EMS Leverctin

6mg, caixa com 2 comprimidos

Princípio ativo
:
Ivermectina
Classe Terapêutica
:
Anti-Helmínticos Exceto Esquistossomicidas (P1c)
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Antiparasitários
Especialidade
:
Dermatologia e Infectologia

Bula do medicamento

Leverctin, para o que é indicado e para o que serve?

Leverctin é indicado para o tratamento de várias condições causadas por vermes ou parasitas.

Estudos demonstram que a ivermectina funciona no tratamento das seguintes infecções:

Estrongiloidíase intestinal

Causada por um parasita denominado Strongyloides stercoralis.

Oncocercose

Causada por um parasita denominado Onchocerca volvulus.

Filariose (elefantíase)

Causada pelo parasita Wuchereria bancrofti.

Ascaridíase (lombriga)

Causada pelo parasita Ascaris lumbricoides.

Escabiose (sarna)

Causada pelo ácaro Sarcoptes scabiei.

Pediculose (piolho)

Causada pelo ácaro Pediculus humanus capitis.

Como o Leverctin funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>Leverctin &#xE9; um medicamento que atua contra v&#xE1;rias esp&#xE9;cies de parasitas e vermes. Sua a&#xE7;&#xE3;o se d&#xE1; por meio da paralisa&#xE7;&#xE3;o da musculatura de vermes e parasitas, ocasionando suas mortes e eliminando-os do seu corpo. Este medicamento &#xE9; rapidamente absorvido por via oral, atingindo uma concentra&#xE7;&#xE3;o m&#xE1;xima no sangue em 4 horas, sendo eliminado em at&#xE9; 18 horas.</p> "}

Quais as contraindicações do Leverctin?

Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes alérgicos à ivermectina ou a algum dos componentes da fórmula, por pacientes com meningite ou outras afecções do Sistema Nervoso Central.

Este medicamento é contraindicado para uso por crianças com menos de 15 Kg ou menores de 5 anos.

Estudos mostraram doses entre 150 mcg/kg a 200 mcg/kg por dia, dose única, via oral, dependendo do tipo de infecção que o paciente apresente.

Como usar o Leverctin?

Os comprimidos de Leverctin devem ser ingeridos com água.

Em geral, uma dose única do medicamento é suficiente para a eliminação de vermes e parasitas. A necessidade, ou não, de repetir o tratamento dependerá de avaliação médica e/ou realização de testes laboratoriais.

Estrongiloidíase, Filariose, Ascaridíase, Escabiose e Pediculose

A dosagem recomendada de Leverctin para o tratamento destas condições causadas por vermes ou parasitas numa única dose oral visa fornecer aproximadamente 200 mcg de ivermectina por kg de peso corporal.

Consulte a Tabela 1 para orientar-se em relação à dosagem. Em geral, não são necessárias outras doses. Contudo, devem ser feitos exames de fezes para acompanhamento (estrongiloidíase) e avaliações clínicas (demais afecções), para verificar a eliminação dos vermes ou parasitas.

Tabela 1 -&nbsp;Orientação de dosagem de Leverctin para estrongiloidíase, filariose, ascaridíase, escabiose e Pediculose:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Peso corporal (kg)&amp;nbsp;</strong></p> </td> <td style=\"width:210px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Dose oral &#xFA;nica</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">15 a 24</p> </td> <td style=\"width:210px\"> <p style=\"text-align:center\">&#xBD; comprimido</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">25 a 35</p> </td> <td style=\"width:210px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">36 a 50</p> </td> <td style=\"width:210px\"> <p style=\"text-align:center\">1 &#xBD; comprimidos</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">51 a 65</p> </td> <td style=\"width:210px\"> <p style=\"text-align:center\">2 comprimidos</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">66 a 79</p> </td> <td style=\"width:210px\"> <p style=\"text-align:center\">2 &#xBD; comprimidos</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">&#x2265; 80</p> </td> <td style=\"width:210px\"> <p style=\"text-align:center\">200 mcg/kg</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Estrongiloidíase

Você deve se submeter a repetidos exames de fezes para documentar a ausência de infecção por Strongyloides stercoralis.

Ascaridíase (lombriga)

Você deve se submeter a exames de fezes para acompanhamento e comprovação da cura.

Filariose (elefantíase)

Você deve continuar com acompanhamento médico, pois a Leverctin não elimina as formas adultas da Wuchereria bancrofti.

Escabiose (sarna)

Você deve retornar ao médico após 1 ou 2 semanas para se certificar da cura.

Pediculose (piolho)

As lêndeas que estiverem mais aderidas deverão ser removidas manualmente, ou utilizando-se um pente fino. Isto deve ser repetido até que se tenha certeza que não haja mais lêndeas no paciente.

Oncocercose

A dosagem recomendada de Leverctin para o tratamento da oncocercose é uma dose oral única que visa fornecer aproximadamente 150 mcg de ivermectina por quilo de peso corporal.

Consulte a Tabela 2 para orientar-se em relação à dosagem. Em campanhas de distribuição em massa, inseridas em programas de tratamento internacional, o intervalo entre doses usado de forma mais comum foi de doze meses. No tratamento individual de pacientes, pode-se reconsiderar uma nova dosagem em intervalos de três meses.

Tabela 2 - Orientação de dosagem de Leverctin para a oncocercose

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:236px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Peso corporal (kg)&amp;nbsp;</strong></p> </td> <td style=\"width:208px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Dose oral &#xFA;nica&amp;nbsp;</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:236px\"> <p style=\"text-align:center\">15 a 25</p> </td> <td style=\"width:208px\"> <p style=\"text-align:center\">&#xBD; comprimido</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:236px\"> <p style=\"text-align:center\">26 a 44</p> </td> <td style=\"width:208px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:236px\"> <p style=\"text-align:center\">45 a 64</p> </td> <td style=\"width:208px\"> <p style=\"text-align:center\">1 &#xBD; comprimidos</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:236px\"> <p style=\"text-align:center\">65 a 84</p> </td> <td style=\"width:208px\"> <p style=\"text-align:center\">2 comprimidos</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:236px\"> <p style=\"text-align:center\">&#x2265; 85</p> </td> <td style=\"width:208px\"> <p style=\"text-align:center\">150 mcg/kg</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Você deve saber que o tratamento com Leverctin não elimina os parasitas Onchocerca adultos e, portanto, normalmente é necessário o acompanhamento e novo tratamento.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Leverctin?

{"tag":"hr","value":" <p>Esse item n&#xE3;o &#xE9; aplic&#xE1;vel a este medicamento, pois trata-se de medicamento de dose &#xFA;nica.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Leverctin?

Após o tratamento com Leverctin, os pacientes com dermatite de origem oncológica podem apresentar maior probabilidade que outros de sofrer reações adversas severas, especialmente edemas e agravamento da oncodermatite.

Estrongiloidíase

É necessário realizar exames de fezes para acompanhamento e comprovação da cura.

Oncocercose

O tratamento com Leverctin não elimina os parasitas Onchocerca adultos podendo ser necessário um novo tratamento.

Filariose (elefantíase)

O tratamento elimina apenas as microfilárias, portanto, não haverá reversão das alterações clínicas já existentes decorrentes dos parasitas adultos.

Ascaridíase (lombriga)

É necessário realizar exames de fezes para acompanhamento e comprovação da cura.

Pediculose (piolho) e Escabiose (sarna)

Deve ser realizada reavaliação médica em 1 a 2 semanas para comprovação da cura. Nesses casos também devem ser tratados os contactantes infestados.

Estrongiloidíase em hospedeiros imunocomprometidos (com baixa imunidade)

Em pacientes com baixa imunidade (incluindo os portadores de HIV) em tratamento de estrongiloidíase intestinal, pode ser necessário repetir a terapia. O tempo de tratamento e a dose adequada serão avaliados individualmente pelo médico assistente.

Sarna crostosa em hospedeiros imunocomprometidos (com baixa imunidade)

Em pacientes com baixa imunidade (incluindo os portadores de HIV) em tratamento de sarna crostosa, pode ser necessário repetir a terapia.

Gravidez

Categoria de risco: C - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Amamentação

A ivermectina é excretada no leite materno em baixas concentrações. O uso deste medicamento durante a amamentação somente deve ser feito quando indicado pelo médico.

Pediatria

Como ainda não se dispõe de dados clínicos suficientes referentes ao tratamento de crianças menores de 5 anos ou com menos de 15 kg, o uso deste&nbsp;medicamento por pacientes desta faixa etária não deve ser realizado.

Pacientes idosos

As recomendações para pacientes idosos são semelhantes às destinadas aos pacientes adultos.

Advertências do&nbsp;Leverctin

{"tag":"hr","value":" <p>Os pacientes portadores de oncocercose podem sofrer rea&#xE7;&#xF5;es na pele ou mesmo sist&#xEA;micas.</p> <h3>Para evitar futuras infesta&#xE7;&#xF5;es por parasitas, as seguintes medidas podem ser adotadas:</h3> <ul> <li>Manter limpas as instala&#xE7;&#xF5;es sanit&#xE1;rias e lavar as m&#xE3;os ap&#xF3;s utiliz&#xE1;-las;</li> <li>Evitar andar descal&#xE7;o;</li> <li>Cortar e manter limpas as unhas;</li> <li>Beber &#xE1;gua filtrada ou fervida;</li> <li>Lavar e cozinhar bem os alimentos;</li> <li>Manter os alimentos e dep&#xF3;sitos de &#xE1;gua cobertos;</li> <li>Combater os insetos;</li> <li>Lavar as m&#xE3;os antes das refei&#xE7;&#xF5;es;</li> <li>Lavar os utens&#xED;lios dom&#xE9;sticos;</li> <li>De forma cuidadosa para se evitar <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/queimaduras/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">queimaduras</a>, ferver roupas &#xED;ntimas, de cama e banho (len&#xE7;&#xF3;is, fronhas e toalhas) do paciente e troca-las diariamente. Utens&#xED;lios e acess&#xF3;rios (escovas de cabelo, pentes, presilhas de cabelo e bon&#xE9;s) devem ser higienizados da mesma forma. Estas medidas se estendem a todos os membros da fam&#xED;lia;</li> <li>N&#xE3;o compartilhar objetos de uso pessoal, tais como pentes e bon&#xE9;s;</li> <li>Evitar contato direto com outras pessoas durante o tratamento (infectadas ou n&#xE3;o);</li> <li>Todas as pessoas da fam&#xED;lia devem verificar se est&#xE3;o infestadas. Em caso positivo, procure orienta&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica para o correto tratamento simult&#xE2;neo de todos os infestados para evitar-se a re-infesta&#xE7;&#xE3;o cruzada entre os membros da fam&#xED;lia.</li> </ul> <p><strong>Para mais informa&#xE7;&#xF5;es sobre os cuidados n&#xE3;o medicamentosos, converse com o seu m&#xE9;dico ou procure um servi&#xE7;o de sa&#xFA;de.</strong></p> "}

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Leverctin?

As reações adversas são leves e transitórias

Diarreia, náusea, falta de disposição, dor abdominal, falta de apetite, constipação e vômitos.

Também podem ocorrer: tontura, sonolência, vertigem, tremor, coceira, lesão de pele até urticária. Inchaço na face e periférico, diminuição da pressão arterial ao levantar-se e aumento da frequência cardíaca. Estas reações são de frequência desconhecida.

