Elofar Lisomuc

10mg/mL, caixa com 1 frasco com 120mL de xarope + copo dosador

Princípio ativo
:
Acebrofilina
Classe Terapêutica
:
Expectorantes
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Expectorante
Especialidade
:
Otorrinolaringologia e Pneumologia

Bula do medicamento

Lisomuc, para o que é indicado e para o que serve?

Lisomuc® é indicado para o tratamento da obstrução dos brônquios, controle e a regulação do muco (catarro) das vias respiratórias e a expectoração do muco das vias respiratórias (eliminação do catarro).

Quais as contraindicações do Lisomuc?

Lisomuc® é contraindicado àqueles que apresentarem hipersensibilidade aos componentes da formulação. Este medicamento é contraindicado para uso por portadores de doenças hepáticas e renais graves.

Este medicamento é contraindicado para menores de 2 anos.

Como usar o Lisomuc?

Adultos e crianças a partir de 12 anos de idade:

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Crianças a partir de 2 anos de idade:

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A duração do tratamento deve ser estabelecida a critério médico, de acordo com a gravidade da doença.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Lisomuc funciona?

Lisomuc® apresenta em sua formulação um derivado de xantina e por isso possui ação broncodilatadora (dilatação dos brônquios), mucorreguladora (controle da quantidade de formação do muco) e expectorante (eliminação de catarro) melhorando a respiração e a expulsão das secreções presentes nos brônquios, contribuindo para a diminuição da falta de ar.

Quais cuidados devo ter ao usar o Lisomuc?

Este medicamento não deve ser utilizado em crianças menores de 2 anos.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como:

Enjoos, vômitos, batimentos rápidos do coração, tremores e dor abdominal.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Lisomuc?

Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como:

Enjoos, vômitos, aumento da frequência cardíaca, tremores, dor abdominal e na região do estômago.

Reações dermatológicas

Relatos da literatura descrevem casos de reações na pele como alergia com prurido eritematoso (pele vermelha e com coceira) e erupções vesiculares (aparecimentos de pequenas bolhas) na região do nariz, lábios superiores e bochechas além de dor e contração involuntária de músculos na região da faringe. Casos de dermatite de contato, assaduras, erupções cutâneas de origem alérgica, (manchas avermelhadas no corpo), além de coceira também tem sido descritos.

Reações gastrintestinais

Em estudos clínicos foi observado que o tratamento com acebrofilina pode promover alteração do hábito intestinal (funcionamento do intestino) que varia de prisão de ventre ou intestino preso a diarreia, salivação excessiva, boca seca, náusea (enjoo) e vômitos.

Reações neurológicas

É possível o aparecimento de reações neurológicas, sendo a fadiga (cansaço) a principal reação adversa relatada com o uso da acebrofilina, mas existem outros relatos como insônia ou sonolência.

Reações Renais

Estudos revelam que pacientes que fazem uso de acebrofilina podem apresentar reações renais, como dificuldade ao urinar com ardor.

Reações Respiratórias

O escorrimento no nariz pode ser uma reação adversa associada ao uso de acebrofilina. Podem ocorrer casos raros de queixas digestivas que desaparecem com a suspensão da medicação ou a diminuição da dose do medicamento. Outras reações adversas são descritas com o uso de Lisomuc®.

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Os vômitos ocorreram em 2,1% dos casos, náuseas e boca seca em 1,4%.

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Tquicardia (batimento cardíaco acelerado) em 0,9%, tremores em 0,9%, agitação em 0,5% e sonolência em 0,3% dos casos, diarreia em 0,5%, e dor abdominal e epigástrica em 0,4%, (dor na boca do estômago) e falta de apetite em 0,11%.

Reação rara (ocorre em 0,01% a 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Desidratação em 0,02%, insônia em 0,05%, vertigem em 0,07%.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Lisomuc?

Caso o paciente esqueça de fazer uso do medicamento ou ainda esteja impossibilitado de utilizar o medicamento, deve-se fazer uso do mesmo tão logo se lembre, ou se estiver próximo do horário da próxima dose deve-se adiantar a dose, sem duplicar a mesma.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Lisomuc?

Cada 5 mL do xarope adulto contém:

50mg de acebrofilina.

Excipientes: ciclamato de sódio, glicerol, propilparabeno, sorbitol, aroma de morango, sacarina sódica, hidróxido de sódio, metilparabeno e água de osmose reversa.

Cada 5 mL do xarope pediátrico contém:

25mg de acebrofilina.

Excipientes: ciclamato de sódio, glicerol, propilparabeno, sorbitol, aroma de morango, sacarina sódica, hidróxido de sódio, metilparabeno e água de osmose reversa.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Lisomuc maior do que a recomendada?

Não foram relatados casos de superdosagem com o princípio ativo de Lisomuc®.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Lisomuc com outros remédios?

Interação medicamento-medicamento

O uso concomitante de Lisomuc® com carbamazepina, fenobarbital, fenitoína e os sais de lítio pode levar a uma redução da efetividade da teofilina por aumentarem a sua metabolização hepática (feita pelo fígado).

O uso concomitante de Lisomuc® com antibióticos macrolídeos (eritromicina), algumas quinolonas como norfloxacino e ciprofloxacino, anti-histamínicos H2 (cimetidina, ranitidina, famotidina), alopurinol,&nbsp;diltiazem e ipriflavona, pode retardar a eliminação da teofilina, aumentando o risco de intoxicação pela mesma.

A intoxicação pode se desenvolver naqueles pacientes cujos níveis séricos (nível da substância no sangue) já são altos, a menos que a dosagem seja reduzida.

Pode ocorrer hipocalemia (diminuição do potássio no sangue) com o uso concomitante de Lisomuc® e salbutamol ou terbutalina. A frequência cardíaca também pode aumentar, principalmente com altas doses de teofilina.

Alguns pacientes podem demonstrar uma diminuição significativa nos níveis de teofilina no sangue quando o Lisomuc® é administrado concomitantemente a salbutamol ou isoprenalina (isoproterenol).

Os níveis séricos (no sangue) da teofilina podem apresentar algum aumento, embora nenhuma toxicidade tenha sido relatada quando o Lisomuc® é administrado concomitantemente a contraceptivos orais.

A administração conjunta de Lisomuc® e medicamentos alfa-adrenérgicos, como a efedrina, pode levar a um aumento das reações adversas, principalmente relacionadas com o sistema nervoso central e gastrintestinais.

O uso de Lisomuc® e produtos a base de Hypericum perforatum pode ocasionar uma redução na eficácia da teofilina.

O uso com betabloqueadores seletivos não é totalmente contraindicado, porém recomenda-se cautela quando desta associação.

Interações medicamento – alimento

A alimentação pode interferir na quantidade de Lisomuc® no organismo. Dietas ricas em proteínas (carnes, ovos, leite e derivados) diminuem a duração do efeito do Lisomuc® . Dietas ricas em carboidratos (açúcares, cereais, pão, massas, etc.) aumentam a duração do efeito do Lisomuc® .

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Lisomuc com alimentos?

A alimentação pode interferir na quantidade de Acebrofilina no organismo.

Dietas ricas em proteínas diminuem a duração do efeito da Acebrofilina.

Dietas ricas em carboidratos aumentam a duração do efeito da Acebrofilina.

O uso com betabloqueadores seletivos não é totalmente contraindicado, porém recomenda-se cautela quando desta associação.

Produtos a base de Hypericum perforatum podem levar a uma redução da eficácia da teofilina.

Qual a ação da substância do Lisomuc (Acebrofilina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <p>A acebrofilina foi clinicamente testada como uma droga broncodilatadora e mucorreguladora em mais de 5000 pacientes em muitos pa&#xED;ses europeus e latino-americanos. Sua efic&#xE1;cia foi demonstrada no tratamento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/bronquite-obstrutiva-cronica\" target=\"_blank\">bronquite obstrutiva cr&#xF4;nica</a> e em asma br&#xF4;nquica e bronquite asmatiforme. A tolerabilidade da acebrofilina foi boa em todas as experimenta&#xE7;&#xF5;es clinicas em fase III.</p> <p>Recentemente, um estudo brasileiro com cerca de 4500 crian&#xE7;as tratadas em condi&#xE7;&#xF5;es m&#xF3;rbidas agudas do sistema respirat&#xF3;rio, teve como objetivo melhor definir o perfil da tolerabilidade, padr&#xE3;o de efeitos colaterais e a rela&#xE7;&#xE3;o risco benef&#xED;cio da acebrofilina.</p> <p>Um total de 4500 indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/bronquite-aguda\" target=\"_blank\">bronquite aguda</a> (tipo catarral, espasm&#xF3;dica ou asmatiforme), foram selecionados entre pacientes pedi&#xE1;tricos com 1 a 12 anos de idade, que necessitavam de um tratamento apropriado broncodilatador e mucorregulador.</p> <p>O tratamento com acebrofilina foi eficaz na melhora dos sintomas relacionados ao broncoespasmo, com melhora tanto na sibil&#xE2;ncia como na dispn&#xE9;ia em 91.1% dos pacientes. A sibilancia e a dispn&#xE9;ia desapareceram em 67% e 75% dos casos, respectivamente. Os valores correspondentes para <a href=\"https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/tosse/c\" target=\"_blank\">tosse</a> e expectora&#xE7;&#xE3;o foram 11% e 53% respectivamente. No in&#xED;cio, a condi&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica geral foi estimada como boa em 43% dos pacientes. No fim do tratamento. 88% dos pacientes restantes melhoraram clinicamente.</p> <p>No organismo, a acebrofilina se dissocia em teofilina e ambroxol. O ambroxol tem sido proposto como uma ferramenta terap&#xEA;utica no tratamento de doen&#xE7;as pulmonares. Estudos avaliaram a efic&#xE1;cia do tratamento com ambroxol na secre&#xE7;&#xE3;o de IL-12 e IL-10 de macr&#xF3;fagos alveolares obtidos por lavagem alveolar. A IL tem um papel fundamental na resist&#xEA;ncia do hospedeiro &#xE0; infec&#xE7;&#xF5;es e no desenvolvimento de c&#xE9;lulas do tipo TH-1. Segundo este estudo, o tratamento com ambroxol &#xE9; capaz de elevar a secre&#xE7;&#xE3;o de IL-12 induzida por lipopolisacar&#xED;deos, sugerindo que este tratamento atue promovendo e elevando a resposta inflamat&#xF3;ria e imunol&#xF3;gica mediada por c&#xE9;lulas do tipo TH-1.</p> <p>O tratamento com ambroxol tamb&#xE9;m foi verificado em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/bronquite-cronica\" target=\"_blank\">bronquite cr&#xF4;nica</a>. Pacientes tratados durante tr&#xEA;s semanas com ambroxol apresentaram melhora nos sintomas da bronquite com diminui&#xE7;&#xE3;o da inflama&#xE7;&#xE3;o, diminui&#xE7;&#xE3;o da hiperplasia das c&#xE9;lulas da camada basal e revitaliza&#xE7;&#xE3;o do epit&#xE9;lio. Dessa forma, &#xE9; preconizado que o tratamento com ambroxol &#xE9; um efetivo agente que pode ser utilizado como monoterapia no controle dos sintomas da bronquite.</p> <p>A efic&#xE1;cia e torelabilidade do teofilinato de ambroxol por via oral na dose de 200mg/dia foi avaliado num estudo realizado em 48 pacientes que apresentavam hipersecre&#xE7;&#xE3;o br&#xF4;nquica. Como resultado foi observado a fluidifica&#xE7;&#xE3;o do muco, induzido pela medica&#xE7;&#xE3;o, com uma melhora marcada da sintomatologia cl&#xED;nica e dos efeitos ben&#xE9;ficos sobre a fun&#xE7;&#xE3;o respirat&#xF3;ria destes pacientes.</p> <p>A efic&#xE1;cia e tolerabilidade da acebrofilina na dose de 200 mg/dia, na terapia da bronquite cr&#xF4;nica asmatiforme, foi avaliada em estudo multic&#xEA;ntrico, aberto, onde participaram 92 doentes. A sintomatologia sugestiva (tosse, dispn&#xE9;ia e dificuldade em expectorar), e objetiva que levou em conta o quadro de ausculta e a quantidade e aspecto da expectora&#xE7;&#xE3;o, apresentaram melhora estatisticamente significante a partir do primeiro m&#xEA;s de terapia, e isso foi confirmado no t&#xE9;rmino do estudo. Tamb&#xE9;m o par&#xE2;metro&amp;nbsp;de fun&#xE7;&#xE3;o pulmonar foram favoravelmente influenciados durante o tratamento com um incremento m&#xE9;dio de 20% dos valores medidos. Sendo que nesse estudo tamb&#xE9;m se observou uma grande tolerabilidade da acebrofilina.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1 -&amp;nbsp;Aiharaa M., Dobashia K., Akiyamaa M., Narusea I., Nakazawab T., Mori M. Effects of N-Acetylcysteine and Ambroxol on the Production of IL-12 and IL-10 in Human Alveolar Macrophages. Respiration 2000;67:662&#x2013;671.<br> 2 -&amp;nbsp;Cogo R., Raschi S., Quattrone P. Zini P. Clinical and histologic rating of the treatment with acefyllinate of ambroxol in patients with chronic bronchitis. Advances in therapy, vol-12; n&#xB0; 1. 1995.<br> 3 -&amp;nbsp;Goldgrub N., Soares V.R.X., Hamaoui A., Zavattini G., Poli A. Atividade terap&#xEA;utica e perfil da tolerabilidade da acebrofilina. Advances in therapy 9(2): 107-115. 1992.<br> 4 -&amp;nbsp;Barthekenym F. Le theophyllinate D&#xE1;mbroxol dans L&#xB4;hypersecretion bronchique. Acta Therapeutica 11:453-57, 1985.<br> 5 -&amp;nbsp;Cerveri, I. et al VAlutazione dell&#xE9;fficacia e della tollerabilit&#xE0; di acebrofilina in paziento affetti da bronchite cronica asmatiforme. Giornale Italiano Malattie Del torace. Suppl 1: 107-10,1992.</br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <p>Acebrofilina tem como princ&#xED;pio ativo a acebrofilina, uma entidade molecular resultante da fus&#xE3;o das mol&#xE9;culas do ambroxol (mucorregulador, mucocin&#xE9;tico e indutor do surfactante) com o &#xE1;cido 7-teofilinac&#xE9;tico, por uma rea&#xE7;&#xE3;o de salifica&#xE7;&#xE3;o, resultando em teofilinato de ambroxol (acebrofilina).</p> <p>A a&#xE7;&#xE3;o broncodilatadora parece advir do ac&#xFA;mulo de nucleot&#xED;deos c&#xED;clicos, particularmente do AMP c&#xED;clico na musculatura traqueobr&#xF4;nquica devido &#xE0; inibi&#xE7;&#xE3;o da fosfodiesterase, determinando a eleva&#xE7;&#xE3;o do AMPc e produzindo relaxamento da musculatura lisa por meio da fosforila&#xE7;&#xE3;o dos precursores respons&#xE1;veis pelo relaxamento muscular. Outros mecanismos respons&#xE1;veis poderiam ser o antagonismo competitivo da droga pelos receptores de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/adenosina/bula\" target=\"_blank\">adenosina</a> al&#xE9;m de importante a&#xE7;&#xE3;o sobre fluxo do c&#xE1;lcio intracelular.</p> <p>Ao favorecer a broncodilata&#xE7;&#xE3;o, a acebrofilina reduz o consumo de energia por parte da musculatura diafragm&#xE1;tica e auxilia a atividade ciliar traqueobr&#xF4;nquica. A a&#xE7;&#xE3;o mucorreguladora parece decorrer do est&#xED;mulo &#xE0; produ&#xE7;&#xE3;o de surfactante que reduz a mucoviscosidade da secre&#xE7;&#xE3;o br&#xF4;nquica, impede a aglutina&#xE7;&#xE3;o das part&#xED;culas de muco e reduz a adesividade do muco patol&#xF3;gico.</p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de uma dose oral de Acebrofilina possibilita concentra&#xE7;&#xF5;es s&#xE9;ricas do composto ativo durante v&#xE1;rias horas, com meiavida plasm&#xE1;tica entre 3 - 5 horas.</p> <p>Estudos de toxicidade aguda com dose &#xFA;nica ou doses repetidas, bem como os estudos de toxicidade fetal em animais mostraram que a acebrofilina n&#xE3;o provoca altera&#xE7;&#xF5;es mesmo em doses muito acima das doses terap&#xEA;uticas. N&#xE3;o foi demonstrada a&#xE7;&#xE3;o mutag&#xEA;nica.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Lisomuc?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Lisomuc adulto xarope

Lisomuc® de uso adulto é um xarope límpido, incolor a levemente amarelado, com odor característico de morango.

Lisomuc pediátrico xarope

Lisomuc® de uso pediátrico é um xarope límpido, incolor a levemente amarelado, com odor característico de morango.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Lisomuc

10 mg/ml xarope adulto:

frasco contendo 100 e 120 ml + copo dosador de 10 ml.

5 mg /ml xarope pediátrico:

frasco contendo 100 e 120 ml + copo dosador de 10 ml.

Uso oral&nbsp;

10 mg/ml xarope adulto: uso adulto.

5 mg/ml xarope pediátrico: uso pediátrico acima de 2 anos.

Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

Dizeres Legais do Lisomuc

MS - 1.0385.0109

Farm. Resp.:
Alexandre Madeira de Oliveira
CRF/SC no 3684

Laboratório Farmacêutico Elofar Ltda.
Rua Tereza Cristina, 67
Florianópolis - Santa Catarina
CEP 88070-790
CNPJ: 83.874.628/0001-43
Indústria Brasileira




SAC
0800-600-1344

Venda sob prescrição médica.

5mg/mL, caixa com 1 frasco com 120mL de xarope + copo dosador

Princípio ativo
:
Acebrofilina
Classe Terapêutica
:
Expectorantes
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Expectorante
Especialidade
:
Otorrinolaringologia e Pneumologia

Bula do medicamento

Lisomuc, para o que é indicado e para o que serve?

