Eurofarma Bicerto

150mg, caixa com 10 comprimidos de liberação prolongada

Princípio ativo
:
Cetoprofeno
Classe Terapêutica
:
Anti-Reumáticos Não Esteroidais Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Anti-Inflamatórios
Especialidade
:
Ginecologia, Ortopedia e traumatologia, Otorrinolaringologia, Reumatologia e Urologia

Bula do medicamento

Bicerto, para o que é indicado e para o que serve?

Bicerto (cetoprofeno) é um medicamento anti-inflamatório, analgésico e antitérmico, sendo indicado para o tratamento de inflamações e dores decorrentes dos seguintes casos:

Processos otorrinolaringológicos

Sinusites (inflamação da mucosa nasal), otites (inflamação do ouvido), faringites (inflamação da faringe), laringites (inflamação da laringe), amigdalites (inflamação da garganta).

Processos ginecológicos-obstétricos

Anexites (processo inflamatório que envolve o trato genital feminino), parametrites (inflamação do paramétrio – pélvico), endometrites (inflamação do endométrio), dismenorreia (dor menstrual).

Processos urológicos

Cólica nefrética (dor lombar decorrente de obstrução total ou parcial dos rins e ureteres), orquiepididimites (inflamação do testículo), prostatites (inflamação da próstata).

Processos odontológicos

Periodontites (inflamação e perda dos tecidos conjuntivos que envolvem e sustentam os dentes), pulpites (inflamação da polpa dentária), abscessos (acúmulo de pus em tecidos, órgãos ou espaços circunscritos, normalmente associado com sinais de infecção), extrações dentárias.

Processos reumáticos

Artrite reumatoide (inflamação crônica das articulações), espondilite anquilosante (inflamação de uma ou mais vértebras), gota (doença reumática caracterizada pelo acúmulo de cristais de ácido úrico junto a articulações e/ou em outros órgãos), condrocalcinose (depósito de sais de cálcio nas articulações), reumatismo psoriático (tipo de artrite associada a alteração da pele), síndrome de Reiter (um tipo de artrite), pseudo-artrite, lúpus eritematoso sistêmico (doença que apresenta manifestações na pele, coração, rins, articulações, entre outras), esclerodermia (doença auto-imune que pode ter várias manifestações, entre elas o endurecimento da pele), periarterite nodosa (tipo de inflamação que ocorre nas artérias), osteoartrite (doença articular degenerativa e progressiva), periartrite escápulo-umeral (inflamação de tecidos ao redor da articulação do ombro), bursites (inflamação da bursa, pequena bolsa contendo líquido que envolve as articulações), capsulite adesiva (inflamação caracterizada por perda de movimentos do ombro), sinovites (inflamação da membrana que envolve as articulações), tenossinovites (inflamação da bainha de um tendão), tendinites (inflamação dos tendões), epicondilites (doença resultante de um esforço não usual do braço).

Lesões ortopédicas

Contusões e esmagamentos (lesão causada por trauma direto ou pressão), fraturas, entorses (lesão de ligamento e músculo, sem deslocamento ou fratura), luxações (deslocamento de qualquer parte do corpo, normalmente uma articulação, de sua posição normal).

Dores diversas

Nevralgia cérvico-braquial (dor associada a lesão de nervos da região do pescoço a axila), cervicalgia (dor na região do pescoço), lombalgia (dor na região lombar), dor ciática (dor causada pela compressão do nervo ciático), pós-operatórios diversos, enxaqueca (dor de cabeça intensa) com ou sem aura (sintomas que precedem à enxaqueca e que variam consideravelmente entre os pacientes afetando principalmente, a visão e a audição).

Quais as contraindicações do Bicerto?

Bicerto (cetoprofeno) não deve ser utilizado nos seguintes casos:

  • <li>Pacientes com hist&#xF3;rico de rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade (alergia ou intoler&#xE2;ncia) ao cetoprofeno, como crises asm&#xE1;ticas (<a href="https://consultaremedios.com.br/b/doenca-pulmonar" target="_blank">doen&#xE7;a pulmonar</a> caracterizada pela contra&#xE7;&#xE3;o das vias respirat&#xF3;rias ocasionando falta de ar) ou outros tipos de rea&#xE7;&#xF5;es al&#xE9;rgicas ao cetoprofeno, ao <a href="https://consultaremedios.com.br/acido-acetilsalicilico/bula" target="_blank">&#xE1;cido acetilsalic&#xED;lico</a> ou a outros anti-inflamat&#xF3;rios n&#xE3;o esteroidais - AINEs (ex: <a href="https://consultaremedios.com.br/diclofenaco/pa" target="_blank">diclofenaco</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/ibuprofeno/bula" target="_blank">ibuprofeno</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/indometacina/bula" target="_blank">indometacina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/naproxeno/bula" target="_blank">naproxeno</a>). Nestes pacientes foram relatados casos de rea&#xE7;&#xF5;es anafil&#xE1;ticas severas (rea&#xE7;&#xE3;o al&#xE9;rgica grave e imediata), raramente fatais.</li> <li>Pacientes que j&#xE1; tiveram ou t&#xEA;m <a href="https://consultaremedios.com.br/b/ulcera-peptica" target="_blank"/><a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/ulcera/c" target="_blank">&#xFA;lcera</a> p&#xE9;ptica/hemorr&#xE1;gica (les&#xE3;o localizada no est&#xF4;mago e/ou intestino).</li> <li>Pacientes que j&#xE1; tiveram sangramento ou perfura&#xE7;&#xE3;o gastrintestinal (est&#xF4;mago ou intestino), relacionada ao uso de AINEs.</li> <li>Pacientes com insufici&#xEA;ncia severa (redu&#xE7;&#xE3;o acentuada da fun&#xE7;&#xE3;o do &#xF3;rg&#xE3;o) do cora&#xE7;&#xE3;o, do <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c" target="_blank">f&#xED;gado</a> e dos rins.</li> <li>Mulheres no terceiro trimestre da gravidez.</li>

Este medicamento é contraindicado para o uso por pacientes com insuficiência do coração, do fígado ou dos rins severas, pacientes com histórico de reações de hipersensibilidade ao cetoprofeno, ao ácido acetilsalicílico ou a outros antiinflamatórios não esteroidais - AINEs e por pacientes que já tiveram ou têm úlcera péptica/hemorrágica.

Este medicamento é contraindicado na faixa etária pediátrica.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas (3° trimestre gestacional) sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe imediatamente seu médico ou cirurgião-dentista em caso de suspeita de gravidez.

Como usar o Bicerto?

Os comprimidos devem ser ingeridos com 1 copo de água durante as refeições.

Geral

Tratamento de ataque

300 mg (2 comprimidos) por dia, divididos em 2 administrações.

O tratamento de ataque deve ser utilizado pelo menor tempo possível, instituindo-se logo a seguir o tratamento de manutenção, a critério médico.

Tratamento de manutenção

A posologia pode ser diminuída para 150 mg/dia (1 comprimido), em dose única.

Dose máxima diária recomendada

300 mg.

Tratamento da enxaqueca

Tomar 1/2 comprimido de Bicerto (cetoprofeno) (75 mg) logo após o início da crise. Geralmente, uma melhora significativa dos sintomas já é percebida duas horas após a administração.

Mesmo que o paciente não sinta alívio nos sintomas da enxaqueca após a primeira administração de Bicerto (cetoprofeno), uma segunda dose (75 mg ou 150 mg) não deve ser administrada durante a mesma crise. Nesse caso, deve-se administrar um outro medicamento que não seja um AINE ou ácido acetilsalicílico.

Se você se sentir aliviado após a primeira dose, mas os sintomas da enxaqueca reaparecerem ou uma nova crise ocorrer no mesmo dia, uma segunda dose (75 mg ou 150 mg) pode ser administrada. Entretanto, o intervalo mínimo para se tomar a segunda dose não deve ser menor que 12 horas.

Caso a dose de 1/2 comprimido (75 mg) não seja suficiente para o alívio da crise, deve-se administrar 1 comprimido de Bicerto (cetoprofeno) (150 mg) no início da próxima crise.

Nunca exceda 300 mg/dia (2 comprimidos/dia).

Populações especiais

Crianças

A segurança e eficácia do uso de cetoprofeno em crianças ainda não foram estabelecidas.

Pacientes com insuficiência dos rins e idosos

É aconselhável reduzir a dose inicial e manter estes pacientes com a menor dose eficaz. Um ajuste posológico individual deve ser considerado pelo seu médico somente após ter apurado boa tolerância individual.

Pacientes com insuficiência do fígado

Estes pacientes devem ser cuidadosamente monitorados e deve-se manter a menor dose eficaz diária.

Não há estudos dos efeitos de cetoprofeno administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral conforme recomendado pelo médico.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

Este medicamento não deve ser mastigado.

Como o Bicerto funciona?

Este medicamento tem como princípio ativo o cetoprofeno, de natureza não hormonal, que possui propriedades anti-inflamatória, antitérmica e analgésica.

O cetoprofeno inibe a agregação plaquetária (união das plaquetas umas às outras) e a síntese das prostaglandinas (mediador químico relacionado à inflamação), no entanto, seu exato mecanismo de ação não é conhecido. Concentrações plasmáticas máximas já são observadas em 15 – 30 minutos após a administração do comprimido de dupla camada. As concentrações plasmáticas apresentam um platô entre 45 e 90 minutos.

Quais cuidados devo ter ao usar o Bicerto?

Embora os AINEs possam ser requeridos para o alívio das complicações reumáticas que ocorrem devido ao lúpus eritematoso sistêmico (LES) (doença que apresenta manifestações na pele, coração, rins, articulações, entre outras), recomenda-se extrema cautela na sua utilização, uma vez que pacientes com LES podem apresentar predisposição à toxicidade por AINEs no sistema nervoso central e/ou renal.

As reações adversas podem ser minimizadas através da administração da dose mínima eficaz e pelo menor tempo necessário para controle dos sintomas.

Reações gastrintestinais

Converse com seu médico caso você também esteja usando medicamentos que possam aumentar o risco de sangramento ou úlcera, como corticosteroides orais, anticoagulantes como a varfarina, inibidores seletivos da recaptação de serotonina, agentes antiplaquetários como o ácido acetilsalicílico, ou nicorandil.

Sangramento, úlcera e perfuração gastrintestinais, que podem ser fatais, foram reportados com todos os AINEs durante qualquer período do tratamento, com ou sem sintomas ou histórico de eventos gastrintestinais graves.

Reações cardiovasculares

Estudos clínicos e dados epidemiológicos sugerem que o uso de AINEs (exceto aspirina), particularmente em doses elevadas e em tratamentos de longo prazo, pode ser associado com um aumento do risco de eventos trombóticos arteriais [por exemplo, enfarte do miocárdio ou acidente vascular cerebral (derrame)].

Assim como para os demais AINEs, deve-se ter cautela no uso de cetoprofeno em pacientes com hipertensão não controlada, insuficiência cardíaca congestiva, doença cardíaca isquêmica estabelecida (doença crônica ocasionada pela redução do fluxo sanguíneo ao coração), doença arterial periférica (doença que acomete as artérias que estão mais longe do coração) e/ou doença cerebrovascular (derrame), bem como antes de iniciar um tratamento a longo prazo em pacientes com fatores de risco para doenças cardiovasculares [ex. hipertensão, hiperlipidemia (colesterol elevado), diabetes e em fumantes].

Um aumento do risco de eventos trombóticos arteriais tem sido relatado em pacientes tratados com AINEs (exceto aspirina) para a dor perioperatória decorrente de cirurgia de revascularização do miocárdio (cirurgia para corrigir o fluxo sanguíneo do coração) (CRM).

Reações na pele

Reações graves na pele, algumas fatais, incluindo dermatite esfoliativa (alteração da pele acompanhada de descamação), síndrome de Stevens-Johnson (forma grave de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e em grandes áreas do corpo) e necrólise epidérmica tóxica (quadro grave em que uma grande extensão de pele começa a apresentar bolhas e evolui com áreas avermelhadas semelhante a uma grande queimadura), foram reportadas muito raramente com o uso de AINEs. Existe um risco maior da ocorrência destas reações adversas no início do tratamento na maioria dos casos ocorrendo no primeiro mês.

Assim como para os demais AINEs, na presença de doença infecciosa, deve-se notar que as propriedades anti-inflamatória, analgésica e antitérmica do cetoprofeno podem mascarar os sinais habituais de progressão da infecção, como por exemplo, febre. Converse com seu médico caso você apresente os testes de função do fígado anormais ou tenha histórico de doenças no fígado. As enzimas do fígado devem ser analisadas periodicamente, principalmente em um tratamento de longo prazo.

Raros casos de icterícia (cor amarelada da pele e olhos) e hepatite (inflamação do fígado) foram reportados com o uso de cetoprofeno.

Se ocorrerem distúrbios visuais, tal como visão embaçada, o tratamento com cetoprofeno deve ser descontinuado.

Gravidez e amamentação

O uso de AINEs pode prejudicar a fertilidade feminina e não é recomendado em mulheres que estão tentando engravidar.&nbsp;

Em mulheres com dificuldade de engravidar ou que estejam sob investigação de infertilidade, deve ser considerada a descontinuação do tratamento com AINEs.

Durante o primeiro e segundo trimestres da gestação

Como a segurança do cetoprofeno em mulheres grávidas não foi avaliada, seu uso deve ser evitado durante o primeiro e segundo trimestres da gravidez.

Durante o terceiro trimestre da gestação

Todos os inibidores da síntese de prostaglandinas, inclusive o cetoprofeno, podem induzir toxicidade cardiopulmonar e renal no feto. No final da gravidez, pode ocorrer aumento do tempo de sangramento da mãe e do feto. Portanto, Bicerto (cetoprofeno) é contraindicado durante o último trimestre da gravidez.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas (1º e 2º trimestres gestacionais) sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Amamentação

Não existem dados disponíveis sobre a excreção de cetoprofeno no leite humano. O uso de Bicerto (cetoprofeno) não é recomendado durante a amamentação.&nbsp;

Alterações na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Pode ocorrer sonolência, tontura ou convulsão durante o tratamento com Bicerto (cetoprofeno). Caso estes sintomas ocorram você não deve dirigir veículos ou operar máquinas.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Bicerto?

  • <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o desconhecida (n&#xE3;o pode ser estimada a partir dos dados dispon&#xED;veis).</li>

A lista a seguir de reações adversas está relacionada a eventos apresentados com o uso de cetoprofeno no tratamento de condições agudas ou crônicas:

Distúrbios no sistema sanguíneo e linfático
Rara

Anemia hemorrágica (anemia devido a sangramento).

Desconhecida

Agranulocitose (diminuição acentuada na contagem de células brancas do sangue), trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas sanguíneas), aplasia medular (disfunção da medula óssea que leva a alteração na formação das células do sangue), anemia hemolítica (diminuição do número de glóbulos vermelhos do sangue em decorrência da destruição prematura dos mesmos), leucopenia (redução dos glóbulos brancos no sangue).

Distúrbios no sistema imune
Desconhecida

Reações anafiláticas (reação alérgica grave e imediata), incluindo choque.

Distúrbios psiquiátricos
Desconhecida

Depressão, alucinação, confusão, distúrbios de humor.

Distúrbios no sistema nervoso
Incomum

Dor de cabeça, vertigem e sonolência.

Rara

Parestesia (sensação anormal como ardor, formigamento e coceira, percebidos na pele e sem motivo aparente).

Desconhecida

Meningite asséptica (inflamação nas membranas e tecidos que envolvem o cérebro sem causa infecciosa), convulsões (contrações e relaxamentos musculares involuntários), disgeusia (alteração ou diminuição do paladar), vertigem (tontura).

Distúrbios visuais
Rara

Visão embaçada, tal como visão borrada.

Distúrbios auditivos e do labirinto
Rara

Zumbidos.

Distúrbios cardíacos
Desconhecida

Exacerbação da insuficiência cardíaca, fibrilação atrial (tipo de arritmia cardíaca, na qual ritmo cardíaco é geralmente irregular e rápido).

Distúrbios vasculares
Desconhecida

Hipertensão (pressão arterial elevada), vasodilatação (aumento do calibre dos vasos sanguíneos), vasculite (inflamação da parede do vaso sanguíneo), incluindo vasculite leucocitoclástica (um tipo específico de inflamação da parede do vaso sanguíneo).

Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais
Rara

Asma (doença pulmonar caracterizada pela contração das vias respiratórias ocasionando falta de ar).

Desconhecida

Broncoespasmo (contração dos brônquios levando a chiado no peito), principalmente em pacientes com hipersensibilidade conhecida ao ácido acetilsalicílico e/ou a outros AINEs.

Distúrbios gastrintestinais
Comum

Dispepsia (má digestão), náusea, dor abdominal, vômito.

Incomum

Constipação (prisão de ventre), diarreia, flatulência (excesso de gases no estômago ou intestinos) e gastrite (inflamação do estômago).

Rara

Estomatite (inflamação da mucosa da boca), úlcera péptica.

Desconhecida

Exacerbação da colite (inflamação do intestino grosso) e doença de Crohn, hemorragia e perfuração gastrintestinais, pancreatite (inflamação do pâncreas).

Distúrbios hepatobiliares
Rara

Casos de hepatite (inflamação do fígado), aumento dos níveis das transaminases (enzima presente nas células do fígado).

Distúrbios cutâneos e subcutâneos
Incomum

Erupção cutânea (rash), prurido (coceira).