Oncocercose

As reações alérgicas após o tratamento com ivermectina provocam reação do tipo Mazzotti caracterizada por dor nas articulações, dor abdominal, aumento no tamanho e na sensibilidade dos gânglios, principalmente os gânglios da região inguinal, do pescoço e das axilas, além de coceira, inchaço, lesões na pele até urticária e febre.

Reações oftálmicas durante o tratamento da oncocercose são raras e podem estar ligadas à doença. Raramente podem tornar-se graves ou associadas com perda de visão, mas de forma geral, são resolvidas sem a necessidade de tratamento com corticosteroides.

Alterações em testes de laboratório

Alterações no hemograma, elevação das enzimas hepáticas.

Dados de um estudo multicêntrico, realizado dentro do Programa de Controle da Oncocercose, o qual tratou 50.929 pacientes, com dose única de Ivermectina acompanhados por 72 horas pós tratamento; mostrou 2,4% de reações adversas moderadas e 0,24 % de reações severas (93 casos).

As reações severas mais frequentes foram hipotensão postural sintomática e dispneia severa. Não houve nenhum caso de morte pós tratamento.

Dentro das reações adversas mais comuns, relatou-se:

Cefaleia, dor muscular, dispneia, dores pelo corpo, febre, reações cutâneas, náusea, anorexia, vômitos, edema face e membros.

Podemos dizer que as reações adversas severas são classificadas nesta população como: Infrequentes (incomuns) (˃ 1/1000 e ≤ 1/100 casos).

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

Qual a composição do Leverctin?

Cada comprimido de Leverctin contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:670px\"> <p style=\"text-align:center\">Ivermectina</p> </td> <td style=\"width:556px\"> <p style=\"text-align:center\">6 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:670px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:556px\">1 comprimido</td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;butilhidroxitolueno, celulose microcristalina, dióxido de silício, ácido cítrico, fosfato de cálcio dibásico, amido pré-gelatinizado e estearato de magnésio.

Apresentação do&nbsp;Leverctin

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimidos 6 mg</h3> <p>Embalagens com 2 e 4 comprimidos.</p> <p><strong>Uso oral.</strong></p> <p><strong>Uso adulto e pedi&#xE1;trico acima de 5 anos ou com mais de 15 kg.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Leverctin maior do que a recomendada?

Na intoxicação acidental ou na exposição significativa a quantidades desconhecidas de formulações veterinárias de ivermectina em humanos, seja por ingestão, inalação, injeção ou exposição de áreas do corpo, os seguintes efeitos foram relatados com maior frequência: lesões cutâneas até urticária, inchaço, dor de cabeça, tontura, falta de disposição, náusea, vômitos, dor&nbsp;abdominal, diarreia, convulsões, alteração do equilíbrio, falta de ar, alterações na sensibilidade. Em casos de intoxicação acidental, procure assistência médica imediatamente.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Leverctin com outros remédios?

Não há relatos sobre interações medicamentosas com a ivermectina; no entanto, deve ser administrada com cautela a pacientes em uso de medicamentos que deprimem o Sistema Nervoso Central, como medicamentos para o tratamento de insônia, ansiedade, alguns analgésicos ou mesmo bebidas alcoólicas.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Leverctin (Ivermectina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Estrongiloid&#xED;ase</h3> <p>A estrongiloid&#xED;ase &#xE9; uma infec&#xE7;&#xE3;o parasit&#xE1;ria que pode desenvolver quadros cl&#xED;nicos graves e que, al&#xE9;m do comprometimento intestinal, pode causar les&#xF5;es cut&#xE2;neas, broncopulmonares, hep&#xE1;ticas, biliares, mioc&#xE1;rdicas e mesent&#xE9;ricas.</p> <p>A efic&#xE1;cia da ivermectina no tratamento da estrongiloid&#xED;ase tem sido demonstrada em v&#xE1;rios estudos<sup>1-3 </sup>. Marty <em>et al</em><sup>4</sup> demonstraram efic&#xE1;cia superior da ivermectina em compara&#xE7;&#xE3;o com o <a href=\"https://consultaremedios.com.br/albendazol/bula\" target=\"_blank\">albendazol</a> no tratamento da estrongiloid&#xED;ase e Torres <em>et al</em><sup>5</sup> demonstraram a efic&#xE1;cia da ivermectina no tratamento da estrongiloid&#xED;ase em pacientes imunodeprimidos.</p> <h3>Oncocercose</h3> <p>A oncocercose &#xE9; uma filariose que compromete a pele e o aparelho visual, causada por <em>Onchocerca volvulus</em>. &#xC9; transmitida atrav&#xE9;s de um vetor, o d&#xED;ptero simul&#xED;deo, conhecido popularmente como &#x201C;pium&#x201D; ou &#x201C;borrachudo&#x201D;.</p> <p>A efic&#xE1;cia da Ivermectina no tratamento da oncocercose tem sido demonstrada em v&#xE1;rios estudos<sup>6-11</sup>, j&#xE1; tendo sido demonstrado que a Ivermectina tem maior efic&#xE1;cia que a dietilcarbamazina no tratamento da oncocercose<sup>12</sup>.</p> <h3>Filariose</h3> <p>A filariose linf&#xE1;tica humana, conhecida tamb&#xE9;m como elefant&#xED;ase no Brasil, &#xE9; causada pelo helminto <em>Wuchereria bancrofti</em> e transmitida por mosquitos do g&#xEA;nero <em>Culex</em>, nos quais as microfil&#xE1;rias se desenvolvem e atingem o est&#xE1;gio infectante. Os vermes adultos vivem nos linfonodos e vasos linf&#xE1;ticos, e as microfil&#xE1;rias s&#xE3;o encontradas no sangue perif&#xE9;rico. No tratamento e controle da dissemina&#xE7;&#xE3;o da filariose, a dietilcarbamazina apresenta resultados relativamente fracos, associados ao elevado &#xED;ndice de rea&#xE7;&#xF5;es adversas em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; Ivermectina.</p> <p>A efic&#xE1;cia da Ivermectina no tratamento da filariose tem sido demonstrada por v&#xE1;rios estudos<sup>13-18</sup>.</p> <h3>Ascarid&#xED;ase</h3> <p>A ascarid&#xED;ase &#xE9; causada por um parasita helm&#xED;ntico denominado <em>Ascaris lumbricoides</em>. A preval&#xEA;ncia desta doen&#xE7;a d&#xE1;-se em regi&#xF5;es de ambiente quente com condi&#xE7;&#xF5;es sanit&#xE1;rias prec&#xE1;rias em que os parasitas encontrem-se presentes e, em casos de contamina&#xE7;&#xE3;o de alimentos e fontes de &#xE1;gua.</p> <p>A efic&#xE1;cia da Ivermectina no tratamento da ascarid&#xED;ase tem sido demonstrada por diversos estudos <sup>1,3,4,19,20,39,40</sup>.</p> <h3>Escabiose</h3> <p>A escabiose ou sarna humana &#xE9; uma dermatose de alta incid&#xEA;ncia no Brasil, produzida pelo &#xE1;caro <em>Sarcoptes scabiei</em>. A sarna crostosa ou norueguesa tem tido um aumento de incid&#xEA;ncia, principalmente em pacientes imunodeprimidos.</p> <p>A efic&#xE1;cia da Ivermectina via oral no tratamento da escabiose foi demonstrada em v&#xE1;rios estudos<sup>23-26</sup>.</p> <p>Atualmente existe consenso na literatura cient&#xED;fica sobre a import&#xE2;ncia da Ivermectina no tratamento da escabiose<sup>26-28</sup>. Al&#xE9;m disso, tamb&#xE9;m foi demonstrada a efic&#xE1;cia da Ivermectina via oral no tratamento da escabiose em imunodeprimidos<sup>29</sup> e durante a ocorr&#xEA;ncia de surtos em institui&#xE7;&#xF5;es<sup>27</sup>.</p> <p>A efic&#xE1;cia da Ivermectina no tratamento da sarna norueguesa ou crostosa tamb&#xE9;m foi demonstrada por diversos estudos<sup>30-34</sup>.</p> <h3>Pediculose</h3> <p>A pediculose &#xE9; uma dermatose de alta incid&#xEA;ncia no Brasil, produzida pelo <em>Pediculus humanus capitis</em>, que pode ser tratada com dose &#xFA;nica de Ivermectina, cuja administra&#xE7;&#xE3;o por via oral apresenta vantagens em rela&#xE7;&#xE3;o aos tratamentos t&#xF3;picos alternativos.</p> <p>A efic&#xE1;cia da Ivermectina via oral no tratamento da pediculose, incluindo os casos resistentes, foi demonstrada em v&#xE1;rios estudos <sup>35-40</sup>.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1- NAQUIRA, C.; JIMENEZ, G.; GUERRA. J. G.; et al. Ivermectin for human strongyloidiasis and other intestinal helminthes. Am. J. Trop. Med. Hyg., v. 40, n. 3, p..304-309, 1989.<br> 2- DATRY, A.; HILMARSDOTTIR, I.; MAYORGA-SAGASTUME, R.; et al. Treatment of Strogyloides srtercoralis infection with ivermectin compared with albendazole: results of an open study of 60 cases. Transactions of the Royal Society of Tropical medicine and Hygiene, v. 88, p. 344-345, 1994.<br> 3- HUGGINS, D.; MEDEIROS, L.B.; TAVARES, E.; et al. Tratamento da estrongiloid&#xED;ase humana e outras parasitoses intestinais com dose &#xFA;nica de Ivermectina. Pediatr Mod, v. 58, p. 168-170, 2001.<br> 4- MARTY, H.; HAJI, H. J.; SAVIOLI, L.; et al. A comparative trial of a single-dose ivermectin versus three days of albendazole for treatment of Strogyloides stercolaris and other soil-transmitted helminth infections in children. Am. J. Trop. Med. Hyg., v. 55, n.<br> 5, p. 447-481, 1996. 5- TORRES, J.R.; ISTURIZ, R.; MURILLO, J.; et al. Efficacy of ivermectin in the treatment of strongyloidiasis complicating AIDS. Clin Infect Dis , v. 17, p. 900-902, 1993.<br> 6- AZIZ, M.A.; DIALLO, S..; DEOP, I.M.; et al. Efficacy and tolerance of ivermectine in human onchocerciasis. Lancet, v. 2, n. 8291, p. 171-173, 1982.<br> 7- COULAUD, J.P.; LARIVIERI, M.; GERVAIS, M.C.; et al. Treatment of human onchocerciasis with ivermectin. Bull Soc Pathol Exot Filiales, v. 76, n. 5, p. 681-8, 1983.<br> 8- AWADZI, K.; DADZIE, K. Y.; SHULZ-KEY, H.; et al. The chemotherapy of onchocerciasis X. Annuals of Tropical Medicine and Parisitology, v. 79, p. 63-78, 1985.<br> 9- DE SOLE, G. et al. Adverse reactions after large-scale treatment of onchocerciasis with ivermectin: combined results from eight community trials. Bulletin of the World Health Organization, v. 67, n. 6, p. 707-719, 1989.<br> 10- PACQUE, M.C. et al. Community-based treatment of onchocerciasis with ivermectin: acceptability and early adverse reactions. Bulletin of the World Health Organization, v. 67, n. 6, p. 721-730, 1989.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p>"}

6mg, caixa com 4 comprimidos

Princípio ativo
:
Ivermectina
Classe Terapêutica
:
Anti-Helmínticos Exceto Esquistossomicidas (P1c)
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Antiparasitários
Especialidade
:
Dermatologia e Infectologia

Bula do medicamento

Leverctin, para o que é indicado e para o que serve?

