EMS Besilato de Anlodipino

10mg, caixa com 30 comprimidos

Princípio ativo
:
Besilato De Anlodipino
Classe Terapêutica
:
Antagonistas do Cálcio Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Anti-Hipertensivo
Especialidade
:
Cardiologia

Bula do medicamento

Besilato de Anlodipino EMS, para o que é indicado e para o que serve?

O besilato de anlodipino é indicado como medicamento de primeira escolha no tratamento da hipertensão (pressão alta) e angina de peito (dor no peito, por doença do coração) devido à isquemia miocárdica (falta de sangue no coração).

O besilato de anlodipino pode ser usado isoladamente ou em combinação com outros medicamentos para tratar as mesmas indicações acima.

Como o Besilato de Anlodipino - EMS funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>O anlodipino, princ&#xED;pio ativo do medicamento, interfere no movimento do c&#xE1;lcio para dentro das c&#xE9;lulas card&#xED;acas e da musculatura dos vasos sangu&#xED;neos. Como resultado dessa a&#xE7;&#xE3;o, o anlodipino relaxa os vasos sangu&#xED;neos que irrigam o cora&#xE7;&#xE3;o e o resto do corpo, aumentando a&amp;nbsp;quantidade de sangue e oxig&#xEA;nio para o cora&#xE7;&#xE3;o, reduzindo a sua carga de trabalho e, por relaxar os vasos sangu&#xED;neos, permite que o sangue passe atrav&#xE9;s deles mais facilmente.</p> <p>A press&#xE3;o arterial alta imp&#xF5;e ao cora&#xE7;&#xE3;o e &#xE0;s art&#xE9;rias (vasos sangu&#xED;neos) uma sobrecarga de trabalho que, em longo prazo, faz com que o cora&#xE7;&#xE3;o e as art&#xE9;rias n&#xE3;o funcionem adequadamente. Isto pode causar danos nos vasos sangu&#xED;neos do c&#xE9;rebro, cora&#xE7;&#xE3;o e rins, resultando em acidentes cerebrovasculares (derrames), <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> e renal (altera&#xE7;&#xE3;o na fun&#xE7;&#xE3;o do cora&#xE7;&#xE3;o e dos rins). Press&#xE3;o alta tamb&#xE9;m pode aumentar o risco de infarto (<a href=\"https://minutosaudavel.com.br/infarto/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">ataque card&#xED;aco</a>). Se a press&#xE3;o arterial for controlada, esses problemas podem n&#xE3;o ocorrer ou pode haver menor possibilidade de que ocorram.</p> "}

Quais as contraindicações do Besilato de Anlodipino EMS?

Não use o besilato de anlodipino se você tem hipersensibilidade às diidropiridinas* (classe de medicamentos a que pertence o anlodipino, princípio ativo do medicamento) ou a qualquer componente da fórmula.

*O anlodipino é um bloqueador do canal de cálcio diidropiridino.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Como usar o Besilato de Anlodipino EMS?

O besilato de anlodipino deve ser ingerido com quantidade de líquido suficiente para deglutição, com ou sem alimentos.

Posologia do&nbsp;Besilato de Anlodipino - EMS

{"tag":"hr","value":" <p>No tratamento da hipertens&#xE3;o e da angina, a dose inicial usual de besilato de anlodipino &#xE9; de 5 mg 1 vez ao dia, podendo ser aumentada pelo seu m&#xE9;dico para a dose m&#xE1;xima de 10 mg, dependendo da resposta individual do paciente.</p> <p>Seu m&#xE9;dico provavelmente n&#xE3;o far&#xE1; ajuste de dose de besilato de anlodipino na administra&#xE7;&#xE3;o concomitante com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/diureticos/c\" target=\"_blank\">diur&#xE9;ticos</a> tiaz&#xED;dicos (medicamentos que aumentam a elimina&#xE7;&#xE3;o de urina), betabloqueadores (medicamentos para press&#xE3;o alta e angina de peito), e inibidores da enzima conversora da angiotensina (medicamentos para press&#xE3;o alta), porque n&#xE3;o h&#xE1; interfer&#xEA;ncia desses medicamentos na a&#xE7;&#xE3;o de besilato de anlodipino.</p> <h3>Uso em Pacientes Idosos</h3> <p>N&#xE3;o &#xE9; necess&#xE1;rio ajuste de dose em pacientes idosos. As mesmas orienta&#xE7;&#xF5;es dadas aos adultos jovens devem ser seguidas para os pacientes idosos.</p> <h3>Uso em Crian&#xE7;as</h3> <p>A&amp;nbsp;efic&#xE1;cia e a seguran&#xE7;a de besilato de anlodipino n&#xE3;o foram estabelecidas em crian&#xE7;as.</p> <h3>Uso em Pacientes com Insufici&#xEA;ncia Hep&#xE1;tica</h3> <p>A&amp;nbsp;administra&#xE7;&#xE3;o de besilato de anlodipino deve ser feita com cuidado.</p> <h3>Uso em Pacientes com Insufici&#xEA;ncia Renal</h3> <p>Besilato de anlodipino pode ser empregado em tais pacientes nas doses habituais. O anlodipino n&#xE3;o &#xE9; dialis&#xE1;vel.</p> <p><strong>Siga a orienta&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico, respeitando sempre os hor&#xE1;rios, as doses e a dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento. N&#xE3;o interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu m&#xE9;dico.</strong></p> <p><strong>Este medicamento n&#xE3;o deve ser partido, aberto ou mastigado.</strong></p> <h2>O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o&amp;nbsp;Besilato de Anlodipino - EMS?</h2> <hr> <p>Caso voc&#xEA; se esque&#xE7;a de tomar o besilato de anlodipino no hor&#xE1;rio estabelecido pelo seu m&#xE9;dico, tome-o assim que lembrar.</p> <p>Entretanto, se j&#xE1; estiver perto do hor&#xE1;rio de tomar a pr&#xF3;xima dose, pule a dose esquecida e tome a pr&#xF3;xima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu m&#xE9;dico. Neste caso, n&#xE3;o tome o medicamento em dobro para compensar doses esquecidas.</p> <p>O esquecimento de dose pode comprometer a efic&#xE1;cia do tratamento.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> </hr>"}

Quais cuidados devo ter ao usar o Besilato de Anlodipino EMS?

Se você tem insuficiência cardíaca (incapacidade do coração bombear a quantidade adequada de sangue) de origem não isquêmica (ou seja, não relacionada ao fluxo de sangue reduzido), o anlodipino deve ser administrado com cuidado. Para indivíduos com insuficiência cardíaca, existe um aumento do número de casos de edema pulmonar (acúmulo de líquido nos pulmões).

Utilize besilato de anlodipino apenas pela via de administração indicada, ou seja, somente pela via oral.

Efeitos na Habilidade de Dirigir e/ou Operar Máquinas

É improvável o comprometimento da sua habilidade de dirigir ou operar máquinas.

Atenção:&nbsp;Este produto, na concentração de 10 mg, contém o corante amarelo de tartazina&nbsp;que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao Ácido Acetilsalicílico.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Besilato de Anlodipino EMS?

O besilato de anlodipino é bem tolerado.

Em estudos clínicos envolvendo pacientes com hipertensão ou angina, os efeitos colaterais mais comumente observados foram:

Distúrbios do Sistema Nervoso

Dores de cabeça, tontura, sonolência.

Distúrbios Cardíacos

Palpitações.

Distúrbios Vasculares

Rubor (vermelhidão).

Distúrbios Gastrintestinais

Dor abdominal, náusea (enjoo).

Distúrbios Gerais e Condições do Local de Administração

Edema (inchaço), fadiga (cansaço).

Nestes estudos clínicos não foram observadas anormalidades nos exames laboratoriais relacionados ao anlodipino.

Os efeitos colaterais menos comumente observados na experiência pós-comercialização incluem:

Distúrbios Sistema Sanguíneo e Linfático

Leucopenia (redução de células de defesa no sangue), trombocitopenia (diminuição das células de coagulação do sangue, as plaquetas).

Distúrbios do Metabolismo e Nutrição

Hiperglicemia (aumento de glicose no sangue).

Distúrbios Psiquiátricos

Insônia (dificuldade para dormir) e humor alterado.

Distúrbios do Sistema Nervoso

Hipertonia (aumento da contração muscular), hipoestesia (diminuição da sensibilidade), parestesia (dormência e formigamento), neuropatia periférica (doença que afeta um ou vários nervos), síncope (desmaio), disgeusia (alteração do paladar), tremor, transtorno extrapiramidal.

Distúrbios Visuais

Deficiência visual.

Distúrbios do Ouvido e Labirinto

Tinido (zumbido no ouvido).

Distúrbios Vasculares

Hipotensão (pressão baixa), vasculite (inflamação da parede de um vaso sanguíneo).

Distúrbios Respiratórios, Torácico e Mediastinal

Tosse, dispneia (falta de ar), rinite (inflamação da mucosa nasal).

Distúrbios Gastrintestinais

Mudanças nos hábitos intestinais, boca seca, dispepsia (má digestão) (incluindo gastrite (inflamação do estômago)), aumento das gengivas, pancreatite (inflamação no pâncreas), vômito.

Distúrbios da Pele e do Tecido Subcutâneo

Alopecia (perda de cabelo), hiperidrose (aumento de sudorese/transpiração), púrpura (manchas causadas por extravasamento de sangue na pele), descoloração da pele, urticária (alergia da pele).

Distúrbios Musculoesqueléticos e do Tecido Conjuntivo

Artralgia (dor nas articulações), dor nas costas, espasmos musculares, mialgia (dor muscular).

Distúrbios Renais e Urinários

Poliúria (aumento da frequência urinária), distúrbios urinários, noctúria (aumento da frequência urinária à noite).

Distúrbios do Sistema Reprodutivo e Mamas

Ginecomastia (aumento da mama em homens), disfunção erétil (impotência).

Distúrbios Gerais e Condições do Local de Administração

Astenia (fraqueza), mal estar, dor.

Investigações

Aumento/redução de peso.

Raramente foram relatados eventos, incluindo prurido (coceira), rash (erupção cutânea), angioedema (inchaço das partes mais profundas da pele ou da mucosa, geralmente de origem alérgica) e eritema multiforme (manchas vermelhas, bolhas e ulcerações em todo o corpo).

Foram raramente relatados casos de hepatite (inflamação do fígado), icterícia (coloração amarelada da pele e mucosas por acúmulo de pigmentos biliares) e elevações de enzimas hepáticas (do fígado), a maioria compatível com colestase (parada ou dificuldade da eliminação da bile). Alguns casos graves requerendo hospitalização foram relatados em associação ao uso do anlodipino. Em muitos casos, não se sabe se foram realmente devidos ao besilato de anlodipino.

O anlodipino, princípio ativo do medicamento, assim como outros medicamentos que agem bloqueando os canais de cálcio, pode, raramente, apresentar efeitos colaterais que não são diferentes dos que ocorrem com pacientes hipertensos ou com angina que não são tratados - infarto do miocárdio (morte de células do músculo cardíaco por falta de sangue), arritmia (alteração do ritmo do coração), incluindo bradicardia (diminuição dos batimentos cardíacos), taquicardia ventricular (aceleração dos batimentos cardíacos), fibrilação atrial (tipo de alteração do ritmo cardíaco) e dor torácica.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Uso Durante a Gravidez e Amamentação

A&nbsp;segurança do anlodipino na gravidez humana ou amamentação não foi estabelecida.&nbsp;

Não utilize besilato de anlodipino durante a amamentação sem orientação médica. Avise ao seu médico ou cirurgião-dentista se você estiver amamentando ou vai iniciar amamentação durante o uso deste medicamento.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.&nbsp;

Insulficiência Hepática

Se você tem insuficiência hepática (falência da função do fígado), o anlodipino deve ser administrado com cuidado.

Qual a composição do Besilato de Anlodipino EMS?

Cada comprimido de 5 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Besilato de anlodipino*</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">6,935 mg</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Excipiente**</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 5 mg de anlodipino.
**Croscarmelose sódica, fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, estearato de magnésio e celulose microcristalina.

Cada comprimido de 10 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Besilato de anlodipino*</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">13,870 mg</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Excipiente**</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 10 mg de anlodipino.
**Croscarmelose sódica, fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, estearato de magnésio, celulose microcristalina, corante alumínio laca amarelo tartrazina n° 5.

Apresentação do&nbsp;Besilato de Anlodipino - EMS

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimidos 5 mg</h3> <p>Embalagens com 20 ou 30 comprimidos e embalagem fracion&#xE1;vel com 60 ou 90 comprimidos.</p> <h3>Comprimidos 10 mg</h3> <p>Embalagens com 20 ou 30 comprimidos e embalagem fracion&#xE1;vel com 60 ou 90 comprimidos.</p> <p><strong>Via de administra&#xE7;&#xE3;o: uso oral.</strong></p> <p><strong>Uso adulto.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Besilato de Anlodipino EMS maior do que a recomendada?

Se você tomar uma dose excessiva do besilato de anlodipino, pode ocorrer uma grande vasodilatação periférica (dilatação dos vasos sanguíneos) e possível taquicardia reflexa (batimento rápido do coração). Em função dessa vasodilatação poderá surgir hipotensão (diminuição da pressão arterial) prolongada e acentuada, incluindo choque (queda importante da pressão arterial) com resultado fatal. A administração de carvão ativado imediatamente ou até 2 horas depois com o objetivo de reduzir a absorção do anlodipino é uma medida inicial que pode ajudar significativamente. Dependendo do caso, o médico pode proceder a uma lavagem gástrica (do estômago). A hipotensão devido à superdose de anlodipino requer medida ativa de suporte cardiovascular, incluindo monitoração frequente das funções cardíaca e respiratória, elevação das extremidades (pernas), atenção para o volume de fluido circulante e eliminação urinária. O médico poderá administrar um vasoconstritor (medicamento que cause constrição dos vasos sanguíneos) para recuperação do tônus vascular e pressão arterial, desde que o uso do mesmo não seja contraindicado. Outras medidas poderão ser tomadas pelo médico como a administração de gluconato de cálcio intravenoso para reversão dos efeitos bloqueadores do canal de cálcio. Uma vez que o besilato anlodipino se liga às proteínas plasmáticas (do sangue), a diálise não constitui um benefício.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Besilato de Anlodipino EMS com outros remédios?

Interação Medicamento-Medicamento

O anlodipino tem sido administrado com segurança com diuréticos tiazídicos (medicamentos que aumentam a eliminação de urina), alfa bloqueadores (medicamentos para pressão alta e doenças da próstata), betabloqueadores (medicamentos para pressão alta e angina de peito), inibidores da enzima conversora da angiotensina (medicamentos para pressão alta), nitratos de longa ação (nitroglicerina sublingual (medicamentos para angina de peito), anti-inflamatórios não esteroides (drogas que bloqueiam a inflamação e que não são derivadas de hormônios), antibióticos e hipoglicemiantes orais (medicamentos para o tratamento do diabetes).

Foi demonstrado em estudos que besilato de anlodipino não afeta a ligação da digoxina, fenitoína, varfarina ou indometacina às proteínas sanguíneas.

A dose de sinvastatina deve ser avaliada pelo seu médico caso você utilize besilato de anlodipino 20 mg diariamente, uma vez que doses múltiplas de besilato de anlodipino aumentaram a exposição à sinvastatina.A cimetidina, antiácidos contendo alumínio e magnésio e sildenafila não interferem com besilato de anlodipino. Da mesma forma, besilato de anlodipino não interfere na ação da atorvastatina, digoxina, etanol (álcool) e varfarina.

A administração de besilato de anlodipino em associação com medicamentos inibidores (por ex. cetoconazol, itraconazol, ritonavir e claritromicina) ou indutores (por ex. rifampicina, Hypericum perforatum) de CYP3A4 (enzima envolvida no metabolismo de algumas substâncias) deve ser feita com cautela.

Deve-se considerar o monitoramento dos níveis de ciclosporina em pacientes com transplante renal que recebem anlodipino.

Existe um risco de aumento nos níveis de tacrolimo no sangue quando coadministrado com besilato de anlodipino. A fim de evitar a toxicidade do tacrolimo, a administração de besilato de anlodipino em um paciente tratado com tacrolimo exige monitoramento dos níveis de tacrolimo no sangue e ajuste da dose do tacrolimo, quando apropriado.

Os inibidores alvo mecânico dos inibidores da rapamicina (mTOR), tais como, sirolimo, tensirolimo&nbsp;e everolimo&nbsp;são substratos da CYP3A. O besilato de anlodipino é um inibidor fraco da CYP3A. Com a utilização concomitante de inibidores de mTOR, o besilato de anlodipino pode aumentar a exposição dos inibidores de mTOR.

Interação Medicamento - Alimento

A administração de besilato de anlodipino com grapefruit (toranja) ou suco de grapefruit não é recomendada uma vez que os efeitos deste medicamento podem ser reduzidos.

A eficácia deste medicamento depende da capacidade funcional do paciente.

