Elofar Turf

500mg, caixa com 7 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Levofloxacino
Classe Terapêutica
:
Fluorquinolonas Orais
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca 2 vias (Antibiótico - Venda Sob Prescrição Médica mediante Retenção da Receita)
Categoria
:
Antibióticos
Especialidade
:
Infectologia, Imunologia clínica, Pneumologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Turf, para o que é indicado e para o que serve?

Turf® é indicado no tratamento de infecções bacterianas causadas por agentes sensíveis ao levofloxacino, tais como:

  • <li>Infec&#xE7;&#xF5;es do trato respirat&#xF3;rio superior e inferior, incluindo <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/sinusite/c" target="_blank">sinusite</a>, exacerba&#xE7;&#xF5;es agudas de <a href="https://consultaremedios.com.br/b/bronquite-cronica" target="_blank"/><a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/bronquite/c" target="_blank">bronquite</a> cr&#xF4;nica e <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/pneumonia/c" target="_blank">pneumonia</a>;</li> <li>Infec&#xE7;&#xF5;es da pele e tecido subcut&#xE2;neo, complicadas e n&#xE3;o complicadas, tais como <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-impetigo-tratamento-sintomas-prevencao-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">impetigo</a>, abscessos, furunculose, <a href="https://minutosaudavel.com.br/celulite-e-celulite-infecciosa-o-que-e-tratamento-remedios-e-cremes/" rel="noopener" target="_blank">celulite</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/erisipela/" rel="noopener" target="_blank">erisipela</a>;</li> <li>Infec&#xE7;&#xF5;es do trato urin&#xE1;rio, incluindo pielonefrite aguda;</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-osteomielite-diagnostico-tratamento-tem-cura-pode-matar/" rel="noopener" target="_blank">Osteomielite</a>.</li>

Como as fluoroquinolonas, incluindo Turf® , têm sido associadas a reações adversas graves, e pelo fato de que, para alguns pacientes, infecções do trato urinário não complicadas, exacerbações bacterianas agudas de bronquite crônica e sinusite aguda bacteriana podem ser autolimitadas, Turf® só deve ser indicado para tratamento destas infecções em pacientes para os quais não existam opções de tratamento alternativas.

Como o&nbsp;Turf funciona?&nbsp;

{"tag":"hr","value":" <p>Turf<sup>&#xAE;</sup> &#xE9; um medicamento pertencente ao grupo dos f&#xE1;rmacos conhecidos como <a href=\"https://consultaremedios.com.br/infeccoes/antibioticos/c\" target=\"_blank\">antibi&#xF3;ticos</a>.</p> <h3>Turf<sup>&#xAE;</sup> &#xE9; indicado para o tratamento de infec&#xE7;&#xF5;es causadas por bact&#xE9;rias sens&#xED;veis ao levofloxacino como:</h3> <h4>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</h4> <p><em>Enterococcus (Streptococcus) faecalis; Streptococcus agalactiae; Staphylococcus aureus </em>(MSSA); <em>Streptococcus pneumoniae (</em>incluindo cepas de<em> S. pneumoniae</em> resistentes a m&#xFA;ltiplas drogas [MDRSP*]); <em>Staphylococcus epidermidis </em>(MSSE); <em>Streptococcus pyogenes; Staphylococcus saprophyticus.</em></p> <p>*Isolados de MDRSP (S. pneumoniae resistente a m&#xFA;ltiplas drogas) s&#xE3;o cepas resistentes a dois ou mais dos seguintes antibi&#xF3;ticos: penicilina (MIC &#x2265; 2 mcg/mL), segunda gera&#xE7;&#xE3;o de cefalosporinas, ex.: <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cefuroxima/bula\" target=\"_blank\">cefuroxima</a>, macrol&#xED;deos, tetraciclinas e trimetoprima / sulfametoxazol.</p> <h4>&amp;nbsp;Aer&#xF3;bios Gram-negativos</h4> <p><em>Citrobacter freundii; Klebsiella pneumoniae; Enterobacter cloacae; Legionella pneumophila; Escherichia coli; Moraxella catarrhalis; Haemophilus influenzae; Proteus mirabilis; Haemophilus parainfluenzae; Pseudomonas aeruginosa; Klebsiella oxytoca; Serratia marcescens. </em></p> <h4>Outros micro-organismos</h4> <p><em>Chlamydia pneumoniae; Mycoplasma pneumoniae. </em></p> <p>A a&#xE7;&#xE3;o do medicamento inicia-se logo ap&#xF3;s a sua administra&#xE7;&#xE3;o, continuando progressivamente com o decorrer do tratamento, at&#xE9; a elimina&#xE7;&#xE3;o da infec&#xE7;&#xE3;o.</p> "}

Quais as contraindicações do Turf?

Este medicamento é contraindicado se você apresentar hipersensibilidade (alergia) ao levofloxacino, a outros agentes antimicrobianos derivados das quinolonas ou a quaisquer outros componentes da fórmula do produto.

Como usar o Turf?

A dose usual para pacientes adultos, com função renal normal, é de 500 mg, por via oral, a cada 24 horas.

Os comprimidos podem ser ingeridos independentemente das refeições. Caso necessário, a administração de antiácidos contendo cálcio, magnésio ou alumínio, bem como de sucralfato, cátions divalentes ou trivalentes como ferro, ou preparações polivitamínicas contendo zinco deve ser feita duas horas antes ou duas horas após a administração de Turf®.

Pacientes idosos

As doses recomendadas são válidas também para pacientes idosos. Não há necessidade de ajuste das doses, desde que esses pacientes não tenham doença nos rins.

Uso em crianças

Turf® não deve ser usado em crianças e adolescentes.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Turf?&nbsp;

{"tag":"hr","value":" <p>Se voc&#xEA; se esquecer de tomar seu medicamento, tome a pr&#xF3;xima dose normalmente e continue seu tratamento como recomendado pelo m&#xE9;dico. N&#xE3;o dobre a dose.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Turf?

Converse com seu médico se alguma das situações abaixo se aplicar a você:

Reações anafiláticas e/ou de hipersensibilidade (alergia)

Reações anafiláticas e/ou de hipersensibilidade (alergia) graves e ocasionalmente fatais foram relatadas em pacientes que receberam tratamento com quinolonas, incluindo o levofloxacino. Essas reações frequentemente ocorrem após a primeira dose. Algumas reações foram acompanhadas por colapso cardiovascular, hipotensão/ choque (queda de pressão), convulsões, perda da consciência, formigamento, angioedema (inchaço), obstrução das vias aéreas, dispneia (falta de ar), urticária, coceira e outras reações cutâneas sérias. O tratamento com o levofloxacino deve ser interrompido imediatamente diante do aparecimento da primeira erupção cutânea ou qualquer outro sinal de hipersensibilidade (alergia).

Eventos decorrentes de mecanismos imunológicos desconhecidos

Eventos graves e algumas vezes fatais devidos a um mecanismo imunológico desconhecido foram relatados em pacientes tratados com quinolonas, incluindo, raramente, o levofloxacino. Esses eventos podem ser severos e geralmente ocorrem após a administração de doses múltiplas. As manifestações clínicas, isoladas ou associadas, podem incluir: febre, erupção cutânea ou reações dermatológicas severas; vasculite (inflamação dos vasos sanguíneos); artralgia (dor nas articulações); mialgia (dores musculares); doença do soro (uma reação alérgica que causa febre, mal estar, dor no corpo, dor articular, queda de pressão, etc.); pneumonite alérgica; nefrite intersticial; falência ou insuficiência renal aguda; hepatite; icterícia; falência ou necrose hepática aguda; anemia, inclusive hemolítica e aplástica; trombocitopenia, leucopenia; agranulocitose; pancitopenia e/ou outras anormalidades hematológicas. O medicamento deve ser descontinuado imediatamente diante do aparecimento da primeira erupção cutânea ou qualquer outro sinal de hipersensibilidade (alergia) e medidas de suporte devem ser adotadas.

Hepatotoxicidade (dano ao fígado)

Foram recebidos relatos pós-comercialização muito raros de hepatotoxicidade severa (incluindo hepatite aguda e eventos fatais) de pacientes tratados com o levofloxacino. Caso se desenvolva, sinais e sintomas de hepatite, o tratamento deve ser descontinuado imediatamente.

Miastenia grave (doença neuromuscular que causa fraqueza muscular)

O levofloxacino pode aumentar a fraqueza muscular em pessoas com miastenia grave. Eventos adversos graves de pós-comercialização, incluindo morte e necessidade de suporte ventilatório, têm sido associados com o uso de fluoroquinolonas em pessoas com miastenia grave. Evite o uso de levofloxacino se você tem histórico conhecido de miastenia grave.

Efeitos no sistema nervoso central

&nbsp;Foram relatados convulsões, psicoses tóxicas (alteração neurológica) e aumento da pressão intracraniana (incluindo pseudotumor cerebral) em pacientes em tratamento com derivados quinolônicos, incluindo o levofloxacino. As quinolonas também podem provocar uma estimulação do sistema nervoso central, podendo desencadear tremores, inquietação, nervosismo, ansiedade, tontura, confusão, delírio, desorientação, alucinações, paranoia, depressão, pesadelos, insônia e, raramente, pensamentos ou atos suicidas, incluindo suicídio consumado, especialmente em pacientes com histórico clínico de depressão ou um fator de risco para a depressão subjacente. Essas reações podem ocorrer após a primeira dose. Se essas reações ocorrerem em pacientes em tratamento com o levofloxacino, o medicamento deve ser descontinuado e medidas adequadas devem ser adotadas. Como todas as quinolonas, o levofloxacino deve ser usado com cautela em pacientes com distúrbios do Sistema Nervoso Central, suspeitos ou confirmados, que possam predispor a convulsões ou diminuir o limiar de convulsão (por exemplo, arteriosclerose cerebral severa, epilepsia) ou na presença de outros fatores de risco que possam predispor a convulsões ou diminuição do limiar de convulsão (por exemplo, tratamento com outros fármacos, distúrbio renal).

Neuropatia

Foram relatados em pacientes recebendo quinolonas, inclusive levofloxacino, casos muito raros de polineuropatia axonal de nervos sensoriais ou sensomotores acometendo axônios curtos e/ou longos (doenças neurológicas) resultando em parestesias (sensação de formigamento), hipoestesias (diminuição da sensibilidade), disestesias (alteração da sensibilidade) e fraqueza. Os sintomas podem ocorrer logo após o início do tratamento e podem ser irreversíveis. Caso ocorra qualquer um dos sintomas acima o levofloxacino deve ser descontinuado imediatamente.

Colite pseudomembranosa (inflamação do cólon)

Colite pseudomembranosa foi relatada com quase todos os agentes antibacterianos, incluindo o levofloxacino e pode variar, em intensidade, desde leve até potencial risco de vida. Por isso, informe seu médico caso você tenha diarreia após a administração de levofloxacino. Assim, é importante considerar esse diagnóstico em pacientes que apresentarem diarreia após a administração de qualquer agente antibacteriano. O tratamento com agentes antibacterianos altera a flora normal do cólon e pode permitir o crescimento excessivo de Clostridium. Estudos indicam que a toxina produzida pelo Clostridium difficile é uma das causas primárias de colite associada a antibióticos.

Prolongamento do intervalo QT

Algumas quinolonas, incluindo o levofloxacino, têm sido associadas ao prolongamento do intervalo QT no eletrocardiograma e a casos infrequentes de arritmia. Durante o período pós-comercialização, casos muito raros de “Torsades de Pointes” foram relatados em pacientes tomando levofloxacino. Em geral, estes relatos envolveram pacientes que já apresentavam condições médicas associadas ou faziam uso concomitante de outros medicamentos que poderiam ter contribuído para o evento. O levofloxacino deve ser evitado caso você tenha histórico de prolongamento do intervalo QT, hipocalemia (diminuição do potássio) não tratada ou estiver recebendo agentes antiarrítmicos classe IA (quinidina, procainamida) ou classe III (amiodarona, sotalol).

Rupturas dos tendões

Rupturas dos tendões do ombro, da mão, do tendão de Aquiles ou outros tendões, exigindo reparação cirúrgica ou resultando em incapacidade prolongada foram relatadas em pacientes que receberam quinolonas, incluindo o levofloxacino. Relatos ocorridos no período pós-comercialização indicam que o risco pode ser maior em pacientes que estejam concomitantemente recebendo corticosteroides, especialmente os idosos. O tratamento com levofloxacino deve ser descontinuado se você apresentar dor, inflamação ou ruptura de tendão. Você deve repousar e evitar exercícios até que o diagnóstico de tendinite ou ruptura de tendão tenha sido seguramente descartado. A ruptura de tendão pode ocorrer durante ou após a terapia com quinolonas, incluindo o levofloxacino.

Insuficiência renal

Deve-se ter cuidado ao administrar o levofloxacino em pacientes com insuficiência renal (dos rins), pois o medicamento é excretado principalmente pelo rim. Se você tem insuficiência renal é necessário o ajuste das doses para evitar o acúmulo de levofloxacino devido à diminuição da depuração.

Fototoxicidade

Reações de fototoxicidade moderadas a severas foram observadas em pacientes expostos à luz solar direta ou à luz ultravioleta (UV), enquanto recebiam tratamento com quinolonas. A excessiva exposição à luz solar ou à luz ultravioleta deve ser evitada. Se ocorrer fototoxicidade, o tratamento deve ser descontinuado.

Monitoramento da glicose sanguínea

Como no caso das outras quinolonas, foram relatados distúrbios na glicose sanguínea em pacientes tratados com levofloxacino, geralmente em pacientes diabéticos em tratamento concomitante com um agente hipoglicemiante oral ou com insulina. Casos graves de hipoglicemia que resultaram em coma ou morte foram observados em pacientes diabéticos. Recomenda-se cuidadoso monitoramento da glicose sanguínea, especialmente em pacientes diabéticos. Se ocorrer uma reação hipoglicemiante, o tratamento com levofloxacino deve ser interrompido.

Cristalúria (presença de cristais na urina)

Embora não tenha sido relatada cristalúria nos estudos clínicos realizados com o levofloxacino, é importante que você se mantenha hidratado para prevenir a formação de urina altamente concentrada.

Distúrbios oftalmológicos (danos nos olhos)

Existem dados disponíveis sobre a ocorrência de descolamento de retina e uveíte associada ao uso sistêmico de fluoroquinolonas, incluindo o levofloxacino. Portanto, caso você apresente alterações na visão ou algum outro sintoma ocular, procure imediatamente um oftalmologista.

Aneurisma e dissecção da aorta

Estudos epidemiológicos relatam um aumento do risco de aneurisma e dissecção da aorta após a ingestão de fluoroquinolonas, particularmente na população idosa. Portanto, as fluoroquinolonas devem ser usadas apenas após avaliação cuidadosa do benefício-risco e após consideração de outras opções terapêuticas em pacientes com história familiar positiva de aneurisma, ou em pacientes diagnosticados com aneurisma aórtico preexistente e /ou dissecção aórtica, ou na presença de outros fatores de risco ou condições predisponentes para aneurisma e dissecção da aorta (por exemplo, síndrome de Marfan, síndrome de EhlersDanlos vascular, arterite de Takayasu, arterite de células gigantes, doença de Behcet, hipertensão, aterosclerose conhecida). Em caso de dor súbita abdominal, no peito ou nas costas, os pacientes devem ser aconselhados a consultar imediatamente um médico.

Gravidez

Turf® deverá ser utilizado durante a gravidez somente se o benefício esperado superar o risco potencial para o feto.

Amamentação

Devido ao potencial de ocorrência de reações adversas graves nos lactentes de mães em tratamento com o levofloxacino, deve-se decidir entre interromper a amamentação ou descontinuar o tratamento com o medicamento, levando-se em consideração a importância do medicamento para a mãe.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.&nbsp;

Uso pediátrico

A segurança e a eficácia da utilização do levofloxacino em crianças e adolescentes não foram estabelecidas. No entanto, já foi demonstrado que as quinolonas produzem erosão nas articulações que suportam peso, bem como outros sinais de artropatia, em animais jovens de várias espécies. Portanto, a utilização do levofloxacino nessas faixas etárias não é recomendada.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Turf® pode provocar efeitos neurológicos adversos como vertigem e tontura, portanto, você não deve dirigir veículos, operar máquinas ou dedicar-se a outras atividades que exijam coordenação e alerta mental até que se saiba qual a reação individual frente ao medicamento.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Turf?

Dados de estudos clínicos

Você pode ter efeitos indesejáveis ao usar Turf®.&nbsp;A seguir estão listadas algumas reações adversas relatadas em estudos clínicos relacionadas ao tratamento com Turf®.

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Infecções

Monilíase.

Distúrbios psiquiátricos

Insônia.

Distúrbios do sistema nervoso

Cefaleia, tontura.

Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino

Dispneia.

Distúrbios gastrintestinais

Náusea, diarreia, constipação, dor abdominal, vômitos, dispepsia.

Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo

Erupção cutânea, prurido.

Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas

Vaginite.

Distúrbios gerais

Dor torácica.

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Infecções

Monilíase genital.

Distúrbios do sangue e do sistema linfático

Anemia, trombocitopenia, granulocitopenia.

Distúrbios do sistema imunológico

Reação alérgica.

Distúrbios metabólicos e nutricionais

Hiperglicemia, hipoglicemia, hipercalemia.

Distúrbios psiquiátricos

Ansiedade, agitação, confusão, depressão, alucinações, pesadelos, distúrbios do sono, anorexia, sonhos anormais.

Distúrbios do sistema nervoso

Tremores, convulsões, parestesias, vertigem, hipertonia, hipercinesias, marcha anormal, sonolência, síncope.

Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino

Epistaxe.

Distúrbios cardíacos

Parada cardíaca, palpitação, taquicardia ventricular, arritmia ventricular.

Distúrbios vasculares

Flebite.

Distúrbios gastrintestinais

Gastrite, estomatite, pancreatite, esofagite, gastroenterite, glossite, colite pseudomembranosa por C. difficile.

Distúrbios hepatobiliares

Função hepática anormal, enzimas hepáticas aumentadas, fosfatase alcalina aumentada.

Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo

Urticária.

Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo

Tendinite, artralgia, mialgia, dor esquelética.

Distúrbios renais e urinários

Função renal anormal, insuficiência renal, aguda.

Dados de pós-comercialização

Reações adversas a medicamentos provenientes de relatos espontâneos durante a experiência pós – comercialização mundial com levofloxacino estão listadas a seguir. As frequências abaixo refletem as taxas relatadas de reações adversas ao medicamento a partir de relatos espontâneos e não representam estimativas mais precisas da incidência que pode ser obtida em estudos clínicos e epidemiológicos.

Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento, incluindo relatos isolados)
Distúrbios do tecido cutâneo e subcutâneo

Erupções bolhosas incluindo síndrome de Stevens- Johnson, necrólise epidérmica tóxica; erupções provocadas por medicamentos; pustulose exantemática generalizada aguda (PEGA) [alteração rara na pele que se caracteriza pelo desenvolvimento repentino de pústulas (pequenas saliências na pele que se enchem de líquido ou pus) sobre áreas avermelhadas, acompanhada por febre alta e baixa de leucócitos (um tipo de célula branca) do sangue]; eritema multiforme; vasculite leucocitoclástica e reação de fotossensibilidade.

Distúrbios do tecido musculoesquelético e conectivo

Rabdomiólise, ruptura do tendão, dano muscular incluindo ruptura.

Distúrbios vasculares

Vasodilatação.

Distúrbios do sistema nervoso

Anosmia, ageusia, parosmia, disgesia, neuropatia periférica (pode ser irreversível), casos isolados de encefalopatia, eletroencefalograma anormal, exacerbação de miastenia&nbsp;grave, disfonia, pseudotumor cerebral.

Distúrbios ópticos

Uveíte, distúrbios visuais incluindo diplopia, redução da acuidade visual, visão turva e escotoma.

Distúrbio da audição e labirinto

Hipoacusia, tinido.

Distúrbios psiquiátricos

Psicose, paranoia, relatos isolados de ideação suicida, tentativa de suicídio e suicídio consumado.

Distúrbios hepáticos e biliares

Insuficiência hepática (incluindo casos fatais), hepatite e icterícia.

Distúrbios cardíacos

Taquicardia, relatos isolados de “Torsades de Pointes” e prolongamento do intervalo QT no eletrocardiograma.

Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino

Relatos isolados de pneumonite alérgica.

