixa com 40 estojos com 1 ampola com 5mL de solução de uso injetável (embalagem hospitalar)

Princípio ativo
:
Cloridrato De Lidocaína
Classe Terapêutica
:
Anestésicos Locais Medicinais Injetáveis
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Dispensação Sob Prescrição Médica Restrito a Hospitais)
Categoria
:
Anestésicos
Especialidade
:
Cirurgia geral

Bula do medicamento

Xylestesin Isobárico, para o que é indicado e para o que serve?

O Xylestesin® isobárico é uma solução estéril de cloridrato de lidocaína, sem conservante. Quando administrado por via intravenosa ou intramuscular está especialmente indicado no controle das arritmias ventriculares agudas como aquelas que ocorrem relacionadas ao infarto agudo do miocárdio ou durante a manipulação cardíaca, em cirurgias cardíacas.

Quais as contraindicações do Xylestesin Isobárico?

O Xylestesin® isobárico está contraindicado em pacientes com conhecida hipersensibilidade aos anestésicos locais do tipo amida ou a qualquer um dos componentes da fórmula.

O medicamento não deve ser usado em pacientes com a síndrome de Stoke-Adams (estado de alteração da consciência causado por uma diminuição do fluxo de sangue ao cérebro), Wolff-Parkinson-White (anormalidade do ritmo cardíaco, que se manifesta como taquicardia supraventricular) ou com graus severos de bloqueios sinoatrial, atrioventricular ou bloqueio intraventricular na ausência de um marca-passo artificial.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Como usar o Xylestesin Isobárico?

Antes da administração, os produtos parenterais deverão ser examinados visualmente quanto à presença de partículas estranhas e de alteração da cor do produto. Não usar o produto se a coloração estiver diferente de incolor e/ou contendo precipitado.

Quando os anestésicos locais do tipo amida são utilizados, equipamento de ressuscitação, oxigenação e outros medicamentos afins deverão estar disponíveis.

O medicamento é administrado como agente antiarrítmico por injeção intravenosa direta, infusão intravenosa contínua e injeção intramuscular.

Posologia do&nbsp;Xylestesin Isobárico

{"tag":"hr","value":" <h3>Inje&#xE7;&#xE3;o Intravenosa Direta</h3> <p>1 a 1,5 mg/Kg podendo repetir a intervalos de 8-10 minutos at&#xE9; dose m&#xE1;xima de 3 mg/Kg.</p> <h3>Infus&#xE3;o Intravenosa Cont&#xED;nua</h3> <p>Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o direta pode seguir-se a infus&#xE3;o intravenosa cont&#xED;nua com velocidade inicial de 1 a 4 mg/min do cloridrato de lidoca&#xED;na (0,014 a 0,050 mg/kg/min). A velocidade da infus&#xE3;o intravenosa dever&#xE1; ser avaliada t&#xE3;o logo que o ritmo card&#xED;aco do paciente estabilize ou ao menor sinal de toxicidade. Raramente ser&#xE1; necess&#xE1;rio continuar com infus&#xE3;o de lidoca&#xED;na por per&#xED;odos prolongados.</p> <p>As solu&#xE7;&#xF5;es para infus&#xE3;o intravenosa podem ser preparadas pela adi&#xE7;&#xE3;o de 1 g (ou 2 g) de cloridrato de lidoca&#xED;na para um litro de solu&#xE7;&#xE3;o de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/glicose/bula\" target=\"_blank\">glicose</a> 5% em &#xE1;gua, usando t&#xE9;cnicas ass&#xE9;pticas. Aproximadamente uma solu&#xE7;&#xE3;o de 0,1% (ou 0,2%) resultar&#xE1; deste procedimento; que seja cada mililitro conter&#xE1; aproximadamente 1 mg (ou 2 mg) de cloridrato de lidoca&#xED;na.</p> <p>Nos casos em que a restri&#xE7;&#xE3;o de l&#xED;quido &#xE9; clinicamente apropriada, pode ser preparada uma solu&#xE7;&#xE3;o mais concentrada.</p> <p>O produto tem se mostrado quimicamente est&#xE1;vel por 24 horas ap&#xF3;s dilui&#xE7;&#xE3;o em glicose 5% em &#xE1;gua. Entretanto, como com todas as misturas intravenosas, a dilui&#xE7;&#xE3;o da solu&#xE7;&#xE3;o deve ser feita exatamente antes de sua administra&#xE7;&#xE3;o.</p> <h3>Inje&#xE7;&#xE3;o Intramuscular</h3> <p>A dose recomendada de cloridrato de lidoca&#xED;na por via intramuscular &#xE9; de 4,0 mg/kg. O m&#xFA;sculo deltoide &#xE9; recomendado como o local preferido da inje&#xE7;&#xE3;o, desde que os n&#xED;veis sangu&#xED;neos terap&#xEA;uticos da lidoca&#xED;na ocorram rapidamente e o pico do n&#xED;vel sangu&#xED;neo &#xE9; significantemente maior seguido de administra&#xE7;&#xE3;o deltoide como comparado &#xE0; inje&#xE7;&#xF5;es na coxa ou gl&#xFA;teos. As inje&#xE7;&#xF5;es devem ser feitas com aspira&#xE7;&#xE3;o frequente para evitar poss&#xED;vel inje&#xE7;&#xE3;o intravascular inadvertidamente.</p> <p>Assim que poss&#xED;vel, e quando indicado, as inje&#xE7;&#xF5;es dos pacientes devem ser trocadas por infus&#xE3;o intravenosa. Entretanto, se necess&#xE1;rio, uma inje&#xE7;&#xE3;o intramuscular adicional pode ser feita ap&#xF3;s um intervalo de 60-90 minutos.</p> <p><strong>Siga a orienta&#xE7;&#xE3;o do seu m&#xE9;dico, respeitando sempre os hor&#xE1;rios, as doses e a dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento. N&#xE3;o interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu m&#xE9;dico.</strong></p> "}

