Delta Tandene

125mg + 50mg + 300mg + 30mg, caixa com 30 comprimidos

Princípio ativo
:
Cafeína + Carisoprodol + Diclofenaco Sódico + Paracetamol
Classe Terapêutica
:
Relaxante Muscular De Ação Central
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Reumatismo
Especialidade
:
Reumatologia e Ortopedia

Bula do medicamento

Tandene, para o que é indicado e para o que serve?

Tandene® é um medicamento indicado para o tratamento de reumatismo (conjunto de doenças que pode afetar as articulações, músculos e esqueleto, caracterizado por dor, restrição de movimento e eventual presença de sinais inflamatórios). Como exemplos mais comuns desta doença, temos: lombalgia (dor da coluna lombar), osteoartrites, crise aguda de artrite reumatoide ou outras artropatias reumáticas, crise aguda de gota (doença caracterizada pela deposição de cristais de ácido úrico junto a articulações e em outros órgãos), estados inflamatórios agudos pós-traumáticos e pós-cirúrgicos. Tandene® é também indicado como coadjuvante em processos inflamatórios graves decorrentes de quadros infecciosos.

Quais as contraindicações do Tandene?

Tandene® está contraindicado em pacientes que apresentem hipersensibilidade (alergia) a quaisquer dos componentes de sua fórmula; nos casos de insuficiência cardíaca (função prejudicada do coração), hepática (do fígado) ou renal grave (dos rins) e hipertensão arterial grave (pressão alta). É contraindicado também em pacientes que apresentem hipersensibilidade aos anti-inflamatórios (ex: ácido acetilsalicílico) com desencadeamento de quadros reativos, como os asmáticos nos quais pode ocasionar acessos de asma, urticária (coceira) ou rinite aguda (inflamação da mucosa do nariz).

Tandene® deverá ser usado somente sob prescrição médica. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.

Este medicamento é destinado ao uso adulto.

Não use outro produto que contenha paracetamol.

Não é indicado para crianças abaixo de 14 anos, com exceção de casos de artrite juvenil crônica.

Como usar o Tandene?

Como regra geral, a dose mínima diária recomendada é de um comprimido a cada 12 horas respeitando-se o máximo de um comprimido tomado a cada 8 horas, portanto, três doses diárias. No entanto, cabe ressaltar que cabe ao médico analisar individualmente cada caso clínico adaptando a melhor dosagem de medicação e a duração de tempo de tratamento, de acordo com a idade do paciente e às suas condições gerais. Deverão ser administradas as mais baixas doses eficazes e, sempre que possível, a duração do tratamento não deverá ultrapassar 10 dias.

Tratamentos mais prolongados requerem observações especiais.

Os comprimidos do Tandene® devem ser ingeridos inteiros (sem mastigar), junto a refeições, com auxílio de líquido.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Como o Tandene funciona?

Tandene® apresenta uma composição relaxante muscular, anti-inflamatória e analgésica (ação contra a dor), indicada no tratamento do reumatismo, o qual, em geral, está associado a queixas como dor e sinais inflamatórios, como inchaço, calor local e eventual limitação de mobilidade.

Tandene®, por ter em sua composição uma associação de medicamentos, irá agir da seguinte forma:

O carisoprodol é um relaxante muscular, que reduz indiretamente a tensão da musculatura esquelética em seres humanos. A cafeína é um estimulante do sistema nervoso central, que produz estado de alerta mental, e tende a corrigir a sonolência que o carisoprodol provoca. A cafeína também tem ação contra a dor, atuando sobre a musculatura e tornando-a menos susceptível à fadiga (cansaço) e melhorando seu desempenho. O diclofenaco sódico é um importante anti-inflamatório que atuará também no combate a dor e na diminuição de sintomas, como a febre e inchaços localizados, assim como o paracetamol também possui ação anti-inflamatória, e atua sinergicamente no controle da dor e temperatura.

Quais cuidados devo ter ao usar o Tandene?

Tandene® deverá ser usado sob prescrição médica.

Não foram estabelecidas a segurança e a eficácia em pacientes da faixa etária pediátrica, portanto não se recomenda seu uso em crianças e adolescentes.

A possibilidade de reativação de úlceras pépticas (lesão na mucosa do esôfago-gastrintestinal) requer análise cuidadosa quando houver história anterior de dispepsia (indigestão), sangramento gastrintestinal ou úlcera péptica.

Nas indicações do Tandene® por períodos superiores a dez dias, deverá ser realizado hemograma (exame de sangue) e provas de função hepática (do fígado) antes do início do tratamento e, periodicamente, a seguir.

A diminuição da contagem de leucócitos e/ou plaquetas, ou do hematócrito requer a suspensão da medicação.

O uso prolongado de diclofenaco tem se associado com eventos adversos gastrintestinais graves, como ulceração (lesões), sangramento e perfuração do estômago ou intestinos, em especial em pacientes idosos e debilitados. O uso crônico de diclofenaco sódico aumenta o risco de dano nos rins, com função prejudicada do mesmo.

Condições agudas abdominais podem ter seu diagnóstico dificultado pelo uso do carisoprodol. O carisoprodol pode causar uma contração involuntária do esfíncter de Oddi (zona de maior pressão que regula a passagem da bile para o duodeno) e reduzir as secreções dos ductos biliar e pancreático (canais da vesícula biliar e pâncreas).

Pessoas com hipertensão intra-craniana (pressão alta no cérebro) ou trauma cranioencefálico (trauma no cérebro) não devem fazer uso de Tandene®, da mesma forma que pacientes que possuem a atividade do citocromo CYP2C19 reduzida (enzima do fígado), seja por doença ou por uso de outras medicações.

O uso prolongado de Tandene® pode levar a drogadição e sua descontinuação, a síndrome de abstinência, quando usado em altas doses e por período prolongado. O uso concomitante com álcool e drogas depressoras do sistema nervoso central não é recomendado.

Observando-se reações alérgicas tipo coceira ou eritematosas (vermelhidão), febre, icterícia (amarelamento da pele), cianose (coloração azulada na pele devido à falta de oxigenação) ou sangue nas fezes, a medicação deverá ser imediatamente suspensa.

Capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

É recomendável que os pacientes durante o tratamento com Tandene® evitem dirigir carros, motos e outros veículos, assim como operar máquinas perigosas, pois o carisoprodol pode interferir com essas capacidades.

Sensibilidade cruzada

Existem relatos de reação cruzada do diclofenaco com o ácido acetilsalicílico. Pacientes que apresentaram previamente reações alérgicas graves ao ácido acetilsalicílico ou outros anti-inflamatórios não hormonais (exemplos: ibuprofeno, cetoprofeno) devem evitar o uso de Tandene®, em razão do maior risco de broncoespasmos (doença que causa dificuldades para respirar).

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Tandene?

Reações adversas separadas por frequência de ocorrência:

Reações muito comuns (> 1/10):

Aumento das enzimas do fígado.

Reações comuns (> 1/100 e < 1/10):

Cefaleia, tontura, insônia, tremor, dor, hemorragia gastrintestinal, perfuração gastrintestinal, úlceras gastrintestinais, diarreia, indigestão, náusea, vômitos, constipação, flatulência, dor abdominal, pirose, retenção de fluidos corpóreos, edema (inchaço), rash, prurido, edema facial, anemia, distúrbios da coagulação, broncoespasmo, rinite, zumbido, febre, doença viral.

Reações incomuns (> 1/1000 e < 1/100):

Hipertensão, insuficiência cardíaca congestiva, vertigem, sonolência, agitação, depressão, irritabilidade, ansiedade, alopécia, urticária, dermatite, eczema.

Reações raras (> 1/10.000 e < 1/1.000):

Meningite asséptica, convulsões, pancreatite, hepatite fulminante, insuficiência hepática, depressão respiratória, pneumonia, perda auditiva, agranulocitose, anemia aplástica, anemia hemolítica, reações anafilactoides, dermatite esfoliativa, eritema multiforme, Síndrome StevensJohnson, necrólise epidérmica tóxica.

Outras reações observadas sem frequência conhecida:

Efeitos cardiovasculares:

Arritmia cardíaca, vasodilatação periférica (altas doses), infarto do miocárdio, angina, aumento do risco de eventos cardiovasculares, redução da perfusão esplâncnica (em neonatos prematuros), palpitações, taquiarritmia, alargamento do complexo QRS do eletrocardiograma (doses moderadas a altas), hipotensão ortostática, síncope.

Efeitos dermatológicos:

Pustulose exantematosa generalizada aguda, dermatite de contato, dermatite liquenoide, dermatose bolhosa linear, necrose de pele, faceíte necrosante.

Efeitos metabólicos-endócrinos:

Acidose, hipoglicemia, hiperglicemia, distúrbios hidroeletrolíticos (hipocalemia, hipercalemia e hiponatremia), redução de testosterona circulante, aumento da estrona, aumento das globulinas carreadoras de hormônios sexuais, rabdomiólise, aumento da perda de massa óssea, hipotermia.

Efeitos hepato e gastrintestinais:

Aumento da atividade motora do cólon, cirrose hepática, fibrose hepática, hepatotoxicidade, doença inflamatória intestinal, ulceração colônica, constrição dos diafragmas intestinais, perda proteica, esofagite, proctite, enterocolite pseudomembranosa, melena, icterícia.

Efeitos genitoreprodutivos:

Doença fibrocística das mamas, redução das taxas de concepção, aumento das taxas de gestações múltiplas (homens).

Efeitos hematológicos:

Coagulação intravascular disseminada, meta-hemoglobinemia, porfiria aguda intermitente.

Efeitos infecciosos:

Sepse.

Efeitos imunológicos:

Anafilaxia, reação de sensibilidade cruzada (meprobamato), reação de hiperssensibilidade imune (quadriplegia, tontura, ataxia, diplopia, confusão mental, desorientação, edema angioneurótico e choque anafilático).

Efeitos musculoesqueléticos:

Dorsalgia crônica, paralisia muscular, fasciculações, destruição acetabular.

Efeitos neurológicos:

Aumento da vigília, hemorragia cerebral, síndrome de abstinência, redução da capacidade cognitiva, alucinações, psicose, drogadição (uso prolongado), amnésia, acidente vascular cerebral, encefalite, mioclonia, parestesia.

Efeitos oftalmológicos:

Retinopatia, infiltrado de córnea, visão borrada, conjuntivite.

Efeitos otorrinolaringológicos:

Alteração do timbre de voz.

Efeitos renais:

Insuficiência renal aguda, síndrome nefrótica, nefrotoxicidade, necrose papilar, cistite, disúria, hematúria, nefrite intersticial, oligúria, poliúria, proteinúria, angioedema.

Efeitos respiratórios:

Dispneia, hiperventilação, taquipneia, edema agudo de pulmões, pneumonite.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe a empresa sobre o aparecimento de reações indesejáveis e problemas com este medicamento, entrando em contato através do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC).

População Especial

Uso em idosos

O uso em pacientes idosos (pacientes geralmente mais sensíveis aos medicamentos) deve ser cuidadosamente observado. Pessoas idosas que fazem uso de Tandene® devem ser acompanhadas com cuidado, pois apresentam maior risco de depressão respiratória e de eventos adversos gastrintestinais.

Pacientes com doença cardiovascular (doenças do coração)

Tandene® deve ser usado com cautela em pacientes com doença cardiovascular, pelo risco de eventos trombóticos cardiovasculares (formação de trombos na circulação), como infarto ou acidente vascular cerebral, devido à presença do diclofenaco na fórmula. Em pacientes portadores de doenças cardiovasculares, a possibilidade de ocorrer retenção de sódio e edema (inchaço) deverá ser considerada.

Pacientes desidratados podem apresentar maiores riscos de hipotensão (pressão baixa) com o uso do carisoprodol.

Pacientes com doença no fígado ou rins

Tandene® deve ser usado com cautela em pacientes com danos no fígado ou nos rins, pois a ação deste medicamento poderá se alterar e trazer maiores riscos durante seu uso. Nestes casos, é importante que se avalie cada situação clínica e a dose a ser tomada seja adequada ao paciente.

A meia-vida da cafeína está aumentada em pacientes com doenças do fígado como cirrose (destruição do tecido do fígado) e hepatite viral (inflamação do fígado causada por vírus). Por isso, ajustes de dose devem ser feitos para estes pacientes. Em altas doses, a cafeína pode causar dorsalgia crônica (dor nas costas), desencadear doenças psiquiátricas de base e aumentar a frequência e a gravidade de efeitos adversos. Os pacientes que fazem uso de medicações que contém cafeína devem ser alertados quanto à limitação da ingestão de outras fontes de cafeína como alimentos, bebidas e outros medicamentos contendo cafeína.

Pacientes com doenças no pulmão obstrutivas ou restritivas

Tandene® deve ser usado com cautela em pacientes com doenças pulmonares (dos pulmões) obstrutivas ou restritivas crônicas, pelo risco de depressão respiratória.

