EMS Sigma Pharma Carvedilat

6,25mg, caixa com 30 comprimidos

Princípio ativo
:
Carvedilol
Classe Terapêutica
:
Betabloqueadores Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Sistema Cardiovascular (Circulação)
Especialidade
:
Cardiologia

Bula do medicamento

Carvedilat, para o que é indicado e para o que serve?

O Carvedilat® é um medicamento usado para tratar insuficiência cardíaca congestiva (insuficiência do coração), angina do peito (dor no peito de origem cardíaca) e hipertensão arterial (pressão alta).

Quais as contraindicações do Carvedilat?

Você não pode usar Carvedilat® se apresentar alergia ao carvedilol ou a qualquer componente da formulação, ou se possuir uma das doenças a seguir:

Insuficiência cardíaca descompensada/instável necessitando medicamento intravenoso para aumentar a força do coração, insuficiência do fígado; arritmias cardíacas (irregularidades do ritmo cardíaco); asma brônquica ou doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) associada a broncoespasmo (contração dos brônquios); bloqueio atrioventricular (bloqueio dos impulsos nervosos no coração) de 2º ou 3º grau (a menos que tenha um marca-passo permanente); ritmo cardíaco abaixo de 50 batimentos por minuto); síndrome do nó sinusal (incluindo bloqueio sinoatrial); choque cardiogênico (queda acentuada da pressão por problema cardíaco); pressão arterial muito baixa (pressão arterial sistólica < 85 mmHg).

Como usar o Carvedilat?

Duração do tratamento

O tratamento com Carvedilat® é normalmente longo. Você não deve parar o tratamento de repente, mas reduzir a dose aos poucos, a cada semana, principalmente se você tiver doença arterial coronária (dos vasos do coração) concomitante.

Hipertensão essencial (sem causa conhecida)

Adultos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia, durante os dois primeiros dias. A seguir, a dose recomendada é 25 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg, em dose única diária, ou dividida em duas doses.

Idosos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg em dose única diária ou dividida em duas doses.

Angina do peito

  • <li>A dose inicial recomendada &#xE9; 12,5 mg, duas vezes ao dia, durante os dois primeiros dias.</li>

A seguir, a dose recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia. Se necessário, poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose máxima diária recomendada de 100 mg administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia). A dose diária máxima recomendada para idosos é 50 mg, administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia).

Insuficiência cardíaca congestiva (ICC)

  • <li>A dose deve ser individualizada e cuidadosamente monitorada durante a fase de ajuste da dose. Se voc&#xEA; usa digit&#xE1;licos, <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/diureticos/c" target="_blank">diur&#xE9;ticos</a> e inibidores da ECA, o seu m&#xE9;dico dever&#xE1; ajustar a dose destes medicamentos antes de iniciar o tratamento com Carvedilat<sup>&#xAE;</sup>. A dose inicial recomendada &#xE9; 3,125 mg, duas vezes ao dia, por duas semanas. Se esta dose for bem tolerada, poder&#xE1; ser aumentada a intervalos m&#xED;nimos de duas semanas, para 6,25 mg, duas vezes ao dia, 12,5 mg, duas vezes ao dia e 25 mg, duas vezes ao dia. A dose dever&#xE1; ser aumentada de acordo com orienta&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico at&#xE9; o n&#xED;vel m&#xE1;ximo tolerado.</li>

A dose máxima recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia para todos os pacientes com ICC leve, moderada ou grave, com peso inferior a 85 kg. Em pacientes com ICC leve ou moderada com peso superior a 85 kg, a dose máxima recomendada é 50 mg, duas vezes ao dia. Antes de cada aumento de dose, deve-se avaliar sintomas de vasodilatação ou piora da insuficiência cardíaca. A piora transitória da insuficiência cardíaca ou a retenção de líquidos devem ser tratadas com aumento da dose do diurético.

Ocasionalmente, pode ser necessário reduzir a dose ou descontinuar temporariamente o tratamento com Carvedilat®. A dose de Carvedilat® não deverá ser aumentada até que os sintomas de piora da insuficiência cardíaca ou de vasodilatação estejam estabilizados. Se Carvedilat® for descontinuado por mais de duas semanas, a terapia deverá ser reiniciada com 3,125 mg duas vezes ao dia e a titulação realizada conforme as recomendações do modo de uso do medicamento.

Carvedilat® não necessariamente deve ser ingerido junto a alimentos; entretanto, em pacientes com insuficiência cardíaca, deverá ser administrado com alimentos para reduzir a velocidade de absorção e diminuir a incidência de efeitos ortostáticos (queda de pressão quando se fica em pé ou sentado).

Pacientes com insuficiência renal

Não são necessárias alterações nas doses recomendadas de Carvedilat® em pacientes com insuficiência renal moderada a grave.

Pacientes com menos de 18 anos de idade

A segurança e eficácia do Carvedilat® em crianças e adolescentes abaixo de 18 anos ainda não foram estabelecidas.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Como o Carvedilat funciona?

Carvedilat® promove a dilatação dos vasos sanguíneos, através do bloqueio do sistema chamado renina-angiotensina-aldosterona. Assim, ocorre diminuição da pressão arterial. Em voluntários sadios, a concentração sérica máxima é alcançada em, aproximadamente, uma hora.

Quais cuidados devo ter ao usar o Carvedilat?

Insuficiência cardíaca crônica

Pode ocorrer piora clínica ou retenção de líquido durante o aumento da dose de Carvedilat®. Caso isso ocorra, o médico deverá aumentar a dose do diurético, mantendo a dose de Carvedilat® até atingir novamente a estabilidade clínica. Pode ser necessário reduzir a dose do Carvedilat® ou, em casos raros, descontinuá-lo temporariamente, o que não impede o sucesso do aumento gradual da dose de Carvedilat®. O Carvedilat® deve ser usado com cautela quando associado a digitálicos, pois ambos os fármacos lentificam a condução atrioventricular (condução do estímulo cardíaco).

Diabetes mellitus

O uso de Carvedilat® em diabéticos pode estar relacionado à piora do controle glicêmico ou pode mascarar/reduzir sinais e sintomas de hipoglicemia (baixo açúcar no sangue). Portanto, se você tiver diabetes, seu nível de açúcar no sangue deve ser monitorado regularmente no início ou ajuste do tratamento com Carvedilat®. A dose do medicamento usado para diabetes também deve ser ajustada.

Função dos rins na insuficiência cardíaca congestiva

Foi observada piora reversível da função dos rins em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva e pressão arterial baixa (pressão arterial sistólica < 100 mmHg), cardiopatia isquêmica (diminuição do fornecimento de sangue para o miocárdio), doença vascular difusa e/ou insuficiência dos rins durante o tratamento com Carvedilat®. A função de seus rins deve ser monitorada pelo seu médico durante o aumento da dose de Carvedilat®.

Doença pulmonar obstrutiva crônica

Se você possui doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) com componente broncoespástico (contração dos brônquios) e não está usando medicação oral ou inalatória, seu médico deverá ter cautela ao receitar Carvedilat®. Avise seu médico se possui algum problema pulmonar.

Lentes de contato

Pode ocorrer redução do lacrimejamento com o uso de Carvedilat®.

Descontinuação do tratamento

Carvedilat® não deve ser descontinuado abruptamente, principalmente se você possui cardiopatia isquêmica (diminuição do fornecimento de sangue para o miocárdio). A retirada de Carvedilat® nestes casos deve ser gradual (ao longo de 2 semanas).

Tireotoxicose

Carvedilat® como outros betabloqueadores, pode mascarar sintomas de tireotoxicose (excesso de hormônios produzidos pela glândula tireoide).

Reações de hipersensibilidade

Em caso de alergia ou terapia de dessensibilização (contra alergia), avise ao seu médico, pois o carvedilol pode aumentar a sensibilidade e a gravidade das reações aos alérgenos.

Reações adversas cutâneas graves

Carvedilat® deve ser permanentemente descontinuado em pacientes que apresentarem reações adversas cutâneas graves possivelmente relacionadas com o Carvedilat®.

Psoríase

Se você tem história de psoríase (doença de pele que ocorre geralmente perto das articulações), você só deverá tomar este medicamento após seu médico considerar o risco-benefício.

Interações com outros medicamentos

Há um número de importantes interações farmacocinéticas e farmacodinâmicas com outras drogas.

Feocromocitoma (tumor na glândula suprarrenal)

Em pacientes com suspeita de feocromocitoma, deve-se iniciar um agente alfabloqueador antes do uso de qualquer betabloqueador. Apesar de Carvedilat® exercer atividades alfa e betabloqueadora, não existe experiência de uso nesses casos.

Angina variante de Prinzmetal

Betabloqueadores não seletivos podem provocar dor torácica em pacientes com angina variante de Prinzmetal. Não há experiência clínica com Carvedilat® nesses pacientes.

Doença vascular periférica e fenômeno de Raynaud

Os betabloqueadores podem precipitar ou agravar os sintomas de insuficiência arterial.

Bradicardia

Carvedilat® pode provocar bradicardia (lentificação do ritmo cardíaco).

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículo e operar máquinas

Sua capacidade para dirigir veículo ou operar máquinas pode estar comprometida devido a tonturas e cansaço, principalmente no início do tratamento e após aumento de doses, modificação de terapias ou em combinação com álcool.

Atenção diabéticos: contém açúcar.

Este medicamento pode causar doping.

Este medicamento contém lactose.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Carvedilat?

As reações adversas ao medicamento estão listadas de acordo com as classes dos sistemas orgânicos definidos pelo MedDRA e CIOMS (Council for International Organizations of Medical Sciences).