Como o Xylestesin Isobárico funciona?

Exerce sua ação como antiarrítmico diminuindo a despolarização, o automatismo e a excitabilidade nos ventrículos durante a fase diastólica mediante uma ação direta sobre os tecidos, especialmente a rede de Purkinje, sem envolver o sistema autônomo.

A lidocaína é absorvida com rapidez através das membranas mucosas até a circulação geral, com dependência da vascularização e velocidade do fluxo sanguíneo no local da aplicação e da dose total administrada. Sua absorção através da pele intacta é escassa, aumentando quando aplicada sobre pele traumatizada ou desgastada. A absorção sistêmica é praticamente completa e a velocidade de absorção depende do local e via de administração, da dose total administrada e da utilização ou não de vasoconstritores de forma simultânea. O metabolismo é principalmente hepático (90%); seus metabólitos são ativos e tóxicos, porém menos que o medicamento inalterado, e 10% são excretados sem modificação pelo rim.

Quais cuidados devo ter ao usar o Xylestesin Isobárico?

A fim de controlar eventuais reações adversas, equipamento de ressuscitação, oxigênio e outros fármacos de ressuscitação devem estar imediatamente disponíveis quando Xylestesin® isobárico é usado. O profissional de saúde deve reconhecer possíveis sinais de toxicidade sistêmica para instituir os procedimentos adequados, incluindo uso de fármacos anticonvulsivantes em caso de convulsões e vasopressores em caso de depressão respiratória.

A segurança e eficácia da lidocaína dependem da dose correta, da técnica adequada, de precauções adequadas e rapidez nas emergências. Repetidas doses de lidocaína podem causar aumento significativo nos níveis sanguíneos e a tolerância varia&nbsp;caso a caso. Pacientes idosos, debilitados e doentes graves deverão ter doses reduzidas de acordo com seu estado clínico. A lidocaína deverá ser usada com precaução em pacientes com conhecida reação de hipersensibilidade.

Monitoramento eletrocardiográfico constante é essencial para a administração apropriada do medicamento. Sinais de depressão excessiva da atividade elétrica cardíaca devem ser acompanhados por ajuste do fluxo e, se necessário, interrupção da infusão intravenosa deste agente.

Ocasionalmente, aceleração da taxa ventricular pode ocorrer quando o medicamento é administrado em pacientes com flutter atrial ou fibrilação atrial.

O Xylestesin® isobárico deve ser usado com cautela no tratamento de pacientes com doenças hepáticas e renais, hipovolemia, insuficiência cardíaca congestiva grave, choque, e todas as formas de bloqueio cardíaco. Recomenda-se precaução especialmente em pacientes com bradicardia sinusal ou bloqueio cardíaco incompleto, devido ao risco de frequente e sérias arritmias cardíacas ou bloqueio cardíaco completo após administração intravenosa do medicamento.