Uso na gravidez

Embora os estudos realizados não tenham evidenciado nenhum efeito teratogênico (dano ao feto), desaconselha-se o uso do Tandene®&nbsp;durante a gravidez e lactação.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Tandene?

Se uma dose for esquecida, você deve tomar o comprimido logo que possível. Se estiver perto da próxima dose, pule a dose perdida e espere até o horário do medicamento ser tomado habitualmente. Você não deve tomar duas doses ao mesmo tempo.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Tandene?

Cada comprimido contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">Cafe&#xED;na</p> </td> <td style=\"width:222px\"> <p style=\"text-align:center\">30 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">Carisoprodol</p> </td> <td style=\"width:222px\"> <p style=\"text-align:center\">125 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">Diclofenaco s&#xF3;dico</p> </td> <td style=\"width:222px\"> <p style=\"text-align:center\">50 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">Paracetamol</p> </td> <td style=\"width:222px\"> <p style=\"text-align:center\">300 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:222px\"> <p style=\"text-align:center\">Comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: amido, lactose monoidratada, croscarmelose sódica, talco, estearato de magnésio, dióxido de silício, corante vermelho ponceau 4R, povidona, álcool etílico e água purificada.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Tandene maior do que a recomendada?

Os sinais de uma provável superdosagem são: confusão, sonolência, batimentos cardíacos rápidos ou irregulares, falta de apetite, náuseas, vômitos, dor de estômago, pressão baixa, tremores. Muitos desses efeitos podem ocorrer normalmente e podem não necessitar de atenção médica, porém, em caso de dúvida, consulte seu médico. Esses efeitos indesejáveis podem desaparecer durante o tratamento assim que seu organismo se&nbsp;adequar à medicação. Seu médico pode orientá-lo sobre a natureza dos sintomas. O profissional de saúde também será capaz de dizer quais as maneiras de se prevenir ou reduzir muitos desses efeitos. Converse com seu médico se alguns desses efeitos persistirem.

Intoxicações graves podem cursar com sintomas mais intensos ou outros como convulsões, agitação, incapacidade respiratória, desmaio, alterações do fígado e dos rins, na suspeita de intoxicação grave o paciente deve ser conduzido imediatamente para um hospital para medidas de suporte à vida e monitorização contínua de sinais vitais.

Em caso de suspeita de intoxicação medicamentosa procure imediatamente auxílio médico.

Em caso de uso em grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.&nbsp;Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Tandene com outros remédios?

Interações medicamentosas relacionadas ao Diclofenaco sódico

Interação Medicamento-Medicamento
Gravidade maior

Há aumento do risco de sangramento no uso associado de ardeparina, clovoxamina, dalteparina, desirudina, enoxaparina, escitalopram, famoxetina, flesinoxano, fluoxetina, fluvoxamina, nadroparina, nefazodona, parnaparina, paroxetina, pentoxifilina, reviparina, sertralina, tinzaparina, zimeldina.

Pode ocorrer aumento da toxicidade de algumas medicações como metotrexato, pemetrexede este com risco de mielossupressão, toxicidade renal e gastrintestinal.

O uso associado ao tacrolimo pode levar a insuficiência renal aguda.

Gravidade moderada

O aumento das concentrações plasmáticas de diclofenaco pode ocorrer com uso de voriconazol, assim como ciprofloxacino também pode causar aumento de sua própria concentração plasmática.

O uso associado de levofloxacino, norfloxacino ou ofloxacino pode causar aumento do risco de convulsões.

O uso associado de anti-hipertensivos da classe dos betabloqueadores (ex: atenolol) e da classe dos inibidores da ECA (Enzima Conversora de Angiotensina, ex: captopril e enalapril) podem ter seu efeito anti-hipertensivo diminuído.

A associação com acetoexamida, clorpropamida, gliclazida, glimepirida, glipizida, gliquidona, gliburida, tolazamida ou tolbutamida, pode levar ao aumento do risco de hipoglicemia.

O aumento do risco de desenvolvimento de lesões da mucosa gástrica está associado ao uso de desvenlafaxina, dicumarol, duloxetina, acenocumarol, anisindiona, citalopram, clopidogrel, eptifibatide, milnaciprana, fenindiona, femprocumona, ginkgo, prasugrel, venlafaxina, varfarina e ulmeira.

A amilorida, canrenoato, espironolactona, triantereno podem ter redução do efeito diurético, hipercalemia, possível nefrotoxicidade quando associadas ao diclofenaco, assim como clorotiazida, clortalidona, furosemida, hidroclorotiazida, indapamida também terão sua eficácia diurética e anti-hipertensiva prejudicadas.

A losartana e valsartana podem ter redução do efeito anti-hipertensivo e aumento do risco de insuficiência renal.

A associação do diclofenaco com a ciclosporina pode aumentar a toxicidade da mesma, potencialmente levando a riscos de disfunção renal, colestase e parestesias, assim como o uso de digoxina também pode ter aumento de toxicidade associada a náuseas, vômitos e arritmias.

Há risco de intoxicação por lítio em caso de associação, podendo causar sintomas como fraqueza, tremor, sede excessiva e confusão.

O uso da matricária pode causar aumento do risco de eventos adversos associado aos anti-inflamatórios nãohormonais.

O uso dos medicamentos colestipol e colestiramina pode causar diminuição da biodisponibilidade do diclofenaco.

Gravidade menor

O aumento do risco de hemorragia gastrintestinal e/ou antagonismo de efeito hipotensor pode ocorrer no uso associado a anlodipino, bepridil, diltiazem, felodipino, flunarizina, galopamil, isradipino, lacidipino, lidoflazina, manidipino, nicardipino, nifedipino, nilvadipino, nimodipino, nisoldipino, nitrendipino, pranidipina e verapamil.

Interação Medicamento-Exame Laboratorial

Quando se faz uso de diclofenaco o teste de sangue oculto nas fezes pode potencialmente dar resultado falso-positivo.

Interações medicamentosas relacionadas ao Carisoprodol&nbsp;

Interação Medicamento-Medicamento
Gravidade maior

Há risco potencial de depressão respiratória no uso associado a medicações como adinazolam, alprazolam, amobarbital, anileridina, aprobarbital, bromazepam, brotizolam, butalbital, cetazolam, clordiazepóxido, clorzoxazona, clobazam, clonazepam, clorazepato, codeína, dantroleno, diazepam, estazolam, etclorvinol, fenobarbital, fentanila, flunitrazepam, flurazepam, halazepam, hidrato de cloral, hidrocodona, hidromorfona, levorfanol, lorazepam, lormetazepam, medazepam, meperidina, mefenesina, mefobarbital, meprobamato, metaxalona, metocarbamol, metoexital, midazolam, morfina, nitrazepam, nordazepam, oxazepam, oxibato sódico, oxicodona, oximorfona, pentobarbital, prazepam, primidona, propoxifeno, quazepam, remifantanila, secobarbital, sufentanila, sulfato lipossomal de morfina, temazepam, tiopental e triazolam. Assim como há risco de depressão do sistema nervoso central com o uso de Kava.

Interações medicamentosas relacionadas à Cafeína

Interação Medicamento-Medicamento
Gravidade moderada

Medicações como: ciprofloxacino, equinácea, enoxacino, grepafloxacino, norfloxacino e verapamil quando associadas a cafeína podem levar ao seu aumento de concentração plasmática e consequente estímulo ao sistema nervoso central.

O uso associado a clozapina pode causar aumento do risco de toxicidade pela mesma com riscos de sedação, convulsões e hipotensão.

O desogestrel em associação a cafeína pode levar ao aumento da estimulação do sistema nervoso central, assim como a fenilpropanolamina, ácido pipemídico e a terbinafina podem causar aumento das concentrações plasmáticas de cafeína levando a sintomas como ansiedade, irritabilidade, insônia ou aumento da diurese.

A associação com teofilina também pode cursar com aumento das concentrações plasmáticas da mesma.

Gravidade menor

A cafeína pode causar redução do efeito terapêutico da adenosina.

Pode potencialmente levar a redução do efeito sedativo e ansiolítico de medicamentos como adinasolam, alprazolam, bromazepam, brotizolam, clordiazepóxido, clobazam, clonazepam, clorazepato, diazepam, estazolam, flunitrazepam, flurazepam, halazepam, lorazepam, midazolam, nitrazepam, oxazepam, prazepam, quazepam, quetazolam, temazepam e triazolam.

Eventualmente pode ocorrer aumento do risco de excitação cardiovascular e cerebral associado a altas concentrações de cafeína se associado ao uso de dissulfiram.

A metilxantina pode potencializar os efeitos da cafeína aumentando os riscos de eventos adversos relacionados à mesma.

Interação Medicamento-Exame Laboratorial
Gravidade menor

A cafeína pode causar uma falsa redução dos níveis séricos de fenobarbital.

Interações medicamentosas relacionadas ao Paracetamol&nbsp;

Interação Medicamento-Medicamento
Gravidade moderada

Medicamentos como a zidovudina, carbamazepina, diflunisal e isoniazida em associação com o paracetamol apresentam risco de hepatotoxicidade e neutropenia, assim como a fenitoína também pode apresentar risco aumentado de hepatotoxicidade e diminuição de eficácia do paracetamol.

A associação com varfarina pode causar risco de sangramento, assim como o acenocumarol pode ter seu efeito anticoagulante potencializado.

Gravidade menor

A associação com cloranfenicol pode aumentar sua toxicidade levando a sintomas como vômitos, hipotensão e hipotermia.

Interação Medicamento-alimento
Gravidade maior

O consumo de álcool pode aumentar o risco de hepatotoxicidade da medicação.

Interação Medicamento-Exame Laboratorial
Gravidade&nbsp;moderada

O uso de paracetamol pode levar a alterações de exames como falso aumento dos níveis séricos de ácido úrico e resultados falso positivos do teste do ácido 5-hidroxindolacético.

Informe seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.

