EMS Coama

150mg, caixa com 120 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Capecitabina
Classe Terapêutica
:
Agentes Antineoplásicos Antimetabólitos
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Câncer
Especialidade
:
Oncologia

Bula do medicamento

Coama, para o que é indicado e para o que serve?

Coama é indicado para o tratamento de câncer de mama, câncer de cólon e reto (que são partes do intestino grosso) e câncer gástrico nas seguintes condições:

Câncer de mama

Coama em combinação com docetaxel é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de mama com metástases (focos de células cancerosas distantes do foco primário), após falha da quimioterapia com antraciclina.

Coama como tratamento único é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de mama com metástases que não tenham apresentado resposta satisfatória a regimes de quimioterapia com paclitaxel e antraciclina ou para pacientes com resistência a paclitaxel e que não possam receber antraciclina, como pacientes que receberam doses cumulativas de 400 mg/m2 de doxorrubicina ou equivalente. Define-se resistência como progressão da doença na vigência do tratamento, com ou sem resposta inicial, ou recorrência em até 6 meses do término do tratamento adjuvante com antraciclina ou regimes com antraciclina.

Câncer colorretal

Coama é indicado para o tratamento adjuvante de pacientes com câncer colorretal.

Coama é indicado como tratamento de primeira linha para pacientes com câncer de colorretal com metástases. Coama combinado com oxaliplatina ou combinado com oxilaplatina e bevacizumabe é indicado para tratamento de primeira linha de câncer colorretal metastático. Coama também pode ser combinado com oxaliplatina para o tratamento de segunda linha do câncer colorretal metastático em pacientes previamente tratados com irinotecano em combinação com um regime de fluoropirimidina como terapia de primeira linha.

Câncer gástrico

Coama é indicado como tratamento de primeira linha para pacientes com câncer gástrico em estágio avançado, desde que associado com compostos de platina, como a cisplatina ou oxaliplatina.

Quais as contraindicações do Coama?

Você não deve tomar Coama caso apresente alergia conhecida a qualquer um de seus componentes ou medicamentos à base de fluoropirimidinas e fluoruracila.

Você não poderá tomar Coama se for portador de deficiência completa de uma enzima chamada diidropirimidina desidrogenase.

Coama não deve ser administrado em conjunto com medicamentos como sorivudina e seus análogos ou com brivudina (medicamentos utilizados para o tratamento de herpes e catapora).

Este medicamento é contraindicado para pessoas que apresentem insuficiência renal grave (depuração de creatinina inferior a 30 mL/min).

Se existirem contraindicações para qualquer um dos agentes em combinação, o agente não deve ser utilizado.

Converse com o seu médico caso tenha dúvidas a respeito das possíveis contraindicações de Coama.

Como usar o Coama?

Tomar os comprimidos por via oral, pela manhã e à noite, até 30 minutos após as refeições. Ingerir os comprimidos com água.

Dose

Seu médico prescreverá a dose adequada, dependendo da natureza de sua doença, de seu peso corpóreo e de sua resposta individual a Coama. Seu médico o informará sobre a quantidade correta de comprimidos que você deverá tomar pela manhã e à noite. Não mude as doses por sua conta. Em alguns casos, pode ser necessário reduzir a dose e seu médico saberá identificar essa situação para orientá-lo adequadamente.

Monoterapia
Câncer de mama e colorretal

A dose recomendada para monoterapia de Coama é 1.250 mg/m2, duas vezes ao dia (pela manhã e à noite; equivalente a 2.500 mg/m2 de dose total diária) durante 14 dias, seguidos de sete dias de pausa.

Terapia combinada
Câncer de mama

Em combinação com docetaxel, a dose recomendada de Coama é de 1.250 mg/m2, duas vezes ao dia (pela manhã e à noite, equivalente a 2.500 mg/m2 de dose total diária), durante 14 dias, seguidos de sete dias de pausa, associada ao docetaxel, 75 mg/m2 , por infusão intravenosa, durante uma hora, a cada três semanas. A pré-medicação, de acordo com a bula de docetaxel, deve ser iniciada antes da administração de docetaxel para os pacientes que estiverem recebendo o medicamento em combinação com Coama.

Câncer colorretal e gástrico

No tratamento combinado, a dose inicial recomendada de Coama é de 800 a 1.000 mg/m2, administrada duas vezes ao dia durante duas semanas, seguida de período de sete dias de descanso, ou 625 mg/m2 , duas vezes ao dia, quando administrada continuamente. A inclusão de agentes biológicos em um esquema de associação não tem efeito sobre a dose inicial de Coama.

Pré-medicação para manter controlada a hidratação e antiemese, como descrito na bula da cisplatina e oxaliplatina, deve ser iniciada antes da administração de cisplatina para os pacientes que forem submetidos ao tratamento de Coama em combinação com cisplatina ou oxaliplatina.

Poderá haver necessidade de ajustes da dose em casos de insuficiência renal, de toxicidade ou durante tratamento em associação com outros quimioterápicos. Informe seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis.

Instruções especiais de doses
Crianças

A segurança e a eficácia de Coama em criançase adolescentes menores de 18 anos não foram estabelecidas.

Idosos
  • <li>Para a monoterapia de Coama n&#xE3;o s&#xE3;o necess&#xE1;rios ajustes da dose inicial. No entanto, recomenda-se monitoramento cuidadoso dos pacientes idosos em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0;s rea&#xE7;&#xF5;es adversas graves (grau 3 ou 4).</li> <li>Em combina&#xE7;&#xE3;o com docetaxel, foi observada incid&#xEA;ncia aumentada de rea&#xE7;&#xF5;es adversas (grau 3 ou 4) e de rea&#xE7;&#xF5;es adversas graves em pacientes com 60 anos de idade ou mais. Recomenda-se a redu&#xE7;&#xE3;o da dose inicial de Coama para 75% (950 mg/m<sup>2</sup> duas vezes ao dia) em pacientes com 60 anos de idade ou mais. Recomenda-se a redu&#xE7;&#xE3;o da dose inicar de Coama para 75% (950 mg/m<sup>2</sup> duas vezes ao dia) em pacientes com 60 anos de idade ou mais, conforme orienta&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica.</li>
Pacientes com insuficiência renal

Em pacientes com insuficiência renal moderada, recomenda-se uma dose inicial menor, conforme orientação médica. Em pacientes com insuficiência renal leve, não se recomendam ajustes da dose inicial. Esses pacientes devem ser cuidadosamente monitorados por seus médicos. A recomendação de ajuste de dose para pacientes com insuficiência renal moderada se aplica tanto à monoterapia quanto ao uso em combinação.

Pacientes com insuficiência hepática devida a metástases hepáticas

Se a insuficiência hepática é leve a moderada, nenhum ajuste da dose inicial é necessário. Nesses casos os pacientes devem ser cuidadosamente monitorados. Não foram estudados pacientes com insuficiência hepática grave.

Duração do tratamento

A duração do tratamento com Coama varia, dependendo da natureza de sua doença e de sua resposta individual ao tratamento. Seu médico o informará sobre quando você deve parar de tomar Coama.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Como o Coama funciona?

Coama contém a substância ativa capecitabina que interrompe o crescimento das células tumorais ou cancerígenas (agente citostástico).

Quais cuidados devo ter ao usar o Coama?

Enquanto você estiver tomando Coama haverá necessidade de acompanhamento médico cuidadoso. Embora a maioria das reações adversas seja reversível, pode ser necessário suspender a medicação ou reduzir a dose em alguns casos. Prisão de ventre, boca seca e gases são eventos gastrintestinais comuns à terapia combinada de Coama com outras medicações, como a oxaliplatina.

Coama pode induzir diarreia, que pode ser grave. Se você apresentar diarreia grave, deverá ser acompanhado cuidadosamente e, se ficar desidratado, deve receber fluidos com reposição de eletrólitos. Tratamentos para a diarreia devem ser iniciados o quanto antes, quando indicado.

A desidratação precisa ser evitada ou corrigida logo no início. Os pacientes com perda de apetite, diminuição da força muscular acompanhada de fraqueza, náusea, vômito ou diarreia podem ficar desidratados rapidamente. Desidratação pode causar insuficiência renal aguda, especialmente em pacientes que já apresentem comprometimento da função renal ou quando Coama é administrado junto com outros medicamentos tóxicos para os rins. Casos de falência renal seguidos de morte foram reportados nessas situações. Se a desidratação for grave, o tratamento com Coama precisará ser interrompido, até que você se recupere totalmente.

Raros casos de reações adversas graves e inesperadas foram observados em pacientes portadores de deficiência da enzima diidropirimidina desidrogenase. Converse com seu médico caso seja portador desta deficiência.

Foi observada toxicidade ao coração com o uso de Coama, incluindo infarto do miocárdio, angina, arritmias, parada cardíaca, insuficiência cardíaca e alterações no eletrocardiograma. Essas reações adversas podem ser mais comuns em pacientes que já apresentavam doença das artérias coronárias anteriormente.

Coama pode provocar reações de pele graves, como síndrome de Stevens-Johnson (inclui lesões cutâneas generalizadas, como bolhas, que podem atingir também as mucosas) e necrólise epidérmica tóxica (camada superficial da pele se solta em lâminas). Coama deve ser permanentemente descontinuado nesses casos.

Coama pode provocar a síndrome mão-pé, uma lesão de pele com gravidade variável (grau 1 a 3), em média 79 dias depois do início do tratamento, com uma variação de 11 a 360 dias. Síndrome mão-pé persistente ou grave (grau 2 ou maior) pode, eventualmente, levar à perda de impressões digitais, o que poderia impactar a identificação do paciente.

No grau 1, aparece formigamento nas mãos e nos pés, acompanhado de vermelhidão, mas o paciente consegue continuar com suas atividades. No grau 2, mãos e pés ficam muito doloridos e inchados, além de vermelhos, e o paciente já não consegue realizar suas atividades normalmente. No grau 3, aparecem feridas e bolhas, a pele se descola, e o desconforto é muito grande. Se a síndrome for de grau 2 ou 3, o tratamento com Coama precisa ser interrompido até a resolução ou melhora do quadro. Há evidências de que dexpantenol funciona na prevenção da síndrome mão-pé.

Coama pode induzir a aumento das bilirrubinas (substâncias produzidas pelo fígado que, quando aumentadas, podem levar ao aparecimento de cor amarelada na pele e nos olhos).

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas

Coama tem influência moderada na capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas. Procure orientação do seu médico caso apresente tontura, cansaço e/ou náusea durante o tratamento com Coama.

Fertilidade

Com base em evidências de estudos em animais, Coama pode prejudicar a fertilidade em fêmeas e machos com potencial reprodutivo.

Contracepção

Mulheres

Antes de iniciar o tratamento, você deve informar ao seu médico caso pretenda engravidar. Durante o tratamento com Coama você deve evitar uma gravidez. Para tanto, um método contraceptivo eficaz deve ser utilizado durante todo o tratamento e por 6 meses após a última dose de Coama.

Homens

Pacientes do sexo masculino com parceiras do sexo feminino em idade fértil devem utilizar métdos contraceptivos eficazes durante tratamento e por 3 meses após a última dose de Coama.

Gravidez e amamentação

Categoria de risco na gravidez: D.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Não foram realizados estudos com mulheres grávidas em uso de Coama. No entanto, com base no mecanismo de ação deste medicamento, que interrompe a multiplicação das células, presume-se que Coama possa causar dano para o feto se administrado a mulheres grávidas.

Antes de iniciar o tratamento, você deve informar ao seu médico caso pretenda engravidar. Você não deve tomar Coama caso esteja grávida ou pense que poderia estar. Você não deve amamentar caso esteja durante o tratamento e por duas semanas após a última dose de Coama.

Até o momento, não há informações de que Coama possa causar doping. Em caso de dúvidas, consulte o seu médico.

Interrupção do tratamento

Seu médico pode solicitar que você interrompa o tratamento com Coama durante algum tempo ou que tome menor quantidade do medicamento, caso desenvolva qualquer reação adversa de difícil controle.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Coama?

Além dos efeitos benéficos de Coama, é possível que ocorram efeitos indesejados durante o tratamento, mesmo quando usado conforme a prescrição médica. Os efeitos indesejados comumente ocorrem no início do tratamento. Esses efeitos colaterais normalmente melhoram rapidamente em 2-3 dias. Se o tratamento com Coama for interrompido; o tratamento poderá ser reiniciado, de acordo com as instruções de seu médico.

Nos casos de diarreia com mais de quatro evacuações por dia e diarreia durante a noite, de vômitos mais de uma vez em 24 horas, ou se os sintomas nas mãos e pés se agravarem com presença de dor, inchaço ou bolhas ou ainda se a quantidade de alimentos que você ingere por dia está muito abaixo da normal e as feridas na boca se tornarem doloridas, pare de tomar Coama imediatamente e procure seu médico para obter orientação adicional.

Reações adversas de acordo com a indicação

Capecitabina em monoterapia
Reações adversas relatadas em mais de 5% dos pacientes tratados com capecitabina em monoterapia
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Rea&#xE7;&#xE3;o adversa por sistema</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:257px\"><strong>Muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)</strong></td> <td style=\"width:317px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Comum (ocorre entre 5 e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios do metabolismo e nutri&#xE7;&#xE3;o</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:257px\">Perda de apetite</td> <td style=\"width:317px\"> <p style=\"text-align:center\">Desidrata&#xE7;&#xE3;o; Diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios do sistema nervoso</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:257px\">-</td> <td style=\"width:317px\"> <p style=\"text-align:center\">Dorm&#xEA;ncia ou sensa&#xE7;&#xF5;es de formigamento; Altera&#xE7;&#xE3;o do paladar; <a href=\"https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/dor-de-cabeca-e-enxaqueca/c\" target=\"_blank\">Dor de cabe&#xE7;a</a>; Tontura (sem vertigem)</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios oculares</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:257px\">-</td> <td style=\"width:317px\"> <p style=\"text-align:center\">Aumento do lacrimejamento; <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-dos-olhos/conjuntivite/c\" target=\"_blank\">Conjuntivite</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios gastrintestinais</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:257px\">Diarreia; V&#xF4;mito; N&#xE1;usea; <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/estomatite-aftosa-e-viral-tratamento-sintomas-e-causas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Estomatite</a> (feridas na boca); Dor abdominal (dor na barriga)</td> <td style=\"width:317px\"> <p style=\"text-align:center\">Pris&#xE3;o de ventre; Dor abdominal; Dificuldade de digest&#xE3;o</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios hepatobiliares</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:257px\">-</td> <td style=\"width:317px\"> <p style=\"text-align:center\">Excesso de bilirrubina no sangue</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios da pele e tecido subcut&#xE2;neo</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:257px\">Incha&#xE7;o, vermelhid&#xE3;o, formigamento e adormecimento das palmas das m&#xE3;os e plantas dos p&#xE9;s (s&#xED;ndrome m&#xE3;o-p&#xE9;)*; <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/dermatites/c\" target=\"_blank\">Dermatite</a></td> <td style=\"width:317px\"> <p style=\"text-align:center\">Erup&#xE7;&#xF5;es na pele; Perda de cabelo; Cor vermelha na pele; <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/pele-seca\" target=\"_blank\">Pele seca</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios gerais e relacionados ao local de administra&#xE7;&#xE3;o</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:257px\">Cansa&#xE7;o; Sono profundo</td> <td style=\"width:317px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/c\" target=\"_blank\">Febre</a>; Fraqueza; Diminui&#xE7;&#xE3;o da for&#xE7;a muscular acompanhada de fraqueza</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

* Baseado na experiência pós-comercialização, síndrome mão-pé persistente ou grave pode eventualmente levar à perda de impressões digitais.

Fissuras na pele (rachaduras) foram relatadas em menos que 2% dos pacientes em estudos clínicos de capecitabina.

Reações adversas relatadas em menos de 5% dos pacientes tratados com capecitabina em monoterapia
  • <li>Dist&#xFA;rbios gastrintestinais: boca seca, gases, rea&#xE7;&#xF5;es adversas relacionadas &#xE0; ulcera&#xE7;&#xE3;o/inflama&#xE7;&#xE3;o de mucosas, como inflama&#xE7;&#xE3;o do es&#xF4;fago, est&#xF4;mago, intestino delgado, intestino grosso e hemorragia (sangramento) gastrintestinal.</li> <li>Dist&#xFA;rbios card&#xED;acos: incha&#xE7;o nas pernas, <a href="https://minutosaudavel.com.br/dor-no-peito/" rel="noopener" target="_blank">dor no peito</a> de origem card&#xED;aca, incluindo <a href="https://consultaremedios.com.br/b/angina-peito" target="_blank">angina de peito</a>, doen&#xE7;a do m&#xFA;sculo card&#xED;aco, infarto/isquemia mioc&#xE1;rdica, insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca, morte s&#xFA;bita, aumento da frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca, arritmias card&#xED;acas e palpita&#xE7;&#xF5;es.</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sistema nervoso: <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/insonia/c" target="_blank">ins&#xF4;nia</a>, confus&#xE3;o, comprometimento das fun&#xE7;&#xF5;es cerebrais e sinais cerebelares, como falta de coordena&#xE7;&#xE3;o motora, dificuldade para articular as palavras, altera&#xE7;&#xE3;o no equil&#xED;brio e altera&#xE7;&#xE3;o na coordena&#xE7;&#xE3;o.</li> <li>Infec&#xE7;&#xF5;es e infesta&#xE7;&#xF5;es: infec&#xE7;&#xF5;es locais, infec&#xE7;&#xF5;es generalizadas fatais (incluindo origem bacteriana, viral e f&#xFA;ngica) e <a href="https://minutosaudavel.com.br/sepse-septicemia-sintomas-tratamento-tipos-tem-cura/" rel="noopener" target="_blank">sepse</a> (infec&#xE7;&#xE3;o disseminada).</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sangue e do sistema linf&#xE1;tico: <a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c" target="_blank">anemia</a> e redu&#xE7;&#xE3;o de todas as c&#xE9;lulas do sangue.</li> <li>Dist&#xFA;rbios da pele e tecido subcut&#xE2;neo: coceira, descolamento da pele localizado, escurecimento da pele, dist&#xFA;rbios das unhas, rea&#xE7;&#xF5;es de <a href="https://minutosaudavel.com.br/fotofobia/" rel="noopener" target="_blank">sensibilidade &#xE0; luz</a> e sensibilidade &#xE0; radioterapia.</li> <li>Dist&#xFA;rbios gerais relacionados ao local de administra&#xE7;&#xE3;o: dor nas pernas e bra&#xE7;os e dor no peito (n&#xE3;o card&#xED;aca).</li> <li>Olhos: irrita&#xE7;&#xE3;o nos olhos.</li> <li>Respirat&#xF3;rios: falta de ar e <a href="https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/tosse/c" target="_blank">tosse</a>.</li> <li>Musculoesquel&#xE9;ticos: <a href="https://minutosaudavel.com.br/lombalgia/" rel="noopener" target="_blank">dor lombar</a>, dor nos m&#xFA;sculos e articula&#xE7;&#xF5;es.</li> <li>Dist&#xFA;rbios psiqui&#xE1;tricos: <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a>.</li> <li>Insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica e <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/hepatite/c" target="_blank">hepatite</a> foram relatadas durante os estudos cl&#xED;nicos e ap&#xF3;s a comercializa&#xE7;&#xE3;o, mas n&#xE3;o foi estabelecida rela&#xE7;&#xE3;o de causa com o tratamento com capecitabina.</li>
Capecitabina em terapia combinada
Reações adversas muito comuns e comuns com capecitabina em combinação com diferentes quimioterápicos
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Rea&#xE7;&#xE3;o adversa por sistema</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\"><strong>Muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)</strong></td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Comum (ocorre entre 5 e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xF5;es e infesta&#xE7;&#xF5;es</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">-</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xE3;o; <a href=\"https://consultaremedios.com.br/antifungico/candidiase/c\" target=\"_blank\">Candid&#xED;ase</a> oral (sapinho)</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios do sistema sangu&#xED;neo e linf&#xE1;tico</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Diminui&#xE7;&#xE3;o das c&#xE9;lulas brancas do sangue com ou sem febre; Diminui&#xE7;&#xE3;o das plaquetas; Anemia</td> <td style=\"text-align:center; width:309px\">-</td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios do metabolismo e nutri&#xE7;&#xE3;o</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Diminui&#xE7;&#xE3;o do c&#xE1;lcio no sangue; Diminui&#xE7;&#xE3;o de peso</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios psiqui&#xE1;tricos</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">-</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Ins&#xF4;nia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios do sistema nervoso</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Altera&#xE7;&#xE3;o dos nervos respons&#xE1;veis pela sensibilidade de m&#xE3;os e p&#xE9;s; Dist&#xFA;rbio no paladar; Sensibilidade alterada (dorm&#xEA;ncia ou formigamentos); Dor de cabe&#xE7;a</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Diminui&#xE7;&#xE3;o de sensibilidade</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios oculares</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Aumento do lacrimejamento</td> <td style=\"text-align:center; width:309px\">-</td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios vasculares</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/trombose/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Trombose</a> / embolismo (entupimento de vasos sangu&#xED;neos por co&#xE1;gulos); <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c\" target=\"_blank\">Press&#xE3;o alta</a>; Incha&#xE7;o nas pernas</td> <td style=\"text-align:center; width:309px\">-</td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Respirat&#xF3;rio</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Dor na garganta</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Sangramento pelo nariz; Rouquid&#xE3;o; Coriza; Falta de ar</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios gastrintestinais</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Pris&#xE3;o de ventre; Dificuldade de digest&#xE3;o</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Boca seca</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios gastrintestinais</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Pris&#xE3;o de ventre; Dificuldade de digest&#xE3;o</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Boca seca</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios da pele e tecido subcut&#xE2;neo</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Perda de cabelo; Altera&#xE7;&#xF5;es das unhas</td> <td style=\"text-align:center; width:309px\">-</td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios musculoesquel&#xE9;ticos e dos tecidos conectivos</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Dores nas juntas; Dores musculares; Dores nos bra&#xE7;os e pernas</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Dor no maxilar; <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dor-nas-costas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Dor nas costas</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Desordens gerais e do local de administra&#xE7;&#xE3;o</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Febre; Diminui&#xE7;&#xE3;o da for&#xE7;a muscular acompanhada de fraqueza; Fraqueza; Intoler&#xE2;ncia &#xE0; temperatura</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Febre; Dor</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Reações de hipersensibilidade e isquemia/infarto do miocárdio foram comumente relatadas com o uso de capecitabina em combinação com outros quimioterápicos, mas em menos de 5% dos pacientes.

Reações adversas raras ou incomuns relatadas com capecitabina em combinação com outros quimioterápicos são compatíveis com as reações adversas descritas com o uso de capecitabina em monoterapia ou dos produtos combinados em monoterapia.

Pós-comercialização

Reações adversas ao medicamento (RAMs) identificadas durante a exposição pós-comercialização
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Classe de sistemas e &#xF3;rg&#xE3;os</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:265px\"><strong>Rea&#xE7;&#xF5;es adversas a drogas</strong></td> <td style=\"width:308px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Frequ&#xEA;ncia</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:265px\">Insufici&#xEA;ncia renal aguda secund&#xE1;ria &#xE0; desidrata&#xE7;&#xE3;o</td> <td style=\"width:308px\"> <p style=\"text-align:center\">Rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento)</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios no sistema nervoso</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:265px\">Leucoencefalopatia t&#xF3;xica (danos ao <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/c\" target=\"_blank\">sistema nervoso central</a>, desencadeados por um agente qu&#xED;mico)</td> <td style=\"width:308px\"> <p style=\"text-align:center\">Desconhecida</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios hepatobiliares</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:265px\">Insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica, hepatite</td> <td style=\"width:308px\"> <p style=\"text-align:center\">Muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento)</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios metab&#xF3;licos e nutricionais</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:265px\">Hipertrigliceridemia (aumento da concentra&#xE7;&#xE3;o de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/triglicerideos/c\" target=\"_blank\">triglicer&#xED;deos</a>)</td> <td style=\"width:308px\"> <p style=\"text-align:center\">Desconhecida</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios no tecido subcut&#xE2;neo e pele</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:265px\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">L&#xFA;pus eritematoso cut&#xE2;neo</a> (doen&#xE7;a imunol&#xF3;gica), rea&#xE7;&#xF5;es de pele graves como S&#xED;ndrome de Stevens-Johnson (doen&#xE7;a com les&#xF5;es cut&#xE2;neas generalizadas, como bolhas, que podem atingir tamb&#xE9;m as mucosas) e necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica (doen&#xE7;a que acomete a camada superficial da pele e essa se solta em l&#xE2;minas)</td> <td style=\"width:308px\"> <p style=\"text-align:center\">Muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento)</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios nos olhos</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:265px\">Estenose do ducto lacrimal (estreitamento do canal lacrimal), dist&#xFA;rbios de c&#xF3;rnea incluindo <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/ceratite-o-que-e-sintomas-tratamento-cura-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">ceratite</a> (inflama&#xE7;&#xE3;o da c&#xF3;rnea)</td> <td style=\"text-align:center; width:308px\">-</td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

No caso de exposição a comprimidos de capecitabina triturados ou cortados, foram relatadas as seguintes RAMs: irritação nos olhos, inchaço dos olhos, erupção cutânea, dor de cabeça, sensibilidade alterada, diarreia, náuseas, irritação gástrica e vômitos.

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer reações adversas imprevisíveis ou desconhecidas. Nesse caso, informe seu médico.

População Especial

Pacientes idosos e pacientes com funções renal ou hepática comprometidas devem ser cuidadosamente monitorados, pois podem apresentar maior probabilidade de desenvolver quadros de toxicidade gastrintestinal, além de quadros de toxicidade mais grave.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Coama?

Caso você esqueça de usar o medicamento, não tome uma dose extra. Aguarde até a dose seguinte e tome a sua dose normal em seguida.

Não tente compensar a dose que você esqueceu tomando mais de uma dose ao mesmo tempo.

As doses não tomadas de Coama, devido à toxicidade, não são substituídas.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Coama?

Cada comprimido revestido de 150 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:244px\"> <p style=\"text-align:center\">Capecitabina</p> </td> <td style=\"width:230px\"> <p style=\"text-align:center\">150 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:244px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes qsp</p> </td> <td style=\"width:230px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido&amp;nbsp;revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, lactose monoidratada, croscarmelose sódica, hipromelose, estearato de magnésio, óxido de ferro vermelho, hipromelose, macrogol e dióxido de titânio.

Cada comprimido revestido de 500 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:244px\"> <p style=\"text-align:center\">Capecitabina</p> </td> <td style=\"width:230px\"> <p style=\"text-align:center\">500 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:244px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes qsp</p> </td> <td style=\"width:230px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido&amp;nbsp;revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, lactose monoidratada, croscarmelose sódica, hipromelose, estearato de magnésio, óxido de ferro vermelho, hipromelose, macrogol e dióxido de titânio.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Coama maior do que a recomendada?

As manifestações agudas de superdose (quantidade maior que a indicada) incluem náusea, vômitos, diarreia, inflamação das mucosas, irritação e sangramento gastrintestinal e diminuição na produção de células do sangue.

Procure imediatamente um médico em caso de superdose.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Coama com outros remédios?

Anticoagulantes

Avise seu médico se estiver tomando anticoagulantes como varfarina e femprocumona, pois o uso desses medicamentos em combinação com Coama pode alterar a coagulação.

Fenitoína

Se você estiver recebendo fenitoína (medicamento usado para controlar convulsões) ao mesmo tempo que Coama, seu médico deve lhe monitorar regularmente as concentrações sanguíneas de fenitoína, que podem provocar efeitos colaterais.

Alimentos

Em todos os estudos feitos com Coama, os pacientes foram instruídos a tomar Coama até 30 minutos após uma refeição. Portanto, recomenda-se que Coama seja administrado dessa forma.

Antiácidos

Antiácidos contendo hidróxido de alumínio e hidróxido de magnésio podem causar um pequeno aumento nas concentrações plasmáticas de Coama.

Ácido folínico

A toxicidade de Coama pode ser aumentada com o uso de ácido folínico.

Sorivudina e análogos

Coama não deve ser administrado com sorivudina ou com seus análogos quimicamente semelhantes, como brivudina, pois existe o risco de aumentar a toxicidade de fluoropirimidinas e isso pode ser fatal. É necessário aguardar pelo menos 4 semanas entre o fim da terapia com soruvudinas ou medicamentos semelhantes e o início da terapia com Coama.

Alterações nos resultados de exames laboratoriais

Coama pode causar alterações nos exames laboratoriais, assim os pacientes devem realizar exames periodicamente durante o tratamento. O seu médico saberá como proceder adequadamente nesses casos.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Coama com alimentos?

Em todos os estudos clínicos, os pacientes foram instruídos a tomar Capecitabina até 30 minutos após uma refeição. Considerando que os dados de segurança e de eficácia atuais são baseados na administração com alimentos, recomenda-se que Capecitabina seja administrado com alimentos.