Lisomuc® é indicado para o tratamento da obstrução dos brônquios, controle e a regulação do muco (catarro) das vias respiratórias e a expectoração do muco das vias respiratórias (eliminação do catarro).

Quais as contraindicações do Lisomuc?

Lisomuc® é contraindicado àqueles que apresentarem hipersensibilidade aos componentes da formulação. Este medicamento é contraindicado para uso por portadores de doenças hepáticas e renais graves.

Este medicamento é contraindicado para menores de 2 anos.

Como usar o Lisomuc?

Adultos e crianças a partir de 12 anos de idade:

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Crianças a partir de 2 anos de idade:

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A duração do tratamento deve ser estabelecida a critério médico, de acordo com a gravidade da doença.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Lisomuc funciona?

Lisomuc® apresenta em sua formulação um derivado de xantina e por isso possui ação broncodilatadora (dilatação dos brônquios), mucorreguladora (controle da quantidade de formação do muco) e expectorante (eliminação de catarro) melhorando a respiração e a expulsão das secreções presentes nos brônquios, contribuindo para a diminuição da falta de ar.

Quais cuidados devo ter ao usar o Lisomuc?

Este medicamento não deve ser utilizado em crianças menores de 2 anos.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como:

Enjoos, vômitos, batimentos rápidos do coração, tremores e dor abdominal.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Lisomuc?

Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como:

Enjoos, vômitos, aumento da frequência cardíaca, tremores, dor abdominal e na região do estômago.

Reações dermatológicas

Relatos da literatura descrevem casos de reações na pele como alergia com prurido eritematoso (pele vermelha e com coceira) e erupções vesiculares (aparecimentos de pequenas bolhas) na região do nariz, lábios superiores e bochechas além de dor e contração involuntária de músculos na região da faringe. Casos de dermatite de contato, assaduras, erupções cutâneas de origem alérgica, (manchas avermelhadas no corpo), além de coceira também tem sido descritos.

Reações gastrintestinais

Em estudos clínicos foi observado que o tratamento com acebrofilina pode promover alteração do hábito intestinal (funcionamento do intestino) que varia de prisão de ventre ou intestino preso a diarreia, salivação excessiva, boca seca, náusea (enjoo) e vômitos.

Reações neurológicas

É possível o aparecimento de reações neurológicas, sendo a fadiga (cansaço) a principal reação adversa relatada com o uso da acebrofilina, mas existem outros relatos como insônia ou sonolência.

Reações Renais

Estudos revelam que pacientes que fazem uso de acebrofilina podem apresentar reações renais, como dificuldade ao urinar com ardor.

Reações Respiratórias

O escorrimento no nariz pode ser uma reação adversa associada ao uso de acebrofilina. Podem ocorrer casos raros de queixas digestivas que desaparecem com a suspensão da medicação ou a diminuição da dose do medicamento. Outras reações adversas são descritas com o uso de Lisomuc®.

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Os vômitos ocorreram em 2,1% dos casos, náuseas e boca seca em 1,4%.

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Tquicardia (batimento cardíaco acelerado) em 0,9%, tremores em 0,9%, agitação em 0,5% e sonolência em 0,3% dos casos, diarreia em 0,5%, e dor abdominal e epigástrica em 0,4%, (dor na boca do estômago) e falta de apetite em 0,11%.

Reação rara (ocorre em 0,01% a 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Desidratação em 0,02%, insônia em 0,05%, vertigem em 0,07%.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Lisomuc?

Caso o paciente esqueça de fazer uso do medicamento ou ainda esteja impossibilitado de utilizar o medicamento, deve-se fazer uso do mesmo tão logo se lembre, ou se estiver próximo do horário da próxima dose deve-se adiantar a dose, sem duplicar a mesma.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Lisomuc?

Cada 5 mL do xarope adulto contém:

50mg de acebrofilina.

Excipientes: ciclamato de sódio, glicerol, propilparabeno, sorbitol, aroma de morango, sacarina sódica, hidróxido de sódio, metilparabeno e água de osmose reversa.

Cada 5 mL do xarope pediátrico contém:

25mg de acebrofilina.

Excipientes: ciclamato de sódio, glicerol, propilparabeno, sorbitol, aroma de morango, sacarina sódica, hidróxido de sódio, metilparabeno e água de osmose reversa.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Lisomuc maior do que a recomendada?

Não foram relatados casos de superdosagem com o princípio ativo de Lisomuc®.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Lisomuc com outros remédios?

Interação medicamento-medicamento

O uso concomitante de Lisomuc® com carbamazepina, fenobarbital, fenitoína e os sais de lítio pode levar a uma redução da efetividade da teofilina por aumentarem a sua metabolização hepática (feita pelo fígado).

O uso concomitante de Lisomuc® com antibióticos macrolídeos (eritromicina), algumas quinolonas como norfloxacino e ciprofloxacino, anti-histamínicos H2 (cimetidina, ranitidina, famotidina), alopurinol,&nbsp;diltiazem e ipriflavona, pode retardar a eliminação da teofilina, aumentando o risco de intoxicação pela mesma.

A intoxicação pode se desenvolver naqueles pacientes cujos níveis séricos (nível da substância no sangue) já são altos, a menos que a dosagem seja reduzida.

Pode ocorrer hipocalemia (diminuição do potássio no sangue) com o uso concomitante de Lisomuc® e salbutamol ou terbutalina. A frequência cardíaca também pode aumentar, principalmente com altas doses de teofilina.

Alguns pacientes podem demonstrar uma diminuição significativa nos níveis de teofilina no sangue quando o Lisomuc® é administrado concomitantemente a salbutamol ou isoprenalina (isoproterenol).

Os níveis séricos (no sangue) da teofilina podem apresentar algum aumento, embora nenhuma toxicidade tenha sido relatada quando o Lisomuc® é administrado concomitantemente a contraceptivos orais.

A administração conjunta de Lisomuc® e medicamentos alfa-adrenérgicos, como a efedrina, pode levar a um aumento das reações adversas, principalmente relacionadas com o sistema nervoso central e gastrintestinais.

O uso de Lisomuc® e produtos a base de Hypericum perforatum pode ocasionar uma redução na eficácia da teofilina.

O uso com betabloqueadores seletivos não é totalmente contraindicado, porém recomenda-se cautela quando desta associação.

Interações medicamento – alimento

A alimentação pode interferir na quantidade de Lisomuc® no organismo. Dietas ricas em proteínas (carnes, ovos, leite e derivados) diminuem a duração do efeito do Lisomuc® . Dietas ricas em carboidratos (açúcares, cereais, pão, massas, etc.) aumentam a duração do efeito do Lisomuc® .

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Lisomuc com alimentos?

A alimentação pode interferir na quantidade de Acebrofilina no organismo.

Dietas ricas em proteínas diminuem a duração do efeito da Acebrofilina.

Dietas ricas em carboidratos aumentam a duração do efeito da Acebrofilina.

O uso com betabloqueadores seletivos não é totalmente contraindicado, porém recomenda-se cautela quando desta associação.

Produtos a base de Hypericum perforatum podem levar a uma redução da eficácia da teofilina.

Qual a ação da substância do Lisomuc (Acebrofilina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <p>A acebrofilina foi clinicamente testada como uma droga broncodilatadora e mucorreguladora em mais de 5000 pacientes em muitos pa&#xED;ses europeus e latino-americanos. Sua efic&#xE1;cia foi demonstrada no tratamento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/bronquite-obstrutiva-cronica\" target=\"_blank\">bronquite obstrutiva cr&#xF4;nica</a> e em asma br&#xF4;nquica e bronquite asmatiforme. A tolerabilidade da acebrofilina foi boa em todas as experimenta&#xE7;&#xF5;es clinicas em fase III.</p> <p>Recentemente, um estudo brasileiro com cerca de 4500 crian&#xE7;as tratadas em condi&#xE7;&#xF5;es m&#xF3;rbidas agudas do sistema respirat&#xF3;rio, teve como objetivo melhor definir o perfil da tolerabilidade, padr&#xE3;o de efeitos colaterais e a rela&#xE7;&#xE3;o risco benef&#xED;cio da acebrofilina.</p> <p>Um total de 4500 indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/bronquite-aguda\" target=\"_blank\">bronquite aguda</a> (tipo catarral, espasm&#xF3;dica ou asmatiforme), foram selecionados entre pacientes pedi&#xE1;tricos com 1 a 12 anos de idade, que necessitavam de um tratamento apropriado broncodilatador e mucorregulador.</p> <p>O tratamento com acebrofilina foi eficaz na melhora dos sintomas relacionados ao broncoespasmo, com melhora tanto na sibil&#xE2;ncia como na dispn&#xE9;ia em 91.1% dos pacientes. A sibilancia e a dispn&#xE9;ia desapareceram em 67% e 75% dos casos, respectivamente. Os valores correspondentes para <a href=\"https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/tosse/c\" target=\"_blank\">tosse</a> e expectora&#xE7;&#xE3;o foram 11% e 53% respectivamente. No in&#xED;cio, a condi&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica geral foi estimada como boa em 43% dos pacientes. No fim do tratamento. 88% dos pacientes restantes melhoraram clinicamente.</p> <p>No organismo, a acebrofilina se dissocia em teofilina e ambroxol. O ambroxol tem sido proposto como uma ferramenta terap&#xEA;utica no tratamento de doen&#xE7;as pulmonares. Estudos avaliaram a efic&#xE1;cia do tratamento com ambroxol na secre&#xE7;&#xE3;o de IL-12 e IL-10 de macr&#xF3;fagos alveolares obtidos por lavagem alveolar. A IL tem um papel fundamental na resist&#xEA;ncia do hospedeiro &#xE0; infec&#xE7;&#xF5;es e no desenvolvimento de c&#xE9;lulas do tipo TH-1. Segundo este estudo, o tratamento com ambroxol &#xE9; capaz de elevar a secre&#xE7;&#xE3;o de IL-12 induzida por lipopolisacar&#xED;deos, sugerindo que este tratamento atue promovendo e elevando a resposta inflamat&#xF3;ria e imunol&#xF3;gica mediada por c&#xE9;lulas do tipo TH-1.</p> <p>O tratamento com ambroxol tamb&#xE9;m foi verificado em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/bronquite-cronica\" target=\"_blank\">bronquite cr&#xF4;nica</a>. Pacientes tratados durante tr&#xEA;s semanas com ambroxol apresentaram melhora nos sintomas da bronquite com diminui&#xE7;&#xE3;o da inflama&#xE7;&#xE3;o, diminui&#xE7;&#xE3;o da hiperplasia das c&#xE9;lulas da camada basal e revitaliza&#xE7;&#xE3;o do epit&#xE9;lio. Dessa forma, &#xE9; preconizado que o tratamento com ambroxol &#xE9; um efetivo agente que pode ser utilizado como monoterapia no controle dos sintomas da bronquite.</p> <p>A efic&#xE1;cia e torelabilidade do teofilinato de ambroxol por via oral na dose de 200mg/dia foi avaliado num estudo realizado em 48 pacientes que apresentavam hipersecre&#xE7;&#xE3;o br&#xF4;nquica. Como resultado foi observado a fluidifica&#xE7;&#xE3;o do muco, induzido pela medica&#xE7;&#xE3;o, com uma melhora marcada da sintomatologia cl&#xED;nica e dos efeitos ben&#xE9;ficos sobre a fun&#xE7;&#xE3;o respirat&#xF3;ria destes pacientes.</p> <p>A efic&#xE1;cia e tolerabilidade da acebrofilina na dose de 200 mg/dia, na terapia da bronquite cr&#xF4;nica asmatiforme, foi avaliada em estudo multic&#xEA;ntrico, aberto, onde participaram 92 doentes. A sintomatologia sugestiva (tosse, dispn&#xE9;ia e dificuldade em expectorar), e objetiva que levou em conta o quadro de ausculta e a quantidade e aspecto da expectora&#xE7;&#xE3;o, apresentaram melhora estatisticamente significante a partir do primeiro m&#xEA;s de terapia, e isso foi confirmado no t&#xE9;rmino do estudo. Tamb&#xE9;m o par&#xE2;metro&amp;nbsp;de fun&#xE7;&#xE3;o pulmonar foram favoravelmente influenciados durante o tratamento com um incremento m&#xE9;dio de 20% dos valores medidos. Sendo que nesse estudo tamb&#xE9;m se observou uma grande tolerabilidade da acebrofilina.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1 -&amp;nbsp;Aiharaa M., Dobashia K., Akiyamaa M., Narusea I., Nakazawab T., Mori M. Effects of N-Acetylcysteine and Ambroxol on the Production of IL-12 and IL-10 in Human Alveolar Macrophages. Respiration 2000;67:662&#x2013;671.<br> 2 -&amp;nbsp;Cogo R., Raschi S., Quattrone P. Zini P. Clinical and histologic rating of the treatment with acefyllinate of ambroxol in patients with chronic bronchitis. Advances in therapy, vol-12; n&#xB0; 1. 1995.<br> 3 -&amp;nbsp;Goldgrub N., Soares V.R.X., Hamaoui A., Zavattini G., Poli A. Atividade terap&#xEA;utica e perfil da tolerabilidade da acebrofilina. Advances in therapy 9(2): 107-115. 1992.<br> 4 -&amp;nbsp;Barthekenym F. Le theophyllinate D&#xE1;mbroxol dans L&#xB4;hypersecretion bronchique. Acta Therapeutica 11:453-57, 1985.<br> 5 -&amp;nbsp;Cerveri, I. et al VAlutazione dell&#xE9;fficacia e della tollerabilit&#xE0; di acebrofilina in paziento affetti da bronchite cronica asmatiforme. Giornale Italiano Malattie Del torace. Suppl 1: 107-10,1992.</br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <p>Acebrofilina tem como princ&#xED;pio ativo a acebrofilina, uma entidade molecular resultante da fus&#xE3;o das mol&#xE9;culas do ambroxol (mucorregulador, mucocin&#xE9;tico e indutor do surfactante) com o &#xE1;cido 7-teofilinac&#xE9;tico, por uma rea&#xE7;&#xE3;o de salifica&#xE7;&#xE3;o, resultando em teofilinato de ambroxol (acebrofilina).</p> <p>A a&#xE7;&#xE3;o broncodilatadora parece advir do ac&#xFA;mulo de nucleot&#xED;deos c&#xED;clicos, particularmente do AMP c&#xED;clico na musculatura traqueobr&#xF4;nquica devido &#xE0; inibi&#xE7;&#xE3;o da fosfodiesterase, determinando a eleva&#xE7;&#xE3;o do AMPc e produzindo relaxamento da musculatura lisa por meio da fosforila&#xE7;&#xE3;o dos precursores respons&#xE1;veis pelo relaxamento muscular. Outros mecanismos respons&#xE1;veis poderiam ser o antagonismo competitivo da droga pelos receptores de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/adenosina/bula\" target=\"_blank\">adenosina</a> al&#xE9;m de importante a&#xE7;&#xE3;o sobre fluxo do c&#xE1;lcio intracelular.</p> <p>Ao favorecer a broncodilata&#xE7;&#xE3;o, a acebrofilina reduz o consumo de energia por parte da musculatura diafragm&#xE1;tica e auxilia a atividade ciliar traqueobr&#xF4;nquica. A a&#xE7;&#xE3;o mucorreguladora parece decorrer do est&#xED;mulo &#xE0; produ&#xE7;&#xE3;o de surfactante que reduz a mucoviscosidade da secre&#xE7;&#xE3;o br&#xF4;nquica, impede a aglutina&#xE7;&#xE3;o das part&#xED;culas de muco e reduz a adesividade do muco patol&#xF3;gico.</p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de uma dose oral de Acebrofilina possibilita concentra&#xE7;&#xF5;es s&#xE9;ricas do composto ativo durante v&#xE1;rias horas, com meiavida plasm&#xE1;tica entre 3 - 5 horas.</p> <p>Estudos de toxicidade aguda com dose &#xFA;nica ou doses repetidas, bem como os estudos de toxicidade fetal em animais mostraram que a acebrofilina n&#xE3;o provoca altera&#xE7;&#xF5;es mesmo em doses muito acima das doses terap&#xEA;uticas. N&#xE3;o foi demonstrada a&#xE7;&#xE3;o mutag&#xEA;nica.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Lisomuc?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Lisomuc adulto xarope

Lisomuc® de uso adulto é um xarope límpido, incolor a levemente amarelado, com odor característico de morango.

Lisomuc pediátrico xarope

Lisomuc® de uso pediátrico é um xarope límpido, incolor a levemente amarelado, com odor característico de morango.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Lisomuc

10 mg/ml xarope adulto:

frasco contendo 100 e 120 ml + copo dosador de 10 ml.

5 mg /ml xarope pediátrico:

frasco contendo 100 e 120 ml + copo dosador de 10 ml.

Uso oral&nbsp;

10 mg/ml xarope adulto: uso adulto.

5 mg/ml xarope pediátrico: uso pediátrico acima de 2 anos.

Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

Dizeres Legais do Lisomuc

MS - 1.0385.0109

Farm. Resp.:
Alexandre Madeira de Oliveira
CRF/SC no 3684

Laboratório Farmacêutico Elofar Ltda.
Rua Tereza Cristina, 67
Florianópolis - Santa Catarina
CEP 88070-790
CNPJ: 83.874.628/0001-43
Indústria Brasileira




SAC
0800-600-1344

Venda sob prescrição médica.

10mg/mL, caixa com 1 frasco com 100mL de xarope + copo dosador

Princípio ativo
:
Acebrofilina
Classe Terapêutica
:
Expectorantes
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Expectorante
Especialidade
:
Otorrinolaringologia e Pneumologia

Bula do medicamento

Lisomuc, para o que é indicado e para o que serve?

Lisomuc® é indicado para o tratamento da obstrução dos brônquios, controle e a regulação do muco (catarro) das vias respiratórias e a expectoração do muco das vias respiratórias (eliminação do catarro).