Exame Laboratorial

A interação com exames laboratoriais é desconhecida.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Besilato de Anlodipino EMS (Besilato de Anlodipino)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Uso em Pacientes com Doen&#xE7;a Arterial Coron&#xE1;ria<sup>16</sup> </h3> <p>Os efeitos do anlodipino na morbidade e mortalidade cardiovascular, a progress&#xE3;o de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/aterosclerose/c\" target=\"_blank\">aterosclerose</a> coron&#xE1;ria e aterosclerose car&#xF3;tida foram estudados no estudo cl&#xED;nico Avalia&#xE7;&#xE3;o Prospectiva Randomizada dos Efeitos Vasculares de Besilato de Anlodipino (PREVENT &#x2013; <em>Prospective Randomized Evaluation of the Vascular Effects of Norvasc Trial)</em>. Este estudo multic&#xEA;ntrico, randomizado, duplo-cego, placebo-controlado, acompanhou por 3 anos 825 pacientes com doen&#xE7;a arterial coron&#xE1;ria (DAC) definida angiograficamente. A popula&#xE7;&#xE3;o incluiu pacientes com infarto pr&#xE9;vio do mioc&#xE1;rdio (IM) (45%), angioplastia coron&#xE1;ria percut&#xE2;nea transluminal (ACPT) na linha de base (42%) e hist&#xF3;ria de angina (69%). A gravidade da DAC variou de 1 vaso doente (45%) a 3 ou mais vasos doentes (21%). Os pacientes com hipertens&#xE3;o n&#xE3;o controlada (press&#xE3;o arterial diast&#xF3;lica [PAD] &gt;95 mmHg) foram exclu&#xED;dos do estudo. Um comit&#xEA; de avalia&#xE7;&#xE3;o de desfecho avaliou, de modo cego, os principais eventos cardiovasculares. Embora n&#xE3;o tenha existido nenhum efeito demonstr&#xE1;vel da taxa de progress&#xE3;o das les&#xF5;es na art&#xE9;ria coron&#xE1;ria, o anlodipino impediu a progress&#xE3;o do espessamento da &#xED;ntima-m&#xE9;dia da car&#xF3;tida.</p> <p>Foi observada uma redu&#xE7;&#xE3;o significante (- 31%) em pacientes tratados com anlodipino no desfecho combinado de morte cardiovascular, infarto do mioc&#xE1;rdio, derrame, angioplastia coron&#xE1;ria percut&#xE2;nea transluminal (ACPT), revasculariza&#xE7;&#xE3;o cir&#xFA;rgica do mioc&#xE1;rdio (CABG &#x2013; coronary artery by-pass graft), hospitaliza&#xE7;&#xE3;o para <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/angina-instavel\" target=\"_blank\">angina inst&#xE1;vel</a> e piora da insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva. Uma redu&#xE7;&#xE3;o significante (- 42%) nos procedimentos de revasculariza&#xE7;&#xE3;o (ACPT e revasculariza&#xE7;&#xE3;o cir&#xFA;rgica do mioc&#xE1;rdio) tamb&#xE9;m foi observada em pacientes tratados com anlodipino. Foi observado um n&#xFA;mero de hospitaliza&#xE7;&#xF5;es (- 33%) menor para angina inst&#xE1;vel em pacientes tratados quando comparado ao grupo placebo.</p> <p>A efic&#xE1;cia do anlodipino na preven&#xE7;&#xE3;o de eventos cl&#xED;nicos em pacientes com DAC foi avaliada de forma independente, multic&#xEA;ntrico, randomizado, duplo cego, controlado por placebo em 1997 pacientes, a compara&#xE7;&#xE3;o de anlodipino <em>versus</em> <a href=\"https://consultaremedios.com.br/maleato-de-enalapril/bula\" target=\"_blank\">enalapril</a> para limitar a ocorr&#xEA;ncia de <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/trombose/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">trombose</a> (CAMELOT). Destes pacientes, 663 foram tratados com anlodipino de 5 mg a 10 mg e 655 pacientes foram tratados com o placebo, em adi&#xE7;&#xE3;o ao tratamento padr&#xE3;o das estatinas, beta-bloqueadores, diur&#xE9;ticos, e aspirina, por 2 anos. Os resultados da efic&#xE1;cia s&#xE3;o apresentados na Tabela 1. Os resultados indicam que o tratamento com anlodipino foi associado com menos hospitaliza&#xE7;&#xF5;es por angina e procedimentos de revasculariza&#xE7;&#xE3;o em pacientes com DAC.</p> <p><strong>Tabela 1. Incid&#xEA;ncia de desfechos cl&#xED;nicos significativos no estudo CAMELOT</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:112px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Resultados Cl&#xED;nicos N (%)</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:116px\"><strong>Anlodipino<br> (n = 663)</br></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:110px\"><strong>Placebo<br> (n = 655)</br></strong></td> <td style=\"width:97px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Redu&#xE7;&#xE3;o de risco<br> (valor-p)</br></strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:112px\"> <p style=\"text-align:center\">Desfecho Cardiovascular Composto*</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:116px\">110<br> (16.6)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:110px\">151<br> (23.1)</br></td> <td style=\"width:97px\"> <p style=\"text-align:center\">31%<br> (0.003)</br></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:112px\"> <p style=\"text-align:center\">Hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por Angina</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:116px\">51<br> (7.7)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:110px\">84<br> (12.8)</br></td> <td style=\"width:97px\"> <p style=\"text-align:center\">42%<br> (0.002)</br></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:112px\"> <p style=\"text-align:center\">Revasculariza&#xE7;&#xE3;o Coron&#xE1;ria</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:116px\">78<br> (11.8)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:110px\">103<br> (15.7)</br></td> <td style=\"width:97px\"> <p style=\"text-align:center\">27%<br> (0.033)</br></p> </td> </tr> </tbody> </table> <p>*1) Definido no estudo CAMELOT como a morte cardiovascular, enfarte do mioc&#xE1;rdio n&#xE3;o fatal, parada card&#xED;aca com ressuscita&#xE7;&#xE3;o, revasculariza&#xE7;&#xE3;o coron&#xE1;ria, hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/angina-peito\" target=\"_blank\">angina de peito</a>, hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por CHF, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/acidente-vascular-cerebral/c\" target=\"_blank\">acidente vascular cerebral</a> fatal ou n&#xE3;o fatal ou ataque isqu&#xEA;mico transit&#xF3;rio (AIT), qualquer diagn&#xF3;stico das doen&#xE7;as vasculares perif&#xE9;ricas doen&#xE7;a (DVP) em um sujeito n&#xE3;o previamente diagnosticado como tendo DVP ou qualquer admiss&#xE3;o para um processo para o tratamento de DVP.<br> 2) O desfecho cardiovascular composta (CV) foi o objetivo prim&#xE1;rio de efic&#xE1;cia em CAMELOT.</br></p> <h3>Uso em Pacientes com Insufici&#xEA;ncia Card&#xED;aca<sup>17</sup> </h3> <p>Estudos hemodin&#xE2;micos e estudos cl&#xED;nicos controlados baseados na resposta ao exerc&#xED;cio em pacientes portadores de insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca classes NYHA II a IV, demonstraram que o anlodipino n&#xE3;o levou a uma deteriora&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica quando avaliada em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; toler&#xE2;ncia ao exerc&#xED;cio, fra&#xE7;&#xE3;o de eje&#xE7;&#xE3;o ventricular esquerda e sintomatologia cl&#xED;nica.</p> <p>Um estudo placebo-controlado (PRAISE) para avaliar pacientes portadores de insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca classes NYHA III e IV recebendo digoxina, diur&#xE9;ticos e inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA) demonstrou que o anlodipino n&#xE3;o leva a um aumento no risco da mortalidade ou mortalidade e morbidade combinadas em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca.</p> <p>Em um estudo placebo-controlado com anlodipino, de acompanhamento de longo prazo (PRAISE-2), em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca classes NYHA III e IV, sem sintomas cl&#xED;nicos ou sinais sugestivos de doen&#xE7;a isqu&#xEA;mica preexistente, em doses est&#xE1;veis de inibidores da ECA, digit&#xE1;licos e diur&#xE9;ticos, o anlodipino n&#xE3;o teve qualquer efeito na mortalidade total ou cardiovascular. Nesta mesma popula&#xE7;&#xE3;o, o anlodipino foi associado a um aumento de relatos de edema pulmonar, apesar de n&#xE3;o existir qualquer diferen&#xE7;a significante na incid&#xEA;ncia de piora da insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca quando comparada ao placebo.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. de Bruijn B, Cocco G, Tyler HM, et al. Multicenter placebo-controlled comparison of amlodipine and <a href=\"https://consultaremedios.com.br/atenolol/bula\" target=\"_blank\">atenolol</a> in mild to moderate hypertension. J Cardiovasc Pharmacol 1988; 12[Suppl 7]:S107-S109.<br> 2. Frick MH, McGibney D, Tyler HM, et al. Amlodipine: a double-blind evaluation of the dose-response relationship in mild to moderate hypertension. J Cardiovasc Pharmacol 1988;12[Suppl 7]:S76-S78.<br> 3. Webster J, Robb OJ, Jeffers TA, Scott AK, Petrie JC. Once daily amlodipine in the treatment of mild to moderate hypertension. J Cardiovasc Pharmacol 1988;12[Suppl 7]:S72-S75.<br> 4. Rofman BA. Long term open evaluation of amlodipine versus hydrochlorothiazide in patients with essential hypertension. J Cardiovasc Pharmacol 1988;12[Suppl 7]:S94-S97.<br> 5. Lorimer AR, Smedsrud T, Walker P, Tyler HM. Comparison of amlodipine and <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-verapamil/bula\" target=\"_blank\">verapamil</a> in the treatment of mild to moderate hypertension. J Cardiovasc Pharmacol 1988;12[Suppl 7]:S89-S93.<br> 6. Heber ME, Brigden G, Al-Khawaja I, Raftery EB. 24h blood pressure control with the once daily antagonist amlodipine. Br J Clin Pharmacol 1989;27:359-365.<br> 7. Ram CVS, Kaplan NM, Burris JF, et al. Amlodipine or hydrochlorothiazide in the treatment of hypertension: effects on blood pressure and lipids. J Clin Pharmacol 1988:28[Abstract]:913.<br> 8. Chrysant SG, Chrysant C, Trus J, Hitchcock A. Antihypertensive effectiveness of amlodipine in combination with hydrochlorothiazide. Am J Hypertens 1989;2:537-541.<br> 9. Glasser SP, Chrysant SG, Graves J, Rofman B, Koehn DK. Safety and efficacy of amlodipine added to hydrochlorothiazide therapy in essential hypertension. Am J Hypertens 1989;2:154-157.<br> 10. Maclean D, Mitchell ET, Wilcox RG, Walker P, Tyler HM. A double-blind crossover comparison of amlodipine and placebo added to <a href=\"https://consultaremedios.com.br/captopril/bula\" target=\"_blank\">captopril</a> in moderate to severe hypertension. J Cardiovasc Pharmacol 1988;12 [Suppl 7]:S85-S88.<br> 11. Glasser SP, West TW. Clinical safety and efficacy of once-a-day amlodipine for chronic stable angina pectoris. Am J Cardiol 1988;62:518-522.<br> 12. Glasser SP, Wizda West T. Clinical safety and efficacy of once-a-day amlodipine for chronic stable angina pectoris. Am Heart J 1989;118:1127-1128.<br> 13. Ezekowitz MD, Edmiston A, Hossack K, et al. Eight week double-blind crossover comparison of amlodipine and placebo in patients with stable exertional angina. Circulation 1989;80 [Suppl II]:I-I268.<br> 14. Thadani U, Wombolt DG, Chesnie BM, et al. Amlodipine: a once daily calcium antagonist in the treatment of angina pectoris: a parallel dose-response, placebo-controlled study. Am Heart J 1989;118:1135.<br> 15. Chahine RA, Feldman RL, Giles TD, et al. Efficacy and safety of amlodipine in vasospastic angina: an interim report of a multicenter, placebo-controlled trial. Am Heart J 1989;118:1128-1130.<br> 16. Pitt B, Byington RP, Furberg CD, Hunninghake DB, Mancini GB, Miller ME, Riley W. Effect of amlodipine on the progression of atherosclerosis and the occurrence of clinical events. PREVENT Investigators. 2000;102(13):1503-10.<br> 17. Packer M, O&#x2019;Connor CM, Ghali JK, Pressler ML, Carson PE, Belkin RN, Miller AB, Neuberg GW, Frid D, Wertheimer JH, Cropp AB, DeMets DL. Effect of amlodipine on morbidity and mortality in severe chronic heart failure. Prospective Randomized Amlodipine Survival Evaluation Study Group. 1996; 335(15):1107-14.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Propriedades Farmacodin&#xE2;micas</h3> <p>O anlodipino &#xE9; um inibidor do influxo do &#xED;on de c&#xE1;lcio (bloqueador do canal lento de c&#xE1;lcio ou antagonista do &#xED;on c&#xE1;lcio) e inibe o influxo transmembrana do &#xED;on c&#xE1;lcio para o interior da musculatura lisa card&#xED;aca e vascular.</p> <p>O mecanismo da a&#xE7;&#xE3;o anti-hipertensiva do anlodipino deve-se ao efeito relaxante direto na musculatura vascular lisa.</p> <h4>O mecanismo preciso pelo qual o anlodipino alivia a angina n&#xE3;o est&#xE1; completamente definido, mas reduz o grau de isquemia total pelas duas seguintes a&#xE7;&#xF5;es:</h4> <ul> <li>O anlodipino dilata as arter&#xED;olas perif&#xE9;ricas e, desta maneira, reduz a resist&#xEA;ncia perif&#xE9;rica total (p&#xF3;scarga) contra o trabalho card&#xED;aco. Uma vez que a frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca permanece est&#xE1;vel, esta redu&#xE7;&#xE3;o de carga diminui o consumo de energia mioc&#xE1;rdica e a necessidade de oxig&#xEA;nio;</li> <li>O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do anlodipino tamb&#xE9;m envolve, provavelmente, a dilata&#xE7;&#xE3;o das art&#xE9;rias coron&#xE1;rias principais e arter&#xED;olas coron&#xE1;rias, tanto em regi&#xF5;es normais e isqu&#xEA;micas. Esta dilata&#xE7;&#xE3;o aumenta a libera&#xE7;&#xE3;o de oxig&#xEA;nio no mioc&#xE1;rdio em pacientes com espasmo coronariano arterial (angina de Prinzmetal ou angina variante) e abranda a vasoconstri&#xE7;&#xE3;o coronariana induzida pelo fumo.</li> </ul> <p>Em pacientes com hipertens&#xE3;o, a dose &#xFA;nica di&#xE1;ria proporciona redu&#xE7;&#xF5;es clinicamente significantes na press&#xE3;o sangu&#xED;nea durante o intervalo de 24 , tanto nas posi&#xE7;&#xF5;es supina quanto do indiv&#xED;duo em p&#xE9;. Devido ao lento in&#xED;cio de a&#xE7;&#xE3;o, a hipotens&#xE3;o aguda n&#xE3;o constitui uma caracter&#xED;stica da administra&#xE7;&#xE3;o de anlodipino.</p> <p>Em pacientes com angina, a administra&#xE7;&#xE3;o de dose &#xFA;nica di&#xE1;ria de anlodipino aumenta o tempo total de exerc&#xED;cio, tempo de in&#xED;cio da angina e tempo para atingir 1 mm de <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/depressao/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">depress&#xE3;o</a> no segmento ST, e diminui tanto a frequ&#xEA;ncia de crises anginosas e o consumo de comprimidos de nitroglicerina.</p> <p>O anlodipino n&#xE3;o foi associado a qualquer efeito metab&#xF3;lico adverso ou altera&#xE7;&#xE3;o nos l&#xED;pides plasm&#xE1;ticos, sendo adequada para uso em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/asma/c\" target=\"_blank\">asma</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">diabetes</a> e <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-dos-ossos/gota/c\" target=\"_blank\">gota</a>.</p> <h3>Propriedades Farmacocin&#xE9;ticas</h3> <h4>Absor&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de doses terap&#xEA;uticas, o anlodipino &#xE9; bem absorvido com picos plasm&#xE1;ticos entre 6 e 12 horas ap&#xF3;s a dose. A biodisponibilidade absoluta foi estimada entre 64% e 80%. O volume de distribui&#xE7;&#xE3;o &#xE9; de aproximadamente 21 L/kg. A absor&#xE7;&#xE3;o n&#xE3;o &#xE9; alterada pela ingest&#xE3;o de alimentos.</p> <p>Os estudos<em> in vitro</em> demonstraram que cerca de 97,5% do anlodipino circulante est&#xE1; ligado &#xE0;s prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas.</p> <h4>Biotransforma&#xE7;&#xE3;o/Elimina&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o terminal plasm&#xE1;tica &#xE9; de cerca de 35 a 50 horas, e &#xE9; consistente com a dose &#xFA;nica di&#xE1;ria. Os n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos no estado de equil&#xED;brio s&#xE3;o obtidos ap&#xF3;s 7 a 8 dias de doses consecutivas. O anlodipino &#xE9; amplamente metabolizado no <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a> em metab&#xF3;litos inativos, com 10% do f&#xE1;rmaco inalterado e 60% dos metab&#xF3;litos excretados na urina.</p> <h4>Uso em Pacientes Idosos</h4> <p>O tempo para alcan&#xE7;ar o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica do anlodipino &#xE9; similar para indiv&#xED;duos jovens e idosos. Em pacientes idosos, o <em>clearance</em> de anlodipino tende a estar diminu&#xED;do, resultando em aumentos na &#xE1;rea sob a curva (AUC) e na meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica. Em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva (ICC), aumentos na &#xE1;rea sob a curva (AUC) e na meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o ocorreram conforme o esperado para pacientes com a idade do grupo estudado.</p> <h3>Dados de Seguran&#xE7;a Pr&#xE9;-Cl&#xED;nicos</h3> <h4>Carcinog&#xEA;nese, Mutag&#xEA;nese, Diminui&#xE7;&#xE3;o da fertilidade</h4> <p>Ratos e camundongos tratados com anlodipino na dieta por 2 anos, em concentra&#xE7;&#xF5;es calculadas para fornecer n&#xED;veis de dose di&#xE1;ria de 0,5; 1,25 e 2,5 mg/kg/dia, n&#xE3;o demonstraram evid&#xEA;ncia de carcinogenicidade. A dose mais alta (similar no caso de camundongos, e o dobro* no caso ratos, &#xE0; dose cl&#xED;nica m&#xE1;xima recomendada de 10 mg na base de mg/m2 ) estava pr&#xF3;xima &#xE0; dose m&#xE1;xima tolerada por camundongos, mas n&#xE3;o por ratos.</p> <p>Estudos de mutagenicidade n&#xE3;o revelaram efeitos relacionados ao f&#xE1;rmaco, mesmo em n&#xED;veis de genes ou cromossomos.</p> <p>N&#xE3;o houve efeito na fertilidade de ratos tratados com anlodipino (machos por 64 dias e f&#xEA;meas por 14 dias antes da reprodu&#xE7;&#xE3;o) em doses at&#xE9; 10 mg/kg/dia (8 vezes* a dose m&#xE1;xima recomendada para humanos de 10 mg, na base de mg/m<sup>2</sup>).</p> <p>*Com base no peso do paciente de 50 kg.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Besilato de Anlodipino EMS?

O besilato de anlodipino deve ser conservado em temperatura ambiente (15°C a 30°C). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido.

Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

O besilato de anlodipino 5 mg

Comprimido branco, circular, biconvexo e monossectado.

O besilato de anlodipino 10 mg

Comprimido amarelo, circular, biconvexo e monossectado.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres Legais do Besilato de Anlodipino EMS

Registro M.S. nº. 1.0235.0536

Farmacêutico Responsável:
Dr. Ronoel Caza de Dio
CRF-SP n° 19.710

Registrado e Embalado por:
EMS S/A.
Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 08
Bairro: Chácara Assay
CEP: 13186-901
Hortolândia/SP
C.N.P.J.: 57.507.378/0003-65
Indústria Brasileira






Fabricado por:
Novamed Fabricação de Produtos Farmacêuticos Ltda.
Manaus/AM

OU

Registrado, Fabricado e Embalado por:
EMS S/A.
Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 08
Bairro: Chácara Assay
CEP: 13186-901
Hortolândia/SP
C.N.P.J.: 57.507.378/0003-65
Indústria Brasileira






SAC:
0800 191914

Venda sob prescrição médica.

5mg, caixa com 30 comprimidos

Princípio ativo
:
Besilato De Anlodipino
Classe Terapêutica
:
Antagonistas do Cálcio Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Anti-Hipertensivo
Especialidade
:
Cardiologia

Bula do medicamento

Besilato de Anlodipino EMS, para o que é indicado e para o que serve?

O besilato de anlodipino é indicado como medicamento de primeira escolha no tratamento da hipertensão (pressão alta) e angina de peito (dor no peito, por doença do coração) devido à isquemia miocárdica (falta de sangue no coração).

O besilato de anlodipino pode ser usado isoladamente ou em combinação com outros medicamentos para tratar as mesmas indicações acima.

Como o&nbsp;Besilato de Anlodipino - EMS funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>O anlodipino, princ&#xED;pio ativo do medicamento, interfere no movimento do c&#xE1;lcio para dentro das c&#xE9;lulas card&#xED;acas e da musculatura dos vasos sangu&#xED;neos. Como resultado dessa a&#xE7;&#xE3;o, o anlodipino relaxa os vasos sangu&#xED;neos que irrigam o cora&#xE7;&#xE3;o e o resto do corpo, aumentando a&amp;nbsp;quantidade de sangue e oxig&#xEA;nio para o cora&#xE7;&#xE3;o, reduzindo a sua carga de trabalho e, por relaxar os vasos sangu&#xED;neos, permite que o sangue passe atrav&#xE9;s deles mais facilmente.</p> <p>A press&#xE3;o arterial alta imp&#xF5;e ao cora&#xE7;&#xE3;o e &#xE0;s art&#xE9;rias (vasos sangu&#xED;neos) uma sobrecarga de trabalho que, em longo prazo, faz com que o cora&#xE7;&#xE3;o e as art&#xE9;rias n&#xE3;o funcionem adequadamente. Isto pode causar danos nos vasos sangu&#xED;neos do c&#xE9;rebro, cora&#xE7;&#xE3;o e rins, resultando em acidentes cerebrovasculares (derrames), <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> e renal (altera&#xE7;&#xE3;o na fun&#xE7;&#xE3;o do cora&#xE7;&#xE3;o e dos rins). Press&#xE3;o alta tamb&#xE9;m pode aumentar o risco de infarto (<a href=\"https://minutosaudavel.com.br/infarto/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">ataque card&#xED;aco</a>). Se a press&#xE3;o arterial for controlada, esses problemas podem n&#xE3;o ocorrer ou pode haver menor possibilidade de que ocorram.</p> "}

Quais as contraindicações do Besilato de Anlodipino EMS?

Não use o besilato de anlodipino se você tem hipersensibilidade às diidropiridinas* (classe de medicamentos a que pertence o anlodipino, princípio ativo do medicamento) ou a qualquer componente da fórmula.

*O anlodipino é um bloqueador do canal de cálcio diidropiridino.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Como usar o Besilato de Anlodipino EMS?

O besilato de anlodipino deve ser ingerido com quantidade de líquido suficiente para deglutição, com ou sem alimentos.

Posologia do&nbsp;Besilato de Anlodipino - EMS

{"tag":"hr","value":" <p>No tratamento da hipertens&#xE3;o e da angina, a dose inicial usual de besilato de anlodipino &#xE9; de 5 mg 1 vez ao dia, podendo ser aumentada pelo seu m&#xE9;dico para a dose m&#xE1;xima de 10 mg, dependendo da resposta individual do paciente.</p> <p>Seu m&#xE9;dico provavelmente n&#xE3;o far&#xE1; ajuste de dose de besilato de anlodipino na administra&#xE7;&#xE3;o concomitante com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/diureticos/c\" target=\"_blank\">diur&#xE9;ticos</a> tiaz&#xED;dicos (medicamentos que aumentam a elimina&#xE7;&#xE3;o de urina), betabloqueadores (medicamentos para press&#xE3;o alta e angina de peito), e inibidores da enzima conversora da angiotensina (medicamentos para press&#xE3;o alta), porque n&#xE3;o h&#xE1; interfer&#xEA;ncia desses medicamentos na a&#xE7;&#xE3;o de besilato de anlodipino.</p> <h3>Uso em Pacientes Idosos</h3> <p>N&#xE3;o &#xE9; necess&#xE1;rio ajuste de dose em pacientes idosos. As mesmas orienta&#xE7;&#xF5;es dadas aos adultos jovens devem ser seguidas para os pacientes idosos.</p> <h3>Uso em Crian&#xE7;as</h3> <p>A&amp;nbsp;efic&#xE1;cia e a seguran&#xE7;a de besilato de anlodipino n&#xE3;o foram estabelecidas em crian&#xE7;as.</p> <h3>Uso em Pacientes com Insufici&#xEA;ncia Hep&#xE1;tica</h3> <p>A&amp;nbsp;administra&#xE7;&#xE3;o de besilato de anlodipino deve ser feita com cuidado.</p> <h3>Uso em Pacientes com Insufici&#xEA;ncia Renal</h3> <p>Besilato de anlodipino pode ser empregado em tais pacientes nas doses habituais. O anlodipino n&#xE3;o &#xE9; dialis&#xE1;vel.</p> <p><strong>Siga a orienta&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico, respeitando sempre os hor&#xE1;rios, as doses e a dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento. N&#xE3;o interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu m&#xE9;dico.</strong></p> <p><strong>Este medicamento n&#xE3;o deve ser partido, aberto ou mastigado.</strong></p> <h2>O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o&amp;nbsp;Besilato de Anlodipino - EMS?</h2> <hr> <p>Caso voc&#xEA; se esque&#xE7;a de tomar o besilato de anlodipino no hor&#xE1;rio estabelecido pelo seu m&#xE9;dico, tome-o assim que lembrar.</p> <p>Entretanto, se j&#xE1; estiver perto do hor&#xE1;rio de tomar a pr&#xF3;xima dose, pule a dose esquecida e tome a pr&#xF3;xima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu m&#xE9;dico. Neste caso, n&#xE3;o tome o medicamento em dobro para compensar doses esquecidas.</p> <p>O esquecimento de dose pode comprometer a efic&#xE1;cia do tratamento.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> </hr>"}

Quais cuidados devo ter ao usar o Besilato de Anlodipino EMS?

Se você tem insuficiência cardíaca (incapacidade do coração bombear a quantidade adequada de sangue) de origem não isquêmica (ou seja, não relacionada ao fluxo de sangue reduzido), o anlodipino deve ser administrado com cuidado. Para indivíduos com insuficiência cardíaca, existe um aumento do número de casos de edema pulmonar (acúmulo de líquido nos pulmões).

Utilize besilato de anlodipino apenas pela via de administração indicada, ou seja, somente pela via oral.

Efeitos na Habilidade de Dirigir e/ou Operar Máquinas

É improvável o comprometimento da sua habilidade de dirigir ou operar máquinas.

Atenção:&nbsp;Este produto, na concentração de 10 mg, contém o corante amarelo de tartazina&nbsp;que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao Ácido Acetilsalicílico.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Besilato de Anlodipino EMS?

O besilato de anlodipino é bem tolerado.

Em estudos clínicos envolvendo pacientes com hipertensão ou angina, os efeitos colaterais mais comumente observados foram:

Distúrbios do Sistema Nervoso

Dores de cabeça, tontura, sonolência.

Distúrbios Cardíacos

Palpitações.

Distúrbios Vasculares

Rubor (vermelhidão).

Distúrbios Gastrintestinais

Dor abdominal, náusea (enjoo).

Distúrbios Gerais e Condições do Local de Administração

Edema (inchaço), fadiga (cansaço).

Nestes estudos clínicos não foram observadas anormalidades nos exames laboratoriais relacionados ao anlodipino.

Os efeitos colaterais menos comumente observados na experiência pós-comercialização incluem:

Distúrbios Sistema Sanguíneo e Linfático

Leucopenia (redução de células de defesa no sangue), trombocitopenia (diminuição das células de coagulação do sangue, as plaquetas).