A lidocaína deve ser usada com cautela em pacientes com predisposição genética à hipertermia maligna. Apesar de ser desconhecido a possibilidade da lidocaína desencadear esta reação, o profissional de saúde deve ter disponível um protocolo para manejo desta reação, incluindo rápida interrupção do agente desencadeante, oxigenoterapia, além de medidas de suporte e administração de dantroleno.

Gravidez – Categoria de Risco B

Efeitos teratogênicos

Não existem estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. Pelo fato dos estudos em reprodução animal nem sempre serem úteis para reproduzir as respostas humanas, este medicamento deve ser usado durante a gravidez somente se claramente necessário.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Trabalho de Parto e Parto

Os efeitos da lidocaína à mãe e ao feto, quando utilizada no manejo das arritmias cardíacas durante trabalho de parto e parto, não são conhecidos. Sabe-se que a lidocaína rapidamente atravessa a barreira placentária.

Amamentação

Não se sabe se a lidocaína é excretada no leite materno. Como muitos fármacos são excretados no leite materno, deve-se ter precaução quando lidocaína é administrada a lactante.

Uso em Idosos

Pacientes idosos são especialmente sensíveis aos efeitos de anestésicos parenterais locais. Por esta razão, possuem maior probabilidade de desenvolverem efeitos adversos.

Uso Pediátrico

A segurança e eficácia do medicamento em crianças, não foram estabelecidas por estudos clínicos controlados.

Alterações de Exames Laboratoriais

A injeção intramuscular de lidocaína pode resultar no aumento do nível de creatinina fosfoquinase. Portanto, o uso da determinação desta enzima sem separação da isoenzima, como teste de diagnóstico para a presença de infarto agudo do miocárdio, pode ficar comprometido pela injeção intramuscular de lidocaína.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Xylestesin Isobárico?

  • <li>Rea&#xE7;&#xE3;o rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-anafilaxia-reacao-anafilatica-sintomas-e-tratamento/" rel="noopener" target="_blank">anafilaxia</a>, rea&#xE7;&#xE3;o al&#xE9;rgica do f&#xE1;rmaco;</li> <li>Relatos isolados: metemoglobinemia, desordem psic&#xF3;tica;</li> <li>Rea&#xE7;&#xF5;es adversas com frequ&#xEA;ncia desconhecida: <a href="https://minutosaudavel.com.br/porfiria/" rel="noopener" target="_blank">porfiria</a> intermitente aguda, rea&#xE7;&#xE3;o de hipersensibilidade, miastenia grave, dor irradiada, dor transit&#xF3;ria na coluna lombar, parada respirat&#xF3;ria, <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">hipotens&#xE3;o</a>, colapso cardiovascular, bradicardia que pode levar a parada card&#xED;aca, sonol&#xEA;ncia, <a href="https://minutosaudavel.com.br/tontura-o-que-pode-ser/" rel="noopener" target="_blank">tontura</a>, apreens&#xE3;o, euforia, <a href="https://consultaremedios.com.br/doenca-nos-ouvidos/zumbido/c" target="_blank">zumbido</a>, vis&#xE3;o turva ou vis&#xE3;o dupla, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/nauseas/c" target="_blank">v&#xF4;mito</a>, sensa&#xE7;&#xF5;es de calor, frio ou <a href="https://minutosaudavel.com.br/parestesia/" rel="noopener" target="_blank">dorm&#xEA;ncia</a>, espasmos, tremores, convuls&#xF5;es, inconsci&#xEA;ncia e depress&#xE3;o respirat&#xF3;ria.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Xylestesin Isobárico?

Uma vez que este medicamento é administrado por um profissional da saúde em ambiente hospitalar não deverá ocorrer esquecimento do seu uso.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Xylestesin Isobárico?

Cada mL contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">Cloridrato de lidoca&#xED;na</p> </td> <td style=\"width:232px\"> <p style=\"text-align:center\">20 mg*</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:228px\"> <p style=\"text-align:center\">Ve&#xED;culo Est&#xE9;ril q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:232px\"> <p style=\"text-align:center\">1 mL</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 21,33 mg de cloridrato de lidocaína monoidratado (equivalente à 17,3072 mg de lidocaína).

Veículo: cloreto de sódio, hidróxido de sódio e água para injetáveis.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Xylestesin Isobárico maior do que a recomendada?

Emergências graves consequentes dos anestésicos locais geralmente estão relacionadas com altos níveis plasmáticos encontrados durante o uso dos anestésicos. A monitorização dos sinais vitais cardiovasculares e respiratórios e o estado de consciência do paciente após administração do anestésico local são de grande importância e demandam atenção. Ao primeiro sinal de mudança deve-se administrar oxigênio.