Quais as contraindicações do Lisomuc?

Lisomuc® é contraindicado àqueles que apresentarem hipersensibilidade aos componentes da formulação. Este medicamento é contraindicado para uso por portadores de doenças hepáticas e renais graves.

Este medicamento é contraindicado para menores de 2 anos.

Como usar o Lisomuc?

Adultos e crianças a partir de 12 anos de idade:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:101px\"><strong>Idade</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:179px\"><strong>Posologia</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:203px\"><strong>Hor&#xE1;rio</strong></td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:101px\"><strong>Adultos e crian&#xE7;as a partir de 12 anos</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:179px\">1 copo dosador (10 ml). Xarope Adulto</td> <td style=\"width:203px\"> <p style=\"text-align:center\">A cada 12 horas</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Crianças a partir de 2 anos de idade:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center\"><strong>Idade</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:446px\"><strong>Posologia</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:509px\"><strong>Hor&#xE1;rio</strong></td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center\"><strong>Crian&#xE7;as de 6 a 12 anos</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:446px\">1 copo dosador (10 ml). Xarope Pedi&#xE1;trico</td> <td style=\"width:509px\"> <p style=\"text-align:center\">A cada 12 horas</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>Crian&#xE7;as de 3&amp;nbsp;a 6 anos</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:446px\">&#xBD; copo dosador (5 ml). Xarope Pedi&#xE1;trico</td> <td style=\"width:509px\"> <p style=\"text-align:center\">A cada 12 horas</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center\"><strong>Crian&#xE7;as de 2 a 3 anos</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:446px\">2 mg/kg de peso ao dia. Xarope Pedi&#xE1;trico</td> <td style=\"width:509px\"> <p style=\"text-align:center\">Dividido em duas administra&#xE7;&#xF5;es a cada 12 horas</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

A duração do tratamento deve ser estabelecida a critério médico, de acordo com a gravidade da doença.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Lisomuc funciona?

Lisomuc® apresenta em sua formulação um derivado de xantina e por isso possui ação broncodilatadora (dilatação dos brônquios), mucorreguladora (controle da quantidade de formação do muco) e expectorante (eliminação de catarro) melhorando a respiração e a expulsão das secreções presentes nos brônquios, contribuindo para a diminuição da falta de ar.

Quais cuidados devo ter ao usar o Lisomuc?

Este medicamento não deve ser utilizado em crianças menores de 2 anos.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como:

Enjoos, vômitos, batimentos rápidos do coração, tremores e dor abdominal.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Lisomuc?

Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como:

Enjoos, vômitos, aumento da frequência cardíaca, tremores, dor abdominal e na região do estômago.

Reações dermatológicas

Relatos da literatura descrevem casos de reações na pele como alergia com prurido eritematoso (pele vermelha e com coceira) e erupções vesiculares (aparecimentos de pequenas bolhas) na região do nariz, lábios superiores e bochechas além de dor e contração involuntária de músculos na região da faringe. Casos de dermatite de contato, assaduras, erupções cutâneas de origem alérgica, (manchas avermelhadas no corpo), além de coceira também tem sido descritos.

Reações gastrintestinais

Em estudos clínicos foi observado que o tratamento com acebrofilina pode promover alteração do hábito intestinal (funcionamento do intestino) que varia de prisão de ventre ou intestino preso a diarreia, salivação excessiva, boca seca, náusea (enjoo) e vômitos.

Reações neurológicas

É possível o aparecimento de reações neurológicas, sendo a fadiga (cansaço) a principal reação adversa relatada com o uso da acebrofilina, mas existem outros relatos como insônia ou sonolência.

Reações Renais

Estudos revelam que pacientes que fazem uso de acebrofilina podem apresentar reações renais, como dificuldade ao urinar com ardor.

Reações Respiratórias

O escorrimento no nariz pode ser uma reação adversa associada ao uso de acebrofilina. Podem ocorrer casos raros de queixas digestivas que desaparecem com a suspensão da medicação ou a diminuição da dose do medicamento. Outras reações adversas são descritas com o uso de Lisomuc®.

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Os vômitos ocorreram em 2,1% dos casos, náuseas e boca seca em 1,4%.

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Tquicardia (batimento cardíaco acelerado) em 0,9%, tremores em 0,9%, agitação em 0,5% e sonolência em 0,3% dos casos, diarreia em 0,5%, e dor abdominal e epigástrica em 0,4%, (dor na boca do estômago) e falta de apetite em 0,11%.

Reação rara (ocorre em 0,01% a 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Desidratação em 0,02%, insônia em 0,05%, vertigem em 0,07%.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Lisomuc?

Caso o paciente esqueça de fazer uso do medicamento ou ainda esteja impossibilitado de utilizar o medicamento, deve-se fazer uso do mesmo tão logo se lembre, ou se estiver próximo do horário da próxima dose deve-se adiantar a dose, sem duplicar a mesma.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Lisomuc?

Cada 5 mL do xarope adulto contém:

50mg de acebrofilina.

Excipientes: ciclamato de sódio, glicerol, propilparabeno, sorbitol, aroma de morango, sacarina sódica, hidróxido de sódio, metilparabeno e água de osmose reversa.

Cada 5 mL do xarope pediátrico contém:

25mg de acebrofilina.

Excipientes: ciclamato de sódio, glicerol, propilparabeno, sorbitol, aroma de morango, sacarina sódica, hidróxido de sódio, metilparabeno e água de osmose reversa.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Lisomuc maior do que a recomendada?

Não foram relatados casos de superdosagem com o princípio ativo de Lisomuc®.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Lisomuc com outros remédios?

Interação medicamento-medicamento

O uso concomitante de Lisomuc® com carbamazepina, fenobarbital, fenitoína e os sais de lítio pode levar a uma redução da efetividade da teofilina por aumentarem a sua metabolização hepática (feita pelo fígado).

O uso concomitante de Lisomuc® com antibióticos macrolídeos (eritromicina), algumas quinolonas como norfloxacino e ciprofloxacino, anti-histamínicos H2 (cimetidina, ranitidina, famotidina), alopurinol,&nbsp;diltiazem e ipriflavona, pode retardar a eliminação da teofilina, aumentando o risco de intoxicação pela mesma.

A intoxicação pode se desenvolver naqueles pacientes cujos níveis séricos (nível da substância no sangue) já são altos, a menos que a dosagem seja reduzida.

Pode ocorrer hipocalemia (diminuição do potássio no sangue) com o uso concomitante de Lisomuc® e salbutamol ou terbutalina. A frequência cardíaca também pode aumentar, principalmente com altas doses de teofilina.

Alguns pacientes podem demonstrar uma diminuição significativa nos níveis de teofilina no sangue quando o Lisomuc® é administrado concomitantemente a salbutamol ou isoprenalina (isoproterenol).

Os níveis séricos (no sangue) da teofilina podem apresentar algum aumento, embora nenhuma toxicidade tenha sido relatada quando o Lisomuc® é administrado concomitantemente a contraceptivos orais.

A administração conjunta de Lisomuc® e medicamentos alfa-adrenérgicos, como a efedrina, pode levar a um aumento das reações adversas, principalmente relacionadas com o sistema nervoso central e gastrintestinais.

O uso de Lisomuc® e produtos a base de Hypericum perforatum pode ocasionar uma redução na eficácia da teofilina.

O uso com betabloqueadores seletivos não é totalmente contraindicado, porém recomenda-se cautela quando desta associação.

Interações medicamento – alimento

A alimentação pode interferir na quantidade de Lisomuc® no organismo. Dietas ricas em proteínas (carnes, ovos, leite e derivados) diminuem a duração do efeito do Lisomuc® . Dietas ricas em carboidratos (açúcares, cereais, pão, massas, etc.) aumentam a duração do efeito do Lisomuc® .

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Lisomuc com alimentos?

A alimentação pode interferir na quantidade de Acebrofilina no organismo.

Dietas ricas em proteínas diminuem a duração do efeito da Acebrofilina.

Dietas ricas em carboidratos aumentam a duração do efeito da Acebrofilina.

O uso com betabloqueadores seletivos não é totalmente contraindicado, porém recomenda-se cautela quando desta associação.

Produtos a base de Hypericum perforatum podem levar a uma redução da eficácia da teofilina.

Qual a ação da substância do Lisomuc (Acebrofilina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <p>A acebrofilina foi clinicamente testada como uma droga broncodilatadora e mucorreguladora em mais de 5000 pacientes em muitos pa&#xED;ses europeus e latino-americanos. Sua efic&#xE1;cia foi demonstrada no tratamento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/bronquite-obstrutiva-cronica\" target=\"_blank\">bronquite obstrutiva cr&#xF4;nica</a> e em asma br&#xF4;nquica e bronquite asmatiforme. A tolerabilidade da acebrofilina foi boa em todas as experimenta&#xE7;&#xF5;es clinicas em fase III.</p> <p>Recentemente, um estudo brasileiro com cerca de 4500 crian&#xE7;as tratadas em condi&#xE7;&#xF5;es m&#xF3;rbidas agudas do sistema respirat&#xF3;rio, teve como objetivo melhor definir o perfil da tolerabilidade, padr&#xE3;o de efeitos colaterais e a rela&#xE7;&#xE3;o risco benef&#xED;cio da acebrofilina.</p> <p>Um total de 4500 indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/bronquite-aguda\" target=\"_blank\">bronquite aguda</a> (tipo catarral, espasm&#xF3;dica ou asmatiforme), foram selecionados entre pacientes pedi&#xE1;tricos com 1 a 12 anos de idade, que necessitavam de um tratamento apropriado broncodilatador e mucorregulador.</p> <p>O tratamento com acebrofilina foi eficaz na melhora dos sintomas relacionados ao broncoespasmo, com melhora tanto na sibil&#xE2;ncia como na dispn&#xE9;ia em 91.1% dos pacientes. A sibilancia e a dispn&#xE9;ia desapareceram em 67% e 75% dos casos, respectivamente. Os valores correspondentes para <a href=\"https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/tosse/c\" target=\"_blank\">tosse</a> e expectora&#xE7;&#xE3;o foram 11% e 53% respectivamente. No in&#xED;cio, a condi&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica geral foi estimada como boa em 43% dos pacientes. No fim do tratamento. 88% dos pacientes restantes melhoraram clinicamente.</p> <p>No organismo, a acebrofilina se dissocia em teofilina e ambroxol. O ambroxol tem sido proposto como uma ferramenta terap&#xEA;utica no tratamento de doen&#xE7;as pulmonares. Estudos avaliaram a efic&#xE1;cia do tratamento com ambroxol na secre&#xE7;&#xE3;o de IL-12 e IL-10 de macr&#xF3;fagos alveolares obtidos por lavagem alveolar. A IL tem um papel fundamental na resist&#xEA;ncia do hospedeiro &#xE0; infec&#xE7;&#xF5;es e no desenvolvimento de c&#xE9;lulas do tipo TH-1. Segundo este estudo, o tratamento com ambroxol &#xE9; capaz de elevar a secre&#xE7;&#xE3;o de IL-12 induzida por lipopolisacar&#xED;deos, sugerindo que este tratamento atue promovendo e elevando a resposta inflamat&#xF3;ria e imunol&#xF3;gica mediada por c&#xE9;lulas do tipo TH-1.</p> <p>O tratamento com ambroxol tamb&#xE9;m foi verificado em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/bronquite-cronica\" target=\"_blank\">bronquite cr&#xF4;nica</a>. Pacientes tratados durante tr&#xEA;s semanas com ambroxol apresentaram melhora nos sintomas da bronquite com diminui&#xE7;&#xE3;o da inflama&#xE7;&#xE3;o, diminui&#xE7;&#xE3;o da hiperplasia das c&#xE9;lulas da camada basal e revitaliza&#xE7;&#xE3;o do epit&#xE9;lio. Dessa forma, &#xE9; preconizado que o tratamento com ambroxol &#xE9; um efetivo agente que pode ser utilizado como monoterapia no controle dos sintomas da bronquite.</p> <p>A efic&#xE1;cia e torelabilidade do teofilinato de ambroxol por via oral na dose de 200mg/dia foi avaliado num estudo realizado em 48 pacientes que apresentavam hipersecre&#xE7;&#xE3;o br&#xF4;nquica. Como resultado foi observado a fluidifica&#xE7;&#xE3;o do muco, induzido pela medica&#xE7;&#xE3;o, com uma melhora marcada da sintomatologia cl&#xED;nica e dos efeitos ben&#xE9;ficos sobre a fun&#xE7;&#xE3;o respirat&#xF3;ria destes pacientes.</p> <p>A efic&#xE1;cia e tolerabilidade da acebrofilina na dose de 200 mg/dia, na terapia da bronquite cr&#xF4;nica asmatiforme, foi avaliada em estudo multic&#xEA;ntrico, aberto, onde participaram 92 doentes. A sintomatologia sugestiva (tosse, dispn&#xE9;ia e dificuldade em expectorar), e objetiva que levou em conta o quadro de ausculta e a quantidade e aspecto da expectora&#xE7;&#xE3;o, apresentaram melhora estatisticamente significante a partir do primeiro m&#xEA;s de terapia, e isso foi confirmado no t&#xE9;rmino do estudo. Tamb&#xE9;m o par&#xE2;metro&amp;nbsp;de fun&#xE7;&#xE3;o pulmonar foram favoravelmente influenciados durante o tratamento com um incremento m&#xE9;dio de 20% dos valores medidos. Sendo que nesse estudo tamb&#xE9;m se observou uma grande tolerabilidade da acebrofilina.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1 -&amp;nbsp;Aiharaa M., Dobashia K., Akiyamaa M., Narusea I., Nakazawab T., Mori M. Effects of N-Acetylcysteine and Ambroxol on the Production of IL-12 and IL-10 in Human Alveolar Macrophages. Respiration 2000;67:662&#x2013;671.<br> 2 -&amp;nbsp;Cogo R., Raschi S., Quattrone P. Zini P. Clinical and histologic rating of the treatment with acefyllinate of ambroxol in patients with chronic bronchitis. Advances in therapy, vol-12; n&#xB0; 1. 1995.<br> 3 -&amp;nbsp;Goldgrub N., Soares V.R.X., Hamaoui A., Zavattini G., Poli A. Atividade terap&#xEA;utica e perfil da tolerabilidade da acebrofilina. Advances in therapy 9(2): 107-115. 1992.<br> 4 -&amp;nbsp;Barthekenym F. Le theophyllinate D&#xE1;mbroxol dans L&#xB4;hypersecretion bronchique. Acta Therapeutica 11:453-57, 1985.<br> 5 -&amp;nbsp;Cerveri, I. et al VAlutazione dell&#xE9;fficacia e della tollerabilit&#xE0; di acebrofilina in paziento affetti da bronchite cronica asmatiforme. Giornale Italiano Malattie Del torace. Suppl 1: 107-10,1992.</br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <p>Acebrofilina tem como princ&#xED;pio ativo a acebrofilina, uma entidade molecular resultante da fus&#xE3;o das mol&#xE9;culas do ambroxol (mucorregulador, mucocin&#xE9;tico e indutor do surfactante) com o &#xE1;cido 7-teofilinac&#xE9;tico, por uma rea&#xE7;&#xE3;o de salifica&#xE7;&#xE3;o, resultando em teofilinato de ambroxol (acebrofilina).</p> <p>A a&#xE7;&#xE3;o broncodilatadora parece advir do ac&#xFA;mulo de nucleot&#xED;deos c&#xED;clicos, particularmente do AMP c&#xED;clico na musculatura traqueobr&#xF4;nquica devido &#xE0; inibi&#xE7;&#xE3;o da fosfodiesterase, determinando a eleva&#xE7;&#xE3;o do AMPc e produzindo relaxamento da musculatura lisa por meio da fosforila&#xE7;&#xE3;o dos precursores respons&#xE1;veis pelo relaxamento muscular. Outros mecanismos respons&#xE1;veis poderiam ser o antagonismo competitivo da droga pelos receptores de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/adenosina/bula\" target=\"_blank\">adenosina</a> al&#xE9;m de importante a&#xE7;&#xE3;o sobre fluxo do c&#xE1;lcio intracelular.</p> <p>Ao favorecer a broncodilata&#xE7;&#xE3;o, a acebrofilina reduz o consumo de energia por parte da musculatura diafragm&#xE1;tica e auxilia a atividade ciliar traqueobr&#xF4;nquica. A a&#xE7;&#xE3;o mucorreguladora parece decorrer do est&#xED;mulo &#xE0; produ&#xE7;&#xE3;o de surfactante que reduz a mucoviscosidade da secre&#xE7;&#xE3;o br&#xF4;nquica, impede a aglutina&#xE7;&#xE3;o das part&#xED;culas de muco e reduz a adesividade do muco patol&#xF3;gico.</p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de uma dose oral de Acebrofilina possibilita concentra&#xE7;&#xF5;es s&#xE9;ricas do composto ativo durante v&#xE1;rias horas, com meiavida plasm&#xE1;tica entre 3 - 5 horas.</p> <p>Estudos de toxicidade aguda com dose &#xFA;nica ou doses repetidas, bem como os estudos de toxicidade fetal em animais mostraram que a acebrofilina n&#xE3;o provoca altera&#xE7;&#xF5;es mesmo em doses muito acima das doses terap&#xEA;uticas. N&#xE3;o foi demonstrada a&#xE7;&#xE3;o mutag&#xEA;nica.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Lisomuc?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Lisomuc adulto xarope

Lisomuc® de uso adulto é um xarope límpido, incolor a levemente amarelado, com odor característico de morango.

Lisomuc pediátrico xarope

Lisomuc® de uso pediátrico é um xarope límpido, incolor a levemente amarelado, com odor característico de morango.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Lisomuc

10 mg/ml xarope adulto:

frasco contendo 100 e 120 ml + copo dosador de 10 ml.

5 mg /ml xarope pediátrico:

frasco contendo 100 e 120 ml + copo dosador de 10 ml.

Uso oral&nbsp;

10 mg/ml xarope adulto: uso adulto.