Distúrbios do Metabolismo e Nutrição

Hiperglicemia (aumento de glicose no sangue).

Distúrbios Psiquiátricos

Insônia (dificuldade para dormir) e humor alterado.

Distúrbios do Sistema Nervoso

Hipertonia (aumento da contração muscular), hipoestesia (diminuição da sensibilidade), parestesia (dormência e formigamento), neuropatia periférica (doença que afeta um ou vários nervos), síncope (desmaio), disgeusia (alteração do paladar), tremor, transtorno extrapiramidal.

Distúrbios Visuais

Deficiência visual.

Distúrbios do Ouvido e Labirinto

Tinido (zumbido no ouvido).

Distúrbios Vasculares

Hipotensão (pressão baixa), vasculite (inflamação da parede de um vaso sanguíneo).

Distúrbios Respiratórios, Torácico e Mediastinal

Tosse, dispneia (falta de ar), rinite (inflamação da mucosa nasal).

Distúrbios Gastrintestinais

Mudanças nos hábitos intestinais, boca seca, dispepsia (má digestão) (incluindo gastrite (inflamação do estômago)), aumento das gengivas, pancreatite (inflamação no pâncreas), vômito.

Distúrbios da Pele e do Tecido Subcutâneo

Alopecia (perda de cabelo), hiperidrose (aumento de sudorese/transpiração), púrpura (manchas causadas por extravasamento de sangue na pele), descoloração da pele, urticária (alergia da pele).

Distúrbios Musculoesqueléticos e do Tecido Conjuntivo

Artralgia (dor nas articulações), dor nas costas, espasmos musculares, mialgia (dor muscular).

Distúrbios Renais e Urinários

Poliúria (aumento da frequência urinária), distúrbios urinários, noctúria (aumento da frequência urinária à noite).

Distúrbios do Sistema Reprodutivo e Mamas

Ginecomastia (aumento da mama em homens), disfunção erétil (impotência).

Distúrbios Gerais e Condições do Local de Administração

Astenia (fraqueza), mal estar, dor.

Investigações

Aumento/redução de peso.

Raramente foram relatados eventos, incluindo prurido (coceira), rash (erupção cutânea), angioedema (inchaço das partes mais profundas da pele ou da mucosa, geralmente de origem alérgica) e eritema multiforme (manchas vermelhas, bolhas e ulcerações em todo o corpo).

Foram raramente relatados casos de hepatite (inflamação do fígado), icterícia (coloração amarelada da pele e mucosas por acúmulo de pigmentos biliares) e elevações de enzimas hepáticas (do fígado), a maioria compatível com colestase (parada ou dificuldade da eliminação da bile). Alguns casos graves requerendo hospitalização foram relatados em associação ao uso do anlodipino. Em muitos casos, não se sabe se foram realmente devidos ao besilato de anlodipino.

O anlodipino, princípio ativo do medicamento, assim como outros medicamentos que agem bloqueando os canais de cálcio, pode, raramente, apresentar efeitos colaterais que não são diferentes dos que ocorrem com pacientes hipertensos ou com angina que não são tratados - infarto do miocárdio (morte de células do músculo cardíaco por falta de sangue), arritmia (alteração do ritmo do coração), incluindo bradicardia (diminuição dos batimentos cardíacos), taquicardia ventricular (aceleração dos batimentos cardíacos), fibrilação atrial (tipo de alteração do ritmo cardíaco) e dor torácica.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Uso Durante a Gravidez e Amamentação

A&nbsp;segurança do anlodipino na gravidez humana ou amamentação não foi estabelecida.&nbsp;

Não utilize besilato de anlodipino durante a amamentação sem orientação médica. Avise ao seu médico ou cirurgião-dentista se você estiver amamentando ou vai iniciar amamentação durante o uso deste medicamento.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.&nbsp;

Insulficiência Hepática

Se você tem insuficiência hepática (falência da função do fígado), o anlodipino deve ser administrado com cuidado.

Qual a composição do Besilato de Anlodipino EMS?

Cada comprimido de 5 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Besilato de anlodipino*</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">6,935 mg</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Excipiente**</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 5 mg de anlodipino.
**Croscarmelose sódica, fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, estearato de magnésio e celulose microcristalina.

Cada comprimido de 10 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Besilato de anlodipino*</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">13,870 mg</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Excipiente**</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 10 mg de anlodipino.
**Croscarmelose sódica, fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, estearato de magnésio, celulose microcristalina, corante alumínio laca amarelo tartrazina n° 5.

Apresentação do&nbsp;Besilato de Anlodipino - EMS

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimidos 5 mg</h3> <p>Embalagens com 20 ou 30 comprimidos e embalagem fracion&#xE1;vel com 60 ou 90 comprimidos.</p> <h3>Comprimidos 10 mg</h3> <p>Embalagens com 20 ou 30 comprimidos e embalagem fracion&#xE1;vel com 60 ou 90 comprimidos.</p> <p><strong>Via de administra&#xE7;&#xE3;o: uso oral.</strong></p> <p><strong>Uso adulto.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Besilato de Anlodipino EMS maior do que a recomendada?

Se você tomar uma dose excessiva do besilato de anlodipino, pode ocorrer uma grande vasodilatação periférica (dilatação dos vasos sanguíneos) e possível taquicardia reflexa (batimento rápido do coração). Em função dessa vasodilatação poderá surgir hipotensão (diminuição da pressão arterial) prolongada e acentuada, incluindo choque (queda importante da pressão arterial) com resultado fatal. A administração de carvão ativado imediatamente ou até 2 horas depois com o objetivo de reduzir a absorção do anlodipino é uma medida inicial que pode ajudar significativamente. Dependendo do caso, o médico pode proceder a uma lavagem gástrica (do estômago). A hipotensão devido à superdose de anlodipino requer medida ativa de suporte cardiovascular, incluindo monitoração frequente das funções cardíaca e respiratória, elevação das extremidades (pernas), atenção para o volume de fluido circulante e eliminação urinária. O médico poderá administrar um vasoconstritor (medicamento que cause constrição dos vasos sanguíneos) para recuperação do tônus vascular e pressão arterial, desde que o uso do mesmo não seja contraindicado. Outras medidas poderão ser tomadas pelo médico como a administração de gluconato de cálcio intravenoso para reversão dos efeitos bloqueadores do canal de cálcio. Uma vez que o besilato anlodipino se liga às proteínas plasmáticas (do sangue), a diálise não constitui um benefício.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Besilato de Anlodipino EMS com outros remédios?

Interação Medicamento-Medicamento

O anlodipino tem sido administrado com segurança com diuréticos tiazídicos (medicamentos que aumentam a eliminação de urina), alfa bloqueadores (medicamentos para pressão alta e doenças da próstata), betabloqueadores (medicamentos para pressão alta e angina de peito), inibidores da enzima conversora da angiotensina (medicamentos para pressão alta), nitratos de longa ação (nitroglicerina sublingual (medicamentos para angina de peito), anti-inflamatórios não esteroides (drogas que bloqueiam a inflamação e que não são derivadas de hormônios), antibióticos e hipoglicemiantes orais (medicamentos para o tratamento do diabetes).

Foi demonstrado em estudos que besilato de anlodipino não afeta a ligação da digoxina, fenitoína, varfarina ou indometacina às proteínas sanguíneas.

A dose de sinvastatina deve ser avaliada pelo seu médico caso você utilize besilato de anlodipino 20 mg diariamente, uma vez que doses múltiplas de besilato de anlodipino aumentaram a exposição à sinvastatina.A cimetidina, antiácidos contendo alumínio e magnésio e sildenafila não interferem com besilato de anlodipino. Da mesma forma, besilato de anlodipino não interfere na ação da atorvastatina, digoxina, etanol (álcool) e varfarina.

A administração de besilato de anlodipino em associação com medicamentos inibidores (por ex. cetoconazol, itraconazol, ritonavir e claritromicina) ou indutores (por ex. rifampicina, Hypericum perforatum) de CYP3A4 (enzima envolvida no metabolismo de algumas substâncias) deve ser feita com cautela.

Deve-se considerar o monitoramento dos níveis de ciclosporina em pacientes com transplante renal que recebem anlodipino.

Existe um risco de aumento nos níveis de tacrolimo no sangue quando coadministrado com besilato de anlodipino. A fim de evitar a toxicidade do tacrolimo, a administração de besilato de anlodipino em um paciente tratado com tacrolimo exige monitoramento dos níveis de tacrolimo no sangue e ajuste da dose do tacrolimo, quando apropriado.

Os inibidores alvo mecânico dos inibidores da rapamicina (mTOR), tais como, sirolimo, tensirolimo&nbsp;e everolimo&nbsp;são substratos da CYP3A. O besilato de anlodipino é um inibidor fraco da CYP3A. Com a utilização concomitante de inibidores de mTOR, o besilato de anlodipino pode aumentar a exposição dos inibidores de mTOR.

Interação Medicamento - Alimento

A administração de besilato de anlodipino com grapefruit (toranja) ou suco de grapefruit não é recomendada uma vez que os efeitos deste medicamento podem ser reduzidos.

A eficácia deste medicamento depende da capacidade funcional do paciente.

Exame Laboratorial

A interação com exames laboratoriais é desconhecida.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Besilato de Anlodipino EMS (Besilato de Anlodipino)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Uso em Pacientes com Doen&#xE7;a Arterial Coron&#xE1;ria<sup>16</sup> </h3> <p>Os efeitos do anlodipino na morbidade e mortalidade cardiovascular, a progress&#xE3;o de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/aterosclerose/c\" target=\"_blank\">aterosclerose</a> coron&#xE1;ria e aterosclerose car&#xF3;tida foram estudados no estudo cl&#xED;nico Avalia&#xE7;&#xE3;o Prospectiva Randomizada dos Efeitos Vasculares de Besilato de Anlodipino (PREVENT &#x2013; <em>Prospective Randomized Evaluation of the Vascular Effects of Norvasc Trial)</em>. Este estudo multic&#xEA;ntrico, randomizado, duplo-cego, placebo-controlado, acompanhou por 3 anos 825 pacientes com doen&#xE7;a arterial coron&#xE1;ria (DAC) definida angiograficamente. A popula&#xE7;&#xE3;o incluiu pacientes com infarto pr&#xE9;vio do mioc&#xE1;rdio (IM) (45%), angioplastia coron&#xE1;ria percut&#xE2;nea transluminal (ACPT) na linha de base (42%) e hist&#xF3;ria de angina (69%). A gravidade da DAC variou de 1 vaso doente (45%) a 3 ou mais vasos doentes (21%). Os pacientes com hipertens&#xE3;o n&#xE3;o controlada (press&#xE3;o arterial diast&#xF3;lica [PAD] &gt;95 mmHg) foram exclu&#xED;dos do estudo. Um comit&#xEA; de avalia&#xE7;&#xE3;o de desfecho avaliou, de modo cego, os principais eventos cardiovasculares. Embora n&#xE3;o tenha existido nenhum efeito demonstr&#xE1;vel da taxa de progress&#xE3;o das les&#xF5;es na art&#xE9;ria coron&#xE1;ria, o anlodipino impediu a progress&#xE3;o do espessamento da &#xED;ntima-m&#xE9;dia da car&#xF3;tida.</p> <p>Foi observada uma redu&#xE7;&#xE3;o significante (- 31%) em pacientes tratados com anlodipino no desfecho combinado de morte cardiovascular, infarto do mioc&#xE1;rdio, derrame, angioplastia coron&#xE1;ria percut&#xE2;nea transluminal (ACPT), revasculariza&#xE7;&#xE3;o cir&#xFA;rgica do mioc&#xE1;rdio (CABG &#x2013; coronary artery by-pass graft), hospitaliza&#xE7;&#xE3;o para <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/angina-instavel\" target=\"_blank\">angina inst&#xE1;vel</a> e piora da insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva. Uma redu&#xE7;&#xE3;o significante (- 42%) nos procedimentos de revasculariza&#xE7;&#xE3;o (ACPT e revasculariza&#xE7;&#xE3;o cir&#xFA;rgica do mioc&#xE1;rdio) tamb&#xE9;m foi observada em pacientes tratados com anlodipino. Foi observado um n&#xFA;mero de hospitaliza&#xE7;&#xF5;es (- 33%) menor para angina inst&#xE1;vel em pacientes tratados quando comparado ao grupo placebo.</p> <p>A efic&#xE1;cia do anlodipino na preven&#xE7;&#xE3;o de eventos cl&#xED;nicos em pacientes com DAC foi avaliada de forma independente, multic&#xEA;ntrico, randomizado, duplo cego, controlado por placebo em 1997 pacientes, a compara&#xE7;&#xE3;o de anlodipino <em>versus</em> <a href=\"https://consultaremedios.com.br/maleato-de-enalapril/bula\" target=\"_blank\">enalapril</a> para limitar a ocorr&#xEA;ncia de <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/trombose/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">trombose</a> (CAMELOT). Destes pacientes, 663 foram tratados com anlodipino de 5 mg a 10 mg e 655 pacientes foram tratados com o placebo, em adi&#xE7;&#xE3;o ao tratamento padr&#xE3;o das estatinas, beta-bloqueadores, diur&#xE9;ticos, e aspirina, por 2 anos. Os resultados da efic&#xE1;cia s&#xE3;o apresentados na Tabela 1. Os resultados indicam que o tratamento com anlodipino foi associado com menos hospitaliza&#xE7;&#xF5;es por angina e procedimentos de revasculariza&#xE7;&#xE3;o em pacientes com DAC.</p> <p><strong>Tabela 1. Incid&#xEA;ncia de desfechos cl&#xED;nicos significativos no estudo CAMELOT</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:112px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Resultados Cl&#xED;nicos N (%)</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:116px\"><strong>Anlodipino<br> (n = 663)</br></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:110px\"><strong>Placebo<br> (n = 655)</br></strong></td> <td style=\"width:97px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Redu&#xE7;&#xE3;o de risco<br> (valor-p)</br></strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:112px\"> <p style=\"text-align:center\">Desfecho Cardiovascular Composto*</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:116px\">110<br> (16.6)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:110px\">151<br> (23.1)</br></td> <td style=\"width:97px\"> <p style=\"text-align:center\">31%<br> (0.003)</br></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:112px\"> <p style=\"text-align:center\">Hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por Angina</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:116px\">51<br> (7.7)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:110px\">84<br> (12.8)</br></td> <td style=\"width:97px\"> <p style=\"text-align:center\">42%<br> (0.002)</br></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:112px\"> <p style=\"text-align:center\">Revasculariza&#xE7;&#xE3;o Coron&#xE1;ria</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:116px\">78<br> (11.8)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:110px\">103<br> (15.7)</br></td> <td style=\"width:97px\"> <p style=\"text-align:center\">27%<br> (0.033)</br></p> </td> </tr> </tbody> </table> <p>*1) Definido no estudo CAMELOT como a morte cardiovascular, enfarte do mioc&#xE1;rdio n&#xE3;o fatal, parada card&#xED;aca com ressuscita&#xE7;&#xE3;o, revasculariza&#xE7;&#xE3;o coron&#xE1;ria, hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/angina-peito\" target=\"_blank\">angina de peito</a>, hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por CHF, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/acidente-vascular-cerebral/c\" target=\"_blank\">acidente vascular cerebral</a> fatal ou n&#xE3;o fatal ou ataque isqu&#xEA;mico transit&#xF3;rio (AIT), qualquer diagn&#xF3;stico das doen&#xE7;as vasculares perif&#xE9;ricas doen&#xE7;a (DVP) em um sujeito n&#xE3;o previamente diagnosticado como tendo DVP ou qualquer admiss&#xE3;o para um processo para o tratamento de DVP.<br> 2) O desfecho cardiovascular composta (CV) foi o objetivo prim&#xE1;rio de efic&#xE1;cia em CAMELOT.</br></p> <h3>Uso em Pacientes com Insufici&#xEA;ncia Card&#xED;aca<sup>17</sup> </h3> <p>Estudos hemodin&#xE2;micos e estudos cl&#xED;nicos controlados baseados na resposta ao exerc&#xED;cio em pacientes portadores de insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca classes NYHA II a IV, demonstraram que o anlodipino n&#xE3;o levou a uma deteriora&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica quando avaliada em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; toler&#xE2;ncia ao exerc&#xED;cio, fra&#xE7;&#xE3;o de eje&#xE7;&#xE3;o ventricular esquerda e sintomatologia cl&#xED;nica.</p> <p>Um estudo placebo-controlado (PRAISE) para avaliar pacientes portadores de insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca classes NYHA III e IV recebendo digoxina, diur&#xE9;ticos e inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA) demonstrou que o anlodipino n&#xE3;o leva a um aumento no risco da mortalidade ou mortalidade e morbidade combinadas em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca.</p> <p>Em um estudo placebo-controlado com anlodipino, de acompanhamento de longo prazo (PRAISE-2), em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca classes NYHA III e IV, sem sintomas cl&#xED;nicos ou sinais sugestivos de doen&#xE7;a isqu&#xEA;mica preexistente, em doses est&#xE1;veis de inibidores da ECA, digit&#xE1;licos e diur&#xE9;ticos, o anlodipino n&#xE3;o teve qualquer efeito na mortalidade total ou cardiovascular. Nesta mesma popula&#xE7;&#xE3;o, o anlodipino foi associado a um aumento de relatos de edema pulmonar, apesar de n&#xE3;o existir qualquer diferen&#xE7;a significante na incid&#xEA;ncia de piora da insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca quando comparada ao placebo.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. de Bruijn B, Cocco G, Tyler HM, et al. Multicenter placebo-controlled comparison of amlodipine and <a href=\"https://consultaremedios.com.br/atenolol/bula\" target=\"_blank\">atenolol</a> in mild to moderate hypertension. J Cardiovasc Pharmacol 1988; 12[Suppl 7]:S107-S109.<br> 2. Frick MH, McGibney D, Tyler HM, et al. Amlodipine: a double-blind evaluation of the dose-response relationship in mild to moderate hypertension. J Cardiovasc Pharmacol 1988;12[Suppl 7]:S76-S78.<br> 3. Webster J, Robb OJ, Jeffers TA, Scott AK, Petrie JC. Once daily amlodipine in the treatment of mild to moderate hypertension. J Cardiovasc Pharmacol 1988;12[Suppl 7]:S72-S75.<br> 4. Rofman BA. Long term open evaluation of amlodipine versus hydrochlorothiazide in patients with essential hypertension. J Cardiovasc Pharmacol 1988;12[Suppl 7]:S94-S97.<br> 5. Lorimer AR, Smedsrud T, Walker P, Tyler HM. Comparison of amlodipine and <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-verapamil/bula\" target=\"_blank\">verapamil</a> in the treatment of mild to moderate hypertension. J Cardiovasc Pharmacol 1988;12[Suppl 7]:S89-S93.<br> 6. Heber ME, Brigden G, Al-Khawaja I, Raftery EB. 24h blood pressure control with the once daily antagonist amlodipine. Br J Clin Pharmacol 1989;27:359-365.<br> 7. Ram CVS, Kaplan NM, Burris JF, et al. Amlodipine or hydrochlorothiazide in the treatment of hypertension: effects on blood pressure and lipids. J Clin Pharmacol 1988:28[Abstract]:913.<br> 8. Chrysant SG, Chrysant C, Trus J, Hitchcock A. Antihypertensive effectiveness of amlodipine in combination with hydrochlorothiazide. Am J Hypertens 1989;2:537-541.<br> 9. Glasser SP, Chrysant SG, Graves J, Rofman B, Koehn DK. Safety and efficacy of amlodipine added to hydrochlorothiazide therapy in essential hypertension. Am J Hypertens 1989;2:154-157.<br> 10. Maclean D, Mitchell ET, Wilcox RG, Walker P, Tyler HM. A double-blind crossover comparison of amlodipine and placebo added to <a href=\"https://consultaremedios.com.br/captopril/bula\" target=\"_blank\">captopril</a> in moderate to severe hypertension. J Cardiovasc Pharmacol 1988;12 [Suppl 7]:S85-S88.<br> 11. Glasser SP, West TW. Clinical safety and efficacy of once-a-day amlodipine for chronic stable angina pectoris. Am J Cardiol 1988;62:518-522.<br> 12. Glasser SP, Wizda West T. Clinical safety and efficacy of once-a-day amlodipine for chronic stable angina pectoris. Am Heart J 1989;118:1127-1128.<br> 13. Ezekowitz MD, Edmiston A, Hossack K, et al. Eight week double-blind crossover comparison of amlodipine and placebo in patients with stable exertional angina. Circulation 1989;80 [Suppl II]:I-I268.<br> 14. Thadani U, Wombolt DG, Chesnie BM, et al. Amlodipine: a once daily calcium antagonist in the treatment of angina pectoris: a parallel dose-response, placebo-controlled study. Am Heart J 1989;118:1135.<br> 15. Chahine RA, Feldman RL, Giles TD, et al. Efficacy and safety of amlodipine in vasospastic angina: an interim report of a multicenter, placebo-controlled trial. Am Heart J 1989;118:1128-1130.<br> 16. Pitt B, Byington RP, Furberg CD, Hunninghake DB, Mancini GB, Miller ME, Riley W. Effect of amlodipine on the progression of atherosclerosis and the occurrence of clinical events. PREVENT Investigators. 2000;102(13):1503-10.<br> 17. Packer M, O&#x2019;Connor CM, Ghali JK, Pressler ML, Carson PE, Belkin RN, Miller AB, Neuberg GW, Frid D, Wertheimer JH, Cropp AB, DeMets DL. Effect of amlodipine on morbidity and mortality in severe chronic heart failure. Prospective Randomized Amlodipine Survival Evaluation Study Group. 1996; 335(15):1107-14.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Propriedades Farmacodin&#xE2;micas</h3> <p>O anlodipino &#xE9; um inibidor do influxo do &#xED;on de c&#xE1;lcio (bloqueador do canal lento de c&#xE1;lcio ou antagonista do &#xED;on c&#xE1;lcio) e inibe o influxo transmembrana do &#xED;on c&#xE1;lcio para o interior da musculatura lisa card&#xED;aca e vascular.</p> <p>O mecanismo da a&#xE7;&#xE3;o anti-hipertensiva do anlodipino deve-se ao efeito relaxante direto na musculatura vascular lisa.</p> <h4>O mecanismo preciso pelo qual o anlodipino alivia a angina n&#xE3;o est&#xE1; completamente definido, mas reduz o grau de isquemia total pelas duas seguintes a&#xE7;&#xF5;es:</h4> <ul> <li>O anlodipino dilata as arter&#xED;olas perif&#xE9;ricas e, desta maneira, reduz a resist&#xEA;ncia perif&#xE9;rica total (p&#xF3;scarga) contra o trabalho card&#xED;aco. Uma vez que a frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca permanece est&#xE1;vel, esta redu&#xE7;&#xE3;o de carga diminui o consumo de energia mioc&#xE1;rdica e a necessidade de oxig&#xEA;nio;</li> <li>O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do anlodipino tamb&#xE9;m envolve, provavelmente, a dilata&#xE7;&#xE3;o das art&#xE9;rias coron&#xE1;rias principais e arter&#xED;olas coron&#xE1;rias, tanto em regi&#xF5;es normais e isqu&#xEA;micas. Esta dilata&#xE7;&#xE3;o aumenta a libera&#xE7;&#xE3;o de oxig&#xEA;nio no mioc&#xE1;rdio em pacientes com espasmo coronariano arterial (angina de Prinzmetal ou angina variante) e abranda a vasoconstri&#xE7;&#xE3;o coronariana induzida pelo fumo.</li> </ul> <p>Em pacientes com hipertens&#xE3;o, a dose &#xFA;nica di&#xE1;ria proporciona redu&#xE7;&#xF5;es clinicamente significantes na press&#xE3;o sangu&#xED;nea durante o intervalo de 24 , tanto nas posi&#xE7;&#xF5;es supina quanto do indiv&#xED;duo em p&#xE9;. Devido ao lento in&#xED;cio de a&#xE7;&#xE3;o, a hipotens&#xE3;o aguda n&#xE3;o constitui uma caracter&#xED;stica da administra&#xE7;&#xE3;o de anlodipino.</p> <p>Em pacientes com angina, a administra&#xE7;&#xE3;o de dose &#xFA;nica di&#xE1;ria de anlodipino aumenta o tempo total de exerc&#xED;cio, tempo de in&#xED;cio da angina e tempo para atingir 1 mm de <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/depressao/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">depress&#xE3;o</a> no segmento ST, e diminui tanto a frequ&#xEA;ncia de crises anginosas e o consumo de comprimidos de nitroglicerina.</p> <p>O anlodipino n&#xE3;o foi associado a qualquer efeito metab&#xF3;lico adverso ou altera&#xE7;&#xE3;o nos l&#xED;pides plasm&#xE1;ticos, sendo adequada para uso em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/asma/c\" target=\"_blank\">asma</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">diabetes</a> e <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-dos-ossos/gota/c\" target=\"_blank\">gota</a>.</p> <h3>Propriedades Farmacocin&#xE9;ticas</h3> <h4>Absor&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de doses terap&#xEA;uticas, o anlodipino &#xE9; bem absorvido com picos plasm&#xE1;ticos entre 6 e 12 horas ap&#xF3;s a dose. A biodisponibilidade absoluta foi estimada entre 64% e 80%. O volume de distribui&#xE7;&#xE3;o &#xE9; de aproximadamente 21 L/kg. A absor&#xE7;&#xE3;o n&#xE3;o &#xE9; alterada pela ingest&#xE3;o de alimentos.</p> <p>Os estudos<em> in vitro</em> demonstraram que cerca de 97,5% do anlodipino circulante est&#xE1; ligado &#xE0;s prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas.</p> <h4>Biotransforma&#xE7;&#xE3;o/Elimina&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o terminal plasm&#xE1;tica &#xE9; de cerca de 35 a 50 horas, e &#xE9; consistente com a dose &#xFA;nica di&#xE1;ria. Os n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos no estado de equil&#xED;brio s&#xE3;o obtidos ap&#xF3;s 7 a 8 dias de doses consecutivas. O anlodipino &#xE9; amplamente metabolizado no <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a> em metab&#xF3;litos inativos, com 10% do f&#xE1;rmaco inalterado e 60% dos metab&#xF3;litos excretados na urina.</p> <h4>Uso em Pacientes Idosos</h4> <p>O tempo para alcan&#xE7;ar o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica do anlodipino &#xE9; similar para indiv&#xED;duos jovens e idosos. Em pacientes idosos, o <em>clearance</em> de anlodipino tende a estar diminu&#xED;do, resultando em aumentos na &#xE1;rea sob a curva (AUC) e na meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica. Em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva (ICC), aumentos na &#xE1;rea sob a curva (AUC) e na meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o ocorreram conforme o esperado para pacientes com a idade do grupo estudado.</p> <h3>Dados de Seguran&#xE7;a Pr&#xE9;-Cl&#xED;nicos</h3> <h4>Carcinog&#xEA;nese, Mutag&#xEA;nese, Diminui&#xE7;&#xE3;o da fertilidade</h4> <p>Ratos e camundongos tratados com anlodipino na dieta por 2 anos, em concentra&#xE7;&#xF5;es calculadas para fornecer n&#xED;veis de dose di&#xE1;ria de 0,5; 1,25 e 2,5 mg/kg/dia, n&#xE3;o demonstraram evid&#xEA;ncia de carcinogenicidade. A dose mais alta (similar no caso de camundongos, e o dobro* no caso ratos, &#xE0; dose cl&#xED;nica m&#xE1;xima recomendada de 10 mg na base de mg/m2 ) estava pr&#xF3;xima &#xE0; dose m&#xE1;xima tolerada por camundongos, mas n&#xE3;o por ratos.</p> <p>Estudos de mutagenicidade n&#xE3;o revelaram efeitos relacionados ao f&#xE1;rmaco, mesmo em n&#xED;veis de genes ou cromossomos.</p> <p>N&#xE3;o houve efeito na fertilidade de ratos tratados com anlodipino (machos por 64 dias e f&#xEA;meas por 14 dias antes da reprodu&#xE7;&#xE3;o) em doses at&#xE9; 10 mg/kg/dia (8 vezes* a dose m&#xE1;xima recomendada para humanos de 10 mg, na base de mg/m<sup>2</sup>).</p> <p>*Com base no peso do paciente de 50 kg.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Besilato de Anlodipino EMS?