A superdose do medicamento geralmente resulta em sinais de toxicidade do sistema nervoso central ou cardiovascular.

Se houver convulsões ou sinais de depressão e parada respiratória, a desobstrução das vias aéreas e adequação da ventilação devem ser asseguradas imediatamente.

Se as convulsões persistirem apesar da terapia ventilatória com oxigênio, podem ser usados agentes anticonvulsivantes por via intravenosa.

Exemplos desses agentes incluem os benzodiazepínicos (ex: diazepam 0,1 mg/kg), barbitúricos de ação ultracurta (ex: tiopental) ou barbitúricos de ação curta (ex: pentobarbital). Se o paciente estiver sob anestesia, um relaxante muscular de curta ação (ex: succinilcolina) pode ser administrado.

Se ocorrer depressão circulatória, vasopressores podem ser usados. Se ocorrer parada cardíaca, devem ser instituídos procedimentos padrão de ressuscitação cardiopulmonar.

A diálise é de valor negligenciável no tratamento da superdose aguda do medicamento.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou a bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Xylestesin Isobárico com outros remédios?

O Xylestesin® isobárico deve ser usado com cautela em pacientes com intoxicação digitálica acompanhada por bloqueio atrioventricular. O uso concomitante de agentes beta-bloqueadores ou cimetidina pode reduzir o fluxo sanguíneo hepático e com isso reduzir o clearance da lidocaína.

A lidocaína e a tocainida são farmacodinâmicamente similares. O uso concomitante destes dois fármacos pode causar um aumento de reações adversas, incluindo reação no sistema nervoso central tal como convulsão.

O efeito da lidocaína para controle das arritmias cardíacas é potencializado com a administração concomitante ou prévia de propranolol. Foram analisadas as interações medicamentosas com vários beta-bloqueadores (propranolol, metoprolol, nadolol e pindolol). O pré-tratamento com propranolol, metoprolol e nadolol aumentou a concentração sérica da lidocaína. Já o prétratamento com pindolol não afetou a concentração sérica da lidocaína.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamentos sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.