Distúrbios do sistema sanguíneo e linfático

Pancitopenia, anemia aplásica, leucopenia, anemia hemolítica e eosinofilia.

Distúrbios renais e urinários

Nefrite intersticial.

Distúrbios do sistema imune

Reação de hipersensibilidade às vezes fatal, incluindo reação anafilactoide e anafilática; choque anafilático; edema angioneurótico e doença do soro.

Distúrbios gerais

Falência múltipla de órgãos, febre.

Laboratoriais

Aumento do tempo de protrombina, prolongamento da taxa internacional normalizada e aumento das enzimas musculares.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

Qual a composição do Turf?

Cada comprimido revestido contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Levofloxacino</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">500 mg*</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Presentes sob a forma de 512,46 mg de levofloxacino hemi-hidratado.

Excipientes:&nbsp;povidona, crospovidona, celulose microcristalina, beenato de glicerila, dióxido de silício, hipromelose, hidroxipropilmetilcelulose + triacetina, estearilfumarato de sódio, óxido férrico vermelho, óxido férrico amarelo e dióxido de titânio.

Apresentação do Turf

{"tag":"hr","value":" <p><strong>Medicamento similar equivalente ao medicamento de refer&#xEA;ncia.</strong></p> <h3>Comprimidos revestidos de 500 mg</h3> <p>Embalagem com 7 comprimidos.</p> <p><strong>Uso oral.</strong></p> <p><strong>Uso adulto.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Turf maior do que a recomendada?

Se você ingeriu uma grande quantidade de Turf® e se a ingestão for ainda recente, você deve procurar atendimento médico imediatamente. Pode ser administrado carvão ativado para auxiliar na remoção do fármaco ainda não absorvido. Você deverá ficar em observação e deverão ser tomadas as medidas de hidratação adequadas. O levofloxacino não é removido de maneira eficiente através de hemodiálise ou diálise peritoneal.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Turf com outros remédios?

  • <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de comprimidos de Turf<sup>&#xAE;</sup> e anti&#xE1;cidos contendo c&#xE1;lcio, magn&#xE9;sio ou alum&#xED;nio, bem como sucralfato, c&#xE1;tions met&#xE1;licos como ferro, prepara&#xE7;&#xF5;es multivitam&#xED;nicas contendo zinco ou produtos que contenham qualquer uma dessas subst&#xE2;ncias, podem interferir na absor&#xE7;&#xE3;o gastrintestinal do levofloxacino, resultando em n&#xED;veis na urina e no soro consideravelmente inferiores ao desej&#xE1;vel. Esses agentes devem ser tomados pelo menos duas horas antes ou duas horas depois da administra&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de levofloxacino e <a href="https://consultaremedios.com.br/teofilina/pa" target="_blank">teofilina</a> pode prolongar a meia-vida desta &#xFA;ltima, elevar os n&#xED;veis de teofilina no soro e aumentar o risco de rea&#xE7;&#xF5;es adversas relacionadas &#xE0; teofilina. Portanto, os n&#xED;veis de teofilina devem ser cuidadosamente monitorados e os necess&#xE1;rios ajustes em suas doses devem ser realizados, se necess&#xE1;rio, quando o levofloxacino for administrado em conjunto. Rea&#xE7;&#xF5;es adversas, incluindo convuls&#xF5;es, podem ocorrer com ou sem a eleva&#xE7;&#xE3;o do n&#xED;vel de teofilina no soro;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante do levofloxacino com a <a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">digoxina</a> n&#xE3;o exige modifica&#xE7;&#xE3;o das doses de Turf<sup>&#xAE;</sup> ou de digoxina;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante do levofloxacino com <a href="https://consultaremedios.com.br/ciclosporina/bula" target="_blank">ciclosporina</a> n&#xE3;o exige modifica&#xE7;&#xF5;es de doses;</li> <li>Certos derivados quinol&#xF4;nicos, incluindo o levofloxacino, podem aumentar os efeitos do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/anticoagulante/c" target="_blank">anticoagulante</a> <a href="https://consultaremedios.com.br/varfarina-sodica/bula" target="_blank">varfarina</a> ou de seus derivados. Quando estas subst&#xE2;ncias forem administradas ao mesmo tempo, o tempo de protrombina ou outros testes de coagula&#xE7;&#xE3;o aceit&#xE1;veis devem ser monitorados cuidadosamente, principalmente em pacientes idosos;</li> <li>N&#xE3;o se observou efeito significativo da probenecida ou da <a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">cimetidina</a> na Cmax do levofloxacino em estudo cl&#xED;nico com indiv&#xED;duos saud&#xE1;veis. A AUC e a t<sub>1/2</sub> do levofloxacino foram maiores, enquanto o CLr foi menor durante tratamento concomitante de Turf<sup>&#xAE;</sup> com probenecida ou cimetidina comparadas a Turf<sup>&#xAE;</sup> apenas. Entretanto estas altera&#xE7;&#xF5;es n&#xE3;o requerem ajuste de dose de Turf<sup>&#xAE;</sup> quando coadministrado com probenecida ou cimetidina;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de f&#xE1;rmacos <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/anti-inflamatorios/c" target="_blank">anti-inflamat&#xF3;rios</a> n&#xE3;o esteroidais e de derivados quinol&#xF4;nicos, incluindo o levofloxacino, pode aumentar o risco de estimula&#xE7;&#xE3;o do Sistema Nervoso Central e de convuls&#xF5;es;</li> <li>Altera&#xE7;&#xF5;es dos n&#xED;veis de glicose sangu&#xED;nea, incluindo hiperglicemia (aumento) e hipoglicemia (diminui&#xE7;&#xE3;o), foram relatadas em pacientes tratados concomitantemente com quinolonas e agentes antidiab&#xE9;ticos. Portanto, recomenda-se monitoramento cuidadoso da glicose sangu&#xED;nea quando esses agentes forem administrados em conjunto;</li> <li>A absor&#xE7;&#xE3;o e a biodisponibilidade do levofloxacino em indiv&#xED;duos infectados com o <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/dsts/hiv-aids/c" target="_blank">HIV</a>, com ou sem tratamento concomitante com <a href="https://consultaremedios.com.br/zidovudina/bula" target="_blank">zidovudina</a>, foram semelhantes. Portanto, n&#xE3;o parece necess&#xE1;rio realizar ajustes de dose do levofloxacino, quando estiver sendo administrado concomitantemente com a zidovudina. Os efeitos do levofloxacino sobre a farmacocin&#xE9;tica da zidovudina n&#xE3;o foram avaliados;</li> <li>Algumas quinolonas, incluindo levofloxacino, podem produzir resultado falso positivo para opioides em exames de urina realizados em kits de imunoensaio comercialmente dispon&#xED;veis. Dependendo da situa&#xE7;&#xE3;o, pode ser necess&#xE1;rio confirmar a presen&#xE7;a de opioides com m&#xE9;todos mais espec&#xED;ficos;</li> <li>&#xC9; desaconselh&#xE1;vel a ingest&#xE3;o de bebidas alco&#xF3;licas durante o tratamento com Turf<sup>&#xAE;</sup>.</li>

Medidas gerais de higiene devem ser observadas para controlar fontes de infecções ou de reinfecções.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Turf com alimentos?

Não existe interação clinicamente significativa de levofloxacino comprimidos com alimentos. Levofloxacino comprimidos pode, portanto, ser administrado concomitante a alimentos.