Leverctin é indicado para o tratamento de várias condições causadas por vermes ou parasitas.

Estudos demonstram que a ivermectina funciona no tratamento das seguintes infecções:

Estrongiloidíase intestinal

Causada por um parasita denominado Strongyloides stercoralis.

Oncocercose

Causada por um parasita denominado Onchocerca volvulus.

Filariose (elefantíase)

Causada pelo parasita Wuchereria bancrofti.

Ascaridíase (lombriga)

Causada pelo parasita Ascaris lumbricoides.

Escabiose (sarna)

Causada pelo ácaro Sarcoptes scabiei.

Pediculose (piolho)

Causada pelo ácaro Pediculus humanus capitis.

Como o&nbsp;Leverctin funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>Leverctin &#xE9; um medicamento que atua contra v&#xE1;rias esp&#xE9;cies de parasitas e vermes. Sua a&#xE7;&#xE3;o se d&#xE1; por meio da paralisa&#xE7;&#xE3;o da musculatura de vermes e parasitas, ocasionando suas mortes e eliminando-os do seu corpo. Este medicamento &#xE9; rapidamente absorvido por via oral, atingindo uma concentra&#xE7;&#xE3;o m&#xE1;xima no sangue em 4 horas, sendo eliminado em at&#xE9; 18 horas.</p> "}

Quais as contraindicações do Leverctin?

Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes alérgicos à ivermectina ou a algum dos componentes da fórmula, por pacientes com meningite ou outras afecções do Sistema Nervoso Central.

Este medicamento é contraindicado para uso por crianças com menos de 15 Kg ou menores de 5 anos.

Estudos mostraram doses entre 150 mcg/kg a 200 mcg/kg por dia, dose única, via oral, dependendo do tipo de infecção que o paciente apresente.

Como usar o Leverctin?

Os comprimidos de Leverctin devem ser ingeridos com água.

Em geral, uma dose única do medicamento é suficiente para a eliminação de vermes e parasitas. A necessidade, ou não, de repetir o tratamento dependerá de avaliação médica e/ou realização de testes laboratoriais.

Estrongiloidíase, Filariose, Ascaridíase, Escabiose e Pediculose

A dosagem recomendada de Leverctin para o tratamento destas condições causadas por vermes ou parasitas numa única dose oral visa fornecer aproximadamente 200 mcg de ivermectina por kg de peso corporal.

Consulte a Tabela 1 para orientar-se em relação à dosagem. Em geral, não são necessárias outras doses. Contudo, devem ser feitos exames de fezes para acompanhamento (estrongiloidíase) e avaliações clínicas (demais afecções), para verificar a eliminação dos vermes ou parasitas.

Tabela 1 -&nbsp;Orientação de dosagem de Leverctin para estrongiloidíase, filariose, ascaridíase, escabiose e Pediculose:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Peso corporal (kg)&amp;nbsp;</strong></p> </td> <td style=\"width:210px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Dose oral &#xFA;nica</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">15 a 24</p> </td> <td style=\"width:210px\"> <p style=\"text-align:center\">&#xBD; comprimido</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">25 a 35</p> </td> <td style=\"width:210px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">36 a 50</p> </td> <td style=\"width:210px\"> <p style=\"text-align:center\">1 &#xBD; comprimidos</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">51 a 65</p> </td> <td style=\"width:210px\"> <p style=\"text-align:center\">2 comprimidos</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">66 a 79</p> </td> <td style=\"width:210px\"> <p style=\"text-align:center\">2 &#xBD; comprimidos</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">&#x2265; 80</p> </td> <td style=\"width:210px\"> <p style=\"text-align:center\">200 mcg/kg</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Estrongiloidíase

Você deve se submeter a repetidos exames de fezes para documentar a ausência de infecção por Strongyloides stercoralis.

Ascaridíase (lombriga)

Você deve se submeter a exames de fezes para acompanhamento e comprovação da cura.

Filariose (elefantíase)

Você deve continuar com acompanhamento médico, pois a Leverctin não elimina as formas adultas da Wuchereria bancrofti.

Escabiose (sarna)

Você deve retornar ao médico após 1 ou 2 semanas para se certificar da cura.

Pediculose (piolho)

As lêndeas que estiverem mais aderidas deverão ser removidas manualmente, ou utilizando-se um pente fino. Isto deve ser repetido até que se tenha certeza que não haja mais lêndeas no paciente.

Oncocercose

A dosagem recomendada de Leverctin para o tratamento da oncocercose é uma dose oral única que visa fornecer aproximadamente 150 mcg de ivermectina por quilo de peso corporal.

Consulte a Tabela 2 para orientar-se em relação à dosagem. Em campanhas de distribuição em massa, inseridas em programas de tratamento internacional, o intervalo entre doses usado de forma mais comum foi de doze meses. No tratamento individual de pacientes, pode-se reconsiderar uma nova dosagem em intervalos de três meses.

Tabela 2 - Orientação de dosagem de Leverctin para a oncocercose

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:236px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Peso corporal (kg)&amp;nbsp;</strong></p> </td> <td style=\"width:208px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Dose oral &#xFA;nica&amp;nbsp;</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:236px\"> <p style=\"text-align:center\">15 a 25</p> </td> <td style=\"width:208px\"> <p style=\"text-align:center\">&#xBD; comprimido</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:236px\"> <p style=\"text-align:center\">26 a 44</p> </td> <td style=\"width:208px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:236px\"> <p style=\"text-align:center\">45 a 64</p> </td> <td style=\"width:208px\"> <p style=\"text-align:center\">1 &#xBD; comprimidos</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:236px\"> <p style=\"text-align:center\">65 a 84</p> </td> <td style=\"width:208px\"> <p style=\"text-align:center\">2 comprimidos</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:236px\"> <p style=\"text-align:center\">&#x2265; 85</p> </td> <td style=\"width:208px\"> <p style=\"text-align:center\">150 mcg/kg</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Você deve saber que o tratamento com Leverctin não elimina os parasitas Onchocerca adultos e, portanto, normalmente é necessário o acompanhamento e novo tratamento.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Leverctin?

{"tag":"hr","value":" <p>Esse item n&#xE3;o &#xE9; aplic&#xE1;vel a este medicamento, pois trata-se de medicamento de dose &#xFA;nica.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Leverctin?

Após o tratamento com Leverctin, os pacientes com dermatite de origem oncológica podem apresentar maior probabilidade que outros de sofrer reações adversas severas, especialmente edemas e agravamento da oncodermatite.

Estrongiloidíase

É necessário realizar exames de fezes para acompanhamento e comprovação da cura.

Oncocercose

O tratamento com Leverctin não elimina os parasitas Onchocerca adultos podendo ser necessário um novo tratamento.

Filariose (elefantíase)

O tratamento elimina apenas as microfilárias, portanto, não haverá reversão das alterações clínicas já existentes decorrentes dos parasitas adultos.

Ascaridíase (lombriga)

É necessário realizar exames de fezes para acompanhamento e comprovação da cura.

Pediculose (piolho) e Escabiose (sarna)

Deve ser realizada reavaliação médica em 1 a 2 semanas para comprovação da cura. Nesses casos também devem ser tratados os contactantes infestados.

Estrongiloidíase em hospedeiros imunocomprometidos (com baixa imunidade)

Em pacientes com baixa imunidade (incluindo os portadores de HIV) em tratamento de estrongiloidíase intestinal, pode ser necessário repetir a terapia. O tempo de tratamento e a dose adequada serão avaliados individualmente pelo médico assistente.

Sarna crostosa em hospedeiros imunocomprometidos (com baixa imunidade)

Em pacientes com baixa imunidade (incluindo os portadores de HIV) em tratamento de sarna crostosa, pode ser necessário repetir a terapia.

Gravidez

Categoria de risco: C - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Amamentação

A ivermectina é excretada no leite materno em baixas concentrações. O uso deste medicamento durante a amamentação somente deve ser feito quando indicado pelo médico.

Pediatria

Como ainda não se dispõe de dados clínicos suficientes referentes ao tratamento de crianças menores de 5 anos ou com menos de 15 kg, o uso deste&nbsp;medicamento por pacientes desta faixa etária não deve ser realizado.

Pacientes idosos

As recomendações para pacientes idosos são semelhantes às destinadas aos pacientes adultos.

Advertências do&nbsp;Leverctin

{"tag":"hr","value":" <p>Os pacientes portadores de oncocercose podem sofrer rea&#xE7;&#xF5;es na pele ou mesmo sist&#xEA;micas.</p> <h3>Para evitar futuras infesta&#xE7;&#xF5;es por parasitas, as seguintes medidas podem ser adotadas:</h3> <ul> <li>Manter limpas as instala&#xE7;&#xF5;es sanit&#xE1;rias e lavar as m&#xE3;os ap&#xF3;s utiliz&#xE1;-las;</li> <li>Evitar andar descal&#xE7;o;</li> <li>Cortar e manter limpas as unhas;</li> <li>Beber &#xE1;gua filtrada ou fervida;</li> <li>Lavar e cozinhar bem os alimentos;</li> <li>Manter os alimentos e dep&#xF3;sitos de &#xE1;gua cobertos;</li> <li>Combater os insetos;</li> <li>Lavar as m&#xE3;os antes das refei&#xE7;&#xF5;es;</li> <li>Lavar os utens&#xED;lios dom&#xE9;sticos;</li> <li>De forma cuidadosa para se evitar <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/queimaduras/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">queimaduras</a>, ferver roupas &#xED;ntimas, de cama e banho (len&#xE7;&#xF3;is, fronhas e toalhas) do paciente e troca-las diariamente. Utens&#xED;lios e acess&#xF3;rios (escovas de cabelo, pentes, presilhas de cabelo e bon&#xE9;s) devem ser higienizados da mesma forma. Estas medidas se estendem a todos os membros da fam&#xED;lia;</li> <li>N&#xE3;o compartilhar objetos de uso pessoal, tais como pentes e bon&#xE9;s;</li> <li>Evitar contato direto com outras pessoas durante o tratamento (infectadas ou n&#xE3;o);</li> <li>Todas as pessoas da fam&#xED;lia devem verificar se est&#xE3;o infestadas. Em caso positivo, procure orienta&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica para o correto tratamento simult&#xE2;neo de todos os infestados para evitar-se a re-infesta&#xE7;&#xE3;o cruzada entre os membros da fam&#xED;lia.</li> </ul> <p><strong>Para mais informa&#xE7;&#xF5;es sobre os cuidados n&#xE3;o medicamentosos, converse com o seu m&#xE9;dico ou procure um servi&#xE7;o de sa&#xFA;de.</strong></p> "}

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Leverctin?

As reações adversas são leves e transitórias

Diarreia, náusea, falta de disposição, dor abdominal, falta de apetite, constipação e vômitos.

Também podem ocorrer: tontura, sonolência, vertigem, tremor, coceira, lesão de pele até urticária. Inchaço na face e periférico, diminuição da pressão arterial ao levantar-se e aumento da frequência cardíaca. Estas reações são de frequência desconhecida.

Oncocercose

As reações alérgicas após o tratamento com ivermectina provocam reação do tipo Mazzotti caracterizada por dor nas articulações, dor abdominal, aumento no tamanho e na sensibilidade dos gânglios, principalmente os gânglios da região inguinal, do pescoço e das axilas, além de coceira, inchaço, lesões na pele até urticária e febre.