5 mg/ml xarope pediátrico: uso pediátrico acima de 2 anos.

Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

Dizeres Legais do Lisomuc

MS - 1.0385.0109

Farm. Resp.:
Alexandre Madeira de Oliveira
CRF/SC no 3684

Laboratório Farmacêutico Elofar Ltda.
Rua Tereza Cristina, 67
Florianópolis - Santa Catarina
CEP 88070-790
CNPJ: 83.874.628/0001-43
Indústria Brasileira




SAC
0800-600-1344

Venda sob prescrição médica.

5mg/mL, caixa com 1 frasco com 100mL de xarope + copo dosador

Princípio ativo
:
Acebrofilina
Classe Terapêutica
:
Expectorantes
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Expectorante
Especialidade
:
Otorrinolaringologia e Pneumologia

Bula do medicamento

Lisomuc, para o que é indicado e para o que serve?

Lisomuc® é indicado para o tratamento da obstrução dos brônquios, controle e a regulação do muco (catarro) das vias respiratórias e a expectoração do muco das vias respiratórias (eliminação do catarro).

Quais as contraindicações do Lisomuc?

Lisomuc® é contraindicado àqueles que apresentarem hipersensibilidade aos componentes da formulação. Este medicamento é contraindicado para uso por portadores de doenças hepáticas e renais graves.

Este medicamento é contraindicado para menores de 2 anos.

Como usar o Lisomuc?

Adultos e crianças a partir de 12 anos de idade:

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Crianças a partir de 2 anos de idade:

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A duração do tratamento deve ser estabelecida a critério médico, de acordo com a gravidade da doença.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Lisomuc funciona?

Lisomuc® apresenta em sua formulação um derivado de xantina e por isso possui ação broncodilatadora (dilatação dos brônquios), mucorreguladora (controle da quantidade de formação do muco) e expectorante (eliminação de catarro) melhorando a respiração e a expulsão das secreções presentes nos brônquios, contribuindo para a diminuição da falta de ar.

Quais cuidados devo ter ao usar o Lisomuc?

Este medicamento não deve ser utilizado em crianças menores de 2 anos.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como:

Enjoos, vômitos, batimentos rápidos do coração, tremores e dor abdominal.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Lisomuc?

Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como:

Enjoos, vômitos, aumento da frequência cardíaca, tremores, dor abdominal e na região do estômago.

Reações dermatológicas

Relatos da literatura descrevem casos de reações na pele como alergia com prurido eritematoso (pele vermelha e com coceira) e erupções vesiculares (aparecimentos de pequenas bolhas) na região do nariz, lábios superiores e bochechas além de dor e contração involuntária de músculos na região da faringe. Casos de dermatite de contato, assaduras, erupções cutâneas de origem alérgica, (manchas avermelhadas no corpo), além de coceira também tem sido descritos.

Reações gastrintestinais

Em estudos clínicos foi observado que o tratamento com acebrofilina pode promover alteração do hábito intestinal (funcionamento do intestino) que varia de prisão de ventre ou intestino preso a diarreia, salivação excessiva, boca seca, náusea (enjoo) e vômitos.

Reações neurológicas

É possível o aparecimento de reações neurológicas, sendo a fadiga (cansaço) a principal reação adversa relatada com o uso da acebrofilina, mas existem outros relatos como insônia ou sonolência.

Reações Renais

Estudos revelam que pacientes que fazem uso de acebrofilina podem apresentar reações renais, como dificuldade ao urinar com ardor.

Reações Respiratórias

O escorrimento no nariz pode ser uma reação adversa associada ao uso de acebrofilina. Podem ocorrer casos raros de queixas digestivas que desaparecem com a suspensão da medicação ou a diminuição da dose do medicamento. Outras reações adversas são descritas com o uso de Lisomuc®.

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Os vômitos ocorreram em 2,1% dos casos, náuseas e boca seca em 1,4%.

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Tquicardia (batimento cardíaco acelerado) em 0,9%, tremores em 0,9%, agitação em 0,5% e sonolência em 0,3% dos casos, diarreia em 0,5%, e dor abdominal e epigástrica em 0,4%, (dor na boca do estômago) e falta de apetite em 0,11%.

Reação rara (ocorre em 0,01% a 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Desidratação em 0,02%, insônia em 0,05%, vertigem em 0,07%.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Lisomuc?

Caso o paciente esqueça de fazer uso do medicamento ou ainda esteja impossibilitado de utilizar o medicamento, deve-se fazer uso do mesmo tão logo se lembre, ou se estiver próximo do horário da próxima dose deve-se adiantar a dose, sem duplicar a mesma.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Lisomuc?

Cada 5 mL do xarope adulto contém:

50mg de acebrofilina.

Excipientes: ciclamato de sódio, glicerol, propilparabeno, sorbitol, aroma de morango, sacarina sódica, hidróxido de sódio, metilparabeno e água de osmose reversa.

Cada 5 mL do xarope pediátrico contém:

25mg de acebrofilina.

Excipientes: ciclamato de sódio, glicerol, propilparabeno, sorbitol, aroma de morango, sacarina sódica, hidróxido de sódio, metilparabeno e água de osmose reversa.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Lisomuc maior do que a recomendada?

Não foram relatados casos de superdosagem com o princípio ativo de Lisomuc®.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Lisomuc com outros remédios?

Interação medicamento-medicamento

O uso concomitante de Lisomuc® com carbamazepina, fenobarbital, fenitoína e os sais de lítio pode levar a uma redução da efetividade da teofilina por aumentarem a sua metabolização hepática (feita pelo fígado).

O uso concomitante de Lisomuc® com antibióticos macrolídeos (eritromicina), algumas quinolonas como norfloxacino e ciprofloxacino, anti-histamínicos H2 (cimetidina, ranitidina, famotidina), alopurinol,&nbsp;diltiazem e ipriflavona, pode retardar a eliminação da teofilina, aumentando o risco de intoxicação pela mesma.

A intoxicação pode se desenvolver naqueles pacientes cujos níveis séricos (nível da substância no sangue) já são altos, a menos que a dosagem seja reduzida.

Pode ocorrer hipocalemia (diminuição do potássio no sangue) com o uso concomitante de Lisomuc® e salbutamol ou terbutalina. A frequência cardíaca também pode aumentar, principalmente com altas doses de teofilina.

Alguns pacientes podem demonstrar uma diminuição significativa nos níveis de teofilina no sangue quando o Lisomuc® é administrado concomitantemente a salbutamol ou isoprenalina (isoproterenol).

Os níveis séricos (no sangue) da teofilina podem apresentar algum aumento, embora nenhuma toxicidade tenha sido relatada quando o Lisomuc® é administrado concomitantemente a contraceptivos orais.

A administração conjunta de Lisomuc® e medicamentos alfa-adrenérgicos, como a efedrina, pode levar a um aumento das reações adversas, principalmente relacionadas com o sistema nervoso central e gastrintestinais.

O uso de Lisomuc® e produtos a base de Hypericum perforatum pode ocasionar uma redução na eficácia da teofilina.

O uso com betabloqueadores seletivos não é totalmente contraindicado, porém recomenda-se cautela quando desta associação.

Interações medicamento – alimento

A alimentação pode interferir na quantidade de Lisomuc® no organismo. Dietas ricas em proteínas (carnes, ovos, leite e derivados) diminuem a duração do efeito do Lisomuc® . Dietas ricas em carboidratos (açúcares, cereais, pão, massas, etc.) aumentam a duração do efeito do Lisomuc® .

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Lisomuc com alimentos?

A alimentação pode interferir na quantidade de Acebrofilina no organismo.

Dietas ricas em proteínas diminuem a duração do efeito da Acebrofilina.

Dietas ricas em carboidratos aumentam a duração do efeito da Acebrofilina.

O uso com betabloqueadores seletivos não é totalmente contraindicado, porém recomenda-se cautela quando desta associação.

Produtos a base de Hypericum perforatum podem levar a uma redução da eficácia da teofilina.

Qual a ação da substância do Lisomuc (Acebrofilina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <p>A acebrofilina foi clinicamente testada como uma droga broncodilatadora e mucorreguladora em mais de 5000 pacientes em muitos pa&#xED;ses europeus e latino-americanos. Sua efic&#xE1;cia foi demonstrada no tratamento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/bronquite-obstrutiva-cronica\" target=\"_blank\">bronquite obstrutiva cr&#xF4;nica</a> e em asma br&#xF4;nquica e bronquite asmatiforme. A tolerabilidade da acebrofilina foi boa em todas as experimenta&#xE7;&#xF5;es clinicas em fase III.</p> <p>Recentemente, um estudo brasileiro com cerca de 4500 crian&#xE7;as tratadas em condi&#xE7;&#xF5;es m&#xF3;rbidas agudas do sistema respirat&#xF3;rio, teve como objetivo melhor definir o perfil da tolerabilidade, padr&#xE3;o de efeitos colaterais e a rela&#xE7;&#xE3;o risco benef&#xED;cio da acebrofilina.</p> <p>Um total de 4500 indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/bronquite-aguda\" target=\"_blank\">bronquite aguda</a> (tipo catarral, espasm&#xF3;dica ou asmatiforme), foram selecionados entre pacientes pedi&#xE1;tricos com 1 a 12 anos de idade, que necessitavam de um tratamento apropriado broncodilatador e mucorregulador.</p> <p>O tratamento com acebrofilina foi eficaz na melhora dos sintomas relacionados ao broncoespasmo, com melhora tanto na sibil&#xE2;ncia como na dispn&#xE9;ia em 91.1% dos pacientes. A sibilancia e a dispn&#xE9;ia desapareceram em 67% e 75% dos casos, respectivamente. Os valores correspondentes para <a href=\"https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/tosse/c\" target=\"_blank\">tosse</a> e expectora&#xE7;&#xE3;o foram 11% e 53% respectivamente. No in&#xED;cio, a condi&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica geral foi estimada como boa em 43% dos pacientes. No fim do tratamento. 88% dos pacientes restantes melhoraram clinicamente.</p> <p>No organismo, a acebrofilina se dissocia em teofilina e ambroxol. O ambroxol tem sido proposto como uma ferramenta terap&#xEA;utica no tratamento de doen&#xE7;as pulmonares. Estudos avaliaram a efic&#xE1;cia do tratamento com ambroxol na secre&#xE7;&#xE3;o de IL-12 e IL-10 de macr&#xF3;fagos alveolares obtidos por lavagem alveolar. A IL tem um papel fundamental na resist&#xEA;ncia do hospedeiro &#xE0; infec&#xE7;&#xF5;es e no desenvolvimento de c&#xE9;lulas do tipo TH-1. Segundo este estudo, o tratamento com ambroxol &#xE9; capaz de elevar a secre&#xE7;&#xE3;o de IL-12 induzida por lipopolisacar&#xED;deos, sugerindo que este tratamento atue promovendo e elevando a resposta inflamat&#xF3;ria e imunol&#xF3;gica mediada por c&#xE9;lulas do tipo TH-1.</p> <p>O tratamento com ambroxol tamb&#xE9;m foi verificado em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/bronquite-cronica\" target=\"_blank\">bronquite cr&#xF4;nica</a>. Pacientes tratados durante tr&#xEA;s semanas com ambroxol apresentaram melhora nos sintomas da bronquite com diminui&#xE7;&#xE3;o da inflama&#xE7;&#xE3;o, diminui&#xE7;&#xE3;o da hiperplasia das c&#xE9;lulas da camada basal e revitaliza&#xE7;&#xE3;o do epit&#xE9;lio. Dessa forma, &#xE9; preconizado que o tratamento com ambroxol &#xE9; um efetivo agente que pode ser utilizado como monoterapia no controle dos sintomas da bronquite.</p> <p>A efic&#xE1;cia e torelabilidade do teofilinato de ambroxol por via oral na dose de 200mg/dia foi avaliado num estudo realizado em 48 pacientes que apresentavam hipersecre&#xE7;&#xE3;o br&#xF4;nquica. Como resultado foi observado a fluidifica&#xE7;&#xE3;o do muco, induzido pela medica&#xE7;&#xE3;o, com uma melhora marcada da sintomatologia cl&#xED;nica e dos efeitos ben&#xE9;ficos sobre a fun&#xE7;&#xE3;o respirat&#xF3;ria destes pacientes.</p> <p>A efic&#xE1;cia e tolerabilidade da acebrofilina na dose de 200 mg/dia, na terapia da bronquite cr&#xF4;nica asmatiforme, foi avaliada em estudo multic&#xEA;ntrico, aberto, onde participaram 92 doentes. A sintomatologia sugestiva (tosse, dispn&#xE9;ia e dificuldade em expectorar), e objetiva que levou em conta o quadro de ausculta e a quantidade e aspecto da expectora&#xE7;&#xE3;o, apresentaram melhora estatisticamente significante a partir do primeiro m&#xEA;s de terapia, e isso foi confirmado no t&#xE9;rmino do estudo. Tamb&#xE9;m o par&#xE2;metro&amp;nbsp;de fun&#xE7;&#xE3;o pulmonar foram favoravelmente influenciados durante o tratamento com um incremento m&#xE9;dio de 20% dos valores medidos. Sendo que nesse estudo tamb&#xE9;m se observou uma grande tolerabilidade da acebrofilina.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1 -&amp;nbsp;Aiharaa M., Dobashia K., Akiyamaa M., Narusea I., Nakazawab T., Mori M. Effects of N-Acetylcysteine and Ambroxol on the Production of IL-12 and IL-10 in Human Alveolar Macrophages. Respiration 2000;67:662&#x2013;671.<br> 2 -&amp;nbsp;Cogo R., Raschi S., Quattrone P. Zini P. Clinical and histologic rating of the treatment with acefyllinate of ambroxol in patients with chronic bronchitis. Advances in therapy, vol-12; n&#xB0; 1. 1995.<br> 3 -&amp;nbsp;Goldgrub N., Soares V.R.X., Hamaoui A., Zavattini G., Poli A. Atividade terap&#xEA;utica e perfil da tolerabilidade da acebrofilina. Advances in therapy 9(2): 107-115. 1992.<br> 4 -&amp;nbsp;Barthekenym F. Le theophyllinate D&#xE1;mbroxol dans L&#xB4;hypersecretion bronchique. Acta Therapeutica 11:453-57, 1985.<br> 5 -&amp;nbsp;Cerveri, I. et al VAlutazione dell&#xE9;fficacia e della tollerabilit&#xE0; di acebrofilina in paziento affetti da bronchite cronica asmatiforme. Giornale Italiano Malattie Del torace. Suppl 1: 107-10,1992.</br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <p>Acebrofilina tem como princ&#xED;pio ativo a acebrofilina, uma entidade molecular resultante da fus&#xE3;o das mol&#xE9;culas do ambroxol (mucorregulador, mucocin&#xE9;tico e indutor do surfactante) com o &#xE1;cido 7-teofilinac&#xE9;tico, por uma rea&#xE7;&#xE3;o de salifica&#xE7;&#xE3;o, resultando em teofilinato de ambroxol (acebrofilina).</p> <p>A a&#xE7;&#xE3;o broncodilatadora parece advir do ac&#xFA;mulo de nucleot&#xED;deos c&#xED;clicos, particularmente do AMP c&#xED;clico na musculatura traqueobr&#xF4;nquica devido &#xE0; inibi&#xE7;&#xE3;o da fosfodiesterase, determinando a eleva&#xE7;&#xE3;o do AMPc e produzindo relaxamento da musculatura lisa por meio da fosforila&#xE7;&#xE3;o dos precursores respons&#xE1;veis pelo relaxamento muscular. Outros mecanismos respons&#xE1;veis poderiam ser o antagonismo competitivo da droga pelos receptores de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/adenosina/bula\" target=\"_blank\">adenosina</a> al&#xE9;m de importante a&#xE7;&#xE3;o sobre fluxo do c&#xE1;lcio intracelular.</p> <p>Ao favorecer a broncodilata&#xE7;&#xE3;o, a acebrofilina reduz o consumo de energia por parte da musculatura diafragm&#xE1;tica e auxilia a atividade ciliar traqueobr&#xF4;nquica. A a&#xE7;&#xE3;o mucorreguladora parece decorrer do est&#xED;mulo &#xE0; produ&#xE7;&#xE3;o de surfactante que reduz a mucoviscosidade da secre&#xE7;&#xE3;o br&#xF4;nquica, impede a aglutina&#xE7;&#xE3;o das part&#xED;culas de muco e reduz a adesividade do muco patol&#xF3;gico.</p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de uma dose oral de Acebrofilina possibilita concentra&#xE7;&#xF5;es s&#xE9;ricas do composto ativo durante v&#xE1;rias horas, com meiavida plasm&#xE1;tica entre 3 - 5 horas.</p> <p>Estudos de toxicidade aguda com dose &#xFA;nica ou doses repetidas, bem como os estudos de toxicidade fetal em animais mostraram que a acebrofilina n&#xE3;o provoca altera&#xE7;&#xF5;es mesmo em doses muito acima das doses terap&#xEA;uticas. N&#xE3;o foi demonstrada a&#xE7;&#xE3;o mutag&#xEA;nica.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Lisomuc?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Lisomuc adulto xarope

Lisomuc® de uso adulto é um xarope límpido, incolor a levemente amarelado, com odor característico de morango.

Lisomuc pediátrico xarope

Lisomuc® de uso pediátrico é um xarope límpido, incolor a levemente amarelado, com odor característico de morango.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Lisomuc

10 mg/ml xarope adulto:

frasco contendo 100 e 120 ml + copo dosador de 10 ml.

5 mg /ml xarope pediátrico:

frasco contendo 100 e 120 ml + copo dosador de 10 ml.

Uso oral&nbsp;

10 mg/ml xarope adulto: uso adulto.

5 mg/ml xarope pediátrico: uso pediátrico acima de 2 anos.

Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

Dizeres Legais do Lisomuc

MS - 1.0385.0109

Farm. Resp.:
Alexandre Madeira de Oliveira
CRF/SC no 3684

Laboratório Farmacêutico Elofar Ltda.
Rua Tereza Cristina, 67
Florianópolis - Santa Catarina
CEP 88070-790
CNPJ: 83.874.628/0001-43
Indústria Brasileira




SAC
0800-600-1344

Venda sob prescrição médica.