Qual a ação da substância do Coama (Capecitabina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>C&#xE2;ncer colorretal</h3> <h4>Monoterapia em c&#xE2;ncer colorretal adjuvante</h4> <p>Um estudo cl&#xED;nico controlado de fase III, multic&#xEA;ntrico, randomizado, em pacientes com c&#xE2;ncer colorretal em est&#xE1;gio III (Dukes C) foi conduzido para estudar o uso de Capecitabina como tratamento adjuvante de pacientes com c&#xE2;ncer colorretal (Estudo X-ACT: M66001). Nesse estudo, 1.987 pacientes foram randomizados para receberem tratamento com Capecitabina (1.250 mg/m<sup>2</sup>, duas vezes ao dia, durante duas semanas, seguido por per&#xED;odo de descanso de uma semana, e administrado em ciclos a cada tr&#xEA;s semanas, durante 24 semanas), ou 5-FU e Leucovorin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong> (&#xE1;cido fol&#xED;nico) (esquema de tratamento Mayo: 20 mg/m<sup>2</sup> de Leucovorin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong> intravenoso (i.v.), seguido por 425 mg/m<sup>2</sup> i.v. em <em>bolus </em>de 5-FU, nos dias 1 a 5, a cada 28 dias durante 24 semanas). Capecitabina foi pelo menos equivalente ao 5-FU/LV i.v. na sobrevida livre de doen&#xE7;a (p = 0,0001, margem de n&#xE3;o inferioridade de 1,2). Em toda a popula&#xE7;&#xE3;o randomizada, as diferen&#xE7;as entre Capecitabina e 5-FU/LV na sobrevida livre da doen&#xE7;a e sobrevida global mostraram raz&#xE3;o de risco de 0,88 (IC 95%, 0,77 &#x2013; 1,01; p = 0,068) e 0,86 (0,74 &#x2013; 1,01; p = 0,060), respectivamente. O tempo mediano de acompanhamento no momento da an&#xE1;lise era de 6,9 anos.<sup>1 </sup></p> <h4>Terapia combinada em c&#xE2;ncer colorretal adjuvante</h4> <p>Capecitabina em combina&#xE7;&#xE3;o com oxaliplatina (Xelox) para o tratamento adjuvante de pacientes com c&#xE2;ncer colorretal foi estudado em estudo cl&#xED;nico multic&#xEA;ntrico, randomizado, controlado de fase III, em pacientes com c&#xE2;ncer colorretal est&#xE1;gio III (Dukes C) (estudo NO16968).<sup>2</sup> Nesse estudo, 944 pacientes foram randomizados para ciclos de tr&#xEA;s semanas, durante 24 semanas, com Capecitabina (1.000 mg/m<sup>2</sup>, duas vezes ao dia, durante duas semanas, seguido por per&#xED;odo de descanso de uma semana), em combina&#xE7;&#xE3;o com oxaliplatina (infus&#xE3;o intravenosa de 130 mg/m<sup>2</sup> durante duas horas do dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas) e 942 pacientes foram randomizados para <em>bolus </em>de 5-FU e Leucovorin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong>. Na an&#xE1;lise prim&#xE1;ria para sobrevida livre de doen&#xE7;a, na popula&#xE7;&#xE3;o com inten&#xE7;&#xE3;o de tratamento (ITT), Xelox mostrou-se significativamente superior a 5-FU/LV (raz&#xE3;o de risco = 0,80, IC 95% = [0,69; 0,93], p = 0,0045). A taxa da sobrevida livre de doen&#xE7;a de tr&#xEA;s anos foi de 71% para Xelox <em>versus </em>67% para 5-FU/LV. A an&#xE1;lise para o objetivo secund&#xE1;rio de sobrevida livre de recorr&#xEA;ncia apoia esses resultados com uma raz&#xE3;o de risco de 0,78 (IC 95% = [0,67; 0,92], p = 0,0024) para Xelox <em>versus </em>5-FU/LV. Xelox mostrou uma tend&#xEA;ncia a sobrevida global superior, com uma raz&#xE3;o de risco de 0,87 (IC 95%= [0,72; 1,05], p = 0,1486) que se traduz em uma redu&#xE7;&#xE3;o de 13% no risco de morte. A taxa de sobrevida global de cinco anos foi de 78% para Xelox <em>versus </em>74% para 5-FU/LV. Os resultados de efic&#xE1;cia baseiam-se em um tempo mediano de observa&#xE7;&#xE3;o de 59 meses para a sobrevida global e 57 meses para a sobrevida livre de doen&#xE7;a. A taxa de retirada do estudo devido a eventos adversos foi maior no bra&#xE7;o de terapia combinada de Capecitabina com oxaliplatina (21%) quando comparada com ao bra&#xE7;o 5-FU/LV (9%) na popula&#xE7;&#xE3;o ITT, segundo estudo NO16968.</p> <h4>Monoterapia em c&#xE2;ncer colorretal metast&#xE1;tico</h4> <p>Dois estudos cl&#xED;nicos com desenho id&#xEA;ntico, multic&#xEA;ntricos, randomizados, controlados, de fase III foram conduzidos para estudar o uso de Capecitabina como tratamento de primeira linha no c&#xE2;ncer colorretal metast&#xE1;tico (SO14695; SO14796). Nesses estudos, 603 pacientes foram randomizados para o tratamento com Capecitabina (1.250 mg/m<sup>2</sup>, duas vezes ao dia, durante duas semanas, seguido de per&#xED;odo de descanso de uma semana, em ciclos de tr&#xEA;s semanas) e 604 pacientes foram randomizados para o tratamento com 5-FU e Leucovorin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong> (esquema de tratamento Mayo: 20 mg/m<sup>2</sup> de Leucovorin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong> i.v., seguido de 425 mg/m<sup>2</sup> i.v. de 5- FU em <em>bolus</em>, nos dias 1 a 5, a cada 28 dias).</p> <p>Os &#xED;ndices de resposta objetiva global em toda a popula&#xE7;&#xE3;o randomizada (avalia&#xE7;&#xE3;o do pesquisador) foi 25,7% (Capecitabina) <em>versus </em>16,7% (esquema de tratamento Mayo); p&lt; 0,0002. O tempo mediano at&#xE9; a progress&#xE3;o foi de 140 dias (Capecitabina) <em>versus </em>144 dias (esquema de tratamento Mayo). A sobrevida mediana foi de 392 dias (Capecitabina) <em>versus </em>391 dias (esquema de tratamento Mayo).<sup>3,4</sup></p> <h4>Terapia combinada no tratamento de primeira linha de c&#xE2;ncer colorretal</h4> <p>Um estudo cl&#xED;nico multic&#xEA;ntrico, randomizado, controlado, de fase 3 (NO16966) foi conduzido para o uso de Capecitabina em combina&#xE7;&#xE3;o com oxaliplatina ou em combina&#xE7;&#xE3;o com oxaliplatina e bevacizumabe (BV) para o tratamento de primeira linha de c&#xE2;ncer colorretal metast&#xE1;tico. 5 O estudo foi composto por duas partes: uma parte inicial com 2 bra&#xE7;os na qual os pacientes foram randomizados para dois grupos diferentes de tratamento, incluindo Xelox ou Folfox-4, e uma parte subsequente fatorial 2x2 com 4 grupos distintos de tratamento, incluindo Xelox + placebo (P), Folfox-4 + P, Xelox + BV e Folfox-4 + BV.</p> <h5>Os regimes de tratamento est&#xE3;o resumidos na tabela a seguir:</h5> <p><strong>Tabela 1. Regimes de tratamento no estudo NO16966</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:94px\">&amp;nbsp;</td> <td style=\"text-align:center; width:93px\"><strong>Tratamento</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:104px\"><strong>Dose inicial</strong></td> <td style=\"width:133px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Esquema</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:94px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Folfox-4</strong></p> <p style=\"text-align:center\">&amp;nbsp;</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:93px\">Oxaliplatina</td> <td style=\"text-align:center; width:104px\">85 mg/m<sup>2</sup> IV 2 h</td> <td style=\"width:133px\"> <p style=\"text-align:center\">Oxaliplatina no dia 1, cada 2 semanas</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:93px\"> <p style=\"text-align:center\">Leucovorin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:104px\">200 mg/m<sup>2</sup> IV 2 h</td> <td style=\"width:133px\"> <p style=\"text-align:center\">Leucovorin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong>&amp;nbsp;nos dias 1 e 2, cada 2 semanas</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:93px\"> <p style=\"text-align:center\">5-Fluorouracil</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:104px\">400 mg/m<sup>2</sup> IV <em>bolus</em>, 600 mg/m<sup>2</sup> IV 22 h</td> <td style=\"width:133px\"> <p style=\"text-align:center\">5-fluorouracil IV <em>bolus</em>/infus&#xE3;o, nos dias 1 e 2, cada 2 semanas</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:94px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Folfox-4 + Avastin<sup>&#xAE;</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:93px\">Placebo ou Avastin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong> </td> <td style=\"text-align:center; width:104px\">5 mg/kg IV 30-90 minutos</td> <td style=\"width:133px\"> <p style=\"text-align:center\">Dia 1, antes do Folfox-4, cada 2 semanas</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:94px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Xelox</strong></p> <p style=\"text-align:center\">&amp;nbsp;</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:93px\">Oxaliplatina</td> <td style=\"text-align:center; width:104px\">130 mg/m<sup>2</sup> IV 2 h</td> <td style=\"width:133px\"> <p style=\"text-align:center\">Oxaliplatina no dia 1, cada 3 semanas</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:93px\"> <p style=\"text-align:center\">Capecitabina</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:104px\">1.000 mg/m<sup>2</sup> via oral, duas vezes ao dia</td> <td style=\"width:133px\"> <p style=\"text-align:center\">Capecitabina oral, duas vezes ao dia, por 2 semanas (seguido por 1 semana sem tratamento)</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:94px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Xelox + Avastin<sup>&#xAE;</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:93px\">Placebo ou Avastin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong> </td> <td style=\"text-align:center; width:104px\">7,5 mg/kg IV 30 &#x2013; 90 minutos</td> <td style=\"width:133px\"> <p style=\"text-align:center\">Dia 1, antes de Xelox, cada 3 semanas</p> </td> </tr> </tbody> </table> <p>5-fluorouracil: inje&#xE7;&#xE3;o IV <em>bolus </em>imediatamente ap&#xF3;s Leucovorin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong>.</p> <p>A n&#xE3;o inferioridade dos bra&#xE7;os contendo Xelox comparado aos bra&#xE7;os contendo Folfox-4, na compara&#xE7;&#xE3;o global, foi demonstrada nos termos de sobrevida livre de progress&#xE3;o (SLP) na popula&#xE7;&#xE3;o de pacientes eleg&#xED;vel e na popula&#xE7;&#xE3;o com inten&#xE7;&#xE3;o de tratamento (ITT) (veja tabela a seguir). Os resultados indicam que Xelox &#xE9; equivalente a Folfox-4 no que se refere &#xE0; sobrevida global. Uma compara&#xE7;&#xE3;o de Xelox + bevacizumabe <em>versus </em>Folfox-4 + bevacizumabe foi uma an&#xE1;lise explorat&#xF3;ria pr&#xE9;-especificada. Na compara&#xE7;&#xE3;o desse subgrupo de tratamento, Xelox + bevacizumabe foi similar a Folfox-4 + bevacizumabe no que se refere a sobrevida livre de progress&#xE3;o [raz&#xE3;o de risco 1,01 (IC 97,5% 0,84, 1,22)]. O acompanhamento mediano no tempo de an&#xE1;lise prim&#xE1;ria na popula&#xE7;&#xE3;o&amp;nbsp;com inten&#xE7;&#xE3;o de tratamento foi 1,5 anos. Os dados provenientes de an&#xE1;lises ap&#xF3;s um ano adicional do acompanhamento tamb&#xE9;m foram inclu&#xED;dos na tabela a seguir.</p> <p><strong>Tabela 2. Resultados de n&#xE3;o inferioridade fundamentais para a an&#xE1;lise prim&#xE1;ria e dos dados de acompanhamento de um ano (popula&#xE7;&#xF5;es EPP e ITT, estudo NO16966)</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>An&#xE1;lise prim&#xE1;ria</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"width:389px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Xelox/Xelox+P/ Xelox+BV (EPP*: N = 967; ITT**: N = 1.017)</strong></p> </td> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"width:837px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Folfox-4/Folfox-4+P/ Folfox-4+BV (EPP*: N = 937; ITT**: N = 1.017)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>Popula&#xE7;&#xE3;o</strong></p> </td> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"text-align:center\"><strong>Mediana de tempo para o evento (dias)</strong></td> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>Raz&#xE3;o de risco (IC 97,5%)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro: sobrevida livre de progress&#xE3;o</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">EPP</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:84px\">241</td> <td style=\"text-align:center; width:76px\">259</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,05 (0,94; 1,18)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">ITT</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:84px\">244</td> <td style=\"text-align:center; width:76px\">259</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,04 (0,93; 1,16)</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro: sobrevida global</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">EPP</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:84px\">577</td> <td style=\"text-align:center; width:76px\">549</td> <td> <p style=\"text-align:center\">0,97 (0,84; 1,14)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">ITT</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:84px\">581</td> <td style=\"text-align:center; width:76px\">553</td> <td> <p style=\"text-align:center\">0,96 (0,83; 1,12)</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Um ano adicional do acompanhamento</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro: sobrevida livre de progress&#xE3;o</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">EPP</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:84px\">242</td> <td style=\"text-align:center; width:76px\">259</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,02 (0,92; 1,14)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">ITT</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:84px\">244</td> <td style=\"text-align:center; width:76px\">259</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,01 (0,91; 1,12)</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro: sobrevida global</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">EPP</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:84px\">600</td> <td style=\"text-align:center; width:76px\">594</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,00 (0,88; 1,13)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">ITT</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:84px\">602</td> <td style=\"text-align:center; width:76px\">596</td> <td> <p style=\"text-align:center\">0,99 (0,88; 1,12)</p> </td> </tr> </tbody> </table> <p>*EPP = popula&#xE7;&#xE3;o de pacientes eleg&#xED;veis;<br> ** ITT = popula&#xE7;&#xE3;o com inten&#xE7;&#xE3;o de tratamento.</br></p> <h3>Terapia combinada no tratamento de segunda linha de c&#xE2;ncer colorretal</h3> <p>O estudo cl&#xED;nico NO16967 fase 3, multic&#xEA;ntrico, randomizado e controlado estudou a utiliza&#xE7;&#xE3;o de Capecitabina em combina&#xE7;&#xE3;o com oxaliplatina para o tratamento de segunda linha de c&#xE2;ncer colorretal metast&#xE1;tico<sup>6</sup>. Nesse estudo, 627 pacientes com carcinoma colorretal metast&#xE1;tico, e previamente tratados com irinotecano em combina&#xE7;&#xE3;o com um regime de fluoropimidina como terapia de primeira linha, foram randomizados para tratamento com Xelox ou Folfox-4. Para o esquema de dose de Xelox e Folfox-4 (sem adi&#xE7;&#xE3;o de placebo ou bevacizumabe), Xelox demonstrou ser n&#xE3;o inferior a Folfox-4 em termos de sobrevida livre de progress&#xE3;o na popula&#xE7;&#xE3;o per-protocolo e na popula&#xE7;&#xE3;o com inten&#xE7;&#xE3;o de tratamento. Os resultados indicam que Xelox &#xE9; equivalente a Folfox-4 em termos de SG. O acompanhamento mediano at&#xE9; o tempo da an&#xE1;lise prim&#xE1;ria na popula&#xE7;&#xE3;o com inten&#xE7;&#xE3;o de tratamento foi 2,1 anos. Os dados provenientes de uma an&#xE1;lise ap&#xF3;s seis meses adicionais do acompanhamento tamb&#xE9;m est&#xE3;o inclu&#xED;dos na tabela a seguir.</p> <p><strong>Tabela 3. Resultados de efic&#xE1;cia / n&#xE3;o inferioridade fundamentais para a an&#xE1;lise prim&#xE1;ria e dos dados de acompanhamento de seis meses do Estudo NO16967 (popula&#xE7;&#xF5;es PPP e ITT)</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>An&#xE1;lise prim&#xE1;ria</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Xelox (PPP*: N = 251; ITT**: N = 313)</strong></p> </td> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Folfox-4 (PPP*: N = 252; ITT**: N = 314)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>Popula&#xE7;&#xE3;o</strong></p> </td> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Mediana de tempo para o evento (dias)</strong></p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>Raz&#xE3;o de risco (IC 95%)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro: sobrevida livre de progress&#xE3;o</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">PPP</p> </td> <td style=\"text-align:center\">154</td> <td style=\"text-align:center\">168</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,03 (0,87; 1,24)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">&amp;nbsp;</p> <p style=\"text-align:center\">ITT</p> </td> <td style=\"text-align:center\">144</td> <td style=\"text-align:center\">146</td> <td> <p style=\"text-align:center\">0,97 (0,83; 1,14)</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro: sobrevida global</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">PPP</p> </td> <td style=\"text-align:center\">388</td> <td style=\"text-align:center\">401</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,07 (0,88; 1,31)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">ITT</p> </td> <td style=\"text-align:center\">363</td> <td style=\"text-align:center\">382</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,03 (0,87; 1,23)</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Seis meses adicionais do acompanhamento</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro: sobrevida livre de progress&#xE3;o</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">PPP</p> </td> <td style=\"text-align:center\">154</td> <td style=\"text-align:center\">166</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,04 (0,87; 1,24)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">ITT</p> </td> <td style=\"text-align:center\">143</td> <td style=\"text-align:center\">146</td> <td> <p style=\"text-align:center\">0,97 (0,83; 1,14)</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro: sobrevida global</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">PPP</p> </td> <td style=\"text-align:center\">393</td> <td style=\"text-align:center\">402</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,05 (0,88; 1,27)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">ITT</p> </td> <td style=\"text-align:center\">363</td> <td style=\"text-align:center\">382</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,02 (0,86; 1,21)</p> </td> </tr> </tbody> </table> <p>*PPP = popula&#xE7;&#xE3;o per-protocolo.<br> **ITT = popula&#xE7;&#xE3;o com inten&#xE7;&#xE3;o de tratamento.</br></p> <p>Uma an&#xE1;lise combinada dos dados de efic&#xE1;cia do tratamento de primeira-linha (estudo NO16966; parte inicial de 2 bra&#xE7;os) e do tratamento de segunda-linha (estudo NO16967) proporciona suporte adicional aos resultados de n&#xE3;o inferioridade de Xelox <em>versus </em>Folfox-4, conforme obtido nos estudos individuais: a sobrevida livre do progress&#xE3;o na popula&#xE7;&#xE3;o per-protocolo [raz&#xE3;o de risco 1,00 (IC 95%: 0,88; 1,14)] com uma mediana de sobrevida livre de progress&#xE3;o de 193 dias (Xelox; 508 pacientes) <em>versus </em>204 dias (Folfox-4; 500 pacientes). Os resultados indicam que Xelox &#xE9; equivalente a Folfox-4 em termos de SG [raz&#xE3;o de risco 1,01 (IC 95%: 0,87; 1,17)] com uma mediana de SG de 468 dias (Xelox) <em>versus </em>478 dias (Folfox-4).</p> <h3>C&#xE2;ncer g&#xE1;strico</h3> <h4>Terapia combinada</h4> <p>Um estudo cl&#xED;nico multic&#xEA;ntrico, randomizado, controlado, de fase III estudou a utiliza&#xE7;&#xE3;o de Capecitabina para o tratamento de pacientes com c&#xE2;ncer g&#xE1;strico metast&#xE1;tico ou avan&#xE7;ado. 7 Nesse estudo, 160 pacientes foram randomizados para tratamento com Capecitabina (1.000 mg/m<sup>2</sup> , duas vezes ao dia, por duas semanas, seguido por per&#xED;odo de descanso de uma semana) e cisplatina (80 mg/m<sup>2</sup> em infus&#xE3;o de duas horas, a cada tr&#xEA;s semanas). Um total de 156 pacientes foram randomizados para tratamento com 5-FU (800 mg/m<sup>2</sup> por dia, infus&#xE3;o cont&#xED;nua dos dias 1 ao 5, durante tr&#xEA;s semanas) e cisplatina (80 mg/m<sup>2</sup>, em infus&#xE3;o no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas). O objetivo prim&#xE1;rio do estudo foi alcan&#xE7;ado, Capecitabina foi ao menos equivalente ao 5-FU em combina&#xE7;&#xE3;o com cisplatina no que se refere &#xE0; sobrevida livre de progress&#xE3;o (an&#xE1;lise realizada na popula&#xE7;&#xE3;o per-protocolo). O resultado da sobrevida global foi similar ao resultado da sobrevida livre de progress&#xE3;o (Tabela 4), ou seja, a combina&#xE7;&#xE3;o de Capecitabina e cisplatina foi equivalente &#xE0; combina&#xE7;&#xE3;o de 5-FU e cisplatina no que se refere &#xE0; mediana de sobrevida global.</p> <p><strong>Tabela 4. Resumo dos resultados dos principais par&#xE2;metros de efic&#xE1;cia (PPP, Estudo ML17032)</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro</strong></p> </td> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"text-align:center\"> <p><strong>Mediana (meses) (IC de 95%)</strong></p> </td> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\"> <p style=\"text-align:center\">Raz&#xE3;o de risco (IC 95%)*</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>Capecitabina/ cisplatina (N = 139)</strong></p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>5-FU / cisplatina (N = 137)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Sobrevida livre de progress&#xE3;o</p> </td> <td style=\"text-align:center\">5,6 (4,9; 7,3)</td> <td style=\"text-align:center\">5,0 (4,2; 6,3)</td> <td> <p style=\"text-align:center\">0,81 (0,63; 1,04)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Sobrevida global</p> </td> <td style=\"text-align:center\">10,5 (9,3; 11,2)</td> <td style=\"text-align:center\">9,3 (7,4; 10,6)</td> <td> <p style=\"text-align:center\">0,85 (0,64; 1,13)</p> </td> </tr> </tbody> </table> <p>* Efeito do tratamento n&#xE3;o ajustado em modelo proporcional de Cox.</p> <p>Um estudo cl&#xED;nico multic&#xEA;ntrico, randomizado, de fase III, comparando Capecitabina com 5-FU e oxaliplatina com cisplatina em pacientes com c&#xE2;ncer g&#xE1;strico avan&#xE7;ado foi conduzido para o tratamento de primeira linha de c&#xE2;ncer g&#xE1;strico avan&#xE7;ado.<sup>8,9</sup></p> <h4>Nesse estudo, 1.002 pacientes foram randomizados em um desenho fatorial 2x2 para um dos quatro bra&#xE7;os seguintes:</h4> <h5>ECF</h5> <p>Epirrubicina (50 mg/m<sup>2</sup> em <em>bolus </em>no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas), cisplatina (60 mg/m<sup>2</sup>, por infus&#xE3;o de duas horas, no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas) e 5-FU (200 mg/m2 por dia, administrado por infus&#xE3;o cont&#xED;nua por meio de um acesso central).</p> <h5>ECX</h5> <p>Epirrubicina (50 mg/m<sup>2</sup> em <em>bolus</em>, no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas), cisplatina (60 mg/m<sup>2</sup> como uma infus&#xE3;o de duas horas no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas) e Capecitabina (625 mg/m<sup>2</sup>, duas vezes por dia, continuamente).</p> <h5>EOF</h5> <p>Epirrubicina (50 mg/m<sup>2</sup> em <em>bolus </em>no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas), oxaliplatina (130 mg/m<sup>2</sup> administrado em infus&#xE3;o de duas horas no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas) e 5-FU (200 mg/m<sup>2</sup> diariamente administrado por infus&#xE3;o cont&#xED;nua por meio de acesso central).</p> <h5>EOX</h5> <p>Epirrubicina (50 mg/m<sup>2</sup> em <em>bolus </em>no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas), oxaliplatina (130 mg/m<sup>2</sup> administrado em infus&#xE3;o de duas horas no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas) e Capecitabina (625 mg/m<sup>2</sup> , duas vezes ao dia, continuamente).</p> <p>As an&#xE1;lises de efic&#xE1;cia prim&#xE1;ria na popula&#xE7;&#xE3;o per-protocolo demonstraram a n&#xE3;o inferioridade na sobrevida global para a Capecitabina <em>versus </em>esquemas baseados no 5-FU (raz&#xE3;o de risco 0,86, IC 95%: 0,80 a 0,99) e para a oxaliplatina <em>versus </em>esquemas baseados na cisplatina (raz&#xE3;o de risco 0,92, IC 95%: 0,8 a 1,1). A sobrevida m&#xE9;dia global foi de 10,9 meses em esquemas baseados na Capecitabina e 9,6 meses em esquemas com 5-FU. A sobrevida m&#xE9;dia global foi de 10,0 meses em esquemas baseados em cisplatina e 10,4 meses em esquemas baseados em oxaliplatina.</p> <p>Capecitabina tamb&#xE9;m tem sido usado em combina&#xE7;&#xE3;o com oxaliplatina no tratamento do c&#xE2;ncer g&#xE1;strico avan&#xE7;ado.<sup>10-12</sup></p> <h4>C&#xE2;ncer colorretal e g&#xE1;strico avan&#xE7;ado: meta-an&#xE1;lise</h4> <p>Uma meta-an&#xE1;lise de seis estudos cl&#xED;nicos (SO14695, SO14796, M66001, NO16966, NO16967, M17032) avaliou se Capecitabina pode substituir 5-FU no c&#xE2;ncer gastrintestinal.13,14 A an&#xE1;lise conjunta inclui 3.097 pacientes tratados com esquemas que continham Capecitabina e 3.074 pacientes tratados com esquemas que continham 5-FU. A raz&#xE3;o de risco para a sobrevida global foi de 0,94 (IC de 95%: 0,89 a 1,00, p = 0,0489), indicando que os esquemas que continham Capecitabina s&#xE3;o n&#xE3;o inferiores aos esquemas que continham 5-FU.</p> <h3>C&#xE2;ncer de mama</h3> <h4>Terapia combinada</h4> <p>Capecitabina para o tratamento de pacientes com c&#xE2;ncer de mama metast&#xE1;tico ou localmente avan&#xE7;ado, em combina&#xE7;&#xE3;o com docetaxel, ap&#xF3;s insucesso de quimioterapia citot&#xF3;xica incluindo uma antraciclina foi estudado em um estudo cl&#xED;nico multic&#xEA;ntrico, randomizado, controlado, de fase III. Nesse estudo, 255 pacientes foram randomizados para tratamento com Capecitabina (1.250 mg/m<sup>2 </sup>, duas vezes ao dia, durante duas semanas, seguido por per&#xED;odo de descanso de uma semana) e docetaxel (75 mg/m<sup>2</sup>, por infus&#xE3;o intravenosa de uma hora, a cada tr&#xEA;s semanas). Um total de 256 pacientes foram randomizados para tratamento com docetaxel isoladamente (100 mg/m<sup>2</sup>, por infus&#xE3;o intravenosa de uma hora, a cada tr&#xEA;ssemanas). A sobrevida foi superior no grupo tratado com a combina&#xE7;&#xE3;o Capecitabina + docetaxel (p = 0,0126). A sobrevida mediana foi de 442 dias (Capecitabina + docetaxel) <em>versus </em>352 dias (docetaxel isoladamente). Os &#xED;ndices de resposta objetiva global em toda a popula&#xE7;&#xE3;o randomizada (avalia&#xE7;&#xE3;o do pesquisador) foram 41,6% (Capecitabina + docetaxel) <em>versus </em>29,7% (docetaxel isolado); p = 0,0058. O tempo at&#xE9; a progress&#xE3;o da doen&#xE7;a ou morte foi superior no grupo tratado com a combina&#xE7;&#xE3;o Capecitabina + docetaxel (p&lt; 0,0001). O tempo mediano at&#xE9; a progress&#xE3;o da doen&#xE7;a foi de 186 dias (Capecitabina + docetaxel) <em>versus </em>128 dias (docetaxel isoladamente).<sup>15 </sup></p> <h4>Monoterapia</h4> <p>Dois estudos cl&#xED;nicos multic&#xEA;ntricos, de fase II foram conduzidos para determinar o uso de Capecitabina em monoterapia para o tratamento de pacientes com c&#xE2;ncer de mama metast&#xE1;tico ou localmente avan&#xE7;ado ap&#xF3;s insucesso com um taxano e de regime quimioter&#xE1;pico com antraciclina ou para aqueles pacientes nos quais a terapia adicional com antraciclina n&#xE3;o est&#xE1; indicada. Nesses estudos, um total de 236 pacientes foi tratado com Capecitabina (1.250 mg/m<sup>2</sup>, duas vezes ao dia, durante duas semanas, seguido por per&#xED;odo de descanso de uma semana). Os &#xED;ndices de resposta objetiva global (avalia&#xE7;&#xE3;o do pesquisador) foram 20% (primeiro estudo) e 25% (segundo estudo). O tempo mediano at&#xE9; a progress&#xE3;o da doen&#xE7;a foi de 93 e de 98 dias. A sobrevida mediana foi de 384 e de 373 dias.<sup>13, 16-18 </sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1 Twelves C., Wong A., Nowacki M. P., Abt M., Burris H. III, et al. Capecitabine as Adjuvant Treatment for Stage III Colon Cancer. N Engl J Med; 352:2696-2704, 2005.<br> &amp;nbsp;2 Haller DG, Cassidy J, Tabernero J, et al. Efficacy findings from a randomized phase III trial of capecitabine plus oxaliplatin versus bolus 5-FU/LV for stage III colon cancer (NO16968): No impact of age on disease-free survival (DFS). Presented at ASCO GI 2010 (abstract 284).<br> 3 Hoff PM, Ansari R, Batist G, et al. Comparison of Oral Capecitabine Versus Intravenous Fluorouracil Plus Leucovorin as First-Line Treatment in 605 Patients With Metastatic Colorectal Cancer: Results of a Randomized Phase III Study. J Clin Oncol: 19:2282-2292, 2001.<br> 4 Van Cutsem E, Twelves C, Cassidy J, et al. Oral Capecitabine Compared With Intravenous Fluorouracil Plus Leucovorin in Patients With Metastatic Colorectal Cancer: Results of a Large Phase III Study. J Clin Oncol 19:4097-4106, 2001.<br> 5 Cassidy J, Clarke S, Diaz-Rubio E, et al. Randomized phase III study of capecitabine plus oxaliplatin compared with fluorouracil/folinic acid plus oxaliplatin as first-line therapy for metastatic colorectal cancer. J Clin Oncol 26:2006-2012, 2008.<br> 6 Rothenberg ML, Cox JV, Butts C, et al. Capecitabine plus oxaliplatin (Xelox) versus 5-fluorouracil/folinic acid plus oxaliplatin (Folfox-4) as second-line therapy in metastatic colorectal cancer: a randomized phase III noninferiority study. Ann Oncol 19:1720-1726, 2008.<br> 7 Kang YK, Kang WK, Shin DB, et al. Capecitabine/cisplatin versus 5-fluorouracil/cisplatin as first-line therapy in patients with advanced gastric cancer: a randomised phase III noninferiority trial. Ann Oncol 20(4):666-73, 2009.<br> 8 Sumpter K, et al. Report of two protocol planned interim analyses in a randomised multicenter phase III study comparing capecitabine with fluorouracil and oxaliplatin with cisplatin in patients with advanced oesophagogastric cancer receiving ECF. Br J Cancer 2005;92:1976-1983 (CDS Vs 5.0)<br> 9 Cunningham D, et al. Capecitabine and oxaliplatin for advanced esophagogastric cancer. N Eng J Med 358:36-46, 2008.<br> 10 Park YH, et al. Oxaliplatin and capecitabine combination chemotherapy for patients with advanced gastric carcinoma: A pilot study results. Proc Am Soc Clin Oncol 2005;23:357S, Abstract 4199 (CDS Vs 5.0)<br> 11 Park YH, et al. A phase II study of capecitabine plus 3-weekly oxaliplatin as first-line therapy for patients with advanced gastric cancer. Br J Cancer 2006;94(7):959-963 (CDS Vs 5.0)<br> 12 Park YH, et al. A phase II study of capecitabine plus oxaliplatin (Xelox) as first-line therapy for patients with advanced gastric cancer. ASCO Annual Meeting, Atlanta, Georgia, 02-06 June 2006. Poster associated with Abstract 4079 (CDS Vs 5.0)<br> 13 Meta-analysis of trials comparing capecitabine versus 5-FU in gastrointestinal malignancies. (CDS Vs 6.0)<br> 14 Cassidy J, Rothenberg M, Saltz L, et al. Efficacy of capecitabine vs. 5-FU in colorectal and gastric cancer: Metaanalysis of survival in 6 clinical trials. ASCO GI 2008 (abstract 340).<br> 15 O&#x2019;Shaughnessy J, Miles D, VukeljaS, et al. Superior survival with capecitabine plus docetaxel combination therapy in antracycline pretreated patients with advanced breast cancer: Phase III trial results. J Clin Oncol 20:2812 - 23, 2002.<br> 16 Griffin T. and Burger H-U. An open-label randomized phase II study comparing the efficacy and safety of continuous therapy with capecitabine, intermittent therapy with capecitabine and intermittent therapy with capecitabine in combination with oral leucovorin as first line therapy in patients with advanced and/or metastatic colorectal carcinoma. (Protocol SO14797). Research Report N-139265, October 28, 1997 (CDS Vs 1.1)<br> 17 Blum JL, Jones SE, Buzdar AU, et al. Multicenter phase II study of capecitabine in paclitaxel-refractory metastatic breast cancer. J Clin Oncol 17:485-493, 1999. 8<br> 18. Blum JL, Dieras V, Lo Russo PM, et al. Multicenter, phase II study of capecitabine in taxane-pretreated metastatic breast carcinoma patients. Cancer 92:1759&#x2013;68, 2001.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Farmacodin&#xE2;mica</h3> <h4>Mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>A Capecitabina &#xE9; derivada do carbamato de fluoropirimidina, um agente citot&#xF3;xico tumor ativado e tumor seletivo, que foi planejado para administra&#xE7;&#xE3;o oral. A Capecitabina &#xE9; at&#xF3;xica <em>in vitro</em>; <em>in vivo</em>, no entanto, &#xE9; sequencialmente convertida para a fra&#xE7;&#xE3;o citot&#xF3;xica 5-fluoruracila (5-FU), que, por sua vez, &#xE9; posteriormente metabolizada. A forma&#xE7;&#xE3;o de 5-FU ocorre preferencialmente no tumor por um fator angiog&#xEA;nico associado ao tumor, denominado timidina fosforilase (dThdPase), minimizando assim a exposi&#xE7;&#xE3;o dos tecidos sadios do organismo a 5-FU sist&#xEA;mica.</p> <p>A biotransforma&#xE7;&#xE3;o enzim&#xE1;tica sequencial da Capecitabina para 5-FU leva a maiores concentra&#xE7;&#xF5;es de 5-FU nos tecidos tumorais. Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral de Capecitabina para pacientes com c&#xE2;ncer colorretal (n = 8), a raz&#xE3;o entre a concentra&#xE7;&#xE3;o de 5-FU nos tumores colorretais <em>versus </em>tecidos adjacentes foi de 3,2 (varia&#xE7;&#xE3;o de 0,9 a 8,0). A raz&#xE3;o entre a concentra&#xE7;&#xE3;o de 5-FU no tumor <em>versus </em>plasma foi de 21,4 (varia&#xE7;&#xE3;o de 3,9 a 59,9), enquanto a raz&#xE3;o entre os tecidos saud&#xE1;veis e o plasma foi de 8,9 (varia&#xE7;&#xE3;o de 3,0 a 25,8). A atividade da timidina fosforilase foi quatro vezes maior no tumor colorretal prim&#xE1;rio do que no tecido adjacente normal.</p> <p>Diversos tumores humanos, como c&#xE2;ncer de mama, g&#xE1;strico, colorretal, colo de &#xFA;tero e ovariano, apresentam n&#xED;vel de timidina fosforilase maior [capaz de converter 5&apos;-DFUR (5&apos;-desoxi-5-fluorouridina) em 5-FU] do que os tecidos normais correspondentes.</p> <p>Tanto as c&#xE9;lulas normais quanto as c&#xE9;lulas tumorais metabolizam o 5-FU para monofosfato de 5-fluoro-2- desoxiuridina (FdUMP) e trifosfato de 5-fluoruridina (FUTP). Esses metab&#xF3;litos causam dano &#xE0; c&#xE9;lula por meio de dois mecanismos diferentes. Inicialmente, o FdUMP e o cofator folato N5-10 -metilenotetrahidrofolato ligam-se &#xE0; timidilato sintetase (TS) para formar um complexo tern&#xE1;rio covalente. Essa liga&#xE7;&#xE3;o inibe a forma&#xE7;&#xE3;o de timidilato a partir do uracil. A timidilato &#xE9; a precursora necess&#xE1;ria do trifosfato de timidina, que por sua vez, &#xE9; essencial para a s&#xED;ntese de DNA, de forma que uma defici&#xEA;ncia desse composto pode inibir a divis&#xE3;o celular. Al&#xE9;m disso, as enzimas nucleares de transcri&#xE7;&#xE3;o podem incorporar FUTP erroneamente, no lugar do trifosfato de uridina (UTP), durante a s&#xED;ntese de RNA. Esse erro metab&#xF3;lico pode interferir com o processamento do RNA e com a s&#xED;ntese proteica.</p> <h3>Farmacocin&#xE9;tica</h3> <h4>Absor&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral, a Capecitabina &#xE9; r&#xE1;pida e extensamente absorvida, seguida da extensa convers&#xE3;o nos metab&#xF3;litos, 5&#x2019;-desoxi-5-fluorcitidina (5&#x2019;-DFCR) e 5&apos;-desoxi-5-fluorouridina (5&#x2019;-DFUR).</p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o com alimentos diminui a taxa de absor&#xE7;&#xE3;o da Capecitabina, por&#xE9;m, com m&#xED;nimo efeito sobre as &#xE1;reas sob a curva (AUC) do 5&#x2019;-DFUR e de seu metab&#xF3;lito subsequente, 5-FU. No d&#xE9;cimo quarto dia de administra&#xE7;&#xE3;o, ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o de alimento, com a dose de 1.250 mg/m<sup>2</sup>, as concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas m&#xE1;ximas (C<sub>max</sub> em &#xB5;g/mL) para a Capecitabina, 5&#x2019;-DFCR, 5&#x2019;DFUR, 5-FU e FBAL (&#x3B1;-fluoro-&#x3B2;alanina, metab&#xF3;lito inativo do 5-FU) foram 4,47, 3,05, 12,1, 0,95 e 5,46, respectivamente. Os tempos para atingir as concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas m&#xE1;ximas (T<sub>m&#xE1;x</sub> em horas) foram 1,50, 2,00, 2,00, 2,00 e 3,34. Os valores da AUC0<sup>-&#x221E; </sup>em &#xB5;g*h/mL foram 7,75, 7,24, 24,6, 2,03 e 36,3.</p> <h4>Distribui&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>Liga&#xE7;&#xE3;o proteica Estudos realizados com plasma humano <em>in vitro </em>determinaram que as liga&#xE7;&#xF5;es da Capecitabina, 5&#x2019;-DFCR, 5&#x2019;-DFUR e 5-FU &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a>, principalmente &#xE0; albumina, foram de 54%, 10%, 62% e 10%, respectivamente.</p> <h4>Metabolismo</h4> <p>A Capecitabina &#xE9; metabolizada inicialmente, por meio da carboxilesterase hep&#xE1;tica, para 5&#x2019;-DFCR, que &#xE9; convertida a seguir em 5&#x2019;-DFUR pela da citidina desaminase, localizada principalmente no f&#xED;gado e nos tecidos tumorais.</p> <p>A forma&#xE7;&#xE3;o de 5-FU ocorre preferencialmente no tumor pelo fator angiog&#xEA;nico associado ao tumor, dThdPase (timidina-fosforilase), minimizando assim a exposi&#xE7;&#xE3;o sist&#xEA;mica dos tecidos sadios do organismo a 5-FU sist&#xEA;mica.</p> <p>A AUC plasm&#xE1;tica de 5-FU &#xE9; 6 a 22 vezes menor que aquela observada ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa em <em>bolus </em>de 5-FU (dose de 600 mg/m<sup>2</sup>). Os metab&#xF3;litos da Capecitabina tornam-se citot&#xF3;xicos somente ap&#xF3;s sua convers&#xE3;o para 5-FU e para anab&#xF3;litos de 5-FU.</p> <p>O 5-FU &#xE9; ent&#xE3;o catabolizado, dando origem aos metab&#xF3;litos inativos diidro-5-fluoruracila (FUH2), &#xE1;cido 5- fluoro-ureidopropi&#xF4;nico (FUPA) e &#x3B1;-fluoro-&#x3B2;-alanina (FBAL), via diidropirimidina desidrogenase (DPD), a qual &#xE9; limitante da taxa.</p> <h4>Elimina&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>As meias-vidas de elimina&#xE7;&#xE3;o (t&#xBD; em horas) da Capecitabina, 5&#x2019;-DFCR, 5&#x2019;-DFUR, 5-FU e FBAL foram 0,85, 1,11, 0,66, 0,76 e 3,23, respectivamente. A farmacocin&#xE9;tica da Capecitabina foi avaliada em uma faixa de dose de 502 a 3.514 mg/m<sup>2</sup> /dia. Os par&#xE2;metros da Capecitabina, do 5&#x2019;-DFCR e 5&#x2019;-DFUR medidos nos dias 1 e 14 foram similares. A AUC de 5-FU foi de 30% a 35% maior no dia 14, mas n&#xE3;o aumentou nos dias seguintes (dia 22). Com doses terap&#xEA;uticas, a farmacocin&#xE9;tica da Capecitabina e de seus metab&#xF3;litos foi proporcional &#xE0; dose, exceto para 5-FU.</p> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral, os metab&#xF3;litos da Capecitabina s&#xE3;o recuperados principalmente na urina , cerca de 95,5% da dose. A excre&#xE7;&#xE3;o fecal &#xE9; m&#xED;nima (2,6%). O principal metab&#xF3;lito excretado na urina &#xE9; FBAL, que representa 57% da dose administrada. Aproximadamente 3% da dose administrada &#xE9; excretada na urina como f&#xE1;rmaco inalterado.</p> <h4>Terapia combinada</h4> <p>Em estudos fase I, n&#xE3;o foram demonstrados efeitos de Capecitabina sobre a farmacocin&#xE9;tica do docetaxel ou do paclitaxel (C<sub>m&#xE1;x</sub> e AUC), assim como nenhum efeito foi observado do docetaxel ou do paclitaxel sobre a farmacocin&#xE9;tica do 5&#x2019;-DFUR (o metab&#xF3;lito mais importante da Capecitabina).</p> <h4>Farmacocin&#xE9;tica em popula&#xE7;&#xF5;es especiais</h4> <p>A an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica da popula&#xE7;&#xE3;o foi realizada ap&#xF3;s o tratamento de 505 pacientes, portadores de c&#xE2;ncer colorretal, com Capecitabina, na dose de 1.250 mg/m<sup>2</sup>, duas vezes ao dia. Sexo, presen&#xE7;a ou aus&#xEA;ncia de met&#xE1;stases hep&#xE1;ticas ao diagn&#xF3;stico, Desempenho de Karnofsky, bilirrubina total, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/albumina-serica\" target=\"_blank\">albumina s&#xE9;rica</a>, TGO e TGP n&#xE3;o tiveram efeito estatisticamente significativo sobre a farmacocin&#xE9;tica do 5&#x2019;-DFUR, 5-FU e FBAL.</p> <h5>Insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica em decorr&#xEA;ncia de met&#xE1;stases hep&#xE1;ticas</h5> <p>Nenhum efeito clinicamente significativo foi observado na bioativa&#xE7;&#xE3;o e farmacocin&#xE9;tica da Capecitabina em pacientes portadores de c&#xE2;ncer com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica leve a moderada devida a met&#xE1;stases hep&#xE1;ticas. Nenhum estudo formal de farmacocin&#xE9;tica foi realizado e nenhum dado farmacocin&#xE9;tico populacional foi coletado em pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica.</p> <h5>Insufici&#xEA;ncia renal</h5> <p>Com base em estudo farmacocin&#xE9;tico em pacientes com c&#xE2;ncer e insufici&#xEA;ncia renal leve a grave, n&#xE3;o h&#xE1; evid&#xEA;ncia de efeito da depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina sobre a farmacocin&#xE9;tica da droga intacta e de 5-FU. Foi constatada que a depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina influencia a exposi&#xE7;&#xE3;o sist&#xEA;mica ao 5&#x2019;-DFUR (35% de aumento da AUC, quando a depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina diminui em 50%) e ao FBAL (aumento de 114% da AUC, quando a depura&#xE7;&#xE3;o creatinina diminui em 50%). O FBAL &#xE9; um metab&#xF3;lito sem atividade antiproliferativa; o 5&#x2019;- DFUR &#xE9; um precursor direto do 5-FU.</p> <h5>Popula&#xE7;&#xE3;o geri&#xE1;trica</h5> <p>Com base na an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica da popula&#xE7;&#xE3;o, incluindo pacientes com idades de 27 a 86 anos, sendo 234 (46%) pacientes com idade superior ou igual a 65 anos, a idade n&#xE3;o teve influ&#xEA;ncia na farmacocin&#xE9;tica do 5&#x2019;-DFUR e 5-FU. A AUC do FBAL aumentou com a idade (20% no aumento da idade resultou em 15% de aumento na AUC do FBAL). Esse aumento provavelmente &#xE9; devido &#xE0; altera&#xE7;&#xE3;o na fun&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <h5>Etnia</h5> <p>Baseado na an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica da popula&#xE7;&#xE3;o, que incluiu 455 pacientes brancos (90,1%), 22 pacientes negros (4,4%) e 28 pacientes de outra ra&#xE7;a ou etnia (5,5%), n&#xE3;o houve diferen&#xE7;as quanto &#xE0; farmacocin&#xE9;tica da Capecitabina entre pacientes negros e brancos.</p> <h4>Seguran&#xE7;a n&#xE3;o-cl&#xED;nica</h4> <h5>Carcinogenicidade</h5> <p>Estudos de carcinogenicidade de dois anos conduzidos em ratos n&#xE3;o revelaram nenhuma evid&#xEA;ncia de potencial carcinog&#xEA;nico para Capecitabina.</p> <h5>Genotoxicidade</h5> <p>Capecitabina n&#xE3;o se mostrou mutag&#xEA;nico<em> in vitro</em> para bact&#xE9;rias (teste de Ames) ou para c&#xE9;lulas de mam&#xED;feros (ensaio de muta&#xE7;&#xE3;o do gene V79/HPRT de hamster chin&#xEA;s). Entretanto, semelhantemente a outros an&#xE1;logos de nucleos&#xED;deos (isto &#xE9;, 5-FU), Capecitabina foi clastog&#xEA;nico em linf&#xF3;citos humanos (<em>in vitro</em>) e uma tend&#xEA;ncia positiva foi observada em testes do micron&#xFA;cleo de medula &#xF3;ssea de camundongo (<em>in vivo</em>).</p> <h5>Toxicidade reprodutiva</h5> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o oral de Capecitabina em f&#xEA;meas de camundongo prenhes durante o per&#xED;odo de organog&#xEA;nese na dose de 198 mg/kg/dia causou malforma&#xE7;&#xF5;es e letalidade dos embri&#xF5;es. Em estudos farmacocin&#xE9;ticos separados, esta dose em camundongos produziu valores de AUC e 5&#x2019;-DFUR que foram aproximadamente 0,2 vezes os valores de AUC em pacientes recebendo a dose di&#xE1;ria recomendada. A administra&#xE7;&#xE3;o via oral de Capecitabina em macacas prenhes durante o per&#xED;odo de organog&#xEA;nese na dose de 90 mg/kg/dia, causou letalidade fetal. Esta dose produziu valores de AUC de 5&#x2019;-DFUR que foram aproximadamente 0,6 vezes os valores de AUC em pacientes recebendo a dose di&#xE1;ria recomendada.</p> <h5>Comprometimento da fertilidade</h5> <p>Em estudo de fertilidade e desempenho reprodutivo geral em camundongos, doses orais de 760 mg/kg/dia apresentaram efeito sobre o estro e, consequentemente, causaram a redu&#xE7;&#xE3;o da fertilidade feminina. Nos camundongos que engravidaram, nenhum feto sobreviveu a essa dose. A perturba&#xE7;&#xE3;o no estro foi revers&#xED;vel.</p> <p>Nos machos, esta dose causou altera&#xE7;&#xF5;es degenerativas nos test&#xED;culos, incluindo redu&#xE7;&#xE3;o no n&#xFA;mero de espermat&#xF3;citos e esperm&#xE1;tides. Em estudos farmacocin&#xE9;ticos, esta dose produziu valores de AUC de 5&#x2019;- DFUR cerca de 0,7 vezes os valores correspondentes em pacientes aos quais foi administrada a dose di&#xE1;ria recomendada.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Coama?

Conservar em temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30º Graus). Proteger da luz e umidade. Proteger do calor.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Descarte de medicamentos não utilizados e/ou com data de validade vencida

O descarte de medicamentos no meio ambiente deve ser minimizado. Os medicamentos não devem ser descartados no esgoto, e o descarte em lixo doméstico deve ser evitado. Utilize o sistema de coleta local estabelecido, se disponível.

Qualquer medicamento não utilizado ou resíduos devem ser eliminados de acordo com as orientações locais.

Caracteristicas físicas e organolépticas

150mg e 500mg

Comprimido revestido na cor rosa, oblongo, biconvexo e liso.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Coama

Comprimidos revestidos de 150 mg e 500 mg. Embalagens contendo 60 e 120.

Uso oral.

Uso adulto.

Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

Dizeres Legais do Coama

M.S. nº. 1.0235.1292

Farm. Resp.:
Dra. Telma Elaine Spina
CRF-SP nº 22.234

EMS S/A:
Rod. Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 08
Bairro Chácara Assay Hortolândia – SP
CEP 13186-901
CNPJ nº 57.507.378/0003-65
Indústria brasileira




SAC:
0800-191914

Venda sob prescrição médica.

150mg, caixa com 60 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Capecitabina
Classe Terapêutica
:
Agentes Antineoplásicos Antimetabólitos
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Câncer
Especialidade
:
Oncologia

Bula do medicamento

Coama, para o que é indicado e para o que serve?

Coama é indicado para o tratamento de câncer de mama, câncer de cólon e reto (que são partes do intestino grosso) e câncer gástrico nas seguintes condições:

Câncer de mama

Coama em combinação com docetaxel é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de mama com metástases (focos de células cancerosas distantes do foco primário), após falha da quimioterapia com antraciclina.