Reações oftálmicas durante o tratamento da oncocercose são raras e podem estar ligadas à doença. Raramente podem tornar-se graves ou associadas com perda de visão, mas de forma geral, são resolvidas sem a necessidade de tratamento com corticosteroides.

Alterações em testes de laboratório

Alterações no hemograma, elevação das enzimas hepáticas.

Dados de um estudo multicêntrico, realizado dentro do Programa de Controle da Oncocercose, o qual tratou 50.929 pacientes, com dose única de Ivermectina acompanhados por 72 horas pós tratamento; mostrou 2,4% de reações adversas moderadas e 0,24 % de reações severas (93 casos).

As reações severas mais frequentes foram hipotensão postural sintomática e dispneia severa. Não houve nenhum caso de morte pós tratamento.

Dentro das reações adversas mais comuns, relatou-se:

Cefaleia, dor muscular, dispneia, dores pelo corpo, febre, reações cutâneas, náusea, anorexia, vômitos, edema face e membros.

Podemos dizer que as reações adversas severas são classificadas nesta população como: Infrequentes (incomuns) (˃ 1/1000 e ≤ 1/100 casos).

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

Qual a composição do Leverctin?

Cada comprimido de Leverctin contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:670px\"> <p style=\"text-align:center\">Ivermectina</p> </td> <td style=\"width:556px\"> <p style=\"text-align:center\">6 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:670px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:556px\">1 comprimido</td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;butilhidroxitolueno, celulose microcristalina, dióxido de silício, ácido cítrico, fosfato de cálcio dibásico, amido pré-gelatinizado e estearato de magnésio.

Apresentação do&nbsp;Leverctin

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimidos 6 mg</h3> <p>Embalagens com 2 e 4 comprimidos.</p> <p><strong>Uso oral.</strong></p> <p><strong>Uso adulto e pedi&#xE1;trico acima de 5 anos ou com mais de 15 kg.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Leverctin maior do que a recomendada?

Na intoxicação acidental ou na exposição significativa a quantidades desconhecidas de formulações veterinárias de ivermectina em humanos, seja por ingestão, inalação, injeção ou exposição de áreas do corpo, os seguintes efeitos foram relatados com maior frequência: lesões cutâneas até urticária, inchaço, dor de cabeça, tontura, falta de disposição, náusea, vômitos, dor&nbsp;abdominal, diarreia, convulsões, alteração do equilíbrio, falta de ar, alterações na sensibilidade. Em casos de intoxicação acidental, procure assistência médica imediatamente.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Leverctin com outros remédios?