Desconhecida

Reação de fotossensibilidade (sensibilidade exagerada da pele à luz), alopecia (perda de cabelo e pelos), urticária (erupção na pele, geralmente de origem alérgica, que causa coceira), angioedema (inchaço em região subcutânea ou em mucosas, geralmente de origem alérgica), erupções bolhosas incluindo síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica e pustulose exantematosa aguda generalizada, que são tipos distintos de reações bolhosas na pele.

Distúrbios dos rins e urinário
Desconhecida

Insuficiência aguda dos rins, nefrite túbulo-intersticial (um tipo de inflamação nos rins), síndrome nefrótica (condição grave caracterizada por presença de proteína na urina) e anormalidade nos testes de função dos rins.

Distúrbios gerais
Incomum

Edema (inchaço).

Distúrbios do metabolismo e nutrição
Desconhecida

Hiponatremia (redução dos níveis de sódio no sangue), hiperpotassemia (nível alto de potássio no sangue).

Investigações
Rara

Ganho de peso.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Idosos

É aconselhável reduzir a dose inicial e manter o tratamento na dose mínima eficaz. Um ajuste posológico individual pode ser considerado somente após o desenvolvimento de boa tolerância individual.

A frequência das reações adversas aos AINEs é maior em idosos, especialmente sangramento e perfuração gastrintestinais, os quais podem ser fatais.

Crianças

A segurança e eficácia do uso de cetoprofeno em crianças não foram estabelecidas.

Outros grupos de risco

Converse com seu médico caso você tenha histórico de doença gastrintestinal (colite ulcerativa – inflamação do intestino grosso; doença de Crohn – doença inflamatória crônica que pode afetar qualquer parte do trato gastrintestinal), pois estas condições podem ser exacerbadas.

No início do tratamento, a função dos rins deve ser cuidadosamente monitorada pelo médico em pacientes com insuficiência cardíaca, cirrose (doença no fígado) e nefrose (doença nos rins), naqueles que fazem uso de diuréticos, ou em pacientes com insuficiência crônica dos rins, principalmente se estes pacientes são idosos. Nesses pacientes, a administração do Bicerto (cetoprofeno) pode induzir a redução do fluxo sanguíneo nos rins e levar à descompensação (mau funcionamento) renal.

Deve-se ter cautela no uso de cetoprofeno em pacientes com histórico de hipertensão e/ou insuficiência cardíaca congestiva leve a moderada, uma vez que retenção de líquidos e edema (inchaço) foram relatados após a administração de AINEs.

Aumento do risco de fibrilação atrial (tipo de arritmia cardíaca, na qual ritmo cardíaco é geralmente irregular e rápido) foi reportado em associação com o uso de AINEs.

Pode ocorrer hiperpotassemia (nível alto de potássio no sangue), especialmente em pacientes com diabetes de base, insuficiência renal (redução da função dos rins) e/ou tratamento concomitante com agentes que promovem a hiperpotassemia.

Os níveis de potássio devem ser monitorados sob estas circunstâncias.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Bicerto?

Caso esqueça de administrar uma dose, administre-a assim que possível. No entanto, se estiver próximo do horário da dose seguinte, espere por este horário, respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo tempo.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico, do seu médico ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Bicerto?

Cada comprimido de liberação prolongada contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Cetoprofeno</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">150 mg</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Excipientes* q.s.p.</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, lactose monoidratada, amido, hietelose, óxido de ferro amarelo, dióxido de silício, estearato de magnésio.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Bicerto maior do que a recomendada?

Em caso de superdose acidental, procure imediatamente atendimento médico de emergência.

Sintomas

Casos de superdose foram relatados com doses de até 2,5 g de cetoprofeno. A maioria dos sintomas observados foram benignos e limitados à letargia (estado geral de lentidão, desatenção ou desinteresse, com um quadro de cansaço, dificuldade de concentração e realização de simples tarefas), sonolência, náusea, vômito e dor no estômago.

Tratamento

Não existe nenhum antídoto específico para superdose com cetoprofeno. Em caso de suspeita de superdose, lavagem gástrica é recomendada e tratamentos sintomáticos e de suporte devem ser instituídos para compensar a desidratação, monitorar a excreção urinária e corrigir a acidose, se presente.

Se ocorrer insuficiência dos rins, hemodiálise pode ser útil para remover o fármaco circulante.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Bicerto com outros remédios?

Associações medicamentosas não recomendadas

  • <li>Outros AINEs incluindo inibidores seletivos da ciclo-oxigenase 2 (enzima relacionada &#xE0; inflama&#xE7;&#xE3;o) e altas dosagens de salicilatos (subst&#xE2;ncia relacionada ao &#xE1;cido acetilsalic&#xED;lico): aumento do risco de ulcera&#xE7;&#xE3;o e sangramentos gastrintestinais.</li> <li>&#xC1;lcool: risco de efeitos adversos gastrintestinais, incluindo ulcera&#xE7;&#xE3;o ou hemorragia; pode aumentar o risco de toxicidade no f&#xED;gado.</li> <li>Anticoagulantes: aumento do risco de sangramento.</li> <li>Heparina;</li> <li>Antagonistas da vitamina K (como a varfarina);</li> <li>Inibidores da agrega&#xE7;&#xE3;o plaquet&#xE1;ria (tais como ticlopidina, <a href="https://consultaremedios.com.br/bissulfato-de-clopidogrel/bula" target="_blank">clopidogrel</a>);</li> <li>Inibidores da trombina (tais como <a href="https://consultaremedios.com.br/etexilato-de-dabigatrana/bula" target="_blank">dabigatrana</a>);</li> <li>Inibidores diretos do fator Xa (tais como <a href="https://consultaremedios.com.br/apixabana/bula" target="_blank">apixabana</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/rivaroxabana/bula" target="_blank">rivaroxabana</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/edoxabana/bula" target="_blank">edoxabana</a>).</li> <li>Se o tratamento concomitante n&#xE3;o puder ser evitado, o m&#xE9;dico dever&#xE1; realizar um cuidadoso monitoramento.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/carbonato-de-litio/bula" target="_blank">L&#xED;tio</a>: risco de aumento dos n&#xED;veis de l&#xED;tio no plasma devido a diminui&#xE7;&#xE3;o da sua excre&#xE7;&#xE3;o pelos rins, podendo atingir n&#xED;veis t&#xF3;xicos. Se necess&#xE1;rio, os n&#xED;veis de l&#xED;tio no plasma devem ser cuidadosamente monitorados pelo seu m&#xE9;dico e a dosagem de l&#xED;tio deve ser ajustada durante e ap&#xF3;s tratamento com AINEs.</li> <li>Outros medicamentos fotossensibilizantes (medicamentos que causam <a href="https://minutosaudavel.com.br/fotofobia/" rel="noopener" target="_blank">sensibilidade &#xE0; luz</a>): pode causar efeitos fotossensibilizantes adicionais.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/metotrexato/bula" target="_blank">Metotrexato</a> em doses maiores do que 15 mg/semana: aumento do risco de toxicidade hematol&#xF3;gica (no sangue) do metotrexato, especialmente quando administrado em altas doses.&amp;nbsp;</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/colchicina/bula" target="_blank">Colchicina</a>: aumenta o risco de ulcera&#xE7;&#xE3;o ou hemorragia gastrintestinal e pode aumentar o risco de sangramento em outros locais que n&#xE3;o sejam o trato gastrintestinal.</li> <li>Categorias terap&#xEA;uticas e medicamentos que podem promover hiperpotassemia [tais como, sais de pot&#xE1;ssio, diur&#xE9;ticos poupadores de pot&#xE1;ssio, inibidores da ECA e antagonistas da angiotensina II, AINEs, heparinas (de baixo peso molecular ou n&#xE3;o fracionada), <a href="https://consultaremedios.com.br/ciclosporina/bula" target="_blank">ciclosporina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/tacrolimo/bula" target="_blank">tacrolimo</a> e trimetoprima]: O risco de hiperpotassemia pode aumentar quando os medicamentos mencionados acima s&#xE3;o administrados concomitantemente.</li>

Associações medicamentosas que requerem precauções

  • <li>Corticosteroides (ex. <a href="https://consultaremedios.com.br/prednisona/bula" target="_blank">prednisona</a>, prednisolona, <a href="https://consultaremedios.com.br/dexametasona/bula" target="_blank">dexametasona</a>): aumento do risco de ulcera&#xE7;&#xE3;o ou sangramento gastrintestinal.</li> <li>Diur&#xE9;ticos (ex. <a href="https://consultaremedios.com.br/furosemida/bula" target="_blank">furosemida</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/hidroclorotiazida/bula" target="_blank">hidroclorotiazida</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/clortalidona/bula" target="_blank">clortalidona</a>): pacientes utilizando diur&#xE9;ticos, particularmente os desidratados, apresentam maior risco de desenvolvimento de insufici&#xEA;ncia renal secund&#xE1;ria devido a diminui&#xE7;&#xE3;o do fluxo sangu&#xED;neo nos rins. Portanto estes pacientes devem ser reidratados antes do in&#xED;cio do tratamento concomitante e a fun&#xE7;&#xE3;o dos rins deve ser monitorada quando o tratamento for iniciado.</li> <li>Inibidores da ECA (enzima conversora da angiotensina) (ex. <a href="https://consultaremedios.com.br/captopril/bula" target="_blank">captopril</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/maleato-de-enalapril/bula" target="_blank">enalapril</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/lisinopril/bula" target="_blank">lisinopril</a>) e antagonistas da angiotensina II (ex. <a href="https://consultaremedios.com.br/irbesartana/bula" target="_blank">irbesartana</a>, losartana, <a href="https://consultaremedios.com.br/valsartana/bula" target="_blank">valsartana</a>): em pacientes com comprometimento da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins (ex. pacientes desidratados ou pacientes idosos), a coadministra&#xE7;&#xE3;o de um inibidor da ECA ou de um antagonista da angiotensina II e de um agente que inibe a ciclooxigenase (tipo de enzima) pode promover a deteriora&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins, incluindo a possibilidade de insufici&#xEA;ncia renal aguda.</li> <li>Metotrexato em doses menores do que 15 mg/semana: converse com seu m&#xE9;dico caso esteja tomando metotrexato devido a possibilidade de ocorrer altera&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins. Durante as primeiras semanas de tratamento concomitante ao cetoprofeno, a contagem sangu&#xED;nea completa (hemograma) deve ser monitorada uma vez por semana pelo seu m&#xE9;dico. Se houver qualquer altera&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins ou se for um paciente idoso, o monitoramento deve ser realizado com maior frequ&#xEA;ncia.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/pentoxifilina/bula" target="_blank">Pentoxifilina</a>: converse com seu m&#xE9;dico caso esteja tomando pentoxifilina, devido ao aumento do risco de sangramento. &#xC9; necess&#xE1;rio realizar monitoramento cl&#xED;nico e do tempo de sangramento com maior frequ&#xEA;ncia.</li> <li>Tenofovir: a administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de fumarato de tenofovir disoproxil e AINEs pode aumentar o risco de insufici&#xEA;ncia renal.</li> <li>Nicorandil: em pacientes recebendo concomitantemente nicorandil e AINEs h&#xE1; um aumento no risco de complica&#xE7;&#xF5;es severas, tais como ulcera&#xE7;&#xE3;o gastrintestinal, perfura&#xE7;&#xE3;o e hemorragia.</li> <li>Glicos&#xED;deos card&#xED;acos: a intera&#xE7;&#xE3;o farmacocin&#xE9;tica entre o cetoprofeno e a <a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">digoxina</a> n&#xE3;o foi demonstrada. No entanto, recomendase cautela, em particular em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal, uma vez que os AINEs podem reduzir a fun&#xE7;&#xE3;o renal e diminuir o <em>clearance</em> (elimina&#xE7;&#xE3;o) renal dos glicos&#xED;deos card&#xED;acos.</li> <li>Ciclosporina: aumento do risco de nefrotoxicidade (toxicidade nos rins).</li> <li>Tacrolimo: aumento do risco de nefrotoxicidade.</li>

Associações medicamentosas a serem consideradas

  • <li>Agentes anti-hipertensivos tais como betabloqueadores (ex. <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-propranolol/bula" target="_blank">propranolol</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/atenolol/bula" target="_blank">atenolol</a>, metropolol), inibidores da ECA, diur&#xE9;ticos: risco de redu&#xE7;&#xE3;o do efeito anti-hipertensivo.</li> <li>Trombol&#xED;ticos: aumento do risco de sangramento.</li> <li>Probenecida: a administra&#xE7;&#xE3;o concomitante com probenecida pode reduzir acentuadamente a elimina&#xE7;&#xE3;o do cetoprofeno do plasma (<em>clearance</em>).</li> <li>Inibidores seletivos da recapta&#xE7;&#xE3;o de serotonina (ex. <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-fluoxetina/bula" target="_blank">fluoxetina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-paroxetina/bula" target="_blank">paroxetina</a>, sertralina): aumento do risco de sangramento gastrintestinal.</li>

Alimentos

O uso concomitante com alimentos pode retardar a absorção do cetoprofeno, entretanto não foram observadas interações clinicamente significativas.

Exames de laboratório

O uso de cetoprofeno pode interferir na determinação de albumina urinária, sais biliares, 17-cetosteroides e 17- hidroxicorticosteroides que se baseiam na precipitação ácida ou em reação colorimétrica dos grupos carbonil.

Informe ao seu médico ou cirurgião dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Bicerto com alimentos?

Cápsulas, Gotas, Injetável, Pó Liófilo, Supositório e Xarope

O uso concomitante com alimentos pode retardar a absorção do Cetoprofeno, entretanto não foram observadas interações clinicamente significativas.