Coama como tratamento único é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de mama com metástases que não tenham apresentado resposta satisfatória a regimes de quimioterapia com paclitaxel e antraciclina ou para pacientes com resistência a paclitaxel e que não possam receber antraciclina, como pacientes que receberam doses cumulativas de 400 mg/m2 de doxorrubicina ou equivalente. Define-se resistência como progressão da doença na vigência do tratamento, com ou sem resposta inicial, ou recorrência em até 6 meses do término do tratamento adjuvante com antraciclina ou regimes com antraciclina.

Câncer colorretal

Coama é indicado para o tratamento adjuvante de pacientes com câncer colorretal.

Coama é indicado como tratamento de primeira linha para pacientes com câncer de colorretal com metástases. Coama combinado com oxaliplatina ou combinado com oxilaplatina e bevacizumabe é indicado para tratamento de primeira linha de câncer colorretal metastático. Coama também pode ser combinado com oxaliplatina para o tratamento de segunda linha do câncer colorretal metastático em pacientes previamente tratados com irinotecano em combinação com um regime de fluoropirimidina como terapia de primeira linha.

Câncer gástrico

Coama é indicado como tratamento de primeira linha para pacientes com câncer gástrico em estágio avançado, desde que associado com compostos de platina, como a cisplatina ou oxaliplatina.

Quais as contraindicações do Coama?

Você não deve tomar Coama caso apresente alergia conhecida a qualquer um de seus componentes ou medicamentos à base de fluoropirimidinas e fluoruracila.

Você não poderá tomar Coama se for portador de deficiência completa de uma enzima chamada diidropirimidina desidrogenase.

Coama não deve ser administrado em conjunto com medicamentos como sorivudina e seus análogos ou com brivudina (medicamentos utilizados para o tratamento de herpes e catapora).

Este medicamento é contraindicado para pessoas que apresentem insuficiência renal grave (depuração de creatinina inferior a 30 mL/min).

Se existirem contraindicações para qualquer um dos agentes em combinação, o agente não deve ser utilizado.

Converse com o seu médico caso tenha dúvidas a respeito das possíveis contraindicações de Coama.

Como usar o Coama?

Tomar os comprimidos por via oral, pela manhã e à noite, até 30 minutos após as refeições. Ingerir os comprimidos com água.

Dose

Seu médico prescreverá a dose adequada, dependendo da natureza de sua doença, de seu peso corpóreo e de sua resposta individual a Coama. Seu médico o informará sobre a quantidade correta de comprimidos que você deverá&nbsp;tomar pela manhã e à noite. Não mude as doses por sua conta. Em alguns casos, pode ser necessário reduzir a dose e seu médico saberá identificar essa situação para orientá-lo adequadamente.

Monoterapia
Câncer de mama e colorretal

A dose recomendada para monoterapia de Coama é 1.250 mg/m2, duas vezes ao dia (pela manhã e à noite; equivalente a 2.500 mg/m2 de dose total diária) durante 14 dias, seguidos de sete dias de pausa.

Terapia combinada
Câncer de mama

Em combinação com docetaxel, a dose recomendada de Coama é de 1.250 mg/m2, duas vezes ao dia (pela manhã e à noite, equivalente a 2.500 mg/m2 de dose total diária), durante 14 dias, seguidos de sete dias de pausa, associada ao docetaxel, 75 mg/m2 , por infusão intravenosa, durante uma hora, a cada três semanas. A pré-medicação, de acordo com a bula de docetaxel, deve ser iniciada antes da administração de docetaxel para os pacientes que estiverem recebendo o medicamento em combinação com Coama.

Câncer colorretal e gástrico

No tratamento combinado, a dose inicial recomendada de Coama é de 800 a 1.000 mg/m2, administrada duas vezes ao dia durante duas semanas, seguida de período de sete dias de descanso, ou 625 mg/m2 , duas vezes ao dia, quando administrada continuamente. A inclusão de agentes biológicos em um esquema de associação não tem efeito sobre a dose inicial de Coama.

Pré-medicação para manter controlada a hidratação e antiemese, como descrito na bula da cisplatina e oxaliplatina, deve ser iniciada antes da administração de cisplatina para os pacientes que forem submetidos ao tratamento de Coama em combinação com cisplatina ou oxaliplatina.

Poderá haver necessidade de ajustes da dose em casos de insuficiência renal, de toxicidade ou durante tratamento em associação com outros quimioterápicos. Informe seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis.

Instruções especiais de doses
Crianças

A segurança e a eficácia de Coama em criançase adolescentes menores de 18 anos não foram estabelecidas.

Idosos
  • <li>Para a monoterapia de Coama n&#xE3;o s&#xE3;o necess&#xE1;rios ajustes da dose inicial. No entanto, recomenda-se monitoramento cuidadoso dos pacientes idosos em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0;s rea&#xE7;&#xF5;es adversas graves (grau 3 ou 4).</li> <li>Em combina&#xE7;&#xE3;o com docetaxel, foi observada incid&#xEA;ncia aumentada de rea&#xE7;&#xF5;es adversas (grau 3 ou 4) e de rea&#xE7;&#xF5;es adversas graves em pacientes com 60 anos de idade ou mais. Recomenda-se a redu&#xE7;&#xE3;o da dose inicial de Coama para 75% (950 mg/m<sup>2</sup> duas vezes ao dia) em pacientes com 60 anos de idade ou mais. Recomenda-se a redu&#xE7;&#xE3;o da dose inicar de Coama para 75% (950 mg/m<sup>2</sup> duas vezes ao dia) em pacientes com 60 anos de idade ou mais, conforme orienta&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica.</li>
Pacientes com insuficiência renal

Em pacientes com insuficiência renal moderada, recomenda-se uma dose inicial menor, conforme orientação médica. Em pacientes com insuficiência renal leve, não se recomendam ajustes da dose inicial. Esses pacientes devem ser cuidadosamente monitorados por seus médicos. A recomendação de ajuste de dose para pacientes com insuficiência renal moderada se aplica tanto à monoterapia quanto ao uso em combinação.

Pacientes com insuficiência hepática devida a metástases hepáticas

Se a insuficiência hepática é leve a moderada, nenhum ajuste da dose inicial é necessário. Nesses casos os pacientes devem ser cuidadosamente monitorados. Não foram estudados pacientes com insuficiência hepática grave.

Duração do tratamento

A duração do tratamento com Coama varia, dependendo da natureza de sua doença e de sua resposta individual ao tratamento. Seu médico o informará sobre quando você deve parar de tomar Coama.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Como o Coama funciona?

Coama contém a substância ativa capecitabina que interrompe o crescimento das células tumorais ou cancerígenas (agente citostástico).

Quais cuidados devo ter ao usar o Coama?

Enquanto você estiver tomando Coama haverá necessidade de acompanhamento médico cuidadoso. Embora a maioria das reações adversas seja reversível, pode ser necessário suspender a medicação ou reduzir a dose em alguns casos. Prisão de ventre, boca seca e gases são eventos gastrintestinais comuns à terapia combinada de Coama com outras medicações, como a oxaliplatina.

Coama pode induzir diarreia, que pode ser grave. Se você apresentar diarreia grave, deverá ser acompanhado cuidadosamente e, se ficar desidratado, deve receber fluidos com reposição de eletrólitos. Tratamentos para a diarreia devem ser iniciados o quanto antes, quando indicado.

A desidratação precisa ser evitada ou corrigida logo no início. Os pacientes com perda de apetite, diminuição da força muscular acompanhada de fraqueza, náusea, vômito ou diarreia podem ficar desidratados rapidamente. Desidratação pode causar insuficiência renal aguda, especialmente em pacientes que já apresentem comprometimento da função renal ou quando Coama é administrado junto com outros medicamentos tóxicos para os rins. Casos de falência renal seguidos de morte foram reportados nessas situações. Se a desidratação for grave, o tratamento com Coama precisará ser interrompido, até que você se recupere totalmente.

Raros casos de reações adversas graves e inesperadas foram observados em pacientes portadores de deficiência da enzima diidropirimidina desidrogenase. Converse com seu médico caso seja portador desta deficiência.

Foi observada toxicidade ao coração com o uso de Coama, incluindo infarto do miocárdio, angina, arritmias, parada cardíaca, insuficiência cardíaca e alterações no eletrocardiograma. Essas reações adversas podem ser mais comuns em pacientes que já apresentavam doença das artérias coronárias anteriormente.

Coama pode provocar reações de pele graves, como síndrome de Stevens-Johnson (inclui lesões cutâneas generalizadas, como bolhas, que podem atingir também as mucosas) e necrólise epidérmica tóxica (camada superficial da pele se solta em lâminas). Coama deve ser permanentemente descontinuado nesses casos.

Coama pode provocar a síndrome mão-pé, uma lesão de pele com gravidade variável (grau 1 a 3), em média 79 dias depois do início do tratamento, com uma variação de 11 a 360 dias. Síndrome mão-pé persistente ou grave (grau 2 ou maior) pode, eventualmente, levar à perda de impressões digitais, o que poderia impactar a identificação do paciente.

No grau 1, aparece formigamento nas mãos e nos pés, acompanhado de vermelhidão, mas o paciente consegue continuar com suas atividades. No grau 2, mãos e pés ficam muito doloridos e inchados, além de vermelhos, e o paciente já não consegue realizar suas atividades normalmente. No grau 3, aparecem feridas e bolhas, a pele se descola, e o desconforto é muito grande. Se a síndrome for de grau 2 ou 3, o tratamento com Coama precisa ser interrompido até a resolução ou melhora do quadro. Há evidências de que dexpantenol funciona na prevenção da síndrome mão-pé.

Coama pode induzir a aumento das bilirrubinas (substâncias produzidas pelo fígado que, quando aumentadas, podem levar ao aparecimento de cor amarelada na pele e nos olhos).

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas

Coama tem influência moderada na capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas. Procure orientação do seu médico caso apresente tontura, cansaço e/ou náusea durante o tratamento com Coama.

Fertilidade

Com base em evidências de estudos em animais, Coama pode prejudicar a fertilidade em fêmeas e machos com potencial reprodutivo.

Contracepção

Mulheres

Antes de iniciar o tratamento, você deve informar ao seu médico caso pretenda engravidar. Durante o tratamento com Coama você deve evitar uma gravidez. Para tanto, um método contraceptivo eficaz deve ser utilizado durante todo o tratamento e por 6 meses após a última dose de Coama.

Homens

Pacientes do sexo masculino com parceiras do sexo feminino em idade fértil devem utilizar métdos contraceptivos eficazes durante tratamento e por 3 meses após a última dose de Coama.

Gravidez e amamentação

Categoria de risco na gravidez: D.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Não foram realizados estudos com mulheres grávidas em uso de Coama. No entanto, com base no mecanismo de ação deste medicamento, que interrompe a multiplicação das células, presume-se que Coama possa causar dano para o feto se administrado a mulheres grávidas.

Antes de iniciar o tratamento, você deve informar ao seu médico caso pretenda engravidar. Você não deve tomar Coama caso esteja grávida ou pense que poderia estar. Você não deve amamentar caso esteja durante o tratamento e por duas semanas após a última dose de Coama.

Até o momento, não há informações de que Coama possa causar doping. Em caso de dúvidas, consulte o seu médico.

Interrupção do tratamento

Seu médico pode solicitar que você interrompa o tratamento com Coama durante algum tempo ou que tome menor quantidade do medicamento, caso desenvolva qualquer reação adversa de difícil controle.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Coama?

Além dos efeitos benéficos de Coama, é possível que ocorram efeitos indesejados durante o tratamento, mesmo quando usado conforme a prescrição médica. Os efeitos indesejados comumente ocorrem no início do tratamento. Esses efeitos colaterais normalmente melhoram rapidamente em 2-3 dias. Se o tratamento com Coama for interrompido; o tratamento poderá ser reiniciado, de acordo com as instruções de seu médico.

Nos casos de diarreia com mais de quatro evacuações por dia e diarreia durante a noite, de vômitos mais de uma vez em 24 horas, ou se os sintomas nas mãos e pés se agravarem com presença de dor, inchaço ou bolhas ou ainda se a quantidade de alimentos que você ingere por dia está muito abaixo da normal e as feridas na boca se tornarem doloridas, pare de tomar Coama imediatamente e procure seu médico para obter orientação adicional.

Reações adversas de acordo com a indicação

Capecitabina em monoterapia
Reações adversas relatadas em mais de 5% dos pacientes tratados com capecitabina em monoterapia
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Rea&#xE7;&#xE3;o adversa por sistema</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:257px\"><strong>Muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)</strong></td> <td style=\"width:317px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Comum (ocorre entre 5 e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios do metabolismo e nutri&#xE7;&#xE3;o</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:257px\">Perda de apetite</td> <td style=\"width:317px\"> <p style=\"text-align:center\">Desidrata&#xE7;&#xE3;o; Diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios do sistema nervoso</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:257px\">-</td> <td style=\"width:317px\"> <p style=\"text-align:center\">Dorm&#xEA;ncia ou sensa&#xE7;&#xF5;es de formigamento; Altera&#xE7;&#xE3;o do paladar; <a href=\"https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/dor-de-cabeca-e-enxaqueca/c\" target=\"_blank\">Dor de cabe&#xE7;a</a>; Tontura (sem vertigem)</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios oculares</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:257px\">-</td> <td style=\"width:317px\"> <p style=\"text-align:center\">Aumento do lacrimejamento; <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-dos-olhos/conjuntivite/c\" target=\"_blank\">Conjuntivite</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios gastrintestinais</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:257px\">Diarreia; V&#xF4;mito; N&#xE1;usea; <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/estomatite-aftosa-e-viral-tratamento-sintomas-e-causas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Estomatite</a> (feridas na boca); Dor abdominal (dor na barriga)</td> <td style=\"width:317px\"> <p style=\"text-align:center\">Pris&#xE3;o de ventre; Dor abdominal; Dificuldade de digest&#xE3;o</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios hepatobiliares</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:257px\">-</td> <td style=\"width:317px\"> <p style=\"text-align:center\">Excesso de bilirrubina no sangue</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios da pele e tecido subcut&#xE2;neo</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:257px\">Incha&#xE7;o, vermelhid&#xE3;o, formigamento e adormecimento das palmas das m&#xE3;os e plantas dos p&#xE9;s (s&#xED;ndrome m&#xE3;o-p&#xE9;)*; <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/dermatites/c\" target=\"_blank\">Dermatite</a></td> <td style=\"width:317px\"> <p style=\"text-align:center\">Erup&#xE7;&#xF5;es na pele; Perda de cabelo; Cor vermelha na pele; <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/pele-seca\" target=\"_blank\">Pele seca</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios gerais e relacionados ao local de administra&#xE7;&#xE3;o</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:257px\">Cansa&#xE7;o; Sono profundo</td> <td style=\"width:317px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/c\" target=\"_blank\">Febre</a>; Fraqueza; Diminui&#xE7;&#xE3;o da for&#xE7;a muscular acompanhada de fraqueza</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

* Baseado na experiência pós-comercialização, síndrome mão-pé persistente ou grave pode eventualmente levar à perda de impressões digitais.

Fissuras na pele (rachaduras) foram relatadas em menos que 2% dos pacientes em estudos clínicos de capecitabina.

Reações adversas relatadas em menos de 5% dos pacientes tratados com capecitabina em monoterapia
  • <li>Dist&#xFA;rbios gastrintestinais: boca seca, gases, rea&#xE7;&#xF5;es adversas relacionadas &#xE0; ulcera&#xE7;&#xE3;o/inflama&#xE7;&#xE3;o de mucosas, como inflama&#xE7;&#xE3;o do es&#xF4;fago, est&#xF4;mago, intestino delgado, intestino grosso e hemorragia (sangramento) gastrintestinal.</li> <li>Dist&#xFA;rbios card&#xED;acos: incha&#xE7;o nas pernas, <a href="https://minutosaudavel.com.br/dor-no-peito/" rel="noopener" target="_blank">dor no peito</a> de origem card&#xED;aca, incluindo <a href="https://consultaremedios.com.br/b/angina-peito" target="_blank">angina de peito</a>, doen&#xE7;a do m&#xFA;sculo card&#xED;aco, infarto/isquemia mioc&#xE1;rdica, insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca, morte s&#xFA;bita, aumento da frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca, arritmias card&#xED;acas e palpita&#xE7;&#xF5;es.</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sistema nervoso: <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/insonia/c" target="_blank">ins&#xF4;nia</a>, confus&#xE3;o, comprometimento das fun&#xE7;&#xF5;es cerebrais e sinais cerebelares, como falta de coordena&#xE7;&#xE3;o motora, dificuldade para articular as palavras, altera&#xE7;&#xE3;o no equil&#xED;brio e altera&#xE7;&#xE3;o na coordena&#xE7;&#xE3;o.</li> <li>Infec&#xE7;&#xF5;es e infesta&#xE7;&#xF5;es: infec&#xE7;&#xF5;es locais, infec&#xE7;&#xF5;es generalizadas fatais (incluindo origem bacteriana, viral e f&#xFA;ngica) e <a href="https://minutosaudavel.com.br/sepse-septicemia-sintomas-tratamento-tipos-tem-cura/" rel="noopener" target="_blank">sepse</a> (infec&#xE7;&#xE3;o disseminada).</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sangue e do sistema linf&#xE1;tico: <a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c" target="_blank">anemia</a> e redu&#xE7;&#xE3;o de todas as c&#xE9;lulas do sangue.</li> <li>Dist&#xFA;rbios da pele e tecido subcut&#xE2;neo: coceira, descolamento da pele localizado, escurecimento da pele, dist&#xFA;rbios das unhas, rea&#xE7;&#xF5;es de <a href="https://minutosaudavel.com.br/fotofobia/" rel="noopener" target="_blank">sensibilidade &#xE0; luz</a> e sensibilidade &#xE0; radioterapia.</li> <li>Dist&#xFA;rbios gerais relacionados ao local de administra&#xE7;&#xE3;o: dor nas pernas e bra&#xE7;os e dor no peito (n&#xE3;o card&#xED;aca).</li> <li>Olhos: irrita&#xE7;&#xE3;o nos olhos.</li> <li>Respirat&#xF3;rios: falta de ar e <a href="https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/tosse/c" target="_blank">tosse</a>.</li> <li>Musculoesquel&#xE9;ticos: <a href="https://minutosaudavel.com.br/lombalgia/" rel="noopener" target="_blank">dor lombar</a>, dor nos m&#xFA;sculos e articula&#xE7;&#xF5;es.</li> <li>Dist&#xFA;rbios psiqui&#xE1;tricos: <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a>.</li> <li>Insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica e <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/hepatite/c" target="_blank">hepatite</a> foram relatadas durante os estudos cl&#xED;nicos e ap&#xF3;s a comercializa&#xE7;&#xE3;o, mas n&#xE3;o foi estabelecida rela&#xE7;&#xE3;o de causa com o tratamento com capecitabina.</li>
Capecitabina em terapia combinada
Reações adversas muito comuns e comuns com capecitabina em combinação com diferentes quimioterápicos
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Rea&#xE7;&#xE3;o adversa por sistema</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\"><strong>Muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)</strong></td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Comum (ocorre entre 5 e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xF5;es e infesta&#xE7;&#xF5;es</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">-</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xE3;o; <a href=\"https://consultaremedios.com.br/antifungico/candidiase/c\" target=\"_blank\">Candid&#xED;ase</a> oral (sapinho)</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios do sistema sangu&#xED;neo e linf&#xE1;tico</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Diminui&#xE7;&#xE3;o das c&#xE9;lulas brancas do sangue com ou sem febre; Diminui&#xE7;&#xE3;o das plaquetas; Anemia</td> <td style=\"text-align:center; width:309px\">-</td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios do metabolismo e nutri&#xE7;&#xE3;o</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Diminui&#xE7;&#xE3;o do c&#xE1;lcio no sangue; Diminui&#xE7;&#xE3;o de peso</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios psiqui&#xE1;tricos</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">-</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Ins&#xF4;nia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios do sistema nervoso</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Altera&#xE7;&#xE3;o dos nervos respons&#xE1;veis pela sensibilidade de m&#xE3;os e p&#xE9;s; Dist&#xFA;rbio no paladar; Sensibilidade alterada (dorm&#xEA;ncia ou formigamentos); Dor de cabe&#xE7;a</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Diminui&#xE7;&#xE3;o de sensibilidade</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios oculares</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Aumento do lacrimejamento</td> <td style=\"text-align:center; width:309px\">-</td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios vasculares</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/trombose/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Trombose</a> / embolismo (entupimento de vasos sangu&#xED;neos por co&#xE1;gulos); <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c\" target=\"_blank\">Press&#xE3;o alta</a>; Incha&#xE7;o nas pernas</td> <td style=\"text-align:center; width:309px\">-</td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Respirat&#xF3;rio</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Dor na garganta</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Sangramento pelo nariz; Rouquid&#xE3;o; Coriza; Falta de ar</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios gastrintestinais</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Pris&#xE3;o de ventre; Dificuldade de digest&#xE3;o</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Boca seca</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios gastrintestinais</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Pris&#xE3;o de ventre; Dificuldade de digest&#xE3;o</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Boca seca</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios da pele e tecido subcut&#xE2;neo</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Perda de cabelo; Altera&#xE7;&#xF5;es das unhas</td> <td style=\"text-align:center; width:309px\">-</td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios musculoesquel&#xE9;ticos e dos tecidos conectivos</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Dores nas juntas; Dores musculares; Dores nos bra&#xE7;os e pernas</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Dor no maxilar; <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dor-nas-costas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Dor nas costas</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Desordens gerais e do local de administra&#xE7;&#xE3;o</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Febre; Diminui&#xE7;&#xE3;o da for&#xE7;a muscular acompanhada de fraqueza; Fraqueza; Intoler&#xE2;ncia &#xE0; temperatura</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Febre; Dor</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Reações de hipersensibilidade e isquemia/infarto do miocárdio foram comumente relatadas com o uso de capecitabina em combinação com outros quimioterápicos, mas em menos de 5% dos pacientes.

Reações adversas raras ou incomuns relatadas com capecitabina em combinação com outros quimioterápicos são compatíveis com as reações adversas descritas com o uso de capecitabina em monoterapia ou dos produtos combinados em monoterapia.

Pós-comercialização

Reações adversas ao medicamento (RAMs) identificadas durante a exposição pós-comercialização
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Classe de sistemas e &#xF3;rg&#xE3;os</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:265px\"><strong>Rea&#xE7;&#xF5;es adversas a drogas</strong></td> <td style=\"width:308px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Frequ&#xEA;ncia</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:265px\">Insufici&#xEA;ncia renal aguda secund&#xE1;ria &#xE0; desidrata&#xE7;&#xE3;o</td> <td style=\"width:308px\"> <p style=\"text-align:center\">Rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento)</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios no sistema nervoso</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:265px\">Leucoencefalopatia t&#xF3;xica (danos ao <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/c\" target=\"_blank\">sistema nervoso central</a>, desencadeados por um agente qu&#xED;mico)</td> <td style=\"width:308px\"> <p style=\"text-align:center\">Desconhecida</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios hepatobiliares</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:265px\">Insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica, hepatite</td> <td style=\"width:308px\"> <p style=\"text-align:center\">Muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento)</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios metab&#xF3;licos e nutricionais</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:265px\">Hipertrigliceridemia (aumento da concentra&#xE7;&#xE3;o de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/triglicerideos/c\" target=\"_blank\">triglicer&#xED;deos</a>)</td> <td style=\"width:308px\"> <p style=\"text-align:center\">Desconhecida</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios no tecido subcut&#xE2;neo e pele</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:265px\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">L&#xFA;pus eritematoso cut&#xE2;neo</a> (doen&#xE7;a imunol&#xF3;gica), rea&#xE7;&#xF5;es de pele graves como S&#xED;ndrome de Stevens-Johnson (doen&#xE7;a com les&#xF5;es cut&#xE2;neas generalizadas, como bolhas, que podem atingir tamb&#xE9;m as mucosas) e necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica (doen&#xE7;a que acomete a camada superficial da pele e essa se solta em l&#xE2;minas)</td> <td style=\"width:308px\"> <p style=\"text-align:center\">Muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento)</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios nos olhos</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:265px\">Estenose do ducto lacrimal (estreitamento do canal lacrimal), dist&#xFA;rbios de c&#xF3;rnea incluindo <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/ceratite-o-que-e-sintomas-tratamento-cura-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">ceratite</a> (inflama&#xE7;&#xE3;o da c&#xF3;rnea)</td> <td style=\"text-align:center; width:308px\">-</td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

No caso de exposição a comprimidos de capecitabina triturados ou cortados, foram relatadas as seguintes RAMs: irritação nos olhos, inchaço dos olhos, erupção cutânea, dor de cabeça, sensibilidade alterada, diarreia, náuseas, irritação gástrica e vômitos.

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer reações adversas imprevisíveis ou desconhecidas. Nesse caso, informe seu médico.

População Especial

Pacientes idosos e pacientes com funções renal ou hepática comprometidas devem ser cuidadosamente monitorados, pois podem apresentar maior probabilidade de desenvolver quadros de toxicidade gastrintestinal, além de quadros de toxicidade mais grave.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Coama?

Caso você esqueça de usar o medicamento, não tome uma dose extra. Aguarde até a dose seguinte e tome a sua dose normal em seguida.

Não tente compensar a dose que você esqueceu tomando mais de uma dose ao mesmo tempo.

As doses não tomadas de Coama, devido à toxicidade, não são substituídas.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Coama?

Cada comprimido revestido de 150 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:244px\"> <p style=\"text-align:center\">Capecitabina</p> </td> <td style=\"width:230px\"> <p style=\"text-align:center\">150 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:244px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes qsp</p> </td> <td style=\"width:230px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido&amp;nbsp;revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, lactose monoidratada, croscarmelose sódica, hipromelose, estearato de magnésio, óxido de ferro vermelho, hipromelose, macrogol e dióxido de titânio.

Cada comprimido revestido de 500 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:244px\"> <p style=\"text-align:center\">Capecitabina</p> </td> <td style=\"width:230px\"> <p style=\"text-align:center\">500 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:244px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes qsp</p> </td> <td style=\"width:230px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido&amp;nbsp;revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, lactose monoidratada, croscarmelose sódica, hipromelose, estearato de magnésio, óxido de ferro vermelho, hipromelose, macrogol e dióxido de titânio.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Coama maior do que a recomendada?

As manifestações agudas de superdose (quantidade maior que a indicada) incluem náusea, vômitos, diarreia, inflamação das mucosas, irritação e sangramento gastrintestinal e diminuição na produção de células do sangue.

Procure imediatamente um médico em caso de superdose.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Coama com outros remédios?

Anticoagulantes

Avise seu médico se estiver tomando anticoagulantes como varfarina e femprocumona, pois o uso desses medicamentos em combinação com Coama pode alterar a coagulação.

Fenitoína

Se você estiver recebendo fenitoína (medicamento usado para controlar convulsões) ao mesmo tempo que Coama, seu médico deve lhe monitorar regularmente as concentrações sanguíneas de fenitoína, que podem provocar efeitos colaterais.

Alimentos

Em todos os estudos feitos com Coama, os pacientes foram instruídos a tomar Coama até 30 minutos após uma refeição. Portanto, recomenda-se que Coama seja administrado dessa forma.

Antiácidos

Antiácidos contendo hidróxido de alumínio e hidróxido de magnésio podem causar um pequeno aumento nas concentrações plasmáticas de Coama.

Ácido folínico

A toxicidade de Coama pode ser aumentada com o uso de ácido folínico.

Sorivudina e análogos

Coama não deve ser administrado com sorivudina ou com seus análogos quimicamente semelhantes, como brivudina, pois existe o risco de aumentar a toxicidade de fluoropirimidinas e isso pode ser fatal. É necessário aguardar pelo menos 4 semanas entre o fim da terapia com soruvudinas ou medicamentos semelhantes e o início da terapia com Coama.

Alterações nos resultados de exames laboratoriais

Coama pode causar alterações nos exames laboratoriais, assim os pacientes devem realizar exames periodicamente durante o tratamento. O seu médico saberá como proceder adequadamente nesses casos.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Coama com alimentos?

Em todos os estudos clínicos, os pacientes foram instruídos a tomar Capecitabina até 30 minutos após uma refeição. Considerando que os dados de segurança e de eficácia atuais são baseados na administração com alimentos, recomenda-se que Capecitabina seja administrado com alimentos.