As categorias de frequências são:

  • <li>Muito comum: &#x2265;1/10;</li> <li>Comum: &#x2265;1/100 e &lt;1/10;</li> <li>Incomum: &#x2265;1/1.000 e &lt;1/100;</li> <li>Rara: &#x2265;1/10.000 e &lt;1/1.000;</li> <li>Muito rara: &lt;1/10.000.</li>

Os efeitos indesejáveis descritos abaixo foram reportados com o uso de carvedilol em estudos clínicos pivotais:

Distúrbios do sistema linfático e do sangue
  • <li>Comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c" target="_blank">anemia</a>;</li> <li>Rara: <a href="https://minutosaudavel.com.br/trombocitopenia/" rel="noopener" target="_blank">trombocitopenia</a>;</li> <li>Muito rara: leucopenia.</li>
Distúrbios cardíacos
  • <li>Muito comum: insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca;</li> <li>Comum: bradicardia, hipervolemia, sobrecarga h&#xED;drica;</li> <li>Incomum: bloqueio atrioventricular, angina<em> pectoris</em>.</li>
Distúrbios nos olhos
  • <li>Comum: altera&#xE7;&#xF5;es visuais, redu&#xE7;&#xE3;o do lacrimejamento (secura do olho), irrita&#xE7;&#xE3;o ocular.</li>
Distúrbios gastrintestinais
  • <li>Comum: n&#xE1;usea, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c" target="_blank">diarreia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/nauseas/c" target="_blank">v&#xF4;mito</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/dispepsia-indigestao-o-que-e-sintomas-remedios-e-tipos/" rel="noopener" target="_blank">dispepsia</a>, dor abdominal;</li> <li>Incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/" rel="noopener" target="_blank">constipa&#xE7;&#xE3;o</a>;</li> <li>Rara: secura da boca.</li>
Distúrbios gerais e das condições do local de administração
  • <li>Muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-fadiga-muscular-cronica-adrenal-etc-e-como-tratar/" rel="noopener" target="_blank">fadiga</a>;</li> <li>Comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-tipos-cerebral-pulmonar-etc-e-tratamento/" rel="noopener" target="_blank">edema</a>, dor.</li>
Distúrbios hepatobiliares
  • <li>Muito rara: aumento da alanina aminotransferase (ALT), aspartato aminotransferase (AST) e gama-glutamiltransferase (<a href="https://minutosaudavel.com.br/exame-gama-gt-ggt-o-que-e-alto-baixo-e-para-que-serve/" rel="noopener" target="_blank">GGT</a>).</li>
Distúrbios do sistema imune
  • <li>Muito rara: hipersensibilidade (rea&#xE7;&#xF5;es al&#xE9;rgicas).&amp;nbsp;</li>
Infecções e infestações
  • <li>Comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/pneumonia/c" target="_blank">pneumonia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/bronquite/c" target="_blank">bronquite</a>, infec&#xE7;&#xE3;o do trato respirat&#xF3;rio superior e do trato urin&#xE1;rio.</li>
Distúrbios do metabolismo e nutricionais
  • <li>Comum: ganho de peso, hipercolesterolemia, pior controle da glicemia (hiper/hipoglicemia) em pacientes com diabetes preexistente.</li>
Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo
  • <li>Comum: dor em extremidades.</li>
Distúrbios do sistema nervoso
  • <li>Muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/tontura-o-que-pode-ser/" rel="noopener" target="_blank">tontura</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/dor-de-cabeca-e-enxaqueca/c" target="_blank">cefaleia</a>;</li> <li>Comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/desmaio/" rel="noopener" target="_blank">s&#xED;ncope</a>, pres&#xED;ncope;</li> <li>Incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/parestesia/" rel="noopener" target="_blank">parestesia</a>.</li>
Distúrbios psiquiátricos
  • <li>Comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a>, humor deprimido;</li> <li>Incomum: dist&#xFA;rbios do sono.</li>
Distúrbios renais e urinários
  • <li>Comum: insufici&#xEA;ncia renal e anormalidades na fun&#xE7;&#xE3;o renal em pacientes com doen&#xE7;a vascular difusa e/ou insufici&#xEA;ncia renal subjacente;</li> <li>Rara: dist&#xFA;rbios miccionais.</li>
Distúrbios da mama e sistema reprodutor
  • <li>Incomum: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/disfuncao-eretil/c" target="_blank">disfun&#xE7;&#xE3;o er&#xE9;til</a>.</li>
Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino
  • <li>Comum: dispneia, <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-pulmonar-causas-sintomas-tratamento-tem-cura/" rel="noopener" target="_blank">edema pulmonar</a>, asma em pacientes predispostos;</li> <li>Rara: congest&#xE3;o nasal.</li>
Distúrbios de pele e tecidos subcutâneos
  • <li>Incomum: rea&#xE7;&#xF5;es na pele (p. ex.; exantema al&#xE9;rgico, <a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/dermatites/c" target="_blank">dermatite</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a>, prurido, les&#xF5;es psori&#xE1;sicas e do tipo l&#xED;quen plano).</li>
Distúrbios vasculares
  • <li>Muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">hipotens&#xE3;o</a>;</li> <li>Comum: hipotens&#xE3;o ortost&#xE1;tica, dist&#xFA;rbios da circula&#xE7;&#xE3;o perif&#xE9;rica (extremidades frias, doen&#xE7;a vascular perif&#xE9;rica, exacerba&#xE7;&#xE3;o de claudica&#xE7;&#xE3;o intermitente e fen&#xF4;meno de Raynaud), hipertens&#xE3;o.</li>

Descrição das reações adversas selecionadas

A frequência de reações adversas não é dependente da dose, com exceção de tonturas, alterações visuais e bradicardia. Tontura, síncope, cefaleia e astenia são, normalmente, leves e ocorrem, geralmente, no início do tratamento.

Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva pode ocorrer piora clínica ou retenção hídrica durante a titulação do Carvedilat®.

Deterioração reversível da função renal foi observada durante tratamento com carvedilol em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva e baixa pressão arterial, cardiopatia isquêmica, doença vascular difusa e/ou insuficiência renal subjacente.

Experiência pós-comercialização

Os eventos adversos abaixo foram identificados no uso de carvedilol pós-comercialização. Por serem reportados por uma população de tamanho indefinido, nem sempre é possível estimar sua frequência e/ou estabelecer relação causal com a exposição à droga.

  • <li>Dist&#xFA;rbios de metabolismo e nutricionais: devido &#xE0; a&#xE7;&#xE3;o betabloqueadora, &#xE9; poss&#xED;vel que diabetes <em>mellitus</em> latente se manifeste, diabetes preexistente se agrave e que a contra regula&#xE7;&#xE3;o da <a href="https://consultaremedios.com.br/glicose/bula" target="_blank">glicose</a> seja inibida.</li> <li>Dist&#xFA;rbios de pele e tecidos subcut&#xE2;neos: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/queda-de-cabelo-e-calvicie/c" target="_blank">queda de cabelo</a>. Rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves, como necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica e s&#xED;ndrome de Stevens-Johnson.</li> <li>Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios: foram reportados casos isolados de <a href="https://minutosaudavel.com.br/incontinencia-urinaria/" rel="noopener" target="_blank">incontin&#xEA;ncia urin&#xE1;ria</a> em mulheres, os quais foram resolvidos com a descontinua&#xE7;&#xE3;o da medica&#xE7;&#xE3;o.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Pacientes com menos de 18 anos de idade

Carvedilat® não é recomendado a pacientes com menos de 18 anos de idade.

Pacientes idosos

Nenhum ajuste da dose inicial é exigido para pacientes idosos.

Pacientes com insuficiência renal

Na insuficiência renal moderada a grave, não há necessidade de alterar as recomendações de dosagem de Carvedilat®.

Pacientes com insuficiência hepática

Carvedilat® é contraindicado para pacientes com insuficiência hepática clinicamente manifestada.

Pacientes diabéticos

Carvedilat® pode aumentar a resistência à insulina e mascarar sintomas da hipoglicemia.

Gravidez e amamentação

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Se você ficar grávida durante ou logo após o tratamento com o Carvedilat®, informe imediatamente seu médico. Estudos em animais demonstraram toxicidade reprodutiva. Não há experiência clínica adequada com carvedilol em grávidas. Betabloqueadores reduzem a irrigação sanguínea da placenta, podendo causar morte do feto intrauterino e parto prematuro. Efeitos adversos como hipoglicemia e bradicardia podem ocorrer, bem como complicações cardíacas e pulmonares no feto e no recém-nascido.

Carvedilat® não deve ser usado durante a gravidez a menos que os benefícios potenciais justifiquem o risco potencial Não existem evidências a partir de estudos em animais de laboratório de que carvedilol apresente efeitos teratogênicos.

Embora não seja conhecido se carvedilol é excretado no leite humano, a maioria dos betabloqueadores passa para o leite materno. Portanto, a amamentação não é recomendada após a administração de Carvedilat®.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Carvedilat?

Você deve fazer tudo que for possível para tomar a medicação nos dias e horários que o seu médico orientou.

Se por algum motivo se esquecer de tomar o medicamento, espere e tome a dose seguinte da maneira habitual.

Se você tiver se esquecido de tomar alguma dose, nunca dobre a dose seguinte, pois isso poderá aumentar a chance de você ter um efeito adverso.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Carvedilat?

Cada comprimido de Carvedilat®3,125 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:644px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:582px\"> <p style=\"text-align:center\">3,125 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:644px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:582px\">1 Comprimido</td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: lactose monoidratada, povidona, crospovidona, sacarose, dióxido de silício, estearato de magnésio, estearilfumarato de sódio e óxido de ferro vermelho.

Cada comprimido de Carvedilat® 6,25 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:644px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:582px\"> <p style=\"text-align:center\">6,25 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:644px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:582px\"> <p>1 Comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;lactose monoidratada, povidona, crospovidona, sacarose, dióxido de silício, estearato de magnésio, óxido de ferro amarelo e estearilfumarato de sódio.

Cada comprimido de Carvedilat® 12,5 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:644px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:582px\"> <p style=\"text-align:center\">12,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:644px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:582px\"> <p>1 Comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;lactose monoidratada, povidona, crospovidona, sacarose, dióxido de silício, estearato de magnésio, óxido de ferro vermelho, óxido de ferro amarelo e estearilfumarato de sódio.

Cada comprimido de Carvedilat® 25 mg contém:

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Excipientes:&nbsp;lactose monoidratada, povidona, crospovidona, sacarose, dióxido de silício, estearato de magnésio e estearilfumarato de sódio.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Carvedilat maior do que a recomendada?

Sintomas e sinais de superdose

Pode haver queda importante da pressão arterial, bradicardia (lentificação do ritmo cardíaco), insuficiência cardíaca (prejuízo da função do coração), choque cardiogênico (queda acentuada da pressão arterial de origem cardíaca) e parada cardíaca. Problemas respiratórios, broncoespasmo (contração dos brônquios), vômitos, alterações da consciência e convulsões generalizadas também podem ocorrer.

Tratamento da superdose

Monitorar os sinais e sintomas acima e garantir atendimento médico de acordo com prática utilizada para pacientes com superdose de betabloqueadores.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Carvedilat com outros remédios?

Interações farmacocinéticas

Efeitos do carvedilol na farmacocinética de outras drogas
Digoxina e ciclosporina

Carvedilat® pode aumentar a concentração plasmática de digoxina e ciclosporina oral. Recomenda-se monitoração próxima dos níveis de digoxina e ciclosporina para ajuste adequado das doses.

Exclusivo Comprimido (6,25 mg / 12,5 mg / 25 mg): Carvedilat® interfere na glicoproteína P, responsável pelo transporte de uma série de fármacos na parede intestinal e em outros órgãos. Por isso, a quantidade de alguns fármacos pode aumentar exageradamente ou a concentração do próprio carvedilol pode ser modificada quando são administrados em conjunto.

Efeitos de outras drogas na farmacocinética de Carvedilat®
Rifampicina

Houve diminuição do efeito do carvedilol na pressão sistólica durante o uso concomitante de rifampicina.

Cimetidina

A probabilidade de interações clinicamente significativas é mínima.

Amiodarona, fluoxetina e paroxetina

A eliminação de carvedilol pode ser inibida por uso concomitante de amiodarona e fluoxetina, porém, sem efeito clínico.