Qual a ação da substância do Bicerto (Cetoprofeno)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Gel</h3> <p>A efic&#xE1;cia de Cetoprofeno est&#xE1; demonstrada nos seguintes estudos: &#x201C;Matucci-Cerinic M, Casini A. Ketoprofen vs etofenamate in a controlled double-blind study: evidence of topical effectiveness in soft tissue rheumatic pain. Int J Clin Pharmacol Res. 1988;8(3):157-60&#x201D; &#x2013; a efic&#xE1;cia foi comprovada em um estudo controlado duplo cego, por 7 dias, com 36 pacientes com <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/tendinite/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">tendinite</a> e/ou <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-bursite-no-ombro-quadril-remedios-tratamento-tem-cura/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">bursite</a> onde o Cetoprofeno foi capaz de reduzir os sintomas inflamat&#xF3;rios das regi&#xF5;es afetadas; &#x201C;Airaksinen O, Ven&#xE3;l&#xE3;inen J, Pietil&#xE3;inen T. Ketoprofen 2.5% gel <em>versus </em>placebo gel in the treatment of acute soft tissue injuries. Int J Clin Pharmacol Ther Toxicol. 1993 Nov;31(11):561-3&#x201D; &#x2013; a efic&#xE1;cia foi comprovada em um estudo paralelo, duplo cego, placebo controlado, por 7 dias, em 56 pacientes com les&#xE3;o aguda de partes moles. O Cetoprofeno gel 2,5% demonstrou ser superior ao placebo no tratamento dos pacientes; &#x201C;Patel RK, Leswell PF. Comparison of ketoprofen, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/piroxicam/bula\" target=\"_blank\">piroxicam</a>, and diclofenac gels in the treatment of acute soft-tissue injury in general practice. General Practice Study Group. Clin Ther. 1996 May-Jun;18(3):497-507&#x201D; &#x2013; a efic&#xE1;cia foi comprovada em um estudo aberto, comparativo, multic&#xEA;ntrico, com 1575 pacientes. O Cetoprofeno gel 2,5% demonstrou ser superior aos outros AINEs avaliados no tratamento da les&#xE3;o de partes moles; &#x201C;Waikakul S, Penkitti P, Soparat K,<em> et al</em>. Topical analgesics for knee arthrosis: a parallel study of ketoprofen gel and diclofenac emulgel. J Med Assoc Thai. 1997 Sep;80(9):593-7&#x201D; &#x2013; a efic&#xE1;cia foi demonstrada em um estudo comparativo, paralelo, randomizado entre 85 pacientes com osteoartrite de joelho. O grupo que recebeu Cetoprofeno gel demonstrou melhora importante nos resultados avaliados.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Matucci-Cerinic M, Casini A. Ketoprofen vs etofenamate in a controlled double-blind study: evidence of topical effectiveness in soft tissue rheumatic pain. Int J Clin Pharmacol Res. 1988;8(3):157-60.<br> 2. Airaksinen O, Ven&#xE3;l&#xE3;inen J, Pietil&#xE3;inen T. Ketoprofen 2.5% gel versus placebo gel in the treatment of acute soft tissue injuries. Int J Clin Pharmacol Ther Toxicol. 1993 Nov;31(11):561-3.<br> 3. Patel RK, Leswell PF. Comparison of ketoprofen, piroxicam, and diclofenac gels in the treatment of acute softtissue injury in general practice. General Practice Study Group. Clin Ther. 1996 May-Jun;18(3):497-507<br> 4. Waikakul S, Penkitti P, Soparat K, et al. Topical analgesics for knee arthrosis: a parallel study of ketoprofen gel and diclofenac emulgel. J Med Assoc Thai. 1997 Sep;80(9):593-7.</br></br></br></span></p> <h3>C&#xE1;psulas, Gotas e Suposit&#xF3;rio</h3> <p>Um estudo cl&#xED;nico, aberto, realizado por Addy (1985), avaliou o uso de Cetoprofeno na dose de 50 mg 3 vezes ao dia durante o per&#xED;odo menstrual, por 3 meses, em 42 mulheres com dismenorreia. Ao final do estudo 95% das mulheres retornaram &#xE0;s suas atividades normais e apresentaram uma boa tolerabilidade ao tratamento.</p> <p>Estudo realizado por Spongsveen <em>et al </em>(1978) avaliou o uso do Cetoprofeno na dose de 50 mg 3 vezes ao dia em pacientes com doen&#xE7;as osteoarticulares cr&#xF4;nicas. Esses pacientes foram acompanhados por um per&#xED;odo m&#xED;nimo de 3 meses at&#xE9; 12 meses. O Cetoprofeno promoveu melhora cl&#xED;nica na maioria dos pacientes, comprovando sua efic&#xE1;cia dentre os pacientes avaliados. O n&#xFA;mero de eventos adversos ocorreu em 13% dos pacientes, sendo os eventos gastrintestinais, principalmente a dispepsia, o mais frequente. Entretanto n&#xE3;o houve nenhum evento considerado s&#xE9;rio.</p> <p>Karvonen <em>et al</em> (2008) realizaram estudo duplo-cego, randomizado, placebo controlado, com grupos paralelos onde foi avaliado o uso de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/paracetamol/bula\" target=\"_blank\">paracetamol</a> e Cetoprofeno no controle de dor p&#xF3;s operat&#xF3;rio de 60 pacientes adultos submetidos a pr&#xF3;tese total de quadril. O uso de Cetoprofeno por via oral, na dose de 300 mg dia, reduziu em 22% o consumo de opioide no 1&#xBA; dia de p&#xF3;s-operat&#xF3;rio.</p> <h4>Exclusivo Gotas</h4> <p>Barbieri (1987) realizou estudo duplo-cego, randomizado, placebo controlado, com 60 pacientes pedi&#xE1;tricos (1 a 10 anos) com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/amigdalite/c\" target=\"_blank\">amigdalite</a> bacteriana aguda que necessitaram <a href=\"https://consultaremedios.com.br/amoxicilina/bula\" target=\"_blank\">amoxicilina</a> como antibioticoterapia. Todos os par&#xE2;metros cl&#xED;nicos considerados, como o aspecto da orofaringe, edema, exsudato e hipertrofia das am&#xED;gdalas apresentaram melhora significativa do ponto de vista estat&#xED;stico, havendo superioridade do grupo que recebeu Cetoprofeno em rela&#xE7;&#xE3;o ao placebo. Todos os pacientes fizeram uso de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/infeccoes/antibioticos/c\" target=\"_blank\">antibi&#xF3;tico</a> por 7 a 10 dias (BARBIERI, 1987).</p> <p>Estudo aberto realizado por Kokki <em>et al</em> (2000) avaliou 611 crian&#xE7;as (1-9anos) que fizeram uso de Cetoprofeno no p&#xF3;s operat&#xF3;rio de adenoidectomia. O estudo avaliou a dor, presen&#xE7;a de eventos adversos e sangramento durante a primeira semana de p&#xF3;s-operat&#xF3;rio. A dose utilizada chegou a 5mg/kg/dia. O Cetoprofeno demonstrou uma boa efic&#xE1;cia analg&#xE9;sica e seguran&#xE7;a durante o curto per&#xED;odo de utiliza&#xE7;&#xE3;o. N&#xE3;o houve quadro de sangramento clinicamente significativo e nenhuma crian&#xE7;a necessitou de interven&#xE7;&#xE3;o, reopera&#xE7;&#xE3;o ou mesmo interna&#xE7;&#xE3;o por causa de sangramento (KOKKI, 2000).</p> <h4>Exclusivo Suposit&#xF3;rio</h4> <p>Dib <em>et al</em> (2002) realizaram estudo multic&#xEA;ntrico, duplo cego, cruzado, placebo controlado, avaliando efic&#xE1;cia e tolerabilidade do Cetoprofeno e da zolmitriptana em pacientes com quadro agudo de migr&#xE2;nea. Foram utilizados Cetoprofeno nas concentra&#xE7;&#xF5;es de 75 e 150 mg, em forma de comprimido de duplo mecanismo de libera&#xE7;&#xE3;o e 2,5 mg de zolmitriptana. Foram inclu&#xED;dos nesse estudo 257 pacientes com m&#xE9;dia de idade de 38,1 anos. O Cetoprofeno mostrou ser efetivo no al&#xED;vio do quadro de cefalgia nas duas dosagens utilizadas, alcan&#xE7;ando sucesso no al&#xED;vio da dor nas duas primeiras horas em 62,6% nos pacientes que receberam Cetoprofeno 75 mg e 61,6% com Cetoprofeno 150 mg, assim a zolmitriptana (66,8% de sucesso no al&#xED;vio da dor nas 2 primeiras horas). Ambas as drogas mostraram ser significativamente superiores ao placebo, mas sem diferen&#xE7;as entre si. Embora n&#xE3;o houvera diferen&#xE7;a entre as doses de Cetoprofeno no al&#xED;vio da dor nas duas primeiras horas, a dose de 150 mg mostrou-se mais efetiva em manter a analgesia por tempo mais prolongado em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; dose de 75 mg.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Addy SK, Clinical experience with ketoprofen (&#x201C;Orudis&#x201D;) in primary dismenorrhoea. Obstetrics &amp; Gynaecology. 1985: 813-816.<br> 2. Spongsveen, ET AL. an interim report on an open multicentre long-term study of ketoprofen (Orudis) in rheumatic diseases. Rheumatol Rehabil. 1978; Suppl: 71-7<br> 3. Karvonen S, ET AL. Efficacy of Oral Paracetamol and ketoprofen for Pain Management after Major Orthopedic Surgery Methods Find Exp Clin Pharmacol 2008, 30(9): 703-706.<br> 4.&amp;nbsp;Barbieri AL. Estudo duplo-cego comparativo entre cetoprofenato de s&#xF3;dio (gotas) e placebo em amidalites agudas de pacientes pedi&#xE1;tricos. Pediatria Moderna. 1987; 22(8):292-296.<br> 5.&amp;nbsp;Kokki H, ET AL. The feasibility of pain treatment at home after adenoidectomy with ketoprofen tablets in small children. Paediatric Anaesthesia, 2000; 10: 531-535.</br></br></br></br></span></p> <h3>Injet&#xE1;vel</h3> <p>A efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a do Cetoprofeno e paracetamol foram comparados para o tratamento da migr&#xE2;nia (enxaqueca) aguda em um estudo randomizado e duplo-cego com 64 pacientes.</p> <p>Trinta e quatro pacientes receberam Cetoprofeno 100 mg por via IM, e 30 pacientes receberam 500 mg de paracetamol por via IM. O al&#xED;vio parcial ou completo da dor e outros sintomas foi alcan&#xE7;ado 15 a 20 minutos ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o do grupo Cetoprofeno e no prazo de 35 minutos no grupo paracetamol. Completo al&#xED;vio da dor foi alcan&#xE7;ado dentro de 30 a 40 minutos ap&#xF3;s o Cetoprofeno em 28 pacientes (82,5%) em compara&#xE7;&#xE3;o com 5 pacientes (17,5%) no grupo de paracetamol. Em seis dos pacientes tratados com Cetoprofeno houve necessidade de uma segunda dose para al&#xED;vio completo da dor durante as 4 horas de tempo de seguimento. Os efeitos colaterais foram raros e m&#xED;nimos. Estes achados sugerem que o Cetoprofeno produziu um benef&#xED;cio estatisticamente significativo no tratamento da migr&#xE2;nia aguda.</p> <p>Cetoprofeno (KP) foi administrado por via IM a 15 pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/artrite-cronica\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-dos-ossos/artrite/c\" target=\"_blank\">artrite</a> cr&#xF4;nica no dia seguinte &#xE0; cirurgia eletiva de articula&#xE7;&#xF5;es (13), ou durante crises de dor extrema (2), resultando em al&#xED;vio satisfat&#xF3;rio da dor, e parecia capaz de substituir os opi&#xE1;ceos. Um novo m&#xE9;todo de ensaio para Kp plasm&#xE1;tico, baseado em cromatografia de g&#xE1;s / massa de alta resolu&#xE7;&#xE3;o &#xE9; descrito fragmentografia &#xE9; descrito, permitindo a determina&#xE7;&#xE3;o do Kp, mesmo na presen&#xE7;a de probenecida. O Cetoprofeno foi rapidamente absorvido e os n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de pico de 10,2 a 18,6 micromol/L foram atingidos em 30 minutos. A probenecida n&#xE3;o interferiu com a elimina&#xE7;&#xE3;o de Kp.</p> <p>Neste estudo duplo-cego 40 pacientes com osteoartrite foram tratados para al&#xED;vio da dor com Cetoprofeno ou com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/indometacina/bula\" target=\"_blank\">indometacina</a>, ambas por via IM na dosagem de 100 mg/dia por 12 dias. Com ambas as medica&#xE7;&#xF5;es houve melhora significativa da dor, capacidade funcional e a dist&#xE2;ncia que os pacientes estavam aptos a caminhar, enquanto apenas o Cetoprofeno reduziu o aumento de tamanho do joelho em pacientes com gonartrite.</p> <p>Os dois medicamentos apresentaram aproximadamente o mesmo per&#xED;odo de lat&#xEA;ncia e a mesma dura&#xE7;&#xE3;o de atividade. Cetoprofeno foi perfeitamente tolerada, ao passo que um paciente tratado com indometacina teve o tratamento foi interrompido devido &#xE0; <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hipotens&#xE3;o</a> vascular e <em>rash </em>cut&#xE2;neo. Um aumento significativo da <a href=\"https://consultaremedios.com.br/ureia/bula\" target=\"_blank\">ureia</a> nitrogenada plasm&#xE1;tica foi observado somente no grupo de pacientes tratados com indometacina.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Karabetsos A, Karachalios G, Bourlinou P, Reppa A, Koutri R, Fotiadou A. Ketoprofen versus paracetamol in the treatment of acute migraine. Headache. 1997 Jan;37(1):12-4.<br> 2. Wollheim FA, Stenberg P, Nilsson B, Mellbin G. Clinical and methodological studies on intramuscular ketoprofen in postoperative rheumatic pain. Eur J Clin Pharmacol. 1981;20(6):423-5<br> 3. Franchi R, Liverta C, Pollini C, Pontiroli AE. Parenteral administration of ketoprofen in osteoarthritis: a double-blind trial versus the N-methyl-d-glucamine salt of indomethacin. Scand J Rheumatol Suppl. 1979;(26):1-7</br></br></span></p> <h3>P&#xF3; li&#xF3;filo</h3> <p>Nos &#xFA;ltimos anos, consider&#xE1;vel aten&#xE7;&#xE3;o tem sido dada ao tratamento de dor p&#xF3;s-operat&#xF3;ria, tendo em conta o efeito favor&#xE1;vel da analgesia adequada sobre evolu&#xE7;&#xE3;o do paciente. Recomenda-se analgesia multimodal (por exemplo, os opioides e drogas anti-inflamat&#xF3;rias n&#xE3;o esteroidais [AINEs] ou <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/anestesicos/c\" target=\"_blank\">anest&#xE9;sicos</a> locais) para o al&#xED;vio efetivo da dor p&#xF3;s-operat&#xF3;ria. Existem poucos dados sobre a utiliza&#xE7;&#xE3;o de AINEs em tratamento da dor p&#xF3;s-operat&#xF3;ria ap&#xF3;s cirurgia abdominal.</p> <p>Oberhofer D <em>et al</em> (2005) realizaram estudo randomizado, duplo-cego, placebo-controlado que avaliou a efic&#xE1;cia analg&#xE9;sica e seguran&#xE7;a do Cetoprofeno ap&#xF3;s a cirurgia abdominal de grande porte. Ap&#xF3;s 01 e 09 horas de p&#xF3;s-operat&#xF3;rio os pacientes receberam 100 mg de Cetoprofeno iv (n = 21) ou placebo (n = 22), em adi&#xE7;&#xE3;o a um protocolo de tratamento da dor consistindo em infus&#xE3;o cont&#xED;nua de 200 mg de tramadol e 5 g de metamizol ao longo de 24 horas, com adicional de 25 mg i.v. de tramadol, em caso de analgesia inadequada.</p> <p>A dor foi avaliada por uma escala num&#xE9;rica em repouso e em respira&#xE7;&#xE3;o profunda 3, 6, 12 e 24 horas de p&#xF3;s-operat&#xF3;rio, sendo registrada a dose total de tramadol usado nas primeiras 24 horas.</p> <p>Os pacientes no grupo Cetoprofeno tiveram escores significativamente menores, tanto para dor em repouso quanto em respira&#xE7;&#xE3;o profunda, em 3 (p &lt; 0,01), 6 e 12 horas (p &lt; 0,05) de p&#xF3;s-operat&#xF3;rio. A utiliza&#xE7;&#xE3;o de 24 horas de tramadol foi muito menor no grupo Cetoprofeno (p &lt; 0,01), com menos n&#xE1;useas e v&#xF4;mitos. N&#xE3;o houve complica&#xE7;&#xF5;es hemorr&#xE1;gicas ou outros eventos adversos relacionados &#xE0; terapia com Cetoprofeno. O estudo mostrou o valor do uso a curto prazo do Cetoprofeno para melhorar a qualidade de analgesia, ap&#xF3;s cirurgia abdominal maior, sem efeitos adversos significativos.</p> <p>Subramaniam R.<em> et al</em> (2003) realizaram um estudo que compara a efic&#xE1;cia do Cetoprofeno e petidina para analgesia peri-operat&#xF3;ria e n&#xE1;useas e v&#xF4;mitos p&#xF3;s-operat&#xF3;rios em crian&#xE7;as submetidas a cirurgia v&#xED;treoretiniana e cirurgia de descolamento de retina.</p> <p>Crian&#xE7;as de 7 a 16 anos com status ASA I, submetidos &#xE0; cirurgia v&#xED;treo-retiniana foram alocadas aleatoriamente para receber ou 2mg/kg de Cetoprofeno ou 1mg/kg de petidina, via IV para analgesia perioperat&#xF3;ria.</p> <p>Em todos os pacientes a anestesia geral foi induzida com tiopental e a intuba&#xE7;&#xE3;o traqueal foi facilitada com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/brometo-de-vecuronio/bula\" target=\"_blank\">brometo de vecur&#xF4;nio</a> e mantida com oxig&#xEA;nio a 33% em &#xF3;xido nitroso e <a href=\"https://consultaremedios.com.br/isoflurano/bula\" target=\"_blank\">isoflurano</a>.</p> <p>A monitora&#xE7;&#xE3;o intra- e p&#xF3;s-operat&#xF3;ria foi feita por um observador cego para a t&#xE9;cnica. A analgesia intra-operat&#xF3;ria de resgate foi utilizada se a frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca e / ou press&#xE3;o arterial aumentassem em 25% dos valores do per&#xED;odo pr&#xE9;-incisional.</p> <p>Dor p&#xF3;s-operat&#xF3;ria e epis&#xF3;dios de n&#xE1;useas e v&#xF4;mitos foram avaliados &#xE0; recupera&#xE7;&#xE3;o (0 hora), e 2, 6 e 24 horas. Analgesia de resgate padr&#xE3;o e agentes antiem&#xE9;ticos foram administrados, se necess&#xE1;rio. Neste estudo que recrutou 86 crian&#xE7;as, 44 delas receberam Cetoprofeno enquanto 42 receberam petidina. A analgesia intra-operat&#xF3;ria foi compar&#xE1;vel em ambos os grupos e n&#xE3;o foi encontrada diferen&#xE7;a significativa na exig&#xEA;ncia de analgesia de resgate intra-operat&#xF3;rio.</p> <p>No p&#xF3;s-operat&#xF3;rio 6 das 44 crian&#xE7;as (13,6%) do grupo Cetoprofeno apresentavam dor na recupera&#xE7;&#xE3;o, em compara&#xE7;&#xE3;o com 17/42 (40,4%) no grupo petidina.</p> <p>Dor na hora 2, 6 e 24, e o uso de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/analgesicos/c\" target=\"_blank\">analg&#xE9;sicos</a> no p&#xF3;s-operat&#xF3;rio n&#xE3;o foi significativamente diferente entre os dois grupos. N&#xE1;usea p&#xF3;s-operat&#xF3;ria, v&#xF4;mitos e uso de antiem&#xE9;ticos foram significativamente menores no grupo Cetoprofeno em todos os intervalos de tempo. A conclus&#xE3;o &#xE9; de que o Cetoprofeno &#xE9; uma alternativa satisfat&#xF3;ria como analg&#xE9;sico em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; petidina para cirurgia v&#xED;treo-retiniana e resulta em uma menor incid&#xEA;ncia de n&#xE1;useas e v&#xF4;mitos.</p> <p>Clinicamente, o Cetoprofeno parece reduzir a necessidade de morfina em 33 a 40% com seu suposto mecanismo central de analgesia. Tuncer S<em> et al </em>(2003) avaliaram a efic&#xE1;cia e a seguran&#xE7;a do Cetoprofeno intravenoso (IV) como adjuvante na analgesia controlada pelo paciente com tramadol ap&#xF3;s cirurgia maior de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer</a> ginecol&#xF3;gico.</p> <p>Cinquenta pacientes foram inclu&#xED;dos no estudo duplo-cego, randomizado, placebo-controlado, sendo alocados aleatoriamente em dois grupos: grupo I &#x2013; controle (25 pacientes), com pacientes que receberam solu&#xE7;&#xE3;o salina, grupo II &#x2013; Cetoprofeno (25 pacientes).</p> <p>Os pacientes receberam uma dose intravenosa de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/soros-e-injetaveis/soros/c\" target=\"_blank\">soro fisiol&#xF3;gico</a> ou Cetoprofeno 100 mg no final da cirurgia. Ent&#xE3;o, para a analgesia controlada pelo paciente, foi dado um <em>bolus </em>de 20 mg de tramadol e tempo de 10 min de bloqueio. O al&#xED;vio da dor foi regularmente avaliado utilizando uma escala visual anal&#xF3;gica.</p> <p>O consumo de tramadol, efeitos colaterais, e a satisfa&#xE7;&#xE3;o do paciente foram anotados durante as 24 horas ap&#xF3;s a cirurgia. N&#xE3;o foi observada diferen&#xE7;a significativa na pontua&#xE7;&#xE3;o da dor, efeitos colaterais e satisfa&#xE7;&#xE3;o do paciente entre os grupos (p &gt; 0,05). O consumo acumulado de tramadol (analgesia controlada pelo paciente) foi menor nos pacientes tratados com Cetoprofeno que no grupo que recebeu placebo (p &lt; 0,05). Estes resultados demonstram que uma &#xFA;nica dose de 100 mg de Cetoprofeno reduziu o consumo de tramadol para o tratamento da dor p&#xF3;s-operat&#xF3;ria na cirurgia de c&#xE2;ncer ginecol&#xF3;gico de grande porte.</p> <p>Priya V.<em> et al </em>(2002) realizaram estudo randomizado, controlado, estudo duplo-cego pretende determinar se Cetoprofeno por via intravenosa &#xE9; eficaz como analgesia pre-emptiva para cirurgia de mama. Foram submetidos &#xE0; cirurgia de mama sob anestesia geral 50 pacientes para receber Cetoprofeno 100mg por via intravenosa 30 minutos antes (Grupo I), ou imediatamente ap&#xF3;s a incis&#xE3;o cir&#xFA;rgica (Grupo II).</p> <p>No p&#xF3;s-operat&#xF3;rio, os escores de dor (Escala Visual Anal&#xF3;gica-VAS) e o tempo de recupera&#xE7;&#xE3;o analg&#xE9;sica foram registrados por um observador independente e cego para o desenho do estudo. O estudo foi encerrado quando houve necessidade de analgesia de resgate (VAS &#x2265; 4 ou procura por analg&#xE9;sico).</p> <p>As vari&#xE1;veis cont&#xED;nuas foram analisadas pelo teste n&#xE3;o pareado &quot;t&quot;, vari&#xE1;veis discretas com o teste do quiquadrado, e curvas de sobrevida pelo teste log-rank.</p> <p>Os escores de dor foram significativamente menores no Grupo I, at&#xE9; 10 horas ap&#xF3;s a cirurgia. O n&#xFA;mero de pacientes que necessitam de analgesia em 4, 6, 8 e 10 horas foi significativamente menor no grupo I (0% VS 47% [P &lt; 0,0001], 0% vs 44% [P &lt;0,003], 0% vs 80% [P &lt; 0,0001], 0% x 100% [P &lt; 0,0001] respectivamente. O tempo m&#xE9;dio para analgesia de resgate foi de 15,47 - / + 2,87 horas no grupo I <em>versus </em>4,22 - / + 2,55 horas no grupo II (P &lt;0,0001), concluindo ent&#xE3;o que a analgesia pre-emptiva com Cetoprofeno por via intravenosa (100mg) produz melhor al&#xED;vio da dor no p&#xF3;s-operat&#xF3;rio em pacientes submetidos a cirurgia de mama.</p> <p/>"}