Qual a ação da substância do Turf (Levofloxacino)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimido</h3> <h4>Dados de seguran&#xE7;a pr&#xE9;-cl&#xED;nica</h4> <h5>Toxicidade aguda:</h5> <p>Os valores da dose letal m&#xE9;dia (DL 50) obtidos em camundongos e ratos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de levofloxacino foram de 1500-2000 mg/Kg. A administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg/Kg, por via oral em macacos induziram poucos efeitos al&#xE9;m de v&#xF4;mito.</p> <h5>Toxicidade em doses repetidas:</h5> <p>Foram conduzidos estudos com gavagem em ratos e macacos com dura&#xE7;&#xE3;o de um e seis meses. As doses foram de 50, 200, 800 mg/kg/dia e 20, 80, 320 mg/kg/dia durante 1 e 6 meses em ratos e 10, 30, 100 mg/kg/dia e 10, 25, 62,5 mg/kg/dia durante 1 e 6 meses em macacos.</p> <p>Os sinais de rea&#xE7;&#xF5;es ao tratamento foram discretos em ratos, com efeitos leves principalmente na dose de 200 mg/kg/dia ou mais, com discreta redu&#xE7;&#xE3;o no consumo de alimentos e altera&#xE7;&#xE3;o leve dos par&#xE2;metros hematol&#xF3;gicos e bioqu&#xED;micos. Foi conclu&#xED;do nesse estudo que o NOEL (N&#xED;vel de Efeito Adverso N&#xE3;o Observado) foi de 200 e 20 mg/kg/dia ap&#xF3;s 1 e 6 meses, respectivamente.</p> <p>A toxicidade ap&#xF3;s dose oral em macacos foi m&#xED;nima com redu&#xE7;&#xE3;o no peso corp&#xF3;reo de 100 mg/kg/dia concomitante com saliva&#xE7;&#xE3;o, diarreia e diminui&#xE7;&#xE3;o do pH urin&#xE1;rio em alguns animais nesta dose. N&#xE3;o foi observada toxicidade no estudo de 6 meses. Os NOELS foram definidos como sendo 30 e 62,5 mg/kg/dia ap&#xF3;s 1 e 6 meses, respectivamente.</p> <p>No estudo de seis meses, o NOEL foi definido como sendo 20 e 62,5 mg/kg/dia em ratos e macacos, respectivamente.</p> <h5>Carcinogenicidade:</h5> <p>N&#xE3;o foi observada nenhuma indica&#xE7;&#xE3;o de potencial carcinog&#xEA;nico em estudo de 2 anos, em ratos com administra&#xE7;&#xE3;o diet&#xE9;tica (0, 10, 30 e 100 mg/kg/dia).</p> <h5>Genotoxicidade:</h5> <p>Na aus&#xEA;ncia de ativa&#xE7;&#xE3;o metab&#xF3;lica, o levofloxacino n&#xE3;o induziu muta&#xE7;&#xF5;es g&#xEA;nicas em c&#xE9;lulas bacterianas ou de mam&#xED;feros, por&#xE9;m induziu aberra&#xE7;&#xF5;es cromoss&#xF4;micas em c&#xE9;lulas de pulm&#xE3;o de hamster chin&#xEA;s <em>in vitro</em> em concentra&#xE7;&#xF5;es iguais ou superiores a 100 &#x3BC;g/mL. Testes <em>in vivo</em> (micron&#xFA;cleos, altera&#xE7;&#xE3;o de crom&#xE1;tides irm&#xE3;s, s&#xED;ntese de DNA n&#xE3;o programada e testes letais dominantes) n&#xE3;o mostraram qualquer potencial genot&#xF3;xico.</p> <h5>Teratogenicidade:</h5> <p>O levofloxacino n&#xE3;o foi teratog&#xEA;nico em ratos, em doses orais t&#xE3;o altas quanto 810 mg/kg/dia. Nenhuma teratogenicidade foi observada em coelhos em dose oral de 50 mg /kg/dia.</p> <h5>Toxicidade reprodutiva:</h5> <p>O levofloxacino n&#xE3;o causou dano na fertilidade ou no desenvolvimento reprodutivo em ratos com doses orais t&#xE3;o altas quanto 360 mg/kg/dia. O levofloxacino n&#xE3;o apresentou efeito na fertilidade, e seu &#xFA;nico efeito no feto foi a matura&#xE7;&#xE3;o retardada como resultado de toxicidade materna.</p> <h5>Fototoxicidade:</h5> <p>Estudos em ratos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral mostraram que o levofloxacino apresenta atividade fotot&#xF3;xica apenas em doses muito elevadas. O levofloxacino n&#xE3;o demonstrou qualquer potencial genot&#xF3;xico nos ensaios de fotomutagenicidade e reduziu o potencial de desenvolvimento de tumor nos ensaios de fotocarcinogenicidade.</p> <h5>Toxicidade nas articula&#xE7;&#xF5;es:</h5> <p>Em comum com outras fluorquinolonas, o levofloxacino mostrou efeito na cartilagem (ves&#xED;culas e cavidades) em ratos e c&#xE3;es. Estes efeitos foram mais caracter&#xED;sticos em animais jovens.</p> <h4>Estudos Cl&#xED;nicos</h4> <p>A efic&#xE1;cia de levofloxacino oral/venoso 750 mg 1x/dia por 5 dias em adultos com PAC, SAB, ITU complicada e PA foi avaliada em alguns estudos publicados, originados a partir de protocolos de n&#xE3;o inferioridade randomizados, duplocegos, multic&#xEA;ntricos, comparativos conduzidos nos EUA. Os desfechos prim&#xE1;rios destes estudos foram a taxa de sucesso cl&#xED;nico (propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes que apresentaram melhora ou cura) 7-14 dias ap&#xF3;s o fim do tratamento <sup>(7)</sup> ou entre os dias 17-24 do estudo <sup>(8)</sup>, ou a taxa de erradica&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica entre os dias 15-22 do estudo <sup>(9,10)</sup>. Os detalhes das popula&#xE7;&#xF5;es analisadas nos diferentes estudos est&#xE3;o mostradas nas tabelas 1 e 2. As defini&#xE7;&#xF5;es de resposta cl&#xED;nica e microbiol&#xF3;gica variaram entre os estudos. Cura cl&#xED;nica foi definida como a resolu&#xE7;&#xE3;o de sintomas e sinais cl&#xED;nicos, sem a necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. Melhora cl&#xED;nica foi caracterizada uma redu&#xE7;&#xE3;o significativa de sinais e sintomas, mas sem resolu&#xE7;&#xE3;o completa, ainda que n&#xE3;o houvesse necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. Falha cl&#xED;nica ocorreu na aus&#xEA;ncia de resposta a terapia (ou resposta incompleta), e a necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. As respostas microbiol&#xF3;gicas foram determinadas em culturas de esp&#xE9;cimes respirat&#xF3;rios ou sangu&#xED;neos e inclu&#xED;ram a erradica&#xE7;&#xE3;o (todos os pat&#xF3;genos identificados em amostras na entrada do estudo foram erradicados), persist&#xEA;ncia (pelo menos um pat&#xF3;geno identificado na entrada do estudo persistiu) ou desconhecida (incluindo os que perderam seguimento) <sup>(7,8-10)</sup>. Em pacientes portadores de ITU complicada ou PA, a erradica&#xE7;&#xE3;o foi baseada na redu&#xE7;&#xE3;o de pat&#xF3;genos para &#x2264; 104 unidades/mL formadoras de col&#xF4;nias <sup>(9,10)</sup>. A classifica&#xE7;&#xE3;o de erradica&#xE7;&#xE3;o presumida <sup>(7,8)</sup> ou persistente presumida<sup> (7-9)</sup> foi utilizada quando os pacientes consideraram sucesso cl&#xED;nico ou falha cl&#xED;nica, mas a cultura n&#xE3;o estava dispon&#xED;vel para teste.</p> <p>As an&#xE1;lises estat&#xED;sticas destes estudos foram conduzidas com as vari&#xE1;veis cl&#xED;nicas ou microbiol&#xF3;gicas<sup> (7,9-12)</sup> ou com a inten&#xE7;&#xE3;o de tratar as diferentes popula&#xE7;&#xF5;es <sup>(9,10,13,14)</sup>.</p> <p><strong>Tabela 1: Efic&#xE1;cia de levofloxacino (LEV) venoso/oral 750 mg uma vez diaa (1x) por 5 dias versus LEV 500 mg (1x) por 10 dias em pacientes com pneumonia adquirida na comunidade (PAC) ou sinusite aguda bacteriana (SAB). Dados de estudos prospectivos de n&#xE3;o inferioridade, randomizados, duplo-cegos e multic&#xEA;ntricos <sup>(7, 8)</sup> e de suban&#xE1;lises retrospectivas de PAC <sup>(11-13)</sup>. Adaptado da refer&#xEA;ncia 1</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Estudos</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\"><strong>Tratamento - dose (1x)/mg (dura&#xE7;&#xE3;o/dia)</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:201px\"><strong>Resposta Clinica % (n) <sup>b,c</sup></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:177px\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:194px\"><strong>Resposta Microbiol&#xF3;gica % (n) <sup>b,c,d</sup></strong></td> <td style=\"width:190px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"6\" style=\"text-align:center\"><strong>Prospectivos</strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes PAC <sup>e</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">92,4 (198)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-7,0/4,4<sup>f</sup> </td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">93,2 (103)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-8,6/7,0</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">91,1 (192)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">92,4 (92)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes SAB<sup>g</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">91,4 (152)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-10,0/4,2<sup>f</sup> </td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">91,5 (153)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">NR</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">88,6 (149)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">89,4 (151)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"6\" style=\"text-align:center\"><strong>Retrospectivos</strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes PAC (bact.. at&#xED;picas)<sup>e</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">95,5 (66)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-6,8/8,8</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">NR</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">NR</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">96,5 (57)<br> &amp;nbsp;</br></td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes PAC grave</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">90,8 (76)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-15,9/5,4</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">88,9 (36)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-18,3/15,6</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">85,5 (83)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">87,5 (32)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes PAC &#x2265; 65 anos<sup>h</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">89 (73)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-7,1/12,7</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">90,3 (31)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">NR</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">91,9(86)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">87,5 (16)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> </tbody> </table> <p><sup>(a)</sup> Pacientes em uso de 750 mg/dia 5 dias e placebo por mais 5 dias.<br> <sup>(b)</sup> Resposta cl&#xED;nica (sucesso) definida como cura e/ou melhora sintomas; resposta microbiol&#xF3;gica definida como erradica&#xE7;&#xE3;o ou erradica&#xE7;&#xE3;o presumida de todos os pat&#xF3;genos identificados no in&#xED;cio do estudo.<br> <sup>(c)</sup> Desfecho prim&#xE1;rio foi a resposta cl&#xED;nica (taxa) ap&#xF3;s 7-14 dias tratamento ou entre os dias 17 e 24 do estudo.<br> <sup>(d)</sup> Pacientes avaliados com resposta cl&#xED;nica e com pat&#xF3;genos identificados no in&#xED;cio do estudo, excluindo-se a culturas bacteriol&#xF3;gicas inapropriadas.<br> <sup>(e)</sup> Popula&#xE7;&#xE3;o para analise cl&#xED;nica prim&#xE1;ria: inten&#xE7;&#xE3;o de tratar pacientes excluindo-se os diagn&#xF3;sticos n&#xE3;o confirmados, desvio ou viola&#xE7;&#xE3;o de protocolo, perda de dados ou de seguimento, ou ainda uso de terapia efetiva concomitante.<br> <sup>(f)</sup> A n&#xE3;o inferioridade da levofloxacino 750 mg 1x/dia por 5 dias foi estabelecida como o limite superior do intervalo de confian&#xE7;a 95% para a diferen&#xE7;a da taxa de resposta entre os grupos &lt;15%.<br> <sup>(g)</sup> Popula&#xE7;&#xE3;o para analise microbiol&#xF3;gica prim&#xE1;ria: pacientes que seguiram o protocolo e tiveram diagn&#xF3;stico microbiol&#xF3;gico confirmado.<br> <sup>(h)</sup> Popula&#xE7;&#xE3;o para an&#xE1;lise prim&#xE1;ria: inten&#xE7;&#xE3;o de tratar pacientes que receberam uma ou mais doses da medica&#xE7;&#xE3;o de estudo.<br> <strong>NR:</strong> N&#xE3;o relatado</br></br></br></br></br></br></br></br></p> <p><strong>Tabela 2: Efic&#xE1;cia de levofloxacino venoso/oral (LEV) 750 mg uma vez dia (1x) por 5 dias versus <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-ciprofloxacino/pa\" target=\"_blank\">ciprofloxacino</a> (CIP) 400 mg venoso/500 mg oral duas vezes/dia (2x) por 10 dias em pacientes (pctes) com infec&#xE7;&#xE3;o do trato urin&#xE1;ria complicada (ITUc) ou pielonefrite aguda (PA). Dados de estudo prospectivo de n&#xE3;o inferioridade, randomizado, duplo-cego e multic&#xEA;ntrico <sup>(9)</sup> e de an&#xE1;lise separada de pacientes com PA <sup>(10)</sup>. Adaptado da refer&#xEA;ncia 1</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Estudo (popula&#xE7;&#xE3;o analise prim&#xE1;ria)</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\"><strong>Tratamento dose/mg (dura&#xE7;&#xE3;o/dias)</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:195px\"><strong>Resposta Cl&#xED;nica % (n) <sup>a</sup></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:181px\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:180px\"><strong>Resposta Microbiol&#xF3;gica %</strong></td> <td style=\"width:200px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"6\" style=\"text-align:center\"><strong>Estudo principal</strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pctes ITUc ou PA popula&#xE7;&#xE3;o ITT modificado<sup>C</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\">LEV 750 1x (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">81,1 (317)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-7,2/5,3</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">79,8 (317)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-6,3/6,3<sup>d</sup> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:223px\">CIP 400/500 2x<br> (10)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">80,1 (302)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">79,8 (302)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pcts avalia&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\">LEV 750 1x (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">86,4 (265)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-3,9/7,8</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">86,0 (265)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-2,5/8,9<sup>d</sup> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:223px\">CIP 400/500 2x (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">88,6 (241)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">89,2 (241)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"6\" style=\"text-align:center\"><strong>An&#xE1;lise separada</strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pctes PA popula&#xE7;&#xE3;o ITT modificado<sup>C</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\">LEV 750 1x (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">86,2 (94)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-16,0/4,9</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">83,0 (94)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-14,4/7,6<sup>d</sup> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:223px\">CIP 400/500 2x (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">80,6 (98)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">79,6 (98)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pcts avalia&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\">LEV 750 1x (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">92,5 (80)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-12,0/6,0</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">92,5 (80)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-7,1/8,9<sup>d</sup> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:223px\">CIP 400/500 2x (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">89,5 (76)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">93,4 (76)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-</td> </tr> </tbody> </table> <p><sup>(a)</sup> Resposta cl&#xED;nica (sucesso) definida como cura e/ou melhora sintomas; resposta microbiol&#xF3;gica definida como erradica&#xE7;&#xE3;o ou erradica&#xE7;&#xE3;o presumida de todos os pat&#xF3;genos identificados no in&#xED;cio do estudo.<br> <sup>(b)</sup> Desfecho prim&#xE1;rio foi a erradica&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica (taxa) entre os dias 15 e 22 do estudo (visita ap&#xF3;s tratamento).<br> <sup>(c)</sup> Popula&#xE7;&#xE3;o ITT modificado (desfecho co-prim&#xE1;rio): inten&#xE7;&#xE3;o de tratar pacientes com diagn&#xF3;stico microbiol&#xF3;gico, urocultura positiva com &#x2265; 105 UFC/mL e um ou mais pat&#xF3;genos urin&#xE1;rios no in&#xED;cio do estudo.<br> <sup>(d)</sup> A n&#xE3;o inferioridade de levofloxacino 750 mg 1x dia por 5 dias foi estabelecida como o limite superior do intervalo de confian&#xE7;a 95% para a diferen&#xE7;a da taxa de resposta entre os grupos &lt;15%.<br> <sup>(e)</sup> Pacientes com avalia&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica (desfecho co-prim&#xE1;rio): inten&#xE7;&#xE3;o de tratar modificado de pacientes que n&#xE3;o perderam o seguimento, tinham dados de avalia&#xE7;&#xE3;o ap&#xF3;s o tratamento e seguiram o protocolo de estudo.</br></br></br></br></p> <h5>As conclus&#xF5;es destes estudos s&#xE3;o:</h5> <ul> <li>O levofloxacino 750 mg uma vez ao dia por 5 dias foi t&#xE3;o efetiva quanto 500 mg uma vez ao dia por 10 dias no tratamento da PAC na totalidade da popula&#xE7;&#xE3;o estudada, assim como em pacientes com PAC causada por organismos at&#xED;picos, em pacientes com PAC grave e nos acima de 65 anos (Tabela 1).</li> <li>No tratamento da SAB em adultos, levofloxacino 750 mg uma vez ao dia por 5 dias foi igualmente t&#xE3;o efetiva quanto 500 mg uma vez ao dia por 10 dias (Tabela 2);</li> <li>O levofloxacino 750 mg uma vez ao dia por 5 dias foi t&#xE3;o efetiva quanto o ciprofloxacino 400 ou 500 mg duas vezes ao dia por 10 dias no tratamento de adultos com ITU complicada ou PA (Tabela 2).</li> </ul> <p>A utiliza&#xE7;&#xE3;o de tratamento antimicrobiano para exacerba&#xE7;&#xF5;es de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/dpoc/c\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/doenca-pulmonar-obstrutiva\" target=\"_blank\">Doen&#xE7;a Pulmonar Obstrutiva</a> Cr&#xF4;nica (DPOC) est&#xE1; indicada em v&#xE1;rias diretrizes nacionais e internacionais <sup>(15)</sup>, em particular nos pacientes que se apresentam clinicamente como portadores de bronquite cr&#xF4;nica. Estudo randomizado, cego, de grupos paralelos realizado em portadores de exacerba&#xE7;&#xE3;o de bronquite cr&#xF4;nica, comparou dois esquemas distintos em portadores de bronquite cr&#xF4;nica n&#xE3;o complicada (VEF1 &#x2265; 50% previsto e &lt; 4 exacerba&#xE7;&#xF5;es/ano) e bronquite cr&#xF4;nica complicada (VEF1&#x2264; 50% previsto ou entre 50 e 65% + presen&#xE7;a co-morbidades &#x2265; 4 exacerba&#xE7;&#xF5;es/ano). O primeiro grupo de pacientes recebeu levofloxacino 750 mg via oral, uma vez ao dia por 3 dias ou <a href=\"https://consultaremedios.com.br/azitromicina/bula\" target=\"_blank\">azitromicina</a> 500mg/dia no primeiro dia seguido de 250mg/dia entre o dia 2 e 5 do tratamento. No segundo grupo de pacientes (exacerba&#xE7;&#xE3;o por bronquite cr&#xF4;nica complicada) os pacientes receberam levofloxacino 750 mg via oral, uma vez ao dia, por 5 dias ou amoxacilina 875 mg + clavulanato 125 mg, duas vezes ao dia, por 10 dias. Sucesso na avalia&#xE7;&#xE3;o de par&#xE2;metros cl&#xED;nicos (melhora de sintomas e retorno a condi&#xE7;&#xE3;o basal) foi similar na compara&#xE7;&#xE3;o levofloxacino/azitromicina (93,0 versus 90,1%, respectivamente) e levofloxacino/amoxa-clavulanato (79,2 versus 81,7%, respectivamente). Para pacientes que realizaram avalia&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica, a resposta cl&#xED;nica com levofloxacino por 3 dias foi superior que azitromicina por 5 dias (96,3 versus 87,4%, respectivamente), e similar na compara&#xE7;&#xE3;o entre levofloxacino por 5 dias em rela&#xE7;&#xE3;o a amoxacilinaclavulanato por 10 dias nos portadores de bronquite cr&#xF4;nica complicada (81,4 versus 80,9%, respectivamente). A erradica&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica foi superior com levofloxacino por 3 dias comparada a azitromicina por 5 dias (93,8 versus 82,8%, respectivamente), e similar na compara&#xE7;&#xE3;o levofloxacino 5 dias com amoxacilina-clavulanato 10 dias (81,4 versus 79,8%, respectivamente). <sup>(16)</sup></p> <p>Em an&#xE1;lise post-hoc deste mesmo estudo <sup>(17)</sup>, 341 pat&#xF3;genos foram isolados, 41,9% deles flora tradicional de exacerba&#xE7;&#xF5;es de bronquite cr&#xF4;nica, 53,1% outros microrganismos Gram-negativos e 5% Gram-positivos. A susceptibilidade geral dos pat&#xF3;genos &#xE0; levofloxacino foi de 97,1% e 90,6% &#xE0; amoxacilina/clavulanato (p&lt;0,001). Os eventos adversos foram semelhantes entre os grupos. Os autores concluem pela similaridade dos tratamentos para as diferentes gravidades de exacerba&#xE7;&#xE3;o de bronquite cr&#xF4;nica.</p> <p>Estudo cl&#xED;nico publicado em 2002 verificou a efic&#xE1;cia do levofloxacino na dose de 750 mg para o tratamento de infec&#xE7;&#xF5;es de pele e subcut&#xE2;neo complicadas. 339 pacientes foram randomizados na propor&#xE7;&#xE3;o 1:1 para receber levofloxacino 750mg 1X/dia endovenoso, oral ou endovenoso/oral, ou tircacilina-clavulanato 3,1g endovenoso a cada 4 a 6 horas, que pode ser seguido por amoxicilina-clavulanato 875mg a cada 12 horas. Na popula&#xE7;&#xE3;o clinicamente avali&#xE1;vel, os dois regimes mostraram equival&#xEA;ncia terap&#xEA;utica (taxas de sucesso de 84,1% e 80,3%, respectivamente).</p> <p>Na popula&#xE7;&#xE3;o microbiologicamente avali&#xE1;vel, a taxa de erradica&#xE7;&#xE3;o foi de 83,7% nos tratados com levofloxacino, e de 71,4% nos tratados com tircacilina-clavulanato (intervalo de confian&#xE7;a de 95%: -24,3 a - 0,2). Ambos os tratamentos foram bem tolerados. Este estudo demonstra que levofloxacino (750mg 1X/dia) &#xE9; seguro e pelo menos t&#xE3;o efetivo que tircacilina-clavulanato para o tratamento de infec&#xE7;&#xE3;o de pele e subcut&#xE2;neo complicada. <sup>(19)</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\"><strong>Refer&#xEA;ncias dos resultados de efic&#xE1;cia</strong></span></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Anderson VR, Perry CM. Levofloxacin. A Review of its Use as a High-Dose, Short Course Treatment for Bacterial Infection. Drugs 2008; 68: 535-565.<br> 2. Croom KF, Goa KL. Levofloxacin: a review of its use in the treatment of bacterial infections in the United States. Drugs 2003; 63: 2769-802.<br> 3. File Jr TM. New insights in the treatment by levofloxacin. Chemotherapy 2004; 50 Suppl. 1: 22-8.<br> 4. Wargo KA, Wargo NA, Eiland III EH. Maximizing pharmacodynamics with high dose levofloxacin. Hosp Pharm 2005; 40: 777-87.<br> 5. Segreti J, House HR, Siegel RE. Principles of antibiotic treatment of community acquired pneumonia in the outpatient setting. Am J Med 2005; 118: 21-8S.<br> 6. Mandell LA, Wunderink RG, Anzueto, Bartlett JG, Campbell GD, Dean NC et al. Thoracic Society Consensus Guidelines on the Management of Community-Acquired Pneumoniain Adults. Clinical Infectious Diseases 2007; 44:S27&#x2013;72.<br> 7. Dunbar LM, Wunderink RG, Habib MP, et al. High-dose, short course levofloxacin for communityacquired pneumonia: a new treatment paradigm [published erratum appears in Clin Infect Dis 2003; 37: 1147]. Clin Infect Dis 2003; 37: 752-60.<br> 8. Poole M, Anon J, Paglia M, et al. A trial of high-dose, short course levofloxacin for the treatment of acute bacterial sinusitis. Otolaryngol Head Neck Surg 2006; 134: 10-7.<br> 9. Peterson J, Kaul S, Khashab M, et al. A double-blind, randomized comparison of levofloxacin 750mg once-daily for 5 days with ciprofloxacin 400/500mg twice-daily for 10 days for the treatment of complicated urinary tract infections and acute pyelonephritis. Urology 2008; 71: 17-22.<br> 10. Klausner HA, Brown P, Peterson J, et al. A trial of levofloxacin 750 mg once daily for 5 days versus ciprofloxacin 400 mg and 500 mg twice daily for 10 days in the treatment of acute pyelonephritis. Curr Med Res Opin 2007; 22: 2637-45.<br> 11. Dunbar LM, Khashab MM, Kahn JB, et al. Efficacy of 750-mg 5-day levofloxacin in the treatment of community-acquired pneumonia caused by atypical pathogens. Curr Med Res Opin 2004; 20: 555-63.<br> 12. Shorr AF, Khashab MM, Xiang JX, et al. Levofloxacin 750-mg for 5 days for the treatment of hospitalized fine risk class III/IV community-acquired pneumonia patients. Respir Med 2006; 100: 2129-36.