Exclusivo Comprimido (6,25 mg / 12,5 mg / 25 mg):&nbsp;Inibidores, bem como indutores de determinadas enzimas do fígado podem modificar o metabolismo de carvedilol, levando a concentrações plasmáticas aumentadas ou diminuídas de R e S-carvedilol. Alguns exemplos observados em pacientes ou em indivíduos saudáveis são apresentados a seguir.

Interações farmacodinâmicas

Insulina ou hipoglicemiantes orais

Pode haver aumento do efeito hipoglicemiante de insulina e antidiabéticos orais. Sinais de hipoglicemia podem ser mascarados/ atenuados (especialmente taquicardia). Deve-se monitorar a glicemia em pacientes recebendo insulina ou antidiabéticos orais juntamente com Carvedilat®.

Agentes depletores de catecolaminas

Sinais de hipotensão e/ou bradicardia grave em pacientes em uso de Carvedilat® e fármacos que possam depletar catecolaminas (por exemplo, reserpina e inibidores de monoamino oxidase).

Digoxina

O uso combinado de Carvedilat® e digoxina pode prolongar o tempo de condução atrioventricular.

Bloqueadores do canal de cálcio não diidropiridina, amiodarona ou outros antiarrítmicos

Em combinação com carvedilol, podem aumentar o risco de distúrbios de condução atrioventricular. Se Carvedilat® for administrado por via oral com bloqueadores do canal de cálcio não diidropiridina do tipo verapamil ou diltiazem, amiodarona ou outros antiarrítmicos, recomenda-se o monitoramento do ECG (eletrocardiograma) e da pressão sanguínea.

Clonidina

A administração de clonidina associada ao Carvedilat® pode potencializar os efeitos de redução de pressão sanguínea e frequência cardíaca.

Anti-hipertensivos

Carvedilat® pode potencializar o efeito de outros fármacos com ação antihipertensiva (por exemplo, antagonistas de receptor alfa-1) ou que tenham hipotensão como parte de seu perfil de efeitos adversos.

Agentes anestésicos

Monitorar cuidadosamente os sinais vitais durante anestesia.

AINEs

O uso concomitante de anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) e bloqueadores betaadrenérgicos pode resultar em aumento de pressão arterial e menor controle da pressão arterial.

Bronco dilatadores beta-agonistas

Carvedilat® age de forma contrária aos medicamentos desta classe.

Apresentações do Carvedilat

Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

Comprimidos de 3,125 mg

  • <li>Embalagem contendo 15, 30, 60, 80*, 90**, 300*, 450* e 500* comprimidos.</li>

Comprimidos de 6,25, 12,5 ou 25 mg

  • <li>Embalagens contendo 15, 30, 60, 80* , 90**, 300*, 450* e 500* comprimidos.</li>

*Embalagem Hospitalar.
** Embalagem Fracionável.

Uso oral.

Uso adulto.

25mg, caixa com 30 comprimidos

Princípio ativo
:
Carvedilol
Classe Terapêutica
:
Betabloqueadores Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Sistema Cardiovascular (Circulação)
Especialidade
:
Cardiologia

Bula do medicamento

Carvedilat, para o que é indicado e para o que serve?

O Carvedilat® é um medicamento usado para tratar insuficiência cardíaca congestiva (insuficiência do coração), angina do peito (dor no peito de origem cardíaca) e hipertensão arterial (pressão alta).

Quais as contraindicações do Carvedilat?

Você não pode usar Carvedilat® se apresentar alergia ao carvedilol ou a qualquer componente da formulação, ou se possuir uma das doenças a seguir:

Insuficiência cardíaca descompensada/instável necessitando medicamento intravenoso para aumentar a força do coração, insuficiência do fígado; arritmias cardíacas (irregularidades do ritmo cardíaco); asma brônquica ou doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) associada a broncoespasmo (contração dos brônquios); bloqueio atrioventricular (bloqueio dos impulsos nervosos no coração) de 2º ou 3º grau (a menos que tenha um marca-passo permanente); ritmo cardíaco abaixo de 50 batimentos por minuto); síndrome do nó sinusal (incluindo bloqueio sinoatrial); choque cardiogênico (queda acentuada da pressão por problema cardíaco); pressão arterial muito baixa (pressão arterial sistólica < 85 mmHg).

Como usar o Carvedilat?

Duração do tratamento

O tratamento com Carvedilat® é normalmente longo. Você não deve parar o tratamento de repente, mas reduzir a dose aos poucos, a cada semana, principalmente se você tiver doença arterial coronária (dos vasos do coração) concomitante.

Hipertensão essencial (sem causa conhecida)

Adultos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia, durante os dois primeiros dias. A seguir, a dose recomendada é 25 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg, em dose única diária, ou dividida em duas doses.

Idosos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg em dose única diária ou dividida em duas doses.

Angina do peito

  • <li>A dose inicial recomendada &#xE9; 12,5 mg, duas vezes ao dia, durante os dois primeiros dias.</li>

A seguir, a dose recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia. Se necessário, poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose máxima diária recomendada de 100 mg administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia). A dose diária máxima recomendada para idosos é 50 mg, administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia).

Insuficiência cardíaca congestiva (ICC)

  • <li>A dose deve ser individualizada e cuidadosamente monitorada durante a fase de ajuste da dose. Se voc&#xEA; usa digit&#xE1;licos, <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/diureticos/c" target="_blank">diur&#xE9;ticos</a> e inibidores da ECA, o seu m&#xE9;dico dever&#xE1; ajustar a dose destes medicamentos antes de iniciar o tratamento com Carvedilat<sup>&#xAE;</sup>. A dose inicial recomendada &#xE9; 3,125 mg, duas vezes ao dia, por duas semanas. Se esta dose for bem tolerada, poder&#xE1; ser aumentada a intervalos m&#xED;nimos de duas semanas, para 6,25 mg, duas vezes ao dia, 12,5 mg, duas vezes ao dia e 25 mg, duas vezes ao dia. A dose dever&#xE1; ser aumentada de acordo com orienta&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico at&#xE9; o n&#xED;vel m&#xE1;ximo tolerado.</li>

A dose máxima recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia para todos os pacientes com ICC leve, moderada ou grave, com peso inferior a 85 kg. Em pacientes com ICC leve ou moderada com peso superior a 85 kg, a dose máxima recomendada é 50 mg, duas vezes ao dia. Antes de cada aumento de dose, deve-se avaliar sintomas de vasodilatação ou piora da insuficiência cardíaca. A piora transitória da insuficiência cardíaca ou a retenção de líquidos devem ser tratadas com aumento da dose do diurético.

Ocasionalmente, pode ser necessário reduzir a dose ou descontinuar temporariamente o tratamento com Carvedilat®. A dose de Carvedilat® não deverá ser aumentada até que os sintomas de piora da insuficiência cardíaca ou de vasodilatação estejam estabilizados. Se Carvedilat® for descontinuado por mais de duas semanas, a terapia deverá ser reiniciada com 3,125 mg duas vezes ao dia e a titulação realizada conforme as recomendações do modo de uso do medicamento.

Carvedilat® não necessariamente deve ser ingerido junto a alimentos; entretanto, em pacientes com insuficiência cardíaca, deverá ser administrado com alimentos para reduzir a velocidade de absorção e diminuir a incidência de efeitos ortostáticos (queda de pressão quando se fica em pé ou sentado).

Pacientes com insuficiência renal

Não são necessárias alterações nas doses recomendadas de Carvedilat® em pacientes com insuficiência renal moderada a grave.

Pacientes com menos de 18 anos de idade

A segurança e eficácia do Carvedilat® em crianças e adolescentes abaixo de 18 anos ainda não foram estabelecidas.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Como o Carvedilat funciona?

Carvedilat® promove a dilatação dos vasos sanguíneos, através do bloqueio do sistema chamado renina-angiotensina-aldosterona. Assim, ocorre diminuição da pressão arterial. Em voluntários sadios, a concentração sérica máxima é alcançada em, aproximadamente, uma hora.

Quais cuidados devo ter ao usar o Carvedilat?

Insuficiência cardíaca crônica

Pode ocorrer piora clínica ou retenção de líquido durante o aumento da dose de Carvedilat®. Caso isso ocorra, o médico deverá aumentar a dose do diurético, mantendo a dose de Carvedilat® até atingir novamente a estabilidade clínica. Pode ser necessário reduzir a dose do Carvedilat® ou, em casos raros, descontinuá-lo temporariamente, o que não impede o sucesso do aumento gradual da dose de Carvedilat®. O Carvedilat® deve ser usado com cautela quando associado a digitálicos, pois ambos os fármacos lentificam a condução atrioventricular (condução do estímulo cardíaco).

Diabetes mellitus

O uso de Carvedilat® em diabéticos pode estar relacionado à piora do controle glicêmico ou pode mascarar/reduzir sinais e sintomas de hipoglicemia (baixo açúcar no sangue). Portanto, se você tiver diabetes, seu nível de açúcar no sangue deve ser monitorado regularmente no início ou ajuste do tratamento com Carvedilat®. A dose do medicamento usado para diabetes também deve ser ajustada.

Função dos rins na insuficiência cardíaca congestiva

Foi observada piora reversível da função dos rins em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva e pressão arterial baixa (pressão arterial sistólica < 100 mmHg), cardiopatia isquêmica (diminuição do fornecimento de sangue para o miocárdio), doença vascular difusa e/ou insuficiência dos rins durante o tratamento com Carvedilat®. A função de seus rins deve ser monitorada pelo seu médico durante o aumento da dose de Carvedilat®.

Doença pulmonar obstrutiva crônica

Se você possui doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) com componente broncoespástico (contração dos brônquios) e não está usando medicação oral ou inalatória, seu médico deverá ter cautela ao receitar Carvedilat®. Avise seu médico se possui algum problema pulmonar.

Lentes de contato

Pode ocorrer redução do lacrimejamento com o uso de Carvedilat®.

Descontinuação do tratamento

Carvedilat® não deve ser descontinuado abruptamente, principalmente se você possui cardiopatia isquêmica (diminuição do fornecimento de sangue para o miocárdio). A retirada de Carvedilat® nestes casos deve ser gradual (ao longo de 2 semanas).

Tireotoxicose

Carvedilat® como outros betabloqueadores, pode mascarar sintomas de tireotoxicose (excesso de hormônios produzidos pela glândula tireoide).

Reações de hipersensibilidade

Em caso de alergia ou terapia de dessensibilização (contra alergia), avise ao seu médico, pois o carvedilol pode aumentar a sensibilidade e a gravidade das reações aos alérgenos.

Reações adversas cutâneas graves

Carvedilat® deve ser permanentemente descontinuado em pacientes que apresentarem reações adversas cutâneas graves possivelmente relacionadas com o Carvedilat®.

Psoríase

Se você tem história de psoríase (doença de pele que ocorre geralmente perto das articulações), você só deverá tomar este medicamento após seu médico considerar o risco-benefício.

Interações com outros medicamentos

Há um número de importantes interações farmacocinéticas e farmacodinâmicas com outras drogas.