Qual a ação da substância do Coama (Capecitabina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>C&#xE2;ncer colorretal</h3> <h4>Monoterapia em c&#xE2;ncer colorretal adjuvante</h4> <p>Um estudo cl&#xED;nico controlado de fase III, multic&#xEA;ntrico, randomizado, em pacientes com c&#xE2;ncer colorretal em est&#xE1;gio III (Dukes C) foi conduzido para estudar o uso de Capecitabina como tratamento adjuvante de pacientes com c&#xE2;ncer colorretal (Estudo X-ACT: M66001). Nesse estudo, 1.987 pacientes foram randomizados para receberem tratamento com Capecitabina (1.250 mg/m<sup>2</sup>, duas vezes ao dia, durante duas semanas, seguido por per&#xED;odo de descanso de uma semana, e administrado em ciclos a cada tr&#xEA;s semanas, durante 24 semanas), ou 5-FU e Leucovorin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong> (&#xE1;cido fol&#xED;nico) (esquema de tratamento Mayo: 20 mg/m<sup>2</sup> de Leucovorin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong> intravenoso (i.v.), seguido por 425 mg/m<sup>2</sup> i.v. em <em>bolus </em>de 5-FU, nos dias 1 a 5, a cada 28 dias durante 24 semanas). Capecitabina foi pelo menos equivalente ao 5-FU/LV i.v. na sobrevida livre de doen&#xE7;a (p = 0,0001, margem de n&#xE3;o inferioridade de 1,2). Em toda a popula&#xE7;&#xE3;o randomizada, as diferen&#xE7;as entre Capecitabina e 5-FU/LV na sobrevida livre da doen&#xE7;a e sobrevida global mostraram raz&#xE3;o de risco de 0,88 (IC 95%, 0,77 &#x2013; 1,01; p = 0,068) e 0,86 (0,74 &#x2013; 1,01; p = 0,060), respectivamente. O tempo mediano de acompanhamento no momento da an&#xE1;lise era de 6,9 anos.<sup>1 </sup></p> <h4>Terapia combinada em c&#xE2;ncer colorretal adjuvante</h4> <p>Capecitabina em combina&#xE7;&#xE3;o com oxaliplatina (Xelox) para o tratamento adjuvante de pacientes com c&#xE2;ncer colorretal foi estudado em estudo cl&#xED;nico multic&#xEA;ntrico, randomizado, controlado de fase III, em pacientes com c&#xE2;ncer colorretal est&#xE1;gio III (Dukes C) (estudo NO16968).<sup>2</sup> Nesse estudo, 944 pacientes foram randomizados para ciclos de tr&#xEA;s semanas, durante 24 semanas, com Capecitabina (1.000 mg/m<sup>2</sup>, duas vezes ao dia, durante duas semanas, seguido por per&#xED;odo de descanso de uma semana), em combina&#xE7;&#xE3;o com oxaliplatina (infus&#xE3;o intravenosa de 130 mg/m<sup>2</sup> durante duas horas do dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas) e 942 pacientes foram randomizados para <em>bolus </em>de 5-FU e Leucovorin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong>. Na an&#xE1;lise prim&#xE1;ria para sobrevida livre de doen&#xE7;a, na popula&#xE7;&#xE3;o com inten&#xE7;&#xE3;o de tratamento (ITT), Xelox mostrou-se significativamente superior a 5-FU/LV (raz&#xE3;o de risco = 0,80, IC 95% = [0,69; 0,93], p = 0,0045). A taxa da sobrevida livre de doen&#xE7;a de tr&#xEA;s anos foi de 71% para Xelox <em>versus </em>67% para 5-FU/LV. A an&#xE1;lise para o objetivo secund&#xE1;rio de sobrevida livre de recorr&#xEA;ncia apoia esses resultados com uma raz&#xE3;o de risco de 0,78 (IC 95% = [0,67; 0,92], p = 0,0024) para Xelox <em>versus </em>5-FU/LV. Xelox mostrou uma tend&#xEA;ncia a sobrevida global superior, com uma raz&#xE3;o de risco de 0,87 (IC 95%= [0,72; 1,05], p = 0,1486) que se traduz em uma redu&#xE7;&#xE3;o de 13% no risco de morte. A taxa de sobrevida global de cinco anos foi de 78% para Xelox <em>versus </em>74% para 5-FU/LV. Os resultados de efic&#xE1;cia baseiam-se em um tempo mediano de observa&#xE7;&#xE3;o de 59 meses para a sobrevida global e 57 meses para a sobrevida livre de doen&#xE7;a. A taxa de retirada do estudo devido a eventos adversos foi maior no bra&#xE7;o de terapia combinada de Capecitabina com oxaliplatina (21%) quando comparada com ao bra&#xE7;o 5-FU/LV (9%) na popula&#xE7;&#xE3;o ITT, segundo estudo NO16968.</p> <h4>Monoterapia em c&#xE2;ncer colorretal metast&#xE1;tico</h4> <p>Dois estudos cl&#xED;nicos com desenho id&#xEA;ntico, multic&#xEA;ntricos, randomizados, controlados, de fase III foram conduzidos para estudar o uso de Capecitabina como tratamento de primeira linha no c&#xE2;ncer colorretal metast&#xE1;tico (SO14695; SO14796). Nesses estudos, 603 pacientes foram randomizados para o tratamento com Capecitabina (1.250 mg/m<sup>2</sup>, duas vezes ao dia, durante duas semanas, seguido de per&#xED;odo de descanso de uma semana, em ciclos de tr&#xEA;s semanas) e 604 pacientes foram randomizados para o tratamento com 5-FU e Leucovorin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong> (esquema de tratamento Mayo: 20 mg/m<sup>2</sup> de Leucovorin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong> i.v., seguido de 425 mg/m<sup>2</sup> i.v. de 5- FU em <em>bolus</em>, nos dias 1 a 5, a cada 28 dias).</p> <p>Os &#xED;ndices de resposta objetiva global em toda a popula&#xE7;&#xE3;o randomizada (avalia&#xE7;&#xE3;o do pesquisador) foi 25,7% (Capecitabina) <em>versus </em>16,7% (esquema de tratamento Mayo); p&lt; 0,0002. O tempo mediano at&#xE9; a progress&#xE3;o foi de 140 dias (Capecitabina) <em>versus </em>144 dias (esquema de tratamento Mayo). A sobrevida mediana foi de 392 dias (Capecitabina) <em>versus </em>391 dias (esquema de tratamento Mayo).<sup>3,4</sup></p> <h4>Terapia combinada no tratamento de primeira linha de c&#xE2;ncer colorretal</h4> <p>Um estudo cl&#xED;nico multic&#xEA;ntrico, randomizado, controlado, de fase 3 (NO16966) foi conduzido para o uso de Capecitabina em combina&#xE7;&#xE3;o com oxaliplatina ou em combina&#xE7;&#xE3;o com oxaliplatina e bevacizumabe (BV) para o tratamento de primeira linha de c&#xE2;ncer colorretal metast&#xE1;tico. 5 O estudo foi composto por duas partes: uma parte inicial com 2 bra&#xE7;os na qual os pacientes foram randomizados para dois grupos diferentes de tratamento, incluindo Xelox ou Folfox-4, e uma parte subsequente fatorial 2x2 com 4 grupos distintos de tratamento, incluindo Xelox + placebo (P), Folfox-4 + P, Xelox + BV e Folfox-4 + BV.</p> <h5>Os regimes de tratamento est&#xE3;o resumidos na tabela a seguir:</h5> <p><strong>Tabela 1. Regimes de tratamento no estudo NO16966</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:94px\">&amp;nbsp;</td> <td style=\"text-align:center; width:93px\"><strong>Tratamento</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:104px\"><strong>Dose inicial</strong></td> <td style=\"width:133px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Esquema</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:94px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Folfox-4</strong></p> <p style=\"text-align:center\">&amp;nbsp;</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:93px\">Oxaliplatina</td> <td style=\"text-align:center; width:104px\">85 mg/m<sup>2</sup> IV 2 h</td> <td style=\"width:133px\"> <p style=\"text-align:center\">Oxaliplatina no dia 1, cada 2 semanas</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:93px\"> <p style=\"text-align:center\">Leucovorin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:104px\">200 mg/m<sup>2</sup> IV 2 h</td> <td style=\"width:133px\"> <p style=\"text-align:center\">Leucovorin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong>&amp;nbsp;nos dias 1 e 2, cada 2 semanas</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:93px\"> <p style=\"text-align:center\">5-Fluorouracil</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:104px\">400 mg/m<sup>2</sup> IV <em>bolus</em>, 600 mg/m<sup>2</sup> IV 22 h</td> <td style=\"width:133px\"> <p style=\"text-align:center\">5-fluorouracil IV <em>bolus</em>/infus&#xE3;o, nos dias 1 e 2, cada 2 semanas</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:94px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Folfox-4 + Avastin<sup>&#xAE;</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:93px\">Placebo ou Avastin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong> </td> <td style=\"text-align:center; width:104px\">5 mg/kg IV 30-90 minutos</td> <td style=\"width:133px\"> <p style=\"text-align:center\">Dia 1, antes do Folfox-4, cada 2 semanas</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:94px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Xelox</strong></p> <p style=\"text-align:center\">&amp;nbsp;</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:93px\">Oxaliplatina</td> <td style=\"text-align:center; width:104px\">130 mg/m<sup>2</sup> IV 2 h</td> <td style=\"width:133px\"> <p style=\"text-align:center\">Oxaliplatina no dia 1, cada 3 semanas</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:93px\"> <p style=\"text-align:center\">Capecitabina</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:104px\">1.000 mg/m<sup>2</sup> via oral, duas vezes ao dia</td> <td style=\"width:133px\"> <p style=\"text-align:center\">Capecitabina oral, duas vezes ao dia, por 2 semanas (seguido por 1 semana sem tratamento)</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:94px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Xelox + Avastin<sup>&#xAE;</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:93px\">Placebo ou Avastin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong> </td> <td style=\"text-align:center; width:104px\">7,5 mg/kg IV 30 &#x2013; 90 minutos</td> <td style=\"width:133px\"> <p style=\"text-align:center\">Dia 1, antes de Xelox, cada 3 semanas</p> </td> </tr> </tbody> </table> <p>5-fluorouracil: inje&#xE7;&#xE3;o IV <em>bolus </em>imediatamente ap&#xF3;s Leucovorin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong>.</p> <p>A n&#xE3;o inferioridade dos bra&#xE7;os contendo Xelox comparado aos bra&#xE7;os contendo Folfox-4, na compara&#xE7;&#xE3;o global, foi demonstrada nos termos de sobrevida livre de progress&#xE3;o (SLP) na popula&#xE7;&#xE3;o de pacientes eleg&#xED;vel e na popula&#xE7;&#xE3;o com inten&#xE7;&#xE3;o de tratamento (ITT) (veja tabela a seguir). Os resultados indicam que Xelox &#xE9; equivalente a Folfox-4 no que se refere &#xE0; sobrevida global. Uma compara&#xE7;&#xE3;o de Xelox + bevacizumabe <em>versus </em>Folfox-4 + bevacizumabe foi uma an&#xE1;lise explorat&#xF3;ria pr&#xE9;-especificada. Na compara&#xE7;&#xE3;o desse subgrupo de tratamento, Xelox + bevacizumabe foi similar a Folfox-4 + bevacizumabe no que se refere a sobrevida livre de progress&#xE3;o [raz&#xE3;o de risco 1,01 (IC 97,5% 0,84, 1,22)]. O acompanhamento mediano no tempo de an&#xE1;lise prim&#xE1;ria na popula&#xE7;&#xE3;o&amp;nbsp;com inten&#xE7;&#xE3;o de tratamento foi 1,5 anos. Os dados provenientes de an&#xE1;lises ap&#xF3;s um ano adicional do acompanhamento tamb&#xE9;m foram inclu&#xED;dos na tabela a seguir.</p> <p><strong>Tabela 2. Resultados de n&#xE3;o inferioridade fundamentais para a an&#xE1;lise prim&#xE1;ria e dos dados de acompanhamento de um ano (popula&#xE7;&#xF5;es EPP e ITT, estudo NO16966)</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>An&#xE1;lise prim&#xE1;ria</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"width:389px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Xelox/Xelox+P/ Xelox+BV (EPP*: N = 967; ITT**: N = 1.017)</strong></p> </td> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"width:837px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Folfox-4/Folfox-4+P/ Folfox-4+BV (EPP*: N = 937; ITT**: N = 1.017)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>Popula&#xE7;&#xE3;o</strong></p> </td> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"text-align:center\"><strong>Mediana de tempo para o evento (dias)</strong></td> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>Raz&#xE3;o de risco (IC 97,5%)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro: sobrevida livre de progress&#xE3;o</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">EPP</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:84px\">241</td> <td style=\"text-align:center; width:76px\">259</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,05 (0,94; 1,18)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">ITT</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:84px\">244</td> <td style=\"text-align:center; width:76px\">259</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,04 (0,93; 1,16)</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro: sobrevida global</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">EPP</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:84px\">577</td> <td style=\"text-align:center; width:76px\">549</td> <td> <p style=\"text-align:center\">0,97 (0,84; 1,14)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">ITT</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:84px\">581</td> <td style=\"text-align:center; width:76px\">553</td> <td> <p style=\"text-align:center\">0,96 (0,83; 1,12)</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Um ano adicional do acompanhamento</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro: sobrevida livre de progress&#xE3;o</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">EPP</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:84px\">242</td> <td style=\"text-align:center; width:76px\">259</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,02 (0,92; 1,14)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">ITT</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:84px\">244</td> <td style=\"text-align:center; width:76px\">259</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,01 (0,91; 1,12)</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro: sobrevida global</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">EPP</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:84px\">600</td> <td style=\"text-align:center; width:76px\">594</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,00 (0,88; 1,13)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">ITT</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:84px\">602</td> <td style=\"text-align:center; width:76px\">596</td> <td> <p style=\"text-align:center\">0,99 (0,88; 1,12)</p> </td> </tr> </tbody> </table> <p>*EPP = popula&#xE7;&#xE3;o de pacientes eleg&#xED;veis;<br> ** ITT = popula&#xE7;&#xE3;o com inten&#xE7;&#xE3;o de tratamento.</br></p> <h3>Terapia combinada no tratamento de segunda linha de c&#xE2;ncer colorretal</h3> <p>O estudo cl&#xED;nico NO16967 fase 3, multic&#xEA;ntrico, randomizado e controlado estudou a utiliza&#xE7;&#xE3;o de Capecitabina em combina&#xE7;&#xE3;o com oxaliplatina para o tratamento de segunda linha de c&#xE2;ncer colorretal metast&#xE1;tico<sup>6</sup>. Nesse estudo, 627 pacientes com carcinoma colorretal metast&#xE1;tico, e previamente tratados com irinotecano em combina&#xE7;&#xE3;o com um regime de fluoropimidina como terapia de primeira linha, foram randomizados para tratamento com Xelox ou Folfox-4. Para o esquema de dose de Xelox e Folfox-4 (sem adi&#xE7;&#xE3;o de placebo ou bevacizumabe), Xelox demonstrou ser n&#xE3;o inferior a Folfox-4 em termos de sobrevida livre de progress&#xE3;o na popula&#xE7;&#xE3;o per-protocolo e na popula&#xE7;&#xE3;o com inten&#xE7;&#xE3;o de tratamento. Os resultados indicam que Xelox &#xE9; equivalente a Folfox-4 em termos de SG. O acompanhamento mediano at&#xE9; o tempo da an&#xE1;lise prim&#xE1;ria na popula&#xE7;&#xE3;o com inten&#xE7;&#xE3;o de tratamento foi 2,1 anos. Os dados provenientes de uma an&#xE1;lise ap&#xF3;s seis meses adicionais do acompanhamento tamb&#xE9;m est&#xE3;o inclu&#xED;dos na tabela a seguir.</p> <p><strong>Tabela 3. Resultados de efic&#xE1;cia / n&#xE3;o inferioridade fundamentais para a an&#xE1;lise prim&#xE1;ria e dos dados de acompanhamento de seis meses do Estudo NO16967 (popula&#xE7;&#xF5;es PPP e ITT)</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>An&#xE1;lise prim&#xE1;ria</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Xelox (PPP*: N = 251; ITT**: N = 313)</strong></p> </td> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Folfox-4 (PPP*: N = 252; ITT**: N = 314)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>Popula&#xE7;&#xE3;o</strong></p> </td> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Mediana de tempo para o evento (dias)</strong></p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>Raz&#xE3;o de risco (IC 95%)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro: sobrevida livre de progress&#xE3;o</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">PPP</p> </td> <td style=\"text-align:center\">154</td> <td style=\"text-align:center\">168</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,03 (0,87; 1,24)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">&amp;nbsp;</p> <p style=\"text-align:center\">ITT</p> </td> <td style=\"text-align:center\">144</td> <td style=\"text-align:center\">146</td> <td> <p style=\"text-align:center\">0,97 (0,83; 1,14)</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro: sobrevida global</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">PPP</p> </td> <td style=\"text-align:center\">388</td> <td style=\"text-align:center\">401</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,07 (0,88; 1,31)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">ITT</p> </td> <td style=\"text-align:center\">363</td> <td style=\"text-align:center\">382</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,03 (0,87; 1,23)</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Seis meses adicionais do acompanhamento</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro: sobrevida livre de progress&#xE3;o</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">PPP</p> </td> <td style=\"text-align:center\">154</td> <td style=\"text-align:center\">166</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,04 (0,87; 1,24)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">ITT</p> </td> <td style=\"text-align:center\">143</td> <td style=\"text-align:center\">146</td> <td> <p style=\"text-align:center\">0,97 (0,83; 1,14)</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro: sobrevida global</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">PPP</p> </td> <td style=\"text-align:center\">393</td> <td style=\"text-align:center\">402</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,05 (0,88; 1,27)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">ITT</p> </td> <td style=\"text-align:center\">363</td> <td style=\"text-align:center\">382</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,02 (0,86; 1,21)</p> </td> </tr> </tbody> </table> <p>*PPP = popula&#xE7;&#xE3;o per-protocolo.<br> **ITT = popula&#xE7;&#xE3;o com inten&#xE7;&#xE3;o de tratamento.</br></p> <p>Uma an&#xE1;lise combinada dos dados de efic&#xE1;cia do tratamento de primeira-linha (estudo NO16966; parte inicial de 2 bra&#xE7;os) e do tratamento de segunda-linha (estudo NO16967) proporciona suporte adicional aos resultados de n&#xE3;o inferioridade de Xelox <em>versus </em>Folfox-4, conforme obtido nos estudos individuais: a sobrevida livre do progress&#xE3;o na popula&#xE7;&#xE3;o per-protocolo [raz&#xE3;o de risco 1,00 (IC 95%: 0,88; 1,14)] com uma mediana de sobrevida livre de progress&#xE3;o de 193 dias (Xelox; 508 pacientes) <em>versus </em>204 dias (Folfox-4; 500 pacientes). Os resultados indicam que Xelox &#xE9; equivalente a Folfox-4 em termos de SG [raz&#xE3;o de risco 1,01 (IC 95%: 0,87; 1,17)] com uma mediana de SG de 468 dias (Xelox) <em>versus </em>478 dias (Folfox-4).</p> <h3>C&#xE2;ncer g&#xE1;strico</h3> <h4>Terapia combinada</h4> <p>Um estudo cl&#xED;nico multic&#xEA;ntrico, randomizado, controlado, de fase III estudou a utiliza&#xE7;&#xE3;o de Capecitabina para o tratamento de pacientes com c&#xE2;ncer g&#xE1;strico metast&#xE1;tico ou avan&#xE7;ado. 7 Nesse estudo, 160 pacientes foram randomizados para tratamento com Capecitabina (1.000 mg/m<sup>2</sup> , duas vezes ao dia, por duas semanas, seguido por per&#xED;odo de descanso de uma semana) e cisplatina (80 mg/m<sup>2</sup> em infus&#xE3;o de duas horas, a cada tr&#xEA;s semanas). Um total de 156 pacientes foram randomizados para tratamento com 5-FU (800 mg/m<sup>2</sup> por dia, infus&#xE3;o cont&#xED;nua dos dias 1 ao 5, durante tr&#xEA;s semanas) e cisplatina (80 mg/m<sup>2</sup>, em infus&#xE3;o no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas). O objetivo prim&#xE1;rio do estudo foi alcan&#xE7;ado, Capecitabina foi ao menos equivalente ao 5-FU em combina&#xE7;&#xE3;o com cisplatina no que se refere &#xE0; sobrevida livre de progress&#xE3;o (an&#xE1;lise realizada na popula&#xE7;&#xE3;o per-protocolo). O resultado da sobrevida global foi similar ao resultado da sobrevida livre de progress&#xE3;o (Tabela 4), ou seja, a combina&#xE7;&#xE3;o de Capecitabina e cisplatina foi equivalente &#xE0; combina&#xE7;&#xE3;o de 5-FU e cisplatina no que se refere &#xE0; mediana de sobrevida global.</p> <p><strong>Tabela 4. Resumo dos resultados dos principais par&#xE2;metros de efic&#xE1;cia (PPP, Estudo ML17032)</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro</strong></p> </td> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"text-align:center\"> <p><strong>Mediana (meses) (IC de 95%)</strong></p> </td> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\"> <p style=\"text-align:center\">Raz&#xE3;o de risco (IC 95%)*</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>Capecitabina/ cisplatina (N = 139)</strong></p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>5-FU / cisplatina (N = 137)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Sobrevida livre de progress&#xE3;o</p> </td> <td style=\"text-align:center\">5,6 (4,9; 7,3)</td> <td style=\"text-align:center\">5,0 (4,2; 6,3)</td> <td> <p style=\"text-align:center\">0,81 (0,63; 1,04)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Sobrevida global</p> </td> <td style=\"text-align:center\">10,5 (9,3; 11,2)</td> <td style=\"text-align:center\">9,3 (7,4; 10,6)</td> <td> <p style=\"text-align:center\">0,85 (0,64; 1,13)</p> </td> </tr> </tbody> </table> <p>* Efeito do tratamento n&#xE3;o ajustado em modelo proporcional de Cox.</p> <p>Um estudo cl&#xED;nico multic&#xEA;ntrico, randomizado, de fase III, comparando Capecitabina com 5-FU e oxaliplatina com cisplatina em pacientes com c&#xE2;ncer g&#xE1;strico avan&#xE7;ado foi conduzido para o tratamento de primeira linha de c&#xE2;ncer g&#xE1;strico avan&#xE7;ado.<sup>8,9</sup></p> <h4>Nesse estudo, 1.002 pacientes foram randomizados em um desenho fatorial 2x2 para um dos quatro bra&#xE7;os seguintes:</h4> <h5>ECF</h5> <p>Epirrubicina (50 mg/m<sup>2</sup> em <em>bolus </em>no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas), cisplatina (60 mg/m<sup>2</sup>, por infus&#xE3;o de duas horas, no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas) e 5-FU (200 mg/m2 por dia, administrado por infus&#xE3;o cont&#xED;nua por meio de um acesso central).</p> <h5>ECX</h5> <p>Epirrubicina (50 mg/m<sup>2</sup> em <em>bolus</em>, no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas), cisplatina (60 mg/m<sup>2</sup> como uma infus&#xE3;o de duas horas no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas) e Capecitabina (625 mg/m<sup>2</sup>, duas vezes por dia, continuamente).</p> <h5>EOF</h5> <p>Epirrubicina (50 mg/m<sup>2</sup> em <em>bolus </em>no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas), oxaliplatina (130 mg/m<sup>2</sup> administrado em infus&#xE3;o de duas horas no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas) e 5-FU (200 mg/m<sup>2</sup> diariamente administrado por infus&#xE3;o cont&#xED;nua por meio de acesso central).</p> <h5>EOX</h5> <p>Epirrubicina (50 mg/m<sup>2</sup> em <em>bolus </em>no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas), oxaliplatina (130 mg/m<sup>2</sup> administrado em infus&#xE3;o de duas horas no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas) e Capecitabina (625 mg/m<sup>2</sup> , duas vezes ao dia, continuamente).</p> <p>As an&#xE1;lises de efic&#xE1;cia prim&#xE1;ria na popula&#xE7;&#xE3;o per-protocolo demonstraram a n&#xE3;o inferioridade na sobrevida global para a Capecitabina <em>versus </em>esquemas baseados no 5-FU (raz&#xE3;o de risco 0,86, IC 95%: 0,80 a 0,99) e para a oxaliplatina <em>versus </em>esquemas baseados na cisplatina (raz&#xE3;o de risco 0,92, IC 95%: 0,8 a 1,1). A sobrevida m&#xE9;dia global foi de 10,9 meses em esquemas baseados na Capecitabina e 9,6 meses em esquemas com 5-FU. A sobrevida m&#xE9;dia global foi de 10,0 meses em esquemas baseados em cisplatina e 10,4 meses em esquemas baseados em oxaliplatina.</p> <p>Capecitabina tamb&#xE9;m tem sido usado em combina&#xE7;&#xE3;o com oxaliplatina no tratamento do c&#xE2;ncer g&#xE1;strico avan&#xE7;ado.<sup>10-12</sup></p> <h4>C&#xE2;ncer colorretal e g&#xE1;strico avan&#xE7;ado: meta-an&#xE1;lise</h4> <p>Uma meta-an&#xE1;lise de seis estudos cl&#xED;nicos (SO14695, SO14796, M66001, NO16966, NO16967, M17032) avaliou se Capecitabina pode substituir 5-FU no c&#xE2;ncer gastrintestinal.13,14 A an&#xE1;lise conjunta inclui 3.097 pacientes tratados com esquemas que continham Capecitabina e 3.074 pacientes tratados com esquemas que continham 5-FU. A raz&#xE3;o de risco para a sobrevida global foi de 0,94 (IC de 95%: 0,89 a 1,00, p = 0,0489), indicando que os esquemas que continham Capecitabina s&#xE3;o n&#xE3;o inferiores aos esquemas que continham 5-FU.</p> <h3>C&#xE2;ncer de mama</h3> <h4>Terapia combinada</h4> <p>Capecitabina para o tratamento de pacientes com c&#xE2;ncer de mama metast&#xE1;tico ou localmente avan&#xE7;ado, em combina&#xE7;&#xE3;o com docetaxel, ap&#xF3;s insucesso de quimioterapia citot&#xF3;xica incluindo uma antraciclina foi estudado em um estudo cl&#xED;nico multic&#xEA;ntrico, randomizado, controlado, de fase III. Nesse estudo, 255 pacientes foram randomizados para tratamento com Capecitabina (1.250 mg/m<sup>2 </sup>, duas vezes ao dia, durante duas semanas, seguido por per&#xED;odo de descanso de uma semana) e docetaxel (75 mg/m<sup>2</sup>, por infus&#xE3;o intravenosa de uma hora, a cada tr&#xEA;s semanas). Um total de 256 pacientes foram randomizados para tratamento com docetaxel isoladamente (100 mg/m<sup>2</sup>, por infus&#xE3;o intravenosa de uma hora, a cada tr&#xEA;ssemanas). A sobrevida foi superior no grupo tratado com a combina&#xE7;&#xE3;o Capecitabina + docetaxel (p = 0,0126). A sobrevida mediana foi de 442 dias (Capecitabina + docetaxel) <em>versus </em>352 dias (docetaxel isoladamente). Os &#xED;ndices de resposta objetiva global em toda a popula&#xE7;&#xE3;o randomizada (avalia&#xE7;&#xE3;o do pesquisador) foram 41,6% (Capecitabina + docetaxel) <em>versus </em>29,7% (docetaxel isolado); p = 0,0058. O tempo at&#xE9; a progress&#xE3;o da doen&#xE7;a ou morte foi superior no grupo tratado com a combina&#xE7;&#xE3;o Capecitabina + docetaxel (p&lt; 0,0001). O tempo mediano at&#xE9; a progress&#xE3;o da doen&#xE7;a foi de 186 dias (Capecitabina + docetaxel) <em>versus </em>128 dias (docetaxel isoladamente).<sup>15 </sup></p> <h4>Monoterapia</h4> <p>Dois estudos cl&#xED;nicos multic&#xEA;ntricos, de fase II foram conduzidos para determinar o uso de Capecitabina em monoterapia para o tratamento de pacientes com c&#xE2;ncer de mama metast&#xE1;tico ou localmente avan&#xE7;ado ap&#xF3;s insucesso com um taxano e de regime quimioter&#xE1;pico com antraciclina ou para aqueles pacientes nos quais a terapia adicional com antraciclina n&#xE3;o est&#xE1; indicada. Nesses estudos, um total de 236 pacientes foi tratado com Capecitabina (1.250 mg/m<sup>2</sup>, duas vezes ao dia, durante duas semanas, seguido por per&#xED;odo de descanso de uma semana). Os &#xED;ndices de resposta objetiva global (avalia&#xE7;&#xE3;o do pesquisador) foram 20% (primeiro estudo) e 25% (segundo estudo). O tempo mediano at&#xE9; a progress&#xE3;o da doen&#xE7;a foi de 93 e de 98 dias. A sobrevida mediana foi de 384 e de 373 dias.<sup>13, 16-18 </sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1 Twelves C., Wong A., Nowacki M. P., Abt M., Burris H. III, et al. Capecitabine as Adjuvant Treatment for Stage III Colon Cancer. N Engl J Med; 352:2696-2704, 2005.<br> &amp;nbsp;2 Haller DG, Cassidy J, Tabernero J, et al. Efficacy findings from a randomized phase III trial of capecitabine plus oxaliplatin versus bolus 5-FU/LV for stage III colon cancer (NO16968): No impact of age on disease-free survival (DFS). Presented at ASCO GI 2010 (abstract 284).<br> 3 Hoff PM, Ansari R, Batist G, et al. Comparison of Oral Capecitabine Versus Intravenous Fluorouracil Plus Leucovorin as First-Line Treatment in 605 Patients With Metastatic Colorectal Cancer: Results of a Randomized Phase III Study. J Clin Oncol: 19:2282-2292, 2001.<br> 4 Van Cutsem E, Twelves C, Cassidy J, et al. Oral Capecitabine Compared With Intravenous Fluorouracil Plus Leucovorin in Patients With Metastatic Colorectal Cancer: Results of a Large Phase III Study. J Clin Oncol 19:4097-4106, 2001.<br> 5 Cassidy J, Clarke S, Diaz-Rubio E, et al. Randomized phase III study of capecitabine plus oxaliplatin compared with fluorouracil/folinic acid plus oxaliplatin as first-line therapy for metastatic colorectal cancer. J Clin Oncol 26:2006-2012, 2008.<br> 6 Rothenberg ML, Cox JV, Butts C, et al. Capecitabine plus oxaliplatin (Xelox) versus 5-fluorouracil/folinic acid plus oxaliplatin (Folfox-4) as second-line therapy in metastatic colorectal cancer: a randomized phase III noninferiority study. Ann Oncol 19:1720-1726, 2008.<br> 7 Kang YK, Kang WK, Shin DB, et al. Capecitabine/cisplatin versus 5-fluorouracil/cisplatin as first-line therapy in patients with advanced gastric cancer: a randomised phase III noninferiority trial. Ann Oncol 20(4):666-73, 2009.<br> 8 Sumpter K, et al. Report of two protocol planned interim analyses in a randomised multicenter phase III study comparing capecitabine with fluorouracil and oxaliplatin with cisplatin in patients with advanced oesophagogastric cancer receiving ECF. Br J Cancer 2005;92:1976-1983 (CDS Vs 5.0)<br> 9 Cunningham D, et al. Capecitabine and oxaliplatin for advanced esophagogastric cancer. N Eng J Med 358:36-46, 2008.<br> 10 Park YH, et al. Oxaliplatin and capecitabine combination chemotherapy for patients with advanced gastric carcinoma: A pilot study results. Proc Am Soc Clin Oncol 2005;23:357S, Abstract 4199 (CDS Vs 5.0)<br> 11 Park YH, et al. A phase II study of capecitabine plus 3-weekly oxaliplatin as first-line therapy for patients with advanced gastric cancer. Br J Cancer 2006;94(7):959-963 (CDS Vs 5.0)<br> 12 Park YH, et al. A phase II study of capecitabine plus oxaliplatin (Xelox) as first-line therapy for patients with advanced gastric cancer. ASCO Annual Meeting, Atlanta, Georgia, 02-06 June 2006. Poster associated with Abstract 4079 (CDS Vs 5.0)<br> 13 Meta-analysis of trials comparing capecitabine versus 5-FU in gastrointestinal malignancies. (CDS Vs 6.0)<br> 14 Cassidy J, Rothenberg M, Saltz L, et al. Efficacy of capecitabine vs. 5-FU in colorectal and gastric cancer: Metaanalysis of survival in 6 clinical trials. ASCO GI 2008 (abstract 340).<br> 15 O&#x2019;Shaughnessy J, Miles D, VukeljaS, et al. Superior survival with capecitabine plus docetaxel combination therapy in antracycline pretreated patients with advanced breast cancer: Phase III trial results. J Clin Oncol 20:2812 - 23, 2002.<br> 16 Griffin T. and Burger H-U. An open-label randomized phase II study comparing the efficacy and safety of continuous therapy with capecitabine, intermittent therapy with capecitabine and intermittent therapy with capecitabine in combination with oral leucovorin as first line therapy in patients with advanced and/or metastatic colorectal carcinoma. (Protocol SO14797). Research Report N-139265, October 28, 1997 (CDS Vs 1.1)<br> 17 Blum JL, Jones SE, Buzdar AU, et al. Multicenter phase II study of capecitabine in paclitaxel-refractory metastatic breast cancer. J Clin Oncol 17:485-493, 1999. 8<br> 18. Blum JL, Dieras V, Lo Russo PM, et al. Multicenter, phase II study of capecitabine in taxane-pretreated metastatic breast carcinoma patients. Cancer 92:1759&#x2013;68, 2001.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Farmacodin&#xE2;mica</h3> <h4>Mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>A Capecitabina &#xE9; derivada do carbamato de fluoropirimidina, um agente citot&#xF3;xico tumor ativado e tumor seletivo, que foi planejado para administra&#xE7;&#xE3;o oral. A Capecitabina &#xE9; at&#xF3;xica <em>in vitro</em>; <em>in vivo</em>, no entanto, &#xE9; sequencialmente convertida para a fra&#xE7;&#xE3;o citot&#xF3;xica 5-fluoruracila (5-FU), que, por sua vez, &#xE9; posteriormente metabolizada. A forma&#xE7;&#xE3;o de 5-FU ocorre preferencialmente no tumor por um fator angiog&#xEA;nico associado ao tumor, denominado timidina fosforilase (dThdPase), minimizando assim a exposi&#xE7;&#xE3;o dos tecidos sadios do organismo a 5-FU sist&#xEA;mica.</p> <p>A biotransforma&#xE7;&#xE3;o enzim&#xE1;tica sequencial da Capecitabina para 5-FU leva a maiores concentra&#xE7;&#xF5;es de 5-FU nos tecidos tumorais. Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral de Capecitabina para pacientes com c&#xE2;ncer colorretal (n = 8), a raz&#xE3;o entre a concentra&#xE7;&#xE3;o de 5-FU nos tumores colorretais <em>versus </em>tecidos adjacentes foi de 3,2 (varia&#xE7;&#xE3;o de 0,9 a 8,0). A raz&#xE3;o entre a concentra&#xE7;&#xE3;o de 5-FU no tumor <em>versus </em>plasma foi de 21,4 (varia&#xE7;&#xE3;o de 3,9 a 59,9), enquanto a raz&#xE3;o entre os tecidos saud&#xE1;veis e o plasma foi de 8,9 (varia&#xE7;&#xE3;o de 3,0 a 25,8). A atividade da timidina fosforilase foi quatro vezes maior no tumor colorretal prim&#xE1;rio do que no tecido adjacente normal.</p> <p>Diversos tumores humanos, como c&#xE2;ncer de mama, g&#xE1;strico, colorretal, colo de &#xFA;tero e ovariano, apresentam n&#xED;vel de timidina fosforilase maior [capaz de converter 5&apos;-DFUR (5&apos;-desoxi-5-fluorouridina) em 5-FU] do que os tecidos normais correspondentes.</p> <p>Tanto as c&#xE9;lulas normais quanto as c&#xE9;lulas tumorais metabolizam o 5-FU para monofosfato de 5-fluoro-2- desoxiuridina (FdUMP) e trifosfato de 5-fluoruridina (FUTP). Esses metab&#xF3;litos causam dano &#xE0; c&#xE9;lula por meio de dois mecanismos diferentes. Inicialmente, o FdUMP e o cofator folato N5-10 -metilenotetrahidrofolato ligam-se &#xE0; timidilato sintetase (TS) para formar um complexo tern&#xE1;rio covalente. Essa liga&#xE7;&#xE3;o inibe a forma&#xE7;&#xE3;o de timidilato a partir do uracil. A timidilato &#xE9; a precursora necess&#xE1;ria do trifosfato de timidina, que por sua vez, &#xE9; essencial para a s&#xED;ntese de DNA, de forma que uma defici&#xEA;ncia desse composto pode inibir a divis&#xE3;o celular. Al&#xE9;m disso, as enzimas nucleares de transcri&#xE7;&#xE3;o podem incorporar FUTP erroneamente, no lugar do trifosfato de uridina (UTP), durante a s&#xED;ntese de RNA. Esse erro metab&#xF3;lico pode interferir com o processamento do RNA e com a s&#xED;ntese proteica.</p> <h3>Farmacocin&#xE9;tica</h3> <h4>Absor&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral, a Capecitabina &#xE9; r&#xE1;pida e extensamente absorvida, seguida da extensa convers&#xE3;o nos metab&#xF3;litos, 5&#x2019;-desoxi-5-fluorcitidina (5&#x2019;-DFCR) e 5&apos;-desoxi-5-fluorouridina (5&#x2019;-DFUR).</p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o com alimentos diminui a taxa de absor&#xE7;&#xE3;o da Capecitabina, por&#xE9;m, com m&#xED;nimo efeito sobre as &#xE1;reas sob a curva (AUC) do 5&#x2019;-DFUR e de seu metab&#xF3;lito subsequente, 5-FU. No d&#xE9;cimo quarto dia de administra&#xE7;&#xE3;o, ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o de alimento, com a dose de 1.250 mg/m<sup>2</sup>, as concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas m&#xE1;ximas (C<sub>max</sub> em &#xB5;g/mL) para a Capecitabina, 5&#x2019;-DFCR, 5&#x2019;DFUR, 5-FU e FBAL (&#x3B1;-fluoro-&#x3B2;alanina, metab&#xF3;lito inativo do 5-FU) foram 4,47, 3,05, 12,1, 0,95 e 5,46, respectivamente. Os tempos para atingir as concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas m&#xE1;ximas (T<sub>m&#xE1;x</sub> em horas) foram 1,50, 2,00, 2,00, 2,00 e 3,34. Os valores da AUC0<sup>-&#x221E; </sup>em &#xB5;g*h/mL foram 7,75, 7,24, 24,6, 2,03 e 36,3.</p> <h4>Distribui&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>Liga&#xE7;&#xE3;o proteica Estudos realizados com plasma humano <em>in vitro </em>determinaram que as liga&#xE7;&#xF5;es da Capecitabina, 5&#x2019;-DFCR, 5&#x2019;-DFUR e 5-FU &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a>, principalmente &#xE0; albumina, foram de 54%, 10%, 62% e 10%, respectivamente.</p> <h4>Metabolismo</h4> <p>A Capecitabina &#xE9; metabolizada inicialmente, por meio da carboxilesterase hep&#xE1;tica, para 5&#x2019;-DFCR, que &#xE9; convertida a seguir em 5&#x2019;-DFUR pela da citidina desaminase, localizada principalmente no f&#xED;gado e nos tecidos tumorais.</p> <p>A forma&#xE7;&#xE3;o de 5-FU ocorre preferencialmente no tumor pelo fator angiog&#xEA;nico associado ao tumor, dThdPase (timidina-fosforilase), minimizando assim a exposi&#xE7;&#xE3;o sist&#xEA;mica dos tecidos sadios do organismo a 5-FU sist&#xEA;mica.</p> <p>A AUC plasm&#xE1;tica de 5-FU &#xE9; 6 a 22 vezes menor que aquela observada ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa em <em>bolus </em>de 5-FU (dose de 600 mg/m<sup>2</sup>). Os metab&#xF3;litos da Capecitabina tornam-se citot&#xF3;xicos somente ap&#xF3;s sua convers&#xE3;o para 5-FU e para anab&#xF3;litos de 5-FU.</p> <p>O 5-FU &#xE9; ent&#xE3;o catabolizado, dando origem aos metab&#xF3;litos inativos diidro-5-fluoruracila (FUH2), &#xE1;cido 5- fluoro-ureidopropi&#xF4;nico (FUPA) e &#x3B1;-fluoro-&#x3B2;-alanina (FBAL), via diidropirimidina desidrogenase (DPD), a qual &#xE9; limitante da taxa.</p> <h4>Elimina&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>As meias-vidas de elimina&#xE7;&#xE3;o (t&#xBD; em horas) da Capecitabina, 5&#x2019;-DFCR, 5&#x2019;-DFUR, 5-FU e FBAL foram 0,85, 1,11, 0,66, 0,76 e 3,23, respectivamente. A farmacocin&#xE9;tica da Capecitabina foi avaliada em uma faixa de dose de 502 a 3.514 mg/m<sup>2</sup> /dia. Os par&#xE2;metros da Capecitabina, do 5&#x2019;-DFCR e 5&#x2019;-DFUR medidos nos dias 1 e 14 foram similares. A AUC de 5-FU foi de 30% a 35% maior no dia 14, mas n&#xE3;o aumentou nos dias seguintes (dia 22). Com doses terap&#xEA;uticas, a farmacocin&#xE9;tica da Capecitabina e de seus metab&#xF3;litos foi proporcional &#xE0; dose, exceto para 5-FU.</p> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral, os metab&#xF3;litos da Capecitabina s&#xE3;o recuperados principalmente na urina , cerca de 95,5% da dose. A excre&#xE7;&#xE3;o fecal &#xE9; m&#xED;nima (2,6%). O principal metab&#xF3;lito excretado na urina &#xE9; FBAL, que representa 57% da dose administrada. Aproximadamente 3% da dose administrada &#xE9; excretada na urina como f&#xE1;rmaco inalterado.</p> <h4>Terapia combinada</h4> <p>Em estudos fase I, n&#xE3;o foram demonstrados efeitos de Capecitabina sobre a farmacocin&#xE9;tica do docetaxel ou do paclitaxel (C<sub>m&#xE1;x</sub> e AUC), assim como nenhum efeito foi observado do docetaxel ou do paclitaxel sobre a farmacocin&#xE9;tica do 5&#x2019;-DFUR (o metab&#xF3;lito mais importante da Capecitabina).</p> <h4>Farmacocin&#xE9;tica em popula&#xE7;&#xF5;es especiais</h4> <p>A an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica da popula&#xE7;&#xE3;o foi realizada ap&#xF3;s o tratamento de 505 pacientes, portadores de c&#xE2;ncer colorretal, com Capecitabina, na dose de 1.250 mg/m<sup>2</sup>, duas vezes ao dia. Sexo, presen&#xE7;a ou aus&#xEA;ncia de met&#xE1;stases hep&#xE1;ticas ao diagn&#xF3;stico, Desempenho de Karnofsky, bilirrubina total, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/albumina-serica\" target=\"_blank\">albumina s&#xE9;rica</a>, TGO e TGP n&#xE3;o tiveram efeito estatisticamente significativo sobre a farmacocin&#xE9;tica do 5&#x2019;-DFUR, 5-FU e FBAL.</p> <h5>Insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica em decorr&#xEA;ncia de met&#xE1;stases hep&#xE1;ticas</h5> <p>Nenhum efeito clinicamente significativo foi observado na bioativa&#xE7;&#xE3;o e farmacocin&#xE9;tica da Capecitabina em pacientes portadores de c&#xE2;ncer com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica leve a moderada devida a met&#xE1;stases hep&#xE1;ticas. Nenhum estudo formal de farmacocin&#xE9;tica foi realizado e nenhum dado farmacocin&#xE9;tico populacional foi coletado em pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica.</p> <h5>Insufici&#xEA;ncia renal</h5> <p>Com base em estudo farmacocin&#xE9;tico em pacientes com c&#xE2;ncer e insufici&#xEA;ncia renal leve a grave, n&#xE3;o h&#xE1; evid&#xEA;ncia de efeito da depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina sobre a farmacocin&#xE9;tica da droga intacta e de 5-FU. Foi constatada que a depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina influencia a exposi&#xE7;&#xE3;o sist&#xEA;mica ao 5&#x2019;-DFUR (35% de aumento da AUC, quando a depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina diminui em 50%) e ao FBAL (aumento de 114% da AUC, quando a depura&#xE7;&#xE3;o creatinina diminui em 50%). O FBAL &#xE9; um metab&#xF3;lito sem atividade antiproliferativa; o 5&#x2019;- DFUR &#xE9; um precursor direto do 5-FU.</p> <h5>Popula&#xE7;&#xE3;o geri&#xE1;trica</h5> <p>Com base na an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica da popula&#xE7;&#xE3;o, incluindo pacientes com idades de 27 a 86 anos, sendo 234 (46%) pacientes com idade superior ou igual a 65 anos, a idade n&#xE3;o teve influ&#xEA;ncia na farmacocin&#xE9;tica do 5&#x2019;-DFUR e 5-FU. A AUC do FBAL aumentou com a idade (20% no aumento da idade resultou em 15% de aumento na AUC do FBAL). Esse aumento provavelmente &#xE9; devido &#xE0; altera&#xE7;&#xE3;o na fun&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <h5>Etnia</h5> <p>Baseado na an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica da popula&#xE7;&#xE3;o, que incluiu 455 pacientes brancos (90,1%), 22 pacientes negros (4,4%) e 28 pacientes de outra ra&#xE7;a ou etnia (5,5%), n&#xE3;o houve diferen&#xE7;as quanto &#xE0; farmacocin&#xE9;tica da Capecitabina entre pacientes negros e brancos.</p> <h4>Seguran&#xE7;a n&#xE3;o-cl&#xED;nica</h4> <h5>Carcinogenicidade</h5> <p>Estudos de carcinogenicidade de dois anos conduzidos em ratos n&#xE3;o revelaram nenhuma evid&#xEA;ncia de potencial carcinog&#xEA;nico para Capecitabina.</p> <h5>Genotoxicidade</h5> <p>Capecitabina n&#xE3;o se mostrou mutag&#xEA;nico<em> in vitro</em> para bact&#xE9;rias (teste de Ames) ou para c&#xE9;lulas de mam&#xED;feros (ensaio de muta&#xE7;&#xE3;o do gene V79/HPRT de hamster chin&#xEA;s). Entretanto, semelhantemente a outros an&#xE1;logos de nucleos&#xED;deos (isto &#xE9;, 5-FU), Capecitabina foi clastog&#xEA;nico em linf&#xF3;citos humanos (<em>in vitro</em>) e uma tend&#xEA;ncia positiva foi observada em testes do micron&#xFA;cleo de medula &#xF3;ssea de camundongo (<em>in vivo</em>).</p> <h5>Toxicidade reprodutiva</h5> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o oral de Capecitabina em f&#xEA;meas de camundongo prenhes durante o per&#xED;odo de organog&#xEA;nese na dose de 198 mg/kg/dia causou malforma&#xE7;&#xF5;es e letalidade dos embri&#xF5;es. Em estudos farmacocin&#xE9;ticos separados, esta dose em camundongos produziu valores de AUC e 5&#x2019;-DFUR que foram aproximadamente 0,2 vezes os valores de AUC em pacientes recebendo a dose di&#xE1;ria recomendada. A administra&#xE7;&#xE3;o via oral de Capecitabina em macacas prenhes durante o per&#xED;odo de organog&#xEA;nese na dose de 90 mg/kg/dia, causou letalidade fetal. Esta dose produziu valores de AUC de 5&#x2019;-DFUR que foram aproximadamente 0,6 vezes os valores de AUC em pacientes recebendo a dose di&#xE1;ria recomendada.</p> <h5>Comprometimento da fertilidade</h5> <p>Em estudo de fertilidade e desempenho reprodutivo geral em camundongos, doses orais de 760 mg/kg/dia apresentaram efeito sobre o estro e, consequentemente, causaram a redu&#xE7;&#xE3;o da fertilidade feminina. Nos camundongos que engravidaram, nenhum feto sobreviveu a essa dose. A perturba&#xE7;&#xE3;o no estro foi revers&#xED;vel.</p> <p>Nos machos, esta dose causou altera&#xE7;&#xF5;es degenerativas nos test&#xED;culos, incluindo redu&#xE7;&#xE3;o no n&#xFA;mero de espermat&#xF3;citos e esperm&#xE1;tides. Em estudos farmacocin&#xE9;ticos, esta dose produziu valores de AUC de 5&#x2019;- DFUR cerca de 0,7 vezes os valores correspondentes em pacientes aos quais foi administrada a dose di&#xE1;ria recomendada.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Coama?

Conservar em temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30º Graus). Proteger da luz e umidade. Proteger do calor.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Descarte de medicamentos não utilizados e/ou com data de validade vencida

O descarte de medicamentos no meio ambiente deve ser minimizado. Os medicamentos não devem ser descartados no esgoto, e o descarte em lixo doméstico deve ser evitado. Utilize o sistema de coleta local estabelecido, se disponível.

Qualquer medicamento não utilizado ou resíduos devem ser eliminados de acordo com as orientações locais.

Caracteristicas físicas e organolépticas

150mg e 500mg

Comprimido revestido na cor rosa, oblongo, biconvexo e liso.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Coama

Comprimidos revestidos de 150 mg e 500 mg. Embalagens contendo 60 e 120.

Uso oral.

Uso adulto.

Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

Dizeres Legais do Coama

M.S. nº. 1.0235.1292

Farm. Resp.:
Dra. Telma Elaine Spina
CRF-SP nº 22.234

EMS S/A:
Rod. Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 08
Bairro Chácara Assay Hortolândia – SP
CEP 13186-901
CNPJ nº 57.507.378/0003-65
Indústria brasileira




SAC:
0800-191914

Venda sob prescrição médica.

500mg, caixa com 120 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Capecitabina
Classe Terapêutica
:
Agentes Antineoplásicos Antimetabólitos
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Câncer
Especialidade
:
Oncologia

Bula do medicamento

Coama, para o que é indicado e para o que serve?

Coama é indicado para o tratamento de câncer de mama, câncer de cólon e reto (que são partes do intestino grosso) e câncer gástrico nas seguintes condições:

Câncer de mama

Coama em combinação com docetaxel é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de mama com metástases (focos de células cancerosas distantes do foco primário), após falha da quimioterapia com antraciclina.

Coama como tratamento único é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de mama com metástases que não tenham apresentado resposta satisfatória a regimes de quimioterapia com paclitaxel e antraciclina ou para pacientes com resistência a paclitaxel e que não possam receber antraciclina, como pacientes que receberam doses cumulativas de 400 mg/m2 de doxorrubicina ou equivalente. Define-se resistência como progressão da doença na vigência do tratamento, com ou sem resposta inicial, ou recorrência em até 6 meses do término do tratamento adjuvante com antraciclina ou regimes com antraciclina.