Não há relatos sobre interações medicamentosas com a ivermectina; no entanto, deve ser administrada com cautela a pacientes em uso de medicamentos que deprimem o Sistema Nervoso Central, como medicamentos para o tratamento de insônia, ansiedade, alguns analgésicos ou mesmo bebidas alcoólicas.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Leverctin (Ivermectina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Estrongiloid&#xED;ase</h3> <p>A estrongiloid&#xED;ase &#xE9; uma infec&#xE7;&#xE3;o parasit&#xE1;ria que pode desenvolver quadros cl&#xED;nicos graves e que, al&#xE9;m do comprometimento intestinal, pode causar les&#xF5;es cut&#xE2;neas, broncopulmonares, hep&#xE1;ticas, biliares, mioc&#xE1;rdicas e mesent&#xE9;ricas.</p> <p>A efic&#xE1;cia da ivermectina no tratamento da estrongiloid&#xED;ase tem sido demonstrada em v&#xE1;rios estudos<sup>1-3 </sup>. Marty <em>et al</em><sup>4</sup> demonstraram efic&#xE1;cia superior da ivermectina em compara&#xE7;&#xE3;o com o <a href=\"https://consultaremedios.com.br/albendazol/bula\" target=\"_blank\">albendazol</a> no tratamento da estrongiloid&#xED;ase e Torres <em>et al</em><sup>5</sup> demonstraram a efic&#xE1;cia da ivermectina no tratamento da estrongiloid&#xED;ase em pacientes imunodeprimidos.</p> <h3>Oncocercose</h3> <p>A oncocercose &#xE9; uma filariose que compromete a pele e o aparelho visual, causada por <em>Onchocerca volvulus</em>. &#xC9; transmitida atrav&#xE9;s de um vetor, o d&#xED;ptero simul&#xED;deo, conhecido popularmente como &#x201C;pium&#x201D; ou &#x201C;borrachudo&#x201D;.</p> <p>A efic&#xE1;cia da Ivermectina no tratamento da oncocercose tem sido demonstrada em v&#xE1;rios estudos<sup>6-11</sup>, j&#xE1; tendo sido demonstrado que a Ivermectina tem maior efic&#xE1;cia que a dietilcarbamazina no tratamento da oncocercose<sup>12</sup>.</p> <h3>Filariose</h3> <p>A filariose linf&#xE1;tica humana, conhecida tamb&#xE9;m como elefant&#xED;ase no Brasil, &#xE9; causada pelo helminto <em>Wuchereria bancrofti</em> e transmitida por mosquitos do g&#xEA;nero <em>Culex</em>, nos quais as microfil&#xE1;rias se desenvolvem e atingem o est&#xE1;gio infectante. Os vermes adultos vivem nos linfonodos e vasos linf&#xE1;ticos, e as microfil&#xE1;rias s&#xE3;o encontradas no sangue perif&#xE9;rico. No tratamento e controle da dissemina&#xE7;&#xE3;o da filariose, a dietilcarbamazina apresenta resultados relativamente fracos, associados ao elevado &#xED;ndice de rea&#xE7;&#xF5;es adversas em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; Ivermectina.</p> <p>A efic&#xE1;cia da Ivermectina no tratamento da filariose tem sido demonstrada por v&#xE1;rios estudos<sup>13-18</sup>.</p> <h3>Ascarid&#xED;ase</h3> <p>A ascarid&#xED;ase &#xE9; causada por um parasita helm&#xED;ntico denominado <em>Ascaris lumbricoides</em>. A preval&#xEA;ncia desta doen&#xE7;a d&#xE1;-se em regi&#xF5;es de ambiente quente com condi&#xE7;&#xF5;es sanit&#xE1;rias prec&#xE1;rias em que os parasitas encontrem-se presentes e, em casos de contamina&#xE7;&#xE3;o de alimentos e fontes de &#xE1;gua.</p> <p>A efic&#xE1;cia da Ivermectina no tratamento da ascarid&#xED;ase tem sido demonstrada por diversos estudos <sup>1,3,4,19,20,39,40</sup>.</p> <h3>Escabiose</h3> <p>A escabiose ou sarna humana &#xE9; uma dermatose de alta incid&#xEA;ncia no Brasil, produzida pelo &#xE1;caro <em>Sarcoptes scabiei</em>. A sarna crostosa ou norueguesa tem tido um aumento de incid&#xEA;ncia, principalmente em pacientes imunodeprimidos.</p> <p>A efic&#xE1;cia da Ivermectina via oral no tratamento da escabiose foi demonstrada em v&#xE1;rios estudos<sup>23-26</sup>.</p> <p>Atualmente existe consenso na literatura cient&#xED;fica sobre a import&#xE2;ncia da Ivermectina no tratamento da escabiose<sup>26-28</sup>. Al&#xE9;m disso, tamb&#xE9;m foi demonstrada a efic&#xE1;cia da Ivermectina via oral no tratamento da escabiose em imunodeprimidos<sup>29</sup> e durante a ocorr&#xEA;ncia de surtos em institui&#xE7;&#xF5;es<sup>27</sup>.</p> <p>A efic&#xE1;cia da Ivermectina no tratamento da sarna norueguesa ou crostosa tamb&#xE9;m foi demonstrada por diversos estudos<sup>30-34</sup>.</p> <h3>Pediculose</h3> <p>A pediculose &#xE9; uma dermatose de alta incid&#xEA;ncia no Brasil, produzida pelo <em>Pediculus humanus capitis</em>, que pode ser tratada com dose &#xFA;nica de Ivermectina, cuja administra&#xE7;&#xE3;o por via oral apresenta vantagens em rela&#xE7;&#xE3;o aos tratamentos t&#xF3;picos alternativos.</p> <p>A efic&#xE1;cia da Ivermectina via oral no tratamento da pediculose, incluindo os casos resistentes, foi demonstrada em v&#xE1;rios estudos <sup>35-40</sup>.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1- NAQUIRA, C.; JIMENEZ, G.; GUERRA. J. G.; et al. Ivermectin for human strongyloidiasis and other intestinal helminthes. Am. J. Trop. Med. Hyg., v. 40, n. 3, p..304-309, 1989.<br> 2- DATRY, A.; HILMARSDOTTIR, I.; MAYORGA-SAGASTUME, R.; et al. Treatment of Strogyloides srtercoralis infection with ivermectin compared with albendazole: results of an open study of 60 cases. Transactions of the Royal Society of Tropical medicine and Hygiene, v. 88, p. 344-345, 1994.<br> 3- HUGGINS, D.; MEDEIROS, L.B.; TAVARES, E.; et al. Tratamento da estrongiloid&#xED;ase humana e outras parasitoses intestinais com dose &#xFA;nica de Ivermectina. Pediatr Mod, v. 58, p. 168-170, 2001.<br> 4- MARTY, H.; HAJI, H. J.; SAVIOLI, L.; et al. A comparative trial of a single-dose ivermectin versus three days of albendazole for treatment of Strogyloides stercolaris and other soil-transmitted helminth infections in children. Am. J. Trop. Med. Hyg., v. 55, n.<br> 5, p. 447-481, 1996. 5- TORRES, J.R.; ISTURIZ, R.; MURILLO, J.; et al. Efficacy of ivermectin in the treatment of strongyloidiasis complicating AIDS. Clin Infect Dis , v. 17, p. 900-902, 1993.<br> 6- AZIZ, M.A.; DIALLO, S..; DEOP, I.M.; et al. Efficacy and tolerance of ivermectine in human onchocerciasis. Lancet, v. 2, n. 8291, p. 171-173, 1982.<br> 7- COULAUD, J.P.; LARIVIERI, M.; GERVAIS, M.C.; et al. Treatment of human onchocerciasis with ivermectin. Bull Soc Pathol Exot Filiales, v. 76, n. 5, p. 681-8, 1983.<br> 8- AWADZI, K.; DADZIE, K. Y.; SHULZ-KEY, H.; et al. The chemotherapy of onchocerciasis X. Annuals of Tropical Medicine and Parisitology, v. 79, p. 63-78, 1985.<br> 9- DE SOLE, G. et al. Adverse reactions after large-scale treatment of onchocerciasis with ivermectin: combined results from eight community trials. Bulletin of the World Health Organization, v. 67, n. 6, p. 707-719, 1989.<br> 10- PACQUE, M.C. et al. Community-based treatment of onchocerciasis with ivermectin: acceptability and early adverse reactions. Bulletin of the World Health Organization, v. 67, n. 6, p. 721-730, 1989.<br> 11- NEWLAND, H.S.; WHITE, A. T.; GREENE, B. M.; et al. Effect of single-dose invermectin therapy of human Onchocerca volvulus infection with onchocercal ocular involvement. British Journal of Ophthalmology, v. 72, p. 561-569, 1988.<br> 12- GREENE, B. M.; TAYLOR, H. R.; CUPP, E. W.; et al. Comparison of ivermectin and diethylcarbamazine in the treatment of onchocerciasis. The New England Journal of Medicine, v. 313, n. 3, p. 133-138, 1985<br> 13- DREYER. G.; ADDISS, D.; NOROES. J.; et al. Ultrasonographic assessment of the adulticidal efficacy of repeat high-dose ivermectin in bancroftian filariasis. Tropical Medicine and International Health, v. 1, n. 4, p. 427-432, 1996.<br> 14- DREYER, G.; COUTINHO, A.; MIRANDA, D.; et al. Treatment of bancroftian filariasis in Recife, Brazil: a two-year comparative study of the efficacy of single treatments with ivermectin or diethylcarbamazine. Transactions of the Royal Society of Tropical Medicine and Hygiene, v. 89, p. 98-102, 1995.<br> 15- DREYER, G.; ADDISS, D.; SANTOS, A.; et al. Direct assessment in vivo of the efficacy of combined single-dose ivermectin and diethylcarbamazine against adult Wuchereria bancrofti. Transactions of the Royal Society of Tropical Medicine and Hygiene, v. 92, p. 219-222, 1998.<br> 16- DREYER, G.; NOROES, J.; AMARAL, F.; et al. Direct assessment of the adulticidal efficacy of a single dose of ivermectin in bancroftian filariasis. Transactions of the Royal Society of Tropical Medicine and Hygiene, v. 89, p. 441-443, 1995.<br> 17- DIALLO, S.; AZIZ, M.A.; NDIR, O.; et al. Dose ranging study of ivermectin in treatment of filariasis due to Wuchereria bancrofti. Lancet, v. 1, n. 8540, p. 1030, 1987.<br> 18- ROUX, J; PEROLAT P; CARTEL SL; et al. A study of ivermectin in the treatment of lymphatic filariasis due to Wuchereria bancrofti var. pacifica in French Polynesia. Bull Soc Pathol Exot Filiales, v. 82, n. 1, p. 72-81, 1989.<br> 19- WHITWORTH, J.A.G.; MORGAN, D.; MAUDE, G.H.; et al. A field study of the effect of ivermectin on intestinal helminthes in man. Trans Royal Soc Trop Med Hyg, v. 85, p. 232-234, 1991.<br> 20- BELIZ&#xC1;RIO, V.Y.; AMARILLO, M.E.; LEON, W.U.; et al. A comparation of the efficacy of single doses of albendazole, ivermectin and diethylcarmazine alone or in combinations against Ascaris and Trichuris spp. Bull W Health Org, v. 81, p. 35-42, 2003.<br> 21- OTTESEN, E.A.; CAMPBELL, W.C. Ivermectin in human medicine. J Antimicrob Chemoter, v. 34, n. 2, p. 195-203, 1994.<br> 22- HEUKELBACH J; WINTER, B.; WILCKE, T.; et al. Selective mass treatment with ivermectin to control intestinal helminthiases and parasitic skin diseases in a severely affected population. Bulletin of the World Health Organization, v. 82, n. 8, p. 563-571, 2004.<br> 23- MACOTELA-RUIZ, E.; PE&#xD1;A-GONZALEZ, G. Tratamiento de la escabiasis com Ivermectina por via oral. Gaceta Medica de M&#xE9;xico, v. 129, n. 3, p. 301-205, 1993.<br> 24- MARTY, P.; GARI-TOUSSAINT, M.; LE FICHOUX, Y.; et al. Efficacy of ivermectin treatment of an epidemic of sarcoptic scabies. Annuals of tropical Medicine and Parasitology, v. 88, n. 4, p. 453, 1994.<br> 25- DOURMISHEV, A.L.; DOURMISHEV, L.A.; SCHWARTZ, R.A. Ivermectin: pharmacology and application in dermatology. Int J Dermatol, v. 44, p. 981-988, 2005.<br> 26- CONTI DIAZ, J.A. et al. Treatment of human scabies with oral ivermectin. Sao Paulo: Rev Inst Trp, v. 41, p. 259-261, 1999.<br> 27- LEPPARD, B.; et al. The use of ivermectin in controlling an outbreak on scabies in a prison. Br J Dermatol, v. 143, p. 520-523, 2000.<br> 28- VAIDHYANATHAM, U. Review of ivermectin in scabies. Journal of Cutaneous Medicine and Surgery, v. 5, p. 496-504, 2001.<br> 29- MEINKING, T. L.; TAPLIN, D.; HERMIDA, J. L.; et al. The treatment of scabies with ivermectin. The New England Journal of Medicine, v. 333, p. 26-30, 1995<br> 30- AUBIN, F.; HUMBERT, P. Ivermectin for crusted (Norwegian) scabies. The New England Journal of Medicine, p. 812, 1995.<br> 31- DEL GIUDICE, P.; CARLES, M.; COUPPIE, P.; et al. Successful treatment of crusted (Norwegian) scabies with ivermectin in two patients with human immunodeficiency virus infection. British Journal of Dermatology, v. 135, p. 489-504, 1996.<br> 32- CORDOLIANI, F.; VASSEUR, E.; BACCARD, M.; et al. Ivermectin-responsive crusted scabies in HTLV1 carrier. Dermatology, v. 132, n. 4, p. 351-352, 1996.<br> 33- DOURMISHEV, A. L.; SERAFIMOVA, D. K.; DOURMISHEV, L. A.; et al. Crusted scabies of the scalp in dermatomyositis patients: three cases treated with oral ivermectin. International Journal of Dermatology, v. 37, p. 231-234, 1998.<br> 34- LARRALDE, M.; MIJELSHON, L. M.; GONZALEZ, A.; et al. Ivermectin-responsive crusted scabies in four patients. Pediatric Dermatology, v. 16, n. 1, p. 69-70, 1999.<br> 35- DUNNE, C. L.; MALONE, C. J.; WHITWORTH, J. A. G. A field of the effects of ivermectin on ectoparasites of man. Transactions of the Royal Society of Tropical Medicine and Hygiene, v. 85, p. 550- 551, 1991.<br> 36- BELL, T. A. Treatment of Pediculus humanus var. capitis infestation in Cowlitz County, Washington, with ivermectin and the LiceMeister&#xAE; comb. The Pediatric Infectious Disease Journal, v. 17, n. 10, p. 923- 924, 1998.<br> 37- BURKHART, C. G.; BURKHART, C. N.; BURKHART, K. M. An assessment of topical and oral prescription and over-the-counter treatments for head lice. Journal of the American Academy of Dermatology, v. 38 (6 Part 1), p. 979-982, 1998.<br> 38- BARBARA, L. et al. Head Lice. Pediatrics, v. 110, n. 3, p. 638-643, 2002.<br> 39- FOUCAULT, C.; RANQUE, S.; BADIAGE, S.; et al. Oral ivermectin in the treatment of body lice. J Infect Dis, v. 193, p. 474-476, 2006.<br> &amp;nbsp;40- GLAZIOU, P.; NYGUYEN, L.N.; MOULIA-PELAT, J.P.; et al. Efficacy of ivermectin for the treatment of head lice (pediculosis capitis). Trop. Med Parasitol, v. 45, p. 253-254, 1994.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <p>Ivermectina cont&#xE9;m Ivermectina, um antiparasit&#xE1;rio de amplo espectro, derivado das avermectinas, uma classe isolada de produtos de fermenta&#xE7;&#xE3;o do <em>Streptomyces avermitilis</em>.</p> <p>A Ivermectina &#xE9; uma mistura que cont&#xE9;m no m&#xED;nimo 90% de 5-O-dimetil-22,23-diidroavermectina A1a e menos de 10% de 5-O-dimetil-25-di(1-metilpropil)-22,23-diidro-25-(1-metiletil)avermectina A1a, geralmente conhecidos como 22,23 diidroavermectina B1a e B1b ou H2B1a e H2B1b, respectivamente.</p> <h3>Farmacodin&#xE2;mica</h3> <p>A Ivermectina imobiliza os vermes induzindo uma paralisia t&#xF4;nica da musculatura.</p> <p>A paralisia &#xE9; mediada pela potencializa&#xE7;&#xE3;o e/ou ativa&#xE7;&#xE3;o direta dos canais de Cl<sup>- </sup>sens&#xED;veis &#xE0;s avermectinas, controlados pelo glutamato. Esses canais est&#xE3;o presentes somente nos nervos e c&#xE9;lulas musculares dos invertebrados e uma vez potencializados, acarretam um aumento da permeabilidade da membrana celular aos &#xED;ons cloreto, com hiperpolariza&#xE7;&#xE3;o dos nervos ou c&#xE9;lulas musculares, resultando em paralisia e morte do parasita. Os compostos desta classe podem tamb&#xE9;m interagir com canais de Cl<sup>- </sup>mediados por outros neurotransmissores como o &#xE1;cido gama-aminobut&#xED;rico (GABA).</p> <p>Os canais de Cl<sup>- </sup>controlados pelo glutamato provavelmente servem como um dos locais de a&#xE7;&#xE3;o da Ivermectina tamb&#xE9;m nos insetos e crust&#xE1;ceos. A falta de receptores com alta afinidade para as avermectinas em cestodos e trematodos pode explicar porque estes helmintos n&#xE3;o s&#xE3;o sens&#xED;veis &#xE0; Ivermectina. Nos casos de infesta&#xE7;&#xF5;es por <em>Onchocerca</em>, a Ivermectina afeta as larvas em desenvolvimento e bloqueia a sa&#xED;da das microfil&#xE1;rias do &#xFA;tero dos vermes f&#xEA;meas adultos. Sua atividade contra <em>Strongyloides stercoralis</em> &#xE9; limitada aos est&#xE1;gios intestinais. A atividade seletiva dos compostos desta classe pode ser atribu&#xED;da ao fato de que nos mam&#xED;feros, os canais i&#xF4;nicos mediados pelo GABA s&#xF3; est&#xE3;o presentes no c&#xE9;rebro e a Ivermectina n&#xE3;o atravessa a barreira hematoencef&#xE1;lica em situa&#xE7;&#xF5;es normais; al&#xE9;m disso, os nervos e as c&#xE9;lulas musculares dos mam&#xED;feros n&#xE3;o apresentam canais de Cl- controlados por glutamato.</p> <h3>Farmacocin&#xE9;tica</h3> <p>Ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral da Ivermectina, as concentra&#xE7;&#xF5;es plasm&#xE1;ticas s&#xE3;o aproximadamente proporcionais &#xE0; dose. A concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE1;xima &#xE9; atingida em aproximadamente quatro horas ap&#xF3;s a ingest&#xE3;o. A meia-vida plasm&#xE1;tica &#xE9; de 22 a 28 horas nos adultos, e o volume aparente de distribui&#xE7;&#xE3;o &#xE9; de aproximadamente 47 litros. A metaboliza&#xE7;&#xE3;o &#xE9; hep&#xE1;tica e a maior concentra&#xE7;&#xE3;o tissular &#xE9; encontrada no <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c\" target=\"_blank\">f&#xED;gado</a> e no tecido adiposo. N&#xED;veis extremamente baixos s&#xE3;o encontrados no c&#xE9;rebro, apesar da lipossolubilidade da droga. Isto se deve ao fato de a Ivermectina n&#xE3;o atravessar a barreira hematoencef&#xE1;lica dos mam&#xED;feros em situa&#xE7;&#xF5;es normais.</p> <p>A Ivermectina e/ou os seus metab&#xF3;litos s&#xE3;o excretados quase exclusivamente nas fezes em um per&#xED;odo estimado de 12 dias, sendo que menos de 1% da dose administrada &#xE9; excretada na urina na forma conjugada ou inalterada. Os efeitos da alimenta&#xE7;&#xE3;o na disponibilidade sist&#xEA;mica da Ivermectina n&#xE3;o foram estudados.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Leverctin?