Apresentações do Bicerto

Embalagens com 4 ou 10 comprimidos de liberação prolongada de 2 camadas, cada uma contendo 75 mg de cetoprofeno, totalizando 150 mg de cetoprofeno.

Uso oral.

Uso adulto.

Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

150mg, caixa com 4 comprimidos de liberação prolongada

Princípio ativo
:
Cetoprofeno
Classe Terapêutica
:
Anti-Reumáticos Não Esteroidais Puros
Requer Receita
:
Sim, necessita de Receita
Tipo de prescrição
:
Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Categoria
:
Anti-Inflamatórios
Especialidade
:
Ginecologia, Ortopedia e traumatologia, Otorrinolaringologia, Reumatologia e Urologia

Bula do medicamento

Bicerto, para o que é indicado e para o que serve?

Bicerto (cetoprofeno) é um medicamento anti-inflamatório, analgésico e antitérmico, sendo indicado para o tratamento de inflamações e dores decorrentes dos seguintes casos:

Processos otorrinolaringológicos

Sinusites (inflamação da mucosa nasal), otites (inflamação do ouvido), faringites (inflamação da faringe), laringites (inflamação da laringe), amigdalites (inflamação da garganta).

Processos ginecológicos-obstétricos

Anexites (processo inflamatório que envolve o trato genital feminino), parametrites (inflamação do paramétrio – pélvico), endometrites (inflamação do endométrio), dismenorreia (dor menstrual).

Processos urológicos

Cólica nefrética (dor lombar decorrente de obstrução total ou parcial dos rins e ureteres), orquiepididimites (inflamação do testículo), prostatites (inflamação da próstata).

Processos odontológicos

Periodontites (inflamação e perda dos tecidos conjuntivos que envolvem e sustentam os dentes), pulpites (inflamação da polpa dentária), abscessos (acúmulo de pus em tecidos, órgãos ou espaços circunscritos, normalmente associado com sinais de infecção), extrações dentárias.

Processos reumáticos

Artrite reumatoide (inflamação crônica das articulações), espondilite anquilosante (inflamação de uma ou mais vértebras), gota (doença reumática caracterizada pelo acúmulo de cristais de ácido úrico junto a articulações e/ou em outros órgãos), condrocalcinose (depósito de sais de cálcio nas articulações), reumatismo psoriático (tipo de artrite associada a alteração da pele), síndrome de Reiter (um tipo de artrite), pseudo-artrite, lúpus eritematoso sistêmico (doença que apresenta manifestações na pele, coração, rins, articulações, entre outras), esclerodermia (doença auto-imune que pode ter várias manifestações, entre elas o endurecimento da pele), periarterite nodosa (tipo de inflamação que ocorre nas artérias), osteoartrite (doença articular degenerativa e progressiva), periartrite escápulo-umeral (inflamação de tecidos ao redor da articulação do ombro), bursites (inflamação da bursa, pequena bolsa contendo líquido que envolve as articulações), capsulite adesiva (inflamação caracterizada por perda de movimentos do ombro), sinovites (inflamação da membrana que envolve as articulações), tenossinovites (inflamação da bainha de um tendão), tendinites (inflamação dos tendões), epicondilites (doença resultante de um esforço não usual do braço).

Lesões ortopédicas

Contusões e esmagamentos (lesão causada por trauma direto ou pressão), fraturas, entorses (lesão de ligamento e músculo, sem deslocamento ou fratura), luxações (deslocamento de qualquer parte do corpo, normalmente uma articulação, de sua posição normal).

Dores diversas

Nevralgia cérvico-braquial (dor associada a lesão de nervos da região do pescoço a axila), cervicalgia (dor na região do pescoço), lombalgia (dor na região lombar), dor ciática (dor causada pela compressão do nervo ciático), pós-operatórios diversos, enxaqueca (dor de cabeça intensa) com ou sem aura (sintomas que precedem à enxaqueca e que variam consideravelmente entre os pacientes afetando principalmente, a visão e a audição).

Quais as contraindicações do Bicerto?

Bicerto (cetoprofeno) não deve ser utilizado nos seguintes casos:

  • <li>Pacientes com hist&#xF3;rico de rea&#xE7;&#xF5;es de hipersensibilidade (alergia ou intoler&#xE2;ncia) ao cetoprofeno, como crises asm&#xE1;ticas (<a href="https://consultaremedios.com.br/b/doenca-pulmonar" target="_blank">doen&#xE7;a pulmonar</a> caracterizada pela contra&#xE7;&#xE3;o das vias respirat&#xF3;rias ocasionando falta de ar) ou outros tipos de rea&#xE7;&#xF5;es al&#xE9;rgicas ao cetoprofeno, ao <a href="https://consultaremedios.com.br/acido-acetilsalicilico/bula" target="_blank">&#xE1;cido acetilsalic&#xED;lico</a> ou a outros anti-inflamat&#xF3;rios n&#xE3;o esteroidais - AINEs (ex: <a href="https://consultaremedios.com.br/diclofenaco/pa" target="_blank">diclofenaco</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/ibuprofeno/bula" target="_blank">ibuprofeno</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/indometacina/bula" target="_blank">indometacina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/naproxeno/bula" target="_blank">naproxeno</a>). Nestes pacientes foram relatados casos de rea&#xE7;&#xF5;es anafil&#xE1;ticas severas (rea&#xE7;&#xE3;o al&#xE9;rgica grave e imediata), raramente fatais.</li> <li>Pacientes que j&#xE1; tiveram ou t&#xEA;m <a href="https://consultaremedios.com.br/b/ulcera-peptica" target="_blank"/><a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/ulcera/c" target="_blank">&#xFA;lcera</a> p&#xE9;ptica/hemorr&#xE1;gica (les&#xE3;o localizada no est&#xF4;mago e/ou intestino).</li> <li>Pacientes que j&#xE1; tiveram sangramento ou perfura&#xE7;&#xE3;o gastrintestinal (est&#xF4;mago ou intestino), relacionada ao uso de AINEs.</li> <li>Pacientes com insufici&#xEA;ncia severa (redu&#xE7;&#xE3;o acentuada da fun&#xE7;&#xE3;o do &#xF3;rg&#xE3;o) do cora&#xE7;&#xE3;o, do <a href="https://consultaremedios.com.br/aparelho-digestivo/figado/c" target="_blank">f&#xED;gado</a> e dos rins.</li> <li>Mulheres no terceiro trimestre da gravidez.</li>

Este medicamento é contraindicado para o uso por pacientes com insuficiência do coração, do fígado ou dos rins severas, pacientes com histórico de reações de hipersensibilidade ao cetoprofeno, ao ácido acetilsalicílico ou a outros antiinflamatórios não esteroidais - AINEs e por pacientes que já tiveram ou têm úlcera péptica/hemorrágica.

Este medicamento é contraindicado na faixa etária pediátrica.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas (3° trimestre gestacional) sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe imediatamente seu médico ou cirurgião-dentista em caso de suspeita de gravidez.

Como usar o Bicerto?

Os comprimidos devem ser ingeridos com 1 copo de água durante as refeições.

Geral

Tratamento de ataque

300 mg (2 comprimidos) por dia, divididos em 2 administrações.

O tratamento de ataque deve ser utilizado pelo menor tempo possível, instituindo-se logo a seguir o tratamento de manutenção, a critério médico.

Tratamento de manutenção

A posologia pode ser diminuída para 150 mg/dia (1 comprimido), em dose única.

Dose máxima diária recomendada

300 mg.

Tratamento da enxaqueca

Tomar 1/2 comprimido de Bicerto (cetoprofeno) (75 mg) logo após o início da crise. Geralmente, uma melhora significativa dos sintomas já é percebida duas horas após a administração.

Mesmo que o paciente não sinta alívio nos sintomas da enxaqueca após a primeira administração de Bicerto (cetoprofeno), uma segunda dose (75 mg ou 150 mg) não deve ser administrada durante a mesma crise. Nesse caso, deve-se administrar um outro medicamento que não seja um AINE ou ácido acetilsalicílico.

Se você se sentir aliviado após a primeira dose, mas os sintomas da enxaqueca reaparecerem ou uma nova crise ocorrer no mesmo dia, uma segunda dose (75 mg ou 150 mg) pode ser administrada. Entretanto, o intervalo mínimo para se tomar a segunda dose não deve ser menor que 12 horas.

Caso a dose de 1/2 comprimido (75 mg) não seja suficiente para o alívio da crise, deve-se administrar 1 comprimido de Bicerto (cetoprofeno) (150 mg) no início da próxima crise.

Nunca exceda 300 mg/dia (2 comprimidos/dia).

Populações especiais

Crianças

A segurança e eficácia do uso de cetoprofeno em crianças ainda não foram estabelecidas.

Pacientes com insuficiência dos rins e idosos

É aconselhável reduzir a dose inicial e manter estes pacientes com a menor dose eficaz. Um ajuste posológico individual deve ser considerado pelo seu médico somente após ter apurado boa tolerância individual.

Pacientes com insuficiência do fígado

Estes pacientes devem ser cuidadosamente monitorados e deve-se manter a menor dose eficaz diária.

Não há estudos dos efeitos de cetoprofeno administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral conforme recomendado pelo médico.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

Este medicamento não deve ser mastigado.

Como o Bicerto funciona?

Este medicamento tem como princípio ativo o cetoprofeno, de natureza não hormonal, que possui propriedades anti-inflamatória, antitérmica e analgésica.

O cetoprofeno inibe a agregação plaquetária (união das plaquetas umas às outras) e a síntese das prostaglandinas (mediador químico relacionado à inflamação), no entanto, seu exato mecanismo de ação não é conhecido. Concentrações plasmáticas máximas já são observadas em 15 – 30 minutos após a administração do comprimido de dupla camada. As concentrações plasmáticas apresentam um platô entre 45 e 90 minutos.

Quais cuidados devo ter ao usar o Bicerto?

Embora os AINEs possam ser requeridos para o alívio das complicações reumáticas que ocorrem devido ao lúpus eritematoso sistêmico (LES) (doença que apresenta manifestações na pele, coração, rins, articulações, entre outras), recomenda-se extrema cautela na sua utilização, uma vez que pacientes com LES podem apresentar predisposição à toxicidade por AINEs no sistema nervoso central e/ou renal.

As reações adversas podem ser minimizadas através da administração da dose mínima eficaz e pelo menor tempo necessário para controle dos sintomas.

Reações gastrintestinais

Converse com seu médico caso você também esteja usando medicamentos que possam aumentar o risco de sangramento ou úlcera, como corticosteroides orais, anticoagulantes como a varfarina, inibidores seletivos da recaptação de serotonina, agentes antiplaquetários como o ácido acetilsalicílico, ou nicorandil.

Sangramento, úlcera e perfuração gastrintestinais, que podem ser fatais, foram reportados com todos os AINEs durante qualquer período do tratamento, com ou sem sintomas ou histórico de eventos gastrintestinais graves.

Reações cardiovasculares

Estudos clínicos e dados epidemiológicos sugerem que o uso de AINEs (exceto aspirina), particularmente em doses elevadas e em tratamentos de longo prazo, pode ser associado com um aumento do risco de eventos trombóticos arteriais [por exemplo, enfarte do miocárdio ou acidente vascular cerebral (derrame)].

Assim como para os demais AINEs, deve-se ter cautela no uso de cetoprofeno em pacientes com hipertensão não controlada, insuficiência cardíaca congestiva, doença cardíaca isquêmica estabelecida (doença crônica ocasionada pela redução do fluxo sanguíneo ao coração), doença arterial periférica (doença que acomete as artérias que estão mais longe do coração) e/ou doença cerebrovascular (derrame), bem como antes de iniciar um tratamento a longo prazo em pacientes com fatores de risco para doenças cardiovasculares [ex. hipertensão, hiperlipidemia (colesterol elevado), diabetes e em fumantes].

Um aumento do risco de eventos trombóticos arteriais tem sido relatado em pacientes tratados com AINEs (exceto aspirina) para a dor perioperatória decorrente de cirurgia de revascularização do miocárdio (cirurgia para corrigir o fluxo sanguíneo do coração) (CRM).

Reações na pele

Reações graves na pele, algumas fatais, incluindo dermatite esfoliativa (alteração da pele acompanhada de descamação), síndrome de Stevens-Johnson (forma grave de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e em grandes áreas do corpo) e necrólise epidérmica tóxica (quadro grave em que uma grande extensão de pele começa a apresentar bolhas e evolui com áreas avermelhadas semelhante a uma grande queimadura), foram reportadas muito raramente com o uso de AINEs. Existe um risco maior da ocorrência destas reações adversas no início do tratamento na maioria dos casos ocorrendo no primeiro mês.

Assim como para os demais AINEs, na presença de doença infecciosa, deve-se notar que as propriedades anti-inflamatória, analgésica e antitérmica do cetoprofeno podem mascarar os sinais habituais de progressão da infecção, como por exemplo, febre. Converse com seu médico caso você apresente os testes de função do fígado anormais ou tenha histórico de doenças no fígado. As enzimas do fígado devem ser analisadas periodicamente, principalmente em um tratamento de longo prazo.

Raros casos de icterícia (cor amarelada da pele e olhos) e hepatite (inflamação do fígado) foram reportados com o uso de cetoprofeno.

Se ocorrerem distúrbios visuais, tal como visão embaçada, o tratamento com cetoprofeno deve ser descontinuado.

Gravidez e amamentação

O uso de AINEs pode prejudicar a fertilidade feminina e não é recomendado em mulheres que estão tentando engravidar.&nbsp;

Em mulheres com dificuldade de engravidar ou que estejam sob investigação de infertilidade, deve ser considerada a descontinuação do tratamento com AINEs.

Durante o primeiro e segundo trimestres da gestação

Como a segurança do cetoprofeno em mulheres grávidas não foi avaliada, seu uso deve ser evitado durante o primeiro e segundo trimestres da gravidez.

Durante o terceiro trimestre da gestação

Todos os inibidores da síntese de prostaglandinas, inclusive o cetoprofeno, podem induzir toxicidade cardiopulmonar e renal no feto. No final da gravidez, pode ocorrer aumento do tempo de sangramento da mãe e do feto. Portanto, Bicerto (cetoprofeno) é contraindicado durante o último trimestre da gravidez.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas (1º e 2º trimestres gestacionais) sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Amamentação

Não existem dados disponíveis sobre a excreção de cetoprofeno no leite humano. O uso de Bicerto (cetoprofeno) não é recomendado durante a amamentação.&nbsp;

Alterações na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Pode ocorrer sonolência, tontura ou convulsão durante o tratamento com Bicerto (cetoprofeno). Caso estes sintomas ocorram você não deve dirigir veículos ou operar máquinas.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Bicerto?