Qual a ação da substância do Tandene (Cafeína + Carisoprodol + Diclofenaco Sódico + Paracetamol)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <p>Cafe&#xED;na + Carisoprodol + Diclofenaco s&#xF3;dico + Paracetamol &#xE9; um medicamento composto pela associa&#xE7;&#xE3;o de cafe&#xED;na, carisoprodol, diclofenaco s&#xF3;dico e paracetamol que, combinados, auxiliam no al&#xED;vio da dor, aumentando o potencial analg&#xE9;sico de cada uma das subst&#xE2;ncias e reduzindo seus efeitos adversos, por permitir a utiliza&#xE7;&#xE3;o de doses menores de cada uma das drogas.</p> <p>Em revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica da literatura cient&#xED;fica, de 1964 a 1984, 30 estudos cl&#xED;nicos, envolvendo mais de 10.000 pacientes, foram analisados com o objetivo de avaliar o uso de cafe&#xED;na como um adjuvante analg&#xE9;sico. Os estudos analisaram dados de pacientes com dor em episiotomia, c&#xF3;licas uterinas <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/periodo-pos-parto-puerperio/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">p&#xF3;s-parto</a>, dor p&#xF3;s-cirurgia oral e cefaleia. Em 21 de 25 estudos, a pot&#xEA;ncia relativa estimada de um analg&#xE9;sico contendo cafe&#xED;na, em compara&#xE7;&#xE3;o com um analg&#xE9;sico sem cafe&#xED;na &#xE9; maior que 1. A pot&#xEA;ncia relativa estimada para cada uma das categorias de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/analgesicos/c\" target=\"_blank\">analg&#xE9;sicos</a> em combina&#xE7;&#xE3;o com a cafe&#xED;na &#xE9; significativamente maior que 1. A pot&#xEA;ncia relativa geral &#xE9; de 1,41 (IC95% 1,23 a 1,63), o que significa que, para um analg&#xE9;sico sem cafe&#xED;na obter a mesma resposta que o mesmo analg&#xE9;sico associado &#xE0; cafe&#xED;na, &#xE9; necess&#xE1;ria uma dose aproximadamente 40% maior de medicamento (Laska, 1984).</p> <p>A associa&#xE7;&#xE3;o composta por carisoprodol (200mg), fenacetina (160mg) e cafe&#xED;na (32mg) foi comparada ao carisoprodol isoladamente, a fenacetina com cafe&#xED;na e ao placebo em estudo duplo-cego e randomizado com 336 pacientes com condi&#xE7;&#xF5;es musculoesquel&#xE9;ticas dolorosas e de surgimento agudo. Na avalia&#xE7;&#xE3;o global de melhora dos sintomas, realizada por m&#xE9;dicos, a associa&#xE7;&#xE3;o estudada foi mais efetiva que seus componentes (P=0,033 para a compara&#xE7;&#xE3;o com carisoprodol; P=0,01 para a compara&#xE7;&#xE3;o com fenacetina com cafe&#xED;na) e observou-se que os componentes fenacetina e cafe&#xED;na contribu&#xED;ram de forma significante para a efetividade da associa&#xE7;&#xE3;o. A melhora sintom&#xE1;tica relatada pelos pares de pacientes, como al&#xED;vio da dor e dos espasmos, bem como melhora da amplitude dos movimentos, mostrou resultados muito semelhantes aos observados pelos m&#xE9;dicos. N&#xE3;o foram observadas altera&#xE7;&#xF5;es no padr&#xE3;o do sono ou na melhora das altera&#xE7;&#xF5;es de sono inicialmente relatadas em nenhum dos grupos estudados. De todos os pacientes estudados, 20% apresentaram efeitos adversos de intensidade leve a moderada. A maioria se queixou de tontura e altera&#xE7;&#xF5;es gastrintestinais que desapareceram com o t&#xE9;rmino do tratamento ou com a redu&#xE7;&#xE3;o da dose. Apenas 2 pacientes descontinuaram a medica&#xE7;&#xE3;o (1 no grupo carisoprodol isolado e 1 no grupo da associa&#xE7;&#xE3;o).</p> <p>A intensidade da cefaleia hemicrania apresentou redu&#xE7;&#xE3;o significativa ap&#xF3;s 1 a 6 horas da ingest&#xE3;o de medicamento contendo paracetamol (250mg), &#xE1;cido acetilsalic&#xED;lico (250mg) e cafe&#xED;na (65mg), quando comparada ao placebo. Foram avaliados os dados de 3 estudos randomizados, duplo-cegos, placebocontrolados com um total de 1.220 pacientes. A intensidade da dor foi reduzida a leve ou ausente em 2 horas ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o do medicamento em 59,3% dos 602 pacientes tratados com a associa&#xE7;&#xE3;o de subst&#xE2;ncias, em compara&#xE7;&#xE3;o com 32,8% dos 618 pacientes que receberam placebo (P &lt; 0,001; IC95% 55%-63% para a associa&#xE7;&#xE3;o e IC95% 29%-37% para placebo). Ap&#xF3;s 6 horas da ingest&#xE3;o do comprimido, 79% dos pacientes que receberam a associa&#xE7;&#xE3;o versus 52% dos pacientes que receberam placebo apresentaram redu&#xE7;&#xE3;o da dor a intensidade leve a ausente (P &lt; 0,001; IC95% 75%-82% versus 48%-56%) e 50,8% n&#xE3;o apresentavam mais dor no grupo tratado, em compara&#xE7;&#xE3;o com 23,5% do grupo placebo (P &lt; 0,001, IC95% 47%-55% versus 20%-27%, respectivamente). Outros sintomas como n&#xE1;useas, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/fotofobia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">fotofobia</a>, fonofobia e incapacidade funcional apresentaram melhora ap&#xF3;s 2 e 6 horas no grupo tratamento, comparado ao grupo placebo (P &lt; 0,01).</p> <p>Em estudo multic&#xEA;ntrico, randomizado, duplo-cego e placebo-controlado, a efic&#xE1;cia da combina&#xE7;&#xE3;o de paracetamol (250mg), &#xE1;cido acetilsalic&#xED;lico (250mg) e cafe&#xED;na (65mg) foi comparada &#xE0; efic&#xE1;cia de&amp;nbsp;ibuprofeno (200mg) e a placebo, no tratamento da cefaleia hemicrania. Os pacientes foram randomizados e alocados da seguinte forma: 669 pacientes no grupo de tratamento com a combina&#xE7;&#xE3;o de medicamentos, 666 pacientes no grupo de tratamento com ibuprofeno, e 220 pacientes no grupo controle. Os 3 grupos apresentaram caracter&#xED;sticas semelhantes no que diz respeito ao perfil demogr&#xE1;fico, hist&#xF3;ria da cefaleia e sintomas do in&#xED;cio da crise. Ambos os grupos de tratamento com medicamento apresentaram resultados significativamente melhores que o grupo placebo no alivio da dor e dos sintomas associados. A associa&#xE7;&#xE3;o de subst&#xE2;ncias foi superior ao ibuprofeno na soma dos escores de al&#xED;vio da dor ap&#xF3;s 2 horas do in&#xED;cio do tratamento, na redu&#xE7;&#xE3;o da intensidade da dor, no tempo de in&#xED;cio de melhora significativa da dor e no tempo para atingir aus&#xEA;ncia total de dor. Os escores de al&#xED;vio da dor ap&#xF3;s 2 horas foram de 2,7, 2,4, e 2,0 para associa&#xE7;&#xE3;o, ibuprofeno e placebo, respectivamente (P &lt; 0,03). O tempo m&#xE9;dio de in&#xED;cio de melhora significativa da dor foi 20 minutos mais cedo para a associa&#xE7;&#xE3;o, em compara&#xE7;&#xE3;o com ibuprofeno (P &lt; 0,036), mostrando efic&#xE1;cia superior e efeito mais r&#xE1;pido da associa&#xE7;&#xE3;o, em rela&#xE7;&#xE3;o ao ibuprofeno.</p> <p>Com o objetivo de testar a efic&#xE1;cia e a seguran&#xE7;a da associa&#xE7;&#xE3;o de diclofenaco (50mg), paracetamol (300mg), carisoprodol (125mg) e cafe&#xED;na (30mg), no tratamento da <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/lombalgia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">lombalgia</a> e lombociatalgia agudas, comparadas &#xE0; efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da ciclobenzaprina, foi realizado ensaio cl&#xED;nico multic&#xEA;ntrico, randomizado, duplo-cego e comparativo. As medica&#xE7;&#xF5;es foram administradas 3 vezes ao dia, por um per&#xED;odo de 7 dias, em 108 pacientes com diagn&#xF3;stico de lombalgia e lombociatalgia agudas, com in&#xED;cio dos sintomas nos &#xFA;ltimos 7 dias, que foram randomizados, sendo 54 em cada grupo. Os crit&#xE9;rios de efic&#xE1;cia prim&#xE1;rios selecionados para o estudo foram escala visual anal&#xF3;gica para dor e question&#xE1;rio de Roland Morris, cujos resultados de antes e depois do tratamento foram comparados. Os crit&#xE9;rios secund&#xE1;rios foram avalia&#xE7;&#xE3;o global do tratamento pelo paciente e pelo investigador, e uso da medica&#xE7;&#xE3;o analg&#xE9;sica de resgate. Os crit&#xE9;rios de seguran&#xE7;a foram an&#xE1;lise de tolerabilidade, interrup&#xE7;&#xE3;o da medica&#xE7;&#xE3;o por evento adverso e exames laboratoriais. N&#xE3;o houve diferen&#xE7;a estat&#xED;stica entre os grupos, em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; efic&#xE1;cia, em nenhum dos desfechos analisados. Ambas as medica&#xE7;&#xF5;es mostraram-se seguras e toler&#xE1;veis no tratamento da lombalgia e da lombociatalgia agudas. A an&#xE1;lise estat&#xED;stica rigorosa mostrou diferen&#xE7;a nos dois grupos apenas no que se refere aos eventos adversos, sendo mais frequentes no grupo que foi tratado com a ciclobenzaprina.</p> <p>A combina&#xE7;&#xE3;o de agentes analg&#xE9;sicos, anti-inflamat&#xF3;rios e miorrelaxantes presente em Cafe&#xED;na + Carisoprodol + Diclofenaco s&#xF3;dico + Paracetamol, demonstrou efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a para seu uso em v&#xE1;rias condi&#xE7;&#xF5;es acompanhadas de dor e inflama&#xE7;&#xE3;o.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">Garcia Filho RJ, Korukian M, Santos FPE, Viola DCM, Puertas EB. A randomized, double-blind clinical trial, comparing the combination of caffeine, carisoprodol, sodium diclofenac and paracetamol versus cyclobenzaprine, to evaluate efficacy and safety in the treatment of patients with acute low back pain and lumboischialgia. Acta Ortop Bras 2006; 14(1):11-6.<br> Goldstein J, Silberstein SD, Saper JR, Ryan RE, Lipton RB. Acetaminophen, aspirin, and caffeine in combination versus ibuprofen for acute migraine: results from a multicenter, double-blind, randomized, parallel-group, single-dose, placebo-controlled study. Headache 2006; 46:444-53.<br> Laska EM, Sunshine A, Mueller F, Elvers W, Siegel C, Rubin A. Caffeine as an analgesic adjuvant. JAMA 1984; 251:1711-8. Lipton RB, Stewart WF, Ryan RE, Saper J, Silberstein S, Sheftell F. Efficacy and safety acetaminophen, aspirin, and caffeine in alleviating migraine headache pain. Arch Neurol 1998; 55:210-7.<br> Soyka JP, Maestripieri LR. Soma compound (carisoprodol plus phenacetin and caffeine) in the treatment of acute, painful musculoskeletal conditions. 1979; 24(2):165-80.</br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Carisoprodol</h3> <p>O carisoprodol &#xE9; um <a href=\"https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/relaxante-muscular/c\" target=\"_blank\">relaxante muscular</a> esquel&#xE9;tico de a&#xE7;&#xE3;o central, quimicamente relacionado ao meprobamato, que reduz indiretamente a tens&#xE3;o da musculatura esquel&#xE9;tica em seres humanos. O modo de a&#xE7;&#xE3;o pelo qual o carisoprodol alivia o <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/espasmo-muscular/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">espasmo muscular</a> agudo de origem local pode estar relacionado com o fato de deprimir preferencialmente os reflexos polissin&#xE1;pticos, mostrando efic&#xE1;cia no tratamento do desconforto decorrente do espasmo muscular esquel&#xE9;tico. Em altas doses pode haver inibi&#xE7;&#xE3;o dos reflexos monossin&#xE1;pticos. O meprobamato possui atividade barbiturato-s&#xED;mile, fazendo do carisoprodol um agonista indireto dos receptores de GABA, com efeitos na condut&#xE2;ncia de canais de cloreto no Sistema Nervoso Central, semelhantes aos benzodiazep&#xED;nicos. A seda&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m &#xE9; uma consequ&#xEA;ncia do uso dos relaxantes musculares esquel&#xE9;ticos.</p> <p>O carisoprodol &#xE9; bem absorvido ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral, com um r&#xE1;pido in&#xED;cio de a&#xE7;&#xE3;o terap&#xEA;utica de 30 minutos e um pico de a&#xE7;&#xE3;o em 4 horas. Seu tempo de concentra&#xE7;&#xE3;o m&#xE1;xima &#xE9; de 1,98 &#xB1; 1,16 horas, atingindo pico de concentra&#xE7;&#xE3;o de 2,29 &#xB1; 0,68mcg/mL e &#xE1;rea sob a curva de 10,33 &#xB1; 3,87mcg/mL/hora. O <em>clearance</em> do carisoprodol &#xE9; de 39,52 &#xB1; 16,83L/hora. O carisoprodol &#xE9; metabolizado no <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a> e excretado na urina com uma meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o de 8 horas. Apenas pequenas quantidades de carisoprodol s&#xE3;o excretadas n&#xE3;o-modificadas pela urina. A concentra&#xE7;&#xE3;o s&#xE9;rica m&#xE1;xima de meprobamato (o principal metab&#xF3;lito do carisoprodol) &#xE9; de 2,08 &#xB1; 0,48mcg/mL e excedem as concentra&#xE7;&#xF5;es s&#xE9;ricas do carisoprodol dentro de 2,5 horas. &#xC9; utilizado associado a analg&#xE9;sicos, para o al&#xED;vio da dor e desconforto consequentes condi&#xE7;&#xF5;es musculoesquel&#xE9;ticas agudas.