Conservar em temperatura ambiente (15ºC a 30ºC). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Os comprimidos de Leverctin são circular na cor branca, plano, chanfrado e com sulco.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres Legais do Leverctin

Reg. MS n° 1.0235.0577

Farm. Resp.:
Dra. Telma Elaine Spina
CRF-SP 22.234

Registrado e Embalado por:
EMS S/A.
Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 08.
Bairro Chácara Assay – Hortolândia/SP
CEP 13186-901
CNPJ: 57.507.378/0003-65
Indústria brasileira&nbsp;





Fabricado por:
Novamed Fabricação de Produtos Farmacêuticos Ltda.&nbsp;
Manaus/AM

Venda sob prescrição médica.

6mg, caixa com 2 comprimidos

Princípio ativo
:
Ivermectina
Classe Terapêutica
:
Anti-Helmínticos Exceto Esquistossomicidas (P1c)
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Antiparasitários
Especialidade
:
Dermatologia e Infectologia

Bula do medicamento

Leverctin, para o que é indicado e para o que serve?

Leverctin é indicado para o tratamento de várias condições causadas por vermes ou parasitas.

Estudos demonstram que a ivermectina funciona no tratamento das seguintes infecções:

Estrongiloidíase intestinal

Causada por um parasita denominado Strongyloides stercoralis.

Oncocercose

Causada por um parasita denominado Onchocerca volvulus.

Filariose (elefantíase)

Causada pelo parasita Wuchereria bancrofti.

Ascaridíase (lombriga)

Causada pelo parasita Ascaris lumbricoides.

Escabiose (sarna)

Causada pelo ácaro Sarcoptes scabiei.

Pediculose (piolho)

Causada pelo ácaro Pediculus humanus capitis.

Como o&nbsp;Leverctin funciona?

{"tag":"hr","value":" <p>Leverctin &#xE9; um medicamento que atua contra v&#xE1;rias esp&#xE9;cies de parasitas e vermes. Sua a&#xE7;&#xE3;o se d&#xE1; por meio da paralisa&#xE7;&#xE3;o da musculatura de vermes e parasitas, ocasionando suas mortes e eliminando-os do seu corpo. Este medicamento &#xE9; rapidamente absorvido por via oral, atingindo uma concentra&#xE7;&#xE3;o m&#xE1;xima no sangue em 4 horas, sendo eliminado em at&#xE9; 18 horas.</p> "}

Quais as contraindicações do Leverctin?

Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes alérgicos à ivermectina ou a algum dos componentes da fórmula, por pacientes com meningite ou outras afecções do Sistema Nervoso Central.

Este medicamento é contraindicado para uso por crianças com menos de 15 Kg ou menores de 5 anos.

Estudos mostraram doses entre 150 mcg/kg a 200 mcg/kg por dia, dose única, via oral, dependendo do tipo de infecção que o paciente apresente.

Como usar o Leverctin?

Os comprimidos de Leverctin devem ser ingeridos com água.

Em geral, uma dose única do medicamento é suficiente para a eliminação de vermes e parasitas. A necessidade, ou não, de repetir o tratamento dependerá de avaliação médica e/ou realização de testes laboratoriais.

Estrongiloidíase, Filariose, Ascaridíase, Escabiose e Pediculose

A dosagem recomendada de Leverctin para o tratamento destas condições causadas por vermes ou parasitas numa única dose oral visa fornecer aproximadamente 200 mcg de ivermectina por kg de peso corporal.

Consulte a Tabela 1 para orientar-se em relação à dosagem. Em geral, não são necessárias outras doses. Contudo, devem ser feitos exames de fezes para acompanhamento (estrongiloidíase) e avaliações clínicas (demais afecções), para verificar a eliminação dos vermes ou parasitas.

Tabela 1 -&nbsp;Orientação de dosagem de Leverctin para estrongiloidíase, filariose, ascaridíase, escabiose e Pediculose:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Peso corporal (kg)&amp;nbsp;</strong></p> </td> <td style=\"width:210px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Dose oral &#xFA;nica</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">15 a 24</p> </td> <td style=\"width:210px\"> <p style=\"text-align:center\">&#xBD; comprimido</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">25 a 35</p> </td> <td style=\"width:210px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">36 a 50</p> </td> <td style=\"width:210px\"> <p style=\"text-align:center\">1 &#xBD; comprimidos</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">51 a 65</p> </td> <td style=\"width:210px\"> <p style=\"text-align:center\">2 comprimidos</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">66 a 79</p> </td> <td style=\"width:210px\"> <p style=\"text-align:center\">2 &#xBD; comprimidos</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:234px\"> <p style=\"text-align:center\">&#x2265; 80</p> </td> <td style=\"width:210px\"> <p style=\"text-align:center\">200 mcg/kg</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Estrongiloidíase

Você deve se submeter a repetidos exames de fezes para documentar a ausência de infecção por Strongyloides stercoralis.

Ascaridíase (lombriga)

Você deve se submeter a exames de fezes para acompanhamento e comprovação da cura.

Filariose (elefantíase)

Você deve continuar com acompanhamento médico, pois a Leverctin não elimina as formas adultas da Wuchereria bancrofti.

Escabiose (sarna)

Você deve retornar ao médico após 1 ou 2 semanas para se certificar da cura.

Pediculose (piolho)

As lêndeas que estiverem mais aderidas deverão ser removidas manualmente, ou utilizando-se um pente fino. Isto deve ser repetido até que se tenha certeza que não haja mais lêndeas no paciente.

Oncocercose

A dosagem recomendada de Leverctin para o tratamento da oncocercose é uma dose oral única que visa fornecer aproximadamente 150 mcg de ivermectina por quilo de peso corporal.

Consulte a Tabela 2 para orientar-se em relação à dosagem. Em campanhas de distribuição em massa, inseridas em programas de tratamento internacional, o intervalo entre doses usado de forma mais comum foi de doze meses. No tratamento individual de pacientes, pode-se reconsiderar uma nova dosagem em intervalos de três meses.

Tabela 2 - Orientação de dosagem de Leverctin para a oncocercose

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:236px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Peso corporal (kg)&amp;nbsp;</strong></p> </td> <td style=\"width:208px\"> <p style=\"text-align:center\"><strong>Dose oral &#xFA;nica&amp;nbsp;</strong></p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:236px\"> <p style=\"text-align:center\">15 a 25</p> </td> <td style=\"width:208px\"> <p style=\"text-align:center\">&#xBD; comprimido</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:236px\"> <p style=\"text-align:center\">26 a 44</p> </td> <td style=\"width:208px\"> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:236px\"> <p style=\"text-align:center\">45 a 64</p> </td> <td style=\"width:208px\"> <p style=\"text-align:center\">1 &#xBD; comprimidos</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:236px\"> <p style=\"text-align:center\">65 a 84</p> </td> <td style=\"width:208px\"> <p style=\"text-align:center\">2 comprimidos</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:236px\"> <p style=\"text-align:center\">&#x2265; 85</p> </td> <td style=\"width:208px\"> <p style=\"text-align:center\">150 mcg/kg</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Você deve saber que o tratamento com Leverctin não elimina os parasitas Onchocerca adultos e, portanto, normalmente é necessário o acompanhamento e novo tratamento.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Leverctin?

{"tag":"hr","value":" <p>Esse item n&#xE3;o &#xE9; aplic&#xE1;vel a este medicamento, pois trata-se de medicamento de dose &#xFA;nica.</p> <p><strong>Em caso de d&#xFA;vidas, procure orienta&#xE7;&#xE3;o do farmac&#xEA;utico ou de seu m&#xE9;dico, ou cirurgi&#xE3;o-dentista.</strong></p> "}

Quais cuidados devo ter ao usar o Leverctin?

Após o tratamento com Leverctin, os pacientes com dermatite de origem oncológica podem apresentar maior probabilidade que outros de sofrer reações adversas severas, especialmente edemas e agravamento da oncodermatite.

Estrongiloidíase

É necessário realizar exames de fezes para acompanhamento e comprovação da cura.

Oncocercose

O tratamento com Leverctin não elimina os parasitas Onchocerca adultos podendo ser necessário um novo tratamento.

Filariose (elefantíase)

O tratamento elimina apenas as microfilárias, portanto, não haverá reversão das alterações clínicas já existentes decorrentes dos parasitas adultos.

Ascaridíase (lombriga)

É necessário realizar exames de fezes para acompanhamento e comprovação da cura.

Pediculose (piolho) e Escabiose (sarna)

Deve ser realizada reavaliação médica em 1 a 2 semanas para comprovação da cura. Nesses casos também devem ser tratados os contactantes infestados.

Estrongiloidíase em hospedeiros imunocomprometidos (com baixa imunidade)

Em pacientes com baixa imunidade (incluindo os portadores de HIV) em tratamento de estrongiloidíase intestinal, pode ser necessário repetir a terapia. O tempo de tratamento e a dose adequada serão avaliados individualmente pelo médico assistente.

Sarna crostosa em hospedeiros imunocomprometidos (com baixa imunidade)

Em pacientes com baixa imunidade (incluindo os portadores de HIV) em tratamento de sarna crostosa, pode ser necessário repetir a terapia.

Gravidez

Categoria de risco: C - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Amamentação

A ivermectina é excretada no leite materno em baixas concentrações. O uso deste medicamento durante a amamentação somente deve ser feito quando indicado pelo médico.

Pediatria

Como ainda não se dispõe de dados clínicos suficientes referentes ao tratamento de crianças menores de 5 anos ou com menos de 15 kg, o uso deste&nbsp;medicamento por pacientes desta faixa etária não deve ser realizado.

Pacientes idosos

As recomendações para pacientes idosos são semelhantes às destinadas aos pacientes adultos.

Advertências do&nbsp;Leverctin

{"tag":"hr","value":" <p>Os pacientes portadores de oncocercose podem sofrer rea&#xE7;&#xF5;es na pele ou mesmo sist&#xEA;micas.</p> <h3>Para evitar futuras infesta&#xE7;&#xF5;es por parasitas, as seguintes medidas podem ser adotadas:</h3> <ul> <li>Manter limpas as instala&#xE7;&#xF5;es sanit&#xE1;rias e lavar as m&#xE3;os ap&#xF3;s utiliz&#xE1;-las;</li> <li>Evitar andar descal&#xE7;o;</li> <li>Cortar e manter limpas as unhas;</li> <li>Beber &#xE1;gua filtrada ou fervida;</li> <li>Lavar e cozinhar bem os alimentos;</li> <li>Manter os alimentos e dep&#xF3;sitos de &#xE1;gua cobertos;</li> <li>Combater os insetos;</li> <li>Lavar as m&#xE3;os antes das refei&#xE7;&#xF5;es;</li> <li>Lavar os utens&#xED;lios dom&#xE9;sticos;</li> <li>De forma cuidadosa para se evitar <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/queimaduras/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">queimaduras</a>, ferver roupas &#xED;ntimas, de cama e banho (len&#xE7;&#xF3;is, fronhas e toalhas) do paciente e troca-las diariamente. Utens&#xED;lios e acess&#xF3;rios (escovas de cabelo, pentes, presilhas de cabelo e bon&#xE9;s) devem ser higienizados da mesma forma. Estas medidas se estendem a todos os membros da fam&#xED;lia;</li> <li>N&#xE3;o compartilhar objetos de uso pessoal, tais como pentes e bon&#xE9;s;</li> <li>Evitar contato direto com outras pessoas durante o tratamento (infectadas ou n&#xE3;o);</li> <li>Todas as pessoas da fam&#xED;lia devem verificar se est&#xE3;o infestadas. Em caso positivo, procure orienta&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica para o correto tratamento simult&#xE2;neo de todos os infestados para evitar-se a re-infesta&#xE7;&#xE3;o cruzada entre os membros da fam&#xED;lia.</li> </ul> <p><strong>Para mais informa&#xE7;&#xF5;es sobre os cuidados n&#xE3;o medicamentosos, converse com o seu m&#xE9;dico ou procure um servi&#xE7;o de sa&#xFA;de.</strong></p> "}

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Leverctin?