<br> 13. Shorr AF, Zadeikis N, Xiang JX, et al. A multicenter, randomized, double-blind, retrospective comparison of 5- and 10-day regimens of levofloxacin in a subgroup of patients aged &#x2265;65 years with communityacquired pneumonia. Clin Ther 2005; 27: 1251-9.<br> 14. File Jr TM, Milkovich G, Tennenberg AM, et al. Clinical implications of 750 mg, 5 day levofloxacin for the treatment community-acquired pneumonia. Curr Med Res Opin 2004; 20: 1473-81.<br> 15. GOLD. Global strategy for the diagnosis, management, and prevention of chronic obstructive pulmonary disease. Uptodate 2008. www.goldcopd.com. Acessado em setembro 2009.<br> 16. Martinez FJ, Grossman FR, Zadeikis N, Fisher AC, Walker K, Ambruzs ME, Tennenberg AM. Patient stratification in the management of acute bacterial exacerbation of chronic bronchitis: the role of levofloxacin 750 mg. Eur Respir J 2005; 25: 1001&#x2013;1010.<br> 17. Grossman RF, Ambrusz ME, Fisher AC, Khashab MM, Kahn JB. Levofloxacin 750 mg QD for five days versus amoxicillin/clavulanate 875 mg/125 mg BID for ten days for treatment of acute bacterial exacerbation of chronic bronchitis: a post hoc analysis of data from severely ill patients. Clin Ther. 2006; 28:1175-80.<br> 18. Frei CR, Jaso TC, Mortensen EM, Restrepo MI, Raut MK, Oramasionwu CU, Ruiz AD, Makos BR, Ruiz JL, Attridge RT, Mody SH, Fisher A, Schein JR. Medical resource utilization among communityacquired pneumonia patients initially treated with levofloxacin 750 mg daily versus ceftriaxone 1000 mg plus azithromycin 500 mg daily: a US-based study. Curr Med Res Opin. 2009;25:859-68.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h3>Injet&#xE1;vel</h3> <p>Segundo Croom &amp; Goa (2003) diversos estudos comparativos randomizados confirmam a efic&#xE1;cia do levofloxacino (oral ou intravenoso) no tratamento de adultos com infec&#xE7;&#xF5;es respirat&#xF3;rias, geniturin&#xE1;rias, da pele e dos tecidos moles, com doses di&#xE1;rias de 250, 500 ou 750 mg.</p> <p>De acordo com Anderson &amp; Perry (2008) a efic&#xE1;cia do levofloxacino via oral ou intravenosa ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de doses de 750 mg uma vez ao dia por 5 dias j&#xE1; foi bem estabelecida em diversos estudos randomizados em adultos, para tratamento da PAC, SBA, PA e infec&#xE7;&#xF5;es complicadas durante a interna&#xE7;&#xE3;o na UTI.</p> <p>Conforme Inoshita e colaboradores (2010) a levofloxacino foi eficaz na profilaxia de infec&#xE7;&#xF5;es bacterianas ap&#xF3;s cirurgias dos seios paranasais.</p> <p>A efic&#xE1;cia do levafloxacino no tratamento da pneumonia nasocomial e PAC foi demonstrada por diversos autores. <sup>(1)</sup>&amp;nbsp;Este f&#xE1;rmaco tamb&#xE9;m pode ser utilizado para tratamento da exacerba&#xE7;&#xE3;o da bronquite <sup>(2)</sup> e da SBA. <span style=\"font-size:10.8333px\">(3)</span></p> <p>Em infec&#xE7;&#xF5;es do trato gastro geniturin&#xE1;rio, o levofloxacino tamb&#xE9;m demonstrou efic&#xE1;cia, com taxa de cura cl&#xED;nica e microbiol&#xF3;gica maior que 80%. <sup>(4)</sup></p> <p>O levofloxacino foi eficaz em tratar infec&#xE7;&#xF5;es da pele e dos tecidos moles n&#xE3;o complicados.&amp;nbsp;<sup>(5)</sup></p> <p>Segundo Croom &amp; Goa (2003) a administra&#xE7;&#xE3;o de levofloxacino parece ser bem tolerada, sendo que a maior parte dos eventos adversos registrados s&#xE3;o de severidade leve a moderada. Os principais eventos relatados foram n&#xE1;usea, diarreia, vaginites, dor abdominal e ins&#xF4;nia. A dose n&#xE3;o parece exercer efeito significante no aparecimento de eventos adversos.</p> <p>Ainda segundo Croom &amp; Goa (2003) o levofloxacino possui baixo potencial para causar rea&#xE7;&#xF5;es de fototoxicidade (incid&#xEA;ncia de 0,03%). Desordens dos tend&#xF5;es, toxidade severa do f&#xED;gado, hipoglicemia e hiperglicemia s&#xE3;o sintomas raros, assim como altera&#xE7;&#xF5;es c&#xE1;rdicas (prolonga&#xE7;&#xE3;o do intervalo QT registrada em menos que 1 em 1 milh&#xE3;o de pacientes nos Estados Unidos).</p> <p>Portanto, baseando-se nos estudos realizados, foram demonstradas a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a do levofloxacino no tratamento de diversas infec&#xE7;&#xF5;es incluindo as do trato respirat&#xF3;rio superior e inferior, da pele e tecidos moles, do trato urin&#xE1;rio e dos ossos.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Norrby et al, 1998; Croom &amp; Goa, 2003; West et al, 2003; File&amp;nbsp;JR. et al, 1997; Zhao et al, 2014.<br> 2. Croom &amp; Goa, 2003; Langtry &amp; Lamb, 1998; Hurst et al, 2002.<br> 3.&amp;nbsp;Langtry &amp; Lamb, 1998; Hurst et al,2002.<br> 4.&amp;nbsp;Croom &amp; Goa, 2003; Klinberg et al, 1998; Richard et al, 1998; Anderson &amp; Pierry, 2008.<br> 5.&amp;nbsp;Croom &amp; Goa, 2003; TARSHIS et al, 2001.</br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Comprimido</h3> <h4>Propriedades farmacodin&#xE2;micas</h4> <h5>Mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o:</h5> <p>O Levofloxacino &#xE9; um agente antibacteriano sint&#xE9;tico de amplo espectro, para administra&#xE7;&#xE3;o oral.</p> <p>Quimicamente, o levofloxacino &#xE9; o is&#xF4;mero lev&#xF3;giro (is&#xF4;mero-L) do racemato ofloxacina, um agente antibacteriano quinol&#xF4;nico. A atividade antibacteriana da ofloxacina deve-se basicamente ao is&#xF4;mero-L. O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino e de outros antimicrobianos quinol&#xF4;nicos envolve a inibi&#xE7;&#xE3;o da DNA-girase (topoisomerase bacteriana II), uma enzima necess&#xE1;ria &#xE0; replica&#xE7;&#xE3;o, transcri&#xE7;&#xE3;o, restaura&#xE7;&#xE3;o e recombina&#xE7;&#xE3;o do DNA. Nesse sentido, o is&#xF4;meroL produz mais liga&#xE7;&#xF5;es de hidrog&#xEA;nio e, portanto, complexos mais est&#xE1;veis com a DNA-girase do que o is&#xF4;mero-D.</p> <p>Microbiologicamente, isso se traduz numa atividade antibacteriana 25 a 40 vezes maior para o is&#xF4;mero-L, o levofloxacino, do que para o is&#xF4;mero-D. Os derivados quinol&#xF4;nicos inibem r&#xE1;pida e especificamente a s&#xED;ntese do DNA bacteriano.</p> <h5>Microbiologia:</h5> <p>O levofloxacino apresenta atividade <em>in vitro</em> contra um amplo espectro de bact&#xE9;rias aer&#xF3;bicas e anaer&#xF3;bicas grampositivas e gram-negativas.</p> <p>A atividade bactericida do levofloxacino &#xE9; r&#xE1;pida e frequentemente ocorre em n&#xED;veis pr&#xF3;ximos da Concentra&#xE7;&#xE3;o Inibit&#xF3;ria M&#xED;nima (CIM).</p> <h6>O levofloxacino exibe atividade <em>in vitro</em> contra a maioria das cepas dos microrganismos citados a seguir:</h6> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li><em>Enterococcus faecalis;</em></li> <li><em>Staphylococcus aureus methi-S;</em></li> <li><em>Staphylococcus epidermidis methi-S;</em></li> <li><em>Staphylococcus saprophyticus;</em></li> <li><em>Streptococcus pneumonia;</em></li> <li><em>Streptococcus pyogenes.</em></li> </ul> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-negativos</strong></p> <ul> <li><em>Enterobacter cloacae;</em></li> <li><em>Escherichia coli;</em></li> <li><em>Haemophilus influenzae;</em></li> <li><em>Haemophilus parainfluenzae;</em></li> <li><em>Klebsiella pneumoniae;</em></li> <li><em>Legionella pneumophila;</em></li> <li><em>Moraxella catarrhalis;</em></li> <li><em>Proteus mirabilis*;</em></li> <li><em>Pseudomonas aeruginosa*;</em></li> <li><em>Serratia marcescens*.</em></li> </ul> <p><strong>Outros microrganismos</strong></p> <ul> <li><em>Chlamydophila pneumoniae;</em></li> <li><em>Mycoplasma pneumoniae.</em></li> </ul> <p>Para os micro-organismos abaixo dados <em>in vitro</em> est&#xE3;o dispon&#xED;veis. Entretanto, a seguran&#xE7;a e efic&#xE1;cia do tratamento de infec&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas causadas por estes micro organismos ainda n&#xE3;o est&#xE1; bem estabelecida.</p> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li><em>Staphylococcus haemolyticus;</em></li> <li> <em>Streptococcus &#x3B2;-haemolyticus </em>(grupo C/F)<em>;</em> </li> <li> <em>Streptococcus &#x3B2;-haemolyticus </em>(grupo G)<em>;</em> </li> <li><em>Streptococcus agalactiae;</em></li> <li><em>Streptococcus milleri;</em></li> <li><em>Viridans group streptococci;</em></li> <li><em>Bacillus anthracis.</em></li> </ul> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-negativos</strong></p> <ul> <li><em>Acinetobacter baumannii;</em></li> <li><em>Acinetobacter lwoffii;</em></li> <li><em>Bordetella pertussis;</em></li> <li><em>Citrobacter koseri;</em></li> <li><em>Citrobacter freundii;</em></li> <li><em>Enterobacter aerogenes;</em></li> <li><em>Enterobacter sakasakii;</em></li> <li><em>Klebsiella oxytoca;</em></li> <li><em>Morganella morganii;</em></li> <li><em>Pantoea agglomerans;</em></li> <li><em>Proteus vulgaris;</em></li> <li><em>Providencia rettgeri;</em></li> <li><em>Providencia stuartii;</em></li> <li><em>Pseudomonas fluorescens;</em></li> <li><em>Yersinia pestis.</em></li> </ul> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li><em>Clostridium perfringens.</em></li> </ul> <p>O levofloxacino &#xE9; ativo contra as cepas produtoras de beta-lactamase dos microrganismos listados anteriormente. O levofloxacino n&#xE3;o &#xE9; ativo contra <em>Treponema pallidum</em>.</p> <p>Resist&#xEA;ncia ao levofloxacino devido &#xE0; muta&#xE7;&#xE3;o espont&#xE2;nea <em>in vitro</em> &#xE9; um fen&#xF4;meno muito raro. Embora tenha sido observada resist&#xEA;ncia cruzada entre levofloxacino e outras fluorquinolonas, alguns microrganismos resistentes a outras quinolonas, como o <a href=\"https://consultaremedios.com.br/ofloxacino/bula\" target=\"_blank\">ofloxacino</a>, podem ser sens&#xED;veis ao levofloxacino. Na falta de um teste de sensibilidade ao levofloxacino, a sensibilidade do microrganismo ao ofloxacino pode ser utilizada para predizer a sensibilidade ao levofloxacino. Contudo, embora microrganismos sens&#xED;veis ao ofloxacino possam ser considerados sens&#xED;veis ao levofloxacino, o contr&#xE1;rio nem sempre &#xE9; verdadeiro.</p> <h4>Propriedades farmacocin&#xE9;ticas</h4> <p>O levofloxacino &#xE9; r&#xE1;pido e quase completamente absorvido ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral. O pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica &#xE9; obtido uma a duas horas ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o. A biodisponibilidade absoluta de uma dose oral de 500 mg de levofloxacino &#xE9; de aproximadamente 99%. A ingest&#xE3;o de alimentos n&#xE3;o altera de maneira clinicamente significativa a absor&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino.</p> <p>A atividade do levofloxacino depende de sua concentra&#xE7;&#xE3;o, e o preditor mais utilizado para medir sua efic&#xE1;cia cl&#xED;nica e microbiol&#xF3;gica &#xE9; a rela&#xE7;&#xE3;o entre a &#xE1;rea sob a curva de tempo da concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica (AUC) dividida pela concentra&#xE7;&#xE3;o inibit&#xF3;ria m&#xED;nima (MIC). Uma raz&#xE3;o AUC/MIC maior que 30 &#xE9; utilizada em alguns estudos para prever a atividade <em>in vivo</em>, particularmente contra o pneumococo, mas uma raz&#xE3;o mais elevada (&gt;100) parece indicar um efeito bactericida, reduzindo o potencial de ocorrer muta&#xE7;&#xE3;o bacteriana. Em an&#xE1;lises farmacodin&#xE2;micas simuladas com levofloxacino 750 mg, a probabilidade de uma rela&#xE7;&#xE3;o AUC/MIC &#x2265; 30 ser obtida no plasma foi &#x2265; 97%. Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral, o levofloxacino &#xE9; rapidamente absorvido e concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas m&#xE1;ximas s&#xE3;o alcan&#xE7;adas em 1 a 2 horas.</p> <p>As concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas do levofloxacino ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa s&#xE3;o semelhantes e compar&#xE1;veis, em extens&#xE3;o (AUC), &#xE0;s obtidas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral, quando se utilizam doses equivalentes (mg/mg). Portanto, a via oral e a via intravenosa podem ser consideradas intercambi&#xE1;veis. A farmacocin&#xE9;tica do levofloxacino &#xE9; linear e previs&#xED;vel ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de doses &#xFA;nicas e doses m&#xFA;ltiplas de 50 a 600 mg. As concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas aumentam proporcionalmente com o aumento das doses orais, numa faixa de 250 a 1.000mg. O estado de equil&#xED;brio &#xE9; atingido em per&#xED;odo de 3 dias.</p> <p>O volume m&#xE9;dio de distribui&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino varia, em geral, de 89 a 112 litros ap&#xF3;s doses &#xFA;nicas ou m&#xFA;ltiplas de 500 mg, indicando ampla distribui&#xE7;&#xE3;o pelos tecidos.</p> <p>As concentra&#xE7;&#xF5;es m&#xE1;ximas do levofloxacino na mucosa br&#xF4;nquica e flu&#xED;do epitelial ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg foram de 8,3 mcg/g e 10,8 mcg/mL, respectivamente. Estas concentra&#xE7;&#xF5;es foram alcan&#xE7;adas em aproximadamente uma hora ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o. A concentra&#xE7;&#xE3;o nos tecidos pulmonares ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg por via oral foi de aproximadamente 11,3 mcg/g e foi alcan&#xE7;ada 4 a 6 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o. As concentra&#xE7;&#xF5;es nos pulm&#xF5;es constantemente excederam &#xE0;s do plasma. Nos flu&#xED;dos vesicais as concentra&#xE7;&#xF5;es m&#xE1;ximas de levofloxacino foram de 4,0 e 6,7 mcg/mL, 2 - 4 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o, ap&#xF3;s 3 dias com doses de 500 mg, uma ou duas vezes ao dia, respectivamente.</p> <p>A penetra&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino na bile &#xE9; r&#xE1;pida e completa. O levofloxacino tamb&#xE9;m penetra rapidamente no tecido &#xF3;sseo, tanto na cabe&#xE7;a do f&#xEA;mur quanto na sua parte distal. Os picos de concentra&#xE7;&#xE3;o tissular variam de 2,4 a 15 mcg/g e s&#xE3;o obtidos cerca de 2 a 3 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral. A liga&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> s&#xE9;ricas &#xE9; de aproximadamente 30 a 40%.</p> <p>O levofloxacino &#xE9; esterioquimicamente est&#xE1;vel no plasma e na urina e n&#xE3;o se converte metabolicamente no seu enanti&#xF4;mero, a D-ofloxacina. A biotransforma&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino &#xE9; limitada, uma vez que a droga &#xE9; basicamente excretada inalterada na urina. Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral, aproximadamente 87% da dose administrada &#xE9; recuperada inalterada, na urina, num per&#xED;odo de 48 horas, enquanto que menos de 4% da dose &#xE9; recuperada nas fezes, num per&#xED;odo de 72 horas. As concentra&#xE7;&#xF5;es urin&#xE1;rias m&#xE9;dias, 8 - 12 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de uma dose oral &#xFA;nica de 150 mg, 300 mg ou 500 mg de levofloxacino foram 44 mg/L, 91 mg/L e 200 mg/L, respectivamente. Menos de 5% da dose administrada &#xE9; recuperada na urina como desmetil e N-&#xF3;xido metab&#xF3;litos, os &#xFA;nicos metab&#xF3;litos identificados no homem. Estes metab&#xF3;litos n&#xE3;o apresentam atividade farmacol&#xF3;gica relevante.</p> <p>A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica terminal m&#xE9;dia do levofloxacino varia de 6 a 8 horas, ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de doses &#xFA;nicas ou de doses m&#xFA;ltiplas.</p> <p>A farmacocin&#xE9;tica do levofloxacino fica alterada em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal, portanto &#xE9; necess&#xE1;rio o ajuste da dose.</p> <p>N&#xE3;o h&#xE1; diferen&#xE7;as significativas na cin&#xE9;tica do levofloxacino entre jovens e idosos, a n&#xE3;o ser as diferen&#xE7;as associadas ao <em>clearance</em> de creatinina.</p> <p>A an&#xE1;lise separada de indiv&#xED;duos do sexo feminino e masculino demonstrou diferen&#xE7;as variando de pequenas &#xE0; n&#xE3;o significativas da farmacocin&#xE9;tica do levofloxacino com rela&#xE7;&#xE3;o ao sexo. O significado cl&#xED;nico destas diferen&#xE7;as ainda n&#xE3;o est&#xE1; claro.</p> <h3>Injet&#xE1;vel</h3> <h4>Mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>O levofloxacino &#xE9; um agente antibacteriano sint&#xE9;tico de amplo espectro, para administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa.</p> <p>Quimicamente, o levofloxacino &#xE9; o is&#xF4;mero lev&#xF3;giro (is&#xF4;mero-L) do racemato ofloxacino, um agente antibacteriano quinol&#xF4;nico. A atividade antibacteriana do ofloxacino deve-se basicamente ao is&#xF4;mero-L. O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino e de outros antimicrobianos fluoroquinol&#xF4;nicos envolve a inibi&#xE7;&#xE3;o da Topoisomerase IV bacteriana e da DNA-girase (ambas s&#xE3;o Topoisomerase bacteriana tipo II), enzimas necess&#xE1;rias para a replica&#xE7;&#xE3;o, transcri&#xE7;&#xE3;o, restaura&#xE7;&#xE3;o e recombina&#xE7;&#xE3;o do DNA. Nesse sentido, o is&#xF4;mero-L produz mais liga&#xE7;&#xF5;es de hidrog&#xEA;nio e, portanto, complexos mais est&#xE1;veis com a DNA-girase do que o is&#xF4;mero-D. Microbiologicamente, isso se traduz numa atividade antibacteriana 25 a 40 vezes maior para o is&#xF4;mero-L, o levofloxacino, do que para o is&#xF4;mero-D. Os derivados quinol&#xF4;nicos inibem r&#xE1;pida e especificamente a s&#xED;ntese do DNA bacteriano.</p> <h5>Microbiologia:</h5> <p>O levofloxacino apresenta atividade <em>in vitro</em> contra um amplo espectro de bact&#xE9;rias aer&#xF3;bicas e anaer&#xF3;bicas gram-positivas e gram-negativas. A atividade bactericida do levofloxacino &#xE9; r&#xE1;pida e frequentemente ocorre em n&#xED;veis pr&#xF3;ximos da Concentra&#xE7;&#xE3;o Inibit&#xF3;ria M&#xED;nima (CIM).</p> <h6>O levofloxacino exibe atividade <em>in vitro</em> contra a maioria das cepas dos microrganismos citados a seguir:</h6> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li> <em>Enterococcus avium, Staphylococcus hominis, Streptococcus milleri, Enterococcus faecium, Streptococcus constellatus, Streptococcus sanguis, Staphylococcus aureus, Streptococcus, Streptococcus </em>(Grupo<em> Viridans); </em>(Grupo C/F, D, G)<em>, Sthaphylococcus epidermidis.</em> </li> </ul> <p><strong>Anaer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li><em>Clostridium perfringens, Peptostreptococcus anaerobius, Propionibacterium acnes, Clostridium spp., Peptostreptococcus Magnus.</em></li> </ul> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-negativos</strong></p> <ul> <li><em>Acinetobacter anitratus, Legionella spp., Salmonella enteritidis, Acinetobacter baumannii, Morganella morganii, Salmonella spp, Acinetobacter lwoffii, Neisseria gonorrhoeae, Serratia liquefaciens, Aeromonas hydrophila, N. gonorrhoeae (produtora Serratia marcescens de penicilinase), Bordetella pertussis, Serratia spp, Campylobacter jejuni, Proteus vulgaris, Shigella spp, Citrobacter diversus, Providencia rettgeri, Stenotrophomonas maltophilia, Pantoea (Enterobacter) aerogenes, Providencia spp., Vibrio cholerae, Enterobacter agglomerans, Providencia stuartii, Vibrio parahaemolyticus, Enterobacter sakazakii, Pseudomonas fluorescens, Yersinia enterocolitica, Flavobacterium meningosepticum, Pseudomonas putida.</em></li> </ul> <p><strong>Anaer&#xF3;bios Gram-negativos</strong></p> <ul> <li><em>Bacteroides distasonis, Bacteroides intermedius, Veillonella parvula, Bacteroides fragilis.</em></li> </ul> <p><strong>Outros microrganismos:</strong></p> <ul> <li><em>Mycobacterium fortuitum, Mycobacterium tuberculosis, Mycoplasma hominis, Mycobacterium kansasii, Mycoplasma fermentans, Ureaplasma urealyticum, Mycobacterium marinum.</em></li> </ul> <p>O levofloxacino &#xE9; ativo contra as cepas produtoras de beta-lactamase dos microrganismos listados anteriormente. O levofloxacino n&#xE3;o &#xE9; ativo contra Treponema pallidum.</p> <h5>O levofloxacino tem se mostrado ativo contra a maioria das cepas suscept&#xED;veis dos seguintes microrganismos, tanto <em>in vitro</em> como em infec&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas:</h5> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li><em>Enterococcus faecalis, Staphylococcus saprophyticus, Streptococcus pneumoniae, Staphylococcus aureus, Streptococcus agalactiae, Streptococcus pyogenes, Staphylococcus epidermidis.</em></li> </ul> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-negativos</strong></p> <ul> <li><em>Citrobacter freundii, Haemophilus parainfluenzae, Moraxella catarrhalis, Enterobacter cloacae, Klebsiella oxytoca, Proteus mirabilis, Escherichia coli, Klebsiella pneumoniae, Pseudomonas aeruginosa, Haemophilus influenzae, Legionella pneumophila.</em></li> </ul> <p><strong>Outros microrganismos</strong></p> <ul> <li><em>Chlamydia pneumoniae, Mycoplasma pneumoniae.</em></li> </ul> <p>A resist&#xEA;ncia ao levofloxacino devida &#xE0; muta&#xE7;&#xE3;o espont&#xE2;nea <em>in vitro</em> &#xE9; um fen&#xF4;meno muito raro. Embora tenha sido observada resist&#xEA;ncia cruzada entre levofloxacino e outras fluorquinolonas, alguns microrganismos resistentes a outras quinolonas, como o ofloxacino, podem ser sens&#xED;veis ao levofloxacino.</p> <p>Na falta de um teste de sensibilidade ao levofloxacino, a sensibilidade do microrganismo ao ofloxacino pode ser utilizada para predizer a sensibilidade ao levofloxacino. Contudo, embora microrganismos sens&#xED;veis ao ofloxacino possam ser considerados sens&#xED;veis ao levofloxacino, o contr&#xE1;rio nem sempre &#xE9; verdadeiro.</p> <h4>Propriedades farmacocin&#xE9;ticas</h4> <p>A farmacocin&#xE9;tica do levofloxacino &#xE9; linear e previs&#xED;vel ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de doses &#xFA;nicas e doses m&#xFA;ltiplas. O estado de equil&#xED;brio &#xE9; atingido 48 horas ap&#xF3;s a&amp;nbsp;administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg em esquemas de uma dose e de duas doses di&#xE1;rias. O volume m&#xE9;dio de distribui&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino varia, em geral, de 74 a 112 litros ap&#xF3;s doses &#xFA;nicas ou m&#xFA;ltiplas de 500 mg ou 750 mg, indicando ampla distribui&#xE7;&#xE3;o pelos tecidos. A penetra&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino na pele &#xE9; r&#xE1;pida e completa. O levofloxacino tamb&#xE9;m penetra rapidamente no tecido &#xF3;sseo, tanto na cabe&#xE7;a do f&#xEA;mur quanto na sua parte distal. A liga&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino &#xE0;s prote&#xED;nas s&#xE9;ricas, <em>in vitro</em>, &#xE9; de aproximadamente 24 a 38%, numa faixa de 1 a 10 mcg/mL; a liga&#xE7;&#xE3;o se faz principalmente com a <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/albumina-serica\" target=\"_blank\">albumina s&#xE9;rica</a>.</p> <p>O levofloxacino &#xE9; esterioquimicamente est&#xE1;vel no plasma e na urina e n&#xE3;o se converte metabolicamente no seu enanti&#xF4;mero, o Dofloxacino. A biotransforma&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino &#xE9; limitada, uma vez que o f&#xE1;rmaco &#xE9; basicamente excretado inalterado na urina. Menos de 5% da dose administrada &#xE9; recuperada na urina como desmetil e N-&#xF3;xido metab&#xF3;litos, os &#xFA;nicos metab&#xF3;litos identificados no homem. Estes metab&#xF3;litos n&#xE3;o apresentam atividade farmacol&#xF3;gica relevante.</p> <p>A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica terminal m&#xE9;dia do levofloxacino varia de 6 a 8 horas, ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de doses &#xFA;nicas ou de doses m&#xFA;ltiplas. A depura&#xE7;&#xE3;o total aparente m&#xE9;dia e a depura&#xE7;&#xE3;o renal variam de 144 a 226 mL/min e 96 a 142 mL/min, respectivamente. A depura&#xE7;&#xE3;o renal al&#xE9;m da taxa de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular sugere que ocorre secre&#xE7;&#xE3;o tubular do levofloxacino adicionalmente &#xE0; filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular. A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de cimetidina ou probenecida resulta em aproximadamente 24% e 36% de redu&#xE7;&#xE3;o na depura&#xE7;&#xE3;o renal do levofloxacino, indicando que a secre&#xE7;&#xE3;o de levofloxacino ocorre no t&#xFA;bulo renal proximal. N&#xE3;o foram encontrados cristais de levofloxacino em nenhuma das amostras de urina rec&#xE9;m-coletadas de indiv&#xED;duos recebendo levofloxacino.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Turf?