Feocromocitoma (tumor na glândula suprarrenal)

Em pacientes com suspeita de feocromocitoma, deve-se iniciar um agente alfabloqueador antes do uso de qualquer betabloqueador. Apesar de Carvedilat® exercer atividades alfa e betabloqueadora, não existe experiência de uso nesses casos.

Angina variante de Prinzmetal

Betabloqueadores não seletivos podem provocar dor torácica em pacientes com angina variante de Prinzmetal. Não há experiência clínica com Carvedilat® nesses pacientes.

Doença vascular periférica e fenômeno de Raynaud

Os betabloqueadores podem precipitar ou agravar os sintomas de insuficiência arterial.

Bradicardia

Carvedilat® pode provocar bradicardia (lentificação do ritmo cardíaco).

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículo e operar máquinas

Sua capacidade para dirigir veículo ou operar máquinas pode estar comprometida devido a tonturas e cansaço, principalmente no início do tratamento e após aumento de doses, modificação de terapias ou em combinação com álcool.

Atenção diabéticos: contém açúcar.

Este medicamento pode causar doping.

Este medicamento contém lactose.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Carvedilat?

As reações adversas ao medicamento estão listadas de acordo com as classes dos sistemas orgânicos definidos pelo MedDRA e CIOMS (Council for International Organizations of Medical Sciences).

As categorias de frequências são:

  • <li>Muito comum: &#x2265;1/10;</li> <li>Comum: &#x2265;1/100 e &lt;1/10;</li> <li>Incomum: &#x2265;1/1.000 e &lt;1/100;</li> <li>Rara: &#x2265;1/10.000 e &lt;1/1.000;</li> <li>Muito rara: &lt;1/10.000.</li>

Os efeitos indesejáveis descritos abaixo foram reportados com o uso de carvedilol em estudos clínicos pivotais:

Distúrbios do sistema linfático e do sangue
  • <li>Comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c" target="_blank">anemia</a>;</li> <li>Rara: <a href="https://minutosaudavel.com.br/trombocitopenia/" rel="noopener" target="_blank">trombocitopenia</a>;</li> <li>Muito rara: leucopenia.</li>
Distúrbios cardíacos
  • <li>Muito comum: insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca;</li> <li>Comum: bradicardia, hipervolemia, sobrecarga h&#xED;drica;</li> <li>Incomum: bloqueio atrioventricular, angina<em> pectoris</em>.</li>
Distúrbios nos olhos
  • <li>Comum: altera&#xE7;&#xF5;es visuais, redu&#xE7;&#xE3;o do lacrimejamento (secura do olho), irrita&#xE7;&#xE3;o ocular.</li>
Distúrbios gastrintestinais
  • <li>Comum: n&#xE1;usea, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c" target="_blank">diarreia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/nauseas/c" target="_blank">v&#xF4;mito</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/dispepsia-indigestao-o-que-e-sintomas-remedios-e-tipos/" rel="noopener" target="_blank">dispepsia</a>, dor abdominal;</li> <li>Incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/" rel="noopener" target="_blank">constipa&#xE7;&#xE3;o</a>;</li> <li>Rara: secura da boca.</li>
Distúrbios gerais e das condições do local de administração
  • <li>Muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-fadiga-muscular-cronica-adrenal-etc-e-como-tratar/" rel="noopener" target="_blank">fadiga</a>;</li> <li>Comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-tipos-cerebral-pulmonar-etc-e-tratamento/" rel="noopener" target="_blank">edema</a>, dor.</li>
Distúrbios hepatobiliares
  • <li>Muito rara: aumento da alanina aminotransferase (ALT), aspartato aminotransferase (AST) e gama-glutamiltransferase (<a href="https://minutosaudavel.com.br/exame-gama-gt-ggt-o-que-e-alto-baixo-e-para-que-serve/" rel="noopener" target="_blank">GGT</a>).</li>
Distúrbios do sistema imune
  • <li>Muito rara: hipersensibilidade (rea&#xE7;&#xF5;es al&#xE9;rgicas).&amp;nbsp;</li>
Infecções e infestações
  • <li>Comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/pneumonia/c" target="_blank">pneumonia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/bronquite/c" target="_blank">bronquite</a>, infec&#xE7;&#xE3;o do trato respirat&#xF3;rio superior e do trato urin&#xE1;rio.</li>
Distúrbios do metabolismo e nutricionais
  • <li>Comum: ganho de peso, hipercolesterolemia, pior controle da glicemia (hiper/hipoglicemia) em pacientes com diabetes preexistente.</li>
Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo
  • <li>Comum: dor em extremidades.</li>
Distúrbios do sistema nervoso
  • <li>Muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/tontura-o-que-pode-ser/" rel="noopener" target="_blank">tontura</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/dor-de-cabeca-e-enxaqueca/c" target="_blank">cefaleia</a>;</li> <li>Comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/desmaio/" rel="noopener" target="_blank">s&#xED;ncope</a>, pres&#xED;ncope;</li> <li>Incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/parestesia/" rel="noopener" target="_blank">parestesia</a>.</li>
Distúrbios psiquiátricos
  • <li>Comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a>, humor deprimido;</li> <li>Incomum: dist&#xFA;rbios do sono.</li>
Distúrbios renais e urinários
  • <li>Comum: insufici&#xEA;ncia renal e anormalidades na fun&#xE7;&#xE3;o renal em pacientes com doen&#xE7;a vascular difusa e/ou insufici&#xEA;ncia renal subjacente;</li> <li>Rara: dist&#xFA;rbios miccionais.</li>
Distúrbios da mama e sistema reprodutor
  • <li>Incomum: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/disfuncao-eretil/c" target="_blank">disfun&#xE7;&#xE3;o er&#xE9;til</a>.</li>
Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino
  • <li>Comum: dispneia, <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-pulmonar-causas-sintomas-tratamento-tem-cura/" rel="noopener" target="_blank">edema pulmonar</a>, asma em pacientes predispostos;</li> <li>Rara: congest&#xE3;o nasal.</li>
Distúrbios de pele e tecidos subcutâneos
  • <li>Incomum: rea&#xE7;&#xF5;es na pele (p. ex.; exantema al&#xE9;rgico, <a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/dermatites/c" target="_blank">dermatite</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a>, prurido, les&#xF5;es psori&#xE1;sicas e do tipo l&#xED;quen plano).</li>
Distúrbios vasculares
  • <li>Muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">hipotens&#xE3;o</a>;</li> <li>Comum: hipotens&#xE3;o ortost&#xE1;tica, dist&#xFA;rbios da circula&#xE7;&#xE3;o perif&#xE9;rica (extremidades frias, doen&#xE7;a vascular perif&#xE9;rica, exacerba&#xE7;&#xE3;o de claudica&#xE7;&#xE3;o intermitente e fen&#xF4;meno de Raynaud), hipertens&#xE3;o.</li>

Descrição das reações adversas selecionadas

A frequência de reações adversas não é dependente da dose, com exceção de tonturas, alterações visuais e bradicardia. Tontura, síncope, cefaleia e astenia são, normalmente, leves e ocorrem, geralmente, no início do tratamento.

Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva pode ocorrer piora clínica ou retenção hídrica durante a titulação do Carvedilat®.

Deterioração reversível da função renal foi observada durante tratamento com carvedilol em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva e baixa pressão arterial, cardiopatia isquêmica, doença vascular difusa e/ou insuficiência renal subjacente.

Experiência pós-comercialização

Os eventos adversos abaixo foram identificados no uso de carvedilol pós-comercialização. Por serem reportados por uma população de tamanho indefinido, nem sempre é possível estimar sua frequência e/ou estabelecer relação causal com a exposição à droga.

  • <li>Dist&#xFA;rbios de metabolismo e nutricionais: devido &#xE0; a&#xE7;&#xE3;o betabloqueadora, &#xE9; poss&#xED;vel que diabetes <em>mellitus</em> latente se manifeste, diabetes preexistente se agrave e que a contra regula&#xE7;&#xE3;o da <a href="https://consultaremedios.com.br/glicose/bula" target="_blank">glicose</a> seja inibida.</li> <li>Dist&#xFA;rbios de pele e tecidos subcut&#xE2;neos: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/queda-de-cabelo-e-calvicie/c" target="_blank">queda de cabelo</a>. Rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves, como necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica e s&#xED;ndrome de Stevens-Johnson.</li> <li>Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios: foram reportados casos isolados de <a href="https://minutosaudavel.com.br/incontinencia-urinaria/" rel="noopener" target="_blank">incontin&#xEA;ncia urin&#xE1;ria</a> em mulheres, os quais foram resolvidos com a descontinua&#xE7;&#xE3;o da medica&#xE7;&#xE3;o.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Pacientes com menos de 18 anos de idade

Carvedilat® não é recomendado a pacientes com menos de 18 anos de idade.

Pacientes idosos

Nenhum ajuste da dose inicial é exigido para pacientes idosos.

Pacientes com insuficiência renal

Na insuficiência renal moderada a grave, não há necessidade de alterar as recomendações de dosagem de Carvedilat®.

Pacientes com insuficiência hepática

Carvedilat® é contraindicado para pacientes com insuficiência hepática clinicamente manifestada.

Pacientes diabéticos

Carvedilat® pode aumentar a resistência à insulina e mascarar sintomas da hipoglicemia.

Gravidez e amamentação

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Se você ficar grávida durante ou logo após o tratamento com o Carvedilat®, informe imediatamente seu médico. Estudos em animais demonstraram toxicidade reprodutiva. Não há experiência clínica adequada com carvedilol em grávidas. Betabloqueadores reduzem a irrigação sanguínea da placenta, podendo causar morte do feto intrauterino e parto prematuro. Efeitos adversos como hipoglicemia e bradicardia podem ocorrer, bem como complicações cardíacas e pulmonares no feto e no recém-nascido.

Carvedilat® não deve ser usado durante a gravidez a menos que os benefícios potenciais justifiquem o risco potencial Não existem evidências a partir de estudos em animais de laboratório de que carvedilol apresente efeitos teratogênicos.

Embora não seja conhecido se carvedilol é excretado no leite humano, a maioria dos betabloqueadores passa para o leite materno. Portanto, a amamentação não é recomendada após a administração de Carvedilat®.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Carvedilat?

Você deve fazer tudo que for possível para tomar a medicação nos dias e horários que o seu médico orientou.

Se por algum motivo se esquecer de tomar o medicamento, espere e tome a dose seguinte da maneira habitual.

Se você tiver se esquecido de tomar alguma dose, nunca dobre a dose seguinte, pois isso poderá aumentar a chance de você ter um efeito adverso.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Carvedilat?

Cada comprimido de Carvedilat®3,125 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:644px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:582px\"> <p style=\"text-align:center\">3,125 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:644px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:582px\">1 Comprimido</td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: lactose monoidratada, povidona, crospovidona, sacarose, dióxido de silício, estearato de magnésio, estearilfumarato de sódio e óxido de ferro vermelho.