As reações adversas são leves e transitórias

Diarreia, náusea, falta de disposição, dor abdominal, falta de apetite, constipação e vômitos.

Também podem ocorrer: tontura, sonolência, vertigem, tremor, coceira, lesão de pele até urticária. Inchaço na face e periférico, diminuição da pressão arterial ao levantar-se e aumento da frequência cardíaca. Estas reações são de frequência desconhecida.

Oncocercose

As reações alérgicas após o tratamento com ivermectina provocam reação do tipo Mazzotti caracterizada por dor nas articulações, dor abdominal, aumento no tamanho e na sensibilidade dos gânglios, principalmente os gânglios da região inguinal, do pescoço e das axilas, além de coceira, inchaço, lesões na pele até urticária e febre.

Reações oftálmicas durante o tratamento da oncocercose são raras e podem estar ligadas à doença. Raramente podem tornar-se graves ou associadas com perda de visão, mas de forma geral, são resolvidas sem a necessidade de tratamento com corticosteroides.

Alterações em testes de laboratório

Alterações no hemograma, elevação das enzimas hepáticas.

Dados de um estudo multicêntrico, realizado dentro do Programa de Controle da Oncocercose, o qual tratou 50.929 pacientes, com dose única de Ivermectina acompanhados por 72 horas pós tratamento; mostrou 2,4% de reações adversas moderadas e 0,24 % de reações severas (93 casos).

As reações severas mais frequentes foram hipotensão postural sintomática e dispneia severa. Não houve nenhum caso de morte pós tratamento.

Dentro das reações adversas mais comuns, relatou-se:

Cefaleia, dor muscular, dispneia, dores pelo corpo, febre, reações cutâneas, náusea, anorexia, vômitos, edema face e membros.

Podemos dizer que as reações adversas severas são classificadas nesta população como: Infrequentes (incomuns) (˃ 1/1000 e ≤ 1/100 casos).

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

Qual a composição do Leverctin?

Cada comprimido de Leverctin contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td style=\"width:670px\"> <p style=\"text-align:center\">Ivermectina</p> </td> <td style=\"width:556px\"> <p style=\"text-align:center\">6 mg</p> </td> </tr> <tr> <td style=\"width:670px\"> <p style=\"text-align:center\">Excipientes q.s.p.</p> </td> <td style=\"text-align:center; width:556px\">1 comprimido</td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;butilhidroxitolueno, celulose microcristalina, dióxido de silício, ácido cítrico, fosfato de cálcio dibásico, amido pré-gelatinizado e estearato de magnésio.

Apresentação do&nbsp;Leverctin

{"tag":"hr","value":" <h3>Comprimidos 6 mg</h3> <p>Embalagens com 2 e 4 comprimidos.</p> <p><strong>Uso oral.</strong></p> <p><strong>Uso adulto e pedi&#xE1;trico acima de 5 anos ou com mais de 15 kg.</strong></p> "}

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Leverctin maior do que a recomendada?

Na intoxicação acidental ou na exposição significativa a quantidades desconhecidas de formulações veterinárias de ivermectina em humanos, seja por ingestão, inalação, injeção ou exposição de áreas do corpo, os seguintes efeitos foram relatados com maior frequência: lesões cutâneas até urticária, inchaço, dor de cabeça, tontura, falta de disposição, náusea, vômitos, dor&nbsp;abdominal, diarreia, convulsões, alteração do equilíbrio, falta de ar, alterações na sensibilidade. Em casos de intoxicação acidental, procure assistência médica imediatamente.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Leverctin com outros remédios?