Qual a ação da substância do Xylestesin Isobárico (Cloridrato de Lidocaína)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Injet&#xE1;vel</h3> <p>Estudos realizados com lidoca&#xED;na 2% com epinefrina 1:200.000 em bloqueio epidural na ces&#xE1;rea, mostrou ser uma alternativa utilizada e que prov&#xE9;m de anestesia satisfat&#xF3;ria.<sup>1</sup></p> <p>Estudo comparativo de lidoca&#xED;na 2% com epinefrina 1:200.000 versus bupivacaina 0,5% em analgesia do bloqueio peribulbar mostrou que todas as solu&#xE7;&#xF5;es estudadas apresentaram adequada analgesia durante cirurgia de <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/catarata-o-que-e-tipos-sintomas-cirurgia-tem-cura/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">catarata</a>. A lidoca&#xED;na 2% apresentou r&#xE1;pido in&#xED;cio de a&#xE7;&#xE3;o e menor n&#xFA;mero de inje&#xE7;&#xF5;es utilizadas.<sup>2</sup></p> <p>Estudo randomizado, duplo cego, comparativo entre lidoca&#xED;na 2% com adrenalina 1:200,00 mais solu&#xE7;&#xE3;o salina e Lidoca&#xED;na 2% com adrenalina 1:200.00 mais fentanil, com o objetivo de avaliar o in&#xED;cio de a&#xE7;&#xE3;o, qualidade e dura&#xE7;&#xE3;o da analgesia em crian&#xE7;as de 2 a 12 anos de idade submetidos &#xE0; circuncis&#xE3;o. N&#xE3;o mostrou diferen&#xE7;a cl&#xED;nica e estat&#xED;stica no in&#xED;cio de a&#xE7;&#xE3;o, dura&#xE7;&#xE3;o, qualidade do al&#xED;vio da dor ou efeitos adversos entre as duas solu&#xE7;&#xF5;es.<sup>3</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncia:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. A.C.Norton.A.G. Davis and R.J. Spicer. Lignocaine 2% with adrenaline for epidural Cesarean section, Comparison with 0,5% bupivacaine. Anaesthesia, 1988, volume43, pages 844-849.<br> 2. A.A.Van Den Berg and L. F. Montoya-Pelaez. Comparison of lignocaine 2% with adrenaline, bupivacaine 0,5%&#xA8;with ou without hyaluronidase and a mixture of bupivacaine, lignocaine and hyaluronidase for peribulbar block analgesia). Acta Anaesthesiol Scand 2001; 45: 961-966.<br> 3. R.D.M. Jones, W.M.S. Gunawardene and K. Yeung. A Comparison o Lignocaine 2% with Adrenaline 1:200.000 and Lignocaine 2% with Adrenaline 1:200.000 plus fentanyl as agens for caudal Anaesthesia in Children Undergoing Circumcision Anaesth Intens Care (1990), 18, 194-199.</br></br></span></p> <h3>Geleia</h3> <p>Valkevic DS et al., em um estudo com 18 pacientes submetidos a cistoscopia sob anestesia t&#xF3;pica via intrauretral, usando-se 10 ml de lidoca&#xED;na na forma farmac&#xEA;utica geleia a 2% 5 minutos antes do procedimento, obteve o resultado a seguir: menor grau de dor nos pacientes que receberam lidoca&#xED;na na forma farmac&#xEA;utica geleia em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0;queles que n&#xE3;o receberam (pela escala anal&#xF3;gica visual de dor 1,6 e 4,87, respectivamente). Os autores conclu&#xED;ram que a lidoca&#xED;na na forma farmac&#xEA;utica geleia a 2% &#xE9; efetiva e tolerada pelos pacientes nos procedimentos de cistoscopia (Valkevic DS et al. Pharmacology &amp; Toxicology 2001; 89 (suppl 1): 135-6, abs 546).</p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Injet&#xE1;vel</h3> <h4>Descri&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>As solu&#xE7;&#xF5;es injet&#xE1;veis de Cloridrato de Lidoca&#xED;na&amp;nbsp;1% e 2% com vasoconstritor cont&#xE9;m o anest&#xE9;sico local cloridrato de lidoca&#xED;na associado &#xE0; epinefrina. O cloridrato de lidoca&#xED;na &#xE9; um anest&#xE9;sico local do tipo amida, quimicamente designado como monocloridrato de 2-(dietilamino)-N-(2,6-dimetilfenil)-acetamida monoidratado. &#xC9; um p&#xF3; branco, muito sol&#xFA;vel em &#xE1;gua.</p> <p>A epinefrina &#xE9; um agente simpatomim&#xE9;tico adren&#xE9;rgico, quimicamente designado como 4-[1-hidroxi-2-(metilamina) etil]-1,2- benzenodiol, um p&#xF3; branco microcristalino.</p> <p>Cloridrato de Lidoca&#xED;na&amp;nbsp;1% e 2% com epinefrina &#xE9; uma solu&#xE7;&#xE3;o est&#xE9;ril, apirog&#xEA;nica. O pH da solu&#xE7;&#xE3;o com vasoconstritor &#xE9; de 3,0 a 4,5.