</p> <h3>Cafe&#xED;na</h3> <p>A cafe&#xED;na &#xE9; um estimulante do Sistema Nervoso Central, da classe das metilxantinas, que produz estado de alerta mental e tende a corrigir a sonol&#xEA;ncia que o carisoprodol provoca. A cafe&#xED;na tamb&#xE9;m &#xE9; um adjuvante analg&#xE9;sico, que atua sobre a musculatura estriada, aumentando seu t&#xF4;nus, tornando-a menos suscept&#xED;vel &#xE0; <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-fadiga-muscular-cronica-adrenal-etc-e-como-tratar/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">fadiga</a> e melhorando seu desempenho. A cafe&#xED;na afeta todos os sistemas por meio do Sistema Nervoso Central. Com o uso da cafe&#xED;na, pode ocorrer euforia leve, sensa&#xE7;&#xE3;o de aus&#xEA;ncia de fadiga, aumento do fluxo de pensamentos e aumento do estado de alerta. A cafe&#xED;na aumenta a secre&#xE7;&#xE3;o g&#xE1;strica por meio de efeito estimulat&#xF3;rio direto. O mioc&#xE1;rdio &#xE9; estimulado pela cafe&#xED;na, resultando num aumento do d&#xE9;bito card&#xED;aco e do fluxo sangu&#xED;neo coronariano. A press&#xE3;o arterial sist&#xEA;mica permanece, na maioria dos casos, inalterada com doses habituais de ingest&#xE3;o de cafe&#xED;na. A cafe&#xED;na dilata determinados vasos sangu&#xED;neos e contrai outros, n&#xE3;o resultando em ganho ou perda da press&#xE3;o arterial total. A cafe&#xED;na &#xE9; um inibidor competitivo da fosfodiesterase, enzima respons&#xE1;vel pela inativa&#xE7;&#xE3;o da 3&#x2019;,5&#x2019;-adenosina monofosfato c&#xED;clico (cAMP). N&#xED;veis intracelulares aumentados de cAMP funcionam como um mediador das atividades celulares, como o relaxamento das c&#xE9;lulas musculares lisas e a libera&#xE7;&#xE3;o de histamina dos mast&#xF3;citos, conforme estudos realizados &#x201C;<em>in vitro</em>&#x201D;.</p> <p>A cafe&#xED;na tamb&#xE9;m aumenta a permeabilidade ao c&#xE1;lcio no ret&#xED;culo sarcoplasm&#xE1;tico e bloqueia competitivamente os receptores de adenosina. A cafe&#xED;na &#xE9; bem absorvida por via oral com n&#xED;veis de pico plasm&#xE1;tico de 6 a 10mg/L, ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral de 10mg de cafe&#xED;na, e ocorre entre 30 e 120 minutos, independente da dose. O in&#xED;cio de sua a&#xE7;&#xE3;o terap&#xEA;utica ocorre entre 15 e 45 minutos da administra&#xE7;&#xE3;o oral. As concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas de pico s&#xE3;o significativamente maiores ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o de 500mg de cafe&#xED;na (17,3mcg/mL), em compara&#xE7;&#xE3;o com a ingest&#xE3;o de 250mg de cafe&#xED;na (7mcg/mL). A &#xE1;rea sob a curva da concentra&#xE7;&#xE3;o pelo tempo se apresenta significativamente reduzida em tabagistas, quando comparados a n&#xE3;o tabagistas, ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de dose &#xFA;nica de 600mg de cafe&#xED;na de libera&#xE7;&#xE3;o lenta. Em adultos, a liga&#xE7;&#xE3;o da cafe&#xED;na com <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> plasm&#xE1;ticas &#xE9; de 36%.</p> <p>A cafe&#xED;na &#xE9; amplamente distribu&#xED;da por todos os tecidos do organismo, com n&#xED;veis de concentra&#xE7;&#xE3;o no l&#xED;quido cefalorraquidiano similares aos n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos. Seu volume de distribui&#xE7;&#xE3;o &#xE9; de 35 a 40L (0,53 a 0,56L/kg), que se apresenta reduzido em pacientes com cirrose compensada (m&#xE9;dia de 0,38L/kg, entre 0,19 e 0,49L/kg). Seu metabolismo &#xE9; hep&#xE1;tico, com transforma&#xE7;&#xE3;o nos metab&#xF3;litos paraxantina, teobromina e teofilina. Na gesta&#xE7;&#xE3;o, o metabolismo da cafe&#xED;na apresenta-se reduzido, com aumento das concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas da mesma, apesar da ingest&#xE3;o est&#xE1;vel. Sua meiavida de elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; de 4 a 5 horas e sua excre&#xE7;&#xE3;o &#xE9; renal.</p> <h3>Diclofenaco s&#xF3;dico</h3> <p>O diclofenaco s&#xF3;dico, um anti-inflamat&#xF3;rio n&#xE3;o esteroide com propriedades analg&#xE9;sica e antipir&#xE9;tica, &#xE9; um inibidor da s&#xED;ntese de prostaglandinas, pela via da ciclooxigenase. Por suas propriedades antiinflamat&#xF3;ria e analg&#xE9;sica, o diclofenaco s&#xF3;dico promove resposta satisfat&#xF3;ria ao tratamento de afec&#xE7;&#xF5;es reum&#xE1;ticas, caracterizada por significativa melhora dos sinais e sintomas. Atua rapidamente aliviando a dor, o edema e a inflama&#xE7;&#xE3;o decorrentes de traumatismos de todas as formas. Exerce prolongado e pronunciado efeito analg&#xE9;sico nos estados dolorosos moderados e agudos de origem n&#xE3;o-reum&#xE1;tica.</p> <p>O in&#xED;cio da resposta terap&#xEA;utica ao diclofenaco depende da condi&#xE7;&#xE3;o de base a que ele est&#xE1; sendo aplicado. O potencial analg&#xE9;sico pode ser notado a partir de 30 minutos da ingest&#xE3;o de diclofenaco s&#xF3;dico e a resposta para processos inflamat&#xF3;rios reum&#xE1;ticos, como a artrite, &#xE9; observada em 3 dias ou mais. O diclofenaco s&#xF3;dico &#xE9; bem absorvido pelo trato gastrintestinal ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral com analgesia em 30 minutos e pico de a&#xE7;&#xE3;o em 1 hora. O tempo para atingir a concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE1;xima ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral de diclofenaco s&#xF3;dico &#xE9; de 2,3 horas (intervalo de 1 a 6,5 horas). O diclofenaco se liga a prote&#xED;nas s&#xE9;ricas, principalmente a albumina, em mais de 99%. Ap&#xF3;s 2 horas da administra&#xE7;&#xE3;o de 75mg de diclofenaco, as concentra&#xE7;&#xF5;es da subst&#xE2;ncia no fluido sinovial &#xE9; de 70% da concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica,&amp;nbsp;sendo maiores no fluido sinovial que no plasma, a partir de 4 horas da administra&#xE7;&#xE3;o. O volume de distribui&#xE7;&#xE3;o do diclofenaco s&#xF3;dico &#xE9; de 1,4L/kg. Cerca de 50% da dose &#xE9; metabolizada na sua primeira passagem pelo f&#xED;gado, e sua biotransforma&#xE7;&#xE3;o ocorre por meio de glucuronida&#xE7;&#xE3;o e de sulfata&#xE7;&#xE3;o. Apesar de quase 100% do metabolismo do diclofenaco ser realizado pelo f&#xED;gado, n&#xE3;o h&#xE1; informa&#xE7;&#xE3;o suficiente para recomenda&#xE7;&#xF5;es a respeito de ajustes de doses em pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica. O citocromo CYP2C9 participa da produ&#xE7;&#xE3;o do principal metab&#xF3;lito do diclofenaco, o 4-hidroxidiclofenaco, que possui atividade farmacol&#xF3;gica muito fraca.</p> <p>Outros metab&#xF3;litos reconhec&#xED;veis s&#xE3;o os 5- hidroxidiclofenaco, 3&#x2019;-hidroxidiclofenaco, 4&#x2019;,5-diidroxidiclofenaco e 3&#x2019;hidroxi-4&#x2019;metoxidiclofenaco. Cerca de 65% da dose administrada &#xE9; excretada na urina sob a forma de metab&#xF3;litos conjugados. Cerca de 1% &#xE9; excretado pela urina &quot;<em>in natura</em>&quot;. O restante (35%) &#xE9; eliminado pela bile, nas fezes. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do diclofenaco &#xE9; de aproximadamente 2 horas. A meia-vida da droga no fluido sinovial &#xE9; 3 vezes mais longa que a meia-vida plasm&#xE1;tica. As diferen&#xE7;as de idade n&#xE3;o acarretam modifica&#xE7;&#xF5;es relevantes na absor&#xE7;&#xE3;o, metaboliza&#xE7;&#xE3;o e excre&#xE7;&#xE3;o do diclofenaco s&#xF3;dico.</p> <h3>Paracetamol</h3> <p>O paracetamol ou acetaminofeno &#xE9; um derivado paraminofenol com definida a&#xE7;&#xE3;o analg&#xE9;sica e antipir&#xE9;tica. Especificamente, o paracetamol &#xE9; um potente inibidor da ciclooxigenase no Sistema Nervoso Central e, em menor grau, bloqueia a gera&#xE7;&#xE3;o dos impulsos de dor na periferia. Sua a&#xE7;&#xE3;o perif&#xE9;rica tamb&#xE9;m se deve &#xE0; inibi&#xE7;&#xE3;o da s&#xED;ntese de prostaglandinas e &#xE0; inibi&#xE7;&#xE3;o da s&#xED;ntese ou da a&#xE7;&#xE3;o de outras subst&#xE2;ncias que sensibilizam os receptores de dor por estimula&#xE7;&#xE3;o qu&#xED;mica ou mec&#xE2;nica. Como antipir&#xE9;tico, o paracetamol age centralmente no centro termorregulador do hipot&#xE1;lamo, produzindo vasodilata&#xE7;&#xE3;o perif&#xE9;rica, o que aumenta o fluxo sangu&#xED;neo na pele, com sudorese e perda de calor. Por atuar preferencialmente nas prostaglandinas do centro termorregulador hipotal&#xE2;mico no Sistema Nervoso Central, n&#xE3;o altera a coagula&#xE7;&#xE3;o, o tempo de sangramento e nem a agrega&#xE7;&#xE3;o plaquet&#xE1;ria.</p> <p>Tem pouco efeito na mucosa g&#xE1;strica, mesmo em grandes doses. Acredita-se que seu uso com a cafe&#xED;na leva ao in&#xED;cio mais r&#xE1;pido de sua a&#xE7;&#xE3;o e melhora o al&#xED;vio da dor com menores doses analg&#xE9;sicas, n&#xE3;o interferindo com a a&#xE7;&#xE3;o antipir&#xE9;tica. O in&#xED;cio de sua a&#xE7;&#xE3;o analg&#xE9;sica ocorre em 30 minutos, durando, em geral, 4 horas. Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral, &#xE9; rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal, atingindo concentra&#xE7;&#xF5;es s&#xE9;ricas m&#xE1;ximas entre 30 e 60 minutos, meia-vida plasm&#xE1;tica de cerca de 2 a 4 horas e meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o de 4 a 5 horas. A absor&#xE7;&#xE3;o do paracetamol &#xE9; r&#xE1;pida, ocorrendo em 4,5 minutos, com biodisponibilidade de 60% a 98%. Condi&#xE7;&#xF5;es espec&#xED;ficas, como cefaleia hemicrania e les&#xE3;o medular, reduzem a taxa de absor&#xE7;&#xE3;o, provavelmente em raz&#xE3;o do aumento do tempo de esvaziamento g&#xE1;strico e de n&#xE1;useas. A absor&#xE7;&#xE3;o do paracetamol n&#xE3;o &#xE9; afetada pela gravidez. Sua concentra&#xE7;&#xE3;o terap&#xEA;utica para analgesia &#xE9; da ordem de 10mg/L. O paracetamol se liga a prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas em 10% a 30% da sua concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica, podendo chegar a 20% a 50% na superdosagem.</p> <p>Essa medica&#xE7;&#xE3;o atravessa a placenta e a barreira hematoencef&#xE1;lica, atingindo pico de concentra&#xE7;&#xE3;o no l&#xED;quido cefalorraquidiano em 2 a 3 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o. Seu volume de distribui&#xE7;&#xE3;o &#xE9; de 1 a 2L/kg. A biotransforma&#xE7;&#xE3;o resulta em metab&#xF3;litos conjugados glucuronados, sulfatos e ciste&#xED;nicos, assim como metab&#xF3;litos hidroxilados e desacetilados, excretados pela via urin&#xE1;ria e biliar. Aproximadamente 25% da droga &#xE9; metabolizada na primeira passagem hep&#xE1;tica. Os metab&#xF3;litos do paracetamol s&#xE3;o excretados pelos rins, com<em> clearance </em>de 13,5L/hora, sendo que 1% a 4% &#xE9; excretado &quot;<em>in natura</em>&quot;. At&#xE9; 2,6% do medicamento pode ser excretado pelas vias biliares. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do paracetamol &#xE9; de 2 a 4 horas. Na presen&#xE7;a de insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica, a meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o est&#xE1; aumentada, podendo chegar a 17 horas em casos de superdosagem. A disfun&#xE7;&#xE3;o renal n&#xE3;o altera a sua meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o. A <a href=\"https://consultaremedios.com.br/produtos-hospitalares/hemodialise/c\" target=\"_blank\">hemodi&#xE1;lise</a> reduz consideravelmente a meia-vida do paracetamol em 40% a 50%, mas a di&#xE1;lise peritoneal &#xE9; ineficaz em remover a medica&#xE7;&#xE3;o.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Tandene?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15˚C e 30˚C). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Os comprimidos de Tandene® são de coloração rosa pigmentado, circular, biconvexo e com vinco.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Tandene