Não há relatos sobre interações medicamentosas com a ivermectina; no entanto, deve ser administrada com cautela a pacientes em uso de medicamentos que deprimem o Sistema Nervoso Central, como medicamentos para o tratamento de insônia, ansiedade, alguns analgésicos ou mesmo bebidas alcoólicas.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Leverctin (Ivermectina)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Estrongiloid&#xED;ase</h3> <p>A estrongiloid&#xED;ase &#xE9; uma infec&#xE7;&#xE3;o parasit&#xE1;ria que pode desenvolver quadros cl&#xED;nicos graves e que, al&#xE9;m do comprometimento intestinal, pode causar les&#xF5;es cut&#xE2;neas, broncopulmonares, hep&#xE1;ticas, biliares, mioc&#xE1;rdicas e mesent&#xE9;ricas.</p> <p>A efic&#xE1;cia da ivermectina no tratamento da estrongiloid&#xED;ase tem sido demonstrada em v&#xE1;rios estudos<sup>1-3 </sup>. Marty <em>et al</em><sup>4</sup> demonstraram efic&#xE1;cia superior da ivermectina em compara&#xE7;&#xE3;o com o <a href=\"https://consultaremedios.com.br/albendazol/bula\" target=\"_blank\">albendazol</a> no tratamento da estrongiloid&#xED;ase e Torres <em>et al</em><sup>5</sup> demonstraram a efic&#xE1;cia da ivermectina no tratamento da estrongiloid&#xED;ase em pacientes imunodeprimidos.</p> <h3>Oncocercose</h3> <p>A oncocercose &#xE9; uma filariose que compromete a pele e o aparelho visual, causada por <em>Onchocerca volvulus</em>. &#xC9; transmitida atrav&#xE9;s de um vetor, o d&#xED;ptero simul&#xED;deo, conhecido popularmente como &#x201C;pium&#x201D; ou &#x201C;borrachudo&#x201D;.</p> <p>A efic&#xE1;cia da Ivermectina no tratamento da oncocercose tem sido demonstrada em v&#xE1;rios estudos<sup>6-11</sup>, j&#xE1; tendo sido demonstrado que a Ivermectina tem maior efic&#xE1;cia que a dietilcarbamazina no tratamento da oncocercose<sup>12</sup>.</p> <h3>Filariose</h3> <p>A filariose linf&#xE1;tica humana, conhecida tamb&#xE9;m como elefant&#xED;ase no Brasil, &#xE9; causada pelo helminto <em>Wuchereria bancrofti</em> e transmitida por mosquitos do g&#xEA;nero <em>Culex</em>, nos quais as microfil&#xE1;rias se desenvolvem e atingem o est&#xE1;gio infectante. Os vermes adultos vivem nos linfonodos e vasos linf&#xE1;ticos, e as microfil&#xE1;rias s&#xE3;o encontradas no sangue perif&#xE9;rico. No tratamento e controle da dissemina&#xE7;&#xE3;o da filariose, a dietilcarbamazina apresenta resultados relativamente fracos, associados ao elevado &#xED;ndice de rea&#xE7;&#xF5;es adversas em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; Ivermectina.</p> <p>A efic&#xE1;cia da Ivermectina no tratamento da filariose tem sido demonstrada por v&#xE1;rios estudos<sup>13-18</sup>.</p> <h3>Ascarid&#xED;ase</h3> <p>A ascarid&#xED;ase &#xE9; causada por um parasita helm&#xED;ntico denominado <em>Ascaris lumbricoides</em>. A preval&#xEA;ncia desta doen&#xE7;a d&#xE1;-se em regi&#xF5;es de ambiente quente com condi&#xE7;&#xF5;es sanit&#xE1;rias prec&#xE1;rias em que os parasitas encontrem-se presentes e, em casos de contamina&#xE7;&#xE3;o de alimentos e fontes de &#xE1;gua.</p> <p>A efic&#xE1;cia da Ivermectina no tratamento da ascarid&#xED;ase tem sido demonstrada por diversos estudos <sup>1,3,4,19,20,39,40</sup>.</p> <h3>Escabiose</h3> <p>A escabiose ou sarna humana &#xE9; uma dermatose de alta incid&#xEA;ncia no Brasil, produzida pelo &#xE1;caro <em>Sarcoptes scabiei</em>. A sarna crostosa ou norueguesa tem tido um aumento de incid&#xEA;ncia, principalmente em pacientes imunodeprimidos.</p> <p>A efic&#xE1;cia da Ivermectina via oral no tratamento da escabiose foi demonstrada em v&#xE1;rios estudos<sup>23-26</sup>.</p> <p>Atualmente existe consenso na literatura cient&#xED;fica sobre a import&#xE2;ncia da Ivermectina no tratamento da escabiose<sup>26-28</sup>. Al&#xE9;m disso, tamb&#xE9;m foi demonstrada a efic&#xE1;cia da Ivermectina via oral no tratamento da escabiose em imunodeprimidos<sup>29</sup> e durante a ocorr&#xEA;ncia de surtos em institui&#xE7;&#xF5;es<sup>27</sup>.</p> <p>A efic&#xE1;cia da Ivermectina no tratamento da sarna norueguesa ou crostosa tamb&#xE9;m foi demonstrada por diversos estudos<sup>30-34</sup>.</p> <h3>Pediculose</h3> <p>A pediculose &#xE9; uma dermatose de alta incid&#xEA;ncia no Brasil, produzida pelo <em>Pediculus humanus capitis</em>, que pode ser tratada com dose &#xFA;nica de Ivermectina, cuja administra&#xE7;&#xE3;o por via oral apresenta vantagens em rela&#xE7;&#xE3;o aos tratamentos t&#xF3;picos alternativos.</p> <p>A efic&#xE1;cia da Ivermectina via oral no tratamento da pediculose, incluindo os casos resistentes, foi demonstrada em v&#xE1;rios estudos <sup>35-40</sup>.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1- NAQUIRA, C.; JIMENEZ, G.; GUERRA. J. G.; et al. Ivermectin for human strongyloidiasis and other intestinal helminthes. Am. J. Trop. Med. Hyg., v. 40, n. 3, p..304-309, 1989.<br> 2- DATRY, A.; HILMARSDOTTIR, I.; MAYORGA-SAGASTUME, R.; et al. Treatment of Strogyloides srtercoralis infection with ivermectin compared with albendazole: results of an open study of 60 cases. Transactions of the Royal Society of Tropical medicine and Hygiene, v. 88, p. 344-345, 1994.<br> 3- HUGGINS, D.; MEDEIROS, L.B.; TAVARES, E.; et al. Tratamento da estrongiloid&#xED;ase humana e outras parasitoses intestinais com dose &#xFA;nica de Ivermectina. Pediatr Mod, v. 58, p. 168-170, 2001.<br> 4- MARTY, H.; HAJI, H. J.; SAVIOLI, L.; et al. A comparative trial of a single-dose ivermectin versus three days of albendazole for treatment of Strogyloides stercolaris and other soil-transmitted helminth infections in children. Am. J. Trop. Med. Hyg., v. 55, n.<br> 5, p. 447-481, 1996. 5- TORRES, J.R.; ISTURIZ, R.; MURILLO, J.; et al. Efficacy of ivermectin in the treatment of strongyloidiasis complicating AIDS. Clin Infect Dis , v. 17, p. 900-902, 1993.<br> 6- AZIZ, M.A.; DIALLO, S..; DEOP, I.M.; et al. Efficacy and tolerance of ivermectine in human onchocerciasis. Lancet, v. 2, n. 8291, p. 171-173, 1982.<br> 7- COULAUD, J.P.; LARIVIERI, M.; GERVAIS, M.C.; et al. Treatment of human onchocerciasis with ivermectin. Bull Soc Pathol Exot Filiales, v. 76, n. 5, p. 681-8, 1983.<br> 8- AWADZI, K.; DADZIE, K. Y.; SHULZ-KEY, H.; et al. The chemotherapy of onchocerciasis X. Annuals of Tropical Medicine and Parisitology, v. 79, p. 63-78, 1985.<br> 9- DE SOLE, G. et al. Adverse reactions after large-scale treatment of onchocerciasis with ivermectin: combined results from eight community trials. Bulletin of the World Health Organization, v. 67, n. 6, p. 707-719, 1989.<br> 10- PACQUE, M.C. et al. Community-based treatment of onchocerciasis with ivermectin: acceptability and early adverse reactions. Bulletin of the World Health Organization, v. 67, n. 6, p. 721-730, 1989.<br> 11- NEWLAND, H.S.; WHITE, A. T.; GREENE, B. M.; et al. Effect of single-dose invermectin therapy of human Onchocerca volvulus infection with onchocercal ocular involvement. British Journal of Ophthalmology, v. 72, p. 561-569, 1988.<br> 12- GREENE, B. M.; TAYLOR, H. R.; CUPP, E. W.; et al. Comparison of ivermectin and diethylcarbamazine in the treatment of onchocerciasis. The New England Journal of Medicine, v. 313, n. 3, p. 133-138, 1985<br> 13- DREYER. G.; ADDISS, D.; NOROES. J.; et al. Ultrasonographic assessment of the adulticidal efficacy of repeat high-dose ivermectin in bancroftian filariasis. Tropical Medicine and International Health, v. 1, n. 4, p. 427-432, 1996.<br> 14- DREYER, G.; COUTINHO, A.; MIRANDA, D.; et al. Treatment of bancroftian filariasis in Recife, Brazil: a two-year comparative study of the efficacy of single treatments with ivermectin or diethylcarbamazine. Transactions of the Royal Society of Tropical Medicine and Hygiene, v. 89, p. 98-102, 1995.<br> 15- DREYER, G.; ADDISS, D.; SANTOS, A.; et al. Direct assessment in vivo of the efficacy of combined single-dose ivermectin and diethylcarbamazine against adult Wuchereria bancrofti. Transactions of the Royal Society of Tropical Medicine and Hygiene, v. 92, p. 219-222, 1998.<br> 16- DREYER, G.; NOROES, J.; AMARAL, F.; et al. Direct assessment of the adulticidal efficacy of a single dose of ivermectin in bancroftian filariasis. Transactions of the Royal Society of Tropical Medicine and Hygiene, v. 89, p. 441-443, 1995.<br> 17- DIALLO, S.; AZIZ, M.A.; NDIR, O.; et al. Dose ranging study of ivermectin in treatment of filariasis due to Wuchereria bancrofti. Lancet, v. 1, n. 8540, p. 1030, 1987.<br> 18- ROUX, J; PEROLAT P; CARTEL SL; et al. A study of ivermectin in the treatment of lymphatic filariasis due to Wuchereria bancrofti var. pacifica in French Polynesia. Bull Soc Pathol Exot Filiales, v. 82, n. 1, p. 72-81, 1989.<br> 19- WHITWORTH, J.A.G.; MORGAN, D.; MAUDE, G.H.; et al. A field study of the effect of ivermectin on intestinal helminthes in man. Trans Royal Soc Trop Med Hyg, v. 85, p. 232-234, 1991.<br> 20- BELIZ&#xC1;RIO, V.Y.; AMARILLO, M.E.; LEON, W.U.; et al. A comparation of the efficacy of single doses of albendazole, ivermectin and diethylcarmazine alone or in combinations against Ascaris and Trichuris spp. Bull W Health Org, v. 81, p. 35-42, 2003.<br> 21- OTTESEN, E.A.; CAMPBELL, W.C. Ivermectin in human medicine. J Antimicrob Chemoter, v. 34, n. 2, p. 195-203, 1994.<br> 22- HEUKELBACH J; WINTER, B.; WILCKE, T.; et al. Selective mass treatment with ivermectin to control intestinal helminthiases and parasitic skin diseases in a severely affected population. Bulletin of the World Health Organization, v. 82, n. 8, p. 563-571, 2004.<br> 23- MACOTELA-RUIZ, E.; PE&#xD1;A-GONZALEZ, G. Tratamiento de la escabiasis com Ivermectina por via oral. Gaceta Medica de M&#xE9;xico, v. 129, n. 3, p. 301-205, 1993.<br> 24- MARTY, P.; GARI-TOUSSAINT, M.; LE FICHOUX, Y.; et al. Efficacy of ivermectin treatment of an epidemic of sarcoptic scabies. Annuals of tropical Medicine and Parasitology, v. 88, n. 4, p. 453, 1994.<br> 25- DOURMISHEV, A.L.; DOURMISHEV, L.A.; SCHWARTZ, R.A. Ivermectin: pharmacology and application in dermatology. Int J Dermatol, v. 44, p. 981-988, 2005.<br> 26- CONTI DIAZ, J.A. et al. Treatment of human scabies with oral ivermectin. Sao Paulo: Rev Inst Trp, v. 41, p. 259-261, 1999.<br> 27- LEPPARD, B.; et al. The use of ivermectin in controlling an outbreak on scabies in a prison. Br J Dermatol, v. 143, p. 520-523, 2000.<br> 28- VAIDHYANATHAM, U. Review of ivermectin in scabies. Journal of Cutaneous Medicine and Surgery, v. 5, p. 496-504, 2001.<br> 29- MEINKING, T. L.; TAPLIN, D.; HERMIDA, J. L.; et al. The treatment of scabies with ivermectin. The New England Journal of Medicine, v. 333, p. 26-30, 1995<br> 30- AUBIN, F.; HUMBERT, P. Ivermectin for crusted (Norwegian) scabies. The New England Journal of Medicine, p. 812, 1995.<br> 31- DEL GIUDICE, P.; CARLES, M.; COUPPIE, P.; et al. Successful treatment of crusted (Norwegian) scabies with ivermectin in two patients with human immunodeficiency virus infection. British Journal of Dermatology, v. 135, p. 489-504, 1996.<br> 32- CORDOLIANI, F.; VASSEUR, E.; BACCARD, M.; et al. Ivermectin-responsive crusted scabies in HTLV1 carrier. Dermatology, v. 132, n. 4, p. 351-352, 1996.<br> 33- DOURMISHEV, A. L.; SERAFIMOVA, D. K.; DOURMISHEV, L. A.; et al. Crusted scabies of the scalp in dermatomyositis patients: three cases treated with oral ivermectin. International Journal of Dermatology, v. 37, p. 231-234, 1998.<br> 34- LARRALDE, M.; MIJELSHON, L. M.; GONZALEZ, A.; et al. Ivermectin-responsive crusted scabies in four patients. Pediatric Dermatology, v. 16, n. 1, p. 69-70, 1999.<br> 35- DUNNE, C. L.; MALONE, C. J.; WHITWORTH, J. A. G. A field of the effects of ivermectin on ectoparasites of man. Transactions of the Royal Society of Tropical Medicine and Hygiene, v. 85, p. 550- 551, 1991.<br> 36- BELL, T. A. Treatment of Pediculus humanus var. capitis infestation in Cowlitz County, Washington, with ivermectin and the LiceMeister&#xAE; comb. The Pediatric Infectious Disease Journal, v. 17, n. 10, p. 923- 924, 1998.<br> 37- BURKHART, C. G.; BURKHART, C. N.; BURKHART, K. M. An assessment of topical and oral prescription and over-the-counter treatments for head lice. Journal of the American Academy of Dermatology, v. 38 (6 Part 1), p. 979-982, 1998.<br> 38- BARBARA, L. et al. Head Lice. Pediatrics, v. 110, n. 3, p. 638-643, 2002.<br> 39- FOUCAULT, C.; RANQUE, S.; BADIAGE, S.; et al. Oral ivermectin in the treatment of body lice. J Infect Dis, v. 193, p. 474-476, 2006.<br> &amp;nbsp;40- GLAZIOU, P.; NYGUYEN, L.N.; MOULIA-PELAT, J.P.; et al. Efficacy of ivermectin for the treatment of head lice (pediculosis capitis). Trop. Med Parasitol, v. 45, p. 253-254, 1994.</br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <p>Ivermectina cont&#xE9;m Ivermectina, um antiparasit&#xE1;rio de amplo espectro, derivado das avermectinas, uma classe isolada de produtos de fermenta&#xE7;&#xE3;o do <em>Streptomyces avermitilis</em>.</p> <p>A Ivermectina &#xE9; uma mistura que cont&#xE9;m no m&#xED;nimo 90% de 5-O-dimetil-22,23-diidroavermectina A1a e menos de 10% de 5-O-dimetil-25-di(1-metilpropil)-22,23-diidro-25-(1-metiletil)avermectina A1a, geralmente conhecidos como 22,23 diidroavermectina B1a e B1b ou H2B1a e H2B1b, respectivamente.</p> <h3>Farmacodin&#xE2;mica</h3> <p>A Ivermectina imobiliza os vermes induzindo uma paralisia t&#xF4;nica da musculatura.</p> <p>A paralisia &#xE9; mediada pela potencializa&#xE7;&#xE3;o e/ou ativa&#xE7;&#xE3;o direta dos canais de Cl<sup>- </sup>sens&#xED;veis &#xE0;s avermectinas, controlados pelo glutamato. Esses canais est&#xE3;o presentes somente nos nervos e c&#xE9;lulas musculares dos invertebrados e uma vez potencializados, acarretam um aumento da permeabilidade da membrana celular aos &#xED;ons cloreto, com hiperpolariza&#xE7;&#xE3;o dos nervos ou c&#xE9;lulas musculares, resultando em paralisia e morte do parasita. Os compostos desta classe podem tamb&#xE9;m interagir com canais de Cl<sup>- </sup>mediados por outros neurotransmissores como o &#xE1;cido gama-aminobut&#xED;rico (GABA).</p> <p>Os canais de Cl<sup>- </sup>controlados pelo glutamato provavelmente servem como um dos locais de a&#xE7;&#xE3;o da Ivermectina tamb&#xE9;m nos insetos e crust&#xE1;ceos. A falta de receptores com alta afinidade para as avermectinas em cestodos e trematodos pode explicar porque estes helmintos n&#xE3;o s&#xE3;o sens&#xED;veis &#xE0; Ivermectina. Nos casos de infesta&#xE7;&#xF5;es por <em>Onchocerca</em></p></hr>"}

Fabricante: EMS

© 2021 Medicamento Lab.