O besilato de anlodipino deve ser conservado em temperatura ambiente (15°C a 30°C). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido.

Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

O besilato de anlodipino 5 mg

Comprimido branco, circular, biconvexo e monossectado.

O besilato de anlodipino 10 mg

Comprimido amarelo, circular, biconvexo e monossectado.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres Legais do Besilato de Anlodipino EMS

Registro M.S. nº. 1.0235.0536

Farmacêutico Responsável:
Dr. Ronoel Caza de Dio
CRF-SP n° 19.710

Registrado e Embalado por:
EMS S/A.
Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 08
Bairro: Chácara Assay
CEP: 13186-901
Hortolândia/SP
C.N.P.J.: 57.507.378/0003-65
Indústria Brasileira






Fabricado por:
Novamed Fabricação de Produtos Farmacêuticos Ltda.
Manaus/AM

OU

Registrado, Fabricado e Embalado por:
EMS S/A.
Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 08
Bairro: Chácara Assay
CEP: 13186-901
Hortolândia/SP
C.N.P.J.: 57.507.378/0003-65
Indústria Brasileira






SAC:
0800 191914

Venda sob prescrição médica.

5mg, caixa com 90 comprimidos

Princípio ativo
:
Besilato De Anlodipino
Classe Terapêutica
:
Antagonistas do Cálcio Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Anti-Hipertensivo
Especialidade
:
Cardiologia

Bula do medicamento

Besilato de Anlodipino EMS, para o que é indicado e para o que serve?

O besilato de anlodipino é indicado como medicamento de primeira escolha no tratamento da hipertensão (pressão alta) e angina de peito (dor no peito, por doença do coração) devido à isquemia miocárdica (falta de sangue no coração).

O besilato de anlodipino pode ser usado isoladamente ou em combinação com outros medicamentos para tratar as mesmas indicações acima.

Como o&nbsp;Besilato de Anlodipino - EMS funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>O anlodipino, princ&#xED;pio ativo do medicamento, interfere no movimento do c&#xE1;lcio para dentro das c&#xE9;lulas card&#xED;acas e da musculatura dos vasos sangu&#xED;neos. Como resultado dessa a&#xE7;&#xE3;o, o anlodipino relaxa os vasos sangu&#xED;neos que irrigam o cora&#xE7;&#xE3;o e o resto do corpo, aumentando a&amp;nbsp;quantidade de sangue e oxig&#xEA;nio para o cora&#xE7;&#xE3;o, reduzindo a sua carga de trabalho e, por relaxar os vasos sangu&#xED;neos, permite que o sangue passe atrav&#xE9;s deles mais facilmente.</p> <p>A press&#xE3;o arterial alta imp&#xF5;e ao cora&#xE7;&#xE3;o e &#xE0;s art&#xE9;rias (vasos sangu&#xED;neos) uma sobrecarga de trabalho que, em longo prazo, faz com que o cora&#xE7;&#xE3;o e as art&#xE9;rias n&#xE3;o funcionem adequadamente. Isto pode causar danos nos vasos sangu&#xED;neos do c&#xE9;rebro, cora&#xE7;&#xE3;o e rins, resultando em acidentes cerebrovasculares (derrames), <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> e renal (altera&#xE7;&#xE3;o na fun&#xE7;&#xE3;o do cora&#xE7;&#xE3;o e dos rins). Press&#xE3;o alta tamb&#xE9;m pode aumentar o risco de infarto (<a href=\"https://minutosaudavel.com.br/infarto/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">ataque card&#xED;aco</a>). Se a press&#xE3;o arterial for controlada, esses problemas podem n&#xE3;o ocorrer ou pode haver menor possibilidade de que ocorram.</p> "}

Quais as contraindicações do Besilato de Anlodipino EMS?

Não use o besilato de anlodipino se você tem hipersensibilidade às diidropiridinas* (classe de medicamentos a que pertence o anlodipino, princípio ativo do medicamento) ou a qualquer componente da fórmula.

*O anlodipino é um bloqueador do canal de cálcio diidropiridino.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Como usar o Besilato de Anlodipino EMS?

O besilato de anlodipino deve ser ingerido com quantidade de líquido suficiente para deglutição, com ou sem alimentos.

Posologia do&nbsp;Besilato de Anlodipino - EMS

{"tag":"hr","value":" <p>No tratamento da hipertens&#xE3;o e da angina, a dose inicial usual de besilato de anlodipino &#xE9; de 5 mg 1 vez ao dia, podendo ser aumentada pelo seu m&#xE9;dico para a dose m&#xE1;xima de 10 mg, dependendo da resposta individual do paciente.</p> <p>Seu m&#xE9;dico provavelmente n&#xE3;o far&#xE1; ajuste de dose de besilato de anlodipino na administra&#xE7;&#xE3;o concomitante com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/diureticos/c\" target=\"_blank\">diur&#xE9;ticos</a> tiaz&#xED;dicos (medicamentos que aumentam a elimina&#xE7;&#xE3;o de urina), betabloqueadores (medicamentos para press&#xE3;o alta e angina de peito), e inibidores da enzima conversora da angiotensina (medicamentos para press&#xE3;o alta), porque n&#xE3;o h&#xE1; interfer&#xEA;ncia desses medicamentos na a&#xE7;&#xE3;o de besilato de anlodipino.</p> <h3>Uso em Pacientes Idosos</h3> <p>N&#xE3;o &#xE9; necess&#xE1;rio ajuste de dose em pacientes idosos. As mesmas orienta&#xE7;&#xF5;es dadas aos adultos jovens devem ser seguidas para os pacientes idosos.</p> <h3>Uso em Crian&#xE7;as</h3> <p>A&amp;nbsp;efic&#xE1;cia e a seguran&#xE7;a de besilato de anlodipino n&#xE3;o foram estabelecidas em crian&#xE7;as.</p> <h3>Uso em Pacientes com Insufici&#xEA;ncia Hep&#xE1;tica</h3> <p>A&amp;nbsp;administra&#xE7;&#xE3;o de besilato de anlodipino deve ser feita com cuidado.</p> <h3>Uso em Pacientes com Insufici&#xEA;ncia Renal</h3> <p>Besilato de anlodipino pode ser empregado em tais pacientes nas doses habituais. O anlodipino n&#xE3;o &#xE9; dialis&#xE1;vel.</p> <p><strong>Siga a orienta&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico, respeitando sempre os hor&#xE1;rios, as doses e a dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento. N&#xE3;o interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu m&#xE9;dico.</strong></p> <p><strong>Este medicamento n&#xE3;o deve ser partido, aberto ou mastigado.</strong></p> <h2>O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o&amp;nbsp;Besilato de Anlodipino - EMS?</h2> <hr> <p>Caso voc&#xEA; se esque&#xE7;a de tomar o besilato de anlodipino no hor&#xE1;rio estabelecido pelo seu m&#xE9;dico, tome-o assim que lembrar.</p> <p>Entretanto, se j&#xE1; estiver perto do hor&#xE1;rio de tomar a pr&#xF3;xima dose, pule a dose esquecida e tome a pr&#xF3;xima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu m&#xE9;dico. Neste caso, n&#xE3;o tome o medicamento em dobro para compensar doses esquecidas.</p> <p>O esquecimento de dose pode comprometer a efic&#xE1;cia do tratamento.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> </hr>"}

Quais cuidados devo ter ao usar o Besilato de Anlodipino EMS?

Se você tem insuficiência cardíaca (incapacidade do coração bombear a quantidade adequada de sangue) de origem não isquêmica (ou seja, não relacionada ao fluxo de sangue reduzido), o anlodipino deve ser administrado com cuidado. Para indivíduos com insuficiência cardíaca, existe um aumento do número de casos de edema pulmonar (acúmulo de líquido nos pulmões).

Utilize besilato de anlodipino apenas pela via de administração indicada, ou seja, somente pela via oral.

Efeitos na Habilidade de Dirigir e/ou Operar Máquinas

É improvável o comprometimento da sua habilidade de dirigir ou operar máquinas.

Atenção:&nbsp;Este produto, na concentração de 10 mg, contém o corante amarelo de tartazina&nbsp;que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao Ácido Acetilsalicílico.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Besilato de Anlodipino EMS?

O besilato de anlodipino é bem tolerado.

Em estudos clínicos envolvendo pacientes com hipertensão ou angina, os efeitos colaterais mais comumente observados foram:

Distúrbios do Sistema Nervoso

Dores de cabeça, tontura, sonolência.

Distúrbios Cardíacos

Palpitações.

Distúrbios Vasculares

Rubor (vermelhidão).

Distúrbios Gastrintestinais

Dor abdominal, náusea (enjoo).

Distúrbios Gerais e Condições do Local de Administração

Edema (inchaço), fadiga (cansaço).

Nestes estudos clínicos não foram observadas anormalidades nos exames laboratoriais relacionados ao anlodipino.

Os efeitos colaterais menos comumente observados na experiência pós-comercialização incluem:

Distúrbios Sistema Sanguíneo e Linfático

Leucopenia (redução de células de defesa no sangue), trombocitopenia (diminuição das células de coagulação do sangue, as plaquetas).

Distúrbios do Metabolismo e Nutrição

Hiperglicemia (aumento de glicose no sangue).

Distúrbios Psiquiátricos

Insônia (dificuldade para dormir) e humor alterado.

Distúrbios do Sistema Nervoso

Hipertonia (aumento da contração muscular), hipoestesia (diminuição da sensibilidade), parestesia (dormência e formigamento), neuropatia periférica (doença que afeta um ou vários nervos), síncope (desmaio), disgeusia (alteração do paladar), tremor, transtorno extrapiramidal.

Distúrbios Visuais

Deficiência visual.

Distúrbios do Ouvido e Labirinto

Tinido (zumbido no ouvido).

Distúrbios Vasculares

Hipotensão (pressão baixa), vasculite (inflamação da parede de um vaso sanguíneo).

Distúrbios Respiratórios, Torácico e Mediastinal

Tosse, dispneia (falta de ar), rinite (inflamação da mucosa nasal).

Distúrbios Gastrintestinais

Mudanças nos hábitos intestinais, boca seca, dispepsia (má digestão) (incluindo gastrite (inflamação do estômago)), aumento das gengivas, pancreatite (inflamação no pâncreas), vômito.

Distúrbios da Pele e do Tecido Subcutâneo

Alopecia (perda de cabelo), hiperidrose (aumento de sudorese/transpiração), púrpura (manchas causadas por extravasamento de sangue na pele), descoloração da pele, urticária (alergia da pele).

Distúrbios Musculoesqueléticos e do Tecido Conjuntivo

Artralgia (dor nas articulações), dor nas costas, espasmos musculares, mialgia (dor muscular).

Distúrbios Renais e Urinários

Poliúria (aumento da frequência urinária), distúrbios urinários, noctúria (aumento da frequência urinária à noite).

Distúrbios do Sistema Reprodutivo e Mamas

Ginecomastia (aumento da mama em homens), disfunção erétil (impotência).

Distúrbios Gerais e Condições do Local de Administração

Astenia (fraqueza), mal estar, dor.

Investigações

Aumento/redução de peso.

Raramente foram relatados eventos, incluindo prurido (coceira), rash (erupção cutânea), angioedema (inchaço das partes mais profundas da pele ou da mucosa, geralmente de origem alérgica) e eritema multiforme (manchas vermelhas, bolhas e ulcerações em todo o corpo).

Foram raramente relatados casos de hepatite (inflamação do fígado), icterícia (coloração amarelada da pele e mucosas por acúmulo de pigmentos biliares) e elevações de enzimas hepáticas (do fígado), a maioria compatível com colestase (parada ou dificuldade da eliminação da bile). Alguns casos graves requerendo hospitalização foram relatados em associação ao uso do anlodipino. Em muitos casos, não se sabe se foram realmente devidos ao besilato de anlodipino.

O anlodipino, princípio ativo do medicamento, assim como outros medicamentos que agem bloqueando os canais de cálcio, pode, raramente, apresentar efeitos colaterais que não são diferentes dos que ocorrem com pacientes hipertensos ou com angina que não são tratados - infarto do miocárdio (morte de células do músculo cardíaco por falta de sangue), arritmia (alteração do ritmo do coração), incluindo bradicardia (diminuição dos batimentos cardíacos), taquicardia ventricular (aceleração dos batimentos cardíacos), fibrilação atrial (tipo de alteração do ritmo cardíaco) e dor torácica.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Uso Durante a Gravidez e Amamentação

A&nbsp;segurança do anlodipino na gravidez humana ou amamentação não foi estabelecida.&nbsp;

Não utilize besilato de anlodipino durante a amamentação sem orientação médica. Avise ao seu médico ou cirurgião-dentista se você estiver amamentando ou vai iniciar amamentação durante o uso deste medicamento.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.&nbsp;

Insulficiência Hepática

Se você tem insuficiência hepática (falência da função do fígado), o anlodipino deve ser administrado com cuidado.

Qual a composição do Besilato de Anlodipino EMS?

Cada comprimido de 5 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Besilato de anlodipino*</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">6,935 mg</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Excipiente**</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 5 mg de anlodipino.
**Croscarmelose sódica, fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, estearato de magnésio e celulose microcristalina.

Cada comprimido de 10 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Besilato de anlodipino*</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">13,870 mg</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Excipiente**</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 10 mg de anlodipino.
**Croscarmelose sódica, fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, estearato de magnésio, celulose microcristalina, corante alumínio laca amarelo tartrazina n° 5.

Apresentação do&nbsp;Besilato de Anlodipino - EMS

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimidos 5 mg</h3> <p>Embalagens com 20 ou 30 comprimidos e embalagem fracion&#xE1;vel com 60 ou 90 comprimidos.</p> <h3>Comprimidos 10 mg</h3> <p>Embalagens com 20 ou 30 comprimidos e embalagem fracion&#xE1;vel com 60 ou 90 comprimidos.</p> <p><strong>Via de administra&#xE7;&#xE3;o: uso oral.</strong></p> <p><strong>Uso adulto.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Besilato de Anlodipino EMS maior do que a recomendada?

Se você tomar uma dose excessiva do besilato de anlodipino, pode ocorrer uma grande vasodilatação periférica (dilatação dos vasos sanguíneos) e possível taquicardia reflexa (batimento rápido do coração). Em função dessa vasodilatação poderá surgir hipotensão (diminuição da pressão arterial) prolongada e acentuada, incluindo choque (queda importante da pressão arterial) com resultado fatal. A administração de carvão ativado imediatamente ou até 2 horas depois com o objetivo de reduzir a absorção do anlodipino é uma medida inicial que pode ajudar significativamente. Dependendo do caso, o médico pode proceder a uma lavagem gástrica (do estômago). A hipotensão devido à superdose de anlodipino requer medida ativa de suporte cardiovascular, incluindo monitoração frequente das funções cardíaca e respiratória, elevação das extremidades (pernas), atenção para o volume de fluido circulante e eliminação urinária. O médico poderá administrar um vasoconstritor (medicamento que cause constrição dos vasos sanguíneos) para recuperação do tônus vascular e pressão arterial, desde que o uso do mesmo não seja contraindicado. Outras medidas poderão ser tomadas pelo médico como a administração de gluconato de cálcio intravenoso para reversão dos efeitos bloqueadores do canal de cálcio. Uma vez que o besilato anlodipino se liga às proteínas plasmáticas (do sangue), a diálise não constitui um benefício.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Besilato de Anlodipino EMS com outros remédios?

Interação Medicamento-Medicamento

O anlodipino tem sido administrado com segurança com diuréticos tiazídicos (medicamentos que aumentam a eliminação de urina), alfa bloqueadores (medicamentos para pressão alta e doenças da próstata), betabloqueadores (medicamentos para pressão alta e angina de peito), inibidores da enzima conversora da angiotensina (medicamentos para pressão alta), nitratos de longa ação (nitroglicerina sublingual (medicamentos para angina de peito), anti-inflamatórios não esteroides (drogas que bloqueiam a inflamação e que não são derivadas de hormônios), antibióticos e hipoglicemiantes orais (medicamentos para o tratamento do diabetes).

Foi demonstrado em estudos que besilato de anlodipino não afeta a ligação da digoxina, fenitoína, varfarina ou indometacina às proteínas sanguíneas.

A dose de sinvastatina deve ser avaliada pelo seu médico caso você utilize besilato de anlodipino 20 mg diariamente, uma vez que doses múltiplas de besilato de anlodipino aumentaram a exposição à sinvastatina.A cimetidina, antiácidos contendo alumínio e magnésio e sildenafila não interferem com besilato de anlodipino. Da mesma forma, besilato de anlodipino não interfere na ação da atorvastatina, digoxina, etanol (álcool) e varfarina.