Comprimidos com 30 mg de cafeína + 125 mg de carisoprodol + 50 mg de diclofenaco sódico + 300 mg de paracetamol. Embalagens com 15 ou 30 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

Dizeres Legais do Tandene

Reg. MS nº 1.0440.0190

Farm. Resp.:
Dr. Phellipe Honório Amaral
CRF-SP n° 56.787

Registrado e fabricado por:
Cellera Farmacêutica S.A.
Alameda Capovilla, 109
Indaiatuba - SP
CNPJ 33.173.097/0002-74
Indústria Brasileira
*Delta, uma unidade Cellera Farma





SAC
0800 17-7003
sac@deltafarmaceutica.com.br

® Marca Registrada

Venda sob prescrição médica.

125mg + 50mg + 300mg + 30mg, caixa com 15 comprimidos

Princípio ativo
:
Cafeína + Carisoprodol + Diclofenaco Sódico + Paracetamol
Classe Terapêutica
:
Relaxante Muscular De Ação Central
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Reumatismo
Especialidade
:
Reumatologia e Ortopedia

Bula do medicamento

Tandene, para o que é indicado e para o que serve?

Tandene® é um medicamento indicado para o tratamento de reumatismo (conjunto de doenças que pode afetar as articulações, músculos e esqueleto, caracterizado por dor, restrição de movimento e eventual presença de sinais inflamatórios). Como exemplos mais comuns desta doença, temos: lombalgia (dor da coluna lombar), osteoartrites, crise aguda de artrite reumatoide ou outras artropatias reumáticas, crise aguda de gota (doença caracterizada pela deposição de cristais de ácido úrico junto a articulações e em outros órgãos), estados inflamatórios agudos pós-traumáticos e pós-cirúrgicos. Tandene® é também indicado como coadjuvante em processos inflamatórios graves decorrentes de quadros infecciosos.

Quais as contraindicações do Tandene?

Tandene® está contraindicado em pacientes que apresentem hipersensibilidade (alergia) a quaisquer dos componentes de sua fórmula; nos casos de insuficiência cardíaca (função prejudicada do coração), hepática (do fígado) ou renal grave (dos rins) e hipertensão arterial grave (pressão alta). É contraindicado também em pacientes que apresentem hipersensibilidade aos anti-inflamatórios (ex: ácido acetilsalicílico) com desencadeamento de quadros reativos, como os asmáticos nos quais pode ocasionar acessos de asma, urticária (coceira) ou rinite aguda (inflamação da mucosa do nariz).

Tandene® deverá ser usado somente sob prescrição médica. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.

Este medicamento é destinado ao uso adulto.

Não use outro produto que contenha paracetamol.

Não é indicado para crianças abaixo de 14 anos, com exceção de casos de artrite juvenil crônica.

Como usar o Tandene?

Como regra geral, a dose mínima diária recomendada é de um comprimido a cada 12 horas respeitando-se o máximo de um comprimido tomado a cada 8 horas, portanto, três doses diárias. No entanto, cabe ressaltar que cabe ao médico analisar individualmente cada caso clínico adaptando a melhor dosagem de medicação e a duração de tempo de tratamento, de acordo com a idade do paciente e às suas condições gerais. Deverão ser administradas as mais baixas doses eficazes e, sempre que possível, a duração do tratamento não deverá ultrapassar 10 dias.

Tratamentos mais prolongados requerem observações especiais.

Os comprimidos do Tandene® devem ser ingeridos inteiros (sem mastigar), junto a refeições, com auxílio de líquido.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Como o Tandene funciona?

Tandene® apresenta uma composição relaxante muscular, anti-inflamatória e analgésica (ação contra a dor), indicada no tratamento do reumatismo, o qual, em geral, está associado a queixas como dor e sinais inflamatórios, como inchaço, calor local e eventual limitação de mobilidade.

Tandene®, por ter em sua composição uma associação de medicamentos, irá agir da seguinte forma:

O carisoprodol é um relaxante muscular, que reduz indiretamente a tensão da musculatura esquelética em seres humanos. A cafeína é um estimulante do sistema nervoso central, que produz estado de alerta mental, e tende a corrigir a sonolência que o carisoprodol provoca. A cafeína também tem ação contra a dor, atuando sobre a musculatura e tornando-a menos susceptível à fadiga (cansaço) e melhorando seu desempenho. O diclofenaco sódico é um importante anti-inflamatório que atuará também no combate a dor e na diminuição de sintomas, como a febre e inchaços localizados, assim como o paracetamol também possui ação anti-inflamatória, e atua sinergicamente no controle da dor e temperatura.

Quais cuidados devo ter ao usar o Tandene?

Tandene® deverá ser usado sob prescrição médica.

Não foram estabelecidas a segurança e a eficácia em pacientes da faixa etária pediátrica, portanto não se recomenda seu uso em crianças e adolescentes.

A possibilidade de reativação de úlceras pépticas (lesão na mucosa do esôfago-gastrintestinal) requer análise cuidadosa quando houver história anterior de dispepsia (indigestão), sangramento gastrintestinal ou úlcera péptica.

Nas indicações do Tandene® por períodos superiores a dez dias, deverá ser realizado hemograma (exame de sangue) e provas de função hepática (do fígado) antes do início do tratamento e, periodicamente, a seguir.

A diminuição da contagem de leucócitos e/ou plaquetas, ou do hematócrito requer a suspensão da medicação.

O uso prolongado de diclofenaco tem se associado com eventos adversos gastrintestinais graves, como ulceração (lesões), sangramento e perfuração do estômago ou intestinos, em especial em pacientes idosos e debilitados. O uso crônico de diclofenaco sódico aumenta o risco de dano nos rins, com função prejudicada do mesmo.

Condições agudas abdominais podem ter seu diagnóstico dificultado pelo uso do carisoprodol. O carisoprodol pode causar uma contração involuntária do esfíncter de Oddi (zona de maior pressão que regula a passagem da bile para o duodeno) e reduzir as secreções dos ductos biliar e pancreático (canais da vesícula biliar e pâncreas).

Pessoas com hipertensão intra-craniana (pressão alta no cérebro) ou trauma cranioencefálico (trauma no cérebro) não devem fazer uso de Tandene®, da mesma forma que pacientes que possuem a atividade do citocromo CYP2C19 reduzida (enzima do fígado), seja por doença ou por uso de outras medicações.

O uso prolongado de Tandene® pode levar a drogadição e sua descontinuação, a síndrome de abstinência, quando usado em altas doses e por período prolongado. O uso concomitante com álcool e drogas depressoras do sistema nervoso central não é recomendado.

Observando-se reações alérgicas tipo coceira ou eritematosas (vermelhidão), febre, icterícia (amarelamento da pele), cianose (coloração azulada na pele devido à falta de oxigenação) ou sangue nas fezes, a medicação deverá ser imediatamente suspensa.

Capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

É recomendável que os pacientes durante o tratamento com Tandene® evitem dirigir carros, motos e outros veículos, assim como operar máquinas perigosas, pois o carisoprodol pode interferir com essas capacidades.

Sensibilidade cruzada

Existem relatos de reação cruzada do diclofenaco com o ácido acetilsalicílico. Pacientes que apresentaram previamente reações alérgicas graves ao ácido acetilsalicílico ou outros anti-inflamatórios não hormonais (exemplos: ibuprofeno, cetoprofeno) devem evitar o uso de Tandene®, em razão do maior risco de broncoespasmos (doença que causa dificuldades para respirar).

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Tandene?

Reações adversas separadas por frequência de ocorrência:

Reações muito comuns (> 1/10):

Aumento das enzimas do fígado.

Reações comuns (> 1/100 e < 1/10):

Cefaleia, tontura, insônia, tremor, dor, hemorragia gastrintestinal, perfuração gastrintestinal, úlceras gastrintestinais, diarreia, indigestão, náusea, vômitos, constipação, flatulência, dor abdominal, pirose, retenção de fluidos corpóreos, edema (inchaço), rash, prurido, edema facial, anemia, distúrbios da coagulação, broncoespasmo, rinite, zumbido, febre, doença viral.

Reações incomuns (> 1/1000 e < 1/100):

Hipertensão, insuficiência cardíaca congestiva, vertigem, sonolência, agitação, depressão, irritabilidade, ansiedade, alopécia, urticária, dermatite, eczema.

Reações raras (> 1/10.000 e < 1/1.000):

Meningite asséptica, convulsões, pancreatite, hepatite fulminante, insuficiência hepática, depressão respiratória, pneumonia, perda auditiva, agranulocitose, anemia aplástica, anemia hemolítica, reações anafilactoides, dermatite esfoliativa, eritema multiforme, Síndrome StevensJohnson, necrólise epidérmica tóxica.

Outras reações observadas sem frequência conhecida:

Efeitos cardiovasculares:

Arritmia cardíaca, vasodilatação periférica (altas doses), infarto do miocárdio, angina, aumento do risco de eventos cardiovasculares, redução da perfusão esplâncnica (em neonatos prematuros), palpitações, taquiarritmia, alargamento do complexo QRS do eletrocardiograma (doses moderadas a altas), hipotensão ortostática, síncope.

Efeitos dermatológicos:

Pustulose exantematosa generalizada aguda, dermatite de contato, dermatite liquenoide, dermatose bolhosa linear, necrose de pele, faceíte necrosante.

Efeitos metabólicos-endócrinos:

Acidose, hipoglicemia, hiperglicemia, distúrbios hidroeletrolíticos (hipocalemia, hipercalemia e hiponatremia), redução de testosterona circulante, aumento da estrona, aumento das globulinas carreadoras de hormônios sexuais, rabdomiólise, aumento da perda de massa óssea, hipotermia.

Efeitos hepato e gastrintestinais:

Aumento da atividade motora do cólon, cirrose hepática, fibrose hepática, hepatotoxicidade, doença inflamatória intestinal, ulceração colônica, constrição dos diafragmas intestinais, perda proteica, esofagite, proctite, enterocolite pseudomembranosa, melena, icterícia.

Efeitos genitoreprodutivos:

Doença fibrocística das mamas, redução das taxas de concepção, aumento das taxas de gestações múltiplas (homens).

Efeitos hematológicos:

Coagulação intravascular disseminada, meta-hemoglobinemia, porfiria aguda intermitente.

Efeitos infecciosos:

Sepse.

Efeitos imunológicos:

Anafilaxia, reação de sensibilidade cruzada (meprobamato), reação de hiperssensibilidade imune (quadriplegia, tontura, ataxia, diplopia, confusão mental, desorientação, edema angioneurótico e choque anafilático).

Efeitos musculoesqueléticos:

Dorsalgia crônica, paralisia muscular, fasciculações, destruição acetabular.

Efeitos neurológicos:

Aumento da vigília, hemorragia cerebral, síndrome de abstinência, redução da capacidade cognitiva, alucinações, psicose, drogadição (uso prolongado), amnésia, acidente vascular cerebral, encefalite, mioclonia, parestesia.

Efeitos oftalmológicos:

Retinopatia, infiltrado de córnea, visão borrada, conjuntivite.

Efeitos otorrinolaringológicos:

Alteração do timbre de voz.

Efeitos renais:

Insuficiência renal aguda, síndrome nefrótica, nefrotoxicidade, necrose papilar, cistite, disúria, hematúria, nefrite intersticial, oligúria, poliúria, proteinúria, angioedema.

Efeitos respiratórios:

Dispneia, hiperventilação, taquipneia, edema agudo de pulmões, pneumonite.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe a empresa sobre o aparecimento de reações indesejáveis e problemas com este medicamento, entrando em contato através do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC).

População Especial

Uso em idosos

O uso em pacientes idosos (pacientes geralmente mais sensíveis aos medicamentos) deve ser cuidadosamente observado. Pessoas idosas que fazem uso de Tandene® devem ser acompanhadas com cuidado, pois apresentam maior risco de depressão respiratória e de eventos adversos gastrintestinais.

Pacientes com doença cardiovascular (doenças do coração)

Tandene® deve ser usado com cautela em pacientes com doença cardiovascular, pelo risco de eventos trombóticos cardiovasculares (formação de trombos na circulação), como infarto ou acidente vascular cerebral, devido à presença do diclofenaco na fórmula. Em pacientes portadores de doenças cardiovasculares, a possibilidade de ocorrer retenção de sódio e edema (inchaço) deverá ser considerada.

Pacientes desidratados podem apresentar maiores riscos de hipotensão (pressão baixa) com o uso do carisoprodol.

Pacientes com doença no fígado ou rins

Tandene® deve ser usado com cautela em pacientes com danos no fígado ou nos rins, pois a ação deste medicamento poderá se alterar e trazer maiores riscos durante seu uso. Nestes casos, é importante que se avalie cada situação clínica e a dose a ser tomada seja adequada ao paciente.

A meia-vida da cafeína está aumentada em pacientes com doenças do fígado como cirrose (destruição do tecido do fígado) e hepatite viral (inflamação do fígado causada por vírus). Por isso, ajustes de dose devem ser feitos para estes pacientes. Em altas doses, a cafeína pode causar dorsalgia crônica (dor nas costas), desencadear doenças psiquiátricas de base e aumentar a frequência e a gravidade de efeitos adversos. Os pacientes que fazem uso de medicações que contém cafeína devem ser alertados quanto à limitação da ingestão de outras fontes de cafeína como alimentos, bebidas e outros medicamentos contendo cafeína.

Pacientes com doenças no pulmão obstrutivas ou restritivas

Tandene® deve ser usado com cautela em pacientes com doenças pulmonares (dos pulmões) obstrutivas ou restritivas crônicas, pelo risco de depressão respiratória.

Uso na gravidez

Embora os estudos realizados não tenham evidenciado nenhum efeito teratogênico (dano ao feto), desaconselha-se o uso do Tandene®&nbsp;durante a gravidez e lactação.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Tandene?