Câncer colorretal

Coama é indicado para o tratamento adjuvante de pacientes com câncer colorretal.

Coama é indicado como tratamento de primeira linha para pacientes com câncer de colorretal com metástases. Coama combinado com oxaliplatina ou combinado com oxilaplatina e bevacizumabe é indicado para tratamento de primeira linha de câncer colorretal metastático. Coama também pode ser combinado com oxaliplatina para o tratamento de segunda linha do câncer colorretal metastático em pacientes previamente tratados com irinotecano em combinação com um regime de fluoropirimidina como terapia de primeira linha.

Câncer gástrico

Coama é indicado como tratamento de primeira linha para pacientes com câncer gástrico em estágio avançado, desde que associado com compostos de platina, como a cisplatina ou oxaliplatina.

Quais as contraindicações do Coama?

Você não deve tomar Coama caso apresente alergia conhecida a qualquer um de seus componentes ou medicamentos à base de fluoropirimidinas e fluoruracila.

Você não poderá tomar Coama se for portador de deficiência completa de uma enzima chamada diidropirimidina desidrogenase.

Coama não deve ser administrado em conjunto com medicamentos como sorivudina e seus análogos ou com brivudina (medicamentos utilizados para o tratamento de herpes e catapora).

Este medicamento é contraindicado para pessoas que apresentem insuficiência renal grave (depuração de creatinina inferior a 30 mL/min).

Se existirem contraindicações para qualquer um dos agentes em combinação, o agente não deve ser utilizado.

Converse com o seu médico caso tenha dúvidas a respeito das possíveis contraindicações de Coama.

Como usar o Coama?

Tomar os comprimidos por via oral, pela manhã e à noite, até 30 minutos após as refeições. Ingerir os comprimidos com água.

Dose

Seu médico prescreverá a dose adequada, dependendo da natureza de sua doença, de seu peso corpóreo e de sua resposta individual a Coama. Seu médico o informará sobre a quantidade correta de comprimidos que você deverá&nbsp;tomar pela manhã e à noite. Não mude as doses por sua conta. Em alguns casos, pode ser necessário reduzir a dose e seu médico saberá identificar essa situação para orientá-lo adequadamente.

Monoterapia
Câncer de mama e colorretal

A dose recomendada para monoterapia de Coama é 1.250 mg/m2, duas vezes ao dia (pela manhã e à noite; equivalente a 2.500 mg/m2 de dose total diária) durante 14 dias, seguidos de sete dias de pausa.

Terapia combinada
Câncer de mama

Em combinação com docetaxel, a dose recomendada de Coama é de 1.250 mg/m2, duas vezes ao dia (pela manhã e à noite, equivalente a 2.500 mg/m2 de dose total diária), durante 14 dias, seguidos de sete dias de pausa, associada ao docetaxel, 75 mg/m2 , por infusão intravenosa, durante uma hora, a cada três semanas. A pré-medicação, de acordo com a bula de docetaxel, deve ser iniciada antes da administração de docetaxel para os pacientes que estiverem recebendo o medicamento em combinação com Coama.

Câncer colorretal e gástrico

No tratamento combinado, a dose inicial recomendada de Coama é de 800 a 1.000 mg/m2, administrada duas vezes ao dia durante duas semanas, seguida de período de sete dias de descanso, ou 625 mg/m2 , duas vezes ao dia, quando administrada continuamente. A inclusão de agentes biológicos em um esquema de associação não tem efeito sobre a dose inicial de Coama.

Pré-medicação para manter controlada a hidratação e antiemese, como descrito na bula da cisplatina e oxaliplatina, deve ser iniciada antes da administração de cisplatina para os pacientes que forem submetidos ao tratamento de Coama em combinação com cisplatina ou oxaliplatina.

Poderá haver necessidade de ajustes da dose em casos de insuficiência renal, de toxicidade ou durante tratamento em associação com outros quimioterápicos. Informe seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis.

Instruções especiais de doses
Crianças

A segurança e a eficácia de Coama em criançase adolescentes menores de 18 anos não foram estabelecidas.

Idosos
  • <li>Para a monoterapia de Coama n&#xE3;o s&#xE3;o necess&#xE1;rios ajustes da dose inicial. No entanto, recomenda-se monitoramento cuidadoso dos pacientes idosos em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0;s rea&#xE7;&#xF5;es adversas graves (grau 3 ou 4).</li> <li>Em combina&#xE7;&#xE3;o com docetaxel, foi observada incid&#xEA;ncia aumentada de rea&#xE7;&#xF5;es adversas (grau 3 ou 4) e de rea&#xE7;&#xF5;es adversas graves em pacientes com 60 anos de idade ou mais. Recomenda-se a redu&#xE7;&#xE3;o da dose inicial de Coama para 75% (950 mg/m<sup>2</sup> duas vezes ao dia) em pacientes com 60 anos de idade ou mais. Recomenda-se a redu&#xE7;&#xE3;o da dose inicar de Coama para 75% (950 mg/m<sup>2</sup> duas vezes ao dia) em pacientes com 60 anos de idade ou mais, conforme orienta&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica.</li>
Pacientes com insuficiência renal

Em pacientes com insuficiência renal moderada, recomenda-se uma dose inicial menor, conforme orientação médica. Em pacientes com insuficiência renal leve, não se recomendam ajustes da dose inicial. Esses pacientes devem ser cuidadosamente monitorados por seus médicos. A recomendação de ajuste de dose para pacientes com insuficiência renal moderada se aplica tanto à monoterapia quanto ao uso em combinação.

Pacientes com insuficiência hepática devida a metástases hepáticas

Se a insuficiência hepática é leve a moderada, nenhum ajuste da dose inicial é necessário. Nesses casos os pacientes devem ser cuidadosamente monitorados. Não foram estudados pacientes com insuficiência hepática grave.

Duração do tratamento

A duração do tratamento com Coama varia, dependendo da natureza de sua doença e de sua resposta individual ao tratamento. Seu médico o informará sobre quando você deve parar de tomar Coama.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Como o Coama funciona?

Coama contém a substância ativa capecitabina que interrompe o crescimento das células tumorais ou cancerígenas (agente citostástico).

Quais cuidados devo ter ao usar o Coama?

Enquanto você estiver tomando Coama haverá necessidade de acompanhamento médico cuidadoso. Embora a maioria das reações adversas seja reversível, pode ser necessário suspender a medicação ou reduzir a dose em alguns casos. Prisão de ventre, boca seca e gases são eventos gastrintestinais comuns à terapia combinada de Coama com outras medicações, como a oxaliplatina.

Coama pode induzir diarreia, que pode ser grave. Se você apresentar diarreia grave, deverá ser acompanhado cuidadosamente e, se ficar desidratado, deve receber fluidos com reposição de eletrólitos. Tratamentos para a diarreia devem ser iniciados o quanto antes, quando indicado.

A desidratação precisa ser evitada ou corrigida logo no início. Os pacientes com perda de apetite, diminuição da força muscular acompanhada de fraqueza, náusea, vômito ou diarreia podem ficar desidratados rapidamente. Desidratação pode causar insuficiência renal aguda, especialmente em pacientes que já apresentem comprometimento da função renal ou quando Coama é administrado junto com outros medicamentos tóxicos para os rins. Casos de falência renal seguidos de morte foram reportados nessas situações. Se a desidratação for grave, o tratamento com Coama precisará ser interrompido, até que você se recupere totalmente.

Raros casos de reações adversas graves e inesperadas foram observados em pacientes portadores de deficiência da enzima diidropirimidina desidrogenase. Converse com seu médico caso seja portador desta deficiência.

Foi observada toxicidade ao coração com o uso de Coama, incluindo infarto do miocárdio, angina, arritmias, parada cardíaca, insuficiência cardíaca e alterações no eletrocardiograma. Essas reações adversas podem ser mais comuns em pacientes que já apresentavam doença das artérias coronárias anteriormente.

Coama pode provocar reações de pele graves, como síndrome de Stevens-Johnson (inclui lesões cutâneas generalizadas, como bolhas, que podem atingir também as mucosas) e necrólise epidérmica tóxica (camada superficial da pele se solta em lâminas). Coama deve ser permanentemente descontinuado nesses casos.

Coama pode provocar a síndrome mão-pé, uma lesão de pele com gravidade variável (grau 1 a 3), em média 79 dias depois do início do tratamento, com uma variação de 11 a 360 dias. Síndrome mão-pé persistente ou grave (grau 2 ou maior) pode, eventualmente, levar à perda de impressões digitais, o que poderia impactar a identificação do paciente.

No grau 1, aparece formigamento nas mãos e nos pés, acompanhado de vermelhidão, mas o paciente consegue continuar com suas atividades. No grau 2, mãos e pés ficam muito doloridos e inchados, além de vermelhos, e o paciente já não consegue realizar suas atividades normalmente. No grau 3, aparecem feridas e bolhas, a pele se descola, e o desconforto é muito grande. Se a síndrome for de grau 2 ou 3, o tratamento com Coama precisa ser interrompido até a resolução ou melhora do quadro. Há evidências de que dexpantenol funciona na prevenção da síndrome mão-pé.

Coama pode induzir a aumento das bilirrubinas (substâncias produzidas pelo fígado que, quando aumentadas, podem levar ao aparecimento de cor amarelada na pele e nos olhos).

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas

Coama tem influência moderada na capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas. Procure orientação do seu médico caso apresente tontura, cansaço e/ou náusea durante o tratamento com Coama.

Fertilidade

Com base em evidências de estudos em animais, Coama pode prejudicar a fertilidade em fêmeas e machos com potencial reprodutivo.

Contracepção

Mulheres

Antes de iniciar o tratamento, você deve informar ao seu médico caso pretenda engravidar. Durante o tratamento com Coama você deve evitar uma gravidez. Para tanto, um método contraceptivo eficaz deve ser utilizado durante todo o tratamento e por 6 meses após a última dose de Coama.

Homens

Pacientes do sexo masculino com parceiras do sexo feminino em idade fértil devem utilizar métdos contraceptivos eficazes durante tratamento e por 3 meses após a última dose de Coama.

Gravidez e amamentação

Categoria de risco na gravidez: D.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Não foram realizados estudos com mulheres grávidas em uso de Coama. No entanto, com base no mecanismo de ação deste medicamento, que interrompe a multiplicação das células, presume-se que Coama possa causar dano para o feto se administrado a mulheres grávidas.

Antes de iniciar o tratamento, você deve informar ao seu médico caso pretenda engravidar. Você não deve tomar Coama caso esteja grávida ou pense que poderia estar. Você não deve amamentar caso esteja durante o tratamento e por duas semanas após a última dose de Coama.

Até o momento, não há informações de que Coama possa causar doping. Em caso de dúvidas, consulte o seu médico.

Interrupção do tratamento

Seu médico pode solicitar que você interrompa o tratamento com Coama durante algum tempo ou que tome menor quantidade do medicamento, caso desenvolva qualquer reação adversa de difícil controle.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Coama?

Além dos efeitos benéficos de Coama, é possível que ocorram efeitos indesejados durante o tratamento, mesmo quando usado conforme a prescrição médica. Os efeitos indesejados comumente ocorrem no início do tratamento. Esses efeitos colaterais normalmente melhoram rapidamente em 2-3 dias. Se o tratamento com Coama for interrompido; o tratamento poderá ser reiniciado, de acordo com as instruções de seu médico.

Nos casos de diarreia com mais de quatro evacuações por dia e diarreia durante a noite, de vômitos mais de uma vez em 24 horas, ou se os sintomas nas mãos e pés se agravarem com presença de dor, inchaço ou bolhas ou ainda se a quantidade de alimentos que você ingere por dia está muito abaixo da normal e as feridas na boca se tornarem doloridas, pare de tomar Coama imediatamente e procure seu médico para obter orientação adicional.

Reações adversas de acordo com a indicação

Capecitabina em monoterapia
Reações adversas relatadas em mais de 5% dos pacientes tratados com capecitabina em monoterapia
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Rea&#xE7;&#xE3;o adversa por sistema</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:257px\"><strong>Muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)</strong></td> <td style=\"width:317px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Comum (ocorre entre 5 e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios do metabolismo e nutri&#xE7;&#xE3;o</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:257px\">Perda de apetite</td> <td style=\"width:317px\"> <p style=\"text-align:center\">Desidrata&#xE7;&#xE3;o; Diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios do sistema nervoso</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:257px\">-</td> <td style=\"width:317px\"> <p style=\"text-align:center\">Dorm&#xEA;ncia ou sensa&#xE7;&#xF5;es de formigamento; Altera&#xE7;&#xE3;o do paladar; <a href=\"https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/dor-de-cabeca-e-enxaqueca/c\" target=\"_blank\">Dor de cabe&#xE7;a</a>; Tontura (sem vertigem)</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios oculares</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:257px\">-</td> <td style=\"width:317px\"> <p style=\"text-align:center\">Aumento do lacrimejamento; <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-dos-olhos/conjuntivite/c\" target=\"_blank\">Conjuntivite</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios gastrintestinais</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:257px\">Diarreia; V&#xF4;mito; N&#xE1;usea; <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/estomatite-aftosa-e-viral-tratamento-sintomas-e-causas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Estomatite</a> (feridas na boca); Dor abdominal (dor na barriga)</td> <td style=\"width:317px\"> <p style=\"text-align:center\">Pris&#xE3;o de ventre; Dor abdominal; Dificuldade de digest&#xE3;o</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios hepatobiliares</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:257px\">-</td> <td style=\"width:317px\"> <p style=\"text-align:center\">Excesso de bilirrubina no sangue</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios da pele e tecido subcut&#xE2;neo</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:257px\">Incha&#xE7;o, vermelhid&#xE3;o, formigamento e adormecimento das palmas das m&#xE3;os e plantas dos p&#xE9;s (s&#xED;ndrome m&#xE3;o-p&#xE9;)*; <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/dermatites/c\" target=\"_blank\">Dermatite</a></td> <td style=\"width:317px\"> <p style=\"text-align:center\">Erup&#xE7;&#xF5;es na pele; Perda de cabelo; Cor vermelha na pele; <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/pele-seca\" target=\"_blank\">Pele seca</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios gerais e relacionados ao local de administra&#xE7;&#xE3;o</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:257px\">Cansa&#xE7;o; Sono profundo</td> <td style=\"width:317px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/c\" target=\"_blank\">Febre</a>; Fraqueza; Diminui&#xE7;&#xE3;o da for&#xE7;a muscular acompanhada de fraqueza</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

* Baseado na experiência pós-comercialização, síndrome mão-pé persistente ou grave pode eventualmente levar à perda de impressões digitais.

Fissuras na pele (rachaduras) foram relatadas em menos que 2% dos pacientes em estudos clínicos de capecitabina.

Reações adversas relatadas em menos de 5% dos pacientes tratados com capecitabina em monoterapia
  • <li>Dist&#xFA;rbios gastrintestinais: boca seca, gases, rea&#xE7;&#xF5;es adversas relacionadas &#xE0; ulcera&#xE7;&#xE3;o/inflama&#xE7;&#xE3;o de mucosas, como inflama&#xE7;&#xE3;o do es&#xF4;fago, est&#xF4;mago, intestino delgado, intestino grosso e hemorragia (sangramento) gastrintestinal.</li> <li>Dist&#xFA;rbios card&#xED;acos: incha&#xE7;o nas pernas, <a href="https://minutosaudavel.com.br/dor-no-peito/" rel="noopener" target="_blank">dor no peito</a> de origem card&#xED;aca, incluindo <a href="https://consultaremedios.com.br/b/angina-peito" target="_blank">angina de peito</a>, doen&#xE7;a do m&#xFA;sculo card&#xED;aco, infarto/isquemia mioc&#xE1;rdica, insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca, morte s&#xFA;bita, aumento da frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca, arritmias card&#xED;acas e palpita&#xE7;&#xF5;es.</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sistema nervoso: <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/insonia/c" target="_blank">ins&#xF4;nia</a>, confus&#xE3;o, comprometimento das fun&#xE7;&#xF5;es cerebrais e sinais cerebelares, como falta de coordena&#xE7;&#xE3;o motora, dificuldade para articular as palavras, altera&#xE7;&#xE3;o no equil&#xED;brio e altera&#xE7;&#xE3;o na coordena&#xE7;&#xE3;o.</li> <li>Infec&#xE7;&#xF5;es e infesta&#xE7;&#xF5;es: infec&#xE7;&#xF5;es locais, infec&#xE7;&#xF5;es generalizadas fatais (incluindo origem bacteriana, viral e f&#xFA;ngica) e <a href="https://minutosaudavel.com.br/sepse-septicemia-sintomas-tratamento-tipos-tem-cura/" rel="noopener" target="_blank">sepse</a> (infec&#xE7;&#xE3;o disseminada).</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sangue e do sistema linf&#xE1;tico: <a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c" target="_blank">anemia</a> e redu&#xE7;&#xE3;o de todas as c&#xE9;lulas do sangue.</li> <li>Dist&#xFA;rbios da pele e tecido subcut&#xE2;neo: coceira, descolamento da pele localizado, escurecimento da pele, dist&#xFA;rbios das unhas, rea&#xE7;&#xF5;es de <a href="https://minutosaudavel.com.br/fotofobia/" rel="noopener" target="_blank">sensibilidade &#xE0; luz</a> e sensibilidade &#xE0; radioterapia.</li> <li>Dist&#xFA;rbios gerais relacionados ao local de administra&#xE7;&#xE3;o: dor nas pernas e bra&#xE7;os e dor no peito (n&#xE3;o card&#xED;aca).</li> <li>Olhos: irrita&#xE7;&#xE3;o nos olhos.</li> <li>Respirat&#xF3;rios: falta de ar e <a href="https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/tosse/c" target="_blank">tosse</a>.</li> <li>Musculoesquel&#xE9;ticos: <a href="https://minutosaudavel.com.br/lombalgia/" rel="noopener" target="_blank">dor lombar</a>, dor nos m&#xFA;sculos e articula&#xE7;&#xF5;es.</li> <li>Dist&#xFA;rbios psiqui&#xE1;tricos: <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a>.</li> <li>Insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica e <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/hepatite/c" target="_blank">hepatite</a> foram relatadas durante os estudos cl&#xED;nicos e ap&#xF3;s a comercializa&#xE7;&#xE3;o, mas n&#xE3;o foi estabelecida rela&#xE7;&#xE3;o de causa com o tratamento com capecitabina.</li>
Capecitabina em terapia combinada
Reações adversas muito comuns e comuns com capecitabina em combinação com diferentes quimioterápicos
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Rea&#xE7;&#xE3;o adversa por sistema</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\"><strong>Muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)</strong></td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Comum (ocorre entre 5 e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xF5;es e infesta&#xE7;&#xF5;es</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">-</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xE3;o; <a href=\"https://consultaremedios.com.br/antifungico/candidiase/c\" target=\"_blank\">Candid&#xED;ase</a> oral (sapinho)</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios do sistema sangu&#xED;neo e linf&#xE1;tico</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Diminui&#xE7;&#xE3;o das c&#xE9;lulas brancas do sangue com ou sem febre; Diminui&#xE7;&#xE3;o das plaquetas; Anemia</td> <td style=\"text-align:center; width:309px\">-</td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios do metabolismo e nutri&#xE7;&#xE3;o</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Diminui&#xE7;&#xE3;o do c&#xE1;lcio no sangue; Diminui&#xE7;&#xE3;o de peso</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios psiqui&#xE1;tricos</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">-</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Ins&#xF4;nia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios do sistema nervoso</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Altera&#xE7;&#xE3;o dos nervos respons&#xE1;veis pela sensibilidade de m&#xE3;os e p&#xE9;s; Dist&#xFA;rbio no paladar; Sensibilidade alterada (dorm&#xEA;ncia ou formigamentos); Dor de cabe&#xE7;a</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Diminui&#xE7;&#xE3;o de sensibilidade</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios oculares</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Aumento do lacrimejamento</td> <td style=\"text-align:center; width:309px\">-</td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios vasculares</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/trombose/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Trombose</a> / embolismo (entupimento de vasos sangu&#xED;neos por co&#xE1;gulos); <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c\" target=\"_blank\">Press&#xE3;o alta</a>; Incha&#xE7;o nas pernas</td> <td style=\"text-align:center; width:309px\">-</td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Respirat&#xF3;rio</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Dor na garganta</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Sangramento pelo nariz; Rouquid&#xE3;o; Coriza; Falta de ar</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios gastrintestinais</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Pris&#xE3;o de ventre; Dificuldade de digest&#xE3;o</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Boca seca</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios gastrintestinais</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Pris&#xE3;o de ventre; Dificuldade de digest&#xE3;o</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Boca seca</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios da pele e tecido subcut&#xE2;neo</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Perda de cabelo; Altera&#xE7;&#xF5;es das unhas</td> <td style=\"text-align:center; width:309px\">-</td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios musculoesquel&#xE9;ticos e dos tecidos conectivos</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Dores nas juntas; Dores musculares; Dores nos bra&#xE7;os e pernas</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Dor no maxilar; <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dor-nas-costas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Dor nas costas</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Desordens gerais e do local de administra&#xE7;&#xE3;o</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Febre; Diminui&#xE7;&#xE3;o da for&#xE7;a muscular acompanhada de fraqueza; Fraqueza; Intoler&#xE2;ncia &#xE0; temperatura</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Febre; Dor</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Reações de hipersensibilidade e isquemia/infarto do miocárdio foram comumente relatadas com o uso de capecitabina em combinação com outros quimioterápicos, mas em menos de 5% dos pacientes.

Reações adversas raras ou incomuns relatadas com capecitabina em combinação com outros quimioterápicos são compatíveis com as reações adversas descritas com o uso de capecitabina em monoterapia ou dos produtos combinados em monoterapia.

Pós-comercialização

Reações adversas ao medicamento (RAMs) identificadas durante a exposição pós-comercialização
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Classe de sistemas e &#xF3;rg&#xE3;os</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:265px\"><strong>Rea&#xE7;&#xF5;es adversas a drogas</strong></td> <td style=\"width:308px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Frequ&#xEA;ncia</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:265px\">Insufici&#xEA;ncia renal aguda secund&#xE1;ria &#xE0; desidrata&#xE7;&#xE3;o</td> <td style=\"width:308px\"> <p style=\"text-align:center\">Rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento)</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios no sistema nervoso</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:265px\">Leucoencefalopatia t&#xF3;xica (danos ao <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/c\" target=\"_blank\">sistema nervoso central</a>, desencadeados por um agente qu&#xED;mico)</td> <td style=\"width:308px\"> <p style=\"text-align:center\">Desconhecida</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios hepatobiliares</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:265px\">Insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica, hepatite</td> <td style=\"width:308px\"> <p style=\"text-align:center\">Muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento)</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios metab&#xF3;licos e nutricionais</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:265px\">Hipertrigliceridemia (aumento da concentra&#xE7;&#xE3;o de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/triglicerideos/c\" target=\"_blank\">triglicer&#xED;deos</a>)</td> <td style=\"width:308px\"> <p style=\"text-align:center\">Desconhecida</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios no tecido subcut&#xE2;neo e pele</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:265px\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">L&#xFA;pus eritematoso cut&#xE2;neo</a> (doen&#xE7;a imunol&#xF3;gica), rea&#xE7;&#xF5;es de pele graves como S&#xED;ndrome de Stevens-Johnson (doen&#xE7;a com les&#xF5;es cut&#xE2;neas generalizadas, como bolhas, que podem atingir tamb&#xE9;m as mucosas) e necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica (doen&#xE7;a que acomete a camada superficial da pele e essa se solta em l&#xE2;minas)</td> <td style=\"width:308px\"> <p style=\"text-align:center\">Muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento)</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios nos olhos</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:265px\">Estenose do ducto lacrimal (estreitamento do canal lacrimal), dist&#xFA;rbios de c&#xF3;rnea incluindo <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/ceratite-o-que-e-sintomas-tratamento-cura-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">ceratite</a> (inflama&#xE7;&#xE3;o da c&#xF3;rnea)</td> <td style=\"text-align:center; width:308px\">-</td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

No caso de exposição a comprimidos de capecitabina triturados ou cortados, foram relatadas as seguintes RAMs: irritação nos olhos, inchaço dos olhos, erupção cutânea, dor de cabeça, sensibilidade alterada, diarreia, náuseas, irritação gástrica e vômitos.

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer reações adversas imprevisíveis ou desconhecidas. Nesse caso, informe seu médico.

População Especial

Pacientes idosos e pacientes com funções renal ou hepática comprometidas devem ser cuidadosamente monitorados, pois podem apresentar maior probabilidade de desenvolver quadros de toxicidade gastrintestinal, além de quadros de toxicidade mais grave.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Coama?

Caso você esqueça de usar o medicamento, não tome uma dose extra. Aguarde até a dose seguinte e tome a sua dose normal em seguida.

Não tente compensar a dose que você esqueceu tomando mais de uma dose ao mesmo tempo.

As doses não tomadas de Coama, devido à toxicidade, não são substituídas.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Coama?

Cada comprimido revestido de 150 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:244px\"> <p style=\"text-align:center\">Capecitabina</p> </td> <td style=\"width:230px\"> <p style=\"text-align:center\">150 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:244px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes qsp</p> </td> <td style=\"width:230px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido&amp;nbsp;revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, lactose monoidratada, croscarmelose sódica, hipromelose, estearato de magnésio, óxido de ferro vermelho, hipromelose, macrogol e dióxido de titânio.

Cada comprimido revestido de 500 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:244px\"> <p style=\"text-align:center\">Capecitabina</p> </td> <td style=\"width:230px\"> <p style=\"text-align:center\">500 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:244px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes qsp</p> </td> <td style=\"width:230px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido&amp;nbsp;revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, lactose monoidratada, croscarmelose sódica, hipromelose, estearato de magnésio, óxido de ferro vermelho, hipromelose, macrogol e dióxido de titânio.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Coama maior do que a recomendada?

As manifestações agudas de superdose (quantidade maior que a indicada) incluem náusea, vômitos, diarreia, inflamação das mucosas, irritação e sangramento gastrintestinal e diminuição na produção de células do sangue.

Procure imediatamente um médico em caso de superdose.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Coama com outros remédios?

Anticoagulantes

Avise seu médico se estiver tomando anticoagulantes como varfarina e femprocumona, pois o uso desses medicamentos em combinação com Coama pode alterar a coagulação.

Fenitoína

Se você estiver recebendo fenitoína (medicamento usado para controlar convulsões) ao mesmo tempo que Coama, seu médico deve lhe monitorar regularmente as concentrações sanguíneas de fenitoína, que podem provocar efeitos colaterais.

Alimentos

Em todos os estudos feitos com Coama, os pacientes foram instruídos a tomar Coama até 30 minutos após uma refeição. Portanto, recomenda-se que Coama seja administrado dessa forma.

Antiácidos

Antiácidos contendo hidróxido de alumínio e hidróxido de magnésio podem causar um pequeno aumento nas concentrações plasmáticas de Coama.

Ácido folínico

A toxicidade de Coama pode ser aumentada com o uso de ácido folínico.

Sorivudina e análogos

Coama não deve ser administrado com sorivudina ou com seus análogos quimicamente semelhantes, como brivudina, pois existe o risco de aumentar a toxicidade de fluoropirimidinas e isso pode ser fatal. É necessário aguardar pelo menos 4 semanas entre o fim da terapia com soruvudinas ou medicamentos semelhantes e o início da terapia com Coama.

Alterações nos resultados de exames laboratoriais

Coama pode causar alterações nos exames laboratoriais, assim os pacientes devem realizar exames periodicamente durante o tratamento. O seu médico saberá como proceder adequadamente nesses casos.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Coama com alimentos?

Em todos os estudos clínicos, os pacientes foram instruídos a tomar Capecitabina até 30 minutos após uma refeição. Considerando que os dados de segurança e de eficácia atuais são baseados na administração com alimentos, recomenda-se que Capecitabina seja administrado com alimentos.