A administração de besilato de anlodipino em associação com medicamentos inibidores (por ex. cetoconazol, itraconazol, ritonavir e claritromicina) ou indutores (por ex. rifampicina, Hypericum perforatum) de CYP3A4 (enzima envolvida no metabolismo de algumas substâncias) deve ser feita com cautela.

Deve-se considerar o monitoramento dos níveis de ciclosporina em pacientes com transplante renal que recebem anlodipino.

Existe um risco de aumento nos níveis de tacrolimo no sangue quando coadministrado com besilato de anlodipino. A fim de evitar a toxicidade do tacrolimo, a administração de besilato de anlodipino em um paciente tratado com tacrolimo exige monitoramento dos níveis de tacrolimo no sangue e ajuste da dose do tacrolimo, quando apropriado.

Os inibidores alvo mecânico dos inibidores da rapamicina (mTOR), tais como, sirolimo, tensirolimo&nbsp;e everolimo&nbsp;são substratos da CYP3A. O besilato de anlodipino é um inibidor fraco da CYP3A. Com a utilização concomitante de inibidores de mTOR, o besilato de anlodipino pode aumentar a exposição dos inibidores de mTOR.

Interação Medicamento - Alimento

A administração de besilato de anlodipino com grapefruit (toranja) ou suco de grapefruit não é recomendada uma vez que os efeitos deste medicamento podem ser reduzidos.

A eficácia deste medicamento depende da capacidade funcional do paciente.

Exame Laboratorial

A interação com exames laboratoriais é desconhecida.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Besilato de Anlodipino EMS (Besilato de Anlodipino)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Uso em Pacientes com Doen&#xE7;a Arterial Coron&#xE1;ria<sup>16</sup> </h3> <p>Os efeitos do anlodipino na morbidade e mortalidade cardiovascular, a progress&#xE3;o de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/aterosclerose/c\" target=\"_blank\">aterosclerose</a> coron&#xE1;ria e aterosclerose car&#xF3;tida foram estudados no estudo cl&#xED;nico Avalia&#xE7;&#xE3;o Prospectiva Randomizada dos Efeitos Vasculares de Besilato de Anlodipino (PREVENT &#x2013; <em>Prospective Randomized Evaluation of the Vascular Effects of Norvasc Trial)</em>. Este estudo multic&#xEA;ntrico, randomizado, duplo-cego, placebo-controlado, acompanhou por 3 anos 825 pacientes com doen&#xE7;a arterial coron&#xE1;ria (DAC) definida angiograficamente. A popula&#xE7;&#xE3;o incluiu pacientes com infarto pr&#xE9;vio do mioc&#xE1;rdio (IM) (45%), angioplastia coron&#xE1;ria percut&#xE2;nea transluminal (ACPT) na linha de base (42%) e hist&#xF3;ria de angina (69%). A gravidade da DAC variou de 1 vaso doente (45%) a 3 ou mais vasos doentes (21%). Os pacientes com hipertens&#xE3;o n&#xE3;o controlada (press&#xE3;o arterial diast&#xF3;lica [PAD] &gt;95 mmHg) foram exclu&#xED;dos do estudo. Um comit&#xEA; de avalia&#xE7;&#xE3;o de desfecho avaliou, de modo cego, os principais eventos cardiovasculares. Embora n&#xE3;o tenha existido nenhum efeito demonstr&#xE1;vel da taxa de progress&#xE3;o das les&#xF5;es na art&#xE9;ria coron&#xE1;ria, o anlodipino impediu a progress&#xE3;o do espessamento da &#xED;ntima-m&#xE9;dia da car&#xF3;tida.</p> <p>Foi observada uma redu&#xE7;&#xE3;o significante (- 31%) em pacientes tratados com anlodipino no desfecho combinado de morte cardiovascular, infarto do mioc&#xE1;rdio, derrame, angioplastia coron&#xE1;ria percut&#xE2;nea transluminal (ACPT), revasculariza&#xE7;&#xE3;o cir&#xFA;rgica do mioc&#xE1;rdio (CABG &#x2013; coronary artery by-pass graft), hospitaliza&#xE7;&#xE3;o para <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/angina-instavel\" target=\"_blank\">angina inst&#xE1;vel</a> e piora da insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva. Uma redu&#xE7;&#xE3;o significante (- 42%) nos procedimentos de revasculariza&#xE7;&#xE3;o (ACPT e revasculariza&#xE7;&#xE3;o cir&#xFA;rgica do mioc&#xE1;rdio) tamb&#xE9;m foi observada em pacientes tratados com anlodipino. Foi observado um n&#xFA;mero de hospitaliza&#xE7;&#xF5;es (- 33%) menor para angina inst&#xE1;vel em pacientes tratados quando comparado ao grupo placebo.</p> <p>A efic&#xE1;cia do anlodipino na preven&#xE7;&#xE3;o de eventos cl&#xED;nicos em pacientes com DAC foi avaliada de forma independente, multic&#xEA;ntrico, randomizado, duplo cego, controlado por placebo em 1997 pacientes, a compara&#xE7;&#xE3;o de anlodipino <em>versus</em> <a href=\"https://consultaremedios.com.br/maleato-de-enalapril/bula\" target=\"_blank\">enalapril</a> para limitar a ocorr&#xEA;ncia de <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/trombose/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">trombose</a> (CAMELOT). Destes pacientes, 663 foram tratados com anlodipino de 5 mg a 10 mg e 655 pacientes foram tratados com o placebo, em adi&#xE7;&#xE3;o ao tratamento padr&#xE3;o das estatinas, beta-bloqueadores, diur&#xE9;ticos, e aspirina, por 2 anos. Os resultados da efic&#xE1;cia s&#xE3;o apresentados na Tabela 1. Os resultados indicam que o tratamento com anlodipino foi associado com menos hospitaliza&#xE7;&#xF5;es por angina e procedimentos de revasculariza&#xE7;&#xE3;o em pacientes com DAC.</p> <p><strong>Tabela 1. Incid&#xEA;ncia de desfechos cl&#xED;nicos significativos no estudo CAMELOT</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:112px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Resultados Cl&#xED;nicos N (%)</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:116px\"><strong>Anlodipino<br> (n = 663)</br></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:110px\"><strong>Placebo<br> (n = 655)</br></strong></td> <td style=\"width:97px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Redu&#xE7;&#xE3;o de risco<br> (valor-p)</br></strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:112px\"> <p style=\"text-align:center\">Desfecho Cardiovascular Composto*</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:116px\">110<br> (16.6)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:110px\">151<br> (23.1)</br></td> <td style=\"width:97px\"> <p style=\"text-align:center\">31%<br> (0.003)</br></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:112px\"> <p style=\"text-align:center\">Hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por Angina</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:116px\">51<br> (7.7)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:110px\">84<br> (12.8)</br></td> <td style=\"width:97px\"> <p style=\"text-align:center\">42%<br> (0.002)</br></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:112px\"> <p style=\"text-align:center\">Revasculariza&#xE7;&#xE3;o Coron&#xE1;ria</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:116px\">78<br> (11.8)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:110px\">103<br> (15.7)</br></td> <td style=\"width:97px\"> <p style=\"text-align:center\">27%<br> (0.033)</br></p> </td> </tr> </tbody> </table> <p>*1) Definido no estudo CAMELOT como a morte cardiovascular, enfarte do mioc&#xE1;rdio n&#xE3;o fatal, parada card&#xED;aca com ressuscita&#xE7;&#xE3;o, revasculariza&#xE7;&#xE3;o coron&#xE1;ria, hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/angina-peito\" target=\"_blank\">angina de peito</a>, hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por CHF, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/acidente-vascular-cerebral/c\" target=\"_blank\">acidente vascular cerebral</a> fatal ou n&#xE3;o fatal ou ataque isqu&#xEA;mico transit&#xF3;rio (AIT), qualquer diagn&#xF3;stico das doen&#xE7;as vasculares perif&#xE9;ricas doen&#xE7;a (DVP) em um sujeito n&#xE3;o previamente diagnosticado como tendo DVP ou qualquer admiss&#xE3;o para um processo para o tratamento de DVP.<br> 2) O desfecho cardiovascular composta (CV) foi o objetivo prim&#xE1;rio de efic&#xE1;cia em CAMELOT.</br></p> <h3>Uso em Pacientes com Insufici&#xEA;ncia Card&#xED;aca<sup>17</sup> </h3> <p>Estudos hemodin&#xE2;micos e estudos cl&#xED;nicos controlados baseados na resposta ao exerc&#xED;cio em pacientes portadores de insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca classes NYHA II a IV, demonstraram que o anlodipino n&#xE3;o levou a uma deteriora&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica quando avaliada em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; toler&#xE2;ncia ao exerc&#xED;cio, fra&#xE7;&#xE3;o de eje&#xE7;&#xE3;o ventricular esquerda e sintomatologia cl&#xED;nica.</p> <p>Um estudo placebo-controlado (PRAISE) para avaliar pacientes portadores de insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca classes NYHA III e IV recebendo digoxina, diur&#xE9;ticos e inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA) demonstrou que o anlodipino n&#xE3;o leva a um aumento no risco da mortalidade ou mortalidade e morbidade combinadas em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca.</p> <p>Em um estudo placebo-controlado com anlodipino, de acompanhamento de longo prazo (PRAISE-2), em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca classes NYHA III e IV, sem sintomas cl&#xED;nicos ou sinais sugestivos de doen&#xE7;a isqu&#xEA;mica preexistente, em doses est&#xE1;veis de inibidores da ECA, digit&#xE1;licos e diur&#xE9;ticos, o anlodipino n&#xE3;o teve qualquer efeito na mortalidade total ou cardiovascular. Nesta mesma popula&#xE7;&#xE3;o, o anlodipino foi associado a um aumento de relatos de edema pulmonar, apesar de n&#xE3;o existir qualquer diferen&#xE7;a significante na incid&#xEA;ncia de piora da insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca quando comparada ao placebo.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. de Bruijn B, Cocco G, Tyler HM, et al. Multicenter placebo-controlled comparison of amlodipine and <a href=\"https://consultaremedios.com.br/atenolol/bula\" target=\"_blank\">atenolol</a> in mild to moderate hypertension. J Cardiovasc Pharmacol 1988; 12[Suppl 7]:S107-S109.<br> 2. Frick MH, McGibney D, Tyler HM, et al. Amlodipine: a double-blind evaluation of the dose-response relationship in mild to moderate hypertension. J Cardiovasc Pharmacol 1988;12[Suppl 7]:S76-S78.<br> 3. Webster J, Robb OJ, Jeffers TA, Scott AK, Petrie JC. Once daily amlodipine in the treatment of mild to moderate hypertension. J Cardiovasc Pharmacol 1988;12[Suppl 7]:S72-S75.<br> 4. Rofman BA. Long term open evaluation of amlodipine versus hydrochlorothiazide in patients with essential hypertension. J Cardiovasc Pharmacol 1988;12[Suppl 7]:S94-S97.<br> 5. Lorimer AR, Smedsrud T, Walker P, Tyler HM. Comparison of amlodipine and <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-verapamil/bula\" target=\"_blank\">verapamil</a> in the treatment of mild to moderate hypertension. J Cardiovasc Pharmacol 1988;12[Suppl 7]:S89-S93.<br> 6. Heber ME, Brigden G, Al-Khawaja I, Raftery EB. 24h blood pressure control with the once daily antagonist amlodipine. Br J Clin Pharmacol 1989;27:359-365.<br> 7. Ram CVS, Kaplan NM, Burris JF, et al. Amlodipine or hydrochlorothiazide in the treatment of hypertension: effects on blood pressure and lipids. J Clin Pharmacol 1988:28[Abstract]:913.<br> 8. Chrysant SG, Chrysant C, Trus J, Hitchcock A. Antihypertensive effectiveness of amlodipine in combination with hydrochlorothiazide. Am J Hypertens 1989;2:537-541.<br> 9. Glasser SP, Chrysant SG, Graves J, Rofman B, Koehn DK. Safety and efficacy of amlodipine added to hydrochlorothiazide therapy in essential hypertension. Am J Hypertens 1989;2:154-157.<br> 10. Maclean D, Mitchell ET, Wilcox RG, Walker P, Tyler HM. A double-blind crossover comparison of amlodipine and placebo added to <a href=\"https://consultaremedios.com.br/captopril/bula\" target=\"_blank\">captopril</a> in moderate to severe hypertension. J Cardiovasc Pharmacol 1988;12 [Suppl 7]:S85-S88.<br> 11. Glasser SP, West TW. Clinical safety and efficacy of once-a-day amlodipine for chronic stable angina pectoris. Am J Cardiol 1988;62:518-522.<br> 12. Glasser SP, Wizda West T. Clinical safety and efficacy of once-a-day amlodipine for chronic stable angina pectoris. Am Heart J 1989;118:1127-1128.<br> 13. Ezekowitz MD, Edmiston A, Hossack K, et al. Eight week double-blind crossover comparison of amlodipine and placebo in patients with stable exertional angina. Circulation 1989;80 [Suppl II]:I-I268.<br> 14. Thadani U, Wombolt DG, Chesnie BM, et al. Amlodipine: a once daily calcium antagonist in the treatment of angina pectoris: a parallel dose-response, placebo-controlled study. Am Heart J 1989;118:1135.<br> 15. Chahine RA, Feldman RL, Giles TD, et al. Efficacy and safety of amlodipine in vasospastic angina: an interim report of a multicenter, placebo-controlled trial. Am Heart J 1989;118:1128-1130.<br> 16. Pitt B, Byington RP, Furberg CD, Hunninghake DB, Mancini GB, Miller ME, Riley W. Effect of amlodipine on the progression of atherosclerosis and the occurrence of clinical events. PREVENT Investigators. 2000;102(13):1503-10.<br> 17. Packer M, O&#x2019;Connor CM, Ghali JK, Pressler ML, Carson PE, Belkin RN, Miller AB, Neuberg GW, Frid D, Wertheimer JH, Cropp AB, DeMets DL. Effect of amlodipine on morbidity and mortality in severe chronic heart failure. Prospective Randomized Amlodipine Survival Evaluation Study Group. 1996; 335(15):1107-14.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Propriedades Farmacodin&#xE2;micas</h3> <p>O anlodipino &#xE9; um inibidor do influxo do &#xED;on de c&#xE1;lcio (bloqueador do canal lento de c&#xE1;lcio ou antagonista do &#xED;on c&#xE1;lcio) e inibe o influxo transmembrana do &#xED;on c&#xE1;lcio para o interior da musculatura lisa card&#xED;aca e vascular.</p> <p>O mecanismo da a&#xE7;&#xE3;o anti-hipertensiva do anlodipino deve-se ao efeito relaxante direto na musculatura vascular lisa.</p> <h4>O mecanismo preciso pelo qual o anlodipino alivia a angina n&#xE3;o est&#xE1; completamente definido, mas reduz o grau de isquemia total pelas duas seguintes a&#xE7;&#xF5;es:</h4> <ul> <li>O anlodipino dilata as arter&#xED;olas perif&#xE9;ricas e, desta maneira, reduz a resist&#xEA;ncia perif&#xE9;rica total (p&#xF3;scarga) contra o trabalho card&#xED;aco. Uma vez que a frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca permanece est&#xE1;vel, esta redu&#xE7;&#xE3;o de carga diminui o consumo de energia mioc&#xE1;rdica e a necessidade de oxig&#xEA;nio;</li> <li>O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do anlodipino tamb&#xE9;m envolve, provavelmente, a dilata&#xE7;&#xE3;o das art&#xE9;rias coron&#xE1;rias principais e arter&#xED;olas coron&#xE1;rias, tanto em regi&#xF5;es normais e isqu&#xEA;micas. Esta dilata&#xE7;&#xE3;o aumenta a libera&#xE7;&#xE3;o de oxig&#xEA;nio no mioc&#xE1;rdio em pacientes com espasmo coronariano arterial (angina de Prinzmetal ou angina variante) e abranda a vasoconstri&#xE7;&#xE3;o coronariana induzida pelo fumo.</li> </ul> <p>Em pacientes com hipertens&#xE3;o, a dose &#xFA;nica di&#xE1;ria proporciona redu&#xE7;&#xF5;es clinicamente significantes na press&#xE3;o sangu&#xED;nea durante o intervalo de 24 , tanto nas posi&#xE7;&#xF5;es supina quanto do indiv&#xED;duo em p&#xE9;. Devido ao lento in&#xED;cio de a&#xE7;&#xE3;o, a hipotens&#xE3;o aguda n&#xE3;o constitui uma caracter&#xED;stica da administra&#xE7;&#xE3;o de anlodipino.</p> <p>Em pacientes com angina, a administra&#xE7;&#xE3;o de dose &#xFA;nica di&#xE1;ria de anlodipino aumenta o tempo total de exerc&#xED;cio, tempo de in&#xED;cio da angina e tempo para atingir 1 mm de <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/depressao/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">depress&#xE3;o</a> no segmento ST, e diminui tanto a frequ&#xEA;ncia de crises anginosas e o consumo de comprimidos de nitroglicerina.</p> <p>O anlodipino n&#xE3;o foi associado a qualquer efeito metab&#xF3;lico adverso ou altera&#xE7;&#xE3;o nos l&#xED;pides plasm&#xE1;ticos, sendo adequada para uso em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/asma/c\" target=\"_blank\">asma</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">diabetes</a> e <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-dos-ossos/gota/c\" target=\"_blank\">gota</a>.</p> <h3>Propriedades Farmacocin&#xE9;ticas</h3> <h4>Absor&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de doses terap&#xEA;uticas, o anlodipino &#xE9; bem absorvido com picos plasm&#xE1;ticos entre 6 e 12 horas ap&#xF3;s a dose. A biodisponibilidade absoluta foi estimada entre 64% e 80%. O volume de distribui&#xE7;&#xE3;o &#xE9; de aproximadamente 21 L/kg. A absor&#xE7;&#xE3;o n&#xE3;o &#xE9; alterada pela ingest&#xE3;o de alimentos.</p> <p>Os estudos<em> in vitro</em> demonstraram que cerca de 97,5% do anlodipino circulante est&#xE1; ligado &#xE0;s prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas.</p> <h4>Biotransforma&#xE7;&#xE3;o/Elimina&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o terminal plasm&#xE1;tica &#xE9; de cerca de 35 a 50 horas, e &#xE9; consistente com a dose &#xFA;nica di&#xE1;ria. Os n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos no estado de equil&#xED;brio s&#xE3;o obtidos ap&#xF3;s 7 a 8 dias de doses consecutivas. O anlodipino &#xE9; amplamente metabolizado no <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a> em metab&#xF3;litos inativos, com 10% do f&#xE1;rmaco inalterado e 60% dos metab&#xF3;litos excretados na urina.</p> <h4>Uso em Pacientes Idosos</h4> <p>O tempo para alcan&#xE7;ar o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica do anlodipino &#xE9; similar para indiv&#xED;duos jovens e idosos. Em pacientes idosos, o <em>clearance</em> de anlodipino tende a estar diminu&#xED;do, resultando em aumentos na &#xE1;rea sob a curva (AUC) e na meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica. Em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva (ICC), aumentos na &#xE1;rea sob a curva (AUC) e na meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o ocorreram conforme o esperado para pacientes com a idade do grupo estudado.</p> <h3>Dados de Seguran&#xE7;a Pr&#xE9;-Cl&#xED;nicos</h3> <h4>Carcinog&#xEA;nese, Mutag&#xEA;nese, Diminui&#xE7;&#xE3;o da fertilidade</h4> <p>Ratos e camundongos tratados com anlodipino na dieta por 2 anos, em concentra&#xE7;&#xF5;es calculadas para fornecer n&#xED;veis de dose di&#xE1;ria de 0,5; 1,25 e 2,5 mg/kg/dia, n&#xE3;o demonstraram evid&#xEA;ncia de carcinogenicidade. A dose mais alta (similar no caso de camundongos, e o dobro* no caso ratos, &#xE0; dose cl&#xED;nica m&#xE1;xima recomendada de 10 mg na base de mg/m2 ) estava pr&#xF3;xima &#xE0; dose m&#xE1;xima tolerada por camundongos, mas n&#xE3;o por ratos.</p> <p>Estudos de mutagenicidade n&#xE3;o revelaram efeitos relacionados ao f&#xE1;rmaco, mesmo em n&#xED;veis de genes ou cromossomos.</p> <p>N&#xE3;o houve efeito na fertilidade de ratos tratados com anlodipino (machos por 64 dias e f&#xEA;meas por 14 dias antes da reprodu&#xE7;&#xE3;o) em doses at&#xE9; 10 mg/kg/dia (8 vezes* a dose m&#xE1;xima recomendada para humanos de 10 mg, na base de mg/m<sup>2</sup>).</p> <p>*Com base no peso do paciente de 50 kg.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Besilato de Anlodipino EMS?

O besilato de anlodipino deve ser conservado em temperatura ambiente (15°C a 30°C). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido.

Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

O besilato de anlodipino 5 mg

Comprimido branco, circular, biconvexo e monossectado.

O besilato de anlodipino 10 mg

Comprimido amarelo, circular, biconvexo e monossectado.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres Legais do Besilato de Anlodipino EMS

Registro M.S. nº. 1.0235.0536

Farmacêutico Responsável:
Dr. Ronoel Caza de Dio
CRF-SP n° 19.710

Registrado e Embalado por:
EMS S/A.
Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 08
Bairro: Chácara Assay
CEP: 13186-901
Hortolândia/SP
C.N.P.J.: 57.507.378/0003-65
Indústria Brasileira






Fabricado por:
Novamed Fabricação de Produtos Farmacêuticos Ltda.
Manaus/AM

OU

Registrado, Fabricado e Embalado por:
EMS S/A.
Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 08
Bairro: Chácara Assay
CEP: 13186-901
Hortolândia/SP
C.N.P.J.: 57.507.378/0003-65
Indústria Brasileira






SAC:
0800 191914

Venda sob prescrição médica.

10mg, caixa com 90 comprimidos

Princípio ativo
:
Besilato De Anlodipino
Classe Terapêutica
:
Antagonistas do Cálcio Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Anti-Hipertensivo
Especialidade
:
Cardiologia

Bula do medicamento

Besilato de Anlodipino EMS, para o que é indicado e para o que serve?

O besilato de anlodipino é indicado como medicamento de primeira escolha no tratamento da hipertensão (pressão alta) e angina de peito (dor no peito, por doença do coração) devido à isquemia miocárdica (falta de sangue no coração).

O besilato de anlodipino pode ser usado isoladamente ou em combinação com outros medicamentos para tratar as mesmas indicações acima.