Se uma dose for esquecida, você deve tomar o comprimido logo que possível. Se estiver perto da próxima dose, pule a dose perdida e espere até o horário do medicamento ser tomado habitualmente. Você não deve tomar duas doses ao mesmo tempo.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Tandene?

Cada comprimido contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">Cafe&#xED;na</p> </td> <td style=\"width:222px\"> <p style=\"text-align:center\">30 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">Carisoprodol</p> </td> <td style=\"width:222px\"> <p style=\"text-align:center\">125 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">Diclofenaco s&#xF3;dico</p> </td> <td style=\"width:222px\"> <p style=\"text-align:center\">50 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">Paracetamol</p> </td> <td style=\"width:222px\"> <p style=\"text-align:center\">300 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"width:222px\"> <p style=\"text-align:center\">Comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: amido, lactose monoidratada, croscarmelose sódica, talco, estearato de magnésio, dióxido de silício, corante vermelho ponceau 4R, povidona, álcool etílico e água purificada.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Tandene maior do que a recomendada?

Os sinais de uma provável superdosagem são: confusão, sonolência, batimentos cardíacos rápidos ou irregulares, falta de apetite, náuseas, vômitos, dor de estômago, pressão baixa, tremores. Muitos desses efeitos podem ocorrer normalmente e podem não necessitar de atenção médica, porém, em caso de dúvida, consulte seu médico. Esses efeitos indesejáveis podem desaparecer durante o tratamento assim que seu organismo se&nbsp;adequar à medicação. Seu médico pode orientá-lo sobre a natureza dos sintomas. O profissional de saúde também será capaz de dizer quais as maneiras de se prevenir ou reduzir muitos desses efeitos. Converse com seu médico se alguns desses efeitos persistirem.

Intoxicações graves podem cursar com sintomas mais intensos ou outros como convulsões, agitação, incapacidade respiratória, desmaio, alterações do fígado e dos rins, na suspeita de intoxicação grave o paciente deve ser conduzido imediatamente para um hospital para medidas de suporte à vida e monitorização contínua de sinais vitais.

Em caso de suspeita de intoxicação medicamentosa procure imediatamente auxílio médico.

Em caso de uso em grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.&nbsp;Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Tandene com outros remédios?

Interações medicamentosas relacionadas ao Diclofenaco sódico

Interação Medicamento-Medicamento
Gravidade maior

Há aumento do risco de sangramento no uso associado de ardeparina, clovoxamina, dalteparina, desirudina, enoxaparina, escitalopram, famoxetina, flesinoxano, fluoxetina, fluvoxamina, nadroparina, nefazodona, parnaparina, paroxetina, pentoxifilina, reviparina, sertralina, tinzaparina, zimeldina.

Pode ocorrer aumento da toxicidade de algumas medicações como metotrexato, pemetrexede este com risco de mielossupressão, toxicidade renal e gastrintestinal.

O uso associado ao tacrolimo pode levar a insuficiência renal aguda.

Gravidade moderada

O aumento das concentrações plasmáticas de diclofenaco pode ocorrer com uso de voriconazol, assim como ciprofloxacino também pode causar aumento de sua própria concentração plasmática.

O uso associado de levofloxacino, norfloxacino ou ofloxacino pode causar aumento do risco de convulsões.

O uso associado de anti-hipertensivos da classe dos betabloqueadores (ex: atenolol) e da classe dos inibidores da ECA (Enzima Conversora de Angiotensina, ex: captopril e enalapril) podem ter seu efeito anti-hipertensivo diminuído.

A associação com acetoexamida, clorpropamida, gliclazida, glimepirida, glipizida, gliquidona, gliburida, tolazamida ou tolbutamida, pode levar ao aumento do risco de hipoglicemia.

O aumento do risco de desenvolvimento de lesões da mucosa gástrica está associado ao uso de desvenlafaxina, dicumarol, duloxetina, acenocumarol, anisindiona, citalopram, clopidogrel, eptifibatide, milnaciprana, fenindiona, femprocumona, ginkgo, prasugrel, venlafaxina, varfarina e ulmeira.

A amilorida, canrenoato, espironolactona, triantereno podem ter redução do efeito diurético, hipercalemia, possível nefrotoxicidade quando associadas ao diclofenaco, assim como clorotiazida, clortalidona, furosemida, hidroclorotiazida, indapamida também terão sua eficácia diurética e anti-hipertensiva prejudicadas.

A losartana e valsartana podem ter redução do efeito anti-hipertensivo e aumento do risco de insuficiência renal.

A associação do diclofenaco com a ciclosporina pode aumentar a toxicidade da mesma, potencialmente levando a riscos de disfunção renal, colestase e parestesias, assim como o uso de digoxina também pode ter aumento de toxicidade associada a náuseas, vômitos e arritmias.

Há risco de intoxicação por lítio em caso de associação, podendo causar sintomas como fraqueza, tremor, sede excessiva e confusão.

O uso da matricária pode causar aumento do risco de eventos adversos associado aos anti-inflamatórios nãohormonais.

O uso dos medicamentos colestipol e colestiramina pode causar diminuição da biodisponibilidade do diclofenaco.

Gravidade menor

O aumento do risco de hemorragia gastrintestinal e/ou antagonismo de efeito hipotensor pode ocorrer no uso associado a anlodipino, bepridil, diltiazem, felodipino, flunarizina, galopamil, isradipino, lacidipino, lidoflazina, manidipino, nicardipino, nifedipino, nilvadipino, nimodipino, nisoldipino, nitrendipino, pranidipina e verapamil.

Interação Medicamento-Exame Laboratorial

Quando se faz uso de diclofenaco o teste de sangue oculto nas fezes pode potencialmente dar resultado falso-positivo.

Interações medicamentosas relacionadas ao Carisoprodol&nbsp;

Interação Medicamento-Medicamento
Gravidade maior

Há risco potencial de depressão respiratória no uso associado a medicações como adinazolam, alprazolam, amobarbital, anileridina, aprobarbital, bromazepam, brotizolam, butalbital, cetazolam, clordiazepóxido, clorzoxazona, clobazam, clonazepam, clorazepato, codeína, dantroleno, diazepam, estazolam, etclorvinol, fenobarbital, fentanila, flunitrazepam, flurazepam, halazepam, hidrato de cloral, hidrocodona, hidromorfona, levorfanol, lorazepam, lormetazepam, medazepam, meperidina, mefenesina, mefobarbital, meprobamato, metaxalona, metocarbamol, metoexital, midazolam, morfina, nitrazepam, nordazepam, oxazepam, oxibato sódico, oxicodona, oximorfona, pentobarbital, prazepam, primidona, propoxifeno, quazepam, remifantanila, secobarbital, sufentanila, sulfato lipossomal de morfina, temazepam, tiopental e triazolam. Assim como há risco de depressão do sistema nervoso central com o uso de Kava.

Interações medicamentosas relacionadas à Cafeína

Interação Medicamento-Medicamento
Gravidade moderada

Medicações como: ciprofloxacino, equinácea, enoxacino, grepafloxacino, norfloxacino e verapamil quando associadas a cafeína podem levar ao seu aumento de concentração plasmática e consequente estímulo ao sistema nervoso central.

O uso associado a clozapina pode causar aumento do risco de toxicidade pela mesma com riscos de sedação, convulsões e hipotensão.

O desogestrel em associação a cafeína pode levar ao aumento da estimulação do sistema nervoso central, assim como a fenilpropanolamina, ácido pipemídico e a terbinafina podem causar aumento das concentrações plasmáticas de cafeína levando a sintomas como ansiedade, irritabilidade, insônia ou aumento da diurese.

A associação com teofilina também pode cursar com aumento das concentrações plasmáticas da mesma.

Gravidade menor

A cafeína pode causar redução do efeito terapêutico da adenosina.

Pode potencialmente levar a redução do efeito sedativo e ansiolítico de medicamentos como adinasolam, alprazolam, bromazepam, brotizolam, clordiazepóxido, clobazam, clonazepam, clorazepato, diazepam, estazolam, flunitrazepam, flurazepam, halazepam, lorazepam, midazolam, nitrazepam, oxazepam, prazepam, quazepam, quetazolam, temazepam e triazolam.

Eventualmente pode ocorrer aumento do risco de excitação cardiovascular e cerebral associado a altas concentrações de cafeína se associado ao uso de dissulfiram.

A metilxantina pode potencializar os efeitos da cafeína aumentando os riscos de eventos adversos relacionados à mesma.

Interação Medicamento-Exame Laboratorial
Gravidade menor

A cafeína pode causar uma falsa redução dos níveis séricos de fenobarbital.

Interações medicamentosas relacionadas ao Paracetamol&nbsp;

Interação Medicamento-Medicamento
Gravidade moderada

Medicamentos como a zidovudina, carbamazepina, diflunisal e isoniazida em associação com o paracetamol apresentam risco de hepatotoxicidade e neutropenia, assim como a fenitoína também pode apresentar risco aumentado de hepatotoxicidade e diminuição de eficácia do paracetamol.

A associação com varfarina pode causar risco de sangramento, assim como o acenocumarol pode ter seu efeito anticoagulante potencializado.

Gravidade menor

A associação com cloranfenicol pode aumentar sua toxicidade levando a sintomas como vômitos, hipotensão e hipotermia.

Interação Medicamento-alimento
Gravidade maior

O consumo de álcool pode aumentar o risco de hepatotoxicidade da medicação.

Interação Medicamento-Exame Laboratorial
Gravidade&nbsp;moderada

O uso de paracetamol pode levar a alterações de exames como falso aumento dos níveis séricos de ácido úrico e resultados falso positivos do teste do ácido 5-hidroxindolacético.

Informe seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.