Qual a ação da substância do Coama (Capecitabina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>C&#xE2;ncer colorretal</h3> <h4>Monoterapia em c&#xE2;ncer colorretal adjuvante</h4> <p>Um estudo cl&#xED;nico controlado de fase III, multic&#xEA;ntrico, randomizado, em pacientes com c&#xE2;ncer colorretal em est&#xE1;gio III (Dukes C) foi conduzido para estudar o uso de Capecitabina como tratamento adjuvante de pacientes com c&#xE2;ncer colorretal (Estudo X-ACT: M66001). Nesse estudo, 1.987 pacientes foram randomizados para receberem tratamento com Capecitabina (1.250 mg/m<sup>2</sup>, duas vezes ao dia, durante duas semanas, seguido por per&#xED;odo de descanso de uma semana, e administrado em ciclos a cada tr&#xEA;s semanas, durante 24 semanas), ou 5-FU e Leucovorin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong> (&#xE1;cido fol&#xED;nico) (esquema de tratamento Mayo: 20 mg/m<sup>2</sup> de Leucovorin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong> intravenoso (i.v.), seguido por 425 mg/m<sup>2</sup> i.v. em <em>bolus </em>de 5-FU, nos dias 1 a 5, a cada 28 dias durante 24 semanas). Capecitabina foi pelo menos equivalente ao 5-FU/LV i.v. na sobrevida livre de doen&#xE7;a (p = 0,0001, margem de n&#xE3;o inferioridade de 1,2). Em toda a popula&#xE7;&#xE3;o randomizada, as diferen&#xE7;as entre Capecitabina e 5-FU/LV na sobrevida livre da doen&#xE7;a e sobrevida global mostraram raz&#xE3;o de risco de 0,88 (IC 95%, 0,77 &#x2013; 1,01; p = 0,068) e 0,86 (0,74 &#x2013; 1,01; p = 0,060), respectivamente. O tempo mediano de acompanhamento no momento da an&#xE1;lise era de 6,9 anos.<sup>1 </sup></p> <h4>Terapia combinada em c&#xE2;ncer colorretal adjuvante</h4> <p>Capecitabina em combina&#xE7;&#xE3;o com oxaliplatina (Xelox) para o tratamento adjuvante de pacientes com c&#xE2;ncer colorretal foi estudado em estudo cl&#xED;nico multic&#xEA;ntrico, randomizado, controlado de fase III, em pacientes com c&#xE2;ncer colorretal est&#xE1;gio III (Dukes C) (estudo NO16968).<sup>2</sup> Nesse estudo, 944 pacientes foram randomizados para ciclos de tr&#xEA;s semanas, durante 24 semanas, com Capecitabina (1.000 mg/m<sup>2</sup>, duas vezes ao dia, durante duas semanas, seguido por per&#xED;odo de descanso de uma semana), em combina&#xE7;&#xE3;o com oxaliplatina (infus&#xE3;o intravenosa de 130 mg/m<sup>2</sup> durante duas horas do dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas) e 942 pacientes foram randomizados para <em>bolus </em>de 5-FU e Leucovorin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong>. Na an&#xE1;lise prim&#xE1;ria para sobrevida livre de doen&#xE7;a, na popula&#xE7;&#xE3;o com inten&#xE7;&#xE3;o de tratamento (ITT), Xelox mostrou-se significativamente superior a 5-FU/LV (raz&#xE3;o de risco = 0,80, IC 95% = [0,69; 0,93], p = 0,0045). A taxa da sobrevida livre de doen&#xE7;a de tr&#xEA;s anos foi de 71% para Xelox <em>versus </em>67% para 5-FU/LV. A an&#xE1;lise para o objetivo secund&#xE1;rio de sobrevida livre de recorr&#xEA;ncia apoia esses resultados com uma raz&#xE3;o de risco de 0,78 (IC 95% = [0,67; 0,92], p = 0,0024) para Xelox <em>versus </em>5-FU/LV. Xelox mostrou uma tend&#xEA;ncia a sobrevida global superior, com uma raz&#xE3;o de risco de 0,87 (IC 95%= [0,72; 1,05], p = 0,1486) que se traduz em uma redu&#xE7;&#xE3;o de 13% no risco de morte. A taxa de sobrevida global de cinco anos foi de 78% para Xelox <em>versus </em>74% para 5-FU/LV. Os resultados de efic&#xE1;cia baseiam-se em um tempo mediano de observa&#xE7;&#xE3;o de 59 meses para a sobrevida global e 57 meses para a sobrevida livre de doen&#xE7;a. A taxa de retirada do estudo devido a eventos adversos foi maior no bra&#xE7;o de terapia combinada de Capecitabina com oxaliplatina (21%) quando comparada com ao bra&#xE7;o 5-FU/LV (9%) na popula&#xE7;&#xE3;o ITT, segundo estudo NO16968.</p> <h4>Monoterapia em c&#xE2;ncer colorretal metast&#xE1;tico</h4> <p>Dois estudos cl&#xED;nicos com desenho id&#xEA;ntico, multic&#xEA;ntricos, randomizados, controlados, de fase III foram conduzidos para estudar o uso de Capecitabina como tratamento de primeira linha no c&#xE2;ncer colorretal metast&#xE1;tico (SO14695; SO14796). Nesses estudos, 603 pacientes foram randomizados para o tratamento com Capecitabina (1.250 mg/m<sup>2</sup>, duas vezes ao dia, durante duas semanas, seguido de per&#xED;odo de descanso de uma semana, em ciclos de tr&#xEA;s semanas) e 604 pacientes foram randomizados para o tratamento com 5-FU e Leucovorin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong> (esquema de tratamento Mayo: 20 mg/m<sup>2</sup> de Leucovorin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong> i.v., seguido de 425 mg/m<sup>2</sup> i.v. de 5- FU em <em>bolus</em>, nos dias 1 a 5, a cada 28 dias).</p> <p>Os &#xED;ndices de resposta objetiva global em toda a popula&#xE7;&#xE3;o randomizada (avalia&#xE7;&#xE3;o do pesquisador) foi 25,7% (Capecitabina) <em>versus </em>16,7% (esquema de tratamento Mayo); p&lt; 0,0002. O tempo mediano at&#xE9; a progress&#xE3;o foi de 140 dias (Capecitabina) <em>versus </em>144 dias (esquema de tratamento Mayo). A sobrevida mediana foi de 392 dias (Capecitabina) <em>versus </em>391 dias (esquema de tratamento Mayo).<sup>3,4</sup></p> <h4>Terapia combinada no tratamento de primeira linha de c&#xE2;ncer colorretal</h4> <p>Um estudo cl&#xED;nico multic&#xEA;ntrico, randomizado, controlado, de fase 3 (NO16966) foi conduzido para o uso de Capecitabina em combina&#xE7;&#xE3;o com oxaliplatina ou em combina&#xE7;&#xE3;o com oxaliplatina e bevacizumabe (BV) para o tratamento de primeira linha de c&#xE2;ncer colorretal metast&#xE1;tico. 5 O estudo foi composto por duas partes: uma parte inicial com 2 bra&#xE7;os na qual os pacientes foram randomizados para dois grupos diferentes de tratamento, incluindo Xelox ou Folfox-4, e uma parte subsequente fatorial 2x2 com 4 grupos distintos de tratamento, incluindo Xelox + placebo (P), Folfox-4 + P, Xelox + BV e Folfox-4 + BV.</p> <h5>Os regimes de tratamento est&#xE3;o resumidos na tabela a seguir:</h5> <p><strong>Tabela 1. Regimes de tratamento no estudo NO16966</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:94px\">&amp;nbsp;</td> <td style=\"text-align:center; width:93px\"><strong>Tratamento</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:104px\"><strong>Dose inicial</strong></td> <td style=\"width:133px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Esquema</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:94px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Folfox-4</strong></p> <p style=\"text-align:center\">&amp;nbsp;</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:93px\">Oxaliplatina</td> <td style=\"text-align:center; width:104px\">85 mg/m<sup>2</sup> IV 2 h</td> <td style=\"width:133px\"> <p style=\"text-align:center\">Oxaliplatina no dia 1, cada 2 semanas</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:93px\"> <p style=\"text-align:center\">Leucovorin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:104px\">200 mg/m<sup>2</sup> IV 2 h</td> <td style=\"width:133px\"> <p style=\"text-align:center\">Leucovorin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong>&amp;nbsp;nos dias 1 e 2, cada 2 semanas</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:93px\"> <p style=\"text-align:center\">5-Fluorouracil</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:104px\">400 mg/m<sup>2</sup> IV <em>bolus</em>, 600 mg/m<sup>2</sup> IV 22 h</td> <td style=\"width:133px\"> <p style=\"text-align:center\">5-fluorouracil IV <em>bolus</em>/infus&#xE3;o, nos dias 1 e 2, cada 2 semanas</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:94px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Folfox-4 + Avastin<sup>&#xAE;</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:93px\">Placebo ou Avastin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong> </td> <td style=\"text-align:center; width:104px\">5 mg/kg IV 30-90 minutos</td> <td style=\"width:133px\"> <p style=\"text-align:center\">Dia 1, antes do Folfox-4, cada 2 semanas</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:94px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Xelox</strong></p> <p style=\"text-align:center\">&amp;nbsp;</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:93px\">Oxaliplatina</td> <td style=\"text-align:center; width:104px\">130 mg/m<sup>2</sup> IV 2 h</td> <td style=\"width:133px\"> <p style=\"text-align:center\">Oxaliplatina no dia 1, cada 3 semanas</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:93px\"> <p style=\"text-align:center\">Capecitabina</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:104px\">1.000 mg/m<sup>2</sup> via oral, duas vezes ao dia</td> <td style=\"width:133px\"> <p style=\"text-align:center\">Capecitabina oral, duas vezes ao dia, por 2 semanas (seguido por 1 semana sem tratamento)</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:94px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Xelox + Avastin<sup>&#xAE;</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:93px\">Placebo ou Avastin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong> </td> <td style=\"text-align:center; width:104px\">7,5 mg/kg IV 30 &#x2013; 90 minutos</td> <td style=\"width:133px\"> <p style=\"text-align:center\">Dia 1, antes de Xelox, cada 3 semanas</p> </td> </tr> </tbody> </table> <p>5-fluorouracil: inje&#xE7;&#xE3;o IV <em>bolus </em>imediatamente ap&#xF3;s Leucovorin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong>.</p> <p>A n&#xE3;o inferioridade dos bra&#xE7;os contendo Xelox comparado aos bra&#xE7;os contendo Folfox-4, na compara&#xE7;&#xE3;o global, foi demonstrada nos termos de sobrevida livre de progress&#xE3;o (SLP) na popula&#xE7;&#xE3;o de pacientes eleg&#xED;vel e na popula&#xE7;&#xE3;o com inten&#xE7;&#xE3;o de tratamento (ITT) (veja tabela a seguir). Os resultados indicam que Xelox &#xE9; equivalente a Folfox-4 no que se refere &#xE0; sobrevida global. Uma compara&#xE7;&#xE3;o de Xelox + bevacizumabe <em>versus </em>Folfox-4 + bevacizumabe foi uma an&#xE1;lise explorat&#xF3;ria pr&#xE9;-especificada. Na compara&#xE7;&#xE3;o desse subgrupo de tratamento, Xelox + bevacizumabe foi similar a Folfox-4 + bevacizumabe no que se refere a sobrevida livre de progress&#xE3;o [raz&#xE3;o de risco 1,01 (IC 97,5% 0,84, 1,22)]. O acompanhamento mediano no tempo de an&#xE1;lise prim&#xE1;ria na popula&#xE7;&#xE3;o&amp;nbsp;com inten&#xE7;&#xE3;o de tratamento foi 1,5 anos. Os dados provenientes de an&#xE1;lises ap&#xF3;s um ano adicional do acompanhamento tamb&#xE9;m foram inclu&#xED;dos na tabela a seguir.</p> <p><strong>Tabela 2. Resultados de n&#xE3;o inferioridade fundamentais para a an&#xE1;lise prim&#xE1;ria e dos dados de acompanhamento de um ano (popula&#xE7;&#xF5;es EPP e ITT, estudo NO16966)</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>An&#xE1;lise prim&#xE1;ria</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"width:389px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Xelox/Xelox+P/ Xelox+BV (EPP*: N = 967; ITT**: N = 1.017)</strong></p> </td> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"width:837px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Folfox-4/Folfox-4+P/ Folfox-4+BV (EPP*: N = 937; ITT**: N = 1.017)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>Popula&#xE7;&#xE3;o</strong></p> </td> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"text-align:center\"><strong>Mediana de tempo para o evento (dias)</strong></td> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>Raz&#xE3;o de risco (IC 97,5%)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro: sobrevida livre de progress&#xE3;o</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">EPP</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:84px\">241</td> <td style=\"text-align:center; width:76px\">259</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,05 (0,94; 1,18)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">ITT</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:84px\">244</td> <td style=\"text-align:center; width:76px\">259</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,04 (0,93; 1,16)</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro: sobrevida global</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">EPP</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:84px\">577</td> <td style=\"text-align:center; width:76px\">549</td> <td> <p style=\"text-align:center\">0,97 (0,84; 1,14)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">ITT</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:84px\">581</td> <td style=\"text-align:center; width:76px\">553</td> <td> <p style=\"text-align:center\">0,96 (0,83; 1,12)</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Um ano adicional do acompanhamento</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro: sobrevida livre de progress&#xE3;o</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">EPP</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:84px\">242</td> <td style=\"text-align:center; width:76px\">259</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,02 (0,92; 1,14)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">ITT</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:84px\">244</td> <td style=\"text-align:center; width:76px\">259</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,01 (0,91; 1,12)</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro: sobrevida global</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">EPP</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:84px\">600</td> <td style=\"text-align:center; width:76px\">594</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,00 (0,88; 1,13)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">ITT</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:84px\">602</td> <td style=\"text-align:center; width:76px\">596</td> <td> <p style=\"text-align:center\">0,99 (0,88; 1,12)</p> </td> </tr> </tbody> </table> <p>*EPP = popula&#xE7;&#xE3;o de pacientes eleg&#xED;veis;<br> ** ITT = popula&#xE7;&#xE3;o com inten&#xE7;&#xE3;o de tratamento.</br></p> <h3>Terapia combinada no tratamento de segunda linha de c&#xE2;ncer colorretal</h3> <p>O estudo cl&#xED;nico NO16967 fase 3, multic&#xEA;ntrico, randomizado e controlado estudou a utiliza&#xE7;&#xE3;o de Capecitabina em combina&#xE7;&#xE3;o com oxaliplatina para o tratamento de segunda linha de c&#xE2;ncer colorretal metast&#xE1;tico<sup>6</sup>. Nesse estudo, 627 pacientes com carcinoma colorretal metast&#xE1;tico, e previamente tratados com irinotecano em combina&#xE7;&#xE3;o com um regime de fluoropimidina como terapia de primeira linha, foram randomizados para tratamento com Xelox ou Folfox-4. Para o esquema de dose de Xelox e Folfox-4 (sem adi&#xE7;&#xE3;o de placebo ou bevacizumabe), Xelox demonstrou ser n&#xE3;o inferior a Folfox-4 em termos de sobrevida livre de progress&#xE3;o na popula&#xE7;&#xE3;o per-protocolo e na popula&#xE7;&#xE3;o com inten&#xE7;&#xE3;o de tratamento. Os resultados indicam que Xelox &#xE9; equivalente a Folfox-4 em termos de SG. O acompanhamento mediano at&#xE9; o tempo da an&#xE1;lise prim&#xE1;ria na popula&#xE7;&#xE3;o com inten&#xE7;&#xE3;o de tratamento foi 2,1 anos. Os dados provenientes de uma an&#xE1;lise ap&#xF3;s seis meses adicionais do acompanhamento tamb&#xE9;m est&#xE3;o inclu&#xED;dos na tabela a seguir.</p> <p><strong>Tabela 3. Resultados de efic&#xE1;cia / n&#xE3;o inferioridade fundamentais para a an&#xE1;lise prim&#xE1;ria e dos dados de acompanhamento de seis meses do Estudo NO16967 (popula&#xE7;&#xF5;es PPP e ITT)</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>An&#xE1;lise prim&#xE1;ria</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Xelox (PPP*: N = 251; ITT**: N = 313)</strong></p> </td> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Folfox-4 (PPP*: N = 252; ITT**: N = 314)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>Popula&#xE7;&#xE3;o</strong></p> </td> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Mediana de tempo para o evento (dias)</strong></p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>Raz&#xE3;o de risco (IC 95%)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro: sobrevida livre de progress&#xE3;o</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">PPP</p> </td> <td style=\"text-align:center\">154</td> <td style=\"text-align:center\">168</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,03 (0,87; 1,24)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">&amp;nbsp;</p> <p style=\"text-align:center\">ITT</p> </td> <td style=\"text-align:center\">144</td> <td style=\"text-align:center\">146</td> <td> <p style=\"text-align:center\">0,97 (0,83; 1,14)</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro: sobrevida global</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">PPP</p> </td> <td style=\"text-align:center\">388</td> <td style=\"text-align:center\">401</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,07 (0,88; 1,31)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">ITT</p> </td> <td style=\"text-align:center\">363</td> <td style=\"text-align:center\">382</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,03 (0,87; 1,23)</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Seis meses adicionais do acompanhamento</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro: sobrevida livre de progress&#xE3;o</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">PPP</p> </td> <td style=\"text-align:center\">154</td> <td style=\"text-align:center\">166</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,04 (0,87; 1,24)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">ITT</p> </td> <td style=\"text-align:center\">143</td> <td style=\"text-align:center\">146</td> <td> <p style=\"text-align:center\">0,97 (0,83; 1,14)</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro: sobrevida global</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">PPP</p> </td> <td style=\"text-align:center\">393</td> <td style=\"text-align:center\">402</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,05 (0,88; 1,27)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">ITT</p> </td> <td style=\"text-align:center\">363</td> <td style=\"text-align:center\">382</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,02 (0,86; 1,21)</p> </td> </tr> </tbody> </table> <p>*PPP = popula&#xE7;&#xE3;o per-protocolo.<br> **ITT = popula&#xE7;&#xE3;o com inten&#xE7;&#xE3;o de tratamento.</br></p> <p>Uma an&#xE1;lise combinada dos dados de efic&#xE1;cia do tratamento de primeira-linha (estudo NO16966; parte inicial de 2 bra&#xE7;os) e do tratamento de segunda-linha (estudo NO16967) proporciona suporte adicional aos resultados de n&#xE3;o inferioridade de Xelox <em>versus </em>Folfox-4, conforme obtido nos estudos individuais: a sobrevida livre do progress&#xE3;o na popula&#xE7;&#xE3;o per-protocolo [raz&#xE3;o de risco 1,00 (IC 95%: 0,88; 1,14)] com uma mediana de sobrevida livre de progress&#xE3;o de 193 dias (Xelox; 508 pacientes) <em>versus </em>204 dias (Folfox-4; 500 pacientes). Os resultados indicam que Xelox &#xE9; equivalente a Folfox-4 em termos de SG [raz&#xE3;o de risco 1,01 (IC 95%: 0,87; 1,17)] com uma mediana de SG de 468 dias (Xelox) <em>versus </em>478 dias (Folfox-4).</p> <h3>C&#xE2;ncer g&#xE1;strico</h3> <h4>Terapia combinada</h4> <p>Um estudo cl&#xED;nico multic&#xEA;ntrico, randomizado, controlado, de fase III estudou a utiliza&#xE7;&#xE3;o de Capecitabina para o tratamento de pacientes com c&#xE2;ncer g&#xE1;strico metast&#xE1;tico ou avan&#xE7;ado. 7 Nesse estudo, 160 pacientes foram randomizados para tratamento com Capecitabina (1.000 mg/m<sup>2</sup> , duas vezes ao dia, por duas semanas, seguido por per&#xED;odo de descanso de uma semana) e cisplatina (80 mg/m<sup>2</sup> em infus&#xE3;o de duas horas, a cada tr&#xEA;s semanas). Um total de 156 pacientes foram randomizados para tratamento com 5-FU (800 mg/m<sup>2</sup> por dia, infus&#xE3;o cont&#xED;nua dos dias 1 ao 5, durante tr&#xEA;s semanas) e cisplatina (80 mg/m<sup>2</sup>, em infus&#xE3;o no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas). O objetivo prim&#xE1;rio do estudo foi alcan&#xE7;ado, Capecitabina foi ao menos equivalente ao 5-FU em combina&#xE7;&#xE3;o com cisplatina no que se refere &#xE0; sobrevida livre de progress&#xE3;o (an&#xE1;lise realizada na popula&#xE7;&#xE3;o per-protocolo). O resultado da sobrevida global foi similar ao resultado da sobrevida livre de progress&#xE3;o (Tabela 4), ou seja, a combina&#xE7;&#xE3;o de Capecitabina e cisplatina foi equivalente &#xE0; combina&#xE7;&#xE3;o de 5-FU e cisplatina no que se refere &#xE0; mediana de sobrevida global.</p> <p><strong>Tabela 4. Resumo dos resultados dos principais par&#xE2;metros de efic&#xE1;cia (PPP, Estudo ML17032)</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro</strong></p> </td> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"text-align:center\"> <p><strong>Mediana (meses) (IC de 95%)</strong></p> </td> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\"> <p style=\"text-align:center\">Raz&#xE3;o de risco (IC 95%)*</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>Capecitabina/ cisplatina (N = 139)</strong></p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>5-FU / cisplatina (N = 137)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Sobrevida livre de progress&#xE3;o</p> </td> <td style=\"text-align:center\">5,6 (4,9; 7,3)</td> <td style=\"text-align:center\">5,0 (4,2; 6,3)</td> <td> <p style=\"text-align:center\">0,81 (0,63; 1,04)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Sobrevida global</p> </td> <td style=\"text-align:center\">10,5 (9,3; 11,2)</td> <td style=\"text-align:center\">9,3 (7,4; 10,6)</td> <td> <p style=\"text-align:center\">0,85 (0,64; 1,13)</p> </td> </tr> </tbody> </table> <p>* Efeito do tratamento n&#xE3;o ajustado em modelo proporcional de Cox.</p> <p>Um estudo cl&#xED;nico multic&#xEA;ntrico, randomizado, de fase III, comparando Capecitabina com 5-FU e oxaliplatina com cisplatina em pacientes com c&#xE2;ncer g&#xE1;strico avan&#xE7;ado foi conduzido para o tratamento de primeira linha de c&#xE2;ncer g&#xE1;strico avan&#xE7;ado.<sup>8,9</sup></p> <h4>Nesse estudo, 1.002 pacientes foram randomizados em um desenho fatorial 2x2 para um dos quatro bra&#xE7;os seguintes:</h4> <h5>ECF</h5> <p>Epirrubicina (50 mg/m<sup>2</sup> em <em>bolus </em>no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas), cisplatina (60 mg/m<sup>2</sup>, por infus&#xE3;o de duas horas, no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas) e 5-FU (200 mg/m2 por dia, administrado por infus&#xE3;o cont&#xED;nua por meio de um acesso central).</p> <h5>ECX</h5> <p>Epirrubicina (50 mg/m<sup>2</sup> em <em>bolus</em>, no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas), cisplatina (60 mg/m<sup>2</sup> como uma infus&#xE3;o de duas horas no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas) e Capecitabina (625 mg/m<sup>2</sup>, duas vezes por dia, continuamente).</p> <h5>EOF</h5> <p>Epirrubicina (50 mg/m<sup>2</sup> em <em>bolus </em>no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas), oxaliplatina (130 mg/m<sup>2</sup> administrado em infus&#xE3;o de duas horas no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas) e 5-FU (200 mg/m<sup>2</sup> diariamente administrado por infus&#xE3;o cont&#xED;nua por meio de acesso central).</p> <h5>EOX</h5> <p>Epirrubicina (50 mg/m<sup>2</sup> em <em>bolus </em>no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas), oxaliplatina (130 mg/m<sup>2</sup> administrado em infus&#xE3;o de duas horas no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas) e Capecitabina (625 mg/m<sup>2</sup> , duas vezes ao dia, continuamente).</p> <p>As an&#xE1;lises de efic&#xE1;cia prim&#xE1;ria na popula&#xE7;&#xE3;o per-protocolo demonstraram a n&#xE3;o inferioridade na sobrevida global para a Capecitabina <em>versus </em>esquemas baseados no 5-FU (raz&#xE3;o de risco 0,86, IC 95%: 0,80 a 0,99) e para a oxaliplatina <em>versus </em>esquemas baseados na cisplatina (raz&#xE3;o de risco 0,92, IC 95%: 0,8 a 1,1). A sobrevida m&#xE9;dia global foi de 10,9 meses em esquemas baseados na Capecitabina e 9,6 meses em esquemas com 5-FU. A sobrevida m&#xE9;dia global foi de 10,0 meses em esquemas baseados em cisplatina e 10,4 meses em esquemas baseados em oxaliplatina.</p> <p>Capecitabina tamb&#xE9;m tem sido usado em combina&#xE7;&#xE3;o com oxaliplatina no tratamento do c&#xE2;ncer g&#xE1;strico avan&#xE7;ado.<sup>10-12</sup></p> <h4>C&#xE2;ncer colorretal e g&#xE1;strico avan&#xE7;ado: meta-an&#xE1;lise</h4> <p>Uma meta-an&#xE1;lise de seis estudos cl&#xED;nicos (SO14695, SO14796, M66001, NO16966, NO16967, M17032) avaliou se Capecitabina pode substituir 5-FU no c&#xE2;ncer gastrintestinal.13,14 A an&#xE1;lise conjunta inclui 3.097 pacientes tratados com esquemas que continham Capecitabina e 3.074 pacientes tratados com esquemas que continham 5-FU. A raz&#xE3;o de risco para a sobrevida global foi de 0,94 (IC de 95%: 0,89 a 1,00, p = 0,0489), indicando que os esquemas que continham Capecitabina s&#xE3;o n&#xE3;o inferiores aos esquemas que continham 5-FU.</p> <h3>C&#xE2;ncer de mama</h3> <h4>Terapia combinada</h4> <p>Capecitabina para o tratamento de pacientes com c&#xE2;ncer de mama metast&#xE1;tico ou localmente avan&#xE7;ado, em combina&#xE7;&#xE3;o com docetaxel, ap&#xF3;s insucesso de quimioterapia citot&#xF3;xica incluindo uma antraciclina foi estudado em um estudo cl&#xED;nico multic&#xEA;ntrico, randomizado, controlado, de fase III. Nesse estudo, 255 pacientes foram randomizados para tratamento com Capecitabina (1.250 mg/m<sup>2 </sup>, duas vezes ao dia, durante duas semanas, seguido por per&#xED;odo de descanso de uma semana) e docetaxel (75 mg/m<sup>2</sup>, por infus&#xE3;o intravenosa de uma hora, a cada tr&#xEA;s semanas). Um total de 256 pacientes foram randomizados para tratamento com docetaxel isoladamente (100 mg/m<sup>2</sup>, por infus&#xE3;o intravenosa de uma hora, a cada tr&#xEA;ssemanas). A sobrevida foi superior no grupo tratado com a combina&#xE7;&#xE3;o Capecitabina + docetaxel (p = 0,0126). A sobrevida mediana foi de 442 dias (Capecitabina + docetaxel) <em>versus </em>352 dias (docetaxel isoladamente). Os &#xED;ndices de resposta objetiva global em toda a popula&#xE7;&#xE3;o randomizada (avalia&#xE7;&#xE3;o do pesquisador) foram 41,6% (Capecitabina + docetaxel) <em>versus </em>29,7% (docetaxel isolado); p = 0,0058. O tempo at&#xE9; a progress&#xE3;o da doen&#xE7;a ou morte foi superior no grupo tratado com a combina&#xE7;&#xE3;o Capecitabina + docetaxel (p&lt; 0,0001). O tempo mediano at&#xE9; a progress&#xE3;o da doen&#xE7;a foi de 186 dias (Capecitabina + docetaxel) <em>versus </em>128 dias (docetaxel isoladamente).<sup>15 </sup></p> <h4>Monoterapia</h4> <p>Dois estudos cl&#xED;nicos multic&#xEA;ntricos, de fase II foram conduzidos para determinar o uso de Capecitabina em monoterapia para o tratamento de pacientes com c&#xE2;ncer de mama metast&#xE1;tico ou localmente avan&#xE7;ado ap&#xF3;s insucesso com um taxano e de regime quimioter&#xE1;pico com antraciclina ou para aqueles pacientes nos quais a terapia adicional com antraciclina n&#xE3;o est&#xE1; indicada. Nesses estudos, um total de 236 pacientes foi tratado com Capecitabina (1.250 mg/m<sup>2</sup>, duas vezes ao dia, durante duas semanas, seguido por per&#xED;odo de descanso de uma semana). Os &#xED;ndices de resposta objetiva global (avalia&#xE7;&#xE3;o do pesquisador) foram 20% (primeiro estudo) e 25% (segundo estudo). O tempo mediano at&#xE9; a progress&#xE3;o da doen&#xE7;a foi de 93 e de 98 dias. A sobrevida mediana foi de 384 e de 373 dias.<sup>13, 16-18 </sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1 Twelves C., Wong A., Nowacki M. P., Abt M., Burris H. III, et al. Capecitabine as Adjuvant Treatment for Stage III Colon Cancer. N Engl J Med; 352:2696-2704, 2005.<br> &amp;nbsp;2 Haller DG, Cassidy J, Tabernero J, et al. Efficacy findings from a randomized phase III trial of capecitabine plus oxaliplatin versus bolus 5-FU/LV for stage III colon cancer (NO16968): No impact of age on disease-free survival (DFS). Presented at ASCO GI 2010 (abstract 284).<br> 3 Hoff PM, Ansari R, Batist G, et al. Comparison of Oral Capecitabine Versus Intravenous Fluorouracil Plus Leucovorin as First-Line Treatment in 605 Patients With Metastatic Colorectal Cancer: Results of a Randomized Phase III Study. J Clin Oncol: 19:2282-2292, 2001.<br> 4 Van Cutsem E, Twelves C, Cassidy J, et al. Oral Capecitabine Compared With Intravenous Fluorouracil Plus Leucovorin in Patients With Metastatic Colorectal Cancer: Results of a Large Phase III Study. J Clin Oncol 19:4097-4106, 2001.<br> 5 Cassidy J, Clarke S, Diaz-Rubio E, et al. Randomized phase III study of capecitabine plus oxaliplatin compared with fluorouracil/folinic acid plus oxaliplatin as first-line therapy for metastatic colorectal cancer. J Clin Oncol 26:2006-2012, 2008.<br> 6 Rothenberg ML, Cox JV, Butts C, et al. Capecitabine plus oxaliplatin (Xelox) versus 5-fluorouracil/folinic acid plus oxaliplatin (Folfox-4) as second-line therapy in metastatic colorectal cancer: a randomized phase III noninferiority study. Ann Oncol 19:1720-1726, 2008.<br> 7 Kang YK, Kang WK, Shin DB, et al. Capecitabine/cisplatin versus 5-fluorouracil/cisplatin as first-line therapy in patients with advanced gastric cancer: a randomised phase III noninferiority trial. Ann Oncol 20(4):666-73, 2009.<br> 8 Sumpter K, et al. Report of two protocol planned interim analyses in a randomised multicenter phase III study comparing capecitabine with fluorouracil and oxaliplatin with cisplatin in patients with advanced oesophagogastric cancer receiving ECF. Br J Cancer 2005;92:1976-1983 (CDS Vs 5.0)<br> 9 Cunningham D, et al. Capecitabine and oxaliplatin for advanced esophagogastric cancer. N Eng J Med 358:36-46, 2008.<br> 10 Park YH, et al. Oxaliplatin and capecitabine combination chemotherapy for patients with advanced gastric carcinoma: A pilot study results. Proc Am Soc Clin Oncol 2005;23:357S, Abstract 4199 (CDS Vs 5.0)<br> 11 Park YH, et al. A phase II study of capecitabine plus 3-weekly oxaliplatin as first-line therapy for patients with advanced gastric cancer. Br J Cancer 2006;94(7):959-963 (CDS Vs 5.0)<br> 12 Park YH, et al. A phase II study of capecitabine plus oxaliplatin (Xelox) as first-line therapy for patients with advanced gastric cancer. ASCO Annual Meeting, Atlanta, Georgia, 02-06 June 2006. Poster associated with Abstract 4079 (CDS Vs 5.0)<br> 13 Meta-analysis of trials comparing capecitabine versus 5-FU in gastrointestinal malignancies. (CDS Vs 6.0)<br> 14 Cassidy J, Rothenberg M, Saltz L, et al. Efficacy of capecitabine vs. 5-FU in colorectal and gastric cancer: Metaanalysis of survival in 6 clinical trials. ASCO GI 2008 (abstract 340).<br> 15 O&#x2019;Shaughnessy J, Miles D, VukeljaS, et al. Superior survival with capecitabine plus docetaxel combination therapy in antracycline pretreated patients with advanced breast cancer: Phase III trial results. J Clin Oncol 20:2812 - 23, 2002.<br> 16 Griffin T. and Burger H-U. An open-label randomized phase II study comparing the efficacy and safety of continuous therapy with capecitabine, intermittent therapy with capecitabine and intermittent therapy with capecitabine in combination with oral leucovorin as first line therapy in patients with advanced and/or metastatic colorectal carcinoma. (Protocol SO14797). Research Report N-139265, October 28, 1997 (CDS Vs 1.1)<br> 17 Blum JL, Jones SE, Buzdar AU, et al. Multicenter phase II study of capecitabine in paclitaxel-refractory metastatic breast cancer. J Clin Oncol 17:485-493, 1999. 8<br> 18. Blum JL, Dieras V, Lo Russo PM, et al. Multicenter, phase II study of capecitabine in taxane-pretreated metastatic breast carcinoma patients. Cancer 92:1759&#x2013;68, 2001.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Farmacodin&#xE2;mica</h3> <h4>Mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>A Capecitabina &#xE9; derivada do carbamato de fluoropirimidina, um agente citot&#xF3;xico tumor ativado e tumor seletivo, que foi planejado para administra&#xE7;&#xE3;o oral. A Capecitabina &#xE9; at&#xF3;xica <em>in vitro</em>; <em>in vivo</em>, no entanto, &#xE9; sequencialmente convertida para a fra&#xE7;&#xE3;o citot&#xF3;xica 5-fluoruracila (5-FU), que, por sua vez, &#xE9; posteriormente metabolizada. A forma&#xE7;&#xE3;o de 5-FU ocorre preferencialmente no tumor por um fator angiog&#xEA;nico associado ao tumor, denominado timidina fosforilase (dThdPase), minimizando assim a exposi&#xE7;&#xE3;o dos tecidos sadios do organismo a 5-FU sist&#xEA;mica.</p> <p>A biotransforma&#xE7;&#xE3;o enzim&#xE1;tica sequencial da Capecitabina para 5-FU leva a maiores concentra&#xE7;&#xF5;es de 5-FU nos tecidos tumorais. Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral de Capecitabina para pacientes com c&#xE2;ncer colorretal (n = 8), a raz&#xE3;o entre a concentra&#xE7;&#xE3;o de 5-FU nos tumores colorretais <em>versus </em>tecidos adjacentes foi de 3,2 (varia&#xE7;&#xE3;o de 0,9 a 8,0). A raz&#xE3;o entre a concentra&#xE7;&#xE3;o de 5-FU no tumor <em>versus </em>plasma foi de 21,4 (varia&#xE7;&#xE3;o de 3,9 a 59,9), enquanto a raz&#xE3;o entre os tecidos saud&#xE1;veis e o plasma foi de 8,9 (varia&#xE7;&#xE3;o de 3,0 a 25,8). A atividade da timidina fosforilase foi quatro vezes maior no tumor colorretal prim&#xE1;rio do que no tecido adjacente normal.</p> <p>Diversos tumores humanos, como c&#xE2;ncer de mama, g&#xE1;strico, colorretal, colo de &#xFA;tero e ovariano, apresentam n&#xED;vel de timidina fosforilase maior [capaz de converter 5&apos;-DFUR (5&apos;-desoxi-5-fluorouridina) em 5-FU] do que os tecidos normais correspondentes.</p> <p>Tanto as c&#xE9;lulas normais quanto as c&#xE9;lulas tumorais metabolizam o 5-FU para monofosfato de 5-fluoro-2- desoxiuridina (FdUMP) e trifosfato de 5-fluoruridina (FUTP). Esses metab&#xF3;litos causam dano &#xE0; c&#xE9;lula por meio de dois mecanismos diferentes. Inicialmente, o FdUMP e o cofator folato N5-10 -metilenotetrahidrofolato ligam-se &#xE0; timidilato sintetase (TS) para formar um complexo tern&#xE1;rio covalente. Essa liga&#xE7;&#xE3;o inibe a forma&#xE7;&#xE3;o de timidilato a partir do uracil. A timidilato &#xE9; a precursora necess&#xE1;ria do trifosfato de timidina, que por sua vez, &#xE9; essencial para a s&#xED;ntese de DNA, de forma que uma defici&#xEA;ncia desse composto pode inibir a divis&#xE3;o celular. Al&#xE9;m disso, as enzimas nucleares de transcri&#xE7;&#xE3;o podem incorporar FUTP erroneamente, no lugar do trifosfato de uridina (UTP), durante a s&#xED;ntese de RNA. Esse erro metab&#xF3;lico pode interferir com o processamento do RNA e com a s&#xED;ntese proteica.</p> <h3>Farmacocin&#xE9;tica</h3> <h4>Absor&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral, a Capecitabina &#xE9; r&#xE1;pida e extensamente absorvida, seguida da extensa convers&#xE3;o nos metab&#xF3;litos, 5&#x2019;-desoxi-5-fluorcitidina (5&#x2019;-DFCR) e 5&apos;-desoxi-5-fluorouridina (5&#x2019;-DFUR).</p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o com alimentos diminui a taxa de absor&#xE7;&#xE3;o da Capecitabina, por&#xE9;m, com m&#xED;nimo efeito sobre as &#xE1;reas sob a curva (AUC) do 5&#x2019;-DFUR e de seu metab&#xF3;lito subsequente, 5-FU. No d&#xE9;cimo quarto dia de administra&#xE7;&#xE3;o, ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o de alimento, com a dose de 1.250 mg/m<sup>2</sup>, as concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas m&#xE1;ximas (C<sub>max</sub> em &#xB5;g/mL) para a Capecitabina, 5&#x2019;-DFCR, 5&#x2019;DFUR, 5-FU e FBAL (&#x3B1;-fluoro-&#x3B2;alanina, metab&#xF3;lito inativo do 5-FU) foram 4,47, 3,05, 12,1, 0,95 e 5,46, respectivamente. Os tempos para atingir as concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas m&#xE1;ximas (T<sub>m&#xE1;x</sub> em horas) foram 1,50, 2,00, 2,00, 2,00 e 3,34. Os valores da AUC0<sup>-&#x221E; </sup>em &#xB5;g*h/mL foram 7,75, 7,24, 24,6, 2,03 e 36,3.</p> <h4>Distribui&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>Liga&#xE7;&#xE3;o proteica Estudos realizados com plasma humano <em>in vitro </em>determinaram que as liga&#xE7;&#xF5;es da Capecitabina, 5&#x2019;-DFCR, 5&#x2019;-DFUR e 5-FU &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a>, principalmente &#xE0; albumina, foram de 54%, 10%, 62% e 10%, respectivamente.</p> <h4>Metabolismo</h4> <p>A Capecitabina &#xE9; metabolizada inicialmente, por meio da carboxilesterase hep&#xE1;tica, para 5&#x2019;-DFCR, que &#xE9; convertida a seguir em 5&#x2019;-DFUR pela da citidina desaminase, localizada principalmente no f&#xED;gado e nos tecidos tumorais.</p> <p>A forma&#xE7;&#xE3;o de 5-FU ocorre preferencialmente no tumor pelo fator angiog&#xEA;nico associado ao tumor, dThdPase (timidina-fosforilase), minimizando assim a exposi&#xE7;&#xE3;o sist&#xEA;mica dos tecidos sadios do organismo a 5-FU sist&#xEA;mica.</p> <p>A AUC plasm&#xE1;tica de 5-FU &#xE9; 6 a 22 vezes menor que aquela observada ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa em <em>bolus </em>de 5-FU (dose de 600 mg/m<sup>2</sup>). Os metab&#xF3;litos da Capecitabina tornam-se citot&#xF3;xicos somente ap&#xF3;s sua convers&#xE3;o para 5-FU e para anab&#xF3;litos de 5-FU.</p> <p>O 5-FU &#xE9; ent&#xE3;o catabolizado, dando origem aos metab&#xF3;litos inativos diidro-5-fluoruracila (FUH2), &#xE1;cido 5- fluoro-ureidopropi&#xF4;nico (FUPA) e &#x3B1;-fluoro-&#x3B2;-alanina (FBAL), via diidropirimidina desidrogenase (DPD), a qual &#xE9; limitante da taxa.</p> <h4>Elimina&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>As meias-vidas de elimina&#xE7;&#xE3;o (t&#xBD; em horas) da Capecitabina, 5&#x2019;-DFCR, 5&#x2019;-DFUR, 5-FU e FBAL foram 0,85, 1,11, 0,66, 0,76 e 3,23, respectivamente. A farmacocin&#xE9;tica da Capecitabina foi avaliada em uma faixa de dose de 502 a 3.514 mg/m<sup>2</sup> /dia. Os par&#xE2;metros da Capecitabina, do 5&#x2019;-DFCR e 5&#x2019;-DFUR medidos nos dias 1 e 14 foram similares. A AUC de 5-FU foi de 30% a 35% maior no dia 14, mas n&#xE3;o aumentou nos dias seguintes (dia 22). Com doses terap&#xEA;uticas, a farmacocin&#xE9;tica da Capecitabina e de seus metab&#xF3;litos foi proporcional &#xE0; dose, exceto para 5-FU.</p> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral, os metab&#xF3;litos da Capecitabina s&#xE3;o recuperados principalmente na urina , cerca de 95,5% da dose. A excre&#xE7;&#xE3;o fecal &#xE9; m&#xED;nima (2,6%). O principal metab&#xF3;lito excretado na urina &#xE9; FBAL, que representa 57% da dose administrada. Aproximadamente 3% da dose administrada &#xE9; excretada na urina como f&#xE1;rmaco inalterado.</p> <h4>Terapia combinada</h4> <p>Em estudos fase I, n&#xE3;o foram demonstrados efeitos de Capecitabina sobre a farmacocin&#xE9;tica do docetaxel ou do paclitaxel (C<sub>m&#xE1;x</sub> e AUC), assim como nenhum efeito foi observado do docetaxel ou do paclitaxel sobre a farmacocin&#xE9;tica do 5&#x2019;-DFUR (o metab&#xF3;lito mais importante da Capecitabina).</p> <h4>Farmacocin&#xE9;tica em popula&#xE7;&#xF5;es especiais</h4> <p>A an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica da popula&#xE7;&#xE3;o foi realizada ap&#xF3;s o tratamento de 505 pacientes, portadores de c&#xE2;ncer colorretal, com Capecitabina, na dose de 1.250 mg/m<sup>2</sup>, duas vezes ao dia. Sexo, presen&#xE7;a ou aus&#xEA;ncia de met&#xE1;stases hep&#xE1;ticas ao diagn&#xF3;stico, Desempenho de Karnofsky, bilirrubina total, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/albumina-serica\" target=\"_blank\">albumina s&#xE9;rica</a>, TGO e TGP n&#xE3;o tiveram efeito estatisticamente significativo sobre a farmacocin&#xE9;tica do 5&#x2019;-DFUR, 5-FU e FBAL.</p> <h5>Insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica em decorr&#xEA;ncia de met&#xE1;stases hep&#xE1;ticas</h5> <p>Nenhum efeito clinicamente significativo foi observado na bioativa&#xE7;&#xE3;o e farmacocin&#xE9;tica da Capecitabina em pacientes portadores de c&#xE2;ncer com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica leve a moderada devida a met&#xE1;stases hep&#xE1;ticas. Nenhum estudo formal de farmacocin&#xE9;tica foi realizado e nenhum dado farmacocin&#xE9;tico populacional foi coletado em pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica.</p> <h5>Insufici&#xEA;ncia renal</h5> <p>Com base em estudo farmacocin&#xE9;tico em pacientes com c&#xE2;ncer e insufici&#xEA;ncia renal leve a grave, n&#xE3;o h&#xE1; evid&#xEA;ncia de efeito da depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina sobre a farmacocin&#xE9;tica da droga intacta e de 5-FU. Foi constatada que a depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina influencia a exposi&#xE7;&#xE3;o sist&#xEA;mica ao 5&#x2019;-DFUR (35% de aumento da AUC, quando a depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina diminui em 50%) e ao FBAL (aumento de 114% da AUC, quando a depura&#xE7;&#xE3;o creatinina diminui em 50%). O FBAL &#xE9; um metab&#xF3;lito sem atividade antiproliferativa; o 5&#x2019;- DFUR &#xE9; um precursor direto do 5-FU.</p> <h5>Popula&#xE7;&#xE3;o geri&#xE1;trica</h5> <p>Com base na an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica da popula&#xE7;&#xE3;o, incluindo pacientes com idades de 27 a 86 anos, sendo 234 (46%) pacientes com idade superior ou igual a 65 anos, a idade n&#xE3;o teve influ&#xEA;ncia na farmacocin&#xE9;tica do 5&#x2019;-DFUR e 5-FU. A AUC do FBAL aumentou com a idade (20% no aumento da idade resultou em 15% de aumento na AUC do FBAL). Esse aumento provavelmente &#xE9; devido &#xE0; altera&#xE7;&#xE3;o na fun&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <h5>Etnia</h5> <p>Baseado na an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica da popula&#xE7;&#xE3;o, que incluiu 455 pacientes brancos (90,1%), 22 pacientes negros (4,4%) e 28 pacientes de outra ra&#xE7;a ou etnia (5,5%), n&#xE3;o houve diferen&#xE7;as quanto &#xE0; farmacocin&#xE9;tica da Capecitabina entre pacientes negros e brancos.</p> <h4>Seguran&#xE7;a n&#xE3;o-cl&#xED;nica</h4> <h5>Carcinogenicidade</h5> <p>Estudos de carcinogenicidade de dois anos conduzidos em ratos n&#xE3;o revelaram nenhuma evid&#xEA;ncia de potencial carcinog&#xEA;nico para Capecitabina.</p> <h5>Genotoxicidade</h5> <p>Capecitabina n&#xE3;o se mostrou mutag&#xEA;nico<em> in vitro</em> para bact&#xE9;rias (teste de Ames) ou para c&#xE9;lulas de mam&#xED;feros (ensaio de muta&#xE7;&#xE3;o do gene V79/HPRT de hamster chin&#xEA;s). Entretanto, semelhantemente a outros an&#xE1;logos de nucleos&#xED;deos (isto &#xE9;, 5-FU), Capecitabina foi clastog&#xEA;nico em linf&#xF3;citos humanos (<em>in vitro</em>) e uma tend&#xEA;ncia positiva foi observada em testes do micron&#xFA;cleo de medula &#xF3;ssea de camundongo (<em>in vivo</em>).</p> <h5>Toxicidade reprodutiva</h5> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o oral de Capecitabina em f&#xEA;meas de camundongo prenhes durante o per&#xED;odo de organog&#xEA;nese na dose de 198 mg/kg/dia causou malforma&#xE7;&#xF5;es e letalidade dos embri&#xF5;es. Em estudos farmacocin&#xE9;ticos separados, esta dose em camundongos produziu valores de AUC e 5&#x2019;-DFUR que foram aproximadamente 0,2 vezes os valores de AUC em pacientes recebendo a dose di&#xE1;ria recomendada. A administra&#xE7;&#xE3;o via oral de Capecitabina em macacas prenhes durante o per&#xED;odo de organog&#xEA;nese na dose de 90 mg/kg/dia, causou letalidade fetal. Esta dose produziu valores de AUC de 5&#x2019;-DFUR que foram aproximadamente 0,6 vezes os valores de AUC em pacientes recebendo a dose di&#xE1;ria recomendada.</p> <h5>Comprometimento da fertilidade</h5> <p>Em estudo de fertilidade e desempenho reprodutivo geral em camundongos, doses orais de 760 mg/kg/dia apresentaram efeito sobre o estro e, consequentemente, causaram a redu&#xE7;&#xE3;o da fertilidade feminina. Nos camundongos que engravidaram, nenhum feto sobreviveu a essa dose. A perturba&#xE7;&#xE3;o no estro foi revers&#xED;vel.</p> <p>Nos machos, esta dose causou altera&#xE7;&#xF5;es degenerativas nos test&#xED;culos, incluindo redu&#xE7;&#xE3;o no n&#xFA;mero de espermat&#xF3;citos e esperm&#xE1;tides. Em estudos farmacocin&#xE9;ticos, esta dose produziu valores de AUC de 5&#x2019;- DFUR cerca de 0,7 vezes os valores correspondentes em pacientes aos quais foi administrada a dose di&#xE1;ria recomendada.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Coama?

Conservar em temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30º Graus). Proteger da luz e umidade. Proteger do calor.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Descarte de medicamentos não utilizados e/ou com data de validade vencida

O descarte de medicamentos no meio ambiente deve ser minimizado. Os medicamentos não devem ser descartados no esgoto, e o descarte em lixo doméstico deve ser evitado. Utilize o sistema de coleta local estabelecido, se disponível.

Qualquer medicamento não utilizado ou resíduos devem ser eliminados de acordo com as orientações locais.

Caracteristicas físicas e organolépticas

150mg e 500mg

Comprimido revestido na cor rosa, oblongo, biconvexo e liso.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Coama

Comprimidos revestidos de 150 mg e 500 mg. Embalagens contendo 60 e 120.

Uso oral.

Uso adulto.

Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

Dizeres Legais do Coama

M.S. nº. 1.0235.1292

Farm. Resp.:
Dra. Telma Elaine Spina
CRF-SP nº 22.234

EMS S/A:
Rod. Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 08
Bairro Chácara Assay Hortolândia – SP
CEP 13186-901
CNPJ nº 57.507.378/0003-65
Indústria brasileira




SAC:
0800-191914

Venda sob prescrição médica.

500mg, caixa com 60 comprimidos revestidos

Princípio ativo
:
Capecitabina
Classe Terapêutica
:
Agentes Antineoplásicos Antimetabólitos
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Câncer
Especialidade
:
Oncologia

Bula do medicamento

Coama, para o que é indicado e para o que serve?

Coama é indicado para o tratamento de câncer de mama, câncer de cólon e reto (que são partes do intestino grosso) e câncer gástrico nas seguintes condições:

Câncer de mama

Coama em combinação com docetaxel é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de mama com metástases (focos de células cancerosas distantes do foco primário), após falha da quimioterapia com antraciclina.

Coama como tratamento único é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de mama com metástases que não tenham apresentado resposta satisfatória a regimes de quimioterapia com paclitaxel e antraciclina ou para pacientes com resistência a paclitaxel e que não possam receber antraciclina, como pacientes que receberam doses cumulativas de 400 mg/m2 de doxorrubicina ou equivalente. Define-se resistência como progressão da doença na vigência do tratamento, com ou sem resposta inicial, ou recorrência em até 6 meses do término do tratamento adjuvante com antraciclina ou regimes com antraciclina.

Câncer colorretal

Coama é indicado para o tratamento adjuvante de pacientes com câncer colorretal.