Como o&nbsp;Besilato de Anlodipino - EMS funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>O anlodipino, princ&#xED;pio ativo do medicamento, interfere no movimento do c&#xE1;lcio para dentro das c&#xE9;lulas card&#xED;acas e da musculatura dos vasos sangu&#xED;neos. Como resultado dessa a&#xE7;&#xE3;o, o anlodipino relaxa os vasos sangu&#xED;neos que irrigam o cora&#xE7;&#xE3;o e o resto do corpo, aumentando a&amp;nbsp;quantidade de sangue e oxig&#xEA;nio para o cora&#xE7;&#xE3;o, reduzindo a sua carga de trabalho e, por relaxar os vasos sangu&#xED;neos, permite que o sangue passe atrav&#xE9;s deles mais facilmente.</p> <p>A press&#xE3;o arterial alta imp&#xF5;e ao cora&#xE7;&#xE3;o e &#xE0;s art&#xE9;rias (vasos sangu&#xED;neos) uma sobrecarga de trabalho que, em longo prazo, faz com que o cora&#xE7;&#xE3;o e as art&#xE9;rias n&#xE3;o funcionem adequadamente. Isto pode causar danos nos vasos sangu&#xED;neos do c&#xE9;rebro, cora&#xE7;&#xE3;o e rins, resultando em acidentes cerebrovasculares (derrames), <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> e renal (altera&#xE7;&#xE3;o na fun&#xE7;&#xE3;o do cora&#xE7;&#xE3;o e dos rins). Press&#xE3;o alta tamb&#xE9;m pode aumentar o risco de infarto (<a href=\"https://minutosaudavel.com.br/infarto/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">ataque card&#xED;aco</a>). Se a press&#xE3;o arterial for controlada, esses problemas podem n&#xE3;o ocorrer ou pode haver menor possibilidade de que ocorram.</p> "}

Quais as contraindicações do Besilato de Anlodipino EMS?

Não use o besilato de anlodipino se você tem hipersensibilidade às diidropiridinas* (classe de medicamentos a que pertence o anlodipino, princípio ativo do medicamento) ou a qualquer componente da fórmula.

*O anlodipino é um bloqueador do canal de cálcio diidropiridino.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Como usar o Besilato de Anlodipino EMS?

O besilato de anlodipino deve ser ingerido com quantidade de líquido suficiente para deglutição, com ou sem alimentos.

Posologia do&nbsp;Besilato de Anlodipino - EMS

{"tag":"hr","value":" <p>No tratamento da hipertens&#xE3;o e da angina, a dose inicial usual de besilato de anlodipino &#xE9; de 5 mg 1 vez ao dia, podendo ser aumentada pelo seu m&#xE9;dico para a dose m&#xE1;xima de 10 mg, dependendo da resposta individual do paciente.</p> <p>Seu m&#xE9;dico provavelmente n&#xE3;o far&#xE1; ajuste de dose de besilato de anlodipino na administra&#xE7;&#xE3;o concomitante com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/diureticos/c\" target=\"_blank\">diur&#xE9;ticos</a> tiaz&#xED;dicos (medicamentos que aumentam a elimina&#xE7;&#xE3;o de urina), betabloqueadores (medicamentos para press&#xE3;o alta e angina de peito), e inibidores da enzima conversora da angiotensina (medicamentos para press&#xE3;o alta), porque n&#xE3;o h&#xE1; interfer&#xEA;ncia desses medicamentos na a&#xE7;&#xE3;o de besilato de anlodipino.</p> <h3>Uso em Pacientes Idosos</h3> <p>N&#xE3;o &#xE9; necess&#xE1;rio ajuste de dose em pacientes idosos. As mesmas orienta&#xE7;&#xF5;es dadas aos adultos jovens devem ser seguidas para os pacientes idosos.</p> <h3>Uso em Crian&#xE7;as</h3> <p>A&amp;nbsp;efic&#xE1;cia e a seguran&#xE7;a de besilato de anlodipino n&#xE3;o foram estabelecidas em crian&#xE7;as.</p> <h3>Uso em Pacientes com Insufici&#xEA;ncia Hep&#xE1;tica</h3> <p>A&amp;nbsp;administra&#xE7;&#xE3;o de besilato de anlodipino deve ser feita com cuidado.</p> <h3>Uso em Pacientes com Insufici&#xEA;ncia Renal</h3> <p>Besilato de anlodipino pode ser empregado em tais pacientes nas doses habituais. O anlodipino n&#xE3;o &#xE9; dialis&#xE1;vel.</p> <p><strong>Siga a orienta&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico, respeitando sempre os hor&#xE1;rios, as doses e a dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento. N&#xE3;o interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu m&#xE9;dico.</strong></p> <p><strong>Este medicamento n&#xE3;o deve ser partido, aberto ou mastigado.</strong></p> <h2>O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o&amp;nbsp;Besilato de Anlodipino - EMS?</h2> <hr> <p>Caso voc&#xEA; se esque&#xE7;a de tomar o besilato de anlodipino no hor&#xE1;rio estabelecido pelo seu m&#xE9;dico, tome-o assim que lembrar.</p> <p>Entretanto, se j&#xE1; estiver perto do hor&#xE1;rio de tomar a pr&#xF3;xima dose, pule a dose esquecida e tome a pr&#xF3;xima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu m&#xE9;dico. Neste caso, n&#xE3;o tome o medicamento em dobro para compensar doses esquecidas.</p> <p>O esquecimento de dose pode comprometer a efic&#xE1;cia do tratamento.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> </hr>"}

Quais cuidados devo ter ao usar o Besilato de Anlodipino EMS?

Se você tem insuficiência cardíaca (incapacidade do coração bombear a quantidade adequada de sangue) de origem não isquêmica (ou seja, não relacionada ao fluxo de sangue reduzido), o anlodipino deve ser administrado com cuidado. Para indivíduos com insuficiência cardíaca, existe um aumento do número de casos de edema pulmonar (acúmulo de líquido nos pulmões).

Utilize besilato de anlodipino apenas pela via de administração indicada, ou seja, somente pela via oral.

Efeitos na Habilidade de Dirigir e/ou Operar Máquinas

É improvável o comprometimento da sua habilidade de dirigir ou operar máquinas.

Atenção:&nbsp;Este produto, na concentração de 10 mg, contém o corante amarelo de tartazina&nbsp;que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao Ácido Acetilsalicílico.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Besilato de Anlodipino EMS?

O besilato de anlodipino é bem tolerado.

Em estudos clínicos envolvendo pacientes com hipertensão ou angina, os efeitos colaterais mais comumente observados foram:

Distúrbios do Sistema Nervoso

Dores de cabeça, tontura, sonolência.

Distúrbios Cardíacos

Palpitações.

Distúrbios Vasculares

Rubor (vermelhidão).

Distúrbios Gastrintestinais

Dor abdominal, náusea (enjoo).

Distúrbios Gerais e Condições do Local de Administração

Edema (inchaço), fadiga (cansaço).

Nestes estudos clínicos não foram observadas anormalidades nos exames laboratoriais relacionados ao anlodipino.

Os efeitos colaterais menos comumente observados na experiência pós-comercialização incluem:

Distúrbios Sistema Sanguíneo e Linfático

Leucopenia (redução de células de defesa no sangue), trombocitopenia (diminuição das células de coagulação do sangue, as plaquetas).

Distúrbios do Metabolismo e Nutrição

Hiperglicemia (aumento de glicose no sangue).

Distúrbios Psiquiátricos

Insônia (dificuldade para dormir) e humor alterado.

Distúrbios do Sistema Nervoso

Hipertonia (aumento da contração muscular), hipoestesia (diminuição da sensibilidade), parestesia (dormência e formigamento), neuropatia periférica (doença que afeta um ou vários nervos), síncope (desmaio), disgeusia (alteração do paladar), tremor, transtorno extrapiramidal.

Distúrbios Visuais

Deficiência visual.

Distúrbios do Ouvido e Labirinto

Tinido (zumbido no ouvido).

Distúrbios Vasculares

Hipotensão (pressão baixa), vasculite (inflamação da parede de um vaso sanguíneo).

Distúrbios Respiratórios, Torácico e Mediastinal

Tosse, dispneia (falta de ar), rinite (inflamação da mucosa nasal).

Distúrbios Gastrintestinais

Mudanças nos hábitos intestinais, boca seca, dispepsia (má digestão) (incluindo gastrite (inflamação do estômago)), aumento das gengivas, pancreatite (inflamação no pâncreas), vômito.

Distúrbios da Pele e do Tecido Subcutâneo

Alopecia (perda de cabelo), hiperidrose (aumento de sudorese/transpiração), púrpura (manchas causadas por extravasamento de sangue na pele), descoloração da pele, urticária (alergia da pele).

Distúrbios Musculoesqueléticos e do Tecido Conjuntivo

Artralgia (dor nas articulações), dor nas costas, espasmos musculares, mialgia (dor muscular).

Distúrbios Renais e Urinários

Poliúria (aumento da frequência urinária), distúrbios urinários, noctúria (aumento da frequência urinária à noite).

Distúrbios do Sistema Reprodutivo e Mamas

Ginecomastia (aumento da mama em homens), disfunção erétil (impotência).

Distúrbios Gerais e Condições do Local de Administração

Astenia (fraqueza), mal estar, dor.

Investigações

Aumento/redução de peso.

Raramente foram relatados eventos, incluindo prurido (coceira), rash (erupção cutânea), angioedema (inchaço das partes mais profundas da pele ou da mucosa, geralmente de origem alérgica) e eritema multiforme (manchas vermelhas, bolhas e ulcerações em todo o corpo).

Foram raramente relatados casos de hepatite (inflamação do fígado), icterícia (coloração amarelada da pele e mucosas por acúmulo de pigmentos biliares) e elevações de enzimas hepáticas (do fígado), a maioria compatível com colestase (parada ou dificuldade da eliminação da bile). Alguns casos graves requerendo hospitalização foram relatados em associação ao uso do anlodipino. Em muitos casos, não se sabe se foram realmente devidos ao besilato de anlodipino.

O anlodipino, princípio ativo do medicamento, assim como outros medicamentos que agem bloqueando os canais de cálcio, pode, raramente, apresentar efeitos colaterais que não são diferentes dos que ocorrem com pacientes hipertensos ou com angina que não são tratados - infarto do miocárdio (morte de células do músculo cardíaco por falta de sangue), arritmia (alteração do ritmo do coração), incluindo bradicardia (diminuição dos batimentos cardíacos), taquicardia ventricular (aceleração dos batimentos cardíacos), fibrilação atrial (tipo de alteração do ritmo cardíaco) e dor torácica.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Uso Durante a Gravidez e Amamentação

A&nbsp;segurança do anlodipino na gravidez humana ou amamentação não foi estabelecida.&nbsp;

Não utilize besilato de anlodipino durante a amamentação sem orientação médica. Avise ao seu médico ou cirurgião-dentista se você estiver amamentando ou vai iniciar amamentação durante o uso deste medicamento.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.&nbsp;

Insulficiência Hepática

Se você tem insuficiência hepática (falência da função do fígado), o anlodipino deve ser administrado com cuidado.

Qual a composição do Besilato de Anlodipino EMS?

Cada comprimido de 5 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Besilato de anlodipino*</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">6,935 mg</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Excipiente**</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 5 mg de anlodipino.
**Croscarmelose sódica, fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, estearato de magnésio e celulose microcristalina.

Cada comprimido de 10 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Besilato de anlodipino*</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">13,870 mg</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Excipiente**</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 10 mg de anlodipino.
**Croscarmelose sódica, fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, estearato de magnésio, celulose microcristalina, corante alumínio laca amarelo tartrazina n° 5.

Apresentação do&nbsp;Besilato de Anlodipino - EMS

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimidos 5 mg</h3> <p>Embalagens com 20 ou 30 comprimidos e embalagem fracion&#xE1;vel com 60 ou 90 comprimidos.</p> <h3>Comprimidos 10 mg</h3> <p>Embalagens com 20 ou 30 comprimidos e embalagem fracion&#xE1;vel com 60 ou 90 comprimidos.</p> <p><strong>Via de administra&#xE7;&#xE3;o: uso oral.</strong></p> <p><strong>Uso adulto.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Besilato de Anlodipino EMS maior do que a recomendada?

Se você tomar uma dose excessiva do besilato de anlodipino, pode ocorrer uma grande vasodilatação periférica (dilatação dos vasos sanguíneos) e possível taquicardia reflexa (batimento rápido do coração). Em função dessa vasodilatação poderá surgir hipotensão (diminuição da pressão arterial) prolongada e acentuada, incluindo choque (queda importante da pressão arterial) com resultado fatal. A administração de carvão ativado imediatamente ou até 2 horas depois com o objetivo de reduzir a absorção do anlodipino é uma medida inicial que pode ajudar significativamente. Dependendo do caso, o médico pode proceder a uma lavagem gástrica (do estômago). A hipotensão devido à superdose de anlodipino requer medida ativa de suporte cardiovascular, incluindo monitoração frequente das funções cardíaca e respiratória, elevação das extremidades (pernas), atenção para o volume de fluido circulante e eliminação urinária. O médico poderá administrar um vasoconstritor (medicamento que cause constrição dos vasos sanguíneos) para recuperação do tônus vascular e pressão arterial, desde que o uso do mesmo não seja contraindicado. Outras medidas poderão ser tomadas pelo médico como a administração de gluconato de cálcio intravenoso para reversão dos efeitos bloqueadores do canal de cálcio. Uma vez que o besilato anlodipino se liga às proteínas plasmáticas (do sangue), a diálise não constitui um benefício.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Besilato de Anlodipino EMS com outros remédios?

Interação Medicamento-Medicamento

O anlodipino tem sido administrado com segurança com diuréticos tiazídicos (medicamentos que aumentam a eliminação de urina), alfa bloqueadores (medicamentos para pressão alta e doenças da próstata), betabloqueadores (medicamentos para pressão alta e angina de peito), inibidores da enzima conversora da angiotensina (medicamentos para pressão alta), nitratos de longa ação (nitroglicerina sublingual (medicamentos para angina de peito), anti-inflamatórios não esteroides (drogas que bloqueiam a inflamação e que não são derivadas de hormônios), antibióticos e hipoglicemiantes orais (medicamentos para o tratamento do diabetes).

Foi demonstrado em estudos que besilato de anlodipino não afeta a ligação da digoxina, fenitoína, varfarina ou indometacina às proteínas sanguíneas.

A dose de sinvastatina deve ser avaliada pelo seu médico caso você utilize besilato de anlodipino 20 mg diariamente, uma vez que doses múltiplas de besilato de anlodipino aumentaram a exposição à sinvastatina.A cimetidina, antiácidos contendo alumínio e magnésio e sildenafila não interferem com besilato de anlodipino. Da mesma forma, besilato de anlodipino não interfere na ação da atorvastatina, digoxina, etanol (álcool) e varfarina.

A administração de besilato de anlodipino em associação com medicamentos inibidores (por ex. cetoconazol, itraconazol, ritonavir e claritromicina) ou indutores (por ex. rifampicina, Hypericum perforatum) de CYP3A4 (enzima envolvida no metabolismo de algumas substâncias) deve ser feita com cautela.

Deve-se considerar o monitoramento dos níveis de ciclosporina em pacientes com transplante renal que recebem anlodipino.

Existe um risco de aumento nos níveis de tacrolimo no sangue quando coadministrado com besilato de anlodipino. A fim de evitar a toxicidade do tacrolimo, a administração de besilato de anlodipino em um paciente tratado com tacrolimo exige monitoramento dos níveis de tacrolimo no sangue e ajuste da dose do tacrolimo, quando apropriado.

Os inibidores alvo mecânico dos inibidores da rapamicina (mTOR), tais como, sirolimo, tensirolimo&nbsp;e everolimo&nbsp;são substratos da CYP3A. O besilato de anlodipino é um inibidor fraco da CYP3A. Com a utilização concomitante de inibidores de mTOR, o besilato de anlodipino pode aumentar a exposição dos inibidores de mTOR.

Interação Medicamento - Alimento

A administração de besilato de anlodipino com grapefruit (toranja) ou suco de grapefruit não é recomendada uma vez que os efeitos deste medicamento podem ser reduzidos.

A eficácia deste medicamento depende da capacidade funcional do paciente.