Este medicamento deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 °C e 30 ºC), protegido da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do produto

Comprimido circular, bicôncavo, de cor rosa, isento de partículas estranhas.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres Legais do Turf

M.S. - 1.0385.0114

Farm. Resp.:
Alexandre Madeira de Oliveira
CRF/SC nº 3684

Fabricado por:
Cimed Indústria de Medicamentos Ltda.
Av. Cel. Armando Rubens Storino, 2750 – Pouso Alegre/MG
CEP: 37558-608
CNPJ: 02.814.497/0002-98
Indústria Brasileira




Registrado por:
Laboratório Farmacêutico Elofar Ltda.&nbsp;
Rua Tereza Cristina, 67 – Florianópolis/SC
CEP 88070-790
CNPJ: 83.874.628/0001-43
Indústria Brasileira




SAC:
0800-600-1344
sac@elofar.com.br

Venda sob prescrição médica. Só pode ser vendido com retenção da receita.

500mg, caixa com 10 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Levofloxacino
Classe Terapêutica
:
Fluorquinolonas Orais
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca 2 vias (Antibiótico - Venda Sob Prescrição Médica mediante Retenção da Receita)
Categoria
:
Antibióticos
Especialidade
:
Infectologia, Imunologia clínica, Pneumologia e Clínica Médica

Bula do medicamento

Turf, para o que é indicado e para o que serve?

Turf® é indicado no tratamento de infecções bacterianas causadas por agentes sensíveis ao levofloxacino, tais como:

  • <li>Infec&#xE7;&#xF5;es do trato respirat&#xF3;rio superior e inferior, incluindo <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/sinusite/c" target="_blank">sinusite</a>, exacerba&#xE7;&#xF5;es agudas de <a href="https://consultaremedios.com.br/b/bronquite-cronica" target="_blank"/><a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/bronquite/c" target="_blank">bronquite</a> cr&#xF4;nica e <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/pneumonia/c" target="_blank">pneumonia</a>;</li> <li>Infec&#xE7;&#xF5;es da pele e tecido subcut&#xE2;neo, complicadas e n&#xE3;o complicadas, tais como <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-impetigo-tratamento-sintomas-prevencao-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">impetigo</a>, abscessos, furunculose, <a href="https://minutosaudavel.com.br/celulite-e-celulite-infecciosa-o-que-e-tratamento-remedios-e-cremes/" rel="noopener" target="_blank">celulite</a> e <a href="https://minutosaudavel.com.br/erisipela/" rel="noopener" target="_blank">erisipela</a>;</li> <li>Infec&#xE7;&#xF5;es do trato urin&#xE1;rio, incluindo pielonefrite aguda;</li> <li><a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-osteomielite-diagnostico-tratamento-tem-cura-pode-matar/" rel="noopener" target="_blank">Osteomielite</a>.</li>

Como as fluoroquinolonas, incluindo Turf® , têm sido associadas a reações adversas graves, e pelo fato de que, para alguns pacientes, infecções do trato urinário não complicadas, exacerbações bacterianas agudas de bronquite crônica e sinusite aguda bacteriana podem ser autolimitadas, Turf® só deve ser indicado para tratamento destas infecções em pacientes para os quais não existam opções de tratamento alternativas.

Como o&nbsp;Turf funciona?&nbsp;

{"tag":"hr","value":" <p>Turf<sup>&#xAE;</sup> &#xE9; um medicamento pertencente ao grupo dos f&#xE1;rmacos conhecidos como <a href=\"https://consultaremedios.com.br/infeccoes/antibioticos/c\" target=\"_blank\">antibi&#xF3;ticos</a>.</p> <h3>Turf<sup>&#xAE;</sup> &#xE9; indicado para o tratamento de infec&#xE7;&#xF5;es causadas por bact&#xE9;rias sens&#xED;veis ao levofloxacino como:</h3> <h4>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</h4> <p><em>Enterococcus (Streptococcus) faecalis; Streptococcus agalactiae; Staphylococcus aureus </em>(MSSA); <em>Streptococcus pneumoniae (</em>incluindo cepas de<em> S. pneumoniae</em> resistentes a m&#xFA;ltiplas drogas [MDRSP*]); <em>Staphylococcus epidermidis </em>(MSSE); <em>Streptococcus pyogenes; Staphylococcus saprophyticus.</em></p> <p>*Isolados de MDRSP (S. pneumoniae resistente a m&#xFA;ltiplas drogas) s&#xE3;o cepas resistentes a dois ou mais dos seguintes antibi&#xF3;ticos: penicilina (MIC &#x2265; 2 mcg/mL), segunda gera&#xE7;&#xE3;o de cefalosporinas, ex.: <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cefuroxima/bula\" target=\"_blank\">cefuroxima</a>, macrol&#xED;deos, tetraciclinas e trimetoprima / sulfametoxazol.</p> <h4>&amp;nbsp;Aer&#xF3;bios Gram-negativos</h4> <p><em>Citrobacter freundii; Klebsiella pneumoniae; Enterobacter cloacae; Legionella pneumophila; Escherichia coli; Moraxella catarrhalis; Haemophilus influenzae; Proteus mirabilis; Haemophilus parainfluenzae; Pseudomonas aeruginosa; Klebsiella oxytoca; Serratia marcescens. </em></p> <h4>Outros micro-organismos</h4> <p><em>Chlamydia pneumoniae; Mycoplasma pneumoniae. </em></p> <p>A a&#xE7;&#xE3;o do medicamento inicia-se logo ap&#xF3;s a sua administra&#xE7;&#xE3;o, continuando progressivamente com o decorrer do tratamento, at&#xE9; a elimina&#xE7;&#xE3;o da infec&#xE7;&#xE3;o.</p> "}

Quais as contraindicações do Turf?

Este medicamento é contraindicado se você apresentar hipersensibilidade (alergia) ao levofloxacino, a outros agentes antimicrobianos derivados das quinolonas ou a quaisquer outros componentes da fórmula do produto.

Como usar o Turf?

A dose usual para pacientes adultos, com função renal normal, é de 500 mg, por via oral, a cada 24 horas.

Os comprimidos podem ser ingeridos independentemente das refeições. Caso necessário, a administração de antiácidos contendo cálcio, magnésio ou alumínio, bem como de sucralfato, cátions divalentes ou trivalentes como ferro, ou preparações polivitamínicas contendo zinco deve ser feita duas horas antes ou duas horas após a administração de Turf®.

Pacientes idosos

As doses recomendadas são válidas também para pacientes idosos. Não há necessidade de ajuste das doses, desde que esses pacientes não tenham doença nos rins.

Uso em crianças

Turf® não deve ser usado em crianças e adolescentes.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Turf?&nbsp;

{"tag":"hr","value":" <p>Se voc&#xEA; se esquecer de tomar seu medicamento, tome a pr&#xF3;xima dose normalmente e continue seu tratamento como recomendado pelo m&#xE9;dico. N&#xE3;o dobre a dose.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Turf?

Converse com seu médico se alguma das situações abaixo se aplicar a você:

Reações anafiláticas e/ou de hipersensibilidade (alergia)

Reações anafiláticas e/ou de hipersensibilidade (alergia) graves e ocasionalmente fatais foram relatadas em pacientes que receberam tratamento com quinolonas, incluindo o levofloxacino. Essas reações frequentemente ocorrem após a primeira dose. Algumas reações foram acompanhadas por colapso cardiovascular, hipotensão/ choque (queda de pressão), convulsões, perda da consciência, formigamento, angioedema (inchaço), obstrução das vias aéreas, dispneia (falta de ar), urticária, coceira e outras reações cutâneas sérias. O tratamento com o levofloxacino deve ser interrompido imediatamente diante do aparecimento da primeira erupção cutânea ou qualquer outro sinal de hipersensibilidade (alergia).

Eventos decorrentes de mecanismos imunológicos desconhecidos

Eventos graves e algumas vezes fatais devidos a um mecanismo imunológico desconhecido foram relatados em pacientes tratados com quinolonas, incluindo, raramente, o levofloxacino. Esses eventos podem ser severos e geralmente ocorrem após a administração de doses múltiplas. As manifestações clínicas, isoladas ou associadas, podem incluir: febre, erupção cutânea ou reações dermatológicas severas; vasculite (inflamação dos vasos sanguíneos); artralgia (dor nas articulações); mialgia (dores musculares); doença do soro (uma reação alérgica que causa febre, mal estar, dor no corpo, dor articular, queda de pressão, etc.); pneumonite alérgica; nefrite intersticial; falência ou insuficiência renal aguda; hepatite; icterícia; falência ou necrose hepática aguda; anemia, inclusive hemolítica e aplástica; trombocitopenia, leucopenia; agranulocitose; pancitopenia e/ou outras anormalidades hematológicas. O medicamento deve ser descontinuado imediatamente diante do aparecimento da primeira erupção cutânea ou qualquer outro sinal de hipersensibilidade (alergia) e medidas de suporte devem ser adotadas.

Hepatotoxicidade (dano ao fígado)

Foram recebidos relatos pós-comercialização muito raros de hepatotoxicidade severa (incluindo hepatite aguda e eventos fatais) de pacientes tratados com o levofloxacino. Caso se desenvolva, sinais e sintomas de hepatite, o tratamento deve ser descontinuado imediatamente.

Miastenia grave (doença neuromuscular que causa fraqueza muscular)

O levofloxacino pode aumentar a fraqueza muscular em pessoas com miastenia grave. Eventos adversos graves de pós-comercialização, incluindo morte e necessidade de suporte ventilatório, têm sido associados com o uso de fluoroquinolonas em pessoas com miastenia grave. Evite o uso de levofloxacino se você tem histórico conhecido de miastenia grave.

Efeitos no sistema nervoso central

&nbsp;Foram relatados convulsões, psicoses tóxicas (alteração neurológica) e aumento da pressão intracraniana (incluindo pseudotumor cerebral) em pacientes em tratamento com derivados quinolônicos, incluindo o levofloxacino. As quinolonas também podem provocar uma estimulação do sistema nervoso central, podendo desencadear tremores, inquietação, nervosismo, ansiedade, tontura, confusão, delírio, desorientação, alucinações, paranoia, depressão, pesadelos, insônia e, raramente, pensamentos ou atos suicidas, incluindo suicídio consumado, especialmente em pacientes com histórico clínico de depressão ou um fator de risco para a depressão subjacente. Essas reações podem ocorrer após a primeira dose. Se essas reações ocorrerem em pacientes em tratamento com o levofloxacino, o medicamento deve ser descontinuado e medidas adequadas devem ser adotadas. Como todas as quinolonas, o levofloxacino deve ser usado com cautela em pacientes com distúrbios do Sistema Nervoso Central, suspeitos ou confirmados, que possam predispor a convulsões ou diminuir o limiar de convulsão (por exemplo, arteriosclerose cerebral severa, epilepsia) ou na presença de outros fatores de risco que possam predispor a convulsões ou diminuição do limiar de convulsão (por exemplo, tratamento com outros fármacos, distúrbio renal).

Neuropatia

Foram relatados em pacientes recebendo quinolonas, inclusive levofloxacino, casos muito raros de polineuropatia axonal de nervos sensoriais ou sensomotores acometendo axônios curtos e/ou longos (doenças neurológicas) resultando em parestesias (sensação de formigamento), hipoestesias (diminuição da sensibilidade), disestesias (alteração da sensibilidade) e fraqueza. Os sintomas podem ocorrer logo após o início do tratamento e podem ser irreversíveis. Caso ocorra qualquer um dos sintomas acima o levofloxacino deve ser descontinuado imediatamente.

Colite pseudomembranosa (inflamação do cólon)

Colite pseudomembranosa foi relatada com quase todos os agentes antibacterianos, incluindo o levofloxacino e pode variar, em intensidade, desde leve até potencial risco de vida. Por isso, informe seu médico caso você tenha diarreia após a administração de levofloxacino. Assim, é importante considerar esse diagnóstico em pacientes que apresentarem diarreia após a administração de qualquer agente antibacteriano. O tratamento com agentes antibacterianos altera a flora normal do cólon e pode permitir o crescimento excessivo de Clostridium. Estudos indicam que a toxina produzida pelo Clostridium difficile é uma das causas primárias de colite associada a antibióticos.

Prolongamento do intervalo QT

Algumas quinolonas, incluindo o levofloxacino, têm sido associadas ao prolongamento do intervalo QT no eletrocardiograma e a casos infrequentes de arritmia. Durante o período pós-comercialização, casos muito raros de “Torsades de Pointes” foram relatados em pacientes tomando levofloxacino. Em geral, estes relatos envolveram pacientes que já apresentavam condições médicas associadas ou faziam uso concomitante de outros medicamentos que poderiam ter contribuído para o evento. O levofloxacino deve ser evitado caso você tenha histórico de prolongamento do intervalo QT, hipocalemia (diminuição do potássio) não tratada ou estiver recebendo agentes antiarrítmicos classe IA (quinidina, procainamida) ou classe III (amiodarona, sotalol).

Rupturas dos tendões

Rupturas dos tendões do ombro, da mão, do tendão de Aquiles ou outros tendões, exigindo reparação cirúrgica ou resultando em incapacidade prolongada foram relatadas em pacientes que receberam quinolonas, incluindo o levofloxacino. Relatos ocorridos no período pós-comercialização indicam que o risco pode ser maior em pacientes que estejam concomitantemente recebendo corticosteroides, especialmente os idosos. O tratamento com levofloxacino deve ser descontinuado se você apresentar dor, inflamação ou ruptura de tendão. Você deve repousar e evitar exercícios até que o diagnóstico de tendinite ou ruptura de tendão tenha sido seguramente descartado. A ruptura de tendão pode ocorrer durante ou após a terapia com quinolonas, incluindo o levofloxacino.

Insuficiência renal

Deve-se ter cuidado ao administrar o levofloxacino em pacientes com insuficiência renal (dos rins), pois o medicamento é excretado principalmente pelo rim. Se você tem insuficiência renal é necessário o ajuste das doses para evitar o acúmulo de levofloxacino devido à diminuição da depuração.

Fototoxicidade

Reações de fototoxicidade moderadas a severas foram observadas em pacientes expostos à luz solar direta ou à luz ultravioleta (UV), enquanto recebiam tratamento com quinolonas. A excessiva exposição à luz solar ou à luz ultravioleta deve ser evitada. Se ocorrer fototoxicidade, o tratamento deve ser descontinuado.

Monitoramento da glicose sanguínea

Como no caso das outras quinolonas, foram relatados distúrbios na glicose sanguínea em pacientes tratados com levofloxacino, geralmente em pacientes diabéticos em tratamento concomitante com um agente hipoglicemiante oral ou com insulina. Casos graves de hipoglicemia que resultaram em coma ou morte foram observados em pacientes diabéticos. Recomenda-se cuidadoso monitoramento da glicose sanguínea, especialmente em pacientes diabéticos. Se ocorrer uma reação hipoglicemiante, o tratamento com levofloxacino deve ser interrompido.

Cristalúria (presença de cristais na urina)

Embora não tenha sido relatada cristalúria nos estudos clínicos realizados com o levofloxacino, é importante que você se mantenha hidratado para prevenir a formação de urina altamente concentrada.

Distúrbios oftalmológicos (danos nos olhos)

Existem dados disponíveis sobre a ocorrência de descolamento de retina e uveíte associada ao uso sistêmico de fluoroquinolonas, incluindo o levofloxacino. Portanto, caso você apresente alterações na visão ou algum outro sintoma ocular, procure imediatamente um oftalmologista.

Aneurisma e dissecção da aorta

Estudos epidemiológicos relatam um aumento do risco de aneurisma e dissecção da aorta após a ingestão de fluoroquinolonas, particularmente na população idosa. Portanto, as fluoroquinolonas devem ser usadas apenas após avaliação cuidadosa do benefício-risco e após consideração de outras opções terapêuticas em pacientes com história familiar positiva de aneurisma, ou em pacientes diagnosticados com aneurisma aórtico preexistente e /ou dissecção aórtica, ou na presença de outros fatores de risco ou condições predisponentes para aneurisma e dissecção da aorta (por exemplo, síndrome de Marfan, síndrome de EhlersDanlos vascular, arterite de Takayasu, arterite de células gigantes, doença de Behcet, hipertensão, aterosclerose conhecida). Em caso de dor súbita abdominal, no peito ou nas costas, os pacientes devem ser aconselhados a consultar imediatamente um médico.

Gravidez

Turf® deverá ser utilizado durante a gravidez somente se o benefício esperado superar o risco potencial para o feto.

Amamentação

Devido ao potencial de ocorrência de reações adversas graves nos lactentes de mães em tratamento com o levofloxacino, deve-se decidir entre interromper a amamentação ou descontinuar o tratamento com o medicamento, levando-se em consideração a importância do medicamento para a mãe.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.&nbsp;

Uso pediátrico

A segurança e a eficácia da utilização do levofloxacino em crianças e adolescentes não foram estabelecidas. No entanto, já foi demonstrado que as quinolonas produzem erosão nas articulações que suportam peso, bem como outros sinais de artropatia, em animais jovens de várias espécies. Portanto, a utilização do levofloxacino nessas faixas etárias não é recomendada.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Turf® pode provocar efeitos neurológicos adversos como vertigem e tontura, portanto, você não deve dirigir veículos, operar máquinas ou dedicar-se a outras atividades que exijam coordenação e alerta mental até que se saiba qual a reação individual frente ao medicamento.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Turf?

Dados de estudos clínicos

Você pode ter efeitos indesejáveis ao usar Turf®.&nbsp;A seguir estão listadas algumas reações adversas relatadas em estudos clínicos relacionadas ao tratamento com Turf®.

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Infecções

Monilíase.

Distúrbios psiquiátricos

Insônia.

Distúrbios do sistema nervoso

Cefaleia, tontura.

Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino

Dispneia.

Distúrbios gastrintestinais

Náusea, diarreia, constipação, dor abdominal, vômitos, dispepsia.

Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo

Erupção cutânea, prurido.

Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas

Vaginite.

Distúrbios gerais

Dor torácica.

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Infecções

Monilíase genital.

Distúrbios do sangue e do sistema linfático

Anemia, trombocitopenia, granulocitopenia.

Distúrbios do sistema imunológico

Reação alérgica.

Distúrbios metabólicos e nutricionais

Hiperglicemia, hipoglicemia, hipercalemia.

Distúrbios psiquiátricos

Ansiedade, agitação, confusão, depressão, alucinações, pesadelos, distúrbios do sono, anorexia, sonhos anormais.

Distúrbios do sistema nervoso

Tremores, convulsões, parestesias, vertigem, hipertonia, hipercinesias, marcha anormal, sonolência, síncope.

Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino

Epistaxe.

Distúrbios cardíacos

Parada cardíaca, palpitação, taquicardia ventricular, arritmia ventricular.

Distúrbios vasculares

Flebite.

Distúrbios gastrintestinais

Gastrite, estomatite, pancreatite, esofagite, gastroenterite, glossite, colite pseudomembranosa por C. difficile.

Distúrbios hepatobiliares

Função hepática anormal, enzimas hepáticas aumentadas, fosfatase alcalina aumentada.

Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo

Urticária.

Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo

Tendinite, artralgia, mialgia, dor esquelética.

Distúrbios renais e urinários

Função renal anormal, insuficiência renal, aguda.

Dados de pós-comercialização

Reações adversas a medicamentos provenientes de relatos espontâneos durante a experiência pós – comercialização mundial com levofloxacino estão listadas a seguir. As frequências abaixo refletem as taxas relatadas de reações adversas ao medicamento a partir de relatos espontâneos e não representam estimativas mais precisas da incidência que pode ser obtida em estudos clínicos e epidemiológicos.

Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento, incluindo relatos isolados)
Distúrbios do tecido cutâneo e subcutâneo

Erupções bolhosas incluindo síndrome de Stevens- Johnson, necrólise epidérmica tóxica; erupções provocadas por medicamentos; pustulose exantemática generalizada aguda (PEGA) [alteração rara na pele que se caracteriza pelo desenvolvimento repentino de pústulas (pequenas saliências na pele que se enchem de líquido ou pus) sobre áreas avermelhadas, acompanhada por febre alta e baixa de leucócitos (um tipo de célula branca) do sangue]; eritema multiforme; vasculite leucocitoclástica e reação de fotossensibilidade.

Distúrbios do tecido musculoesquelético e conectivo

Rabdomiólise, ruptura do tendão, dano muscular incluindo ruptura.

Distúrbios vasculares

Vasodilatação.

Distúrbios do sistema nervoso

Anosmia, ageusia, parosmia, disgesia, neuropatia periférica (pode ser irreversível), casos isolados de encefalopatia, eletroencefalograma anormal, exacerbação de miastenia&nbsp;grave, disfonia, pseudotumor cerebral.

Distúrbios ópticos

Uveíte, distúrbios visuais incluindo diplopia, redução da acuidade visual, visão turva e escotoma.

Distúrbio da audição e labirinto

Hipoacusia, tinido.

Distúrbios psiquiátricos

Psicose, paranoia, relatos isolados de ideação suicida, tentativa de suicídio e suicídio consumado.

Distúrbios hepáticos e biliares

Insuficiência hepática (incluindo casos fatais), hepatite e icterícia.

Distúrbios cardíacos

Taquicardia, relatos isolados de “Torsades de Pointes” e prolongamento do intervalo QT no eletrocardiograma.

Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino

Relatos isolados de pneumonite alérgica.