Cada comprimido de Carvedilat® 6,25 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:644px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:582px\"> <p style=\"text-align:center\">6,25 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:644px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:582px\"> <p>1 Comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;lactose monoidratada, povidona, crospovidona, sacarose, dióxido de silício, estearato de magnésio, óxido de ferro amarelo e estearilfumarato de sódio.

Cada comprimido de Carvedilat® 12,5 mg contém:

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Apresentações do Carvedilat

Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

Comprimidos de 3,125 mg

  • <li>Embalagem contendo 15, 30, 60, 80*, 90**, 300*, 450* e 500* comprimidos.</li>

Comprimidos de 6,25, 12,5 ou 25 mg

  • <li>Embalagens contendo 15, 30, 60, 80* , 90**, 300*, 450* e 500* comprimidos.</li>

*Embalagem Hospitalar.
** Embalagem Fracionável.

Uso oral.

Uso adulto.

3,125mg, caixa com 30 comprimidos

Princípio ativo
:
Carvedilol
Classe Terapêutica
:
Betabloqueadores Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Sistema Cardiovascular (Circulação)
Especialidade
:
Cardiologia

Bula do medicamento

Carvedilat, para o que é indicado e para o que serve?

O Carvedilat® é um medicamento usado para tratar insuficiência cardíaca congestiva (insuficiência do coração), angina do peito (dor no peito de origem cardíaca) e hipertensão arterial (pressão alta).

Quais as contraindicações do Carvedilat?

Você não pode usar Carvedilat® se apresentar alergia ao carvedilol ou a qualquer componente da formulação, ou se possuir uma das doenças a seguir:

Insuficiência cardíaca descompensada/instável necessitando medicamento intravenoso para aumentar a força do coração, insuficiência do fígado; arritmias cardíacas (irregularidades do ritmo cardíaco); asma brônquica ou doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) associada a broncoespasmo (contração dos brônquios); bloqueio atrioventricular (bloqueio dos impulsos nervosos no coração) de 2º ou 3º grau (a menos que tenha um marca-passo permanente); ritmo cardíaco abaixo de 50 batimentos por minuto); síndrome do nó sinusal (incluindo bloqueio sinoatrial); choque cardiogênico (queda acentuada da pressão por problema cardíaco); pressão arterial muito baixa (pressão arterial sistólica < 85 mmHg).

Como usar o Carvedilat?

Duração do tratamento

O tratamento com Carvedilat® é normalmente longo. Você não deve parar o tratamento de repente, mas reduzir a dose aos poucos, a cada semana, principalmente se você tiver doença arterial coronária (dos vasos do coração) concomitante.

Hipertensão essencial (sem causa conhecida)

Adultos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia, durante os dois primeiros dias. A seguir, a dose recomendada é 25 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg, em dose única diária, ou dividida em duas doses.

Idosos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg em dose única diária ou dividida em duas doses.

Angina do peito

  • <li>A dose inicial recomendada &#xE9; 12,5 mg, duas vezes ao dia, durante os dois primeiros dias.</li>

A seguir, a dose recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia. Se necessário, poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose máxima diária recomendada de 100 mg administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia). A dose diária máxima recomendada para idosos é 50 mg, administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia).

Insuficiência cardíaca congestiva (ICC)

  • <li>A dose deve ser individualizada e cuidadosamente monitorada durante a fase de ajuste da dose. Se voc&#xEA; usa digit&#xE1;licos, <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/diureticos/c" target="_blank">diur&#xE9;ticos</a> e inibidores da ECA, o seu m&#xE9;dico dever&#xE1; ajustar a dose destes medicamentos antes de iniciar o tratamento com Carvedilat<sup>&#xAE;</sup>. A dose inicial recomendada &#xE9; 3,125 mg, duas vezes ao dia, por duas semanas. Se esta dose for bem tolerada, poder&#xE1; ser aumentada a intervalos m&#xED;nimos de duas semanas, para 6,25 mg, duas vezes ao dia, 12,5 mg, duas vezes ao dia e 25 mg, duas vezes ao dia. A dose dever&#xE1; ser aumentada de acordo com orienta&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico at&#xE9; o n&#xED;vel m&#xE1;ximo tolerado.</li>

A dose máxima recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia para todos os pacientes com ICC leve, moderada ou grave, com peso inferior a 85 kg. Em pacientes com ICC leve ou moderada com peso superior a 85 kg, a dose máxima recomendada é 50 mg, duas vezes ao dia. Antes de cada aumento de dose, deve-se avaliar sintomas de vasodilatação ou piora da insuficiência cardíaca. A piora transitória da insuficiência cardíaca ou a retenção de líquidos devem ser tratadas com aumento da dose do diurético.

Ocasionalmente, pode ser necessário reduzir a dose ou descontinuar temporariamente o tratamento com Carvedilat®. A dose de Carvedilat® não deverá ser aumentada até que os sintomas de piora da insuficiência cardíaca ou de vasodilatação estejam estabilizados. Se Carvedilat® for descontinuado por mais de duas semanas, a terapia deverá ser reiniciada com 3,125 mg duas vezes ao dia e a titulação realizada conforme as recomendações do modo de uso do medicamento.

Carvedilat® não necessariamente deve ser ingerido junto a alimentos; entretanto, em pacientes com insuficiência cardíaca, deverá ser administrado com alimentos para reduzir a velocidade de absorção e diminuir a incidência de efeitos ortostáticos (queda de pressão quando se fica em pé ou sentado).

Pacientes com insuficiência renal

Não são necessárias alterações nas doses recomendadas de Carvedilat® em pacientes com insuficiência renal moderada a grave.

Pacientes com menos de 18 anos de idade

A segurança e eficácia do Carvedilat® em crianças e adolescentes abaixo de 18 anos ainda não foram estabelecidas.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Como o Carvedilat funciona?

Carvedilat® promove a dilatação dos vasos sanguíneos, através do bloqueio do sistema chamado renina-angiotensina-aldosterona. Assim, ocorre diminuição da pressão arterial. Em voluntários sadios, a concentração sérica máxima é alcançada em, aproximadamente, uma hora.

Quais cuidados devo ter ao usar o Carvedilat?

Insuficiência cardíaca crônica

Pode ocorrer piora clínica ou retenção de líquido durante o aumento da dose de Carvedilat®. Caso isso ocorra, o médico deverá aumentar a dose do diurético, mantendo a dose de Carvedilat® até atingir novamente a estabilidade clínica. Pode ser necessário reduzir a dose do Carvedilat® ou, em casos raros, descontinuá-lo temporariamente, o que não impede o sucesso do aumento gradual da dose de Carvedilat®. O Carvedilat® deve ser usado com cautela quando associado a digitálicos, pois ambos os fármacos lentificam a condução atrioventricular (condução do estímulo cardíaco).

Diabetes mellitus

O uso de Carvedilat® em diabéticos pode estar relacionado à piora do controle glicêmico ou pode mascarar/reduzir sinais e sintomas de hipoglicemia (baixo açúcar no sangue). Portanto, se você tiver diabetes, seu nível de açúcar no sangue deve ser monitorado regularmente no início ou ajuste do tratamento com Carvedilat®. A dose do medicamento usado para diabetes também deve ser ajustada.

Função dos rins na insuficiência cardíaca congestiva

Foi observada piora reversível da função dos rins em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva e pressão arterial baixa (pressão arterial sistólica < 100 mmHg), cardiopatia isquêmica (diminuição do fornecimento de sangue para o miocárdio), doença vascular difusa e/ou insuficiência dos rins durante o tratamento com Carvedilat®. A função de seus rins deve ser monitorada pelo seu médico durante o aumento da dose de Carvedilat®.

Doença pulmonar obstrutiva crônica

Se você possui doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) com componente broncoespástico (contração dos brônquios) e não está usando medicação oral ou inalatória, seu médico deverá ter cautela ao receitar Carvedilat®. Avise seu médico se possui algum problema pulmonar.

Lentes de contato

Pode ocorrer redução do lacrimejamento com o uso de Carvedilat®.

Descontinuação do tratamento

Carvedilat® não deve ser descontinuado abruptamente, principalmente se você possui cardiopatia isquêmica (diminuição do fornecimento de sangue para o miocárdio). A retirada de Carvedilat® nestes casos deve ser gradual (ao longo de 2 semanas).

Tireotoxicose

Carvedilat® como outros betabloqueadores, pode mascarar sintomas de tireotoxicose (excesso de hormônios produzidos pela glândula tireoide).

Reações de hipersensibilidade

Em caso de alergia ou terapia de dessensibilização (contra alergia), avise ao seu médico, pois o carvedilol pode aumentar a sensibilidade e a gravidade das reações aos alérgenos.

Reações adversas cutâneas graves

Carvedilat® deve ser permanentemente descontinuado em pacientes que apresentarem reações adversas cutâneas graves possivelmente relacionadas com o Carvedilat®.

Psoríase

Se você tem história de psoríase (doença de pele que ocorre geralmente perto das articulações), você só deverá tomar este medicamento após seu médico considerar o risco-benefício.

Interações com outros medicamentos

Há um número de importantes interações farmacocinéticas e farmacodinâmicas com outras drogas.

Feocromocitoma (tumor na glândula suprarrenal)

Em pacientes com suspeita de feocromocitoma, deve-se iniciar um agente alfabloqueador antes do uso de qualquer betabloqueador. Apesar de Carvedilat® exercer atividades alfa e betabloqueadora, não existe experiência de uso nesses casos.

Angina variante de Prinzmetal

Betabloqueadores não seletivos podem provocar dor torácica em pacientes com angina variante de Prinzmetal. Não há experiência clínica com Carvedilat® nesses pacientes.

Doença vascular periférica e fenômeno de Raynaud

Os betabloqueadores podem precipitar ou agravar os sintomas de insuficiência arterial.

Bradicardia

Carvedilat® pode provocar bradicardia (lentificação do ritmo cardíaco).

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículo e operar máquinas

Sua capacidade para dirigir veículo ou operar máquinas pode estar comprometida devido a tonturas e cansaço, principalmente no início do tratamento e após aumento de doses, modificação de terapias ou em combinação com álcool.

Atenção diabéticos: contém açúcar.

Este medicamento pode causar doping.

Este medicamento contém lactose.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Carvedilat?

As reações adversas ao medicamento estão listadas de acordo com as classes dos sistemas orgânicos definidos pelo MedDRA e CIOMS (Council for International Organizations of Medical Sciences).