Qual a ação da substância do Tandene (Cafeína + Carisoprodol + Diclofenaco Sódico + Paracetamol)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <p>Cafe&#xED;na + Carisoprodol + Diclofenaco s&#xF3;dico + Paracetamol &#xE9; um medicamento composto pela associa&#xE7;&#xE3;o de cafe&#xED;na, carisoprodol, diclofenaco s&#xF3;dico e paracetamol que, combinados, auxiliam no al&#xED;vio da dor, aumentando o potencial analg&#xE9;sico de cada uma das subst&#xE2;ncias e reduzindo seus efeitos adversos, por permitir a utiliza&#xE7;&#xE3;o de doses menores de cada uma das drogas.</p> <p>Em revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica da literatura cient&#xED;fica, de 1964 a 1984, 30 estudos cl&#xED;nicos, envolvendo mais de 10.000 pacientes, foram analisados com o objetivo de avaliar o uso de cafe&#xED;na como um adjuvante analg&#xE9;sico. Os estudos analisaram dados de pacientes com dor em episiotomia, c&#xF3;licas uterinas <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/periodo-pos-parto-puerperio/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">p&#xF3;s-parto</a>, dor p&#xF3;s-cirurgia oral e cefaleia. Em 21 de 25 estudos, a pot&#xEA;ncia relativa estimada de um analg&#xE9;sico contendo cafe&#xED;na, em compara&#xE7;&#xE3;o com um analg&#xE9;sico sem cafe&#xED;na &#xE9; maior que 1. A pot&#xEA;ncia relativa estimada para cada uma das categorias de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/analgesicos/c\" target=\"_blank\">analg&#xE9;sicos</a> em combina&#xE7;&#xE3;o com a cafe&#xED;na &#xE9; significativamente maior que 1. A pot&#xEA;ncia relativa geral &#xE9; de 1,41 (IC95% 1,23 a 1,63), o que significa que, para um analg&#xE9;sico sem cafe&#xED;na obter a mesma resposta que o mesmo analg&#xE9;sico associado &#xE0; cafe&#xED;na, &#xE9; necess&#xE1;ria uma dose aproximadamente 40% maior de medicamento (Laska, 1984).</p> <p>A associa&#xE7;&#xE3;o composta por carisoprodol (200mg), fenacetina (160mg) e cafe&#xED;na (32mg) foi comparada ao carisoprodol isoladamente, a fenacetina com cafe&#xED;na e ao placebo em estudo duplo-cego e randomizado com 336 pacientes com condi&#xE7;&#xF5;es musculoesquel&#xE9;ticas dolorosas e de surgimento agudo. Na avalia&#xE7;&#xE3;o global de melhora dos sintomas, realizada por m&#xE9;dicos, a associa&#xE7;&#xE3;o estudada foi mais efetiva que seus componentes (P=0,033 para a compara&#xE7;&#xE3;o com carisoprodol; P=0,01 para a compara&#xE7;&#xE3;o com fenacetina com cafe&#xED;na) e observou-se que os componentes fenacetina e cafe&#xED;na contribu&#xED;ram de forma significante para a efetividade da associa&#xE7;&#xE3;o. A melhora sintom&#xE1;tica relatada pelos pares de pacientes, como al&#xED;vio da dor e dos espasmos, bem como melhora da amplitude dos movimentos, mostrou resultados muito semelhantes aos observados pelos m&#xE9;dicos. N&#xE3;o foram observadas altera&#xE7;&#xF5;es no padr&#xE3;o do sono ou na melhora das altera&#xE7;&#xF5;es de sono inicialmente relatadas em nenhum dos grupos estudados. De todos os pacientes estudados, 20% apresentaram efeitos adversos de intensidade leve a moderada. A maioria se queixou de tontura e altera&#xE7;&#xF5;es gastrintestinais que desapareceram com o t&#xE9;rmino do tratamento ou com a redu&#xE7;&#xE3;o da dose. Apenas 2 pacientes descontinuaram a medica&#xE7;&#xE3;o (1 no grupo carisoprodol isolado e 1 no grupo da associa&#xE7;&#xE3;o).</p> <p>A intensidade da cefaleia hemicrania apresentou redu&#xE7;&#xE3;o significativa ap&#xF3;s 1 a 6 horas da ingest&#xE3;o de medicamento contendo paracetamol (250mg), &#xE1;cido acetilsalic&#xED;lico (250mg) e cafe&#xED;na (65mg), quando comparada ao placebo. Foram avaliados os dados de 3 estudos randomizados, duplo-cegos, placebocontrolados com um total de 1.220 pacientes. A intensidade da dor foi reduzida a leve ou ausente em 2 horas ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o do medicamento em 59,3% dos 602 pacientes tratados com a associa&#xE7;&#xE3;o de subst&#xE2;ncias, em compara&#xE7;&#xE3;o com 32,8% dos 618 pacientes que receberam placebo (P &lt; 0,001; IC95% 55%-63% para a associa&#xE7;&#xE3;o e IC95% 29%-37% para placebo). Ap&#xF3;s 6 horas da ingest&#xE3;o do comprimido, 79% dos pacientes que receberam a associa&#xE7;&#xE3;o versus 52% dos pacientes que receberam placebo apresentaram redu&#xE7;&#xE3;o da dor a intensidade leve a ausente (P &lt; 0,001; IC95% 75%-82% versus 48%-56%) e 50,8% n&#xE3;o apresentavam mais dor no grupo tratado, em compara&#xE7;&#xE3;o com 23,5% do grupo placebo (P &lt; 0,001, IC95% 47%-55% versus 20%-27%, respectivamente). Outros sintomas como n&#xE1;useas, <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/fotofobia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">fotofobia</a>, fonofobia e incapacidade funcional apresentaram melhora ap&#xF3;s 2 e 6 horas no grupo tratamento, comparado ao grupo placebo (P &lt; 0,01).</p> <p>Em estudo multic&#xEA;ntrico, randomizado, duplo-cego e placebo-controlado, a efic&#xE1;cia da combina&#xE7;&#xE3;o de paracetamol (250mg), &#xE1;cido acetilsalic&#xED;lico (250mg) e cafe&#xED;na (65mg) foi comparada &#xE0; efic&#xE1;cia de&amp;nbsp;ibuprofeno (200mg) e a placebo, no tratamento da cefaleia hemicrania. Os pacientes foram randomizados e alocados da seguinte forma: 669 pacientes no grupo de tratamento com a combina&#xE7;&#xE3;o de medicamentos, 666 pacientes no grupo de tratamento com ibuprofeno, e 220 pacientes no grupo controle. Os 3 grupos apresentaram caracter&#xED;sticas semelhantes no que diz respeito ao perfil demogr&#xE1;fico, hist&#xF3;ria da cefaleia e sintomas do in&#xED;cio da crise. Ambos os grupos de tratamento com medicamento apresentaram resultados significativamente melhores que o grupo placebo no alivio da dor e dos sintomas associados. A associa&#xE7;&#xE3;o de subst&#xE2;ncias foi superior ao ibuprofeno na soma dos escores de al&#xED;vio da dor ap&#xF3;s 2 horas do in&#xED;cio do tratamento, na redu&#xE7;&#xE3;o da intensidade da dor, no tempo de in&#xED;cio de melhora significativa da dor e no tempo para atingir aus&#xEA;ncia total de dor. Os escores de al&#xED;vio da dor ap&#xF3;s 2 horas foram de 2,7, 2,4, e 2,0 para associa&#xE7;&#xE3;o, ibuprofeno e placebo, respectivamente (P &lt; 0,03). O tempo m&#xE9;dio de in&#xED;cio de melhora significativa da dor foi 20 minutos mais cedo para a associa&#xE7;&#xE3;o, em compara&#xE7;&#xE3;o com ibuprofeno (P &lt; 0,036), mostrando efic&#xE1;cia superior e efeito mais r&#xE1;pido da associa&#xE7;&#xE3;o, em rela&#xE7;&#xE3;o ao ibuprofeno.</p> <p>Com o objetivo de testar a efic&#xE1;cia e a seguran&#xE7;a da associa&#xE7;&#xE3;o de diclofenaco (50mg), paracetamol (300mg), carisoprodol (125mg) e cafe&#xED;na (30mg), no tratamento da <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/lombalgia/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">lombalgia</a> e lombociatalgia agudas, comparadas &#xE0; efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a da ciclobenzaprina, foi realizado ensaio cl&#xED;nico multic&#xEA;ntrico, randomizado, duplo-cego e comparativo. As medica&#xE7;&#xF5;es foram administradas 3 vezes ao dia, por um per&#xED;odo de 7 dias, em 108 pacientes com diagn&#xF3;stico de lombalgia e lombociatalgia agudas, com in&#xED;cio dos sintomas nos &#xFA;ltimos 7 dias, que foram randomizados, sendo 54 em cada grupo. Os crit&#xE9;rios de efic&#xE1;cia prim&#xE1;rios selecionados para o estudo foram escala visual anal&#xF3;gica para dor e question&#xE1;rio de Roland Morris, cujos resultados de antes e depois do tratamento foram comparados. Os crit&#xE9;rios secund&#xE1;rios foram avalia&#xE7;&#xE3;o global do tratamento pelo paciente e pelo investigador, e uso da medica&#xE7;&#xE3;o analg&#xE9;sica de resgate. Os crit&#xE9;rios de seguran&#xE7;a foram an&#xE1;lise de tolerabilidade, interrup&#xE7;&#xE3;o da medica&#xE7;&#xE3;o por evento adverso e exames laboratoriais. N&#xE3;o houve diferen&#xE7;a estat&#xED;stica entre os grupos, em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; efic&#xE1;cia, em nenhum dos desfechos analisados. Ambas as medica&#xE7;&#xF5;es mostraram-se seguras e toler&#xE1;veis no tratamento da lombalgia e da lombociatalgia agudas. A an&#xE1;lise estat&#xED;stica rigorosa mostrou diferen&#xE7;a nos dois grupos apenas no que se refere aos eventos adversos, sendo mais frequentes no grupo que foi tratado com a ciclobenzaprina.</p> <p>A combina&#xE7;&#xE3;o de agentes analg&#xE9;sicos, anti-inflamat&#xF3;rios e miorrelaxantes presente em Cafe&#xED;na + Carisoprodol + Diclofenaco s&#xF3;dico + Paracetamol, demonstrou efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a para seu uso em v&#xE1;rias condi&#xE7;&#xF5;es acompanhadas de dor e inflama&#xE7;&#xE3;o.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">Garcia Filho RJ, Korukian M, Santos FPE, Viola DCM, Puertas EB. A randomized, double-blind clinical trial, comparing the combination of caffeine, carisoprodol, sodium diclofenac and paracetamol versus cyclobenzaprine, to evaluate efficacy and safety in the treatment of patients with acute low back pain and lumboischialgia. Acta Ortop Bras 2006; 14(1):11-6.<br> Goldstein J, Silberstein SD, Saper JR, Ryan RE, Lipton RB. Acetaminophen, aspirin, and caffeine in combination versus ibuprofen for acute migraine: results from a multicenter, double-blind, randomized, parallel-group, single-dose, placebo-controlled study. Headache 2006; 46:444-53.<br> Laska EM, Sunshine A, Mueller F, Elvers W, Siegel C, Rubin A. Caffeine as an analgesic adjuvant. JAMA 1984; 251:1711-8. Lipton RB, Stewart WF, Ryan RE, Saper J, Silberstein S, Sheftell F. Efficacy and safety acetaminophen, aspirin, and caffeine in alleviating migraine headache pain. Arch Neurol 1998; 55:210-7.<br> Soyka JP, Maestripieri LR. Soma compound (carisoprodol plus phenacetin and caffeine) in the treatment of acute, painful musculoskeletal conditions. 1979; 24(2):165-80.</br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Carisoprodol</h3> <p>O carisoprodol &#xE9; um <a href=\"https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/relaxante-muscular/c\" target=\"_blank\">relaxante muscular</a> esquel&#xE9;tico de a&#xE7;&#xE3;o central, quimicamente relacionado ao meprobamato, que reduz indiretamente a tens&#xE3;o da musculatura esquel&#xE9;tica em seres humanos. O modo de a&#xE7;&#xE3;o pelo qual o carisoprodol alivia o <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/espasmo-muscular/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">espasmo muscular</a> agudo de origem local pode estar relacionado com o fato de deprimir preferencialmente os reflexos polissin&#xE1;pticos, mostrando efic&#xE1;cia no tratamento do desconforto decorrente do espasmo muscular esquel&#xE9;tico. Em altas doses pode haver inibi&#xE7;&#xE3;o dos reflexos monossin&#xE1;pticos. O meprobamato possui atividade barbiturato-s&#xED;mile, fazendo do carisoprodol um agonista indireto dos receptores de GABA, com efeitos na condut&#xE2;ncia de canais de cloreto no Sistema Nervoso Central, semelhantes aos benzodiazep&#xED;nicos. A seda&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m &#xE9; uma consequ&#xEA;ncia do uso dos relaxantes musculares esquel&#xE9;ticos.</p> <p>O carisoprodol &#xE9; bem absorvido ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral, com um r&#xE1;pido in&#xED;cio de a&#xE7;&#xE3;o terap&#xEA;utica de 30 minutos e um pico de a&#xE7;&#xE3;o em 4 horas. Seu tempo de concentra&#xE7;&#xE3;o m&#xE1;xima &#xE9; de 1,98 &#xB1; 1,16 horas, atingindo pico de concentra&#xE7;&#xE3;o de 2,29 &#xB1; 0,68mcg/mL e &#xE1;rea sob a curva de 10,33 &#xB1; 3,87mcg/mL/hora. O <em>clearance</em> do carisoprodol &#xE9; de 39,52 &#xB1; 16,83L/hora. O carisoprodol &#xE9; metabolizado no <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a> e excretado na urina com uma meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o de 8 horas. Apenas pequenas quantidades de carisoprodol s&#xE3;o excretadas n&#xE3;o-modificadas pela urina. A concentra&#xE7;&#xE3;o s&#xE9;rica m&#xE1;xima de meprobamato (o principal metab&#xF3;lito do carisoprodol) &#xE9; de 2,08 &#xB1; 0,48mcg/mL e excedem as concentra&#xE7;&#xF5;es s&#xE9;ricas do carisoprodol dentro de 2,5 horas. &#xC9; utilizado associado a analg&#xE9;sicos, para o al&#xED;vio da dor e desconforto consequentes condi&#xE7;&#xF5;es musculoesquel&#xE9;ticas agudas.