Distúrbios do sistema sanguíneo e linfático

Pancitopenia, anemia aplásica, leucopenia, anemia hemolítica e eosinofilia.

Distúrbios renais e urinários

Nefrite intersticial.

Distúrbios do sistema imune

Reação de hipersensibilidade às vezes fatal, incluindo reação anafilactoide e anafilática; choque anafilático; edema angioneurótico e doença do soro.

Distúrbios gerais

Falência múltipla de órgãos, febre.

Laboratoriais

Aumento do tempo de protrombina, prolongamento da taxa internacional normalizada e aumento das enzimas musculares.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

Qual a composição do Turf?

Cada comprimido revestido contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Levofloxacino</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">500 mg*</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Presentes sob a forma de 512,46 mg de levofloxacino hemi-hidratado.

Excipientes:&nbsp;povidona, crospovidona, celulose microcristalina, beenato de glicerila, dióxido de silício, hipromelose, hidroxipropilmetilcelulose + triacetina, estearilfumarato de sódio, óxido férrico vermelho, óxido férrico amarelo e dióxido de titânio.

Apresentação do Turf

{"tag":"hr","value":" <p><strong>Medicamento similar equivalente ao medicamento de refer&#xEA;ncia.</strong></p> <h3>Comprimidos revestidos de 500 mg</h3> <p>Embalagem com 7 comprimidos.</p> <p><strong>Uso oral.</strong></p> <p><strong>Uso adulto.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Turf maior do que a recomendada?

Se você ingeriu uma grande quantidade de Turf® e se a ingestão for ainda recente, você deve procurar atendimento médico imediatamente. Pode ser administrado carvão ativado para auxiliar na remoção do fármaco ainda não absorvido. Você deverá ficar em observação e deverão ser tomadas as medidas de hidratação adequadas. O levofloxacino não é removido de maneira eficiente através de hemodiálise ou diálise peritoneal.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Turf com outros remédios?

  • <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de comprimidos de Turf<sup>&#xAE;</sup> e anti&#xE1;cidos contendo c&#xE1;lcio, magn&#xE9;sio ou alum&#xED;nio, bem como sucralfato, c&#xE1;tions met&#xE1;licos como ferro, prepara&#xE7;&#xF5;es multivitam&#xED;nicas contendo zinco ou produtos que contenham qualquer uma dessas subst&#xE2;ncias, podem interferir na absor&#xE7;&#xE3;o gastrintestinal do levofloxacino, resultando em n&#xED;veis na urina e no soro consideravelmente inferiores ao desej&#xE1;vel. Esses agentes devem ser tomados pelo menos duas horas antes ou duas horas depois da administra&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de levofloxacino e <a href="https://consultaremedios.com.br/teofilina/pa" target="_blank">teofilina</a> pode prolongar a meia-vida desta &#xFA;ltima, elevar os n&#xED;veis de teofilina no soro e aumentar o risco de rea&#xE7;&#xF5;es adversas relacionadas &#xE0; teofilina. Portanto, os n&#xED;veis de teofilina devem ser cuidadosamente monitorados e os necess&#xE1;rios ajustes em suas doses devem ser realizados, se necess&#xE1;rio, quando o levofloxacino for administrado em conjunto. Rea&#xE7;&#xF5;es adversas, incluindo convuls&#xF5;es, podem ocorrer com ou sem a eleva&#xE7;&#xE3;o do n&#xED;vel de teofilina no soro;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante do levofloxacino com a <a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">digoxina</a> n&#xE3;o exige modifica&#xE7;&#xE3;o das doses de Turf<sup>&#xAE;</sup> ou de digoxina;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante do levofloxacino com <a href="https://consultaremedios.com.br/ciclosporina/bula" target="_blank">ciclosporina</a> n&#xE3;o exige modifica&#xE7;&#xF5;es de doses;</li> <li>Certos derivados quinol&#xF4;nicos, incluindo o levofloxacino, podem aumentar os efeitos do <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/anticoagulante/c" target="_blank">anticoagulante</a> <a href="https://consultaremedios.com.br/varfarina-sodica/bula" target="_blank">varfarina</a> ou de seus derivados. Quando estas subst&#xE2;ncias forem administradas ao mesmo tempo, o tempo de protrombina ou outros testes de coagula&#xE7;&#xE3;o aceit&#xE1;veis devem ser monitorados cuidadosamente, principalmente em pacientes idosos;</li> <li>N&#xE3;o se observou efeito significativo da probenecida ou da <a href="https://consultaremedios.com.br/cimetidina/bula" target="_blank">cimetidina</a> na Cmax do levofloxacino em estudo cl&#xED;nico com indiv&#xED;duos saud&#xE1;veis. A AUC e a t<sub>1/2</sub> do levofloxacino foram maiores, enquanto o CLr foi menor durante tratamento concomitante de Turf<sup>&#xAE;</sup> com probenecida ou cimetidina comparadas a Turf<sup>&#xAE;</sup> apenas. Entretanto estas altera&#xE7;&#xF5;es n&#xE3;o requerem ajuste de dose de Turf<sup>&#xAE;</sup> quando coadministrado com probenecida ou cimetidina;</li> <li>A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de f&#xE1;rmacos <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/anti-inflamatorios/c" target="_blank">anti-inflamat&#xF3;rios</a> n&#xE3;o esteroidais e de derivados quinol&#xF4;nicos, incluindo o levofloxacino, pode aumentar o risco de estimula&#xE7;&#xE3;o do Sistema Nervoso Central e de convuls&#xF5;es;</li> <li>Altera&#xE7;&#xF5;es dos n&#xED;veis de glicose sangu&#xED;nea, incluindo hiperglicemia (aumento) e hipoglicemia (diminui&#xE7;&#xE3;o), foram relatadas em pacientes tratados concomitantemente com quinolonas e agentes antidiab&#xE9;ticos. Portanto, recomenda-se monitoramento cuidadoso da glicose sangu&#xED;nea quando esses agentes forem administrados em conjunto;</li> <li>A absor&#xE7;&#xE3;o e a biodisponibilidade do levofloxacino em indiv&#xED;duos infectados com o <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/dsts/hiv-aids/c" target="_blank">HIV</a>, com ou sem tratamento concomitante com <a href="https://consultaremedios.com.br/zidovudina/bula" target="_blank">zidovudina</a>, foram semelhantes. Portanto, n&#xE3;o parece necess&#xE1;rio realizar ajustes de dose do levofloxacino, quando estiver sendo administrado concomitantemente com a zidovudina. Os efeitos do levofloxacino sobre a farmacocin&#xE9;tica da zidovudina n&#xE3;o foram avaliados;</li> <li>Algumas quinolonas, incluindo levofloxacino, podem produzir resultado falso positivo para opioides em exames de urina realizados em kits de imunoensaio comercialmente dispon&#xED;veis. Dependendo da situa&#xE7;&#xE3;o, pode ser necess&#xE1;rio confirmar a presen&#xE7;a de opioides com m&#xE9;todos mais espec&#xED;ficos;</li> <li>&#xC9; desaconselh&#xE1;vel a ingest&#xE3;o de bebidas alco&#xF3;licas durante o tratamento com Turf<sup>&#xAE;</sup>.</li>

Medidas gerais de higiene devem ser observadas para controlar fontes de infecções ou de reinfecções.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Turf com alimentos?

Não existe interação clinicamente significativa de levofloxacino comprimidos com alimentos. Levofloxacino comprimidos pode, portanto, ser administrado concomitante a alimentos.