As categorias de frequências são:

  • <li>Muito comum: &#x2265;1/10;</li> <li>Comum: &#x2265;1/100 e &lt;1/10;</li> <li>Incomum: &#x2265;1/1.000 e &lt;1/100;</li> <li>Rara: &#x2265;1/10.000 e &lt;1/1.000;</li> <li>Muito rara: &lt;1/10.000.</li>

Os efeitos indesejáveis descritos abaixo foram reportados com o uso de carvedilol em estudos clínicos pivotais:

Distúrbios do sistema linfático e do sangue
  • <li>Comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c" target="_blank">anemia</a>;</li> <li>Rara: <a href="https://minutosaudavel.com.br/trombocitopenia/" rel="noopener" target="_blank">trombocitopenia</a>;</li> <li>Muito rara: leucopenia.</li>
Distúrbios cardíacos
  • <li>Muito comum: insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca;</li> <li>Comum: bradicardia, hipervolemia, sobrecarga h&#xED;drica;</li> <li>Incomum: bloqueio atrioventricular, angina<em> pectoris</em>.</li>
Distúrbios nos olhos
  • <li>Comum: altera&#xE7;&#xF5;es visuais, redu&#xE7;&#xE3;o do lacrimejamento (secura do olho), irrita&#xE7;&#xE3;o ocular.</li>
Distúrbios gastrintestinais
  • <li>Comum: n&#xE1;usea, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c" target="_blank">diarreia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/nauseas/c" target="_blank">v&#xF4;mito</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/dispepsia-indigestao-o-que-e-sintomas-remedios-e-tipos/" rel="noopener" target="_blank">dispepsia</a>, dor abdominal;</li> <li>Incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/" rel="noopener" target="_blank">constipa&#xE7;&#xE3;o</a>;</li> <li>Rara: secura da boca.</li>
Distúrbios gerais e das condições do local de administração
  • <li>Muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-fadiga-muscular-cronica-adrenal-etc-e-como-tratar/" rel="noopener" target="_blank">fadiga</a>;</li> <li>Comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-tipos-cerebral-pulmonar-etc-e-tratamento/" rel="noopener" target="_blank">edema</a>, dor.</li>
Distúrbios hepatobiliares
  • <li>Muito rara: aumento da alanina aminotransferase (ALT), aspartato aminotransferase (AST) e gama-glutamiltransferase (<a href="https://minutosaudavel.com.br/exame-gama-gt-ggt-o-que-e-alto-baixo-e-para-que-serve/" rel="noopener" target="_blank">GGT</a>).</li>
Distúrbios do sistema imune
  • <li>Muito rara: hipersensibilidade (rea&#xE7;&#xF5;es al&#xE9;rgicas).&amp;nbsp;</li>
Infecções e infestações
  • <li>Comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/pneumonia/c" target="_blank">pneumonia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/bronquite/c" target="_blank">bronquite</a>, infec&#xE7;&#xE3;o do trato respirat&#xF3;rio superior e do trato urin&#xE1;rio.</li>
Distúrbios do metabolismo e nutricionais
  • <li>Comum: ganho de peso, hipercolesterolemia, pior controle da glicemia (hiper/hipoglicemia) em pacientes com diabetes preexistente.</li>
Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo
  • <li>Comum: dor em extremidades.</li>
Distúrbios do sistema nervoso
  • <li>Muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/tontura-o-que-pode-ser/" rel="noopener" target="_blank">tontura</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/dor-de-cabeca-e-enxaqueca/c" target="_blank">cefaleia</a>;</li> <li>Comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/desmaio/" rel="noopener" target="_blank">s&#xED;ncope</a>, pres&#xED;ncope;</li> <li>Incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/parestesia/" rel="noopener" target="_blank">parestesia</a>.</li>
Distúrbios psiquiátricos
  • <li>Comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a>, humor deprimido;</li> <li>Incomum: dist&#xFA;rbios do sono.</li>
Distúrbios renais e urinários
  • <li>Comum: insufici&#xEA;ncia renal e anormalidades na fun&#xE7;&#xE3;o renal em pacientes com doen&#xE7;a vascular difusa e/ou insufici&#xEA;ncia renal subjacente;</li> <li>Rara: dist&#xFA;rbios miccionais.</li>
Distúrbios da mama e sistema reprodutor
  • <li>Incomum: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/disfuncao-eretil/c" target="_blank">disfun&#xE7;&#xE3;o er&#xE9;til</a>.</li>
Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino
  • <li>Comum: dispneia, <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-pulmonar-causas-sintomas-tratamento-tem-cura/" rel="noopener" target="_blank">edema pulmonar</a>, asma em pacientes predispostos;</li> <li>Rara: congest&#xE3;o nasal.</li>
Distúrbios de pele e tecidos subcutâneos
  • <li>Incomum: rea&#xE7;&#xF5;es na pele (p. ex.; exantema al&#xE9;rgico, <a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/dermatites/c" target="_blank">dermatite</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a>, prurido, les&#xF5;es psori&#xE1;sicas e do tipo l&#xED;quen plano).</li>
Distúrbios vasculares
  • <li>Muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">hipotens&#xE3;o</a>;</li> <li>Comum: hipotens&#xE3;o ortost&#xE1;tica, dist&#xFA;rbios da circula&#xE7;&#xE3;o perif&#xE9;rica (extremidades frias, doen&#xE7;a vascular perif&#xE9;rica, exacerba&#xE7;&#xE3;o de claudica&#xE7;&#xE3;o intermitente e fen&#xF4;meno de Raynaud), hipertens&#xE3;o.</li>

Descrição das reações adversas selecionadas

A frequência de reações adversas não é dependente da dose, com exceção de tonturas, alterações visuais e bradicardia. Tontura, síncope, cefaleia e astenia são, normalmente, leves e ocorrem, geralmente, no início do tratamento.

Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva pode ocorrer piora clínica ou retenção hídrica durante a titulação do Carvedilat®.

Deterioração reversível da função renal foi observada durante tratamento com carvedilol em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva e baixa pressão arterial, cardiopatia isquêmica, doença vascular difusa e/ou insuficiência renal subjacente.

Experiência pós-comercialização

Os eventos adversos abaixo foram identificados no uso de carvedilol pós-comercialização. Por serem reportados por uma população de tamanho indefinido, nem sempre é possível estimar sua frequência e/ou estabelecer relação causal com a exposição à droga.

  • <li>Dist&#xFA;rbios de metabolismo e nutricionais: devido &#xE0; a&#xE7;&#xE3;o betabloqueadora, &#xE9; poss&#xED;vel que diabetes <em>mellitus</em> latente se manifeste, diabetes preexistente se agrave e que a contra regula&#xE7;&#xE3;o da <a href="https://consultaremedios.com.br/glicose/bula" target="_blank">glicose</a> seja inibida.</li> <li>Dist&#xFA;rbios de pele e tecidos subcut&#xE2;neos: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/queda-de-cabelo-e-calvicie/c" target="_blank">queda de cabelo</a>. Rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves, como necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica e s&#xED;ndrome de Stevens-Johnson.</li> <li>Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios: foram reportados casos isolados de <a href="https://minutosaudavel.com.br/incontinencia-urinaria/" rel="noopener" target="_blank">incontin&#xEA;ncia urin&#xE1;ria</a> em mulheres, os quais foram resolvidos com a descontinua&#xE7;&#xE3;o da medica&#xE7;&#xE3;o.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Pacientes com menos de 18 anos de idade

Carvedilat® não é recomendado a pacientes com menos de 18 anos de idade.

Pacientes idosos

Nenhum ajuste da dose inicial é exigido para pacientes idosos.

Pacientes com insuficiência renal

Na insuficiência renal moderada a grave, não há necessidade de alterar as recomendações de dosagem de Carvedilat®.

Pacientes com insuficiência hepática

Carvedilat® é contraindicado para pacientes com insuficiência hepática clinicamente manifestada.

Pacientes diabéticos

Carvedilat® pode aumentar a resistência à insulina e mascarar sintomas da hipoglicemia.

Gravidez e amamentação

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Se você ficar grávida durante ou logo após o tratamento com o Carvedilat®, informe imediatamente seu médico. Estudos em animais demonstraram toxicidade reprodutiva. Não há experiência clínica adequada com carvedilol em grávidas. Betabloqueadores reduzem a irrigação sanguínea da placenta, podendo causar morte do feto intrauterino e parto prematuro. Efeitos adversos como hipoglicemia e bradicardia podem ocorrer, bem como complicações cardíacas e pulmonares no feto e no recém-nascido.

Carvedilat® não deve ser usado durante a gravidez a menos que os benefícios potenciais justifiquem o risco potencial Não existem evidências a partir de estudos em animais de laboratório de que carvedilol apresente efeitos teratogênicos.

Embora não seja conhecido se carvedilol é excretado no leite humano, a maioria dos betabloqueadores passa para o leite materno. Portanto, a amamentação não é recomendada após a administração de Carvedilat®.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Carvedilat?

Você deve fazer tudo que for possível para tomar a medicação nos dias e horários que o seu médico orientou.

Se por algum motivo se esquecer de tomar o medicamento, espere e tome a dose seguinte da maneira habitual.

Se você tiver se esquecido de tomar alguma dose, nunca dobre a dose seguinte, pois isso poderá aumentar a chance de você ter um efeito adverso.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Carvedilat?

Cada comprimido de Carvedilat®3,125 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:644px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:582px\"> <p style=\"text-align:center\">3,125 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:644px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:582px\">1 Comprimido</td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: lactose monoidratada, povidona, crospovidona, sacarose, dióxido de silício, estearato de magnésio, estearilfumarato de sódio e óxido de ferro vermelho.

Cada comprimido de Carvedilat® 6,25 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:644px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:582px\"> <p style=\"text-align:center\">6,25 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:644px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p></td></tr></tbody></table>"],"rows":[]}}

Apresentações do Carvedilat

Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

Comprimidos de 3,125 mg

  • <li>Embalagem contendo 15, 30, 60, 80*, 90**, 300*, 450* e 500* comprimidos.</li>

Comprimidos de 6,25, 12,5 ou 25 mg

  • <li>Embalagens contendo 15, 30, 60, 80* , 90**, 300*, 450* e 500* comprimidos.</li>

*Embalagem Hospitalar.
** Embalagem Fracionável.

Uso oral.

Uso adulto.

12,5mg, caixa com 30 comprimidos

Princípio ativo
:
Carvedilol
Classe Terapêutica
:
Betabloqueadores Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Sistema Cardiovascular (Circulação)
Especialidade
:
Cardiologia

Bula do medicamento

Carvedilat, para o que é indicado e para o que serve?

O Carvedilat® é um medicamento usado para tratar insuficiência cardíaca congestiva (insuficiência do coração), angina do peito (dor no peito de origem cardíaca) e hipertensão arterial (pressão alta).

Quais as contraindicações do Carvedilat?

Você não pode usar Carvedilat® se apresentar alergia ao carvedilol ou a qualquer componente da formulação, ou se possuir uma das doenças a seguir:

Insuficiência cardíaca descompensada/instável necessitando medicamento intravenoso para aumentar a força do coração, insuficiência do fígado; arritmias cardíacas (irregularidades do ritmo cardíaco); asma brônquica ou doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) associada a broncoespasmo (contração dos brônquios); bloqueio atrioventricular (bloqueio dos impulsos nervosos no coração) de 2º ou 3º grau (a menos que tenha um marca-passo permanente); ritmo cardíaco abaixo de 50 batimentos por minuto); síndrome do nó sinusal (incluindo bloqueio sinoatrial); choque cardiogênico (queda acentuada da pressão por problema cardíaco); pressão arterial muito baixa (pressão arterial sistólica < 85 mmHg).