10mg/mL, caixa com 50 frascos com 120mL de xarope + copo dosador (embalagem hospitalar)

Princípio ativo
:
Acebrofilina
Classe Terapêutica
:
Expectorantes
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Expectorante
Especialidade
:
Otorrinolaringologia e Pneumologia

Bula do medicamento

Lisomuc, para o que é indicado e para o que serve?

Lisomuc® é indicado para o tratamento da obstrução dos brônquios, controle e a regulação do muco (catarro) das vias respiratórias e a expectoração do muco das vias respiratórias (eliminação do catarro).

Quais as contraindicações do Lisomuc?

Lisomuc® é contraindicado àqueles que apresentarem hipersensibilidade aos componentes da formulação. Este medicamento é contraindicado para uso por portadores de doenças hepáticas e renais graves.

Este medicamento é contraindicado para menores de 2 anos.

Como usar o Lisomuc?

Adultos e crianças a partir de 12 anos de idade:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:101px\"><strong>Idade</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:179px\"><strong>Posologia</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:203px\"><strong>Hor&#xE1;rio</strong></td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:101px\"><strong>Adultos e crian&#xE7;as a partir de 12 anos</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:179px\">1 copo dosador (10 ml). Xarope Adulto</td> <td style=\"width:203px\"> <p style=\"text-align:center\">A cada 12 horas</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Crianças a partir de 2 anos de idade:

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A duração do tratamento deve ser estabelecida a critério médico, de acordo com a gravidade da doença.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Lisomuc funciona?

Lisomuc® apresenta em sua formulação um derivado de xantina e por isso possui ação broncodilatadora (dilatação dos brônquios), mucorreguladora (controle da quantidade de formação do muco) e expectorante (eliminação de catarro) melhorando a respiração e a expulsão das secreções presentes nos brônquios, contribuindo para a diminuição da falta de ar.

Quais cuidados devo ter ao usar o Lisomuc?

Este medicamento não deve ser utilizado em crianças menores de 2 anos.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como:

Enjoos, vômitos, batimentos rápidos do coração, tremores e dor abdominal.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Lisomuc?

Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como:

Enjoos, vômitos, aumento da frequência cardíaca, tremores, dor abdominal e na região do estômago.

Reações dermatológicas

Relatos da literatura descrevem casos de reações na pele como alergia com prurido eritematoso (pele vermelha e com coceira) e erupções vesiculares (aparecimentos de pequenas bolhas) na região do nariz, lábios superiores e bochechas além de dor e contração involuntária de músculos na região da faringe. Casos de dermatite de contato, assaduras, erupções cutâneas de origem alérgica, (manchas avermelhadas no corpo), além de coceira também tem sido descritos.

Reações gastrintestinais

Em estudos clínicos foi observado que o tratamento com acebrofilina pode promover alteração do hábito intestinal (funcionamento do intestino) que varia de prisão de ventre ou intestino preso a diarreia, salivação excessiva, boca seca, náusea (enjoo) e vômitos.

Reações neurológicas

É possível o aparecimento de reações neurológicas, sendo a fadiga (cansaço) a principal reação adversa relatada com o uso da acebrofilina, mas existem outros relatos como insônia ou sonolência.

Reações Renais

Estudos revelam que pacientes que fazem uso de acebrofilina podem apresentar reações renais, como dificuldade ao urinar com ardor.

Reações Respiratórias

O escorrimento no nariz pode ser uma reação adversa associada ao uso de acebrofilina. Podem ocorrer casos raros de queixas digestivas que desaparecem com a suspensão da medicação ou a diminuição da dose do medicamento. Outras reações adversas são descritas com o uso de Lisomuc®.

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Os vômitos ocorreram em 2,1% dos casos, náuseas e boca seca em 1,4%.

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Tquicardia (batimento cardíaco acelerado) em 0,9%, tremores em 0,9%, agitação em 0,5% e sonolência em 0,3% dos casos, diarreia em 0,5%, e dor abdominal e epigástrica em 0,4%, (dor na boca do estômago) e falta de apetite em 0,11%.

Reação rara (ocorre em 0,01% a 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Desidratação em 0,02%, insônia em 0,05%, vertigem em 0,07%.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Lisomuc?

Caso o paciente esqueça de fazer uso do medicamento ou ainda esteja impossibilitado de utilizar o medicamento, deve-se fazer uso do mesmo tão logo se lembre, ou se estiver próximo do horário da próxima dose deve-se adiantar a dose, sem duplicar a mesma.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Lisomuc?

Cada 5 mL do xarope adulto contém:

50mg de acebrofilina.

Excipientes: ciclamato de sódio, glicerol, propilparabeno, sorbitol, aroma de morango, sacarina sódica, hidróxido de sódio, metilparabeno e água de osmose reversa.

Cada 5 mL do xarope pediátrico contém:

25mg de acebrofilina.

Excipientes: ciclamato de sódio, glicerol, propilparabeno, sorbitol, aroma de morango, sacarina sódica, hidróxido de sódio, metilparabeno e água de osmose reversa.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Lisomuc maior do que a recomendada?

Não foram relatados casos de superdosagem com o princípio ativo de Lisomuc®.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Lisomuc com outros remédios?

Interação medicamento-medicamento

O uso concomitante de Lisomuc® com carbamazepina, fenobarbital, fenitoína e os sais de lítio pode levar a uma redução da efetividade da teofilina por aumentarem a sua metabolização hepática (feita pelo fígado).

O uso concomitante de Lisomuc® com antibióticos macrolídeos (eritromicina), algumas quinolonas como norfloxacino e ciprofloxacino, anti-histamínicos H2 (cimetidina, ranitidina, famotidina), alopurinol,&nbsp;diltiazem e ipriflavona, pode retardar a eliminação da teofilina, aumentando o risco de intoxicação pela mesma.

A intoxicação pode se desenvolver naqueles pacientes cujos níveis séricos (nível da substância no sangue) já são altos, a menos que a dosagem seja reduzida.

Pode ocorrer hipocalemia (diminuição do potássio no sangue) com o uso concomitante de Lisomuc® e salbutamol ou terbutalina. A frequência cardíaca também pode aumentar, principalmente com altas doses de teofilina.

Alguns pacientes podem demonstrar uma diminuição significativa nos níveis de teofilina no sangue quando o Lisomuc® é administrado concomitantemente a salbutamol ou isoprenalina (isoproterenol).

Os níveis séricos (no sangue) da teofilina podem apresentar algum aumento, embora nenhuma toxicidade tenha sido relatada quando o Lisomuc® é administrado concomitantemente a contraceptivos orais.

A administração conjunta de Lisomuc® e medicamentos alfa-adrenérgicos, como a efedrina, pode levar a um aumento das reações adversas, principalmente relacionadas com o sistema nervoso central e gastrintestinais.

O uso de Lisomuc® e produtos a base de Hypericum perforatum pode ocasionar uma redução na eficácia da teofilina.

O uso com betabloqueadores seletivos não é totalmente contraindicado, porém recomenda-se cautela quando desta associação.

Interações medicamento – alimento

A alimentação pode interferir na quantidade de Lisomuc® no organismo. Dietas ricas em proteínas (carnes, ovos, leite e derivados) diminuem a duração do efeito do Lisomuc® . Dietas ricas em carboidratos (açúcares, cereais, pão, massas, etc.) aumentam a duração do efeito do Lisomuc® .

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Lisomuc com alimentos?

A alimentação pode interferir na quantidade de Acebrofilina no organismo.

Dietas ricas em proteínas diminuem a duração do efeito da Acebrofilina.

Dietas ricas em carboidratos aumentam a duração do efeito da Acebrofilina.

O uso com betabloqueadores seletivos não é totalmente contraindicado, porém recomenda-se cautela quando desta associação.

Produtos a base de Hypericum perforatum podem levar a uma redução da eficácia da teofilina.

Qual a ação da substância do Lisomuc (Acebrofilina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <p>A acebrofilina foi clinicamente testada como uma droga broncodilatadora e mucorreguladora em mais de 5000 pacientes em muitos pa&#xED;ses europeus e latino-americanos. Sua efic&#xE1;cia foi demonstrada no tratamento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/bronquite-obstrutiva-cronica\" target=\"_blank\">bronquite obstrutiva cr&#xF4;nica</a> e em asma br&#xF4;nquica e bronquite asmatiforme. A tolerabilidade da acebrofilina foi boa em todas as experimenta&#xE7;&#xF5;es clinicas em fase III.</p> <p>Recentemente, um estudo brasileiro com cerca de 4500 crian&#xE7;as tratadas em condi&#xE7;&#xF5;es m&#xF3;rbidas agudas do sistema respirat&#xF3;rio, teve como objetivo melhor definir o perfil da tolerabilidade, padr&#xE3;o de efeitos colaterais e a rela&#xE7;&#xE3;o risco benef&#xED;cio da acebrofilina.</p> <p>Um total de 4500 indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/bronquite-aguda\" target=\"_blank\">bronquite aguda</a> (tipo catarral, espasm&#xF3;dica ou asmatiforme), foram selecionados entre pacientes pedi&#xE1;tricos com 1 a 12 anos de idade, que necessitavam de um tratamento apropriado broncodilatador e mucorregulador.</p> <p>O tratamento com acebrofilina foi eficaz na melhora dos sintomas relacionados ao broncoespasmo, com melhora tanto na sibil&#xE2;ncia como na dispn&#xE9;ia em 91.1% dos pacientes. A sibilancia e a dispn&#xE9;ia desapareceram em 67% e 75% dos casos, respectivamente. Os valores correspondentes para <a href=\"https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/tosse/c\" target=\"_blank\">tosse</a> e expectora&#xE7;&#xE3;o foram 11% e 53% respectivamente. No in&#xED;cio, a condi&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica geral foi estimada como boa em 43% dos pacientes. No fim do tratamento. 88% dos pacientes restantes melhoraram clinicamente.</p> <p>No organismo, a acebrofilina se dissocia em teofilina e ambroxol. O ambroxol tem sido proposto como uma ferramenta terap&#xEA;utica no tratamento de doen&#xE7;as pulmonares. Estudos avaliaram a efic&#xE1;cia do tratamento com ambroxol na secre&#xE7;&#xE3;o de IL-12 e IL-10 de macr&#xF3;fagos alveolares obtidos por lavagem alveolar. A IL tem um papel fundamental na resist&#xEA;ncia do hospedeiro &#xE0; infec&#xE7;&#xF5;es e no desenvolvimento de c&#xE9;lulas do tipo TH-1. Segundo este estudo, o tratamento com ambroxol &#xE9; capaz de elevar a secre&#xE7;&#xE3;o de IL-12 induzida por lipopolisacar&#xED;deos, sugerindo que este tratamento atue promovendo e elevando a resposta inflamat&#xF3;ria e imunol&#xF3;gica mediada por c&#xE9;lulas do tipo TH-1.</p> <p>O tratamento com ambroxol tamb&#xE9;m foi verificado em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/bronquite-cronica\" target=\"_blank\">bronquite cr&#xF4;nica</a>. Pacientes tratados durante tr&#xEA;s semanas com ambroxol apresentaram melhora nos sintomas da bronquite com diminui&#xE7;&#xE3;o da inflama&#xE7;&#xE3;o, diminui&#xE7;&#xE3;o da hiperplasia das c&#xE9;lulas da camada basal e revitaliza&#xE7;&#xE3;o do epit&#xE9;lio. Dessa forma, &#xE9; preconizado que o tratamento com ambroxol &#xE9; um efetivo agente que pode ser utilizado como monoterapia no controle dos sintomas da bronquite.</p> <p>A efic&#xE1;cia e torelabilidade do teofilinato de ambroxol por via oral na dose de 200mg/dia foi avaliado num estudo realizado em 48 pacientes que apresentavam hipersecre&#xE7;&#xE3;o br&#xF4;nquica. Como resultado foi observado a fluidifica&#xE7;&#xE3;o do muco, induzido pela medica&#xE7;&#xE3;o, com uma melhora marcada da sintomatologia cl&#xED;nica e dos efeitos ben&#xE9;ficos sobre a fun&#xE7;&#xE3;o respirat&#xF3;ria destes pacientes.</p> <p>A efic&#xE1;cia e tolerabilidade da acebrofilina na dose de 200 mg/dia, na terapia da bronquite cr&#xF4;nica asmatiforme, foi avaliada em estudo multic&#xEA;ntrico, aberto, onde participaram 92 doentes. A sintomatologia sugestiva (tosse, dispn&#xE9;ia e dificuldade em expectorar), e objetiva que levou em conta o quadro de ausculta e a quantidade e aspecto da expectora&#xE7;&#xE3;o, apresentaram melhora estatisticamente significante a partir do primeiro m&#xEA;s de terapia, e isso foi confirmado no t&#xE9;rmino do estudo. Tamb&#xE9;m o par&#xE2;metro&amp;nbsp;de fun&#xE7;&#xE3;o pulmonar foram favoravelmente influenciados durante o tratamento com um incremento m&#xE9;dio de 20% dos valores medidos. Sendo que nesse estudo tamb&#xE9;m se observou uma grande tolerabilidade da acebrofilina.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1 -&amp;nbsp;Aiharaa M., Dobashia K., Akiyamaa M., Narusea I., Nakazawab T., Mori M. Effects of N-Acetylcysteine and Ambroxol on the Production of IL-12 and IL-10 in Human Alveolar Macrophages. Respiration 2000;67:662&#x2013;671.<br> 2 -&amp;nbsp;Cogo R., Raschi S., Quattrone P. Zini P. Clinical and histologic rating of the treatment with acefyllinate of ambroxol in patients with chronic bronchitis. Advances in therapy, vol-12; n&#xB0; 1. 1995.<br> 3 -&amp;nbsp;Goldgrub N., Soares V.R.X., Hamaoui A., Zavattini G., Poli A. Atividade terap&#xEA;utica e perfil da tolerabilidade da acebrofilina. Advances in therapy 9(2): 107-115. 1992.<br> 4 -&amp;nbsp;Barthekenym F. Le theophyllinate D&#xE1;mbroxol dans L&#xB4;hypersecretion bronchique. Acta Therapeutica 11:453-57, 1985.<br> 5 -&amp;nbsp;Cerveri, I. et al VAlutazione dell&#xE9;fficacia e della tollerabilit&#xE0; di acebrofilina in paziento affetti da bronchite cronica asmatiforme. Giornale Italiano Malattie Del torace. Suppl 1: 107-10,1992.</br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <p>Acebrofilina tem como princ&#xED;pio ativo a acebrofilina, uma entidade molecular resultante da fus&#xE3;o das mol&#xE9;culas do ambroxol (mucorregulador, mucocin&#xE9;tico e indutor do surfactante) com o &#xE1;cido 7-teofilinac&#xE9;tico, por uma rea&#xE7;&#xE3;o de salifica&#xE7;&#xE3;o, resultando em teofilinato de ambroxol (acebrofilina).</p> <p>A a&#xE7;&#xE3;o broncodilatadora parece advir do ac&#xFA;mulo de nucleot&#xED;deos c&#xED;clicos, particularmente do AMP c&#xED;clico na musculatura traqueobr&#xF4;nquica devido &#xE0; inibi&#xE7;&#xE3;o da fosfodiesterase, determinando a eleva&#xE7;&#xE3;o do AMPc e produzindo relaxamento da musculatura lisa por meio da fosforila&#xE7;&#xE3;o dos precursores respons&#xE1;veis pelo relaxamento muscular. Outros mecanismos respons&#xE1;veis poderiam ser o antagonismo competitivo da droga pelos receptores de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/adenosina/bula\" target=\"_blank\">adenosina</a> al&#xE9;m de importante a&#xE7;&#xE3;o sobre fluxo do c&#xE1;lcio intracelular.</p> <p>Ao favorecer a broncodilata&#xE7;&#xE3;o, a acebrofilina reduz o consumo de energia por parte da musculatura diafragm&#xE1;tica e auxilia a atividade ciliar traqueobr&#xF4;nquica. A a&#xE7;&#xE3;o mucorreguladora parece decorrer do est&#xED;mulo &#xE0; produ&#xE7;&#xE3;o de surfactante que reduz a mucoviscosidade da secre&#xE7;&#xE3;o br&#xF4;nquica, impede a aglutina&#xE7;&#xE3;o das part&#xED;culas de muco e reduz a adesividade do muco patol&#xF3;gico.</p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de uma dose oral de Acebrofilina possibilita concentra&#xE7;&#xF5;es s&#xE9;ricas do composto ativo durante v&#xE1;rias horas, com meiavida plasm&#xE1;tica entre 3 - 5 horas.</p> <p>Estudos de toxicidade aguda com dose &#xFA;nica ou doses repetidas, bem como os estudos de toxicidade fetal em animais mostraram que a acebrofilina n&#xE3;o provoca altera&#xE7;&#xF5;es mesmo em doses muito acima das doses terap&#xEA;uticas. N&#xE3;o foi demonstrada a&#xE7;&#xE3;o mutag&#xEA;nica.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Lisomuc?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Lisomuc adulto xarope

Lisomuc® de uso adulto é um xarope límpido, incolor a levemente amarelado, com odor característico de morango.

Lisomuc pediátrico xarope

Lisomuc® de uso pediátrico é um xarope límpido, incolor a levemente amarelado, com odor característico de morango.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Lisomuc

10 mg/ml xarope adulto:

frasco contendo 100 e 120 ml + copo dosador de 10 ml.

5 mg /ml xarope pediátrico:

frasco contendo 100 e 120 ml + copo dosador de 10 ml.

Uso oral&nbsp;

10 mg/ml xarope adulto: uso adulto.

5 mg/ml xarope pediátrico: uso pediátrico acima de 2 anos.

Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

Dizeres Legais do Lisomuc

MS - 1.0385.0109

Farm. Resp.:
Alexandre Madeira de Oliveira
CRF/SC no 3684

Laboratório Farmacêutico Elofar Ltda.
Rua Tereza Cristina, 67
Florianópolis - Santa Catarina
CEP 88070-790
CNPJ: 83.874.628/0001-43
Indústria Brasileira




SAC
0800-600-1344

Venda sob prescrição médica.

5mg/mL, caixa com 50 frascos com 120mL de xarope + copo dosador (embalagem hospitalar)

Princípio ativo
:
Acebrofilina
Classe Terapêutica
:
Expectorantes
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Expectorante
Especialidade
:
Otorrinolaringologia e Pneumologia

Bula do medicamento

Lisomuc, para o que é indicado e para o que serve?

Lisomuc® é indicado para o tratamento da obstrução dos brônquios, controle e a regulação do muco (catarro) das vias respiratórias e a expectoração do muco das vias respiratórias (eliminação do catarro).

Quais as contraindicações do Lisomuc?

Lisomuc® é contraindicado àqueles que apresentarem hipersensibilidade aos componentes da formulação. Este medicamento é contraindicado para uso por portadores de doenças hepáticas e renais graves.

Este medicamento é contraindicado para menores de 2 anos.

Como usar o Lisomuc?

Adultos e crianças a partir de 12 anos de idade:

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Crianças a partir de 2 anos de idade:

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A duração do tratamento deve ser estabelecida a critério médico, de acordo com a gravidade da doença.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Lisomuc funciona?

Lisomuc® apresenta em sua formulação um derivado de xantina e por isso possui ação broncodilatadora (dilatação dos brônquios), mucorreguladora (controle da quantidade de formação do muco) e expectorante (eliminação de catarro) melhorando a respiração e a expulsão das secreções presentes nos brônquios, contribuindo para a diminuição da falta de ar.

Quais cuidados devo ter ao usar o Lisomuc?

Este medicamento não deve ser utilizado em crianças menores de 2 anos.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como:

Enjoos, vômitos, batimentos rápidos do coração, tremores e dor abdominal.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Lisomuc?

Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como:

Enjoos, vômitos, aumento da frequência cardíaca, tremores, dor abdominal e na região do estômago.

Reações dermatológicas

Relatos da literatura descrevem casos de reações na pele como alergia com prurido eritematoso (pele vermelha e com coceira) e erupções vesiculares (aparecimentos de pequenas bolhas) na região do nariz, lábios superiores e bochechas além de dor e contração involuntária de músculos na região da faringe. Casos de dermatite de contato, assaduras, erupções cutâneas de origem alérgica, (manchas avermelhadas no corpo), além de coceira também tem sido descritos.

Reações gastrintestinais

Em estudos clínicos foi observado que o tratamento com acebrofilina pode promover alteração do hábito intestinal (funcionamento do intestino) que varia de prisão de ventre ou intestino preso a diarreia, salivação excessiva, boca seca, náusea (enjoo) e vômitos.

Reações neurológicas

É possível o aparecimento de reações neurológicas, sendo a fadiga (cansaço) a principal reação adversa relatada com o uso da acebrofilina, mas existem outros relatos como insônia ou sonolência.

Reações Renais

Estudos revelam que pacientes que fazem uso de acebrofilina podem apresentar reações renais, como dificuldade ao urinar com ardor.

Reações Respiratórias

O escorrimento no nariz pode ser uma reação adversa associada ao uso de acebrofilina. Podem ocorrer casos raros de queixas digestivas que desaparecem com a suspensão da medicação ou a diminuição da dose do medicamento. Outras reações adversas são descritas com o uso de Lisomuc®.

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Os vômitos ocorreram em 2,1% dos casos, náuseas e boca seca em 1,4%.

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Tquicardia (batimento cardíaco acelerado) em 0,9%, tremores em 0,9%, agitação em 0,5% e sonolência em 0,3% dos casos, diarreia em 0,5%, e dor abdominal e epigástrica em 0,4%, (dor na boca do estômago) e falta de apetite em 0,11%.

Reação rara (ocorre em 0,01% a 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Desidratação em 0,02%, insônia em 0,05%, vertigem em 0,07%.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Lisomuc?

Caso o paciente esqueça de fazer uso do medicamento ou ainda esteja impossibilitado de utilizar o medicamento, deve-se fazer uso do mesmo tão logo se lembre, ou se estiver próximo do horário da próxima dose deve-se adiantar a dose, sem duplicar a mesma.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Lisomuc?

Cada 5 mL do xarope adulto contém:

50mg de acebrofilina.

Excipientes: ciclamato de sódio, glicerol, propilparabeno, sorbitol, aroma de morango, sacarina sódica, hidróxido de sódio, metilparabeno e água de osmose reversa.

Cada 5 mL do xarope pediátrico contém:

25mg de acebrofilina.

Excipientes: ciclamato de sódio, glicerol, propilparabeno, sorbitol, aroma de morango, sacarina sódica, hidróxido de sódio, metilparabeno e água de osmose reversa.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Lisomuc maior do que a recomendada?

Não foram relatados casos de superdosagem com o princípio ativo de Lisomuc®.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Lisomuc com outros remédios?

Interação medicamento-medicamento

O uso concomitante de Lisomuc® com carbamazepina, fenobarbital, fenitoína e os sais de lítio pode levar a uma redução da efetividade da teofilina por aumentarem a sua metabolização hepática (feita pelo fígado).

O uso concomitante de Lisomuc® com antibióticos macrolídeos (eritromicina), algumas quinolonas como norfloxacino e ciprofloxacino, anti-histamínicos H2 (cimetidina, ranitidina, famotidina), alopurinol,&nbsp;diltiazem e ipriflavona, pode retardar a eliminação da teofilina, aumentando o risco de intoxicação pela mesma.

A intoxicação pode se desenvolver naqueles pacientes cujos níveis séricos (nível da substância no sangue) já são altos, a menos que a dosagem seja reduzida.

Pode ocorrer hipocalemia (diminuição do potássio no sangue) com o uso concomitante de Lisomuc® e salbutamol ou terbutalina. A frequência cardíaca também pode aumentar, principalmente com altas doses de teofilina.

Alguns pacientes podem demonstrar uma diminuição significativa nos níveis de teofilina no sangue quando o Lisomuc® é administrado concomitantemente a salbutamol ou isoprenalina (isoproterenol).

Os níveis séricos (no sangue) da teofilina podem apresentar algum aumento, embora nenhuma toxicidade tenha sido relatada quando o Lisomuc® é administrado concomitantemente a contraceptivos orais.

A administração conjunta de Lisomuc® e medicamentos alfa-adrenérgicos, como a efedrina, pode levar a um aumento das reações adversas, principalmente relacionadas com o sistema nervoso central e gastrintestinais.

O uso de Lisomuc® e produtos a base de Hypericum perforatum pode ocasionar uma redução na eficácia da teofilina.

O uso com betabloqueadores seletivos não é totalmente contraindicado, porém recomenda-se cautela quando desta associação.

Interações medicamento – alimento

A alimentação pode interferir na quantidade de Lisomuc® no organismo. Dietas ricas em proteínas (carnes, ovos, leite e derivados) diminuem a duração do efeito do Lisomuc® . Dietas ricas em carboidratos (açúcares, cereais, pão, massas, etc.) aumentam a duração do efeito do Lisomuc® .

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Lisomuc com alimentos?

A alimentação pode interferir na quantidade de Acebrofilina no organismo.

Dietas ricas em proteínas diminuem a duração do efeito da Acebrofilina.

Dietas ricas em carboidratos aumentam a duração do efeito da Acebrofilina.

O uso com betabloqueadores seletivos não é totalmente contraindicado, porém recomenda-se cautela quando desta associação.

Produtos a base de Hypericum perforatum podem levar a uma redução da eficácia da teofilina.

Qual a ação da substância do Lisomuc (Acebrofilina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <p>A acebrofilina foi clinicamente testada como uma droga broncodilatadora e mucorreguladora em mais de 5000 pacientes em muitos pa&#xED;ses europeus e latino-americanos. Sua efic&#xE1;cia foi demonstrada no tratamento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/bronquite-obstrutiva-cronica\" target=\"_blank\">bronquite obstrutiva cr&#xF4;nica</a> e em asma br&#xF4;nquica e bronquite asmatiforme. A tolerabilidade da acebrofilina foi boa em todas as experimenta&#xE7;&#xF5;es clinicas em fase III.</p> <p>Recentemente, um estudo brasileiro com cerca de 4500 crian&#xE7;as tratadas em condi&#xE7;&#xF5;es m&#xF3;rbidas agudas do sistema respirat&#xF3;rio, teve como objetivo melhor definir o perfil da tolerabilidade, padr&#xE3;o de efeitos colaterais e a rela&#xE7;&#xE3;o risco benef&#xED;cio da acebrofilina.</p> <p>Um total de 4500 indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/bronquite-aguda\" target=\"_blank\">bronquite aguda</a> (tipo catarral, espasm&#xF3;dica ou asmatiforme), foram selecionados entre pacientes pedi&#xE1;tricos com 1 a 12 anos de idade, que necessitavam de um tratamento apropriado broncodilatador e mucorregulador.</p> <p>O tratamento com acebrofilina foi eficaz na melhora dos sintomas relacionados ao broncoespasmo, com melhora tanto na sibil&#xE2;ncia como na dispn&#xE9;ia em 91.1% dos pacientes. A sibilancia e a dispn&#xE9;ia desapareceram em 67% e 75% dos casos, respectivamente. Os valores correspondentes para <a href=\"https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/tosse/c\" target=\"_blank\">tosse</a> e expectora&#xE7;&#xE3;o foram 11% e 53% respectivamente. No in&#xED;cio, a condi&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica geral foi estimada como boa em 43% dos pacientes. No fim do tratamento. 88% dos pacientes restantes melhoraram clinicamente.</p> <p>No organismo, a acebrofilina se dissocia em teofilina e ambroxol. O ambroxol tem sido proposto como uma ferramenta terap&#xEA;utica no tratamento de doen&#xE7;as pulmonares. Estudos avaliaram a efic&#xE1;cia do tratamento com ambroxol na secre&#xE7;&#xE3;o de IL-12 e IL-10 de macr&#xF3;fagos alveolares obtidos por lavagem alveolar. A IL tem um papel fundamental na resist&#xEA;ncia do hospedeiro &#xE0; infec&#xE7;&#xF5;es e no desenvolvimento de c&#xE9;lulas do tipo TH-1. Segundo este estudo, o tratamento com ambroxol &#xE9; capaz de elevar a secre&#xE7;&#xE3;o de IL-12 induzida por lipopolisacar&#xED;deos, sugerindo que este tratamento atue promovendo e elevando a resposta inflamat&#xF3;ria e imunol&#xF3;gica mediada por c&#xE9;lulas do tipo TH-1.</p> <p>O tratamento com ambroxol tamb&#xE9;m foi verificado em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/bronquite-cronica\" target=\"_blank\">bronquite cr&#xF4;nica</a>. Pacientes tratados durante tr&#xEA;s semanas com ambroxol apresentaram melhora nos sintomas da bronquite com diminui&#xE7;&#xE3;o da inflama&#xE7;&#xE3;o, diminui&#xE7;&#xE3;o da hiperplasia das c&#xE9;lulas da camada basal e revitaliza&#xE7;&#xE3;o do epit&#xE9;lio. Dessa forma, &#xE9; preconizado que o tratamento com ambroxol &#xE9; um efetivo agente que pode ser utilizado como monoterapia no controle dos sintomas da bronquite.</p> <p>A efic&#xE1;cia e torelabilidade do teofilinato de ambroxol por via oral na dose de 200mg/dia foi avaliado num estudo realizado em 48 pacientes que apresentavam hipersecre&#xE7;&#xE3;o br&#xF4;nquica. Como resultado foi observado a fluidifica&#xE7;&#xE3;o do muco, induzido pela medica&#xE7;&#xE3;o, com uma melhora marcada da sintomatologia cl&#xED;nica e dos efeitos ben&#xE9;ficos sobre a fun&#xE7;&#xE3;o respirat&#xF3;ria destes pacientes.</p> <p>A efic&#xE1;cia e tolerabilidade da acebrofilina na dose de 200 mg/dia, na terapia da bronquite cr&#xF4;nica asmatiforme, foi avaliada em estudo multic&#xEA;ntrico, aberto, onde participaram 92 doentes. A sintomatologia sugestiva (tosse, dispn&#xE9;ia e dificuldade em expectorar), e objetiva que levou em conta o quadro de ausculta e a quantidade e aspecto da expectora&#xE7;&#xE3;o, apresentaram melhora estatisticamente significante a partir do primeiro m&#xEA;s de terapia, e isso foi confirmado no t&#xE9;rmino do estudo. Tamb&#xE9;m o par&#xE2;metro&amp;nbsp;de fun&#xE7;&#xE3;o pulmonar foram favoravelmente influenciados durante o tratamento com um incremento m&#xE9;dio de 20% dos valores medidos. Sendo que nesse estudo tamb&#xE9;m se observou uma grande tolerabilidade da acebrofilina.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1 -&amp;nbsp;Aiharaa M., Dobashia K., Akiyamaa M., Narusea I., Nakazawab T., Mori M. Effects of N-Acetylcysteine and Ambroxol on the Production of IL-12 and IL-10 in Human Alveolar Macrophages. Respiration 2000;67:662&#x2013;671.<br> 2 -&amp;nbsp;Cogo R., Raschi S., Quattrone P. Zini P. Clinical and histologic rating of the treatment with acefyllinate of ambroxol in patients with chronic bronchitis. Advances in therapy, vol-12; n&#xB0; 1. 1995.<br> 3 -&amp;nbsp;Goldgrub N., Soares V.R.X., Hamaoui A., Zavattini G., Poli A. Atividade terap&#xEA;utica e perfil da tolerabilidade da acebrofilina. Advances in therapy 9(2): 107-115. 1992.<br> 4 -&amp;nbsp;Barthekenym F. Le theophyllinate D&#xE1;mbroxol dans L&#xB4;hypersecretion bronchique. Acta Therapeutica 11:453-57, 1985.<br> 5 -&amp;nbsp;Cerveri, I. et al VAlutazione dell&#xE9;fficacia e della tollerabilit&#xE0; di acebrofilina in paziento affetti da bronchite cronica asmatiforme. Giornale Italiano Malattie Del torace. Suppl 1: 107-10,1992.</br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <p>Acebrofilina tem como princ&#xED;pio ativo a acebrofilina, uma entidade molecular resultante da fus&#xE3;o das mol&#xE9;culas do ambroxol (mucorregulador, mucocin&#xE9;tico e indutor do surfactante) com o &#xE1;cido 7-teofilinac&#xE9;tico, por uma rea&#xE7;&#xE3;o de salifica&#xE7;&#xE3;o, resultando em teofilinato de ambroxol (acebrofilina).</p> <p>A a&#xE7;&#xE3;o broncodilatadora parece advir do ac&#xFA;mulo de nucleot&#xED;deos c&#xED;clicos, particularmente do AMP c&#xED;clico na musculatura traqueobr&#xF4;nquica devido &#xE0; inibi&#xE7;&#xE3;o da fosfodiesterase, determinando a eleva&#xE7;&#xE3;o do AMPc e produzindo relaxamento da musculatura lisa por meio da fosforila&#xE7;&#xE3;o dos precursores respons&#xE1;veis pelo relaxamento muscular. Outros mecanismos respons&#xE1;veis poderiam ser o antagonismo competitivo da droga pelos receptores de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/adenosina/bula\" target=\"_blank\">adenosina</a> al&#xE9;m de importante a&#xE7;&#xE3;o sobre fluxo do c&#xE1;lcio intracelular.</p> <p>Ao favorecer a broncodilata&#xE7;&#xE3;o, a acebrofilina reduz o consumo de energia por parte da musculatura diafragm&#xE1;tica e auxilia a atividade ciliar traqueobr&#xF4;nquica. A a&#xE7;&#xE3;o mucorreguladora parece decorrer do est&#xED;mulo &#xE0; produ&#xE7;&#xE3;o de surfactante que reduz a mucoviscosidade da secre&#xE7;&#xE3;o br&#xF4;nquica, impede a aglutina&#xE7;&#xE3;o das part&#xED;culas de muco e reduz a adesividade do muco patol&#xF3;gico.</p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de uma dose oral de Acebrofilina possibilita concentra&#xE7;&#xF5;es s&#xE9;ricas do composto ativo durante v&#xE1;rias horas, com meiavida plasm&#xE1;tica entre 3 - 5 horas.</p> <p>Estudos de toxicidade aguda com dose &#xFA;nica ou doses repetidas, bem como os estudos de toxicidade fetal em animais mostraram que a acebrofilina n&#xE3;o provoca altera&#xE7;&#xF5;es mesmo em doses muito acima das doses terap&#xEA;uticas. N&#xE3;o foi demonstrada a&#xE7;&#xE3;o mutag&#xEA;nica.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Lisomuc?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Lisomuc adulto xarope

Lisomuc® de uso adulto é um xarope límpido, incolor a levemente amarelado, com odor característico de morango.

Lisomuc pediátrico xarope

Lisomuc® de uso pediátrico é um xarope límpido, incolor a levemente amarelado, com odor característico de morango.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Lisomuc

10 mg/ml xarope adulto:

frasco contendo 100 e 120 ml + copo dosador de 10 ml.

5 mg /ml xarope pediátrico:

frasco contendo 100 e 120 ml + copo dosador de 10 ml.

Uso oral&nbsp;

10 mg/ml xarope adulto: uso adulto.

5 mg/ml xarope pediátrico: uso pediátrico acima de 2 anos.

Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

Dizeres Legais do Lisomuc

MS - 1.0385.0109

Farm. Resp.:
Alexandre Madeira de Oliveira
CRF/SC no 3684

Laboratório Farmacêutico Elofar Ltda.
Rua Tereza Cristina, 67
Florianópolis - Santa Catarina
CEP 88070-790
CNPJ: 83.874.628/0001-43
Indústria Brasileira




SAC
0800-600-1344

Venda sob prescrição médica.