Qual a ação da substância do Turf (Levofloxacino)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimido</h3> <h4>Dados de seguran&#xE7;a pr&#xE9;-cl&#xED;nica</h4> <h5>Toxicidade aguda:</h5> <p>Os valores da dose letal m&#xE9;dia (DL 50) obtidos em camundongos e ratos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de levofloxacino foram de 1500-2000 mg/Kg. A administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg/Kg, por via oral em macacos induziram poucos efeitos al&#xE9;m de v&#xF4;mito.</p> <h5>Toxicidade em doses repetidas:</h5> <p>Foram conduzidos estudos com gavagem em ratos e macacos com dura&#xE7;&#xE3;o de um e seis meses. As doses foram de 50, 200, 800 mg/kg/dia e 20, 80, 320 mg/kg/dia durante 1 e 6 meses em ratos e 10, 30, 100 mg/kg/dia e 10, 25, 62,5 mg/kg/dia durante 1 e 6 meses em macacos.</p> <p>Os sinais de rea&#xE7;&#xF5;es ao tratamento foram discretos em ratos, com efeitos leves principalmente na dose de 200 mg/kg/dia ou mais, com discreta redu&#xE7;&#xE3;o no consumo de alimentos e altera&#xE7;&#xE3;o leve dos par&#xE2;metros hematol&#xF3;gicos e bioqu&#xED;micos. Foi conclu&#xED;do nesse estudo que o NOEL (N&#xED;vel de Efeito Adverso N&#xE3;o Observado) foi de 200 e 20 mg/kg/dia ap&#xF3;s 1 e 6 meses, respectivamente.</p> <p>A toxicidade ap&#xF3;s dose oral em macacos foi m&#xED;nima com redu&#xE7;&#xE3;o no peso corp&#xF3;reo de 100 mg/kg/dia concomitante com saliva&#xE7;&#xE3;o, diarreia e diminui&#xE7;&#xE3;o do pH urin&#xE1;rio em alguns animais nesta dose. N&#xE3;o foi observada toxicidade no estudo de 6 meses. Os NOELS foram definidos como sendo 30 e 62,5 mg/kg/dia ap&#xF3;s 1 e 6 meses, respectivamente.</p> <p>No estudo de seis meses, o NOEL foi definido como sendo 20 e 62,5 mg/kg/dia em ratos e macacos, respectivamente.</p> <h5>Carcinogenicidade:</h5> <p>N&#xE3;o foi observada nenhuma indica&#xE7;&#xE3;o de potencial carcinog&#xEA;nico em estudo de 2 anos, em ratos com administra&#xE7;&#xE3;o diet&#xE9;tica (0, 10, 30 e 100 mg/kg/dia).</p> <h5>Genotoxicidade:</h5> <p>Na aus&#xEA;ncia de ativa&#xE7;&#xE3;o metab&#xF3;lica, o levofloxacino n&#xE3;o induziu muta&#xE7;&#xF5;es g&#xEA;nicas em c&#xE9;lulas bacterianas ou de mam&#xED;feros, por&#xE9;m induziu aberra&#xE7;&#xF5;es cromoss&#xF4;micas em c&#xE9;lulas de pulm&#xE3;o de hamster chin&#xEA;s <em>in vitro</em> em concentra&#xE7;&#xF5;es iguais ou superiores a 100 &#x3BC;g/mL. Testes <em>in vivo</em> (micron&#xFA;cleos, altera&#xE7;&#xE3;o de crom&#xE1;tides irm&#xE3;s, s&#xED;ntese de DNA n&#xE3;o programada e testes letais dominantes) n&#xE3;o mostraram qualquer potencial genot&#xF3;xico.</p> <h5>Teratogenicidade:</h5> <p>O levofloxacino n&#xE3;o foi teratog&#xEA;nico em ratos, em doses orais t&#xE3;o altas quanto 810 mg/kg/dia. Nenhuma teratogenicidade foi observada em coelhos em dose oral de 50 mg /kg/dia.</p> <h5>Toxicidade reprodutiva:</h5> <p>O levofloxacino n&#xE3;o causou dano na fertilidade ou no desenvolvimento reprodutivo em ratos com doses orais t&#xE3;o altas quanto 360 mg/kg/dia. O levofloxacino n&#xE3;o apresentou efeito na fertilidade, e seu &#xFA;nico efeito no feto foi a matura&#xE7;&#xE3;o retardada como resultado de toxicidade materna.</p> <h5>Fototoxicidade:</h5> <p>Estudos em ratos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral mostraram que o levofloxacino apresenta atividade fotot&#xF3;xica apenas em doses muito elevadas. O levofloxacino n&#xE3;o demonstrou qualquer potencial genot&#xF3;xico nos ensaios de fotomutagenicidade e reduziu o potencial de desenvolvimento de tumor nos ensaios de fotocarcinogenicidade.</p> <h5>Toxicidade nas articula&#xE7;&#xF5;es:</h5> <p>Em comum com outras fluorquinolonas, o levofloxacino mostrou efeito na cartilagem (ves&#xED;culas e cavidades) em ratos e c&#xE3;es. Estes efeitos foram mais caracter&#xED;sticos em animais jovens.</p> <h4>Estudos Cl&#xED;nicos</h4> <p>A efic&#xE1;cia de levofloxacino oral/venoso 750 mg 1x/dia por 5 dias em adultos com PAC, SAB, ITU complicada e PA foi avaliada em alguns estudos publicados, originados a partir de protocolos de n&#xE3;o inferioridade randomizados, duplocegos, multic&#xEA;ntricos, comparativos conduzidos nos EUA. Os desfechos prim&#xE1;rios destes estudos foram a taxa de sucesso cl&#xED;nico (propor&#xE7;&#xE3;o de pacientes que apresentaram melhora ou cura) 7-14 dias ap&#xF3;s o fim do tratamento <sup>(7)</sup> ou entre os dias 17-24 do estudo <sup>(8)</sup>, ou a taxa de erradica&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica entre os dias 15-22 do estudo <sup>(9,10)</sup>. Os detalhes das popula&#xE7;&#xF5;es analisadas nos diferentes estudos est&#xE3;o mostradas nas tabelas 1 e 2. As defini&#xE7;&#xF5;es de resposta cl&#xED;nica e microbiol&#xF3;gica variaram entre os estudos. Cura cl&#xED;nica foi definida como a resolu&#xE7;&#xE3;o de sintomas e sinais cl&#xED;nicos, sem a necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. Melhora cl&#xED;nica foi caracterizada uma redu&#xE7;&#xE3;o significativa de sinais e sintomas, mas sem resolu&#xE7;&#xE3;o completa, ainda que n&#xE3;o houvesse necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. Falha cl&#xED;nica ocorreu na aus&#xEA;ncia de resposta a terapia (ou resposta incompleta), e a necessidade de tratamento antimicrobiano adicional. As respostas microbiol&#xF3;gicas foram determinadas em culturas de esp&#xE9;cimes respirat&#xF3;rios ou sangu&#xED;neos e inclu&#xED;ram a erradica&#xE7;&#xE3;o (todos os pat&#xF3;genos identificados em amostras na entrada do estudo foram erradicados), persist&#xEA;ncia (pelo menos um pat&#xF3;geno identificado na entrada do estudo persistiu) ou desconhecida (incluindo os que perderam seguimento) <sup>(7,8-10)</sup>. Em pacientes portadores de ITU complicada ou PA, a erradica&#xE7;&#xE3;o foi baseada na redu&#xE7;&#xE3;o de pat&#xF3;genos para &#x2264; 104 unidades/mL formadoras de col&#xF4;nias <sup>(9,10)</sup>. A classifica&#xE7;&#xE3;o de erradica&#xE7;&#xE3;o presumida <sup>(7,8)</sup> ou persistente presumida<sup> (7-9)</sup> foi utilizada quando os pacientes consideraram sucesso cl&#xED;nico ou falha cl&#xED;nica, mas a cultura n&#xE3;o estava dispon&#xED;vel para teste.</p> <p>As an&#xE1;lises estat&#xED;sticas destes estudos foram conduzidas com as vari&#xE1;veis cl&#xED;nicas ou microbiol&#xF3;gicas<sup> (7,9-12)</sup> ou com a inten&#xE7;&#xE3;o de tratar as diferentes popula&#xE7;&#xF5;es <sup>(9,10,13,14)</sup>.</p> <p><strong>Tabela 1: Efic&#xE1;cia de levofloxacino (LEV) venoso/oral 750 mg uma vez diaa (1x) por 5 dias versus LEV 500 mg (1x) por 10 dias em pacientes com pneumonia adquirida na comunidade (PAC) ou sinusite aguda bacteriana (SAB). Dados de estudos prospectivos de n&#xE3;o inferioridade, randomizados, duplo-cegos e multic&#xEA;ntricos <sup>(7, 8)</sup> e de suban&#xE1;lises retrospectivas de PAC <sup>(11-13)</sup>. Adaptado da refer&#xEA;ncia 1</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Estudos</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\"><strong>Tratamento - dose (1x)/mg (dura&#xE7;&#xE3;o/dia)</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:201px\"><strong>Resposta Clinica % (n) <sup>b,c</sup></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:177px\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:194px\"><strong>Resposta Microbiol&#xF3;gica % (n) <sup>b,c,d</sup></strong></td> <td style=\"width:190px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"6\" style=\"text-align:center\"><strong>Prospectivos</strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes PAC <sup>e</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">92,4 (198)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-7,0/4,4<sup>f</sup> </td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">93,2 (103)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-8,6/7,0</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">91,1 (192)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">92,4 (92)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes SAB<sup>g</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">91,4 (152)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-10,0/4,2<sup>f</sup> </td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">91,5 (153)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">NR</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">88,6 (149)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">89,4 (151)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"6\" style=\"text-align:center\"><strong>Retrospectivos</strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes PAC (bact.. at&#xED;picas)<sup>e</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">95,5 (66)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-6,8/8,8</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">NR</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">NR</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">96,5 (57)<br> &amp;nbsp;</br></td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes PAC grave</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">90,8 (76)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-15,9/5,4</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">88,9 (36)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-18,3/15,6</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">85,5 (83)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">87,5 (32)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:212px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pacientes PAC &#x2265; 65 anos<sup>h</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 750 (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">89 (73)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-7,1/12,7</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">90,3 (31)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">NR</td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:232px\">LEV 500 (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:201px\">91,9(86)</td> <td style=\"text-align:center; width:177px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:194px\">87,5 (16)</td> <td style=\"text-align:center; width:190px\">-</td> </tr> </tbody> </table> <p><sup>(a)</sup> Pacientes em uso de 750 mg/dia 5 dias e placebo por mais 5 dias.<br> <sup>(b)</sup> Resposta cl&#xED;nica (sucesso) definida como cura e/ou melhora sintomas; resposta microbiol&#xF3;gica definida como erradica&#xE7;&#xE3;o ou erradica&#xE7;&#xE3;o presumida de todos os pat&#xF3;genos identificados no in&#xED;cio do estudo.<br> <sup>(c)</sup> Desfecho prim&#xE1;rio foi a resposta cl&#xED;nica (taxa) ap&#xF3;s 7-14 dias tratamento ou entre os dias 17 e 24 do estudo.<br> <sup>(d)</sup> Pacientes avaliados com resposta cl&#xED;nica e com pat&#xF3;genos identificados no in&#xED;cio do estudo, excluindo-se a culturas bacteriol&#xF3;gicas inapropriadas.<br> <sup>(e)</sup> Popula&#xE7;&#xE3;o para analise cl&#xED;nica prim&#xE1;ria: inten&#xE7;&#xE3;o de tratar pacientes excluindo-se os diagn&#xF3;sticos n&#xE3;o confirmados, desvio ou viola&#xE7;&#xE3;o de protocolo, perda de dados ou de seguimento, ou ainda uso de terapia efetiva concomitante.<br> <sup>(f)</sup> A n&#xE3;o inferioridade da levofloxacino 750 mg 1x/dia por 5 dias foi estabelecida como o limite superior do intervalo de confian&#xE7;a 95% para a diferen&#xE7;a da taxa de resposta entre os grupos &lt;15%.<br> <sup>(g)</sup> Popula&#xE7;&#xE3;o para analise microbiol&#xF3;gica prim&#xE1;ria: pacientes que seguiram o protocolo e tiveram diagn&#xF3;stico microbiol&#xF3;gico confirmado.<br> <sup>(h)</sup> Popula&#xE7;&#xE3;o para an&#xE1;lise prim&#xE1;ria: inten&#xE7;&#xE3;o de tratar pacientes que receberam uma ou mais doses da medica&#xE7;&#xE3;o de estudo.<br> <strong>NR:</strong> N&#xE3;o relatado</br></br></br></br></br></br></br></br></p> <p><strong>Tabela 2: Efic&#xE1;cia de levofloxacino venoso/oral (LEV) 750 mg uma vez dia (1x) por 5 dias versus <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-ciprofloxacino/pa\" target=\"_blank\">ciprofloxacino</a> (CIP) 400 mg venoso/500 mg oral duas vezes/dia (2x) por 10 dias em pacientes (pctes) com infec&#xE7;&#xE3;o do trato urin&#xE1;ria complicada (ITUc) ou pielonefrite aguda (PA). Dados de estudo prospectivo de n&#xE3;o inferioridade, randomizado, duplo-cego e multic&#xEA;ntrico <sup>(9)</sup> e de an&#xE1;lise separada de pacientes com PA <sup>(10)</sup>. Adaptado da refer&#xEA;ncia 1</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Estudo (popula&#xE7;&#xE3;o analise prim&#xE1;ria)</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\"><strong>Tratamento dose/mg (dura&#xE7;&#xE3;o/dias)</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:195px\"><strong>Resposta Cl&#xED;nica % (n) <sup>a</sup></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:181px\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:180px\"><strong>Resposta Microbiol&#xF3;gica %</strong></td> <td style=\"width:200px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Intervalo Confian&#xE7;a 95%</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"6\" style=\"text-align:center\"><strong>Estudo principal</strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pctes ITUc ou PA popula&#xE7;&#xE3;o ITT modificado<sup>C</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\">LEV 750 1x (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">81,1 (317)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-7,2/5,3</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">79,8 (317)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-6,3/6,3<sup>d</sup> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:223px\">CIP 400/500 2x<br> (10)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">80,1 (302)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">79,8 (302)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pcts avalia&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\">LEV 750 1x (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">86,4 (265)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-3,9/7,8</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">86,0 (265)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-2,5/8,9<sup>d</sup> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:223px\">CIP 400/500 2x (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">88,6 (241)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">89,2 (241)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"6\" style=\"text-align:center\"><strong>An&#xE1;lise separada</strong></td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pctes PA popula&#xE7;&#xE3;o ITT modificado<sup>C</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\">LEV 750 1x (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">86,2 (94)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-16,0/4,9</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">83,0 (94)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-14,4/7,6<sup>d</sup> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:223px\">CIP 400/500 2x (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">80,6 (98)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">79,6 (98)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-</td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:227px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Pcts avalia&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:223px\">LEV 750 1x (5)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">92,5 (80)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-12,0/6,0</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">92,5 (80)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-7,1/8,9<sup>d</sup> </td> </tr> <tr> <td style=\"text-align:center; width:223px\">CIP 400/500 2x (10)</td> <td style=\"text-align:center; width:195px\">89,5 (76)</td> <td style=\"text-align:center; width:181px\">-</td> <td style=\"text-align:center; width:180px\">93,4 (76)</td> <td style=\"text-align:center; width:200px\">-</td> </tr> </tbody> </table> <p><sup>(a)</sup> Resposta cl&#xED;nica (sucesso) definida como cura e/ou melhora sintomas; resposta microbiol&#xF3;gica definida como erradica&#xE7;&#xE3;o ou erradica&#xE7;&#xE3;o presumida de todos os pat&#xF3;genos identificados no in&#xED;cio do estudo.<br> <sup>(b)</sup> Desfecho prim&#xE1;rio foi a erradica&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica (taxa) entre os dias 15 e 22 do estudo (visita ap&#xF3;s tratamento).<br> <sup>(c)</sup> Popula&#xE7;&#xE3;o ITT modificado (desfecho co-prim&#xE1;rio): inten&#xE7;&#xE3;o de tratar pacientes com diagn&#xF3;stico microbiol&#xF3;gico, urocultura positiva com &#x2265; 105 UFC/mL e um ou mais pat&#xF3;genos urin&#xE1;rios no in&#xED;cio do estudo.<br> <sup>(d)</sup> A n&#xE3;o inferioridade de levofloxacino 750 mg 1x dia por 5 dias foi estabelecida como o limite superior do intervalo de confian&#xE7;a 95% para a diferen&#xE7;a da taxa de resposta entre os grupos &lt;15%.<br> <sup>(e)</sup> Pacientes com avalia&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica (desfecho co-prim&#xE1;rio): inten&#xE7;&#xE3;o de tratar modificado de pacientes que n&#xE3;o perderam o seguimento, tinham dados de avalia&#xE7;&#xE3;o ap&#xF3;s o tratamento e seguiram o protocolo de estudo.</br></br></br></br></p> <h5>As conclus&#xF5;es destes estudos s&#xE3;o:</h5> <ul> <li>O levofloxacino 750 mg uma vez ao dia por 5 dias foi t&#xE3;o efetiva quanto 500 mg uma vez ao dia por 10 dias no tratamento da PAC na totalidade da popula&#xE7;&#xE3;o estudada, assim como em pacientes com PAC causada por organismos at&#xED;picos, em pacientes com PAC grave e nos acima de 65 anos (Tabela 1).</li> <li>No tratamento da SAB em adultos, levofloxacino 750 mg uma vez ao dia por 5 dias foi igualmente t&#xE3;o efetiva quanto 500 mg uma vez ao dia por 10 dias (Tabela 2);</li> <li>O levofloxacino 750 mg uma vez ao dia por 5 dias foi t&#xE3;o efetiva quanto o ciprofloxacino 400 ou 500 mg duas vezes ao dia por 10 dias no tratamento de adultos com ITU complicada ou PA (Tabela 2).</li> </ul> <p>A utiliza&#xE7;&#xE3;o de tratamento antimicrobiano para exacerba&#xE7;&#xF5;es de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/dpoc/c\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/doenca-pulmonar-obstrutiva\" target=\"_blank\">Doen&#xE7;a Pulmonar Obstrutiva</a> Cr&#xF4;nica (DPOC) est&#xE1; indicada em v&#xE1;rias diretrizes nacionais e internacionais <sup>(15)</sup>, em particular nos pacientes que se apresentam clinicamente como portadores de bronquite cr&#xF4;nica. Estudo randomizado, cego, de grupos paralelos realizado em portadores de exacerba&#xE7;&#xE3;o de bronquite cr&#xF4;nica, comparou dois esquemas distintos em portadores de bronquite cr&#xF4;nica n&#xE3;o complicada (VEF1 &#x2265; 50% previsto e &lt; 4 exacerba&#xE7;&#xF5;es/ano) e bronquite cr&#xF4;nica complicada (VEF1&#x2264; 50% previsto ou entre 50 e 65% + presen&#xE7;a co-morbidades &#x2265; 4 exacerba&#xE7;&#xF5;es/ano). O primeiro grupo de pacientes recebeu levofloxacino 750 mg via oral, uma vez ao dia por 3 dias ou <a href=\"https://consultaremedios.com.br/azitromicina/bula\" target=\"_blank\">azitromicina</a> 500mg/dia no primeiro dia seguido de 250mg/dia entre o dia 2 e 5 do tratamento. No segundo grupo de pacientes (exacerba&#xE7;&#xE3;o por bronquite cr&#xF4;nica complicada) os pacientes receberam levofloxacino 750 mg via oral, uma vez ao dia, por 5 dias ou amoxacilina 875 mg + clavulanato 125 mg, duas vezes ao dia, por 10 dias. Sucesso na avalia&#xE7;&#xE3;o de par&#xE2;metros cl&#xED;nicos (melhora de sintomas e retorno a condi&#xE7;&#xE3;o basal) foi similar na compara&#xE7;&#xE3;o levofloxacino/azitromicina (93,0 versus 90,1%, respectivamente) e levofloxacino/amoxa-clavulanato (79,2 versus 81,7%, respectivamente). Para pacientes que realizaram avalia&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica, a resposta cl&#xED;nica com levofloxacino por 3 dias foi superior que azitromicina por 5 dias (96,3 versus 87,4%, respectivamente), e similar na compara&#xE7;&#xE3;o entre levofloxacino por 5 dias em rela&#xE7;&#xE3;o a amoxacilinaclavulanato por 10 dias nos portadores de bronquite cr&#xF4;nica complicada (81,4 versus 80,9%, respectivamente). A erradica&#xE7;&#xE3;o microbiol&#xF3;gica foi superior com levofloxacino por 3 dias comparada a azitromicina por 5 dias (93,8 versus 82,8%, respectivamente), e similar na compara&#xE7;&#xE3;o levofloxacino 5 dias com amoxacilina-clavulanato 10 dias (81,4 versus 79,8%, respectivamente). <sup>(16)</sup></p> <p>Em an&#xE1;lise post-hoc deste mesmo estudo <sup>(17)</sup>, 341 pat&#xF3;genos foram isolados, 41,9% deles flora tradicional de exacerba&#xE7;&#xF5;es de bronquite cr&#xF4;nica, 53,1% outros microrganismos Gram-negativos e 5% Gram-positivos. A susceptibilidade geral dos pat&#xF3;genos &#xE0; levofloxacino foi de 97,1% e 90,6% &#xE0; amoxacilina/clavulanato (p&lt;0,001). Os eventos adversos foram semelhantes entre os grupos. Os autores concluem pela similaridade dos tratamentos para as diferentes gravidades de exacerba&#xE7;&#xE3;o de bronquite cr&#xF4;nica.</p> <p>Estudo cl&#xED;nico publicado em 2002 verificou a efic&#xE1;cia do levofloxacino na dose de 750 mg para o tratamento de infec&#xE7;&#xF5;es de pele e subcut&#xE2;neo complicadas. 339 pacientes foram randomizados na propor&#xE7;&#xE3;o 1:1 para receber levofloxacino 750mg 1X/dia endovenoso, oral ou endovenoso/oral, ou tircacilina-clavulanato 3,1g endovenoso a cada 4 a 6 horas, que pode ser seguido por amoxicilina-clavulanato 875mg a cada 12 horas. Na popula&#xE7;&#xE3;o clinicamente avali&#xE1;vel, os dois regimes mostraram equival&#xEA;ncia terap&#xEA;utica (taxas de sucesso de 84,1% e 80,3%, respectivamente).</p> <p>Na popula&#xE7;&#xE3;o microbiologicamente avali&#xE1;vel, a taxa de erradica&#xE7;&#xE3;o foi de 83,7% nos tratados com levofloxacino, e de 71,4% nos tratados com tircacilina-clavulanato (intervalo de confian&#xE7;a de 95%: -24,3 a - 0,2). Ambos os tratamentos foram bem tolerados. Este estudo demonstra que levofloxacino (750mg 1X/dia) &#xE9; seguro e pelo menos t&#xE3;o efetivo que tircacilina-clavulanato para o tratamento de infec&#xE7;&#xE3;o de pele e subcut&#xE2;neo complicada. <sup>(19)</sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\"><strong>Refer&#xEA;ncias dos resultados de efic&#xE1;cia</strong></span></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Anderson VR, Perry CM. Levofloxacin. A Review of its Use as a High-Dose, Short Course Treatment for Bacterial Infection. Drugs 2008; 68: 535-565.<br> 2. Croom KF, Goa KL. Levofloxacin: a review of its use in the treatment of bacterial infections in the United States. Drugs 2003; 63: 2769-802.<br> 3. File Jr TM. New insights in the treatment by levofloxacin. Chemotherapy 2004; 50 Suppl. 1: 22-8.<br> 4. Wargo KA, Wargo NA, Eiland III EH. Maximizing pharmacodynamics with high dose levofloxacin. Hosp Pharm 2005; 40: 777-87.<br> 5. Segreti J, House HR, Siegel RE. Principles of antibiotic treatment of community acquired pneumonia in the outpatient setting. Am J Med 2005; 118: 21-8S.<br> 6. Mandell LA, Wunderink RG, Anzueto, Bartlett JG, Campbell GD, Dean NC et al. Thoracic Society Consensus Guidelines on the Management of Community-Acquired Pneumoniain Adults. Clinical Infectious Diseases 2007; 44:S27&#x2013;72.<br> 7. Dunbar LM, Wunderink RG, Habib MP, et al. High-dose, short course levofloxacin for communityacquired pneumonia: a new treatment paradigm [published erratum appears in Clin Infect Dis 2003; 37: 1147]. Clin Infect Dis 2003; 37: 752-60.<br> 8. Poole M, Anon J, Paglia M, et al. A trial of high-dose, short course levofloxacin for the treatment of acute bacterial sinusitis. Otolaryngol Head Neck Surg 2006; 134: 10-7.<br> 9. Peterson J, Kaul S, Khashab M, et al. A double-blind, randomized comparison of levofloxacin 750mg once-daily for 5 days with ciprofloxacin 400/500mg twice-daily for 10 days for the treatment of complicated urinary tract infections and acute pyelonephritis. Urology 2008; 71: 17-22.<br> 10. Klausner HA, Brown P, Peterson J, et al. A trial of levofloxacin 750 mg once daily for 5 days versus ciprofloxacin 400 mg and 500 mg twice daily for 10 days in the treatment of acute pyelonephritis. Curr Med Res Opin 2007; 22: 2637-45.<br> 11. Dunbar LM, Khashab MM, Kahn JB, et al. Efficacy of 750-mg 5-day levofloxacin in the treatment of community-acquired pneumonia caused by atypical pathogens. Curr Med Res Opin 2004; 20: 555-63.