</p> <p>Os frascos-ampola cont&#xE9;m metilparabeno como conservante.</p> <h4>Farmacologia cl&#xED;nica</h4> <h5>Mecanismo de A&#xE7;&#xE3;o</h5> <p>A lidoca&#xED;na estabiliza a membrana neuronal por inibi&#xE7;&#xE3;o dos fluxos i&#xF4;nicos necess&#xE1;rios para o in&#xED;cio e a condu&#xE7;&#xE3;o dos impulsos efetuando deste modo a a&#xE7;&#xE3;o do anest&#xE9;sico local.</p> <h4>Hemodin&#xE2;mica</h4> <p>N&#xED;veis sangu&#xED;neos excessivos podem causar mudan&#xE7;as no ritmo card&#xED;aco, na resist&#xEA;ncia perif&#xE9;rica total e na press&#xE3;o arterial m&#xE9;dia. Com o bloqueio neural central estas altera&#xE7;&#xF5;es podem ser atribu&#xED;veis ao bloqueio das fibras aut&#xF4;nomas, a um efeito depressivo direto do agente anest&#xE9;sico local nos v&#xE1;rios componentes do sistema cardiovascular e/ou nos&amp;nbsp;receptores beta-adren&#xE9;rgicos estimulando a a&#xE7;&#xE3;o da epinefrina quando presente. O efeito produzido &#xE9; normalmente uma hipotens&#xE3;o moderada quando as doses recomendadas n&#xE3;o s&#xE3;o excedidas.</p> <h4>Farmacocin&#xE9;tica e metabolismo</h4> <p>As informa&#xE7;&#xF5;es procedentes de diversas formula&#xE7;&#xF5;es, concentra&#xE7;&#xF5;es e usos revelam que a lidoca&#xED;na &#xE9; completamente absorvida ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o parenteral, sendo que o &#xED;ndice de absor&#xE7;&#xE3;o depende de v&#xE1;rios fatores, tais como, local da administra&#xE7;&#xE3;o e a presen&#xE7;a ou n&#xE3;o de um agente vasoconstritor. Com exce&#xE7;&#xE3;o da administra&#xE7;&#xE3;o intravascular, os mais altos n&#xED;veis sangu&#xED;neos obtidos foram ap&#xF3;s o bloqueio do nervo intercostal e os menores foram ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o subcut&#xE2;nea.</p> <p>A liga&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica da lidoca&#xED;na depende da concentra&#xE7;&#xE3;o da droga e a fra&#xE7;&#xE3;o ligada diminui com o aumento da concentra&#xE7;&#xE3;o.</p> <p>Em concentra&#xE7;&#xF5;es de 1 a 4 &#x3BC;g de base livre por mL, 60% a 80% de lidoca&#xED;na liga-se &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a>. A liga&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m depende da concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica do alfa-1-&#xE1;cido glicoprote&#xED;na. A lidoca&#xED;na atravessa as barreiras cerebral e placent&#xE1;ria, possivelmente por difus&#xE3;o passiva.</p> <p>A lidoca&#xED;na &#xE9; rapidamente metabolizada pelo f&#xED;gado e o restante inalterado da droga e metab&#xF3;litos s&#xE3;o excretados pelos rins. A biotransforma&#xE7;&#xE3;o inclui N-desalquila&#xE7;&#xE3;o oxidativa, hidroxila&#xE7;&#xE3;o do anel, clivagem da liga&#xE7;&#xE3;o amida e conjuga&#xE7;&#xE3;o. A N-desalquila&#xE7;&#xE3;o, um grau maior de biotransforma&#xE7;&#xE3;o, produz os metab&#xF3;litos monoetilglicinaxilidida e glicinaxilidida. As a&#xE7;&#xF5;es farmacol&#xF3;gica e toxicol&#xF3;gica desses metab&#xF3;litos s&#xE3;o similares, mas menos potentes do que aqueles da lidoca&#xED;na.</p> <p>Aproximadamente 90% da lidoca&#xED;na administrada &#xE9; excretada na forma de v&#xE1;rios metab&#xF3;litos e menos que 10% &#xE9; excretada inalterada. O metab&#xF3;lito prim&#xE1;rio da urina &#xE9; um conjugado de 4-hidroxi-2,6-dimetilanilina.</p> <p>A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o da lidoca&#xED;na ap&#xF3;s inje&#xE7;&#xE3;o intravenosa em bolus ocorre caracteristicamente entre 1,5 a 2,0 horas. Justamente pelo seu r&#xE1;pido &#xED;ndice de metaboliza&#xE7;&#xE3;o, qualquer condi&#xE7;&#xE3;o que afete a fun&#xE7;&#xE3;o do f&#xED;gado poder&#xE1; alterar a cin&#xE9;tica da lidoca&#xED;na.</p> <p>A meia-vida poder&#xE1; ser prolongada em dobro, ou mais, em pacientes com disfun&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica.</p> <p>As disfun&#xE7;&#xF5;es renais n&#xE3;o afetam a cin&#xE9;tica da lidoca&#xED;na por&#xE9;m podem aumentar o ac&#xFA;mulo de metab&#xF3;litos.</p> <p>Os fatores como acidose e o uso de estimulantes e depressores do SNC afetam os n&#xED;veis de lidoca&#xED;na no SNC, necess&#xE1;rios para produzir claros efeitos sist&#xEA;micos. As manifesta&#xE7;&#xF5;es adversas tornam-se aparentes com o aumento dos n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos venosos acima de 6 &#x3BC;g de base livre por mL. Em animais (macaco Rhesus) os n&#xED;veis sangu&#xED;neos arteriais de 18 a 21 &#x3BC;g/mL demonstram o in&#xED;cio para a atividade convulsiva.</p> <h3>Geleia</h3> <h4>Propriedades Farmacodin&#xE2;micas</h4> <p>Cloridrato de Lidoca&#xED;na promove anestesia r&#xE1;pida e profunda da mucosa e lubrifica&#xE7;&#xE3;o que reduz a fric&#xE7;&#xE3;o. &#xC9; uma base hidrossol&#xFA;vel, caracterizada pela alta viscosidade e baixa tens&#xE3;o superficial, que proporciona contato &#xED;ntimo e prolongado do anest&#xE9;sico com o tecido, produzindo anestesia eficiente de longa dura&#xE7;&#xE3;o (aproximadamente 20-30 minutos). Geralmente o in&#xED;cio de a&#xE7;&#xE3;o &#xE9; r&#xE1;pido (dentro de 5 min, dependendo da &#xE1;rea de aplica&#xE7;&#xE3;o).</p> <p>A lidoca&#xED;na, assim como outros anest&#xE9;sicos locais, causa um bloqueio revers&#xED;vel da propaga&#xE7;&#xE3;o do impulso ao longo das fibras nervosas atrav&#xE9;s da inibi&#xE7;&#xE3;o do movimento de &#xED;ons s&#xF3;dio para dentro das membranas nervosas. Presume-se que anest&#xE9;sicos locais do tipo amida atuem dentro dos canais de s&#xF3;dio das membranas nervosas.</p> <p>Anest&#xE9;sicos locais podem tamb&#xE9;m ter efeitos similares nas membranas excit&#xE1;veis do c&#xE9;rebro e mioc&#xE1;rdio. Se uma quantidade excessiva do f&#xE1;rmaco atingir a circula&#xE7;&#xE3;o sist&#xEA;mica rapidamente, poder&#xE3;o aparecer sinais e sintomas de toxicidade, provenientes dos Sistemas Cardiovascular e Nervoso Central.</p> <p>A toxicidade no Sistema Nervoso Central (SNC)&amp;nbsp;geralmente precede os efeitos cardiovasculares, uma vez que ela ocorre em n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos mais baixos. Efeitos diretos dos anest&#xE9;sicos locais no cora&#xE7;&#xE3;o incluem condu&#xE7;&#xE3;o lenta, inotropismo negativo e, possivelmente, parada card&#xED;aca.</p> <h4>Propriedades Farmacocin&#xE9;ticas</h4> <p>A lidoca&#xED;na &#xE9; absorvida ap&#xF3;s aplica&#xE7;&#xE3;o t&#xF3;pica em mucosas. A velocidade e a extens&#xE3;o da absor&#xE7;&#xE3;o dependem da dose total administrada e da concentra&#xE7;&#xE3;o, do local de aplica&#xE7;&#xE3;o e da&amp;nbsp;dura&#xE7;&#xE3;o da exposi&#xE7;&#xE3;o.</p> <p>Geralmente, a velocidade de absor&#xE7;&#xE3;o de agentes anest&#xE9;sicos locais ap&#xF3;s aplica&#xE7;&#xE3;o t&#xF3;pica &#xE9; mais r&#xE1;pida ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o intratraqueal e bronquial. A lidoca&#xED;natamb&#xE9;m &#xE9; bem absorvida no trato gastrointestinal, mas pouco f&#xE1;rmaco intacto aparece na circula&#xE7;&#xE3;o devido &#xE0; biotransforma&#xE7;&#xE3;o no f&#xED;gado.</p> <p>Normalmente, cerca de 65 % da lidoca&#xED;na liga-se &#xE0;s prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas. Os anest&#xE9;sicos locais do tipo amida ligam-se principalmente a alfa-1-glicoprote&#xED;na &#xE1;cida, mas tamb&#xE9;m &#xE0; albumina.</p> <p>A lidoca&#xED;na atravessa as barreiras hematoencef&#xE1;lica e placent&#xE1;ria, presumivelmente por difus&#xE3;o passiva.</p> <p>A principal via de elimina&#xE7;&#xE3;o da lidoca&#xED;na &#xE9; por metabolismo hep&#xE1;tico. A via prim&#xE1;ria da lidoca&#xED;na em humanos &#xE9; a N-desalquila&#xE7;&#xE3;o &#xE0; monoetilglicinexilidina (MEGX) seguida por hidr&#xF3;lise &#xE0; 2,6-xilidina e hidroxila&#xE7;&#xE3;o &#xE0; 4-hidroxi-2,6-xilidina. MEGX ainda pode ser desalquilada para glicinexilidina (GX). As a&#xE7;&#xF5;es farmacol&#xF3;gicas/toxicol&#xF3;gicas de MEGX e GX s&#xE3;o similares, mas menos potentes do que as da lidoca&#xED;na. GX tem uma meia-vida maior (cerca de 10 h) que a lidoca&#xED;na e pode se acumular durante a administra&#xE7;&#xE3;o prolongada.