  • <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).</li> <li>Rea&#xE7;&#xE3;o desconhecida (n&#xE3;o pode ser estimada a partir dos dados dispon&#xED;veis).</li>

A lista a seguir de reações adversas está relacionada a eventos apresentados com o uso de cetoprofeno no tratamento de condições agudas ou crônicas:

Distúrbios no sistema sanguíneo e linfático
Rara

Anemia hemorrágica (anemia devido a sangramento).

Desconhecida

Agranulocitose (diminuição acentuada na contagem de células brancas do sangue), trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas sanguíneas), aplasia medular (disfunção da medula óssea que leva a alteração na formação das células do sangue), anemia hemolítica (diminuição do número de glóbulos vermelhos do sangue em decorrência da destruição prematura dos mesmos), leucopenia (redução dos glóbulos brancos no sangue).

Distúrbios no sistema imune
Desconhecida

Reações anafiláticas (reação alérgica grave e imediata), incluindo choque.

Distúrbios psiquiátricos
Desconhecida

Depressão, alucinação, confusão, distúrbios de humor.

Distúrbios no sistema nervoso
Incomum

Dor de cabeça, vertigem e sonolência.

Rara

Parestesia (sensação anormal como ardor, formigamento e coceira, percebidos na pele e sem motivo aparente).

Desconhecida

Meningite asséptica (inflamação nas membranas e tecidos que envolvem o cérebro sem causa infecciosa), convulsões (contrações e relaxamentos musculares involuntários), disgeusia (alteração ou diminuição do paladar), vertigem (tontura).

Distúrbios visuais
Rara

Visão embaçada, tal como visão borrada.

Distúrbios auditivos e do labirinto
Rara

Zumbidos.

Distúrbios cardíacos
Desconhecida

Exacerbação da insuficiência cardíaca, fibrilação atrial (tipo de arritmia cardíaca, na qual ritmo cardíaco é geralmente irregular e rápido).

Distúrbios vasculares
Desconhecida

Hipertensão (pressão arterial elevada), vasodilatação (aumento do calibre dos vasos sanguíneos), vasculite (inflamação da parede do vaso sanguíneo), incluindo vasculite leucocitoclástica (um tipo específico de inflamação da parede do vaso sanguíneo).

Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais
Rara

Asma (doença pulmonar caracterizada pela contração das vias respiratórias ocasionando falta de ar).

Desconhecida

Broncoespasmo (contração dos brônquios levando a chiado no peito), principalmente em pacientes com hipersensibilidade conhecida ao ácido acetilsalicílico e/ou a outros AINEs.

Distúrbios gastrintestinais
Comum

Dispepsia (má digestão), náusea, dor abdominal, vômito.

Incomum

Constipação (prisão de ventre), diarreia, flatulência (excesso de gases no estômago ou intestinos) e gastrite (inflamação do estômago).

Rara

Estomatite (inflamação da mucosa da boca), úlcera péptica.

Desconhecida

Exacerbação da colite (inflamação do intestino grosso) e doença de Crohn, hemorragia e perfuração gastrintestinais, pancreatite (inflamação do pâncreas).

Distúrbios hepatobiliares
Rara

Casos de hepatite (inflamação do fígado), aumento dos níveis das transaminases (enzima presente nas células do fígado).

Distúrbios cutâneos e subcutâneos
Incomum

Erupção cutânea (rash), prurido (coceira).

Desconhecida

Reação de fotossensibilidade (sensibilidade exagerada da pele à luz), alopecia (perda de cabelo e pelos), urticária (erupção na pele, geralmente de origem alérgica, que causa coceira), angioedema (inchaço em região subcutânea ou em mucosas, geralmente de origem alérgica), erupções bolhosas incluindo síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica e pustulose exantematosa aguda generalizada, que são tipos distintos de reações bolhosas na pele.

Distúrbios dos rins e urinário
Desconhecida

Insuficiência aguda dos rins, nefrite túbulo-intersticial (um tipo de inflamação nos rins), síndrome nefrótica (condição grave caracterizada por presença de proteína na urina) e anormalidade nos testes de função dos rins.

Distúrbios gerais
Incomum

Edema (inchaço).

Distúrbios do metabolismo e nutrição
Desconhecida

Hiponatremia (redução dos níveis de sódio no sangue), hiperpotassemia (nível alto de potássio no sangue).

Investigações
Rara

Ganho de peso.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

População Especial

Idosos

É aconselhável reduzir a dose inicial e manter o tratamento na dose mínima eficaz. Um ajuste posológico individual pode ser considerado somente após o desenvolvimento de boa tolerância individual.

A frequência das reações adversas aos AINEs é maior em idosos, especialmente sangramento e perfuração gastrintestinais, os quais podem ser fatais.

Crianças

A segurança e eficácia do uso de cetoprofeno em crianças não foram estabelecidas.

Outros grupos de risco

Converse com seu médico caso você tenha histórico de doença gastrintestinal (colite ulcerativa – inflamação do intestino grosso; doença de Crohn – doença inflamatória crônica que pode afetar qualquer parte do trato gastrintestinal), pois estas condições podem ser exacerbadas.

No início do tratamento, a função dos rins deve ser cuidadosamente monitorada pelo médico em pacientes com insuficiência cardíaca, cirrose (doença no fígado) e nefrose (doença nos rins), naqueles que fazem uso de diuréticos, ou em pacientes com insuficiência crônica dos rins, principalmente se estes pacientes são idosos. Nesses pacientes, a administração do Bicerto (cetoprofeno) pode induzir a redução do fluxo sanguíneo nos rins e levar à descompensação (mau funcionamento) renal.

Deve-se ter cautela no uso de cetoprofeno em pacientes com histórico de hipertensão e/ou insuficiência cardíaca congestiva leve a moderada, uma vez que retenção de líquidos e edema (inchaço) foram relatados após a administração de AINEs.

Aumento do risco de fibrilação atrial (tipo de arritmia cardíaca, na qual ritmo cardíaco é geralmente irregular e rápido) foi reportado em associação com o uso de AINEs.

Pode ocorrer hiperpotassemia (nível alto de potássio no sangue), especialmente em pacientes com diabetes de base, insuficiência renal (redução da função dos rins) e/ou tratamento concomitante com agentes que promovem a hiperpotassemia.

Os níveis de potássio devem ser monitorados sob estas circunstâncias.

O que eu devo fazer quando esquecer de usar o Bicerto?

Caso esqueça de administrar uma dose, administre-a assim que possível. No entanto, se estiver próximo do horário da dose seguinte, espere por este horário, respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo tempo.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico, do seu médico ou cirurgião-dentista.

Qual a composição do Bicerto?

Cada comprimido de liberação prolongada contém:

{"tag":"table","value":{"heading":["<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:100%\"> <tbody> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Cetoprofeno</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">150 mg</p> </td> </tr> <tr> <td> <p style=\"text-align:center\">Excipientes* q.s.p.</p> </td> <td> <p style=\"text-align:center\">1 comprimido</p> </td> </tr> </tbody> </table>"],"rows":[]}}

Excipientes:&nbsp;fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, lactose monoidratada, amido, hietelose, óxido de ferro amarelo, dióxido de silício, estearato de magnésio.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Bicerto maior do que a recomendada?

Em caso de superdose acidental, procure imediatamente atendimento médico de emergência.

Sintomas

Casos de superdose foram relatados com doses de até 2,5 g de cetoprofeno. A maioria dos sintomas observados foram benignos e limitados à letargia (estado geral de lentidão, desatenção ou desinteresse, com um quadro de cansaço, dificuldade de concentração e realização de simples tarefas), sonolência, náusea, vômito e dor no estômago.

Tratamento

Não existe nenhum antídoto específico para superdose com cetoprofeno. Em caso de suspeita de superdose, lavagem gástrica é recomendada e tratamentos sintomáticos e de suporte devem ser instituídos para compensar a desidratação, monitorar a excreção urinária e corrigir a acidose, se presente.

Se ocorrer insuficiência dos rins, hemodiálise pode ser útil para remover o fármaco circulante.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Bicerto com outros remédios?

Associações medicamentosas não recomendadas

  • <li>Outros AINEs incluindo inibidores seletivos da ciclo-oxigenase 2 (enzima relacionada &#xE0; inflama&#xE7;&#xE3;o) e altas dosagens de salicilatos (subst&#xE2;ncia relacionada ao &#xE1;cido acetilsalic&#xED;lico): aumento do risco de ulcera&#xE7;&#xE3;o e sangramentos gastrintestinais.</li> <li>&#xC1;lcool: risco de efeitos adversos gastrintestinais, incluindo ulcera&#xE7;&#xE3;o ou hemorragia; pode aumentar o risco de toxicidade no f&#xED;gado.</li> <li>Anticoagulantes: aumento do risco de sangramento.</li> <li>Heparina;</li> <li>Antagonistas da vitamina K (como a varfarina);</li> <li>Inibidores da agrega&#xE7;&#xE3;o plaquet&#xE1;ria (tais como ticlopidina, <a href="https://consultaremedios.com.br/bissulfato-de-clopidogrel/bula" target="_blank">clopidogrel</a>);</li> <li>Inibidores da trombina (tais como <a href="https://consultaremedios.com.br/etexilato-de-dabigatrana/bula" target="_blank">dabigatrana</a>);</li> <li>Inibidores diretos do fator Xa (tais como <a href="https://consultaremedios.com.br/apixabana/bula" target="_blank">apixabana</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/rivaroxabana/bula" target="_blank">rivaroxabana</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/edoxabana/bula" target="_blank">edoxabana</a>).</li> <li>Se o tratamento concomitante n&#xE3;o puder ser evitado, o m&#xE9;dico dever&#xE1; realizar um cuidadoso monitoramento.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/carbonato-de-litio/bula" target="_blank">L&#xED;tio</a>: risco de aumento dos n&#xED;veis de l&#xED;tio no plasma devido a diminui&#xE7;&#xE3;o da sua excre&#xE7;&#xE3;o pelos rins, podendo atingir n&#xED;veis t&#xF3;xicos. Se necess&#xE1;rio, os n&#xED;veis de l&#xED;tio no plasma devem ser cuidadosamente monitorados pelo seu m&#xE9;dico e a dosagem de l&#xED;tio deve ser ajustada durante e ap&#xF3;s tratamento com AINEs.</li> <li>Outros medicamentos fotossensibilizantes (medicamentos que causam <a href="https://minutosaudavel.com.br/fotofobia/" rel="noopener" target="_blank">sensibilidade &#xE0; luz</a>): pode causar efeitos fotossensibilizantes adicionais.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/metotrexato/bula" target="_blank">Metotrexato</a> em doses maiores do que 15 mg/semana: aumento do risco de toxicidade hematol&#xF3;gica (no sangue) do metotrexato, especialmente quando administrado em altas doses.&amp;nbsp;</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/colchicina/bula" target="_blank">Colchicina</a>: aumenta o risco de ulcera&#xE7;&#xE3;o ou hemorragia gastrintestinal e pode aumentar o risco de sangramento em outros locais que n&#xE3;o sejam o trato gastrintestinal.</li> <li>Categorias terap&#xEA;uticas e medicamentos que podem promover hiperpotassemia [tais como, sais de pot&#xE1;ssio, diur&#xE9;ticos poupadores de pot&#xE1;ssio, inibidores da ECA e antagonistas da angiotensina II, AINEs, heparinas (de baixo peso molecular ou n&#xE3;o fracionada), <a href="https://consultaremedios.com.br/ciclosporina/bula" target="_blank">ciclosporina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/tacrolimo/bula" target="_blank">tacrolimo</a> e trimetoprima]: O risco de hiperpotassemia pode aumentar quando os medicamentos mencionados acima s&#xE3;o administrados concomitantemente.</li>

Associações medicamentosas que requerem precauções

  • <li>Corticosteroides (ex. <a href="https://consultaremedios.com.br/prednisona/bula" target="_blank">prednisona</a>, prednisolona, <a href="https://consultaremedios.com.br/dexametasona/bula" target="_blank">dexametasona</a>): aumento do risco de ulcera&#xE7;&#xE3;o ou sangramento gastrintestinal.</li> <li>Diur&#xE9;ticos (ex. <a href="https://consultaremedios.com.br/furosemida/bula" target="_blank">furosemida</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/hidroclorotiazida/bula" target="_blank">hidroclorotiazida</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/clortalidona/bula" target="_blank">clortalidona</a>): pacientes utilizando diur&#xE9;ticos, particularmente os desidratados, apresentam maior risco de desenvolvimento de insufici&#xEA;ncia renal secund&#xE1;ria devido a diminui&#xE7;&#xE3;o do fluxo sangu&#xED;neo nos rins. Portanto estes pacientes devem ser reidratados antes do in&#xED;cio do tratamento concomitante e a fun&#xE7;&#xE3;o dos rins deve ser monitorada quando o tratamento for iniciado.</li> <li>Inibidores da ECA (enzima conversora da angiotensina) (ex. <a href="https://consultaremedios.com.br/captopril/bula" target="_blank">captopril</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/maleato-de-enalapril/bula" target="_blank">enalapril</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/lisinopril/bula" target="_blank">lisinopril</a>) e antagonistas da angiotensina II (ex. <a href="https://consultaremedios.com.br/irbesartana/bula" target="_blank">irbesartana</a>, losartana, <a href="https://consultaremedios.com.br/valsartana/bula" target="_blank">valsartana</a>): em pacientes com comprometimento da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins (ex. pacientes desidratados ou pacientes idosos), a coadministra&#xE7;&#xE3;o de um inibidor da ECA ou de um antagonista da angiotensina II e de um agente que inibe a ciclooxigenase (tipo de enzima) pode promover a deteriora&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins, incluindo a possibilidade de insufici&#xEA;ncia renal aguda.</li> <li>Metotrexato em doses menores do que 15 mg/semana: converse com seu m&#xE9;dico caso esteja tomando metotrexato devido a possibilidade de ocorrer altera&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins. Durante as primeiras semanas de tratamento concomitante ao cetoprofeno, a contagem sangu&#xED;nea completa (hemograma) deve ser monitorada uma vez por semana pelo seu m&#xE9;dico. Se houver qualquer altera&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o dos rins ou se for um paciente idoso, o monitoramento deve ser realizado com maior frequ&#xEA;ncia.</li> <li><a href="https://consultaremedios.com.br/pentoxifilina/bula" target="_blank">Pentoxifilina</a>: converse com seu m&#xE9;dico caso esteja tomando pentoxifilina, devido ao aumento do risco de sangramento. &#xC9; necess&#xE1;rio realizar monitoramento cl&#xED;nico e do tempo de sangramento com maior frequ&#xEA;ncia.</li> <li>Tenofovir: a administra&#xE7;&#xE3;o concomitante de fumarato de tenofovir disoproxil e AINEs pode aumentar o risco de insufici&#xEA;ncia renal.</li> <li>Nicorandil: em pacientes recebendo concomitantemente nicorandil e AINEs h&#xE1; um aumento no risco de complica&#xE7;&#xF5;es severas, tais como ulcera&#xE7;&#xE3;o gastrintestinal, perfura&#xE7;&#xE3;o e hemorragia.</li> <li>Glicos&#xED;deos card&#xED;acos: a intera&#xE7;&#xE3;o farmacocin&#xE9;tica entre o cetoprofeno e a <a href="https://consultaremedios.com.br/digoxina/bula" target="_blank">digoxina</a> n&#xE3;o foi demonstrada. No entanto, recomendase cautela, em particular em pacientes com insufici&#xEA;ncia renal, uma vez que os AINEs podem reduzir a fun&#xE7;&#xE3;o renal e diminuir o <em>clearance</em> (elimina&#xE7;&#xE3;o) renal dos glicos&#xED;deos card&#xED;acos.</li> <li>Ciclosporina: aumento do risco de nefrotoxicidade (toxicidade nos rins).</li> <li>Tacrolimo: aumento do risco de nefrotoxicidade.</li>

Associações medicamentosas a serem consideradas

  • <li>Agentes anti-hipertensivos tais como betabloqueadores (ex. <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-propranolol/bula" target="_blank">propranolol</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/atenolol/bula" target="_blank">atenolol</a>, metropolol), inibidores da ECA, diur&#xE9;ticos: risco de redu&#xE7;&#xE3;o do efeito anti-hipertensivo.</li> <li>Trombol&#xED;ticos: aumento do risco de sangramento.</li> <li>Probenecida: a administra&#xE7;&#xE3;o concomitante com probenecida pode reduzir acentuadamente a elimina&#xE7;&#xE3;o do cetoprofeno do plasma (<em>clearance</em>).</li> <li>Inibidores seletivos da recapta&#xE7;&#xE3;o de serotonina (ex. <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-fluoxetina/bula" target="_blank">fluoxetina</a>, <a href="https://consultaremedios.com.br/cloridrato-de-paroxetina/bula" target="_blank">paroxetina</a>, sertralina): aumento do risco de sangramento gastrintestinal.</li>

Alimentos

O uso concomitante com alimentos pode retardar a absorção do cetoprofeno, entretanto não foram observadas interações clinicamente significativas.

Exames de laboratório

O uso de cetoprofeno pode interferir na determinação de albumina urinária, sais biliares, 17-cetosteroides e 17- hidroxicorticosteroides que se baseiam na precipitação ácida ou em reação colorimétrica dos grupos carbonil.