Coama é indicado como tratamento de primeira linha para pacientes com câncer de colorretal com metástases. Coama combinado com oxaliplatina ou combinado com oxilaplatina e bevacizumabe é indicado para tratamento de primeira linha de câncer colorretal metastático. Coama também pode ser combinado com oxaliplatina para o tratamento de segunda linha do câncer colorretal metastático em pacientes previamente tratados com irinotecano em combinação com um regime de fluoropirimidina como terapia de primeira linha.

Câncer gástrico

Coama é indicado como tratamento de primeira linha para pacientes com câncer gástrico em estágio avançado, desde que associado com compostos de platina, como a cisplatina ou oxaliplatina.

Quais as contraindicações do Coama?

Você não deve tomar Coama caso apresente alergia conhecida a qualquer um de seus componentes ou medicamentos à base de fluoropirimidinas e fluoruracila.

Você não poderá tomar Coama se for portador de deficiência completa de uma enzima chamada diidropirimidina desidrogenase.

Coama não deve ser administrado em conjunto com medicamentos como sorivudina e seus análogos ou com brivudina (medicamentos utilizados para o tratamento de herpes e catapora).

Este medicamento é contraindicado para pessoas que apresentem insuficiência renal grave (depuração de creatinina inferior a 30 mL/min).

Se existirem contraindicações para qualquer um dos agentes em combinação, o agente não deve ser utilizado.

Converse com o seu médico caso tenha dúvidas a respeito das possíveis contraindicações de Coama.

Como usar o Coama?

Tomar os comprimidos por via oral, pela manhã e à noite, até 30 minutos após as refeições. Ingerir os comprimidos com água.

Dose

Seu médico prescreverá a dose adequada, dependendo da natureza de sua doença, de seu peso corpóreo e de sua resposta individual a Coama. Seu médico o informará sobre a quantidade correta de comprimidos que você deverá&nbsp;tomar pela manhã e à noite. Não mude as doses por sua conta. Em alguns casos, pode ser necessário reduzir a dose e seu médico saberá identificar essa situação para orientá-lo adequadamente.

Monoterapia
Câncer de mama e colorretal

A dose recomendada para monoterapia de Coama é 1.250 mg/m2, duas vezes ao dia (pela manhã e à noite; equivalente a 2.500 mg/m2 de dose total diária) durante 14 dias, seguidos de sete dias de pausa.

Terapia combinada
Câncer de mama

Em combinação com docetaxel, a dose recomendada de Coama é de 1.250 mg/m2, duas vezes ao dia (pela manhã e à noite, equivalente a 2.500 mg/m2 de dose total diária), durante 14 dias, seguidos de sete dias de pausa, associada ao docetaxel, 75 mg/m2 , por infusão intravenosa, durante uma hora, a cada três semanas. A pré-medicação, de acordo com a bula de docetaxel, deve ser iniciada antes da administração de docetaxel para os pacientes que estiverem recebendo o medicamento em combinação com Coama.

Câncer colorretal e gástrico

No tratamento combinado, a dose inicial recomendada de Coama é de 800 a 1.000 mg/m2, administrada duas vezes ao dia durante duas semanas, seguida de período de sete dias de descanso, ou 625 mg/m2 , duas vezes ao dia, quando administrada continuamente. A inclusão de agentes biológicos em um esquema de associação não tem efeito sobre a dose inicial de Coama.

Pré-medicação para manter controlada a hidratação e antiemese, como descrito na bula da cisplatina e oxaliplatina, deve ser iniciada antes da administração de cisplatina para os pacientes que forem submetidos ao tratamento de Coama em combinação com cisplatina ou oxaliplatina.

Poderá haver necessidade de ajustes da dose em casos de insuficiência renal, de toxicidade ou durante tratamento em associação com outros quimioterápicos. Informe seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis.

Instruções especiais de doses
Crianças

A segurança e a eficácia de Coama em criançase adolescentes menores de 18 anos não foram estabelecidas.

Idosos
  • <li>Para a monoterapia de Coama n&#xE3;o s&#xE3;o necess&#xE1;rios ajustes da dose inicial. No entanto, recomenda-se monitoramento cuidadoso dos pacientes idosos em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0;s rea&#xE7;&#xF5;es adversas graves (grau 3 ou 4).</li> <li>Em combina&#xE7;&#xE3;o com docetaxel, foi observada incid&#xEA;ncia aumentada de rea&#xE7;&#xF5;es adversas (grau 3 ou 4) e de rea&#xE7;&#xF5;es adversas graves em pacientes com 60 anos de idade ou mais. Recomenda-se a redu&#xE7;&#xE3;o da dose inicial de Coama para 75% (950 mg/m<sup>2</sup> duas vezes ao dia) em pacientes com 60 anos de idade ou mais. Recomenda-se a redu&#xE7;&#xE3;o da dose inicar de Coama para 75% (950 mg/m<sup>2</sup> duas vezes ao dia) em pacientes com 60 anos de idade ou mais, conforme orienta&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica.</li>
Pacientes com insuficiência renal

Em pacientes com insuficiência renal moderada, recomenda-se uma dose inicial menor, conforme orientação médica. Em pacientes com insuficiência renal leve, não se recomendam ajustes da dose inicial. Esses pacientes devem ser cuidadosamente monitorados por seus médicos. A recomendação de ajuste de dose para pacientes com insuficiência renal moderada se aplica tanto à monoterapia quanto ao uso em combinação.

Pacientes com insuficiência hepática devida a metástases hepáticas

Se a insuficiência hepática é leve a moderada, nenhum ajuste da dose inicial é necessário. Nesses casos os pacientes devem ser cuidadosamente monitorados. Não foram estudados pacientes com insuficiência hepática grave.

Duração do tratamento

A duração do tratamento com Coama varia, dependendo da natureza de sua doença e de sua resposta individual ao tratamento. Seu médico o informará sobre quando você deve parar de tomar Coama.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Como o Coama funciona?

Coama contém a substância ativa capecitabina que interrompe o crescimento das células tumorais ou cancerígenas (agente citostástico).

Quais cuidados devo ter ao usar o Coama?

Enquanto você estiver tomando Coama haverá necessidade de acompanhamento médico cuidadoso. Embora a maioria das reações adversas seja reversível, pode ser necessário suspender a medicação ou reduzir a dose em alguns casos. Prisão de ventre, boca seca e gases são eventos gastrintestinais comuns à terapia combinada de Coama com outras medicações, como a oxaliplatina.

Coama pode induzir diarreia, que pode ser grave. Se você apresentar diarreia grave, deverá ser acompanhado cuidadosamente e, se ficar desidratado, deve receber fluidos com reposição de eletrólitos. Tratamentos para a diarreia devem ser iniciados o quanto antes, quando indicado.

A desidratação precisa ser evitada ou corrigida logo no início. Os pacientes com perda de apetite, diminuição da força muscular acompanhada de fraqueza, náusea, vômito ou diarreia podem ficar desidratados rapidamente. Desidratação pode causar insuficiência renal aguda, especialmente em pacientes que já apresentem comprometimento da função renal ou quando Coama é administrado junto com outros medicamentos tóxicos para os rins. Casos de falência renal seguidos de morte foram reportados nessas situações. Se a desidratação for grave, o tratamento com Coama precisará ser interrompido, até que você se recupere totalmente.

Raros casos de reações adversas graves e inesperadas foram observados em pacientes portadores de deficiência da enzima diidropirimidina desidrogenase. Converse com seu médico caso seja portador desta deficiência.

Foi observada toxicidade ao coração com o uso de Coama, incluindo infarto do miocárdio, angina, arritmias, parada cardíaca, insuficiência cardíaca e alterações no eletrocardiograma. Essas reações adversas podem ser mais comuns em pacientes que já apresentavam doença das artérias coronárias anteriormente.

Coama pode provocar reações de pele graves, como síndrome de Stevens-Johnson (inclui lesões cutâneas generalizadas, como bolhas, que podem atingir também as mucosas) e necrólise epidérmica tóxica (camada superficial da pele se solta em lâminas). Coama deve ser permanentemente descontinuado nesses casos.

Coama pode provocar a síndrome mão-pé, uma lesão de pele com gravidade variável (grau 1 a 3), em média 79 dias depois do início do tratamento, com uma variação de 11 a 360 dias. Síndrome mão-pé persistente ou grave (grau 2 ou maior) pode, eventualmente, levar à perda de impressões digitais, o que poderia impactar a identificação do paciente.

No grau 1, aparece formigamento nas mãos e nos pés, acompanhado de vermelhidão, mas o paciente consegue continuar com suas atividades. No grau 2, mãos e pés ficam muito doloridos e inchados, além de vermelhos, e o paciente já não consegue realizar suas atividades normalmente. No grau 3, aparecem feridas e bolhas, a pele se descola, e o desconforto é muito grande. Se a síndrome for de grau 2 ou 3, o tratamento com Coama precisa ser interrompido até a resolução ou melhora do quadro. Há evidências de que dexpantenol funciona na prevenção da síndrome mão-pé.

Coama pode induzir a aumento das bilirrubinas (substâncias produzidas pelo fígado que, quando aumentadas, podem levar ao aparecimento de cor amarelada na pele e nos olhos).

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas

Coama tem influência moderada na capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas. Procure orientação do seu médico caso apresente tontura, cansaço e/ou náusea durante o tratamento com Coama.

Fertilidade

Com base em evidências de estudos em animais, Coama pode prejudicar a fertilidade em fêmeas e machos com potencial reprodutivo.

Contracepção

Mulheres

Antes de iniciar o tratamento, você deve informar ao seu médico caso pretenda engravidar. Durante o tratamento com Coama você deve evitar uma gravidez. Para tanto, um método contraceptivo eficaz deve ser utilizado durante todo o tratamento e por 6 meses após a última dose de Coama.

Homens

Pacientes do sexo masculino com parceiras do sexo feminino em idade fértil devem utilizar métdos contraceptivos eficazes durante tratamento e por 3 meses após a última dose de Coama.

Gravidez e amamentação

Categoria de risco na gravidez: D.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Não foram realizados estudos com mulheres grávidas em uso de Coama. No entanto, com base no mecanismo de ação deste medicamento, que interrompe a multiplicação das células, presume-se que Coama possa causar dano para o feto se administrado a mulheres grávidas.

Antes de iniciar o tratamento, você deve informar ao seu médico caso pretenda engravidar. Você não deve tomar Coama caso esteja grávida ou pense que poderia estar. Você não deve amamentar caso esteja durante o tratamento e por duas semanas após a última dose de Coama.

Até o momento, não há informações de que Coama possa causar doping. Em caso de dúvidas, consulte o seu médico.

Interrupção do tratamento

Seu médico pode solicitar que você interrompa o tratamento com Coama durante algum tempo ou que tome menor quantidade do medicamento, caso desenvolva qualquer reação adversa de difícil controle.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Coama?

Além dos efeitos benéficos de Coama, é possível que ocorram efeitos indesejados durante o tratamento, mesmo quando usado conforme a prescrição médica. Os efeitos indesejados comumente ocorrem no início do tratamento. Esses efeitos colaterais normalmente melhoram rapidamente em 2-3 dias. Se o tratamento com Coama for interrompido; o tratamento poderá ser reiniciado, de acordo com as instruções de seu médico.

Nos casos de diarreia com mais de quatro evacuações por dia e diarreia durante a noite, de vômitos mais de uma vez em 24 horas, ou se os sintomas nas mãos e pés se agravarem com presença de dor, inchaço ou bolhas ou ainda se a quantidade de alimentos que você ingere por dia está muito abaixo da normal e as feridas na boca se tornarem doloridas, pare de tomar Coama imediatamente e procure seu médico para obter orientação adicional.

Reações adversas de acordo com a indicação

Capecitabina em monoterapia
Reações adversas relatadas em mais de 5% dos pacientes tratados com capecitabina em monoterapia
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Rea&#xE7;&#xE3;o adversa por sistema</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:257px\"><strong>Muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)</strong></td> <td style=\"width:317px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Comum (ocorre entre 5 e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios do metabolismo e nutri&#xE7;&#xE3;o</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:257px\">Perda de apetite</td> <td style=\"width:317px\"> <p style=\"text-align:center\">Desidrata&#xE7;&#xE3;o; Diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios do sistema nervoso</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:257px\">-</td> <td style=\"width:317px\"> <p style=\"text-align:center\">Dorm&#xEA;ncia ou sensa&#xE7;&#xF5;es de formigamento; Altera&#xE7;&#xE3;o do paladar; <a href=\"https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/dor-de-cabeca-e-enxaqueca/c\" target=\"_blank\">Dor de cabe&#xE7;a</a>; Tontura (sem vertigem)</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios oculares</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:257px\">-</td> <td style=\"width:317px\"> <p style=\"text-align:center\">Aumento do lacrimejamento; <a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-dos-olhos/conjuntivite/c\" target=\"_blank\">Conjuntivite</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios gastrintestinais</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:257px\">Diarreia; V&#xF4;mito; N&#xE1;usea; <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/estomatite-aftosa-e-viral-tratamento-sintomas-e-causas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Estomatite</a> (feridas na boca); Dor abdominal (dor na barriga)</td> <td style=\"width:317px\"> <p style=\"text-align:center\">Pris&#xE3;o de ventre; Dor abdominal; Dificuldade de digest&#xE3;o</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios hepatobiliares</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:257px\">-</td> <td style=\"width:317px\"> <p style=\"text-align:center\">Excesso de bilirrubina no sangue</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios da pele e tecido subcut&#xE2;neo</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:257px\">Incha&#xE7;o, vermelhid&#xE3;o, formigamento e adormecimento das palmas das m&#xE3;os e plantas dos p&#xE9;s (s&#xED;ndrome m&#xE3;o-p&#xE9;)*; <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/dermatites/c\" target=\"_blank\">Dermatite</a></td> <td style=\"width:317px\"> <p style=\"text-align:center\">Erup&#xE7;&#xF5;es na pele; Perda de cabelo; Cor vermelha na pele; <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/pele-seca\" target=\"_blank\">Pele seca</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:241px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios gerais e relacionados ao local de administra&#xE7;&#xE3;o</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:257px\">Cansa&#xE7;o; Sono profundo</td> <td style=\"width:317px\"> <p style=\"text-align:center\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/c\" target=\"_blank\">Febre</a>; Fraqueza; Diminui&#xE7;&#xE3;o da for&#xE7;a muscular acompanhada de fraqueza</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

* Baseado na experiência pós-comercialização, síndrome mão-pé persistente ou grave pode eventualmente levar à perda de impressões digitais.

Fissuras na pele (rachaduras) foram relatadas em menos que 2% dos pacientes em estudos clínicos de capecitabina.

Reações adversas relatadas em menos de 5% dos pacientes tratados com capecitabina em monoterapia
  • <li>Dist&#xFA;rbios gastrintestinais: boca seca, gases, rea&#xE7;&#xF5;es adversas relacionadas &#xE0; ulcera&#xE7;&#xE3;o/inflama&#xE7;&#xE3;o de mucosas, como inflama&#xE7;&#xE3;o do es&#xF4;fago, est&#xF4;mago, intestino delgado, intestino grosso e hemorragia (sangramento) gastrintestinal.</li> <li>Dist&#xFA;rbios card&#xED;acos: incha&#xE7;o nas pernas, <a href="https://minutosaudavel.com.br/dor-no-peito/" rel="noopener" target="_blank">dor no peito</a> de origem card&#xED;aca, incluindo <a href="https://consultaremedios.com.br/b/angina-peito" target="_blank">angina de peito</a>, doen&#xE7;a do m&#xFA;sculo card&#xED;aco, infarto/isquemia mioc&#xE1;rdica, insufici&#xEA;ncia card&#xED;aca, morte s&#xFA;bita, aumento da frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca, arritmias card&#xED;acas e palpita&#xE7;&#xF5;es.</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sistema nervoso: <a href="https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/insonia/c" target="_blank">ins&#xF4;nia</a>, confus&#xE3;o, comprometimento das fun&#xE7;&#xF5;es cerebrais e sinais cerebelares, como falta de coordena&#xE7;&#xE3;o motora, dificuldade para articular as palavras, altera&#xE7;&#xE3;o no equil&#xED;brio e altera&#xE7;&#xE3;o na coordena&#xE7;&#xE3;o.</li> <li>Infec&#xE7;&#xF5;es e infesta&#xE7;&#xF5;es: infec&#xE7;&#xF5;es locais, infec&#xE7;&#xF5;es generalizadas fatais (incluindo origem bacteriana, viral e f&#xFA;ngica) e <a href="https://minutosaudavel.com.br/sepse-septicemia-sintomas-tratamento-tipos-tem-cura/" rel="noopener" target="_blank">sepse</a> (infec&#xE7;&#xE3;o disseminada).</li> <li>Dist&#xFA;rbios do sangue e do sistema linf&#xE1;tico: <a href="https://consultaremedios.com.br/doencas-do-sangue/anemia/c" target="_blank">anemia</a> e redu&#xE7;&#xE3;o de todas as c&#xE9;lulas do sangue.</li> <li>Dist&#xFA;rbios da pele e tecido subcut&#xE2;neo: coceira, descolamento da pele localizado, escurecimento da pele, dist&#xFA;rbios das unhas, rea&#xE7;&#xF5;es de <a href="https://minutosaudavel.com.br/fotofobia/" rel="noopener" target="_blank">sensibilidade &#xE0; luz</a> e sensibilidade &#xE0; radioterapia.</li> <li>Dist&#xFA;rbios gerais relacionados ao local de administra&#xE7;&#xE3;o: dor nas pernas e bra&#xE7;os e dor no peito (n&#xE3;o card&#xED;aca).</li> <li>Olhos: irrita&#xE7;&#xE3;o nos olhos.</li> <li>Respirat&#xF3;rios: falta de ar e <a href="https://consultaremedios.com.br/gripes-e-resfriados/tosse/c" target="_blank">tosse</a>.</li> <li>Musculoesquel&#xE9;ticos: <a href="https://minutosaudavel.com.br/lombalgia/" rel="noopener" target="_blank">dor lombar</a>, dor nos m&#xFA;sculos e articula&#xE7;&#xF5;es.</li> <li>Dist&#xFA;rbios psiqui&#xE1;tricos: <a href="https://minutosaudavel.com.br/depressao/" rel="noopener" target="_blank">depress&#xE3;o</a>.</li> <li>Insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica e <a href="https://consultaremedios.com.br/infectologia/hepatite/c" target="_blank">hepatite</a> foram relatadas durante os estudos cl&#xED;nicos e ap&#xF3;s a comercializa&#xE7;&#xE3;o, mas n&#xE3;o foi estabelecida rela&#xE7;&#xE3;o de causa com o tratamento com capecitabina.</li>
Capecitabina em terapia combinada
Reações adversas muito comuns e comuns com capecitabina em combinação com diferentes quimioterápicos
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Rea&#xE7;&#xE3;o adversa por sistema</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\"><strong>Muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)</strong></td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Comum (ocorre entre 5 e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xF5;es e infesta&#xE7;&#xF5;es</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">-</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Infec&#xE7;&#xE3;o; <a href=\"https://consultaremedios.com.br/antifungico/candidiase/c\" target=\"_blank\">Candid&#xED;ase</a> oral (sapinho)</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios do sistema sangu&#xED;neo e linf&#xE1;tico</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Diminui&#xE7;&#xE3;o das c&#xE9;lulas brancas do sangue com ou sem febre; Diminui&#xE7;&#xE3;o das plaquetas; Anemia</td> <td style=\"text-align:center; width:309px\">-</td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios do metabolismo e nutri&#xE7;&#xE3;o</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Diminui&#xE7;&#xE3;o do apetite</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Diminui&#xE7;&#xE3;o do c&#xE1;lcio no sangue; Diminui&#xE7;&#xE3;o de peso</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios psiqui&#xE1;tricos</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">-</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Ins&#xF4;nia</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios do sistema nervoso</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Altera&#xE7;&#xE3;o dos nervos respons&#xE1;veis pela sensibilidade de m&#xE3;os e p&#xE9;s; Dist&#xFA;rbio no paladar; Sensibilidade alterada (dorm&#xEA;ncia ou formigamentos); Dor de cabe&#xE7;a</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Diminui&#xE7;&#xE3;o de sensibilidade</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios oculares</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Aumento do lacrimejamento</td> <td style=\"text-align:center; width:309px\">-</td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios vasculares</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\"><a href=\"https://minutosaudavel.com.br/trombose/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Trombose</a> / embolismo (entupimento de vasos sangu&#xED;neos por co&#xE1;gulos); <a href=\"https://consultaremedios.com.br/pressao-alta/c\" target=\"_blank\">Press&#xE3;o alta</a>; Incha&#xE7;o nas pernas</td> <td style=\"text-align:center; width:309px\">-</td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Respirat&#xF3;rio</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Dor na garganta</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Sangramento pelo nariz; Rouquid&#xE3;o; Coriza; Falta de ar</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios gastrintestinais</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Pris&#xE3;o de ventre; Dificuldade de digest&#xE3;o</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Boca seca</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios gastrintestinais</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Pris&#xE3;o de ventre; Dificuldade de digest&#xE3;o</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Boca seca</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios da pele e tecido subcut&#xE2;neo</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Perda de cabelo; Altera&#xE7;&#xF5;es das unhas</td> <td style=\"text-align:center; width:309px\">-</td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios musculoesquel&#xE9;ticos e dos tecidos conectivos</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Dores nas juntas; Dores musculares; Dores nos bra&#xE7;os e pernas</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Dor no maxilar; <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/dor-nas-costas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">Dor nas costas</a></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:252px\"> <p style=\"text-align:center\">Desordens gerais e do local de administra&#xE7;&#xE3;o</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:269px\">Febre; Diminui&#xE7;&#xE3;o da for&#xE7;a muscular acompanhada de fraqueza; Fraqueza; Intoler&#xE2;ncia &#xE0; temperatura</td> <td style=\"width:309px\"> <p style=\"text-align:center\">Febre; Dor</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Reações de hipersensibilidade e isquemia/infarto do miocárdio foram comumente relatadas com o uso de capecitabina em combinação com outros quimioterápicos, mas em menos de 5% dos pacientes.

Reações adversas raras ou incomuns relatadas com capecitabina em combinação com outros quimioterápicos são compatíveis com as reações adversas descritas com o uso de capecitabina em monoterapia ou dos produtos combinados em monoterapia.

Pós-comercialização

Reações adversas ao medicamento (RAMs) identificadas durante a exposição pós-comercialização
{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Classe de sistemas e &#xF3;rg&#xE3;os</strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:265px\"><strong>Rea&#xE7;&#xF5;es adversas a drogas</strong></td> <td style=\"width:308px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Frequ&#xEA;ncia</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios renais e urin&#xE1;rios</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:265px\">Insufici&#xEA;ncia renal aguda secund&#xE1;ria &#xE0; desidrata&#xE7;&#xE3;o</td> <td style=\"width:308px\"> <p style=\"text-align:center\">Rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento)</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios no sistema nervoso</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:265px\">Leucoencefalopatia t&#xF3;xica (danos ao <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/c\" target=\"_blank\">sistema nervoso central</a>, desencadeados por um agente qu&#xED;mico)</td> <td style=\"width:308px\"> <p style=\"text-align:center\">Desconhecida</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios hepatobiliares</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:265px\">Insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica, hepatite</td> <td style=\"width:308px\"> <p style=\"text-align:center\">Muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento)</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios metab&#xF3;licos e nutricionais</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:265px\">Hipertrigliceridemia (aumento da concentra&#xE7;&#xE3;o de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-cardiovascular-circulacao/triglicerideos/c\" target=\"_blank\">triglicer&#xED;deos</a>)</td> <td style=\"width:308px\"> <p style=\"text-align:center\">Desconhecida</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios no tecido subcut&#xE2;neo e pele</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:265px\"><a href=\"https://consultaremedios.com.br/pele-e-mucosa/lupus/c\" target=\"_blank\">L&#xFA;pus eritematoso cut&#xE2;neo</a> (doen&#xE7;a imunol&#xF3;gica), rea&#xE7;&#xF5;es de pele graves como S&#xED;ndrome de Stevens-Johnson (doen&#xE7;a com les&#xF5;es cut&#xE2;neas generalizadas, como bolhas, que podem atingir tamb&#xE9;m as mucosas) e necr&#xF3;lise epid&#xE9;rmica t&#xF3;xica (doen&#xE7;a que acomete a camada superficial da pele e essa se solta em l&#xE2;minas)</td> <td style=\"width:308px\"> <p style=\"text-align:center\">Muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento)</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:237px\"> <p style=\"text-align:center\">Dist&#xFA;rbios nos olhos</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:265px\">Estenose do ducto lacrimal (estreitamento do canal lacrimal), dist&#xFA;rbios de c&#xF3;rnea incluindo <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/ceratite-o-que-e-sintomas-tratamento-cura-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">ceratite</a> (inflama&#xE7;&#xE3;o da c&#xF3;rnea)</td> <td style=\"text-align:center; width:308px\">-</td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

No caso de exposição a comprimidos de capecitabina triturados ou cortados, foram relatadas as seguintes RAMs: irritação nos olhos, inchaço dos olhos, erupção cutânea, dor de cabeça, sensibilidade alterada, diarreia, náuseas, irritação gástrica e vômitos.

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer reações adversas imprevisíveis ou desconhecidas. Nesse caso, informe seu médico.

População Especial

Pacientes idosos e pacientes com funções renal ou hepática comprometidas devem ser cuidadosamente monitorados, pois podem apresentar maior probabilidade de desenvolver quadros de toxicidade gastrintestinal, além de quadros de toxicidade mais grave.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Coama?

Caso você esqueça de usar o medicamento, não tome uma dose extra. Aguarde até a dose seguinte e tome a sua dose normal em seguida.

Não tente compensar a dose que você esqueceu tomando mais de uma dose ao mesmo tempo.

As doses não tomadas de Coama, devido à toxicidade, não são substituídas.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Coama?

Cada comprimido revestido de 150 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:244px\"> <p style=\"text-align:center\">Capecitabina</p> </td> <td style=\"width:230px\"> <p style=\"text-align:center\">150 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:244px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes qsp</p> </td> <td style=\"width:230px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido&amp;nbsp;revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, lactose monoidratada, croscarmelose sódica, hipromelose, estearato de magnésio, óxido de ferro vermelho, hipromelose, macrogol e dióxido de titânio.

Cada comprimido revestido de 500 mg contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:244px\"> <p style=\"text-align:center\">Capecitabina</p> </td> <td style=\"width:230px\"> <p style=\"text-align:center\">500 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:244px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes qsp</p> </td> <td style=\"width:230px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido&amp;nbsp;revestido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;celulose microcristalina, lactose monoidratada, croscarmelose sódica, hipromelose, estearato de magnésio, óxido de ferro vermelho, hipromelose, macrogol e dióxido de titânio.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Coama maior do que a recomendada?

As manifestações agudas de superdose (quantidade maior que a indicada) incluem náusea, vômitos, diarreia, inflamação das mucosas, irritação e sangramento gastrintestinal e diminuição na produção de células do sangue.

Procure imediatamente um médico em caso de superdose.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Coama com outros remédios?

Anticoagulantes

Avise seu médico se estiver tomando anticoagulantes como varfarina e femprocumona, pois o uso desses medicamentos em combinação com Coama pode alterar a coagulação.

Fenitoína

Se você estiver recebendo fenitoína (medicamento usado para controlar convulsões) ao mesmo tempo que Coama, seu médico deve lhe monitorar regularmente as concentrações sanguíneas de fenitoína, que podem provocar efeitos colaterais.

Alimentos

Em todos os estudos feitos com Coama, os pacientes foram instruídos a tomar Coama até 30 minutos após uma refeição. Portanto, recomenda-se que Coama seja administrado dessa forma.

Antiácidos

Antiácidos contendo hidróxido de alumínio e hidróxido de magnésio podem causar um pequeno aumento nas concentrações plasmáticas de Coama.

Ácido folínico

A toxicidade de Coama pode ser aumentada com o uso de ácido folínico.

Sorivudina e análogos

Coama não deve ser administrado com sorivudina ou com seus análogos quimicamente semelhantes, como brivudina, pois existe o risco de aumentar a toxicidade de fluoropirimidinas e isso pode ser fatal. É necessário aguardar pelo menos 4 semanas entre o fim da terapia com soruvudinas ou medicamentos semelhantes e o início da terapia com Coama.

Alterações nos resultados de exames laboratoriais

Coama pode causar alterações nos exames laboratoriais, assim os pacientes devem realizar exames periodicamente durante o tratamento. O seu médico saberá como proceder adequadamente nesses casos.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Coama com alimentos?

Em todos os estudos clínicos, os pacientes foram instruídos a tomar Capecitabina até 30 minutos após uma refeição. Considerando que os dados de segurança e de eficácia atuais são baseados na administração com alimentos, recomenda-se que Capecitabina seja administrado com alimentos.