Exame Laboratorial

A interação com exames laboratoriais é desconhecida.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Besilato de Anlodipino EMS (Besilato de Anlodipino)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Uso em Pacientes com Doen&#xE7;a Arterial Coron&#xE1;ria<sup>16</sup> </h3> <p>Os efeitos do anlodipino na morbidade e mortalidade cardiovascular, a progress&#xE3;o de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/aterosclerose/c\" target=\"_blank\">aterosclerose</a> coron&#xE1;ria e aterosclerose car&#xF3;tida foram estudados no estudo cl&#xED;nico Avalia&#xE7;&#xE3;o Prospectiva Randomizada dos Efeitos Vasculares de Besilato de Anlodipino (PREVENT &#x2013; <em>Prospective Randomized Evaluation of the Vascular Effects of Norvasc Trial)</em>. Este estudo multic&#xEA;ntrico, randomizado, duplo-cego, placebo-controlado, acompanhou por 3 anos 825 pacientes com doen&#xE7;a arterial coron&#xE1;ria (DAC) definida angiograficamente. A popula&#xE7;&#xE3;o incluiu pacientes com infarto pr&#xE9;vio do mioc&#xE1;rdio (IM) (45%), angioplastia coron&#xE1;ria percut&#xE2;nea transluminal (ACPT) na linha de base (42%) e hist&#xF3;ria de angina (69%). A gravidade da DAC variou de 1 vaso doente (45%) a 3 ou mais vasos doentes (21%). Os pacientes com hipertens&#xE3;o n&#xE3;o controlada (press&#xE3;o arterial diast&#xF3;lica [PAD] &gt;95 mmHg) foram exclu&#xED;dos do estudo. Um comit&#xEA; de avalia&#xE7;&#xE3;o de desfecho avaliou, de modo cego, os principais eventos cardiovasculares. Embora n&#xE3;o tenha existido nenhum efeito demonstr&#xE1;vel da taxa de progress&#xE3;o das les&#xF5;es na art&#xE9;ria coron&#xE1;ria, o anlodipino impediu a progress&#xE3;o do espessamento da &#xED;ntima-m&#xE9;dia da car&#xF3;tida.</p> <p>Foi observada uma redu&#xE7;&#xE3;o significante (- 31%) em pacientes tratados com anlodipino no desfecho combinado de morte cardiovascular, infarto do mioc&#xE1;rdio, derrame, angioplastia coron&#xE1;ria percut&#xE2;nea transluminal (ACPT), revasculariza&#xE7;&#xE3;o cir&#xFA;rgica do mioc&#xE1;rdio (CABG &#x2013; coronary artery by-pass graft), hospitaliza&#xE7;&#xE3;o para <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/angina-instavel\" target=\"_blank\">angina inst&#xE1;vel</a> e piora da insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva. Uma redu&#xE7;&#xE3;o significante (- 42%) nos procedimentos de revasculariza&#xE7;&#xE3;o (ACPT e revasculariza&#xE7;&#xE3;o cir&#xFA;rgica do mioc&#xE1;rdio) tamb&#xE9;m foi observada em pacientes tratados com anlodipino. Foi observado um n&#xFA;mero de hospitaliza&#xE7;&#xF5;es (- 33%) menor para angina inst&#xE1;vel em pacientes tratados quando comparado ao grupo placebo.</p> <p>A efic&#xE1;cia do anlodipino na preven&#xE7;&#xE3;o de eventos cl&#xED;nicos em pacientes com DAC foi avaliada de forma independente, multic&#xEA;ntrico, randomizado, duplo cego, controlado por placebo em 1997 pacientes, a compara&#xE7;&#xE3;o de anlodipino <em>versus</em> <a href=\"https://consultaremedios.com.br/maleato-de-enalapril/bula\" target=\"_blank\">enalapril</a> para limitar a ocorr&#xEA;ncia de <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/trombose/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">trombose</a> (CAMELOT). Destes pacientes, 663 foram tratados com anlodipino de 5 mg a 10 mg e 655 pacientes foram tratados com o placebo, em adi&#xE7;&#xE3;o ao tratamento padr&#xE3;o das estatinas, beta-bloqueadores, diur&#xE9;ticos, e aspirina, por 2 anos. Os resultados da efic&#xE1;cia s&#xE3;o apresentados na Tabela 1. Os resultados indicam que o tratamento com anlodipino foi associado com menos hospitaliza&#xE7;&#xF5;es por angina e procedimentos de revasculariza&#xE7;&#xE3;o em pacientes com DAC.</p> <p><strong>Tabela 1. Incid&#xEA;ncia de desfechos cl&#xED;nicos significativos no estudo CAMELOT</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:112px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Resultados Cl&#xED;nicos N (%)</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:116px\"><strong>Anlodipino<br> (n = 663)</br></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:110px\"><strong>Placebo<br> (n = 655)</br></strong></td> <td style=\"width:97px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Redu&#xE7;&#xE3;o de risco<br> (valor-p)</br></strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:112px\"> <p style=\"text-align:center\">Desfecho Cardiovascular Composto*</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:116px\">110<br> (16.6)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:110px\">151<br> (23.1)</br></td> <td style=\"width:97px\"> <p style=\"text-align:center\">31%<br> (0.003)</br></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:112px\"> <p style=\"text-align:center\">Hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por Angina</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:116px\">51<br> (7.7)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:110px\">84<br> (12.8)</br></td> <td style=\"width:97px\"> <p style=\"text-align:center\">42%<br> (0.002)</br></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:112px\"> <p style=\"text-align:center\">Revasculariza&#xE7;&#xE3;o Coron&#xE1;ria</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:116px\">78<br> (11.8)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:110px\">103<br> (15.7)</br></td> <td style=\"width:97px\"> <p style=\"text-align:center\">27%<br> (0.033)</br></p> </td> </tr> </tbody> </table> <p>*1) Definido no estudo CAMELOT como a morte cardiovascular, enfarte do mioc&#xE1;rdio n&#xE3;o fatal, parada card&#xED;aca com ressuscita&#xE7;&#xE3;o, revasculariza&#xE7;&#xE3;o coron&#xE1;ria, hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/angina-peito\" target=\"_blank\">angina de peito</a>, hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por CHF, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/acidente-vascular-cerebral/c\" target=\"_blank\">acidente vascular cerebral</a> fatal ou n&#xE3;o fatal ou ataque isqu&#xEA;mico transit&#xF3;rio (AIT), qualquer diagn&#xF3;stico das doen&#xE7;as vasculares perif&#xE9;ricas doen&#xE7;a (DVP) em um sujeito n&#xE3;o previamente diagnosticado como tendo DVP ou qualquer admiss&#xE3;o para um processo para o tratamento de DVP.<br> 2) O desfecho cardiovascular composta (CV) foi o objetivo prim&#xE1;rio de efic&#xE1;cia em CAMELOT.</br></p> <h3>Uso em Pacientes com Insufici&#xEA;ncia Card&#xED;aca<sup>17</sup> </h3> <p>Estudos hemodin&#xE2;micos e estudos cl&#xED;nicos controlados baseados na resposta ao exerc&#xED;cio em pacientes portadores de insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca classes NYHA II a IV, demonstraram que o anlodipino n&#xE3;o levou a uma deteriora&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica quando avaliada em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; toler&#xE2;ncia ao exerc&#xED;cio, fra&#xE7;&#xE3;o de eje&#xE7;&#xE3;o ventricular esquerda e sintomatologia cl&#xED;nica.</p> <p>Um estudo placebo-controlado (PRAISE) para avaliar pacientes portadores de insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca classes NYHA III e IV recebendo digoxina, diur&#xE9;ticos e inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA) demonstrou que o anlodipino n&#xE3;o leva a um aumento no risco da mortalidade ou mortalidade e morbidade combinadas em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca.</p> <p>Em um estudo placebo-controlado com anlodipino, de acompanhamento de longo prazo (PRAISE-2), em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca classes NYHA III e IV, sem sintomas cl&#xED;nicos ou sinais sugestivos de doen&#xE7;a isqu&#xEA;mica preexistente, em doses est&#xE1;veis de inibidores da ECA, digit&#xE1;licos e diur&#xE9;ticos, o anlodipino n&#xE3;o teve qualquer efeito na mortalidade total ou cardiovascular. Nesta mesma popula&#xE7;&#xE3;o, o anlodipino foi associado a um aumento de relatos de edema pulmonar, apesar de n&#xE3;o existir qualquer diferen&#xE7;a significante na incid&#xEA;ncia de piora da insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca quando comparada ao placebo.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. de Bruijn B, Cocco G, Tyler HM, et al. Multicenter placebo-controlled comparison of amlodipine and <a href=\"https://consultaremedios.com.br/atenolol/bula\" target=\"_blank\">atenolol</a> in mild to moderate hypertension. J Cardiovasc Pharmacol 1988; 12[Suppl 7]:S107-S109.<br> 2. Frick MH, McGibney D, Tyler HM, et al. Amlodipine: a double-blind evaluation of the dose-response relationship in mild to moderate hypertension. J Cardiovasc Pharmacol 1988;12[Suppl 7]:S76-S78.<br> 3. Webster J, Robb OJ, Jeffers TA, Scott AK, Petrie JC. Once daily amlodipine in the treatment of mild to moderate hypertension. J Cardiovasc Pharmacol 1988;12[Suppl 7]:S72-S75.<br> 4. Rofman BA. Long term open evaluation of amlodipine versus hydrochlorothiazide in patients with essential hypertension. J Cardiovasc Pharmacol 1988;12[Suppl 7]:S94-S97.<br> 5. Lorimer AR, Smedsrud T, Walker P, Tyler HM. Comparison of amlodipine and <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-verapamil/bula\" target=\"_blank\">verapamil</a> in the treatment of mild to moderate hypertension. J Cardiovasc Pharmacol 1988;12[Suppl 7]:S89-S93.<br> 6. Heber ME, Brigden G, Al-Khawaja I, Raftery EB. 24h blood pressure control with the once daily antagonist amlodipine. Br J Clin Pharmacol 1989;27:359-365.<br> 7. Ram CVS, Kaplan NM, Burris JF, et al. Amlodipine or hydrochlorothiazide in the treatment of hypertension: effects on blood pressure and lipids. J Clin Pharmacol 1988:28[Abstract]:913.<br> 8. Chrysant SG, Chrysant C, Trus J, Hitchcock A. Antihypertensive effectiveness of amlodipine in combination with hydrochlorothiazide. Am J Hypertens 1989;2:537-541.<br> 9. Glasser SP, Chrysant SG, Graves J, Rofman B, Koehn DK. Safety and efficacy of amlodipine added to hydrochlorothiazide therapy in essential hypertension. Am J Hypertens 1989;2:154-157.<br> 10. Maclean D, Mitchell ET, Wilcox RG, Walker P, Tyler HM. A double-blind crossover comparison of amlodipine and placebo added to <a href=\"https://consultaremedios.com.br/captopril/bula\" target=\"_blank\">captopril</a> in moderate to severe hypertension. J Cardiovasc Pharmacol 1988;12 [Suppl 7]:S85-S88.<br> 11. Glasser SP, West TW. Clinical safety and efficacy of once-a-day amlodipine for chronic stable angina pectoris. Am J Cardiol 1988;62:518-522.<br> 12. Glasser SP, Wizda West T. Clinical safety and efficacy of once-a-day amlodipine for chronic stable angina pectoris. Am Heart J 1989;118:1127-1128.<br> 13. Ezekowitz MD, Edmiston A, Hossack K, et al. Eight week double-blind crossover comparison of amlodipine and placebo in patients with stable exertional angina. Circulation 1989;80 [Suppl II]:I-I268.<br> 14. Thadani U, Wombolt DG, Chesnie BM, et al. Amlodipine: a once daily calcium antagonist in the treatment of angina pectoris: a parallel dose-response, placebo-controlled study. Am Heart J 1989;118:1135.<br> 15. Chahine RA, Feldman RL, Giles TD, et al. Efficacy and safety of amlodipine in vasospastic angina: an interim report of a multicenter, placebo-controlled trial. Am Heart J 1989;118:1128-1130.<br> 16. Pitt B, Byington RP, Furberg CD, Hunninghake DB, Mancini GB, Miller ME, Riley W. Effect of amlodipine on the progression of atherosclerosis and the occurrence of clinical events. PREVENT Investigators. 2000;102(13):1503-10.<br> 17. Packer M, O&#x2019;Connor CM, Ghali JK, Pressler ML, Carson PE, Belkin RN, Miller AB, Neuberg GW, Frid D, Wertheimer JH, Cropp AB, DeMets DL. Effect of amlodipine on morbidity and mortality in severe chronic heart failure. Prospective Randomized Amlodipine Survival Evaluation Study Group. 1996; 335(15):1107-14.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Propriedades Farmacodin&#xE2;micas</h3> <p>O anlodipino &#xE9; um inibidor do influxo do &#xED;on de c&#xE1;lcio (bloqueador do canal lento de c&#xE1;lcio ou antagonista do &#xED;on c&#xE1;lcio) e inibe o influxo transmembrana do &#xED;on c&#xE1;lcio para o interior da musculatura lisa card&#xED;aca e vascular.</p> <p>O mecanismo da a&#xE7;&#xE3;o anti-hipertensiva do anlodipino deve-se ao efeito relaxante direto na musculatura vascular lisa.</p> <h4>O mecanismo preciso pelo qual o anlodipino alivia a angina n&#xE3;o est&#xE1; completamente definido, mas reduz o grau de isquemia total pelas duas seguintes a&#xE7;&#xF5;es:</h4> <ul> <li>O anlodipino dilata as arter&#xED;olas perif&#xE9;ricas e, desta maneira, reduz a resist&#xEA;ncia perif&#xE9;rica total (p&#xF3;scarga) contra o trabalho card&#xED;aco. Uma vez que a frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca permanece est&#xE1;vel, esta redu&#xE7;&#xE3;o de carga diminui o consumo de energia mioc&#xE1;rdica e a necessidade de oxig&#xEA;nio;</li> <li>O mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do anlodipino tamb&#xE9;m envolve, provavelmente, a dilata&#xE7;&#xE3;o das art&#xE9;rias coron&#xE1;rias principais e arter&#xED;olas coron&#xE1;rias, tanto em regi&#xF5;es normais e isqu&#xEA;micas. Esta dilata&#xE7;&#xE3;o aumenta a libera&#xE7;&#xE3;o de oxig&#xEA;nio no mioc&#xE1;rdio em pacientes com espasmo coronariano arterial (angina de Prinzmetal ou angina variante) e abranda a vasoconstri&#xE7;&#xE3;o coronariana induzida pelo fumo.</li> </ul> <p>Em pacientes com hipertens&#xE3;o, a dose &#xFA;nica di&#xE1;ria proporciona redu&#xE7;&#xF5;es clinicamente significantes na press&#xE3;o sangu&#xED;nea durante o intervalo de 24 , tanto nas posi&#xE7;&#xF5;es supina quanto do indiv&#xED;duo em p&#xE9;. Devido ao lento in&#xED;cio de a&#xE7;&#xE3;o, a hipotens&#xE3;o aguda n&#xE3;o constitui uma caracter&#xED;stica da administra&#xE7;&#xE3;o de anlodipino.</p> <p>Em pacientes com angina, a administra&#xE7;&#xE3;o de dose &#xFA;nica di&#xE1;ria de anlodipino aumenta o tempo total de exerc&#xED;cio, tempo de in&#xED;cio da angina e tempo para atingir 1 mm de <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/depressao/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">depress&#xE3;o</a> no segmento ST, e diminui tanto a frequ&#xEA;ncia de crises anginosas e o consumo de comprimidos de nitroglicerina.</p> <p>O anlodipino n&#xE3;o foi associado a qualquer efeito metab&#xF3;lico adverso ou altera&#xE7;&#xE3;o nos l&#xED;pides plasm&#xE1;ticos, sendo adequada para uso em pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/asma/c\" target=\"_blank\">asma</a>, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/diabetes/c\" target=\"_blank\">diabetes</a> e <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-dos-ossos/gota/c\" target=\"_blank\">gota</a>.</p> <h3>Propriedades Farmacocin&#xE9;ticas</h3> <h4>Absor&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de doses terap&#xEA;uticas, o anlodipino &#xE9; bem absorvido com picos plasm&#xE1;ticos entre 6 e 12 horas ap&#xF3;s a dose. A biodisponibilidade absoluta foi estimada entre 64% e 80%. O volume de distribui&#xE7;&#xE3;o &#xE9; de aproximadamente 21 L/kg. A absor&#xE7;&#xE3;o n&#xE3;o &#xE9; alterada pela ingest&#xE3;o de alimentos.</p> <p>Os estudos<em> in vitro</em> demonstraram que cerca de 97,5% do anlodipino circulante est&#xE1; ligado &#xE0;s prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas.</p> <h4>Biotransforma&#xE7;&#xE3;o/Elimina&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o terminal plasm&#xE1;tica &#xE9; de cerca de 35 a 50 horas, e &#xE9; consistente com a dose &#xFA;nica di&#xE1;ria. Os n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos no estado de equil&#xED;brio s&#xE3;o obtidos ap&#xF3;s 7 a 8 dias de doses consecutivas. O anlodipino &#xE9; amplamente metabolizado no <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a> em metab&#xF3;litos inativos, com 10% do f&#xE1;rmaco inalterado e 60% dos metab&#xF3;litos excretados na urina.</p> <h4>Uso em Pacientes Idosos</h4> <p>O tempo para alcan&#xE7;ar o pico de concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica do anlodipino &#xE9; similar para indiv&#xED;duos jovens e idosos. Em pacientes idosos, o <em>clearance</em> de anlodipino tende a estar diminu&#xED;do, resultando em aumentos na &#xE1;rea sob a curva (AUC) e na meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica. Em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva (ICC), aumentos na &#xE1;rea sob a curva (AUC) e na meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o ocorreram conforme o esperado para pacientes com a idade do grupo estudado.</p> <h3>Dados de Seguran&#xE7;a Pr&#xE9;-Cl&#xED;nicos</h3> <h4>Carcinog&#xEA;nese, Mutag&#xEA;nese, Diminui&#xE7;&#xE3;o da fertilidade</h4> <p>Ratos e camundongos tratados com anlodipino na dieta por 2 anos, em concentra&#xE7;&#xF5;es calculadas para fornecer n&#xED;veis de dose di&#xE1;ria de 0,5; 1,25 e 2,5 mg/kg/dia, n&#xE3;o demonstraram evid&#xEA;ncia de carcinogenicidade. A dose mais alta (similar no caso de camundongos, e o dobro* no caso ratos, &#xE0; dose cl&#xED;nica m&#xE1;xima recomendada de 10 mg na base de mg/m2 ) estava pr&#xF3;xima &#xE0; dose m&#xE1;xima tolerada por camundongos, mas n&#xE3;o por ratos.</p> <p>Estudos de mutagenicidade n&#xE3;o revelaram efeitos relacionados ao f&#xE1;rmaco, mesmo em n&#xED;veis de genes ou cromossomos.</p> <p>N&#xE3;o houve efeito na fertilidade de ratos tratados com anlodipino (machos por 64 dias e f&#xEA;meas por 14 dias antes da reprodu&#xE7;&#xE3;o) em doses at&#xE9; 10 mg/kg/dia (8 vezes* a dose m&#xE1;xima recomendada para humanos de 10 mg, na base de mg/m<sup>2</sup>).</p> <p>*Com base no peso do paciente de 50 kg.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Besilato de Anlodipino EMS?

O besilato de anlodipino deve ser conservado em temperatura ambiente (15°C a 30°C). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido.

Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

O besilato de anlodipino 5 mg

Comprimido branco, circular, biconvexo e monossectado.

O besilato de anlodipino 10 mg

Comprimido amarelo, circular, biconvexo e monossectado.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres Legais do Besilato de Anlodipino EMS

Registro M.S. nº. 1.0235.0536

Farmacêutico Responsável:
Dr. Ronoel Caza de Dio
CRF-SP n° 19.710

Registrado e Embalado por:
EMS S/A.
Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 08
Bairro: Chácara Assay
CEP: 13186-901
Hortolândia/SP
C.N.P.J.: 57.507.378/0003-65
Indústria Brasileira






Fabricado por:
Novamed Fabricação de Produtos Farmacêuticos Ltda.
Manaus/AM

OU

Registrado, Fabricado e Embalado por:
EMS S/A.
Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 08
Bairro: Chácara Assay
CEP: 13186-901
Hortolândia/SP
C.N.P.J.: 57.507.378/0003-65
Indústria Brasileira






SAC:
0800 191914

Venda sob prescrição médica.

10mg, caixa com 30 comprimidos

Princípio ativo
:
Besilato De Anlodipino
Classe Terapêutica
:
Antagonistas do Cálcio Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Anti-Hipertensivo
Especialidade
:
Cardiologia

Bula do medicamento

Besilato de Anlodipino EMS, para o que é indicado e para o que serve?

O besilato de anlodipino é indicado como medicamento de primeira escolha no tratamento da hipertensão (pressão alta) e angina de peito (dor no peito, por doença do coração) devido à isquemia miocárdica (falta de sangue no coração).

O besilato de anlodipino pode ser usado isoladamente ou em combinação com outros medicamentos para tratar as mesmas indicações acima.

Como o&nbsp;Besilato de Anlodipino - EMS funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>O anlodipino, princ&#xED;pio ativo do medicamento, interfere no movimento do c&#xE1;lcio para dentro das c&#xE9;lulas card&#xED;acas e da musculatura dos vasos sangu&#xED;neos. Como resultado dessa a&#xE7;&#xE3;o, o anlodipino relaxa os vasos sangu&#xED;neos que irrigam o cora&#xE7;&#xE3;o e o resto do corpo, aumentando a&amp;nbsp;quantidade de sangue e oxig&#xEA;nio para o cora&#xE7;&#xE3;o, reduzindo a sua carga de trabalho e, por relaxar os vasos sangu&#xED;neos, permite que o sangue passe atrav&#xE9;s deles mais facilmente.</p> <p>A press&#xE3;o arterial alta imp&#xF5;e ao cora&#xE7;&#xE3;o e &#xE0;s art&#xE9;rias (vasos sangu&#xED;neos) uma sobrecarga de trabalho que, em longo prazo, faz com que o cora&#xE7;&#xE3;o e as art&#xE9;rias n&#xE3;o funcionem adequadamente. Isto pode causar danos nos vasos sangu&#xED;neos do c&#xE9;rebro, cora&#xE7;&#xE3;o e rins, resultando em acidentes cerebrovasculares (derrames), <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/insuficiencia-cardiaca/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca</a> e renal (altera&#xE7;&#xE3;o na fun&#xE7;&#xE3;o do cora&#xE7;&#xE3;o e dos rins). Press&#xE3;o alta tamb&#xE9;m pode aumentar o risco de infarto (<a href=\"https://minutosaudavel.com.br/infarto/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">ataque card&#xED;aco</a>). Se a press&#xE3;o arterial for controlada, esses problemas podem n&#xE3;o ocorrer ou pode haver menor possibilidade de que ocorram.</p> "}

Quais as contraindicações do Besilato de Anlodipino EMS?

Não use o besilato de anlodipino se você tem hipersensibilidade às diidropiridinas* (classe de medicamentos a que pertence o anlodipino, princípio ativo do medicamento) ou a qualquer componente da fórmula.

*O anlodipino é um bloqueador do canal de cálcio diidropiridino.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Como usar o Besilato de Anlodipino EMS?

O besilato de anlodipino deve ser ingerido com quantidade de líquido suficiente para deglutição, com ou sem alimentos.

Posologia do&nbsp;Besilato de Anlodipino - EMS

{"tag":"hr","value":" <p>No tratamento da hipertens&#xE3;o e da angina, a dose inicial usual de besilato de anlodipino &#xE9; de 5 mg 1 vez ao dia, podendo ser aumentada pelo seu m&#xE9;dico para a dose m&#xE1;xima de 10 mg, dependendo da resposta individual do paciente.</p> <p>Seu m&#xE9;dico provavelmente n&#xE3;o far&#xE1; ajuste de dose de besilato de anlodipino na administra&#xE7;&#xE3;o concomitante com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/diureticos/c\" target=\"_blank\">diur&#xE9;ticos</a> tiaz&#xED;dicos (medicamentos que aumentam a elimina&#xE7;&#xE3;o de urina), betabloqueadores (medicamentos para press&#xE3;o alta e angina de peito), e inibidores da enzima conversora da angiotensina (medicamentos para press&#xE3;o alta), porque n&#xE3;o h&#xE1; interfer&#xEA;ncia desses medicamentos na a&#xE7;&#xE3;o de besilato de anlodipino.</p> <h3>Uso em Pacientes Idosos</h3> <p>N&#xE3;o &#xE9; necess&#xE1;rio ajuste de dose em pacientes idosos. As mesmas orienta&#xE7;&#xF5;es dadas aos adultos jovens devem ser seguidas para os pacientes idosos.</p> <h3>Uso em Crian&#xE7;as</h3> <p>A&amp;nbsp;efic&#xE1;cia e a seguran&#xE7;a de besilato de anlodipino n&#xE3;o foram estabelecidas em crian&#xE7;as.</p> <h3>Uso em Pacientes com Insufici&#xEA;ncia Hep&#xE1;tica</h3> <p>A&amp;nbsp;administra&#xE7;&#xE3;o de besilato de anlodipino deve ser feita com cuidado.</p> <h3>Uso em Pacientes com Insufici&#xEA;ncia Renal</h3> <p>Besilato de anlodipino pode ser empregado em tais pacientes nas doses habituais. O anlodipino n&#xE3;o &#xE9; dialis&#xE1;vel.</p> <p><strong>Siga a orienta&#xE7;&#xE3;o de seu m&#xE9;dico, respeitando sempre os hor&#xE1;rios, as doses e a dura&#xE7;&#xE3;o do tratamento. N&#xE3;o interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu m&#xE9;dico.</strong></p> <p><strong>Este medicamento n&#xE3;o deve ser partido, aberto ou mastigado.</strong></p> <h2>O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o&amp;nbsp;Besilato de Anlodipino - EMS?</h2> <hr> <p>Caso voc&#xEA; se esque&#xE7;a de tomar o besilato de anlodipino no hor&#xE1;rio estabelecido pelo seu m&#xE9;dico, tome-o assim que lembrar.</p> <p>Entretanto, se j&#xE1; estiver perto do hor&#xE1;rio de tomar a pr&#xF3;xima dose, pule a dose esquecida e tome a pr&#xF3;xima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu m&#xE9;dico. Neste caso, n&#xE3;o tome o medicamento em dobro para compensar doses esquecidas.</p> <p>O esquecimento de dose pode comprometer a efic&#xE1;cia do tratamento.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> </hr>"}

Quais cuidados devo ter ao usar o Besilato de Anlodipino EMS?

Se você tem insuficiência cardíaca (incapacidade do coração bombear a quantidade adequada de sangue) de origem não isquêmica (ou seja, não relacionada ao fluxo de sangue reduzido), o anlodipino deve ser administrado com cuidado. Para indivíduos com insuficiência cardíaca, existe um aumento do número de casos de edema pulmonar (acúmulo de líquido nos pulmões).

Utilize besilato de anlodipino apenas pela via de administração indicada, ou seja, somente pela via oral.

Efeitos na Habilidade de Dirigir e/ou Operar Máquinas

É improvável o comprometimento da sua habilidade de dirigir ou operar máquinas.

Atenção:&nbsp;Este produto, na concentração de 10 mg, contém o corante amarelo de tartazina&nbsp;que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao Ácido Acetilsalicílico.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Besilato de Anlodipino EMS?

O besilato de anlodipino é bem tolerado.

Em estudos clínicos envolvendo pacientes com hipertensão ou angina, os efeitos colaterais mais comumente observados foram:

Distúrbios do Sistema Nervoso

Dores de cabeça, tontura, sonolência.

Distúrbios Cardíacos

Palpitações.

Distúrbios Vasculares

Rubor (vermelhidão).

Distúrbios Gastrintestinais

Dor abdominal, náusea (enjoo).

Distúrbios Gerais e Condições do Local de Administração

Edema (inchaço), fadiga (cansaço).

Nestes estudos clínicos não foram observadas anormalidades nos exames laboratoriais relacionados ao anlodipino.

Os efeitos colaterais menos comumente observados na experiência pós-comercialização incluem:

Distúrbios Sistema Sanguíneo e Linfático

Leucopenia (redução de células de defesa no sangue), trombocitopenia (diminuição das células de coagulação do sangue, as plaquetas).

Distúrbios do Metabolismo e Nutrição

Hiperglicemia (aumento de glicose no sangue).

Distúrbios Psiquiátricos

Insônia (dificuldade para dormir) e humor alterado.

Distúrbios do Sistema Nervoso

Hipertonia (aumento da contração muscular), hipoestesia (diminuição da sensibilidade), parestesia (dormência e formigamento), neuropatia periférica (doença que afeta um ou vários nervos), síncope (desmaio), disgeusia (alteração do paladar), tremor, transtorno extrapiramidal.

Distúrbios Visuais

Deficiência visual.