Informe ao seu médico ou cirurgião dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Interação alimentícia: posso usar o Bicerto com alimentos?

Cápsulas, Gotas, Injetável, Pó Liófilo, Supositório e Xarope

O uso concomitante com alimentos pode retardar a absorção do Cetoprofeno, entretanto não foram observadas interações clinicamente significativas.

Qual a ação da substância do Bicerto (Cetoprofeno)?

Resultados de Eficácia

{"tag":"hr","value":" <h3>Gel</h3> <p>A efic&#xE1;cia de Cetoprofeno est&#xE1; demonstrada nos seguintes estudos: &#x201C;Matucci-Cerinic M, Casini A. Ketoprofen vs etofenamate in a controlled double-blind study: evidence of topical effectiveness in soft tissue rheumatic pain. Int J Clin Pharmacol Res. 1988;8(3):157-60&#x201D; &#x2013; a efic&#xE1;cia foi comprovada em um estudo controlado duplo cego, por 7 dias, com 36 pacientes com <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/tendinite/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">tendinite</a> e/ou <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-bursite-no-ombro-quadril-remedios-tratamento-tem-cura/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">bursite</a> onde o Cetoprofeno foi capaz de reduzir os sintomas inflamat&#xF3;rios das regi&#xF5;es afetadas; &#x201C;Airaksinen O, Ven&#xE3;l&#xE3;inen J, Pietil&#xE3;inen T. Ketoprofen 2.5% gel <em>versus </em>placebo gel in the treatment of acute soft tissue injuries. Int J Clin Pharmacol Ther Toxicol. 1993 Nov;31(11):561-3&#x201D; &#x2013; a efic&#xE1;cia foi comprovada em um estudo paralelo, duplo cego, placebo controlado, por 7 dias, em 56 pacientes com les&#xE3;o aguda de partes moles. O Cetoprofeno gel 2,5% demonstrou ser superior ao placebo no tratamento dos pacientes; &#x201C;Patel RK, Leswell PF. Comparison of ketoprofen, <a href=\"https://consultaremedios.com.br/piroxicam/bula\" target=\"_blank\">piroxicam</a>, and diclofenac gels in the treatment of acute soft-tissue injury in general practice. General Practice Study Group. Clin Ther. 1996 May-Jun;18(3):497-507&#x201D; &#x2013; a efic&#xE1;cia foi comprovada em um estudo aberto, comparativo, multic&#xEA;ntrico, com 1575 pacientes. O Cetoprofeno gel 2,5% demonstrou ser superior aos outros AINEs avaliados no tratamento da les&#xE3;o de partes moles; &#x201C;Waikakul S, Penkitti P, Soparat K,<em> et al</em>. Topical analgesics for knee arthrosis: a parallel study of ketoprofen gel and diclofenac emulgel. J Med Assoc Thai. 1997 Sep;80(9):593-7&#x201D; &#x2013; a efic&#xE1;cia foi demonstrada em um estudo comparativo, paralelo, randomizado entre 85 pacientes com osteoartrite de joelho. O grupo que recebeu Cetoprofeno gel demonstrou melhora importante nos resultados avaliados.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias:</strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Matucci-Cerinic M, Casini A. Ketoprofen vs etofenamate in a controlled double-blind study: evidence of topical effectiveness in soft tissue rheumatic pain. Int J Clin Pharmacol Res. 1988;8(3):157-60.<br> 2. Airaksinen O, Ven&#xE3;l&#xE3;inen J, Pietil&#xE3;inen T. Ketoprofen 2.5% gel versus placebo gel in the treatment of acute soft tissue injuries. Int J Clin Pharmacol Ther Toxicol. 1993 Nov;31(11):561-3.<br> 3. Patel RK, Leswell PF. Comparison of ketoprofen, piroxicam, and diclofenac gels in the treatment of acute softtissue injury in general practice. General Practice Study Group. Clin Ther. 1996 May-Jun;18(3):497-507<br> 4. Waikakul S, Penkitti P, Soparat K, et al. Topical analgesics for knee arthrosis: a parallel study of ketoprofen gel and diclofenac emulgel. J Med Assoc Thai. 1997 Sep;80(9):593-7.</br></br></br></span></p> <h3>C&#xE1;psulas, Gotas e Suposit&#xF3;rio</h3> <p>Um estudo cl&#xED;nico, aberto, realizado por Addy (1985), avaliou o uso de Cetoprofeno na dose de 50 mg 3 vezes ao dia durante o per&#xED;odo menstrual, por 3 meses, em 42 mulheres com dismenorreia. Ao final do estudo 95% das mulheres retornaram &#xE0;s suas atividades normais e apresentaram uma boa tolerabilidade ao tratamento.</p> <p>Estudo realizado por Spongsveen <em>et al </em>(1978) avaliou o uso do Cetoprofeno na dose de 50 mg 3 vezes ao dia em pacientes com doen&#xE7;as osteoarticulares cr&#xF4;nicas. Esses pacientes foram acompanhados por um per&#xED;odo m&#xED;nimo de 3 meses at&#xE9; 12 meses. O Cetoprofeno promoveu melhora cl&#xED;nica na maioria dos pacientes, comprovando sua efic&#xE1;cia dentre os pacientes avaliados. O n&#xFA;mero de eventos adversos ocorreu em 13% dos pacientes, sendo os eventos gastrintestinais, principalmente a dispepsia, o mais frequente. Entretanto n&#xE3;o houve nenhum evento considerado s&#xE9;rio.</p> <p>Karvonen <em>et al</em> (2008) realizaram estudo duplo-cego, randomizado, placebo controlado, com grupos paralelos onde foi avaliado o uso de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/paracetamol/bula\" target=\"_blank\">paracetamol</a> e Cetoprofeno no controle de dor p&#xF3;s operat&#xF3;rio de 60 pacientes adultos submetidos a pr&#xF3;tese total de quadril. O uso de Cetoprofeno por via oral, na dose de 300 mg dia, reduziu em 22% o consumo de opioide no 1&#xBA; dia de p&#xF3;s-operat&#xF3;rio.</p> <h4>Exclusivo Gotas</h4> <p>Barbieri (1987) realizou estudo duplo-cego, randomizado, placebo controlado, com 60 pacientes pedi&#xE1;tricos (1 a 10 anos) com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/aparelho-respiratorio/amigdalite/c\" target=\"_blank\">amigdalite</a> bacteriana aguda que necessitaram <a href=\"https://consultaremedios.com.br/amoxicilina/bula\" target=\"_blank\">amoxicilina</a> como antibioticoterapia. Todos os par&#xE2;metros cl&#xED;nicos considerados, como o aspecto da orofaringe, edema, exsudato e hipertrofia das am&#xED;gdalas apresentaram melhora significativa do ponto de vista estat&#xED;stico, havendo superioridade do grupo que recebeu Cetoprofeno em rela&#xE7;&#xE3;o ao placebo. Todos os pacientes fizeram uso de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/infeccoes/antibioticos/c\" target=\"_blank\">antibi&#xF3;tico</a> por 7 a 10 dias (BARBIERI, 1987).</p> <p>Estudo aberto realizado por Kokki <em>et al</em> (2000) avaliou 611 crian&#xE7;as (1-9anos) que fizeram uso de Cetoprofeno no p&#xF3;s operat&#xF3;rio de adenoidectomia. O estudo avaliou a dor, presen&#xE7;a de eventos adversos e sangramento durante a primeira semana de p&#xF3;s-operat&#xF3;rio. A dose utilizada chegou a 5mg/kg/dia. O Cetoprofeno demonstrou uma boa efic&#xE1;cia analg&#xE9;sica e seguran&#xE7;a durante o curto per&#xED;odo de utiliza&#xE7;&#xE3;o. N&#xE3;o houve quadro de sangramento clinicamente significativo e nenhuma crian&#xE7;a necessitou de interven&#xE7;&#xE3;o, reopera&#xE7;&#xE3;o ou mesmo interna&#xE7;&#xE3;o por causa de sangramento (KOKKI, 2000).</p> <h4>Exclusivo Suposit&#xF3;rio</h4> <p>Dib <em>et al</em> (2002) realizaram estudo multic&#xEA;ntrico, duplo cego, cruzado, placebo controlado, avaliando efic&#xE1;cia e tolerabilidade do Cetoprofeno e da zolmitriptana em pacientes com quadro agudo de migr&#xE2;nea. Foram utilizados Cetoprofeno nas concentra&#xE7;&#xF5;es de 75 e 150 mg, em forma de comprimido de duplo mecanismo de libera&#xE7;&#xE3;o e 2,5 mg de zolmitriptana. Foram inclu&#xED;dos nesse estudo 257 pacientes com m&#xE9;dia de idade de 38,1 anos. O Cetoprofeno mostrou ser efetivo no al&#xED;vio do quadro de cefalgia nas duas dosagens utilizadas, alcan&#xE7;ando sucesso no al&#xED;vio da dor nas duas primeiras horas em 62,6% nos pacientes que receberam Cetoprofeno 75 mg e 61,6% com Cetoprofeno 150 mg, assim a zolmitriptana (66,8% de sucesso no al&#xED;vio da dor nas 2 primeiras horas). Ambas as drogas mostraram ser significativamente superiores ao placebo, mas sem diferen&#xE7;as entre si. Embora n&#xE3;o houvera diferen&#xE7;a entre as doses de Cetoprofeno no al&#xED;vio da dor nas duas primeiras horas, a dose de 150 mg mostrou-se mais efetiva em manter a analgesia por tempo mais prolongado em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; dose de 75 mg.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Addy SK, Clinical experience with ketoprofen (&#x201C;Orudis&#x201D;) in primary dismenorrhoea. Obstetrics &amp; Gynaecology. 1985: 813-816.<br> 2. Spongsveen, ET AL. an interim report on an open multicentre long-term study of ketoprofen (Orudis) in rheumatic diseases. Rheumatol Rehabil. 1978; Suppl: 71-7<br> 3. Karvonen S, ET AL. Efficacy of Oral Paracetamol and ketoprofen for Pain Management after Major Orthopedic Surgery Methods Find Exp Clin Pharmacol 2008, 30(9): 703-706.<br> 4.&amp;nbsp;Barbieri AL. Estudo duplo-cego comparativo entre cetoprofenato de s&#xF3;dio (gotas) e placebo em amidalites agudas de pacientes pedi&#xE1;tricos. Pediatria Moderna. 1987; 22(8):292-296.<br> 5.&amp;nbsp;Kokki H, ET AL. The feasibility of pain treatment at home after adenoidectomy with ketoprofen tablets in small children. Paediatric Anaesthesia, 2000; 10: 531-535.</br></br></br></br></span></p> <h3>Injet&#xE1;vel</h3> <p>A efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a do Cetoprofeno e paracetamol foram comparados para o tratamento da migr&#xE2;nia (enxaqueca) aguda em um estudo randomizado e duplo-cego com 64 pacientes.</p> <p>Trinta e quatro pacientes receberam Cetoprofeno 100 mg por via IM, e 30 pacientes receberam 500 mg de paracetamol por via IM. O al&#xED;vio parcial ou completo da dor e outros sintomas foi alcan&#xE7;ado 15 a 20 minutos ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o do grupo Cetoprofeno e no prazo de 35 minutos no grupo paracetamol. Completo al&#xED;vio da dor foi alcan&#xE7;ado dentro de 30 a 40 minutos ap&#xF3;s o Cetoprofeno em 28 pacientes (82,5%) em compara&#xE7;&#xE3;o com 5 pacientes (17,5%) no grupo de paracetamol. Em seis dos pacientes tratados com Cetoprofeno houve necessidade de uma segunda dose para al&#xED;vio completo da dor durante as 4 horas de tempo de seguimento. Os efeitos colaterais foram raros e m&#xED;nimos. Estes achados sugerem que o Cetoprofeno produziu um benef&#xED;cio estatisticamente significativo no tratamento da migr&#xE2;nia aguda.</p> <p>Cetoprofeno (KP) foi administrado por via IM a 15 pacientes com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/b/artrite-cronica\" target=\"_blank\"/><a href=\"https://consultaremedios.com.br/doencas-dos-ossos/artrite/c\" target=\"_blank\">artrite</a> cr&#xF4;nica no dia seguinte &#xE0; cirurgia eletiva de articula&#xE7;&#xF5;es (13), ou durante crises de dor extrema (2), resultando em al&#xED;vio satisfat&#xF3;rio da dor, e parecia capaz de substituir os opi&#xE1;ceos. Um novo m&#xE9;todo de ensaio para Kp plasm&#xE1;tico, baseado em cromatografia de g&#xE1;s / massa de alta resolu&#xE7;&#xE3;o &#xE9; descrito fragmentografia &#xE9; descrito, permitindo a determina&#xE7;&#xE3;o do Kp, mesmo na presen&#xE7;a de probenecida. O Cetoprofeno foi rapidamente absorvido e os n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos de pico de 10,2 a 18,6 micromol/L foram atingidos em 30 minutos. A probenecida n&#xE3;o interferiu com a elimina&#xE7;&#xE3;o de Kp.</p> <p>Neste estudo duplo-cego 40 pacientes com osteoartrite foram tratados para al&#xED;vio da dor com Cetoprofeno ou com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/indometacina/bula\" target=\"_blank\">indometacina</a>, ambas por via IM na dosagem de 100 mg/dia por 12 dias. Com ambas as medica&#xE7;&#xF5;es houve melhora significativa da dor, capacidade funcional e a dist&#xE2;ncia que os pacientes estavam aptos a caminhar, enquanto apenas o Cetoprofeno reduziu o aumento de tamanho do joelho em pacientes com gonartrite.</p> <p>Os dois medicamentos apresentaram aproximadamente o mesmo per&#xED;odo de lat&#xEA;ncia e a mesma dura&#xE7;&#xE3;o de atividade. Cetoprofeno foi perfeitamente tolerada, ao passo que um paciente tratado com indometacina teve o tratamento foi interrompido devido &#xE0; <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-hipotensao-pressao-baixa-sintomas-na-gravidez-e-mais/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">hipotens&#xE3;o</a> vascular e <em>rash </em>cut&#xE2;neo. Um aumento significativo da <a href=\"https://consultaremedios.com.br/ureia/bula\" target=\"_blank\">ureia</a> nitrogenada plasm&#xE1;tica foi observado somente no grupo de pacientes tratados com indometacina.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Karabetsos A, Karachalios G, Bourlinou P, Reppa A, Koutri R, Fotiadou A. Ketoprofen versus paracetamol in the treatment of acute migraine. Headache. 1997 Jan;37(1):12-4.<br> 2. Wollheim FA, Stenberg P, Nilsson B, Mellbin G. Clinical and methodological studies on intramuscular ketoprofen in postoperative rheumatic pain. Eur J Clin Pharmacol. 1981;20(6):423-5<br> 3. Franchi R, Liverta C, Pollini C, Pontiroli AE. Parenteral administration of ketoprofen in osteoarthritis: a double-blind trial versus the N-methyl-d-glucamine salt of indomethacin. Scand J Rheumatol Suppl. 1979;(26):1-7</br></br></span></p> <h3>P&#xF3; li&#xF3;filo</h3> <p>Nos &#xFA;ltimos anos, consider&#xE1;vel aten&#xE7;&#xE3;o tem sido dada ao tratamento de dor p&#xF3;s-operat&#xF3;ria, tendo em conta o efeito favor&#xE1;vel da analgesia adequada sobre evolu&#xE7;&#xE3;o do paciente. Recomenda-se analgesia multimodal (por exemplo, os opioides e drogas anti-inflamat&#xF3;rias n&#xE3;o esteroidais [AINEs] ou <a href=\"https://consultaremedios.com.br/sistema-nervoso-central/anestesicos/c\" target=\"_blank\">anest&#xE9;sicos</a> locais) para o al&#xED;vio efetivo da dor p&#xF3;s-operat&#xF3;ria. Existem poucos dados sobre a utiliza&#xE7;&#xE3;o de AINEs em tratamento da dor p&#xF3;s-operat&#xF3;ria ap&#xF3;s cirurgia abdominal.</p> <p>Oberhofer D <em>et al</em> (2005) realizaram estudo randomizado, duplo-cego, placebo-controlado que avaliou a efic&#xE1;cia analg&#xE9;sica e seguran&#xE7;a do Cetoprofeno ap&#xF3;s a cirurgia abdominal de grande porte. Ap&#xF3;s 01 e 09 horas de p&#xF3;s-operat&#xF3;rio os pacientes receberam 100 mg de Cetoprofeno iv (n = 21) ou placebo (n = 22), em adi&#xE7;&#xE3;o a um protocolo de tratamento da dor consistindo em infus&#xE3;o cont&#xED;nua de 200 mg de tramadol e 5 g de metamizol ao longo de 24 horas, com adicional de 25 mg i.v. de tramadol, em caso de analgesia inadequada.