Qual a ação da substância do Coama (Capecitabina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>C&#xE2;ncer colorretal</h3> <h4>Monoterapia em c&#xE2;ncer colorretal adjuvante</h4> <p>Um estudo cl&#xED;nico controlado de fase III, multic&#xEA;ntrico, randomizado, em pacientes com c&#xE2;ncer colorretal em est&#xE1;gio III (Dukes C) foi conduzido para estudar o uso de Capecitabina como tratamento adjuvante de pacientes com c&#xE2;ncer colorretal (Estudo X-ACT: M66001). Nesse estudo, 1.987 pacientes foram randomizados para receberem tratamento com Capecitabina (1.250 mg/m<sup>2</sup>, duas vezes ao dia, durante duas semanas, seguido por per&#xED;odo de descanso de uma semana, e administrado em ciclos a cada tr&#xEA;s semanas, durante 24 semanas), ou 5-FU e Leucovorin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong> (&#xE1;cido fol&#xED;nico) (esquema de tratamento Mayo: 20 mg/m<sup>2</sup> de Leucovorin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong> intravenoso (i.v.), seguido por 425 mg/m<sup>2</sup> i.v. em <em>bolus </em>de 5-FU, nos dias 1 a 5, a cada 28 dias durante 24 semanas). Capecitabina foi pelo menos equivalente ao 5-FU/LV i.v. na sobrevida livre de doen&#xE7;a (p = 0,0001, margem de n&#xE3;o inferioridade de 1,2). Em toda a popula&#xE7;&#xE3;o randomizada, as diferen&#xE7;as entre Capecitabina e 5-FU/LV na sobrevida livre da doen&#xE7;a e sobrevida global mostraram raz&#xE3;o de risco de 0,88 (IC 95%, 0,77 &#x2013; 1,01; p = 0,068) e 0,86 (0,74 &#x2013; 1,01; p = 0,060), respectivamente. O tempo mediano de acompanhamento no momento da an&#xE1;lise era de 6,9 anos.<sup>1 </sup></p> <h4>Terapia combinada em c&#xE2;ncer colorretal adjuvante</h4> <p>Capecitabina em combina&#xE7;&#xE3;o com oxaliplatina (Xelox) para o tratamento adjuvante de pacientes com c&#xE2;ncer colorretal foi estudado em estudo cl&#xED;nico multic&#xEA;ntrico, randomizado, controlado de fase III, em pacientes com c&#xE2;ncer colorretal est&#xE1;gio III (Dukes C) (estudo NO16968).<sup>2</sup> Nesse estudo, 944 pacientes foram randomizados para ciclos de tr&#xEA;s semanas, durante 24 semanas, com Capecitabina (1.000 mg/m<sup>2</sup>, duas vezes ao dia, durante duas semanas, seguido por per&#xED;odo de descanso de uma semana), em combina&#xE7;&#xE3;o com oxaliplatina (infus&#xE3;o intravenosa de 130 mg/m<sup>2</sup> durante duas horas do dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas) e 942 pacientes foram randomizados para <em>bolus </em>de 5-FU e Leucovorin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong>. Na an&#xE1;lise prim&#xE1;ria para sobrevida livre de doen&#xE7;a, na popula&#xE7;&#xE3;o com inten&#xE7;&#xE3;o de tratamento (ITT), Xelox mostrou-se significativamente superior a 5-FU/LV (raz&#xE3;o de risco = 0,80, IC 95% = [0,69; 0,93], p = 0,0045). A taxa da sobrevida livre de doen&#xE7;a de tr&#xEA;s anos foi de 71% para Xelox <em>versus </em>67% para 5-FU/LV. A an&#xE1;lise para o objetivo secund&#xE1;rio de sobrevida livre de recorr&#xEA;ncia apoia esses resultados com uma raz&#xE3;o de risco de 0,78 (IC 95% = [0,67; 0,92], p = 0,0024) para Xelox <em>versus </em>5-FU/LV. Xelox mostrou uma tend&#xEA;ncia a sobrevida global superior, com uma raz&#xE3;o de risco de 0,87 (IC 95%= [0,72; 1,05], p = 0,1486) que se traduz em uma redu&#xE7;&#xE3;o de 13% no risco de morte. A taxa de sobrevida global de cinco anos foi de 78% para Xelox <em>versus </em>74% para 5-FU/LV. Os resultados de efic&#xE1;cia baseiam-se em um tempo mediano de observa&#xE7;&#xE3;o de 59 meses para a sobrevida global e 57 meses para a sobrevida livre de doen&#xE7;a. A taxa de retirada do estudo devido a eventos adversos foi maior no bra&#xE7;o de terapia combinada de Capecitabina com oxaliplatina (21%) quando comparada com ao bra&#xE7;o 5-FU/LV (9%) na popula&#xE7;&#xE3;o ITT, segundo estudo NO16968.</p> <h4>Monoterapia em c&#xE2;ncer colorretal metast&#xE1;tico</h4> <p>Dois estudos cl&#xED;nicos com desenho id&#xEA;ntico, multic&#xEA;ntricos, randomizados, controlados, de fase III foram conduzidos para estudar o uso de Capecitabina como tratamento de primeira linha no c&#xE2;ncer colorretal metast&#xE1;tico (SO14695; SO14796). Nesses estudos, 603 pacientes foram randomizados para o tratamento com Capecitabina (1.250 mg/m<sup>2</sup>, duas vezes ao dia, durante duas semanas, seguido de per&#xED;odo de descanso de uma semana, em ciclos de tr&#xEA;s semanas) e 604 pacientes foram randomizados para o tratamento com 5-FU e Leucovorin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong> (esquema de tratamento Mayo: 20 mg/m<sup>2</sup> de Leucovorin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong> i.v., seguido de 425 mg/m<sup>2</sup> i.v. de 5- FU em <em>bolus</em>, nos dias 1 a 5, a cada 28 dias).</p> <p>Os &#xED;ndices de resposta objetiva global em toda a popula&#xE7;&#xE3;o randomizada (avalia&#xE7;&#xE3;o do pesquisador) foi 25,7% (Capecitabina) <em>versus </em>16,7% (esquema de tratamento Mayo); p&lt; 0,0002. O tempo mediano at&#xE9; a progress&#xE3;o foi de 140 dias (Capecitabina) <em>versus </em>144 dias (esquema de tratamento Mayo). A sobrevida mediana foi de 392 dias (Capecitabina) <em>versus </em>391 dias (esquema de tratamento Mayo).<sup>3,4</sup></p> <h4>Terapia combinada no tratamento de primeira linha de c&#xE2;ncer colorretal</h4> <p>Um estudo cl&#xED;nico multic&#xEA;ntrico, randomizado, controlado, de fase 3 (NO16966) foi conduzido para o uso de Capecitabina em combina&#xE7;&#xE3;o com oxaliplatina ou em combina&#xE7;&#xE3;o com oxaliplatina e bevacizumabe (BV) para o tratamento de primeira linha de c&#xE2;ncer colorretal metast&#xE1;tico. 5 O estudo foi composto por duas partes: uma parte inicial com 2 bra&#xE7;os na qual os pacientes foram randomizados para dois grupos diferentes de tratamento, incluindo Xelox ou Folfox-4, e uma parte subsequente fatorial 2x2 com 4 grupos distintos de tratamento, incluindo Xelox + placebo (P), Folfox-4 + P, Xelox + BV e Folfox-4 + BV.</p> <h5>Os regimes de tratamento est&#xE3;o resumidos na tabela a seguir:</h5> <p><strong>Tabela 1. Regimes de tratamento no estudo NO16966</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"text-align:center; width:94px\">&amp;nbsp;</td> <td style=\"text-align:center; width:93px\"><strong>Tratamento</strong></td> <td style=\"text-align:center; width:104px\"><strong>Dose inicial</strong></td> <td style=\"width:133px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Esquema</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"3\" style=\"width:94px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Folfox-4</strong></p> <p style=\"text-align:center\">&amp;nbsp;</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:93px\">Oxaliplatina</td> <td style=\"text-align:center; width:104px\">85 mg/m<sup>2</sup> IV 2 h</td> <td style=\"width:133px\"> <p style=\"text-align:center\">Oxaliplatina no dia 1, cada 2 semanas</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:93px\"> <p style=\"text-align:center\">Leucovorin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:104px\">200 mg/m<sup>2</sup> IV 2 h</td> <td style=\"width:133px\"> <p style=\"text-align:center\">Leucovorin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong>&amp;nbsp;nos dias 1 e 2, cada 2 semanas</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:93px\"> <p style=\"text-align:center\">5-Fluorouracil</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:104px\">400 mg/m<sup>2</sup> IV <em>bolus</em>, 600 mg/m<sup>2</sup> IV 22 h</td> <td style=\"width:133px\"> <p style=\"text-align:center\">5-fluorouracil IV <em>bolus</em>/infus&#xE3;o, nos dias 1 e 2, cada 2 semanas</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:94px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Folfox-4 + Avastin<sup>&#xAE;</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:93px\">Placebo ou Avastin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong> </td> <td style=\"text-align:center; width:104px\">5 mg/kg IV 30-90 minutos</td> <td style=\"width:133px\"> <p style=\"text-align:center\">Dia 1, antes do Folfox-4, cada 2 semanas</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\" style=\"width:94px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Xelox</strong></p> <p style=\"text-align:center\">&amp;nbsp;</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:93px\">Oxaliplatina</td> <td style=\"text-align:center; width:104px\">130 mg/m<sup>2</sup> IV 2 h</td> <td style=\"width:133px\"> <p style=\"text-align:center\">Oxaliplatina no dia 1, cada 3 semanas</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:93px\"> <p style=\"text-align:center\">Capecitabina</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:104px\">1.000 mg/m<sup>2</sup> via oral, duas vezes ao dia</td> <td style=\"width:133px\"> <p style=\"text-align:center\">Capecitabina oral, duas vezes ao dia, por 2 semanas (seguido por 1 semana sem tratamento)</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:94px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Xelox + Avastin<sup>&#xAE;</sup></strong></p> </td> <td style=\"text-align:center; width:93px\">Placebo ou Avastin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong> </td> <td style=\"text-align:center; width:104px\">7,5 mg/kg IV 30 &#x2013; 90 minutos</td> <td style=\"width:133px\"> <p style=\"text-align:center\">Dia 1, antes de Xelox, cada 3 semanas</p> </td> </tr> </tbody> </table> <p>5-fluorouracil: inje&#xE7;&#xE3;o IV <em>bolus </em>imediatamente ap&#xF3;s Leucovorin<strong><sup>&#xAE;</sup></strong>.</p> <p>A n&#xE3;o inferioridade dos bra&#xE7;os contendo Xelox comparado aos bra&#xE7;os contendo Folfox-4, na compara&#xE7;&#xE3;o global, foi demonstrada nos termos de sobrevida livre de progress&#xE3;o (SLP) na popula&#xE7;&#xE3;o de pacientes eleg&#xED;vel e na popula&#xE7;&#xE3;o com inten&#xE7;&#xE3;o de tratamento (ITT) (veja tabela a seguir). Os resultados indicam que Xelox &#xE9; equivalente a Folfox-4 no que se refere &#xE0; sobrevida global. Uma compara&#xE7;&#xE3;o de Xelox + bevacizumabe <em>versus </em>Folfox-4 + bevacizumabe foi uma an&#xE1;lise explorat&#xF3;ria pr&#xE9;-especificada. Na compara&#xE7;&#xE3;o desse subgrupo de tratamento, Xelox + bevacizumabe foi similar a Folfox-4 + bevacizumabe no que se refere a sobrevida livre de progress&#xE3;o [raz&#xE3;o de risco 1,01 (IC 97,5% 0,84, 1,22)]. O acompanhamento mediano no tempo de an&#xE1;lise prim&#xE1;ria na popula&#xE7;&#xE3;o&amp;nbsp;com inten&#xE7;&#xE3;o de tratamento foi 1,5 anos. Os dados provenientes de an&#xE1;lises ap&#xF3;s um ano adicional do acompanhamento tamb&#xE9;m foram inclu&#xED;dos na tabela a seguir.</p> <p><strong>Tabela 2. Resultados de n&#xE3;o inferioridade fundamentais para a an&#xE1;lise prim&#xE1;ria e dos dados de acompanhamento de um ano (popula&#xE7;&#xF5;es EPP e ITT, estudo NO16966)</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>An&#xE1;lise prim&#xE1;ria</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"width:389px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Xelox/Xelox+P/ Xelox+BV (EPP*: N = 967; ITT**: N = 1.017)</strong></p> </td> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"width:837px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Folfox-4/Folfox-4+P/ Folfox-4+BV (EPP*: N = 937; ITT**: N = 1.017)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>Popula&#xE7;&#xE3;o</strong></p> </td> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"text-align:center\"><strong>Mediana de tempo para o evento (dias)</strong></td> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>Raz&#xE3;o de risco (IC 97,5%)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro: sobrevida livre de progress&#xE3;o</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">EPP</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:84px\">241</td> <td style=\"text-align:center; width:76px\">259</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,05 (0,94; 1,18)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">ITT</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:84px\">244</td> <td style=\"text-align:center; width:76px\">259</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,04 (0,93; 1,16)</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro: sobrevida global</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">EPP</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:84px\">577</td> <td style=\"text-align:center; width:76px\">549</td> <td> <p style=\"text-align:center\">0,97 (0,84; 1,14)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">ITT</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:84px\">581</td> <td style=\"text-align:center; width:76px\">553</td> <td> <p style=\"text-align:center\">0,96 (0,83; 1,12)</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Um ano adicional do acompanhamento</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro: sobrevida livre de progress&#xE3;o</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">EPP</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:84px\">242</td> <td style=\"text-align:center; width:76px\">259</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,02 (0,92; 1,14)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">ITT</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:84px\">244</td> <td style=\"text-align:center; width:76px\">259</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,01 (0,91; 1,12)</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro: sobrevida global</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">EPP</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:84px\">600</td> <td style=\"text-align:center; width:76px\">594</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,00 (0,88; 1,13)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">ITT</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:84px\">602</td> <td style=\"text-align:center; width:76px\">596</td> <td> <p style=\"text-align:center\">0,99 (0,88; 1,12)</p> </td> </tr> </tbody> </table> <p>*EPP = popula&#xE7;&#xE3;o de pacientes eleg&#xED;veis;<br> ** ITT = popula&#xE7;&#xE3;o com inten&#xE7;&#xE3;o de tratamento.</br></p> <h3>Terapia combinada no tratamento de segunda linha de c&#xE2;ncer colorretal</h3> <p>O estudo cl&#xED;nico NO16967 fase 3, multic&#xEA;ntrico, randomizado e controlado estudou a utiliza&#xE7;&#xE3;o de Capecitabina em combina&#xE7;&#xE3;o com oxaliplatina para o tratamento de segunda linha de c&#xE2;ncer colorretal metast&#xE1;tico<sup>6</sup>. Nesse estudo, 627 pacientes com carcinoma colorretal metast&#xE1;tico, e previamente tratados com irinotecano em combina&#xE7;&#xE3;o com um regime de fluoropimidina como terapia de primeira linha, foram randomizados para tratamento com Xelox ou Folfox-4. Para o esquema de dose de Xelox e Folfox-4 (sem adi&#xE7;&#xE3;o de placebo ou bevacizumabe), Xelox demonstrou ser n&#xE3;o inferior a Folfox-4 em termos de sobrevida livre de progress&#xE3;o na popula&#xE7;&#xE3;o per-protocolo e na popula&#xE7;&#xE3;o com inten&#xE7;&#xE3;o de tratamento. Os resultados indicam que Xelox &#xE9; equivalente a Folfox-4 em termos de SG. O acompanhamento mediano at&#xE9; o tempo da an&#xE1;lise prim&#xE1;ria na popula&#xE7;&#xE3;o com inten&#xE7;&#xE3;o de tratamento foi 2,1 anos. Os dados provenientes de uma an&#xE1;lise ap&#xF3;s seis meses adicionais do acompanhamento tamb&#xE9;m est&#xE3;o inclu&#xED;dos na tabela a seguir.</p> <p><strong>Tabela 3. Resultados de efic&#xE1;cia / n&#xE3;o inferioridade fundamentais para a an&#xE1;lise prim&#xE1;ria e dos dados de acompanhamento de seis meses do Estudo NO16967 (popula&#xE7;&#xF5;es PPP e ITT)</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>An&#xE1;lise prim&#xE1;ria</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Xelox (PPP*: N = 251; ITT**: N = 313)</strong></p> </td> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Folfox-4 (PPP*: N = 252; ITT**: N = 314)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>Popula&#xE7;&#xE3;o</strong></p> </td> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Mediana de tempo para o evento (dias)</strong></p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>Raz&#xE3;o de risco (IC 95%)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro: sobrevida livre de progress&#xE3;o</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">PPP</p> </td> <td style=\"text-align:center\">154</td> <td style=\"text-align:center\">168</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,03 (0,87; 1,24)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">&amp;nbsp;</p> <p style=\"text-align:center\">ITT</p> </td> <td style=\"text-align:center\">144</td> <td style=\"text-align:center\">146</td> <td> <p style=\"text-align:center\">0,97 (0,83; 1,14)</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro: sobrevida global</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">PPP</p> </td> <td style=\"text-align:center\">388</td> <td style=\"text-align:center\">401</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,07 (0,88; 1,31)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">ITT</p> </td> <td style=\"text-align:center\">363</td> <td style=\"text-align:center\">382</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,03 (0,87; 1,23)</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Seis meses adicionais do acompanhamento</strong></p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro: sobrevida livre de progress&#xE3;o</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">PPP</p> </td> <td style=\"text-align:center\">154</td> <td style=\"text-align:center\">166</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,04 (0,87; 1,24)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">ITT</p> </td> <td style=\"text-align:center\">143</td> <td style=\"text-align:center\">146</td> <td> <p style=\"text-align:center\">0,97 (0,83; 1,14)</p> </td> </tr> <tr> <td colspan=\"4\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro: sobrevida global</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">PPP</p> </td> <td style=\"text-align:center\">393</td> <td style=\"text-align:center\">402</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,05 (0,88; 1,27)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">ITT</p> </td> <td style=\"text-align:center\">363</td> <td style=\"text-align:center\">382</td> <td> <p style=\"text-align:center\">1,02 (0,86; 1,21)</p> </td> </tr> </tbody> </table> <p>*PPP = popula&#xE7;&#xE3;o per-protocolo.<br> **ITT = popula&#xE7;&#xE3;o com inten&#xE7;&#xE3;o de tratamento.</br></p> <p>Uma an&#xE1;lise combinada dos dados de efic&#xE1;cia do tratamento de primeira-linha (estudo NO16966; parte inicial de 2 bra&#xE7;os) e do tratamento de segunda-linha (estudo NO16967) proporciona suporte adicional aos resultados de n&#xE3;o inferioridade de Xelox <em>versus </em>Folfox-4, conforme obtido nos estudos individuais: a sobrevida livre do progress&#xE3;o na popula&#xE7;&#xE3;o per-protocolo [raz&#xE3;o de risco 1,00 (IC 95%: 0,88; 1,14)] com uma mediana de sobrevida livre de progress&#xE3;o de 193 dias (Xelox; 508 pacientes) <em>versus </em>204 dias (Folfox-4; 500 pacientes). Os resultados indicam que Xelox &#xE9; equivalente a Folfox-4 em termos de SG [raz&#xE3;o de risco 1,01 (IC 95%: 0,87; 1,17)] com uma mediana de SG de 468 dias (Xelox) <em>versus </em>478 dias (Folfox-4).</p> <h3>C&#xE2;ncer g&#xE1;strico</h3> <h4>Terapia combinada</h4> <p>Um estudo cl&#xED;nico multic&#xEA;ntrico, randomizado, controlado, de fase III estudou a utiliza&#xE7;&#xE3;o de Capecitabina para o tratamento de pacientes com c&#xE2;ncer g&#xE1;strico metast&#xE1;tico ou avan&#xE7;ado. 7 Nesse estudo, 160 pacientes foram randomizados para tratamento com Capecitabina (1.000 mg/m<sup>2</sup> , duas vezes ao dia, por duas semanas, seguido por per&#xED;odo de descanso de uma semana) e cisplatina (80 mg/m<sup>2</sup> em infus&#xE3;o de duas horas, a cada tr&#xEA;s semanas). Um total de 156 pacientes foram randomizados para tratamento com 5-FU (800 mg/m<sup>2</sup> por dia, infus&#xE3;o cont&#xED;nua dos dias 1 ao 5, durante tr&#xEA;s semanas) e cisplatina (80 mg/m<sup>2</sup>, em infus&#xE3;o no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas). O objetivo prim&#xE1;rio do estudo foi alcan&#xE7;ado, Capecitabina foi ao menos equivalente ao 5-FU em combina&#xE7;&#xE3;o com cisplatina no que se refere &#xE0; sobrevida livre de progress&#xE3;o (an&#xE1;lise realizada na popula&#xE7;&#xE3;o per-protocolo). O resultado da sobrevida global foi similar ao resultado da sobrevida livre de progress&#xE3;o (Tabela 4), ou seja, a combina&#xE7;&#xE3;o de Capecitabina e cisplatina foi equivalente &#xE0; combina&#xE7;&#xE3;o de 5-FU e cisplatina no que se refere &#xE0; mediana de sobrevida global.</p> <p><strong>Tabela 4. Resumo dos resultados dos principais par&#xE2;metros de efic&#xE1;cia (PPP, Estudo ML17032)</strong></p> <table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Par&#xE2;metro</strong></p> </td> <td colspan=\"2\" rowspan=\"1\" style=\"text-align:center\"> <p><strong>Mediana (meses) (IC de 95%)</strong></p> </td> <td colspan=\"1\" rowspan=\"2\"> <p style=\"text-align:center\">Raz&#xE3;o de risco (IC 95%)*</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>Capecitabina/ cisplatina (N = 139)</strong></p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\"><strong>5-FU / cisplatina (N = 137)</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Sobrevida livre de progress&#xE3;o</p> </td> <td style=\"text-align:center\">5,6 (4,9; 7,3)</td> <td style=\"text-align:center\">5,0 (4,2; 6,3)</td> <td> <p style=\"text-align:center\">0,81 (0,63; 1,04)</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Sobrevida global</p> </td> <td style=\"text-align:center\">10,5 (9,3; 11,2)</td> <td style=\"text-align:center\">9,3 (7,4; 10,6)</td> <td> <p style=\"text-align:center\">0,85 (0,64; 1,13)</p> </td> </tr> </tbody> </table> <p>* Efeito do tratamento n&#xE3;o ajustado em modelo proporcional de Cox.</p> <p>Um estudo cl&#xED;nico multic&#xEA;ntrico, randomizado, de fase III, comparando Capecitabina com 5-FU e oxaliplatina com cisplatina em pacientes com c&#xE2;ncer g&#xE1;strico avan&#xE7;ado foi conduzido para o tratamento de primeira linha de c&#xE2;ncer g&#xE1;strico avan&#xE7;ado.<sup>8,9</sup></p> <h4>Nesse estudo, 1.002 pacientes foram randomizados em um desenho fatorial 2x2 para um dos quatro bra&#xE7;os seguintes:</h4> <h5>ECF</h5> <p>Epirrubicina (50 mg/m<sup>2</sup> em <em>bolus </em>no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas), cisplatina (60 mg/m<sup>2</sup>, por infus&#xE3;o de duas horas, no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas) e 5-FU (200 mg/m2 por dia, administrado por infus&#xE3;o cont&#xED;nua por meio de um acesso central).</p> <h5>ECX</h5> <p>Epirrubicina (50 mg/m<sup>2</sup> em <em>bolus</em>, no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas), cisplatina (60 mg/m<sup>2</sup> como uma infus&#xE3;o de duas horas no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas) e Capecitabina (625 mg/m<sup>2</sup>, duas vezes por dia, continuamente).</p> <h5>EOF</h5> <p>Epirrubicina (50 mg/m<sup>2</sup> em <em>bolus </em>no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas), oxaliplatina (130 mg/m<sup>2</sup> administrado em infus&#xE3;o de duas horas no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas) e 5-FU (200 mg/m<sup>2</sup> diariamente administrado por infus&#xE3;o cont&#xED;nua por meio de acesso central).</p> <h5>EOX</h5> <p>Epirrubicina (50 mg/m<sup>2</sup> em <em>bolus </em>no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas), oxaliplatina (130 mg/m<sup>2</sup> administrado em infus&#xE3;o de duas horas no dia 1, a cada tr&#xEA;s semanas) e Capecitabina (625 mg/m<sup>2</sup> , duas vezes ao dia, continuamente).</p> <p>As an&#xE1;lises de efic&#xE1;cia prim&#xE1;ria na popula&#xE7;&#xE3;o per-protocolo demonstraram a n&#xE3;o inferioridade na sobrevida global para a Capecitabina <em>versus </em>esquemas baseados no 5-FU (raz&#xE3;o de risco 0,86, IC 95%: 0,80 a 0,99) e para a oxaliplatina <em>versus </em>esquemas baseados na cisplatina (raz&#xE3;o de risco 0,92, IC 95%: 0,8 a 1,1). A sobrevida m&#xE9;dia global foi de 10,9 meses em esquemas baseados na Capecitabina e 9,6 meses em esquemas com 5-FU. A sobrevida m&#xE9;dia global foi de 10,0 meses em esquemas baseados em cisplatina e 10,4 meses em esquemas baseados em oxaliplatina.</p> <p>Capecitabina tamb&#xE9;m tem sido usado em combina&#xE7;&#xE3;o com oxaliplatina no tratamento do c&#xE2;ncer g&#xE1;strico avan&#xE7;ado.<sup>10-12</sup></p> <h4>C&#xE2;ncer colorretal e g&#xE1;strico avan&#xE7;ado: meta-an&#xE1;lise</h4> <p>Uma meta-an&#xE1;lise de seis estudos cl&#xED;nicos (SO14695, SO14796, M66001, NO16966, NO16967, M17032) avaliou se Capecitabina pode substituir 5-FU no c&#xE2;ncer gastrintestinal.13,14 A an&#xE1;lise conjunta inclui 3.097 pacientes tratados com esquemas que continham Capecitabina e 3.074 pacientes tratados com esquemas que continham 5-FU. A raz&#xE3;o de risco para a sobrevida global foi de 0,94 (IC de 95%: 0,89 a 1,00, p = 0,0489), indicando que os esquemas que continham Capecitabina s&#xE3;o n&#xE3;o inferiores aos esquemas que continham 5-FU.</p> <h3>C&#xE2;ncer de mama</h3> <h4>Terapia combinada</h4> <p>Capecitabina para o tratamento de pacientes com c&#xE2;ncer de mama metast&#xE1;tico ou localmente avan&#xE7;ado, em combina&#xE7;&#xE3;o com docetaxel, ap&#xF3;s insucesso de quimioterapia citot&#xF3;xica incluindo uma antraciclina foi estudado em um estudo cl&#xED;nico multic&#xEA;ntrico, randomizado, controlado, de fase III. Nesse estudo, 255 pacientes foram randomizados para tratamento com Capecitabina (1.250 mg/m<sup>2 </sup>, duas vezes ao dia, durante duas semanas, seguido por per&#xED;odo de descanso de uma semana) e docetaxel (75 mg/m<sup>2</sup>, por infus&#xE3;o intravenosa de uma hora, a cada tr&#xEA;s semanas). Um total de 256 pacientes foram randomizados para tratamento com docetaxel isoladamente (100 mg/m<sup>2</sup>, por infus&#xE3;o intravenosa de uma hora, a cada tr&#xEA;ssemanas). A sobrevida foi superior no grupo tratado com a combina&#xE7;&#xE3;o Capecitabina + docetaxel (p = 0,0126). A sobrevida mediana foi de 442 dias (Capecitabina + docetaxel) <em>versus </em>352 dias (docetaxel isoladamente). Os &#xED;ndices de resposta objetiva global em toda a popula&#xE7;&#xE3;o randomizada (avalia&#xE7;&#xE3;o do pesquisador) foram 41,6% (Capecitabina + docetaxel) <em>versus </em>29,7% (docetaxel isolado); p = 0,0058. O tempo at&#xE9; a progress&#xE3;o da doen&#xE7;a ou morte foi superior no grupo tratado com a combina&#xE7;&#xE3;o Capecitabina + docetaxel (p&lt; 0,0001). O tempo mediano at&#xE9; a progress&#xE3;o da doen&#xE7;a foi de 186 dias (Capecitabina + docetaxel) <em>versus </em>128 dias (docetaxel isoladamente).<sup>15 </sup></p> <h4>Monoterapia</h4> <p>Dois estudos cl&#xED;nicos multic&#xEA;ntricos, de fase II foram conduzidos para determinar o uso de Capecitabina em monoterapia para o tratamento de pacientes com c&#xE2;ncer de mama metast&#xE1;tico ou localmente avan&#xE7;ado ap&#xF3;s insucesso com um taxano e de regime quimioter&#xE1;pico com antraciclina ou para aqueles pacientes nos quais a terapia adicional com antraciclina n&#xE3;o est&#xE1; indicada. Nesses estudos, um total de 236 pacientes foi tratado com Capecitabina (1.250 mg/m<sup>2</sup>, duas vezes ao dia, durante duas semanas, seguido por per&#xED;odo de descanso de uma semana). Os &#xED;ndices de resposta objetiva global (avalia&#xE7;&#xE3;o do pesquisador) foram 20% (primeiro estudo) e 25% (segundo estudo). O tempo mediano at&#xE9; a progress&#xE3;o da doen&#xE7;a foi de 93 e de 98 dias. A sobrevida mediana foi de 384 e de 373 dias.<sup>13, 16-18 </sup></p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1 Twelves C., Wong A., Nowacki M. P., Abt M., Burris H. III, et al. Capecitabine as Adjuvant Treatment for Stage III Colon Cancer. N Engl J Med; 352:2696-2704, 2005.<br> &amp;nbsp;2 Haller DG, Cassidy J, Tabernero J, et al. Efficacy findings from a randomized phase III trial of capecitabine plus oxaliplatin versus bolus 5-FU/LV for stage III colon cancer (NO16968): No impact of age on disease-free survival (DFS). Presented at ASCO GI 2010 (abstract 284).<br> 3 Hoff PM, Ansari R, Batist G, et al. Comparison of Oral Capecitabine Versus Intravenous Fluorouracil Plus Leucovorin as First-Line Treatment in 605 Patients With Metastatic Colorectal Cancer: Results of a Randomized Phase III Study. J Clin Oncol: 19:2282-2292, 2001.<br> 4 Van Cutsem E, Twelves C, Cassidy J, et al. Oral Capecitabine Compared With Intravenous Fluorouracil Plus Leucovorin in Patients With Metastatic Colorectal Cancer: Results of a Large Phase III Study. J Clin Oncol 19:4097-4106, 2001.<br> 5 Cassidy J, Clarke S, Diaz-Rubio E, et al. Randomized phase III study of capecitabine plus oxaliplatin compared with fluorouracil/folinic acid plus oxaliplatin as first-line therapy for metastatic colorectal cancer. J Clin Oncol 26:2006-2012, 2008.<br> 6 Rothenberg ML, Cox JV, Butts C, et al. Capecitabine plus oxaliplatin (Xelox) versus 5-fluorouracil/folinic acid plus oxaliplatin (Folfox-4) as second-line therapy in metastatic colorectal cancer: a randomized phase III noninferiority study. Ann Oncol 19:1720-1726, 2008.<br> 7 Kang YK, Kang WK, Shin DB, et al. Capecitabine/cisplatin versus 5-fluorouracil/cisplatin as first-line therapy in patients with advanced gastric cancer: a randomised phase III noninferiority trial. Ann Oncol 20(4):666-73, 2009.<br> 8 Sumpter K, et al. Report of two protocol planned interim analyses in a randomised multicenter phase III study comparing capecitabine with fluorouracil and oxaliplatin with cisplatin in patients with advanced oesophagogastric cancer receiving ECF. Br J Cancer 2005;92:1976-1983 (CDS Vs 5.0)<br> 9 Cunningham D, et al. Capecitabine and oxaliplatin for advanced esophagogastric cancer. N Eng J Med 358:36-46, 2008.<br> 10 Park YH, et al. Oxaliplatin and capecitabine combination chemotherapy for patients with advanced gastric carcinoma: A pilot study results. Proc Am Soc Clin Oncol 2005;23:357S, Abstract 4199 (CDS Vs 5.0)<br> 11 Park YH, et al. A phase II study of capecitabine plus 3-weekly oxaliplatin as first-line therapy for patients with advanced gastric cancer. Br J Cancer 2006;94(7):959-963 (CDS Vs 5.0)<br> 12 Park YH, et al. A phase II study of capecitabine plus oxaliplatin (Xelox) as first-line therapy for patients with advanced gastric cancer. ASCO Annual Meeting, Atlanta, Georgia, 02-06 June 2006. Poster associated with Abstract 4079 (CDS Vs 5.0)<br> 13 Meta-analysis of trials comparing capecitabine versus 5-FU in gastrointestinal malignancies. (CDS Vs 6.0)<br> 14 Cassidy J, Rothenberg M, Saltz L, et al. Efficacy of capecitabine vs. 5-FU in colorectal and gastric cancer: Metaanalysis of survival in 6 clinical trials. ASCO GI 2008 (abstract 340).<br> 15 O&#x2019;Shaughnessy J, Miles D, VukeljaS, et al. Superior survival with capecitabine plus docetaxel combination therapy in antracycline pretreated patients with advanced breast cancer: Phase III trial results. J Clin Oncol 20:2812 - 23, 2002.<br> 16 Griffin T. and Burger H-U. An open-label randomized phase II study comparing the efficacy and safety of continuous therapy with capecitabine, intermittent therapy with capecitabine and intermittent therapy with capecitabine in combination with oral leucovorin as first line therapy in patients with advanced and/or metastatic colorectal carcinoma. (Protocol SO14797). Research Report N-139265, October 28, 1997 (CDS Vs 1.1)<br> 17 Blum JL, Jones SE, Buzdar AU, et al. Multicenter phase II study of capecitabine in paclitaxel-refractory metastatic breast cancer. J Clin Oncol 17:485-493, 1999. 8<br> 18. Blum JL, Dieras V, Lo Russo PM, et al. Multicenter, phase II study of capecitabine in taxane-pretreated metastatic breast carcinoma patients. Cancer 92:1759&#x2013;68, 2001.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Farmacodin&#xE2;mica</h3> <h4>Mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>A Capecitabina &#xE9; derivada do carbamato de fluoropirimidina, um agente citot&#xF3;xico tumor ativado e tumor seletivo, que foi planejado para administra&#xE7;&#xE3;o oral. A Capecitabina &#xE9; at&#xF3;xica <em>in vitro</em>; <em>in vivo</em>, no entanto, &#xE9; sequencialmente convertida para a fra&#xE7;&#xE3;o citot&#xF3;xica 5-fluoruracila (5-FU), que, por sua vez, &#xE9; posteriormente metabolizada. A forma&#xE7;&#xE3;o de 5-FU ocorre preferencialmente no tumor por um fator angiog&#xEA;nico associado ao tumor, denominado timidina fosforilase (dThdPase), minimizando assim a exposi&#xE7;&#xE3;o dos tecidos sadios do organismo a 5-FU sist&#xEA;mica.</p> <p>A biotransforma&#xE7;&#xE3;o enzim&#xE1;tica sequencial da Capecitabina para 5-FU leva a maiores concentra&#xE7;&#xF5;es de 5-FU nos tecidos tumorais. Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral de Capecitabina para pacientes com c&#xE2;ncer colorretal (n = 8), a raz&#xE3;o entre a concentra&#xE7;&#xE3;o de 5-FU nos tumores colorretais <em>versus </em>tecidos adjacentes foi de 3,2 (varia&#xE7;&#xE3;o de 0,9 a 8,0). A raz&#xE3;o entre a concentra&#xE7;&#xE3;o de 5-FU no tumor <em>versus </em>plasma foi de 21,4 (varia&#xE7;&#xE3;o de 3,9 a 59,9), enquanto a raz&#xE3;o entre os tecidos saud&#xE1;veis e o plasma foi de 8,9 (varia&#xE7;&#xE3;o de 3,0 a 25,8). A atividade da timidina fosforilase foi quatro vezes maior no tumor colorretal prim&#xE1;rio do que no tecido adjacente normal.</p> <p>Diversos tumores humanos, como c&#xE2;ncer de mama, g&#xE1;strico, colorretal, colo de &#xFA;tero e ovariano, apresentam n&#xED;vel de timidina fosforilase maior [capaz de converter 5&apos;-DFUR (5&apos;-desoxi-5-fluorouridina) em 5-FU] do que os tecidos normais correspondentes.</p> <p>Tanto as c&#xE9;lulas normais quanto as c&#xE9;lulas tumorais metabolizam o 5-FU para monofosfato de 5-fluoro-2- desoxiuridina (FdUMP) e trifosfato de 5-fluoruridina (FUTP). Esses metab&#xF3;litos causam dano &#xE0; c&#xE9;lula por meio de dois mecanismos diferentes. Inicialmente, o FdUMP e o cofator folato N5-10 -metilenotetrahidrofolato ligam-se &#xE0; timidilato sintetase (TS) para formar um complexo tern&#xE1;rio covalente. Essa liga&#xE7;&#xE3;o inibe a forma&#xE7;&#xE3;o de timidilato a partir do uracil. A timidilato &#xE9; a precursora necess&#xE1;ria do trifosfato de timidina, que por sua vez, &#xE9; essencial para a s&#xED;ntese de DNA, de forma que uma defici&#xEA;ncia desse composto pode inibir a divis&#xE3;o celular. Al&#xE9;m disso, as enzimas nucleares de transcri&#xE7;&#xE3;o podem incorporar FUTP erroneamente, no lugar do trifosfato de uridina (UTP), durante a s&#xED;ntese de RNA. Esse erro metab&#xF3;lico pode interferir com o processamento do RNA e com a s&#xED;ntese proteica.</p> <h3>Farmacocin&#xE9;tica</h3> <h4>Absor&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral, a Capecitabina &#xE9; r&#xE1;pida e extensamente absorvida, seguida da extensa convers&#xE3;o nos metab&#xF3;litos, 5&#x2019;-desoxi-5-fluorcitidina (5&#x2019;-DFCR) e 5&apos;-desoxi-5-fluorouridina (5&#x2019;-DFUR).</p> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o com alimentos diminui a taxa de absor&#xE7;&#xE3;o da Capecitabina, por&#xE9;m, com m&#xED;nimo efeito sobre as &#xE1;reas sob a curva (AUC) do 5&#x2019;-DFUR e de seu metab&#xF3;lito subsequente, 5-FU. No d&#xE9;cimo quarto dia de administra&#xE7;&#xE3;o, ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o de alimento, com a dose de 1.250 mg/m<sup>2</sup>, as concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas m&#xE1;ximas (C<sub>max</sub> em &#xB5;g/mL) para a Capecitabina, 5&#x2019;-DFCR, 5&#x2019;DFUR, 5-FU e FBAL (&#x3B1;-fluoro-&#x3B2;alanina, metab&#xF3;lito inativo do 5-FU) foram 4,47, 3,05, 12,1, 0,95 e 5,46, respectivamente. Os tempos para atingir as concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas m&#xE1;ximas (T<sub>m&#xE1;x</sub> em horas) foram 1,50, 2,00, 2,00, 2,00 e 3,34. Os valores da AUC0<sup>-&#x221E; </sup>em &#xB5;g*h/mL foram 7,75, 7,24, 24,6, 2,03 e 36,3.</p> <h4>Distribui&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>Liga&#xE7;&#xE3;o proteica Estudos realizados com plasma humano <em>in vitro </em>determinaram que as liga&#xE7;&#xF5;es da Capecitabina, 5&#x2019;-DFCR, 5&#x2019;-DFUR e 5-FU &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a>, principalmente &#xE0; albumina, foram de 54%, 10%, 62% e 10%, respectivamente.</p> <h4>Metabolismo</h4> <p>A Capecitabina &#xE9; metabolizada inicialmente, por meio da carboxilesterase hep&#xE1;tica, para 5&#x2019;-DFCR, que &#xE9; convertida a seguir em 5&#x2019;-DFUR pela da citidina desaminase, localizada principalmente no f&#xED;gado e nos tecidos tumorais.</p> <p>A forma&#xE7;&#xE3;o de 5-FU ocorre preferencialmente no tumor pelo fator angiog&#xEA;nico associado ao tumor, dThdPase (timidina-fosforilase), minimizando assim a exposi&#xE7;&#xE3;o sist&#xEA;mica dos tecidos sadios do organismo a 5-FU sist&#xEA;mica.</p> <p>A AUC plasm&#xE1;tica de 5-FU &#xE9; 6 a 22 vezes menor que aquela observada ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o intravenosa em <em>bolus </em>de 5-FU (dose de 600 mg/m<sup>2</sup>). Os metab&#xF3;litos da Capecitabina tornam-se citot&#xF3;xicos somente ap&#xF3;s sua convers&#xE3;o para 5-FU e para anab&#xF3;litos de 5-FU.</p> <p>O 5-FU &#xE9; ent&#xE3;o catabolizado, dando origem aos metab&#xF3;litos inativos diidro-5-fluoruracila (FUH2), &#xE1;cido 5- fluoro-ureidopropi&#xF4;nico (FUPA) e &#x3B1;-fluoro-&#x3B2;-alanina (FBAL), via diidropirimidina desidrogenase (DPD), a qual &#xE9; limitante da taxa.</p> <h4>Elimina&#xE7;&#xE3;o</h4> <p>As meias-vidas de elimina&#xE7;&#xE3;o (t&#xBD; em horas) da Capecitabina, 5&#x2019;-DFCR, 5&#x2019;-DFUR, 5-FU e FBAL foram 0,85, 1,11, 0,66, 0,76 e 3,23, respectivamente. A farmacocin&#xE9;tica da Capecitabina foi avaliada em uma faixa de dose de 502 a 3.514 mg/m<sup>2</sup> /dia. Os par&#xE2;metros da Capecitabina, do 5&#x2019;-DFCR e 5&#x2019;-DFUR medidos nos dias 1 e 14 foram similares. A AUC de 5-FU foi de 30% a 35% maior no dia 14, mas n&#xE3;o aumentou nos dias seguintes (dia 22). Com doses terap&#xEA;uticas, a farmacocin&#xE9;tica da Capecitabina e de seus metab&#xF3;litos foi proporcional &#xE0; dose, exceto para 5-FU.</p> <p>Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral, os metab&#xF3;litos da Capecitabina s&#xE3;o recuperados principalmente na urina , cerca de 95,5% da dose. A excre&#xE7;&#xE3;o fecal &#xE9; m&#xED;nima (2,6%). O principal metab&#xF3;lito excretado na urina &#xE9; FBAL, que representa 57% da dose administrada. Aproximadamente 3% da dose administrada &#xE9; excretada na urina como f&#xE1;rmaco inalterado.</p> <h4>Terapia combinada</h4> <p>Em estudos fase I, n&#xE3;o foram demonstrados efeitos de Capecitabina sobre a farmacocin&#xE9;tica do docetaxel ou do paclitaxel (C<sub>m&#xE1;x</sub> e AUC), assim como nenhum efeito foi observado do docetaxel ou do paclitaxel sobre a farmacocin&#xE9;tica do 5&#x2019;-DFUR (o metab&#xF3;lito mais importante da Capecitabina).</p> <h4>Farmacocin&#xE9;tica em popula&#xE7;&#xF5;es especiais</h4> <p>A an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica da popula&#xE7;&#xE3;o foi realizada ap&#xF3;s o tratamento de 505 pacientes, portadores de c&#xE2;ncer colorretal, com Capecitabina, na dose de 1.250 mg/m<sup>2</sup>, duas vezes ao dia. Sexo, presen&#xE7;a ou aus&#xEA;ncia de met&#xE1;stases hep&#xE1;ticas ao diagn&#xF3;stico, Desempenho de Karnofsky, bilirrubina total, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/albumina-serica\" target=\"_blank\">albumina s&#xE9;rica</a>, TGO e TGP n&#xE3;o tiveram efeito estatisticamente significativo sobre a farmacocin&#xE9;tica do 5&#x2019;-DFUR, 5-FU e FBAL.</p> <h5>Insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica em decorr&#xEA;ncia de met&#xE1;stases hep&#xE1;ticas</h5> <p>Nenhum efeito clinicamente significativo foi observado na bioativa&#xE7;&#xE3;o e farmacocin&#xE9;tica da Capecitabina em pacientes portadores de c&#xE2;ncer com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica leve a moderada devida a met&#xE1;stases hep&#xE1;ticas. Nenhum estudo formal de farmacocin&#xE9;tica foi realizado e nenhum dado farmacocin&#xE9;tico populacional foi coletado em pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica.</p> <h5>Insufici&#xEA;ncia renal</h5> <p>Com base em estudo farmacocin&#xE9;tico em pacientes com c&#xE2;ncer e insufici&#xEA;ncia renal leve a grave, n&#xE3;o h&#xE1; evid&#xEA;ncia de efeito da depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina sobre a farmacocin&#xE9;tica da droga intacta e de 5-FU. Foi constatada que a depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina influencia a exposi&#xE7;&#xE3;o sist&#xEA;mica ao 5&#x2019;-DFUR (35% de aumento da AUC, quando a depura&#xE7;&#xE3;o de creatinina diminui em 50%) e ao FBAL (aumento de 114% da AUC, quando a depura&#xE7;&#xE3;o creatinina diminui em 50%). O FBAL &#xE9; um metab&#xF3;lito sem atividade antiproliferativa; o 5&#x2019;- DFUR &#xE9; um precursor direto do 5-FU.</p> <h5>Popula&#xE7;&#xE3;o geri&#xE1;trica</h5> <p>Com base na an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica da popula&#xE7;&#xE3;o, incluindo pacientes com idades de 27 a 86 anos, sendo 234 (46%) pacientes com idade superior ou igual a 65 anos, a idade n&#xE3;o teve influ&#xEA;ncia na farmacocin&#xE9;tica do 5&#x2019;-DFUR e 5-FU. A AUC do FBAL aumentou com a idade (20% no aumento da idade resultou em 15% de aumento na AUC do FBAL). Esse aumento provavelmente &#xE9; devido &#xE0; altera&#xE7;&#xE3;o na fun&#xE7;&#xE3;o renal.</p> <h5>Etnia</h5> <p>Baseado na an&#xE1;lise farmacocin&#xE9;tica da popula&#xE7;&#xE3;o, que incluiu 455 pacientes brancos (90,1%), 22 pacientes negros (4,4%) e 28 pacientes de outra ra&#xE7;a ou etnia (5,5%), n&#xE3;o houve diferen&#xE7;as quanto &#xE0; farmacocin&#xE9;tica da Capecitabina entre pacientes negros e brancos.</p> <h4>Seguran&#xE7;a n&#xE3;o-cl&#xED;nica</h4> <h5>Carcinogenicidade</h5> <p>Estudos de carcinogenicidade de dois anos conduzidos em ratos n&#xE3;o revelaram nenhuma evid&#xEA;ncia de potencial carcinog&#xEA;nico para Capecitabina.</p> <h5>Genotoxicidade</h5> <p>Capecitabina n&#xE3;o se mostrou mutag&#xEA;nico<em> in vitro</em> para bact&#xE9;rias (teste de Ames) ou para c&#xE9;lulas de mam&#xED;feros (ensaio de muta&#xE7;&#xE3;o do gene V79/HPRT de hamster chin&#xEA;s). Entretanto, semelhantemente a outros an&#xE1;logos de nucleos&#xED;deos (isto &#xE9;, 5-FU), Capecitabina foi clastog&#xEA;nico em linf&#xF3;citos humanos (<em>in vitro</em>) e uma tend&#xEA;ncia positiva foi observada em testes do micron&#xFA;cleo de medula &#xF3;ssea de camundongo (<em>in vivo</em>).</p> <h5>Toxicidade reprodutiva</h5> <p>A administra&#xE7;&#xE3;o oral de Capecitabina em f&#xEA;meas de camundongo prenhes durante o per&#xED;odo de organog&#xEA;nese na dose de 198 mg/kg/dia causou malforma&#xE7;&#xF5;es e letalidade dos embri&#xF5;es. Em estudos farmacocin&#xE9;ticos separados, esta dose em camundongos produziu valores de AUC e 5&#x2019;-DFUR que foram aproximadamente 0,2 vezes os valores de AUC em pacientes recebendo a dose di&#xE1;ria recomendada. A administra&#xE7;&#xE3;o via oral de Capecitabina em macacas prenhes durante o per&#xED;odo de organog&#xEA;nese na dose de 90 mg/kg/dia, causou letalidade fetal. Esta dose produziu valores de AUC de 5&#x2019;-DFUR que foram aproximadamente 0,6 vezes os valores de AUC em pacientes recebendo a dose di&#xE1;ria recomendada.</p> <h5>Comprometimento da fertilidade</h5> <p>Em estudo de fertilidade e desempenho reprodutivo geral em camundongos, doses orais de 760 mg/kg/dia apresentaram efeito sobre o estro e, consequentemente, causaram a redu&#xE7;&#xE3;o da fertilidade feminina. Nos camundongos que engravidaram, nenhum feto sobreviveu a essa dose. A perturba&#xE7;&#xE3;o no estro foi revers&#xED;vel.</p> <p>Nos machos, esta dose causou altera&#xE7;&#xF5;es degenerativas nos test&#xED;culos, incluindo redu&#xE7;&#xE3;o no n&#xFA;mero de espermat&#xF3;citos e esperm&#xE1;tides. Em estudos farmacocin&#xE9;ticos, esta dose produziu valores de AUC de 5&#x2019;- DFUR cerca de 0,7 vezes os valores correspondentes em pacientes aos quais foi administrada a dose di&#xE1;ria recomendada.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Coama?

Conservar em temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30º Graus). Proteger da luz e umidade. Proteger do calor.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Descarte de medicamentos não utilizados e/ou com data de validade vencida

O descarte de medicamentos no meio ambiente deve ser minimizado. Os medicamentos não devem ser descartados no esgoto, e o descarte em lixo doméstico deve ser evitado. Utilize o sistema de coleta local estabelecido, se disponível.

Qualquer medicamento não utilizado ou resíduos devem ser eliminados de acordo com as orientações locais.

Caracteristicas físicas e organolépticas

150mg e 500mg

Comprimido revestido na cor rosa, oblongo, biconvexo e liso.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Coama

Comprimidos revestidos de 150 mg e 500 mg. Embalagens contendo 60 e 120.

Uso oral.

Uso adulto.

Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

Dizeres Legais do Coama

M.S. nº. 1.0235.1292

Farm. Resp.:
Dra. Telma Elaine Spina
CRF-SP nº 22.234

EMS S/A:
Rod. Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 08
Bairro Chácara Assay Hortolândia – SP
CEP 13186-901
CNPJ nº 57.507.378/0003-65
Indústria brasileira




SAC:
0800-191914

Venda sob prescrição médica.

Fabricante: EMS

© 2021 Medicamento Lab.