Como usar o Carvedilat?

Duração do tratamento

O tratamento com Carvedilat® é normalmente longo. Você não deve parar o tratamento de repente, mas reduzir a dose aos poucos, a cada semana, principalmente se você tiver doença arterial coronária (dos vasos do coração) concomitante.

Hipertensão essencial (sem causa conhecida)

Adultos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia, durante os dois primeiros dias. A seguir, a dose recomendada é 25 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg, em dose única diária, ou dividida em duas doses.

Idosos

A dose inicial recomendada é 12,5 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose diária máxima recomendada de 50 mg em dose única diária ou dividida em duas doses.

Angina do peito

  • <li>A dose inicial recomendada &#xE9; 12,5 mg, duas vezes ao dia, durante os dois primeiros dias.</li>

A seguir, a dose recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia. Se necessário, poderá ser aumentada a intervalos mínimos de duas semanas até a dose máxima diária recomendada de 100 mg administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia). A dose diária máxima recomendada para idosos é 50 mg, administrada em doses fracionadas (duas vezes ao dia).

Insuficiência cardíaca congestiva (ICC)

  • <li>A dose deve ser individualizada e cuidadosamente monitorada durante a fase de ajuste da dose. Se voc&#xEA; usa digit&#xE1;licos, <a href="https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/diureticos/c" target="_blank">diur&#xE9;ticos</a> e inibidores da ECA, o seu m&#xE9;dico dever&#xE1; ajustar a dose destes medicamentos antes de iniciar o tratamento com Carvedilat<sup>&#xAE;</sup>. A dose inicial recomendada &#xE9; 3,125 mg, duas vezes ao dia, por duas semanas. Se esta dose for bem tolerada, poder&#xE1; ser aumentada a intervalos m&#xED;nimos de duas semanas, para 6,25 mg, duas vezes ao dia, 12,5 mg, duas vezes ao dia e 25 mg, duas vezes ao dia. A dose dever&#xE1; ser aumentada de acordo com orienta&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico at&#xE9; o n&#xED;vel m&#xE1;ximo tolerado.</li>

A dose máxima recomendada é 25 mg, duas vezes ao dia para todos os pacientes com ICC leve, moderada ou grave, com peso inferior a 85 kg. Em pacientes com ICC leve ou moderada com peso superior a 85 kg, a dose máxima recomendada é 50 mg, duas vezes ao dia. Antes de cada aumento de dose, deve-se avaliar sintomas de vasodilatação ou piora da insuficiência cardíaca. A piora transitória da insuficiência cardíaca ou a retenção de líquidos devem ser tratadas com aumento da dose do diurético.

Ocasionalmente, pode ser necessário reduzir a dose ou descontinuar temporariamente o tratamento com Carvedilat®. A dose de Carvedilat® não deverá ser aumentada até que os sintomas de piora da insuficiência cardíaca ou de vasodilatação estejam estabilizados. Se Carvedilat® for descontinuado por mais de duas semanas, a terapia deverá ser reiniciada com 3,125 mg duas vezes ao dia e a titulação realizada conforme as recomendações do modo de uso do medicamento.

Carvedilat® não necessariamente deve ser ingerido junto a alimentos; entretanto, em pacientes com insuficiência cardíaca, deverá ser administrado com alimentos para reduzir a velocidade de absorção e diminuir a incidência de efeitos ortostáticos (queda de pressão quando se fica em pé ou sentado).

Pacientes com insuficiência renal

Não são necessárias alterações nas doses recomendadas de Carvedilat® em pacientes com insuficiência renal moderada a grave.

Pacientes com menos de 18 anos de idade

A segurança e eficácia do Carvedilat® em crianças e adolescentes abaixo de 18 anos ainda não foram estabelecidas.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Como o Carvedilat funciona?

Carvedilat® promove a dilatação dos vasos sanguíneos, através do bloqueio do sistema chamado renina-angiotensina-aldosterona. Assim, ocorre diminuição da pressão arterial. Em voluntários sadios, a concentração sérica máxima é alcançada em, aproximadamente, uma hora.

Quais cuidados devo ter ao usar o Carvedilat?

Insuficiência cardíaca crônica

Pode ocorrer piora clínica ou retenção de líquido durante o aumento da dose de Carvedilat®. Caso isso ocorra, o médico deverá aumentar a dose do diurético, mantendo a dose de Carvedilat® até atingir novamente a estabilidade clínica. Pode ser necessário reduzir a dose do Carvedilat® ou, em casos raros, descontinuá-lo temporariamente, o que não impede o sucesso do aumento gradual da dose de Carvedilat®. O Carvedilat® deve ser usado com cautela quando associado a digitálicos, pois ambos os fármacos lentificam a condução atrioventricular (condução do estímulo cardíaco).

Diabetes mellitus

O uso de Carvedilat® em diabéticos pode estar relacionado à piora do controle glicêmico ou pode mascarar/reduzir sinais e sintomas de hipoglicemia (baixo açúcar no sangue). Portanto, se você tiver diabetes, seu nível de açúcar no sangue deve ser monitorado regularmente no início ou ajuste do tratamento com Carvedilat®. A dose do medicamento usado para diabetes também deve ser ajustada.

Função dos rins na insuficiência cardíaca congestiva

Foi observada piora reversível da função dos rins em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva e pressão arterial baixa (pressão arterial sistólica < 100 mmHg), cardiopatia isquêmica (diminuição do fornecimento de sangue para o miocárdio), doença vascular difusa e/ou insuficiência dos rins durante o tratamento com Carvedilat®. A função de seus rins deve ser monitorada pelo seu médico durante o aumento da dose de Carvedilat®.

Doença pulmonar obstrutiva crônica

Se você possui doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) com componente broncoespástico (contração dos brônquios) e não está usando medicação oral ou inalatória, seu médico deverá ter cautela ao receitar Carvedilat®. Avise seu médico se possui algum problema pulmonar.

Lentes de contato

Pode ocorrer redução do lacrimejamento com o uso de Carvedilat®.

Descontinuação do tratamento

Carvedilat® não deve ser descontinuado abruptamente, principalmente se você possui cardiopatia isquêmica (diminuição do fornecimento de sangue para o miocárdio). A retirada de Carvedilat® nestes casos deve ser gradual (ao longo de 2 semanas).

Tireotoxicose

Carvedilat® como outros betabloqueadores, pode mascarar sintomas de tireotoxicose (excesso de hormônios produzidos pela glândula tireoide).

Reações de hipersensibilidade

Em caso de alergia ou terapia de dessensibilização (contra alergia), avise ao seu médico, pois o carvedilol pode aumentar a sensibilidade e a gravidade das reações aos alérgenos.

Reações adversas cutâneas graves

Carvedilat® deve ser permanentemente descontinuado em pacientes que apresentarem reações adversas cutâneas graves possivelmente relacionadas com o Carvedilat®.

Psoríase

Se você tem história de psoríase (doença de pele que ocorre geralmente perto das articulações), você só deverá tomar este medicamento após seu médico considerar o risco-benefício.

Interações com outros medicamentos

Há um número de importantes interações farmacocinéticas e farmacodinâmicas com outras drogas.

Feocromocitoma (tumor na glândula suprarrenal)

Em pacientes com suspeita de feocromocitoma, deve-se iniciar um agente alfabloqueador antes do uso de qualquer betabloqueador. Apesar de Carvedilat® exercer atividades alfa e betabloqueadora, não existe experiência de uso nesses casos.

Angina variante de Prinzmetal

Betabloqueadores não seletivos podem provocar dor torácica em pacientes com angina variante de Prinzmetal. Não há experiência clínica com Carvedilat® nesses pacientes.

Doença vascular periférica e fenômeno de Raynaud

Os betabloqueadores podem precipitar ou agravar os sintomas de insuficiência arterial.

Bradicardia

Carvedilat® pode provocar bradicardia (lentificação do ritmo cardíaco).

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículo e operar máquinas

Sua capacidade para dirigir veículo ou operar máquinas pode estar comprometida devido a tonturas e cansaço, principalmente no início do tratamento e após aumento de doses, modificação de terapias ou em combinação com álcool.

Atenção diabéticos: contém açúcar.

Este medicamento pode causar doping.

Este medicamento contém lactose.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Carvedilat?

As reações adversas ao medicamento estão listadas de acordo com as classes dos sistemas orgânicos definidos pelo MedDRA e CIOMS (Council for International Organizations of Medical Sciences).

As categorias de frequências são:

  • <li>Muito comum: &#x2265;1/10;</li> <li>Comum: &#x2265;1/100 e &lt;1/10;</li> <li>Incomum: &#x2265;1/1.000 e &lt;1/100;</li> <li>Rara: &#x2265;1/10.000 e &lt;1/1.000;</li> <li>Muito rara: &lt;1/10.000.</li>

Os efeitos indesejáveis descritos abaixo foram reportados com o uso de carvedilol em estudos clínicos pivotais:

Distúrbios do sistema linfático e do sangue
  • <li>Comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c" target="_blank">anemia</a>;</li> <li>Rara: <a href="https://minutosaudavel.com.br/trombocitopenia/" rel="noopener" target="_blank">trombocitopenia</a>;</li> <li>Muito rara: leucopenia.</li>
Distúrbios cardíacos
  • <li>Muito comum: insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca;</li> <li>Comum: bradicardia, hipervolemia, sobrecarga h&#xED;drica;</li> <li>Incomum: bloqueio atrioventricular, angina<em> pectoris</em>.</li>
Distúrbios nos olhos
  • <li>Comum: altera&#xE7;&#xF5;es visuais, redu&#xE7;&#xE3;o do lacrimejamento (secura do olho), irrita&#xE7;&#xE3;o ocular.</li>
Distúrbios gastrintestinais
  • <li>Comum: n&#xE1;usea, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/diarreia/c" target="_blank">diarreia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/nauseas/c" target="_blank">v&#xF4;mito</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/dispepsia-indigestao-o-que-e-sintomas-remedios-e-tipos/" rel="noopener" target="_blank">dispepsia</a>, dor abdominal;</li> <li>Incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/prisao-de-ventre/" rel="noopener" target="_blank">constipa&#xE7;&#xE3;o</a>;</li> <li>Rara: secura da boca.</li>
Distúrbios gerais e das condições do local de administração
  • <li>Muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-fadiga-muscular-cronica-adrenal-etc-e-como-tratar/" rel="noopener" target="_blank">fadiga</a>;</li> <li>Comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-tipos-cerebral-pulmonar-etc-e-tratamento/" rel="noopener" target="_blank">edema</a>, dor.</li>
Distúrbios hepatobiliares
  • <li>Muito rara: aumento da alanina aminotransferase (ALT), aspartato aminotransferase (AST) e gama-glutamiltransferase (<a href="https://minutosaudavel.com.br/exame-gama-gt-ggt-o-que-e-alto-baixo-e-para-que-serve/" rel="noopener" target="_blank">GGT</a>).</li>
Distúrbios do sistema imune
  • <li>Muito rara: hipersensibilidade (rea&#xE7;&#xF5;es al&#xE9;rgicas).&amp;nbsp;</li>
Infecções e infestações
  • <li>Comum: <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/pneumonia/c" target="_blank">pneumonia</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/bronquite/c" target="_blank">bronquite</a>, infec&#xE7;&#xE3;o do trato respirat&#xF3;rio superior e do trato urin&#xE1;rio.</li>
Distúrbios do metabolismo e nutricionais
  • <li>Comum: ganho de peso, hipercolesterolemia, pior controle da glicemia (hiper/hipoglicemia) em pacientes com diabetes preexistente.</li>
Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo
  • <li>Comum: dor em extremidades.</li>
Distúrbios do sistema nervoso
  • <li>Muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/tontura-o-que-pode-ser/" rel="noopener" target="_blank">tontura</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/dor-de-cabeca-e-enxaqueca/c" target="_blank">cefaleia</a>;</li> <li>Comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/desmaio/" rel="noopener" target="_blank">s&#xED;ncope</a>, pres&#xED;ncope;</li> <li>Incomum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/parestesia/" rel="noopener" target="_blank">parestesia</a>.</li>
Distúrbios psiquiátricos
  • <li>Comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a>, humor deprimido;</li> <li>Incomum: dist&#xFA;rbios do sono.</li>
Distúrbios renais e urinários
  • <li>Comum: insufici&#xEA;ncia renal e anormalidades na fun&#xE7;&#xE3;o renal em pacientes com doen&#xE7;a vascular difusa e/ou insufici&#xEA;ncia renal subjacente;</li> <li>Rara: dist&#xFA;rbios miccionais.</li>
Distúrbios da mama e sistema reprodutor
  • <li>Incomum: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/disfuncao-eretil/c" target="_blank">disfun&#xE7;&#xE3;o er&#xE9;til</a>.</li>
Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino
  • <li>Comum: dispneia, <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-edema-pulmonar-causas-sintomas-tratamento-tem-cura/" rel="noopener" target="_blank">edema pulmonar</a>, asma em pacientes predispostos;</li> <li>Rara: congest&#xE3;o nasal.</li>
Distúrbios de pele e tecidos subcutâneos
  • <li>Incomum: rea&#xE7;&#xF5;es na pele (p. ex.; exantema al&#xE9;rgico, <a href="https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/dermatites/c" target="_blank">dermatite</a>, <a href="https://minutosaudavel.com.br/urticaria/" rel="noopener" target="_blank">urtic&#xE1;ria</a>, prurido, les&#xF5;es psori&#xE1;sicas e do tipo l&#xED;quen plano).</li>
Distúrbios vasculares
  • <li>Muito comum: <a href="https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/" rel="noopener" target="_blank">hipotens&#xE3;o</a>;</li> <li>Comum: hipotens&#xE3;o ortost&#xE1;tica, dist&#xFA;rbios da circula&#xE7;&#xE3;o perif&#xE9;rica (extremidades frias, doen&#xE7;a vascular perif&#xE9;rica, exacerba&#xE7;&#xE3;o de claudica&#xE7;&#xE3;o intermitente e fen&#xF4;meno de Raynaud), hipertens&#xE3;o.</li>

Descrição das reações adversas selecionadas

A frequência de reações adversas não é dependente da dose, com exceção de tonturas, alterações visuais e bradicardia. Tontura, síncope, cefaleia e astenia são, normalmente, leves e ocorrem, geralmente, no início do tratamento.

Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva pode ocorrer piora clínica ou retenção hídrica durante a titulação do Carvedilat®.

Deterioração reversível da função renal foi observada durante tratamento com carvedilol em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva e baixa pressão arterial, cardiopatia isquêmica, doença vascular difusa e/ou insuficiência renal subjacente.

Experiência pós-comercialização

Os eventos adversos abaixo foram identificados no uso de carvedilol pós-comercialização. Por serem reportados por uma população de tamanho indefinido, nem sempre é possível estimar sua frequência e/ou estabelecer relação causal com a exposição à droga.

  • <li>Dist&#xFA;rbios de metabolismo e nutricionais: devido &#xE0; a&#xE7;&#xE3;o betabloqueadora, &#xE9; poss&#xED;vel que diabetes <em>mellitus</em> latente se manifeste, diabetes preexistente se agrave e que a contra regula&#xE7;&#xE3;o da <a href="https://consultaremedios.com.br/glicose/bula" target="_blank">glicose</a> seja inibida.</li> <li>Dist&#xFA;rbios de pele e tecidos subcut&#xE2;neos: <a href="https://consultaremedios.com.br/saude-do-homem/queda-de-cabelo-e-calvicie/c" target="_blank">queda de cabelo</a>. Rea&#xE7;&#xF5;es adversas cut&#xE2;neas graves, como necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica e s&#xED;ndrome de Stevens-Johnson.</li> <li>Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios: foram reportados casos isolados de <a href="https://minutosaudavel.com.br/incontinencia-urinaria/" rel="noopener" target="_blank">incontin&#xEA;ncia urin&#xE1;ria</a> em mulheres, os quais foram resolvidos com a descontinua&#xE7;&#xE3;o da medica&#xE7;&#xE3;o.</li>

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Pacientes com menos de 18 anos de idade

Carvedilat® não é recomendado a pacientes com menos de 18 anos de idade.

Pacientes idosos

Nenhum ajuste da dose inicial é exigido para pacientes idosos.

Pacientes com insuficiência renal

Na insuficiência renal moderada a grave, não há necessidade de alterar as recomendações de dosagem de Carvedilat®.

Pacientes com insuficiência hepática

Carvedilat® é contraindicado para pacientes com insuficiência hepática clinicamente manifestada.

Pacientes diabéticos

Carvedilat® pode aumentar a resistência à insulina e mascarar sintomas da hipoglicemia.

Gravidez e amamentação

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Se você ficar grávida durante ou logo após o tratamento com o Carvedilat®, informe imediatamente seu médico. Estudos em animais demonstraram toxicidade reprodutiva. Não há experiência clínica adequada com carvedilol em grávidas. Betabloqueadores reduzem a irrigação sanguínea da placenta, podendo causar morte do feto intrauterino e parto prematuro. Efeitos adversos como hipoglicemia e bradicardia podem ocorrer, bem como complicações cardíacas e pulmonares no feto e no recém-nascido.

Carvedilat® não deve ser usado durante a gravidez a menos que os benefícios potenciais justifiquem o risco potencial Não existem evidências a partir de estudos em animais de laboratório de que carvedilol apresente efeitos teratogênicos.

Embora não seja conhecido se carvedilol é excretado no leite humano, a maioria dos betabloqueadores passa para o leite materno. Portanto, a amamentação não é recomendada após a administração de Carvedilat®.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Carvedilat?

Você deve fazer tudo que for possível para tomar a medicação nos dias e horários que o seu médico orientou.

Se por algum motivo se esquecer de tomar o medicamento, espere e tome a dose seguinte da maneira habitual.

Se você tiver se esquecido de tomar alguma dose, nunca dobre a dose seguinte, pois isso poderá aumentar a chance de você ter um efeito adverso.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Carvedilat?

Cada comprimido de Carvedilat®3,125 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:644px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:582px\"> <p style=\"text-align:center\">3,125 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:644px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:582px\">1 Comprimido</td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes: lactose monoidratada, povidona, crospovidona, sacarose, dióxido de silício, estearato de magnésio, estearilfumarato de sódio e óxido de ferro vermelho.

Cada comprimido de Carvedilat® 6,25 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:644px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:582px\"> <p style=\"text-align:center\">6,25 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:644px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:582px\"> <p>1 Comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;lactose monoidratada, povidona, crospovidona, sacarose, dióxido de silício, estearato de magnésio, óxido de ferro amarelo e estearilfumarato de sódio.

Cada comprimido de Carvedilat® 12,5 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:644px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:582px\"> <p style=\"text-align:center\">12,5 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:644px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:582px\"> <p>1 Comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;lactose monoidratada, povidona, crospovidona, sacarose, dióxido de silício, estearato de magnésio, óxido de ferro vermelho, óxido de ferro amarelo e estearilfumarato de sódio.

Cada comprimido de Carvedilat® 25 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:644px\"> <p style=\"text-align:center\">Carvedilol</p> </td> <td style=\"width:582px\"> <p style=\"text-align:center\">25 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:644px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipiente q.s.p.</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:582px\"> <p>1 Comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;lactose monoidratada, povidona, crospovidona, sacarose, dióxido de silício, estearato de magnésio e estearilfumarato de sódio.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Carvedilat maior do que a recomendada?

Sintomas e sinais de superdose

Pode haver queda importante da pressão arterial, bradicardia (lentificação do ritmo cardíaco), insuficiência cardíaca (prejuízo da função do coração), choque cardiogênico (queda acentuada da pressão arterial de origem cardíaca) e parada cardíaca. Problemas respiratórios, broncoespasmo (contração dos brônquios), vômitos, alterações da consciência e convulsões generalizadas também podem ocorrer.

Tratamento da superdose

Monitorar os sinais e sintomas acima e garantir atendimento médico de acordo com prática utilizada para pacientes com superdose de betabloqueadores.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Carvedilat com outros remédios?

Interações farmacocinéticas

Efeitos do carvedilol na farmacocinética de outras drogas
Digoxina e ciclosporina

Carvedilat® pode aumentar a concentração plasmática de digoxina e ciclosporina oral. Recomenda-se monitoração próxima dos níveis de digoxina e ciclosporina para ajuste adequado das doses.

Exclusivo Comprimido (6,25 mg / 12,5 mg / 25 mg): Carvedilat® interfere na glicoproteína P, responsável pelo transporte de uma série de fármacos na parede intestinal e em outros órgãos. Por isso, a quantidade de alguns fármacos pode aumentar exageradamente ou a concentração do próprio carvedilol pode ser modificada quando são administrados em conjunto.

Efeitos de outras drogas na farmacocinética de Carvedilat®
Rifampicina

Houve diminuição do efeito do carvedilol na pressão sistólica durante o uso concomitante de rifampicina.

Cimetidina

A probabilidade de interações clinicamente significativas é mínima.

Amiodarona, fluoxetina e paroxetina

A eliminação de carvedilol pode ser inibida por uso concomitante de amiodarona e fluoxetina, porém, sem efeito clínico.

Apresentações do Carvedilat

Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

Comprimidos de 3,125 mg

  • <li>Embalagem contendo 15, 30, 60, 80*, 90**, 300*, 450* e 500* comprimidos.</li>

Comprimidos de 6,25, 12,5 ou 25 mg

  • <li>Embalagens contendo 15, 30, 60, 80* , 90**, 300*, 450* e 500* comprimidos.</li>

*Embalagem Hospitalar.
** Embalagem Fracionável.

Uso oral.

Uso adulto.

Fabricante: EMS Sigma Pharma

© 2021 Medicamento Lab.