</p> <p>A dor foi avaliada por uma escala num&#xE9;rica em repouso e em respira&#xE7;&#xE3;o profunda 3, 6, 12 e 24 horas de p&#xF3;s-operat&#xF3;rio, sendo registrada a dose total de tramadol usado nas primeiras 24 horas.</p> <p>Os pacientes no grupo Cetoprofeno tiveram escores significativamente menores, tanto para dor em repouso quanto em respira&#xE7;&#xE3;o profunda, em 3 (p &lt; 0,01), 6 e 12 horas (p &lt; 0,05) de p&#xF3;s-operat&#xF3;rio. A utiliza&#xE7;&#xE3;o de 24 horas de tramadol foi muito menor no grupo Cetoprofeno (p &lt; 0,01), com menos n&#xE1;useas e v&#xF4;mitos. N&#xE3;o houve complica&#xE7;&#xF5;es hemorr&#xE1;gicas ou outros eventos adversos relacionados &#xE0; terapia com Cetoprofeno. O estudo mostrou o valor do uso a curto prazo do Cetoprofeno para melhorar a qualidade de analgesia, ap&#xF3;s cirurgia abdominal maior, sem efeitos adversos significativos.</p> <p>Subramaniam R.<em> et al</em> (2003) realizaram um estudo que compara a efic&#xE1;cia do Cetoprofeno e petidina para analgesia peri-operat&#xF3;ria e n&#xE1;useas e v&#xF4;mitos p&#xF3;s-operat&#xF3;rios em crian&#xE7;as submetidas a cirurgia v&#xED;treoretiniana e cirurgia de descolamento de retina.</p> <p>Crian&#xE7;as de 7 a 16 anos com status ASA I, submetidos &#xE0; cirurgia v&#xED;treo-retiniana foram alocadas aleatoriamente para receber ou 2mg/kg de Cetoprofeno ou 1mg/kg de petidina, via IV para analgesia perioperat&#xF3;ria.</p> <p>Em todos os pacientes a anestesia geral foi induzida com tiopental e a intuba&#xE7;&#xE3;o traqueal foi facilitada com <a href=\"https://consultaremedios.com.br/brometo-de-vecuronio/bula\" target=\"_blank\">brometo de vecur&#xF4;nio</a> e mantida com oxig&#xEA;nio a 33% em &#xF3;xido nitroso e <a href=\"https://consultaremedios.com.br/isoflurano/bula\" target=\"_blank\">isoflurano</a>.</p> <p>A monitora&#xE7;&#xE3;o intra- e p&#xF3;s-operat&#xF3;ria foi feita por um observador cego para a t&#xE9;cnica. A analgesia intra-operat&#xF3;ria de resgate foi utilizada se a frequ&#xEA;ncia card&#xED;aca e / ou press&#xE3;o arterial aumentassem em 25% dos valores do per&#xED;odo pr&#xE9;-incisional.</p> <p>Dor p&#xF3;s-operat&#xF3;ria e epis&#xF3;dios de n&#xE1;useas e v&#xF4;mitos foram avaliados &#xE0; recupera&#xE7;&#xE3;o (0 hora), e 2, 6 e 24 horas. Analgesia de resgate padr&#xE3;o e agentes antiem&#xE9;ticos foram administrados, se necess&#xE1;rio. Neste estudo que recrutou 86 crian&#xE7;as, 44 delas receberam Cetoprofeno enquanto 42 receberam petidina. A analgesia intra-operat&#xF3;ria foi compar&#xE1;vel em ambos os grupos e n&#xE3;o foi encontrada diferen&#xE7;a significativa na exig&#xEA;ncia de analgesia de resgate intra-operat&#xF3;rio.</p> <p>No p&#xF3;s-operat&#xF3;rio 6 das 44 crian&#xE7;as (13,6%) do grupo Cetoprofeno apresentavam dor na recupera&#xE7;&#xE3;o, em compara&#xE7;&#xE3;o com 17/42 (40,4%) no grupo petidina.</p> <p>Dor na hora 2, 6 e 24, e o uso de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/dor-febre-e-contusao/analgesicos/c\" target=\"_blank\">analg&#xE9;sicos</a> no p&#xF3;s-operat&#xF3;rio n&#xE3;o foi significativamente diferente entre os dois grupos. N&#xE1;usea p&#xF3;s-operat&#xF3;ria, v&#xF4;mitos e uso de antiem&#xE9;ticos foram significativamente menores no grupo Cetoprofeno em todos os intervalos de tempo. A conclus&#xE3;o &#xE9; de que o Cetoprofeno &#xE9; uma alternativa satisfat&#xF3;ria como analg&#xE9;sico em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; petidina para cirurgia v&#xED;treo-retiniana e resulta em uma menor incid&#xEA;ncia de n&#xE1;useas e v&#xF4;mitos.</p> <p>Clinicamente, o Cetoprofeno parece reduzir a necessidade de morfina em 33 a 40% com seu suposto mecanismo central de analgesia. Tuncer S<em> et al </em>(2003) avaliaram a efic&#xE1;cia e a seguran&#xE7;a do Cetoprofeno intravenoso (IV) como adjuvante na analgesia controlada pelo paciente com tramadol ap&#xF3;s cirurgia maior de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/cancer/c\" target=\"_blank\">c&#xE2;ncer</a> ginecol&#xF3;gico.</p> <p>Cinquenta pacientes foram inclu&#xED;dos no estudo duplo-cego, randomizado, placebo-controlado, sendo alocados aleatoriamente em dois grupos: grupo I &#x2013; controle (25 pacientes), com pacientes que receberam solu&#xE7;&#xE3;o salina, grupo II &#x2013; Cetoprofeno (25 pacientes).</p> <p>Os pacientes receberam uma dose intravenosa de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/soros-e-injetaveis/soros/c\" target=\"_blank\">soro fisiol&#xF3;gico</a> ou Cetoprofeno 100 mg no final da cirurgia. Ent&#xE3;o, para a analgesia controlada pelo paciente, foi dado um <em>bolus </em>de 20 mg de tramadol e tempo de 10 min de bloqueio. O al&#xED;vio da dor foi regularmente avaliado utilizando uma escala visual anal&#xF3;gica.</p> <p>O consumo de tramadol, efeitos colaterais, e a satisfa&#xE7;&#xE3;o do paciente foram anotados durante as 24 horas ap&#xF3;s a cirurgia. N&#xE3;o foi observada diferen&#xE7;a significativa na pontua&#xE7;&#xE3;o da dor, efeitos colaterais e satisfa&#xE7;&#xE3;o do paciente entre os grupos (p &gt; 0,05). O consumo acumulado de tramadol (analgesia controlada pelo paciente) foi menor nos pacientes tratados com Cetoprofeno que no grupo que recebeu placebo (p &lt; 0,05). Estes resultados demonstram que uma &#xFA;nica dose de 100 mg de Cetoprofeno reduziu o consumo de tramadol para o tratamento da dor p&#xF3;s-operat&#xF3;ria na cirurgia de c&#xE2;ncer ginecol&#xF3;gico de grande porte.</p> <p>Priya V.<em> et al </em>(2002) realizaram estudo randomizado, controlado, estudo duplo-cego pretende determinar se Cetoprofeno por via intravenosa &#xE9; eficaz como analgesia pre-emptiva para cirurgia de mama. Foram submetidos &#xE0; cirurgia de mama sob anestesia geral 50 pacientes para receber Cetoprofeno 100mg por via intravenosa 30 minutos antes (Grupo I), ou imediatamente ap&#xF3;s a incis&#xE3;o cir&#xFA;rgica (Grupo II).</p> <p>No p&#xF3;s-operat&#xF3;rio, os escores de dor (Escala Visual Anal&#xF3;gica-VAS) e o tempo de recupera&#xE7;&#xE3;o analg&#xE9;sica foram registrados por um observador independente e cego para o desenho do estudo. O estudo foi encerrado quando houve necessidade de analgesia de resgate (VAS &#x2265; 4 ou procura por analg&#xE9;sico).</p> <p>As vari&#xE1;veis cont&#xED;nuas foram analisadas pelo teste n&#xE3;o pareado &quot;t&quot;, vari&#xE1;veis discretas com o teste do quiquadrado, e curvas de sobrevida pelo teste log-rank.</p> <p>Os escores de dor foram significativamente menores no Grupo I, at&#xE9; 10 horas ap&#xF3;s a cirurgia. O n&#xFA;mero de pacientes que necessitam de analgesia em 4, 6, 8 e 10 horas foi significativamente menor no grupo I (0% VS 47% [P &lt; 0,0001], 0% vs 44% [P &lt;0,003], 0% vs 80% [P &lt; 0,0001], 0% x 100% [P &lt; 0,0001] respectivamente. O tempo m&#xE9;dio para analgesia de resgate foi de 15,47 - / + 2,87 horas no grupo I <em>versus </em>4,22 - / + 2,55 horas no grupo II (P &lt;0,0001), concluindo ent&#xE3;o que a analgesia pre-emptiva com Cetoprofeno por via intravenosa (100mg) produz melhor al&#xED;vio da dor no p&#xF3;s-operat&#xF3;rio em pacientes submetidos a cirurgia de mama.</p> <p>No estudo realizado por Basto ER<em> et al </em>(2001) comparou-se a combina&#xE7;&#xE3;o Cetoprofeno-propacetamol em rela&#xE7;&#xE3;o ao propacetamol isolado em cirurgia de <a href=\"https://consultaremedios.com.br/tireoide/c\" target=\"_blank\">tireoide</a> e paratireoide, em termos de efic&#xE1;cia da analgesia p&#xF3;s-operat&#xF3;ria, sangramento, e a incid&#xEA;ncia de n&#xE1;useas e v&#xF4;mitos para determinar se o uso de Cetoprofeno resulta em qualquer benef&#xED;cio neste tipo de cirurgia.</p> <p>Os 214 pacientes foram distribu&#xED;dos em dois grupos (n = 107 em cada grupo), um recebendo Cetoprofeno e o outro n&#xE3;o. Em todos os pacientes foi utilizada a mesma t&#xE9;cnica anest&#xE9;sica, e os pacientes eram compar&#xE1;veis em termos de idade, peso, sexo, dura&#xE7;&#xE3;o da cirurgia, tipo de endocrinopatia, o envolvimento do cirurgi&#xE3;o e dose intra-operat&#xF3;ria do sufentanil (P &gt; 0,2).</p> <p>A analgesia p&#xF3;s-operat&#xF3;ria consistia de 2g de paracetamol a cada 6h e <em>bolus </em>de morfina (se o escore de dor for maior que 40; 3mg IV a cada 10 min na sala de recupera&#xE7;&#xE3;o, e ent&#xE3;o 5mg SC a cada 4 horas na enfermaria).</p> <p>O grupo Cetoprofeno recebeu 100 mg de Cetoprofeno IV durante a cirurgia e 8 horas depois. Na sala de recupera&#xE7;&#xE3;o, os pacientes receberam oxig&#xEA;nio se a satura&#xE7;&#xE3;o estivesse &lt;95% na admiss&#xE3;o (respirando ar ambiente, portanto), e na 1&#xAA; e 2&#xAA; hora.</p> <p>Os escores de dor, consumo de opioides, o volume de fluido do dreno cervical, e a concentra&#xE7;&#xE3;o/massa de hemoglobina neste fluido coletado ao longo de 24 h foram registrados.</p> <p>O grupo Cetoprofeno apresentou menor escala num&#xE9;rica (P &lt; 0,05), recebeu menos de morfina nas primeiras 24 h ap&#xF3;s a cirurgia (7,4 +/- 5 vs 11,7 +/- 6 mg, P &lt; 0,05), teve menos epis&#xF3;dio de n&#xE1;useas e v&#xF4;mito (21 vs 38, P &lt; 0,05), e era menos propenso a necessitar de oxig&#xE9;nio ap&#xF3;s 1 h na sala de recupera&#xE7;&#xE3;o (33 vs 59 pacientes, P &lt; 0,05).</p> <p>Os dois grupos tiveram o mesmo volume de 24 h de drenagem do l&#xED;quido cervical (72,5 +/- 43 vs 70 +/- 42 mL, P &gt; 0,2), com mesma concentra&#xE7;&#xE3;o (5,9 +/- 3,4 vs 6,4 +/- 2,8 g por 100mL, P &gt; 0,1) e massa de hemoglobina (3,9 +/- 2,8 vs 4,2 +/- 2,5 g, P &gt; 0,2).</p> <p>O grupo controle apresentou dois hematomas cervicais que necessitaram reinterven&#xE7;&#xE3;o, e nenhuma ocorr&#xEA;ncia no grupo Cetoprofeno.</p> <p>O Cetoprofeno reduz o escore de dor ap&#xF3;s a cirurgia de tireoide e paratireoide, bem como a necessidade de morfina e seus efeitos adversos, sem aumentar o risco de hemorragia cervical.</p> <p>O efeito aditivo de AINEs administrado com propacetamol ap&#xF3;s a cirurgia ortop&#xE9;dica maior n&#xE3;o foi estudado. Este estudo prospectivo, realizado por Aubrun F<em> et al</em> (2000), controlado por placebo pretende avaliar o efeito analg&#xE9;sico do Cetoprofeno em 50 pacientes submetidos &#xE0; cirurgia de fus&#xE3;o espinhal, recebendo100 mg de Cetoprofeno a cada 8 h ou placebo, no p&#xF3;s-operat&#xF3;rio.</p> <p>Todos os pacientes receberam propacetamol e morfina (titula&#xE7;&#xE3;o IV seguida por analgesia controlada pelo paciente (PCA) durante 24 h). A dor foi avaliada atrav&#xE9;s de uma escala visual anal&#xF3;gica (VAS).</p> <p>Durante a titula&#xE7;&#xE3;o de morfina, o Cetoprofeno n&#xE3;o reduziu significativamente a dose de morfina (8 +/-6 vs 11 +/-4 mg), por&#xE9;m diminuiu significativamente o escore VAS (P&lt;0,001). Durante o PCA, o Cetoprofeno reduziu significativamente o consumo de morfina (25 +/-17 vs 38 +/-20 mg, P = 0,04) e VAS (P = 0,002).</p> <p>O consumo total de morfina p&#xF3;s-operat&#xF3;ria foi significativamente reduzido (33%) com Cetoprofeno. O Cetoprofeno reduziu a necessidade de morfina e a analgesia p&#xF3;s-operat&#xF3;ria melhorou em pacientes submetidos a cirurgia da coluna vertebral e que receberam propacetamol.</p> <p>Hommeril JL <em>et al</em> (1994), em um estudo duplo-cego, randomizado, compararam-se os efeitos de Cetoprofeno IV 200 mg, seguido de 12,5 mg/hora durante 13 h, com os efeitos da morfina extradural 4 mg em 32 pacientes ap&#xF3;s a artroplastia de quadril e joelho. Uma escala visual anal&#xF3;gica foi utilizada para pontua&#xE7;&#xE3;o dor antes da administra&#xE7;&#xE3;o de analg&#xE9;sicos (primeira acusa&#xE7;&#xE3;o de dor ap&#xF3;s a opera&#xE7;&#xE3;o), 1h ap&#xF3;s e a cada 2 h posteriormente.</p> <p>Redu&#xE7;&#xE3;o da dor ap&#xF3;s 1 h do in&#xED;cio da analgesia foi em m&#xE9;dia de 44% no grupo de morfina extradural e 54% no grupo Cetoprofeno. N&#xE3;o houve diferen&#xE7;a significativa entre os grupos nos escores de dor, redu&#xE7;&#xE3;o da dor e necessidade de analgesia adicional (paracetamol IV). A naloxona 5 microgramas/kg/h foi necess&#xE1;ria para hipercapnia superior a 6,0 kPa em tr&#xEA;s pacientes no grupo de morfina extradural (<em>versus </em>nenhum paciente no grupo Cetoprofeno).</p> <p>N&#xE3;o houve diferen&#xE7;as entre os grupos em efeitos colaterais, exceto para a reten&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria, que foi mais frequente no grupo recebendo morfina extradural (P &lt;0,05). Como havia poucas diferen&#xE7;as entre Cetoprofeno IV e morfina extradural, concluiu-se que o Cetoprofeno pode ser uma alternativa eficiente &#xE0; morfina extradural ap&#xF3;s a artroplastia de quadril e joelho.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Oberhofer D, Skok J, Nesek-Adam V. Intravenous ketoprofen in postoperative pain treatment after major abdominal surgery. World J Surg. 2005 Apr;29(4):446-9.<br> 2. Subramaniam R, Ghai B, Khetarpal M, Subramanyam MS. A comparison of intravenous ketoprofen versus pethidine on peri-operative analgesia and post-operative nausea and vomiting in paediatric vitreoretinal surgery. J Postgrad Med. 2003 Apr-Jun;49(2):123-6.<br> 3. Tuncer S, Pirbudak L, Balat O, Capar M. Adding ketoprofen to intravenous patient-controlled analgesia with tramadol after major gynecological cancer surgery: a double-blinded, randomized, placebo-controlled clinical trial. Eur J Gynaecol Oncol. 2003;24(2):181-4.<br> 4. Priya V, Divatia JV, Sareen R, Upadhye S. Efficacy of intravenous ketoprofen for pre-emptive analgesia. J Postgrad Med. 2002 Apr-Jun;48(2):109-12.<br> 5. Basto ER, Waintrop C, Mourey FD, Landru JP, Eurin BG, Jacob LP. Intravenous ketoprofen in thyroid and parathyroid surgery. Anesth Analg. 2001 Apr;92(4):1052-7.<br> 6. Aubrun F, Langeron O, Heitz D, Coriat P, Riou B. Randomised, placebo-controlled study of the postoperative analgesic effects of ketoprofen after spinal fusion surgery. Acta Anaesthesiol Scand. 2000 Sep;44(8):934-9.<br> 7. Hommeril JL, Bernard JM, Gouin F, Pinaud M. Ketoprofen for pain after hip and knee arthroplasty. Br J Anaesth. 1994 Apr;72(4):383-7.