</p> <p>Aproximadamente 90% da lidoca&#xED;na administrada intravenosamente &#xE9; excretada na forma de v&#xE1;rios metab&#xF3;litos e menos de 10 % &#xE9; excretada inalterada na urina. O metab&#xF3;lito prim&#xE1;rio na urina &#xE9; um conjugado de 4-hidroxi-2,6-xilidina, respondendo por cerca de 70-80% da dose excretada na urina.</p> <p>A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o da lidoca&#xED;na seguida de uma inje&#xE7;&#xE3;o intravenosa em bolus &#xE9; tipicamente 1,5 a 2 horas. Devido &#xE0; r&#xE1;pida velocidade em que a lidoca&#xED;na &#xE9; metabolizada, qualquer condi&#xE7;&#xE3;o que afete a fun&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica pode alterar a cin&#xE9;tica da lidoca&#xED;na. A meia-vida pode ser prolongada duas vezes ou mais em pacientes com disfun&#xE7;&#xE3;o hep&#xE1;tica. A disfun&#xE7;&#xE3;o renal n&#xE3;o afeta a cin&#xE9;tica da lidoca&#xED;na, mas pode aumentar o ac&#xFA;mulo de metab&#xF3;litos.</p> <p>Fatores como acidose e o uso de estimulantes e depressores do SNC influenciam os n&#xED;veis de lidoca&#xED;na no SNC necess&#xE1;rios para produzir a manifesta&#xE7;&#xE3;o de efeitos sist&#xEA;micos. Rea&#xE7;&#xF5;es&amp;nbsp;adversas objetivas tornam-se muito mais aparentes com n&#xED;veis venosos plasm&#xE1;ticos superiores &#xE0; 6,0 mcg de base livre por ml.</p> <h4>Dados de seguran&#xE7;a pr&#xE9;-cl&#xED;nica</h4> <p>A toxicidade observada ap&#xF3;s altas doses de lidoca&#xED;na em estudos com animais consistiu em efeitos nos Sistemas Nervoso Central e Cardiovascular. Em estudos de toxicidade reprodutiva, nenhuma rela&#xE7;&#xE3;o do f&#xE1;rmaco com os efeitos foi observada, nem a lidoca&#xED;na mostrou potencial mutag&#xEA;nico nos testes de mutagenicidade in vitro ou in vivo. N&#xE3;o foram feitos estudos de c&#xE2;ncercom lidoca&#xED;na, devido ao local e a dura&#xE7;&#xE3;o do uso deste f&#xE1;rmaco.</p> <p>Testes de genotoxicidade com lidoca&#xED;na n&#xE3;o mostraram evid&#xEA;ncias de potencial mutag&#xEA;nico. O metab&#xF3;lito da lidoca&#xED;na, 2,6-xilidina, mostrou uma fraca evid&#xEA;ncia de atividade em alguns testes mutag&#xEA;nicos. O metab&#xF3;lito 2,6-xilidina mostrou n&#xE3;o ter potencial carcinog&#xEA;nico em estudos pr&#xE9;cl&#xED;nicos toxicol&#xF3;gicos avaliando exposi&#xE7;&#xE3;o cr&#xF4;nica. Os riscos potenciais comparando a exposi&#xE7;&#xE3;o m&#xE1;xima humana calculada a partir do uso intermitente da lidoca&#xED;na, com a exposi&#xE7;&#xE3;o usada em estudos pr&#xE9;-cl&#xED;nicos, indicam uma ampla margem de seguran&#xE7;a do uso cl&#xED;nico.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Xylestesin Isobárico?

Conservar o medicamento em sua embalagem original, em temperatura ambiente, entre 15 e 30ºC, protegido da luz.

O prazo de validade é de 36 meses a partir da data de fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas

Solução límpida, essencialmente livre de partículas, incolor.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Xylestesin Isobárico

Embalagens contendo 40 estojos Sterile Pack® com 1 ampola de 5mL de solução injetável.

Uso injetável - via intravenosa e intramuscular.

Uso adulto.

Dizeres Legais do Xylestesin Isobárico

Reg. MS N.º 1.0298.0365

Farm. Resp.:
Dr. José Carlos Módolo
CRF-SP N.º 10.446

Registrado por:
Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Rodovia Itapira-Lindóia, km 14
Itapira-SP
CNPJ N.º 44.734.671/0001-51
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Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Av. Nossa Senhora da Assunção, 574
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Indústria Brasileira




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0800 701 1918

Venda sob prescrição médica.

Uso restrito a hospitais.

Fabricante: Cristália

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