10mg/mL, caixa com 1 frasco com 100mL de xarope + copo

Princípio ativo
:
Acebrofilina
Classe Terapêutica
:
Expectorantes
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Expectorante
Especialidade
:
Otorrinolaringologia e Pneumologia

Bula do medicamento

Lisomuc, para o que é indicado e para o que serve?

Lisomuc® é indicado para o tratamento da obstrução dos brônquios, controle e a regulação do muco (catarro) das vias respiratórias e a expectoração do muco das vias respiratórias (eliminação do catarro).

Quais as contraindicações do Lisomuc?

Lisomuc® é contraindicado àqueles que apresentarem hipersensibilidade aos componentes da formulação. Este medicamento é contraindicado para uso por portadores de doenças hepáticas e renais graves.

Este medicamento é contraindicado para menores de 2 anos.

Como usar o Lisomuc?

Adultos e crianças a partir de 12 anos de idade:

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Crianças a partir de 2 anos de idade:

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A duração do tratamento deve ser estabelecida a critério médico, de acordo com a gravidade da doença.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Lisomuc funciona?

Lisomuc® apresenta em sua formulação um derivado de xantina e por isso possui ação broncodilatadora (dilatação dos brônquios), mucorreguladora (controle da quantidade de formação do muco) e expectorante (eliminação de catarro) melhorando a respiração e a expulsão das secreções presentes nos brônquios, contribuindo para a diminuição da falta de ar.

Quais cuidados devo ter ao usar o Lisomuc?

Este medicamento não deve ser utilizado em crianças menores de 2 anos.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como:

Enjoos, vômitos, batimentos rápidos do coração, tremores e dor abdominal.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Lisomuc?

Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como:

Enjoos, vômitos, aumento da frequência cardíaca, tremores, dor abdominal e na região do estômago.

Reações dermatológicas

Relatos da literatura descrevem casos de reações na pele como alergia com prurido eritematoso (pele vermelha e com coceira) e erupções vesiculares (aparecimentos de pequenas bolhas) na região do nariz, lábios superiores e bochechas além de dor e contração involuntária de músculos na região da faringe. Casos de dermatite de contato, assaduras, erupções cutâneas de origem alérgica, (manchas avermelhadas no corpo), além de coceira também tem sido descritos.

Reações gastrintestinais

Em estudos clínicos foi observado que o tratamento com acebrofilina pode promover alteração do hábito intestinal (funcionamento do intestino) que varia de prisão de ventre ou intestino preso a diarreia, salivação excessiva, boca seca, náusea (enjoo) e vômitos.

Reações neurológicas

É possível o aparecimento de reações neurológicas, sendo a fadiga (cansaço) a principal reação adversa relatada com o uso da acebrofilina, mas existem outros relatos como insônia ou sonolência.

Reações Renais

Estudos revelam que pacientes que fazem uso de acebrofilina podem apresentar reações renais, como dificuldade ao urinar com ardor.

Reações Respiratórias

O escorrimento no nariz pode ser uma reação adversa associada ao uso de acebrofilina. Podem ocorrer casos raros de queixas digestivas que desaparecem com a suspensão da medicação ou a diminuição da dose do medicamento. Outras reações adversas são descritas com o uso de Lisomuc®.

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Os vômitos ocorreram em 2,1% dos casos, náuseas e boca seca em 1,4%.

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Tquicardia (batimento cardíaco acelerado) em 0,9%, tremores em 0,9%, agitação em 0,5% e sonolência em 0,3% dos casos, diarreia em 0,5%, e dor abdominal e epigástrica em 0,4%, (dor na boca do estômago) e falta de apetite em 0,11%.

Reação rara (ocorre em 0,01% a 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Desidratação em 0,02%, insônia em 0,05%, vertigem em 0,07%.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Lisomuc?

Caso o paciente esqueça de fazer uso do medicamento ou ainda esteja impossibilitado de utilizar o medicamento, deve-se fazer uso do mesmo tão logo se lembre, ou se estiver próximo do horário da próxima dose deve-se adiantar a dose, sem duplicar a mesma.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Lisomuc?

Cada 5 mL do xarope adulto contém:

50mg de acebrofilina.

Excipientes: ciclamato de sódio, glicerol, propilparabeno, sorbitol, aroma de morango, sacarina sódica, hidróxido de sódio, metilparabeno e água de osmose reversa.

Cada 5 mL do xarope pediátrico contém:

25mg de acebrofilina.

Excipientes: ciclamato de sódio, glicerol, propilparabeno, sorbitol, aroma de morango, sacarina sódica, hidróxido de sódio, metilparabeno e água de osmose reversa.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Lisomuc maior do que a recomendada?

Não foram relatados casos de superdosagem com o princípio ativo de Lisomuc®.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Lisomuc com outros remédios?

Interação medicamento-medicamento

O uso concomitante de Lisomuc® com carbamazepina, fenobarbital, fenitoína e os sais de lítio pode levar a uma redução da efetividade da teofilina por aumentarem a sua metabolização hepática (feita pelo fígado).

O uso concomitante de Lisomuc® com antibióticos macrolídeos (eritromicina), algumas quinolonas como norfloxacino e ciprofloxacino, anti-histamínicos H2 (cimetidina, ranitidina, famotidina), alopurinol,&nbsp;diltiazem e ipriflavona, pode retardar a eliminação da teofilina, aumentando o risco de intoxicação pela mesma.

A intoxicação pode se desenvolver naqueles pacientes cujos níveis séricos (nível da substância no sangue) já são altos, a menos que a dosagem seja reduzida.

Pode ocorrer hipocalemia (diminuição do potássio no sangue) com o uso concomitante de Lisomuc® e salbutamol ou terbutalina. A frequência cardíaca também pode aumentar, principalmente com altas doses de teofilina.

Alguns pacientes podem demonstrar uma diminuição significativa nos níveis de teofilina no sangue quando o Lisomuc® é administrado concomitantemente a salbutamol ou isoprenalina (isoproterenol).

Os níveis séricos (no sangue) da teofilina podem apresentar algum aumento, embora nenhuma toxicidade tenha sido relatada quando o Lisomuc® é administrado concomitantemente a contraceptivos orais.

A administração conjunta de Lisomuc® e medicamentos alfa-adrenérgicos, como a efedrina, pode levar a um aumento das reações adversas, principalmente relacionadas com o sistema nervoso central e gastrintestinais.

O uso de Lisomuc® e produtos a base de Hypericum perforatum pode ocasionar uma redução na eficácia da teofilina.

O uso com betabloqueadores seletivos não é totalmente contraindicado, porém recomenda-se cautela quando desta associação.

Interações medicamento – alimento

A alimentação pode interferir na quantidade de Lisomuc® no organismo. Dietas ricas em proteínas (carnes, ovos, leite e derivados) diminuem a duração do efeito do Lisomuc® . Dietas ricas em carboidratos (açúcares, cereais, pão, massas, etc.) aumentam a duração do efeito do Lisomuc® .

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Lisomuc com alimentos?

A alimentação pode interferir na quantidade de Acebrofilina no organismo.

Dietas ricas em proteínas diminuem a duração do efeito da Acebrofilina.

Dietas ricas em carboidratos aumentam a duração do efeito da Acebrofilina.

O uso com betabloqueadores seletivos não é totalmente contraindicado, porém recomenda-se cautela quando desta associação.

Produtos a base de Hypericum perforatum podem levar a uma redução da eficácia da teofilina.

Qual a ação da substância do Lisomuc (Acebrofilina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <p>A acebrofilina foi clinicamente testada como uma droga broncodilatadora e mucorreguladora em mais de 5000 pacientes em muitos pa&#xED;ses europeus e latino-americanos. Sua efic&#xE1;cia foi demonstrada no tratamento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/bronquite-obstrutiva-cronica\" target=\"_blank\">bronquite obstrutiva cr&#xF4;nica</a> e em asma br&#xF4;nquica e bronquite asmatiforme. A tolerabilidade da acebrofilina foi boa em todas as experimenta&#xE7;&#xF5;es clinicas em fase III.</p> <p>Recentemente, um estudo brasileiro com cerca de 4500 crian&#xE7;as tratadas em condi&#xE7;&#xF5;es m&#xF3;rbidas agudas do sistema respirat&#xF3;rio, teve como objetivo melhor definir o perfil da tolerabilidade, padr&#xE3;o de efeitos colaterais e a rela&#xE7;&#xE3;o risco benef&#xED;cio da acebrofilina.</p> <p>Um total de 4500 indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/bronquite-aguda\" target=\"_blank\">bronquite aguda</a> (tipo catarral, espasm&#xF3;dica ou asmatiforme), foram selecionados entre pacientes pedi&#xE1;tricos com 1 a 12 anos de idade, que necessitavam de um tratamento apropriado broncodilatador e mucorregulador.</p> <p>O tratamento com acebrofilina foi eficaz na melhora dos sintomas relacionados ao broncoespasmo, com melhora tanto na sibil&#xE2;ncia como na dispn&#xE9;ia em 91.1% dos pacientes. A sibilancia e a dispn&#xE9;ia desapareceram em 67% e 75% dos casos, respectivamente. Os valores correspondentes para <a href=\"https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/tosse/c\" target=\"_blank\">tosse</a> e expectora&#xE7;&#xE3;o foram 11% e 53% respectivamente. No in&#xED;cio, a condi&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica geral foi estimada como boa em 43% dos pacientes. No fim do tratamento. 88% dos pacientes restantes melhoraram clinicamente.</p> <p>No organismo, a acebrofilina se dissocia em teofilina e ambroxol. O ambroxol tem sido proposto como uma ferramenta terap&#xEA;utica no tratamento de doen&#xE7;as pulmonares. Estudos avaliaram a efic&#xE1;cia do tratamento com ambroxol na secre&#xE7;&#xE3;o de IL-12 e IL-10 de macr&#xF3;fagos alveolares obtidos por lavagem alveolar. A IL tem um papel fundamental na resist&#xEA;ncia do hospedeiro &#xE0; infec&#xE7;&#xF5;es e no desenvolvimento de c&#xE9;lulas do tipo TH-1. Segundo este estudo, o tratamento com ambroxol &#xE9; capaz de elevar a secre&#xE7;&#xE3;o de IL-12 induzida por lipopolisacar&#xED;deos, sugerindo que este tratamento atue promovendo e elevando a resposta inflamat&#xF3;ria e imunol&#xF3;gica mediada por c&#xE9;lulas do tipo TH-1.</p> <p>O tratamento com ambroxol tamb&#xE9;m foi verificado em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/bronquite-cronica\" target=\"_blank\">bronquite cr&#xF4;nica</a>. Pacientes tratados durante tr&#xEA;s semanas com ambroxol apresentaram melhora nos sintomas da bronquite com diminui&#xE7;&#xE3;o da inflama&#xE7;&#xE3;o, diminui&#xE7;&#xE3;o da hiperplasia das c&#xE9;lulas da camada basal e revitaliza&#xE7;&#xE3;o do epit&#xE9;lio. Dessa forma, &#xE9; preconizado que o tratamento com ambroxol &#xE9; um efetivo agente que pode ser utilizado como monoterapia no controle dos sintomas da bronquite.</p> <p>A efic&#xE1;cia e torelabilidade do teofilinato de ambroxol por via oral na dose de 200mg/dia foi avaliado num estudo realizado em 48 pacientes que apresentavam hipersecre&#xE7;&#xE3;o br&#xF4;nquica. Como resultado foi observado a fluidifica&#xE7;&#xE3;o do muco, induzido pela medica&#xE7;&#xE3;o, com uma melhora marcada da sintomatologia cl&#xED;nica e dos efeitos ben&#xE9;ficos sobre a fun&#xE7;&#xE3;o respirat&#xF3;ria destes pacientes.</p> <p>A efic&#xE1;cia e tolerabilidade da acebrofilina na dose de 200 mg/dia, na terapia da bronquite cr&#xF4;nica asmatiforme, foi avaliada em estudo multic&#xEA;ntrico, aberto, onde participaram 92 doentes. A sintomatologia sugestiva (tosse, dispn&#xE9;ia e dificuldade em expectorar), e objetiva que levou em conta o quadro de ausculta e a quantidade e aspecto da expectora&#xE7;&#xE3;o, apresentaram melhora estatisticamente significante a partir do primeiro m&#xEA;s de terapia, e isso foi confirmado no t&#xE9;rmino do estudo. Tamb&#xE9;m o par&#xE2;metro&amp;nbsp;de fun&#xE7;&#xE3;o pulmonar foram favoravelmente influenciados durante o tratamento com um incremento m&#xE9;dio de 20% dos valores medidos. Sendo que nesse estudo tamb&#xE9;m se observou uma grande tolerabilidade da acebrofilina.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1 -&amp;nbsp;Aiharaa M., Dobashia K., Akiyamaa M., Narusea I., Nakazawab T., Mori M. Effects of N-Acetylcysteine and Ambroxol on the Production of IL-12 and IL-10 in Human Alveolar Macrophages. Respiration 2000;67:662&#x2013;671.<br> 2 -&amp;nbsp;Cogo R., Raschi S., Quattrone P. Zini P. Clinical and histologic rating of the treatment with acefyllinate of ambroxol in patients with chronic bronchitis. Advances in therapy, vol-12; n&#xB0; 1. 1995.<br> 3 -&amp;nbsp;Goldgrub N., Soares V.R.X., Hamaoui A., Zavattini G., Poli A. Atividade terap&#xEA;utica e perfil da tolerabilidade da acebrofilina. Advances in therapy 9(2): 107-115. 1992.<br> 4 -&amp;nbsp;Barthekenym F. Le theophyllinate D&#xE1;mbroxol dans L&#xB4;hypersecretion bronchique. Acta Therapeutica 11:453-57, 1985.<br> 5 -&amp;nbsp;Cerveri, I. et al VAlutazione dell&#xE9;fficacia e della tollerabilit&#xE0; di acebrofilina in paziento affetti da bronchite cronica asmatiforme. Giornale Italiano Malattie Del torace. Suppl 1: 107-10,1992.</br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <p>Acebrofilina tem como princ&#xED;pio ativo a acebrofilina, uma entidade molecular resultante da fus&#xE3;o das mol&#xE9;culas do ambroxol (mucorregulador, mucocin&#xE9;tico e indutor do surfactante) com o &#xE1;cido 7-teofilinac&#xE9;tico, por uma rea&#xE7;&#xE3;o de salifica&#xE7;&#xE3;o, resultando em teofilinato de ambroxol (acebrofilina).</p> <p>A a&#xE7;&#xE3;o broncodilatadora parece advir do ac&#xFA;mulo de nucleot&#xED;deos c&#xED;clicos, particularmente do AMP c&#xED;clico na musculatura traqueobr&#xF4;nquica devido &#xE0; inibi&#xE7;&#xE3;o da fosfodiesterase, determinando a eleva&#xE7;&#xE3;o do AMPc e produzindo relaxamento da musculatura lisa por meio da fosforila&#xE7;&#xE3;o dos precursores respons&#xE1;veis pelo relaxamento muscular. Outros mecanismos respons&#xE1;veis poderiam ser o antagonismo competitivo da droga pelos receptores de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/adenosina/bula\" target=\"_blank\">adenosina</a> al&#xE9;m de importante a&#xE7;&#xE3;o sobre fluxo do c&#xE1;lcio intracelular.</p> <p>Ao favorecer a broncodilata&#xE7;&#xE3;o, a acebrofilina reduz o consumo de energia por parte da musculatura diafragm&#xE1;tica e auxilia a atividade ciliar traqueobr&#xF4;nquica. A a&#xE7;&#xE3;o mucorreguladora parece decorrer do est&#xED;mulo &#xE0; produ&#xE7;&#xE3;o de surfactante que reduz a mucoviscosidade da secre&#xE7;&#xE3;o br&#xF4;nquica, impede a aglutina&#xE7;&#xE3;o das part&#xED;culas de muco e reduz a adesividade do muco patol&#xF3;gico.</p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de uma dose oral de Acebrofilina possibilita concentra&#xE7;&#xF5;es s&#xE9;ricas do composto ativo durante v&#xE1;rias horas, com meiavida plasm&#xE1;tica entre 3 - 5 horas.</p> <p>Estudos de toxicidade aguda com dose &#xFA;nica ou doses repetidas, bem como os estudos de toxicidade fetal em animais mostraram que a acebrofilina n&#xE3;o provoca altera&#xE7;&#xF5;es mesmo em doses muito acima das doses terap&#xEA;uticas. N&#xE3;o foi demonstrada a&#xE7;&#xE3;o mutag&#xEA;nica.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Lisomuc?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Lisomuc adulto xarope

Lisomuc® de uso adulto é um xarope límpido, incolor a levemente amarelado, com odor característico de morango.

Lisomuc pediátrico xarope

Lisomuc® de uso pediátrico é um xarope límpido, incolor a levemente amarelado, com odor característico de morango.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Lisomuc

10 mg/ml xarope adulto:

frasco contendo 100 e 120 ml + copo dosador de 10 ml.

5 mg /ml xarope pediátrico:

frasco contendo 100 e 120 ml + copo dosador de 10 ml.

Uso oral&nbsp;

10 mg/ml xarope adulto: uso adulto.

5 mg/ml xarope pediátrico: uso pediátrico acima de 2 anos.

Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

Dizeres Legais do Lisomuc

MS - 1.0385.0109

Farm. Resp.:
Alexandre Madeira de Oliveira
CRF/SC no 3684

Laboratório Farmacêutico Elofar Ltda.
Rua Tereza Cristina, 67
Florianópolis - Santa Catarina
CEP 88070-790
CNPJ: 83.874.628/0001-43
Indústria Brasileira




SAC
0800-600-1344

Venda sob prescrição médica.

5mg/mL, caixa com 1 frasco com 100mL de xarope + copo

Princípio ativo
:
Acebrofilina
Classe Terapêutica
:
Expectorantes
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Expectorante
Especialidade
:
Otorrinolaringologia e Pneumologia

Bula do medicamento

Lisomuc, para o que é indicado e para o que serve?