<br> 12. Shorr AF, Khashab MM, Xiang JX, et al. Levofloxacin 750-mg for 5 days for the treatment of hospitalized fine risk class III/IV community-acquired pneumonia patients. Respir Med 2006; 100: 2129-36.<br> 13. Shorr AF, Zadeikis N, Xiang JX, et al. A multicenter, randomized, double-blind, retrospective comparison of 5- and 10-day regimens of levofloxacin in a subgroup of patients aged &#x2265;65 years with communityacquired pneumonia. Clin Ther 2005; 27: 1251-9.<br> 14. File Jr TM, Milkovich G, Tennenberg AM, et al. Clinical implications of 750 mg, 5 day levofloxacin for the treatment community-acquired pneumonia. Curr Med Res Opin 2004; 20: 1473-81.<br> 15. GOLD. Global strategy for the diagnosis, management, and prevention of chronic obstructive pulmonary disease. Uptodate 2008. www.goldcopd.com. Acessado em setembro 2009.<br> 16. Martinez FJ, Grossman FR, Zadeikis N, Fisher AC, Walker K, Ambruzs ME, Tennenberg AM. Patient stratification in the management of acute bacterial exacerbation of chronic bronchitis: the role of levofloxacin 750 mg. Eur Respir J 2005; 25: 1001&#x2013;1010.<br> 17. Grossman RF, Ambrusz ME, Fisher AC, Khashab MM, Kahn JB. Levofloxacin 750 mg QD for five days versus amoxicillin/clavulanate 875 mg/125 mg BID for ten days for treatment of acute bacterial exacerbation of chronic bronchitis: a post hoc analysis of data from severely ill patients. Clin Ther. 2006; 28:1175-80.<br> 18. Frei CR, Jaso TC, Mortensen EM, Restrepo MI, Raut MK, Oramasionwu CU, Ruiz AD, Makos BR, Ruiz JL, Attridge RT, Mody SH, Fisher A, Schein JR. Medical resource utilization among communityacquired pneumonia patients initially treated with levofloxacin 750 mg daily versus ceftriaxone 1000 mg plus azithromycin 500 mg daily: a US-based study. Curr Med Res Opin. 2009;25:859-68.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h3>Injet&#xE1;vel</h3> <p>Segundo Croom &amp; Goa (2003) diversos estudos comparativos randomizados confirmam a efic&#xE1;cia do levofloxacino (oral ou intravenoso) no tratamento de adultos com infec&#xE7;&#xF5;es respirat&#xF3;rias, geniturin&#xE1;rias, da pele e dos tecidos moles, com doses di&#xE1;rias de 250, 500 ou 750 mg.</p> <p>De acordo com Anderson &amp; Perry (2008) a efic&#xE1;cia do levofloxacino via oral ou intravenosa ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de doses de 750 mg uma vez ao dia por 5 dias j&#xE1; foi bem estabelecida em diversos estudos randomizados em adultos, para tratamento da PAC, SBA, PA e infec&#xE7;&#xF5;es complicadas durante a interna&#xE7;&#xE3;o na UTI.</p> <p>Conforme Inoshita e colaboradores (2010) a levofloxacino foi eficaz na profilaxia de infec&#xE7;&#xF5;es bacterianas ap&#xF3;s cirurgias dos seios paranasais.</p> <p>A efic&#xE1;cia do levafloxacino no tratamento da pneumonia nasocomial e PAC foi demonstrada por diversos autores. <sup>(1)</sup>&amp;nbsp;Este f&#xE1;rmaco tamb&#xE9;m pode ser utilizado para tratamento da exacerba&#xE7;&#xE3;o da bronquite <sup>(2)</sup> e da SBA. <span style=\"font-size:10.8333px\">(3)</span></p> <p>Em infec&#xE7;&#xF5;es do trato gastro geniturin&#xE1;rio, o levofloxacino tamb&#xE9;m demonstrou efic&#xE1;cia, com taxa de cura cl&#xED;nica e microbiol&#xF3;gica maior que 80%. <sup>(4)</sup></p> <p>O levofloxacino foi eficaz em tratar infec&#xE7;&#xF5;es da pele e dos tecidos moles n&#xE3;o complicados.&amp;nbsp;<sup>(5)</sup></p> <p>Segundo Croom &amp; Goa (2003) a administra&#xE7;&#xE3;o de levofloxacino parece ser bem tolerada, sendo que a maior parte dos eventos adversos registrados s&#xE3;o de severidade leve a moderada. Os principais eventos relatados foram n&#xE1;usea, diarreia, vaginites, dor abdominal e ins&#xF4;nia. A dose n&#xE3;o parece exercer efeito significante no aparecimento de eventos adversos.</p> <p>Ainda segundo Croom &amp; Goa (2003) o levofloxacino possui baixo potencial para causar rea&#xE7;&#xF5;es de fototoxicidade (incid&#xEA;ncia de 0,03%). Desordens dos tend&#xF5;es, toxidade severa do f&#xED;gado, hipoglicemia e hiperglicemia s&#xE3;o sintomas raros, assim como altera&#xE7;&#xF5;es c&#xE1;rdicas (prolonga&#xE7;&#xE3;o do intervalo QT registrada em menos que 1 em 1 milh&#xE3;o de pacientes nos Estados Unidos).</p> <p>Portanto, baseando-se nos estudos realizados, foram demonstradas a efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a do levofloxacino no tratamento de diversas infec&#xE7;&#xF5;es incluindo as do trato respirat&#xF3;rio superior e inferior, da pele e tecidos moles, do trato urin&#xE1;rio e dos ossos.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Norrby et al, 1998; Croom &amp; Goa, 2003; West et al, 2003; File&amp;nbsp;JR. et al, 1997; Zhao et al, 2014.<br> 2. Croom &amp; Goa, 2003; Langtry &amp; Lamb, 1998; Hurst et al, 2002.<br> 3.&amp;nbsp;Langtry &amp; Lamb, 1998; Hurst et al,2002.<br> 4.&amp;nbsp;Croom &amp; Goa, 2003; Klinberg et al, 1998; Richard et al, 1998; Anderson &amp; Pierry, 2008.<br> 5.&amp;nbsp;Croom &amp; Goa, 2003; TARSHIS et al, 2001.</br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Comprimido</h3> <h4>Propriedades farmacodin&#xE2;micas</h4> <h5>Mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o:</h5> <p>O Levofloxacino &#xE9; um agente antibacteriano sint&#xE9;tico de amplo espectro, para administra&#xE7;&#xE3;o oral.</p> <p>Quimicamente, o levofloxacino &#xE9; o is&#xF4;mero lev&#xF3;giro (is&#xF4;mero-L) do racemato ofloxacina, um agente antibacteriano quinol&#xF4;nico. A atividade antibacteriana da ofloxacina deve-se basicamente ao is&#xF4;mero-L. O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino e de outros antimicrobianos quinol&#xF4;nicos envolve a inibi&#xE7;&#xE3;o da DNA-girase (topoisomerase bacteriana II), uma enzima necess&#xE1;ria &#xE0; replica&#xE7;&#xE3;o, transcri&#xE7;&#xE3;o, restaura&#xE7;&#xE3;o e recombina&#xE7;&#xE3;o do DNA. Nesse sentido, o is&#xF4;meroL produz mais liga&#xE7;&#xF5;es de hidrog&#xEA;nio e, portanto, complexos mais est&#xE1;veis com a DNA-girase do que o is&#xF4;mero-D.</p> <p>Microbiologicamente, isso se traduz numa atividade antibacteriana 25 a 40 vezes maior para o is&#xF4;mero-L, o levofloxacino, do que para o is&#xF4;mero-D. Os derivados quinol&#xF4;nicos inibem r&#xE1;pida e especificamente a s&#xED;ntese do DNA bacteriano.</p> <h5>Microbiologia:</h5> <p>O levofloxacino apresenta atividade <em>in vitro</em> contra um amplo espectro de bact&#xE9;rias aer&#xF3;bicas e anaer&#xF3;bicas grampositivas e gram-negativas.</p> <p>A atividade bactericida do levofloxacino &#xE9; r&#xE1;pida e frequentemente ocorre em n&#xED;veis pr&#xF3;ximos da Concentra&#xE7;&#xE3;o Inibit&#xF3;ria M&#xED;nima (CIM).</p> <h6>O levofloxacino exibe atividade <em>in vitro</em> contra a maioria das cepas dos microrganismos citados a seguir:</h6> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li><em>Enterococcus faecalis;</em></li> <li><em>Staphylococcus aureus methi-S;</em></li> <li><em>Staphylococcus epidermidis methi-S;</em></li> <li><em>Staphylococcus saprophyticus;</em></li> <li><em>Streptococcus pneumonia;</em></li> <li><em>Streptococcus pyogenes.</em></li> </ul> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-negativos</strong></p> <ul> <li><em>Enterobacter cloacae;</em></li> <li><em>Escherichia coli;</em></li> <li><em>Haemophilus influenzae;</em></li> <li><em>Haemophilus parainfluenzae;</em></li> <li><em>Klebsiella pneumoniae;</em></li> <li><em>Legionella pneumophila;</em></li> <li><em>Moraxella catarrhalis;</em></li> <li><em>Proteus mirabilis*;</em></li> <li><em>Pseudomonas aeruginosa*;</em></li> <li><em>Serratia marcescens*.</em></li> </ul> <p><strong>Outros microrganismos</strong></p> <ul> <li><em>Chlamydophila pneumoniae;</em></li> <li><em>Mycoplasma pneumoniae.</em></li> </ul> <p>Para os micro-organismos abaixo dados <em>in vitro</em> est&#xE3;o dispon&#xED;veis. Entretanto, a seguran&#xE7;a e efic&#xE1;cia do tratamento de infec&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas causadas por estes micro organismos ainda n&#xE3;o est&#xE1; bem estabelecida.</p> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li><em>Staphylococcus haemolyticus;</em></li> <li> <em>Streptococcus &#x3B2;-haemolyticus </em>(grupo C/F)<em>;</em> </li> <li> <em>Streptococcus &#x3B2;-haemolyticus </em>(grupo G)<em>;</em> </li> <li><em>Streptococcus agalactiae;</em></li> <li><em>Streptococcus milleri;</em></li> <li><em>Viridans group streptococci;</em></li> <li><em>Bacillus anthracis.</em></li> </ul> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-negativos</strong></p> <ul> <li><em>Acinetobacter baumannii;</em></li> <li><em>Acinetobacter lwoffii;</em></li> <li><em>Bordetella pertussis;</em></li> <li><em>Citrobacter koseri;</em></li> <li><em>Citrobacter freundii;</em></li> <li><em>Enterobacter aerogenes;</em></li> <li><em>Enterobacter sakasakii;</em></li> <li><em>Klebsiella oxytoca;</em></li> <li><em>Morganella morganii;</em></li> <li><em>Pantoea agglomerans;</em></li> <li><em>Proteus vulgaris;</em></li> <li><em>Providencia rettgeri;</em></li> <li><em>Providencia stuartii;</em></li> <li><em>Pseudomonas fluorescens;</em></li> <li><em>Yersinia pestis.</em></li> </ul> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li><em>Clostridium perfringens.</em></li> </ul> <p>O levofloxacino &#xE9; ativo contra as cepas produtoras de beta-lactamase dos microrganismos listados anteriormente. O levofloxacino n&#xE3;o &#xE9; ativo contra <em>Treponema pallidum</em>.</p> <p>Resist&#xEA;ncia ao levofloxacino devido &#xE0; muta&#xE7;&#xE3;o espont&#xE2;nea <em>in vitro</em> &#xE9; um fen&#xF4;meno muito raro. Embora tenha sido observada resist&#xEA;ncia cruzada entre levofloxacino e outras fluorquinolonas, alguns microrganismos resistentes a outras quinolonas, como o <a href=\"https://consultaremedios.com.br/ofloxacino/bula\" target=\"_blank\">ofloxacino</a>, podem ser sens&#xED;veis ao levofloxacino. Na falta de um teste de sensibilidade ao levofloxacino, a sensibilidade do microrganismo ao ofloxacino pode ser utilizada para predizer a sensibilidade ao levofloxacino. Contudo, embora microrganismos sens&#xED;veis ao ofloxacino possam ser considerados sens&#xED;veis ao levofloxacino, o contr&#xE1;rio nem sempre &#xE9; verdadeiro.</p> <h4>Propriedades farmacocin&#xE9;ticas</h4> <p>O levofloxacino &#xE9; r&#xE1;pido e quase completamente absorvido ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral. O pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica &#xE9; obtido uma a duas horas ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o. A biodisponibilidade absoluta de uma dose oral de 500 mg de levofloxacino &#xE9; de aproximadamente 99%. A ingest&#xE3;o de alimentos n&#xE3;o altera de maneira clinicamente significativa a absor&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino.</p> <p>A atividade do levofloxacino depende de sua concentra&#xE7;&#xE3;o, e o preditor mais utilizado para medir sua efic&#xE1;cia cl&#xED;nica e microbiol&#xF3;gica &#xE9; a rela&#xE7;&#xE3;o entre a &#xE1;rea sob a curva de tempo da concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica (AUC) dividida pela concentra&#xE7;&#xE3;o inibit&#xF3;ria m&#xED;nima (MIC). Uma raz&#xE3;o AUC/MIC maior que 30 &#xE9; utilizada em alguns estudos para prever a atividade <em>in vivo</em>, particularmente contra o pneumococo, mas uma raz&#xE3;o mais elevada (&gt;100) parece indicar um efeito bactericida, reduzindo o potencial de ocorrer muta&#xE7;&#xE3;o bacteriana. Em an&#xE1;lises farmacodin&#xE2;micas simuladas com levofloxacino 750 mg, a probabilidade de uma rela&#xE7;&#xE3;o AUC/MIC &#x2265; 30 ser obtida no plasma foi &#x2265; 97%. Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral, o levofloxacino &#xE9; rapidamente absorvido e concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas m&#xE1;ximas s&#xE3;o alcan&#xE7;adas em 1 a 2 horas.</p> <p>As concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas do levofloxacino ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa s&#xE3;o semelhantes e compar&#xE1;veis, em extens&#xE3;o (AUC), &#xE0;s obtidas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral, quando se utilizam doses equivalentes (mg/mg). Portanto, a via oral e a via intravenosa podem ser consideradas intercambi&#xE1;veis. A farmacocin&#xE9;tica do levofloxacino &#xE9; linear e previs&#xED;vel ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de doses &#xFA;nicas e doses m&#xFA;ltiplas de 50 a 600 mg. As concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas aumentam proporcionalmente com o aumento das doses orais, numa faixa de 250 a 1.000mg. O estado de equil&#xED;brio &#xE9; atingido em per&#xED;odo de 3 dias.</p> <p>O volume m&#xE9;dio de distribui&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino varia, em geral, de 89 a 112 litros ap&#xF3;s doses &#xFA;nicas ou m&#xFA;ltiplas de 500 mg, indicando ampla distribui&#xE7;&#xE3;o pelos tecidos.</p> <p>As concentra&#xE7;&#xF5;es m&#xE1;ximas do levofloxacino na mucosa br&#xF4;nquica e flu&#xED;do epitelial ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg foram de 8,3 mcg/g e 10,8 mcg/mL, respectivamente. Estas concentra&#xE7;&#xF5;es foram alcan&#xE7;adas em aproximadamente uma hora ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o. A concentra&#xE7;&#xE3;o nos tecidos pulmonares ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg por via oral foi de aproximadamente 11,3 mcg/g e foi alcan&#xE7;ada 4 a 6 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o. As concentra&#xE7;&#xF5;es nos pulm&#xF5;es constantemente excederam &#xE0;s do plasma. Nos flu&#xED;dos vesicais as concentra&#xE7;&#xF5;es m&#xE1;ximas de levofloxacino foram de 4,0 e 6,7 mcg/mL, 2 - 4 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o, ap&#xF3;s 3 dias com doses de 500 mg, uma ou duas vezes ao dia, respectivamente.</p> <p>A penetra&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino na bile &#xE9; r&#xE1;pida e completa. O levofloxacino tamb&#xE9;m penetra rapidamente no tecido &#xF3;sseo, tanto na cabe&#xE7;a do f&#xEA;mur quanto na sua parte distal. Os picos de concentra&#xE7;&#xE3;o tissular variam de 2,4 a 15 mcg/g e s&#xE3;o obtidos cerca de 2 a 3 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral. A liga&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> s&#xE9;ricas &#xE9; de aproximadamente 30 a 40%.</p> <p>O levofloxacino &#xE9; esterioquimicamente est&#xE1;vel no plasma e na urina e n&#xE3;o se converte metabolicamente no seu enanti&#xF4;mero, a D-ofloxacina. A biotransforma&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino &#xE9; limitada, uma vez que a droga &#xE9; basicamente excretada inalterada na urina. Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral, aproximadamente 87% da dose administrada &#xE9; recuperada inalterada, na urina, num per&#xED;odo de 48 horas, enquanto que menos de 4% da dose &#xE9; recuperada nas fezes, num per&#xED;odo de 72 horas. As concentra&#xE7;&#xF5;es urin&#xE1;rias m&#xE9;dias, 8 - 12 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de uma dose oral &#xFA;nica de 150 mg, 300 mg ou 500 mg de levofloxacino foram 44 mg/L, 91 mg/L e 200 mg/L, respectivamente. Menos de 5% da dose administrada &#xE9; recuperada na urina como desmetil e N-&#xF3;xido metab&#xF3;litos, os &#xFA;nicos metab&#xF3;litos identificados no homem. Estes metab&#xF3;litos n&#xE3;o apresentam atividade farmacol&#xF3;gica relevante.</p> <p>A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica terminal m&#xE9;dia do levofloxacino varia de 6 a 8 horas, ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de doses &#xFA;nicas ou de doses m&#xFA;ltiplas.</p> <p>A farmacocin&#xE9;tica do levofloxacino fica alterada em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal, portanto &#xE9; necess&#xE1;rio o ajuste da dose.</p> <p>N&#xE3;o h&#xE1; diferen&#xE7;as significativas na cin&#xE9;tica do levofloxacino entre jovens e idosos, a n&#xE3;o ser as diferen&#xE7;as associadas ao <em>clearance</em> de creatinina.</p> <p>A an&#xE1;lise separada de indiv&#xED;duos do sexo feminino e masculino demonstrou diferen&#xE7;as variando de pequenas &#xE0; n&#xE3;o significativas da farmacocin&#xE9;tica do levofloxacino com rela&#xE7;&#xE3;o ao sexo. O significado cl&#xED;nico destas diferen&#xE7;as ainda n&#xE3;o est&#xE1; claro.</p> <h3>Injet&#xE1;vel</h3> <h4>Mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>O levofloxacino &#xE9; um agente antibacteriano sint&#xE9;tico de amplo espectro, para administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa.</p> <p>Quimicamente, o levofloxacino &#xE9; o is&#xF4;mero lev&#xF3;giro (is&#xF4;mero-L) do racemato ofloxacino, um agente antibacteriano quinol&#xF4;nico. A atividade antibacteriana do ofloxacino deve-se basicamente ao is&#xF4;mero-L. O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino e de outros antimicrobianos fluoroquinol&#xF4;nicos envolve a inibi&#xE7;&#xE3;o da Topoisomerase IV bacteriana e da DNA-girase (ambas s&#xE3;o Topoisomerase bacteriana tipo II), enzimas necess&#xE1;rias para a replica&#xE7;&#xE3;o, transcri&#xE7;&#xE3;o, restaura&#xE7;&#xE3;o e recombina&#xE7;&#xE3;o do DNA. Nesse sentido, o is&#xF4;mero-L produz mais liga&#xE7;&#xF5;es de hidrog&#xEA;nio e, portanto, complexos mais est&#xE1;veis com a DNA-girase do que o is&#xF4;mero-D. Microbiologicamente, isso se traduz numa atividade antibacteriana 25 a 40 vezes maior para o is&#xF4;mero-L, o levofloxacino, do que para o is&#xF4;mero-D. Os derivados quinol&#xF4;nicos inibem r&#xE1;pida e especificamente a s&#xED;ntese do DNA bacteriano.</p> <h5>Microbiologia:</h5> <p>O levofloxacino apresenta atividade <em>in vitro</em> contra um amplo espectro de bact&#xE9;rias aer&#xF3;bicas e anaer&#xF3;bicas gram-positivas e gram-negativas. A atividade bactericida do levofloxacino &#xE9; r&#xE1;pida e frequentemente ocorre em n&#xED;veis pr&#xF3;ximos da Concentra&#xE7;&#xE3;o Inibit&#xF3;ria M&#xED;nima (CIM).</p> <h6>O levofloxacino exibe atividade <em>in vitro</em> contra a maioria das cepas dos microrganismos citados a seguir:</h6> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li> <em>Enterococcus avium, Staphylococcus hominis, Streptococcus milleri, Enterococcus faecium, Streptococcus constellatus, Streptococcus sanguis, Staphylococcus aureus, Streptococcus, Streptococcus </em>(Grupo<em> Viridans); </em>(Grupo C/F, D, G)<em>, Sthaphylococcus epidermidis.</em> </li> </ul> <p><strong>Anaer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li><em>Clostridium perfringens, Peptostreptococcus anaerobius, Propionibacterium acnes, Clostridium spp., Peptostreptococcus Magnus.</em></li> </ul> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-negativos</strong></p> <ul> <li><em>Acinetobacter anitratus, Legionella spp., Salmonella enteritidis, Acinetobacter baumannii, Morganella morganii, Salmonella spp, Acinetobacter lwoffii, Neisseria gonorrhoeae, Serratia liquefaciens, Aeromonas hydrophila, N. gonorrhoeae (produtora Serratia marcescens de penicilinase), Bordetella pertussis, Serratia spp, Campylobacter jejuni, Proteus vulgaris, Shigella spp, Citrobacter diversus, Providencia rettgeri, Stenotrophomonas maltophilia, Pantoea (Enterobacter) aerogenes, Providencia spp., Vibrio cholerae, Enterobacter agglomerans, Providencia stuartii, Vibrio parahaemolyticus, Enterobacter sakazakii, Pseudomonas fluorescens, Yersinia enterocolitica, Flavobacterium meningosepticum, Pseudomonas putida.</em></li> </ul> <p><strong>Anaer&#xF3;bios Gram-negativos</strong></p> <ul> <li><em>Bacteroides distasonis, Bacteroides intermedius, Veillonella parvula, Bacteroides fragilis.</em></li> </ul> <p><strong>Outros microrganismos:</strong></p> <ul> <li><em>Mycobacterium fortuitum, Mycobacterium tuberculosis, Mycoplasma hominis, Mycobacterium kansasii, Mycoplasma fermentans, Ureaplasma urealyticum, Mycobacterium marinum.</em></li> </ul> <p>O levofloxacino &#xE9; ativo contra as cepas produtoras de beta-lactamase dos microrganismos listados anteriormente. O levofloxacino n&#xE3;o &#xE9; ativo contra Treponema pallidum.</p> <h5>O levofloxacino tem se mostrado ativo contra a maioria das cepas suscept&#xED;veis dos seguintes microrganismos, tanto <em>in vitro</em> como em infec&#xE7;&#xF5;es cl&#xED;nicas:</h5> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-positivos</strong></p> <ul> <li><em>Enterococcus faecalis, Staphylococcus saprophyticus, Streptococcus pneumoniae, Staphylococcus aureus, Streptococcus agalactiae, Streptococcus pyogenes, Staphylococcus epidermidis.</em></li> </ul> <p><strong>Aer&#xF3;bios Gram-negativos</strong></p> <ul> <li><em>Citrobacter freundii, Haemophilus parainfluenzae, Moraxella catarrhalis, Enterobacter cloacae, Klebsiella oxytoca, Proteus mirabilis, Escherichia coli, Klebsiella pneumoniae, Pseudomonas aeruginosa, Haemophilus influenzae, Legionella pneumophila.</em></li> </ul> <p><strong>Outros microrganismos</strong></p> <ul> <li><em>Chlamydia pneumoniae, Mycoplasma pneumoniae.</em></li> </ul> <p>A resist&#xEA;ncia ao levofloxacino devida &#xE0; muta&#xE7;&#xE3;o espont&#xE2;nea <em>in vitro</em> &#xE9; um fen&#xF4;meno muito raro. Embora tenha sido observada resist&#xEA;ncia cruzada entre levofloxacino e outras fluorquinolonas, alguns microrganismos resistentes a outras quinolonas, como o ofloxacino, podem ser sens&#xED;veis ao levofloxacino.</p> <p>Na falta de um teste de sensibilidade ao levofloxacino, a sensibilidade do microrganismo ao ofloxacino pode ser utilizada para predizer a sensibilidade ao levofloxacino. Contudo, embora microrganismos sens&#xED;veis ao ofloxacino possam ser considerados sens&#xED;veis ao levofloxacino, o contr&#xE1;rio nem sempre &#xE9; verdadeiro.</p> <h4>Propriedades farmacocin&#xE9;ticas</h4> <p>A farmacocin&#xE9;tica do levofloxacino &#xE9; linear e previs&#xED;vel ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de doses &#xFA;nicas e doses m&#xFA;ltiplas. O estado de equil&#xED;brio &#xE9; atingido 48 horas ap&#xF3;s a&amp;nbsp;administra&#xE7;&#xE3;o de 500 mg em esquemas de uma dose e de duas doses di&#xE1;rias. O volume m&#xE9;dio de distribui&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino varia, em geral, de 74 a 112 litros ap&#xF3;s doses &#xFA;nicas ou m&#xFA;ltiplas de 500 mg ou 750 mg, indicando ampla distribui&#xE7;&#xE3;o pelos tecidos. A penetra&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino na pele &#xE9; r&#xE1;pida e completa. O levofloxacino tamb&#xE9;m penetra rapidamente no tecido &#xF3;sseo, tanto na cabe&#xE7;a do f&#xEA;mur quanto na sua parte distal. A liga&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino &#xE0;s prote&#xED;nas s&#xE9;ricas, <em>in vitro</em>, &#xE9; de aproximadamente 24 a 38%, numa faixa de 1 a 10 mcg/mL; a liga&#xE7;&#xE3;o se faz principalmente com a <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/albumina-serica\" target=\"_blank\">albumina s&#xE9;rica</a>.</p> <p>O levofloxacino &#xE9; esterioquimicamente est&#xE1;vel no plasma e na urina e n&#xE3;o se converte metabolicamente no seu enanti&#xF4;mero, o Dofloxacino. A biotransforma&#xE7;&#xE3;o do levofloxacino &#xE9; limitada, uma vez que o f&#xE1;rmaco &#xE9; basicamente excretado inalterado na urina. Menos de 5% da dose administrada &#xE9; recuperada na urina como desmetil e N-&#xF3;xido metab&#xF3;litos, os &#xFA;nicos metab&#xF3;litos identificados no homem. Estes metab&#xF3;litos n&#xE3;o apresentam atividade farmacol&#xF3;gica relevante.</p> <p>A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica terminal m&#xE9;dia do levofloxacino varia de 6 a 8 horas, ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de doses &#xFA;nicas ou de doses m&#xFA;ltiplas. A depura&#xE7;&#xE3;o total aparente m&#xE9;dia e a depura&#xE7;&#xE3;o renal variam de 144 a 226 mL/min e 96 a 142 mL/min, respectivamente. A depura&#xE7;&#xE3;o renal al&#xE9;m da taxa de filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular sugere que ocorre secre&#xE7;&#xE3;o tubular do levofloxacino adicionalmente &#xE0; filtra&#xE7;&#xE3;o glomerular. A administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de cimetidina ou probenecida resulta em aproximadamente 24% e 36% de redu&#xE7;&#xE3;o na depura&#xE7;&#xE3;o renal do levofloxacino, indicando que a secre&#xE7;&#xE3;o de levofloxacino ocorre no t&#xFA;bulo renal proximal. N&#xE3;o foram encontrados cristais de levofloxacino em nenhuma das amostras de urina rec&#xE9;m-coletadas de indiv&#xED;duos recebendo levofloxacino.</p> </hr>"}

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