</p> <h3>Cafe&#xED;na</h3> <p>A cafe&#xED;na &#xE9; um estimulante do Sistema Nervoso Central, da classe das metilxantinas, que produz estado de alerta mental e tende a corrigir a sonol&#xEA;ncia que o carisoprodol provoca. A cafe&#xED;na tamb&#xE9;m &#xE9; um adjuvante analg&#xE9;sico, que atua sobre a musculatura estriada, aumentando seu t&#xF4;nus, tornando-a menos suscept&#xED;vel &#xE0; <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-fadiga-muscular-cronica-adrenal-etc-e-como-tratar/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">fadiga</a> e melhorando seu desempenho. A cafe&#xED;na afeta todos os sistemas por meio do Sistema Nervoso Central. Com o uso da cafe&#xED;na, pode ocorrer euforia leve, sensa&#xE7;&#xE3;o de aus&#xEA;ncia de fadiga, aumento do fluxo de pensamentos e aumento do estado de alerta. A cafe&#xED;na aumenta a secre&#xE7;&#xE3;o g&#xE1;strica por meio de efeito estimulat&#xF3;rio direto. O mioc&#xE1;rdio &#xE9; estimulado pela cafe&#xED;na, resultando num aumento do d&#xE9;bito card&#xED;aco e do fluxo sangu&#xED;neo coronariano. A press&#xE3;o arterial sist&#xEA;mica permanece, na maioria dos casos, inalterada com doses habituais de ingest&#xE3;o de cafe&#xED;na. A cafe&#xED;na dilata determinados vasos sangu&#xED;neos e contrai outros, n&#xE3;o resultando em ganho ou perda da press&#xE3;o arterial total. A cafe&#xED;na &#xE9; um inibidor competitivo da fosfodiesterase, enzima respons&#xE1;vel pela inativa&#xE7;&#xE3;o da 3&#x2019;,5&#x2019;-adenosina monofosfato c&#xED;clico (cAMP). N&#xED;veis intracelulares aumentados de cAMP funcionam como um mediador das atividades celulares, como o relaxamento das c&#xE9;lulas musculares lisas e a libera&#xE7;&#xE3;o de histamina dos mast&#xF3;citos, conforme estudos realizados &#x201C;<em>in vitro</em>&#x201D;.</p> <p>A cafe&#xED;na tamb&#xE9;m aumenta a permeabilidade ao c&#xE1;lcio no ret&#xED;culo sarcoplasm&#xE1;tico e bloqueia competitivamente os receptores de adenosina. A cafe&#xED;na &#xE9; bem absorvida por via oral com n&#xED;veis de pico plasm&#xE1;tico de 6 a 10mg/L, ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral de 10mg de cafe&#xED;na, e ocorre entre 30 e 120 minutos, independente da dose. O in&#xED;cio de sua a&#xE7;&#xE3;o terap&#xEA;utica ocorre entre 15 e 45 minutos da administra&#xE7;&#xE3;o oral. As concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas de pico s&#xE3;o significativamente maiores ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o de 500mg de cafe&#xED;na (17,3mcg/mL), em compara&#xE7;&#xE3;o com a ingest&#xE3;o de 250mg de cafe&#xED;na (7mcg/mL). A &#xE1;rea sob a curva da concentra&#xE7;&#xE3;o pelo tempo se apresenta significativamente reduzida em tabagistas, quando comparados a n&#xE3;o tabagistas, ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de dose &#xFA;nica de 600mg de cafe&#xED;na de libera&#xE7;&#xE3;o lenta. Em adultos, a liga&#xE7;&#xE3;o da cafe&#xED;na com <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> plasm&#xE1;ticas &#xE9; de 36%.</p> <p>A cafe&#xED;na &#xE9; amplamente distribu&#xED;da por todos os tecidos do organismo, com n&#xED;veis de concentra&#xE7;&#xE3;o no l&#xED;quido cefalorraquidiano similares aos n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos. Seu volume de distribui&#xE7;&#xE3;o &#xE9; de 35 a 40L (0,53 a 0,56L/kg), que se apresenta reduzido em pacientes com cirrose compensada (m&#xE9;dia de 0,38L/kg, entre 0,19 e 0,49L/kg). Seu metabolismo &#xE9; hep&#xE1;tico, com transforma&#xE7;&#xE3;o nos metab&#xF3;litos paraxantina, teobromina e teofilina. Na gesta&#xE7;&#xE3;o, o metabolismo da cafe&#xED;na apresenta-se reduzido, com aumento das concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas da mesma, apesar da ingest&#xE3;o est&#xE1;vel. Sua meiavida de elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; de 4 a 5 horas e sua excre&#xE7;&#xE3;o &#xE9; renal.</p> <h3>Diclofenaco s&#xF3;dico</h3> <p>O diclofenaco s&#xF3;dico, um anti-inflamat&#xF3;rio n&#xE3;o esteroide com propriedades analg&#xE9;sica e antipir&#xE9;tica, &#xE9; um inibidor da s&#xED;ntese de prostaglandinas, pela via da ciclooxigenase. Por suas propriedades antiinflamat&#xF3;ria e analg&#xE9;sica, o diclofenaco s&#xF3;dico promove resposta satisfat&#xF3;ria ao tratamento de afec&#xE7;&#xF5;es reum&#xE1;ticas, caracterizada por significativa melhora dos sinais e sintomas. Atua rapidamente aliviando a dor, o edema e a inflama&#xE7;&#xE3;o decorrentes de traumatismos de todas as formas. Exerce prolongado e pronunciado efeito analg&#xE9;sico nos estados dolorosos moderados e agudos de origem n&#xE3;o-reum&#xE1;tica.</p> <p>O in&#xED;cio da resposta terap&#xEA;utica ao diclofenaco depende da condi&#xE7;&#xE3;o de base a que ele est&#xE1; sendo aplicado. O potencial analg&#xE9;sico pode ser notado a partir de 30 minutos da ingest&#xE3;o de diclofenaco s&#xF3;dico e a resposta para processos inflamat&#xF3;rios reum&#xE1;ticos, como a artrite, &#xE9; observada em 3 dias ou mais. O diclofenaco s&#xF3;dico &#xE9; bem absorvido pelo trato gastrintestinal ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral com analgesia em 30 minutos e pico de a&#xE7;&#xE3;o em 1 hora. O tempo para atingir a concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE1;xima ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral de diclofenaco s&#xF3;dico &#xE9; de 2,3 horas (intervalo de 1 a 6,5 horas). O diclofenaco se liga a prote&#xED;nas s&#xE9;ricas, principalmente a albumina, em mais de 99%. Ap&#xF3;s 2 horas da administra&#xE7;&#xE3;o de 75mg de diclofenaco, as concentra&#xE7;&#xF5;es da subst&#xE2;ncia no fluido sinovial &#xE9; de 70% da concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica,&amp;nbsp;sendo maiores no fluido sinovial que no plasma, a partir de 4 horas da administra&#xE7;&#xE3;o. O volume de distribui&#xE7;&#xE3;o do diclofenaco s&#xF3;dico &#xE9; de 1,4L/kg. Cerca de 50% da dose &#xE9; metabolizada na sua primeira passagem pelo f&#xED;gado, e sua biotransforma&#xE7;&#xE3;o ocorre por meio de glucuronida&#xE7;&#xE3;o e de sulfata&#xE7;&#xE3;o. Apesar de quase 100% do metabolismo do diclofenaco ser realizado pelo f&#xED;gado, n&#xE3;o h&#xE1; informa&#xE7;&#xE3;o suficiente para recomenda&#xE7;&#xF5;es a respeito de ajustes de doses em pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica. O citocromo CYP2C9 participa da produ&#xE7;&#xE3;o do principal metab&#xF3;lito do diclofenaco, o 4-hidroxidiclofenaco, que possui atividade farmacol&#xF3;gica muito fraca.</p> <p>Outros metab&#xF3;litos reconhec&#xED;veis s&#xE3;o os 5- hidroxidiclofenaco, 3&#x2019;-hidroxidiclofenaco, 4&#x2019;,5-diidroxidiclofenaco e 3&#x2019;hidroxi-4&#x2019;metoxidiclofenaco. Cerca de 65% da dose administrada &#xE9; excretada na urina sob a forma de metab&#xF3;litos conjugados. Cerca de 1% &#xE9; excretado pela urina &quot;<em>in natura</em>&quot;. O restante (35%) &#xE9; eliminado pela bile, nas fezes. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do diclofenaco &#xE9; de aproximadamente 2 horas. A meia-vida da droga no fluido sinovial &#xE9; 3 vezes mais longa que a meia-vida plasm&#xE1;tica. As diferen&#xE7;as de idade n&#xE3;o acarretam modifica&#xE7;&#xF5;es relevantes na absor&#xE7;&#xE3;o, metaboliza&#xE7;&#xE3;o e excre&#xE7;&#xE3;o do diclofenaco s&#xF3;dico.</p> <h3>Paracetamol</h3> <p>O paracetamol ou acetaminofeno &#xE9; um derivado paraminofenol com definida a&#xE7;&#xE3;o analg&#xE9;sica e antipir&#xE9;tica. Especificamente, o paracetamol &#xE9; um potente inibidor da ciclooxigenase no Sistema Nervoso Central e, em menor grau, bloqueia a gera&#xE7;&#xE3;o dos impulsos de dor na periferia. Sua a&#xE7;&#xE3;o perif&#xE9;rica tamb&#xE9;m se deve &#xE0; inibi&#xE7;&#xE3;o da s&#xED;ntese de prostaglandinas e &#xE0; inibi&#xE7;&#xE3;o da s&#xED;ntese ou da a&#xE7;&#xE3;o de outras subst&#xE2;ncias que sensibilizam os receptores de dor por estimula&#xE7;&#xE3;o qu&#xED;mica ou mec&#xE2;nica. Como antipir&#xE9;tico, o paracetamol age centralmente no centro termorregulador do hipot&#xE1;lamo, produzindo vasodilata&#xE7;&#xE3;o perif&#xE9;rica, o que aumenta o fluxo sangu&#xED;neo na pele, com sudorese e perda de calor. Por atuar preferencialmente nas prostaglandinas do centro termorregulador hipotal&#xE2;mico no Sistema Nervoso Central, n&#xE3;o altera a coagula&#xE7;&#xE3;o, o tempo de sangramento e nem a agrega&#xE7;&#xE3;o plaquet&#xE1;ria.</p> <p>Tem pouco efeito na mucosa g&#xE1;strica, mesmo em grandes doses. Acredita-se que seu uso com a cafe&#xED;na leva ao in&#xED;cio mais r&#xE1;pido de sua a&#xE7;&#xE3;o e melhora o al&#xED;vio da dor com menores doses analg&#xE9;sicas, n&#xE3;o interferindo com a a&#xE7;&#xE3;o antipir&#xE9;tica. O in&#xED;cio de sua a&#xE7;&#xE3;o analg&#xE9;sica ocorre em 30 minutos, durando, em geral, 4 horas. Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral, &#xE9; rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal, atingindo concentra&#xE7;&#xF5;es s&#xE9;ricas m&#xE1;ximas entre 30 e 60 minutos, meia-vida plasm&#xE1;tica de cerca de 2 a 4 horas e meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o de 4 a 5 horas. A absor&#xE7;&#xE3;o do paracetamol &#xE9; r&#xE1;pida, ocorrendo em 4,5 minutos, com biodisponibilidade de 60% a 98%. Condi&#xE7;&#xF5;es espec&#xED;ficas, como cefaleia hemicrania e les&#xE3;o medular, reduzem a taxa de absor&#xE7;&#xE3;o, provavelmente em raz&#xE3;o do aumento do tempo de esvaziamento g&#xE1;strico e de n&#xE1;useas. A absor&#xE7;&#xE3;o do paracetamol n&#xE3;o &#xE9; afetada pela gravidez. Sua concentra&#xE7;&#xE3;o terap&#xEA;utica para analgesia &#xE9; da ordem de 10mg/L. O paracetamol se liga a prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas em 10% a 30% da sua concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica, podendo chegar a 20% a 50% na superdosagem.</p> <p>Essa medica&#xE7;&#xE3;o atravessa a placenta e a barreira hematoencef&#xE1;lica, atingindo pico de concentra&#xE7;&#xE3;o no l&#xED;quido cefalorraquidiano em 2 a 3 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o. Seu volume de distribui&#xE7;&#xE3;o &#xE9; de 1 a 2L/kg. A biotransforma&#xE7;&#xE3;o resulta em metab&#xF3;litos conjugados glucuronados, sulfatos e ciste&#xED;nicos, assim como metab&#xF3;litos hidroxilados e desacetilados, excretados pela via urin&#xE1;ria e biliar. Aproximadamente 25% da droga &#xE9; metabolizada na primeira passagem hep&#xE1;tica. Os metab&#xF3;litos do paracetamol s&#xE3;o excretados pelos rins, com<em> clearance </em>de 13,5L/hora, sendo que 1% a 4% &#xE9; excretado &quot;<em>in natura</em>&quot;. At&#xE9; 2,6% do medicamento pode ser excretado pelas vias biliares. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o do paracetamol &#xE9; de 2 a 4 horas. Na presen&#xE7;a de insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica, a meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o est&#xE1; aumentada, podendo chegar a 17 horas em casos de superdosagem. A disfun&#xE7;&#xE3;o renal n&#xE3;o altera a sua meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o. A <a href=\"https://consultaremedios.com.br/produtos-hospitalares/hemodialise/c\" target=\"_blank\">hemodi&#xE1;lise</a> reduz consideravelmente a meia-vida do paracetamol em 40% a 50%, mas a di&#xE1;lise peritoneal &#xE9; ineficaz em remover a medica&#xE7;&#xE3;o.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Tandene?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15˚C e 30˚C). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Os comprimidos de Tandene® são de coloração rosa pigmentado, circular, biconvexo e com vinco.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Tandene

Comprimidos com 30 mg de cafeína + 125 mg de carisoprodol + 50 mg de diclofenaco sódico + 300 mg de paracetamol. Embalagens com 15 ou 30 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

Dizeres Legais do Tandene

Reg. MS nº 1.0440.0190

Farm. Resp.:
Dr. Phellipe Honório Amaral
CRF-SP n° 56.787

Registrado e fabricado por:
Cellera Farmacêutica S.A.
Alameda Capovilla, 109
Indaiatuba - SP
CNPJ 33.173.097/0002-74
Indústria Brasileira
*Delta, uma unidade Cellera Farma





SAC
0800 17-7003
sac@deltafarmaceutica.com.br

® Marca Registrada

Venda sob prescrição médica.

Fabricante: Delta

© 2021 Medicamento Lab.