Distúrbios do Ouvido e Labirinto

Tinido (zumbido no ouvido).

Distúrbios Vasculares

Hipotensão (pressão baixa), vasculite (inflamação da parede de um vaso sanguíneo).

Distúrbios Respiratórios, Torácico e Mediastinal

Tosse, dispneia (falta de ar), rinite (inflamação da mucosa nasal).

Distúrbios Gastrintestinais

Mudanças nos hábitos intestinais, boca seca, dispepsia (má digestão) (incluindo gastrite (inflamação do estômago)), aumento das gengivas, pancreatite (inflamação no pâncreas), vômito.

Distúrbios da Pele e do Tecido Subcutâneo

Alopecia (perda de cabelo), hiperidrose (aumento de sudorese/transpiração), púrpura (manchas causadas por extravasamento de sangue na pele), descoloração da pele, urticária (alergia da pele).

Distúrbios Musculoesqueléticos e do Tecido Conjuntivo

Artralgia (dor nas articulações), dor nas costas, espasmos musculares, mialgia (dor muscular).

Distúrbios Renais e Urinários

Poliúria (aumento da frequência urinária), distúrbios urinários, noctúria (aumento da frequência urinária à noite).

Distúrbios do Sistema Reprodutivo e Mamas

Ginecomastia (aumento da mama em homens), disfunção erétil (impotência).

Distúrbios Gerais e Condições do Local de Administração

Astenia (fraqueza), mal estar, dor.

Investigações

Aumento/redução de peso.

Raramente foram relatados eventos, incluindo prurido (coceira), rash (erupção cutânea), angioedema (inchaço das partes mais profundas da pele ou da mucosa, geralmente de origem alérgica) e eritema multiforme (manchas vermelhas, bolhas e ulcerações em todo o corpo).

Foram raramente relatados casos de hepatite (inflamação do fígado), icterícia (coloração amarelada da pele e mucosas por acúmulo de pigmentos biliares) e elevações de enzimas hepáticas (do fígado), a maioria compatível com colestase (parada ou dificuldade da eliminação da bile). Alguns casos graves requerendo hospitalização foram relatados em associação ao uso do anlodipino. Em muitos casos, não se sabe se foram realmente devidos ao besilato de anlodipino.

O anlodipino, princípio ativo do medicamento, assim como outros medicamentos que agem bloqueando os canais de cálcio, pode, raramente, apresentar efeitos colaterais que não são diferentes dos que ocorrem com pacientes hipertensos ou com angina que não são tratados - infarto do miocárdio (morte de células do músculo cardíaco por falta de sangue), arritmia (alteração do ritmo do coração), incluindo bradicardia (diminuição dos batimentos cardíacos), taquicardia ventricular (aceleração dos batimentos cardíacos), fibrilação atrial (tipo de alteração do ritmo cardíaco) e dor torácica.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Uso Durante a Gravidez e Amamentação

A&nbsp;segurança do anlodipino na gravidez humana ou amamentação não foi estabelecida.&nbsp;

Não utilize besilato de anlodipino durante a amamentação sem orientação médica. Avise ao seu médico ou cirurgião-dentista se você estiver amamentando ou vai iniciar amamentação durante o uso deste medicamento.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.&nbsp;

Insulficiência Hepática

Se você tem insuficiência hepática (falência da função do fígado), o anlodipino deve ser administrado com cuidado.

Qual a composição do Besilato de Anlodipino EMS?

Cada comprimido de 5 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Besilato de anlodipino*</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">6,935 mg</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Excipiente**</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 5 mg de anlodipino.
**Croscarmelose sódica, fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, estearato de magnésio e celulose microcristalina.

Cada comprimido de 10 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Besilato de anlodipino*</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">13,870 mg</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Excipiente**</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

*Equivalente a 10 mg de anlodipino.
**Croscarmelose sódica, fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, estearato de magnésio, celulose microcristalina, corante alumínio laca amarelo tartrazina n° 5.

Apresentação do&nbsp;Besilato de Anlodipino - EMS

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimidos 5 mg</h3> <p>Embalagens com 20 ou 30 comprimidos e embalagem fracion&#xE1;vel com 60 ou 90 comprimidos.</p> <h3>Comprimidos 10 mg</h3> <p>Embalagens com 20 ou 30 comprimidos e embalagem fracion&#xE1;vel com 60 ou 90 comprimidos.</p> <p><strong>Via de administra&#xE7;&#xE3;o: uso oral.</strong></p> <p><strong>Uso adulto.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Besilato de Anlodipino EMS maior do que a recomendada?

Se você tomar uma dose excessiva do besilato de anlodipino, pode ocorrer uma grande vasodilatação periférica (dilatação dos vasos sanguíneos) e possível taquicardia reflexa (batimento rápido do coração). Em função dessa vasodilatação poderá surgir hipotensão (diminuição da pressão arterial) prolongada e acentuada, incluindo choque (queda importante da pressão arterial) com resultado fatal. A administração de carvão ativado imediatamente ou até 2 horas depois com o objetivo de reduzir a absorção do anlodipino é uma medida inicial que pode ajudar significativamente. Dependendo do caso, o médico pode proceder a uma lavagem gástrica (do estômago). A hipotensão devido à superdose de anlodipino requer medida ativa de suporte cardiovascular, incluindo monitoração frequente das funções cardíaca e respiratória, elevação das extremidades (pernas), atenção para o volume de fluido circulante e eliminação urinária. O médico poderá administrar um vasoconstritor (medicamento que cause constrição dos vasos sanguíneos) para recuperação do tônus vascular e pressão arterial, desde que o uso do mesmo não seja contraindicado. Outras medidas poderão ser tomadas pelo médico como a administração de gluconato de cálcio intravenoso para reversão dos efeitos bloqueadores do canal de cálcio. Uma vez que o besilato anlodipino se liga às proteínas plasmáticas (do sangue), a diálise não constitui um benefício.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Besilato de Anlodipino EMS com outros remédios?

Interação Medicamento-Medicamento

O anlodipino tem sido administrado com segurança com diuréticos tiazídicos (medicamentos que aumentam a eliminação de urina), alfa bloqueadores (medicamentos para pressão alta e doenças da próstata), betabloqueadores (medicamentos para pressão alta e angina de peito), inibidores da enzima conversora da angiotensina (medicamentos para pressão alta), nitratos de longa ação (nitroglicerina sublingual (medicamentos para angina de peito), anti-inflamatórios não esteroides (drogas que bloqueiam a inflamação e que não são derivadas de hormônios), antibióticos e hipoglicemiantes orais (medicamentos para o tratamento do diabetes).

Foi demonstrado em estudos que besilato de anlodipino não afeta a ligação da digoxina, fenitoína, varfarina ou indometacina às proteínas sanguíneas.

A dose de sinvastatina deve ser avaliada pelo seu médico caso você utilize besilato de anlodipino 20 mg diariamente, uma vez que doses múltiplas de besilato de anlodipino aumentaram a exposição à sinvastatina.A cimetidina, antiácidos contendo alumínio e magnésio e sildenafila não interferem com besilato de anlodipino. Da mesma forma, besilato de anlodipino não interfere na ação da atorvastatina, digoxina, etanol (álcool) e varfarina.

A administração de besilato de anlodipino em associação com medicamentos inibidores (por ex. cetoconazol, itraconazol, ritonavir e claritromicina) ou indutores (por ex. rifampicina, Hypericum perforatum) de CYP3A4 (enzima envolvida no metabolismo de algumas substâncias) deve ser feita com cautela.

Deve-se considerar o monitoramento dos níveis de ciclosporina em pacientes com transplante renal que recebem anlodipino.

Existe um risco de aumento nos níveis de tacrolimo no sangue quando coadministrado com besilato de anlodipino. A fim de evitar a toxicidade do tacrolimo, a administração de besilato de anlodipino em um paciente tratado com tacrolimo exige monitoramento dos níveis de tacrolimo no sangue e ajuste da dose do tacrolimo, quando apropriado.

Os inibidores alvo mecânico dos inibidores da rapamicina (mTOR), tais como, sirolimo, tensirolimo&nbsp;e everolimo&nbsp;são substratos da CYP3A. O besilato de anlodipino é um inibidor fraco da CYP3A. Com a utilização concomitante de inibidores de mTOR, o besilato de anlodipino pode aumentar a exposição dos inibidores de mTOR.

Interação Medicamento - Alimento

A administração de besilato de anlodipino com grapefruit (toranja) ou suco de grapefruit não é recomendada uma vez que os efeitos deste medicamento podem ser reduzidos.

A eficácia deste medicamento depende da capacidade funcional do paciente.

Exame Laboratorial

A interação com exames laboratoriais é desconhecida.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Besilato de Anlodipino EMS (Besilato de Anlodipino)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Uso em Pacientes com Doen&#xE7;a Arterial Coron&#xE1;ria<sup>16</sup> </h3> <p>Os efeitos do anlodipino na morbidade e mortalidade cardiovascular, a progress&#xE3;o de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/aterosclerose/c\" target=\"_blank\">aterosclerose</a> coron&#xE1;ria e aterosclerose car&#xF3;tida foram estudados no estudo cl&#xED;nico Avalia&#xE7;&#xE3;o Prospectiva Randomizada dos Efeitos Vasculares de Besilato de Anlodipino (PREVENT &#x2013; <em>Prospective Randomized Evaluation of the Vascular Effects of Norvasc Trial)</em>. Este estudo multic&#xEA;ntrico, randomizado, duplo-cego, placebo-controlado, acompanhou por 3 anos 825 pacientes com doen&#xE7;a arterial coron&#xE1;ria (DAC) definida angiograficamente. A popula&#xE7;&#xE3;o incluiu pacientes com infarto pr&#xE9;vio do mioc&#xE1;rdio (IM) (45%), angioplastia coron&#xE1;ria percut&#xE2;nea transluminal (ACPT) na linha de base (42%) e hist&#xF3;ria de angina (69%). A gravidade da DAC variou de 1 vaso doente (45%) a 3 ou mais vasos doentes (21%). Os pacientes com hipertens&#xE3;o n&#xE3;o controlada (press&#xE3;o arterial diast&#xF3;lica [PAD] &gt;95 mmHg) foram exclu&#xED;dos do estudo. Um comit&#xEA; de avalia&#xE7;&#xE3;o de desfecho avaliou, de modo cego, os principais eventos cardiovasculares. Embora n&#xE3;o tenha existido nenhum efeito demonstr&#xE1;vel da taxa de progress&#xE3;o das les&#xF5;es na art&#xE9;ria coron&#xE1;ria, o anlodipino impediu a progress&#xE3;o do espessamento da &#xED;ntima-m&#xE9;dia da car&#xF3;tida.</p> <p>Foi observada uma redu&#xE7;&#xE3;o significante (- 31%) em pacientes tratados com anlodipino no desfecho combinado de morte cardiovascular, infarto do mioc&#xE1;rdio, derrame, angioplastia coron&#xE1;ria percut&#xE2;nea transluminal (ACPT), revasculariza&#xE7;&#xE3;o cir&#xFA;rgica do mioc&#xE1;rdio (CABG &#x2013; coronary artery by-pass graft), hospitaliza&#xE7;&#xE3;o para <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/angina-instavel\" target=\"_blank\">angina inst&#xE1;vel</a> e piora da insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca congestiva. Uma redu&#xE7;&#xE3;o significante (- 42%) nos procedimentos de revasculariza&#xE7;&#xE3;o (ACPT e revasculariza&#xE7;&#xE3;o cir&#xFA;rgica do mioc&#xE1;rdio) tamb&#xE9;m foi observada em pacientes tratados com anlodipino. Foi observado um n&#xFA;mero de hospitaliza&#xE7;&#xF5;es (- 33%) menor para angina inst&#xE1;vel em pacientes tratados quando comparado ao grupo placebo.</p> <p>A efic&#xE1;cia do anlodipino na preven&#xE7;&#xE3;o de eventos cl&#xED;nicos em pacientes com DAC foi avaliada de forma independente, multic&#xEA;ntrico, randomizado, duplo cego, controlado por placebo em 1997 pacientes, a compara&#xE7;&#xE3;o de anlodipino <em>versus</em> <a href=\"https://consultaremedios.com.br/maleato-de-enalapril/bula\" target=\"_blank\">enalapril</a> para limitar a ocorr&#xEA;ncia de <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/trombose/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">trombose</a> (CAMELOT). Destes pacientes, 663 foram tratados com anlodipino de 5 mg a 10 mg e 655 pacientes foram tratados com o placebo, em adi&#xE7;&#xE3;o ao tratamento padr&#xE3;o das estatinas, beta-bloqueadores, diur&#xE9;ticos, e aspirina, por 2 anos. Os resultados da efic&#xE1;cia s&#xE3;o apresentados na Tabela 1. Os resultados indicam que o tratamento com anlodipino foi associado com menos hospitaliza&#xE7;&#xF5;es por angina e procedimentos de revasculariza&#xE7;&#xE3;o em pacientes com DAC.</p> <p><strong>Tabela 1. Incid&#xEA;ncia de desfechos cl&#xED;nicos significativos no estudo CAMELOT</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:112px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Resultados Cl&#xED;nicos N (%)</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:116px\"><strong>Anlodipino<br> (n = 663)</br></strong></td> <td style=\"text-align:center; width:110px\"><strong>Placebo<br> (n = 655)</br></strong></td> <td style=\"width:97px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Redu&#xE7;&#xE3;o de risco<br> (valor-p)</br></strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:112px\"> <p style=\"text-align:center\">Desfecho Cardiovascular Composto*</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:116px\">110<br> (16.6)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:110px\">151<br> (23.1)</br></td> <td style=\"width:97px\"> <p style=\"text-align:center\">31%<br> (0.003)</br></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:112px\"> <p style=\"text-align:center\">Hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por Angina</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:116px\">51<br> (7.7)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:110px\">84<br> (12.8)</br></td> <td style=\"width:97px\"> <p style=\"text-align:center\">42%<br> (0.002)</br></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:112px\"> <p style=\"text-align:center\">Revasculariza&#xE7;&#xE3;o Coron&#xE1;ria</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:116px\">78<br> (11.8)</br></td> <td style=\"text-align:center; width:110px\">103<br> (15.7)</br></td> <td style=\"width:97px\"> <p style=\"text-align:center\">27%<br> (0.033)</br></p> </td> </tr> </tbody> </table> <p>*1) Definido no estudo CAMELOT como a morte cardiovascular, enfarte do mioc&#xE1;rdio n&#xE3;o fatal, parada card&#xED;aca com ressuscita&#xE7;&#xE3;o, revasculariza&#xE7;&#xE3;o coron&#xE1;ria, hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/angina-peito\" target=\"_blank\">angina de peito</a>, hospitaliza&#xE7;&#xE3;o por CHF, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/acidente-vascular-cerebral/c\" target=\"_blank\">acidente vascular cerebral</a> fatal ou n&#xE3;o fatal ou ataque isqu&#xEA;mico transit&#xF3;rio (AIT), qualquer diagn&#xF3;stico das doen&#xE7;as vasculares perif&#xE9;ricas doen&#xE7;a (DVP) em um sujeito n&#xE3;o previamente diagnosticado como tendo DVP ou qualquer admiss&#xE3;o para um processo para o tratamento de DVP.<br> 2) O desfecho cardiovascular composta (CV) foi o objetivo prim&#xE1;rio de efic&#xE1;cia em CAMELOT.</br></p> <h3>Uso em Pacientes com Insufici&#xEA;ncia Card&#xED;aca<sup>17</sup> </h3> <p>Estudos hemodin&#xE2;micos e estudos cl&#xED;nicos controlados baseados na resposta ao exerc&#xED;cio em pacientes portadores de insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca classes NYHA II a IV, demonstraram que o anlodipino n&#xE3;o levou a uma deteriora&#xE7;&#xE3;o cl&#xED;nica quando avaliada em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; toler&#xE2;ncia ao exerc&#xED;cio, fra&#xE7;&#xE3;o de eje&#xE7;&#xE3;o ventricular esquerda e sintomatologia cl&#xED;nica.</p> <p>Um estudo placebo-controlado (PRAISE) para avaliar pacientes portadores de insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca classes NYHA III e IV recebendo digoxina, diur&#xE9;ticos e inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA) demonstrou que o anlodipino n&#xE3;o leva a um aumento no risco da mortalidade ou mortalidade e morbidade combinadas em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca.</p> <p>Em um estudo placebo-controlado com anlodipino, de acompanhamento de longo prazo (PRAISE-2), em pacientes com insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca classes NYHA III e IV, sem sintomas cl&#xED;nicos ou sinais sugestivos de doen&#xE7;a isqu&#xEA;mica preexistente, em doses est&#xE1;veis de inibidores da ECA, digit&#xE1;licos e diur&#xE9;ticos, o anlodipino n&#xE3;o teve qualquer efeito na mortalidade total ou cardiovascular. Nesta mesma popula&#xE7;&#xE3;o, o anlodipino foi associado a um aumento de relatos de edema pulmonar, apesar de n&#xE3;o existir qualquer diferen&#xE7;a significante na incid&#xEA;ncia de piora da insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca quando comparada ao placebo.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. de Bruijn B, Cocco G, Tyler HM, et al. Multicenter placebo-controlled comparison of amlodipine and <a href=\"https://consultaremedios.com.br/atenolol/bula\" target=\"_blank\">atenolol</a> in mild to moderate hypertension. J Cardiovasc Pharmacol 1988; 12[Suppl 7]:S107-S109.<br> 2. Frick MH, McGibney D, Tyler HM, et al. Amlodipine: a double-blind evaluation of the dose-response relationship in mild to moderate hypertension. J Cardiovasc Pharmacol 1988;12[Suppl 7]:S76-S78.<br> 3. Webster J, Robb OJ, Jeffers TA, Scott AK, Petrie JC. Once daily amlodipine in the treatment of mild to moderate hypertension. J Cardiovasc Pharmacol 1988;12[Suppl 7]:S72-S75.<br> 4. Rofman BA. Long term open evaluation of amlodipine versus hydrochlorothiazide in patients with essential hypertension. J Cardiovasc Pharmacol 1988;12[Suppl 7]:S94-S97.<br> 5. Lorimer AR, Smedsrud T, Walker P, Tyler HM. Comparison of amlodipine and <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-verapamil/bula\" target=\"_blank\">verapamil</a> in the treatment of mild to moderate hypertension. J Cardiovasc Pharmacol 1988;12[Suppl 7]:S89-S93.<br> 6. Heber ME, Brigden G, Al-Khawaja I, Raftery EB. 24h blood pressure control with the once daily antagonist amlodipine. Br J Clin Pharmacol 1989;27:359-365.<br> 7. Ram CVS, Kaplan NM, Burris JF, et al. Amlodipine or hydrochlorothiazide in the treatment of hypertension: effects on blood pressure and lipids. J Clin Pharmacol 1988:28[Abstract]:913.<br> 8. Chrysant SG, Chrysant C, Trus J, Hitchcock A. Antihypertensive effectiveness of amlodipine in combination with hydrochlorothiazide. Am J Hypertens 1989;2:537-541.<br> 9. Glasser SP, Chrysant SG, Graves J, Rofman B, Koehn DK. Safety and efficacy of amlodipine added to hydrochlorothiazide therapy in essential hypertension. Am J Hypertens 1989;2:154-157.<br> 10. Maclean D, Mitchell ET, Wilcox RG, Walker P, Tyler HM. A double-blind crossover comparison of amlodipine and placebo added to <a href=\"https://consultaremedios.com.br/captopril/bula\" target=\"_blank\">captopril</a> in moderate to severe hypertension. J Cardiovasc Pharmacol 1988;12 [Suppl 7]:S85-S88.<br> 11. Glasser SP, West TW. Clinical safety and efficacy of once-a-day amlodipine for chronic stable angina pectoris. Am J Cardiol 1988;62:518-522.<br> 12. Glasser SP, Wizda West T. Clinical safety and efficacy of once-a-day amlodipine for chronic stable angina pectoris. Am Heart J 1989;118:1127-1128.<br> 13. Ezekowitz MD, Edmiston A, Hossack K, et al. Eight week double-blind crossover comparison of amlodipine and placebo in patients with stable exertional angina. Circulation 1989;80 [Suppl II]:I-I268.<br> 14. Thadani U, Wombolt DG, Chesnie BM, et al. Amlodipine: a once daily calcium antagonist in the treatment of angina pectoris: a parallel dose-response, placebo-controlled study. Am Heart J 1989;118:1135.<br> 15. Chahine RA, Feldman RL, Giles TD, et al. Efficacy and safety of amlodipine in vasospastic angina: an interim report of a multicenter, placebo-controlled trial. Am Heart J 1989;118:1128-1130.<br> 16. Pitt B, Byington RP, Furberg CD, Hunninghake DB, Mancini GB, Miller ME, Riley W. Effect of amlodipine on the progression of atherosclerosis and the occurrence of clinical events. PREVENT Investigators. 2000;102(13):1503-10.<br> 17. Packer M, O&#x2019;Connor CM, Ghali JK, Pressler ML, Carson PE, Belkin RN, Miller AB, Neuberg GW, Frid D, Wertheimer JH, Cropp AB, DeMets DL. Effect of amlodipine on morbidity and mortality in severe chronic heart failure. Prospective Randomized Amlodipine Survival Evaluation Study Group. 1996; 335(15):1107-14.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Propriedades Farmacodin&#xE2;micas</h3> <p>O anlodipino &#xE9; um inibidor do influxo do &#xED;on de c&#xE1;lcio (bloqueador do canal lento de c&#xE1;lcio ou antagonista do &#xED;on c&#xE1;lcio) e inibe o influxo transmembrana do &#xED;on c&#xE1;lcio para o interior da musculatura lisa card&#xED;aca e vascular.</p> <p>O mecanismo da a&#xE7;&#xE3;o anti-hipertensiva do anlodipino deve-se ao efeito relaxante direto na musculatura vascular lisa.</p> <h4>O mecanismo preciso pelo qual o anlodipino alivia a angina n&#xE3;o est&#xE1; completamente definido, mas reduz o grau de isquemia total pelas duas seguintes a&#xE7;&#xF5;es:</h4> <ul> <li>O anlodipino dilata as arter&#xED;olas perif&#xE9;ricas e, desta maneira, reduz a resist&#xEA;ncia perif&#xE9;rica total (p&#xF3;scarga) contra o trabalho card&#xED;aco. Uma vez que a frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca permanece est&#xE1;vel, esta redu&#xE7;&#xE3;o de carga diminui o consumo de energia mioc&#xE1;rdica e a necessidade de oxig&#xEA;nio;</li></ul></hr>"}

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