Lisomuc® é indicado para o tratamento da obstrução dos brônquios, controle e a regulação do muco (catarro) das vias respiratórias e a expectoração do muco das vias respiratórias (eliminação do catarro).

Quais as contraindicações do Lisomuc?

Lisomuc® é contraindicado àqueles que apresentarem hipersensibilidade aos componentes da formulação. Este medicamento é contraindicado para uso por portadores de doenças hepáticas e renais graves.

Este medicamento é contraindicado para menores de 2 anos.

Como usar o Lisomuc?

Adultos e crianças a partir de 12 anos de idade:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:101px\"><strong>Idade</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:179px\"><strong>Posologia</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:203px\"><strong>Hor&#xE1;rio</strong></td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:101px\"><strong>Adultos e crian&#xE7;as a partir de 12 anos</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:179px\">1 copo dosador (10 ml). Xarope Adulto</td> <td style=\"width:203px\"> <p style=\"text-align:center\">A cada 12 horas</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Crianças a partir de 2 anos de idade:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center\"><strong>Idade</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:446px\"><strong>Posologia</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:509px\"><strong>Hor&#xE1;rio</strong></td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center\"><strong>Crian&#xE7;as de 6 a 12 anos</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:446px\">1 copo dosador (10 ml). Xarope Pedi&#xE1;trico</td> <td style=\"width:509px\"> <p style=\"text-align:center\">A cada 12 horas</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>Crian&#xE7;as de 3&amp;nbsp;a 6 anos</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:446px\">&#xBD; copo dosador (5 ml). Xarope Pedi&#xE1;trico</td> <td style=\"width:509px\"> <p style=\"text-align:center\">A cada 12 horas</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center\"><strong>Crian&#xE7;as de 2 a 3 anos</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:446px\">2 mg/kg de peso ao dia. Xarope Pedi&#xE1;trico</td> <td style=\"width:509px\"> <p style=\"text-align:center\">Dividido em duas administra&#xE7;&#xF5;es a cada 12 horas</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

A duração do tratamento deve ser estabelecida a critério médico, de acordo com a gravidade da doença.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Como o Lisomuc funciona?

Lisomuc® apresenta em sua formulação um derivado de xantina e por isso possui ação broncodilatadora (dilatação dos brônquios), mucorreguladora (controle da quantidade de formação do muco) e expectorante (eliminação de catarro) melhorando a respiração e a expulsão das secreções presentes nos brônquios, contribuindo para a diminuição da falta de ar.

Quais cuidados devo ter ao usar o Lisomuc?

Este medicamento não deve ser utilizado em crianças menores de 2 anos.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como:

Enjoos, vômitos, batimentos rápidos do coração, tremores e dor abdominal.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Lisomuc?

Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como:

Enjoos, vômitos, aumento da frequência cardíaca, tremores, dor abdominal e na região do estômago.

Reações dermatológicas

Relatos da literatura descrevem casos de reações na pele como alergia com prurido eritematoso (pele vermelha e com coceira) e erupções vesiculares (aparecimentos de pequenas bolhas) na região do nariz, lábios superiores e bochechas além de dor e contração involuntária de músculos na região da faringe. Casos de dermatite de contato, assaduras, erupções cutâneas de origem alérgica, (manchas avermelhadas no corpo), além de coceira também tem sido descritos.

Reações gastrintestinais

Em estudos clínicos foi observado que o tratamento com acebrofilina pode promover alteração do hábito intestinal (funcionamento do intestino) que varia de prisão de ventre ou intestino preso a diarreia, salivação excessiva, boca seca, náusea (enjoo) e vômitos.

Reações neurológicas

É possível o aparecimento de reações neurológicas, sendo a fadiga (cansaço) a principal reação adversa relatada com o uso da acebrofilina, mas existem outros relatos como insônia ou sonolência.

Reações Renais

Estudos revelam que pacientes que fazem uso de acebrofilina podem apresentar reações renais, como dificuldade ao urinar com ardor.

Reações Respiratórias

O escorrimento no nariz pode ser uma reação adversa associada ao uso de acebrofilina. Podem ocorrer casos raros de queixas digestivas que desaparecem com a suspensão da medicação ou a diminuição da dose do medicamento. Outras reações adversas são descritas com o uso de Lisomuc®.

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Os vômitos ocorreram em 2,1% dos casos, náuseas e boca seca em 1,4%.

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Tquicardia (batimento cardíaco acelerado) em 0,9%, tremores em 0,9%, agitação em 0,5% e sonolência em 0,3% dos casos, diarreia em 0,5%, e dor abdominal e epigástrica em 0,4%, (dor na boca do estômago) e falta de apetite em 0,11%.

Reação rara (ocorre em 0,01% a 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Desidratação em 0,02%, insônia em 0,05%, vertigem em 0,07%.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Lisomuc?

Caso o paciente esqueça de fazer uso do medicamento ou ainda esteja impossibilitado de utilizar o medicamento, deve-se fazer uso do mesmo tão logo se lembre, ou se estiver próximo do horário da próxima dose deve-se adiantar a dose, sem duplicar a mesma.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Lisomuc?

Cada 5 mL do xarope adulto contém:

50mg de acebrofilina.

Excipientes: ciclamato de sódio, glicerol, propilparabeno, sorbitol, aroma de morango, sacarina sódica, hidróxido de sódio, metilparabeno e água de osmose reversa.

Cada 5 mL do xarope pediátrico contém:

25mg de acebrofilina.

Excipientes: ciclamato de sódio, glicerol, propilparabeno, sorbitol, aroma de morango, sacarina sódica, hidróxido de sódio, metilparabeno e água de osmose reversa.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Lisomuc maior do que a recomendada?

Não foram relatados casos de superdosagem com o princípio ativo de Lisomuc®.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Lisomuc com outros remédios?

Interação medicamento-medicamento

O uso concomitante de Lisomuc® com carbamazepina, fenobarbital, fenitoína e os sais de lítio pode levar a uma redução da efetividade da teofilina por aumentarem a sua metabolização hepática (feita pelo fígado).

O uso concomitante de Lisomuc® com antibióticos macrolídeos (eritromicina), algumas quinolonas como norfloxacino e ciprofloxacino, anti-histamínicos H2 (cimetidina, ranitidina, famotidina), alopurinol,&nbsp;diltiazem e ipriflavona, pode retardar a eliminação da teofilina, aumentando o risco de intoxicação pela mesma.

A intoxicação pode se desenvolver naqueles pacientes cujos níveis séricos (nível da substância no sangue) já são altos, a menos que a dosagem seja reduzida.

Pode ocorrer hipocalemia (diminuição do potássio no sangue) com o uso concomitante de Lisomuc® e salbutamol ou terbutalina. A frequência cardíaca também pode aumentar, principalmente com altas doses de teofilina.

Alguns pacientes podem demonstrar uma diminuição significativa nos níveis de teofilina no sangue quando o Lisomuc® é administrado concomitantemente a salbutamol ou isoprenalina (isoproterenol).

Os níveis séricos (no sangue) da teofilina podem apresentar algum aumento, embora nenhuma toxicidade tenha sido relatada quando o Lisomuc® é administrado concomitantemente a contraceptivos orais.

A administração conjunta de Lisomuc® e medicamentos alfa-adrenérgicos, como a efedrina, pode levar a um aumento das reações adversas, principalmente relacionadas com o sistema nervoso central e gastrintestinais.

O uso de Lisomuc® e produtos a base de Hypericum perforatum pode ocasionar uma redução na eficácia da teofilina.

O uso com betabloqueadores seletivos não é totalmente contraindicado, porém recomenda-se cautela quando desta associação.

Interações medicamento – alimento

A alimentação pode interferir na quantidade de Lisomuc® no organismo. Dietas ricas em proteínas (carnes, ovos, leite e derivados) diminuem a duração do efeito do Lisomuc® . Dietas ricas em carboidratos (açúcares, cereais, pão, massas, etc.) aumentam a duração do efeito do Lisomuc® .

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Lisomuc com alimentos?

A alimentação pode interferir na quantidade de Acebrofilina no organismo.

Dietas ricas em proteínas diminuem a duração do efeito da Acebrofilina.

Dietas ricas em carboidratos aumentam a duração do efeito da Acebrofilina.

O uso com betabloqueadores seletivos não é totalmente contraindicado, porém recomenda-se cautela quando desta associação.

Produtos a base de Hypericum perforatum podem levar a uma redução da eficácia da teofilina.

Qual a ação da substância do Lisomuc (Acebrofilina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <p>A acebrofilina foi clinicamente testada como uma droga broncodilatadora e mucorreguladora em mais de 5000 pacientes em muitos pa&#xED;ses europeus e latino-americanos. Sua efic&#xE1;cia foi demonstrada no tratamento de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/bronquite-obstrutiva-cronica\" target=\"_blank\">bronquite obstrutiva cr&#xF4;nica</a> e em asma br&#xF4;nquica e bronquite asmatiforme. A tolerabilidade da acebrofilina foi boa em todas as experimenta&#xE7;&#xF5;es clinicas em fase III.</p> <p>Recentemente, um estudo brasileiro com cerca de 4500 crian&#xE7;as tratadas em condi&#xE7;&#xF5;es m&#xF3;rbidas agudas do sistema respirat&#xF3;rio, teve como objetivo melhor definir o perfil da tolerabilidade, padr&#xE3;o de efeitos colaterais e a rela&#xE7;&#xE3;o risco benef&#xED;cio da acebrofilina.</p> <p>Um total de 4500 indiv&#xED;duos com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/bronquite-aguda\" target=\"_blank\">bronquite aguda</a> (tipo catarral, espasm&#xF3;dica ou asmatiforme), foram selecionados entre pacientes pedi&#xE1;tricos com 1 a 12 anos de idade, que necessitavam de um tratamento apropriado broncodilatador e mucorregulador.</p> <p>O tratamento com acebrofilina foi eficaz na melhora dos sintomas relacionados ao broncoespasmo, com melhora tanto na sibil&#xE2;ncia como na dispn&#xE9;ia em 91.1% dos pacientes. A sibilancia e a dispn&#xE9;ia desapareceram em 67% e 75% dos casos, respectivamente. Os valores correspondentes para <a href=\"https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/tosse/c\" target=\"_blank\">tosse</a> e expectora&#xE7;&#xE3;o foram 11% e 53% respectivamente. No in&#xED;cio, a condi&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica geral foi estimada como boa em 43% dos pacientes. No fim do tratamento. 88% dos pacientes restantes melhoraram clinicamente.</p> <p>No organismo, a acebrofilina se dissocia em teofilina e ambroxol. O ambroxol tem sido proposto como uma ferramenta terap&#xEA;utica no tratamento de doen&#xE7;as pulmonares. Estudos avaliaram a efic&#xE1;cia do tratamento com ambroxol na secre&#xE7;&#xE3;o de IL-12 e IL-10 de macr&#xF3;fagos alveolares obtidos por lavagem alveolar. A IL tem um papel fundamental na resist&#xEA;ncia do hospedeiro &#xE0; infec&#xE7;&#xF5;es e no desenvolvimento de c&#xE9;lulas do tipo TH-1. Segundo este estudo, o tratamento com ambroxol &#xE9; capaz de elevar a secre&#xE7;&#xE3;o de IL-12 induzida por lipopolisacar&#xED;deos, sugerindo que este tratamento atue promovendo e elevando a resposta inflamat&#xF3;ria e imunol&#xF3;gica mediada por c&#xE9;lulas do tipo TH-1.</p> <p>O tratamento com ambroxol tamb&#xE9;m foi verificado em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/bronquite-cronica\" target=\"_blank\">bronquite cr&#xF4;nica</a>. Pacientes tratados durante tr&#xEA;s semanas com ambroxol apresentaram melhora nos sintomas da bronquite com diminui&#xE7;&#xE3;o da inflama&#xE7;&#xE3;o, diminui&#xE7;&#xE3;o da hiperplasia das c&#xE9;lulas da camada basal e revitaliza&#xE7;&#xE3;o do epit&#xE9;lio. Dessa forma, &#xE9; preconizado que o tratamento com ambroxol &#xE9; um efetivo agente que pode ser utilizado como monoterapia no controle dos sintomas da bronquite.</p> <p>A efic&#xE1;cia e torelabilidade do teofilinato de ambroxol por via oral na dose de 200mg/dia foi avaliado num estudo realizado em 48 pacientes que apresentavam hipersecre&#xE7;&#xE3;o br&#xF4;nquica. Como resultado foi observado a fluidifica&#xE7;&#xE3;o do muco, induzido pela medica&#xE7;&#xE3;o, com uma melhora marcada da sintomatologia cl&#xED;nica e dos efeitos ben&#xE9;ficos sobre a fun&#xE7;&#xE3;o respirat&#xF3;ria destes pacientes.</p> <p>A efic&#xE1;cia e tolerabilidade da acebrofilina na dose de 200 mg/dia, na terapia da bronquite cr&#xF4;nica asmatiforme, foi avaliada em estudo multic&#xEA;ntrico, aberto, onde participaram 92 doentes. A sintomatologia sugestiva (tosse, dispn&#xE9;ia e dificuldade em expectorar), e objetiva que levou em conta o quadro de ausculta e a quantidade e aspecto da expectora&#xE7;&#xE3;o, apresentaram melhora estatisticamente significante a partir do primeiro m&#xEA;s de terapia, e isso foi confirmado no t&#xE9;rmino do estudo. Tamb&#xE9;m o par&#xE2;metro&amp;nbsp;de fun&#xE7;&#xE3;o pulmonar foram favoravelmente influenciados durante o tratamento com um incremento m&#xE9;dio de 20% dos valores medidos. Sendo que nesse estudo tamb&#xE9;m se observou uma grande tolerabilidade da acebrofilina.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1 -&amp;nbsp;Aiharaa M., Dobashia K., Akiyamaa M., Narusea I., Nakazawab T., Mori M. Effects of N-Acetylcysteine and Ambroxol on the Production of IL-12 and IL-10 in Human Alveolar Macrophages. Respiration 2000;67:662&#x2013;671.<br> 2 -&amp;nbsp;Cogo R., Raschi S., Quattrone P. Zini P. Clinical and histologic rating of the treatment with acefyllinate of ambroxol in patients with chronic bronchitis. Advances in therapy, vol-12; n&#xB0; 1. 1995.<br> 3 -&amp;nbsp;Goldgrub N., Soares V.R.X., Hamaoui A., Zavattini G., Poli A. Atividade terap&#xEA;utica e perfil da tolerabilidade da acebrofilina. Advances in therapy 9(2): 107-115. 1992.<br> 4 -&amp;nbsp;Barthekenym F. Le theophyllinate D&#xE1;mbroxol dans L&#xB4;hypersecretion bronchique. Acta Therapeutica 11:453-57, 1985.<br> 5 -&amp;nbsp;Cerveri, I. et al VAlutazione dell&#xE9;fficacia e della tollerabilit&#xE0; di acebrofilina in paziento affetti da bronchite cronica asmatiforme. Giornale Italiano Malattie Del torace. Suppl 1: 107-10,1992.</br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <p>Acebrofilina tem como princ&#xED;pio ativo a acebrofilina, uma entidade molecular resultante da fus&#xE3;o das mol&#xE9;culas do ambroxol (mucorregulador, mucocin&#xE9;tico e indutor do surfactante) com o &#xE1;cido 7-teofilinac&#xE9;tico, por uma rea&#xE7;&#xE3;o de salifica&#xE7;&#xE3;o, resultando em teofilinato de ambroxol (acebrofilina).</p> <p>A a&#xE7;&#xE3;o broncodilatadora parece advir do ac&#xFA;mulo de nucleot&#xED;deos c&#xED;clicos, particularmente do AMP c&#xED;clico na musculatura traqueobr&#xF4;nquica devido &#xE0; inibi&#xE7;&#xE3;o da fosfodiesterase, determinando a eleva&#xE7;&#xE3;o do AMPc e produzindo relaxamento da musculatura lisa por meio da fosforila&#xE7;&#xE3;o dos precursores respons&#xE1;veis pelo relaxamento muscular. Outros mecanismos respons&#xE1;veis poderiam ser o antagonismo competitivo da droga pelos receptores de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/adenosina/bula\" target=\"_blank\">adenosina</a> al&#xE9;m de importante a&#xE7;&#xE3;o sobre fluxo do c&#xE1;lcio intracelular.</p> <p>Ao favorecer a broncodilata&#xE7;&#xE3;o, a acebrofilina reduz o consumo de energia por parte da musculatura diafragm&#xE1;tica e auxilia a atividade ciliar traqueobr&#xF4;nquica. A a&#xE7;&#xE3;o mucorreguladora parece decorrer do est&#xED;mulo &#xE0; produ&#xE7;&#xE3;o de surfactante que reduz a mucoviscosidade da secre&#xE7;&#xE3;o br&#xF4;nquica, impede a aglutina&#xE7;&#xE3;o das part&#xED;culas de muco e reduz a adesividade do muco patol&#xF3;gico.</p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o de uma dose oral de Acebrofilina possibilita concentra&#xE7;&#xF5;es s&#xE9;ricas do composto ativo durante v&#xE1;rias horas, com meiavida plasm&#xE1;tica entre 3 - 5 horas.</p> <p>Estudos de toxicidade aguda com dose &#xFA;nica ou doses repetidas, bem como os estudos de toxicidade fetal em animais mostraram que a acebrofilina n&#xE3;o provoca altera&#xE7;&#xF5;es mesmo em doses muito acima das doses terap&#xEA;uticas. N&#xE3;o foi demonstrada a&#xE7;&#xE3;o mutag&#xEA;nica.</p> </hr>"}

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10 mg/ml xarope adulto:

frasco contendo 100 e 120 ml + copo dosador de 10 ml.

5 mg /ml xarope pediátrico:

frasco contendo 100 e 120 ml + copo dosador de 10 ml.

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10 mg/ml xarope adulto: uso adulto.

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Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

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