</br></br></br></br></br></br></span></p> <h3>Xarope</h3> <p>Barbieri (1987) realizou estudo duplo-cego, randomizado, placebo controlado, com 60 pacientes pedi&#xE1;tricos (1 a 10 anos) com amigdalite bacteriana aguda que necessitaram amoxicilina como antibioticoterapia. Todos os par&#xE2;metros cl&#xED;nicos considerados, como o aspecto da orofaringe, edema, exsudato e hipertrofia das am&#xED;gdalas apresentaram melhora significativa do ponto de vista estat&#xED;stico, havendo superioridade do grupo que recebeu Cetoprofeno em rela&#xE7;&#xE3;o ao placebo. Todos os pacientes fizeram uso de antibi&#xF3;tico por 7 a 10 dias.</p> <p>Estudo aberto realizado por Kokki<em> et al</em> (2000) avaliou 611 crian&#xE7;as (1-9 anos) que fizeram uso de Cetoprofeno no p&#xF3;s operat&#xF3;rio de adenoidectomia. O estudo avaliou a dor, presen&#xE7;a de eventos adversos e sangramento durante a primeira semana de p&#xF3;s-operat&#xF3;rio. A dose utilizada chegou a 5mg/kg/dia. O Cetoprofeno demonstrou uma boa efic&#xE1;cia analg&#xE9;sica e seguran&#xE7;a durante o curto per&#xED;odo de utiliza&#xE7;&#xE3;o. N&#xE3;o houve quadro de sangramento clinicamente significativo e nenhuma crian&#xE7;a necessitou de interven&#xE7;&#xE3;o, reopera&#xE7;&#xE3;o ou mesmo interna&#xE7;&#xE3;o por causa de sangramento.</p> <p>Estudo realizado por Spongsveen<em> et al </em>(1978) avaliou o uso do Cetoprofeno na dose de 50 mg 3 vezes ao dia em pacientes com doen&#xE7;as osteoarticulares cr&#xF4;nicas. Esses pacientes foram acompanhados por um per&#xED;odo m&#xED;nimo de 3 meses at&#xE9; 12 meses. O Cetoprofeno promoveu melhora cl&#xED;nica na maioria dos pacientes, comprovando sua efic&#xE1;cia dentre os pacientes avaliados. O n&#xFA;mero de eventos adversos ocorreu em 13% dos pacientes, sendo os eventos gastrintestinais, principalmente a dispepsia, o mais frequente. Entretanto n&#xE3;o houve nenhum evento considerado s&#xE9;rio.</p> <p>Karvonen<em> et al </em>(2008) realizaram estudo duplo-cego, randomizado, placebo controlado, com grupos paralelos onde foi avaliado o uso de paracetamol e Cetoprofeno no controle de dor p&#xF3;s operat&#xF3;rio de 60 pacientes adultos submetidos a pr&#xF3;tese total de quadril. O uso de Cetoprofeno por via oral, na dose de 300 mg dia, reduziu em 22% o consumo de opi&#xF3;ide no 1&#xBA; dia de p&#xF3;s-operat&#xF3;rio.</p> <p>Estudo realizado por Celebi<em> et al </em>(2009) avaliou 301 crian&#xE7;as entre 1 e 14 anos que receberam Cetoprofeno, paracetamol ou <a href=\"https://consultaremedios.com.br/ibuprofeno/bula\" target=\"_blank\">ibuprofeno</a> como antit&#xE9;rmico na vig&#xEA;ncia da febre. O Cetoprofeno demonstrou efic&#xE1;cia e seguran&#xE7;a similar aos outros antit&#xE9;rmicos avaliados.</p> <p><strong>Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas </strong></p> <p><span style=\"font-size:11px\">1. Barbieri AL. Estudo duplo-cego comparativo entre cetoprofenato de s&#xF3;dio (gotas) e placebo em amidalites agudas de pacientes pedi&#xE1;tricos. Pediatria Moderna. 1987; 22(8):292-296.<br> 2. Kokki H, et AL. The feasibility of pain treatment at home after adenoidectomy with ketoprofen tablets in small children. Paediatric Anaesthesia, 2000; 10:531-535.<br> 3. Spongsveen, et al. An interim report on an open multicentre long-term study of ketoprofen (Orudis) in rheumatic diseases. Rheumatol Rehabil. 1978; Suppl: 71-7<br> 4. Karvonen S, et al. Efficacy of Oral Paracetamol and ketoprofen for Pain Management after Major Orthopedic Surgery Methods Find Exp Clin Pharmacol 2008, 30(9): 703-706.<br> 5. Celebi S, et al. Antipyretic effect of ketoprofen. Indian J. Pediatr. 2009;76(3):287-91.</br></br></br></br></span></p> <h2>Caracter&#xED;sticas Farmacol&#xF3;gicas</h2> <hr> <h3>Gel</h3> <h4>Propriedades farmacodin&#xE2;micas</h4> <p>O Cetoprofeno, princ&#xED;pio ativo do Cetoprofeno Gel, &#xE9; um derivado do &#xE1;cido fenil-propi&#xF4;nico de natureza n&#xE3;o esteroidal com propriedades analg&#xE9;sica e anti-inflamat&#xF3;ria.</p> <p>O exato mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o do efeito anti-inflamat&#xF3;rio n&#xE3;o &#xE9; conhecido. O Cetoprofeno inibe a s&#xED;ntese das prostaglandinas e a agrega&#xE7;&#xE3;o plaquet&#xE1;ria.</p> <h4>Propriedades farmacocin&#xE9;ticas</h4> <p>Os n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos e teciduais de Cetoprofeno foram quantificados em 24 pacientes submetidos &#xE0; cirurgia de joelho. Ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xF5;es transd&#xE9;rmicas repetidas de Cetoprofeno Gel, os n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos foram aproximadamente 60 vezes menores (9 - 39 ng/g) em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0;queles obtidos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral de dose &#xFA;nica de Cetoprofeno (490 - 3.300 ng/g).</p> <p>Os n&#xED;veis teciduais na &#xE1;rea efetiva estavam dentro do mesmo intervalo de concentra&#xE7;&#xE3;o, tanto para o gel como para o tratamento oral, embora o gel tenha apresentado uma variabilidade interindividual consideravelmente maior.</p> <p>A biodisponibilidade do Cetoprofeno ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o t&#xF3;pica foi estimada ser aproximadamente 5% do n&#xED;vel obtido ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de uma dose por via oral, com base em dados de excre&#xE7;&#xE3;o urin&#xE1;ria.</p> <p>A liga&#xE7;&#xE3;o do Cetoprofeno &#xE0;s <a href=\"https://minutosaudavel.com.br/proteinas/\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">prote&#xED;nas</a> plasm&#xE1;ticas &#xE9; de aproximadamente 99%. O Cetoprofeno &#xE9; excretado pelos rins principalmente como conjugado glicuron&#xED;deo.</p> <p>Devido &#xE0; sua formula&#xE7;&#xE3;o, Cetoprofeno Gel &#xE9; transparente, n&#xE3;o oleoso, que se espalha com facilidade na pele, permitindo uma r&#xE1;pida absor&#xE7;&#xE3;o do Cetoprofeno.</p> <h3>C&#xE1;psula, Gotas, Injet&#xE1;vel, P&#xF3; Li&#xF3;filo e Suposit&#xF3;rio</h3> <h4>Propriedades farmacodin&#xE2;micas</h4> <p>O Cetoprofeno, princ&#xED;pio ativo do Cetoprofeno, &#xE9; um anti-inflamat&#xF3;rio n&#xE3;o esteroidal (AINE), derivado do &#xE1;cido arilcarbox&#xED;lico, pertencente ao grupo do &#xE1;cido propi&#xF4;nico dos AINEs.</p> <p>Cetoprofeno possui propriedades anti-inflamat&#xF3;ria, antit&#xE9;rmica e apresenta atividade analg&#xE9;sica perif&#xE9;rica e central. Inibe a s&#xED;ntese de prostaglandinas e a agrega&#xE7;&#xE3;o plaquet&#xE1;ria, no entanto, seu mecanismo de a&#xE7;&#xE3;o n&#xE3;o est&#xE1; completamente elucidado.</p> <h4>Exclusivo P&#xF3; Li&#xF3;filo</h4> <p>O in&#xED;cio da a&#xE7;&#xE3;o &#xE9; verificado 5 minutos ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de Cetoprofeno.</p> <h4>Propriedades farmacocin&#xE9;ticas</h4> <h5>Distribui&#xE7;&#xE3;o</h5> <p>O Cetoprofeno encontra-se 99% ligado &#xE0;s prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas. Difunde-se pelo l&#xED;quido sinovial, tecidos intra-articulares, capsulares, sinoviais e tendinosos e atravessa a barreira placent&#xE1;ria e hematoencef&#xE1;lica. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica &#xE9; de aproximadamente 2 horas. O volume de distribui&#xE7;&#xE3;o &#xE9; de aproximadamente 7 L.</p> <h5>Metabolismo</h5> <p>A biotransforma&#xE7;&#xE3;o do Cetoprofeno &#xE9; caracterizada por dois principais processos: por hidroxila&#xE7;&#xE3;o e por conjuga&#xE7;&#xE3;o com &#xE1;cido glicur&#xF4;nico, sendo esta a via principal no homem.</p> <p>A excre&#xE7;&#xE3;o de Cetoprofeno na forma inalterada &#xE9; muito baixa (menos de 1%). Quase toda a dose administrada &#xE9; excretada na forma de metab&#xF3;litos na urina, dos quais 65 a 85% da dose administrada s&#xE3;o excretados como metab&#xF3;lito glicuron&#xED;deo.</p> <h5>Elimina&#xE7;&#xE3;o</h5> <p>Cinquenta por cento (50%) da dose administrada &#xE9; excretada na urina dentro de 6 horas ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o do medicamento. Durante 5 dias ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o oral, aproximadamente 75 a 90% da dose &#xE9; excretada principalmente pela urina. A excre&#xE7;&#xE3;o fecal &#xE9; muito pequena (1 a 8%).</p> <h5>Exclusivo C&#xE1;psulas e Gotas</h5> <h6>Absor&#xE7;&#xE3;o</h6> <p>O Cetoprofeno &#xE9; r&#xE1;pida e completamente absorvido pelo trato gastrintestinal. Os n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos m&#xE1;ximos s&#xE3;o obtidos dentro de 60 a 90 minutos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral. Quando o Cetoprofeno &#xE9; administrado com alimentos, a taxa de absor&#xE7;&#xE3;o diminui, resultando em atraso e redu&#xE7;&#xE3;o do pico da concentra&#xE7;&#xE3;o (Cm&#xE1;x); entretanto, a biodisponibilidade total n&#xE3;o &#xE9; alterada.</p> <h5>Exclusivo Injet&#xE1;vel</h5> <h6>Absor&#xE7;&#xE3;o</h6> <p>As medidas sucessivas dos n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos ap&#xF3;s a administra&#xE7;&#xE3;o de uma dose terap&#xEA;utica mostram que o Cetoprofeno &#xE9; rapidamente absorvido. A concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE1;xima &#xE9; obtida 20 a 30 minutos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o de inje&#xE7;&#xE3;o intramuscular.</p> <h5>Exclusivo P&#xF3; Li&#xF3;filo</h5> <h6>Absor&#xE7;&#xE3;o</h6> <p>A concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica m&#xE9;dia &#xE9; medida 5 minutos ap&#xF3;s inje&#xE7;&#xE3;o IV de 100 mg. Depois de 4 minutos do t&#xE9;rmino da inje&#xE7;&#xE3;o, a sua concentra&#xE7;&#xE3;o plasm&#xE1;tica &#xE9; de 26,4 &#xB1; 5,4 &#xB5;g/mL.</p> <h5>Exclusivo Suposit&#xF3;rio</h5> <h6>Absor&#xE7;&#xE3;o</h6> <p>O Cetoprofeno &#xE9; r&#xE1;pida e completamente absorvido pelo trato gastrintestinal. Os n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos m&#xE1;ximos de absor&#xE7;&#xE3;o s&#xE3;o obtidos dentro de 45 a 60 minutos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o retal.</p> <h5>Popula&#xE7;&#xF5;es especiais</h5> <h6>Pacientes idosos</h6> <p>Absor&#xE7;&#xE3;o do Cetoprofeno n&#xE3;o &#xE9; modificada; h&#xE1; aumento da meia-vida (3 horas) e diminui&#xE7;&#xE3;o do <em>clearance </em>plasm&#xE1;tico e renal.</p> <h6>Pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica</h6> <p>N&#xE3;o ocorrem altera&#xE7;&#xF5;es significativas do <em>clearance</em> plasm&#xE1;tico e da meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o. No entanto, a fra&#xE7;&#xE3;o n&#xE3;o ligada &#xE0;s prote&#xED;nas encontra-se aproximadamente duplicada.</p> <h6>Pacientes com insufici&#xEA;ncia renal</h6> <p>H&#xE1; diminui&#xE7;&#xE3;o do <em>clearance </em>plasm&#xE1;tico e renal e aumento da meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o relacionados com a severidade da insufici&#xEA;ncia renal.</p> <h3>Xarope</h3> <h4>Propriedades farmacodin&#xE2;micas</h4> <p>O Cetoprofeno, princ&#xED;pio ativo do Cetoprofeno Pedi&#xE1;trico, &#xE9; um anti-inflamat&#xF3;rio n&#xE3;o esteroidal (AINE), derivado do &#xE1;cido arilcarbox&#xED;lico, pertencente ao grupo do &#xE1;cido propi&#xF4;nico dos AINEs.</p> <p>Quando administrado em baixas dosagens, Cetoprofeno Pedi&#xE1;trico possui propriedades analg&#xE9;sica e antipir&#xE9;tica. As propriedades anti-inflamat&#xF3;rias aparecem com a administra&#xE7;&#xE3;o de altas doses.</p> <p>O Cetoprofeno &#xE9; rapidamente absorvido. Os n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos m&#xE1;ximos s&#xE3;o obtidos em 30 minutos ap&#xF3;s administra&#xE7;&#xE3;o oral.</p> <h4>Propriedades farmacocin&#xE9;ticas</h4> <h5>Absor&#xE7;&#xE3;o</h5> <p>Em beb&#xEA;s e crian&#xE7;as o Cetoprofeno &#xE9; rapidamente absorvido. Os n&#xED;veis plasm&#xE1;ticos m&#xE1;ximos s&#xE3;o obtidos dentro de 30 minutos. A meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; de aproximadamente 2 horas. Quando os dados de farmacocin&#xE9;tica m&#xE9;dios s&#xE3;o comparados com os obtidos em adultos recebendo Cetoprofeno Pedi&#xE1;trico, a concentra&#xE7;&#xE3;o m&#xE1;xima &#xE9; 28% mais baixa e a meia vida de elimina&#xE7;&#xE3;o &#xE9; similar.</p> <h5>Distribui&#xE7;&#xE3;o</h5> <p>O Cetoprofeno encontra-se 99% ligado &#xE0;s prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas. Difunde-se pelo l&#xED;quido sinovial, tecidos intra-articulares, capsulares, sinoviais e tendinosos e atravessa a barreira placent&#xE1;ria e hematoencef&#xE1;lica.</p> <h5>Metabolismo</h5> <p>A biotransforma&#xE7;&#xE3;o do Cetoprofeno &#xE9; caracterizada principalmente pela conjuga&#xE7;&#xE3;o com o &#xE1;cido glicur&#xF4;nico.</p> <h5>Elimina&#xE7;&#xE3;o</h5> <p>Quase todo o Cetoprofeno administrado &#xE9; excretado como metab&#xF3;lito na urina.</p> <h5>Popula&#xE7;&#xF5;es especiais</h5> <h6>Pacientes idosos</h6> <p>A absor&#xE7;&#xE3;o do Cetoprofeno n&#xE3;o &#xE9; modificada; h&#xE1; aumento da meia-vida (3 horas) e diminui&#xE7;&#xE3;o do <em>clearance </em>plasm&#xE1;tico e renal.</p> <h6>Pacientes com insufici&#xEA;ncia hep&#xE1;tica</h6> <p>N&#xE3;o ocorrem altera&#xE7;&#xF5;es significativas do <em>clearance </em>plasm&#xE1;tico e da meia-vida de elimina&#xE7;&#xE3;o. No entanto, a fra&#xE7;&#xE3;o n&#xE3;o ligada &#xE0;s prote&#xED;nas plasm&#xE1;ticas encontra-se aproximadamente duplicada.</p> <h6>Pacientes com insufici&#xEA;ncia renal</h6> <p>H&#xE1; diminui&#xE7;&#xE3;o do <em>clearance </em>plasm&#xE1;tico e renal e aumento da meia-vida de acordo com a severidade da insufici&#xEA;ncia renal.</p> </hr>"}

Como devo armazenar o Bicerto?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C).

O comprimido partido é válido por 72 horas e deve ser acondicionado dentro do blíster e cartucho.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Bicerto (cetoprofeno) apresenta-se como um comprimido oblongo, com vinco em uma das faces, dupla camada nas cores branco e amarelo.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Apresentações do Bicerto

Embalagens com 4 ou 10 comprimidos de liberação prolongada de 2 camadas, cada uma contendo 75 mg de cetoprofeno, totalizando 150 mg de cetoprofeno.

Uso oral.

Uso adulto.

Medicamento similar equivalente ao medicamento de referência.

Dizeres Legais do Bicerto

M.S.: 1.0043.1249

Farm. Resp. subst.:
Dra. Ivanete A. Dias Assi
CRF-SP 41.116

Fabricado por:
Eurofarma Laboratórios S.A.&nbsp;
Rod. Pres. Castello Branco, km 35,6
Itapevi - SP


Registrado por:
Eurofarma Laboratórios S.A.&nbsp;
Av. Vereador José Diniz, 3.465
São Paulo - SP
CNPJ: 61.190.096/0001-92
Indústria Brasileira




Venda sob prescrição médica.

Fabricante: Eurofarma

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